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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2portuguesefull.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><title>Power Cinema</title><link>http://www.powercinema.com.br</link><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/PowerCinema" /><description>Cinema levado a sério sem ser chato.</description><language>en</language><lastBuildDate>Tue, 24 Jan 2012 14:21:30 PST</lastBuildDate><generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator><sy:updatePeriod xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/">hourly</sy:updatePeriod><sy:updateFrequency xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/">1</sy:updateFrequency><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" 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Rotation</feedburner:feedFlare><item><title>Sherlock Holmes: O Jogo das Sombras</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/PowerCinema/~3/08XaBCDpf8Q/</link><category>Reviews</category><category>Ação</category><category>Aventura</category><category>Policial</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Bill Power</dc:creator><pubDate>Tue, 24 Jan 2012 14:21:30 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.powercinema.com.br/?p=1240</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Título Original</strong> &#8211; Sherlock Holmes: A Game of Shadows<br />
<strong>Título Nacional</strong>- Sherlock Holmes: O Jogo das Sombras<br />
<strong>Diretor</strong>- Guy Ritchie<br />
<strong>Roteiro</strong>- Michele Mulroney/Kieran Mulroney<br />
<strong>Gênero</strong>- Aventura/Ação/Policial<br />
<strong>Ano</strong>- 2011</p>
<p><em><strong>- Mais Sherlock Holmes…</strong></em></p>
<p>O problema do primeiro longa sem dúvida ficou por conta do enfoque muito carregado na ação, dando pouca ênfase à inteligência e investigação que notabilizaram o protagonista da história contada. Agora este problema foi muito reduzido e tudo ficou mais balanceado.<span id="more-1240"></span></p>
<p>Muito dessa mudança se deve a introdução de Moriarty (Jared Harris), arqui-inimigo de Sherlock (Robert Downey Jr. que volta ao papel nesta continuação) e do Dr. Watson (Jude Law). A necessidade fez a mudança, e esta foi muito bem-vinda, pois deu mais corpo ao filme, deixando-o mais fora do lugar comum. Somado a isso tem-se a típica forma de Guy Ritchie apresentar suas obras, o que já é suficiente para construir o primeiro grande filme de 2012, ano que parece prometer muito para o cinema de <em>blockbusters</em>.</p>
<p>Os eventos continuam a partir do final do filme anterior com o Professor Moriarty sempre por trás de eventos estranhos que aconteciam a todo instante naqueles idos distantes do Sec. XIX. Agora, contudo, ele tinha em seu encalço Holmes que estava sempre tentando impedi-lo, até então sem sucesso, mas seu inimigo já se incomodava com aquela constante perseguição. Por outro lado, o parceiro de Sherlock, Dr. Watson, continuava firme na sua ideia de casar-se e o grande dia já chegava, mesmo que isso causasse tremendo medo em seu amigo. Será que Moriarty permitiria que Watson saísse ileso de seu envolvimento com Holmes para tentar impedir seus planos? Esse será um dos pontos que sempre motivarão a trama a seguir em frente.</p>
<p>Mesmo que o plano engendrado pelo Professor fosse bobo e até aquém da capacidade intelectual que ele demonstra, o jogo de gato e rato que é realizado entre os rivais é tão bem desenvolvido que segura o filme com convencimento e não dá a sensação de esvaziamento. Agora, a dupla de investigadores terá a ajuda de um novo componente que atuará como suporte em suas ações, os ciganos, representados pela Madame Simza Heron (Noomi Rapace). Ela irá substituir a apagada e mal encaixada Irene Adler (Rachel McAdams) que não conseguiu convencer em nenhum momento no decorrer de sua participação. Além disso, sua ausência retirou o componente romance que nada acrescentava de bom à obra.</p>
<p><strong>Sherlock Holmes</strong> conta com momentos até mesmo épicos, como a cena da floresta, filmada com uma câmera de alta precisão que capta movimentos curtos e dá um show a parte neste trecho. Existem boas situações divertidas, outras um tanto forçadas e mal encaixadas. O abuso das cenas de luta, muito criticado no primeiro longa, é outro ponto bastante aliviado aqui e a cena final do embate de Moriarty com Holmes é deveras instigante e inquietante, pois, de fato se consegue construir um bom clima que prende o espectador.</p>
<p>O final é controverso, ainda assim interessante, e trará aquela sensação de agradar uns e outros nem tanto. O balanço final do longa é muito bom, e até surpreende, e coloca Guy Ritchie num patamar de conseguir emplacar algumas ideias interessantes para o futuro, pois está claro que fará uma boa bilheteria.</p>
<p><strong>Intensidade da força: 8,5</strong></p>
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<strong>Título Nacional-</strong> Cavalo de Guerra<br />
<strong>Diretor-</strong> Steven Spielberg<br />
<strong>Roteiro-</strong> Lee Hall/Richard Curtis<br />
<strong>Gênero-</strong> Drama/Guerra<br />
<strong>Ano-</strong> 2011</p>
<p><em><strong>- Contos de guerra…</strong></em></p>
<p>O<em> trailer</em> de <strong>War Horse</strong> dá a impressão de que se trata de mais um filme que conta uma história de amor de um garoto por um cavalo especial e que este cavalo seria separado dele e daí muitas cenas forçadas de choro e emoções forçadas dariam o tom a mais nova obra de Spielberg (levada a sério) que chega aos cinemas nacionais. A verdade é que o longa procura expandir um pouco mais do que esta perspectiva demasiadamente simplista e, muito embora se torne maçante em certos momentos consegue trazer momentos de grande beleza técnica visual e sonora a fim de aliviar a crueza do tema de guerra no qual se fundamenta a produção.<span id="more-1233"></span></p>
