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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;CUYDSXc6eSp7ImA9WhRbEk0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7143776015959738336</id><updated>2012-02-02T15:19:38.911-02:00</updated><title>Professor Menegotto - Questões de Língua Portuguesa nos concursos públicos</title><subtitle type="html">Questões de concursos comentadas e respondidas.
Um blog a serviço da Língua Portuguesa e dos candidatos a concursos públicos em todo o Brasil. "Nulla dies sine linea".</subtitle><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://professormenegotto.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://professormenegotto.blogspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7143776015959738336/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>Professor Alberto Menegotto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11711416067856254380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="25" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_n3GHE1Fbg7M/SoREhW9bMNI/AAAAAAAAAGk/FPbsNLlk6uY/S220/Beto+Face.jpg" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>144</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos" /><feedburner:info uri="professormenegotto-questesdelnguaportuguesanosconcursospblicos" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><feedburner:emailServiceId>ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><entry gd:etag="W/&quot;CEAEQXs5eip7ImA9WhRUGE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7143776015959738336.post-6951970374567442102</id><published>2012-01-29T00:05:00.001-02:00</published><updated>2012-01-29T00:05:00.522-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-29T00:05:00.522-02:00</app:edited><title>SÉTIMA EDIÇÃO DAS QUESTÕES DA FCC - PARA O CONCURSO DO INSS</title><content type="html">&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-SQDfPkxUZGI/TySFcu_uzBI/AAAAAAAACQg/qoEr4GP3MLU/s1600/FCC.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 298px; height: 169px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-SQDfPkxUZGI/TySFcu_uzBI/AAAAAAAACQg/qoEr4GP3MLU/s320/FCC.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5702829756856060946" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;As questões 149 a 156  baseiam-se no texto abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O poder nuclear e a civilização&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Considerando que nosso futuro será, em grande parte, determinado por nossa atitude perante a questão nuclear, é bom nos perguntarmos como chegamos até aqui, com o poder de destruir a civilização. O que isso nos diz sobre quem somos como espécie? &lt;br /&gt; Nossa aniquilação é inevitável ou será que seremos capazes de garantir nossa sobrevivência mesmo tendo em mãos armas de destruição em massa? Infelizmente, armas nucleares são monstros que jamais  desaparecerão. Nenhuma descoberta científica “desaparece”. Uma vez revelada, permanece viva, mesmo se condenada como imoral por uma maioria. O pacto que acabamos por realizar com o poder tem um preço muito alto. É irreversível. Não podemos mais contemplar um mundo sem armas nucleares. Sendo assim, será que podemos contemplar um mundo com um futuro?&lt;br /&gt; O medo e a ganância – uma combinação letal – trouxeram-nos até aqui. Por milhares de anos, cientistas e engenheiros serviram o Estado em troca de dinheiro e proteção. Cercamo-nos de inimigos reais ou virtuais e precisamos proteger nosso país e nossos lares a qualquer preço. O patriotismo é o maior responsável pela guerra. Não é à toa que Einstein queria ver as fronteiras abolidas.&lt;br /&gt; Olhamos para o Brasil, os Estados Unidos e a Comunidade Europeia, onde fronteiras são cada vez mais invisíveis, e temos evidência empírica de que a união de Estados sem fronteiras leva à estabilidade e à sobrevivência. A menos que as coisas mudem profundamente, é difícil ver essa estabilidade ameaçada. Será, então, que a solução – admito, extremamente remota – é um mundo sem fronteiras, uma sociedade de fato globalizada e economicamente integrada? Ou será que existe outro modo de garantir nossa sobrevivência a longo prazo com mísseis e armas nucleares apontando uns para os outros, prontos a serem detonados? O que você diz? (Adaptado de Marcelo Gleiser, Folha de S. Paulo, 18/04/2010)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;149. Entre as razões que podem sustentar uma posição pessimista, no que toca ao futuro de uma civilização com o poder de se destruir, estão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) a globalização político-econômica e o aferrado sentimento patriótico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) a inevitabilidade de uma detonação nuclear e o protecionismo econômico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) a permanência inexorável das armas nucleares e a exacerbação do patriotismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) a desintegração econômica dos Estados e o desejo de se abolirem as fronteiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) o pacto com o poder a qualquer preço e a iminência de uma globalização econômica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Entre as razões que podem sustentar uma posição pessimista, no que toca ao futuro de uma civilização com o poder de se destruir, estão a permanência inexorável das armas nucleares e a exacerbação do patriotismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Pode-se observar a afirmação no segmento do 2.º parágrafo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “Nossa aniquilação é inevitável ou será que seremos capazes de garantir nossa sobrevivência mesmo tendo em mãos armas de destruição em massa? Infelizmente, armas nucleares são monstros que jamais  desaparecerão. Nenhuma descoberta científica “desaparece”. Uma vez revelada, permanece viva, mesmo se condenada como imoral por uma maioria. O pacto que acabamos por realizar com o poder tem um preço muito alto. É irreversível. Não podemos mais contemplar um mundo sem armas nucleares. Sendo assim, será que podemos contemplar um mundo com um futuro?”