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	<title>Portugal sem passaporte</title>
	
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	<description>portugal, fortaleza, europa, euro, economia</description>
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		<title>Cavaco Silva apela aos jovens qualificados que fiquem em Portugal</title>
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		<pubDate>Sat, 26 May 2012 22:15:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Graciano Coutinho - Jornalista</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Presidente da República, Cavaco Silva, admitiu hoje que há jovens portugueses qualificados a procurar oportunidades de emprego na Austrália, mas disse preferir que estes fiquem em Portugal. Durante uma visita à exposição aborígene da Art Gallery de Nova Gales do Sul, em Sidney, o Presidente da República comentou a quantidade de portugueses que tem encontrado ao longo da sua visita oficial de dois dias à Austrália, que hoje termina, e foi questionado sobre se há muitos portugueses a tentar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-18409" href="http://blog.opovo.com.br/portugalsempassaporte/cavaco-silva-apela-aos-jovens-qualificados-que-fiquem-em-portugal/cavaco-silva-e-bandeira/"><img class="alignleft size-medium wp-image-18409" title="Cavaco Silva e bandeira" src="http://blog.opovo.com.br/portugalsempassaporte/files/2012/05/Cavaco-Silva-e-bandeira-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>O Presidente da República, Cavaco Silva, admitiu hoje que há jovens portugueses qualificados a procurar oportunidades de emprego na Austrália, mas disse preferir que estes fiquem em Portugal.</p>
<p>Durante uma visita à exposição aborígene da Art Gallery de Nova Gales do Sul, em Sidney, o Presidente da República comentou a quantidade de portugueses que tem encontrado ao longo da sua visita oficial de dois dias à Austrália, que hoje termina, e foi questionado sobre se há muitos portugueses a tentar atualmente emigrar para este país.</p>
<p>&#8220;A informação que o embaixador nos dá é que tem sido consultado sobre as oportunidades por parte de alguns jovens qualificados, mas eu prefiro que continuem na nossa terra, que fiquem em Portugal&#8221;, apelou.</p>
<p>O chefe de Estado salientou que Portugal pode, por outro lado, aproveitar as potencialidades da comunidade portuguesa na Austrália &#8211; que estimou em cerca de 50.000 pessoas -, à qual oferece hoje à noite uma receção, na qual são esperadas centenas de pessoas.</p>
<p>&#8220;Parece que há pessoas que vão deslocar-se milhares de quilómetros, incluindo da Nova Zelândia para estar aqui hoje&#8221;, sublinhou.</p>
<p>Cavaco Silva relatou aos jornalistas um dos contactos inesperados que teve com esta comunidade: &#8220;Ontem (sexta-feira, em Camberra) desci do meu quarto no hotel e estava um grupo de jovens e outros menos jovens com ascendência todos de Loulé, do meu concelho&#8221;.</p>
<p>Já em Sidney o chefe da segurança australiana, que transportou o Presidente da República entre o aeroporto e o hotel, também surpreendeu Cavaco Silva com um &#8220;Bom dia, senhor Presidente&#8221;.</p>
<p>Outra surpresa aguardava hoje o Presidente no museu: dois quadros de um pintor português do século XIX, Arthur Loureiro, que nasceu no Porto e morreu em Braga, tendo vivido em vários pontos do mundo, incluindo Merlbourne (Austrália).</p>
<p>Sobre a arte aborígene &#8211; parte dela gravada em casca de árvore &#8211; que teve oportunidade de conhecer em pormenor, acompanhado da mulher, Maria Cavaco Silva, o Presidente destacou a técnica e a minúcia, bem como o respeito dos australianos por esta comunidade.</p>
<p>A agenda do chefe de Estado começou hoje com um encontro, sem declarações, com o Governador da Nova Gales do Sul, Tom Bathurst, onde Cavaco Silva teve oportunidade de passear nos jardins junto ao rio, seguindo depois para um passeio de barco pela baía de Sidney a convite das autoridades australianas.</p>
<p>Antes da receção à comunidade portuguesa, à noite, o Presidente da República encontra-se com um grupo de empresários lusos. Apesar das relações económicas entre os dois países ainda serem modestas, Cavaco Silva destacou que existe um &#8216;superavit&#8217;, ou seja, Portugal exporta mais para a Austrália do que importa para este país com cerca de 22 milhões de habitantes.</p>
<p>i</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/q3ZuhwIx0IJELtk5FXDdjah23Mw/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/q3ZuhwIx0IJELtk5FXDdjah23Mw/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/q3ZuhwIx0IJELtk5FXDdjah23Mw/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/q3ZuhwIx0IJELtk5FXDdjah23Mw/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PortugalSemPassaporte/~4/xYL6pE9HRE4" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>A austeridade e o Rock in Rio Lisboa sem esquecer o crescimento e o emprego</title>
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		<pubDate>Sat, 26 May 2012 21:54:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Graciano Coutinho - Jornalista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunidade Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral: Portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[1. A austeridade Ela é dura, exigente e até violenta. Os portugueses, porém, percebem a sua inevitabilidade. Lembro-me bem dos meus saudosos pais me terem sempre ensinado que não se pode gastar mais do que se ganha. Porém, especialmente a partir de 1995, os governantes entenderam que Portugal podia super endividar-se e chegámos à beira da bancarrota. Após anos de ilusões, mentiras e excessos, chegou a hora da verdade, rigor e comedimento. É preciso trabalhar mais, consumir menos e não viver [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1. <strong>A austeridade</strong></p>
<p><a rel="attachment wp-att-18403" href="http://blog.opovo.com.br/portugalsempassaporte/a-austeridade-e-o-rock-in-rio-lisboa-sem-esquecer-o-crescimento-e-o-emprego/austeridade-3/"><img class="alignleft size-full wp-image-18403" title="Austeridade" src="http://blog.opovo.com.br/portugalsempassaporte/files/2012/05/Austeridade.jpg" alt="" width="244" height="206" /></a>Ela é dura, exigente e até violenta. Os portugueses, porém, percebem a sua inevitabilidade. Lembro-me bem dos meus saudosos pais me terem sempre ensinado que não se pode gastar mais do que se ganha. Porém, especialmente a partir de 1995, os governantes entenderam que Portugal podia super endividar-se e chegámos à beira da bancarrota.</p>
<p>Após anos de ilusões, mentiras e excessos, chegou a hora da verdade, rigor e comedimento. É preciso trabalhar mais, consumir menos e não viver acima das possibilidades. Não se pode gastar o que não se tem, passar o tempo a pedir dinheiro emprestado, viver eternamente de forma artificial. Depois da “embriaguez” nacional, sucede o período da sobriedade coletiva. Os portugueses sabem gerir as suas finanças familiares e percebem isto com meridiana clareza.  Só alguns políticos não percebem a intuição popular, que é forjada na universidade da vida.</p>