<p>Na história temos o jovem Albert Narracott (Jeremy Irvine) que vive na quietude do interior da Inglaterra com seus pais, Ted e Rose Narracott (respectivamente Peter Mullan e Emily Watson) e tentam se estabelecer como produtores rurais, agricultores mais especificamente. O terreno é de difícil manejo e eles precisavam de um cavalo para arar a terra, quando um leilão acontece para se arrebatarem cavalos o chefe da família entra numa disputa com o dono das terras e compra um cavalo inapropriado para o trabalho por um preço muito elevado, praticamente esgotando com as economias da família. O filho que já acompanhava o crescimento do animal noutras terras fica muito feliz e se apega ao animal, tratando de assumir a responsabilidade de fazê-lo ser útil ao sustento da família.</p>
<p>Após muito esforço Albert consegue treinar o cavalo Joey para arar a terra e surpreende todos. Era o começo da saga do pujante animal num período de incertezas e muitas disputas que levaram o mundo a duas Guerras Mundiais praticamente em sequencia. É por causa da guerra que o cavalo sai da posse da família. O pai de Albert é obrigado a vendê-lo, pois a família não conseguiria manter o lar já que havia perdido a cultura por causa de um enxurrada. Desolado o filho é obrigado a aceitar a condição e vê seu parceiro partir para a morte quase certa, mas não sem antes fazer uma promessa que o acharia e o traria de volta para casa.</p>
<p>A promessa parece muitas vezes esquecida durante o desenrolar do filme. O cavalo passa por inúmeros momentos difíceis e quase morre. É neste ínterim que se tem os pequenos contos da Guerra (Primeira Guerra). É mostrado o embate inicial do passado dos combates baseados em infantaria para a cruel e devastadora chegada das armas de fogo de grosso calibre e alto impacto. As famigeradas metralhadoras giratórias que arrasavam batalhões inteiros em segundos.</p>
<p>A sucessão de eventos passa de mão em mão até os canhões de artilharia que tinham que ser transportados pelos cavalos e impunha duros desafios aos mesmos. Eram tempos difíceis e que são retratados numa espécie de documentário, sem se ater a ideologismos ou se preocupar com protagonistas apenas, com intuito de mostrar uma Guerra que é bem menos explorada que a Segunda, mas que impunha nesta transação aspectos ainda mais cruéis e devastadores aos que participaram.</p>
<p>O filme conta com uma parte técnica muito apurada, com uma fotografia destacada em diversas cenas a exemplo da marcha inicial da cavalaria inglesa nos campos de trigo, como também no resgate do cavalo pelas trincheiras, passando pelo ataque de gás. Os efeitos sonoros estão bem vivos, com explosões impactantes quando os canhões disparam. As cenas em geral estão bem dirigidas e remontam a qualidade quase esquecida de Steven Spielberg quando faz um filme levando as coisas a sério.</p>
<p>No final, todos estes eventos terminam se delineando para um desfecho trivial, mas que não fica cafona por causa do excelente jogo de cena feita com o pôr do sol. São estes aspectos que destacam <strong>Cavalo de Guerra</strong>, muito mais que suas atuações sólidas, mas pouco entusiasmantes, um filme bonito e que merece sua atenção, porém não é espetacular.</p>
<p><strong>Intensidade da força: 7,5</strong></p>
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<strong>Título Nacional</strong>- Missão Impossível: O Protocolo Fantasma<br />
<strong>Diretor-</strong> Brad Bird<br />
<strong>Roteiro</strong>- Josh Applebeaum/André Nemec<br />
<strong>Gênero</strong>- Ação/Aventura/Policial<br />
<strong>Ano</strong>- 2011</p>
<p><em><strong>- O protocolo revigorante…</strong></em></p>
<p>Muitos quando ouviam falar das intenções de se filmar um novo <strong>Missão Impossível</strong> (que deveria ter terminado no razoável 3) torciam o nariz. Falavam que Tom Cruise está desgastado, que estão cansados dele sempre estar se apresentando da mesma forma, que o filme não tem mais o que inventar, que a franquia devia ter morrido no 1 (radicais) e por aí ia. Quando as notícias foram sendo veiculadas sobre a produção, de que seria uma espécie de reboot da série, um refresco, até mesmo a passagem do bastão a um novo protagonista, Jeremy Renner (Brandt), os ânimos foram se acalmando e as pessoas foram aceitando melhor a idéia, mas ainda desconfiadas do que estaria por vir. Bom, o <strong>Power Cinema</strong> se arriscou nos cinemas, numa espécie de pré-estreia e agora apresenta as impressões que pareciam impossíveis, num primeiro olhar, sobre o longa.<span id="more-1228"></span></p>
<p>Tudo começa com Ethan Hunt (Tom Cruise) preso e aparentemente esperando algo. Logo tudo iria começar, os agentes Benji (Simon Pegg) e Paula Patton (Jane) já se infiltravam no complexo para libertar seu companheiro, sempre usando métodos criativos agregando diversão ao momento. Durante a fuga, Ethan ainda encontraria tempo para libertar um ajudante, Bogdan (Miraj Grbic), inútil, mas que daria um toque de improviso ao plano. Depois deste ótimo cartão de apresentação parte-se para o que viria a ser o foco principal da trama.</p>
<p>Alguém estava tramando usar códigos secretos de lançamentos nucleares russos para iniciar um ponta de tensão entre EUA e Rússia e assim criar um pretexto para uma nova Guerra Mundial. Um tema batido que poderia depor contra toda a obra se fosse mal desenvolvido, mas<strong> Missão Impossível 4</strong>, habilmente não cai em tal armadilha, não se torna apelativo ou clichê demais e consegue, também neste ponto, se sair melhor do que o esperado.</p>
<p>Com um ritmo intenso e cenas bem conduzidas e mirabolantes sem parecerem bregas (reminiscências da cena da moto de MI 2, alguém?) neste longa eles conseguiram reavivar os bons momentos do primeiro MI (intrigas, alguma espionagem, momentos de cadência e preparação) com cenas mais nervosas, momentos críticos mais intensos e grandes pirotecnia sem extrapolar demais o razoável para o que a obra pretende apresentar. A formação de um novo time, mais homogêneo (todos aqui são da IMF agora), sem presenças forçadas ou exageradas, deu o frescor que todos ansiavam para a obra. Os escorregões cometidos com MI 3, quando tentaram dramatizar e “psicologizar” em demasia a trama não foram repetidos e tudo se manteve numa linha muito mais fluída.</p>