&lt;br /&gt; A globalização político-econômica – ou a união dos Estados – leva à estabilidade e à sobrevivência, conforme se pode ver no início do 4.º parágrafo, portanto estão erradas as alternativas (A), (D) e (E).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na assertiva (B), há apenas um complemento à argumentação expendida no texto, não sendo razão para sustentar posição pessimista. Errada a afirmação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: C.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;150. Atente para as seguintes afirmações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I. Diante da questão das fronteiras entre os Estados, a posição do autor do texto e a de Einstein, uma vez confrontadas, acusam uma séria divergência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II. A indagação anterior a O que você diz? é um exemplo de pergunta retórica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III. O autor não isenta cientistas e engenheiros da responsabilidade poder nuclear, mas não os vincula às razões de Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em relação ao texto, está correto APENAS o que se afirma em&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) I.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) II.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) III.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) I e II.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) II e III.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O autor tem simpatia e apoia a ideia de Einstein sobre a questão das fronteiras entre os Estados, portanto não há divergência. Errada a assertiva I.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A indagação “Ou será que existe outro modo de garantir nossa sobrevivência a longo prazo com mísseis e armas nucleares apontando uns para os outros, prontos a serem detonados?”, presente no final do 4.º parágrafo, é uma pergunta retórica, pois, na verdade, o autor já a respondeu ao longo de todo o texto, deixando ciente o leitor de que não há outra solução de garantia de nossa sobrevivência senão uma sociedade globalizada política e economicamente. Correta a assertiva II.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O autor vincula cientistas e engenheiros às razões de Estado em relação à responsabilidade nuclear, pois afirma, no 3.º parágrafo, que, embora tais profissionais trabalhassem por dinheiro e proteção, era preciso proteger o país e os lares a qualquer preço, e isso é razão de Estado. Errada a assertiva III.&lt;br /&gt;Resposta: B. &lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;151. Ao considerar que “Nenhuma descoberta científica desaparece”, o autor sugere que&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) as evidências do progresso da ciência são tantas que não temos razões para colocá-lo em questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) nada se extingue no campo da ciência porque tudo obedece ao princípio básico da transformação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) os cientistas têm razões éticas para alterar o rumo de descobertas que lhes pareçam nocivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) a ciência implica acumulação e preservação, e não o descarte das suas descobertas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) a ciência, em seu processo de desenvolvimento, é imune à ingerência do poder político.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Ao considerar que “Nenhuma descoberta científica “desaparece”, o autor sugere que a ciência implica acumulação e preservação, e não o descarte das suas descobertas. Observe-se a passagem do 2.º parágrafo que sustenta tal resposta:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “Infelizmente, armas nucleares são monstros que jamais  desaparecerão. Nenhuma descoberta científica “desaparece”. Uma vez revelada, permanece viva, mesmo se condenada como imoral por uma maioria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; As assertivas (A) e (B) são absurdas em relação à proposta do enunciado. Na (C), não há sustentação no texto para o que ali se afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Errada a assertiva (E), porque se vê, do texto, que os cientistas trabalham para o Estado em troca de dinheiro e proteção, o que inviabiliza a ideia de serem imunes à ingerência do poder público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: D.  &lt;br /&gt;___________________________________                                                                                                             &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;152. “Nossa aniquilação é inevitável ou será que seremos capazes de garantir nossa sobrevivência mesmo tendo em mãos armas de destruição em massa?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na frase acima,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) mesmo as tendo em mãos é correta  alternativa de construção, com emprego pronominal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) o termo ou expressa uma alternância repetitiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) o segmento mesmo tendo pode ser corretamente substituído por desde que tenhamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) ou será que a seremos capazes de garantir é correta alternativa de construção, com emprego pronominal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) o segmento Nossa aniquilação é inevitável pode ser substituído pelo equivalente nossa conflagração é irredutível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre emprego de conjunções e outros aspectos gramaticais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A oração “mesmo tendo em mãos armas de destruição em massa” não pode ser substituída por “mesmo as tendo em mãos”, porque estará empregando pronome em nome de quem não terá aparecido no contexto, já que o pronome “as” se refere às “armas de destruição em massa”,  causando confusão. Errada a assertiva (A).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A conjunção “ou” não expressa alternância repetitiva, porque os elementos que se alternam são diferentes: “Nossa aniquilação” e “ nossa sobrevivência”. Errada a assertiva (B).