<p>A ausência de alternativa estende-se no campo político ao PS. Aos olhos dos cidadãos, é o causador dos enormes sacrifícios que estão a ser impostos. E o seu atual líder, apesar de bem-intencionado, dificilmente terá sucesso. Começou bem e de forma responsável, mas rapidamente fez uma deriva demagógica e populista. Cola-se a todas as reivindicações, acha que ser oposição é sinónimo de crítica generalizada ao Governo. Veja-se que na 4ª feira logrou o consenso do PSD/CDS para a sua adenda sobre crescimento económico, mas logo a seguir já votou contra o documento de estratégia orçamental, confundindo rigor orçamental com austeridade. Seguro abusa da banalidade, do chavão  e do “chico espertismo”. É certo que a tralha socrática o atormenta e fica-se com a sensação de que fala de mais para lhe agradar e de menos para agradar ao País.</p>
<p>2. <strong>O rock in Rio Lisboa</strong></p>
<p><a rel="attachment wp-att-18404" href="http://blog.opovo.com.br/portugalsempassaporte/a-austeridade-e-o-rock-in-rio-lisboa-sem-esquecer-o-crescimento-e-o-emprego/rock-in-rio-2/"><img class="alignleft size-medium wp-image-18404" title="Rock in Rio" src="http://blog.opovo.com.br/portugalsempassaporte/files/2012/05/Rock-in-Rio1-300x164.jpg" alt="" width="300" height="164" /></a>E eis que começou hoje na capital o “Rock in Rio Lisboa”, apesar da crise. Várias horas antes tinham entrado 20.000 jovens e à hora do começo o recinto já tinha cerca de 100.000 e os bilhetes não são baratinhos&#8230;<br />
Afinal, não obstante o desemprego e as dificuldades económicas ainda permitem a muitos jovens ver os “Metallica” e outras bandas. Divertem-se com o dinheiro deles ou o dos pais? Responda quem souber, mas parece que a crise ainda não chegou a muita juventude&#8230;</p>
<p>3. <strong>O crescimento e o emprego</strong></p>
<p>O nosso maior problema é o desemprego. Atiram-nos com a ideia de que são precisas medidas para o crescimento e o emprego, mas quem todos os dias fala nisso poucas ou nenhumas aponta, para além da tão falada formação profissional. Claro que é preciso melhorar as qualificações dos trabalhadores e até dos empresários, mas isso não chega.</p>
<p>Não se cresce sem recursos disponíveis para financiar o crescimento. Para dispor de tais recursos, ou pedimos emprestado,  ou produzimos, ou criamos condições para conseguir investimentos. Até aqui, temos vivido de empréstimos. Do que se trata agora é de criar as condições para alterar a nossa estrutura produtiva, produzir para podermos investir e convencer os investidores de que Portugal vale a pena.</p>
<p>Admitindo que a nossa estrutura produtiva é frágil, que não dispomos de muitos grupos ou empresas vocacionadas e altamente qualificadas para o mercado dos bens transacionáveis e que as &#8220;imposições&#8221; a que temos estado sujeitos contribuem ainda mais para &#8220;agravar&#8221; a situação, obviamente que importa começar a projetar onde, como e de que forma vamos nós crescer.</p>
<p>Não temos dinheiro para a política Keynesiana de grandes obras públicas, mas podemos apostar nas pequenas, como valorizar o urbanismo e as telecomunicações, bem como continuar nas chamadas energias renováveis e incrementar aquilo que já produzimos e exportamos com qualidade (cortiça, vinhos, calçado, confecções, etc), além de continuar a apostar nas novas tecnologias, desenvolver a agricultura e voltarmos a pescar.</p>
<p>Sem dúvida que atrair investimentos implica um fisco menos voraz, o que por ora não é possível, mas se melhorarmos a imagem do país e oferecermos condições laborais flexíveis, teremos novas empresas e novos empregos.</p>
<p>O que não podemos é desanimar, nem dar ouvidos aos “profetas da desgraça” que por aí andam nos órgãos de informação, em certos partidos, na CGTP, etc. Poderá não ser já em 2013, mas um dia vai acontecer! Temos de nos preparar não para &#8220;gastar&#8221; e deixar mais dívida, mas para &#8220;investir&#8221; e deixar riqueza aos nossos filhos e netos.</p>
<p><em>Jorge da Paz Rodrigues</em></p>

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<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BkGjc4p_FdcK9i8gg1GMcxCw1EM/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BkGjc4p_FdcK9i8gg1GMcxCw1EM/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PortugalSemPassaporte/~4/2k2l_CAKRk0" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>A diáspora que pensa… ou Salazar é mesmo inesquecivel ?</title>
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		<pubDate>Fri, 25 May 2012 18:13:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Graciano Coutinho - Jornalista</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[O actual Governo Português, a exemplo do que, nas últimas décadas, tem acontecido, não gosta dos chamados emigrantes. Entende mal a sua maneira de ser e estar no mundo, Despreza os seus anseios e minimiza os seus contributos para o todo geral nacional. Chega a parecer ingrato um Governo como aquele que temos. Ao mesmo tempo que divulga o montante global das remessas dos emigrantes, comparando-o até com outros dinheiros de outras proveniências, não faz nada para que se mantenha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-size: small;"><a rel="attachment wp-att-18398" href="http://blog.opovo.com.br/portugalsempassaporte/a-diaspora-que-pensa-ou-salazar-e-mesmo-inesquecivel/salazar4-2/"><img class="alignleft size-full wp-image-18398" title="Salazar4" src="http://blog.opovo.com.br/portugalsempassaporte/files/2012/05/Salazar4-e1337969453727.jpg" alt="" width="245" height="212" /></a>O actual Governo Português, a exemplo do que, nas últimas décadas, tem acontecido, não gosta dos chamados emigrantes. Entende mal a sua maneira de ser e estar no mundo, Despreza os seus anseios e minimiza os seus contributos para o todo geral nacional. Chega a parecer ingrato um Governo como aquele que temos. Ao mesmo tempo que divulga o montante global das remessas dos emigrantes, comparando-o até com outros dinheiros de outras proveniências, não faz nada para que se mantenha esse fluxo de dinheiros e, naturalmente, as “razões” que o comportam. De resto, sabe o Governo – e sabemo-lo nós&#8230; – que esse fluxo nunca acabará&#8230; até por estarem hoje a sair do rectângulo pátrio cada vez mais candidatos a emigrantes. O que se lamenta, naturalmente.</span></div>
<div><span style="font-size: small;">Há Portugueses espalhados pelas cinco partidas do mundo. A chorar a sua mágoa de estarem longe, sim, mas, especialmente por verem o descaso que os Poderes Públicos fazem da sua existência. Nas eleições, dão-lhe o mínimo que é possível. Na partilha de benesses, fazem a discriminação que se conhece entre a Europa e o Resto do Mundo. Não os contam quando se trata de saber a verdadeira população Portuguesa. E o próprio ensino do Português é deixado à boa vontade e poucos mais de uns quantos carolas que vão nascendo, quase por geração espontânea, na diáspora..</span></div>