<p>Apesar de Tom Cruise já mostrar sinais da idade, exageradamente ele se apresenta como poucas vezes o fez nos MI&#8217;s. Um Ethan mais sério, menos <em>playboy</em> (ele praticamente não faz o arrebatador de mulheres em nenhum momento!), coordenando o time, mas sem monopolizar demais as atenções, dando a chance para os outros componentes brilharem foi muito melhor. Benji é o maior alívio cômico, mas não o único, todos tem seu momento de relaxamento na exibição e quando você pensa que a medida será perdida eles conseguem manter as rédeas.</p>
<p>Ponto para Brad Bird e toda a equipe técnica que conseguiram essa difícil composição, ainda mais numa série que vinha em baixa. Talvez a baixa expectativa tenha ajudado na boa impressão, mas se não tivesse seus méritos o efeito poderia ter sido devastador. O balanço final é que MI 4 é o segundo melhor filme de ação do ano passado e um excelente programa.</p>
<p><strong>Intensidade da Força: 8,0</strong></p>
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<strong>Título Nacional</strong>- Imortais<br />
<strong>Diretor</strong>- Tarsem Singh<br />
<strong>Roteiro</strong>- Charley Parlapanides/Vilas Parlapanides<br />
<strong>Gênero</strong>- Ação/Aventura<br />
<strong>Ano-</strong> 2011</p>
<p><em><strong> - Imortal genérico&#8230;</strong></em></p>
<p>Seguindo a linha de <strong>300</strong>, <strong>Imortais</strong> estreou nos cinemas nacionais neste final de ano com a missão de manter a boa impressão deixada por seu predecessor <strong>300</strong>. Foi alardeado pelos quatro cantos que seria produzido pelo mesmo time e as tomadas no <em>trailer</em> que faziam questão de apontar tal semelhança. Sim, o longa lembra em muitos momentos sua fonte inspiradora, mas preferiu multiplicar vezes 10 a intensidade de tudo, na esperança de que o “quanto mais melhor” funcionasse. Em alguns momentos empolga, mas “tudo que é demais são sobras”.<span id="more-1222"></span></p>
<p>O jovem Teseu (Henry Cavill) é o protagonista e não foge ao estereótipo básico do bom moço com pinta de herói, mas que ainda não aceita seu destino. Na outra ponta o Rei Hiperion (Mickey Rourke) lidera seus exércitos numa busca de vingança pessoal contra os Deuses que, segundo ele, haviam deixado sua família morrer a míngua. As banalidades e motivos vazios são a tônica e pretexto para quase tudo em Imortais, numa espécie de corrida desenfreada em busca da ação frenética e, por muitas vezes, bastante violenta.</p>
<p>Numa mistura interessante, mas um tanto quanto batida, o roteiro faz uso das mitologias antigas, em especial a grega, e usa os Deuses do Olimpo como os senhores daquele universo, mas que vislumbram as ações humanas, nunca interferindo em seus problemas, por mais grave que sejam, exceto se a situação envolvesse outros deuses (no caso os Titãs). Aqui não se entrou muito em detalhamentos de cada personagem, pois o que se buscou a todo instante foram justificativas para a matança e com Hiperion sempre dando margem para que mais inimigos se opusessem isso rapidamente se concretiza.</p>
<p>Num determinado momento Teseu irá cair na real, fará um discurso empolgado para uma minoria de tropas e a batalha final se desencadeará. Os Deuses irão interferir e agregarão mais efeitos explosivos, momentos em câmera lenta (bastante utilizados e que não cansam, porém são tão apelativos que perdem o impacto em certos momentos). Como obra de ação e alguns momentos de maior grandiosidade, Imortais até que cumpre bem seu papel. Os protagonistas estão preparados para seus papeis e não comprometem, assim como os coadjuvantes.</p>
<p>O restante todo é que atrapalha. A opção por usar a mesma ambientação de <strong>300</strong> (CGI na maior parte do tempo) é que estraga e muito. A computação é fraquíssima, carece de detalhes, os figurinos são toscos e remetem a filmes do passado, porém sem o aspecto nostálgico, sobrando apenas a breguice. No final as inconsistências de<strong> Imortais</strong> sobrepujam seus acertos, entretanto não são suficientes para que o filme deixe de ser recomendado como um passatempo bem descompromissado.</p>
<p><strong>Intensidade da força: 6,0</strong></p>
<div class="plus-one-wrap"><g:plusone href="http://www.powercinema.com.br/2012/01/imortais/"></g:plusone></div><div class="feedflare">
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</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PowerCinema/~4/EDxRSDIgDiU" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Título Original - Immortals Título Nacional- Imortais Diretor- Tarsem Singh Roteiro- Charley Parlapanides/Vilas Parlapanides Gênero- Ação/Aventura Ano- 2011  - Imortal genérico&amp;#8230; Seguindo a linha de 300, Imortais estreou nos cinemas nacionais neste final de ano com a missão de manter a boa impressão deixada por seu predecessor 300. Foi alardeado pelos quatro cantos que seria [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.powercinema.com.br/2012/01/imortais/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">0</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.powercinema.com.br/2012/01/imortais/</feedburner:origLink></item><item><title>Tudo Pelo Poder</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/PowerCinema/~3/b_XaDLs3qMs/</link><category>Reviews</category><category>Drama</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Bill Power</dc:creator><pubDate>Tue, 03 Jan 2012 15:07:08 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.powercinema.com.br/?p=1216</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Título Original -</strong> The Ides of March<br />
<strong>Título Nacional-</strong> Tudo Pelo Poder<br />
