<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5768218371353811011</id><updated>2024-12-19T00:30:34.951-03:00</updated><category term="direito tributário"/><category term="direito civil"/><category term="anteprojeto e novo e código de processo civil"/><category term="direito empresarial"/><category term="previdência"/><category term="PSDB e Estadão e Dilma e &quot;Gente que Mente&quot;"/><category term="CLT e Direito do Trabalho"/><category term="direito processual civil"/><category term="OAB"/><category term="contrato de gaveta e tv morena e julio cesar"/><category term="Direito constitucional"/><category term="Diversão"/><category term="direito processual penal"/><category term="funrural"/><category term="processo civil"/><category term="CPC"/><category term="Concursos"/><category term="Processo Penal"/><category term="esporte e F1"/><category term="execução e protesto"/><category term="ficha limpa"/><category term="lei 8.240/92"/><category term="penhora"/><category term="procedente"/><category term="stf"/><category term="stj e migalhas"/><category term="tutela de urgência"/><title type='text'>Direito bem legal - Profº Julio Cesar</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false'/><author><name>Julio Cesar,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14844368374986645722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpgOPBv1ZNTz0L3pEa-v3yavtNVG4-_Q4qPMmh5HTIyJ51D5TVVR9gYKgbSekeXM49ssjDuZY2EKPoDFhbi44oPj0etYZ7I_7KV9VsXgZAvwMUA_vj06D4ViM3uLcr1NQ/s220/Lighthouse.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>225</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5768218371353811011.post-4150151330149601969</id><published>2012-02-15T11:46:00.000-02:00</published><updated>2012-02-15T11:46:14.406-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Direito constitucional"/><title type='text'>STF reafirma jurisprudência sobre constitucionalidade do salário-educação</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #444444; font-family: myriad-pro-1, myriad-pro-2, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 24px; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;em&gt;Fonte:&amp;nbsp;&lt;strong&gt;STF - Supremo Tribunal Federal&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #444444; font-family: myriad-pro-1, myriad-pro-2, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 24px; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #444444; font-family: myriad-pro-1, myriad-pro-2, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 24px; text-align: justify;&quot;&gt;A constitucionalidade da cobrança da contribuição do salário-educação teve repercussão geral reconhecida pelo Plenário Virtual do Supremo Tribunal Federal (STF). Ao analisar o mérito do tema, discutido no Recurso Extraordinário (RE) 660933, a Corte também confirmou jurisprudência já firmada em diversas oportunidades no sentido de que tal cobrança é constitucional, com base nas Constituições Federais de 1969 e 1988, bem como no regime da Lei 9.424/96.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #444444; font-family: myriad-pro-1, myriad-pro-2, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 24px; text-align: justify;&quot;&gt;O RE, de autoria da União, questionava acórdão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região que entendeu que seriam inconstitucionais o Decreto-Lei 1.422/75 [que delegou ao Poder Executivo a prerrogativa de alterar a alíquota da Contribuição do Salário-Educação] e o Decreto 76.923/75 [que elevou a alíquota da exação de 1,4% para 2,5%]. O acórdão contestado concluiu que o tributo seria devido na forma das Leis 4.440/64 e 4.863/65, com alíquota de 1,4% até o advento da Lei 9.424/96.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #444444; font-family: myriad-pro-1, myriad-pro-2, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 24px; text-align: justify;&quot;&gt;A União alegava que tais decretos contrariam os artigos 6º; 21, incisos I, II, V e parágrafo 2º, inciso I; 43, inciso X; e 178, da Constituição Federal de 1967 (com redação dada pela EC nº 1/69). Sustentava a compatibilidade do Decreto-Lei 1.422/75 e dos Decretos 76.923/75 e 87.043/82 com a Constituição Federal de 1967, “pois na ordem constitucional anterior e até o advento da EC 14/96, em razão de seu caráter alternativo, a Contribuição do Salário-Educação não teria natureza de tributo, sendo válida a fixação da alíquota por decreto do Poder Executivo”.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #444444; font-family: myriad-pro-1, myriad-pro-2, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 24px; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;Manifestação&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #444444; font-family: myriad-pro-1, myriad-pro-2, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 24px; text-align: justify;&quot;&gt;De início, o ministro Joaquim Barbosa [relator] salientou que a constitucionalidade da cobrança da Contribuição do Salário Educação foi objeto da Súmula 732/STF, segundo o qual “é constitucional a cobrança da contribuição do Salário-Educação, seja sob a Carta de 1969, seja sob a Constituição Federal de 1988, e no regime da Lei 9424/96”. Ele também revelou haver precedentes do Supremo no sentido da validade do Decreto-Lei 1.422/75 e dos Decretos 76.923/75 e 87.043/82, em razão da natureza não tributária da Contribuição do Salário-Educação na vigência da ordem constitucional anterior. Nesse sentido, os REs 290079, 272872 e 458905.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #444444; font-family: myriad-pro-1, myriad-pro-2, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 24px; text-align: justify;&quot;&gt;O relator entendeu que a questão suscitada nos autos ultrapassa os interesses subjetivos da causa, “pois a definição da alíquota aplicável à Contribuição do Salário-Educação até o advento da Lei 9.424/96 solucionará inúmeras demandas repetitivas, tanto que o presente recurso foi selecionado como representativo da controvérsia, nos termos do artigo 543-B, parágrafo 1º, do Código de Processo Civil”.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #444444; font-family: myriad-pro-1, myriad-pro-2, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 24px; text-align: justify;&quot;&gt;De acordo com o ministro Joaquim Barbosa, a matéria foi julgada estritamente sob o enfoque constitucional, “estando em jogo a natureza jurídica da exação e a possibilidade de delegação da prerrogativa de fixação de sua alíquota ao Poder Executivo”. Portanto, para ele, a relevância jurídica da questão está caracterizada.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #444444; font-family: myriad-pro-1, myriad-pro-2, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 24px; text-align: justify;&quot;&gt;O relator ressaltou, ainda, que há relevância do tema sob os pontos de vista político, social e econômico, uma vez que a solução a ser dada à controvérsia poderá interferir na arrecadação de valores destinados à educação e no funcionamento das empresas. Assim, ele entendeu presente o requisito da repercussão geral.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #444444; font-family: myriad-pro-1, myriad-pro-2, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 24px; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b&gt;Confirmação de jurisprudência&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #444444; font-family: myriad-pro-1, myriad-pro-2, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 24px; text-align: justify;&quot;&gt;Tendo em vista os inúmeros precedentes sobre a matéria, considerados pelo ministro como “inabalados no decorrer de todos estes anos”, ele também propôs que o Supremo confirmasse a jurisprudência, para dar provimento ao recurso extraordinário interposto pela União. O voto do relator foi seguido pela Corte que reafirmou a jurisprudência referente ao tema.&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/feeds/4150151330149601969/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2012/02/stf-reafirma-jurisprudencia-sobre_15.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/4150151330149601969'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/4150151330149601969'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2012/02/stf-reafirma-jurisprudencia-sobre_15.html' title='STF reafirma jurisprudência sobre constitucionalidade do salário-educação'/><author><name>Julio Cesar,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14844368374986645722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpgOPBv1ZNTz0L3pEa-v3yavtNVG4-_Q4qPMmh5HTIyJ51D5TVVR9gYKgbSekeXM49ssjDuZY2EKPoDFhbi44oPj0etYZ7I_7KV9VsXgZAvwMUA_vj06D4ViM3uLcr1NQ/s220/Lighthouse.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5768218371353811011.post-6744635257250684481</id><published>2012-02-15T11:41:00.000-02:00</published><updated>2012-02-15T11:41:15.777-02:00</updated><title type='text'>Começa terceiro dia do julgamento do caso Eloá</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #616161; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; font: inherit; margin-bottom: 12px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Começou, por volta das 10h50 desta quarta-feira (15), o terceiro dia do julgamento de Lindemberg Alves. A sessão teve início com o depoimento do&amp;nbsp;tenente&amp;nbsp;do Gate (Grupo de Ações Táticas Especiais) Paulo Sérgio Squiavo. Segundo o&amp;nbsp;advogado assistente da família de Eloá Cristina Pimentel, José Beraldo,&amp;nbsp;o depoimento deve se estender por toda a manhã desta quarta.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #616161; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; font: inherit; margin-bottom: 12px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://noticias.r7.com/sao-paulo/noticias/veja-em-videos-a-cobertura-do-3-dia-do-julgamento-20120215.html&quot; style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: black; font: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-weight: bold; font: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Veja em vídeos a cobertura do 3º dia&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Na visão do advogado, após Squiavo,&amp;nbsp;deverá ocorrer o interrogatório de Lindemberg Alves, que&amp;nbsp;deve tomar toda a tarde. Com isso,&amp;nbsp;de acordo com&amp;nbsp;Beraldo, o julgamento não deve terminar nesta quarta, e sim na quinta-feira (16) porque&amp;nbsp;ficaria muito tarde para dar início às argumentações dos magistrados. Como o debate conta com réplica e tréplica, o TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo), na visão de José Beraldo, deve transferir a argumentação para a manhã da quinta.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #616161; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; font: inherit; margin-bottom: 12px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-weight: bold; font: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://noticias.r7.com/sao-paulo/fotos/veja-em-imagens-a-cobertura-do-3-dia-do-julgamento-20120215.html&quot; style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: black; font: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Veja fotos do 3º dia de júri&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Embora a assessoria do&amp;nbsp;TJ-SP não confirme a mudança, afirma que, de fato, existe a possibilidade de que o júri se estenda até a quinta-feira. Segundo a instituição, os debates não podem ser interrompidos, por isso, eles só começarão nesta quarta se tiver tempo hábil.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #616161; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; font: inherit; margin-bottom: 12px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Lindemberg Alves, acusado de matar a adolescente Eloá Pimentel,&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://noticias.r7.com/sao-paulo/noticias/lindemberg-chega-ao-forum-de-santo-andre-para-terceiro-dia-do-juri-20120215.html&quot; style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: black; font: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;chegou ao Fórum&lt;/a&gt;&amp;nbsp;de Santo André, no ABC, às 8h47 desta quarta-feira. Ele deixou o CDP (Centro de Detenção Provisória) de Pinheiros, na zona oeste da capital paulista, por volta das 8h10.&amp;nbsp;O momento mais esperado deste terceiro&amp;nbsp;dia do julgamento é o depoimento do réu. Pela primeira vez, após ter sido preso em 2008, ele dará a sua versão do crime.&amp;nbsp;Lindemberg pode se recusar novamente a falar, como fez nas outras vezes em que foi chamado pela Justiça. No entanto, a advogada dele, Ana Lucia Assad, afirmou que seu cliente está disposto a depor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de os laudos periciais terem apontado que os tiros foram dados pelo réu, Ana Lucia tem tentado desqualificar os exames ao questionar supostas trocas do número de identificação das armas que foram mandadas para perícia. Consta nos autos que o número registrado na solicitação de perícia era diferente do número real da arma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diversas testemunhas foram questionadas sobre esse ponto e argumentaram que a retificação já havia sido feita.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #616161; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; font: inherit; margin-bottom: 12px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Após a fala do réu, o julgamento entrará na fase final: quando os advogados fazem os debates. A promotoria e a defesa têm uma hora e meia cada uma para apresentar seus argumentos para os jurados. Na sequência, pode haver réplica e tréplica, sendo disponibilizada uma hora para cada etapa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em seguida, os jurados se reunirão para definir se Lindemberg é culpado ou não dos crimes pelos quais é acusado: além de homicídio, ele também responde por tentativa de homicídio qualificado por motivo torpe contra Nayara, por outra tentativa de homicídio qualificado pela finalidade de assegurar a execução de outros crimes contra o policial militar Atos Antonio Valeriano e, ainda, por crimes de cárcere privado contra Eloá, Nayara e os adolescentes e colegas de Eloá Victor Lopes de Campos e Iago Vilera de Oliveira, e também contra Ronikson Pimentel dos Santos, irmão de Eloá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No final do julgamento,&amp;nbsp;a juíza vai estipular a sentença do réu, caso ele seja condenado pelos jurados.