<div><span style="font-size: small;">Há épocas neste jogo do amor-ódio que se vai generalizando em que custa mais entender o tal descaso, feito de mantas de desamor que em vez de cobrirem do frio, acertam contas com as certezas que vamos tendo de que “quem saiu&#8230; saiu”. Não fora isso, e não se fechavam consulados como se está agora a fazer. Não fora isso, e não teríamos as visitas aligeiradas de ministros e secretários de Estado – instalados em hotéis e de luxo -  a olhar o relógio para ver quando termina a “visita”, depois de atirarem com uns penduricalhos feitos medalhas para a lapela de uns quantos que lhes vão comer à mão. </span></div>
<div><span style="font-size: small;">Há quem conte que, em 1982, Mário Soares tinha um governo&#8230; quase de tanga. Esgotadas as reservas do Salazar – não há muito escolhido como o “maior português de sempre”, para raiva de muitos – o País estava de facto am lençóis descoloridos e desbotados. À beira da bancarrota, em termos de divisas estrangeiras. Fez-se então um apelo – ainda que escamoteado – aos Portugueses da diáspora.  E esses Portugueses não falharam, tendo havido mesmo quem avançasse com dinheiro de contas de poupança, por forma a salvar o País.</span></div>
<div><span style="font-size: small;">A verdade é que a Nação Portuguesa parece estar, de novo, doente.  É coisa séria. Com crises sem nome. Há insegurança. Há falta de esperança no futuro. É cada vez mais difícil o nível de vida, aumenta o desemprego, sobretudo entre os que estão à procura do primeiro emprego. Talvez entronque aqui o resultado do tal concurso – a que muitos, para minimizar os resultados chamam de simples “passatempo” – que sacudiria Portugal, se Portugal ainda tivesse o desejo anímico de mudar. E este resultado (que se desenganem os que pensam o contrário) merece bem um redobrado estudo. Os que ainda pensam deveriam entender que, a despeito das coisas menos boas que o Estado Novo encerrou, Salazar aparece, afinal, como um símbolo de honestidade e de dedicação à Pátria. Mais do que isso, um símbolo de quem&#8230; não se encheu de dinheiro à custa do cargo. Morreu pobre. Salazar aparece, assim, como exemplo, a agitar o descrédito de que se cobriram muitos dos que ocuparam o seu lugar depois do 25 de Abril. </span></div>
<div><span style="font-size: small;">Eduardo Neves Moreira perguntava, há dias, preto no branco porque  será que a democracia &#8220;pós 25 de Abril&#8221; não conseguiu, apesar de toda a campanha publicitária apagar o nome de Salazar na mente dos portugueses?  &#8211; Palavra que também gostávamos de saber.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"><strong>Fernando Cruz Gomes</strong></span></div>
<div><strong><em><span style="font-size: small;">O jornalista Fernando Cruz Gomes é colaborador assíduo de Portugal Sem Passaporte e as suas cronicas podem ser escutadas todos os domingos, a partir das 7 horas, na Radio Expresso FM, 90,7 (<a href="http://www.expressoFM.com">www.expressoFM.com</a>), no programa &#8220;Portugal Sem Passaporte</span></em></strong></div>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jmSc_wyv5KCzYnG1kl4IxqH_Zew/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jmSc_wyv5KCzYnG1kl4IxqH_Zew/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jmSc_wyv5KCzYnG1kl4IxqH_Zew/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jmSc_wyv5KCzYnG1kl4IxqH_Zew/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PortugalSemPassaporte/~4/UwRm3ydYLWE" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Belmiro Azevedo e o desemprego: “Sair de Portugal não é vergonha nenhuma”</title>
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		<pubDate>Fri, 25 May 2012 11:19:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Graciano Coutinho - Jornalista</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral: Portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[Belmiro de Azevedo diz que há muita gente que &#8220;não estava habituada&#8221; a procurar trabalho, só a &#8221;protestar&#8221;. O fundador do grupo Sonae, Belmiro de Azevedo, considera que procurar trabalho fora de Portugal “não é nenhuma vergonha”. O empresário defende que é necessário desdramatizar a questão e afirma que o elevado nível de desemprego não se resolve com protestos. Belmiro de Azevedo considera que, se for necessário, emigrar é uma boa aposta: “É um tema que tem de ser desdramatizado. Só [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Belmiro de Azevedo diz que há muita gente que &#8220;não estava habituada&#8221; a procurar trabalho, só a &#8221;protestar&#8221;.</strong></p>
<div id="attachment_18393" class="wp-caption alignleft" style="width: 266px"><a rel="attachment wp-att-18393" href="http://blog.opovo.com.br/portugalsempassaporte/belmiro-azevedo-e-o-desemprego-%e2%80%9csair-de-portugal-nao-e-vergonha-nenhuma/belmiro-azevedo-4/"><img class="size-full wp-image-18393" title="Belmiro Azevedo" src="http://blog.opovo.com.br/portugalsempassaporte/files/2012/05/Belmiro-Azevedo.jpg" alt="" width="256" height="179" /></a><p class="wp-caption-text">Belmiro de Azevedo considera que, se for necessário, emigrar é uma boa aposta</p></div>
<p>O fundador do grupo Sonae, Belmiro de Azevedo, considera que procurar trabalho fora de Portugal “não é nenhuma vergonha”.</p>
<p>O empresário defende que é necessário desdramatizar a questão e afirma que o elevado nível de desemprego não se resolve com protestos.</p>
<p>Belmiro de Azevedo considera que, se for necessário, emigrar é uma boa aposta: “É um tema que tem de ser desdramatizado. Só há emprego onde houver actividade económica, esteja onde ela estiver, porque é o grande drama neste momento, é ter muita gente que não estava habituada a procurar trabalho, habituaram-se a protestar e isso não rende dividendos nenhuns.”</p>
<p>“Vamos começar, dentro de nossa casa, a dizer que sair de Portugal não é vergonha nenhuma, de jeito nenhum. Não tem de ser uma imposição, ninguém pode expulsar os cidadãos portugueses, mas convém que as pessoas sejam alertadas: não havendo trabalhar, não se pode inventar trabalho”, sublinha.     <br />
 <br />
Durante uma conferência, no Porto, sobre o futuro das profissões, Belmiro de Azevedo afirmou também que é possível haver mais emprego no sector privado, se o Estado assumir parte do ordenado dos trabalhadores.</p>
<p>O fundador do grupo Sonae critica a postura da Alemanha, como o maior credor da Europa, perante os Estados devedores e sugere uma atitude por parte desses países.</p>
<p>Para Belmiro de Azevedo, sem a colaboração de Berlim, a Europa não consegue recuperar e são os países europeus que mais contribuem para o enriquecimento alemão.</p>