<strong>Diretor-</strong> George Clooney<br />
<strong>Roteiro-</strong> George Clooney/ Grant Heslov<br />
<strong>Gênero-</strong> Drama<br />
<strong>Ano</strong>- 2011</p>
<p><strong><em>- O poder da política…</em></strong></p>
<p>O poder a que se refere o título estranhamente traduzido de &#8220;<strong>Ides of March</strong>&#8221; para &#8220;<strong>Tudo pelo poder</strong>&#8221; se refere à política e tudo aquilo que é necessário sacrificar para se alcançar o topo num jogo que força seus participantes a irem se deteriorando cada vez mais e à medida que precisam subir, mais necessitam abrir mão de sua ética e honestidade, numa espécie de caminho sem volta, de armadilha inevitável a todos que queiram se aventurar por desafios tão difíceis.<span id="more-1216"></span></p>
<p>Aqui, Ryan Cosglin (Stephen Meyers) faz o papel de agente da campanha (assessor de imprensa) de Mike Morris, (George Clooney) governador que está concorrendo ainda às prévias do seu partido (Democratas dos EUA) nas quais é decidido quem será o representante da legenda para as eleições presidenciais norte americanas. Como assessor, Steven tem que abafar rumores, blindar seu candidato de todas as maneiras e ainda tê-lo sempre em evidência, sempre de uma maneira positiva.</p>
<p>Só de descrever não parece uma tarefa fácil. A situação para Steve nesta campanha não é a mesma de outras ocasiões, ele admira seu empregador e fará de tudo para que ele alcance o poder. O que ao final se torna até uma espécie de tormento para o Mike já que seu agente não quer somente se manter no emprego, mas levá-lo à vitória a todo custo.</p>
<p>No começo tudo é muito belo, todos cumprem seu papel com muita atenção e empenho e o comitê de campanha de Mike Morris é visto como bastante preparado e difícil de ser derrotado. Eles estão conseguindo segurar o ímpeto do governador que possui ideias ousadas e opiniões polêmicas, trazendo tudo isso em benefício para a campanha.</p>
<p>As coisas viram completamente no instante que Steven aceita um convite para se encontrar com o chefe da campanha do rival, Tom Dufy (Paul Giamatti). Os elogios e bons fluidos irão se virar completamente, numa maré de desacertos e desencontros nos quais a política começará a mostrar toda a sua sujeira e forçará a cada envolvido a sair de sua zona de conforto, resultando em consequências drásticas.</p>
<p>O filme retrata muito bem os bastidores de uma campanha eleitoral, a troca de favores, o &#8220;toma lá dá cá&#8221;, clareando a mente de quem porventura ainda achasse que os políticos de lá são melhores que os daqui. O jogo de conceitos e a estupidez hipócrita de um povo que é capaz de crucificar um homem por ter relações extraconjugais, mas é complacente com a corrupção ou má gestão. É impressionante a frieza e coragem de Clooney ao trazer a tona tudo isso, com atuações destacadas para ele e Cosglin. Phillip Seymour Hoffman (Paul Zara) também participa como o chefe de Steve e Marisa Tomei (Ida Horowicz) faz o papel da imprensa, tão suja e manipuladora quanto os políticos.</p>
<p><strong>Ides of March</strong> é um filme real que fala de um tema conturbado de maneira simples e contundente, o seu mérito está em não ser ameno em nada do que se propõe a tratar e o encerramento, embora surpreendente deixa aquele gostinho de quero mais no espectador. Uma grande pedida, que chegou super atrasada, mas que vale a pena cada segundo de exibição.</p>
<p><strong>Intensidade da força: 9,0</strong></p>
<div class="plus-one-wrap"><g:plusone href="http://www.powercinema.com.br/2012/01/tudo-pelo-poder/"></g:plusone></div><div class="feedflare">
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</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PowerCinema/~4/b_XaDLs3qMs" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Título Original - The Ides of March Título Nacional- Tudo Pelo Poder Diretor- George Clooney Roteiro- George Clooney/ Grant Heslov Gênero- Drama Ano- 2011 - O poder da política… O poder a que se refere o título estranhamente traduzido de &amp;#8220;Ides of March&amp;#8221; para &amp;#8220;Tudo pelo poder&amp;#8221; se refere à política e tudo aquilo que [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.powercinema.com.br/2012/01/tudo-pelo-poder/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">0</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.powercinema.com.br/2012/01/tudo-pelo-poder/</feedburner:origLink></item><item><title>Gato de Botas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/PowerCinema/~3/2t504H4suzo/</link><category>Reviews</category><category>Animação</category><category>Comédia</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Bill Power</dc:creator><pubDate>Mon, 26 Dec 2011 17:12:57 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.powercinema.com.br/?p=1208</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Título Original-</strong> Puss in Boots<br />
<strong>Título Nacional-</strong> Gato de Botas<br />
<strong>Diretor-</strong> Chris Miller<br />
<strong>Roteiro-</strong> Charles Perrault/Brian Lynch<br />
<strong>Gênero-</strong> Animação/Comédia<br />
<strong>Ano-</strong> 2011</p>
<p><em><strong>- Coadjuvante como protagonista&#8230;</strong></em></p>
<p>Foi a vez de uma personagem nascida noutra produção ganhar destaque suficiente para ter sua própria história transportada para a telona. <strong>Gato de Botas</strong> aterrissou nos cinemas nacionais como representante final do gênero animação deste ano, particularmente farto, porém fraco em suas opções.<span id="more-1208"></span></p>
<p>Aqui o gatinho que foi introduzido em<strong> Shrek 2</strong> e foi totalmente destruído em <strong><a href="http://www.powercinema.com.br/2010/07/shrek-para-sempre/" target="_blank">Shrek 4</a></strong> (o filme como um todo) está no comando das ações e não fez feio em sua aparição solo, mas não é provável que mais continuações estendam a história, até porque, para esta obra já foram utilizadas inúmeras referências e seguimentos de contos de fadas famosos na tentativa de dar alguma consistência ao longa.</p>
