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especialista em Causas de Atraso na Entrega de Obra em Porto Alegre, canoas, novo hamburgo</subtitle><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>Thiago Pinheiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_lBtHF39BHmE/Si7UMQ80ESI/AAAAAAAAAFA/zmaVc50Xl7A/S220/HPIM1227.JPG" /></author><generator version="7.00" 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scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Advogado especialista em Causas de Atraso na Entrega de Obra em" /><title>Atraso na entrega de obra gera indenização de 10 mil reais</title><content type="html">&lt;h1 class="title" style="background-color: white; border-bottom-style: none; border-color: initial; border-image: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial; color: #45631b; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 23px; margin-bottom: 13px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="color: #444444; font-size: 14px; font-weight: normal; line-height: 18px; margin-bottom: 14px; text-align: justify;"&gt;Os desembargadores que integram a 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça decidiram manter a sentença proferida pelo juízo da 6ª Vara Cível de Natal que condenou o Inocoop/RN- Instituto de Orientação às Cooperativas Habitacionais do Rio Grande do Norte e a Chaf/RN Cooperativa Habitacional Autofinanciável do Rio Grande do Norte ao pagamento de indenização aos autores da ação por atraso na entrega da obra e por defeitos e irregularidades detectadas na parte de engenharia e construção da obra.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #444444; font-size: 14px; font-weight: normal; line-height: 18px; margin-bottom: 14px; text-align: justify;"&gt;A sentença determina o pagamento de 10 mil reais a título de indenização, devendo tal valor ser atualizado com juros a partir da data em que deveria ter se dado a entrega da obra e correção monetária a contar da data da decisão. O Inocoop e a Chaf também deverão restituir aos autores as parcelas que foram cobradas para a complementação da obra, mas que não foram empregados para a sua total realização, devendo tais valores serem apurados em liquidação de sentença.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #444444; font-size: 14px; font-weight: normal; line-height: 18px; margin-bottom: 14px; text-align: justify;"&gt;As cooperativas apelaram ao TJRN, sob o argumento de que a execução das obras foi paralisada em função da inadimplência dos cooperados e que as obras eram realizadas conforme a disponibilidade de recursos provenientes dos cooperados, diante disso, solicitaram a reforma da sentença, para não serem condenadas ao pagamento de indenização por danos morais e materiais e à restituição de valores residuais.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #444444; font-size: 14px; font-weight: normal; line-height: 18px; margin-bottom: 14px; text-align: justify;"&gt;Ao analisarem o processo, os desembargadores verificaram que os prejuízos alegados pelos autores foram comprovados através do descumprimento dos termos estipulados no acordo celebrado entre as partes, tendo os autores que empregar recursos financeiros próprios para o término da obra. Diante disso, a sentença de primeiro grau foi mantida. (Processo nº 2010.002269-8)&lt;/div&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1308590303033402623-5778147000379025619?l=advogadoemportoalegre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;b&gt;Caso&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Proprietário vizinho a uma construção de edifício, moveu ação de nunciação de obra nova na Comarca de Tramandaí, pedindo indenização por danos morais e materiais. Sob alegações de que a construção havia invadido a área de seu terreno, além de ter sofrido privação de ventilação e luminosidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também foi relatada a falta de segurança na obra, com queda de tábuas de madeira e inclusive, um martelo, no telhado da casa. Razão pela qual foi expedida uma liminar de embargo à obra, que ficou paralisada por 40 dias. Posteriormente, pela prestação de caução por parte da construtora, a liminar foi revogada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Sentença&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Juíza Milene Koerig Gessinger, julgou a ação parcialmente procedente, condenando a construtora a indenizar o proprietário vizinho somente por danos morais, no valor de R$ 20 mil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Apelação&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A construtora recorreu da decisão no Tribunal de Justiça, e em suas razões recursais, a empresa alegou que a condenação em danos morais deveria ser julgada improcedente e, alternativamente, a redução do valor indenizatório.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mencionou ainda, que o proprietário vizinho deveria restituir em danos materiais pelos lucros cessantes, atraso de cronograma e negócios perdidos em razão da paralisação que empresa sofrera.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por fim, o Juiz-Convocado ao TJ Niwton Carpes da Silva acolheu parcialmente a apelação da construtora, reformando a decisão de indenização por danos morais, reduzindo de R$ 20 mil para o valor de R$ 10 mil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Desembargadores Cláudio Augusto Lopes Nunes e Nara Leonor Castro Garcia acompanharam o voto do relator.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Proc. 70035552827&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
EXPEDIENTE&lt;br /&gt;
Texto: Daniel Grudzinski&lt;br /&gt;
Assessora-Coordenadora de Imprensa: Adriana Arend&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1308590303033402623-8733017312138557934?l=advogadoemportoalegre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vj2-MvRtaYSGjsb3DyyuUoDLkZ0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vj2-MvRtaYSGjsb3DyyuUoDLkZ0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vj2-MvRtaYSGjsb3DyyuUoDLkZ0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vj2-MvRtaYSGjsb3DyyuUoDLkZ0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~4/j6Y-sO1vNiU" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="http://tpsadvogados.com.br" title="Construtora indenizará vizinho por irregularidades em obra" /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/feeds/8733017312138557934/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2012/01/construtora-indenizara-vizinho-por.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/8733017312138557934?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/8733017312138557934?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~3/j6Y-sO1vNiU/construtora-indenizara-vizinho-por.html" title="Construtora indenizará vizinho por irregularidades em obra" /><author><name>Thiago Pinheiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_lBtHF39BHmE/Si7UMQ80ESI/AAAAAAAAAFA/zmaVc50Xl7A/S220/HPIM1227.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2012/01/construtora-indenizara-vizinho-por.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEEGQXc6fSp7ImA9WhRUE08.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1308590303033402623.post-8859964470277318909</id><published>2012-01-23T05:50:00.000-08:00</published><updated>2012-01-23T05:50:20.915-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-23T05:50:20.915-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="advogado em porto alegre dano moral obra" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="quando acontece dano moral" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="advogado porto alegre" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="advogado dano moral" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="o que é dano moral" /><title>O que é dano moral e quando acontece nas relações de consumo</title><content type="html">&lt;div id="texto_noticia_ler" style="background-color: white; color: #333333; float: left; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 25px; padding-bottom: 10px; padding-top: 15px; text-align: justify; width: 600px;"&gt;&lt;div id="resposta_perguntas" style="float: left; width: 600px;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;Muito se fala sobre danos morais, mas a grande maioria das pessoas não sabe, de fato, o que é o dano moral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;O dano moral é aquele que traz como conseqüência ofensa à honra, ao afeto, à liberdade, à profissão, ao respeito, à psique, à saúde, ao nome, ao crédito, ao bem estar e à vida, sem necessidade de ocorrência de prejuízo econômico.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É toda e qualquer ofensa ou violação que não venha a ferir os bens patrimoniais, mas aos seus princí­pios de ordem moral, tais como os que se referem à sua liberdade, à sua honra, à sua pessoa ou à sua família.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sempre que uma pessoa for colocada em uma situação humilhante, vexatória ou degradante, afrontando assim à sua moral, poderá exigir, na Justiça, indenização pelos danos morais causados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas relações de consumo atuais há muitas formas de abusos praticados por fornecedores de produtos e serviços e que geram dano moral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Algumas situações que podem ser consideradas dano moral nas relações de consumo:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;1. Bloqueio ou desconto total ou parcial de proventos (salário, aposentadoria, pensão, etc)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os bancos costumam utilizar-se da chamada "justiça de mão própria" para cobrar seus clientes. E para isto não tem qualquer piedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São milhares de casos em que os bancos simplesmente bloqueiam ou descontam todo ou parte dos proventos (salário, aposentadoria, pensão, etc) dos seus clientes por causa de dívidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todavia, esta prática é ilegal, visto que o banco não tem o direito de privar o cliente da fonte de sua subsistência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo que haja autorização do cliente, grande parte da justiça tem limitado os descontos a 30% dos ganhos mensais líquidos do cliente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se não houver autorização, nada poderá ser bloqueado ou descontado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, havendo bloqueio ou desconto integral ou parcial (acima de 30%), o que acaba por causar problemas na subsistência do consumidor e de sua família (falta de condições de arcar com os gastos básicos mensais - moradia, alimentação, etc), certamente é caso de pedido de devolução em dobro dos valores descontados indevidamente e de danos morais (direitos garantidos pelo Código de Defesa do Consumidor).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Leia ementa de recente decisão no STJ sobre este caso:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;DANO MORAL. RETENÇÃO. SALÁRIO. BANCO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É cabível a indenização por danos morais contra instituição bancária pela retenção integral de salário do correntista para cobrir saldo devedor da conta-corrente, mormente por ser confiado o salário ao banco em depósito pelo empregador, já que o pagamento de dívida de empréstimo obtém-se via ação judicial (CPC, art. 649, IV). Precedentes citados: REsp 831.774-RS, DJ 29/10/2007; Ag no Ag 353.291-RS, DJ 19/11/2001; REsp 492.777-RS, DJ 1º/9/2003, e REsp 595.006-RS, DJ 18/9/2006. REsp 1.021.578-SP, Rel. Min. Nancy Andrighi, julgado em 16/12/2008.&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;2. Dívida paga e nome permanece nos cadastros negativos (SPC, SERASA, etc)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o consumidor pagou a dívida e mesmo assim não tiraram seu nome dos cadastros negativos (SPC, SERASA, etc) dentro do prazo da lei (5 dias úteis), é caso de procurar a Justiça para exigir a retirada, bem como indenização pelos danos morais decorrentes da manutenção indevida dos cadastros negativos e consequente restrição indevida de crédito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;3. ACORDO – Paga a primeira parcela o nome deve ser excluído dos cadastros negativos (SPC, SERASA, etc)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O acordo parcelado é uma forma de se extinguir uma dívida, normalmente já em atraso, e se criar uma nova dívida para pagamento em novas parcelas com novas datas de vencimento, a contar da assinatura do acordo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, com o acordo e o pagamento da primeira parcela, a dívida antiga está extinta, ou seja, não existe mais e também não podem existir mais cadastros negativos de SPC ou SERASA em relação à mesma, sendo que o credor tem o prazo legal de 5 dias úteis para retirada do nome do devedor dos cadastros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que existe agora é uma nova dívida, com novas datas para pagamento e que não poderá gerar qualquer restrição em SPC ou SERASA enquanto estiver sendo paga corretamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O credor não pode obrigar o devedor a pagar todas as parcelas para ter seu nome retirado dos cadastros do SPC e SERASA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o credor se negar a retirar o nome do devedor dos cadastros restritivos, mesmo após a assinatura do acordo e pagamento da primeira parcela, então é caso de danos morais pela manutenção indevida do registro negativo, cabendo ação judicial para exigir seus direitos!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;4. Inscrição indevida nos cadastros restritivos (SPC, SERASA, etc) por dívida que não foi feita pelo consumidor&lt;/b&gt;&amp;nbsp; (fraude, etc)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o consumidor descobre que seu nome está incluído nos cadastros negativos (SPC, SERASA, etc) por uma dívida que nunca fez, o que é muito comum de acontecer porque as empresas não tomam as devidas precauções quando da venda de produtos ou contratação de serviços, permitindo que falsários possam utilizar-se dos dados de pessoas de boa-fé para levar vantagem, é caso de danos morais, e o consumidor deve procurar a justiça para pedir a imediata retirada de seu nome dos órgãos de restrição e indenização contra a empresa que lhe negativou indevidamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;5. Cadastro no SPC e/ou SERASA por dívida vendida (cessão de crédito)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A "&lt;strong&gt;&lt;em&gt;venda de uma dívida&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;" de uma empresa para outra é legal (está prevista na lei). Todavia, deve seguir algumas formalidades para que tenha validade. O&amp;nbsp;&lt;strong&gt;artigo 288 do Código Civil&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;exige que haja um contrato específico para a venda da dívida, ou seja, que neste contrato esteja explicado quem é o devedor, qual é a dívida, valor, data de vencimento, etc. Já o&amp;nbsp;&lt;strong&gt;artigo 290 do&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Código Civil&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;diz que:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;"A cessão do crédito não tem eficácia em relação ao devedor, senão quando a este notificada; mas por notificado se tem o devedor que, em escrito público ou particular, se declarou ciente da cessão feita."&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o devedor não foi notificado da cessão (venda da dívida) ou mesmo que tenha recebido notificação não assinou a declaração da ciência da mesma, ela não tem validade contra ele e não pode gerar nenhum efeito, inclusive cadastros de restrição ao crédito, como SPC e SERASA.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ocorre que&amp;nbsp;&lt;strong&gt;bancos, empresas de telefonia, cartões de crédito, dentre outros, estão vendendo suas dívidas para outras empresas (principalmente fundos de investimentos)&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;e estas estão cadastrando o nome dos consumidores no&amp;nbsp;&lt;strong&gt;SPC e/ou SERASA&lt;/strong&gt;, sem fazer um contrato específico daquela dívida ou fazer a notificação e ciência do consumidor sobre a venda, o que é ilegal conforme os&lt;strong&gt;artigos 288 e 290 do Código Civil.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, se o consumidor teve o nome cadastrado no&lt;strong&gt;&amp;nbsp;SPC e/ou SERASA&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;por dívidas vendidas (cedidas) para outra empresa ou&lt;strong&gt;&amp;nbsp;fundo de investimento&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;pode procurar a Justiça para contestar a restrição bem como para exigir indenização por danos morais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;6. Inscrição ou manutenção do nome do devedor nos cadastros negativos (SPC, SERASA, etc) após 5 anos da dívida&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O prazo máximo de manutenção do nome do devedor nos cadastros negativos (SPC, SERASA, etc) é de 5 anos a contar da data em que a dívida deveria mas não foi paga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A inscrição ou manutenção do cadastro após os 5 anos dá direito ao consumidor pedir na justiça indenização por danos morais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;7. Cheque – conta conjunta – Só o nome de quem assinou o cheque pode ir para os registros negativos (SPC, SERASA ,etc)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em caso de cheques sem fundos emitidos (assinados) por apenas um dos correntistas da conta conjunta, apenas o nome deste correntista pode ser incluído no CCF (Cadastro de Emitentes de Cheques sem Fundos) e, consequentemente na SERASA, conforme Circular 3.334 do Banco Central do Brasil , de 5 de dezembro de 2006.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o nome do(s) outro(s) correntista(s) também for incluído nos cadastro, esta inclusão é ilegal porque fere o Código de Defesa do Consumidor, pois, quando alguém emite um cheque sem fundo, somente esta pessoa é devedora do credor e não o co-titular.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste caso, cabe ação judicial para retirada imediata, assim como pedindo indenização por danos morais pela inclusão indevida e abalo de crédito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;8. Furto, assalto e acidentes nas dependências do estabelecimento comercial (Shopping, Banco, empresas, etc)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O estabelecimento comercial é responsável pela segurança de seus clientes. Portanto, quando o cliente é vítima de furtos, assaltos ou acidentes nas dependências do estabelecimento comercial (incluindo estacionamento) tem direito a buscar na justiça indenização pelos danos morais sofridos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;9. Fazer o devedor passar vergonha – Cobranças abusivas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O credor tem todo o direito de cobrar a dívida. Todavia, este direito é limitado por regras morais e pela lei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, quando o credor extrapola as formas de cobrança, fazendo cobranças abusivas, infernizando a vida do devedor ou fazendo-o passar vergonha, o consumidor tem todo o direito de buscar seus direitos na Justiça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;10. Cartão de crédito, débito ou cheque bloqueados sem aviso prévio&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A instituição financeira (banco, cartão, loja, etc) tem a obrigação de avisar por escrito e com antecedência ao consumidor, que seu cartão ou cheque será bloqueado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se isto não acontecer e o consumidor passar por uma situação vergonhosa em não poder fazer uma compra ou pagar uma conta em razão do seu crédito estar bloqueado, pode exigir na justiça reparação pelos danos morais causados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;11. Protesto indevido&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Infelizmente, a prática de protestar títulos (faturas, duplicatas e notas promissórias) “frios” (que não tem origem de mercadoria vendida ou serviço prestado, ou que não corresponda a mercadoria vendida ou serviço prestado em quantidade ou qualidade), é uma prática bem comum.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, a empresa, lança um título sem que o consumidor saiba, pois não fez a compra de um produto ou contratou um serviço (o que é considerado fraude), apenas para negocia-lo (vende-lo com deságio) e este título, por não ser pago, é levado a protesto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o protesto, normalmente o nome e o CPF do consumidor, que foi incluído no título, também acaba parando no SPC, causando restrição de crédito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste caso, o consumidor tem direito de entrar na justiça alegando a fraude por protesto de título “frio” e pedindo indenização contra quem lançou o título e contra quem lhe protestou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;12. Desconto de cheques pós-datados antes da data&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O cheque é uma ordem de pagamento à vista. Portanto, não adianta colocar uma data futura (pós-datados) para desconto, porque o banco aceitará paga-lo na data em que for apresentado, mesmo que seja bem antes da data constante do mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todavia, se o cheque é a forma de pagamento pela compra de um produto ou contratação de um serviço e há documento informando as datas em que deverá ser depositado, como acontece nas compras parceladas, o estabelecimento comercial fica obrigado a deposita-lo nas datas que foram combinadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o depósito acontecer em data anterior e isto causar algum problema para o consumidor, como a devolução do cheque e a inclusão de seu nome no CCF (Cadastro de emitentes de Cheques sem Fundos do Banco Central) e na SERASA, certamente o consumidor pode buscar a justiça para fins de exigir a imediata retirada de seu nome dos registros negativos e pedir indenização por danos morais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A dica, então, para garantir os seus direitos, é sempre for utilizar de cheques pós-datados, exija documentos (contrato, nota, etc) assinados pelo recebedor informando as datas que serão depositados. (isto pode ser feito, inclusive, no verso do cheque)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;13. Protesto ou inclusão no SPC ou SERASA de dívidas (cheques, etc) após 5 anos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O prazo para prescrição do direito de cobrança de dívidas é de 5 anos (conforme o Código Civil Brasileiro).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, o credor tem o prazo de 5 anos para exigir a cobrança judicial de dívidas, a contar da data em que a dívida venceu (data em que deveria ter sido paga, mas não foi).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o credor, ou outra empresa (empresa de cobrança ou empresa que “comprou” os créditos), protestar a dívida ou incluir o nome do devedor no SPC e/ou SERASA, após este prazo de 5 anos, cabe ação judicial exigindo a imediata retirada, bem como indenização pelos danos morais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Importante:&lt;/b&gt;&amp;nbsp;A venda ou cessão da dívida para outra empresa&amp;nbsp;&lt;b&gt;não renova o prazo de 5 anos&lt;/b&gt;&amp;nbsp;que só conta uma vez da data em que a dívida venceu!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;14. Acusação indevida de furto e agressões em estabelecimentos comerciais&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O estabelecimento comercial que acusar o consumidor de furto indevidamente, certamente estará lhe causando um enorme prejuízo da ordem moral, porquanto ferindo a sua honra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A empresa é obrigada a provar sua acusação, se não provar e o consumidor tiver provas do ocorrido (testemunhas, boletim de ocorrência policial, etc) pode recorrer à justiça para exigir indenização por danos morais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mesmo ocorre quando o consumidor sofre agressões verbais ou físicas dentro do estabelecimento comercial (inclusive estacionamento), seja por funcionários da empresa ou por outras pessoas, como acontece seguidamente em casas noturnas, pois o estabelecimento tem a obrigação de zelar pela segurança e integridade física e moral de seus clientes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;15. Espera em fila de banco por longo período&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos estados e cidades têm leis sobre o tempo de espera nas filas dos bancos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste caso, o consumidor que esperar além do tempo estipulado em lei, pode procurar a justiça para pedir indenização por danos morais, porque ninguém deve sofrer em esperar em pé por longo tempo para ser atendido, por única e exclusiva culpa do banco, que para fins de “contenção de despesas” não tem funcionários suficientes para atender seus clientes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;16. Extravio de bagagem&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso de bagagem extraviada o passageiro deve fazer um levantamento (lista) de todos os itens que constavam na bagagem, bem como fazer um levantamento dos preços destes itens no mercado e exigir a indenização correspondente aos bens perdidos, além, é claro, da própria mala.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se a bagagem estiver estragada ou aberta, tendo desaparecido pertences, o passageiro deve fazer um levantamento dos estragos e dos pertences desaparecidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se dentro de dez dias a bagagem não for encontrada e devolvida ou a companhia aérea não indenizar seus prejuízos, o passageiro deve procurar a justiça para exigir indenização pelos prejuízos materiais e morais sofridos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Você foi vítima de danos morais? Quer orientação de como agir? Procure um advogado de sua confiança, o Procon de sua cidade ou a Defensoria Pública (direto no Fórum de Justiça).&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1308590303033402623-8859964470277318909?l=advogadoemportoalegre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9KC1qckYVWnKf3lPas7qud0mo_M/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9KC1qckYVWnKf3lPas7qud0mo_M/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9KC1qckYVWnKf3lPas7qud0mo_M/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9KC1qckYVWnKf3lPas7qud0mo_M/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~4/oIXzk29XC24" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="http://tpsadvogados.com.br" title="O que é dano moral e quando acontece nas relações de consumo" /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/feeds/8859964470277318909/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2012/01/o-que-e-dano-moral-e-quando-acontece.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/8859964470277318909?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/8859964470277318909?