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	<description>Resenhas Crítica de Filmes</description>
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		<title>REVIEW: PATTI CAKE$ (2017)</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Nov 2017 19:19:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adécio Moreira Jr.]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos 2017]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Do Blog: <a rel="nofollow" href="http://poseseneuroses.com.br"></a></p>
<p>Patti Cake$ &#124; dir. Geremy Jasper &#124; EUA &#124; ★★½ Patti Cake$ chega hoje aos cinemas brasileiros com uma história agradável sobre a superação de Patricia Dombrowski (ou Killa P. ou Patti Cake$), uma garota que sonha em ser uma&#8230; <a href="http://poseseneuroses.com.br/patti-cakes/" class="more-link">Continuar a leitura <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
<p>Conteúdo original: <a rel="nofollow" href="http://poseseneuroses.com.br/patti-cakes/">REVIEW: PATTI CAKE$ (2017)</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Do Blog: <a rel="nofollow" href="http://poseseneuroses.com.br"></a></p>
<p style="text-align: center;">Patti Cake$ | dir. Geremy Jasper | EUA | ★★½</p>
<p><span id="more-23861"></span></p>
<p><img class="alignleft wp-image-23862" src="http://poseseneuroses.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2017/11/Patti-Cake-Poster-300x444.jpg" alt="Patti Cake$ Poster" width="200" height="296" srcset="http://poseseneuroses.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2017/11/Patti-Cake-Poster-300x444.jpg 300w, http://poseseneuroses.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2017/11/Patti-Cake-Poster-350x518.jpg 350w, http://poseseneuroses.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2017/11/Patti-Cake-Poster.jpg 500w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /></p>
<p><strong>Patti Cake$</strong> chega hoje aos cinemas brasileiros com uma história agradável sobre a superação de Patricia Dombrowski (ou Killa P. ou Patti Cake$), uma garota que sonha em ser uma <em>rapper</em>. O problema é que existem alguns limitadores que ela precisa se sobrepor. O primeiro deles é ser mulher, algo complexo por estar entre as que são comumente objetificadas nesse meio. Soma-se a isso o fato de ser uma jovem gorda, o que não evita piadinhas como ser chamada de “<em>Dumbo</em>” ou “<em>Pig Azealia</em>”. Também não tem apoio monetário por trás, tendo que ralar como bartender para garantir um investimento em suas rimas ferozes, que refletem a sua realidade sendo moradora da periferia de New Jersey. Junta-se a ela os amigos Jheri (Siddharth Dhananjay) e Basterd (Mamoudou Athie) e até mesmo a avó (Cathy Moriarty, a Vickie La Motta, de “<a href="http://poseseneuroses.com.br/touro-indomavel/">Touro Indomável</a>”) para que surja a oportunidade de formar uma banda. Patti só não encontra apoio da mãe (Bridget Everett), uma ex-cantora que enfrenta o alcoolismo. Por sinal, para mim, <strong>Patti Cake$</strong> ganha pontos justamente quando mostra a relação da protagonista com seus entes, que evidencia a sua gana por ter seu lugar ao sol, além das sacadas do roteiro (escrito pelo também diretor Geremy Jasper, aqui estreando em longas), que não poupa nem mesmo às interpretações de apropriação cultural (“<em>Aja de acordo com a sua idade</em>”, Patti diz para mãe, que houve como resposta: “<em>Aja de acordo com a sua raça</em>”). É uma pena, todavia, que <strong>Patti Cake$</strong> vai aos poucos saindo do seu aspecto mais realista para adentrar num drama familiar muito mais formuláico, que acaba por dividir o filme em dois (eu gosto bem mais da primeira parte). Como curiosidade, foi produzido pela RT Features, que é brasileira. Desde que eu assisti ao filme, ainda não esqueci da música que fica entoando “<em>P B N G – P P B N G</em>”.</p>
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		<title>REVIEW: DOENTES DE AMOR (2017)</title>
		<link>http://poseseneuroses.com.br/doentes-de-amor/</link>
		<pubDate>Thu, 30 Nov 2017 19:12:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adécio Moreira Jr.]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos 2017]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar 2018]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Do Blog: <a rel="nofollow" href="http://poseseneuroses.com.br"></a></p>
<p>Doentes de Amor &#124; The Big Sick &#124; dir. Michael Showalter &#124; EUA &#124; ★★★½ Foi uma grata surpresa assistir a este Doentes de Amor, que para ser sincero eu nem estava dando muito valor. Talvez desafiado a conferir após&#8230; <a href="http://poseseneuroses.com.br/doentes-de-amor/" class="more-link">Continuar a leitura <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
