<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5006971952486858886</id><updated>2024-08-30T06:34:20.651-07:00</updated><category term="Conjunção"/><category term="Colocação Pronominal"/><category term="Pontuação"/><category term="Verbo Haver"/><category term="Barbarismo"/><category term="Funções da Linguagem"/><category term="Metáfora"/><category term="Abreviaturas"/><category term="Acentuação Gráfica- novas regras"/><category term="Adjetivo"/><category term="Cacófato"/><category term="Coesão Textual"/><category term="Concordância Nominal"/><category term="Concordância Verbal"/><category term="Dicas"/><category term="Dissertação"/><category term="Fonemas"/><category term="Fuguras de Linguagem"/><category term="Hiperônimo e hipônimo"/><category term="Hífen"/><category term="Interpretação"/><category term="Leitura"/><category term="Letramento"/><category term="Literatura"/><category term="Neologismos"/><category term="Numeral"/><category term="Orações"/><category term="Pleonasmo"/><category term="Preposição"/><category term="Processos de Formação das Palavras"/><category term="Propostas de Redação"/><category term="Pôr e querer"/><category term="Reforma Ortográfica"/><category term="Regência Nominal"/><category term="Regência Verbal"/><category term="Separação silábica"/><category term="Solecismos"/><category term="Tipologia Textual"/><category term="Vícios de linguagem"/><category term="advérbio"/><category term="crase"/><category term="interjeição"/><category term="tipos de textos"/><title type='text'>Português amigo</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false'/><author><name>AUGUSTUS BASTOS de Souza giffoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17471510314387946345</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>50</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5006971952486858886.post-544318872932294859</id><published>2013-12-02T08:33:00.000-08:00</published><updated>2013-12-02T08:34:23.451-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Numeral"/><title type='text'>Numeral</title><content type='html'>&lt;b&gt;&lt;b&gt;NUMERAL&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Numeral é a classe gramatical que indica os seres em termos numéricos, isto é, que atribui quantidade aos seres ou os situa em determinada sequência.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Exemplos:  
1. Os quatro últimos ingressos foram vendidos há pouco. 

[quatro: numeral = atributo numérico de &quot;ingresso&quot;]
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
2.Eu quero café duplo, e você? &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
...[duplo: numeral = atributo numérico de &quot;café&quot;]&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
3.A primeira pessoa da fila pode entrar, por favor! 
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
...[primeira: numeral = situa o ser &quot;pessoa&quot; na sequência de &quot;fila&quot;]
&lt;blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;

Note bem: os numerais traduzem, em palavras, o que os números indicam em relação aos seres. Assim, quando a expressão é colocada em números (1, 1°, 1/3, etc.) não se trata de numerais, mas sim de algarismos. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;

Além dos numerais mais conhecidos, já que refletem a ideia expressa pelos números, existem mais algumas palavras consideradas numerais porque denotam quantidade, proporção ou ordenação. São alguns exemplos: década, dúzia, par, ambos(as), novena.
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;b&gt;Classificação dos Numerais&lt;/b&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Cardinais: indicam contagem, medida. É o número básico. Por exemplo: um, dois, cem mil, etc.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Ordinais: indicam a ordem ou lugar do ser numa série dada. Por exemplo: primeiro, segundo, centésimo, etc.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Fracionários: indicam parte de um inteiro, ou seja, a divisão dos seres. Por exemplo: meio, terço, dois quintos, etc.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Multiplicativos: expressam ideia de multiplicação dos seres, indicando quantas vezes a quantidade foi aumentada. Por exemplo: dobro, triplo, quíntuplo, etc.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;


&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;b&gt;Leitura dos Numerais &lt;/b&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Separando os números em centenas, de trás para frente, obtêm-se conjuntos numéricos, em forma de centenas e, no início, também de dezenas ou unidades. Entre esses conjuntos usa-se vírgula; as unidades ligam-se pela conjunção e.
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Por exemplo: &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
1.203.726 = um milhão, duzentos e três mil, setecentos e vinte e seis. 
45.520 = quarenta e cinco mil, quinhentos e vinte.
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
FLEXÃO DOS NUMERAIS
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Os numerais cardinais que variam em gênero são um/uma, dois/duas e os que indicam centenas de duzentos/duzentas em diante: trezentos/trezentas; quatrocentos/quatrocentas, etc. Cardinais como milhão, bilhão, trilhão, etc. variam em número: milhões, bilhões, trilhões, etc. Os demais cardinais são invariáveis. 

Os numerais ordinais variam em gênero e número:
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
primeiro  segundo  milésimo&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;  
primeira   segunda   milésima &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt; 
primeiros   segundos   milésimos&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;  
primeiras   segundas   milésimas &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt; 
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/feeds/544318872932294859/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2013/12/numeral.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/544318872932294859'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/544318872932294859'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2013/12/numeral.html' title='Numeral'/><author><name>AUGUSTUS BASTOS de Souza giffoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17471510314387946345</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5006971952486858886.post-5983499022418006120</id><published>2013-11-29T03:37:00.002-08:00</published><updated>2013-11-29T03:38:02.597-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Letramento"/><title type='text'>Letramento</title><content type='html'>Designa-se por &lt;b&gt;letramento&lt;/b&gt;  o resultado da ação de ensinar a ler e escrever. É o estado ou a condição que adquire um grupo social ou um indivíduo como conseqüência de ter-se apropriado da escrita .
&lt;blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Surge um novo sentido para o adjetivo letrado, que significava apenas “que, ou o que é versado em letras ou literatura; literato”  , e que agora passa a caracterizar o indivíduo que domina a leitura, ou seja, que não só sabe ler e escrever (atributo daquele que é alfabetizado), mas também faz uso competente e frequente da leitura e da escrita. Fala-se no letramento como ampliação do sentido de alfabetização e como prática social que favorece aos sujeitos interpretar os discursos veiculados socialmente.
&lt;blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
O nível de letramento é determinado pela variedade de gêneros de textos escritos que a criança ou adulto reconhece. Segundo essa corrente, a criança que vive em um ambiente em que se leem livros, jornais, revistas, bulas de remédios, receitas culinárias e outros tipos de literatura (ou em que se conversa sobre o que se leu, em que uns leem para os outros em voz alta, leem para a criança enriquecendo com gestos e ilustrações), o nível de letramento será superior ao de uma criança cujos pais não são alfabetizados, nem outras pessoas de seu convívio cotidiano lhe favoreçam a atuação na sociedade grafocêntrica. Além da questão dos diferentes graus de letramento destacam-se ainda a variedade dos mesmos, podendo referir-se conforme Rojo (2012) - Multiletramento na escola. São Paulo: Parábola, 2012, a letramento digital, letramento científico, letramento visual, multiletramento, dentre outros.
&lt;blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Estudiosos afirmam que são muitos os fatores que interferem na aprendizagem da língua escrita, entretanto estudos recentes incluem entre estes fatores o nível de letramento. Paulo Freire afirma que &quot;na verdade, o domínio sobre os signos linguísticos escritos, mesmo pela criança que se alfabetiza, pressupõe uma experiência social que o precede – a da &#39;leitura&#39; do mundo  , que aqui chamamos de letramento.
&lt;blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
E atualmente, o ensino passa por uma revisão, haja vista que as pesquisa Provinha_Brasil tem comprovado que embora escolarizada, um volume considerável de estudantes apresenta grau insatisfatório de letramento. Ela(e) lê o que está escrito, mas não consegue compreender, interpretar o que leu e isso pode acarretar algumas limitações, pois se ele não interpreta ou compreende corretamente, ele poderá ter dificuldades de aprendizagem em diferentes disciplinas escolares. De acordo com Freire (1989, p. 58-9), “(...) o ato de estudar, enquanto ato curioso do sujeito diante do mundo é expressão da forma de estar sendo dos seres humanos, como seres sociais, históricos, seres fazedores, transformadores, que não apenas sabem mas sabem que sabem.”
&lt;blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Sendo assim, o professor tem um primordial papel no sentido de transformar esta pessoa alfabetizada, em uma pessoa letrada e isso se dá através de incentivos variados, no que diz respeito à leitura de diversas tipologias textuais e também utilizando-se de exercícios de interpretação e compreensão de diferentes tipos de textos, em que vários tipos de ferramentas podem ser utilizados. Podem ser usados materiais mais convencionais como livros, revistas, jornais, entre outros e materiais mais modernos como Internet, blogs, e-mails, etc. Também existem muitos jogos, materiais lúdicos e brincadeiras que incorporam a leitura e tornam o aprendizado mais natural e um pouco mais instintivo - principalmente por parte das crianças.5
&lt;blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Portanto, mais importante que decodificar símbolos (letras e palavras), é preciso compreender a funcionalidade da linguagem em suas representações oral e escrita, pois é assim que o sujeito exerce sua cidadania e tem mais oportunidades de agir no mundo de forma autônomo e crítica.
&lt;blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;


</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/feeds/5983499022418006120/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2013/11/letramento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/5983499022418006120'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/5983499022418006120'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2013/11/letramento.html' title='Letramento'/><author><name>AUGUSTUS BASTOS de Souza giffoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17471510314387946345</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5006971952486858886.post-6320098740822943179</id><published>2013-11-27T03:00:00.001-08:00</published><updated>2013-11-27T03:03:57.220-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Separação silábica"/><title type='text'>Separação silábica</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgq7OlTOSoOYU7yNOjWKOH2K-dx7HFxLlfmQkOHCOQG1ibRj40ocHyVS9UAurrYIuZDeHivpmkYFsdHpt4MNhiCT1lX2hOw05su7VW1X4KAgTsBlx2eNIZnSUqOc5O3u9CzYP5XUnrvUow/s1600/divis%C3%A3o+sil%C3%A1bica.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgq7OlTOSoOYU7yNOjWKOH2K-dx7HFxLlfmQkOHCOQG1ibRj40ocHyVS9UAurrYIuZDeHivpmkYFsdHpt4MNhiCT1lX2hOw05su7VW1X4KAgTsBlx2eNIZnSUqOc5O3u9CzYP5XUnrvUow/s640/divis%C3%A3o+sil%C3%A1bica.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;A divisão silábica das palavras, além de representar um assunto que porventura se torna alvo de alguns questionamentos, concebe-se como fator de notável importância, dadas as habilidades que precisamos ter em situações específicas de interlocução, mais precisamente quando se trata da linguagem escrita.  
&lt;blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Por ressaltarmos tal modalidade, torna-se conveniente compreendermos que não só a divisão das sílabas, como também os demais elementos inerentes aos postulados gramaticais, estão submetidos a regras predeterminadas de composição. Em virtude desse aspecto é que o referido artigo tem por finalidade discorrer acerca de como se dá essa divisão. Assim, vejamos:

&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
* Os dígrafos “ch”, “lh”, “nh”, “gu” e “qu” pertencem a  uma única sílaba. Observe:&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
      
chu – va&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
mo – lho&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
guer – ra&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
quei – jo&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
ni – nho ...&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;

* As letras que formam os dígrafos “rr”, “ss”, “sc”, “sç”, “xs” e “xc” devem ser separadas. Note:&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;

car – ro&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
pás – sa – ro&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
nas – cer&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
nas – ço&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
ex – ce – to&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
ex – su – dar ...&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;


* Ditongos e tritongos pertencem a uma única sílaba. Confira: &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;

U – ru – guai&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Pa – ra – guai&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
col – mei – a (No que se refere a este vocábulo, devemos lembrar que ele perdeu o acento em virtude da nova reforma ortográfica)&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
he – roi – co (Idem ao comentário anterior) ...&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;

* Os hiatos são separados em duas sílabas distintas. Atenha-se a alguns exemplos:&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;

di – a&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
ca – de – a – do&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
mú – tu – o ...&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;


* Os encontros consonantais que ocorrem em sílabas internas devem ser separados, com exceção daqueles em que a segunda consoante é representada pelas letras “l” ou “r”. Constate:&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;

pra – to&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
blu – sa&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
as – tú – cia&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
ad – mi – nis – trar&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
ob – tu – rar ...&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;

Em se tratando de tais postulados, vale lembrar que alguns grupos consonantais que iniciam palavras não se separam. Entre eles, alguns casos representativos:&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;

pneu – má – ti – co&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
gnós – ti – co... &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/feeds/6320098740822943179/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2013/11/separacao-silabica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/6320098740822943179'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/6320098740822943179'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2013/11/separacao-silabica.html' title='Separação silábica'/><author><name>AUGUSTUS BASTOS de Souza giffoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17471510314387946345</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgq7OlTOSoOYU7yNOjWKOH2K-dx7HFxLlfmQkOHCOQG1ibRj40ocHyVS9UAurrYIuZDeHivpmkYFsdHpt4MNhiCT1lX2hOw05su7VW1X4KAgTsBlx2eNIZnSUqOc5O3u9CzYP5XUnrvUow/s72-c/divis%C3%A3o+sil%C3%A1bica.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5006971952486858886.post-414492257286718326</id><published>2013-11-27T02:51:00.001-08:00</published><updated>2013-11-27T02:52:06.453-08:00</updated><title type='text'>Solecismo</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;b&gt;Solecismo&lt;/b&gt; é uma inadequação na estrutura sintática da frase com relação à gramática normativa do idioma.
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Eis alguns exemplos:&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;

Cheguei em casa cedo. ( Cheguei a casa cedo)&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt; 
Vou no banheiro. (Vou ao banheiro)&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Eles são neurótico. (Eles são neuróticos)&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Aqueles animais é do pantanal. (Aqueles animais são do pantanal)&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Fazem seis meses que não vejo a minha mãe. (Faz seis meses que não vejo a minha mãe)&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Haviam dez alunos na sala. (Havia dez alunos na sala)&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;

Observação: O solecismo é classificado como um &lt;b&gt;vício de linguagem&lt;/b&gt;.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/feeds/414492257286718326/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2013/11/solecismo-e-uma-inadequacao-na.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/414492257286718326'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/414492257286718326'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2013/11/solecismo-e-uma-inadequacao-na.html' title='Solecismo'/><author><name>AUGUSTUS BASTOS de Souza giffoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17471510314387946345</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5006971952486858886.post-1469670006679712720</id><published>2013-07-15T09:59:00.000-07:00</published><updated>2013-07-15T09:59:30.778-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Adjetivo"/><title type='text'>Adjetivo</title><content type='html'>&lt;b&gt; &lt;b&gt;ADJETIVO
&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;b&gt;Adjetivo&lt;/b&gt;  é a palavra que expressa uma qualidade ou característica do ser e se &quot;encaixa&quot; diretamente ao lado de um substantivo. 

Ao analisarmos a palavra bondoso, por exemplo, percebemos que além de expressar uma qualidade, ela pode ser &quot;encaixada diretamente&quot; ao lado de um substantivo: homem bondoso, moça bondosa, pessoa bondosa. 
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Já com a palavra bondade, embora expresse uma qualidade, não acontece o mesmo; não faz sentido dizer: homem bondade, moça bondade, pessoa bondade. 
Bondade, portanto, não é adjetivo, mas substantivo. 
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Morfossintaxe do Adjetivo: &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
O adjetivo exerce sempre funções sintáticas relativas aos substantivos, atuando como adjunto adnominal ou como predicativo (do sujeito ou do objeto). 
 &lt;blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;

Classificação do Adjetivo
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Explicativo: exprime qualidade própria do ser. Por exemplo: neve fria.
Restritivo: exprime qualidade que não é própria do ser. Por exemplo: fruta madura.
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;

Formação do Adjetivo
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Quanto à formação, o adjetivo pode ser:
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
ADJETIVO SIMPLES Formado por um só radical.  Por exemplo: brasileiro, escuro, magro, cômico.
 &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
ADJETIVO COMPOSTO Formado por mais de um radical.  Por exemplo: luso-brasileiro, castanho-escuro, amarelo-canário.
 &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
ADJETIVO PRIMITIVO É aquele que dá origem a outros adjetivos.
 Por exemplo: belo, bom, feliz,  puro. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
ADJETIVO DERIVADO É aquele que deriva de substantivos ou verbos.
 Por exemplo: belíssimo, bondoso, magrelo 
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/feeds/1469670006679712720/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2013/07/adjetivo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/1469670006679712720'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/1469670006679712720'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2013/07/adjetivo.html' title='Adjetivo'/><author><name>AUGUSTUS BASTOS de Souza giffoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17471510314387946345</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5006971952486858886.post-2132447961370283539</id><published>2013-07-15T09:53:00.001-07:00</published><updated>2013-07-15T09:53:58.606-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Propostas de Redação"/><title type='text'>Propostas de Redação</title><content type='html'>&lt;b&gt;Propostas de Redação &lt;/b&gt;
 &lt;blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;b&gt;A – Artigo de opinião -&lt;/b&gt; O artigo de opinião é um texto escrito para ser publicado em jornais e revistas, e traz reflexões a respeito de um tema atual de interesse do grande público. Nesse gênero, o autor desenvolve um ponto de vista a respeito do tema com argumentos sustentados por informações e  opiniões que se complementam ou se opõem. No texto, predominam sequências expositivo-argumentativas.

&lt;blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;

&lt;b&gt;B – Crônica –&lt;/b&gt; A crônica como se conhece hoje é um gênero que ganhou os jornais no século 19. Seus autores relatavam situações observadas por eles de modo único, literário, perspicaz. A crônica tornou-se uma produção literária sobre o cotidiano.
 
Assim, é possível encontrar o gênero com características narrativas, descritivas, expositivas e argumentativas. Não há uma regra regendo a produção do gênero, além da efemeridade em que se encontra nos jornais e revistas onde costuma ser publicado.