<p>O empresário sugere que, se os Estados-membros optarem por comprar a países como a China, em vez da Alemanha, o Governo de Berlim poderia repensar a sua flexibilidade</p>
<p>rr</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/LG_Jbpz0Qm2yRTr1aip6gytGDC0/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/LG_Jbpz0Qm2yRTr1aip6gytGDC0/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
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		<title>Portugal afastado da final do Festival da Canção da Eurovisão</title>
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		<pubDate>Fri, 25 May 2012 11:11:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Graciano Coutinho - Jornalista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunidade Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade Lusa]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Geral: Portugal]]></category>

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		<description><![CDATA[Portugal foi esta quinta-feira afastado da final do festival da canção Eurovisão 2012, ao não ter ultrapassado a segunda semi-final do evento, que escolheu dez canções.   Os candidatos apurados nesta semi-final foram os representantes da Suécia, Sérvia, Ucrânia, Noruega, Estónia, Malta, Macedónia, Turquia, Bósnia-Herzegovina e Lituânia.    A agência Efe destaca entre os participantes que não foram escolhidos a portuguesa Filipa Sousa e o seu &#8220;Belo Fado&#8221;.    A par de Portugal, terminaram esta quinta-feira as aspirações de Holanda, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_18389" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-18389" href="http://blog.opovo.com.br/portugalsempassaporte/portugal-afastado-da-final-do-festival-da-cancao-da-eurovisao/filipa_sousa78193745_400x225/"><img class="size-medium wp-image-18389" title="Filipa_Sousa78193745_400x225" src="http://blog.opovo.com.br/portugalsempassaporte/files/2012/05/Filipa_Sousa78193745_400x225-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">Filipa Sousa representaria as cores nacionais com o tema &quot;Belo Fado&quot;. </p></div>
<p>Portugal foi esta quinta-feira afastado da final do festival da canção Eurovisão 2012, ao não ter ultrapassado a segunda semi-final do evento, que escolheu dez canções.<br />
 <br />
Os candidatos apurados nesta semi-final foram os representantes da Suécia, Sérvia, Ucrânia, Noruega, Estónia, Malta, Macedónia, Turquia, Bósnia-Herzegovina e Lituânia. <br />
 <br />
A agência Efe destaca entre os participantes que não foram escolhidos a portuguesa Filipa Sousa e o seu &#8220;Belo Fado&#8221;. <br />
 <br />
A par de Portugal, terminaram esta quinta-feira as aspirações de Holanda, Bielorrússia, Bulgária, Croácia, Geórgia, Eslováquia e Eslovénia</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/O1PicQ-BlrfFKyivFuTgf95ibSs/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/O1PicQ-BlrfFKyivFuTgf95ibSs/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/O1PicQ-BlrfFKyivFuTgf95ibSs/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/O1PicQ-BlrfFKyivFuTgf95ibSs/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PortugalSemPassaporte/~4/Yhmt6Ho1mA8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Rock in Rio começa amanhã, 25. Tudo está a postos no Parque Bela Vista, em Lisboa</title>
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		<comments>http://blog.opovo.com.br/portugalsempassaporte/rock-in-rio-comeca-amanha-25-tudo-esta-a-postos-no-parque-bela-vista-em-lisboa/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 May 2012 17:47:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Graciano Coutinho - Jornalista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil-Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade Lusa]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Geral: Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo]]></category>

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		<description><![CDATA[É já amanhã que começa mais uma edição do Rock in Rio Lisboa. As últimas horas têm sido de ensaios de luz e som. Nos próximos dois fins-de-semana, vão passar por Lisboa nomes como Bruce Springsteen, Metallica e Stevie Wonder. Faltam pouco mais de 24 horas para o arranque do Rock In Rio, que mais uma vez se realiza no Parque da Bela Vista, em Lisboa. Durante cinco dias, 25 e 26 de Maio e 1, 2 e 3 de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: small;"><strong>É já amanhã que começa mais uma edição do Rock in Rio Lisboa. As últimas horas têm sido de ensaios de luz e som. Nos próximos dois </strong></span></span></span></span><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: small;"><strong><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: small;">fi</span></span><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: small;">ns-de-semana, vão passar por Lisboa nomes como Bruce Springsteen, Metallica e Stevie Wonder.</span></span></strong></span></span></div>
<div><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><strong><a rel="attachment wp-att-18376" href="http://blog.opovo.com.br/portugalsempassaporte/rock-in-rio-comeca-amanha-25-tudo-esta-a-postos-no-parque-bela-vista-em-lisboa/rock-in-rio/"><img class="alignleft size-medium wp-image-18376" title="Rock in Rio" src="http://blog.opovo.com.br/portugalsempassaporte/files/2012/05/Rock-in-Rio-300x164.jpg" alt="" width="300" height="164" /></a>Faltam pouco mais de 24 horas para o arranque do Rock In Rio, que mais uma vez se realiza no Parque da Bela Vista, em Lisboa. Durante cinco dias, 25 e 26 de Maio e 1, 2 e 3 de Junho, a chamada Cidade do Rock apresentará </strong>mais de 140 artistas, entre bandas, bailarinos e artistas de rua. Com abertura às 16h00 e encerramento pelas 04h00, o festival oferecerá cerca de 12 horas de concertos por dia.</span></span></div>
<div><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"> </span></span><strong><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: x-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: x-small;"><span style="color: #ff0000;">Transportes com serviços especiais</span></span></span></strong></div>
<div><strong><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: x-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: x-small;"> </span></span></strong><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: x-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: x-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><strong>A organização do Rock In Rio Lisboa desenvolveu parcerias com a Câmara Municipal e com as empresas transportadoras de forma a facilitar as viagens para a Cidade do Rock, mesmo fora dos horários normais de funcionamento.</strong></span></span></span></span></div>