<p>Conteúdo original: <a rel="nofollow" href="http://poseseneuroses.com.br/doentes-de-amor/">REVIEW: DOENTES DE AMOR (2017)</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Do Blog: <a rel="nofollow" href="http://poseseneuroses.com.br"></a></p>
<p style="text-align: center;">Doentes de Amor | The Big Sick | dir. Michael Showalter | EUA | ★★★½</p>
<p><span id="more-23858"></span></p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-23859" src="http://poseseneuroses.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2017/11/Doentes-de-Amor-Poster-300x444.jpg" alt="Doentes de Amor Poster" width="300" height="444" srcset="http://poseseneuroses.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2017/11/Doentes-de-Amor-Poster-300x444.jpg 300w, http://poseseneuroses.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2017/11/Doentes-de-Amor-Poster-350x518.jpg 350w, http://poseseneuroses.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2017/11/Doentes-de-Amor-Poster.jpg 500w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Foi uma grata surpresa assistir a este <strong>Doentes de Amor</strong>, que para ser sincero eu nem estava dando muito valor. Talvez desafiado a conferir após as recentes indicações ao Independent Spirit Awards, fui ver essa comédia simpática, dessas que demoram a aparecer em meio a tantas baboseiras que insistem em repetir as mesmas fórmulas. Sendo bem justo, é possível falar que o filme até se obriga a adentrar nessa tal fórmula, ainda que envolto num bom humor muito mais crítico, principalmente em relação ao choque cultural entre os norte-americanos e povos oriundos do Oriente Médio. O protagonista é Kumail Nanjiani. O cara é comediante, tendo o diferencial de ser paquistanês. Sua família mantém diversos hábitos de sua cultura, o que inclui o casamento arranjado. O problema é que Kumail não está lá muito interessado nos encontros arranjados que sua mãe finge não fazer, e se envolve com Emily (Zoe Kazan), uma norte-americana que Kumail conhece no mesmo clube em que se apresenta. Por alguns desvios do destino, Kumail terá que conviver com os pais de Emily (Holly Hunter e Ray Romano). O fato curioso em relação à obra é que tudo é parcialmente baseado na vida do próprio Kumail. É claro que temperaram ali com uma série de liberdades poéticas (a exemplo da convivência inicialmente difícil com os sogros) justamente para dar ainda mais elementos afim de dialogar com o público. Quem se deu melhor nessa foi Holly Hunter, uma atriz fantástica que está com a oportunidade de marcar a sua carreira com uma personagem simpática, profunda e divertida. O romance em si, é claro, tem seus altos e baixos. E, ao contrário do que acontece na maioria das vezes, achei o conflito do casal muito pertinente (Emily tem argumentos muito bons em relação às suas atitudes). <strong>Doentes de Amor</strong> tem uma ou outra derrapada em relação à sua insistência em voltar à velha fórmula da comédia romântica, mas no geral conta com boas figuras e um bom humor que funciona. Gostei!</p>
<p>Conteúdo original: <a rel="nofollow" href="http://poseseneuroses.com.br/doentes-de-amor/">REVIEW: DOENTES DE AMOR (2017)</a></p>
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		<title>REVIEW: ME CHAME PELO SEU NOME (2017)</title>
		<link>http://poseseneuroses.com.br/me-chame-pelo-seu-nome/</link>
		<pubDate>Thu, 30 Nov 2017 19:04:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adécio Moreira Jr.]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Lançamentos 2018]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar 2018]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Do Blog: <a rel="nofollow" href="http://poseseneuroses.com.br"></a></p>
<p>Me Chame pelo Seu Nome &#124; Call Me by Your Name &#124; dir. Luca Guadagnino &#124; Itália &#124; ★★★★½ Esse ano eu quase não saí de casa para curtir o Festival Mix de São Paulo, um evento que celebra a&#8230; <a href="http://poseseneuroses.com.br/me-chame-pelo-seu-nome/" class="more-link">Continuar a leitura <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
<p>Conteúdo original: <a rel="nofollow" href="http://poseseneuroses.com.br/me-chame-pelo-seu-nome/">REVIEW: ME CHAME PELO SEU NOME (2017)</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Do Blog: <a rel="nofollow" href="http://poseseneuroses.com.br"></a></p>
<p style="text-align: center;">Me Chame pelo Seu Nome | Call Me by Your Name | dir. Luca Guadagnino | Itália | ★★★★½</p>