A partir dessas explicações, redija uma crônica colocando-se no lugar de alguém que publica em jornais e revistas do país seu ponto de vista sobre as notícias mais comentadas da semana. Imagine que sua crônica será publicada uma semana depois da polêmica, tempo suficiente para você ter formado sua opinião sobre o tema. 
Na crônica é comum encontramos o humor, a poesia, a reflexão, a crítica ácida, a ironia entre tantos outros recursos que garantam a transparência do discurso de seu autor. 
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;b&gt;C – Carta argumentativa –&lt;/b&gt; A carta argumentativa é redigida para pessoas influentes que costumam ter algum poder de transformação sobre o tema com o qual estão envolvidas. O texto é persuasivo e apresenta claramente o que pensa seu autor, como num artigo de opinião, por exemplo.

</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/feeds/2132447961370283539/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2013/07/propostas-de-redacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/2132447961370283539'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/2132447961370283539'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2013/07/propostas-de-redacao.html' title='Propostas de Redação'/><author><name>AUGUSTUS BASTOS de Souza giffoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17471510314387946345</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5006971952486858886.post-4077765360898265849</id><published>2013-07-15T09:43:00.000-07:00</published><updated>2013-07-15T09:43:57.213-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Hiperônimo e hipônimo"/><title type='text'>Hiperônimo e hipônimo</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;b&gt;Hiperônimo&lt;/b&gt; é uma palavra que apresenta um significado mais abrangente do que o do seu &lt;b&gt;hipônimo &lt;/b&gt;(vocabulário de sentido mais específico).
&lt;blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;

&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;É o que acontece com as palavras doença e gripe – &lt;b&gt;doença é hiperônimo de gripe &lt;/b&gt;porque em seu significado contém o significado de gripe e o significado de mais uma série de palavras como dengue, malária, câncer. Então se conclui que gripe é hipônimo de doença.

&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
A relação existente entre hiperônimo e hipônimo é fundamental para a coesão textual.
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;

Ex: Grupos de refugiados chegam diariamente do sertão castigado pela seca. São pessoas famintas, maltrapilhas, destruídas.

&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Note que a palavra &lt;b&gt;“pessoas” é um hiperônimo da palavra “refugiados”, uma vez que “pessoas” apresenta um significado mais abrangente que seu hipônimo “refugiados”.
&lt;/b&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/feeds/4077765360898265849/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2013/07/hiperonimo-e-hiponimo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/4077765360898265849'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/4077765360898265849'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2013/07/hiperonimo-e-hiponimo.html' title='Hiperônimo e hipônimo'/><author><name>AUGUSTUS BASTOS de Souza giffoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17471510314387946345</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5006971952486858886.post-326893726249973040</id><published>2013-07-15T09:38:00.000-07:00</published><updated>2013-07-15T09:38:42.934-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="tipos de textos"/><title type='text'>tipos de textos</title><content type='html'>I - NARRAÇÃO
Narrar é contar um fato, um episódio; todo discurso em que algo é CONTADO possui os seguintes elementos, que fatalmente surgem conforme um fato vai sendo narrado.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
A representação acima quer dizer que, todas as vezes que uma história é contada (é NARRADA), o narrador acaba sempre contando onde, quando, como e com quem ocorreu o episódio.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt; 
É por isso que numa narração predomina a AÇÃO: o texto narrativo é um conjunto de ações; assim sendo, maioria dos VERBOS que compõem esse tipo de texto são os VERBOS DE AÇÃO. O conjunto de ações que compõem o texto narrativo, ou seja, a história que é contada nesse tipo de texto, recebe o nome de ENREDO.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
As ações contidas no texto narrativo são praticadas pelas PERSONAGENS, que são justamente as pessoas envolvidas no episódio que está sendo contado (&quot;com quem?&quot; do quadro acima). As personagens são identificadas (=nomeadas) no texto narrativo pelos SUBSTANTIVOS PRÓPRIOS.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Quando o narrador conta um episódio, às vezes( mesmo sem querer) ele acaba contando &quot;onde&quot; (=em que lugar)  as ações do enredo foram realizadas pelas personagens. O lugar onde ocorre uma ação ou ações  é chamado de ESPAÇO, representado no texto pelos ADVÉRBIOS DE LUGAR.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Além de contar onde , o narrador também pode esclarecer &quot;quando&quot; ocorreram as ações da história. Esse elemento da narrativa é o TEMPO, representado no texto narrativo através dos tempos verbais, mas principalmente pelos ADVÉRBIOS DE TEMPO. 
É o tempo que ordena as ações no texto narrativo: é ele que indica ao leitor &quot;como&quot; o fato narrado aconteceu. A história contada, por isso, passa por uma INTRODUÇÃO (parte inicial da história, também chamada de prólogo), pelo DESENVOLVIMENTO do enredo (é a história propriamente dita, o meio, o &quot;miolo&quot; da narrativa, também chamada de trama) e termina com a CONCLUSÃO da história (é o final ou epílogo). Aquele que conta a história é o NARRADOR,  que pode ser PESSOAL (narra em 1a pessoa : EU...) ou IMPESSOAL (narra em 3a. pessoa: ELE...).&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Assim, o texto narrativo é sempre estruturado por verbos de ação, por advérbios de tempo, por advérbios de lugar e pelos substantivos que nomeiam as personagens, que são os agentes do texto, ou seja, aquelas pessoas que fazem as ações expressas pelos verbos, formando uma rede: a própria história contada.&lt;blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
II - DESCRIÇÃO&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Descrever é CARACTERIZAR alguém, alguma coisa ou algum lugar através de características que particularizem o caracterizado em relação aos outros seres da sua espécie. Descrever, portanto, é também particularizar um ser. É &quot;fotografar&quot; com palavras. 
No texto descritivo, por isso, os tipos de verbos mais adequados (mais comuns) são os VERBOS DE LIGAÇÃO (SER, ESTAR, PERMANECER, FICAR, CONTINUAR, TER, PARECER, etc.), pois esses tipos de verbos ligam as características - representadas linguisticamente pelos ADJETIVOS - aos seres  caracterizados - representados pelos SUBSTANTIVOS.
 Ex. O pássaro é azul . 1-Caractarizado: pássaro / 2-Caracterizador ou característica: azul / O verbo que liga 1 com 2 : é
Num texto descritivo podem ocorrer tanto caracterizações objetivas (físicas, concretas), quanto subjetivas (aquelas que dependem do ponto de vista de quem descreve e que se referem às características não-físicas do caracterizado). Ex.: Paulo está pálido (caracterização objetiva), mas lindo! (carcterização subjetiva).&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;   
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;III - DISSERTAÇÃO
Além da narração e da descrição há um terceiro tipo de redação ou de discurso: a DISSERTAÇÃO.
Dissertar é refletir, debater, discutir, questionar a respeito de um determinado tema, expressando o ponto de vista de quem escreve em relação a esse tema. Dissertar, assim, é emitir opiniões de maneira convincente, ou seja, de maneira que elas sejam compreendidas e aceitas pelo leitor ; e isso só acontece quando tais opiniões estão bem fundamentadas, comprovadas, explicadas, exemplificadas, em suma: bem ARGUMENTADAS (argumentar= convencer, influenciar, persuadir). A argumentação é o elemento mais importante de uma dissertação.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Embora dissertar seja emitir opiniões, o ideal é que o seu autor coloque no texto seus pontos de vista como se não fossem dele e sim, de outra pessoa ( de prestígio, famosa, especialista no assunto, alguém...), ou seja, de maneira IMPESSOAL, OBJETIVA e sem prolixidade (&quot;encher linguiça&quot;): que a dissertação seja elaborada com VERBOS E PRONOMES EM TERCEIRA PESSOA. O texto impessoal soa como verdade e, como já citado, fazer crer é um dos objetivos de quem disserta.
Na dissertação, as ideias devem ser colocadas de maneira CLARA E COERENTE e organizadas de maneira LÓGICA:&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
a) o elo de ligação entre pontos de vista e argumento se faz de maneira coerente e lógica através das CONJUNÇÕES (=conectivos) - coordenativas ou subordinativas, dependendo da ideia que se queira introduzir e defender; é por isso que as conjunções são chamadas de MARCADORES ARGUMENTATIVOS.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
b) todo texto dissertativo é composto por três partes coesas e coerentes: INTRODUÇÃO, DESENVOLVIMENTO e CONCLUSÃO.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
A introdução é a parte em que se dá a apresentação do tema, através de um CONCEITO ( e conceituar é GENERALIZAR, ou seja, é dizer o que um referente tem em comum em relação aos outros seres da sua espécie) ou através de QUESTIONAMENTO(s) que ele sugere, que deve ser seguido de um PONTO DE VISTA e de seu ARGUMENTO PRINCIPAL. Para que a introdução fique perfeita, é interessante seguir esses passos:&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
  1. Transforme o tema numa pergunta;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
  2. Responda a pergunta ( e obtém-se o PONTO DE VISTA);&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
  3. Coloque o porquê da resposta ( e obtém-se o ARGUMENTO).&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
O desenvolvimento contém as ideias que reforçam o argumento principal, ou seja, os ARGUMENTOS AUXILIARES e os FATOS-EXEMPLOS ( verdadeiros, reconhecidos publicamente).&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
A conclusão é a parte final da redação dissertativa, onde o seu autor deve &quot;amarrar&quot; resumidamente ( se possível, numa frase) todas as ideias do texto para que o PONTO DE VISTA inicial se mostre irrefutável, ou seja, seja imposto e aceito como verdadeiro.
Antes de iniciar a dissertação, no entanto, é preciso que seu autor: 1. Entenda bem o tema; 2. Reflita a respeito dele;3. Passe para o papel as ideias que o tema lhe sugere; 4. Faça  a organização textual ( o &quot;esqueleto do texto&quot;), pois a quantidade de ideias sugeridas pelo tema é igual a quantidade de parágrafos que a dissertação terá no  DESENVOLVIMENTO do texto. 
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/feeds/326893726249973040/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2013/07/tipos-de-textos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/326893726249973040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/326893726249973040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2013/07/tipos-de-textos.html' title='tipos de textos'/><author><name>AUGUSTUS BASTOS de Souza giffoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17471510314387946345</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5006971952486858886.post-2818894525973676254</id><published>2013-07-10T12:44:00.000-07:00</published><updated>2013-07-10T12:46:11.170-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Coesão Textual"/><title type='text'>Coesão Textual</title><content type='html'>&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;blockquote&gt;Coesão textual &lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;

&lt;b&gt;&lt;blockquote&gt;Um texto será coeso se as suas diferentes partes constitutivas estiverem articuladas e interligadas, garantindo a sua unidade semântica. A coesão textual pode ser assegurada através dos seguintes mecanismos linguísticos:
— cadeias de referência;
— repetições;
— substituições lexicais;
— conectores interfrásicos;
— compatibilidade entre informações temporais e aspectuais.&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;/b&gt;Cadeias de referência

Estamos perante uma cadeia de referência quando, num texto, há um ou vários elementos textuais sem referência autônoma. A sua interpretação está, por isso, dependente de outra expressão presente no texto.
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
1) Amava, amava as mulheres com sensualidade, estima e ternura. Sinceramente me julgava, perante elas, um sensual, um sentimental e um idealista. Decerto me não tinham inspirado grande ternura ou respeito as que até então fisicamente amara. Mas até essas, não pudera amar (amar da maneira que qualifiquei) sem uma ponta de afetividade e umas veleidades de moralista regenerador. (J. Régio, O Vestido Cor de Fogo)
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
A expressão nominal as mulheres e os pronomes elas, as e essas, tal como a elipse do pronome pessoal elas antes do complexo verbal tinham inspirado, formam uma cadeia de referência, uma vez que o referente dos pronomes é o mesmo do da expressão nominal. Todas as expressões reenviam para a mesma entidade extralinguística.
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Podem integrar as cadeias de referência as anáforas, as catáforas, as elipses e a co-referência não anafórica.
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Anáfora: expressão cuja interpretação depende de uma outra expressão presente no contexto verbal anterior.
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
(2) Ao longe, no alto mar, há ainda o exercício da pesca. Há lá homens. Não os vejo. (V. Ferreira, Até ao Fim)

O pronome pessoal oblíquo os remete para uma expressão referida anteriormente no discurso (homens), sendo, por isso, uma anáfora.

Catáfora: expressão cuja interpretação depende de outra presente no contexto verbal que vem imediatamente depois.

3) Com o meu irmão tudo foi diferente, sabe, as mulheres preferem-nos, aos filhos. (A. P. Inácio, Os Invisíveis)

O pronome pessoal os (nos) remete para uma expressão que aparece posteriormente no discurso (os filhos), sendo, por isso, uma catáfora.

Elipse: omissão de uma expressão recuperável pelo contexto, evitando assim a sua repetição.

(4) O Luís foi à ópera, onde [ ] encontrou os amigos.
(5) A final da Liga dos Campeões foi muito bem disputada, ao contrário do que aconteceu na [ ] anterior.
Nos exemplos apresentados, os lugares onde as palavras foram omitidas estão assinalados pelos sinais [ ], que representam elipses. No exemplo (4), a palavra omitida é o pronome pessoal ele ou o nome próprio Luís; enquanto em (5) elidiu-se a palavra final.

&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Co-referência não anafórica: existe co-referência não anafórica quando duas ou mais expressões linguísticas remetem para o mesmo referente, não havendo dependência referencial de uma em relação a outra(s).

(6) A morte de Raul Vilar foi muito lamentada. Todos os jornais consagraram longos artigos ao grande escultor. (M. Sá-Carneiro, Loucura)

Tanto Raul Vilar como grande escultor remetem para a mesma personagem. No entanto, ambas as expressões têm referência autônoma.

&lt;blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Coesão lexical

A coesão lexical pode ser garantida através de diferentes processos.

Repetição: por não ser possível a sua substituição, a repetição da mesma unidade lexical ao longo do texto pode revelar-se necessária para a coesão do texto.

(7) Professor riu. Assim passaram a manhã, Professor fazendo a cara dos que vinham pela rua, Pedro Bala recolhendo as pratas ou os níqueis que jogavam.
(J. Amado, Capitães da Areia)

Neste exemplo, a repetição do nome Professor é necessária para evitar a ambiguidade.

Substituição lexical: para evitar repetições desnecessárias, pode substituir-se uma unidade lexical por outras que com ela mantenham relações semânticas de sinonímia (8), antonímia (9), hiponímia e hiperonímia (10).

(8) O treinador referiu que o jogo correu bem. Disse ainda que estava orgulhoso da sua equipe.

(9) A maior parte das vítimas de violência doméstica são mulheres. Os homens, quando agredidos, raramente denunciam a situação.

(10) Na semana passada, encontrei um gatinho. O animal estava cheio de fome e sede.


&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Coesão interfrásica

A coesão de um texto depende da interdependência semântica entre as frases que o constituem, podendo ser assegurada através de diferentes tipos de conectores.
Desempenham a função de conectores palavras ou expressões que asseguram a ligação significativa entre frases/orações ou partes do texto, especificando o tipo de conexão existente (causa, tempo, contraste...). Assim, estes elementos são pistas linguísticas que guiam a interpretação do leitor ou ouvinte.

11) Quem tem a bola é o João. É ele quem vai marcar a grande penalidade.

Sem o conector, são possíveis várias interpretações, por isso a sua utilização é importante para conduzir a interpretação do leitor / ouvinte, tal como se pode verificar nos exemplos seguintes:

(11 a) Quem tem a bola é o João, porque é ele quem vai marcar a grande penalidade.

(1 l b) Quem tem a bola é o João, por isso é ele quem vai marcar a grande penalidade.

Enquanto em (1l a) o conector introduz uma relação de causa, em (ll b) introduz uma relação de consequência.

Podem funcionar como conectores:

— conjunções e locuções coordenativas e subordinativas (porque, no entanto...);
— advérbios conectivos (agora, assim, depois...);
— adjetivos (bom...);
— verbos (quer dizer...);
— grupos preposicionais/locuções adverbiais (pelo contrário, do mesmo modo...);
— orações (para concluir, pelo que referi anteriormente...).

(12) Não vou de férias, porque não acabei o relatório.

(13) Vou fazer horas extraordinárias a semana toda. Agora, não me peçam para trabalhar no fim-de-semana.



Apresentam-se no seguinte quadro os valores dos principais conectores:
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Tipo de Conectores
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Exemplos
Temporais (indicam relações temporais entre as frases ou orações)
quando, enquanto, por fim, depois, em seguida, antes, entretanto, então...
Contrastivos (indicam relações de oposição)
mas, embora, no entanto, apesar de, pelo contrário, contrariamente, por oposição...
Aditivos (acrescentam informação)
e, também, além disso, mais ainda, igualmente, do mesmo modo, pela mesma razão, adicionalmente, ainda...
Causa-consequência (indicam uma relação causa-
-efeito)
porque, por isso, consequentemente, pois, portanto, logo, por conseguinte, por esta razão, deste modo, então, de maneira que...
Confirmativos /exemplificativos
por exemplo, de facto, efetivamente, com efeito...
Explicativos/ reformulativos
quer dizer, ou seja, isto é, por outras palavras...
Síntese / conclusão
em resumo, em suma, concluindo, para concluir...
Alternativos
ou, alternativamente, em alternativa...