<p>O <strong>Gato de Botas</strong> é uma figura lendária conhecida por diversos nomes a depender do lugar, mas um traço em comum é possível detectar em todas as suas versões. Ele é um fora da lei e sua chegada em mais uma cidade do interior do México causa rebuliço nos habitantes. Apenas de passagem, ele vai terminar se deparando com a possibilidade de ter em seu poder os feijões mágicos (sim, do “João e o pé-feijão”) e pensa assim ter sua chance de limpar seu nome. Quando está a tentar se apoderar dos feijões ele é surpreendido por um inimigo felino mascarado e igualmente habilidoso que se revelará uma gata (Kitty) sob as ordens de um amigo agora desafeto de infância, Humpty Dumpty.</p>
<p>A verdade é que Humpty tinha preparado aquele encontro como uma chance de tentar se desculpar com o Gato pelos acontecimentos do passado que haviam deixado uma ferida na amizade dos dois. Depois de muita insistência o Gato irá aceitar a oferta de Humpty Dumpty e eles tentarão reaver os feijões e realizar seus sonhos de infância/adolescência.</p>
<p>Nesta aventura acontecerão muitos eventos e reviravoltas que não surpreende quem assiste, mas dá o tom da história. A animação é muito boa, a mistura de contextos e trechos de clássicos da literatura infantil é muito bem feita e adaptada para o que se pretende encaixar, dando a <strong>Gato de Botas</strong> uma apresentação única, mas sem perder o bom tom. Diferentemente de outras produções da <strong>Dreamworks</strong>, o longa gira mais em torno da aventura com toques de ação e comédia, do que pura e simplesmente em momentos infantilizados e idiotizados.</p>
<p>O resultado final é bastante positivo e mereceu o esforço. A possibilidade de uma continuação não é totalmente descartada e o filme deixa tal possibilidade em aberto, muito embora não o faça descaradamente, ou seja, há um desfecho satisfatório. O bom de <strong>Gato de Botas</strong> é que não há muitas sobras ou excessos a serem reparados ou corrigidos, entretanto a obra não mostra força necessária para se sustentar por si. Se uma sequência porventura se apresentar, fica difícil que não seja já em caminho para se deparar com a turma do Shrek.</p>
<p>Por fim, essa é mais uma boa opção para este fim de ano, pouco profuso em títulos de qualidade expressiva, mas que satisfaz como entretenimento rápido e descompromissado. Ao que tudo indica, o domínio nas premiações da categoria ficará a cargo de<strong> <a href="http://www.powercinema.com.br/2011/06/kung-fu-panda-2/" target="_blank">Kung Fu Panda 2</a></strong>. Depois de anos acostumado com os clássicos da <strong>Pixar</strong> fica uma sensação de vazio, de falta no balanço final.</p>
<p><strong>Intensidade da Força: 7,5</strong></p>
<div class="plus-one-wrap"><g:plusone href="http://www.powercinema.com.br/2011/12/gato-de-botas/"></g:plusone></div><div class="feedflare">
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</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PowerCinema/~4/2t504H4suzo" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Título Original- Puss in Boots Título Nacional- Gato de Botas Diretor- Chris Miller Roteiro- Charles Perrault/Brian Lynch Gênero- Animação/Comédia Ano- 2011 - Coadjuvante como protagonista&amp;#8230; Foi a vez de uma personagem nascida noutra produção ganhar destaque suficiente para ter sua própria história transportada para a telona. Gato de Botas aterrissou nos cinemas nacionais como representante [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.powercinema.com.br/2011/12/gato-de-botas/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">2</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.powercinema.com.br/2011/12/gato-de-botas/</feedburner:origLink></item><item><title>Operação Presente</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/PowerCinema/~3/zFZj375F-js/</link><category>Reviews</category><category>Animação</category><category>Comédia</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Bill Power</dc:creator><pubDate>Thu, 22 Dec 2011 15:46:27 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.powercinema.com.br/?p=1200</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Título Original-</strong> Arthur Christmas<br />
<strong>Título Nacional-</strong> Operação Presente<br />
<strong>Diretor-</strong> Sarah Smith<br />
<strong>Roteiro-</strong> Peter Baynham/Sarah Smith<br />
<strong>Gênero-</strong> Animação/Comédia<br />
<strong>Ano-</strong> 2011</p>
<p><em><strong>- O que é o Natal?</strong></em></p>
<p>Em tempos de consumismo exagerado e completa falta de responsabilidade financeira, até mesmo dos políticos que comandam as nações, <strong>Operação Presente</strong> vem para, além de reviver o espírito de Natal, tocar na massificação da data, na perda do seu real significado, mas sem aquela pieguice exacerbada de outras produções do gênero.<span id="more-1200"></span></p>
<p>Aqui se buscou uma adequação muito bem feita com os tempos atuais da informatização de tudo, a &#8220;modernice&#8221;, a pressa e tudo que faz com que as pessoas percam a atenção no que verdadeiramente importa. É neste contexto que a família Noel tenta se encaixar e se adaptar, passando pela perspectiva de 3 gerações.</p>
<p>O jovem Arthur é o filho mais novo do Papai Noel e faz o típico sonhador, idealista, que ainda preserva em si os verdadeiros símbolos que fazem do Natal a data comemorativa mais importante do mundo Ocidental. Todavia, ele é muito atrapalhado e fica renegado ao setor de cartas que nem assim retira todo seu ânimo com a festa.</p>
<p>Enquanto isso, seu irmão mais velho, Steve, e seu pai estão dando o máximo para completar com sucesso mais uma missão de Natal e conseguir entregar os presentes a todas as crianças do mundo. A estrutura para tanto é enorme e super avançada tendo em vista o crescimento descontrolado da população e o número de países ao redor do planeta.</p>