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~3/oIXzk29XC24/o-que-e-dano-moral-e-quando-acontece.html" title="O que é dano moral e quando acontece nas relações de consumo" /><author><name>Thiago Pinheiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_lBtHF39BHmE/Si7UMQ80ESI/AAAAAAAAAFA/zmaVc50Xl7A/S220/HPIM1227.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2012/01/o-que-e-dano-moral-e-quando-acontece.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUMBQn8_eip7ImA9WhRVGUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1308590303033402623.post-1481946511847242970</id><published>2012-01-19T06:30:00.000-08:00</published><updated>2012-01-19T06:30:53.142-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-19T06:30:53.142-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="funrural RS" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="direito ao funrural" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="advogado funrural" /><title /><content type="html">&lt;table border="0" cellpadding="15" cellspacing="0" style="background-color: #f4f8f6; font-family: Verdana, Arial; width: 654px;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td height="22"&gt;&lt;span class="subtitulo1" style="color: #507a59; font-family: Verdana; font-size: 12px; font-weight: bold;"&gt;Farsul obtêm vitória em ação referente ao Funrural&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td height="22"&gt;&lt;span class="capa_noticias" style="color: #002412; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10px;"&gt;17/01/2012 - 15:55:00&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td height="22"&gt;&lt;div align="justify" class="capa_noticias" style="color: #002412; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #002412; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 21.3pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #002412; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 2cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;A Juíza Federal Substituta da 2ª Vara Federal Tributária de Porto Alegre, Elisângela Simon Caureo, julgou parcialmente procedente a ação proposta pela Farsul contra a União (Fazenda Nacional) ao reconhecer a inconstitucionalidade e inexigibilidade da contribuição previdenciária “Funrural” paga pelos empregadores rurais pessoa física representados pela Federação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #002412; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 21.3pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #002412; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 2cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;Na sentença, a magistrada decidiu que&amp;nbsp;“os empregadores rurais pessoa física integrantes da categoria sindical abrangida pela Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul não se submeterão à retenção e recolhimento das contribuições previstas nos artigos 25, artigos I e II, da Lei 8.212/91”, denominada “funrural”, no percentual de 2,1%. E&amp;nbsp;condenou a União a devolver, de forma individual, os valores recolhidos indevidamente, “acrescidos de juros obtidos pela aplicação da taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia, SELIC, acumulada mensalmente, e de 1% relativamente ao mês em que estiver sendo efetuada”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #002412; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #002412; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 2cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;O diretor do Departamento Jurídico da Farsul, Nestor Hein, esclarece que, após o trânsito em julgado da decisão,&lt;b&gt;&amp;nbsp;todos os empregadores rurais pessoa física da categoria profissional abrangida pela Farsul, além de não mais se submeterem à retenção do tributo, poderão postular a devolução dos valores recolhidos a partir de 08/06/2005, devidamente corrigidos nos termos definidos na sentença.&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #002412; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 2cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="color: #002412; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 2cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;Hein acrescenta que a referida sentença não interfere na contribuição ao Senar, alíquota de 0,2%, cujo recolhimento continua a ser efetuado através da Guia da Previdência Social e arrecadado pela Receita Federal como contribuição devida a terceiros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1308590303033402623-1481946511847242970?l=advogadoemportoalegre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/NdIVyrt0tphs1NSn2z0IoofrDd0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/NdIVyrt0tphs1NSn2z0IoofrDd0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/NdIVyrt0tphs1NSn2z0IoofrDd0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/NdIVyrt0tphs1NSn2z0IoofrDd0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~4/3pEPLjMLBOY" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/feeds/1481946511847242970/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2012/01/farsul-obtem-vitoria-em-acao-referente.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/1481946511847242970?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/1481946511847242970?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~3/3pEPLjMLBOY/farsul-obtem-vitoria-em-acao-referente.html" title="" /><author><name>Thiago Pinheiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_lBtHF39BHmE/Si7UMQ80ESI/AAAAAAAAAFA/zmaVc50Xl7A/S220/HPIM1227.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2012/01/farsul-obtem-vitoria-em-acao-referente.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkcCQnc_eyp7ImA9WhRXFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1308590303033402623.post-2575412224712462737</id><published>2011-12-22T12:01:00.000-08:00</published><updated>2011-12-22T12:01:03.943-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-22T12:01:03.943-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="novas informações funrural" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="advogado funrural" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="restituição advogado funrural" /><title>AINDA O FUNRURAL</title><content type="html">&lt;h4 style="background-color: #eeeeee; border-bottom-color: rgb(221, 221, 221); border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #333333; font-family: cambria, georgia, times, 'times new roman', serif; font-size: 24px; letter-spacing: -1px; line-height: 1.2em; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 5px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: left; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"&gt;AINDA O FUNRURAL&lt;/h4&gt;&lt;div style="background-color: #eeeeee; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #666666; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 21px; margin-bottom: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: #eeeeee; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #666666; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 21px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Sigo recebendo muitos questionamentos sobre o FUNRURAL. Entre as questões, temos: Há definição de sua inconstitucionalidade? Quem tem direito a não sofrer a retenção e pedir restituição? E, finalmente, como fazer isto?&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Bem, vamos lá:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;1)&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;a matéria pacificada no Supremo Tribunal Federal é de que produtor rural, empregador, pessoa física, não pode sofrer a retenção e deve ser devolvido tudo que foi cobrado a este título nos últimos cinco anos (foi descontado 2,1% da produção bruta comercializada).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;2)&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;quem trabalha como pessoa jurídica e tem a retenção pode reivindicar a devolução. Não é o mesmo caso da decisão do STF mas a inconstitucionalidade é mais clara ainda e vem sendo reconhecida pelos Tribunais como bi-tributação, cabendo também a suspensão da cobrança e a devolução do recolhimento indevido nos últimos cinco anos. Neste caso é 2,5% sobre a receita bruta.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;3)&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Quem trabalha como pessoa física, não se enquadra como segurado especial e não tem empregado, também tem direito, pois a Receita Federal reconhece que não há previsão legal para a cobrança nestes casos.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;4)&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Segurado especial não tem direito.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;5)&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Quem tem direito a reivindicar é o produtor rural se o comprador descontou dele o FUNRURAL. Se o comprador não fez a retenção e mesmo assim recolheu o FUNRURAL, esse é que terá legitimidade para reivindicar.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;6)&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Para ter o direito à suspensão da retenção e à restituição do valor indevidamente cobrado haverá a necessidade de ingressar em juízo com esses pedidos.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;7)&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Para ingressar em juízo terá que constituir um advogado e demonstrar a condição de empregador através documento idôneo, como RAIS ou GFIP, ou de não ser segurado especial, juntando notas de produtor provando a retenção.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;8 )&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;No caso de pessoa jurídica, basta comprovar essa condição e juntar os comprovantes de recolhimento da contribuição.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; margin-bottom: 15px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Lembrete final: excluída a contribuição sobre valor bruto da comercialização, poderá haver a substituição pela contribuição de 20% sobre a folha de pagamento, mas esta terá de ser constituída pela RF, estando prescritos os anos anteriores aos cinco da constituição, mas a mesma é discutível e poderá ser compensada com o crédito a ser restituído. O fato é que excluir 2,1% ou 2,5% sobre a comercialização terá grande repercussão no resultado da atividade.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1308590303033402623-2575412224712462737?l=advogadoemportoalegre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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EM DECORRÊNCIA DO ATRASO NA ENTREGA DA OBRA ??&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
INDENIZAÇÃO POR DANOS MATERIAIS E MORAIS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Devolução Integral SIMPLES ou EM DOBRO de todos os valores pagos, CORRIGIDOS e CAPITALIZADOS (em caso de distrato ou rescisão)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Danos Morais (base de 9,3 mil a 82,6 mil *)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Nulidade da “Cláusula de Atraso” – 180 dias (Caso Fortuito ou Força Maior)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Nulidade da CM Repasse ou cláusulas que admitem cobrança de juros bancários antes das chaves.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Multa por DIA de Atraso na Liberação das Chaves ou dos Documentos para o Financiamento&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Congelamento do Saldo Devedor do Financiamento&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Suspensão do Pagamento das Intermediárias e das Chaves&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Recálculo dos Juros cobrados no período Pré-chaves com devolução em DOBRO dos Juros Indevidos ou Amortização do valor do indébito no Saldo Devedor&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Indenização por Lucros Cessantes ou Reembolso de Aluguel, com base em 1% do valor atual do imóvel, POR MÊS de atraso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Multa de Mora de 2% do valor atual do imóvel, mais 1% por mês de atraso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Reembolso de Despesas decorrentes do atraso na entrega do imóvel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Devolução em DOBRO de Comissões de Corretagem, SATI, Aprovação de Crédito (TAC), Matrícula e Individualização e outras cobranças ilegais de intermediação imobiliária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Devolução em DOBRO de Taxas Condominiais cobradas antes da entrega efetiva das chaves.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Abatimento no preço do imóvel em razão de entrega em desacordo com material publicitário ou problemas com a qualidade da Obra.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1308590303033402623-4186861095062130179?l=advogadoemportoalegre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/e-J41EPAPO8yJVjpjy_Rr4fxmmk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/e-J41EPAPO8yJVjpjy_Rr4fxmmk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/e-J41EPAPO8yJVjpjy_Rr4fxmmk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/e-J41EPAPO8yJVjpjy_Rr4fxmmk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~4/tZQ6AUXB_iw" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="http://tpsadvogados.com.br" title="QUAIS OS DIREITOS DOS CONSUMIDORES EM CASO DE ATRASO NA ENTREGA DA OBRA ?" /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/feeds/4186861095062130179/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2011/12/quais-os-direitos-dos-consumidores-em.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/4186861095062130179?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/4186861095062130179?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~3/tZQ6AUXB_iw/quais-os-direitos-dos-consumidores-em.html" title="QUAIS OS DIREITOS DOS CONSUMIDORES EM CASO DE ATRASO NA ENTREGA DA OBRA ?" /><author><name>Thiago Pinheiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_lBtHF39BHmE/Si7UMQ80ESI/AAAAAAAAAFA/zmaVc50Xl7A/S220/HPIM1227.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2011/12/quais-os-direitos-dos-consumidores-em.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0QDRnY_fyp7ImA9WhRQFEs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1308590303033402623.post-8215923939620324803</id><published>2011-12-09T13:16:00.000-08:00</published><updated>2011-12-09T13:16:17.847-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-09T13:16:17.847-08:00</app:edited><title>RESTITUIÇÃO DE CRÉDITOS ADMINISTRADOS PELA RECEITA FEDERAL DO BRASIL E DA UTILIZAÇÃO.</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-x7JUprLJdAs/TuJ573Dn74I/AAAAAAAAAL8/xSVXn5mHTA0/s1600/Publica%25C3%25A7%25C3%25A3o1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-x7JUprLJdAs/TuJ573Dn74I/AAAAAAAAAL8/xSVXn5mHTA0/s320/Publica%25C3%25A7%25C3%25A3o1.jpg" width="226" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1308590303033402623-8215923939620324803?l=advogadoemportoalegre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hYAUqeWs56ZwZzWbijVDvu52Pbo/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hYAUqeWs56ZwZzWbijVDvu52Pbo/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hYAUqeWs56ZwZzWbijVDvu52Pbo/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hYAUqeWs56ZwZzWbijVDvu52Pbo/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~4/p5gJUjzsB_4" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2011/09/restituicao-de-creditos-administrados.html#links" title="RESTITUIÇÃO DE CRÉDITOS ADMINISTRADOS PELA RECEITA FEDERAL DO BRASIL E DA UTILIZAÇÃO." /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/feeds/8215923939620324803/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2011/12/restituicao-de-creditos-administrados.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/8215923939620324803?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/8215923939620324803?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~3/p5gJUjzsB_4/restituicao-de-creditos-administrados.html" title="RESTITUIÇÃO DE CRÉDITOS ADMINISTRADOS PELA RECEITA FEDERAL DO BRASIL E DA UTILIZAÇÃO." /><author><name>Thiago Pinheiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_lBtHF39BHmE/Si7UMQ80ESI/AAAAAAAAAFA/zmaVc50Xl7A/S220/HPIM1227.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-x7JUprLJdAs/TuJ573Dn74I/AAAAAAAAAL8/xSVXn5mHTA0/s72-c/Publica%25C3%25A7%25C3%25A3o1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2011/12/restituicao-de-creditos-administrados.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CU4MSXY6fyp7ImA9WhRQFEs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1308590303033402623.post-1809885257667287446</id><published>2011-12-09T12:53:00.000-08:00</published><updated>2011-12-09T12:53:08.817-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-09T12:53:08.817-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="construtora má execução da obra" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="viver" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="vicio construtivo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="direito do consumidor park plaza" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="atraso da obra inpar" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="defeito na obra" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="rossi" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="bolognesi" /><title>Construtora Casenco condenada por má execução de obra</title><content type="html">&lt;strong style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="corpo_12_azul" id="tx" style="color: #2a6297;"&gt;Construtora Casenco condenada por má execução de obra&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="right" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" class="foto_noticia_direita" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; margin-bottom: 10px; margin-left: 15px; text-align: justify;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td align="right"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx1"&gt;A empresa Casenco Planejamento e Incorporações Ltda. foi condenada a pagar indenização de R$ 32,7 mil, corrigidos monetariamente, para que sejam providenciados os reparos necessários a sanear vícios construtivos verificados em apartamento construído em Porto Alegre. A decisão da 9ª Câmara Cível do TJRS manteve sentença condenatória proferida em primeira instância.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O autor José Orlando Cavalcante adquiriu o imóvel de propriedade e construído pela construtora demandada. Já no início da contratação, surgiram problemas em razão dos quais foi ajuizada ação no Juizado Especial Cível, onde foi acordado que a ré efetuaria diversos reparos no prazo de 60 dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como a empresa não resolveu o problema – e ainda surgiram novos vícios –, o comprador ajuizou outra demanda, por meio da qual foi novamente acordada a realização dos reparos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como o segundo acordo também não foi cumprido, uma terceira ação foi ajuizada. Nela, a Turma Recursal decidiu que seria necessária a realização de perícia técnica para apurar com precisão a origem dos problemas, devendo o autor ingressar com demanda na Justiça Comum.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesta, realizada a perícia, foram comprovados diversos defeitos de construção: instalação inadequada de caixa de coleta com ralo sem sifão; madeiramento inapropriado para o uso a que se destina; esquadrias com folgas e frestas; falta de desnível de soleira entre área externa e interna do salão da cobertura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com o perito,&amp;nbsp;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"todas as anomalias e danos verificados são decorrentes de vícios e defeitos de construção, não possuindo correlação com o uso da edificação ou falta de manutenção predial".&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com base nas provas, a sentença deu procedência ao pedido do autor, condenando a construtora ao pagamento da devida indenização, fixada em R$ 32.782,36, corrigida monetariamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A empresa apelou ao TJRS sustentando que&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&amp;nbsp;"a demanda não trata de vícios construtivos e sim vícios de manutenção ou desgaste natural do imóvel",&amp;nbsp;&lt;/span&gt;razão pela qual o prazo para eventuais reclamações já se havia esgotado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entendimento da relatora, desembargadora Iris Helena Nogueira, o perito, no minucioso laudo pericial, afirmou que&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&amp;nbsp;"os vícios existentes são decorrentes da baixa qualidade empregada na construção do imóvel".&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse sentido, a 9ª Câmara aplicou a previsão existente no artigo 27 do Código de Defesa do Consumidor, que prevê a prescrição em cinco anos da pretensão à reparação pelos danos causados por fato do produto ou do serviço, iniciando-se a contagem do prazo do conhecimento do dano e sua autoria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1308590303033402623-1809885257667287446?l=advogadoemportoalegre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CPqoXEgzFMhwt3GlsuumbFCF5Fo/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CPqoXEgzFMhwt3GlsuumbFCF5Fo/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CPqoXEgzFMhwt3GlsuumbFCF5Fo/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CPqoXEgzFMhwt3GlsuumbFCF5Fo/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~4/O-vNTh3xGn4" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="http://tpsadvogados.com.br" title="Construtora Casenco condenada por má execução de obra" /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/feeds/1809885257667287446/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2011/12/construtora-casenco-condenada-por-ma.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/1809885257667287446?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/1809885257667287446?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~3/O-vNTh3xGn4/construtora-casenco-condenada-por-ma.html" title="Construtora Casenco condenada por má execução de obra" /><author><name>Thiago Pinheiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_lBtHF39BHmE/Si7UMQ80ESI/AAAAAAAAAFA/zmaVc50Xl7A/S220/HPIM1227.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2011/12/construtora-casenco-condenada-por-ma.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUIAR3c8eCp7ImA9WhRQEUQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1308590303033402623.post-8445741391353295131</id><published>2011-12-06T10:52:00.000-08:00</published><updated>2011-12-06T10:52:26.970-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-06T10:52:26.970-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Corretagem paga pelo comprador do imóvel é indevida" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="viver" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="inpar" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="danos morais" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="danos materiais" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="rossi" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="atraso entrega da obra" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="advogado em porto alegre" /><title>Corretagem paga pelo comprador do imóvel é indevida</title><content type="html">&lt;div style="color: #333333; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 19px; text-align: left;"&gt;&lt;span class="titulos_noticias1" style="color: #003366; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; font-size: 24px; font-weight: bold; line-height: 28px;"&gt;Corretagem paga pelo comprador do imóvel é indevida&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="subtitulo" style="color: #666666; font-family: Georgia, 'Times New Roman', Times, serif; font-size: 14px; font-style: italic; text-decoration: none;"&gt;De acordo com especialistas e com o Código Civil, a cobrança só é autorizada caso o comprador seja avisado previamente pela imobiliária&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="txt_descricao" style="color: #333333; font-size: 12px; font: normal normal normal 12px/16px Arial, Helvetica, sans-serif !important; text-align: left; text-decoration: none;"&gt;Flávia Drago, especial para o JC&lt;/div&gt;&lt;div id="texto_noticias3" style="color: #333333; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 19px; text-align: justify;"&gt;&lt;div class="areafoto" style="background-color: #efefef; border-bottom-color: rgb(204, 204, 204); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(204, 204, 204); border-left-style: solid; border-left-width: 1px; border-right-color: rgb(204, 204, 204); border-right-style: solid; border-right-width: 1px; border-top-color: rgb(204, 204, 204); border-top-style: solid; border-top-width: 1px; float: right; margin-left: 8px; padding-bottom: 3px; padding-left: 3px; padding-right: 3px; padding-top: 3px; width: 212px;"&gt;&lt;span class="cred" style="color: black; font-family: Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: 8px; line-height: 10px; text-align: right; text-transform: uppercase;"&gt;MARCO QUINTANA/JC&lt;/span&gt;&lt;div class="foto" style="padding-bottom: 2px; padding-left: 2px; padding-right: 2px; padding-top: 2px; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://jcrs.uol.com.br/_arquivos/79898_777.jpg" rel="lightbox" title="Se o serviço não estiver presente no contrato, cliente não é obrigado a desembolsar o valor"&gt;&lt;img alt="Se o serviço não estiver presente no contrato, cliente não é obrigado a desembolsar o valor" border="0" src="http://jcrs.uol.com.br/_arquivos/79898_777_thumb_medio.jpg" title="Se o serviço não estiver presente no contrato, cliente não é obrigado a desembolsar o valor" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="leg" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 10px; line-height: 13px; text-align: left; width: 206px;"&gt;Se o serviço não estiver presente no contrato, cliente não é obrigado a desembolsar o valor&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;A bolha imobiliária que tem afetado diversos países como a China, a Espanha, os Estados Unidos e agora chega ao Brasil, vem causando efeitos negativos ao consumidor não só pelo preço elevado dos terrenos, mas também pelo considerável número de casos de cobranças indevidas impelidas ao comprador do imóvel. O valor do honorário do corretor que, originalmente deveria ser pago pela construtora, algumas vezes aparece no documento no momento da requisição. O cliente, desavisado, paga pelo serviço sem ao menos ter sido informado antes de fechar o negócio.&lt;br /&gt;
Segundo o assessor jurídico do Creci-RS, César Augusto Boeira da Silva, não existe uma lei que determine de quem seja a responsabilidade pelo pagamento da corretagem. “No máximo existe a condição, segundo a Lei 6.550, em que os sindicatos de corretores devem elaborar uma tabela mínima para correção que, após aprovada, é homologada pelo Creci e válida para cobrança”, afirma o assessor, que também é presidente da Associação Gaúcha dos Advogados do Direito Imobiliário Empresarial (Agadie). O que se garante é que, caso não esteja escrito no contrato e com o consenso do comprador, a responsabilidade de pagar o honorário, que gira em torno de 5% a 6% do valor do imóvel, é estritamente da construtora.&lt;br /&gt;