&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Coesão temporo-aspectual

Para que um texto seja temporalmente coeso, tem de existir compatibilidade entre informação sobre a localização temporal (expressa sobretudo pelos tempos verbais) e informação aspectual (exprime o ponto de vista do enunciador relativamente à situação expressa pelo verbo, apresentando o modo como decorre essa situação). Para que essa coesão se verifique, são necessárias as seguintes condições:

&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt; utilização correlativa ( que tem dependência mútua) dos tempos verbais:

(14) Quando o Luís telefonou, a Ana saiu de casa.

(14a) * Quando o Luís telefonou, a Ana sairá de casa.

A agramaticalidade de (14a) decorre da impossibilidade de utilizar o futuro do indicativo tendo como ponto de referência o pretérito perfeito do indicativo.

— utilização correlativa dos advérbios de localização temporal e dos tempos verbais:

(15) Amanhã tenho aulas.

(15a) * Amanhã tive aulas.
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Um advérbio que remete para o futuro impossibilita a utilização de um tempo verbal passado.

— utilização compatível dos valores aspectuais dos verbos e do valor semântico dos conectores temporais utilizados:

(16) Enquanto jantou, a Luísa leu o jornal.

(16a) * Enquanto chegou, a Luísa leu o jornal.

O conector enquanto pressupõe uma situação contínua, não sendo, por isso, compatível com o verbo chegar, que indica uma ação pontual.

— ordenação textual linear dos eventos representados no texto:

(17) A Joana abriu a porta e a prima entrou.

(1 7a) *A prima entrou e a Joana abriu a porta.
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
A sequência temporal dos enunciados deve obedecer ao nosso conhecimento do
mundo. Assim, qualquer falante espera que a ação de abrir a porta anteceda a de entrar.
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/feeds/2818894525973676254/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2013/07/coesao-textual.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/2818894525973676254'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/2818894525973676254'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2013/07/coesao-textual.html' title='Coesão Textual'/><author><name>AUGUSTUS BASTOS de Souza giffoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17471510314387946345</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5006971952486858886.post-7168752828371437219</id><published>2013-07-02T04:38:00.001-07:00</published><updated>2013-07-10T12:38:03.263-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Conjunção"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Interpretação"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Metáfora"/><title type='text'>Faça uma boa interpretação de texto</title><content type='html'> 
&lt;b&gt;EIS ALGUNS PONTOS FUNDAMENTAIS&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;:&lt;blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;b&gt;tente identificar que tipo de texto você está lendo;&lt;/b&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;b&gt;verifique a ocorrência de variação linguística e analise-a;
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/b&gt; &lt;b&gt;julgue a adequação do texto à situação em que ele foi 
empregado;
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/b&gt; &lt;b&gt;procure identificar as relações entre as partes do texto, que 
denunciam sua estrutura; 
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/b&gt; &lt;b&gt;identifique as estratégias linguísticas utilizadas pelo autor;
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/b&gt; &lt;b&gt;relacione o texto à cultura da época em que ele foi 
produzido, comparando-a com a da atualidade;
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/b&gt; &lt;b&gt;Encontre termos cujo aparecimento frequente denuncia 
um determinado enfoque ao assunto;
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/b&gt; &lt;b&gt;identifique expressões que o remetem a outro texto;
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/b&gt; &lt;b&gt;localize trechos que refletem a opinião do autor; (Marcas de 
autoria, como expliquei em sala)
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/b&gt; &lt;b&gt;identifique traços que permitem relacionar o autor a certos 
grupos sociais e profissionais ou a correntes ideológicas
conhecidas; 
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/b&gt; &lt;b&gt;procure evidências que permitem extrair conclusões não
explicitadas no texto; 
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/b&gt; &lt;b&gt;relacione textos apresentados, confrontando suas
características e propriedades. 
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/b&gt; &lt;b&gt;posicione-se diante do texto lido, dando sua própria
opinião. 
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/b&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/feeds/7168752828371437219/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2013/07/faca-uma-boa-interpretacao-de-texto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/7168752828371437219'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/7168752828371437219'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2013/07/faca-uma-boa-interpretacao-de-texto.html' title='Faça uma boa interpretação de texto'/><author><name>AUGUSTUS BASTOS de Souza giffoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17471510314387946345</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5006971952486858886.post-1774967300084398112</id><published>2013-05-27T10:15:00.001-07:00</published><updated>2013-07-10T12:38:03.259-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Conjunção"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Metáfora"/><title type='text'>Metáfora</title><content type='html'>&lt;b&gt;Metáfora &lt;/b&gt;é uma figura de estilo (ou tropo linguístico), que consiste numa comparação entre dois elementos por meio de seus significados imagísticos, causando o efeito de atribuição &quot;inesperada&quot; ou improvável de significados de um termo a outro.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt; Didaticamente, pode-se considerá-la como uma comparação que não usa conectivo (por exemplo, &quot;como&quot;), mas que apresenta de forma literal uma equivalência que é apenas figurada.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Minha vida é um Roteiro de Cinema .

&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;

A  menina é um vidro de cristal.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/feeds/1774967300084398112/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2013/05/metafora.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/1774967300084398112'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/1774967300084398112'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2013/05/metafora.html' title='Metáfora'/><author><name>AUGUSTUS BASTOS de Souza giffoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17471510314387946345</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5006971952486858886.post-4923973915642197313</id><published>2013-05-27T10:04:00.001-07:00</published><updated>2013-07-10T12:38:03.261-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Conjunção"/><title type='text'>Conjunção</title><content type='html'>&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Conjunção é uma classe de palavras invariável que liga duas orações ou dois termos semelhantes de uma mesma oração.
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;CLASSIFICAÇÃO:
- Conjunções Coordenativas
- Conjunções Subordinativas
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;CONJUNÇÕES COORDENATIVAS
Dividem-se em:&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
- ADITIVAS: expressam a idéia de adição.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Observe os exemplos:
- Ela foi ao cinema e ao jogo. 
- Minha amiga é dona-de-casa e enfermeira.
- Eu reuni a família e preparei uma brincadeira.