<div><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: x-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: x-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"> </span><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><strong>O Metropolitano <span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;">de Lisboa vai garantir serviços especiais até às 03h30. As composições, que partem da Bela Vista, terão ligação com a Linha Vermelha e com a Linha Verde.A Transtejo disponibilizará o serviço de transporte especial “Lisboa Noite” com partidas às 04h30 nas ligações Cais do Sodré–Cacilhas e Terreiro do Paço–Barreiro.</span></span></strong></span></span></span></span></div>
<div><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: x-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: x-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><strong></strong></span></span></span></span><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><strong>Já a Carris vai assegurar <span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;">serviços especiais com partida junto do Pórtico da Cidade do Rock até às 05h00. Vai garantir, também, a Carreira </span></span><em><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;">Shuttle  </span></span></em><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;">Oriente, entre a Bela Vista e as Portas de Ben</span></span><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;">fi</span></span><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;">ca e a carreira 208 até a Estação do Oriente e o Caisdo Sodré.<span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;">A Fertagus vai disponibilizar um comboio na estação Roma-Areeiro às 03h15, enquanto que a CP terá, após o </span></span></span></span><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;">fi</span></span><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;">nal do evento, dois comboios especiais nas linhas de Sintra e de Cascais</span></span></strong></span></span></span></span></div>
<div><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><strong></strong></span></span><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: x-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: x-small;"><strong><span style="color: #ff0000;">Cidade do Rock com vários espaços</span></strong></span></span></span></span></span></span></span></span></div>
<div><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"></span></span><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: x-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><strong>No Palco Mundo, entre as 10h00 e as 02h00, durante os cinco dias, vão actuar 21 artistas nacionais e internacionais, incluindo os cabeças de cartaz: Metallica, Smashing Pumpnkins, Lenny Kravitz, Stevie Wonder e Bruce Springsteen.</strong></span></span></span></span></span></span></span></span></span></div>
<div><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: x-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><strong>Durante o pôr do sol, entre as 16h00 e as 21h00, sobem ao Palco Sunset Rock in Rio 37 artistas e bandas, nomeadamente os portugueses Rui Veloso, Jorge Palma, David Fonseca e Carminho. </strong></span></span></span></span></span></span></span></span></span></div>
<div><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: x-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><strong>Já pelo espaço Electrónica Heineken, vão passar, entre as 21h00 e as 04h00, alguns dos melhores nomes da música electrónica.</strong></span></span></span></span></span></span></span></span></div>
<div><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><strong>No recinto do Rock in Rio, estarão à disposição do público outros espaços, como a Área Radical, onde vai ser possível experimentar o </strong></span></span><strong><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><em><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;">slide</span></span></em><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;">, a roda gigante e a montanha russa.<span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;">Na Rock Street, uma rua cenográ</span></span></span></span></span><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;">fi</span></span><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;">ca inspirada em Nova Orleães, estarão ao dispor vários espaços comerciais, como lojas, bares e restaurantes.A Street Dance, inspirada em Nova Iorque, é o novo espaço totalmente dedicado à dança urbana, com a performance de muitos bailarinos.</span></span></strong></span></span></span></span></span></span></span></div>
<div><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><strong></strong><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><strong> </strong></span></span></span><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: x-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: x-small;"><strong><span style="color: #ff0000;">Segurança e saúde no festival</span></strong></span></span></span></span></span></span></span></span></div>
<div><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: x-small;"><strong><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;">Mais de mil pro</span></span></span></span><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;">fi</span></span><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;">ssionais vão assegurar a segurança do Rock in Rio, dentro e fora do recinto. Na entrada para a Cidade do Rock, todas as pessoas vão estar sujeitas a um controlo através de vistorias personalizadas.Junto à rotunda da Bela Vista, e para a comodidade do público, a organização vai disponibilizar serviço de bengaleiro.</span></span></span></span></strong></span></span></span></span></span></span></span></div>
<div><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: x-small;"><strong><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"></span></span></strong><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><strong>Com a colaboração de várias instituições, o plano de saúde do evento vai contar com um centro médico, um posto de saúde, seis equipas móveis, três ambulâncias e cerca de meia centena de recursos humanos especializados.</strong></span></span></span></span></span></span></span></span></span></div>
<div><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: x-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"> </span></span><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: x-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: x-small;"><strong><span style="color: #ff0000;">Rock in Rio, um festival sustentável</span></strong></span></span></span></span></span></span></span></span></div>
<div><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: x-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><strong>Na edição deste ano, o Rock in Rio Lisboa mantém a temática da sustentabilidade. A organização assume a responsabilidade pelo impacto ambiental do festival com um Plano de Sustentabilidade, que é distribuído pelos fornecedores e patrocinadores. De forma a criar uma consciencialização ambiental, o Rock in Rio vai também apurar, em concurso, o parceiro mais sustentável.</strong></span></span></span></span></span></span></span></span></span></div>