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font: inherit; margin-bottom: 12px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font: inherit; margin-bottom: 12px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-weight: bold; font: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Depoimentos&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Nesta terça-feira, nove pessoas foram ouvidas no plenário. Os primeiros a prestar depoimento foram o irmão mais velho de Eloá, Ronikson Pimentel dos Santos, e o advogado Marco Antonio Cabello. Na sequência Ana Cristina Pimentel, mãe de Eloá, seria ouvida, mas a defesa a dispensou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois, o irmão mais novo de Eloá, Everton Douglas, de 17 anos, deu seu testemunho. Entre outras coisas, ele disse que sente “muita pena” do acusado por considerá-lo um monstro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após um intervalo para almoço, foram ouvidos os jornalistas Rodrigo Hidalgo e Marcio Campos; os peritos Dairsse Aparecida e Helio Rodrigues; o delegado Sérgio Luitzza e o policial do Gate Adriano Geovanini.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-weight: bold; font: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Entenda o caso&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Nayara e Eloá estudavam, no dia 13 de outubro de 2008, junto com dois amigos no apartamento de Eloá, em Santo André, quando Lindemberg, armado, invadiu o local. Inconformado com o fim do namoro com Eloá, ele fez os quatro reféns, mas liberou os dois jovens cerca de dez horas depois.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nayara permaneceu no cárcere ao lado da amiga até ser liberada cerca de 24 horas depois, por volta das 23h de terça-feira, 14 de outubro de 2008. Durante uma ação estratégica da polícia, ela voltou ao cárcere na quinta-feira (16), num momento bastante contestado e criticado do sequestro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na sexta, após cem horas, a polícia invadiu o apartamento. Eloá e Nayara foram baleadas. A ex-namorada de Lindemberg morreu no hospital e sua amiga, apesar de ter sido baleada no rosto, não correu risco de morrer. Ela passou por diversas cirurgias corretivas na face e ainda continua o tratamento três anos depois.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #616161; font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; font: inherit; margin-bottom: 12px; outline-color: initial; outline-style: initial; outline-width: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Fonte: www.r7.com&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/feeds/6744635257250684481/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2012/02/comeca-terceiro-dia-do-julgamento-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/6744635257250684481'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/6744635257250684481'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2012/02/comeca-terceiro-dia-do-julgamento-do.html' title='Começa terceiro dia do julgamento do caso Eloá'/><author><name>Julio Cesar,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14844368374986645722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpgOPBv1ZNTz0L3pEa-v3yavtNVG4-_Q4qPMmh5HTIyJ51D5TVVR9gYKgbSekeXM49ssjDuZY2EKPoDFhbi44oPj0etYZ7I_7KV9VsXgZAvwMUA_vj06D4ViM3uLcr1NQ/s220/Lighthouse.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5768218371353811011.post-3387902207420184315</id><published>2012-02-15T11:28:00.000-02:00</published><updated>2012-02-15T11:28:24.433-02:00</updated><title type='text'>Vídeo bomba: Amaury faz o quem é quem na Privataria</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;&quot;&gt;O ansioso blogueiro entrevistou Amaury Ribeiro Junior, autor do “Privataria Tucana”, ou Privatas do Caribe, como ele próprio diz.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 11px; margin-bottom: 10px; text-align: justify;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 11px; margin-bottom: 10px; text-align: justify;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;&quot;&gt;(&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2011/12/14/privatas-do-caribe-sp-e-um-grande-maranhao/&quot; style=&quot;background-color: white; border-bottom-style: none; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-style: none; border-left-width: 0px; border-right-style: none; border-right-width: 0px; border-top-style: none; border-top-width: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; text-decoration: none; vertical-align: baseline;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border-bottom-style: none; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-style: none; border-left-width: 0px; border-right-style: none; border-right-width: 0px; border-top-style: none; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: underline; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;border-bottom-style: none; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-style: none; border-left-width: 0px; border-right-style: none; border-right-width: 0px; border-top-style: none; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; font-weight: 700; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Clique aqui para ler&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp;sobre “SP é um grande Maranhão”.)&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 11px; margin-bottom: 10px; text-align: justify;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 11px; margin-bottom: 10px; text-align: justify;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;&quot;&gt;Este ansioso blogueiro&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.conversaafiada.com.br/politica/2011/12/13/amaury-o-%E2%80%9Cquem-e-quem%E2%80%9D-dos-privatas-do-caribe/&quot; style=&quot;background-color: white; border-bottom-style: none; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-style: none; border-left-width: 0px; border-right-style: none; border-right-width: 0px; border-top-style: none; border-top-width: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; text-decoration: none; vertical-align: baseline;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border-bottom-style: none; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-style: none; border-left-width: 0px; border-right-style: none; border-right-width: 0px; border-top-style: none; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: underline; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;border-bottom-style: none; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-style: none; border-left-width: 0px; border-right-style: none; border-right-width: 0px; border-top-style: none; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; font-weight: 700; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;pediu a Amaury para fazer um “quem é quem” na privataria&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;&quot;&gt;, a maior roubalheira numa privatização latino-americana.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 11px; margin-bottom: 10px; text-align: justify;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 11px; margin-bottom: 10px; text-align: justify;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;&quot;&gt;Com base nas cem páginas de documentos do livro – “documento é uma desgraça !”, disse o Oráculo no post&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.conversaafiada.com.br/politica/2011/12/12/por-que-cerra-fhc-e-dantas-delinquiram-tanto/&quot; style=&quot;background-color: white; border-bottom-style: none; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-style: none; border-left-width: 0px; border-right-style: none; border-right-width: 0px; border-top-style: none; border-top-width: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; font-weight: bold; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; text-decoration: none; vertical-align: baseline;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;span style=&quot;border-bottom-style: none; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-style: none; border-left-width: 0px; border-right-style: none; border-right-width: 0px; border-top-style: none; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; font-weight: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-decoration: underline; vertical-align: baseline;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;border-bottom-style: none; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-style: none; border-left-width: 0px; border-right-style: none; border-right-width: 0px; border-top-style: none; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; font-weight: 700; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;&quot;&gt;“por que Cerra e Fernando Henrique conseguiram delinquir por tanto tempo ?”&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp;– o intrépido Amaury mostrou onde se encaixam os personagens dos Privatas do Caribe. &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 11px; margin-bottom: 10px; text-align: justify;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 11px; margin-bottom: 10px; text-align: justify;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;&quot;&gt;Amaury e o ansioso blogueiro riram muito à custa dos tucanos !&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 11px; margin-bottom: 10px; text-align: justify;&quot; /&gt;&lt;br style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 11px; margin-bottom: 10px; text-align: justify;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;&quot;&gt;Não perca !&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.conversaafiada.com.br/video/2012/01/03/video-bomba-amaury-faz-o-quem-e-quem-na-privataria/&quot;&gt;http://www.conversaafiada.com.br/video/2012/01/03/video-bomba-amaury-faz-o-quem-e-quem-na-privataria/&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong style=&quot;background-color: white; border-bottom-style: none; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-style: none; border-left-width: 0px; border-right-style: none; border-right-width: 0px; border-top-style: none; border-top-width: 0px; color: #333333; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; font-weight: 700; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify; vertical-align: baseline;&quot;&gt;Em tempo:&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp;Amaury conta na entrevista que, esgotada a primeira edição de 10 mil exemplares,&amp;nbsp;o Emediato, editor, vai tirar uma segunda edição com 50 mil exemplares. Um horror !&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; text-align: justify;&quot;&gt;Fonte: Conversa Afiada&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/feeds/3387902207420184315/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2012/02/video-bomba-amaury-faz-o-quem-e-quem-na.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/3387902207420184315'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/3387902207420184315'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2012/02/video-bomba-amaury-faz-o-quem-e-quem-na.html' title='Vídeo bomba: Amaury faz o quem é quem na Privataria'/><author><name>Julio Cesar,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14844368374986645722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpgOPBv1ZNTz0L3pEa-v3yavtNVG4-_Q4qPMmh5HTIyJ51D5TVVR9gYKgbSekeXM49ssjDuZY2EKPoDFhbi44oPj0etYZ7I_7KV9VsXgZAvwMUA_vj06D4ViM3uLcr1NQ/s220/Lighthouse.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5768218371353811011.post-3534067146196241434</id><published>2012-02-15T11:08:00.000-02:00</published><updated>2012-02-15T11:08:12.831-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="OAB"/><title type='text'>OAB divulga resultado preliminar da primeira fase do VI Exame de Ordem</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A FGV Projetos, responsável pela aplicação do Exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), divulgou nesta quarta-feira (15) o resultado preliminar da primeira fase do VI Exame de Ordem Unificado (veja no link ao lado). A prova objetiva com 80 questões de múltipla escolha foi aplicada no dia 5.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O resultado preliminar está disponível no site da FGV Projetos. Para acessá-lo é necessário inserir o CPF e a senha de inscrição.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Para ser classificado para a segunda fase, o bacharel em direito tem de acertar pelo menos metade das perguntas. Quem não foi aprovado pode entrar com recurso a partir desta quarta-feira (15) até sábado (18). O resultado definitivo da primeira fase será divulgado no dia 5 de março.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Mais de 102 mil candidatos estavam inscritos para a prova deste domingo. A segunda fase ocorre em 25 de março.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A prova foi considerada mais fácil do que as de anos anteriores, segundo candidatos ouvidos pela reportagem do G1 na saída da Uninove da Rua Vergueiro, em São Paulo, um dos locais de prova.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No último exame, pouco mais de 26 mil dos 108.335 inscritos foram aprovados, ou seja, o índice de aprovação foi de 24%.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Fonte: www.g1.com.br&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/feeds/3534067146196241434/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2012/02/oab-divulga-resultado-preliminar-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/3534067146196241434'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/3534067146196241434'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2012/02/oab-divulga-resultado-preliminar-da.html' title='OAB divulga resultado preliminar da primeira fase do VI Exame de Ordem'/><author><name>Julio Cesar,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14844368374986645722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpgOPBv1ZNTz0L3pEa-v3yavtNVG4-_Q4qPMmh5HTIyJ51D5TVVR9gYKgbSekeXM49ssjDuZY2EKPoDFhbi44oPj0etYZ7I_7KV9VsXgZAvwMUA_vj06D4ViM3uLcr1NQ/s220/Lighthouse.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5768218371353811011.post-6837103989278363555</id><published>2011-01-04T14:25:00.000-02:00</published><updated>2011-01-04T14:25:02.631-02:00</updated><title type='text'>STF recebe processo que discute obrigatoriedade de exame da OAB</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF) o processo em que o Conselho Federal da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) pede que seja cassada liminar que garantiu a inscrição de dois bacharéis em direito na Ordem independentemente de aprovação no exame da OAB. O processo foi enviado ao Supremo por decisão do presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Ari Pargendler. O caso foi autuado como uma Suspensão de Segurança (SS 4321), processo de competência da Presidência do STF.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A liminar foi concedida pelo desembargador Vladimir Souza Carvalho, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5). Ele determinou que os bacharéis em direito sejam inscritos na OAB do Ceará “sem a necessidade de se submeterem ao exame da Ordem”. Os bacharéis apontaram a inconstitucionalidade da exigência de prévia aprovação em exame como condição para inscrição nos quadros da OAB e exercício profissional da advocacia.