<p>Em meio a todo este aparato de guerra o comando de Steve é preciso e preza pela infalibilidade, enquanto Noel apenas segue o fluxo e acompanha de perto tudo aquilo, mas sem se importar o quanto deveria. Depois de mais uma noite de Natal bem sucedida todos vão descansar, mas mal sabem eles que um presente não foi entregue e isto causará uma série de contratempos e permitirá muitas reflexões de todos naquele núcleo familiar.</p>
<p>Quando descobre que um dos presentes não alcançou seu destino, Arthur se desespera e começa a questionar aos demais sobre o verdadeiro significado de tudo aquilo, mas seu apelo não surte efeito. Tanto seu pai como Steve não se importam com o que o Natal representa, mas tão somente com a repercussão de completar mais uma noite com sucesso.</p>
<p>Arthur não se conforma com tudo aquilo e seu avô irá ajudá-lo a cumprir a missão de Natal, numa última operação, e juntos irão se meter em inúmeras confusões que darão o tom de comédia típico destas produções, mas nunca se afastando completamente do real alvo, relembrar a todos a verdadeira importância do Natal (celebrar a esperança, felicidade e a fé).</p>
<p>O longa reserva muitos momentos de reflexão e nisso se encontra seu ponto forte, a animação em si é bastante simplista e a personagem principal (Arthur) é um tanto exagerada em seus momentos de riso o aproximando daquele típico boboca quase demente que irrita em muitos momentos.</p>
<p>Ainda assim, o longa agrada bastante e é uma pedida e tanto nesta época do ano. Com certeza merece a atenção de quem gosta do gênero ou mesmo daqueles que desejam fazer um programa em família sem que se torne um sofrimento para nenhuma das partes. Afinal o Natal está aí!</p>
<p><strong>Intensidade da força: 7,0 </strong></p>
<div class="plus-one-wrap"><g:plusone href="http://www.powercinema.com.br/2011/12/operacao-presente/"></g:plusone></div><div class="feedflare">
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</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PowerCinema/~4/zFZj375F-js" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Título Original- Arthur Christmas Título Nacional- Operação Presente Diretor- Sarah Smith Roteiro- Peter Baynham/Sarah Smith Gênero- Animação/Comédia Ano- 2011 - O que é o Natal? Em tempos de consumismo exagerado e completa falta de responsabilidade financeira, até mesmo dos políticos que comandam as nações, Operação Presente vem para, além de reviver o espírito de Natal, [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.powercinema.com.br/2011/12/operacao-presente/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">0</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.powercinema.com.br/2011/12/operacao-presente/</feedburner:origLink></item><item><title>Os Especialistas</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/PowerCinema/~3/XUoq62NZABU/</link><category>Reviews</category><category>Ação</category><category>Policial</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Bill Power</dc:creator><pubDate>Mon, 19 Dec 2011 15:54:17 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.powercinema.com.br/?p=1194</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Título Original-</strong> Killer Elite<br />
<strong>Título Nacional</strong>- Os Especialistas<br />
<strong>Diretor-</strong> Gary McKendry<br />
<strong>Roteiro-</strong> Matt Sherring/Ranulph Fiennes<br />
<strong>Gênero</strong>- Ação/Policial<br />
<strong>Ano-</strong> 2011</p>
<p><em><strong>- Nem tão especiais&#8230;</strong></em></p>
<p>O título do longa e o jogo com o cartaz (preto e branco com amarelo) aliado aos três nomes de referência logo de frente sugerem uma obra bem promissora, com tons &#8220;a lá&#8221;<strong> Infiltrados</strong> e <strong><a href="http://www.powercinema.com.br/2008/12/rede-de-mentiras/" target="_blank">Rede de Mentiras</a></strong>. Na prática o filme até que realmente se esforça para conseguir o ritmo e intensidade de algum desses representantes, mas não logra êxito, pois é acometido de um mal comum em certas produções, não emplaca, não empolga. Você passa o tempo todo aguardando aquele grande momento, mas ele nunca acontece, não se concretiza.<span id="more-1194"></span></p>
<p>Aqui o time de assassinos profissionais Danny, Hunter, Davies e Meier, respectivamente Jason Statham, Robert De Niro, Dominic Purcell e Aden Young estão numa missão em Omã quando, na hora &#8220;H&#8221;, Davies é surpreendido por uma criança para ser o alvo e resolve jogar tudo para cima e abandonar aquela vida. Contudo ele não imaginava que a sua antiga vida iria atrás dele de uma forma bastante surpreendente. Seu amigo e ex-companheiro de missões, Hunter, é capturado por um Sheik que deseja resolver uma disputa com o governo inglês que teria mandado assassinar seus filhos no passado, por causa do petróleo. O time de assassinos era a única chance vista pelo árabe de ter sua vingança já que o inimigo era a SAS (serviço secreto britânico).</p>
<p>A captura de Hunter força Danny a aceitar esta última missão e ele se juntará aos antigos parceiros Davies e Meier para tentar completá-la. Além da dificuldade imposta pelo simples fato de serem alvos militares o Sheik ainda desejava requintes surreais como a confissão em vídeo dos alvos e que as mortes fossem acidentes convincentes. O grupo também ganharia uma recompensa de 6 milhões de dólares pelo serviço, somado à liberdade de Hunter que era o único desejo de seu colega dissidente.</p>
<p>A questão irá se agravar com o envolvimento de Spike (Clive Owen) um agente da SAS aposentado que não sabia lidar com a vida fora da ativa e vê naquela perseguição aos seus ex-companheiros a perfeita chance de voltar a ativa e ter um rumo na sua vida despedaçada. A promessa de um filme com toques de inteligência, intrigas de governo, investigação esbarra numa execução lenta, forçada, até mesmo perdida em alguns momentos. A trama se desenrola de uma forma até a metade, depois toma um rumo bem distinto e tenta misturar com intrigas políticas e termina fracassando nos dois planos.</p>