Principais conjunções aditivas: e, nem, não só...mas também, não só...como também.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
- ADVERSATIVAS&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Expressam idéias contrárias, de oposição, de compensação. Exemplos:&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
- Tentei chegar na hora, porém me atrasei.
- Ela trabalha muito mas ganha pouco.
- Não ganhei o prêmio, no entanto dei o melhor de mim.
- Não vi meu sobrinho crescer, no entanto está um homem.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Principais conjunções adversativas: mas, porém, contudo, todavia, no entanto, entretanto.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
ALTERNATIVAS&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Expressam idéia de alternância.
- Ou você sai do telefone ou eu vendo o aparelho.
- Minha cachorra ora late ora dorme.
- Vou ao cinema quer faça sol quer chova.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Principais conjunções alternativas: Ou...ou, ora...ora, quer...quer, já...já.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
CONCLUSIVAS&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Servem para dar conclusões às orações. Exemplos:
- Estudei muito por isso mereço passar.
- Estava preparada para a prova, portanto não fiquei nervosa.
- Você me ajudou muito; terá, pois sempre a minha gratidão.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Principais conjunções conclusivas: logo, por isso, pois (depois do verbo), portanto, por conseguinte, assim.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
EXPLICATIVAS&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Explicam, dão um motivo ou razão:
- É melhor colocar o casaco porque está fazendo muito frio lá fora.
- Não demore, que o seu programa favorito vai começar.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Principais conjunções explicativas: que, porque, pois (antes do verbo), porquanto.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;CLASSIFICAÇÃO DAS CONJUNÇÕES SUBORDINATIVAS
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;CAUSAIS
Principais conjunções causais: porque, visto que, já que, uma vez que, como (= porque). Exemplos:
- Não pude comprar o CD porque estava em falta.
- Ele não fez o trabalho porque não tem livro.
- Como não sabe dirigir, vendeu o carro que ganhou no sorteio.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
COMPARATIVAS&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Principais conjunções comparativas: que, do que, tão...como, mais...do que, menos...do que.
- Ela fala mais que um papagaio.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
CONCESSIVAS&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Principais conjunções concessivas: embora, ainda que, mesmo que, apesar de, se bem que.
Indicam uma concessão, admitem uma contradição, um fato inesperado.Traz em si uma idéia de “apesar de”.
- Embora estivesse cansada, fui ao shopping. (= apesar de estar cansada)
- Apesar de ter chovido fui ao cinema.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
CONFORMATIVAS&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Principais conjunções conformativas: como, segundo, conforme, consoante
- Cada um colhe conforme semeia.
- Segundo me disseram a casa é esta.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Expressam uma idéia de acordo, concordância, conformidade.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
CONSECUTIVAS&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Expressam uma idéia de conseqüência.
&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Principais conjunções consecutivas: que ( após “tal”, “tanto”, “tão”, “tamanho”).
- Falou tanto que ficou rouco.
- Estava tão feliz que desmaiou.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
FINAIS&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Expressam idéia de finalidade, objetivo.
- Todos trabalham para que possam sobreviver.
- Viemos aqui para que vocês ficassem felizes.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Principais conjunções finais: para que, a fim de que, porque (=para que),&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
PROPORCIONAIS&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Principais conjunções proporcionais: à medida que, quanto mais, ao passo que, à proporção que.
- À medida que as horas passavam, mais sono ele tinha.
- Quanto mais ela estudava, mais feliz seus pais ficavam.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
TEMPORAIS&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Principais conjunções temporais: quando, enquanto, logo que.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
- Quando eu sair, vou passar na locadora.
- Chegamos em casa assim que começou a chover.
- Mal chegamos e a chuva desabou.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Obs: Mal é conjunção subordinativa temporal quando equivale a &quot;logo que&quot;.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
O conjunto de duas ou mais palavras com valor de conjunção chama-se locução conjuntiva.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Exemplos: ainda que, se bem que, visto que, contanto que, à proporção que.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
Algumas pessoas confundem as circunstâncias de causa e conseqüência. Realmente, às vezes, fica difícil diferenciá-las.
Observe os exemplos:&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
- Correram tanto, que ficaram cansados.
“Que ficaram cansados” aconteceu depois deles terem corrido, logo é uma conseqüência.
Ficaram cansados porque correram muito.&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;
“Porque correram muito” aconteceu antes deles ficarem cansados, logo é uma causa.
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/feeds/4923973915642197313/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2013/05/conjuncao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/4923973915642197313'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/4923973915642197313'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2013/05/conjuncao.html' title='Conjunção'/><author><name>AUGUSTUS BASTOS de Souza giffoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17471510314387946345</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5006971952486858886.post-1685082172230292169</id><published>2011-07-05T12:27:00.000-07:00</published><updated>2011-07-05T12:29:22.506-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="interjeição"/><title type='text'>Interjeição</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgea1Rn2VxdI1i-J4KT17C03ViGUOD0lF02aYHDW0TrFB7cFTT65kKH11ubE4BWNnUWQc83_2xDDb-upNGeL7VHMwuIYHXH7hs66VDl2CXbkNavm6nVYtENgSJbegTtr13BNs4Zl0kGZGk/s1600/images+%252812%2529.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 205px; height: 240px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgea1Rn2VxdI1i-J4KT17C03ViGUOD0lF02aYHDW0TrFB7cFTT65kKH11ubE4BWNnUWQc83_2xDDb-upNGeL7VHMwuIYHXH7hs66VDl2CXbkNavm6nVYtENgSJbegTtr13BNs4Zl0kGZGk/s320/images+%252812%2529.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5625952405268199426&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;As interjeições são palavras invariáveis que exprimem estados emocionais, ou mais abrangente: sensações e estados de espírito; ou até mesmo servem como auxiliadoras expressivas para o interlocutor, já que, lhe permitem a adoção de um comportamento que pode dispensar estruturas linguísticas mais elaboradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As interjeições podem ser classificadas de acordo com o sentimento que traduzem. Segue alguns exemplos para cada emoção:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    * Alegria: oba!, eba!, viva!, oh!, ah!, uhu!, eh! , gol!, que bom!, iupi!&lt;br /&gt;    * Saudação: oi!, olá!, salve!, adeus!, viva!, alô!&lt;br /&gt;    * Alívio: ufa!, uf!, ah!, ainda bem!, arre!&lt;br /&gt;    * Animação, estímulo: coragem!, avante!, firme!, vamos!, eia!&lt;br /&gt;    * Aprovação: bravo!, bis!, viva!, muito bem!&lt;br /&gt;    * Desejo: tomara!, oxalá!, queira deus!, oh!, pudera!&lt;br /&gt;    * Dor: ai! ui!&lt;br /&gt;    * admiração: ah!, chi!, ih!, oh!, uh!, ué!, puxa!, uau!, caramba!, caraca!, putz!, gente!, céus!, uai!, horra!, nossa! (francês: oh lala)&lt;br /&gt;    * Impaciência: hum!, hem!, raios!, diabo!, puxa!, pô!&lt;br /&gt;    * Invocação: alô!, olá!, psiu!, socorro!, ei!, eh!, ô!&lt;br /&gt;    * Medo: credo!, cruzes! uh!, ui!, socorro!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros exemplos que não representam emoções:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    * Ordem: silêncio! alto! basta! chega! quietos!&lt;br /&gt;    * Derivados do inglês: yes! ok!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os principais tipos de interjeição são aqueles que exprimem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    * a) afugentamento: arreda!, fora!, passa!, sai!, roda!, rua!, toca!, xô!, xô pra lá!&lt;br /&gt;    * b) alegria ou admiração: oh!, ah!, olá!, olé!, eta!, eia!&lt;br /&gt;    * c) advertência: alerta!, cuidado!, alto lá!, calma!, olha!, Fogo!&lt;br /&gt;    * d) admiração: puxa!&lt;br /&gt;    * e) alívio: ufa!, arre!, também!&lt;br /&gt;    * f) animação: coragem!, eia!, avante!, upa!, vamos!&lt;br /&gt;    * g) apelo: alô!, olá!, ó!&lt;br /&gt;    * h) aplauso: bis!, bem!, bravo!, viva!, apoiado!, fiufiu!, hup!, hurra!, isso!, muito bem!, parabéns!&lt;br /&gt;    * i) agradecimento: graças a Deus!, obrigado!, obrigada!, agradecido!&lt;br /&gt;    * j) chamamento: Alô!, hei!, olá!, psiu!, pst!, socorro!&lt;br /&gt;    * k) estímulo: ânimo!, adiante!, avante!, eia!, coragem!, firme!, força!, toca!, upa!, vamos!&lt;br /&gt;    * l) desculpa: perdão!&lt;br /&gt;    * m) desejo: oh!, oxalá!, tomara!, pudera!, queira Deus!, quem me dera!,&lt;br /&gt;    * n) despedida: adeus!, até logo!, bai-bai!, tchau!&lt;br /&gt;    * o) dor: ai!, ui!, ai de mim!&lt;br /&gt;    * p) dúvida: hum! Hem!&lt;br /&gt;    * q) cessação: basta!, para!&lt;br /&gt;    * r) invocação: alô!, ô, olá!&lt;br /&gt;    * s) espanto: uai!, hi!, ali!, ué!, ih!, oh!, poxa!, quê!, caramba!, nossa!, opa!, Virgem!, xi!, terremoto!, barrabás!, barbaridade!, meu Deus!, menino Jesus!&lt;br /&gt;    * t) impaciência: arre!, hum!, puxa!, raios!&lt;br /&gt;    * u) saudação: ave!, olá!, ora viva!, salve!, viva!, adeus!,&lt;br /&gt;    * v) saudade: ah!, oh!&lt;br /&gt;    * w) silêncio: psiu!, silêncio!, calada!, psiu! (bem demorado), psit!&lt;br /&gt;    * x) suspensão: alto!, alto lá!&lt;br /&gt;    * y) terror: credo!, cruzes!, Jesus!, que medo!, uh!, ui!, fogo!, barbaridade!&lt;br /&gt;    * z) interrogação: hei!…</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/feeds/1685082172230292169/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2011/07/interjeicao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/1685082172230292169'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/1685082172230292169'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2011/07/interjeicao.html' title='Interjeição'/><author><name>AUGUSTUS BASTOS de Souza giffoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17471510314387946345</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgea1Rn2VxdI1i-J4KT17C03ViGUOD0lF02aYHDW0TrFB7cFTT65kKH11ubE4BWNnUWQc83_2xDDb-upNGeL7VHMwuIYHXH7hs66VDl2CXbkNavm6nVYtENgSJbegTtr13BNs4Zl0kGZGk/s72-c/images+%252812%2529.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5006971952486858886.post-5929228107917925589</id><published>2011-07-05T12:23:00.000-07:00</published><updated>2011-07-05T12:25:37.250-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Conjunção"/><title type='text'>Conjunção</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhtgejo2HzT33VHWnhuxla3LWeXI_7TwM9jyAOpnWqaSmL7tGxf41SA7d5Jp4kFjiXluu3uEz0R9qXfnkDKBWXhFaJPO38-jaSo24GNclJKNYPZS9ZM2FljG-T2h1EoHXRz85eesvU3f5c/s1600/982cba328d3bd7c7e5b1767ef719ea0c.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 167px; height: 167px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhtgejo2HzT33VHWnhuxla3LWeXI_7TwM9jyAOpnWqaSmL7tGxf41SA7d5Jp4kFjiXluu3uEz0R9qXfnkDKBWXhFaJPO38-jaSo24GNclJKNYPZS9ZM2FljG-T2h1EoHXRz85eesvU3f5c/s320/982cba328d3bd7c7e5b1767ef719ea0c.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5625951336965039682&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Conjunção é uma das dez classes de palavras definidas pela gramática. As conjunções são palavras invariáveis que servem para conectar orações ou dois termos de mesma função sintática, estabelecendo entre eles uma relação de dependência ou de simples coordenação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São exemplos de conjunções: portanto, logo, pois, como, mas, e, embora, porque, entretanto, nem, quando, ora, que, porém, todavia, quer, contudo, seja, conforme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando duas ou mais palavras exercem função de conjunção dá-se-lhes o nome de locução conjuntiva. São exemplos de locuções conjuntivas: à medida que, apesar de, a fim de que.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As conjunções são classificadas de acordo a relação de dependência sintática dos termos que ligam. Se conectarem orações ou termos pertencentes a um mesmo nível sintático, são ditas conjunções coordenativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando conectam duas orações que apresentem diferentes níveis sintáticos, ou seja, uma oração é um membro sintático da outra, são chamadas de conjunções subordinativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de ser uma classe de palavras com muitas classificações, são poucas as conjunções propriamente ditas existentes. A maioria delas são na verdade locuções conjuntivas (mais de uma palavra com a função de conjunção) ou palavras de outras classes gramaticais que às vezes exercem a função de conjunção em um período.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As conjunções ditas &quot;essenciais&quot; (isto é, palavras que funcionam somente como conjunção) são as seguintes: e, nem, mas, porém, todavia, contudo, entretanto, ou, porque,pois, portanto, se, ora, apesar e como.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;          Tipos de conjunções: &lt;br /&gt;Coordenativas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As conjunções coordenativas são conhecidas por:&lt;br /&gt;Aditivas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indicam uma relação de adição à frase. Unem palavras de mesma função sintática. São elas: e, nem, mas também, como também, além de (disso, disto, aquilo), quanto (depois de tanto), bem como e etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ex: Comi e fiquei satisfeita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ex2: Todos aqui estão contentes e despreocupados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ex3: João acordou e mutilou todos os seus inimigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ex4: O acontecimento não foi bom nem ruim.&lt;br /&gt;Adversativas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indicam uma relação de oposição bem como de contraste ou compensação entre as unidades ligadas. Também pode gerar um sentido de consequência a algo dito anteriormente. São elas: mas, porém, todavia, entretanto, no entanto, senão, não obstante, contudo, etc. Antes dos nexos adversativos a vírgula é obrigatória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ex: O carro bateu, mas ninguém se feriu.&lt;br /&gt;Alternativas ou disjuntivas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o seu nome indica, expressam uma relação de alternância, seja por incompatibilidade dos termos ligados ou por equivalência dos mesmos. São elas: ou...ou, ou, ora...ora, já...já, quer...quer, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ex.: Ou ela, ou eu.&lt;br /&gt;Explicativas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Expressam a relação de explicação, razão ou motivo. São elas: que, porque, porquanto, pois (anteposta ao verbo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ex: Ele não entra porque está sem tempo.&lt;br /&gt;Conclusivas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indicam relação de conclusão. São elas: pois (posposta ao verbo), logo, portanto, então, por isso, por conseguinte, por isto, assim, etc.[1][2]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ex: Ele bebeu bem mais do que poderia, logo ficou embriagado.&lt;br /&gt;Subordinativas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As conjunções subordinativas ligam uma oração de nível sintático inferior (oração subordinada) a uma de nível sintático superior (oração principal). Uma vez que uma oração é um membro sintático de outra, esta oração pode exercer funções diversas, correspondendo um tipo específico de conjunção para cada uma delas. Um período formado por conjunções subordinadas que não contém as tais conjunções é chamado de: oração principal.&lt;br /&gt;Integrantes&lt;br /&gt;que, se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Introduzem uma oração (chamada de substantiva) que pode funcionar como sujeito, objeto direto, predicativo, aposto, agente da passiva, objeto indireto, complemento nominal (nos três últimos casos pode haver uma preposição anteposta a conjunção) de outra oração. As conjunções subordinativas integrantes são que e se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o verbo exprime uma certeza, usa-se que; quando não, usa-se se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Afirmo que sou inteligente.&lt;br /&gt;    Não sei se existe ou se dói.&lt;br /&gt;    Espero que você não demore.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observação: Uma forma de identificar o se e o que como conjunções integrantes é substituí-los por &quot;isso&quot;, &quot;isto&quot; ou &quot;aquilo&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Afirmo que sou inteligente. (Afirmo isto.)&lt;br /&gt;    Não sei se existe ou se dói. (Não sei isto.)&lt;br /&gt;    Espero que você não demore. (Espero isto.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As adverbiais podem ser classificadas de acordo com o valor semântico que possuem.&lt;br /&gt;Causal&lt;br /&gt;porque, pois, porquanto, como, pois que, por isso que, já que, uma vez que, visto que, visto como, que, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inicia uma oração subordinada denotadora de causa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Dona Luísa fora para lá porque estava só.&lt;br /&gt;    Como o calor estivesse forte, pusemo-nos a andar pelo Passeio Público.&lt;br /&gt;    Como o frio era grande, aproximou-se da lareira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comparativa&lt;br /&gt;que, (mais/menos/maior/menor/melhor/pior) do que, (tal) qual, (tanto) quanto, como, assim como, bem como, como se, que nem (dependendo da frase, pode expressar semelhança ou grau de superioridade), etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iniciam uma oração que contém o segundo membro de uma comparação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indica comparação entre dois membros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Era mais alta que baixa.&lt;br /&gt;    Nesse instante, Pedro se levantou como se tivesse levado uma chicotada.&lt;br /&gt;    O menino está tão confuso quanto o irmão.&lt;br /&gt;    O bigode do seu Leocádio era amarelo, espesso e arrepiado que nem vassoura usada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concessiva&lt;br /&gt;embora, conquanto, ainda que, mesmo que, posto que, bem que, se bem que, apesar de que, nem que,em que, que,e, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inicia uma oração subordinada em que se admite um fato contrário à ação proposta pela oração principal, mas incapaz de impedi-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Pouco demorei, conquanto muitos fossem os agrados.&lt;br /&gt;    É todo graça, embora as pernas não ajudem..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Condicional&lt;br /&gt;se, caso, quando, contanto que, salvo se, sem que, dado que, desde que, a menos que, a não ser que, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iniciam uma oração subordinada em que se indica uma hipótese ou uma condição necessária para que seja realizado ou não o fato principal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Seria mais poeta, se fosse menos político.&lt;br /&gt;    Consultava-se, receosa de revelar sua comoção, caso se levantasse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conformativa&lt;br /&gt;conforme, como, segundo, consoante, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inicia uma oração subordinada em que se exprime a conformidade de um pensamento com o da oração principal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Cristo nasceu para todos, cada qual como o merece.&lt;br /&gt;    Tal foi a conclusão de Aires, segundo se lê no Memorial. (Machado de Assis)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consecutiva&lt;br /&gt;que (combinada com uma das palavras tal, tanto, tão ou tamanho, presentes ou latentes na oração anterior), de forma que, de maneira que, de modo que, de sorte que&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iniciam uma oração na qual se indica a consequência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Soube que tivera uma emoção tão grande que Deus quase a levou.&lt;br /&gt;    Falou tanto na reunião que ficou rouco&lt;br /&gt;    Tamanho o labor que sentiu sede&lt;br /&gt;    Era tal a vitória que transbordou lágrimas de emoção&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    As palavras são todas de tal modo ou tamanho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Final&lt;br /&gt;para que, a fim de que, porque [para que], que&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iniciam uma oração subordinada que indica a finalidade,o objetivo da oração principal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Aqui vai o livro para que o leia.&lt;br /&gt;    Fiz-lhe sinal que se calasse.&lt;br /&gt;    Chegue mais cedo a fim de que possamos conversar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Proporcional&lt;br /&gt;à medida que, ao passo que, à proporção que, enquanto, quanto mais … (mais), quanto mais (tanto mais), quanto mais … (menos), quanto mais … (tanto menos), quanto menos … (menos), quanto menos … (tanto menos), quanto menos … (mais), quanto menos … (tanto mais)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iniciam uma oração subordinada em que se menciona um fato realizado ou para realizar-se simultaneamente com o da oração principal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Ao passo que nos elevávamos, elevava-se igualmente o dia nos ares.