<div><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: x-small;"></span><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><strong><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;">Desde 2008, o Rock in Rio é um evento 100R, um selo da Sociedade Ponto Verde que certi</span></span><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;">fi</span></span><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;">ca o correcto encaminhamento dos resíduos produzidos para reciclagem.<span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;">O festival é também um evento Carbono Zero, já que compensa a emissão de dióxido de carbono resultante do próprio festival com a plantação de árvores, para que o balanço </span></span></span></span></span><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;">fi</span></span><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;"><span style="font-family: Trebuchet MS; font-size: xx-small;">nal de emissões seja nulo. Ainda nesse sentido, o Rock in Rio promove o uso de transportes públicos ou de outros meios mais sustentáveis como a bicicleta</span></span> </strong></span></span></span> </span></span></span></span><em> Pagina1</em></p>
</div>

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		<title>Guia de O POVO mostra atrativos econômicos da região Nordeste</title>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2012 18:25:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Graciano Coutinho - Jornalista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil-Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[A segunda edição do Guia de Investimentos Nordeste-Brasil 2011/2012, projeto que tem apoio da Câmara Brasil-Portugal no Ceará (CBP-CE), foi lançado na última segunda-feira (21), no Espaço O Povo de Cultura &#38; Arte. O guia traz informações econômicas sobre os nove estados que compõem a região Nordeste (Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia). cbp   O Guia de Investimentos Nordeste faz um balanço completo dos nove estados da região, apresentando inúmeras possibilidades de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_18372" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-18372" href="http://blog.opovo.com.br/portugalsempassaporte/guia-de-o-povo-mostra-atrativos-economicos-da-regiao-nordeste/cliff-villar/"><img class="size-medium wp-image-18372" title="Cliff Villar" src="http://blog.opovo.com.br/portugalsempassaporte/files/2012/05/Cliff-Villar-e1337797444485-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">O Guia indica direções, aponta caminhos, provoca curiosidades, sacia informação básica e dirigida. Ele induz à pesquisa e ao aprofundamento em várias outras plataformas``, explica o executivo de Projetos Especiais do O POVO, Cliff Villar. </p></div>
<p>A segunda edição do Guia de Investimentos Nordeste-Brasil 2011/2012, projeto que tem apoio da Câmara Brasil-Portugal no Ceará (CBP-CE), foi lançado na última segunda-feira (21), no Espaço O Povo de Cultura &amp; Arte. O guia traz informações econômicas sobre os nove estados que compõem a região Nordeste (Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia).</p>
<p>cbp<br />
 </p>
<div>O Guia de Investimentos Nordeste faz um balanço completo dos nove estados da região, apresentando inúmeras possibilidades de investimento, não somente para os investidores de outras regiões, como também para os estrangeiros. Além disso, apresenta informações complementares, como um Guia de Contatos por estado e um capítulo jurídico.<br />
 </div>
<div>Os 10 mil exemplares serão distribuídos entre leitores do jornal O Povo e entidades ligadas a bancos e indústrias. A edição também chegará ao exterior, assim como ocorreu com o primeiro número, lançado em capitais como Madri e Lisboa. O guia também será disponibilizado em versão para tablets, estando apto a ser adquirido em um prazo de 30 dias.<br />
 </div>
<div>Entre as personalidades que marcaram presença no lançamento, estavam: o presidente da Câmara Municipal e vereador, Acrísio Sena; o secretário especial da Copa do Mundo, Ferrúcio Feitosa; o presidente da Câmara Brasil-Portugal no Ceará, Jorge Duarte Chaskelmann; e o presidente do Conselho das Câmaras Portuguesas de Comércio no Brasil, Romulo Alexandre Soares.<br />
 </div>
<div>Segundo Cliff Vilar, executivo de projetos especiais do Grupo O Povo, “o guia mostra que o Brasil é atrativo e tem a região [Nordeste] que mais cresce no País. Mostra também o mercado, a gama de oportunidades”.<br />
 </div>
<div>Na mesma cerimônia foi lançada a coleção de livros do projeto Cadernos Tecnológicos. Os livros são temáticos e trazem 10 títulos trabalhados, como panificação, produtos de limpeza e coleta.</div>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dv6ICuzknrkQzyN8YF3E1CMt6O4/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dv6ICuzknrkQzyN8YF3E1CMt6O4/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dv6ICuzknrkQzyN8YF3E1CMt6O4/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dv6ICuzknrkQzyN8YF3E1CMt6O4/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PortugalSemPassaporte/~4/TbXcP-yIIGg" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Nova onda de imigração portuguesa chega ao Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2012 17:59:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Graciano Coutinho - Jornalista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil-Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade Lusa]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<description><![CDATA[Não há como passar despercebido. Porque é em bando. Nos lançamentos de livros, festas ou estreias de shows, lá estão elas. Desde os anos 1940, não se vê uma imigração tão intensa de portuguesas para o Rio de Janeiro. Não é apenas efeito da crise. As malas de Marta Mestre, 31, curadora-assistente no MAM, e da jornalista e escritora Alexandra Lucas Coelho, 44, correspondente e colunista do jornal português &#8220;Público&#8221;, foram arrumadas bem antes de os taxistas de seu país [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-18367" href="http://blog.opovo.com.br/portugalsempassaporte/nova-onda-de-imigracao-portuguesa-chega-ao-rio-de-janeiro/portugal-no-brasil-2/"><img class="alignleft size-medium wp-image-18367" title="Portugal no Brasil" src="http://blog.opovo.com.br/portugalsempassaporte/files/2012/05/Portugal-no-Brasil-300x152.jpg" alt="" width="398" height="204" /></a>Não há como passar despercebido. Porque é em bando. Nos lançamentos de livros, festas ou estreias de shows, lá estão elas. Desde os anos 1940, não se vê uma imigração tão intensa de portuguesas para o Rio de Janeiro.</p>