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O ministro Ari Pargendler enviou o processo ao STF por entender que a discussão é de caráter constitucional. Acrescentou que a Suprema Corte já deu status de repercussão geral à matéria, no Recurso Extraordinário (RE) 603583.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A repercussão geral é reconhecida quando a discussão no processo é relevante do ponto de vista social, econômico, político ou jurídico. Quando o STF decide a matéria, o entendimento tem de ser aplicado em todos os recursos extraordinários propostos nos tribunais do país. Ou seja, uma única decisão da Corte Suprema é multiplicada em todo o Brasil. A finalidade é uniformizar a interpretação constitucional sem exigir que o STF decida múltiplos casos idênticos sobre a mesma questão constitucional.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Grave lesão&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No processo enviado ao Supremo, o Conselho Federal da OAB afirma que a liminar do TRF-5 causa grave lesão à ordem pública, jurídica e administrativa, afetando não somente a entidade, mas toda a sociedade.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;“A prevalência da decisão formará perigoso precedente, que dará azo a uma enxurrada de ações similares (efeito &#39;cascata/dominó&#39;), e que, por certo, colocará no mercado de trabalho um sem-número de bacharéis cujos mínimos conhecimentos técnico-jurídico não foram objeto de prévia aferição, e que porão em risco a liberdade, o patrimônio, a saúde e a dignidades de seus clientes”, afirma-se no pedido de suspensão de segurança.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Segundo a OAB, o próprio dispositivo constitucional que garante o livre exercício da profissão (inciso XIII do artigo 5º) prevê que a lei poderá criar restrições técnicas para atuação profissional. O artigo 8º do Estatuto da Advocacia (Lei 8.906/94) impõe diversos requisitos para obter a inscrição na OAB e, assim, atuar como advogado. Entre eles, está a aprovação em exame aplicado pela Ordem.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;“Trata-se de opção política da lei, feita de acordo com a vontade e perfeitamente dentro dos limites da delegação feita pela Constituição”, afirma o Conselho da OAB, acrescentando que “foi a própria Constituição que autorizou que o legislador estipulasse requisitos para o exercício de profissões”.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Para o Conselho da OAB, o “exame da Ordem é necessário e indispensável para o exercício da advocacia, tal qual se exige o concurso de aferição de conhecimentos para ingresso na magistratura, no Ministério Público e em todas as áreas sensíveis, em vista da relevância dessas atividades, com repercussão na liberdade, no patrimônio e na vida das pessoas”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.stf.jus.br/&quot;&gt;http://www.stf.jus.br/&lt;/a&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/feeds/6837103989278363555/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2011/01/stf-recebe-processo-que-discute.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/6837103989278363555'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/6837103989278363555'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2011/01/stf-recebe-processo-que-discute.html' title='STF recebe processo que discute obrigatoriedade de exame da OAB'/><author><name>Julio Cesar,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14844368374986645722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpgOPBv1ZNTz0L3pEa-v3yavtNVG4-_Q4qPMmh5HTIyJ51D5TVVR9gYKgbSekeXM49ssjDuZY2EKPoDFhbi44oPj0etYZ7I_7KV9VsXgZAvwMUA_vj06D4ViM3uLcr1NQ/s220/Lighthouse.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5768218371353811011.post-3144565281533976186</id><published>2010-11-25T14:56:00.000-02:00</published><updated>2010-11-25T14:56:33.343-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="direito tributário"/><title type='text'>STJ aprova uso de penhora on-line em execução fiscal</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os contribuintes que são partes em execuções fiscais passam a correr maior risco de sofrer um bloqueio on-line de conta corrente sem antes ter tido a chance de oferecer algum bem à penhora ou outra garantia. A conclusão é de tributaristas que assistiram ontem ao julgamento realizado pela 1ª Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de uma recurso da Fazenda Nacional contra uma empresa de comércio exterior paraense. Por unanimidade, os ministros decidiram que é legal o bloqueio on-line, direto das contas bancárias do contribuinte. No caso analisado, não houve citação da empresa antes da penhora on-line. A decisão foi proferida em sede de recursos repetitivo, o que significa que ela servirá de parâmetro para decisões sobre o tema para tribunais e varas do país.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;FONTE: &lt;a href=&quot;http://www.valoronline.com.br/impresso/legislacao-tributos/106/341245/stj-aprova-uso-de-penhora-on-line-em-execucao-fiscal&quot;&gt;valor&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/feeds/3144565281533976186/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2010/11/stj-aprova-uso-de-penhora-on-line-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/3144565281533976186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/3144565281533976186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2010/11/stj-aprova-uso-de-penhora-on-line-em.html' title='STJ aprova uso de penhora on-line em execução fiscal'/><author><name>Julio Cesar,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14844368374986645722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpgOPBv1ZNTz0L3pEa-v3yavtNVG4-_Q4qPMmh5HTIyJ51D5TVVR9gYKgbSekeXM49ssjDuZY2EKPoDFhbi44oPj0etYZ7I_7KV9VsXgZAvwMUA_vj06D4ViM3uLcr1NQ/s220/Lighthouse.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5768218371353811011.post-11604350839746759</id><published>2010-11-21T19:27:00.000-02:00</published><updated>2010-11-21T19:27:33.067-02:00</updated><title type='text'>DÁ-LHE FACSUL E FCG</title><content type='html'>&lt;strong&gt;A&amp;nbsp;FCG e FACSUL&amp;nbsp;teve as notas&amp;nbsp;ENADE 2009&amp;nbsp;divulgadas&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;, vejam:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;- Ciências Contábeis : SC (sem conceito) = não tínhamos alunos concluintes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;participando da prova&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;- Administração: NOTA 3&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;- Direito FCG: NOTA 3&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;- Direito FACSUL: NOTA 4&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;- Gestão em Recursos Humanos: NOTA MÁXIMA 5&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;AS NOTAS SEGUEM A PONTUAÇÃO DE 1 A 5.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Com esses resultados nosso IGC (Índice Geral de Cursos) aumentou na FCG e se&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;manteve na FACSUL, sendo:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;- IGC FCG: NOTA 3&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;- IGC FACSUL: NOTA 3&lt;/strong&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/feeds/11604350839746759/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2010/11/da-lhe-facsul-e-fcg.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/11604350839746759'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/11604350839746759'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2010/11/da-lhe-facsul-e-fcg.html' title='DÁ-LHE FACSUL E FCG'/><author><name>Julio Cesar,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14844368374986645722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpgOPBv1ZNTz0L3pEa-v3yavtNVG4-_Q4qPMmh5HTIyJ51D5TVVR9gYKgbSekeXM49ssjDuZY2EKPoDFhbi44oPj0etYZ7I_7KV9VsXgZAvwMUA_vj06D4ViM3uLcr1NQ/s220/Lighthouse.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5768218371353811011.post-443900009471378180</id><published>2010-11-17T10:34:00.000-02:00</published><updated>2010-11-17T10:34:08.331-02:00</updated><title type='text'>Compete à Justiça Federal julgar ações sobre títulos de terras em faixa de fronteira no PR</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Compete à Justiça Federal no Paraná julgar ações referentes a títulos de terras em faixa de fronteira no estado. Com este argumento, o ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal (STF), acolheu o pedido do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) nas Ações Cíveis Originárias (ACOs) 745, 746, 550, 551 e 581.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O caso chegou ao STF depois que o Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região reconheceu a incompetência da Justiça Federal para julgar a ação, mantendo contudo liminar concedida por aquele juízo, que determinava a suspensão do pagamento de indenizações. No ano de 2000, o então ministro (aposentado) Moreira Alves manteve a liminar concedida pelo juiz e referendada pelo TRF-4. Em 2004, o ministro Joaquim Barbosa, após assumir a relatoria da Ação Originária 550, determinou o desmembramento da ação, considerando a multiplicidade dos réus envolvidos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Citado a se pronunciar nos processos, o Incra aduziu a incompetência do STF para julgar a causa, o que foi confirmado pelo ministro Joaquim Barbosa. “A competência para julgar a presente ação é da Justiça Federal no estado do Paraná”, disse o relator, citando diversos precedentes da Corte nesse sentido, como as ACOs 85, 95, e 1480. Neste último caso, a Corte entendeu não haver conflito federativo a atrair a competência do Supremo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;“Declarada a inexistência de qualquer direito do estado do Paraná sobre essas terras em acórdão transitado em julgado, não há falar em sua atuação como litisconsorte, sejas nas ações civis públicas, seja nas ações de desapropriação e seus incidentes.” Com isso, entendeu o Supremo, fica afastada a incidência do artigo 102, inciso I, alínea “f”, da Constituição de 1988, que diz ser competência do STF julgar conflitos entre União e estados.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Com esse argumento, o ministro manteve a liminar concedida pelo ministro Moreira Alves e determinou a devolução dos autos para a vara federal de Cascavel.&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/feeds/443900009471378180/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2010/11/compete-justica-federal-julgar-acoes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/443900009471378180'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/443900009471378180'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2010/11/compete-justica-federal-julgar-acoes.html' title='Compete à Justiça Federal julgar ações sobre títulos de terras em faixa de fronteira no PR'/><author><name>Julio Cesar,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14844368374986645722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpgOPBv1ZNTz0L3pEa-v3yavtNVG4-_Q4qPMmh5HTIyJ51D5TVVR9gYKgbSekeXM49ssjDuZY2EKPoDFhbi44oPj0etYZ7I_7KV9VsXgZAvwMUA_vj06D4ViM3uLcr1NQ/s220/Lighthouse.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5768218371353811011.post-713576028396345521</id><published>2010-11-17T10:31:00.002-02:00</published><updated>2010-11-17T10:31:59.570-02:00</updated><title type='text'>Judiciário concede indenização a pessoas que perderam uma chance</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Uma estagiária, com chances de ser efetivada, recebeu uma proposta da empresa concorrente. Aceitou o convite, mas ficou sem os dois empregos. A contratante cancelou a admissão e o esperado salto na carreira, deu lugar aos atrasos nas mensalidades da faculdade. A mesma frustração experimentou um candidato a vereador em uma cidade de Minas Gerais. Ele deixou de ser eleito por oito votos, após a divulgação equivocada por uma rádio, no dia da eleição, de que sua candidatura teria sido cassada. Já o participante de um programa de perguntas e respostas quase alcançou o prêmio de R$ 1 milhão, mas a chance de ganhar foi prejudicada pela imprecisão da última questão.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.valoronline.com.br/impresso/legislacao-tributos/106/337123/judiciario-concede-indenizacao-a-pessoas-que-perderam-uma-ch?quicktabs_3=0&quot;&gt;VALOR&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/feeds/713576028396345521/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2010/11/judiciario-concede-indenizacao-pessoas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/713576028396345521'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/713576028396345521'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2010/11/judiciario-concede-indenizacao-pessoas.html' title='Judiciário concede indenização a pessoas que perderam uma chance'/><author><name>Julio Cesar,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14844368374986645722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpgOPBv1ZNTz0L3pEa-v3yavtNVG4-_Q4qPMmh5HTIyJ51D5TVVR9gYKgbSekeXM49ssjDuZY2EKPoDFhbi44oPj0etYZ7I_7KV9VsXgZAvwMUA_vj06D4ViM3uLcr1NQ/s220/Lighthouse.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5768218371353811011.post-60994211926864107</id><published>2010-11-17T10:06:00.002-02:00</published><updated>2010-11-17T10:06:39.675-02:00</updated><title type='text'>Vídeo sensacional: a capa que a Veja não deu</title><content type='html'>&lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=2BN1OJGFsCk&amp;amp;feature=player_embedded&quot;&gt;CONVERSA AFIADA&lt;/a&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/feeds/60994211926864107/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2010/11/video-sensacional-capa-que-veja-nao-deu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/60994211926864107'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/60994211926864107'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2010/11/video-sensacional-capa-que-veja-nao-deu.html' title='Vídeo sensacional: a capa que a Veja não deu'/><author><name>Julio Cesar,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14844368374986645722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpgOPBv1ZNTz0L3pEa-v3yavtNVG4-_Q4qPMmh5HTIyJ51D5TVVR9gYKgbSekeXM49ssjDuZY2EKPoDFhbi44oPj0etYZ7I_7KV9VsXgZAvwMUA_vj06D4ViM3uLcr1NQ/s220/Lighthouse.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5768218371353811011.post-390928530153334418</id><published>2010-11-17T10:05:00.000-02:00</published><updated>2010-11-17T10:05:32.472-02:00</updated><title type='text'>Prazos serão prorrogados na justiça estadual em 1º Grau e Juizados nesta terça-feira</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiRjPVrWVlXqFqMqOXdKZ-gSt-wcmoFOHS9NBIyt8Lo9EXPnv1vBE3dOLycv1d_FDBhYfsfW7ERBVRuRKtF9XbQ2iQHPEKl5d5ssfvfB_bOfm8VhgMF1U0-CWe4Um2ZnM4Arvdok43HQJ0/s1600/sumula.