São duas situações distintas. Em uma, o corretor é cliente da imobiliária com o intuito de vender um bem de propriedade de um terceiro. Neste caso, ele está em um plantão de vendas, na base do empreendimento da construtora, onde toma a posição de intermediário entre quem quer vender o imóvel e quem quer comprá-lo. No outro momento, o corretor pode ser contratado por uma pessoa que quer adquirir um bem de acordo com suas particularizações e então, ele é quem vai atrás do imóvel no mercado. Quem contrata o corretor, portanto, é quem tem que pagar por seus honorários, nos termos previstos no art. 727 do Código Civil. “Quem vende, ou anuncia a venda, é quem deve pagar os honorários de corretagem”, afirma o advogado Thiago Pinheiro.&lt;br /&gt;
O que se paga é pelo trabalho que o corretor tem de pesquisar e ir atrás do tipo de imóvel que o comprador deseja. “Este é um caso em que o corretor trabalha para o cliente e não está em uma situação passiva, parado na imobiliária e esperando um comprador chegar”, diz Pinheiro, que trabalha com questões imobiliárias.&lt;br /&gt;
O que se vê, no entanto, é que alguns corretores cobram indevidamente dos futuros proprietários, mesmo trabalhando para uma construtora. Esta situação é considerada imprópria caso o comprador não tenha sido avisado previamente. “Há a chance de que este preço seja ajustado. Este valor pode ser, por exemplo, pago 50% pela construtora e a outra metade pelo comprador. Para isso acontecer, no entanto, deve ter um aviso prévio e estar escrito no documento. Tem que haver um consenso por ambas as partes”, alerta Boeira da Silva. Na ausência desta previsão, o comprador não será obrigado a pagar a comissão. Em alguns casos, o comprador só se depara com o valor adicional no final do acordo. “Às vezes, o honorário é mascarado como valor de entrada do imóvel que só se pode verificar após pagar e firmar o contrato de promessa de compra e venda”, conta Pinheiro. Para ilustrar esta situação, seria como financiar uma casa por R$ 220 mil, mas na escritura sair que o preço do apartamento ficou em R$ 210 mil. Os R$ 10 mil de diferença, portanto, seriam o valor da corretagem.&lt;br /&gt;
Esta cobrança, para prejuízo do comprador, não se trata de opção no momento da compra. O consumidor não pode escolher não pagar este valor, pois, se não o fizer, não recebe o imóvel. “Caberá, após a identificação da cobrança, requerer na Justiça o valor pago em dobro e devidamente corrigido através de uma ação”, informa Pinheiro baseado no que prevê o Código de Defesa do Consumidor. Boeira da Silva também alerta para o fato de que o corretor deve ser denunciado ao Creci por falta de conduta ética.&lt;br /&gt;
Ocorrências como estas ainda são de recente julgamento no Estado, mas o Ministério Público Federal em Pelotas já está investigando a prática e puniu duas incorporadoras e duas imobiliárias. O Ministério Público do estado de São Paulo, mais avançado no assunto, firmou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com corretoras para restringir tais cobranças. Para evitar esse transtorno, Boeira da Silva aconselha sempre ler todo o documento e observar se essa taxa está sendo cobrada por escrito. “Nunca se deve assinar um documento sem antes conferir o que está escrito”, alerta o assessor jurídico do Creci-RS.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1308590303033402623-8445741391353295131?l=advogadoemportoalegre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VLa2scV9vfUMJ9a2fmuN3I2-yzk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VLa2scV9vfUMJ9a2fmuN3I2-yzk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VLa2scV9vfUMJ9a2fmuN3I2-yzk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VLa2scV9vfUMJ9a2fmuN3I2-yzk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~4/wRaRzgxmE5k" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="http://tpsadvogados.com.br" title="Corretagem paga pelo comprador do imóvel é indevida" /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/feeds/8445741391353295131/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2011/12/corretagem-paga-pelo-comprador-do.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/8445741391353295131?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/8445741391353295131?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~3/wRaRzgxmE5k/corretagem-paga-pelo-comprador-do.html" title="Corretagem paga pelo comprador do imóvel é indevida" /><author><name>Thiago Pinheiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_lBtHF39BHmE/Si7UMQ80ESI/AAAAAAAAAFA/zmaVc50Xl7A/S220/HPIM1227.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2011/12/corretagem-paga-pelo-comprador-do.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUMHRno4fip7ImA9WhRQEUQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1308590303033402623.post-224024252995376048</id><published>2011-11-23T05:02:00.000-08:00</published><updated>2011-12-06T10:50:37.436-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-06T10:50:37.436-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="corretagem indevida" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="indenização entrega apartamento" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="viver" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="atraso da obra inpar" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="advogado atraso entrega apartamento" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="rossi" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="bolognesi" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="atraso entrega da obra" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="WEEKEND" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="viver zona sul" /><title>COBRANÇA INDEVIDA DE CORRETAGEM GERA INDENIZAÇÃO NA JUSTIÇA</title><content type="html">&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 3.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;No Jornal do Comércio:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=79898"&gt;http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=79898&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Da expansão e crescente bolha do mercado imobiliário que o Brasil vem vivendo nos últimos anos, decorreu inúmeros desacatados aos direitos do consumidor. Dentre eles já se enfrenta uma demanda crescente decorrentes dos descumprimentos contratuais por parte das construtoras – atraso para entrega das obras – o que é passível de indenizações ao consumidor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 3.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Agora, nos deparamos com mais uma afronta ao consumidor e seus direitos, decorre de uma prática do mercado, não rara as vezes mascarada como valor de entrada do imóvel que só se pode verificar após pagar e firmar o contrato de promessa de compra e venda a sua real natureza – honorários de corretagem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 3.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Esta cobrança não é ilegal, o que a torna ilegal é a maneira que é cobrada e a quem é imputado este pagamento – o comprador.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 3.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Pois ao adquirir um imóvel no plantão de vendas, ou seja, no local de lançamento, na base do empreendimento, da construtora (vendedor) o acordo firmado para intermediação do negócio (corretores e imobiliárias) tem a natureza de acordo de vendas e não de compra, isto é, quem disponibiliza o produto e autoriza a venda é a construtora sendo esta o cliente da imobiliária – corretor&amp;nbsp; e não o contrário o cliente que adquiri o imóvel.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 3.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Assim, retornamos ao tradição do negócio que quem vende, ou anuncia a venda é quem deve pagar os honorários de corretagem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 3.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Desta forma não haveria outra razão para ser este ônus repassado aos consumidores, caracterizando assim uma cobrança indevida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 3.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Em sendo cobrança indevida o Código de Defesa do Consumidor prevê que : “O consumidor cobrado em quantia indevida tem direito à repetição do indébito, por valor igual ao dobro do que pagou em excesso, acrescido de correção monetária e juros legais, salvo hipótese de engano justificável.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 3.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Atento a isso o Ministério Público Federal em Pelotas está investigando essa prática e ajuizou ação coletiva contra duas incorporadoras e duas imobiliárias, bem como o Ministério Público do estado de São Paulo firmou Termo de Ajustamento de Conduta – TAC com corretoras para coibir as cobranças.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 3.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Sendo assim, o responsável pelo pagamento dos honorários de corretagem é sempre o vendedor. Somente será o comprador quando for definido (que assim será) de forma expressa em contrato. Na ausência desta previsão, o comprador não será obrigado a pagar a comissão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 3.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Veja-se a lição obtida em julgamento de caso semelhante pelo Tribunal de Justiça de São Paulo: "Incumbe ao vendedor o pagamento da corretagem se de forma inequívoca outro meio não foi avençado".&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 3.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;O TJRS segue posição no mesmo sentido:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 3.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;“Em se tratando de intermediação relacionada à compra e venda de imóvel, salvo disposição contratual em contrário, a responsabilidade pelo pagamento é do denominado&amp;nbsp;"dono do negócio" nos termos previstos no art. 727 do Código Civil, ou seja, de quem contratou o corretor. (...) a responsabilidade pelo adimplemento da comissão não é dos adquirentes do bem”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 3.0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 3.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Como não se trata de opção no momento da compra, ou seja, o consumidor não pode optar em não pagar este valor, caberá após a identificação da cobrança requerer na justiça o valor pago em dobro e devidamente corrigido.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 3.0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 3.0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;VEJA TAMBÉM:&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 3.0cm;"&gt;&lt;a href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2011/08/taxas-de-corretagem-rendem-indenizacao.html#links"&gt;http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2011/08/taxas-de-corretagem-rendem-indenizacao.html#links&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 3.0cm;"&gt;&lt;a href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2009/04/imoveis-atraso-na-entrega-de-obras-pode.html#links"&gt;http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2009/04/imoveis-atraso-na-entrega-de-obras-pode.html#links&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1308590303033402623-224024252995376048?l=advogadoemportoalegre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ohAw-6TgwPEfMWJpKSiHt7qo6Ew/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ohAw-6TgwPEfMWJpKSiHt7qo6Ew/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ohAw-6TgwPEfMWJpKSiHt7qo6Ew/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ohAw-6TgwPEfMWJpKSiHt7qo6Ew/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~4/Kqo0-CL_Ofc" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/feeds/224024252995376048/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2011/11/cobranca-indevida-de-corretagem-gera.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/224024252995376048?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/224024252995376048?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~3/Kqo0-CL_Ofc/cobranca-indevida-de-corretagem-gera.html" title="COBRANÇA INDEVIDA DE CORRETAGEM GERA INDENIZAÇÃO NA JUSTIÇA" /><author><name>Thiago Pinheiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_lBtHF39BHmE/Si7UMQ80ESI/AAAAAAAAAFA/zmaVc50Xl7A/S220/HPIM1227.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2011/11/cobranca-indevida-de-corretagem-gera.html</feedburner:origLink><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="enclosure" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~5/Wh83OJBJoG0/imoveis-atraso-na-entrega-de-obras-pode.html" length="0" /><feedburner:origEnclosureLink>http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2009/04/imoveis-atraso-na-entrega-de-obras-pode.html#links</feedburner:origEnclosureLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0YFRnw7eSp7ImA9WhdaGE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1308590303033402623.post-5342285533362160910</id><published>2011-10-28T05:31:00.001-07:00</published><updated>2011-10-28T05:31:57.201-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-28T05:31:57.201-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="viver" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="atraso da obra inpar" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="defeito na obra" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="apartamento com defeito" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="viver zona sul" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="construtora condenada execução obra" /><title>Construtora condenada por má execução de obra</title><content type="html">&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #312f27; font-family: Tahoma, Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 16px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="center" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 0.75em; font-style: inherit; line-height: 1.45em; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Arial; font-size: small; font-style: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Construtora condenada por má execução de obra&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 0.75em; font-style: inherit; line-height: 1.45em; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Arial; font-size: x-small; font-style: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;A empresa Casenco Planejamento e Incorporações Ltda. foi condenada a pagar indenização de R$ 32,7 mil, corrigidos monetariamente, para que sejam providenciados os reparos necessários a sanear vícios construtivos verificados em apartamento construído em Porto Alegre. A decisão da 9ª Câmara Cível do TJRS manteve sentença condenatória proferida em primeira instância.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 0.75em; font-style: inherit; line-height: 1.45em; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;img src="http://www.tjrs.jus.br/site/imagemNoticia/?idImagem=30606" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 12px; font-style: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 12px; font-style: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: x-small; font-style: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 12px; font-style: inherit; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;(Imagem Divulgação)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 0.75em; font-style: inherit; line-height: 1.45em; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Arial; font-size: x-small; font-style: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Caso&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 0.75em; font-style: inherit; line-height: 1.45em; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Arial; font-size: x-small; font-style: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;O autor adquiriu o imóvel de propriedade e construído pela Construtora demandada. Já no início da contratação, surgiram problemas em razão dos quais foi ajuizada ação no Juizado Especial Cível, onde foi acordado que a ré efetuaria diversos reparos no prazo de 60 dias. Como a empresa não resolveu o problema  e ainda surgiram novos vícios , o comprador impetrou outra demanda, por meio da qual foi novamente acordada a realização dos reparos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 0.75em; font-style: inherit; line-height: 1.45em; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Arial; font-size: x-small; font-style: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Como o segundo acordo não foi devidamente cumprido, uma terceira demanda foi ajuizada. Nela, a Turma Recursal decidiu que, no caso dos autos seria necessária a realização de perícia técnica para apurar com precisão a origem dos problemas, devendo o autor ingressar com demanda na Justiça Comum.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 0.75em; font-style: inherit; line-height: 1.45em; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Arial; font-size: x-small; font-style: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Realizada a perícia, foram comprovados diversos vícios decorrentes de defeitos de construção. Entre eles: instalação inadequada de caixa de coleta com ralo sem sifão; madeiramento inapropriado para o uso a que se destina; esquadrias com folgas e frestas; falta de desnível de soleira entre área externa e interna do salão da cobertura. De acordo com o perito, todas as anomalias e danos verificados são decorrentes de vícios e defeitos de construção, não possuindo correlação com o uso da edificação ou falta de manutenção predial.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 0.75em; font-style: inherit; line-height: 1.45em; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Arial; font-size: x-small; font-style: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Com base nas provas, a sentença deu procedência ao pedido do autor, condenando a construtora ao pagamento da devida indenização, fixada em R$ 32.782,36, corrigida monetariamente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 0.75em; font-style: inherit; line-height: 1.45em; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Arial; font-size: x-small; font-style: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;A empresa apelou ao Tribunal de Justiça sustentando que a demanda não trata de vícios construtivos e sim vícios de manutenção ou desgaste natural do imóvel, razão pela qual o prazo para eventuais reclamações já se havia esgotado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 0.75em; font-style: inherit; line-height: 1.45em; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Arial; font-size: x-small; font-style: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Apelação&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 0.75em; font-style: inherit; line-height: 1.45em; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Arial; font-size: x-small; font-style: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;No entendimento da relatora, Desembargadora Iris Helena Medeiros Nogueira, o expert, no minucioso laudo pericial produzido em juízo, em diversas oportunidades afirmou que os vícios existentes se tratam de problemas na construção do imóvel. Segundo o documento, as falhas construtivas alegadas decorrem, em síntese, da baixa qualidade empregada na construção do imóvel.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 0.75em; font-style: inherit; line-height: 1.45em; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Arial; font-size: x-small; font-style: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Nesse sentido, aplica-se a previsão existente no artigo 27 do Código de Defesa do Consumidor, que prevê a prescrição em 5 anos da pretensão à reparação pelos danos causados por fato do produto ou do serviço, iniciando-se a contagem do prazo do conhecimento do dano e sua autoria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 0.75em; font-style: inherit; line-height: 1.45em; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Arial; font-size: x-small; font-style: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;A partir da leitura detalhada do laudo pericial, percebe-se os graves vícios construtivos a residência do autor, diz o voto da relatora. Apesar disso, o a construtora tenta negar sua responsabilidade frente ao autor, que por diversas vezes tentou solucionar os problemas extrajudicialmente e judicialmente, acrescenta. Nesse contexto, a responsabilidade da empresa construtora pela obra é inarredável.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 0.75em; font-style: inherit; line-height: 1.45em; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Arial; font-size: x-small; font-style: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;A relatora ressaltou que não há outra conclusão se não a de que a requerida possui o dever de ressarcir o autor pelos prejuízos sofridos, devendo a requerida responder pelos danos causados. Com base nesses fundamentos, os integrantes da 9ª Câmara, à unanimidade, negaram provimento ao apelo da Construtora.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 0.75em; font-style: inherit; line-height: 1.45em; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Arial; font-size: x-small; font-style: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Participaram da votação, além da relatora, os Desembargadores Leonel Pires Ohlweiler e Ivan Balson Araujo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-size: 0.75em; font-style: inherit; line-height: 1.45em; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 10px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;span style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: Arial; font-size: x-small; font-style: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Apelação nº 70044323061&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1308590303033402623-5342285533362160910?l=advogadoemportoalegre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mTM-F1ZX2G4PDgCsmYHSIGhAvb4/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mTM-F1ZX2G4PDgCsmYHSIGhAvb4/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mTM-F1ZX2G4PDgCsmYHSIGhAvb4/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mTM-F1ZX2G4PDgCsmYHSIGhAvb4/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~4/myAwiXTpkU0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="http://tpsadvogados.com.br" title="Construtora condenada por má execução de obra" /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/feeds/5342285533362160910/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2011/10/construtora-condenada-por-ma-execucao.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/5342285533362160910?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/5342285533362160910?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~3/myAwiXTpkU0/construtora-condenada-por-ma-execucao.html" title="Construtora condenada por má execução de obra" /><author><name>Thiago Pinheiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_lBtHF39BHmE/Si7UMQ80ESI/AAAAAAAAAFA/zmaVc50Xl7A/S220/HPIM1227.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2011/10/construtora-condenada-por-ma-execucao.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUEDR3o4eyp7ImA9WhdUFE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1308590303033402623.post-4554648950105394815</id><published>2011-09-30T11:34:00.001-07:00</published><updated>2011-09-30T11:34:36.433-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-09-30T11:34:36.433-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="piso salarial magisterio" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="direito ao piso salarial magisterio" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="stf piso nacional magisterio" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="piso magisterio" /><title>Piso salarial nacional dos professores – o que muda com a decisão do STF?</title><content type="html">&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 11px;"&gt;Um novo princípio foi reconhecido no ordenamento jurídico brasileiro a partir da Emenda Constitucional nº 53/2006: o piso salarial profissional nacional para os profissionais da educação escolar pública (art.206, VIII CF). Para ser efetivado, no entanto, esse princípio precisaria ser regulamentado por uma lei federal, conforme manda a própria Constituição, o que se realizou com a Lei nº 11.738, de 16 de julho de 2008.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após ser sancionada, porém, a referida Lei teve sua constitucionalidade questionada junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), por meio da Ação Direta de Inconstitucionalidade n. 4167 (ADI 4167), promovida por governadores de cinco estados – Ceará, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Os governadores questionaram na ADI alguns aspectos que delimitam a forma de implementação do piso: (i) a menção à jornada de 40 (quarenta) horas semanais; (ii) a forma de composição da jornada de trabalho, garantindo-se no mínimo 1/3 (um terço) da carga horária para a realização de atividades de planejamento e preparação pedagógica; (iii) a vinculação do piso salarial ao vencimento inicial das carreiras dos profissionais do magistério da educação básica pública; (iv) os prazos de implementação da lei; e (v) a própria vigência da Lei.&lt;br /&gt;