<p>Não é apenas efeito da crise. As malas de Marta Mestre, 31, curadora-assistente no MAM, e da jornalista e escritora Alexandra Lucas Coelho, 44, correspondente e colunista do jornal português &#8220;Público&#8221;, foram arrumadas bem antes de os taxistas de seu país largarem os carros no meio da rua por falta de motivação e de grana para gasolina. Elas desembarcaram por aqui em 2009 e em 2010, respectivamente. De lá pra cá, a leva só fez aumentar.</p>
<p>E não tem nada a ver com o estereótipo do portuga bigodudo, contando centavos num balcão de padaria ou botequim. A imigração de agora é de gente diplomada e cosmopolita, que se sente livre tanto da arrogância quando da culpa em relação à antiga colônia. Escolhem vir para o Brasil porque &#8220;é outro lugar, mas não é um lugar igual aos outros. É nossa língua, embora não seja. É nossa herança, embora não seja&#8221;, explica Alexandra.</p>
<p>O maior choque cultural para as moças, ou as miúdas, como se diria além-mar, é o nosso cardápio de depilação. Perturbador, na visão delas. &#8220;Como pode ser uma preocupação tão grande? Nós fazemos &#8216;topless&#8217; e temos pelos!&#8221;</p>
<p>Barbara Bulhosa, 40, da editora lusa Tinta da China, recém-inaugurada aqui, fala que &#8220;embora virilha total não seja comum na Europa, tornou-se em Portugal por influência brasileira nos gabinetes de estética&#8221; &#8211;nossos salões, em bom &#8220;brasileiro&#8221;.</p>
<p>Alexandra teoriza sobre o fenômeno: &#8220;As meninas do Rio sabem como é dificil namorar e casar. Então, desenvolvem uma inteligência da raça: fazem de conta que não são tão fortes como são. Elas se embelezam à espera do elogio. Voltam atrás até porque os homens estão um pouco atrás.&#8221; Marta arremata: &#8220;Que não fique a ideia de que a mulher portuguesa tem bigode e não se depila!&#8221;</p>
<p>Mas, se aos olhos destas miúdas os corpos exibidos na orla &#8220;não existem!&#8221;, na zona sul ninguém come ninguém &#8211;no sentido antropofágico.</p>
<p>Elas pegam praia no Arpoador e em Niterói. Fazem trilha na floresta da Tijuca. Batem perna no centro da cidade, sambam no Andaraí. Cerveja é no quiosque Maracangalha das Motos, à beira da baía de Guanabara. Antropofagizam o carioca de toda parte, até porque, se a dieta fosse restrita à zona sul, elas já teriam nos deixado.</p>
<p>Novamente, Alexandra teoriza: &#8220;A zona sul carioca dá claustrofobia, uma sensação de provincianismo, algo a que falta mundo. E faltar mundo é: não reconhecer o outro&#8221;.</p>
<p>&#8220;O Rio de Janeiro corre o risco de se tornar apenas uma cidade nova rica, uma Miami, mas também pode virar uma verdadeira capital do mundo &#8211;transversal, misturada, que sirva ao Brasil.&#8221;</p>
<p><em>Folha</em></p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/NCNSyOBOhg-TNM1TqPy4rOHPY3I/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/NCNSyOBOhg-TNM1TqPy4rOHPY3I/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/NCNSyOBOhg-TNM1TqPy4rOHPY3I/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/NCNSyOBOhg-TNM1TqPy4rOHPY3I/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PortugalSemPassaporte/~4/kq-j8quRm0U" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Chineses e árabes estão em Portugal e formalizam entrada na REN. 592 milhões por 40%</title>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2012 17:17:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Graciano Coutinho - Jornalista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunidade Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral: Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Politica Portuguesa]]></category>

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		<description><![CDATA[Perante os novos investidores, o ministro das Finanças, Vítor Gaspar, afirmou que as privatizações feitas até agora são uma forma de financiamento à economia. Os chineses da State Grid e os árabes da Oman Oil Company acabam de formalizar a aquisição de 40 por cento da REN &#8211; Redes Energéticas Nacionais, com a assinatura dos respectivos contratos de promessa de compra e venda. Com o primeiro formalismo para a venda de uma participação pública de 40%, a decorrer no Ministério [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_18361" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a rel="attachment wp-att-18361" href="http://blog.opovo.com.br/portugalsempassaporte/chineses-e-arabes-estao-em-portugal-e-formalizam-entrada-na-ren/gaspar_e_chinoca153846ad_400x225/"><img class="size-medium wp-image-18361" title="gaspar_e_chinoca153846ad_400x225" src="http://blog.opovo.com.br/portugalsempassaporte/files/2012/05/gaspar_e_chinoca153846ad_400x225-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">Com o aval do Presidente da República, Cavaco Silva, o Ministro das Finanças Vitor Gaspar e empresários chineses e árabes oficializam a entrada na Rede Eléctrica Nacional (REN). </p></div>
<p>Perante os novos investidores, o ministro das Finanças, Vítor Gaspar, afirmou que as privatizações feitas até agora são uma forma de financiamento à economia.</p>
<p>Os chineses da State Grid e os árabes da Oman Oil Company acabam de formalizar a aquisição de 40 por cento da REN &#8211; Redes Energéticas Nacionais, com a assinatura dos respectivos contratos de promessa de compra e venda.</p>
<p>Com o primeiro formalismo para a venda de uma participação pública de 40%, a decorrer no Ministério das Finanças, o Estado recebe hoje uma primeira tranche até 160 milhões de euros, de um total de 592,21 milhões de euros, o que representa um prémio de 150 milhões face ao preço do mercado.</p>
<p>Perante os novos investidores, o ministro das Finanças, Vítor Gaspar, afirmou que as privatizações feitas até agora são uma forma de financiamento à economia.</p>
<p>“O encaixe com a privatização da REN e da EDP totalizam cerca 60% da receita prevista com as privatizações no programa de ajustamento financeiro. Estas operações representam uma contribuição significativa no financiamento da economia portuguesa, tanto directa como indirectamente”, disse o ministro.</p>
<p>Os chineses que adquirem uma participação de 25% da gestora das redes energéticas e os árabes que compram 15% celebraram também acordos de parceria estratégica com a REN.</p>
<p>Além da receita das privatizações, Vítor Gaspar diz que “os novos accionistas comprometem-se a apoiar a EDP e a REN no desenvolvimento dos planos de investimento, assim como abrindo caminho para a diversificação das fontes de financiamento em Portugal.”</p>
<p>Já o presidente da State Grid, Liu Zhenya, afirma que “a REN é uma importante empresa de energia em Portugal, com uma grande rede de transmissão de gás e electricidade e um bom desempenho empresarial. Também tem uma influência muito grande nos países de língua Portuguesa em África e na América do Sul.”</p>