<p><span id="more-23856"></span></p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-23845" src="http://poseseneuroses.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2017/11/Me-Chame-Pelo-Seu-Nome-Poster-300x444.jpg" alt="Me Chame Pelo Seu Nome Poster" width="300" height="444" srcset="http://poseseneuroses.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2017/11/Me-Chame-Pelo-Seu-Nome-Poster-300x444.jpg 300w, http://poseseneuroses.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2017/11/Me-Chame-Pelo-Seu-Nome-Poster-350x518.jpg 350w, http://poseseneuroses.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2017/11/Me-Chame-Pelo-Seu-Nome-Poster.jpg 500w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />Esse ano eu quase não saí de casa para curtir o Festival Mix de São Paulo, um evento que celebra a cultura da diversidade com uma vasta programação cultural. E a boa notícia era que este ano as exibições cinematográficas teriam entrada franca. O único longa que me chamou atenção a ponto de enfrentar as concorridas sessões foi este <strong>Me Chame Pelo Seu Nome</strong>, do diretor italiano Luca Guadagnino, que foi praticamente uma unanimidade entre os críticos mundo afora – incluindo o último festival do Rio – e está cotadíssimo para o Oscar do ano que vem. Eu até subestimei a galera que queria ver o filme, chegando ao CineSesc duas horas antes da sessão, quando a fila já dobrava quarteirão. A minha sorte é que, como tenho a credencial do SESC, tive preferência para a distribuição de ingressos, enquanto a maioria do público “comum” da fila viu os ingressos esgotarem rapidamente. E muita gente ficou de fora. E quer saber? Qualquer espera valera a pena. <strong>Me Chame Pelo Seu Nome</strong> é uma delícia de filme. Não só por acompanharmos o poético romance entre o jovem judeu de 17 anos Elio (Timothée Chalamet) e o norte-americano mais velho Oliver (Armie Hammer). Tudo se passa no norte da Itália durante o verão de 1983. E é sob o lindo sol do mediterrâneo que surge esse romance inesperado – ambos os personagens podem ser considerados bissexuais -, porém genuíno na maneira como a história respeita o tempo para estabelecer tudo. A história, por sinal, foi escrita pelo premiado James Ivory, baseando-se no livro de Andre Aciman, publicado em 2007, que se estende bem mais na relação entre Oliver e Elio (parece que teremos uma sequência vindo por aí). <strong>Me Chame Pelo Seu Nome</strong> é irresistível, com direito a um diálogo de pai para filho que está entre os mais lindos que já pude presenciar no cinema. Excelente!</p>
<p>Conteúdo original: <a rel="nofollow" href="http://poseseneuroses.com.br/me-chame-pelo-seu-nome/">REVIEW: ME CHAME PELO SEU NOME (2017)</a></p>
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		<title>INGRID GOES WEST (2017)</title>
		<link>http://poseseneuroses.com.br/ingrid-goes-west/</link>
		<pubDate>Tue, 28 Nov 2017 20:33:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adécio Moreira Jr.]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Comédia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Do Blog: <a rel="nofollow" href="http://poseseneuroses.com.br"></a></p>
<p>Ingrid Goes West &#124; dir. Matt Spicer &#124; EUA &#124; ★★★★ Eu adoro a Aubrey Plaza. Eu posso até reconhecer que ela não é, digamos, muito multifacetada, já que não há grandes diferenças no modo como ela compõe seus personagens,&#8230; <a href="http://poseseneuroses.com.br/ingrid-goes-west/" class="more-link">Continuar a leitura <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
<p>Conteúdo original: <a rel="nofollow" href="http://poseseneuroses.com.br/ingrid-goes-west/">INGRID GOES WEST (2017)</a></p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Do Blog: <a rel="nofollow" href="http://poseseneuroses.com.br"></a></p>
<p style="text-align: center;">Ingrid Goes West | dir. Matt Spicer | EUA | ★★★★</p>
<p><span id="more-23853"></span></p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-23844" src="http://poseseneuroses.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2017/11/Ingrid-Goes-West-Poster-300x444.jpg" alt="Ingrid Goes West Poster" width="300" height="444" srcset="http://poseseneuroses.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2017/11/Ingrid-Goes-West-Poster-300x444.jpg 300w, http://poseseneuroses.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2017/11/Ingrid-Goes-West-Poster-350x518.jpg 350w, http://poseseneuroses.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2017/11/Ingrid-Goes-West-Poster.jpg 500w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />Eu adoro a Aubrey Plaza.</p>
<p>Eu posso até reconhecer que ela não é, digamos, muito multifacetada, já que não há grandes diferenças no modo como ela compõe seus personagens, se beneficiando de sua capacidade de fazer rir pela sua expressão de completo desdém com outros seres humanos. Foi assim que ela pavimentou o início de sua carreira na série “Parks and Recreation” (2009-2015) e transitou para o cinema.</p>