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;164&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiRjPVrWVlXqFqMqOXdKZ-gSt-wcmoFOHS9NBIyt8Lo9EXPnv1vBE3dOLycv1d_FDBhYfsfW7ERBVRuRKtF9XbQ2iQHPEKl5d5ssfvfB_bOfm8VhgMF1U0-CWe4Um2ZnM4Arvdok43HQJ0/s200/sumula.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Em virtude de a empresa contratada pelo TJMS, Softplan, não ter conseguido atualizar a versão do SAJ PG5, prevista para hoje a fim de implantar a numeração única de processos estabelecida pela Resolução 65 do CNJ, os prazos dos feitos que tramitam nas comarcas e juizados do Poder Judiciário de Mato Grosso do Sul serão suspensos nesta terça-feira, dia 16 de novembro, para que não haja prejuízos aos serviços forenses.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Para realizar a tarefa, o sistema ficou fora do ar desde as 20 horas de sexta-feira, dia 12 de novembro, com retorno marcado para as 6 horas do dia 16 de novembro, após o feriado, o que não foi possível. Com isso, a consulta processual feita pelo portal do TJ também está indisponível.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os processos que já estão em tramitação poderão ser consultados pelos números antigos, mas os novos processos protocolados de agora em diante serão de acordo com o novo formato que é composto de 20 algarismos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A numeração única de processos determinada pelo CNJ atende uma reclamação antiga: por que o número muda se o processo é o mesmo? O foco principal da mudança é o jurisdicionado, ou seja, para quem está de fora das rotinas cartorárias, o procedimento adotado, embora familiar para os servidores de cada tribunal, comarca etc., não é familiar para os operadores do direito.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Assim, tal situação gera uma dificuldade quanto à localização e acompanhamento do processo, tendo em vista que a sistemática de autuação e movimentação dos autos segue critérios diferentes dependendo da instância em que tramita. Agora a lógica é: como se trata do mesmo processo, sua numeração será mantida.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A numeração única especifica toda a “vida” do processo desde o momento em que é ajuizado na justiça até a finalização de todos os recursos possíveis. Assim, quando se entra com o processo na 1ª instância, gera-se um número que não muda mais, diferentemente do modelo adotado até então, no qual, um único feito, dependendo da quantidade de recursos existentes, possui até três números diferentes de identificação.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.tjms.jus.br/&quot;&gt;http://www.tjms.jus.br/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/feeds/390928530153334418/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2010/11/prazos-serao-prorrogados-na-justica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/390928530153334418'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/390928530153334418'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2010/11/prazos-serao-prorrogados-na-justica.html' title='Prazos serão prorrogados na justiça estadual em 1º Grau e Juizados nesta terça-feira'/><author><name>Julio Cesar,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14844368374986645722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpgOPBv1ZNTz0L3pEa-v3yavtNVG4-_Q4qPMmh5HTIyJ51D5TVVR9gYKgbSekeXM49ssjDuZY2EKPoDFhbi44oPj0etYZ7I_7KV9VsXgZAvwMUA_vj06D4ViM3uLcr1NQ/s220/Lighthouse.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiRjPVrWVlXqFqMqOXdKZ-gSt-wcmoFOHS9NBIyt8Lo9EXPnv1vBE3dOLycv1d_FDBhYfsfW7ERBVRuRKtF9XbQ2iQHPEKl5d5ssfvfB_bOfm8VhgMF1U0-CWe4Um2ZnM4Arvdok43HQJ0/s72-c/sumula.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5768218371353811011.post-6294917050651049866</id><published>2010-11-11T17:32:00.000-02:00</published><updated>2010-11-11T17:32:11.269-02:00</updated><title type='text'>INSS tem preferência por crédito previdenciário</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;As contribuições previdenciárias descontadas pela massa falida dos salários dos empregados, mas não repassadas aos cofres públicos, devem ser restituídas antes do pagamento de qualquer crédito, mesmo os trabalhistas. O entendimento é da 1ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, que reverteu decisões da Justiça do Rio Grande do Sul que haviam entendido pela preferência dos créditos trabalhistas.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Conforme o relator, ministro Luiz Fux, o crédito previdenciário decorrente de descontos efetuados pela empresa, mas não repassados à Fazenda, tem preferência no concurso de credores da massa falida. Para a Turma, os bens relacionados ao crédito não integram o patrimônio do falido, que apenas recebeu as contribuições em nome da Fazenda.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Segundo Fux, o entendimento está consolidado na jurisprudência do STJ, que se alinha à Súmula 417 do Supremo Tribunal Federal. Além disso, a Lei 8.212/1991 é clara ao estabelecer a preferência do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para tais créditos. E a Lei de Falências, vigente à época, autorizava o procedimento de restituição de coisa arrecadada. Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.conjur.com.br/2010-nov-11/inss-preferencia-falencia-receber-credito-previdenciario&quot;&gt;CONJUR&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/feeds/6294917050651049866/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2010/11/inss-tem-preferencia-por-credito.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/6294917050651049866'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/6294917050651049866'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2010/11/inss-tem-preferencia-por-credito.html' title='INSS tem preferência por crédito previdenciário'/><author><name>Julio Cesar,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14844368374986645722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpgOPBv1ZNTz0L3pEa-v3yavtNVG4-_Q4qPMmh5HTIyJ51D5TVVR9gYKgbSekeXM49ssjDuZY2EKPoDFhbi44oPj0etYZ7I_7KV9VsXgZAvwMUA_vj06D4ViM3uLcr1NQ/s220/Lighthouse.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5768218371353811011.post-6567228124319393323</id><published>2010-11-11T17:30:00.000-02:00</published><updated>2010-11-11T17:30:03.067-02:00</updated><title type='text'>STJ - Concubina não pode cobrar do espólio alimentos não determinados em vida</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O STJ manteve a decisão do TJ/SP de não conceder a mulher que viveu por 35 anos em concubinato com o falecido o pagamento de alimentos pelo espólio. Seguindo o voto do relator, ministro Aldir Passarinho Junior, a 4ª turma entendeu que, como não havia a obrigação antes do óbito, esta não pode ser repassada aos herdeiros. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A concubina afirmou que não possui condições para se manter após o falecimento do companheiro, já que a filha mais velha, do primeiro casamento, deixou de prestar ajuda financeira à autora. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A primeira instância negou o pedido, alegando que a concubina não é parte legítima para reclamar alimentos do ex-companheiro. O tribunal de Justiça paulista também negou o pedido. Já o recurso especial foi provido, reconhecendo que a autora tinha o direito de pedir alimentos provisionais e determinando o prosseguimento da ação sem fixar valores. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;De volta à primeira instância, a ação para a fixação de alimentos provisórios foi extinta sem julgamento de mérito. A juíza entendeu que o espólio não é parte legítima para figurar no polo passivo da ação, já que não havia, antes do falecimento, obrigação constituída. Seguindo o mesmo entendimento, o TJ/SP negou provimento ao recurso de apelação interposto pela autora. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No pedido enviado ao STJ, a defesa sustenta que as decisões não seguiram o artigo 23 da lei do Divórcio (lei 6.515/77 clique aqui), a qual obriga que a prestação de alimentos seja transmitida aos herdeiros do devedor. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O relator, ministro Aldir Passarinho Junior, disse que nessa situação não se pode considerar contestada a legislação, pois esta atende apenas obrigação já constituída, o que no caso não ocorre. &quot;Ao tempo do óbito do alimentante, inexistia qualquer comando sentencial concedendo pensão provisória; apenas abriu-se, com o julgamento precedente da própria 4ª turma, a possibilidade para que o fosse&quot;, afirmou. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os ministros não conheceram do recurso e afirmaram que a solução deve ser buscada no âmbito do inventário. A decisão foi unânime. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Confira abaixo a decisão na íntegra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Processo Relacionado&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt; : Resp 509801 - &lt;a href=&quot;http://www.stj.jus.br/webstj/processo/justica/detalhe.asp?numreg=200300251810&quot; id=&quot;LS$_blank&quot; onclick=&quot;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-size: xx-small;&quot;&gt;clique aqui&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/feeds/6567228124319393323/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2010/11/stj-concubina-nao-pode-cobrar-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/6567228124319393323'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/6567228124319393323'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2010/11/stj-concubina-nao-pode-cobrar-do.html' title='STJ - Concubina não pode cobrar do espólio alimentos não determinados em vida'/><author><name>Julio Cesar,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14844368374986645722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpgOPBv1ZNTz0L3pEa-v3yavtNVG4-_Q4qPMmh5HTIyJ51D5TVVR9gYKgbSekeXM49ssjDuZY2EKPoDFhbi44oPj0etYZ7I_7KV9VsXgZAvwMUA_vj06D4ViM3uLcr1NQ/s220/Lighthouse.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5768218371353811011.post-5876522314485126391</id><published>2010-11-11T17:27:00.000-02:00</published><updated>2010-11-11T17:27:20.988-02:00</updated><title type='text'>&quot;Qual é ? Qual foi ? Porque que é que tu tá nessa ?...&quot;</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgwaOSJLwV4spB3vbCzCDUVFpKEWoqSK6qucAD3adCPCXUfVhBWFpTqn5-lsrC4iFXaO5ka0XePJcm_WeaedKTGD7mSEhHP3Zpc8QO1f9zFFoWHCguPmRp8SCuuc0rtxu84nKddwsUzTAU/s1600/tiririca2.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgwaOSJLwV4spB3vbCzCDUVFpKEWoqSK6qucAD3adCPCXUfVhBWFpTqn5-lsrC4iFXaO5ka0XePJcm_WeaedKTGD7mSEhHP3Zpc8QO1f9zFFoWHCguPmRp8SCuuc0rtxu84nKddwsUzTAU/s1600/tiririca2.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O presidente do TRE/SP, desembargador Walter de Almeida Guilherme, disse na tarde de hoje, 11/11, que o deputado Federal eleito Francisco Everardo Oliveira Silva, o palhaço Tiririca, &quot;leu e escreveu&quot; durante audiência realizada para apurar a veracidade de sua declaração de escolaridade.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A sessão foi retomada à tarde para que sejam ouvidas as testemunhas de acusação e de defesa. Tiririca não quis se submeter à coleta de material para perícia, mas o desembargador entende que a realização do teste acabou superando a necessidade de nova análise de sua grafia. &quot;Este teste acabou dando o resultado que daria a própria perícia&quot;, disse o desembargador.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&quot;Não conheço o processo e seria leviano dizer. É o juiz (responsável pelo caso) que vai dizer isso&quot;, afirmou o desembargador. &quot;Foi ditado e ele escreveu. Se escreveu mal ou bem, não vou dizer, não sei. Na hora de ler, ele leu. Se bem ou mal, é o juiz que vai avaliar&quot;, afirmou.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Durante o teste, Tiririca teve de ler o título e o subtítulo de duas páginas de um jornal paulistano. Os textos são da edição desta quinta : uma reportagem sobre o filme que homenageia Ayrton Senna e outra sobre a ação do Procon sobre estabelecimento que vendia produto vencido.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ele também foi submetido a um ditado, extraído do livro &quot;Justiça Eleitoral – Uma Retrospectiva&quot;. O deputado eleito teve de reproduzir o seguinte trecho : &quot;A promulgação do Código Eleitoral, em fevereiro de 1932, trazendo como grandes novidades a criação da Justiça Eleitoral&quot;.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O deputado eleito se recusou a fazer uma perícia do documento que apresentou ao registrar a candidatura para provar que era alfabetizado. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O presidente do tribunal lembrou que ninguém é obrigado a produzir uma prova contra si mesmo. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;De acordo com Guilherme, o comediante será diplomado, qualquer que seja o resultado. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&quot;Não se constatou nada que pudesse indeferir o registro de sua candidatura. Por isso, o seu registro foi considerado legítimo&quot;, afirmou.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Tiririca chegou por volta das 9h à sede do TRE, na Bela Vista, região central de São Paulo. Ele estava acompanhado por seguranças, que estavam em outro veículo. Antes de entrar no elevador, fez um breve aceno aos repórteres que o aguardavam em frente ao edifício.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Segundo o presidente do TRE, é possível que a Justiça Eleitoral decida ainda nesta quinta a ação penal. &quot;É possível que ele [o juiz da 1ª zona Eleitoral, Aloisio Sérgio Rezende Silveira] decida hoje&quot;, disse o desembargador ao chegar ao tribunal.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ação penal&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Segundo o TRE, a resolução 23.221 dispõe que &quot;a ausência do comprovante de escolaridade poderá ser suprida por declaração de próprio punho, podendo a exigência de alfabetização do candidato ser aferida por outros meios, desde que individual e reservadamente&quot;.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A denúncia, oferecida pelo MPE, foi recebida em 4/10 com base no artigo 350 do Código Eleitoral &lt;a href=&quot;http://www.planalto.gov.br/ccivil/leis/L4737.htm&quot;&gt;(clique aqui&lt;/a&gt;), que prevê pena de até cinco anos de reclusão e o pagamento de multa por declaração falsa ou diversa da que deveria ser escrita para fins eleitorais em documento público.&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/feeds/5876522314485126391/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2010/11/qual-e-qual-foi-porque-que-e-que-tu-ta.