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O segmento “mesmo tendo em mãos armas de destruição em massa” tem ideia de concessão; “desde que tenhamos” gera ideia de condição. Errada a assertiva (C).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Da mesma forma porque na (A) não é possível substituir “armas de destruição em massa” por “as”, também não se pode substituir “nossa sobrevivência” por “a”, em “ou será que a seremos capazes de garantir”, porque não há referência anterior a ela no trecho. E isso causaria confusão. Errada a assertiva (D).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na assertiva (E), “aniquilação” e “conflagração” podem até ter semelhante alcance semântico, porque a primeira significa destruição, a segunda, deflagração, incêndio,  mas “inevitável” significa que não pode ser evitado, enquanto “irredutível” significa que não pode ser reduzido, o que não confere identidade semântica. Errada a assertiva (E).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem resposta. &lt;br /&gt;___________________________________                                                                                                                  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;153. Está adequada a concordância verbal nesta construção:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) nem negligência, nem incúria: a combinação letal do medo e da ganância trouxeram-nos até aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) dizem muito, sobre nós e nossa espécie, o que nos fez chegar até aqui?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) diante do inimigo, real ou virtual, lançam-se mão dos recursos nucleares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) são cada vez mais difíceis considerar como permanentes as fronteiras entre os Estados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) repousa nas providências que levem a Estados sem fronteiras a expectativa de que sobrevivamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre concordância verbal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na alternativa (A), o sujeito de trouxeram-nos é “a combinação letal”, logo o verbo deve ficar no singular: “nem negligência, nem incúria: a combinação letal do medo e da ganância trouxe-nos até aqui. Errada a assertiva.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Errada a assertiva (B), pois o sujeito de “dizem” é “o que nos fez chegar até aqui”, portanto o verbo deve ser levado ao singular: “diz”: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O verbo “lançar”, em “lançam-se mão”, tem como sujeito “mão”, portanto deve estar no singular: “lança-se mão”. Errada a assertiva (C).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na assertiva (D), o sujeito é “considerar como permanentes as fronteiras entre os Estados”, portanto uma oração. O núcleo dessa oração é “considerar”, devendo o predicado “são cada vez mais difíceis” ficar no singular. Observe-se a frase corrigida: “é cada vez mais difícil considerar como permanentes as fronteiras entre os Estados”. Errada a assertiva (D).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Correta a assertiva (B), porque o sujeito de “repousar”, em “repousa”, é “a expectativa de que sobrevivamos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: E. &lt;br /&gt;___________________________________                                                                                                    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;154. Está INADEQUADA a correlação entre os tempos e modos verbais nesta reconstrução de uma frase do texto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) Cercar-nos-íamos de inimigos reais ou virtuais e precisaríamos proteger nosso país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) O pacto que acabássemos por realizar com o poder teria um preço muito alto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) A menos que as coisas venham a mudar profundamente, será difícil ver essa estabilidade ameaçada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) Tivesse sido assim, será que possamos contemplar um mundo com futuro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) Teria sido bom se nos houvéssemos perguntado como chegamos até aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre tempos e modos verbais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na alternativa (A), ambos os verbos estão no futuro do pretérito, observando correlação certa: “Cercar-nos-íamos” e “precisaríamos”, pois são duas ações conjugadas em igual hipótese. Correta a alternativa (A).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Correta a construção da alternativa (B), pois a consistência entre os verbos é perfeita: “acabássemos” (no pretérito imperfeito do subjuntivo) e “teria” (no futuro do pretérito do indicativo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Correta também está a construção da alternativa (C), porque associa “venham a mudar” (no presente do subjuntivo com ideia futura) e “será” (no futuro do presente do indicativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Errada a construção da opção (D), porque a flexão “tivesse sido” (no pretérito imperfeito do subjuntivo) exigirá futuro do pretérito do indicativo em “possamos”, levando o verbo a conjugar-se “poderíamos”. Observe-se a frase corrigida: “Tivesse sido assim, será que poderíamos contemplar um mundo com futuro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Correta a construção “Teria sido bom se nos houvéssemos perguntado como chegamos até aqui”, pois associa “teria sido” (com o auxiliar “teria” no futuro do pretérito dom indicativo) e “houvéssemos” (no pretérito imperfeito do subjuntivo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: D.  &lt;br /&gt;___________________________________                                                                                                                    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;155. Está clara e correta a redação deste livre comentário sobre o texto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) Não adiantam nem o otimismo nem o pessimismo: o que urge é tomarmos providências no sentido de se dirimir nossa divisão em países com fronteiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) Uma das denúncias do texto constitue de fato um alerta: que não se tome como reversível qualquer conquista a que a ciência chegue a alcançar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) Para Albert Einstein, uma medida radical e responsável para se evitar a calamidade de uma guerra nuclear seria, pura e simplesmente, a abolição das fronteiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) Conquanto não tenham em vista essa mesma finalidade, muitos cientistas e engenheiros acabam  servindo aos artifícios excusos de quem lucra com a ganância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) Quanto mais os estados consigam se unir a despeito das fronteiras, assim também haverá a evidência empírica de que sejam levados à estabilidade e à sobrevivência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre diversos aspectos gramaticais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Está errada a assertiva (A), pois a expressão “nem... nem...” leva o verbo para o singular: “Não adianta nem o otimismo nem o pessimismo: o que urge é tomarmos providências no sentido de se dirimir nossa divisão em países com fronteiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Dois erros existem na construção da opção (B): 1. deve ser “constitui”, com “i”  final, e 2. “conquista que a ciência chegue a alcançar”, sem a preposição “a” antes de “que”, pois o objeto indireto já está em “a alcançar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A palavra “excusos” está errada na assertiva (D), porque o termo deve ser escrito com “s”: “escusos”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na assertiva (E), o verbo “haver”, em “haverá”, está no indicativo (futuro do presente); a oração anterior também deve apresentar verbo no indicativo. Portanto, em lugar de “consigam”, que está conjugado no presente do subjuntivo, deve ser “conseguem”, no presente do indicativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: C.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;156. Indica-se uma construção com sentido equivalente ao de um segmento do texto em:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) Não é à toa que Einstein queria ver as fronteiras abolidas // Com toda a razão, Einstein desejava ver abolidas as fronteiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) Será, então, que a solução – admito, extremamente remota – é um mundo sem fronteiras (...) ? // A solução, pois, advirá – digamos que a longo prazo – de um mundo não demarcado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) O medo e a ganância – uma combinação letal – trouxeram-nos até aqui // Por uma combinação  mortal, aportamos no medo e na ganância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) Uma vez revelada, permanece viva, mesmo se condenada como imoral por uma maioria // Conquanto revelada, resta viva, embora acusada de imoral pela maioria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) O pacto que acabamos por realizar com o poder tem um preço muito alto // O que já terminamos de pactuar com o poder tem custo muito alto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre semântica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na assertiva (B), o autor admite a “solução” como extremamente remota de ocorrer, portanto isso não significa que ela virá a longo prazo. Errada a assertiva (B).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Foram, nas palavras do autor, “o medo e a ganância”  foi quem nos trouxe até aqui, não o contrário. Errada a assertiva (C).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; A expressão “uma vez revelada” significa “quando” foi revelada, traduzindo ideia de tempo; “conquanto” é conjunção subordinativa concessiva, que traduz ideia de oposição.Errada a assertiva (D).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Quem tem preço alto é o “pacto” que realizamos com o poder. Na assertiva (E), está errada a reconstrução, porque o preço alto não é atribuído ao “pacto”, mas ao “que”. Errada a assertiva (E).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: A.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As questões 157 a 163  baseiam-se no texto abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensando os clássicos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Os pensadores da antiguidade clássica deixaram-nos um tesouro nem sempre avaliado em sua justa riqueza. O filósofo Sêneca, por exemplo, mestre da corrente estoica, legou-nos uma série preciosa de reflexões sobre a tranquilidade da alma – este é o título da tradução para o português. É ler o livrinho com calma e aprender muito. Reproduzo aqui três fragmentos, para incitar o leitor a ir atrás de todo o restante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; I. Quem temer a morte nunca fará nada em prol dos vivos; mas aquele que tomar consciência de que sua sorte foi estabelecida já na sua concepção viverá de acordo com a natureza, e saberá que nada do que lhe suceda seja imprevisto. Pois, prevendo tudo quanto possa de fato vir a suceder, atenuará o impacto de todos males, que são fardos somente para os que se creem seguros e vivem na expectativa da felicidade absoluta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; II. Algumas pessoas vagam sem propósito, buscando não as ocupações a que se propuseram, mas entregando-se àquelas com que deparam ao acaso. A caminhada lhes é irrefletida e vã, como a das formigas que trepam nas árvores e, depois de subir ao mais alto topo, descem vazias à terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; III. Nossos desejos não devem ser levados muito longe; permitamos-lhes apenas sair para as proximidades, porque não podem ser totalmente reprimidos. Abandonando aquilo que não pode acontecer ou dificilmente pode, sigamos as coisas próximas que favorecem nossa esperança (...). E não invejemos os que estão mais alto: o que parece altura é precipício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; São princípios do estoicismo: aprender a viver sabendo da morte; não se curvar ao acaso, mas definir objetivos; viver com a consciência dos próprios limites. Nenhum deles é fácil de seguir, nem Sêneca jamais acreditou que seja fácil viver. Mas a sabedoria dos estoicos, que sabem valorizar o que muitos só sabem temer, continua viva, dois mil anos depois. (Belarmino Serra, inédito)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;157. No primeiro e no último parágrafos, o autor do texto busca, respectivamente,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) particularizar a contribuição de Sêneca e resumir teses de outros filósofos da mesma época.