Como mencionamos no boletim anterior, alguns desses pontos são muito importantes para que se alcance a efetiva valorização dos trabalhadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Supremo Tribunal Federal, ao decidir o pedido cautelar dos autores – julgamento provisório e antecipado em razão da alegada urgência - atendeu parcialmente os pedidos formulados. Essa decisão provisória valerá até o julgamento final da Ação, cuja data não está determinada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a decisão do tribunal, o piso salarial passa a corresponder à remuneração mínima a ser paga aos profissionais do magistério, e não ao vencimento inicial mínimo, como estabelece o parágrafo 1°, do art. 2º da Lei nº. 11.738/2008. A conseqüência prática dessa interpretação é a possibilidade de serem consideradas na composição do valor do piso (de R$950,00 segundo o caput do art.2° da Lei) todas as complementações salariais que não compõem o vencimento-base da carreira docente. O que não pode ser inferior ao piso assegurado não é mais, como determina a Lei, o vencimento-base inicial da carreira, mas o que efetivamente se recebe, o total da remuneração do profissional, somando-se para isso vencimento-base, gratificações e vantagens. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Importante notar, porém, que conforme a decisão do STF, “o cálculo das obrigações relativas ao piso salarial se dará a partir de 1º de janeiro de 2009”. Além disso, manteve-se inalterada a previsão de que o valor inicial de R$950,00 (art.2°) deverá ser atualizado, em 2009 e nos anos subseqüentes, de acordo com o índice de correção do FUNDEB aplicado no início do ano (art. 5º caput e § único).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também foi mantido o critério de implementação progressiva do piso, sendo que 2/3 da diferença entre a remuneração atual e o piso legal deve ser assegurado já em 2009, sendo que está determinado o pagamento do piso integral e corrigido a partir de 2010 (Lei nº 11.738/2008, art.3°, incisos II e III). É assim que funciona: digamos que aplicada a correção o piso para 2009 seja de R$ 1.000,00 e que o município X pague R$ 700,00 aos seus professores; para cumpri a lei o referido município deve elevar a remuneração para, no mínimo, R$ 900,00 (ou seja, R$ 700,00&amp;nbsp; + R$ 200,00). A partir de 2010 o piso deve ser pago de forma integral, no caso, R$ 1.000,00 acrescido da correção monetária do período. Assim, todos os profissionais do magistério público da educação básica já têm o direito de receber, desde o início de 2009, 2/3 da complementação salarial determinada em lei, com seus valores já corrigidos para 2009. Em caso de descumprimento por parte de municípios e estados, o Poder Judiciário deve ser acionado através de mandado de segurança, por se tratar de direito líquido e certo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na mesma decisão, o STF também acatou provisoriamente o pedido dos governadores em relação ao artigo 2º, parágrafo 4º, suspendendo sua aplicação. O dispositivo definia que no máximo 2/3 (dois terços) da carga horária total dos professores poderiam ser destinados às atividades de interação com os educandos, assegurando, portanto, que no mínimo 1/3 (um terço) da carga-horária seria destinada às atividades de preparação e planejamento pedagógicos, as chamadas horas-atividade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Lei nº 11.738/2008, porém, representa uma ampliação das horas-atividade já estabelecidas no Plano Nacional de Educação (PNE – Lei 10.172/2001), pois o item 10.3 do PNE dispõe que se deve “destinar entre 20 e 25% da carga horária dos professores para preparação de aulas, avaliações e reuniões pedagógicas”. Ou seja, a suspensão da ampliação prevista na Lei do Piso não deixa a questão sem regulamentação, devendo ser assegurado o previsto no PNE.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diferentemente do que afirmam os autores da ADI, a questão das horas-atividade não é estranha à definição do piso. Sua garantia na lei significa assegurar que o poder público deve financiar explicitamente as atividades extra-classe dos professores, tendo, portanto, relação direta com a quantidade de professores contratados, com os recursos necessários ao cumprimento do piso e com a complementação de recursos federais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar da suspensão dos referidos aspectos da Lei do Piso, é importante destacar que esta continua significando um avanço frente ao quadro nacional de desigualdades, com predomínio da desvalorização dos profissionais da educação básica pública. Assim, é importante manter a mobilização política e o controle social pela efetiva implementação do piso, articulando-os ao acompanhamento jurídico e ao estudo de novas possibilidades no legislativo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Precisamos insistir na necessidade de implementação integral da Lei, ampliando assim sua capacidade de transformar a realidade rumo a uma educação pública inclusiva, equitativa e de qualidade. Nesse sentido, outro ponto de fundamental importância é a forma e a proporção da participação da União no financiamento do piso, o que deverá ser definido em regulamentação específica do governo federal. Segundo a lei, esta tem o dever de complementar os orçamentos municipais e estaduais de forma a garantir o valor integral do piso (art. 4º.) em todas as hipóteses. No entanto, é preciso romper algumas amarras de ordem legal e orçamentária previstas na mesma regulamentação, sendo a principal delas a tentativa de limitar os recursos federais ao “teto” de 10% da complementação da União ao Fundeb.&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://nsae.acaoeducativa.org.br/portal/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=1637&amp;amp;Itemid=2" style="color: #175fb1; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;Veja aqui&lt;/a&gt;&amp;nbsp;a Lei nº 11.738/2008.&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.acaoeducativa.org.br/portal/images/stories/pdfs/ef_46.pdf" style="color: #175fb1; text-decoration: none;" target="_blank"&gt;Veja também&lt;/a&gt;&amp;nbsp;a certidão do julgamento realizado no STF.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1308590303033402623-4554648950105394815?l=advogadoemportoalegre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/HRXTAyatA75aDSpA-EjkCakQDXE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/HRXTAyatA75aDSpA-EjkCakQDXE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/HRXTAyatA75aDSpA-EjkCakQDXE/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/HRXTAyatA75aDSpA-EjkCakQDXE/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~4/YE4cQXgnoQA" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="http://tpsadvogados.com.br" title="Piso salarial nacional dos professores – o que muda com a decisão do STF?" /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/feeds/4554648950105394815/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2011/09/piso-salarial-nacional-dos-professores.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/4554648950105394815?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/4554648950105394815?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~3/YE4cQXgnoQA/piso-salarial-nacional-dos-professores.html" title="Piso salarial nacional dos professores – o que muda com a decisão do STF?" /><author><name>Thiago Pinheiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_lBtHF39BHmE/Si7UMQ80ESI/AAAAAAAAAFA/zmaVc50Xl7A/S220/HPIM1227.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2011/09/piso-salarial-nacional-dos-professores.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUIHQHs5cSp7ImA9WhdUE0Q.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1308590303033402623.post-6508689943111167160</id><published>2011-09-30T08:45:00.000-07:00</published><updated>2011-09-30T08:45:31.529-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-09-30T08:45:31.529-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="restituição de creditos administrados pela receita federal" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="aproveitamento de credito junto a receita" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="pagamento de tributos federais federais" /><title>RESTITUIÇÃO DE CRÉDITOS ADMINISTRADOS PELA RECEITA FEDERAL DO BRASIL E DA UTILIZAÇÃO.</title><content type="html">&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif; font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #3d85c6; color: #666666; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="post-header" style="line-height: 1.6; margin-bottom: 1.5em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div class="post-header-line-1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-body entry-content" id="post-body-1666342282583991830" style="line-height: 1.4; width: 580px;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Wuzf-ThrDqc/ToMlRs_SsRI/AAAAAAAAA3k/T9XdQpvtfes/s1600/Bras%25C3%25A3o+Grande+Rep%25C3%25BAblica.gif" imageanchor="1" style="color: #3d74a5; margin-left: 1em; margin-right: 1em; text-decoration: none;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-Wuzf-ThrDqc/ToMlRs_SsRI/AAAAAAAAA3k/T9XdQpvtfes/s320/Bras%25C3%25A3o+Grande+Rep%25C3%25BAblica.gif" style="border-bottom-style: none; border-color: initial; border-left-style: none; border-right-style: none; border-top-style: none; border-width: initial; padding-bottom: 8px; padding-left: 8px; padding-right: 8px; padding-top: 8px; position: relative;" width="296" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;RESTITUIÇÃO DE CRÉDITOS ADMINISTRADOS PELA RECEITA FEDERAL DO BRASIL E DA UTILIZAÇÃO.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;Informações Gerais&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;Poderão ser objeto de pedido de restituição os créditos decorrentes de tributo ou contribuição inclusive a restituição de outras receitas da União arrecadadas mediante Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf ) nas seguintes hipóteses: (art. 2º da&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.receita.fazenda.gov.br/Legislacao/Ins/2008/in9002008.htm" style="color: #3d74a5; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;IN RFB nº 900/2008&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;): cobrança ou pagamento espontâneo, indevido ou em valor maior que o devido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;Prazo para exercer o direito à restituição&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;O prazo para que o contribuinte possa pleitear a restituição de tributo ou contribuição pago indevidamente ou em valor maior que o devido, inclusive na hipótese de o pagamento ter sido efetuado com base em lei posteriormente declarada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal em ação declaratória ou em recurso extraordinário, extingue-se após o transcurso do prazo de 5 (cinco) anos, contado da data da extinção do crédito tributário - arts. 165, I, e 168, I da Lei nº 5.172, de 25 de outubro de 1966 (Código Tributário Nacional) (&lt;a href="http://www.receita.fazenda.gov.br/Legislacao/AtosAnt2001/1999/AD09699.htm" style="color: #3d74a5; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;AD SRF nº 096/99&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, item I).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;Atualização das restituições e compensações.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;As quantias recolhidas ao Tesouro Nacional a título de tributo ou contribuição administrado pela RFB; serão restituídas ou compensadas com o acréscimo de juros equivalentes à taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic) para títulos federais, acumulados mensalmente, e de juros de 1% (um por cento) no mês; em que a quantia for disponibilizada ou utilizada na compensação de débitos do sujeito passivo, observando-se, para o seu cálculo, o seguinte:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;Pedido de restituição pagamento indevido ou a maior.&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;O Pedido Eletrônico de Restituição (&lt;a href="http://www.receita.fazenda.gov.br/GuiaContribuinte/PerDcomp/InfoGerais/Default.htm" style="color: #3d74a5; text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;PER/DCOMP&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;) deverá ser apresentado, por meio da Internet pela&amp;nbsp;&lt;b&gt;Pessoa Física&amp;nbsp;&lt;/b&gt;ou pelo&amp;nbsp;&lt;b&gt;estabelecimento matriz&amp;nbsp;&lt;/b&gt;da pessoa jurídica que houver pago à união, indevidamente ou em valor maior que o devido, quantia a título de tributos ou contribuição a administrado pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB), inclusive a contribuição previdenciária.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;Requerimento&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="color: black; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="color: black; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;A restituição será requerida por meio do&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.receita.fazenda.gov.br/PessoaJuridica/Perdcomp/PGD2011/Default.htm" style="color: #3d74a5; text-decoration: none;"&gt;PER/DCOMP - Pedido Eletrônico de Restituição, Ressarcimento ou Ressarcimento e da Declaração de Compensação&lt;/a&gt;&amp;nbsp;ou&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;u&gt;na impossibilidade de sua utilização&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;, o pedido deverá ser formalizado mediante a apresentação do formulário Pedido de Restituição de Valores Indevidos Relativos a Contribuição Previdenciária.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;Documentação Necessária.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;Original e cópia simples ou&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;u&gt;cópia autenticada do contrato social e última alteração&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;contratual que&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;identifique os responsáveis pela administração ou pela gerência da sociedade&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;, ou estatuto social e ata em que conste a atual diretoria da sociedade ou associação, ou o registro de firma individual ou de empresário individual, assim considerado pelo art. 931 da Lei nº 10.406, de 2002 (Código Civil), conforme o caso;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;Original e cópia simples ou cópia autenticada das notas fiscais&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;, das faturas ou dos recibos de prestação de serviços emitidos pela empresa prestadora de serviços na competência objeto do pedido de restituição, que serão conferidos com os dados registrados no demonstrativo citado no inciso VII;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0.0001pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;&lt;span style="color: #777777;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;1º - Pedido de Restituição de Valores Indevidos Relativos a Contribuição Previdenciária&amp;nbsp;,&amp;nbsp;&lt;u&gt;&lt;b style="color: blue;"&gt;em duas vias, assinadas pelo requerente ou por seu representante;&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;&lt;b style="color: blue;"&gt;2º procuração por instrumento particular, com firma reconhecida em cartório, ou por instrumento público, com poderes específicos para representar o requerente&lt;/b&gt;;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;u&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;3º - original e cópia simples ou cópia autenticada do documento de identidade do requerente e do procurador.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;INTEIRO TEOR INSTRUÇÃO E PROCEDIMENTOS.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;FONTE E BASE LEGAL&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #777777; font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;-&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: #777777; font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;a href="http://www.receita.fazenda.gov.br/Legislacao/Ins/2008/in9002008.htm" style="color: #3d74a5; text-decoration: none;"&gt;IN RFB Nº 900/2008&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.receita.fazenda.gov.br/GuiaContribuinte/RestRessarComp/RestCredAdmin/default.htm" style="color: #3d74a5; text-decoration: none;"&gt;http://www.receita.fazenda.gov.br/GuiaContribuinte/RestRessarComp/RestCredAdmin/default.htm&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;Poderão ser objeto de pedido de restituição os créditos decorrentes de tributo ou contribuição inclusive a restituição de outras receitas da União arrecadadas mediante Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf ) nas seguintes hipóteses: (art. 2º da&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.receita.fazenda.gov.br/Legislacao/Ins/2008/in9002008.htm" style="color: #3d74a5; text-decoration: none;"&gt;&lt;span&gt;IN RFB nº 900/2008&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;):&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;1º - cobrança ou pagamento espontâneo, indevido ou em valor maior que o devido;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;2º - erro&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;na identificação do sujeito passivo, na determinação da alíquota aplicável, no cálculo do montante do débito ou na elaboração ou conferência de qualquer documento relativo ao pagamento;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;3º - reforma, anulação, revogação ou rescisão de decisão condenatória.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;Também poderão ser restituídas pela RFB, nas hipóteses acima, as quantias recolhidas a título de multa e de juros moratórios previstos nas leis instituidoras de obrigações tributárias principais ou acessórias relativas aos tributos administrados pela RFB.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;Na hipótese das contribuições previdenciárias dos trabalhadores, incidentes sobre seu salário de contribuição e as instituídas a título de substituição, poderão requerer a restituição, desde que lhes tenham sido descontados indevidamente:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;1º - o empregado, inclusive o doméstico;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;2º - o trabalhador avulso;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;3º - o contribuinte individual;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;4º - o produtor rural pessoa física;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;5º - o segurado especial; e&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;6º - a associação desportiva que mantém equipe de futebol profissional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;A empresa ou equiparada e o empregador doméstico poderão requerer a restituição do valor descontado indevidamente do contribuinte, caso comprovem o ressarcimento às pessoas físicas ou jurídicas referidas acima (contribuições previdenciárias dos trabalhadores, incidentes sobre seu salário de contribuição e as instituídas a título de substituição).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;Não poderão ser objeto de restituição&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;Os valores recolhidos em decorrência de opções de aplicação do imposto sobre a renda em investimentos regionais&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;– Fundo de Investimentos do Nordeste (Finor),&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Fundo de Investimentos da Amazônia&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;(Finam) e&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;Fundo de Recuperação Econômica do Estado do Espírito Santo (Funres)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;Os valores cuja opção por aplicação em investimentos regionais tenha sido manifestada na Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;A restituição a um contribuinte de crédito relativo a tributo ou contribuição administrado pela RFB cujo encargo financeiro tenha sido suportado por outro&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;Prazo para exercer o direito à restituição&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;O prazo para que o contribuinte possa pleitear a restituição de tributo ou contribuição pago indevidamente ou em valor maior que o devido, inclusive na hipótese de o pagamento ter sido efetuado com base em lei posteriormente declarada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal em ação declaratória ou em recurso extraordinário, extingue-se após o transcurso do prazo de 5 (cinco) anos, contado da data da extinção do crédito tributário - arts. 165, I, e 168, I da Lei nº 5.172, de 25 de outubro de 1966 (Código Tributário Nacional) (&lt;a href="http://www.receita.fazenda.gov.br/Legislacao/AtosAnt2001/1999/AD09699.htm" style="color: #3d74a5; text-decoration: none;"&gt;&lt;span&gt;AD SRF nº 096/99&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, item I).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;Atualização das restituições e compensações&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;As quantias recolhidas ao Tesouro Nacional a título de tributo ou contribuição administrado pela RFB; serão restituídas ou compensadas com o acréscimo de juros equivalentes à taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic) para títulos federais, acumulados mensalmente, e de juros de 1% (um por cento) no mês; em que a quantia for disponibilizada ou utilizada na compensação de débitos do sujeito passivo, observando-se, para o seu cálculo, o seguinte:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;I – como termo inicial de incidência&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;a) tratando-se de restituição de imposto de renda apurada em declaração de rendimentos de pessoa física:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;1. o mês de janeiro de 1996, se a declaração referir-se ao exercício de 1995 ou anteriores;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;2. o mês de maio, se a declaração referir-se aos exercícios de 1996 e subsequentes;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;b) tratando-se de declaração de encerramento de espólio ou de saída definitiva do País:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;1. o mês de janeiro de 1996, se a declaração referir-se ao exercício de 1995 ou anteriores;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;2. a data prevista para a entrega da declaração, se referente aos exercícios de 1996 ou 1997; ou&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;3. o mês seguinte ao previsto para a entrega tempestiva da declaração, se referente ao exercício de 1998 e subsequentes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;c) na hipótese de&amp;nbsp;&lt;b&gt;pagamento indevido ou a maior&lt;/b&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;1. o mês de janeiro de 1996, se o pagamento tiver sido efetuado antes de 1o&amp;nbsp;de janeiro de 1996;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;2. a data da efetivação do pagamento, se este tiver sido efetuado entre 1o&amp;nbsp;de janeiro de 1996 e 31 de dezembro de 1997; ou&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;3. o mês subsequente ao do pagamento, se este tiver sido efetuado após 31 de dezembro de 1997.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;Nos casos "b.2" e "c.2"acima, o cálculo dos juros equivalentes à taxa referencial Selic relativos ao mês da entrega da declaração ou do pagamento indevido ou a maior que o devido será efetuado com base na variação dessa taxa a partir do dia previsto para a entrega da declaração, ou do pagamento indevido ou a maior, até o último&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;dia útil do mês.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;d) na hipótese de saldo negativo de IRPJ e de CSLL, o mês subseqüente ao do encerramento do período de apuração.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;e) tratando-se da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins retidas na fonte, o mês subsequente ao da retenção.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;f) tratando-se de compensação da Cide-Combustíveis, o mês subsequente ao da aquisição de hidrocarbonetos líquidos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;g) na hipótese de pagamento indevido ou a maior de contribuições previdenciárias e contribuições recolhidas para outras entidades ou fundos, o mês subsequente ao do pagamento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;h) na hipótese de crédito referente a retenção na cessão de mão-de-obra e na empreitada, no mês subsequente ao da nota fiscal, da fatura ou do recibo de prestação de serviços.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;i) na hipótese de reembolso, o mês subsequente ao pagamento do salário-família ou do salário-maternidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;II – como termo final de incidência:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;a) em se tratando de restituição apurada em declaração de rendimentos da pessoa física, o mês anterior àquele em que o recurso for disponibilizado no banco;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;b) nos demais casos, no mês da efetivação da restituição.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;OBS.:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;Os valores sujeitos a restituição, apurados em declaração de rendimentos, bem como os créditos decorrentes de pagamento indevido ou a maior, passíveis de compensação ou restituição, apurados&amp;nbsp;&lt;b&gt;anteriormente a 1o de janeiro de 1996&lt;/b&gt;, quantificados em Unidade Fiscal de Referência (Ufir), deverão ser convertidos em reais, com base no valor da Ufir vigente em 1o&amp;nbsp;de janeiro de 1996, correspondente a R$ 0,8287. O valor resultante dessa conversão constituirá a base de cálculo para atualização.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;Pedido de restituição pagamento indevido ou a maior.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;O Pedido Eletrônico de Restituição (&lt;a href="http://www.receita.fazenda.gov.br/GuiaContribuinte/PerDcomp/InfoGerais/Default.htm" style="color: #3d74a5; text-decoration: none;"&gt;&lt;span&gt;PER/DCOMP&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;) deverá ser apresentado, por meio da Internet pela&amp;nbsp;&lt;b&gt;Pessoa Física&amp;nbsp;&lt;/b&gt;ou pelo&amp;nbsp;&lt;b&gt;estabelecimento matriz&amp;nbsp;&lt;/b&gt;da pessoa jurídica que houver pago à união, indevidamente ou em valor maior que o devido, quantia a título de tributos ou contribuição a administrado pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB), inclusive a contribuição previdenciária.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;Restituição da Retenção (Lei nº 9.711, de 1998).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;Conceito.Pedido de Restituição.Documentação Necessária.Prazo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;Conceito&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;A empresa prestadora de serviços que sofreu retenção de contribuições previdenciárias no ato da quitação da nota fiscal, da fatura ou do recibo de prestação de serviços, conforme previsto nos arts. 17 a 19 da&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.receita.fazenda.gov.br/Legislacao/Ins/2008/in9002008.htm" style="color: #3d74a5; text-decoration: none;"&gt;&lt;span&gt;Instrução Normativa RFB nº 900, de 30/12/2008&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, poderá compensar o valor retido quando do recolhimento das contribuições devidas à Previdência Social, desde que a retenção esteja destacada na nota fiscal, na fatura ou no recibo de prestação de serviços e declarada em Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviços e Informações à Previdência Social (GFIP).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;O sujeito passivo, não optando pela compensação dos valores retidos, ou, se após a compensação, restar saldo em seu favor, poderá requerer a restituição do valor não compensado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;Na falta de destaque do valor da retenção na nota fiscal, fatura ou recibo de prestação de serviços, a empresa contratada somente poderá receber a restituição pleiteada se comprovar o recolhimento do valor retido pela empresa contratante.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=6987040247463527891&amp;amp;postID=1666342282583991830" name="Pedido" style="color: #3d74a5; text-decoration: none;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;Pedido de Restituição da Retenção.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #777777; font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;O pedido de restituição de valores retidos será requerido pelo sujeito passivo por meio do programa&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.receita.fazenda.gov.br/PessoaJuridica/Perdcomp/PGD2011/Default.htm" style="color: #3d74a5; text-decoration: none;"&gt;PER/DCOMP&lt;/a&gt;&amp;nbsp;ou, na impossibilidade de sua utilização, o pedido deverá ser formalizado na unidade da RFB que jurisdiciona o domicílio tributário do sujeito passivo, mediante a apresentação do formulário "Pedido de Restituição de Retenção Relativa a Contribuição Previdenciária" constante do Anexo IV, ao qual deverão ser anexados documentos comprobatórios do direito creditório.