<p>Agora ela produz e estrela este <strong>Ingrid Goes West</strong>, uma comédia <em>dark</em> muito mordaz sobre a realidade (ou deslealdade) das garotas que são consideradas “influenciadoras” no Instagram.</p>
<p>Plaza interpreta Ingrid, uma dessas fãs de <em>it girls</em> que já ultrapassou a linha que separa as seguidoras das verdadeiras perseguidoras (ou <em>stalkers</em>, como são conhecidas na rede).</p>
<p>Após um período sendo tratada numa instituição, ela recebe uma bolada de herança da mãe falecida e parte para a Califórnia, onde terá em Taylor (Elizabeth Olsen), a sua próxima guru e, portanto, potencial vítima. Taylor mostra para os seus milhares de seguidores uma vida perfeita, com comidas lindas, um namorado amoroso, uma vida feliz e uma casa rústica. Com a estranha proximidade de Ingrid, percebemos que nem tudo é o que parece online.</p>
<p>A melhor sacada de <strong>Ingrid Goes West</strong> está justamente nessa ironia proposta pelo diretor e roteirista Matt Spicer. O filme se inicia como uma deliciosa comédia em que os momentos engraçados funcionam pelo poder de identificação conosco.</p>
<p>No decorrer da história, o longa vai ganhando contornos mais preocupantes – sem deixar, é claro, o seu tom cômico – para trazer um pouco de reflexão nessa nova era dos jovens de hoje. Afinal, o que é visto pela tela do smartphone é real, ou tudo é um produto de si mesmo? E o quão perigosa é essa busca pela notoriedade nas redes sociais? O que é ser influencer e as consequências?</p>
<p>Ficam aí as perguntas para <strong>Ingrid Goes West</strong> brincar.</p>
<p>Conteúdo original: <a rel="nofollow" href="http://poseseneuroses.com.br/ingrid-goes-west/">INGRID GOES WEST (2017)</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>BRAWL IN CELL BLOCK 99 (2017)</title>
		<link>http://poseseneuroses.com.br/brawl-in-cell-block-99/</link>
		<pubDate>Tue, 28 Nov 2017 20:15:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adécio Moreira Jr.]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Drama]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Do Blog: <a rel="nofollow" href="http://poseseneuroses.com.br"></a></p>
<p>Brawl in Cell Block 99 &#124; dir. S. Craig Zahler &#124; EUA &#124; ★★★ Quando eu terminei de ver ao filme Brawl in Cell Block 99, mais especificamente na última cena, eu confesso que cheguei a dar risada. Não que&#8230; <a href="http://poseseneuroses.com.br/brawl-in-cell-block-99/" class="more-link">Continuar a leitura <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
<p>Conteúdo original: <a rel="nofollow" href="http://poseseneuroses.com.br/brawl-in-cell-block-99/">BRAWL IN CELL BLOCK 99 (2017)</a></p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Do Blog: <a rel="nofollow" href="http://poseseneuroses.com.br"></a></p>
<p style="text-align: center;">Brawl in Cell Block 99 | dir. S. Craig Zahler | EUA | ★★★</p>
<p><span id="more-23850"></span></p>
<p><img class="alignleft wp-image-23843 size-medium" title="Brawl in Cell Block 99 Poster" src="http://poseseneuroses.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2017/11/Brawl-in-Cel-Block-99-Poster-300x444.jpg" alt="Brawl in Cell Block 99 Poster" width="300" height="444" srcset="http://poseseneuroses.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2017/11/Brawl-in-Cel-Block-99-Poster-300x444.jpg 300w, http://poseseneuroses.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2017/11/Brawl-in-Cel-Block-99-Poster-350x518.jpg 350w, http://poseseneuroses.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2017/11/Brawl-in-Cel-Block-99-Poster.jpg 500w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Quando eu terminei de ver ao filme <strong>Brawl in Cell Block 99</strong>, mais especificamente na última cena, eu confesso que cheguei a dar risada. Não que eu queira detalhar o que se passa nos últimos momentos do filme, mas não acho tão perigoso dizer que este novo trabalho do diretor e roteirista S. Craig Zahler (“Rastro de Maldade”) é violento pra cacete.</p>
<p>Super gráfico, não tem dó nem piedade em mostrar braços sendo retorcidos, cabeças sendo esmagadas ou espancamentos com qualquer objeto capaz de quebrar ossos. E eu digo isso de antemão porque estar avisado sobre essa característica do longa poderá ser primordial para você aproveitar (ou não) a experiência em assisti-lo.</p>
<p>A trama é protagonizada por Bradley (Vince Vaughn), que é casado com Lauren (Jennifer Carpenter). Os dois decidem, após uma crise causada por um aborto espontâneo, dar uma nova chance em ter uma família. Mas, como ficou desempregado e precisa reerguer as finanças pessoas, Brad decide voltar a trabalhar com Gil (Marc Blucas), um traficante local.</p>