&lt;br /&gt;    Tudo isso vou escrevendo enquanto entramos no Ano Novo.&lt;br /&gt;    O preço do leite aumenta à proporção que esse alimento falta no mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temporal&lt;br /&gt;quando, antes que, depois que, até que, logo que, sempre que, assim que, desde que, enquanto, todas as vezes que, cada vez que, apenas, mal, que [= desde que], etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iniciam uma oração subordinada indicadora de circunstância de tempo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Custas a vir e, quando vens, não demora.&lt;br /&gt;    Implicou comigo assim que me viu;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observações gerais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma conjunção é na maioria das vezes precedida ou sucedida por uma vírgula (&quot;,&quot;) e muito raramente é sucedida por um ponto (&quot;.&quot;). Seguem alguns exemplos de frases com as conjunções marcadas em negrito:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    &quot;Aquele é um bom aluno, portanto deverá ser aprovado.&quot;&lt;br /&gt;    &quot;Meu pai ora me trata bem, ora me trata mal.&quot;&lt;br /&gt;    &quot;Gosto de comer chocolate, mas sei que me faz mal.&quot;&lt;br /&gt;    &quot;Marcelo pediu que trouxéssemos bebidas para a festa.&quot;&lt;br /&gt;    &quot;João subiu e desceu a escada.&quot;&lt;br /&gt;    Quando a banda deu seu acorde final, os organizadores deram início aos jogos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em geral, cada categoria tem uma conjunção típica. Assim é que, para classificar uma conjunção ou locução conjuntiva, é preciso que ela seja substituível, sem mudar o sentido do período, pela conjunção típica. Por exemplo, o &quot;que&quot; somente será conjunção coordenativa aditiva, se for substituível pela conjunção típica &quot;e&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja o exemplo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Dize-me com quem andas, que eu te direi quem és.&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Dize-me com quem andas, e eu te direi quem és.&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As conjunções alternativas caracterizam-se pela repetição, exceto &quot;ou&quot;, cujo primeiro elemento pode ficar subentendido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As adversativas, exceto &quot;mas&quot;, podem aparecer deslocadas. Neste caso, a substituição pelo tipo (conjunção típica) só é possível se forem devolvidas ao início da oração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diferença entre as conjunções coordenativas explicativas e as subordinativas causais é o verbo: se este estiver no imperativo, a conjunção será coordenativa explicativa: &quot;Fecha a janela, porque faz frio.&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &quot;que&quot; e o &quot;se&quot; serão integrantes se a oração por eles iniciada responder à pergunta &quot;Qual é a coisa que…?&quot;, formulada com o verbo da oração anterior. Veja o exemplo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Não sei se morre de amor. (Qual é a coisa que não sei? Se morre de amor.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O uso da conjunção &quot;pois&quot; pode a ser classificada em:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    * Explicativa, quando a conjunção estiver antes do verbo;&lt;br /&gt;    * Conclusiva, quando a conjunção estiver depois do verbo;&lt;br /&gt;    * Causal, quando a conjunção puder ser substituída por &quot;uma vez que&quot;.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/feeds/5929228107917925589/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2011/07/conjuncao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/5929228107917925589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/5929228107917925589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2011/07/conjuncao.html' title='Conjunção'/><author><name>AUGUSTUS BASTOS de Souza giffoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17471510314387946345</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhtgejo2HzT33VHWnhuxla3LWeXI_7TwM9jyAOpnWqaSmL7tGxf41SA7d5Jp4kFjiXluu3uEz0R9qXfnkDKBWXhFaJPO38-jaSo24GNclJKNYPZS9ZM2FljG-T2h1EoHXRz85eesvU3f5c/s72-c/982cba328d3bd7c7e5b1767ef719ea0c.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5006971952486858886.post-1169903463610520183</id><published>2011-07-05T12:18:00.000-07:00</published><updated>2011-07-05T12:20:42.889-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="advérbio"/><title type='text'>Advérbio</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj4-fJTWycLSWVpNKYbrfxfkeYzlrNY_WGyNJVyfzHrud2Fr1ti2yWnil9Rm7Hdn-KINZCtjkdletKgK0rDoaSdU5l3gprlLB4-nSO1u1OqEvtOJZlngv4x_5niEaves0AAJn6a4rpjfok/s1600/e063978f56386ad13b6d07a85bef57cd.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 183px; height: 231px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj4-fJTWycLSWVpNKYbrfxfkeYzlrNY_WGyNJVyfzHrud2Fr1ti2yWnil9Rm7Hdn-KINZCtjkdletKgK0rDoaSdU5l3gprlLB4-nSO1u1OqEvtOJZlngv4x_5niEaves0AAJn6a4rpjfok/s320/e063978f56386ad13b6d07a85bef57cd.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5625950244807799170&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Advérbio é a palavra invariável que modifica o sentido do verbo, acrescentando a ele determinadas circunstâncias de tempo, de modo, de intensidade, de lugar, etc. Ex.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um lindo balão azul atravessava o céu.&lt;br /&gt;Um lindo balão azul atravessava lentamente o céu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse caso, lentamente modifica o verbo atravessar, pois acrescenta uma idéia de modo. Os advérbios de intensidade têm uma característica particular, pois além de intensificar o verbo, eles podem intensificar o sentido de adjetivos e de outros advérbios. Ex.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nosso amigo é inteligente demais.&lt;br /&gt;As encomendas chegaram muito tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Locução Adverbial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Locução adverbial é toda expressão formada por mais de uma palavra e que funciona como advérbio. Ex.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As notícias chegaram cedo.&lt;br /&gt;As notícias chegaram de manhã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Classificação do Advérbio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dependendo da circunstância que expressam, os advérbios classificam-se em:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lugar: lá, aqui, acima, por fora, etc.&lt;br /&gt;Modo: bem, mal, assim, devagar, às pressas, pacientemente, etc.&lt;br /&gt;Dúvida: talvez, possivelmente, acaso, porventura, etc.&lt;br /&gt;Negação: não, de modo algum, de forma nenhuma, etc.&lt;br /&gt;Afirmação: sim, realmente, com certeza, etc.&lt;br /&gt;Intensidade: muito, demais, pouco, tão, menos, em excesso, etc.&lt;br /&gt;Tempo: agora, hoje, sempre, logo, de manhã, às vezes, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Palavras Denotativas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem palavras e locuções semelhantes aos advérbios, as palavras denotativas, que indicam idéia de:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inclusão: até, mesmo, inclusive, etc.&lt;br /&gt;Exclusão: só, apenas, menos, etc.&lt;br /&gt;Retificação: isto é, aliás, ou melhor, etc.&lt;br /&gt;Explicação: por exemplo, ou seja, etc.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/feeds/1169903463610520183/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2011/07/adverbio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/1169903463610520183'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/1169903463610520183'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2011/07/adverbio.html' title='Advérbio'/><author><name>AUGUSTUS BASTOS de Souza giffoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17471510314387946345</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj4-fJTWycLSWVpNKYbrfxfkeYzlrNY_WGyNJVyfzHrud2Fr1ti2yWnil9Rm7Hdn-KINZCtjkdletKgK0rDoaSdU5l3gprlLB4-nSO1u1OqEvtOJZlngv4x_5niEaves0AAJn6a4rpjfok/s72-c/e063978f56386ad13b6d07a85bef57cd.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5006971952486858886.post-5349999032900615054</id><published>2011-07-04T10:47:00.000-07:00</published><updated>2011-07-04T10:52:12.268-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Preposição"/><title type='text'>Preposição</title><content type='html'>Preposição é uma palavra invariável que liga dois elementos da oração, subordinando o segundo ao primeiro, ou seja, o regente e o regido. Isso significa que a preposição é o termo que liga substantivo a substantivo, verbo a substantivo, substantivo a verbo, adjetivo a substantivo, advérbio a substantivo, etc. Junto com as posposições e as raríssimas circumposições, as preposições formam o grupo das adposições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplo: &quot;Os alunos do colégio assistiram ao filme de Walter Salles comovidos&quot;, teremos como elementos da oração os alunos, o colégio, o verbo assistir, o filme, Walter Salles e a qualidade dos alunos comovidos. O restante é preposição. Observe: &quot;do&quot; liga &quot;alunos&quot; a &quot;colégio&quot;, &quot;ao&quot; liga &quot;assistiram&quot; a &quot;filme&quot;, &quot;de&quot; liga &quot;filme&quot; a &quot;Walter Salles&quot;. Portanto são preposições. O termo que antecede a preposição é denominado regente e o termo que a sucede, regido. Portanto, em &quot;Os alunos do colégio...&quot;, teremos: os alunos = elemento regente; o colégio = elemento regido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Essenciais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquelas que só funcionam como preposição, são elas: à (ou &quot;ao&quot; antes de palavra masculina)a - antes - até - após - com - contra - de - desde - em - entre - para - per - perante - por - sem - sob - sobre - trás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acidentais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquelas que passaram a ser preposições, mas são provenientes de outras classes gramaticais, como:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    * afora,&lt;br /&gt;    * menos,&lt;br /&gt;    * salvo,&lt;br /&gt;    * conforme,&lt;br /&gt;    * exceto,&lt;br /&gt;    * como,&lt;br /&gt;    * que...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    * Agimos conforme a atitude deles.&lt;br /&gt;    * Conversamos muito durante a viagem.&lt;br /&gt;    * Obtiveram como resposta um bilhete.&lt;br /&gt;    * Ele terá que fazer o trabalho.&lt;br /&gt;    * Conversamos pouco durante a viagem .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Contração&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Junção de algumas preposições com outras palavras, quando a preposição sofre redução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ex. do (de + o); neste (em + este); à (a + a); duma (de + uma)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observação: Não se deve contrair a preposição &quot;de&quot; com o artigo que inicia o sujeito de um verbo, nem com o pronome &quot;ele(s)&quot;, &quot;ela(s)&quot;, quando estes funcionarem como sujeito de um verbo. Por exemplo, a frase &quot;Isso não depende do professor querer&quot; está errada, pois professor funciona como sujeito do verbo querer. Portanto a frase deve ser &quot;Isso não depende de o professor querer&quot; ou &quot;Isso não depende de ele querer&quot;.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/feeds/5349999032900615054/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2011/07/preposicao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/5349999032900615054'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/5349999032900615054'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2011/07/preposicao.html' title='Preposição'/><author><name>AUGUSTUS BASTOS de Souza giffoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17471510314387946345</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5006971952486858886.post-3651055753348474768</id><published>2011-06-07T14:08:00.000-07:00</published><updated>2011-07-04T10:52:31.785-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Tipologia Textual"/><title type='text'>Tipologia textual</title><content type='html'>Tipologia textual é a forma DE UM TEXTO EM DESENHODão: descrição, narração, dissertação, exposição, injunção, diálogo e entrevista. É importante que não se confunda tipo textual com gênero textual. Ver também tipos textuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Tipos:&lt;br /&gt;O objetivo do texto é passar conhecimento para o leitor. Nesse tipo textual, não se faz a defesa de uma idéia. Exemplos de textos explicativos são os encontrados em manuais de instruções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Informativo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto informativo, tem a função de informar o leitor a respeito de algo ou alguém, é o texto de uma notícia de jornal, de revista, folhetos informativos, propagandas. Uso da função referencial da linguagem, 3ª pessoa do singular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt; Descrição&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um texto em que se faz um retrato por escrito de um lugar, uma pessoa, um animal ou um objeto. A classe de palavras mais utilizada nessa produção é o adjetivo, pela sua função caracterizadora. Numa abordagem mais abstrata, pode-se até descrever sensações ou sentimentos. Não há relação de anterioridade e posterioridade. Significa &quot;criar&quot; com palavras a imagem do objeto descrito. É fazer uma descrição minuciosa do objeto ou da personagem a que o texto se refere.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Narração&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Modalidade em que se conta um fato, fictício ou não, que ocorreu num determinado tempo e lugar, envolvendo certos personagens. Refere-se a objetos do mundo real. Há uma relação de anterioridade e posterioridade. O tempo verbal predominante é o passado. Estamos cercados de narrações desde as que nos contam histórias infantis, como o Chapeuzinho Vermelho ou a Bela Adormecida, até as picantes piadas do cotidiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt; Dissertação&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dissertar é o mesmo que desenvolver ou explicar um assunto, discorrer sobre ele. Assim, o texto dissertativo pertence ao grupo dos textos expositivos, juntamente com o texto de apresentação científica, o relatório, o texto didático, o artigo enciclopédico. Em princípio, o texto dissertativo não está preocupado com a persuasão e sim, com a transmissão de conhecimento, sendo, portanto, um texto informativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt; Argumentativo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os textos argumentativos, ao contrário, têm por finalidade principal persuadir o leitor sobre o ponto de vista do autor a respeito do assunto. Quando o texto, além de explicar, também persuade o interlocutor e modifica seu comportamento, temos um texto dissertativo-argumentativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplos: texto de opinião, carta do leitor, carta de solicitação, deliberação informal, discurso de defesa e acusação (advocacia), resenha crítica, artigos de opinião ou assinados, editorial 03h09min de 26 de maio de 2011 (UTC)03h09min de 26 de maio de 2011 (UTC)03h09min de 26 de maio de 2011 (UTC)03h09min de 26 de maio de 2011 (UTC)03h09min de 26 de maio de 2011 (UTC)03h09min de 26 de maio de 2011 (UTC)~~ççkkk&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Exposição&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apresenta informações sobre assuntos, expõe ideias; explica, avalia, reflete. (analisa ideias).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   1. Estrutura básica:&lt;br /&gt;   2. ideia principal;&lt;br /&gt;   3. desenvolvimento;&lt;br /&gt;   4. conclusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uso de linguagem clara. Ex: ensaios, artigos cientificos, exposições,etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Injunção&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indica como realizar uma ação. É também utilizado para predizer acontecimentos e comportamentos. Utiliza linguagem objetiva e simples. Os verbos são, na sua maioria, empregados no modo imperativo. Há também o uso do futuro do presente. Ex: Receita de um bolo e manuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Diálogo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diálogo é uma conversação estabelecida entre duas ou mais pessoas. Pode conter marcas da linguagem oral, como pausas e retomadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Entrevista&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrevista é uma conversação entre duas ou mais pessoas (o entrevistador e o entrevistado), na qual perguntas são feitas pelo entrevistador para obter informação do entrevistado. Os repórteres entrevistam as suas fontes para obter declarações que validem as informações apuradas ou que relatem situações vividas por personagens. Antes de ir para a rua, o repórter recebe uma pauta que contém informações que o ajudarão a construir a matéria. Além das informações, a pauta sugere o enfoque a ser trabalhado assim como as fontes a serem entrevistadas. Antes da entrevista o repórter costuma reunir o máximo de informações disponíveis sobre o assunto a ser abordado e sobre a pessoa que será entrevistada. Munido deste material, ele formula perguntas que levem o entrevistado a fornecer informações novas e relevantes. O repórter também deve ser perspicaz para perceber se o entrevistado mente ou manipula dados nas suas respostas, facto que costuma acontecer principalmente com as fontes oficiais do tema. Por exemplo, quando o repórter vai entrevistar o presidente de uma instituição pública sobre um problema que está a afectar o fornecimento de serviços à população, ele tende a evitar as perguntas e a querer reverter a resposta para o que considera positivo na instituição. É importante que o repórter seja insistente. O entrevistador deve conquistar a confiança do entrevistado, mas não tentar dominá-lo, nem ser por ele dominado. Caso contrário, acabará induzindo as respostas ou perdendo a objetividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As entrevistas apresentam com frequência alguns sinais de pontuação como o ponto de interrogação, o travessão, aspas, reticências, parêntese e as vezes colchetes, que servem para dar ao leitor maior informações que ele supostamente desconhece. O título da entrevista é um enunciado curto que chama a atençao do leitor e resume a ideia básica da entrevista. Pode estar todo em letra maiúscula e recebe maior destaque da página. Na maioria dos casos, apenas as preposições ficam com a letra minúscula. O subtítulo introduz o objetivo principal da entrevista e não vem seguido de ponto final. É um pequeno texto e vem em destaque também. A fotografia do entrevistado aparece normalmente na primeira página da entrevista e pode estar acompanhada por uma frase dita por ele. As frases importantes ditas pelo entrevistado e que aparecem em destaque nas outras páginas da entrevista são chamadas de &quot;olho&quot;.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/feeds/3651055753348474768/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2011/06/tipologia-textual.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/3651055753348474768'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/3651055753348474768'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2011/06/tipologia-textual.html' title='Tipologia textual'/><author><name>AUGUSTUS BASTOS de Souza giffoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17471510314387946345</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5006971952486858886.post-8681898968889165914</id><published>2011-06-01T13:12:00.000-07:00</published><updated>2011-06-01T13:18:20.008-07:00</updated><title type='text'>Etimologia ( origem das palavras)</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgnb2EJ5JSCvBuNX14sx-mvIxMP4RiOnZwTiezu4WZ8zUBtLFObOuZSSIGdY7vF38XxILGbweCyZmX8l5dIJypog0oGEUJJhkksZ0t0Al-jXKWrPgy-iKUFk-UQzzOKmflRnUkGhyKYLDY/s1600/md.0000013977.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 311px; height: 320px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgnb2EJ5JSCvBuNX14sx-mvIxMP4RiOnZwTiezu4WZ8zUBtLFObOuZSSIGdY7vF38XxILGbweCyZmX8l5dIJypog0oGEUJJhkksZ0t0Al-jXKWrPgy-iKUFk-UQzzOKmflRnUkGhyKYLDY/s320/md.0000013977.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5613348288048345410&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Etimologia (do grego antigo ἐτυμολογία, composto de ἔτυμον e -λογία &quot;-logia&quot;[1]) é a parte da gramática que trata da história ou origem das palavras e da explicação do significado de palavras através da análise dos elementos que as constituem. Por outras palavras, é o estudo da composição dos vocábulos e das regras de sua evolução histórica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas palavras derivam de outras línguas, possivelmente de uma forma modificada (as palavras-fontes são chamadas étimos). Por meio de antigos textos e comparações com outras línguas, os etimologistas tentam reconstruir a história das palavras - quando eles entram em uma língua, quais as suas fontes, e como a suas formas e significados se modificaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os etimólogos também tentam reconstruir informações sobre línguas que são velhas demais para que uma informação direta (tal como a escrita) possa ser conhecida. Comparando-se palavras em línguas correlatas, pode-se aprender algo sobre suas línguas afins compartilhadas. Deste modo, foram encontrados radicais de palavras que podem ser rastreadas por todo o caminho de volta até a origem da família de línguas indo-europeias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A própria palavra etimologia vem do grego ἔτυμον (étimo, o verdadeiro significado de uma palavra, de &#39;étymos&#39;, verdadeiro) e λόγος (lógos, ciência, tratado).