&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=6987040247463527891&amp;amp;postID=1666342282583991830" name="Documentação" style="color: #3d74a5; text-decoration: none;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;Documentação Necessária.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;Os documentos necessários à instrução do processo de restituição da retenção são os seguintes:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;I - Pedido de Restituição de Retenção Relativa a Contribuição Previdenciária, conforme formulário constante do&amp;nbsp;&lt;span style="color: blue;"&gt;Anexo IV da&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.receita.fazenda.gov.br/Legislacao/Ins/2008/in9002008.htm" style="color: #3d74a5; text-decoration: none;"&gt;IN RFB nº 900, de 30/12/2008&lt;/a&gt;;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;II - original e cópia simples ou cópia autenticada do contrato social e última alteração contratual que identifique os responsáveis pela administração ou pela gerência da sociedade, ou estatuto social e ata em que conste a atual diretoria da sociedade ou associação, ou o registro de firma individual ou de empresário individual, assim considerado pelo art. 931 da Lei nº 10.406, de 2002 (Código Civil), conforme o caso;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;III - original e cópia simples ou cópia autenticada das notas fiscais, das faturas ou dos recibos de prestação de serviços emitidos pela empresa prestadora de serviços na competência objeto do pedido de restituição, que serão conferidos com os dados registrados no demonstrativo citado no inciso VII;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;IV - original e cópia simples ou cópia autenticada das notas fiscais, das faturas ou dos recibos de prestação de serviços emitidos por subcontratada;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;V - resumo geral das folhas de pagamento específicas, referentes a cada contratante dos serviços vinculados ao pedido e ao setor administrativo da requerente;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;VI - resumo geral consolidado de todas as folhas de pagamento, com o respectivo demonstrativo de cálculo das contribuições sociais e da base de cálculo utilizada;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;VII - demonstrativo das notas fiscais, faturas ou recibos de prestação de serviços, elaborado pela empresa requerente, totalizado por competência e assinado pelo representante legal da empresa, conforme formulário constante&amp;nbsp;&lt;span style="color: blue;"&gt;do&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.receita.fazenda.gov.br/publico/Legislacao/Ins/2007/In739/anexo_IX.doc" style="color: #3d74a5; text-decoration: none;"&gt;Anexo IX&lt;/a&gt;;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;VIII - contrato de prestação de serviço (a não apresentação do contrato de prestação de serviço não impedirá a análise do processo de restituição, porém não serão consideradas quaisquer discriminações referentes a materiais ou equipamentos constantes nas notas fiscais ou nas faturas de prestação de serviço apresentadas);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;IX - declaração, sob as penas da lei, firmada pelo representante legal e pelo contador responsável com identificação de seu registro no Conselho Regional de Contabilidade (CRC), de que a empresa possui escrituração contábil regular.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;X - procuração do sujeito passivo outorgada por instrumento particular, com firma reconhecida em cartório, ou por instrumento público, com poderes específicos para representar o requerente, se for o caso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;Prazos&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;O direito de pleitear a restituição extingue-se em cinco anos contados do dia seguinte ao vencimento para recolhimento da retenção efetuada com base na nota fiscal, fatura ou recibo de prestação de serviços.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;Restituição.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;Conceito:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;Requisito para Efetuar a Restituição.O que pode ser Restituição.Responsáveis pelo Pedido de Restituição.Requerimento.Documentação Necessária.Cálculo de Restituição e Reembolso de Contribuição.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;Conceito&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;É o procedimento administrativo mediante o qual o sujeito passivo é ressarcido pela RFB de valores recolhidos indevidamente à Previdência Social ou a outras entidades e fundos. Somente serão restituídos valores que não tenham sido alcançados pela prescrição.&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=6987040247463527891&amp;amp;postID=1666342282583991830" name="Requisito_para_Efetuar_a_Restituição" style="color: #3d74a5; text-decoration: none;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;Requisito para Efetuar a Restituição.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;O direito à restituição está condicionado à comprovação do recolhimento ou do pagamento do valor a ser requerido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;O que pode ser Restituído.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;I) contribuições sociais previdenciárias, inclusive as descontadas dos segurados ou de outras entidades e fundos, e, quando for o caso, atualização monetária, multa e juros de mora correspondentes ao pagamento indevido;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;II) salário-família não-deduzido em época própria;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;III) salário-maternidade pago à segurada empregada cujo início do afastamento do trabalho tenha ocorrido até 28 de novembro de 1999, não-deduzido em época própria;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;IV) salário-maternidade pago à segurada empregada cujo início do afastamento do trabalho tenha ocorrido a partir de 1º de setembro de 2003 ou referente ao período de 29 de novembro de 1999 a 31 de agosto de 2003, que tenha sido requerido a partir de 1º de setembro de 2003, não-deduzido em época própria;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;V) contribuições sociais destinadas a outras entidades e fundos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;Responsáveis pelo Pedido de Restituição.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;Poderão requerer a restituição os responsáveis diretos pelo recolhimento indevido ou a maior (a empresa ou equiparado e o empregador doméstico poderão requerer a restituição do valor descontado indevidamente do sujeito passivo, caso comprovem o ressarcimento às pessoas físicas referidas). Poderão ainda requerer a restituição de valores que lhes tenham sido descontados indevidamente, mesmo não sendo os responsáveis pelo recolhimento indevido:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;I) segurado empregado, inclusive o doméstico;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;II) segurado trabalhador avulso;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;III) segurado contribuinte individual;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;IV) produtor rural pessoa física;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;V) segurado especial;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;VI) a associação desportiva que mantém equipe de futebol profissional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;Requerimento&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;A restituição será requerida por meio do&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.receita.fazenda.gov.br/PessoaJuridica/Perdcomp/PGD2011/Default.htm" style="color: #3d74a5; text-decoration: none;"&gt;&lt;span&gt;PER/DCOMP - Pedido Eletrônico de Restituição, Ressarcimento ou Ressarcimento e da Declaração de Compensação&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;ou na impossibilidade de sua utilização, o pedido deverá ser formalizado mediante a apresentação do formulário&amp;nbsp;Pedido de Restituição de Valores Indevidos Relativos a Contribuição Previdenciária.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;A RFB caracteriza como impossibilidade de utilização do programa&amp;nbsp;&lt;b&gt;PER/DCOMP&lt;/b&gt;, a ausência de previsão da hipótese de restituição no aludido Programa, bem como a existência de falha no Programa que impeça a geração do Pedido Eletrônico de Restituição. A referida falha deverá ser demonstrada pelo sujeito passivo à RFB no momento da entrega do formulário.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;Documentação Necessária.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;Somente no caso da impossibilidade de utilização do programa PER/DCOMP, o requerente, pessoa física, poderá protocolizar o seu pedido em qualquer unidade de atendimento da RFB, com a apresentação da seguinte documentação:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;1º - Pedido de Restituição de Valores Indevidos Relativos a Contribuição Previdenciária&amp;nbsp;, em duas vias, assinadas pelo requerente ou por seu representante;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;2º procuração por instrumento particular, com firma reconhecida em cartório, ou por instrumento público, com poderes específicos para representar o requerente;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;3º - original e cópia simples ou cópia autenticada do documento de identidade do requerente e do procurador.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;Documentação Específica para o segurado contribuinte individual.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;I) quando a contribuição descontada sobre a sua remuneração for superior ao limite máximo do salário-de-contribuição, deverá apresentar:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;a) discriminativo de remuneração e valores recolhidos, conforme modelo Discriminativo de Remunerações e Valores Recolhidos pelo Contribuinte Individual relacionando, mês a mês, as empresas para as quais prestou serviços, as remunerações recebidas, os valores descontados, a partir de 1º de abril de 2003, e quando for o caso, os valores recolhidos diretamente pelo segurado, incidente sobre a remuneração auferida por serviços prestados por conta própria a pessoas físicas, a outro segurado contribuinte individual equiparado a empresa, a produtor rural pessoa física, a missão diplomática ou a repartição consular de carreira estrangeiras;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;b) original e cópia simples ou cópia autenticada dos comprovantes de pagamento pelo serviço prestado, que deverá constar, além do valor da remuneração e do desconto feito a título de contribuição social previdenciária, a identificação completa da empresa, inclusive com o número no CNPJ e o NIT.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;II) quando o segurado contribuinte individual exercer, concomitantemente, atividade como segurado empregado, além dos documentos relacionados no item acima, deverá apresentar:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;a) original e cópia simples ou cópia autenticada do recibo de pagamento de salário referente a cada vínculo empregatício e a cada competência em que é pleiteada a restituição;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;b) original e cópia simples ou cópia autenticada das folhas da CTPS ou outro documento que comprove o vínculo empregatício, onde conste a identificação do empregado e do empregador;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;c) declaração firmada pelo empregador, conforme modelo Declaração do Empregador para o Segurado Empregado e o Segurado Trabalhador Avulso&amp;nbsp; com firma reconhecida em cartório, de que descontou, recolheu e não devolveu a contribuição objeto do pedido de restituição, não compensou a importância e nem pleiteou a restituição na RFB.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;III) na hipótese do segurado contribuinte individual solicitar restituição em razão de não ter efetuado na época própria a dedução de 45% (quarenta e cinco por cento) da contribuição recolhida pelo tomador dos serviços deverá apresentar o original e a cópia dos recibos de pagamento da remuneração referentes a cada tomador, relativos a cada competência em que é pleiteada a restituição.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;Documentação Específica para o Segurado Empregado&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;I) original e cópia simples ou cópia autenticada das folhas da CTPS ou outro documento que comprove o vínculo empregatício, onde conste a identificação do empregado e do empregador;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;II). declaração, com firma reconhecida em cartório, conforme modelo: Declaração do Empregador para o Segurado Empregado e o Segurado Trabalhador Avulso firmada pelo empregador, sob as penas da lei, de que descontou, recolheu e não devolveu ao segurado o valor objeto da restituição, não compensou a importância e nem pleiteou a restituição na RFB, devendo nela constar os valores das remunerações pagas em relação ás quais foram descontadas as importâncias objeto do pedido de restituição.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;Documentação Específica para o segurado Trabalhador Avulso.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;I) quando ocorrer intermediação da mão-de-obra realizada pelo Órgão Gestor de Mão-de-Obra (OGMO), efetuada em conformidade com as Leis nº 8.630/93 e nº 9.719/98, as quais abrangem as categorias de estivador, conferente, consertador, vigia portuário e trabalhador de capatazia:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;a) original e cópia simples ou cópia autenticada dos comprovantes de pagamento da remuneração correspondente ao montante de mão-de-obra mensal (MMO), recibo de pagamento de férias e de décimo-terceiro salário referentes às competências em que é pleiteada a restituição;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;b) original e cópia simples ou cópia autenticada do comprovante de registro ou cadastro no OGMO;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;c) declaração firmada por dirigente responsável pelo OGMO, conforme modelo&amp;nbsp;Declaração do Empregador para o Segurado Empregado e o Segurado Trabalhador Avulso&amp;nbsp;&amp;nbsp;sob as penas da lei, com firma reconhecida em cartório, de que foi descontada, recolhida e não devolvida ao segurado a contribuição objeto do pedido de restituição, não foi compensada a importância e nem pleiteada a restituição na RFB.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;II) quando ocorrer intermediação da mão-de-obra realizada pelo sindicato da categoria:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;a) original e cópia simples ou cópia autenticada dos comprovantes de pagamento da remuneração correspondente ao montante de mão-de-obra mensal (MMO), recibo de pagamento de férias e de décimo-terceiro salário referentes às competências em que é pleiteada a restituição;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;b) original e cópia simples ou cópia autenticada do comprovante de registro ou cadastro no sindicato;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;c) declaração firmada pela empresa tomadora dos serviços, conforme modelo Declaração do Empregador para o Segurado Empregado e o Segurado Trabalhador Avulso, sob as penas da lei, com firma reconhecida em cartório, de que foi descontada, recolhida e não devolvida ao segurado a contribuição objeto do pedido de restituição, não foi compensada a importância e nem pleiteada a restituição na RFB.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;Documentação Específica para Empregador Doméstico.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;I - original e cópia do recibo de pagamento de remuneração do período da restituição pleiteada;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;II - original e cópia do recibo de devolução de valor descontado indevidamente de empregado doméstico, corretamente identificado, acrescido de juros calculados na forma do subitem 5.2 deste Manual até a data do seu efetivo ressarcimento; ou&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;III - procuração por instrumento particular, conforme modelo previsto no sítio da RFB na Internet (www.receita.fazenda.gov.br), com firma reconhecida em cartório, ou por instrumento público, outorgada pelo empregado doméstico para o empregador requerer e receber a restituição do valor que lhe tenha sido descontado e não ressarcido;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;IV – quando se tratar de contribuição recolhida pelo empregador doméstico por meio de débito automático em conta corrente bancária, após a cessação do vínculo, a cópia da Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), ou cópia do termo de rescisão de contrato de trabalho ou cópia da sentença ou do acordo homologado na justiça do trabalho, onde conste a data do encerramento do vínculo empregatício, devendo o documento apresentado por cópia ser acompanhado de seu respectivo original, substitui os documentos referidos nos incisos I a III.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;Documentação Específica para o segurado Empregado Doméstico.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;I - original e cópia das folhas da Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) ou outro documento que comprove o vínculo empregatício, onde conste a identificação do empregado e do empregador;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;II - declaração, com firma reconhecida em cartório, conforme modelo previsto no Anexo II deste Manual, firmada pelo empregador, sob as penas da lei, de que descontou, recolheu e não devolveu ao segurado o valor objeto da restituição, não compensou a importância e nem pleiteou a restituição no INSS ou na RFB, devendo nela constar os valores das remunerações pagas em relação às quais foram descontadas as importâncias objeto do pedido de restituição.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;III - procuração por instrumento particular, conforme&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.receita.fazenda.gov.br/publico/formularios/ReceitaPrevidenciaria/ProcuracaodoEmpregadorparaoEmpregadoDomestico.doc" style="color: #3d74a5; text-decoration: none;"&gt;&lt;span&gt;modelo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, com firma reconhecida em cartório, ou por instrumento público, outorgada pelo empregador doméstico para o empregado requerer e receber a restituição do valor relativo à contribuição de responsabilidade do empregador, no caso de ter havido desconto indevido.&amp;nbsp;Restituição do IRPF não resgatado na rede bancária&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;Informações Gerais&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;A restituição do imposto de renda fica disponível para resgate pelo contribuinte na rede bancária por um ano. Decorrido esse período, o pagamento só poderá ser efetuado mediante preenchimento do&amp;nbsp;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;a href="https://www.receita.fazenda.gov.br/Aplicacoes/SSL/ATPAE/PedPgtoRestituicao/Inicio.htm" style="color: #3d74a5; text-decoration: none;"&gt;Pedido de Pagamento de Restituição&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;Um único pedido, por meio do aplicativo acima citado, pode englobar um ou mais exercícios.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;Todas as restituições de tributos ou contribuições administrados pela RFB serão feitas exclusivamente mediante crédito em conta corrente bancária ou de poupança de titularidade do beneficiário (Art. 74 da&amp;nbsp;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;a href="http://www.receita.fazenda.gov.br/Legislacao/Ins/2008/in9002008.htm" style="color: #3d74a5; text-decoration: none;"&gt;IN RFB nº 900/2008&lt;/a&gt;).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #777777; font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;Base Legal -&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: #777777; font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://www.receita.fazenda.gov.br/Legislacao/Ins/2008/in9002008.htm" style="color: #3d74a5; text-decoration: none;"&gt;IN RFB nº 900/2008&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #777777; font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;Restituição de PDV - Programa de Demissão Voluntária.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;Informações Gerais.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;Consideram-se Programas de Demissão Voluntária apenas os instituídos pelas pessoas jurídicas a título de incentivo à demissão voluntária de seus empregados. Não estão incluídos nesse conceito os programas de incentivo a pedido de aposentadoria ou qualquer outra forma de desligamento voluntário.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;Entende-se como verba indenizatória contemplada pela dispensa de constituição de créditos tributários os valores especiais recebidos a título de incentivo à adesão a PDV, doravante denominadas verbas indenizatórias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;Não se incluem no conceito de verbas indenizatórias aquelas já previstas na legislação trabalhista em casos de rescisão de contrato de trabalho, tais como:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;a) salário integral, saldo de salário, gratificações e demais remunerações provenientes do trabalho prestado, remuneração indireta;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;b) férias proporcionais ou integrais;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;c) abono e gratificação de férias;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;d) gratificação natalina;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;e) aviso prévio trabalhado;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;f) participação dos empregados nos lucros ou resultados da empresa;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;g) aviso prévio não trabalhado;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;h) FGTS e PIS/PASEP;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;i) multa indenizatória por rescisão de contrato de trabalho sem justa causa;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;j) outras indenizações por rescisão de contrato previstas em dissídio coletivo ou convenção trabalhista homologados pela justiça do trabalho;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;k) valores recebidos em função de direitos adquiridos anteriormente à adesão a PDV, em decorrência de vínculo empregatício, tais como, o resgate de contribuições efetuadas à previdência privada em virtude de desligamento do plano de previdência;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;l) outras, pagas por liberalidade do empregador, não incluídas no PDV.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;Os pedidos de restituição de PDV deverão obedecer a Instrução Normativa SRF nº165 de 1998 e Ato Declaratório nº 10 de 2000 ou seja ,via declaração retificadora.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;OBS.: Na hipótese de deferimento do pedido de restituição, o contribuinte deverá desistir da Ação Judicial contra a tributação do PDV, se for o caso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;PDV - Imposto lançado de ofício.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;Fato: O contribuinte declarou anteriormente a verba indenizatória como rendimento isento e foi glosada pela Repartição, gerando imposto a pagar ou redução da restituição do imposto retido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;O contribuinte pagou Pedir restituição ou compensação O contribuinte impugnou administrativamente Aguardar decisão administrativamente, que excluirá dos rendimentos tributáveis, os valores recebidos a título de incentivo ao PDV.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;Legislação aplicada&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #777777; font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;a href="http://www.receita.fazenda.gov.br/Legislacao/Ins/Ant2001/1997/insrf02197.htm" style="color: #3d74a5; text-decoration: none;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;IN SRF 21/97&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.receita.fazenda.gov.br/Legislacao/Ins/Ant2001/1997/insrf07397.htm" style="color: #3d74a5; text-decoration: none;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;IN SRF 73/97&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.receita.fazenda.gov.br/Legislacao/Ins/Ant2001/1998/in16598.htm" style="color: #3d74a5; text-decoration: none;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;IN SRF 165/98&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.receita.fazenda.gov.br/Legislacao/Ins/Ant2001/1999/in00499.htm" style="color: #3d74a5; text-decoration: none;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;IN SRF 4/99&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.receita.fazenda.gov.br/Legislacao/AtosAnt2001/1999/AD00399.htm" style="color: #3d74a5; text-decoration: none;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;AD SRF 3/99&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.receita.fazenda.gov.br/Legislacao/AtosAnt2001/2000/SRF/ADSRF010.htm" style="color: #3d74a5; text-decoration: none;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;AD SRF 10/2000&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.receita.fazenda.gov.br/Legislacao/AtosAnt2001/1999/ADN00799.htm" style="color: #3d74a5; text-decoration: none;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;ADN COSIT/SRF 7/99&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span lang="EN-US" style="color: #777777; font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;Restituição Decorrente de Cancelamento ou Retificação de DI.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;Informações Gerais.Quem pode Requerer.Documentação Necessária.Local para Apresentação do Requerimento Base Legal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;Informações Gerais&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;Os valores recolhidos a título de tributo administrado pela RFB, por ocasião do registro da Declaração de Importação (DI), poderão ser restituídos ao importador caso se tornem indevidos em virtude de:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;I - cancelamento de DI por duplicidade de registro para a mesma operação comercial, de ofício ou a requerimento do importador ou de seu representante legal, eleito com poderes específicos;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;II - demais hipóteses de cancelamento de ofício de DI;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;III - retificação de DI, de ofício ou a requerimento do importador ou de seu representante legal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;Quem pode Requerer&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;O titular de firma individual, o dirigente da sociedade, sócio gerente, o representante legal, conforme definido nas normas reguladoras do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica – CNPJ, ou procurador legalmente habilitado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;Documentação Necessária.