<p>Por conta de uma situação onde teve que tomar as rédeas da situação, Brad vai parar na cadeia, para logo depois passar a ser chantageado, tendo que cumprir a execução de um prisioneiro que está no bloco 99 de uma prisão de segurança máxima.</p>
<p>Vince Vaugh está aqui em talvez em sua melhor interpretação da carreira. Não só porque precisou ganhar massa corpórea para convencer no tipo atlético, mas porque seu personagem é um anti-herói complexo, principalmente no que se refere ao seu patriotismo enviesado. E é justamente essa dicotomia em amar o seu país e trabalhar para a degeneração dos americanos que irá fazer a virada na história.</p>
<p>Por outro lado, me incomodou o fato de <strong>Brawl in Cell Block 99</strong> dar muito mais ênfase ao <em>gore</em>, sem se preocupar muitas vezes com detalhes que evitariam erros de continuidade, efeitos bisonhos e personagens secundários excessivamente unidimensionais. Haja sangue frio.</p>
<p>Conteúdo original: <a rel="nofollow" href="http://poseseneuroses.com.br/brawl-in-cell-block-99/">BRAWL IN CELL BLOCK 99 (2017)</a></p>
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		<title>BOM COMPORTAMENTO (2017)</title>
		<link>http://poseseneuroses.com.br/bom-comportamento/</link>
		<pubDate>Tue, 28 Nov 2017 00:42:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adécio Moreira Jr.]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Thriller]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Do Blog: <a rel="nofollow" href="http://poseseneuroses.com.br"></a></p>
<p>Bom Comportamento &#124; Good Time &#124; dir. Benny Safdie, Josh Safdie &#124; EUA &#124; ★★★★ Bom Comportamento foi um filme que começou a ganhar um certo hype entre os cinéfilos em meio à Mostra Internacional de São Paulo. Naquela correria,&#8230; <a href="http://poseseneuroses.com.br/bom-comportamento/" class="more-link">Continuar a leitura <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
<p>Conteúdo original: <a rel="nofollow" href="http://poseseneuroses.com.br/bom-comportamento/">BOM COMPORTAMENTO (2017)</a></p>
]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Do Blog: <a rel="nofollow" href="http://poseseneuroses.com.br"></a></p>
<p style="text-align: center;">Bom Comportamento | <em>Good Time</em> | dir. Benny Safdie, Josh Safdie | EUA | ★★★★</p>
<p><span id="more-23847"></span></p>
<p><img class="alignleft wp-image-23842 size-medium" title="Bom Comportamento Poster" src="http://poseseneuroses.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2017/11/Bom-Comportamento-Poster-300x444.jpg" alt="Bom Comportamento Poster" width="300" height="444" srcset="http://poseseneuroses.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2017/11/Bom-Comportamento-Poster-300x444.jpg 300w, http://poseseneuroses.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2017/11/Bom-Comportamento-Poster-350x518.jpg 350w, http://poseseneuroses.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2017/11/Bom-Comportamento-Poster.jpg 500w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><strong>Bom Comportamento</strong> foi um filme que começou a ganhar um certo <em>hype</em> entre os cinéfilos em meio à Mostra Internacional de São Paulo. Naquela correria, acabei não tendo como conferir este trabalho dos irmãos Benny e Josh Safdie, que chegaram a ser ovacionados durante exibição no Festival de Cannes.</p>
<p>Tive então que me contentar com a espera de uma oportunidade posterior, ainda que os horários de exibição nos cinemas em que esteve em cartaz não fossem dos mais acessíveis.</p>
<p>Pois bem. Agora que eu vi, eu posso afirmar que, de fato, é compreensível os elogios que Bom Comportamento andou tendo por aí. E acredito que o principal êxito do longa seja a sua sagacidade, que está a serviço de um estilo muito pulsante dos diretores, que antes já fizeram o desconhecido – pelo menos para mim – “Amor, Drogas e Nova York” (2014).</p>
<p>A história se passa num dia de cão vivido por Connie (Robert Pattinson), que se inicia com uma tentativa fracassada de um assalto a banco junto ao seu irmão, Nick (Benny Safdie, o co-diretor da fita), que sofre de um retardo mental. Depois que o crime não dá muito certo, Connie passa por uma série de provações ao longo de consequências de decisões mal tomadas.</p>
<p><strong>Bom Comportamento</strong> é, justamente por ter essa ação passada em pouco tempo no universo da história, tem um tom muito ágil, desses que não te dá possibilidade de alívio. Isso é bom, é claro, desde que não pratique os chamados arroubos no roteiro e não menospreze a inteligência do espectador. O climinha <em>cool</em> e deveras pretensioso demais foram sentidos por mim em algum momento do segundo ato, porém passou rápido.</p>