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/5876522314485126391'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/5876522314485126391'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2010/11/qual-e-qual-foi-porque-que-e-que-tu-ta.html' title='&quot;Qual é ? Qual foi ? Porque que é que tu tá nessa ?...&quot;'/><author><name>Julio Cesar,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14844368374986645722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpgOPBv1ZNTz0L3pEa-v3yavtNVG4-_Q4qPMmh5HTIyJ51D5TVVR9gYKgbSekeXM49ssjDuZY2EKPoDFhbi44oPj0etYZ7I_7KV9VsXgZAvwMUA_vj06D4ViM3uLcr1NQ/s220/Lighthouse.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgwaOSJLwV4spB3vbCzCDUVFpKEWoqSK6qucAD3adCPCXUfVhBWFpTqn5-lsrC4iFXaO5ka0XePJcm_WeaedKTGD7mSEhHP3Zpc8QO1f9zFFoWHCguPmRp8SCuuc0rtxu84nKddwsUzTAU/s72-c/tiririca2.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5768218371353811011.post-9220789114513386211</id><published>2010-11-11T17:05:00.000-02:00</published><updated>2010-11-11T17:05:56.035-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="contrato de gaveta e tv morena e julio cesar"/><title type='text'>Professor na TV</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;De novo, clique ao lado para assistir a reportagem: &lt;a href=&quot;http://rmtonline.globo.com/addons/video_player.asp?em=3&amp;amp;v=21618&quot;&gt;TV MORENA&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://rmtonline.globo.com/addons/video_player.asp?em=3&amp;amp;v=21618&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/feeds/9220789114513386211/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2010/11/professor-na-tv.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/9220789114513386211'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/9220789114513386211'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2010/11/professor-na-tv.html' title='Professor na TV'/><author><name>Julio Cesar,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14844368374986645722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpgOPBv1ZNTz0L3pEa-v3yavtNVG4-_Q4qPMmh5HTIyJ51D5TVVR9gYKgbSekeXM49ssjDuZY2EKPoDFhbi44oPj0etYZ7I_7KV9VsXgZAvwMUA_vj06D4ViM3uLcr1NQ/s220/Lighthouse.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5768218371353811011.post-6346285678521316875</id><published>2010-11-08T09:52:00.001-02:00</published><updated>2010-11-08T09:52:46.263-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="direito empresarial"/><title type='text'>STF reduz responsabilidade de dirigentes de empresas</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhxbJMUnrt9Ps1PXFJ5Fq0Va5BSu0xKzVnoziNyFVYxKk-bbuVAVCJOwIY8yQ_iSJ_C-oRz9mA6OQZnNmld0sfwDAlE3pnX57Rzz7t3gh7fmzy_mmZyootTlFgvB2jlrmCaH6fMBo-I3IU/s1600/dim+dim.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhxbJMUnrt9Ps1PXFJ5Fq0Va5BSu0xKzVnoziNyFVYxKk-bbuVAVCJOwIY8yQ_iSJ_C-oRz9mA6OQZnNmld0sfwDAlE3pnX57Rzz7t3gh7fmzy_mmZyootTlFgvB2jlrmCaH6fMBo-I3IU/s1600/dim+dim.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Uma decisão do Supremo Tribunal Federal traz alívio para sócios e administradores cujos bens foram penhorados para o pagamento de dívidas tributárias das empresas que representam. Ao julgar inconstitucional o artigo 13 da Lei nº 8.620, de 1993 - que prevê a responsabilidade pessoal de sócios, gerentes e administradores por dívidas previdenciárias da pessoa jurídica -, o STF entendeu que a responsabilidade pelo tributo não pode ser de qualquer pessoa, &quot;exigindo-se relação com o fato gerador ou com o contribuinte&quot;.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Apesar de o artigo 13 da norma ter sido revogado no ano passado pela Lei nº 11.941, o julgamento é importante para os processos que tramitavam antes da nova legislação, principalmente para aqueles que respondem por outros débitos fiscais das companhias. Segundo tributaristas, pela amplitude do debate, o precedente poderá ser usado também para outros débitos e não apenas os do INSS.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Tributário: MP nº 510 estabelece solidariedade entre consorciadas&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;As empresas que participam de consórcios vão ter que escolher melhor seus parceiros. Uma medida provisória da Presidência da República estabelece que as companhias passam a responder solidariamente pelas dívidas tributárias das demais participantes do grupo. A MP nº 510, de 28 de outubro, derruba o parágrafo 1º do artigo 278 da Lei das Sociedades Anônimas - nº 6.404, de 1976 -, que excluía a presunção de solidariedade.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A medida provisória também estabelece, em seu artigo 1º , que os consórcios deverão cumprir &quot;as respectivas obrigações tributárias sempre que realizarem negócios jurídicos em nome próprio, inclusive na contratação de pessoas jurídicas e físicas, com ou sem vínculo empregatício&quot;. O texto, de acordo com o Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada (Sinicon) e advogados especializados, dá margem para que a Receita Federal possa tributar diretamente o resultado dos consórcios, o que, até então, era feito separadamente pelas empresas, de acordo com o percentual de participação nos negócios.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O subsecretário de tributação da Receita Federal, Sandro Serpa, esclareceu, no entanto, que a intenção da medida provisória não é dar &quot;personalidade jurídica&quot; aos consórcios - torná-los uma empresa -, mas apenas facilitar algumas operações, como a contratação direta de empregados e a emissão de notas para a aquisição de mercadorias e serviços e a retenção de impostos. &quot;Os consórcios continuam como estavam. A intenção foi apenas facilitar a vida deles&quot;, diz Serpa. &quot;Mas eles têm que assumir os bônus e os ônus&quot;, complementa, referindo-se à responsabilidade solidária.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Mesmo com o esclarecimento da Receita Federal, a indústria da construção pesada quer deixar mais claro o texto. O Sinicon vai lutar no Congresso Nacional por uma ressalva expressa para determinar que as disposições não se aplicariam ao Imposto de Renda, à CSLL, ao PIS/Pasep e à Cofins. &quot;Da forma como está, inviabiliza os consórcios. É péssimo do ponto de vista fiscal&quot;, diz a advogada Renilda Cavalcanti, diretora de Relações do Trabalho do Sinicon, que também critica a responsabilidade tributária solidária.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Para a advogada Eloisa Curi, sócia do Demarest &amp;amp; Almeida Advogados, caberia um estudo mais aprofundado sobre as alterações trazidas pela MP, que poderia ser questionada judicialmente. &quot;Isso mexe com a própria essência do consórcio, que tem a garantia de que não responderá solidariamente pelas obrigações das demais empresas&quot;, afirma.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Essa imposição prevista na MP deve trazer mudanças significativas para os consórcios, segundo a advogada. Em primeiro lugar, elas passarão a tomar ainda mais cuidado na escolha das outras que compõem o grupo. Em segundo, deverão incluir cláusulas contratuais que obriguem as empresas a arcar com suas obrigações tributárias, sob pena de pagamento de indenização às demais. &quot;As companhias deverão ter, no mínimo, a garantia de serem ressarcidas, caso sejam cobradas por uma dívida que não é delas&quot;, afirma Eloísa Curi.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A primeira parte do texto da MP, que trata das obrigações tributárias, gerou dúvidas entre os advogados. Para Eloísa, ainda que haja jurisprudência consolidada em soluções de consulta da Receita Federal, no sentido de que cada empresa deverá recolher seus impostos, a nova MP dá margem para que haja outra interpretação, de que toda a sistemática de tributação desses consórcios teria sido alterada.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A advogada Débora Bacellar, do BM&amp;amp;A Consultoria Tributária, também acha que o novo texto da MP ficou ambíguo. Ela espera que haja uma regulamentação pela Receita Federal para esclarecer essa dúvida. Até então, a tributação desses consórcios era estabelecida pela Instrução Normativa nº 834, de 2008. &quot; O nosso questionamento é se a MP revogou toda essa instrução normativa ou apenas o artigo que trata da retenção de impostos&quot;, afirma.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Para o advogado Fernando Osorio, do escritório Avvad, Osorio, a medida provisória abre as portas para a Receita Federal &quot;fazer o que quiser&quot;. &quot;O texto ampliou demais a questão das obrigações tributárias. É preciso aprimorar essa redação o quanto antes&quot;, diz o advogado.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;https://conteudoclippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2010/11/5/stf-reduz-responsabilidade-de-dirigentes-de-empresas&quot;&gt;VALOR&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/feeds/6346285678521316875/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2010/11/stf-reduz-responsabilidade-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/6346285678521316875'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/6346285678521316875'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2010/11/stf-reduz-responsabilidade-de.html' title='STF reduz responsabilidade de dirigentes de empresas'/><author><name>Julio Cesar,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14844368374986645722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpgOPBv1ZNTz0L3pEa-v3yavtNVG4-_Q4qPMmh5HTIyJ51D5TVVR9gYKgbSekeXM49ssjDuZY2EKPoDFhbi44oPj0etYZ7I_7KV9VsXgZAvwMUA_vj06D4ViM3uLcr1NQ/s220/Lighthouse.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhxbJMUnrt9Ps1PXFJ5Fq0Va5BSu0xKzVnoziNyFVYxKk-bbuVAVCJOwIY8yQ_iSJ_C-oRz9mA6OQZnNmld0sfwDAlE3pnX57Rzz7t3gh7fmzy_mmZyootTlFgvB2jlrmCaH6fMBo-I3IU/s72-c/dim+dim.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5768218371353811011.post-5238620401199266886</id><published>2010-11-08T09:49:00.000-02:00</published><updated>2010-11-08T09:49:37.294-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="direito tributário"/><title type='text'>STJ julga uso de prejuízo para redução de IR e CSLL</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Um dos advogados da Marcopolo, Marcos Ideo Moura Matsunaga, do escritório Frignani e Andrade Advogados, afirma que o foco nesse caso é outro. Segundo ele, a tese defendida no STJ parte do pressuposto de que a MP seria constitucional. Ele explica que o pedido é para o Fisco considerar o prejuízo das coligadas e controladas, pois no sentido inverso, o lucro é tributado.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O advogado Igor Mauler Santiago, do Sacha Calmon, Misabel Derzi Consultores e Advogados, explica que a MP mudou a sistemática de tributação dos lucros provenientes de companhias no exterior. A medida determina que a brasileira controladora ou coligada deve somar seus lucros aos ganhos das estrangeiras e sobre o total recolher o IR e CSLL, ainda que não haja remessa de valores para o Brasil. Anteriormente, só havia tributação na distribuição de dividendos. Para ele, se a questão for considerada constitucional, a empresa teria o direito de usar o prejuízo, pois a operação deve valer para os dois sentidos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&quot;Hoje há uma verdadeira desconsideração da personalidade jurídica da empresa no exterior, como se fosse ela a própria companhia nacional&quot;, afirma o advogado da Marcopolo. Para ele, se a Receita considera que a empresa estrangeira é um braço da pessoa jurídica nacional em caso de lucro, os prejuízos também devem ser contabilizados. No caso levado ao STJ, a empresa discute a Instrução Normativa (IN) nº 213, de 2002, que regulamentou a medida provisória. Matsunaga afirma que a MP fala apenas que deve-se considerar resultados auferidos no exterior para fazer o cálculo. A IN, porém, diz que o resultado positivo integra a base de cálculo do Imposto de Renda e da CSLL, mas diz que o resultado negativo não pode ser utilizado no cálculo. &quot;É uma questão de justiça fiscal, que faz todo o sentido&quot;, diz o advogado tributarista, Luiz Rogério Sawaya, do Nunes, Sawaya, Nusman &amp;amp; Thevenard Advogados.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O assessor jurídico interno da Marcopolo, André Pacheco, afirma que a MP e a IN levam o Fisco a criar uma renda artificial para as empresas, pois os resultados não condizem com a realidade. Além disso, acrescenta que a medida é anti-isonômica, pois somente o lucro é aceito para o cálculo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O processo da Marcopolo foi levado a julgamento no início de outubro e julgado em bloco pelos ministros, juntamente com outros recursos. Nesse julgamento, a empresa teve o pedido negado. Mas a questão deve ser novamente avaliada. Segundo o advogado da empresa, Marcos Ideo Moura Matsunaga, a companhia havia pedido o adiamento do julgamento, concedido pelo relator do processo, ministro Mauro Campbell Marques. No entanto, por um erro interno da Corte, o recurso foi levado a julgamento. O advogado explica que o equívoco foi reconhecido e que o processo deve ser novamente julgado. A questão de ordem - se deve ou não ser anulado e um novo julgamento realizado - será levada à 2ª Turma, ainda neste mês, pelo relator do processo. Se admitida, a Corte vai julgar o tema.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) informou que não iria se pronunciar sobre o julgamento, uma vez que, em tese, tudo indica que houve uma falha processual, o que pode levar o STJ a anular o mesmo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No Supremo Tribunal Federal (STF), a constitucionalidade da MP 2.158 é discutida desde 2001, ano em que a Confederação Nacional das Indústrias (CNI) impetrou uma ação direta de inconstitucionalidade contra a norma. O primeiro voto foi proferido em 2003 pela ministra Ellen Gracie e, desde 2007, está nas mãos do ministro Carlos Ayres Britto, que pediu vistas do processo. Até o momento, seis ministros se manifestaram, mas não há ainda uma tendência na Corte, pois os votos entenderam ser a medida constitucional, parcialmente constitucional e inconstitucional.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Um &quot;leading case&quot; que os contribuintes haviam perdido no Superior Tribunal de Justiça (STJ) poderá ter um novo desfecho na Corte. Por meio de uma ação proposta pela Marcopolo - fabricante de carrocerias de ônibus -, o tribunal avaliará se as empresas brasileiras controladoras ou coligadas a companhias no exterior podem usar o prejuízo registrado lá fora para não pagar ou reduzir o valor do Imposto de Renda e da CSLL a ser recolhido no Brasil. A discussão vai na contramão do que está sendo debatido atualmente no Supremo Tribunal Federal (STF), onde os contribuintes pedem a declaração da inconstitucionalidade da Medida Provisória (MP) nº 2.158-35, que em 2001 passou a obrigar as empresas a recolher os dois tributos sobre o lucro auferido por essas companhias no exterior. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;https://conteudoclippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2010/11/8/stj-julga-uso-de-prejuizo-para-reducao-de-ir-e-csll&quot;&gt;VALOR&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/feeds/5238620401199266886/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2010/11/stj-julga-uso-de-prejuizo-para-reducao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/5238620401199266886'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/5238620401199266886'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2010/11/stj-julga-uso-de-prejuizo-para-reducao.html' title='STJ julga uso de prejuízo para redução de IR e CSLL'/><author><name>Julio Cesar,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14844368374986645722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpgOPBv1ZNTz0L3pEa-v3yavtNVG4-_Q4qPMmh5HTIyJ51D5TVVR9gYKgbSekeXM49ssjDuZY2EKPoDFhbi44oPj0etYZ7I_7KV9VsXgZAvwMUA_vj06D4ViM3uLcr1NQ/s220/Lighthouse.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5768218371353811011.post-7174883064387943152</id><published>2010-11-08T09:42:00.000-02:00</published><updated>2010-11-08T09:42:57.913-02:00</updated><title type='text'>Entrevista com a Professora Tânia Bacelar</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A professora Tânia Bacelar nem imaginava. Mas, ao escrever o artigo ´O voto do Nordeste: para além do preconceito`, publicado na revista Nordeste e reproduzido por uma infinidade de blogs Brasil afora, antecipou uma resposta - e que resposta - à velha tese que motivou uma nova onda de ataques aos nascidos na área compreendida entre o Maranhão e a Bahia. O texto rebate com fatos e análises o conceito preconcebido de que os nordestinos são um peso para o país e que Dilma Rousseff (PT) só foi eleita presidente porque os eleitores da região votaram em troca do Bolsa Família. Nesta entrevista, Bacelar, doutora em economia e docente do departamento de Geografia da UFPE, aprofunda sua avaliação sobre os números das eleições no Nordeste. Diz que nos últimos oito anos, a região passou a receber investimentos em áreas estratégicas e que o resultado dessa ´atenção`, é crescimento, movimentação da economia, emprego, oportunidades.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O seu artigo responde à manifestação que ocupou o Twitter na semana passada sugerindo morte aos nordestinos por conta da vitória de Dilma. Como a senhora avalia essa situação?&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Acho que esse debate reflete que existe um preconceito realmente e que há uma imagem deformada do Nordeste, principalmente no Sudeste e no Sul. Uma imagem de que o Nordeste é uma região de miséria, que é uma carga, como se não tivesse potencialidades. Isso reflete, primeiro, o desconhecimento da história do país. O Nordeste é o lastro econômico, cultural e político do Brasil. Mas num determinado momento dessa história, os investimentos e a dinâmica se concentraram no Sudeste e o Nordeste perdeu o trem da industrialização lá no século 20. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Quais perdas o país pode ter com posturas desse tipo?&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A gente pode perder um dos aspectos pelos quais o país é admirado. Quem já viveu no exterior sabe que uma das características que tornam a nossa sociedade admirada lá fora é a capacidade de conviver com a diferença. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em que áreas estão os potenciais do Nordeste?&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O governo federal retomou o crescimento das universidades públicas. Fez quatro universidades na região. Cidades médias, como Petrolina (PE) e Mossoró (RN), não tinham universidades públicas. As pessoas têm potencial para se desenvolver, mas não têm oferta de oportunidade. Acho que a gente deve discutir onde devemos colocar os novos investimentos e o Nordeste já mostrou que pode dar uma resposta positiva com o pouquinho de mudança que já aconteceu nessa década. É errado achar que tudo o que é defesa de São Paulo é defesa do Brasil e tudo o que é defesa de qualquer outro lugar é ´defesinha` regional. São Paulo é muito importante mas não representa o Brasil. O Brasil é muito mais. A gente precisa balizar melhor esse debate sem deixar de reconhecer a importância de São Paulo. Mas não podemos caricaturar os outros de ser peso, de não ter com que contribuir.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O presidente Lula foi corajoso ao mudar o foco dos investimentos?&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Lula teve um atributo muito interessante. Perdeu várias eleições, levou muito tempo se preparando para ser presidente do país e fez as tais caravanas. Eu atribuo essa leitura que ele tem do Brasil à chance que ele teve de conhecer profundamente o Brasil inteiro. Isso muda a cabeça.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Quem votou em Dilma aposta na continuidade do governo. Pelos discursos proferidos até agora por ela a senhora acredita que as políticas de investimento no Nordeste serão mantidas?&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Tenho me surpreendido positivamente com ela. Por exemplo, o discurso feito no momento em que ela recebeu a notícia que tinha vencido, considero muito bom. Ela começa falando das mulheres, depois assume o compromisso com a eliminação da pobreza extrema. Diz também ter compromisso com os pequenos empreendedores do Brasil e assume isso. Achei muito bonito, depois de falar da erradicação da miséria, ela ter se lembrado dos pequenos empreendedores. O Nordeste está cheio deles.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;As oligarquias deram sua contribuição para o enraizamento desse preconceito, não?&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Parte da explicação vem das oligarquias. Para as antigas, ainda bem que elasestão morrendo e perdendo eleitoralmente. Os resultados dessa eleição são um novo baque. É importante lembrar que elas não só existem no Nordeste. Santa Catarina é um ´brilho` de oligarquias. No discurso delas não interessava mostrar potencial. Porque elas se locupletavam da miséria. O discurso reproduzia a miséria. Elas ajudaram a criar o preconceito. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.diariodepernambuco.com.br/2010/11/07/politica12_0.asp&quot;&gt;Diário de Pernambuco&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/feeds/7174883064387943152/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2010/11/entrevista-com-professora-tania-bacelar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/7174883064387943152'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/7174883064387943152'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2010/11/entrevista-com-professora-tania-bacelar.html' title='Entrevista com a Professora Tânia Bacelar'/><author><name>Julio Cesar,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14844368374986645722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpgOPBv1ZNTz0L3pEa-v3yavtNVG4-_Q4qPMmh5HTIyJ51D5TVVR9gYKgbSekeXM49ssjDuZY2EKPoDFhbi44oPj0etYZ7I_7KV9VsXgZAvwMUA_vj06D4ViM3uLcr1NQ/s220/Lighthouse.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5768218371353811011.post-3346194964627292360</id><published>2010-11-04T09:16:00.000-02:00</published><updated>2010-11-04T09:16:03.373-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="direito empresarial"/><title type='text'>Empresas vão à Justiça para encerrar atividades no país</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhpiG6YDj-3VNoikgoQKlCznrv-MLdKVcJZe15jr4RluBlOzQ8al-QOo-l2-_JECOD_iYR2f2rhcnwnsem6c1MPavHjSvyWqJeGgxfOLhjwmKnCwsvcmOCIB5fEq6sXCYHp6iHBCwYva8M/s1600/lucro+e+empresa.bmp&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhpiG6YDj-3VNoikgoQKlCznrv-MLdKVcJZe15jr4RluBlOzQ8al-QOo-l2-_JECOD_iYR2f2rhcnwnsem6c1MPavHjSvyWqJeGgxfOLhjwmKnCwsvcmOCIB5fEq6sXCYHp6iHBCwYva8M/s1600/lucro+e+empresa.bmp&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Na hora de encerrar suas atividades no Brasil, algumas multinacionais enfrentam uma verdadeira via crucis. Isso porque são obrigadas a enfrentar exigências burocráticas impostas pelos Fiscos para concluírem o processo. E só conseguem se livrar dos empecilhos desses órgãos por meio do Poder Judiciário. Uma recente decisão judicial, por exemplo, assegurou a uma empresa estrangeira no Brasil o direito de encerrar suas atividades, mesmo sem ter passado o período de cinco anos que a Receita Federal tem para fiscalizar compensações tributárias.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Na decisão, a juíza Vera Cecília de Arantes Fernandes Costa, da 2ª Vara de Araraquara da Seção Judiciária do Estado de São Paulo, determinou à Receita Federal que, no prazo de 120 dias, finalize os processos com os pedidos de compensação apresentados pela multinacional nos últimos cinco anos de atividade.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Formalizado o pedido de compensação de débito tributário, ele é homologado tacitamente e o crédito é extinto definitivamente quando a compensação não é negada no prazo de cinco anos, de acordo com a Lei nº 9.430, de 1996. No caso, porém, a multinacional norte-americana queria encerrar as atividades no Brasil, antes de transcorrido esse período. Apesar de estar em situação regular perante a Receita, a empresa não conseguia dar baixa no CNPJ. O motivo era esse prazo de cinco anos ainda não ter terminado. “Realmente não é razoável exigir do contribuinte que ele fique à mercê do Fisco”, afirmou a magistrada na decisão.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Segundo o advogado que representou a multinacional, Fábio Rosas, do escritório TozziniFreire Advogados, os principais argumentos usados no processo foram a violação aos princípios da livre iniciativa, da razoabilidade e da eficiência da administração pública. Todos foram acolhidos. “A sentença abre um importante precedente, impedindo que as empresas fiquem nas mãos da autoridade administrativa indefinidamente, o que gera custos para elas”, afirma. O advogado explica que cabe recurso contra a sentença, mas provavelmente não terá eficácia porque a companhia já terá sido encerrada.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A advogada Gabriela Lemos, do escritório Mattos Filho Advogados, lembra que uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) pode reforçar esses argumentos. Ao julgar uma ação direta de inconstitucionalidade (Adin), os ministros decidiram ser inconstitucional a exigência de certidão negativa de débitos fiscais como condição para, por exemplo, alterar o registro na Junta Comercial.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A dificuldade para fechar as portas no Brasil é tão grande que uma multinacional do setor de informática iniciou seu processo de encerramento em 2002 e até hoje não conseguiu concluí-lo. No caso, a companhia resolveu discutir a legalidade da cobrança de um suposto débito fiscal na Justiça. Considerando a demora e o cenário econômico atual do país, a empresa resolveu ficar no Brasil. A Receita Federal e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) foram procuradas pelo Valor, mas não quiseram comentar o assunto.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Especialistas chamam esse tipo de situação de sanção política do Fisco. São as exigências feitas pelos órgãos de fiscalização para obrigar o contribuinte a pagar os impostos que, supostamente, deve. Assim como no encerramento da atividade, nas incorporações as empresas também sofrem com a burocracia fiscal brasileira. Há decisões judiciais da Justiça Federal que liberam as incorporadas de apresentar certidão negativa de débitos à Junta Comercial para registro da operação. A incorporada também precisa dar baixa no CNPJ junto à Receita Federal. É nesse sentido a liminar da 14ª Vara Federal do Rio de Janeiro, por exemplo. A decisão é do juiz Adriano Saldanha Gomes de Oliveira. “Trata-se de sanção política porque a Receita tem outros meios, como a execução fiscal, para cobrar tributos”, diz o advogado Marcos André Vinhas Catão, do Vinhas e Redenschi Advogados.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Fonte: Valor&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Obs: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Como o Professor explicou em sala,&amp;nbsp;a empresa é como se fosse&amp;nbsp;uma pessoa natural que nasce e morre. Sua personalidade nasce (se constitui) a partir da inscrição de seus atos constitutivos no órgão competente (registro público de empresas mercantis e atividades afins - Juntas Comerciais). Ela não se confunde com a pessoa natural dos sócios. E a sociedade morre, ou seja, deixa de existir, quando é dissolvida, liquidada e seus bens partilhados.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A simples inatividade não dissolve a sociedade. Acarreta, isto sim, responsabilidade pessoal para seus titulares conforme matéria acima publicada.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/feeds/3346194964627292360/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2010/11/empresas-vao-justica-para-encerrar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/3346194964627292360'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/3346194964627292360'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2010/11/empresas-vao-justica-para-encerrar.html' title='Empresas vão à Justiça para encerrar atividades no país'/><author><name>Julio Cesar,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14844368374986645722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpgOPBv1ZNTz0L3pEa-v3yavtNVG4-_Q4qPMmh5HTIyJ51D5TVVR9gYKgbSekeXM49ssjDuZY2EKPoDFhbi44oPj0etYZ7I_7KV9VsXgZAvwMUA_vj06D4ViM3uLcr1NQ/s220/Lighthouse.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhpiG6YDj-3VNoikgoQKlCznrv-MLdKVcJZe15jr4RluBlOzQ8al-QOo-l2-_JECOD_iYR2f2rhcnwnsem6c1MPavHjSvyWqJeGgxfOLhjwmKnCwsvcmOCIB5fEq6sXCYHp6iHBCwYva8M/s72-c/lucro+e+empresa.bmp" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5768218371353811011.post-7318292263781865524</id><published>2010-11-04T09:06:00.000-02:00</published><updated>2010-11-04T09:06:04.754-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="direito civil"/><title type='text'>Decisão que considerou inconstitucional artigo do Código Civil é questionada</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), é o relator de Reclamação que questiona decisão da Justiça do estado de São Paulo que teria declarado, de forma indevida, a inconstitucionalidade do artigo 1.790 do Código Civil, que trata do direito sucessório de companheiro ou companheira.