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) apresentar linhas gerais do pensamento estoico e resumir três teses de Sêneca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) valorizar a atualidade da filosofia estoica e ressaltar os aspectos místicos dessa doutrina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) destacar a contribuição do pensamento de Sêneca e enunciar alguns fundamentos estoicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) contextualizar os filósofos estoicos e repropor teses que derivam dessa filosofia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No primeiro e no último parágrafos, o autor do texto busca, respectivamente, destacar a contribuição do pensamento de Sêneca e enunciar alguns fundamentos estoicos, resposta presente na assertiva (D).&lt;br /&gt; Observe-se que o autor, no primeiro e último parágrafos, não particulariza a contribuição de Sêneca, nem resume teses de outros filósofos da mesma época. O autor faz pequena referência aos estoicos. Errada a assertiva (A).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; As teses de Sêneca estão reunidas no 2.º, 3.º e 4.º parágrafos, não no 1.º e no último. Errada a assertiva (B).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Errada a assertiva (C), porque o autor não ressalta aspectos místicos do estoicismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No 1.º e último parágrafos do texto, o autor não contextualiza os filósofos estoicos, mas destaca a contribuição de Sêneca. Errada a assertiva (E).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: D.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;158. Atente para as seguintes afirmações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I. No fragmento I, Sêneca vê como injustificável e inconsequente nosso medo de morrer, pois isso nos leva a não confiar nas surpresas positivas da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II. No fragmento II, Sêneca vale-se do exemplo das formigas para ilustrar o malogrado esforço de quem busca reconhecimento para suas virtudes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III. No fragmento III, Sêneca lembra que a esperança humana deve estar associada a desejos que não extrapolem nossas possibilidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está correto APENAS o que se afirma em&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) I.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) II.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) III.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) I e II.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) II e III.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Não há, no fragmento I, visão injustificável e inconsequente do medo de morrer; o autor, ao contrário, afirma que “aquele que tomar consciência de que sua sorte foi estabelecida já na sua concepção viverá de acordo com a natureza, e saberá que nada do que lhe suceda seja imprevisto”. Errada a assertiva I.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Errada a afirmativa II, pois, no fragmento II, Sêneca se refere às pessoas que vagam sem propósito, não às que buscam reconhecimento para suas virtudes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Correta a assertiva III, pois, no fragmento III, Sêneca lembra que a esperança humana deve estar associada a desejos que não extrapolem nossas possibilidades, como se pode observar no segmento “Nossos desejos não devem ser levados muito longe; permitamos-lhes apenas sair para as proximidades, porque não podem ser totalmente reprimidos”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: C.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;                                                                                                                     &lt;br /&gt;159. Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento em:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) avaliado em sua justa riqueza = examinado judiciosamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) sua sorte foi estabelecida já na sua concepção = desde o início seu destino foi malogrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) A caminhada lhes é irrefletida = o caminho parece-lhes sem sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) não podem ser totalmente reprimidos = não são passíveis de absoluta prevenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) que favorecem nossa esperança = que permitem sermos esperançosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre semântica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na assertiva (A), “justa riqueza” não se relaciona semanticamente com “judiciosamente”, que vem de “judicial”, ou seja, de forma “judicial. Errada a opção (A).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Não há, no fragmento, relação semântica entre “sorte”, que é sortilégio, acaso, e “destino”, que é direção, encaminhamento. Errada a alternativa (B).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Inexiste relação semântica entre “irrefletida” e “sem sentido”, pois a primeira expressão significa sem planejamento, sem reflexão, e a segunda, sem razão, sem nexo. Errada a assertiva (C).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “Prevenção” é ato ou efeito de prevenir, acautelar, cuidar; “reprimidos” vem de repressão. Não há, entre os termos, relação semântica. Errada a alternativa (D).