<p>Fiquei tenso à beça, gostando inclusive da interpretação já não tão monocórdica de Robert Pattinson. É impressionante como o cara tem melhorado bastante ao longo da sua carreira. Já o filme foi uma boa – se bem que já esperada – surpresa.</p>
<p>Conteúdo original: <a rel="nofollow" href="http://poseseneuroses.com.br/bom-comportamento/">BOM COMPORTAMENTO (2017)</a></p>
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		<title>FILMES QUE ACABARAM DE SAIR DOS CINEMAS CHEGAM AO STREAMING</title>
		<link>http://poseseneuroses.com.br/alerta-filmes-que-acabaram-de-sair-dos-cinemas-chegam-ao-streaming/</link>
		<pubDate>Wed, 15 Nov 2017 19:58:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adécio Moreira Jr.]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Do Blog: <a rel="nofollow" href="http://poseseneuroses.com.br"></a></p>
<p>Desde o dia 14 de novembro, alguns filmes que acabaram de sair do cinema chegaram às plataformas de streaming como o NET NOW, Vivo Play, Globo Play e iTunes (Nos dois últimos os títulos estão disponíveis para compra e aluguel).&#8230; <a href="http://poseseneuroses.com.br/alerta-filmes-que-acabaram-de-sair-dos-cinemas-chegam-ao-streaming/" class="more-link">Continuar a leitura <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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<p>Desde o dia 14 de novembro, alguns filmes que acabaram de sair do cinema chegaram às plataformas de streaming como o NET NOW, Vivo Play, Globo Play e iTunes (Nos dois últimos os títulos estão disponíveis para compra e aluguel).</p>
<p>Confira abaixo os títulos que chegaram ao streaming e não deixe de consultar as plataformas para assistí-los.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Até Nunca Mais</strong> (dir. Benoît Jacquot)</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/QCA-LmGHk4A" width="640" height="380" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Os Meninos que Engavam Nazistas</strong> (dir. Christian Duguay)</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/9r9I8nvRS34" width="640" height="380" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Últimos Dias de Havana</strong> (dir. Fernando Perez)</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/tV1CnFqzwNY" width="640" height="380" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Rodin</strong> (dir. Jacques Doillon)</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/L8ahbndKxtM" width="640" height="380" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><strong>David Lynch – A Vida de um Artista</strong> (dir. Jon Nguyen)</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/3lDe-2rhOqs" width="640" height="380" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>INVISÍVEL (2017)</title>
		<link>http://poseseneuroses.com.br/invisivel/</link>
		<pubDate>Fri, 10 Nov 2017 02:10:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adécio Moreira Jr.]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Do Blog: <a rel="nofollow" href="http://poseseneuroses.com.br"></a></p>
<p>Invisível &#124; Invisible &#124; dir. Pablo Giorgelli &#124; Argentina &#124; ★★ Ely (Mora Arenillas) é uma jovem de 17 anos que poderia estar muito ben levando a sua vida normalmente, não fosse o fato de demonstrar inteira apatia no seu&#8230; <a href="http://poseseneuroses.com.br/invisivel/" class="more-link">Continuar a leitura <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
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<p style="text-align: center;">Invisível | Invisible | dir. Pablo Giorgelli | Argentina | ★★</p>
<p><span id="more-23814"></span></p>
<p><img class="alignleft wp-image-23815 size-medium" src="http://poseseneuroses.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2017/11/Invisível-Poster-300x444.jpg" alt="Invisível Poster" width="300" height="444" srcset="http://poseseneuroses.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2017/11/Invisível-Poster-300x444.jpg 300w, http://poseseneuroses.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2017/11/Invisível-Poster-350x518.jpg 350w, http://poseseneuroses.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2017/11/Invisível-Poster.jpg 500w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Ely (Mora Arenillas) é uma jovem de 17 anos que poderia estar muito ben levando a sua vida normalmente, não fosse o fato de demonstrar inteira apatia no seu cotidiano. Vai à escola sem muita vontade, trabalha meio período numa clínica veterinária, volta para casa e geralmente tem que se virar enquanto a mãe padece de uma depressão (não há indício de uma figura paterna).</p>