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Na reclamação, alega-se violação à Súmula Vinculante número 10, do STF. O dispositivo impede que órgãos fracionários do Judiciário, que não têm a maioria absoluta dos integrantes de um tribunal, afastem a incidência, total ou em parte, de lei ou ato normativo do Poder Público. Isso é vedado mesmo que a decisão do órgão fracionário não declare a inconstitucionalidade da norma, mas somente afaste a sua incidência em um caso concreto.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A súmula foi aprovada com base no princípio constitucional da reserva de plenário, previsto no artigo 97 da Carta da República. O dispositivo determina que os tribunais só podem declarar a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do poder público por meio do voto da maioria absoluta de seus integrantes.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A reclamação foi proposta por herdeiros que pretendem suspender decisão interlocutória da 7ª Vara da Família e Sucessões de São Paulo, mantida pela Primeira Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP).&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Segundo os autores da ação, as decisões fundam-se no entendimento de que o artigo 1.790 do Código Civil (CC) violaria o parágrafo 3º do artigo 226 da Constituição Federal, que reconhece a união estável entre homem e mulher como entidade familiar e determina que a lei deve facilitar sua conversão em casamento. O artigo 1.790 do Código Civil trata especificamente do direito sucessório do companheiro, enquanto o direito sucessório do cônjuge é contemplado em outros dispositivos do CC.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;“Deveras, embora não declare expressamente a inconstitucionalidade da lei (Código Civil), (a decisão) recusou a aplicação de texto constitucional e afastou a incidência da súmula vinculante (número 10)”, dizem os autores da reclamação. Isso porque, alegam, a decisão contestada determina que “o direito do companheiro prevaleça sobre o dos parentes colaterais, sob pena de se estar criando discriminação constitucionalmente vedada”.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No mérito, os herdeiros pedem que as decisões da Justiça estadual paulista sejam declaradas nulas e que o plenário do TJ-SP realize novo julgamento a respeito da constitucionalidade do artigo 1.790 do Código Civil.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;RR/CG &lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/feeds/7318292263781865524/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2010/11/decisao-que-considerou-inconstitucional.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/7318292263781865524'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/7318292263781865524'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2010/11/decisao-que-considerou-inconstitucional.html' title='Decisão que considerou inconstitucional artigo do Código Civil é questionada'/><author><name>Julio Cesar,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14844368374986645722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpgOPBv1ZNTz0L3pEa-v3yavtNVG4-_Q4qPMmh5HTIyJ51D5TVVR9gYKgbSekeXM49ssjDuZY2EKPoDFhbi44oPj0etYZ7I_7KV9VsXgZAvwMUA_vj06D4ViM3uLcr1NQ/s220/Lighthouse.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5768218371353811011.post-4069649699887351238</id><published>2010-11-04T09:04:00.000-02:00</published><updated>2010-11-04T09:04:24.282-02:00</updated><title type='text'>Peticionamento eletrônico começa a funcionar dia 16</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjJTERkT96PzhBahJ7FjiY3-gA9nZMy1inGbXK3B7e19gg1HBQynTVoo4rn6hhhLeDt0KaosGsHe5U3-ZOlyCuObVEvJdOQ68jPWCqsp5SjB26THWDvMViHIcfEFbeSaRA7eJIwLb2rY8g/s1600/peticionamento+eletronico.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjJTERkT96PzhBahJ7FjiY3-gA9nZMy1inGbXK3B7e19gg1HBQynTVoo4rn6hhhLeDt0KaosGsHe5U3-ZOlyCuObVEvJdOQ68jPWCqsp5SjB26THWDvMViHIcfEFbeSaRA7eJIwLb2rY8g/s1600/peticionamento+eletronico.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;A partir do dia 16 de novembro entra em vigor um procedimento que agilizará ainda mais a tramitação dos processos nas varas digitais: o peticionamento exclusivamente eletrônico. Isso significa que as petições iniciais e intermediárias poderão ser encaminhadas apenas pela internet, pois o recebimento físico das petições ou das peças a serem digitalizadas não mais ocorrerá. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A medida valerá para as varas dos juizados cíveis e criminais, com exceção das 7ª, 8ª e 9ª Varas que ainda operam com processos físicos, além das 17ª, 18ª, 19ª e 20ª Varas Digitais; das quatro Varas de Família, as duas Varas de Execução Penal (1ª e 2ª VEP), a Vara de Execução Fiscal Municipal e a Auditoria Militar. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A novidade também valerá para as Comarcas de Bataiporã, Cassilândia e Dois Irmãos do Buriti, dos juizados de Três Lagoas, Corumbá e Dourados. Importante ressaltar que o serviço de peticionamento eletrônico estará disponível das 6 horas às 23 horas, considerando a hora oficial de Mato Grosso do Sul.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Para peticionar eletronicamente é necessário que os advogados possuam a certificação digital que possibilita assinar documentos digitalmente. A solicitação do certificado digital pode ser feita na sede da OAB/MS, e o posto de atendimento está localizado no térreo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O protocolo das petições para as varas digitais deverá ser feito diretamente pelo Portal e-SAJ, que pode ser acessado pela página inicial do TJMS. A petição e os documentos deverão ser encaminhados em formato PDF, por meio do software “PDF Creator”, disponível para download no próprio Portal e-SAJ.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Saiba mais - Para que os operadores do direito se familiarizem com as novas rotinas adotadas, estão disponíveis quatro manuais, além de outras informações importantes, no link “Processo Digital” disponível na página inicial do Tribunal de Justiça. Na opção “Manuais” é possível ter acesso: &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;- (http://www.tjms.jus.br/webfiles/producao/GP/arquivos/manual_varas_digitais.pdf), &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;(&lt;a href=&quot;http://www.tjms.jus.br/webfiles/producao/GP/arquivos/manual_cadastro_advogados.pdf&quot;&gt;http://www.tjms.jus.br/webfiles/producao/GP/arquivos/manual_cadastro_advogados.pdf&lt;/a&gt;), &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp;(http://www.tjms.jus.br/webfiles/producao/GP/arquivos/manual_peticionamento_eletronico_iniciais.pdf) &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp;(http://www.tjms.jus.br/webfiles/producao/GP/arquivos/manual_peticionamento_eletronico_intermediarias.pdf).&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os manuais apresentam o conteúdo necessário para operar com a tecnologia digital de processos, incluindo o passo-a-passo para cada tarefa. O conteúdo desses manuais foi elaborado a partir de questionamentos levantados pela classe dos advogados. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O peticionamento eletrônico deveria estar funcionando desde o dia 4 de outubro, contudo, a pedido do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional MS, Leonardo Duarte, a data foi prorrogada.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;“Diante da informação da dificuldade encontrada pela classe dos advogados em se amoldarem à exigência da assinatura digital para peticionamento eletrônico, é de bom senso acolher o pedido da OAB/MS”, destacou o presidente do TJMS, Des. Paulo Alfeu Puccinelli, em sua decisão.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.tjms.jus.br/noticias/materia.php?cod=18242&quot;&gt;TJ/MS&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/feeds/4069649699887351238/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2010/11/peticionamento-eletronico-comeca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/4069649699887351238'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/4069649699887351238'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2010/11/peticionamento-eletronico-comeca.html' title='Peticionamento eletrônico começa a funcionar dia 16'/><author><name>Julio Cesar,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14844368374986645722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpgOPBv1ZNTz0L3pEa-v3yavtNVG4-_Q4qPMmh5HTIyJ51D5TVVR9gYKgbSekeXM49ssjDuZY2EKPoDFhbi44oPj0etYZ7I_7KV9VsXgZAvwMUA_vj06D4ViM3uLcr1NQ/s220/Lighthouse.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjJTERkT96PzhBahJ7FjiY3-gA9nZMy1inGbXK3B7e19gg1HBQynTVoo4rn6hhhLeDt0KaosGsHe5U3-ZOlyCuObVEvJdOQ68jPWCqsp5SjB26THWDvMViHIcfEFbeSaRA7eJIwLb2rY8g/s72-c/peticionamento+eletronico.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5768218371353811011.post-4209064854417076456</id><published>2010-11-04T08:50:00.002-02:00</published><updated>2010-11-04T08:50:59.578-02:00</updated><title type='text'>Suspensos prazos processuais da Comarca de Campo Grande nesta quarta-feira</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A Secretaria de Tecnologia da Informação (STI) informa que, em virtude de uma falha no hardware, o sistema SAJ PG5 esteve instável durante a tarde desta quarta-feira (3), o que impossibilitou o acesso da consulta processual, peticionamento eletrônico e custas on-line. A STI contatou o fabricante do hardware e foram sanados os problemas apresentados. Foram afetadas todas as comarcas que utilizam o sistema SAJ PG5.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Devido ao problema ocorrido, o juiz diretor do foro da Comarca de Campo Grande, Wagner Mansur Saad, suspendeu os prazos processuais na comarca nesta quarta-feira, dia 3 de novembro. O juiz diretor dos Juizados Especiais da Capital, Dr. Luiz Cláudio Bonassini da Silva, também suspendeu os prazos nos juizados de Campo Grande&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.tjms.jus.br/noticias/materia.php?cod=18253&quot;&gt;TJ/MS&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/feeds/4209064854417076456/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2010/11/suspensos-prazos-processuais-da-comarca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/4209064854417076456'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/4209064854417076456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2010/11/suspensos-prazos-processuais-da-comarca.html' title='Suspensos prazos processuais da Comarca de Campo Grande nesta quarta-feira'/><author><name>Julio Cesar,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14844368374986645722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpgOPBv1ZNTz0L3pEa-v3yavtNVG4-_Q4qPMmh5HTIyJ51D5TVVR9gYKgbSekeXM49ssjDuZY2EKPoDFhbi44oPj0etYZ7I_7KV9VsXgZAvwMUA_vj06D4ViM3uLcr1NQ/s220/Lighthouse.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5768218371353811011.post-1463954842028525938</id><published>2010-11-01T10:56:00.000-02:00</published><updated>2010-11-01T10:56:04.848-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="direito tributário"/><title type='text'>Execução não embargada pode ser extinta por abandono sem manifestação do réu</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEghvlfm3dLBIPW10ewfPCDUSx0bnTUSfDxcNG2Nt9p54fKAjIltjh1kHhlSZztC51SMEqsY7gGEr2B8zwZjufl49euwWkaCEsju7WaEnXxIf8vHiiYcBT3f1YMhhuhtZH8oNgT3kz53GPQ/s1600/STJ+SIMBOLO.bmp&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; nx=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEghvlfm3dLBIPW10ewfPCDUSx0bnTUSfDxcNG2Nt9p54fKAjIltjh1kHhlSZztC51SMEqsY7gGEr2B8zwZjufl49euwWkaCEsju7WaEnXxIf8vHiiYcBT3f1YMhhuhtZH8oNgT3kz53GPQ/s1600/STJ+SIMBOLO.bmp&quot; /&gt;&lt;/a&gt;A Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que é possível o juiz extinguir uma execução fiscal, diante do abandono da ação por parte da fazenda pública, sem ouvir a manifestação do executado. A decisão foi tomada em recurso especial movido pela União contra acórdão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3). &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Nesse recurso – submetido ao rito do artigo 543-C do Código de Processo Civil, por envolver questão jurídica comum a grande número de processos –, a Primeira Seção entendeu que não deveria ser aplicada a Súmula 240 do STJ, a qual afirma que “a extinção do processo, por abandono da causa pelo autor, depende de requerimento do réu”. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Segundo o relator do recurso, ministro Luiz Fux, a razão de ser da súmula está em que o próprio réu pode desejar a conclusão do processo, daí porque não se deve presumir seu interesse na extinção. Porém, como a execução fiscal da União ainda não havia sido embargada, a relação processual não se consumara no caso. Assim, os ministros da Primeira Seção entenderam que o requerimento do réu não foi imprescindível para a extinção. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Logo no início da ação, na primeira instância, o juiz determinou que a União depositasse o valor correspondente às despesas com o oficial de Justiça. O depósito não foi feito e o processo ficou parado por mais de trinta dias. Mesmo intimada regularmente para dar andamento à execução, a fazenda pública permaneceu inerte, o que levou o juiz a declarar o processo extinto por abandono de causa, sem julgamento de mérito. O TRF3 manteve a decisão de primeira instância. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No recurso ao STJ, a União invocou a Súmula 240 e afirmou que o juiz não deveria ter julgado extinto o processo sem ouvir o executado, pois este poderia ter interesse no prosseguimento da ação para não ficar sujeito à possibilidade de nova execução no futuro. Em seu voto, o ministro Luiz Fux afirmou que, não tendo sido embargada a execução, “a relação processual não se aperfeiçoou” e o requerimento do réu tornou-se dispensável, afastando-se a aplicação da Súmula 240&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.stj.gov.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;amp;tmp.texto=99635&quot;&gt;STJ&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/feeds/1463954842028525938/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2010/11/execucao-nao-embargada-pode-ser-extinta.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/1463954842028525938'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/1463954842028525938'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2010/11/execucao-nao-embargada-pode-ser-extinta.html' title='Execução não embargada pode ser extinta por abandono sem manifestação do réu'/><author><name>Julio Cesar,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14844368374986645722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpgOPBv1ZNTz0L3pEa-v3yavtNVG4-_Q4qPMmh5HTIyJ51D5TVVR9gYKgbSekeXM49ssjDuZY2EKPoDFhbi44oPj0etYZ7I_7KV9VsXgZAvwMUA_vj06D4ViM3uLcr1NQ/s220/Lighthouse.