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A expressão “que favorecem nossa esperança” está relacionada semanticamente a “que permitem sermos esperançosos”. Correta a alternativa (B).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: B.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;160. As normas de concordância verbal estão plenamente acatadas na frase:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) Não devem os leitores de hoje imaginar que cabiam aos filósofos antigos preocupar-se com questões que já não fazem sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) Leitores de hoje, não devemos imaginar que a um filósofo clássico ocorressem tão somente questões específicas de sua época histórica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) Nenhum de nossos desejos, de acordo com Sêneca, deveriam transpor nossos limites, fronteiras que se deve sempre determinar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) A cada um dos princípios do estoicismo devem corresponder, como se postulavam entre os estoicos, lúcida e consequente iniciativa nossa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) Àqueles que não temem refletir sobre a morte reserva-se as recompensas de uma vida mais lúcida e mais intensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre concordância verbal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Errada a assertiva (A), porque o sujeito de “caber”, em “cabiam”, é “preocupar-se com questões”. Como o sujeito é uma oração, o verbo deve ficar no singular: “Não devem os leitores de hoje imaginar que cabia aos filósofos antigos preocupar-se com questões que já não fazem sentido”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Correta a alternativa (B), porque o sujeito de “ocorrer”, em “ocorressem”, é “questões específicas de sua época histórica”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Errada a opção (C), pois o sujeito de “se deve sempre determinar” é “fronteiras”, logo deve ser corrigida para “... fronteiras que se devem sempre determinar”, no plural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O sujeito de “devem corresponder” é “iniciativa nossa”, logo deve ser “deve corresponder”, no singular. Errada a assertiva (D).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Errada a assertiva (E), porque o sujeito de “reserva-se” é “recompensas de uma vida mais lúcida e intensa”, portanto deve ser “reservam-se”, no plural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: B.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;161. A construção que NÃO admite transposição para voz passiva é:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) os que vivem na expectativa da felicidade absoluta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) Os pensadores da antiguidade clássica deixaram-nos um tesouro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) sigamos as coisas próximas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) E não invejemos os que estão mais alto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) favorecem nossa esperança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre vozes verbais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Os verbos que não aceitam transposição para a passiva são os intransitivos, os transitivos indiretos e os de ligação. Portanto só aceitam apassivamento os verbos transitivos diretos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na assertiva (A), “viver”, em “vivem”, é intransitivo, portanto não aceita transposição para a passiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A construção presente na assertiva (B) aceita transposição para a passiva, pois o verbo é “deixar” (transitivo direto). A correta transposição da frase é “Um tesouro foi deixado a nós pelos pensadores da antiguidade clássica”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O verbo “seguir”, em “sigamos”, na alternativa (C), é transitivo direto, portanto sofre transposição para a passiva. A correta passagem para a passiva é “(que) as coisas próximas sejam seguidas por nós”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Quem inveja inveja alguém ou algo, portanto o verbo da assertiva (D) é transitivo direto e transportável para a voz passiva. A construção na passiva será “e (que) os que estão mais altos não sejam invejados por nós”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na alternativa (E), o verbo “favorecer”, em “favorecem” é transitivo direto, portanto é apassivável. A correta passagem para a passiva é “nossa esperança é favorecida”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: A. &lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;162. Está correto o emprego do elemento  sublinhado na frase:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) O pensamento clássico encerra uma riqueza em cujo valor poucos prestam o devido reconhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) A morte, cujo o temor nos faz querer esquecer dela, é uma questão permanente da filosofia estoica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) Quase nunca atentamos para os limites a que devemos impor aos nossos desejos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) Nossas esperanças não devem projetar-se para além do espaço cujo domínio estamos assegurados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) Quem vagueia sem propósito pela vida fere um dos princípios de que os estoicos jamais descuram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Questão sobre regência verbal e emprego de pronomes relativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Errada a assertiva (A), porque a expressão “prestam o devido reconhecimento” exige “a”, não “em”, portanto a frase deve ser corrigida para “O pensamento clássico encerra uma riqueza a cujo valor poucos prestam o devido reconhecimento”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Errada a assertiva (B), pois o pronome relativo “cujo” não aceita artigo depois de si, logo deve ser corrigida a frase para “A morte, cujo temor nos faz querer esquecer dela, é uma questão permanente da filosofia estoica”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Não há, na frase da opção (C), elemento que exija a preposição “a”, em “a que”, devendo ser corrigida para “Quase nunca atentamos para os limites que devemos impor aos nossos desejos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A expressão “estamos assegurados”, na alternativa (D),  exige preposição “de” antes de “cujo”, logo deve ser corrigida a frase para “Nossas esperanças não devem projetar-se para além do espaço de cujo domínio estamos assegurados”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Está correta a construção da assertiva (E).