<p>A rotina é quebrada com encontros casuais com um homem mais velho, que logo descobrimos ser casado. O mundo de Ely vem à tona quando a mesma descobre estar grávida, algo que ela não aceita e terá que buscar as poucas alternativas que tem. Na Argentina, país em que se passa <strong>Invisível</strong>, o aborto é ilegal, assim como no Brasil.</p>
<p>E é a apenas uma das tônicas deste novo trabalho de Pablo Giorgelli, do interessante “<a href="http://poseseneuroses.com.br/las-acacias/">Las Acacias</a>” (2011), que costumo dizer que tem a melhor interpretação de um bebê que vi nos últimos anos. Em <strong>Invisível</strong>, Giogelli vai partir basicamente da observação de Ely, muitas vezes com planos longos, com pouquíssimas falas e sem grandes arroubos de emoção.</p>
<p>É contido, na medida do possível. Eu confesso que isso, no meu caso, pode atrapalhar. Porém, é um mecanismo que me incomoda até certo ponto. No caso de <strong>Invisível</strong>, o problema maior está na apatia da protagonista, principalmente em algumas situações que não convém citar por motivos óbvios. Por outro lado, há de se destacar a interpretação muito concisa da ainda pouco conhecida Mora Arenillas, ainda em seu terceiro papel em um longa.</p>
<p>Assistindo ao filme, não fica muito difícil entender a referência por trás deste título. Ao meu ver, está justamente no fato de Ely estar à mercê da indiferença. Isso não só o parceiro que gerou a gravidez ou a mãe que só está de corpo presente. Mas também de um Estado que tampouco se importa com a sua condição.</p>
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		<title>OLHANDO PRAS ESTRELAS (2016)</title>
		<link>http://poseseneuroses.com.br/olhando-pras-estrelas/</link>
		<pubDate>Thu, 09 Nov 2017 19:45:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adécio Moreira Jr.]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Do Blog: <a rel="nofollow" href="http://poseseneuroses.com.br"></a></p>
<p>Olhando pras Estrelas &#124; dir. Alexandre Peralta &#124; Brasil &#124; ★★★ Uma coisa não tem como negar. Olhando pras Estrelas é um trabalho muito bonito, que traz uma discussão igualmente bela, além de ser um retrato importante a respeito das&#8230; <a href="http://poseseneuroses.com.br/olhando-pras-estrelas/" class="more-link">Continuar a leitura <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
<p>Conteúdo original: <a rel="nofollow" href="http://poseseneuroses.com.br/olhando-pras-estrelas/">OLHANDO PRAS ESTRELAS (2016)</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Do Blog: <a rel="nofollow" href="http://poseseneuroses.com.br"></a></p>
<p style="text-align: center;">Olhando pras Estrelas | dir. Alexandre Peralta | Brasil | ★★★</p>
<p><span id="more-23809"></span></p>
<p><img class="alignleft wp-image-23822 size-medium" title="Olhando Pras Estrelas Poster" src="http://poseseneuroses.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2017/11/Olhando-Pras-Estrelas-Poster-1-300x444.jpg" alt="Olhando Pras Estrelas Poster" width="300" height="444" srcset="http://poseseneuroses.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2017/11/Olhando-Pras-Estrelas-Poster-1-300x444.jpg 300w, http://poseseneuroses.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2017/11/Olhando-Pras-Estrelas-Poster-1-350x518.jpg 350w, http://poseseneuroses.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2017/11/Olhando-Pras-Estrelas-Poster-1.jpg 500w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Uma coisa não tem como negar. <strong>Olhando pras Estrelas</strong> é um trabalho muito bonito, que traz uma discussão igualmente bela, além de ser um retrato importante a respeito das figuras retratadas ali.</p>
<p>Para quem não sabe nada ainda sobre o filme, o documentário irá acompanhar a vida de três mulheres, que estão inteiramente envolvidas com a Associação Fernanda Bianchini, a primeira – e ao que consta também única do mundo &#8211; a dedicar aulas de balé para deficientes visuais.</p>
<p>A primeira dessas personagens é a própria Fernanda Bianchini, que ao longo de 20 anos tem a difícil, porém recompensadora missão de ensinar os passos de dança para suas alunas. No entanto, são as outras duas que recebem maior tempo de tela.</p>
<p>Geyza, a mais antiga aluna da Associação, é deficiente visual, algo que não a impediu de também ser professora de dança. Prestes a se casar, ela encontra forças para continuar com sua arte, já que “<em>o balé está comigo há 17 anos, ele [o noivo] está só a sete. Não tem como competir.</em>”.</p>
<p>Já a adolescente Thalia, que também é deficiente visual, passa pelos mesmos conflitos de qualquer outra adolescente, com o adendo de ter que ganhar maior autonomia perante à sua mãe, sua constante acompanhante.</p>
<p>Daí já dá para sacar que <strong>Olhando pras Estrelas</strong> é um documentário que irá não só se desenvolver falando sobre o dia-a-dia árduo de uma escola de dança, mas também sobre o tempo e a superação dessas mulheres. São três anos de desenvolvimento, que infelizmente não são bem apresentados na terceira e última parte do filme.</p>