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEghvlfm3dLBIPW10ewfPCDUSx0bnTUSfDxcNG2Nt9p54fKAjIltjh1kHhlSZztC51SMEqsY7gGEr2B8zwZjufl49euwWkaCEsju7WaEnXxIf8vHiiYcBT3f1YMhhuhtZH8oNgT3kz53GPQ/s72-c/STJ+SIMBOLO.bmp" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5768218371353811011.post-7054450039994828492</id><published>2010-11-01T10:52:00.000-02:00</published><updated>2010-11-01T10:52:51.276-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="direito empresarial"/><title type='text'>Empresas buscam STJ para se proteger na área comercial</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgJV6ZHF6oQTOl2vbQNx2bOsSTGBBxO6fM_nzjpwC6B8y7UdkveYB-utJNDoJZh1gtq_-EtxhOXcke99MuXAYNC2RKHFFJpYTHxY-iLxUS5J3npeZmOnU-5jxa_vUEErVBayf_r3Q4REh0/s1600/STJ.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;185&quot; nx=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgJV6ZHF6oQTOl2vbQNx2bOsSTGBBxO6fM_nzjpwC6B8y7UdkveYB-utJNDoJZh1gtq_-EtxhOXcke99MuXAYNC2RKHFFJpYTHxY-iLxUS5J3npeZmOnU-5jxa_vUEErVBayf_r3Q4REh0/s320/STJ.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Com a intensificação do comércio e a dinamização da economia é comum às empresas ou indústrias recorrerem ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) para se protegerem da concorrência. Na maior parte das vezes, os advogados se amparam em direitos relativos à propriedade intelectual, ao código comercial, ao direito do consumidor, entre outros. Os argumentos são os mais variados possíveis, mas, em síntese, é a sustentabilidade do negócio que se busca garantir, seja por meio de proteção da tecnologia ou de marcas ou patentes. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Há casos que, para as empresas, a palavra final é dos organismos internacionais, como a OMC (Organização Mundial do Comércio), criada em 1985. Há aqueles em que a solução parte do próprio Estado ou dos órgãos especializados. Mas há os que envolvem situações corriqueiras que devem ser definidas caso a caso pelas turmas de direito privado do STJ. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Um dos casos decididos pelo STJ no ano passado envolveu a guerra na produção de suco de laranja. A Associação Brasileira de Exportadores de Cítricos (Abecitrus) buscou evitar que informações de empresas ligadas a ela fossem reveladas numa investigação empreendida pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e pela Secretaria de Direito Econômico (SDE), órgãos ligados ao Ministério da Justiça. A associação foi acusada de formação de cartel no fornecimento da matéria-prima. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A Abecitrus alegava que os dados apreendidos não poderiam se tornar públicos em razão do sigilo industrial e, por isso, invocou o direito à privacidade. O processo originário, iniciado pela União, referia-se à busca e apreensão de objetos pertencentes à associação que pudessem ter relação com a eventual formação de cartel. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O relator do caso, ministro Herman Benjamin, entendeu que o direito apontado teria que se conciliar com o interesse público. “Diante do conflito de valores, vislumbro a possibilidade de se adotar uma posição intermediária, que assegure, a um só tempo, a privacidade da empresa e o interesse público na apuração administrativa e penal dos fatos descritos”, assinalou o ministro, na ocasião. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A decisão do ministro, referendada pela Segunda Turma, determinou que o processo administrativo tramitasse na SDE sob sigilo até o final do julgamento da apelação nos autos da ação cautelar de busca e apreensão. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Vantagens competitivas &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A tecnologia ou o “know-how” é o conhecimento que traz vantagens competitivas ao negócio. Às vezes, os empresários se unem por meio de simples parcerias ou de contratos de assistência técnica. Mas quando o acordo não sai como esperado, o Judiciário é chamado a dar uma solução. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;É o caso de uma empresa americana, localizada em Massachusetts, nos Estados Unidos, denominada PerKins School For The Blind. Ela assinou um contrato de transferência de “know-how” para produção de máquinas em braile por uma empresa brasileira. Não houve registro de patentes, mas, ainda assim, a empresa americana desejava impedir o uso da marca e a produção do equipamento. O STJ garantiu que a empresa brasileira produzisse o maquinário até que o Judiciário analisasse a questão de mérito. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os contratos de “know-how” ou de transferência de tecnologia envolvem o conhecimento de matéria que, geralmente, não pode ser patenteado. No Brasil, as patentes são concedidas pelo Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI), instituído na década de 70. É esse órgão que tem a competência para regular a transferência de tecnologia ou se pronunciar sobre tratados ou convênios. A propriedade industrial é regulada pela Lei nº 9.279/1996, invocada em muitos casos em que se discute concorrência ou proteção de marcas. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No quesito proteção de marcas, muitas questões curiosas chegam ao STJ. O uso de personagens em camisetas sem autorização, por exemplo, segundo a Corte, é uma violação do nome da empresa, e não de direito autoral, como sustentava a acusação. Feirantes foram apreendidos vendendo produtos de grandes empresas como Warner, Hanna Barbera e Walt Disney e sofreram denúncia por violação ao direito autoral. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Segundo o relator, ministro Napoleão Maia Filho, a “expressão à interioridade do autor se perde quando a ideia é incorporada ao processo industrial, com a produção em massa e mecanizada de produtos, não mais vislumbrando a originalidade própria as obras intelectuais”. Para o ministro, a criatividade do autor sucumbiu diante da escala de produção industrial em massa. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Outro julgamento envolvendo proteção de marcas foi o que permitiu à grife francesa Hermè conviver em harmonia no território nacional com a brasileira Hermes. O STJ rejeitou a tentativa dos brasileiros de impedir que a companhia francesa explorasse os seus produtos com essa marca no Brasil. Ambas atuam no mesmo ramo de atividades, só que uma se destina ao mercado de luxo enquanto a outra à venda por catálogos. As marcas traduziam expressões idênticas e a única diferença era o acento gráfico. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Decisões sobre franquias&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Disputas comerciais chegam ao STJ envolvendo especificamente o contrato de franquias. Segundo o artigo 2º da Lei nº 8.995/1994, a franquia é uma estratégia utilizada em administração que tem como propósito, entre outros, a venda de uma licença em que o detentor da marca cede ao franqueado o direito de usar sua marca ou patente. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Esse conceito se desenvolveu no mundo, segundo cartilha “O que é Franquia”, do Ministério do Desenvolvimento e Indústria e Comércio Exterior, após a guerra civil americana, quando a empresa de máquinas de costura Singer estabeleceu uma rede de revendedores nos Estados Unidos. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Num dos casos julgados pelo STJ, a Quarta Turma manteve uma decisão que condenou franqueados da Rede Wizard a se absterem do uso da marca, da reprodução de livros didáticos e de materiais para professores, bem como ao ressarcimento pelos danos gerados. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O STJ também julgou caso envolvendo disputa em contratos de franquia da empresa Yázigi, que beneficiou os franqueados. Segundo cartilha do Ministério do Desenvolvimento, houve uma mudança nos negócios do mundo quando se chegou à conclusão de que o verdadeiro produto de uma empresa não é o que se vende, mas a empresa em si. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgQSYShB7VBQgJkLitaOK02JBtc04oIWgqBZ3lQq6YaZvTN-G_SbgxdPunJpnaNIIJUK3flSU-L058yHsu-Yl_boQfwX7IRpCQbHWZKGsBubd6UDDNTQHEJ6siSl59gR4xtKiTM5TfEet0/s1600/stj+2.bmp&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; nx=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgQSYShB7VBQgJkLitaOK02JBtc04oIWgqBZ3lQq6YaZvTN-G_SbgxdPunJpnaNIIJUK3flSU-L058yHsu-Yl_boQfwX7IRpCQbHWZKGsBubd6UDDNTQHEJ6siSl59gR4xtKiTM5TfEet0/s1600/stj+2.bmp&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Prudência nas decisões&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Segundo decisão do STJ, a Corte deve agir com prudência ao interferir em processos de natureza comercial. Durante um julgamento este ano, o Tribunal modificou uma decisão que havia condenado a antiga empresa de bebidas Antártica Polar a pagar indenização a uma de suas distribuidoras por quebra de contrato. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A distribuidora, no caso, tinha a exclusividade de revenda em alguns municípios e, para continuar com esse benefício, teria feito uma série de investimentos que acabou por gerar prejuízo pela não continuidade do negócio. De acordo com a distribuidora, haviam sido feitos investimentos na padronização da frota de caminhões, na adoção de medidas no programa de controle de estoques, na aquisição de funcionários, na compra de computadores, entre outros. O contrato teria sido rompido sem nenhuma justificativa plausível, segundo a revendedora. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Para a maioria dos magistrados que julgaram o caso, a suspensão das atividades na distribuição de bebidas é um direito bilateralmente assegurado às partes, não se revestindo de nenhum abuso que gerasse indenização. “É válida a cláusula contratual que permite o rompimento unilateral do vínculo, sem que haja qualquer indenização pela parte contrária”, afirmou, na ocasião, o desembargador convocado Honildo de Mello Castro.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.stj.gov.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;amp;tmp.texto=99663&quot;&gt;STJ&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/feeds/7054450039994828492/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2010/11/empresas-buscam-stj-para-se-proteger-na.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/7054450039994828492'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/7054450039994828492'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2010/11/empresas-buscam-stj-para-se-proteger-na.html' title='Empresas buscam STJ para se proteger na área comercial'/><author><name>Julio Cesar,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14844368374986645722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpgOPBv1ZNTz0L3pEa-v3yavtNVG4-_Q4qPMmh5HTIyJ51D5TVVR9gYKgbSekeXM49ssjDuZY2EKPoDFhbi44oPj0etYZ7I_7KV9VsXgZAvwMUA_vj06D4ViM3uLcr1NQ/s220/Lighthouse.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgJV6ZHF6oQTOl2vbQNx2bOsSTGBBxO6fM_nzjpwC6B8y7UdkveYB-utJNDoJZh1gtq_-EtxhOXcke99MuXAYNC2RKHFFJpYTHxY-iLxUS5J3npeZmOnU-5jxa_vUEErVBayf_r3Q4REh0/s72-c/STJ.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5768218371353811011.post-1179909876681600946</id><published>2010-11-01T10:47:00.000-02:00</published><updated>2010-11-01T10:47:23.598-02:00</updated><title type='text'>Google indeniza músico por ofensas publicadas no Orkut</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgSSwU6DvP5_N-_cJKjiN6dKePjMjBrFO1FImHz1ZC_Pl8UMydewjEz31MjmKbCA4lVNhtHe-FX1lg0i0-5n24QbohP6DJDet_xFclj0Xc5Sv7zsCEbGeWQa1xqKq1wiSZYBMeoY1VHGCM/s1600/Internet.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; nx=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgSSwU6DvP5_N-_cJKjiN6dKePjMjBrFO1FImHz1ZC_Pl8UMydewjEz31MjmKbCA4lVNhtHe-FX1lg0i0-5n24QbohP6DJDet_xFclj0Xc5Sv7zsCEbGeWQa1xqKq1wiSZYBMeoY1VHGCM/s1600/Internet.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A 13ª câmara Cível do TJ/MG confirmou sentença do juiz da 13ª vara Cível de Belo Horizonte, Llewellyn Davies Medina, que condenou a empresa Google Internet Ltda., a produtora A.P.K. e G.G. a indenizar, solidariamente, por danos morais, o músico A.S.P.. O valor da indenização foi fixado em R$ 6 mil. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Segundos os autos, o músico se apresentou em um bar de Belo Horizonte, em novembro de 2006. Por engano, levou cabos de propriedade de A.P.K., mas devolveu-os na semana seguinte. A.P.K. e G.G. criaram então uma comunidade na rede social Orkut, onde qualificavam A.S.P. como ladrão e permitiam que fossem publicadas mensagens anônimas ofensivas. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O músico ajuizou ação para requerer indenização por danos morais. A Google se defendeu afirmando que não existe nexo de causalidade entre a atitude de terceiros e sua atuação. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O juiz entendeu que a Google deveria indenizar o músico e fixou o valor em R$ 6 mil. A empresa recorreu ao Tribunal, que manteve a decisão de 1ª instância sob o entendimento de que a Constituição Federal garante o direito de expressão, porém veda o anonimato. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O relator, desembargador Francisco Kupidlowski, afirmou em seu voto : &quot;Se o réu é proprietário do domínio Orkut e permite a postagem de mensagens anônimas e ofensivas, responde pelo dever de indenizar a parte que sofreu dano à sua honra e dignidade&quot;. Os desembargadores Cláudia Maia e Alberto Henrique votaram de acordo com o relator. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;•Processo : 1.0024.08.072561-7/001&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI120416,71043-TJ+MG+Google+indeniza+musico+por+ofensas+publicadas+no+Orkut&quot;&gt;Migalhas&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/feeds/1179909876681600946/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2010/11/google-indeniza-musico-por-ofensas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/1179909876681600946'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5768218371353811011/posts/default/1179909876681600946'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://direitobemlegal.blogspot.com/2010/11/google-indeniza-musico-por-ofensas.html' title='Google indeniza músico por ofensas publicadas no Orkut'/><author><name>Julio Cesar,</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14844368374986645722</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpgOPBv1ZNTz0L3pEa-v3yavtNVG4-_Q4qPMmh5HTIyJ51D5TVVR9gYKgbSekeXM49ssjDuZY2EKPoDFhbi44oPj0etYZ7I_7KV9VsXgZAvwMUA_vj06D4ViM3uLcr1NQ/s220/Lighthouse.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgSSwU6DvP5_N-_cJKjiN6dKePjMjBrFO1FImHz1ZC_Pl8UMydewjEz31MjmKbCA4lVNhtHe-FX1lg0i0-5n24QbohP6DJDet_xFclj0Xc5Sv7zsCEbGeWQa1xqKq1wiSZYBMeoY1VHGCM/s72-c/Internet.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>