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;Formulário Pedido de Cancelamento de Declaração de Importação e Reconhecimento de Direito de Crédito.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;Cópia simples do contrato social e última alteração contratual.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;Na hipótese do pedido ser formulado por representante do sujeito passivo, o requerente deverá encaminhar à RFB procuração conferida por instrumento público ou por instrumento particular com firma reconhecida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;Local para Apresentação do Requerimento&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif;"&gt;A retificação e o cancelamento de DI, bem como a restituição dos valores recolhidos indevidamente a título de tributo administrado pela RFB, serão requeridos à unidade da RFB onde se processou o despacho aduaneiro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="postbody" style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #777777; font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Base Legal -&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #777777; font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;a href="http://www.receita.fazenda.gov.br/Legislacao/Ins/2008/in9002008.htm" style="color: #3d74a5; text-decoration: none;"&gt;IN RFB Nº 900/2008&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.receita.fazenda.gov.br/GuiaContribuinte/RestRessarComp/RestCredAdmin/default.htm" style="color: #3d74a5; text-decoration: none;"&gt;http://www.receita.fazenda.gov.br/GuiaContribuinte/RestRessarComp/RestCredAdmin/default.htm&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1308590303033402623-6508689943111167160?l=advogadoemportoalegre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6Lyp3cDs4xRfJ0WruRIx6QEvM9o/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6Lyp3cDs4xRfJ0WruRIx6QEvM9o/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6Lyp3cDs4xRfJ0WruRIx6QEvM9o/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6Lyp3cDs4xRfJ0WruRIx6QEvM9o/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~4/sVqea3Rrs6A" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="http://tpsadvogados.com.br" title="RESTITUIÇÃO DE CRÉDITOS ADMINISTRADOS PELA RECEITA FEDERAL DO BRASIL E DA UTILIZAÇÃO." /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/feeds/6508689943111167160/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2011/09/restituicao-de-creditos-administrados.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/6508689943111167160?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/6508689943111167160?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~3/sVqea3Rrs6A/restituicao-de-creditos-administrados.html" title="RESTITUIÇÃO DE CRÉDITOS ADMINISTRADOS PELA RECEITA FEDERAL DO BRASIL E DA UTILIZAÇÃO." /><author><name>Thiago Pinheiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_lBtHF39BHmE/Si7UMQ80ESI/AAAAAAAAAFA/zmaVc50Xl7A/S220/HPIM1227.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-Wuzf-ThrDqc/ToMlRs_SsRI/AAAAAAAAA3k/T9XdQpvtfes/s72-c/Bras%25C3%25A3o+Grande+Rep%25C3%25BAblica.gif" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2011/09/restituicao-de-creditos-administrados.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkMFR3s7cSp7ImA9WhdXFko.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1308590303033402623.post-5230532324462760249</id><published>2011-08-29T20:08:00.000-07:00</published><updated>2011-08-29T20:20:16.509-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-29T20:20:16.509-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="engenheiros" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ART" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="devolucao taxa ART" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="CREA" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ilegalidade taxa ART" /><title>Anotação de Responsabilidade Técnica – ART você tem direito à restituição da totalidade destes valores recolhidos nos últimos 5 anos.</title><content type="html">&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #2a2a2a; font-family: Tahoma, Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 17px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="font-family: Arial; font-size: 18px; font-weight: bold; line-height: 23px; text-align: center; text-decoration: underline;"&gt;ATENÇÃO REGISTRADOS NO CREA&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="font-family: Arial; font-size: 16px; line-height: 20px; margin-bottom: 1.35em; text-align: justify; text-indent: 30px;"&gt;Se você é registrado no&amp;nbsp;&lt;span style="font-weight: bold; line-height: 20px;"&gt;Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia – CREA&lt;/span&gt;&amp;nbsp;(pessoa física ou jurídica) e recolhe&amp;nbsp;&lt;span style="font-weight: bold; line-height: 20px;"&gt;Anotação de Responsabilidade Técnica – ART&lt;/span&gt;&amp;nbsp;você tem direito à&amp;nbsp;&lt;span style="font-weight: bold; line-height: 20px;"&gt;restituição da totalidade destes valores recolhidos nos últimos 5 anos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial; font-size: 16px; line-height: 20px; margin-bottom: 1.35em; text-align: justify; text-indent: 30px;"&gt;O entendimento do Poder Judiciário é no sentido da&lt;span style="font-weight: bold; line-height: 20px;"&gt;&amp;nbsp;inconstitucionalidade na fixação e cobrança das taxas de Anotação de Responsabilidade Técnica – ART por parte dos Conselhos Regionais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial; font-size: 16px; line-height: 20px; margin-bottom: 1.35em; text-align: justify; text-indent: 30px;"&gt;Desta forma, todos os profissionais que recolheram as referidas taxas nos últimos 5 (cinco) anos, têm direito à restituição destes valores devidamente corrigidos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="font-family: Arial; font-size: 18px; line-height: 23px; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; line-height: 23px;"&gt;RECUPERE O VALOR QUE VOCÊ PAGOU EM “ART” NOS ÚLTIMOS 5 (CINCO) ANOS&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1308590303033402623-5230532324462760249?l=advogadoemportoalegre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DtClm5NWMgY93PBy-HyRIACAMu0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DtClm5NWMgY93PBy-HyRIACAMu0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DtClm5NWMgY93PBy-HyRIACAMu0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DtClm5NWMgY93PBy-HyRIACAMu0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~4/rqLktEWv9hg" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="http://www.tpsadvogados.com.br" title="Anotação de Responsabilidade Técnica – ART você tem direito à restituição da totalidade destes valores recolhidos nos últimos 5 anos." /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/feeds/5230532324462760249/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2011/08/atencao-registrados-no-crea-se-voce-e.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/5230532324462760249?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/5230532324462760249?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~3/rqLktEWv9hg/atencao-registrados-no-crea-se-voce-e.html" title="Anotação de Responsabilidade Técnica – ART você tem direito à restituição da totalidade destes valores recolhidos nos últimos 5 anos." /><author><name>Thiago Pinheiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_lBtHF39BHmE/Si7UMQ80ESI/AAAAAAAAAFA/zmaVc50Xl7A/S220/HPIM1227.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2011/08/atencao-registrados-no-crea-se-voce-e.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUQBQ3Y_fip7ImA9WhdXFUQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1308590303033402623.post-7550047584782411888</id><published>2011-08-28T22:55:00.000-07:00</published><updated>2011-08-28T22:55:52.846-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-28T22:55:52.846-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="itcd" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ilegalidade cobranca aliquota" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="devolucao de valores do itcmd" /><title>ITCD progressivo: uma insistência da Receita Estadual</title><content type="html">&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Verdana; line-height: 13px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" style="text-align: justify; width: 400px;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="ctTxtTituloNoticia" height="7" style="color: #666666; font-family: Verdana; line-height: 13px; text-decoration: none;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;ITCD progressivo: uma insistência da Receita Estadual&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td height="15" style="font-family: Verdana; line-height: 13px;"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="ctTxt" style="color: #333333; font-family: Verdana; line-height: 13px; text-decoration: none;" valign="top"&gt;Muitos podem ter como inoportuno o tema, tendo em vista a alteração ocorrida na legislação estadual que trata do tema em 2009, bem como pelo entendimento pacífico do Tribunal de Justiça acerca da inconstitucionalidade da progressividade do ITCD. Mas o fato é que, ainda em 2011 a Receita Estadual tem realizado cálculos de ITCD aplicando a alíquota progressiva para os casos de óbitos ocorridos antes da entrada em vigor da Lei Estadual n.° 13.337/09.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para se entender o caso, deve-se ter presente que o ITCD consiste num imposto real, ou seja, atinente ao próprio imóvel, não sendo ele informado pelo princípio da capacidade contributiva, previsto no artigo 145, §1.°, da CF/88, que diz respeito somente aos impostos pessoais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Havendo esta diferenciação, somente com permissão expressa da Constituição Federal é que um imposto real poderia ter alíquotas progressivas, sob pena de infringência ao princípio da igualdade tributária. O IPTU, por exemplo, é um imposto real para o qual foi autorizada a criação de alíquotas progressivas, a fim de estimular a utilização da propriedade da forma que melhor garanta a realização da sua função social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não havendo, entretanto, autorização constitucional para a estipulação de alíquotas progressivas para o ITCD, deve ele ter uma só alíquota. É o que temos previsto no Estado do Rio Grande do Sul a partir da entrada em vigor da Lei Estadual n. ° 13.337/09. Entretanto, para os fatos geradores ocorridos antes da entrada em vigor da referida lei, o Tribunal de Justiça tem aplicado a incidência da alíquota menor prevista na legislação anterior, ou seja, 1%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para chegar até tal percentual, deve-se ter em mente que a alíquota da Lei atual não pode retroagir, bem como não pode voltar a incidir a alíquota prevista na Lei n.° 7.608/81, lei anterior do ITCD, tendo em vista que este diploma legal foi expressamente revogado pela Lei n.° 8.821/89, que instituiu o ITCD após a CF/88.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo, não sendo aplicáveis as Leis 7.608/81 e 13.337/09, que tinham uma só alíquota de 4% para a “causa mortis”, nem sendo aplicável a progressividade da Lei 8.821/89, uma vez que inconstitucional, deve-se aplicar a alíquota menor desta mesma lei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deve-se atentar para o fato de que a Lei 8.821/89, que instituiu o ITCD, não é toda inconstitucional, sendo existente, válida e eficaz no sistema. O que é inconstitucional é a progressividade. Em vista disso, tem-se que descartar todas as alíquotas previstas além da menor, aplicando-se esta em todos os casos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É este o entendimento atual pacífico do Tribunal de Justiça do Estado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existindo, portanto, cálculos realizados pela Receita Estadual que apliquem alíquotas diferentes de 1% para os fatos geradores (óbitos) ocorridos entre 1989 e 2009, deve-se requerer ao Judiciário a sua revisão.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1308590303033402623-7550047584782411888?l=advogadoemportoalegre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/C5TRlVBHoJv4wUWYWStFW0mTQeI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/C5TRlVBHoJv4wUWYWStFW0mTQeI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/C5TRlVBHoJv4wUWYWStFW0mTQeI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/C5TRlVBHoJv4wUWYWStFW0mTQeI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~4/lDaN-MSdio8" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="http://www.tpsadvogados.com.br" title="ITCD progressivo: uma insistência da Receita Estadual" /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/feeds/7550047584782411888/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2011/08/itcd-progressivo-uma-insistencia-da.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/7550047584782411888?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/7550047584782411888?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~3/lDaN-MSdio8/itcd-progressivo-uma-insistencia-da.html" title="ITCD progressivo: uma insistência da Receita Estadual" /><author><name>Thiago Pinheiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_lBtHF39BHmE/Si7UMQ80ESI/AAAAAAAAAFA/zmaVc50Xl7A/S220/HPIM1227.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2011/08/itcd-progressivo-uma-insistencia-da.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkAARHc6fip7ImA9WhdXFk0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1308590303033402623.post-6841436928700461855</id><published>2011-08-28T22:53:00.000-07:00</published><updated>2011-08-28T23:52:25.916-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-28T23:52:25.916-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="devolucao de valores" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="reducao valor da anuidade" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="anuidade de conselho profissonal ilegal" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ilegalidade de cobranca" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="anuidade de conselhos" /><title>Reduza a anuidade do seu conselho profissional em 90%, Com amparo da lei.</title><content type="html">&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #f6f6f6; font-size: 13px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h3 class="post-title entry-title" style="color: #9e5205; font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, Verdana, sans-serif; font: normal normal bold 160%/normal Verdana, sans-serif; letter-spacing: -1px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Reduza a anuidade do seu conselho profissional em 90%, Com amparo da lei.&amp;nbsp;&lt;/h3&gt;&lt;h3 class="post-title entry-title" style="color: #9e5205; font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, Verdana, sans-serif; font: normal normal bold 160%/normal Verdana, sans-serif; letter-spacing: -1px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/h3&gt;&lt;h3 class="post-title entry-title" style="color: #9e5205; font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, Verdana, sans-serif; font: normal normal bold 160%/normal Verdana, sans-serif; letter-spacing: -1px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;O STJ pacificou o entendimento de que as anuidades dos Conselhos Profissional&lt;/h3&gt;&lt;div style="font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="post-header" style="font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;div class="post-header-line-1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-body entry-content" id="post-body-1697337683026378631"&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, Verdana, sans-serif; text-align: center;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 16pt;"&gt;Reduza a anuidade do seu conselho profissional em 90%,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, Verdana, sans-serif; text-align: center;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 16pt;"&gt;Com amparo da lei.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, Verdana, sans-serif; text-align: center;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-size: 16pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 11pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, Verdana, sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial;"&gt;O STJ pacificou o entendimento de que as anuidades dos Conselhos Profissionais, à exceção da OAB, têm natureza tributária e, por isso, seus valores somente podem ser fixados nos limites estabelecidos em lei e não podem ser arbitrados , como é de praxe por resolução e em valores muito além dos estabelecidos pela norma legal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, Verdana, sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, Verdana, sans-serif; margin-right: -33.8pt;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: green; font-size: 16pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: green; font-size: 16pt;"&gt;Referencias para consulta de cobranças indevidas de anuidades&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: green; font-size: 16pt;"&gt;de conselhos profissionais ex: CRM,CRO,CREA,COREMe outros&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: green; font-size: 16pt;"&gt;Revista jurídica NETLEGIS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, Verdana, sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial;"&gt;É possível, através do ajuizamento de ação judicial, a recuperação de considerável parte dos valores relativos à anuidade de Conselhos Profissionais, referente aos últimos cinco anos, bem como redução das anuidades futuras.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, Verdana, sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial;"&gt;Portanto, por meio judicial,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: green; font-family: Arial;"&gt;é possível reduzir&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial;"&gt;&amp;nbsp;a anuidade de profissional pessoa física para aproximadamente&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-family: Arial;"&gt;R$ 50,00,&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial;"&gt;&amp;nbsp;aproximadamente 10% do valor que são pagos hoje.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Tahoma;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, Verdana, sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial;"&gt;Quanto às pessoas jurídicas, a redução varia de acordo com o capital social da empresa , nos casos já julgados os valores foram definidos em&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: red; font-family: Arial;"&gt;R$ 57,00.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, Verdana, sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Já existem centenas de sentenças favoráveis a causa, a jurisprudência é vasta. Para sua informação entre no site =&amp;gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: blue; font-family: Verdana;"&gt;http://www.trf4.jus.br&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Verdana;"&gt;e veja os processos nº&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #339966; font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;200870030020191,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #339966; font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;200870030020403,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #339966; font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;200670030048106,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #339966; font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;200870530039759,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #339966; font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;200870530040804&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #339966; font-size: 10pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, Verdana, sans-serif; margin-bottom: 4pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 11pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, Verdana, sans-serif; margin-bottom: 4pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;Tempo médio de tramitação de processo , seis meses para qualquer localidade brasileira.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, Verdana, sans-serif; margin-bottom: 4pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Verdana; font-size: 14pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Tahoma, Verdana, arial, helvetica; font-size: 11px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Tahoma, Verdana, arial, helvetica; font-size: 11px;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;EMENTA: DIREITO TRIBUTÁRIO. Contribuição para Conselho Profissional. Ilegalidade do valor da anuidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Tahoma, Verdana, arial, helvetica; font-size: 11px;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Tahoma, Verdana, arial, helvetica; font-size: 11px;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Tahoma, Verdana, arial, helvetica; font-size: 11px;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;I — Questão relevante decorre a respeito do valor da anuidade devida aos Conselhos Profissionais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Tahoma, Verdana, arial, helvetica; font-size: 11px;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Tahoma, Verdana, arial, helvetica; font-size: 11px;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;II - Passemos à análise do tema.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Tahoma, Verdana, arial, helvetica; font-size: 11px;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Tahoma, Verdana, arial, helvetica; font-size: 11px;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;II.1 Como cediço, é devido o pagamento de anuidade aos Conselhos Profissionais, tendo em vista a natureza tributária.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Tahoma, Verdana, arial, helvetica; font-size: 11px;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Tahoma, Verdana, arial, helvetica; font-size: 11px;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;II.2 Não obstante a legalidade da cobrança em si, nos últimos anos, inúmeros Conselhos têm estipulado cobrança acima da permitida em lei.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Tahoma, Verdana, arial, helvetica; font-size: 11px;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Tahoma, Verdana, arial, helvetica; font-size: 11px;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Assim, os profissionais e sociedades profissionais destes Conselhos têm recolhido anuidade a maior.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Tahoma, Verdana, arial, helvetica; font-size: 11px;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Tahoma, Verdana, arial, helvetica; font-size: 11px;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;II.3 É possível, através do ajuizamento de ação judicial, a recuperação de considerável parte dos valores relativos à anuidade de Conselhos Profissionais, referente aos últimos cinco anos, bem como redução das próximas anuidades.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Tahoma, Verdana, arial, helvetica; font-size: 11px;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Tahoma, Verdana, arial, helvetica; font-size: 11px;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;II.4 Portanto, por meio judicial, é possível reduzir a anuidade de profissional pessoa física para aproximadamente R$ 60,00.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Tahoma, Verdana, arial, helvetica; font-size: 11px;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Tahoma, Verdana, arial, helvetica; font-size: 11px;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;II.5 Quanto às pessoas jurídicas, a redução varia de acordo com o capital social da empresa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Tahoma, Verdana, arial, helvetica; font-size: 11px;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Tahoma, Verdana, arial, helvetica; font-size: 11px;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;II.6 O Tribunal Regional da 4º Região, em reiteradas decisões, tem determinado a redução dos valores de anuidade de conselho.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Tahoma, Verdana, arial, helvetica; font-size: 11px;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Tahoma, Verdana, arial, helvetica; font-size: 11px;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;TRIBUTÁRIO. ANUIDADES. CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA. LEI Nº 6.994/82. LIMITE. 1. A anuidade devida aos conselhos regionais que fiscalizam as categorias profissionais tem natureza de contribuição social e não pode ser fixada por Resolução, mas por lei. 2. A Lei 6.994/82 limitou o valor das anuidades cobradas pelos conselhos de fiscalização profissional em duas vezes o Maior Valor de Referência para pessoa física. 3. A fixação do valor das anuidades devidas aos Conselhos Profissionais pela Lei n.º 6.994/82 deve, com a extinção da MVR pela Lei n. 8.177/91, levar em consideração a fixação em cruzeiros pela Lei n.º 8.178/91 e, posteriormente, a sua transformação em UFIR's com o advento da Lei n.º 8.383/91. 4. A partir da extinção da UFIR, aplica-se o IPCA-E, face à inexistência de fixação de outro índice legal de atualização monetária. (TRF4, REOMS 2008.72.00.001748-0, Segunda Turma, Relatora Vânia Hack de Almeida, D.E. 09/07/2008)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Tahoma, Verdana, arial, helvetica; font-size: 11px;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Tahoma, Verdana, arial, helvetica; font-size: 11px;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;II.7 De outra banda, o Superior Tribunal de Justiça também tem determinado a redução dos valores de anuidade de conselho:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Tahoma, Verdana, arial, helvetica; font-size: 11px;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Tahoma, Verdana, arial, helvetica; font-size: 11px;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;PROCESSUAL CIVIL E ADMINISTRATIVO. RECURSO ESPECIAL. CONSELHOS PROFISSIONAIS. LITISCONSÓRCIO PASSIVO NECESSÁRIO. ARTS. 47 DO CPC E 19 DA LEI N. 1.533/51. VIOLAÇÃO NÃO-CONFIGURADA. AUSÊNCIA DE PREQUESTIONAMENTO. ANUIDADE. FIXAÇÃO POR RESOLUÇÃO. ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA. DISSÍDIO PRETORIANO. SÚMULA N. 83/STJ.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Tahoma, Verdana, arial, helvetica; font-size: 11px;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;1. Descarta-se a hipótese de litisconsórcio passivo necessário, porquanto é ao Conselho Regional que são pagas as anuidades e a ele cabe, após a arrecadação, estabelecer o valor a ser repassado ao Conselho Federal. Precedentes.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Tahoma, Verdana, arial, helvetica; font-size: 11px;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;2. O prequestionamento dos dispositivos legais tidos como violados constitui requisito indispensável à admissibilidade do recurso especial. Incidência das Súmulas n. 282 e 356 do Supremo Tribunal Federal.