<p>A atuação de Jason, Clive e, principalmente De Niro, não convence. Os caras pretendem ser agentes treinados e cometem atitudes um pouco atabalhoadas. A propaganda feita em cima da SAS parece totalmente injustificada, quando eles se deixam cair em planos bem banais e tolos como na cena em que Danny invade o quartel usando um caminhão quebrado para chamar a atenção dos guardas. A personagem de De Niro é um tanto frágil e não assusta ninguém, cabendo a Jason fazer o super soldado capaz de sobrepor tudo e todos, deixando o tom crível que tentam impor no começo da história. Apesar de tais inconsistências e falhas, o longa entretém e não é uma pedida de todo ruim para este fim de ano.</p>
<p><strong>Intensidade da força: 6,0                                                                         </strong></p>
<div class="plus-one-wrap"><g:plusone href="http://www.powercinema.com.br/2011/12/os-especialistas/"></g:plusone></div><div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?a=XUoq62NZABU:VD3wkbuI9Rw:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a> <a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?a=XUoq62NZABU:VD3wkbuI9Rw:qj6IDK7rITs"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/PowerCinema?d=qj6IDK7rITs" border="0"></img></a>
</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PowerCinema/~4/XUoq62NZABU" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Título Original- Killer Elite Título Nacional- Os Especialistas Diretor- Gary McKendry Roteiro- Matt Sherring/Ranulph Fiennes Gênero- Ação/Policial Ano- 2011 - Nem tão especiais&amp;#8230; O título do longa e o jogo com o cartaz (preto e branco com amarelo) aliado aos três nomes de referência logo de frente sugerem uma obra bem promissora, com tons &amp;#8220;a [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.powercinema.com.br/2011/12/os-especialistas/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">0</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.powercinema.com.br/2011/12/os-especialistas/</feedburner:origLink></item><item><title>Happy Feet 2: O Pinguim</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/PowerCinema/~3/N0rL7p-ygNc/</link><category>Reviews</category><category>Animação</category><category>Comédia</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Bill Power</dc:creator><pubDate>Tue, 13 Dec 2011 03:27:22 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.powercinema.com.br/?p=1190</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Título Original</strong>- Happy Feet Two<br />
<strong>Título Nacional</strong>- Happy Feet 2: O Pinguim<br />
<strong>Diretor-</strong> George Miller<br />
<strong>Roteiro-</strong> George Miller/Gary Eck<br />
<strong>Gênero-</strong> Animação/Comédia<br />
<strong>Ano-</strong> 2011</p>
<p><em><strong>- Not so happy&#8230;</strong></em></p>
<p>Uma das animações mais promissoras e aguardadas estreou recentemente nos cinemas nacionais, <strong>Happy Feet 2</strong>. A história dos pinguins dançarinos ganhou uma continuação, depois da boa receptividade alcançada com a primeira versão. Agora, a história de Mano continua, mas um pouco mais dividida com seu filho Erik que lembra seu pai no desajeito e na introversão e não consegue se sentir à vontade em meio dos demais pinguins.<span id="more-1190"></span></p>
<p>Mano, por sua vez, não consegue se aproximar do filho e isso o deixa frustrado, pois ele sente que pode ser mais próximo, mas seu filho não o deixa ser. Depois de mais um desentendimento, num dos números de dança e canto o pequenino foge juntamente com alguns amigos.</p>
<p>Os pinguinzinhos vão atrás de Ramon que tinha ajudado Mano no primeiro filme e tinha ficado junto com os demais pinguins imperadores, mas também está cansado daquele meio. Ele então retorna ao seu território sem saber que o filho de Mano o seguira. Ao chegarem, eles se deparam com Sven, um pinguim diferente que sabia voar, e por isso é tratado como Deus no território de Ramon. Enquanto isso, Mano parte atrás do filho e dos outros que tinham o acompanhado para trazê-los de volta e também chega ao mesmo local e conhece Sven, entretanto não consegue se entender com seu filho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Noutra ponta da história começa-se a acompanhar a luta de Bill e Will, dois amigos Krill que resolvem se desgarrar do cardume e se aventurar pelo estranho Oceano. É uma espécie de jornada de descoberta interior para Bill e irá se revelar algumas das melhores partes do longa. O filme tem um ritmo um pouco lento no começo, remanescendo o primeiro, mas numa versão piorada, pois Erik não tem nenhuma justificativa para não gostar do pai e Mano está deslocado no contexto. As músicas são pouco inspiradas e a impressão não é boa.</p>
<p>À medida que os eventos discorrem, alguns pontos isolados que aconteciam no longa finalmente encontram uma razão e o território dos pinguins imperadores é bloqueado por um enorme iceberg. É a partir de então que tudo começa a engrenar.</p>
<p>A participação de Mano aumenta significativamente e, juntamente, o filme melhora bastante. O jogo de cena com os humanos renderizados e reais é bem feito e até consegue enganar bem. A animação da água e do gelo é belíssima e empolga assim como no primeiro, porém fica sempre aquela ponta de conteúdo inacabado, de inexplicabilidade de toda aquela trama. O filme não consegue se sustentar por si, muito embora tenha momentos inspiradíssimos como as constantes fugas dos Krills e a cena final sob o ritmo espetacular de<em> Under Pressure</em> de Queen.</p>