<p>No entanto, não há como tirar o caráter emocional de uma obra que até certo ponto respeita muito bem a sua característica. Ou seja, não se torna algo piegas. Até porque, o que me emociona no filme não é o fato de falar sobre supostas “limitações”, mas sim dar voz à personagens que acreditam no poder de transformação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Conteúdo original: <a rel="nofollow" href="http://poseseneuroses.com.br/olhando-pras-estrelas/">OLHANDO PRAS ESTRELAS (2016)</a></p>
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		<title>THE SQUARE (2017)</title>
		<link>http://poseseneuroses.com.br/the-square/</link>
		<pubDate>Fri, 03 Nov 2017 15:23:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Adécio Moreira Jr.]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Resenhas]]></category>
		<category><![CDATA[Mostra Internacional de São Paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Do Blog: <a rel="nofollow" href="http://poseseneuroses.com.br"></a></p>
<p>The Square &#124; dir. Ruben Östlund &#124; Suécia &#124; ★★★★ 41ª Mostra Internacional de São Paulo O burburinho em torno de The Square na 41ª Mostra Internacional de São Paulo é algo que fazia todo o sentido. A razão por&#8230; <a href="http://poseseneuroses.com.br/the-square/" class="more-link">Continuar a leitura <span class="meta-nav">&#8594;</span></a></p>
<p>Conteúdo original: <a rel="nofollow" href="http://poseseneuroses.com.br/the-square/">THE SQUARE (2017)</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Do Blog: <a rel="nofollow" href="http://poseseneuroses.com.br"></a></p>
<p style="text-align: center;">The Square | dir. Ruben Östlund | Suécia | ★★★★</p>
<p style="text-align: center;"><strong>41ª Mostra Internacional de São Paulo</strong></p>
<p><span id="more-23799"></span></p>
<p><img class="alignleft wp-image-23796 size-medium" title="The Square Poster" src="http://poseseneuroses.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2017/11/The-Square-Poster-300x444.jpg" alt="The Square Poster" width="300" height="444" srcset="http://poseseneuroses.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2017/11/The-Square-Poster-300x444.jpg 300w, http://poseseneuroses.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2017/11/The-Square-Poster-350x518.jpg 350w, http://poseseneuroses.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2017/11/The-Square-Poster.jpg 500w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O burburinho em torno de <strong>The Square</strong> na 41ª Mostra Internacional de São Paulo é algo que fazia todo o sentido. A razão por trás dos ingressos esgotados e filas quilométricas faltando alguns minutos para salas abrirem provém do fato de ser o filme vencedor da última Palma de Ouro agraciada no Festival de Cannes.</p>
<p>Soma-se a isso o fato de ser o mais novo trabalho do diretor Ruben Östlund, o mesmo do excelente “<a href="http://poseseneuroses.com.br/forca-maior/">Força Maior</a>” (2014), também exibido na Mostra há três anos. O público da sessão em que estive me pareceu dividido. Uma parte deu muitas risadas – sempre quando convinha -, outra parte saiu emburrada.</p>
<p>É normal esse tipo de “decepção” em filmes que geram essas expectativas. Sempre é esperando uma grandiosa obra-prima. <strong>The Square</strong> não está perto disso, pelo menos por enquanto (uma obra pode ser redescoberta com o passar dos anos). Por outro lado, é uma comédia eficiente.</p>
<p>Uma comédia que por sinal é sofisticada e se sustenta muito mais na ironia das situações, mas ainda assim eficaz em boa parte do tempo (a minha preferida é a que envolve uma camisinha usada).</p>
<p>O protagonista é Christian (Claes Bang), curador-chefe de um museu em Estocolmo. Indo para o trabalho, ele tem relógio, celular e abotoaduras furtados na rua, e parte para uma espécie de busca pessoal pelos pertences roubados. O museu que ele representa está prestes a inaugurar uma nova exposição – intitulada O Quadrado -, que traz ainda mais pressão em torno de Christian, que ainda tem que lidar com a proximidade da jornalista norte-americana Anne (Elisabeth Moss).</p>
<p>O filme é irônico, principalmente com a classe artística dita “superior”, e no modo como se busca definir o que é a arte, algo tão presente nas discussões atuais. Não achei perfeito, mas está longe de ser classificado como decepcionante, todavia. É no mínimo divertido.</p>
<p>Conteúdo original: <a rel="nofollow" href="http://poseseneuroses.com.br/the-square/">THE SQUARE (2017)</a></p>
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