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Tahoma, Verdana, arial, helvetica; font-size: 11px;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;3. O STJ pacificou o entendimento de que as anuidades dos Conselhos Profissionais, à exceção da OAB, têm natureza tributária e, por isso, seus valores somente podem ser fixados nos limites estabelecidos em lei e não podem ser arbitrados por resolução e em valores além dos estabelecidos pela norma legal.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Tahoma, Verdana, arial, helvetica; font-size: 11px;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;4. Entendimento do STJ de que, no período de março/91 a dezembro/91, (compreendido entre a extinção da MVR e a criação da Ufir) não há por que incidir atualização monetária sobre as anuidades dos conselhos profissionais, tendo em vista a inexistência de previsão legal.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Tahoma, Verdana, arial, helvetica; font-size: 11px;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;5. "Não se conhece do recurso especial pela divergência, quando a orientação do Tribunal se firmou no mesmo sentido da decisão recorrida" (Súmula n. 83/STJ).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Tahoma, Verdana, arial, helvetica; font-size: 11px;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;6. Recurso especial parcialmente conhecido e, nessa parte, não-provido.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Tahoma, Verdana, arial, helvetica; font-size: 11px;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Tahoma, Verdana, arial, helvetica; font-size: 11px;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Tahoma, Verdana, arial, helvetica; font-size: 11px;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;III. Diante do exposto, é possível, através do ajuizamento de ação judicial, a recuperação de considerável parte dos valores relativos à anuidade de Conselhos Profissionais, referente aos últimos cinco anos, bem como redução das próximas anuidades.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1308590303033402623-6841436928700461855?l=advogadoemportoalegre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CRnbCPfNY3KkAtXoq4in1rzcS_Y/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CRnbCPfNY3KkAtXoq4in1rzcS_Y/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CRnbCPfNY3KkAtXoq4in1rzcS_Y/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CRnbCPfNY3KkAtXoq4in1rzcS_Y/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~4/PTBqALx6IOU" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="http://tpsadvogados.com.br" title="Reduza a anuidade do seu conselho profissional em 90%, Com amparo da lei." /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/feeds/6841436928700461855/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2011/08/reduza-anuidade-do-seu-conselho.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/6841436928700461855?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/6841436928700461855?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~3/PTBqALx6IOU/reduza-anuidade-do-seu-conselho.html" title="Reduza a anuidade do seu conselho profissional em 90%, Com amparo da lei." /><author><name>Thiago Pinheiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_lBtHF39BHmE/Si7UMQ80ESI/AAAAAAAAAFA/zmaVc50Xl7A/S220/HPIM1227.JPG" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2011/08/reduza-anuidade-do-seu-conselho.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEQGQ3kzcCp7ImA9WhdXFUQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1308590303033402623.post-1471522820481414878</id><published>2011-08-28T22:38:00.000-07:00</published><updated>2011-08-28T22:38:42.788-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-28T22:38:42.788-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="nao pagamento de anuidade" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="advogado em porto alegre dano moral obra" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="anuidade nao paga" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="conselhos profissionais" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="cancelamento de inscrilcao profissional" /><title>Impossibilidade de cancelamento da inscrição em conselho profissional por falta de pagamento</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ato costumeiramente adotado pelos conselhos profissionais (medicina, engenharia, enfermagem, odontologia, etc) de cancelamento da inscrição do profissional nos referidos conselhos por falta de pagamento, impedindo assim o exercício da profissão, ou mesmo cerceando o direito do profissional configura ato ILEGAL.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deste ato, é possível intentar medida judicial requerendo a manutenção da inscrição, bem como garantindo o exercício profissional.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O cerceamento deste direito viola princípios constitucionais e extrapola a capacidade dos referidos conselhos que detém meios jurídicos estipulados em lei para efetuar tais cobranças.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim, é possível requerer a manutenção da inscrição bem como o ato é passível de indenização por DANOS MORAIS.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nosso escritório atua na defesa do direito dos profissionais e está apto a representá-lo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tem-se inúmeras decisões nesse sentido, a exemplo:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-size: 15px; font-style: italic;"&gt;&lt;i&gt;ADMINISTRATIVO. CREA. CANCELAMENTO INSCRIÇÃO.&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;span style="background-color: yellow;"&gt;ANUIDADES&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;VENCIDAS. IMPOSSIBILIDADE. O parágrafo único, do art. 170, da Constituição Federal, estabelece que é assegurado a todos o livre exercício de qualquer atividade econômica, independentemente de autorização de órgãos públicos, salvo nos casos previstos em lei. É defeso aos Conselhos impedir ou cercear a atividade profissional, para compeli-lo ao pagamento de débito, uma vez que outros meios existem no mundo jurídico para cobrança de débitos (TRF4, AC n.º 2005. 71.00.003201-5/RS, DJU:17/05/2006, p.765, Relatora Vânia Hack de Almeida).&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-size: 15px; font-style: italic;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-size: 15px; font-style: italic;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1308590303033402623-1471522820481414878?l=advogadoemportoalegre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7R0_n49AGvnb4Vc8SMjcQTx6B_Y/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7R0_n49AGvnb4Vc8SMjcQTx6B_Y/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7R0_n49AGvnb4Vc8SMjcQTx6B_Y/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7R0_n49AGvnb4Vc8SMjcQTx6B_Y/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~4/yMZ2YWnE80Y" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="http://www.tpsadvogados.com.br" title="Impossibilidade de cancelamento da inscrição em conselho profissional por falta de pagamento" /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/feeds/1471522820481414878/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2011/08/impossibilidade-de-cancelamento-da.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/1471522820481414878?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/1471522820481414878?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~3/yMZ2YWnE80Y/impossibilidade-de-cancelamento-da.html" title="Impossibilidade de cancelamento da inscrição em conselho profissional por falta de pagamento" /><author><name>Thiago Pinheiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_lBtHF39BHmE/Si7UMQ80ESI/AAAAAAAAAFA/zmaVc50Xl7A/S220/HPIM1227.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2011/08/impossibilidade-de-cancelamento-da.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEQARHo9cCp7ImA9WhdXFUQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1308590303033402623.post-6981054225717414193</id><published>2011-08-28T21:32:00.000-07:00</published><updated>2011-08-28T21:32:25.468-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-28T21:32:25.468-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="cobranca de anuidade conselho profissionais" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ilegalidade" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="reducao vaolor da anuidade profissionais categoria" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="anuidades conselhos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="devolucao do veiculo" /><title>ANUIDADE DE CONSELHO PROFISSIONAL TEM CARÁTER TRIBUTÁRIO</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Um dos mais de 80 tributos que o brasileiro paga é para exercer a profissão, a chamada “Contribuição de Fiscalização Profissional” - OAB, CRC, CREA, CRECI, CORE, etc.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A contribuição social devida aos conselhos regionais de fiscalização profissional tem natureza tributária (art. 149, da CF/88).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A jurisprudência tem determinado que o valor dessa contribuição não possa ser fixado por simples Resolução, em respeito ao princípio da reserva legal previsto no art. 150, I, da Constituição Federal. Veja-se exemplo através do&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.portaltributario.com.br/acordao/tributario29062009.htm" style="color: blue; text-decoration: underline;"&gt;MS 2008.72.00.001748-0/SC&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Apesar da jurisprudência, os Conselhos majoram as contribuições anualmente, impondo ônus excessivo sobre a já combalida classe média brasileira.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A cobrança de anuidades pelo Conselho Profissional era regulada pela Lei nº 6.994/82, que autorizava os Conselhos Federais a fixar as multas e anuidades devidas aos Conselhos Regionais, observados os limites que aponta.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A Lei 6.994/82 limitou o valor das anuidades cobradas pelos conselhos de fiscalização profissional em duas vezes o Maior Valor de Referência para pessoa física. Entretanto, referida Lei foi revogada pela Lei 9.649/1998, criando um vácuo legislativo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Os Conselhos Profissionais defendem que há impossibilidade de fixar o valor da anuidade segundo os parâmetros definidos na Lei nº 6.994/82, exatamente sob o argumento de que a Lei nº 8.906/94 a houvera revogado, vindo a arbitrar valores acima do legal, mediante a edição de resoluções.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;No julgamento do pedido de medida cautelar formulado nos autos da ADIn nº 1.717-6, decidiu o Órgão Pleno do Supremo Tribunal Federal por seu deferimento – decisão publicada no DJ de 06.10.1999 –, para o efeito de suspender, até a decisão final da ação direta, a execução e aplicabilidade do artigo 58 e parágrafos da Lei nº 9.649/98, que teoricamente permitiriam aos Conselhos Profissionais fixarem suas anuidades ao bel-prazer.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Portanto, qualquer cobrança de anuidade dos Conselhos acima de duas vezes o Maior Valor de Referência para pessoa física pode ser questionada judicialmente, pelas razões e jurisprudência já expostas, sujeitando-se, ainda, à prescrição quinquenal prevista no Código Tributário Nacional - CTN.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1308590303033402623-6981054225717414193?l=advogadoemportoalegre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/My3nWTkZruXslO4XzI03hsRyVUM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/My3nWTkZruXslO4XzI03hsRyVUM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/My3nWTkZruXslO4XzI03hsRyVUM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/My3nWTkZruXslO4XzI03hsRyVUM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~4/VC2eRlUEx44" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="http://tpsadvogados.com.br" title="ANUIDADE DE CONSELHO PROFISSIONAL TEM CARÁTER TRIBUTÁRIO" /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/feeds/6981054225717414193/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2011/08/anuidade-de-conselho-profissional-tem.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/6981054225717414193?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/6981054225717414193?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~3/VC2eRlUEx44/anuidade-de-conselho-profissional-tem.html" title="ANUIDADE DE CONSELHO PROFISSIONAL TEM CARÁTER TRIBUTÁRIO" /><author><name>Thiago Pinheiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_lBtHF39BHmE/Si7UMQ80ESI/AAAAAAAAAFA/zmaVc50Xl7A/S220/HPIM1227.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2011/08/anuidade-de-conselho-profissional-tem.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak4GQXo7eip7ImA9WhdXFUg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1308590303033402623.post-8716518407361937640</id><published>2011-08-28T12:15:00.000-07:00</published><updated>2011-08-28T12:15:20.402-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-28T12:15:20.402-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="corretagem" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="cobrança indevida" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comissao do corretor" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="compra de imóvel na planta comissao corretor" /><title>Taxas de corretagem rendem indenização em dobro na Justiça</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeeeee; font-family: 'Trebuchet MS', Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 18px; line-height: 18px;"&gt;Prezados Clientes:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeeeee; font-family: 'Trebuchet MS', Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 18px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeeeee; font-family: 'Trebuchet MS', Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 18px; line-height: 18px;"&gt;Além das questões de atraso da entrega das obras, para adquirentes de imóveis na &amp;nbsp;planta, surge outra questão passível de indenização e devolução dos valores em dobro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeeeee; font-family: 'Trebuchet MS', Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 18px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeeeee; font-family: 'Trebuchet MS', Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 18px; line-height: 18px;"&gt;A CORRETAGEM imposta aos compradores, que adquiriram suas unidades em "plantões" de venda é ILEGAL.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeeeee; font-family: 'Trebuchet MS', Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 18px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeeeee; font-family: 'Trebuchet MS', Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 18px; line-height: 18px;"&gt;Nosso escritório já está trabalhando nessa linha, ajuizando ações por cobrança indevida com pedido de DEVOLUÇÃO EM DOBRO dos valores pagos que em média são de R$ 2.000,00 a R$ 10.000,00, todos devidamente corrigidos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeeeee; font-family: 'Trebuchet MS', Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 18px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeeeee; font-family: 'Trebuchet MS', Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 18px; line-height: 18px;"&gt;Não perca tempo e faça valer seu direito, pois esta obrigação é das construtoras em pagar as imobiliárias, pois são por elas contratadas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeeeee; font-family: 'Trebuchet MS', Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 18px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeeeee; font-family: 'Trebuchet MS', Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 18px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeeeee; color: #898888; font-family: 'Trebuchet MS', Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 18px; line-height: 18px;"&gt;Abaixo segue matéria esclarecedora:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeeeee; color: #898888; font-family: 'Trebuchet MS', Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 18px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeeeee; color: #898888; font-family: 'Trebuchet MS', Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 18px; line-height: 18px;"&gt;Valores embutidos nos preços dos imóveis são questionados por quem compra unidades na planta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeeeee; color: #898888; font-family: 'Trebuchet MS', Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 18px; line-height: 18px;"&gt;J&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeeeee; color: #898888; font-family: 'Trebuchet MS', Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 18px; line-height: 18px;"&gt;udiciário tem dado ganho de causa a mutuários que tiveram que arcar com despesa. Uma médica chegou a receber R$ 24.400&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeeeee; color: #252525; font-family: Arial, Verdana, Geneva, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeeeee; color: #252525; font-family: Arial, Verdana, Geneva, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;A falta de informação sobre a cobrança taxa de corretagem para quem&amp;nbsp;&lt;a href="http://odia.terra.com.br/portal/economia/html/2010/9/taxas_de_corretagem_rendem_indenizacao_em_dobro_na_justica_111068.html#" rel="nofollow" style="border-bottom-color: initial; border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #006600; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: underline;"&gt;compra&lt;/a&gt;&lt;taghw style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;"&gt;&amp;nbsp; imóvel na planta tem motivado indenizações em dobro na Justiça. Repassada aos mutuários na hora da assinatura dos contratos sem comunicação prévia e maiores esclarecimentos, a remuneração de serviços dos&amp;nbsp;&lt;a href="http://odia.terra.com.br/portal/economia/html/2010/9/taxas_de_corretagem_rendem_indenizacao_em_dobro_na_justica_111068.html#" rel="nofollow" style="border-bottom-color: initial; border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #006600; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: underline;"&gt;corretores&lt;/a&gt;&lt;/taghw&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeeeee; color: #252525; font-family: Arial, Verdana, Geneva, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;taghw style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;"&gt;&amp;nbsp;imobiliários — que varia de 5% a 6% do valor do imóvel — acaba embutida no preço final dos empreendimentos. Uma das ações vitoriosas no Judicário do Rio rendeu a uma médica, que mora da Barra da Tijuca e não quis se identificar, R$ 24.479,08 a título de danos materiais. Ela havia desembolsado cerca de R$ 10.350 para arcar com as despesas de corretagem.&lt;/taghw&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeeeee; color: #252525; font-family: Arial, Verdana, Geneva, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;taghw style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/taghw&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeeeee; color: #252525; font-family: Arial, Verdana, Geneva, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;taghw style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;"&gt;“A pessoa não pode pagar por um serviço que não foi combinado, que não foi informado anteriormente. Há muitos casos em que as&amp;nbsp;&lt;a href="http://odia.terra.com.br/portal/economia/html/2010/9/taxas_de_corretagem_rendem_indenizacao_em_dobro_na_justica_111068.html#" rel="nofollow" style="border-bottom-color: initial; border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #006600; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: underline;"&gt;construtoras&lt;/a&gt;&amp;nbsp;cobram a corretagem do consumidor, que não sabe do que se trata. O Código de Defesa do Consumidor não permite isso”, explica o advogado autor da ação José Roberto de Oliveira, presidente da Associação&amp;nbsp;&lt;/taghw&gt;&lt;a href="http://odia.terra.com.br/portal/economia/html/2010/9/taxas_de_corretagem_rendem_indenizacao_em_dobro_na_justica_111068.html#" rel="nofollow" style="border-bottom-color: initial; border-bottom-style: dotted; border-bottom-width: 1px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #006600; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: underline;"&gt;Nacional&lt;/a&gt;&amp;nbsp;de Assistência ao Consumidor e Trabalhador (Anacont).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeeeee;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeeeee;"&gt;&lt;div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; display: block; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;"&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #252525; font-family: Arial, Verdana, Geneva, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; margin-bottom: 25px; margin-top: 25px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; text-decoration: none;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; No caso da médica, a Primeira Turma Recursal do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ) proferiu a sentença no dia 1º de setembro. A proprietária do imóvel no Condomínio Verano Barra Residence Park entrou com processo em 2009 contra a CR2 Empreendimentos. Procurada, a construtora não quis se pronunciar sobre o assunto.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeeeee; color: #252525; font-family: Arial, Verdana, Geneva, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Outro vitorioso contra a cobrança que entrou com processo — a decisão ainda é de primeira instância —, o servidor público Henrique da Rocha Vassali, de 35 anos, pagou cerca de R$ 10 mil para os corretores em 2008. Ele receberá de volta R$ 18.600, corrigidos, estipulados pelo juiz.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeeeee;"&gt;&lt;div name="HOTWordsTxt" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; display: block; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 25px; margin-top: 25px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #252525; font-family: Arial, Verdana, Geneva, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeeeee; color: #252525; font-family: Arial, Verdana, Geneva, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;“Na hora de assinar o contrato temos que preencher vários cheques. Não deixaram claro que era para pagar, entre outras coisas, os corretores. Me senti lesado”, explica o servidor, dono de um imóvel na Barra.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeeeee;"&gt;&lt;div name="HOTWordsTxt" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; display: block; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #252525; font-family: Arial, Verdana, Geneva, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px; margin-bottom: 25px; margin-top: 25px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; text-decoration: none;"&gt;A gerente Virgínia Maria Gonçalves, de 54 anos, também resolveu recorrer à Justiça para ter de volta os R$ 12.347 pagou a título de corretagem em 2005. “Fiz cinco cheques com valores diferentes para pagar os corretores. Na época estava entusiasmada com a compra do apartamento não questionei. Mas me cobraram um serviço que deveria ter sido pago pela construtora”, lembra. A próxima audiência está marcada para o dia 3 de dezembro no 4º Juizado Especial no Catete.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeeeee; color: #252525; font-family: Arial, Verdana, Geneva, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;strong style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: none;"&gt;Valores não constam na escritura do apartamento&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeeeee;"&gt;&lt;div name="HOTWordsTxt" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; display: block; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 25px; margin-top: 25px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #252525; font-family: Arial, Verdana, Geneva, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeeeee; color: #252525; font-family: Arial, Verdana, Geneva, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;Os valores da corretagem, normalmente não constam na escritura dos imóveis. Quando o negócio é feito o preço das unidades considera a taxa de remuneração dos corretores. “Ao todo, eu financiei cerca de R$ 220 mil, mas na escritura saiu que o preço do apartamento ficou em R$ 210. A diferença foi da corretagem que acabei financiando também e pagando mais juros”, informa o servidor público Henrique Vassali.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeeeee; color: #252525; font-family: Arial, Verdana, Geneva, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeeeee;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeeeee; color: #252525; font-family: Arial, Verdana, Geneva, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;De acordo com o processo da médica que ganhou indenização ma Justiça, o imóvel custou ao todo R$ 217.350, mas na escritura constava que valia R$ 207 mil. A diferença foi para os corretores.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeeeee; color: #252525; font-family: Arial, Verdana, Geneva, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeeeee;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeeeee; color: #252525; font-family: Arial, Verdana, Geneva, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;O presidente em exercício do Conselho Regional de Imóveis do Rio de Janeiro (Creci-RJ), Edécio Cordeiro, defende a cobrança da taxa. Baseado na Lei 6.530 de 1978, ele alega que o corretor tem direito de receber pelos serviços prestados.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeeeee; color: #252525; font-family: Arial, Verdana, Geneva, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeeeee;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeeeee; color: #252525; font-family: Arial, Verdana, Geneva, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;“Normalmente quem paga é quem contrata o corretor. Mas se houver acordo entre as partes, não há problema. Quem compra pode pagar. É preciso estar previsto no contrato”, argumenta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeeeee; color: #252525; font-family: Arial, Verdana, Geneva, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeeeee; color: #252525; font-family: Arial, Verdana, Geneva, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;Fonte: O Dia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeeeee; color: #252525; font-family: Arial, Verdana, Geneva, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #eeeeee; color: #252525; font-family: Arial, Verdana, Geneva, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1308590303033402623-8716518407361937640?l=advogadoemportoalegre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cKOx7w05SAPH5P5ohfNKB_qOb98/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cKOx7w05SAPH5P5ohfNKB_qOb98/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cKOx7w05SAPH5P5ohfNKB_qOb98/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cKOx7w05SAPH5P5ohfNKB_qOb98/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~4/Dgv-0ZEp4Lk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="http://tpsadvogados.com.br" title="Taxas de corretagem rendem indenização em dobro na Justiça" /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/feeds/8716518407361937640/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2011/08/taxas-de-corretagem-rendem-indenizacao.