</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/feeds/8681898968889165914/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2011/06/etimologia-origem-das-palavras.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/8681898968889165914'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/8681898968889165914'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2011/06/etimologia-origem-das-palavras.html' title='Etimologia ( origem das palavras)'/><author><name>AUGUSTUS BASTOS de Souza giffoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17471510314387946345</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgnb2EJ5JSCvBuNX14sx-mvIxMP4RiOnZwTiezu4WZ8zUBtLFObOuZSSIGdY7vF38XxILGbweCyZmX8l5dIJypog0oGEUJJhkksZ0t0Al-jXKWrPgy-iKUFk-UQzzOKmflRnUkGhyKYLDY/s72-c/md.0000013977.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5006971952486858886.post-7004533880529830452</id><published>2011-05-16T15:12:00.000-07:00</published><updated>2013-07-10T12:53:28.964-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Acentuação Gráfica- novas regras"/><title type='text'>Acentuação Gráfica - novas regras</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhYcatsmr9QTbfj8PAzwKSM-nEZrLS4Zs3gdQUodVsTdFazNXPflCALrdBVXu9RdiG9TrTqbS_EEQF2d5cMg4e8uV3XtJioqKbPk4BWHi5NNXXTg-OQdtM896aXcwgCGHo4JdTaYvMyICQ/s1600/acentua%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 180px; height: 180px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhYcatsmr9QTbfj8PAzwKSM-nEZrLS4Zs3gdQUodVsTdFazNXPflCALrdBVXu9RdiG9TrTqbS_EEQF2d5cMg4e8uV3XtJioqKbPk4BWHi5NNXXTg-OQdtM896aXcwgCGHo4JdTaYvMyICQ/s320/acentua%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5607442883082572258&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acentuam-se as palavras:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Oxítonas terminadas em “a”, “e”, “o” e “em”, seguidas ou não do “s”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sofá – café – armazém – parabéns...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Monossílabos tônicos terminados em:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- a, as:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;pá – gás...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- e, es:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fé – mês...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- o, os:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;dó – pôs...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Paroxítonas terminadas em: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- i, is:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;júri – lápis....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- us, um, uns:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vênus – médium -  álbuns...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- l, n, r, x, ps: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;retrátil – próton – tórax -  fêmur – fórceps...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- ã, ãs, ão, ãos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ímã – órfãs – sótão – órgãos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- ditongo oral:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;memória – falência – advérbio ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Proparoxítonas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Todas são acentuadas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;lâmpada – câmara – ônibus...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hiatos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- São acentuados o “i” e “u” dos hiatos, estando estes isolados na sílaba ou acompanhados de “s”:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ju-í-zo – sa-í-da – ba- la- ús-tre...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Contudo, mesmo quando isolados na sílaba, não são acentuados quando:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* forem seguidos do dígrafo “nh”:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;rainha -  moinho...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Quando  vierem depois de ditongo não são mais acentuados. Perceba como antes era e como resultou mediante o novo acordo:  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiI5JwhMHcEOEW1qFnUaDiqOpFvGcfwAAkJ7Zz_j_wYSkHgMTWpCnHG-fRsU3b54xN4LWShmhc1MlNbFIiGvbcEb2zCn3jaFZHCgOi4ZHxlEyUf6zZqrFg9HbQcj351CpjLDiK_0pIb36s/s1600/acentuacao-grafica-I.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 78px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiI5JwhMHcEOEW1qFnUaDiqOpFvGcfwAAkJ7Zz_j_wYSkHgMTWpCnHG-fRsU3b54xN4LWShmhc1MlNbFIiGvbcEb2zCn3jaFZHCgOi4ZHxlEyUf6zZqrFg9HbQcj351CpjLDiK_0pIb36s/s320/acentuacao-grafica-I.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5607442470326995634&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* No caso de estarem em posição final da sílaba (seguidos ou não de “s”) e antecedidos de ditongo, são acentuados:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Piauí – tuiuiú – sauí...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Não são acentuados no caso de formarem sílaba com outra letra que não seja o “s”:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Raul – saiu – juiz – ruim...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Em referência aos casos relacionados à primeira vogal dos hiatos “oo” e “ee”, esta já não é mais acentuada. Compare ambas as situações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiQBxRWgjWY7a0hc8nsFeqVWFNQEtVS0EchakpZAiIxZEk2tXCTjc59AfSzFnga2Xv3ilr56kO8HSUtFHawSnCkhuI1O1Cc8hItgw8IddHbbYfb-5RqtiYcDjyrwcZ7zQKiKg4PDYKxy_8/s1600/acentuacao-grafica-II.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 94px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiQBxRWgjWY7a0hc8nsFeqVWFNQEtVS0EchakpZAiIxZEk2tXCTjc59AfSzFnga2Xv3ilr56kO8HSUtFHawSnCkhuI1O1Cc8hItgw8IddHbbYfb-5RqtiYcDjyrwcZ7zQKiKg4PDYKxy_8/s320/acentuacao-grafica-II.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5607442166692541458&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ditongos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* A vogal tônica dos ditongos abertos “ei”, “eu” e “oi”, estando no final do vocábulo (sendo este representado por oxítonos ou monossílabos) é acentuada:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;céu – chapéu – herói – caracóis – papéis – anéis...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Não se acentua mais os ditongos “ei” e “oi” tônicos das palavras paroxítonas. Perceba o que mudou:&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgOEZGUiQ3a_siWpOt1WS5Vg24ceDtOF5KJdSfRdfPdvMW13dOWv88jildGQvtdYOP7Am1bTWmwDSOdTvCDvP93Qo1fbK-oLmxpfzjunlOKKDRIn7beApMwtKKMGeQ4Im0k-jrtloEDKso/s1600/acentuacao-grafica-III.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 91px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgOEZGUiQ3a_siWpOt1WS5Vg24ceDtOF5KJdSfRdfPdvMW13dOWv88jildGQvtdYOP7Am1bTWmwDSOdTvCDvP93Qo1fbK-oLmxpfzjunlOKKDRIn7beApMwtKKMGeQ4Im0k-jrtloEDKso/s320/acentuacao-grafica-III.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5607441872353425602&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acento agudo inerente à vogal tônica dos grupos representados por “gue”, “gui”, “que” e “qui”:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* A vogal “u” tônica dos referidos grupos, presente em algumas formas verbais, tais como: averiguar, arguir, apaziguar e obliquar, não é mais acentuada. Constate o que realmente ocorreu:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgwB48Ht_FnQ-ZsbvUFWe22_8v4bRcVJ2ZzEfTGOr54BPZufCcz6hWja-eXAv5RDrseKEWv39VXAWhpZ8AkVwCr_qbABV444Zc_s_RSBl2nCR2hr6KocoCySyxmyys670E_V6LEgHtoNIE/s1600/acentuacao-grafica-IV.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 71px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgwB48Ht_FnQ-ZsbvUFWe22_8v4bRcVJ2ZzEfTGOr54BPZufCcz6hWja-eXAv5RDrseKEWv39VXAWhpZ8AkVwCr_qbABV444Zc_s_RSBl2nCR2hr6KocoCySyxmyys670E_V6LEgHtoNIE/s320/acentuacao-grafica-IV.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5607441587063359138&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trema&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Em relação aos grupos “gu” e “qu”, seguidos de “i” ou “e”, não se coloca mais o trema sobre a letra “u”:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;linguiça – cinquenta - consequencia – aguentar – tranquilidade...       &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Entretanto, o trem ainda permanece em nomes estrangeiros e nas respectivas palavras derivadas destes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Müller – mülleriano...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acentos diferenciais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* As palavras homógrafas não são mais acentuadas. Portanto, verifique: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjb-w2sbsa3msAqW1Rn8Sec2dXWd5RRVB5D1ZSoQKZoknOfO6ZgBfq7SH-iYPC54UO5wO2YS2ce-CVYLG_h3jFERN5CiNjEuaEkXNL6uX9aDPbhhoyDI8aqfSGqH8O91W7igBZlhrKLgcY/s1600/acentuacao-grafica-V.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 140px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjb-w2sbsa3msAqW1Rn8Sec2dXWd5RRVB5D1ZSoQKZoknOfO6ZgBfq7SH-iYPC54UO5wO2YS2ce-CVYLG_h3jFERN5CiNjEuaEkXNL6uX9aDPbhhoyDI8aqfSGqH8O91W7igBZlhrKLgcY/s320/acentuacao-grafica-V.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5607441144049936258&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* pôde/pode – a primeira, representando o pretérito perfeito do modo indicativo recebe o acento circunflexo para diferenciar da forma verbal representada pelo tempo presente (também do modo indicativo), uma vez pronunciada com um som mais aberto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* pôr/por – acentua-se a forma verbal (pôr) para diferenciar da preposição (por).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* ter/vir – acentua-se a terceira pessoa do plural, inerente a tais verbos, para diferenciar da terceira pessoa do singular: ele tem – eles têm / ele vem – eles vêm.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* O mesmo ocorre com os verbos “conter”, “obter”, “deter”, “reter”, “convir” e “abster”, nos quais a terceira pessoa do singular é demarcada pelo acento agudo e a terceira do plural pelo acento circunflexo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ele contém – eles contêm&lt;br /&gt;ele obtém – eles obtêm&lt;br /&gt;ele retém – eles retêm&lt;br /&gt;ele detém – eles detêm&lt;br /&gt;ele convém – eles convêm.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/feeds/7004533880529830452/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2011/05/acentuacao-grafica-novas-regras.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/7004533880529830452'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/7004533880529830452'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2011/05/acentuacao-grafica-novas-regras.html' title='Acentuação Gráfica - novas regras'/><author><name>AUGUSTUS BASTOS de Souza giffoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17471510314387946345</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhYcatsmr9QTbfj8PAzwKSM-nEZrLS4Zs3gdQUodVsTdFazNXPflCALrdBVXu9RdiG9TrTqbS_EEQF2d5cMg4e8uV3XtJioqKbPk4BWHi5NNXXTg-OQdtM896aXcwgCGHo4JdTaYvMyICQ/s72-c/acentua%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5006971952486858886.post-4854735802753608037</id><published>2011-05-09T07:35:00.000-07:00</published><updated>2011-07-04T10:52:49.570-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pontuação"/><title type='text'>Regras de pontuação</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi2rCw9oB4bvJR-pH3-61qfr6iF97mwznEwvPP2qTSCdXGwWOFPwg_MxotmHCX7GwwHrnhBFbxIlZNxx9nHcVc1DBK7l6P7pVkVtPrLwvlVt6m2hmupDemRRGC3uPp4HjtVdvoOw5cT1A4/s1600/Sinais%252BPontua%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 169px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi2rCw9oB4bvJR-pH3-61qfr6iF97mwznEwvPP2qTSCdXGwWOFPwg_MxotmHCX7GwwHrnhBFbxIlZNxx9nHcVc1DBK7l6P7pVkVtPrLwvlVt6m2hmupDemRRGC3uPp4HjtVdvoOw5cT1A4/s320/Sinais%252BPontua%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5604725700049032178&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Divisão e emprego dos sinais de pontuação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PONTO ( . )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) indicar o final de uma frase declarativa.&lt;br /&gt;Ex.: Lembro-me muito bem dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) separar períodos entre si.&lt;br /&gt;Ex.: Fica comigo. Não vá embora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) nas abreviaturas.&lt;br /&gt;Ex.: Av.; V. Ex.ª&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;DOIS-PONTOS ( : )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) iniciar a fala dos personagens:&lt;br /&gt;Ex.: Então o padre respondeu:&lt;br /&gt;- Parta agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) antes de apostos ou orações apositivas, enumerações ou seqüência de palavras que explicam, resumem idéias anteriores.&lt;br /&gt;Ex.: Meus amigos são poucos: Fátima, Rodrigo e Gilberto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) antes de citação.&lt;br /&gt;Ex.: Como já dizia Vinícius de Morais: “Que o amor não seja eterno posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;RETICÊNCIAS ( ... )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) indicar dúvidas ou hesitação do falante.&lt;br /&gt;Ex.: Sabe...eu queria te dizer que...esquece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) interrupção de uma frase deixada gramaticalmente incompleta.&lt;br /&gt;Ex.: - Alô! João está?&lt;br /&gt;- Agora não se encontra. Quem sabe se ligar mais tarde...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) ao fim de uma frase gramaticalmente completa com a intenção de sugerir prolongamento de idéia.&lt;br /&gt;Ex.: “Sua tez, alva e pura como um foco de algodão, tingia-se nas faces duns longes cor-de-rosa...” (Cecília- José de Alencar)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d) indicar supressão de palavra (s) numa frase transcrita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ex.: “Quando penso em você (...) menos a felicidade.” (Canteiros - Raimundo Fagner)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;PARÊNTESES ( () )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) isolar palavras, frases intercaladas de caráter explicativo e datas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ex.: Na 2ª Guerra Mundial (1939-1945), ocorreu inúmeras perdas humanas.&lt;br /&gt;&quot;Uma manhã lá no Cajapió ( Joca lembrava-se como se fora na véspera), acordara depois duma grande tormenta no fim do verão. “ (O milagre das chuvas no nordeste- Graça Aranha)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os parênteses também podem substituir a vírgula ou o travessão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PONTO DE EXCLAMAÇÃO ( ! )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Após vocativo.&lt;br /&gt;Ex.: “Parte, Heliel! “ ( As violetas de Nossa Sra.- Humberto de Campos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) Após imperativo.&lt;br /&gt;Ex.: Cale-se!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) Após interjeição.&lt;br /&gt;Ex.: Ufa! Ai!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d) Após palavras ou frases que denotem caráter emocional.&lt;br /&gt;Ex.: Que pena!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PONTO DE INTERROGAÇÃO ( ? )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Em perguntas diretas.&lt;br /&gt;Ex.: Como você se chama?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) Às vezes, juntamente com o ponto de exclamação.&lt;br /&gt;Ex.: - Quem ganhou na loteria?&lt;br /&gt;- Você.&lt;br /&gt;-  Eu?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;VÍRGULA ( , )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É usada para marcar uma pausa do enunciado com a finalidade de nos indicar que os termos por ela separados, apesar de participarem da mesma frase ou oração, não formam uma unidade sintática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ex.: Lúcia, esposa de João, foi a ganhadora única da Sena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos concluir que, quando há uma relação sintática entre termos da oração, não se pode separá-los por meio de vírgula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se separam por vírgula:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    * predicado de sujeito;&lt;br /&gt;    * objeto de verbo;&lt;br /&gt;    * adjunto adnominal de nome;&lt;br /&gt;    * complemento nominal de nome;&lt;br /&gt;    * predicativo do objeto do objeto;&lt;br /&gt;    * oração principal da subordinada substantiva (desde que esta não seja apositiva nem apareça na ordem inversa).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vírgula no interior da oração&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É utilizada nas seguintes situações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) separar o vocativo. Ex.: Maria, traga-me uma xícara de café.&lt;br /&gt;A educação, meus amigos, é fundamental para o progresso do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) separar alguns apostos. Ex.: Valdete, minha antiga empregada, esteve aqui ontem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) separar o adjunto adverbial antecipado ou intercalado.&lt;br /&gt;Ex.: Chegando de viagem, procurarei por você.&lt;br /&gt;As pessoas, muitas vezes, são falsas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d) separar elementos de uma enumeração.&lt;br /&gt;Ex.: Precisa-se de pedreiros, serventes, mestre-de-obras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e) isolar expressões de caráter explicativo ou corretivo.&lt;br /&gt;Ex.: Amanhã, ou melhor, depois de amanhã podemos nos encontrar para acertar a viagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;f) separar conjunções intercaladas.&lt;br /&gt;Ex.: Não havia, porém, motivo para tanta raiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;g) separar o complemento pleonástico antecipado.&lt;br /&gt;Ex.: A mim, nada me importa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;h) isolar o nome de lugar na indicação de datas.&lt;br /&gt;Ex.: Belo Horizonte, 26 de janeiro de 2001.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;i) separar termos coordenados assindéticos.&lt;br /&gt;Ex.: &quot;Lua, lua, lua, lua,&lt;br /&gt;por um momento meu canto contigo compactua...&quot;  (Caetano Veloso)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;j) marcar a omissão de um termo (normalmente o verbo).&lt;br /&gt;Ex.: Ela prefere ler jornais e eu, revistas. (omissão do verbo preferir)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Termos coordenados ligados pelas conjunções e, ou, nem dispensam o uso da vírgula. Ex.: Conversaram sobre futebol, religião e política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se falavam nem se olhavam./ Ainda não me decidi se viajarei para Bahia ou Ceará.&lt;br /&gt;Entretanto, se essas conjunções aparecerem repetidas, com a finalidade de dar ênfase, o uso da vírgula passa a ser obrigatório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ex.: Não fui nem ao velório, nem ao enterro, nem à missa de sétimo dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vírgula entre orações&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É utilizada nas seguintes situações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) separar as orações subordinadas adjetivas explicativas.&lt;br /&gt;Ex.: Meu pai, de quem guardo amargas lembranças, mora no Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) separar as orações coordenadas sindéticas e assindéticas (exceto as iniciadas pela conjunção e ). Ex.: Acordei, tomei meu banho, comi algo e saí para o trabalho. Estudou muito, mas não foi aprovado no exame.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há três casos em que se usa a vírgula antes da conjunção:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) quando as orações coordenadas tiverem sujeitos diferentes.&lt;br /&gt;Ex.: Os ricos estão cada vez mais ricos, e os pobres, cada vez mais pobres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) quando a conjunção e vier repetida com a finalidade de dar ênfase (polissíndeto). Ex.: E chora, e ri, e grita, e pula de alegria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) quando a conjunção e assumir valores distintos que não seja da adição (adversidade, conseqüência, por exemplo) Ex.: Coitada! Estudou muito, e ainda assim não foi aprovada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) separar orações subordinadas adverbiais (desenvolvidas ou reduzidas), principalmente se estiverem antepostas à oração principal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ex.: &quot;No momento em que o tigre se lançava, curvou-se ainda mais; e fugindo com o corpo apresentou o gancho.&quot;( O selvagem - José de Alencar)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d) separar as orações intercaladas. Ex.: &quot;- Senhor, disse o velho, tenho grandes contentamentos em a estar plantando...&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas orações poderão ter suas vírgulas substituídas por duplo travessão. Ex.: &quot;Senhor - disse o velho - tenho grandes contentamentos em a estar plantando...&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e) separar as orações substantivas antepostas à principal.&lt;br /&gt;Ex.: Quanto custa viver, realmente não sei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PONTO-E-VÍRGULA ( ; )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) separar os itens de uma lei, de um decreto, de uma petição, de uma seqüência, etc.&lt;br /&gt;Ex.: Art. 127 – São penalidades disciplinares:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I- advertência;&lt;br /&gt;II- suspensão;&lt;br /&gt;III- demissão;&lt;br /&gt;IV- cassação de aposentadoria ou disponibilidade;&lt;br /&gt;V- destituição de cargo em comissão;&lt;br /&gt;VI-  destituição de função comissionada. ( cap. V das penalidades Direito Administrativo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) separar orações coordenadas muito extensas ou orações coordenadas nas quais já tenham tido utilizado a vírgula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ex.: “O rosto de tez amarelenta e feições inexpressivas, numa quietude apática, era pronunciadamente vultuoso, o que mais se acentuava no fim da vida, quando a bronquite crônica de que sofria desde moço se foi transformando em opressora asma cardíaca; os lábios grossos, o inferior um tanto tenso (...) &quot; (O visconde de Inhomerim - Visconde de Taunay)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TRAVESSÃO ( - )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) dar início à fala de um personagem.