<p>“Há vantagens complementares entre as duas empresas. Este  investimento estratégico vai apoiar o desenvolvimento sustentável da REN e também criará uma nova oportunidade para a inovação na empresa”, disse ainda Zhenya.</p>
<p>A empresa chinesa pagou 2,9 euros por acção, ou seja, um prémio de 40% face à cotação do dia anterior à apresentação das propostas (dia 19 de Janeiro), que estava em 2,072 euros, perfazendo 287,15 milhões de euros, enquanto a Oman Oil Company pagou 2,56 euros por acção, o que representa um prémio de 23,6%, no total de 205,06 milhões de euros.</p>
<p>Após esta fase de privatização, o Estado fica ainda na posse de 11,1% dos títulos da REN, que o Governo pretende dispersar em bolsa quando as condições de mercado melhorarem</p>
<p>rr</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/G3PvuAqqz3vfSU8dAgNB--hevcI/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/G3PvuAqqz3vfSU8dAgNB--hevcI/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/G3PvuAqqz3vfSU8dAgNB--hevcI/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/G3PvuAqqz3vfSU8dAgNB--hevcI/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PortugalSemPassaporte/~4/0gq6SZFHt6E" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>United States of Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2012 16:47:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Graciano Coutinho - Jornalista</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil-Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade Lusa]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Geral: Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Imprensa Portuguesa]]></category>

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		<description><![CDATA[  O gigante norte-americano é o modelo do gigante sul-americano. Se pensa emigrar, prepare-se para um país mais à imagem dos filmes de Hollywood do que daquilo que se cultiva na Europa. Também no mercado de trabalho. Não são a Bolívia ou o Paraguai, vizinhos geográficos, os países mais próximos do Brasil. Nem Portugal, que perdeu ascendente gradual ano após ano dos últimos 200. Nem África, raiz de tanta coisa por aqui. Nem Itália, Líbano, Alemanha ou Japão, de onde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> <a rel="attachment wp-att-18356" href="http://blog.opovo.com.br/portugalsempassaporte/united-states-of-brasil/brasil-x-usa2/"><img class="alignleft size-full wp-image-18356" title="Brasil x USA2" src="http://blog.opovo.com.br/portugalsempassaporte/files/2012/05/Brasil-x-USA2.jpg" alt="" width="213" height="237" /></a> O gigante norte-americano é o modelo do gigante sul-americano. Se pensa emigrar, prepare-se para um país mais à imagem dos filmes de Hollywood do que daquilo que se cultiva na Europa. Também no mercado de trabalho.</strong></p>
<p>Não são a Bolívia ou o Paraguai, vizinhos geográficos, os países mais próximos do Brasil. Nem Portugal, que perdeu ascendente gradual ano após ano dos últimos 200. Nem África, raiz de tanta coisa por aqui. Nem Itália, Líbano, Alemanha ou Japão, de onde vieram hordas de emigrantes. O Brasil bebeu de todas essas culturas mas construiu a sua própria: uma cultura baseada na juventude, na velocidade, na emoção &#8211; e no dinheiro porque a juventude, a velocidade e a emoção pagam-se. Uma cultura, no fundo, inspirada na dos EUA, outro gigante de história curta e geografia longa.</p>
<p>É assim na política ou na religião. Uma campanha presidencial americana ou brasileira é um acontecimento colossal, deslumbrante, teatral como são colossais, teatrais ou deslumbrantes as reuniões da imensidão de igrejas alternativas às igrejas dominantes nos dois países.</p>
<p>E na justiça: os suspeitos de um crime antes mesmo de serem julgados por um tribunal, por um juiz ou por um júri são condenados pela TV, de algemas na mão, por milhões de telespectadores &#8211; a maioria deles com armas guardadas na gaveta debaixo do aparelho de televisão.</p>
<p>Nas artes, os melhores vivem escondidos, com os seus grandes talentos e pequenos públicos, atrás do ruído ensurdecedor e planetário de uma Rihanna ou de um Teló, ao mesmo tempo que Hollywood e o seu equivalente carioca, o Projac, fabricam estrelas fast food de televisão antes de as trocar por outras tão descartáveis como as anteriores e as seguintes.</p>
<p>No desporto, os americanos não contemplam a figura cinzentona e europeizada do empate em nenhum dos seus três desportos preferidos e os brasileiros não se adaptam à maçadora soma de pontos do futebol europeu – preferem ambos play-offs, mata-matas, eliminatórias, tardes e noites de tudo ou nada, de glória geral ou de fracasso inteiro.</p>
<p>Nas praias da Califórnia, da Florida ou do Rio passeiam-se corpos sem mácula mas com silicone, botox, liftings, lipoaspirações, abdominoplastias, rinoplastias, porque a imagem é a mais imediata das apresentações.     </p>
<p>A juventude, a velocidade e a espetacularidade pagam-se, já foi dito. Por isso o combustível dos dois países é, mais do que em nenhuns outros, o capital. No Brasil sempre se soube mas agora ele corre solto e, com isso, correm soltos também valores de um capitalismo cada vez mais à americana.</p>
<p>Por exemplo, a flexibilidade que os governos (e os patrões) europeus procuram vender, no Brasil parte logo do empregado. Segundo o jornal Estado de São Paulo, os patrões brasileiros são os que mais temem perder os funcionários em todo o mundo: é natural alguém criar uma empresa e ficar sem funcionários três meses depois porque estes decidiram abrir uma firma concorrente. Chama-se a isto, empreendedorismo selvagem, a conquista do seu próprio território, a ânsia de fazer fortuna – ontem as máximas do velho oeste americano, hoje o pão nosso de cada dia no sudeste brasileiro.</p>
<p>Da mesma forma, um Gates, um Buffett, um Trump ou um Eike Batista (a versão brasileira dos três primeiros), têm nos seus jovens e liberais países um estatuto de semideuses de que nenhum magnata europeu se pode orgulhar. O sentimento de culpa, na Europa, vive lado a lado com os ricos, nos EUA e agora no Brasil são os pobres que o carregam: “Se eu sou pobre é porque fiz algo errado”.</p>
<p>Não, o leitor português que esteja a preparar as malas para emigrar não vai encontrar no Brasil um “Portugal grande” e sim uns EUA em versão mais caótica e latinizada. Mas se calhar é mesmo disso que está a precisar: de um sonho americano.</p>
<p><em>João Almeida Moreira &#8211; Jornalista &#8211; Dinheiro Vivo</em></p>

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<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/sampGZlIAxVXoMea5VXm-FuNGcE/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/sampGZlIAxVXoMea5VXm-FuNGcE/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PortugalSemPassaporte/~4/f7f4LR4UOvs" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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