<p>Em suma,<strong> Happy Feet 2</strong> é uma boa produção, não consegue atingir o ótimo nível do primeiro, mas não decepciona. A sensação de perdição fica clara, quando tentam dar participação ao filho de Mano e depois retomam o foco nele e justificam tudo aquilo como uma jornada do pequeno a aprender a valorizar seu pai e isso fica muito pouco convincente.</p>
<p>A dublagem nacional compromete bastante também. A música cantada por Erik ficou muito ruim, mesmo que seja intencional, não satisfez nenhum pouco. No entanto, num ano fraco de animações, <strong>Happy Feet 2</strong> está um grau acima de<strong> <a href="http://www.powercinema.com.br/2011/06/carros-2/" target="_blank">Carros 2</a> </strong>e perde para <strong><a href="http://www.powercinema.com.br/2011/06/kung-fu-panda-2/" target="_blank">Kung Fu Panda 2</a></strong> no pacote geral. A diversão é garantida, mas não é contínua o que pode causar desagrado em certos espectadores, entretanto a animação está recomendada.</p>
<p><strong>Intensidade da força: 6,5</strong></p>
<div class="plus-one-wrap"><g:plusone href="http://www.powercinema.com.br/2011/12/happy-feet-2-o-pinguim/"></g:plusone></div><div class="feedflare">
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</div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/PowerCinema/~4/N0rL7p-ygNc" height="1" width="1"/>]]></content:encoded><description>Título Original- Happy Feet Two Título Nacional- Happy Feet 2: O Pinguim Diretor- George Miller Roteiro- George Miller/Gary Eck Gênero- Animação/Comédia Ano- 2011 - Not so happy&amp;#8230; Uma das animações mais promissoras e aguardadas estreou recentemente nos cinemas nacionais, Happy Feet 2. A história dos pinguins dançarinos ganhou uma continuação, depois da boa receptividade alcançada [...]</description><wfw:commentRss xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/">http://www.powercinema.com.br/2011/12/happy-feet-2-o-pinguim/feed/</wfw:commentRss><slash:comments xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/">0</slash:comments><feedburner:origLink>http://www.powercinema.com.br/2011/12/happy-feet-2-o-pinguim/</feedburner:origLink></item><item><title>Reféns</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/PowerCinema/~3/xYjjJkwp2Wk/</link><category>Reviews</category><category>Drama</category><dc:creator xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">Bill Power</dc:creator><pubDate>Fri, 09 Dec 2011 13:39:23 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">http://www.powercinema.com.br/?p=1184</guid><content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[<p><strong>Título Original</strong>- Trespass<br />
<strong>Título Nacional-</strong> Reféns<br />
<strong>Diretor-</strong> Joel Schumacher<br />
<strong>Roteiro-</strong> Karl Gajdusek<br />
<strong>Gênero-</strong> Drama<br />
<strong>Ano-</strong> 2011</p>
<p><em><strong>- Refém&#8230;</strong></em></p>
<p>É o espectador que escolher assistir a nova produção em cartaz nos cinemas nacionais protagonizada pela dupla Nicolas Cage (Kyle Miller) e Nicole Kidman (Sarah Miller) e dirigida por Joel Schumacher (<strong>Um dia de fúria</strong>, <strong>Por um fio</strong>). Era de esperar de um time desses algo melhor do que o apresentado, mas depois de conferir toda a exibição não fica difícil descobrir porque todos estão em péssima fase em suas carreiras.<span id="more-1184"></span></p>
<p>Nicolas Cage é um ator que já viveu papéis que o notabilizaram e o colocaram no rol dos grandes atores, mas tem feito de tudo para por toda esta reputação conquistada por água abaixo com filmes extremamente ruins e desempenhos fracos de sua parte, sem nenhuma inspiração ou interesse. O mesmo vale para Nicole Kidman e Joel Shumacher.</p>
<p>A história é bem batida. E começa quando o agenciador Kyle Miller parece ter conseguido fechar mais um negócio milionário. Ele lida com diamantes e faz a intermediação com os compradores. A família é bem rica e parece que vive numa situação bastante confortável, no entanto o casamento lida com problemas decorrentes da rotina, como a mulher insatisfeita com a ausência do marido ou a filha rebelde querendo curtir os agitos da sua adolescência.</p>
<p>É neste cenário de relativa tranquilidade que tudo será abalado quando a família for surpreendida pela ação de um bando de assaltantes que conseguem acesso à casa pela porta da frente, num dos inúmeros momentos incoerentes da trama.</p>
<p>A tensão irá se iniciar a partir daí, numa constante pressão dos bandidos em cima dos donos da casa em busca dos diamantes que Kyle supostamente esconderia na casa. O chefe da casa se recusa a entregar a combinação do cofre que permitiria os bandidos realizar seu intento e disso começará uma sucessão de acontecimentos toscos que passam longe de como este tipo de pessoa age nestas situações. Os assaltantes acreditam que precisam de Kyle para abrir o cofre.</p>
<p>Ora, qual ladrão hoje não consegue abrir um cofre? Desde quando, mesmo que eles não quisessem forçar a abertura, precisariam perder o tempo que desperdiçaram conversando e se irritando com a insistência do dono da casa em não entregar a combinação?</p>
<p>O filme tenta apelar para uma inexperiência dos malfeitores, mas isso é muito mal utilizado e não justifica toda a tosquidão da trama incrivelmente rasa. Reações incoerentes de todos os familiares e bandidos permeiam as ações a todo instante, dando um tom de inverdade que passa pelo ridículo. Em alguns momentos é até interessante e risível assistir as trapalhadas dos bandidos ou a persistência da personagem principal, mas isso se esvai rapidamente, pois a inconsistência geral traz logo um sentimento de desapontamento difícil de esquecer.</p>
<p>Em suma, se trata de uma produção fraquíssima e que parece será a tônica de agora em diante até o final deste ano, ou seja, dificilmente veremos alguma surpresa de qualidade no <strong>Power Cinema</strong>, mas um mínimo de diversão ainda é possível encontrar em títulos como este.</p>
<p><strong>Intensidade da força: 4,5</strong></p>
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