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: E.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;163. É preciso CORRIGIR, por falha estrutural, a redação da frase:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) Não empreendamos caminhadas sem primeiro definir o trajeto a seguir, o esforço a despender, os objetivos a alcançar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) Temerárias são as jornadas que mal definimos seus objetivos, assim como não avaliamos o esforço cujo trajeto nos exigirá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) Quando não definimos o trajeto a cumprir e o esforço a despender em nossa caminhada, ela não nos trará qualquer recompensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) Dificilmente algum objetivo será alcançado numa caminhada para a qual não previmos um roteiro a ser seguido com segurança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) Nenhum benefício poderemos colher de uma viagem para a qual não nos  reparamos com um mínimo de cuidados e de antecedência.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre diversos aspectos gramaticais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Está errada a construção da assertiva (B), pois “objetivos” é elemento possuído de “jornadas”, portanto é cabível o pronome relativo “cujo”, flexionado com “objetivos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A frase, corrigida, terá a seguinte redação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “Temerárias são as jornadas cujos objetivos mal definimos, assim como não avaliamos o esforço cujo trajeto nos exigirá.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; As demais alternativas apresentam construções corretas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: B.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tribunal Regional do Trabalho da 19.ª Região Estado de Alagoas (AL) &lt;br /&gt;2008 – Técnico Judiciário Área Administrativa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As questões 164 a 170 baseiam-se no texto abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O Brasil está começando a colher a maior safra de cana-de-açúcar da sua história. Os preços do etanol e do açúcar se encontram em níveis bastante baixos − 85% do etanol brasileiro é consumido no mercado interno, principalmente pelos veículos flex, que já respondem por 90% das vendas de carros novos. Os benefícios do crescimento do setor são inquestionáveis: geração de 1 milhão de empregos, investimentos de 30 bilhões de dólares até 2012, perspectivas de co-gerar o equivalente a uma Itaipu e meia em bioeletricidade a partir do bagaço e da palha disponíveis e movimentação de uma pujante indústria nacional de máquinas e equipamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comparado com a gasolina, o etanol reduz em mais de 80% a emissão de gases do efeito estufa. Trata-se da mais bem-sucedida experiência comercial em combustíveis para mitigar o problema do aquecimento global. Com apenas um por cento da área agricultável do País, o etanol substituiu metade das necessidades brasileiras de combustíveis para veículos leves, superando o consumo de gasolina! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Só que de um ano para cá o etanol vive sob intenso ataque, por conta da decisão dos países ricos de substituir uma pequena parte de seu petróleo por biocombustíveis. Estados Unidos e União Européia pretendem fazer isso com milho (EUA), trigo e beterraba (União Européia) e celulose (ambos). Poderosos interesses vêm sendo afetados por essa decisão, principalmente nas indústrias alimentícias e do petróleo e se multiplicam acusações levianas e trabalhos sem base científica. Acusam-se os biocombustíveis de aumentar o preço dos alimentos, esquecendo os impactos do rápido crescimento da renda per capita nos países emergentes e do aumento do petróleo nos custos agrícolas. Renascem previsões que antevêem a falta de alimentos, a inflação e a fome. O exemplo brasileiro, porém, prova que, com as tecnologias hoje disponíveis, mais de uma centena de países tropicais poderiam produzir biocombustíveis de forma eficiente e sustentável, sem afetar a produção de alimentos, bebidas, rações e fibras. (Marcos Sawaya Jank. O Estado de S. Paulo, A2, 18 de abril de 2008, com adaptações)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;164. De acordo com o texto, a maior razão para os ataques contra os biocombustíveis está&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) na ausência de equipamentos necessários ao desenvolvimento de uma tecnologia que ainda é pouco avançada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) no desinteresse de parte da comunidade científica no sentido de avançar nas pesquisas sobre biocombustíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) na concorrência que se estabelece em todo o mundo entre o consumo de biocombustíveis e o de gasolina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) na preocupação generalizada em relação à sustentabilidade da preservação ambiental, especialmente no continente europeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) no prejuízo aos interesses financeiros de grupos poderosos, voltados para a produção de alimentos e a exploração do petróleo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O 3.º parágrafo do texto deixa clara a ideia de que os ataques contra os biocombustíveis está no prejuízo aos interesses financeiros de grupos poderosos, voltados para a produção de alimentos e a exploração do petróleo. Há razões no texto para tanto: 1. alguns países ricos pretendem substituir apenas uma pequena parte de seu petróleo por biocombustíveis. Os EUA pretendem explorar o milho; a União Europeia, trigo e beterraba; e ambos, celulose.