&lt;br /&gt;Ex.: O filho perguntou:&lt;br /&gt;- Pai, quando começarão as aulas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) indicar mudança do interlocutor nos diálogos.&lt;br /&gt;- Doutor, o que tenho é grave?&lt;br /&gt;- Não se preocupe, é uma simples infecção. É só tomar um antibiótico e estará bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) unir grupos de palavras que indicam itinerário.&lt;br /&gt;Ex.: A rodovia Belém-Brasília está em péssimo estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também pode ser usado em substituição à virgula em expressões ou frases explicativas.&lt;br /&gt;Ex.: Xuxa – a rainha dos baixinhos – será mãe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ASPAS ( “  ” )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) isolar palavras ou expressões que fogem à norma culta, como gírias, estrangeirismos, palavrões, neologismos, arcaísmos e expressões populares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ex.: Maria ganhou um apaixonado “ósculo” do seu admirador.&lt;br /&gt;A festa na casa de Lúcio estava “chocante”.&lt;br /&gt;Conversando com meu superior, dei a ele um “feedback” do serviço a mim requerido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) indicar uma citação textual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ex.: “Ia viajar! Viajei. Trinta e quatro vezes, às pressas, bufando, com todo o sangue na face, desfiz e refiz a mala”. ( O prazer de viajar - Eça de Queirós)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se, dentro de um trecho já destacado por aspas, se fizer necessário a utilização de novas aspas, estas serão simples. ( &#39;  &#39; )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recursos alternativos para pontuação:&lt;br /&gt;Parágrafo ( §  )&lt;br /&gt;Chave ( {  } )&lt;br /&gt;Colchete ( [  ] )&lt;br /&gt;Barra ( / )</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/feeds/4854735802753608037/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2011/05/regras-de-pontuacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/4854735802753608037'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/4854735802753608037'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2011/05/regras-de-pontuacao.html' title='Regras de pontuação'/><author><name>AUGUSTUS BASTOS de Souza giffoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17471510314387946345</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi2rCw9oB4bvJR-pH3-61qfr6iF97mwznEwvPP2qTSCdXGwWOFPwg_MxotmHCX7GwwHrnhBFbxIlZNxx9nHcVc1DBK7l6P7pVkVtPrLwvlVt6m2hmupDemRRGC3uPp4HjtVdvoOw5cT1A4/s72-c/Sinais%252BPontua%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5006971952486858886.post-8537472744309141588</id><published>2011-04-19T07:43:00.000-07:00</published><updated>2013-07-10T12:54:16.396-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Barbarismo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pôr e querer"/><title type='text'>Pôr e querer</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjZrfndUe6hiofq72-6oYGpK0ctcPWq-y7gQPRI83kuPLTcKrFLxX6UAS6F1IkcN_nCgtVVDu0rdXr9DyDbHlT2dC3MyXpCeDlPwFDfYLFFH_HaYGgAtzyS5MPoMfOqHuj3h5MNRNveQbU/s1600/3432.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 225px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjZrfndUe6hiofq72-6oYGpK0ctcPWq-y7gQPRI83kuPLTcKrFLxX6UAS6F1IkcN_nCgtVVDu0rdXr9DyDbHlT2dC3MyXpCeDlPwFDfYLFFH_HaYGgAtzyS5MPoMfOqHuj3h5MNRNveQbU/s320/3432.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5597309144754534114&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Acredite se quiser !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde 1943, com a uniformização da grafia, não há mais z em nenhuma das formas assumidas pelos verbos pôr, querer e derivados ( antepor, propor, predispor, requerer etc) é sempre s : pus, pôs, puser, pusesse, antepuser; quis, quiser, quisesse, requiser etc.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/feeds/8537472744309141588/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2011/04/por-e-querer.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/8537472744309141588'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/8537472744309141588'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2011/04/por-e-querer.html' title='Pôr e querer'/><author><name>AUGUSTUS BASTOS de Souza giffoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17471510314387946345</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjZrfndUe6hiofq72-6oYGpK0ctcPWq-y7gQPRI83kuPLTcKrFLxX6UAS6F1IkcN_nCgtVVDu0rdXr9DyDbHlT2dC3MyXpCeDlPwFDfYLFFH_HaYGgAtzyS5MPoMfOqHuj3h5MNRNveQbU/s72-c/3432.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5006971952486858886.post-3302170400548904068</id><published>2011-02-11T12:54:00.000-08:00</published><updated>2011-04-19T07:59:50.850-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Fonemas"/><title type='text'>Fonemas</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiSJxauAefAIYqfsH_aQLS6yzOR1Oz-dA2rcsoyw6t7549qLw87eFu5Ow4Jl8FKZFLp5GK9mmNxuwmXKtKpr9WaW4srFYq7sKY9330B8qIobg1OZbHNgqS-HzMiaNOC8HKUoRsPurzOKSQ/s1600/fonema.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 259px; height: 194px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiSJxauAefAIYqfsH_aQLS6yzOR1Oz-dA2rcsoyw6t7549qLw87eFu5Ow4Jl8FKZFLp5GK9mmNxuwmXKtKpr9WaW4srFYq7sKY9330B8qIobg1OZbHNgqS-HzMiaNOC8HKUoRsPurzOKSQ/s320/fonema.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5572539988823272930&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;&lt;span style=&quot;font-size:medium;&quot;&gt;Questões:&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;&quot;&gt;01. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;&quot;&gt;Os vocabulários passarinho e querida possuem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) 6 e 8 fonemas respectivamente;&lt;br /&gt;b)10 e 7 fonemas respectivamente;&lt;br /&gt;c) 9 e 6 fonemas respectivamente;&lt;br /&gt;d) 8 e 6 fonemas respectivamente;&lt;br /&gt;e) 7 e 6 fonemas respectivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;02.&lt;/strong&gt; Quantos fonemas existem na palavra paralelepípedo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) 7&lt;br /&gt;b) 12&lt;br /&gt;c) 11&lt;br /&gt;d) 14&lt;br /&gt;e) 15&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;03.&lt;/strong&gt; Qual a palavra que teríamos, se trocássemos a consoante grifada de pata pela sua homorgânica, teremos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) bata&lt;br /&gt;b) lata&lt;br /&gt;c) mata&lt;br /&gt;d) cata&lt;br /&gt;e) nata&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;04.&lt;/strong&gt; Trocando-se a consoante linguodental da palavra nata pela sua homorgânica, teremos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) lata&lt;br /&gt;b) tata&lt;br /&gt;c) nada&lt;br /&gt;d) pata&lt;br /&gt;e) data&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;05.&lt;/strong&gt; Assinale a alternativa em que a palavra contenha ditongo oral crescente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) eqüestre&lt;br /&gt;b) guerreiro&lt;br /&gt;c) quando&lt;br /&gt;d) poucos&lt;br /&gt;e) ninguém&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;06.&lt;/strong&gt; Os vocábulos pequenino e drama apresentam, respectivamente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) 4 e 2 fonemas&lt;br /&gt;b) 9 e 5 fonemas&lt;br /&gt;c) 8 e 5 fonemas&lt;br /&gt;d) 7 e 7 fonemas&lt;br /&gt;e) 8 e 4 fonemas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;07.&lt;/strong&gt; (OSEC) Em que conjunto de signos só há consoantes sonoras?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) rosa,deve,navegador;&lt;br /&gt;b) barcos, grande, colado;&lt;br /&gt;c) luta, após,triste;&lt;br /&gt;d) ringue, tão, pinga;&lt;br /&gt;e) que, ser, tão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;08.&lt;/strong&gt; O “I” não é semivogal em:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Papai&lt;br /&gt;b) Azuis&lt;br /&gt;c) Médio&lt;br /&gt;d) Rainha&lt;br /&gt;e) Herói&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;09.&lt;/strong&gt; Assinale a alternativa que apresenta apenas hiatos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) muito, faísca, balaústre.&lt;br /&gt;b) guerreiro, gratuito, intuito.&lt;br /&gt;c) fluido, fortuito, Piauí.&lt;br /&gt;d) tua, lua, nua.&lt;br /&gt;e) n.d.a.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;10.&lt;/strong&gt; Em qual dos itens abaixo todas as palavras apresentam ditongo crescente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) &lt;a href=&quot;http://www.coladaweb.com/#&quot; style=&quot;color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline; border-bottom: 1px dotted;&quot;&gt;Lei&lt;/a&gt;, Foice, Roubo&lt;br /&gt;b) Muito, Alemão, Viu&lt;br /&gt;c) Lingüiça, &lt;a href=&quot;http://www.coladaweb.com/#&quot; style=&quot;color: rgb(0, 102, 0); text-decoration: underline; border-bottom: 1px dotted;&quot;&gt;História&lt;/a&gt;, Área&lt;br /&gt;d) Herói, Jeito, Quilo&lt;br /&gt;e) Eqüestre, Tênue, Ribeirão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:medium;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color:#ff0000;&quot;&gt;&lt;b&gt;Resolução:&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;table style=&quot;width: 468px; height: 81px;&quot; border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;     &lt;tbody&gt;         &lt;tr&gt;             &lt;td&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;01.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt; D&lt;br /&gt;           &lt;/span&gt;&lt;/td&gt;             &lt;td&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span&gt;02.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span&gt; D&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;             &lt;td&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span&gt;03. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span&gt;A&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;             &lt;td&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span&gt;04.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span&gt; C&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;         &lt;tr&gt;             &lt;td&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span&gt;05.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span&gt; A&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;             &lt;td&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span&gt;06. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span&gt;C&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;             &lt;td&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span&gt;07.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span&gt; A&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;             &lt;td&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span&gt;08.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span&gt; D&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;         &lt;tr&gt;             &lt;td&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span&gt;09.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span&gt; D&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;             &lt;td&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span&gt;10. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span&gt;C&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;             &lt;td&gt; &lt;/td&gt;             &lt;td&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/feeds/3302170400548904068/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2011/02/fonemas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/3302170400548904068'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/3302170400548904068'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2011/02/fonemas.html' title='Fonemas'/><author><name>AUGUSTUS BASTOS de Souza giffoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17471510314387946345</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiSJxauAefAIYqfsH_aQLS6yzOR1Oz-dA2rcsoyw6t7549qLw87eFu5Ow4Jl8FKZFLp5GK9mmNxuwmXKtKpr9WaW4srFYq7sKY9330B8qIobg1OZbHNgqS-HzMiaNOC8HKUoRsPurzOKSQ/s72-c/fonema.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5006971952486858886.post-455353838239130045</id><published>2011-02-08T05:53:00.000-08:00</published><updated>2011-02-08T05:56:27.146-08:00</updated><title type='text'>Processos de Formação das Palavras ( Questões)</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;background-color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: rgb(255, 255, 255);&quot;&gt;Questões de Processos de Formação das Palavras&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;1. (IBGE) Assinale a opção em que todas as palavras se formam pelo mesmo&lt;br /&gt;      processo:&lt;br /&gt;      a) ajoelhar / antebraço / assinatura&lt;br /&gt;      b) atraso / embarque / pesca&lt;br /&gt;      c) o jota / o sim / o tropeço&lt;br /&gt;      d) entrega / estupidez / sobreviver&lt;br /&gt;      e) antepor / exportação / sanguessuga&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt; 2. (BB) A palavra &quot;aguardente&quot; formou-se por:&lt;br /&gt;      a) hibridismo     d) parassíntese&lt;br /&gt;      b) aglutinação     e) derivação regressiva&lt;br /&gt;      c) justaposição&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;3. (AMAN) Que item contém somente palavras formadas por justaposição?&lt;br /&gt;      a) desagradável - complemente&lt;br /&gt;      b) vaga-lume - pé-de-cabra&lt;br /&gt;      c) encruzilhada - estremeceu&lt;br /&gt;      d) supersticiosa - valiosas&lt;br /&gt;      e) desatarraxou - estremeceu&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;4. (UE-PR) &quot;Sarampo&quot; é:&lt;br /&gt;      a) forma primitiva&lt;br /&gt;      b) formado por derivação parassintética&lt;br /&gt;      c) formado por derivação regressiva&lt;br /&gt;      d) formado por derivação imprópria&lt;br /&gt;      e) formado por onomatopéia&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;5.  (EPCAR) Numere as palavras da primeira coluna conforme os processos de  formação numerados à direita. Em seguida, marque a alternativa que  corresponde à seqüência numérica encontrada:&lt;br /&gt;      ( ) aguardente     1) justaposição&lt;br /&gt;      ( ) casamento     2) aglutinação&lt;br /&gt;      ( ) portuário         3) parassíntese&lt;br /&gt;      ( ) pontapé         4) derivação sufixal&lt;br /&gt;      ( ) os contras     5) derivação imprópria&lt;br /&gt;      ( ) submarino     6) derivação prefixal&lt;br /&gt;      ( ) hipótese&lt;br /&gt;      a) 1, 4, 3, 2, 5, 6, 1         d) 2, 3, 4, 1, 5, 3, 6&lt;br /&gt;      b) 4, 1, 4, 1, 5, 3, 6         e) 2, 4, 4, 1, 5, 3, 6&lt;br /&gt;      c) 1, 4, 4, 1, 5, 6, 6&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;6. (CESGRANRIO) Indique a palavra que foge ao processo de formação de chapechape:&lt;br /&gt;      a) zunzum         d) tlim-tlim&lt;br /&gt;      b) reco-reco        e) vivido&lt;br /&gt;      c) toque-toque&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt; 7. (UF-MG) Em que alternativa a palavra sublinhada resulta de derivação imprópria?&lt;br /&gt;      Às sete horas da manhã começou o trabalho principal: a votação.&lt;br /&gt;      Pereirinha estava mesmo com a razão. Sigilo... Voto secreto ... Bobagens, bobagens!&lt;br /&gt;      Sem radical reforma da lei eleitoral, as eleições continuariam sendo uma farsa!&lt;br /&gt;      Não chegaram a trocar um isto de prosa, e se entenderam.&lt;br /&gt;      Dr. Osmírio andaria desorientado, senão bufando de raiva.&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt; 8. (AMAN) Assinale a série de palavras em que todas são formadas por parassíntese:&lt;br /&gt;      a) acorrentar, esburacar, despedaçar, amanhecer&lt;br /&gt;      b) solução, passional, corrupção, visionário&lt;br /&gt;      c) enrijecer, deslealdade, tortura, vidente&lt;br /&gt;      d) biografia, macróbio, bibliografia, asteróide&lt;br /&gt;      e) acromatismo, hidrogênio, litografar, idiotismo&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;9. (FFCL SANTO ANDRÉ) As palavras couve-flor, planalto e aguardente são formadas por:&lt;br /&gt;      a) derivação         d) composição&lt;br /&gt;      b) onomatopéia     e) prefixação&lt;br /&gt;      c) hibridismo&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;10. (FUVEST) Assinale a alternativa em que uma das palavras não é formada por prefixação:&lt;br /&gt;      a) readquirir, predestinado, propor d) irrestrito, antípoda, prever&lt;br /&gt;      b) irregular, amoral, demover e) dever, deter, antever&lt;br /&gt;      c) remeter, conter, antegozar&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;11. (LONDRINA-PR) A palavra resgate é formada por derivação:&lt;br /&gt;      a) prefixal         d) parassintética&lt;br /&gt;      b) sufixal         e) imprópria&lt;br /&gt;      c) regressiva&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;12. (CESGRANRIO) Assinale a opção em que nem todas as palavras são de um mesmo radical:&lt;br /&gt;      a) noite, anoitecer, noitada     d) festa, festeiro, festejar&lt;br /&gt;      b) luz, luzeiro, alumiar     e) riqueza, ricaço, enriquecer&lt;br /&gt;      c) incrível, crente, crer&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;13. (SANTA CASA) Em qual dos exemplos abaixo está presente um caso de derivação parassintética?&lt;br /&gt;      a) Lá vem ele, vitorioso do combate.&lt;br /&gt;      b) Ora, vá plantar batatas!&lt;br /&gt;      c) Começou o ataque.&lt;br /&gt;      d) Assustado, continuou a se distanciar do animal.&lt;br /&gt;      e) Não vou mais me entristecer, vou é cantar.&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;14.  (UF-MG) Em todas as frases, o termo grifado exemplifica corretamente o  processo de formação de palavras indicado, exceto em:&lt;br /&gt;      a) derivação parassintética - Onde se viu perversidade semelhante?&lt;br /&gt;      b) derivação prefixal - Não senhor, não procedi nem percorri.&lt;br /&gt;      c) derivação regressiva - Preciso falar-lhe amanhã, sem falta.&lt;br /&gt;      d) derivação sufixal - As moças me achavam maçador, evidentemente.&lt;br /&gt;      e) derivação imprópria - Minava um apetite surdo pelo jantar.&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;15. (UF-MG) Em &quot;O girassol da vida e o passatempo do tempo que passa não brincam nos lagos da lua&quot;, há, respectivamente:&lt;br /&gt;      a) um elemento formado por aglutinação e outro por justaposição&lt;br /&gt;      b) um elemento formado por justaposição e outro por aglutinação&lt;br /&gt;      c) dois elementos formados por justaposição&lt;br /&gt;      d) dois elementos formados por aglutinação&lt;br /&gt;      e) n.d.a&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16. (UF-SC) Aponte a alternativa cujas palavras são respectivamente formadas por justaposição, aglutinação e parassíntese:&lt;br /&gt;      a) varapau - girassol - enfaixar&lt;br /&gt;      b) pontapé - anoitecer - ajoelhar&lt;br /&gt;      c) maldizer - petróleo - embora&lt;br /&gt;      d) vaivém - pontiagudo - enfurece&lt;br /&gt;      e) penugem - plenilúdio - despedaça&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;17.  (UF SÃO CARLOS) Considerando-se os vocábulos seguintes, assinalar a  alternativa que indica os pares de derivação regressiva, derivação  imprópria e derivação sufixal, precisamente nesta ordem:&lt;br /&gt;      embarque&lt;br /&gt;      histórico&lt;br /&gt;      cruzes!&lt;br /&gt;      porquê&lt;br /&gt;      fala&lt;br /&gt;      sombrio&lt;br /&gt;      a) 2-5, 1-4, 3-6     d) 2-3, 5-6, 1-4&lt;br /&gt;      b) 1-4, 2-5, 3-6     e) 3-6, 2-5, 1-4&lt;br /&gt;      c) 1-5, 3-4, 2-6&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;18.  (VUNESP) Em &quot;... gordos irlandeses de rosto vermelho...&quot; e &quot;... deixa  entrever o princípio de uma tatuagem.&quot;, os termos grifados são formados,  respectivamente, a partir de processos de:&lt;br /&gt;      a) derivação prefixal e derivação sufixal&lt;br /&gt;      b) composição por aglutinação e derivação prefixal&lt;br /&gt;      c) derivação sufixal e composição por justaposição&lt;br /&gt;      d) derivação sufixal e derivação prefixal&lt;br /&gt;      e) derivação parassintética e derivação sufixal&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;19. (FURG-RS) A alternativa em que todas as palavras são formadas pelo mesmo processo de composição é:&lt;br /&gt;      a) passatempo - destemido - subnutrido&lt;br /&gt;      b) pernilongo - pontiagudo - embora&lt;br /&gt;      c) leiteiro - histórico - desgraçado&lt;br /&gt;      d) cabisbaixo - pernalta - vaivém&lt;br /&gt;      e) planalto - aguardente - passatempo&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;20. (UNISINOS) O item em que a palavra não está corretamente classificada quanto ao seu processo de formação é:&lt;br /&gt;      a) ataque - derivação regressiva&lt;br /&gt;      b) fornalha - derivação por sufixação&lt;br /&gt;      c) acorrentar - derivação parassintética&lt;br /&gt;      d) antebraço - derivação prefixal&lt;br /&gt;     &lt;div style=&quot;float: right; padding: 10px;&quot;&gt;   &lt;noscript&gt; &lt;a href=&quot;http://o1.qnsr.com/cgi/r?WT.qs_dlk=r@JuswrIZ0MAADpNH-cAAAAT;;n=203;c=724060/695294;s=11019;x=2304;f=201012271552520;u=j;z=TIMESTAMP&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;250&quot; src=&quot;http://o1.qnsr.com/cgi/x?;n=203;c=724060/695294;s=11019;x=2304;u=j;z=TIMESTAMP&quot; alt=&quot;Click here&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/noscript&gt; &lt;/div&gt; e) casebre - derivação imprópria&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;21. (FUVEST) Nas  palavras: atenuado, televisão, percurso temos, respectivamente, os  seguintes processos de formação das palavras:&lt;br /&gt;      a) parassíntese, hibridismo, prefixação&lt;br /&gt;      b) aglutinação, justaposição, sufixação&lt;br /&gt;      c) sufixação, aglutinação, justaposição&lt;br /&gt;      d) justaposição, prefixação, parassíntese&lt;br /&gt;      e) hibridismo, parassíntese, hibridismo&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;22. (UF-UBERLÂNDIA) Em qual dos itens abaixo está presente um caso de derivação parassintética:&lt;br /&gt;      a) operaçãozinha         d) assustadora&lt;br /&gt;      b) conversinha         e) obrigadinho&lt;br /&gt;      c) principalmente&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt; 23.  (OBJETIVO) &quot;O embarque dos passageiros será feito no aterro&quot;. Os dois  termos sublinhados representam, respectivamente, casos de:&lt;br /&gt;      a) palavra primitiva e palavra primitiva&lt;br /&gt;      b) conversão e formação regressiva&lt;br /&gt;      c) formação regressiva e conversão&lt;br /&gt;      d) derivação prefixal e palavra primitiva&lt;br /&gt;      e) formação regressiva e formação regressiva&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;24. (UFF-RIO) O vocábulo catedral, do ponto de vista de sua formação é:&lt;br /&gt;      a) primitivo&lt;br /&gt;      b) composto por aglutinação&lt;br /&gt;      c) derivação sufixal&lt;br /&gt;     d) parassintético&lt;br /&gt;     e) derivado regressivo de catedrático&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;24. (PUC) Assinale a classificação errada do processo de formação indicado:&lt;br /&gt;      a) o porquê - conversão ou derivação imprópria&lt;br /&gt;      b) desleal - derivação prefixal&lt;br /&gt;      c) impedimento - derivação parassintética&lt;br /&gt;      d) anoitecer - derivação parassintética&lt;br /&gt;      e) borboleta - primitivo&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt; 25. (UF-PR) A formação do vocábulo sublinhado na expressão &quot;o canto das sereias&quot; é:&lt;br /&gt;      a) composição por justaposição     d) derivação sufixal&lt;br /&gt;      b) derivação regressiva         e) palavra primitiva&lt;br /&gt;      c) derivação prefixal&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt; 26. (ES-UBERLÂNDIA) Todos os verbos seguintes são formados por parassíntese (derivação parassintética), exceto:&lt;br /&gt;      a) endireitar d) desvalorizar&lt;br /&gt;      b) atormentar e) soterrar&lt;br /&gt;      c) enlouquecer&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;27.  (FUVEST) Assinalar a alternativa em que a primeira palavra apresenta  sufixo formador de advérbio e, a segunda, sufixo formador de  substantivo:&lt;br /&gt;      a) perfeitamente varrendo d) atrevimento ignorância&lt;br /&gt;      b) provavelmente erro e) proveniente furtado&lt;br /&gt;      c) lentamente explicação&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt; 28.  (FUVEST) As palavras adivinhar - adivinho e adivinhação - têm a mesma  raiz, por isso são cognatas. Assinalar a alternativa em que não ocorrem  três cognatos:&lt;br /&gt;      a) alguém - algo - algum&lt;br /&gt;      b) ler, leitura - lição&lt;br /&gt;      c) ensinar - ensino, ensinamento&lt;br /&gt;      d) candura - cândido - incandescência&lt;br /&gt;      e) viver - vida - vidente&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt; 29. (FCMSC-SP) As palavras expatriar, amoral, aguardente, são formadas por:&lt;br /&gt;      a) derivação parassintética, prefixal, composição por aglutinação&lt;br /&gt;      b) derivação sufixal, prefixal, composição por aglutinação&lt;br /&gt;      c) derivação prefixal, prefixal, composição por justaposição&lt;br /&gt;      d) derivação parassintética, sufixal, composição por aglutinação&lt;br /&gt;      e) derivação prefixal, prefixal, composição por justaposição&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;30. (MACK) As palavras entardecer, desprestígio e oneroso, são formadas, respectivamente, por:&lt;br /&gt;      a) prefixação, sufixação e parassíntese&lt;br /&gt;      b) sufixação, prefixação e parassíntese&lt;br /&gt;      c) parassíntese, sufixação e prefixação&lt;br /&gt;      d) sufixação, parassíntese e prefixação&lt;br /&gt;      e) parassíntese, prefixação e sufixação&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;31. (FUVEST) Foram formadas pelo mesmo processo as seguintes palavras:&lt;br /&gt;      a) vendavais, naufrágios, polêmicas&lt;br /&gt;      b) descompõem, desempregados, desejava&lt;br /&gt;      c) estendendo, escritório, espírito&lt;br /&gt;      d) quietação, sabonete, nadador&lt;br /&gt;      e) religião, irmão, solidão&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;32. (TRE-ES) Quem possui inveja é:&lt;br /&gt;      a) invejozo d) invejoso&lt;br /&gt;      b) invejeiro e) invejador&lt;br /&gt;      c) invejado&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt; 33.  (ETF-SP) Assinalar a alternativa que indique corretamente o processo de  formação das palavras sem-terra, sertanista e desconhecido:&lt;br /&gt;      composição por justaposição, derivação por sufixação, derivação por prefixação e sufixação&lt;br /&gt;      composição por aglutinação, derivação por sufixação e derivação por parassíntese&lt;br /&gt;      composição por aglutinação, derivação por sufixação e derivação por sufixação&lt;br /&gt;      composição por justaposição, derivação por sufixação e composição por aglutinação&lt;br /&gt;      composição por aglutinação, derivação por sufixação e derivação por prefixação&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;34. (FUVEST) Assinalar a alternativa que registra a palavra que tem o sufixo formador de advérbio:&lt;br /&gt;      a) desesperança         d) extremamente&lt;br /&gt;      b) pessimismo         e) sociedade&lt;br /&gt;      c) empobrecimento&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;35.  (CESGRANRIO) Os vocábulos aprimorar e encerrar classificam-se, quanto  ao processo de formação de palavras, respectivamente, em:&lt;br /&gt;      a) parassíntese - prefixação&lt;br /&gt;      b) parassíntese - parassíntese&lt;br /&gt;      c) prefixação - parassíntese&lt;br /&gt;      d) sufixação - prefixação e sufixação&lt;br /&gt;      e) prefixação e sufixação - prefixação&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;36. (PUC) Considerando o processo de formação de palavras, relacione a coluna da direita com a da esquerda:&lt;br /&gt;      ( 1 ) derivação imprópria         ( ) desenredo&lt;br /&gt;      ( 2 ) prefixação             ( ) narrador&lt;br /&gt;      ( 3 ) prefixação e sufixação         ( ) infinitamente&lt;br /&gt;      ( 4 ) sufixação             ( ) o voar&lt;br /&gt;      ( 5 ) composição por justaposição     ( ) pão de mel&lt;br /&gt;      a) 3, 4, 2, 5, 1     d) 2, 4, 3, 5, 1&lt;br /&gt;      b) 2, 4, 3, 1, 5     e) 4, 1, 5, 2, 3&lt;br /&gt;      c) 4, 1, 5, 3, 2&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt; 37. (ETF-SP) Assinalar a alternativa em que as duas palavras&lt;br /&gt;são formadas por parassíntese:&lt;br /&gt;      a) indisciplinado - desperdiçar&lt;br /&gt;      b) incineração - indescritível&lt;br /&gt;      c) despedaçar - compostagem&lt;br /&gt;      d) endeusado - envergonhar&lt;br /&gt;      e) descamisado - desonestidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;38. (ETF-SP) Assinalar a alternativa correta quanto à formação das seguintes palavras: girassol; destampado; vinagre; irreal.&lt;br /&gt;      a) sufixação; parassíntese; aglutinação; prefixação&lt;br /&gt;      b) justaposição; prefixação e sufixação; aglutinação; prefixação&lt;br /&gt;      c) justaposição; prefixação e sufixação; sufixação; parassíntese&lt;br /&gt;      d) sufixação; parassíntese; derivação regressiva; sufixação&lt;br /&gt;      e) aglutinação; prefixação; aglutinação; justaposição&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;39. (CESGRANRIO) As palavras esquartejar, desculpa e irreconhecível foram formadas, respectivamente, pelos processos de:&lt;br /&gt;      a) sufixação - prefixação - parassíntese&lt;br /&gt;      b) sufixação - derivação regressiva - prefixação&lt;br /&gt;      c) composição por aglutinação - prefixação - sufixação&lt;br /&gt;      d) parassíntese - derivação regressiva - prefixação&lt;br /&gt;      e) parassíntese - derivação imprópria - parassíntese&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;40. (PUC-RJ) A palavra engrossar apresenta o mesmo processo de formação de:&lt;br /&gt;      a) embalançar         d) encobrir&lt;br /&gt;      b) abstrair             e) perfurar&lt;br /&gt;      c) encaixotar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2&gt;PROCESSO DE FORMAÇÃO DE PALAVRAS &lt;/h2&gt;Gabarito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;      1 - B 11 - C 21 - A 31 - D&lt;br /&gt;      2 - B 12 - B 22 - D 32 - D&lt;br /&gt;      3 - B 13 - E 23 - E 33 - A&lt;br /&gt;      4 - C 14 - A 24 - C 34 - D&lt;br /&gt;      5 - E 15 - C 25 - B 35 - A&lt;br /&gt;      6 - E 16 - D 26 - D 36 - B&lt;br /&gt;      7 - D 17 - C 27 - E 37 - D&lt;br /&gt;      8 - A 18 - D 28 - C 38 - B&lt;br /&gt;      9 - D 19 - B 29 - A 39 - D&lt;br /&gt;      10 - E 20 - E 30 - E 40 - C</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/feeds/455353838239130045/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2011/02/processos-de-formacao-das-palavras.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/455353838239130045'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/455353838239130045'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2011/02/processos-de-formacao-das-palavras.html' title='Processos de Formação das Palavras ( Questões)'/><author><name>AUGUSTUS BASTOS de Souza giffoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17471510314387946345</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5006971952486858886.post-616200372398885529</id><published>2011-02-07T11:25:00.000-08:00</published><updated>2011-04-19T08:04:28.687-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Colocação Pronominal"/><title type='text'>Colocação Pronominal</title><content type='html'>&lt;div id=&quot;HOTWordsTxt&quot; name=&quot;HOTWordsTxt&quot;&gt;É o &lt;a href=&quot;http://www.infoescola.com/portugues/colocacao-pronominal-proclise-mesoclise-enclise/#&quot; style=&quot;color: rgb(0, 0, 255); text-decoration: underline; border-bottom: 1px dotted;&quot;&gt;estudo&lt;/a&gt; da colocação dos pronomes oblíquos átonos (me, te, se, o, a, lhe, nos, vos, os, as, lhes) em relação ao verbo. &lt;p&gt;Os pronomes átonos podem ocupar 3 posições: antes do verbo (próclise), no meio do verbo (mesóclise) e depois do verbo (ênclise).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Esses pronomes se unem aos verbos porque são “fracos” na pronúncia.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;PRÓCLISE&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Usamos a próclise nos seguintes casos:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;(1)&lt;/strong&gt; Com palavras ou expressões negativas: não, nunca, jamais, nada, ninguém, nem, de modo algum.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;- &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;Nada me&lt;/span&gt; perturba.&lt;br /&gt;- &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;Ninguém se&lt;/span&gt; mexeu.&lt;br /&gt;- &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;De modo algum me&lt;/span&gt; afastarei daqui.&lt;br /&gt;- Ela &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;nem se&lt;/span&gt; importou com meus problemas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;(2)&lt;/strong&gt; Com conjunções subordinativas: quando, se, porque, que, conforme, embora, logo, que.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;- &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;Quando se&lt;/span&gt; trata de comida, ele é um “expert”.&lt;br /&gt;- É &lt;a href=&quot;http://www.infoescola.com/portugues/colocacao-pronominal-proclise-mesoclise-enclise/#&quot; style=&quot;color: rgb(0, 0, 255); text-decoration: underline; border-bottom: 1px dotted;&quot;&gt;necessário &lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;que a&lt;/span&gt;  deixe na &lt;a href=&quot;http://www.infoescola.com/portugues/colocacao-pronominal-proclise-mesoclise-enclise/#&quot; style=&quot;color: rgb(0, 0, 255); text-decoration: underline; border-bottom: 1px dotted;&quot;&gt;escola&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;- Fazia a lista de convidados, conforme me lembrava dos amigos sinceros.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;(3)&lt;/strong&gt; Advérbios&lt;/p&gt; &lt;p&gt;- &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;Aqui&lt;/span&gt; se tem paz.&lt;br /&gt;- &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;Sempre me&lt;/span&gt;  dediquei aos &lt;a href=&quot;http://www.infoescola.com/portugues/colocacao-pronominal-proclise-mesoclise-enclise/#&quot; style=&quot;color: rgb(0, 0, 255); text-decoration: underline; border-bottom: 1px dotted;&quot;&gt;estudos&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;- &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;Talvez o&lt;/span&gt; veja na escola.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;OBS: Se houver vírgula depois do advérbio, este (o advérbio) deixa de atrair o pronome.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;- Aqui, trabalha-se.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;(4)&lt;/strong&gt; Pronomes &lt;a href=&quot;http://www.infoescola.com/portugues/pronome-relativo/&quot;&gt;relativos&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://www.infoescola.com/portugues/pronome-demonstrativo/&quot;&gt;demonstrativos&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;http://www.infoescola.com/portugues/pronome-indefinido/&quot;&gt;indefinidos&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;- &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;Alguém me&lt;/span&gt; ligou? (indefinido)&lt;br /&gt;- A pessoa &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;que me&lt;/span&gt; ligou era minha amiga. (relativo)&lt;br /&gt;- &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;Isso me&lt;/span&gt; traz muita felicidade. (demonstrativo)&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;(5)&lt;/strong&gt; Em frases interrogativas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;- &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;Quanto me&lt;/span&gt; cobrará pela tradução?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;(6)&lt;/strong&gt; Em frases exclamativas ou optativas (que exprimem desejo).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;- Deus o abençoe!&lt;br /&gt;- Macacos me mordam!&lt;br /&gt;- Deus te abençoe, meu filho!&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;(7)&lt;/strong&gt; Com verbo no gerúndio antecedido de preposição EM.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;- &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;Em se plantando&lt;/span&gt; tudo dá.&lt;br /&gt;- &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;Em se tratando de beleza&lt;/span&gt;, ele é campeão.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;(8)&lt;/strong&gt; Com formas verbais proparoxítonas&lt;/p&gt; &lt;p&gt;- Nós &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;o censurávamos&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;MESÓCLISE &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Usada quando o verbo estiver no futuro do presente (vai acontecer –  amarei, amarás, …) ou no futuro do pretérito (ia acontecer mas não  aconteceu – amaria, amarias, …)&lt;/p&gt; &lt;p&gt;- Convidar-me-ão para a festa.&lt;br /&gt;- Convidar-me-iam para a festa.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Se houver uma palavra atrativa, a &lt;em&gt;próclise&lt;/em&gt; será obrigatória.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;- Não (palavra atrativa) me convidarão para a festa.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;ÊNCLISE &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ênclise de verbo no futuro e &lt;a href=&quot;http://www.infoescola.com/portugues/participio-2/&quot;&gt;particípio&lt;/a&gt; está sempre &lt;strong&gt;errada&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;- Tornarei-me……. (errada)&lt;br /&gt;- Tinha entregado-nos……….(errada)&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ênclise de verbo no infinitivo está sempre &lt;strong&gt;certa&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;- Entregar-lhe (correta)&lt;br /&gt;- Não posso recebê-lo. (correta)&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Outros casos:&lt;br /&gt;- Com o verbo no início da frase: Entregaram-me as camisas.&lt;br /&gt;- Com o verbo no imperativo afirmativo: Alunos, comportem-se.&lt;br /&gt;- Com o verbo no gerúndio: Saiu deixando-nos por instantes.&lt;br /&gt;- Com o verbo no infinitivo impessoal: Convém contar-lhe tudo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;OBS: se o gerúndio vier precedido de preposição ou de palavra atrativa, ocorrerá a próclise:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;- Em se tratando de cinema, prefiro o suspense.&lt;br /&gt;- Saiu do escritório, não nos revelando os motivos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;COLOCAÇÃO PRONOMINAL NAS LOCUÇÕES VERBAIS &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.infoescola.com/portugues/locucao-verbal/&quot;&gt;Locuções verbais&lt;/a&gt; são formadas por um &lt;a href=&quot;http://www.infoescola.com/portugues/verbos-auxiliares-portugues/&quot;&gt;verbo auxiliar&lt;/a&gt; + infinitivo, gerúndio ou particípio.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;AUX + PARTICÍPIO&lt;/strong&gt;: o pronome deve ficar depois do verbo auxiliar. Se houver palavra atrativa, o pronome deverá ficar antes do verbo auxiliar.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;- &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;Havia-lhe contado&lt;/span&gt; a verdade.&lt;br /&gt;- &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;Não&lt;/span&gt; (palavra atrativa) &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;lhe havia contado&lt;/span&gt; a verdade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;AUX + GERÚNDIO OU INFINITIVO&lt;/strong&gt;: se não houver palavra atrativa, o pronome oblíquo virá depois do verbo auxiliar ou do verbo principal.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;Infinitivo&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;Quero-lhe dizer&lt;/span&gt; o que aconteceu.&lt;br /&gt;- &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;Quero dizer-lhe&lt;/span&gt; o que aconteceu.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;Gerúndio&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;Ia-lhe dizendo&lt;/span&gt; o que aconteceu.&lt;br /&gt;- &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;Ia dizendo-lhe&lt;/span&gt; o que aconteceu.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Se houver palavra atrativa, o pronome oblíquo virá antes do verbo auxiliar ou depois do verbo principal.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;Infinitivo&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;Não lhe quero dizer&lt;/span&gt; o que aconteceu.&lt;br /&gt;- &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;Não quero dizer-lhe&lt;/span&gt; o que aconteceu.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;Gerúndio&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;Não lhe ia dizendo&lt;/span&gt; a verdade.&lt;br /&gt;- &lt;span style=&quot;text-decoration: underline;&quot;&gt;Não ia dizendo-lhe&lt;/span&gt; a verdade.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/feeds/616200372398885529/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2011/02/colocacao-pronominal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/616200372398885529'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/616200372398885529'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2011/02/colocacao-pronominal.html' title='Colocação Pronominal'/><author><name>AUGUSTUS BASTOS de Souza giffoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17471510314387946345</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5006971952486858886.post-6573036422481913239</id><published>2011-02-07T06:17:00.000-08:00</published><updated>2013-07-10T12:54:16.394-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Barbarismo"/><title type='text'>Barbarismo</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgPb2dscVmiPknp-mDN9ZAoVLdSh-14zzc89-N6FMkDheApqC0nFRGWmt3GtI0N0IUPGHx-F8C2nwX8Zqw75vlYeB1sTRCu0F-arIm6NH9TAUkVptsRE5waDh0TaSXKaocUFr_J2BkePzk/s1600/bar.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 249px; height: 149px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgPb2dscVmiPknp-mDN9ZAoVLdSh-14zzc89-N6FMkDheApqC0nFRGWmt3GtI0N0IUPGHx-F8C2nwX8Zqw75vlYeB1sTRCu0F-arIm6NH9TAUkVptsRE5waDh0TaSXKaocUFr_J2BkePzk/s320/bar.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5570952599795810738&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Barbarismo&lt;/b&gt; é um vício ou figura de linguagem que consiste no  erro de português, cometido na grafia ou na pronúncia. É popularmente  conhecido como &lt;b&gt;&quot;assassinato do português&quot;&lt;/b&gt;.&lt;/p&gt; &lt;h2&gt;&lt;span class=&quot;editsection&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;mw-headline&quot; id=&quot;Exemplos&quot;&gt;Exemplos :&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;Quebrei a garrafa de vrido (vidro)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Fizesse&lt;/b&gt; as pazes com tua irmã? (Fizeste)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Os cobertores já estão &lt;b&gt;drobados&lt;/b&gt; (dobrados)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Estou com um &lt;b&gt;pobrema&lt;/b&gt; (problema)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Assine aqui com sua &lt;b&gt;rúbrica&lt;/b&gt; (rubrica)&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/feeds/6573036422481913239/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2011/02/barbarismo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/6573036422481913239'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5006971952486858886/posts/default/6573036422481913239'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://portuguesamigo.blogspot.com/2011/02/barbarismo.html' title='Barbarismo'/><author><name>AUGUSTUS BASTOS de Souza giffoni</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17471510314387946345</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgPb2dscVmiPknp-mDN9ZAoVLdSh-14zzc89-N6FMkDheApqC0nFRGWmt3GtI0N0IUPGHx-F8C2nwX8Zqw75vlYeB1sTRCu0F-arIm6NH9TAUkVptsRE5waDh0TaSXKaocUFr_J2BkePzk/s72-c/bar.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>