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/8716518407361937640?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/8716518407361937640?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~3/Dgv-0ZEp4Lk/taxas-de-corretagem-rendem-indenizacao.html" title="Taxas de corretagem rendem indenização em dobro na Justiça" /><author><name>Thiago Pinheiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_lBtHF39BHmE/Si7UMQ80ESI/AAAAAAAAAFA/zmaVc50Xl7A/S220/HPIM1227.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2011/08/taxas-de-corretagem-rendem-indenizacao.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkcNRnszcSp7ImA9WhdXEkU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1308590303033402623.post-1270316522590226791</id><published>2011-08-25T06:36:00.000-07:00</published><updated>2011-08-25T06:48:17.589-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-25T06:48:17.589-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="piso salarial professores" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="stf decisao piso magisterio" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="piso magisterio" /><title>STF publica acórdão sobre piso nacional do magistério</title><content type="html">&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #090909; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h2 style="color: #556a8d; font-family: FontSiteSansCondensed, 'Helvetica Neue', Arial, sans-serif; font-size: 27px; font-weight: bold; line-height: 1; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/h2&gt;&lt;div class="wysiwyg" style="border-bottom-color: rgb(185, 185, 185); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; border-left-color: rgb(185, 185, 185); border-left-style: solid; border-left-width: 0px; border-right-color: rgb(185, 185, 185); border-right-style: solid; border-right-width: 0px; border-top-color: rgb(185, 185, 185); border-top-style: solid; border-top-width: 0px; clear: both; line-height: 1.5; margin-bottom: 0.6em;"&gt;&lt;div style="font-size: 14px; margin-bottom: 1em; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;O Supremo Tribunal Federal&amp;nbsp;publicou, nesta quarta-feira (24/8), o acórdão que declarou constitucional a Lei 11.738/08, que cria o piso salarial nacional dos professores da rede pública. O texto foi questionado em Ação Direta de Inconstitucionalidade impetrada pelos governos do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Ceará e Mato Grosso do Sul. O recurso foi&amp;nbsp;negado&amp;nbsp;pelo Supremo no fim de abril deste ano.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 14px; margin-bottom: 1em; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;A lei estabelece que todos os professores da rede pública de ensino com formação de nível médio devem ter piso salarial de R$ 1.187 e carga horária máxima de 40 horas semanais. Quando a lei foi aprovada, os cinco estados questionaram sua constitucionalidade, além de alegar que as prefeituras não teriam dinheiro para pagar os novos salários.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 14px; margin-bottom: 1em; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;Levantamento feito pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) aponta que 17 estados não pagam aos professores o mínimo já estabelecido em lei. Estados e municípios podem pedir ao Ministério da Educação empréstimos para completar a verba destinada ao pagamento de professores. Para conseguir, precisam provar que investem 25% de suas receitas em educação. Não há levantamento sobre o pagamento nas redes municipais&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 14px; margin-bottom: 1em; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;O STF, no entanto, afirmou que os novos valores devem ser encarados como vencimento básico, sem gratificações e outros adicionais. Quando a ADI foi impetrada, professores de 21 estados foram às ruas protestar e pedir a aprovação lei.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 14px; margin-bottom: 1em; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 14px; text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Publicações&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 14px; text-align: justify;"&gt;Apesar de a ADI ter sido negada pelo Supremo em 27 de abril, o acórdão só foi publicado nesta quarta. A publicação coincide com a veiculação de uma reportagem da&amp;nbsp;&lt;em&gt;Folha de S. Paulo&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 14px; margin-bottom: 1em; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;O jornal conta que o ministro da Educação, Fernando Haddad, e o advogado-geral da União, Luis Inácio Adams, se encontraram com o ex-presidente Lula em São Paulo. Diz o texto que Lula convocou os dois ministros a sua ONG, o Instituto Cidadania, para cobrar motivos para que a Lei 11.738, postulada por ele em 2008, ainda não havia entrado em vigor.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 1em; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="font-size: 14px;"&gt;Segundo declaração do ministro Haddad à Folha, Lula é constantemente cobrado por entidades sindicais e exigiu explicações sobre o piso nacional do magistério.&amp;nbsp;&lt;em&gt;Com informações da Agência Brasil&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;b&gt;DO DIREITO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="font-size: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 14px;"&gt;Os professores do estado (160mil) tem o direito de requer judicialmente o pagamento e integralização do salário com base no piso nacional.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 14px;"&gt;Todavia o governo do estado do RS tem se posicionado com promessas de pagamento até 2014 através de negociações com os sindicatos, que adotaram a postura negocial através de greves em detrimento do pleito judicial.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 14px;"&gt;É bem verdade que o judiciário é moroso, mas com a conquista de uma decisão judicial seu direito está assegurado com o pagamento corrigido dos atrasados, não dependendo e não sendo suscetível a manobras políticas.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 14px;"&gt;Sendo assim o escritório fica a disposição para maiores esclarecimentos e prestação de serviços para a categoria.&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 14px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="font-size: 14px;"&gt;Por Thiago Pinheiro, advogado OAB/RS 68.483&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1308590303033402623-1270316522590226791?l=advogadoemportoalegre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QpZ5THHSKUjssOiWYHT_sZkXf_0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QpZ5THHSKUjssOiWYHT_sZkXf_0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QpZ5THHSKUjssOiWYHT_sZkXf_0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QpZ5THHSKUjssOiWYHT_sZkXf_0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~4/HPWTtMQgIMk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="http://www.tpsadvogados.com.br" title="STF publica acórdão sobre piso nacional do magistério" /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/feeds/1270316522590226791/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2011/08/stf-publica-acordao-sobre-piso-nacional.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/1270316522590226791?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/1270316522590226791?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~3/HPWTtMQgIMk/stf-publica-acordao-sobre-piso-nacional.html" title="STF publica acórdão sobre piso nacional do magistério" /><author><name>Thiago Pinheiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_lBtHF39BHmE/Si7UMQ80ESI/AAAAAAAAAFA/zmaVc50Xl7A/S220/HPIM1227.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2011/08/stf-publica-acordao-sobre-piso-nacional.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUAEQXw5cCp7ImA9WhdRE0U.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1308590303033402623.post-284189525651008159</id><published>2011-08-03T08:01:00.000-07:00</published><updated>2011-08-03T08:01:40.228-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-03T08:01:40.228-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="direito de indenização atraso de obra" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="responsavel vazamento apartamento" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="danos morais" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="vazamento" /><title>Descaso com vazamento de 6 anos gera indenização</title><content type="html">&lt;div id="texto_noticia_ler" style="color: #333333; float: left; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 25px; padding-bottom: 10px; padding-top: 15px; text-align: justify; width: 600px;"&gt;&lt;span id="tx2"&gt;A 1ª Turma Recursal dos Juizados Especiais do TJDFT aumentou a indenização, a título de danos morais, de R$ 1 mil para R$ 7 mil a serem pagos a uma moradora que teve seu imóvel atingido por infiltração durante quase 6 anos. A decisão foi unânime e não cabe mais recurso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com o processo, a moradora ajuizou ação de indenização por danos morais e materiais, sofridos em decorrência de infiltrações vindas do apartamento acima do seu. Restou comprovado, por depoimentos e fotos, que a infiltração era grande e chegou a afetar armários e outros pertences da autora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O proprietário do imóvel de onde vinha a água alegou que jamais se negou a realizar os devidos reparos e não contestou sua responsabilização pelos danos. Apenas questionou o valor das indenizações, que julgou ser abusivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi realizado um acordo em que o vizinho do apartamento superior se comprometeu a reparar todos os prejuízos estruturais do imóvel embaixo ao seu. O processo continuou para averiguação dos danos materiais e morais, que foram arbitrados pelo Juiz do 3º Juizado Especial Cível de Taguatinga, respectivamente, em R$ 5.900 e R$ 1 mil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A moradora interpôs recurso e a Turma entendeu que o valor pelos danos morais deveria ser majorado "em virtude da condição de insalubridade a que chegou o imóvel afetado e pelo considerável espaço de tempo transcorrido para conserto do vazamento de água". Os magistrados, em relação aos vários apelos feitos pela moradora para que o problema fosse resolvido, consideraram que "os danos morais encontram fundamento evidente nos transtornos suportados por quem se vê tratado com descaso e indiferença".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nº do processo: 2010 07 1 035141-2&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span id="tx"&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: TJDF - Tribunal de Justiça do Distrito Federal - 02/08/2011&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1308590303033402623-284189525651008159?l=advogadoemportoalegre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JkviO_G-YdQDpawlar2GkcyZxiY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JkviO_G-YdQDpawlar2GkcyZxiY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JkviO_G-YdQDpawlar2GkcyZxiY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JkviO_G-YdQDpawlar2GkcyZxiY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~4/mTKd9hdaJz8" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="http://tpsadvogados.com.br" title="Descaso com vazamento de 6 anos gera indenização" /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/feeds/284189525651008159/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2011/08/descaso-com-vazamento-de-6-anos-gera.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/284189525651008159?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/284189525651008159?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~3/mTKd9hdaJz8/descaso-com-vazamento-de-6-anos-gera.html" title="Descaso com vazamento de 6 anos gera indenização" /><author><name>Thiago Pinheiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_lBtHF39BHmE/Si7UMQ80ESI/AAAAAAAAAFA/zmaVc50Xl7A/S220/HPIM1227.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2011/08/descaso-com-vazamento-de-6-anos-gera.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUMHQH4yfip7ImA9WhZUFk4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1308590303033402623.post-6869574029795634805</id><published>2011-06-09T08:30:00.000-07:00</published><updated>2011-06-09T08:30:31.096-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-06-09T08:30:31.096-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mercado livre" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="responsabilidade civil" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="consumidor" /><title>Mercado Livre deve indenizar cliente por danos</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;O &lt;/span&gt;Mercado Livre.com foi condenado a pagar indenização por danos moral e material a um consumidor. A 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Pernambuco, por unanimidade, manteve a sentença de primeira instância, que condenu o Mercado Livre.com a indenizar Thiago Gomes Figueiredo Gondim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;O&lt;/span&gt; consumidor negociou a compra de uma câmera filmadora pelo site da empresa, mas não recebeu o produto. A empresa foi condenada pela 3ª Vara Cível de Recife a pagar um total de R$ 5.039,00, sendo R$ 2.039,00 por dano material e R$ 3.000,00 por dano moral. O Mercado Livre recorreu da decisão. A 4ª Câmara Cível do TJ pernambucano manteve a sentença. O relator do caso foi o desembargador Jones Figueirêdo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;E&lt;/span&gt;m seu voto, o desembargador Jones Figueirêdo afirmou que o Mercado Livre.com “mantém site na internet, através do qual disponibiliza espaço para o anúncio de produtos e atua intermediando negócios entre anunciantes e consumidores, sendo, portanto, parte legítima para figurar no pólo passivo da presente demanda”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;E&lt;/span&gt;le também explicou que cabe ao Mercado Livre aferir a idoneidade dos anunciantes que se cadastram no site. “A empresa intermediadora, embora não participe diretamente da negociação, disponibiliza o espaço virtual e cadastra os anunciantes dos produtos, sendo sua atuação decisiva para a conclusão dos negócios celebrados entre as partes, inclusive auferindo lucro dessas transações”, afirmou o desembargador em seu voto. “Por tal conduto, o controle sobre quem vai anunciar neste espaço é de inteira responsabilidade da apelante (Mercado Livre)”, complementou. “Em ser assim, sua condição de intermediadora não a exime de responder por eventuais danos decorrentes dessa atividade.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O relator ressaltou que o valor arbitrado em casos como esse deve levar algum conforto à vítima, para que supere facilmente o desgaste experimentando. Também deve impor ao causador da lesão um desconforto, geralmente de ordem material ou cumulada com outra medida pertinente, para inibir novas práticas lesivas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Assim, ele negou provimento ao recurso e manteve a sentença de primeiro grau. O voto foi acompanhado pelos desembargadores Eurico de Barros Correia Filho e Francisco Manoel Tenório dos Santos, que também integram a 4ª Câmara Cível.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A empresa alegou que a negociação se deu entre o consumidor e um terceiro, sem qualquer ingerência da Mercado Livre. Segundo a empresa, atua simplesmente como classificados online, ou seja, não comercializa, não estoca e não entrega os produtos anunciados em seu site. A empresa afirmou, ainda, que sua atividade não se enquadra no conceito de fornecedor previsto no Código do Consumidor. O argumento não foi aceito. Com Informações da Assessoria de Comunicação do TJ-PE.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: Consultor Jurídico - www.conjur.com.br - 08/06/2011&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;tr&gt; &lt;td valign="top"&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou na semana passada recurso de uma  construtora de imóveis que foi responsabilizada pela má execução de uma obra 20  anos após sua entrega, mantendo decisão do Tribunal de Justiça do Estado de  Sergipe (TJSE). Assim, o STJ abre precedente para que moradores possam exigir na  Justiça a reparação de danos não aparentes no imóvel - como problemas  hidráulicos, por exemplo - em até 20 anos a partir da data da detecção do  problema.&lt;/div&gt;&lt;div class="tabs"&gt; &lt;div class="mod-content mod-article tab-content" id="article" style="display: block;"&gt; &lt;div class="page fontsize p1 printing" id="SearchKey_Text1"&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;No caso analisado pelo STJ, a construtora entregou a obra em agosto de  1982, mas o morador encontrou o dano na construção em dezembro de 1999, e  ajuizou ação em novembro de 2002. O morador exigiu da construtora o pagamento de  danos materiais e de danos morais - devido, respectivamente, aos aluguéis que  ele deixou de receber com uma reforma para reparar os problemas e à má execução  da obra. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo o presidente da Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências  (AMSPA), Marco Aurélio Luz, a decisão do STJ representa uma vitória,  "principalmente em tempos de boom imobiliário". &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Muitas construtoras, para entregar o imóvel dentro do prazo, acabam  finalizando tudo às pressas, o que pode causar problemas no futuro. Às vezes,  uma falha de construção só é detectada depois de dez anos de entrega das  chaves", afirma.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Danos aparentes, como uma porta quebrada e paredes sem pintura, devem ser  resolvidos diretamente com a construtora, o quanto antes. Por isso, Luz  recomenda que o síndico do edifício ou condomínio faça uma avaliação detalhada  das áreas comuns logo no início da atividade do imóvel, para tentar detectar  rápido falhas e comunicar diretamente à construtora, evitando a Justiça.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Mas cabe-se (ao reclamante) provar com laudo de um engenheiro se esses  danos não foram provocados pelos próprios condôminos, documentar e protocolar  junto à construtora", diz o presidente da AMSPA. Caso não se chegue a um acordo  com a construtora, no entanto, é preciso entrar na Justiça. Se o problema for em  alguma área comum do edifício, o próprio condomínio deve ajuizar a  ação.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1308590303033402623-4056039668777026700?l=advogadoemportoalegre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eHX0eWknNaKc3FX9_dVf_CKO-wg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eHX0eWknNaKc3FX9_dVf_CKO-wg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eHX0eWknNaKc3FX9_dVf_CKO-wg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eHX0eWknNaKc3FX9_dVf_CKO-wg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~4/pX7jIKo6FOM" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="http://tpsadvogados.com.br" title="STJ: morador tem até 20 anos para reclamar de dano em imóvel" /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/feeds/4056039668777026700/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2011/06/stj-morador-tem-ate-20-anos-para.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/4056039668777026700?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/4056039668777026700?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~3/pX7jIKo6FOM/stj-morador-tem-ate-20-anos-para.html" title="STJ: morador tem até 20 anos para reclamar de dano em imóvel" /><author><name>Thiago Pinheiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_lBtHF39BHmE/Si7UMQ80ESI/AAAAAAAAAFA/zmaVc50Xl7A/S220/HPIM1227.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2011/06/stj-morador-tem-ate-20-anos-para.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A08MQX88fSp7ImA9WhZVEks.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1308590303033402623.post-6653128443626052971</id><published>2011-05-24T13:44:00.000-07:00</published><updated>2011-05-24T13:44:40.175-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-24T13:44:40.175-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="direito trabalhista" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="salario maternidade" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="cobertura do segurado inss" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="seguro maternidade auxilio maternidade direito após demissao" /><title>Salário Maternidade</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O TRF 4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), que atende os Estados do Sul do país, determinou que o INSS pague o salário-maternidade às desempregadas que ainda mantêm a qualidade de seguradas. A decisão foi publicada no último dia 5. Segundo o INSS, o trabalhador mantém a cobertura previdenciária por 12 meses após a última contribuição. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Quem comprovar que está desempregado pode prorrogar esse prazo. Em sua decisão, a Quinta Turma do TRF 4 afirmou que, quando a segurada não está trabalhando, o pagamento do benefício deve ser feito diretamente pelo INSS. Normalmente, a empresa desembolsa o dinheiro, mas tem compensações depois. O salário-maternidade dura até 120 dias. O início do pagamento se dá até 28 dias antes do parto. O INSS afirma que concede o beneficio para desempregadas no caso de crianças nascidas ou adotadas a partir de 14 de junho de 2007, desde que a trabalhadora não tenha perdido a qualidade de segurada. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Para pedir o salário-maternidade, é preciso agendar atendimento no INSS pelo número 135. No posto, será preciso apresentar certidão de nascimento da criança – ou atestado médico, em caso de aborto espontâneo -, além de RG, CPF, carteira de trabalho e certidão de casamento. As desempregadas precisarão ainda preencher um termo informando como acabou o vínculo com a empresa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Fonte: Agora SP e Fecomerciários&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1308590303033402623-6653128443626052971?l=advogadoemportoalegre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/C_iYmE59U2wtk0QXzfXZefAXvm8/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/C_iYmE59U2wtk0QXzfXZefAXvm8/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/C_iYmE59U2wtk0QXzfXZefAXvm8/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/C_iYmE59U2wtk0QXzfXZefAXvm8/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~4/8CfYcpxje-U" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="http://tpsadvogados.com.br" title="Salário Maternidade" /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/feeds/6653128443626052971/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2011/05/salario-maternidade.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/6653128443626052971?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/6653128443626052971?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~3/8CfYcpxje-U/salario-maternidade.html" title="Salário Maternidade" /><author><name>Thiago Pinheiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_lBtHF39BHmE/Si7UMQ80ESI/AAAAAAAAAFA/zmaVc50Xl7A/S220/HPIM1227.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2011/05/salario-maternidade.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0IMSX0yfyp7ImA9WhZWE0w.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1308590303033402623.post-5737827778335953787</id><published>2011-05-12T08:11:00.000-07:00</published><updated>2011-05-13T13:46:28.397-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-13T13:46:28.397-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="militar reformado direitodesconto militaresação previdencia militaresrevisao de valores" /><title>Justiça concede liminares contra o desconto de 7,5% nos benefícios de militares da reserva remunerada,reformados e pensionistas</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;As liminares concedidas são um forte sinal de que a redução pleiteada no desconto dos benefícios de militares da reserva remunerada, reformados e pensionistas de todo o Brasil pode ser concedida em sentença final. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;FUNDAMENTO:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;A contribuição previdência militar foi instituída pela Mo 2.131 de 28/09/2000 sobre o total dos proventos dos militares. Entretanto, com a Emenda constitucional EC. 41 de 2003, foi determinado que o desconto deveria incidir somente sobre o montante que viesse a exceder ao teto da Previdência Social – hoje de R$ 3.689,66. A união, contudo, não cumpre a lei, sob o argumento de que os militares tem o regime próprio, definido na EC 18 de 1998.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Estamos ajuizando as ações nas cidades de Porto Alegre e Alegrete, com sede para recepcioná-los, todavia temos condições de atender demais cidades do Estado enviando as procurações e orientando os clientes sobre a forma.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Ficamos a disposição para esclarecimentos:&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;E-mail: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:contato@tpsadvogados.com.br"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;contato@tpsadvogados.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Tel. 51 2102 0332&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1308590303033402623-5737827778335953787?l=advogadoemportoalegre.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/GesAYrl3xqmItgMYGI6GiM1OEKM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/GesAYrl3xqmItgMYGI6GiM1OEKM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/GesAYrl3xqmItgMYGI6GiM1OEKM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/GesAYrl3xqmItgMYGI6GiM1OEKM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~4/L8jgAZ7NFI4" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="related" href="http://tpsadvogados.com.br" title="Justiça concede liminares contra o desconto de 7,5% nos benefícios de militares da reserva remunerada,reformados e pensionistas" /><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/feeds/5737827778335953787/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2011/05/justica-concede-liminares-contra-o.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/5737827778335953787?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1308590303033402623/posts/default/5737827778335953787?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProcedimentosParaLiquidao/ConversoDoCreditoJudicialComOrigemNoDecreto-lei6019/43/~3/L8jgAZ7NFI4/justica-concede-liminares-contra-o.html" title="Justiça concede liminares contra o desconto de 7,5% nos benefícios de militares da reserva remunerada,reformados e pensionistas" /><author><name>Thiago Pinheiro</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_lBtHF39BHmE/Si7UMQ80ESI/AAAAAAAAAFA/zmaVc50Xl7A/S220/HPIM1227.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://advogadoemportoalegre.blogspot.com/2011/05/justica-concede-liminares-contra-o.html</feedburner:origLink></entry></feed>