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Portanto os ataques contra os biocombustíveis não se encontram na ausência de equipamentos necessários ao desenvolvimento de uma tecnologia pouco avançada, nem no desinteresse de parte da comunidade científica no intuito de avançar nas pesquisas. Também se rejeita a ideia de que os ataques aos biocombustíveis esteja na concorrência que se estabelece entre o consumo de fontes energéticas alternativas e petróleo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Não há, no texto, sustentação de que os ataques aos biocombustíveis resida na preocupação generalizada em relação à sustentabilidade da preservação ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: E.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;165. Considere as afirmativas abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I. Biocombustíveis constituem a principal razão para o aumento dos preços de alimentos em todo o mundo, o que provoca, ainda, inflação e fome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II. Há toda uma conjuntura econômica favorável, decorrente do uso do etanol como substituto da gasolina, no setor automobilístico brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III. O maior número de consumidores em conseqüência do aumento de renda e  a elevação dos custos do petróleo têm influência na elevação dos preços de alimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É correto o que se afirma em&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) apenas I.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) apenas I e II.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) apenas II e III.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) apenas I e III.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) I, II e III.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Não é verdadeira a afirmação I, pois não há, no texto, informação sobre o fato de os biocombustíveis constituírem a razão principal para o aumento dos preços de alimento em todo o mundo, nem que provoque inflação e fome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A leitura do 1.º e do 2.º parágrafos permite observar a existência de uma conjuntura econômica favorável, decorrente do uso de etanol, no setor automobilístico brasileiro, haja vista que os automóveis “flex” já respondem por 90% das vendas de carros novos, além de um milhão de novos empregos gerados e o investimento de 30 bilhões de dólares até 2010. Sabe-se que, hoje, o etanol substituiu metade das necessidades brasileiras de combustíveis para veículos leves e superou o consumo de gasolina. Portanto está correta a afirmação II.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; É verdadeira a afirmação de que um maior número de consumidores, por causa do aumento de renda e da elevação dos custos do petróleo, tem influência na elevação dos preços de alimentos. Correta a afirmação III.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: C.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;166. “Estados Unidos e União Européia pretendem fazer isso com milho (EUA)...” (3º parágrafo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A expressão grifada acima substitui corretamente no texto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) mitigar o problema do aquecimento global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) substituir parte de seu petróleo por biocombustíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) superar o consumo de gasolina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) multiplicar acusações sem base científica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) acusar os biocombustíveis pelo aumento do preço dos alimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão de interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na frase “Estados Unidos e União Europeia pretendem fazer isso com o milho (EUA)... (3.º parágrafo), a expressão sublinhada significa que pretendem substituir uma pequena parte de seu petróleo por biocombustíveis à base de milho, a exemplo do que o Brasil faz com o etanol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Portanto estão erradas as sugestões presentes nas alternativas (A), (C), (D) e (E).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: B.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;167. “... superando o consumo de gasolina!”&lt;br /&gt;A presença do sinal de pontuação no final do 2º parágrafo permite afirmar corretamente que o autor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) questiona a veracidade das informações constantes do parágrafo a respeito do uso do etanol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) considera enganosa a informação sobre o uso do etanol, que vai ser retificada no parágrafo seguinte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) destaca como extremamente importante a observação de que o etanol brasileiro é bastante rentável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) duvida da possibilidade, constante no parágrafo, de que o mercado brasileiro seja suficientemente suprido pelo etanol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) reafirma a convicção de que a gasolina continua sendo o combustível mais utilizado pela indústria automobilística.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre pontuação e interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A presença de sinal de exclamação no trecho “...superando o consumo de gasolina!” (final do 2.º parágrafo) se deve ao fato de o autor destacar como importante a observação de que o etanol brasileiro é bastante rentável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Não se pode considerar como questionamento da veracidade de informações (alternativas (A) e (B), nem duvidar de que não haja mercado para o etanol brasileiro, porque, no texto, se afirma que a venda de veículos de combustível “flex” já atinge 90% (alternativa (C).&lt;br /&gt; É absurda a afirmação contida na alternativa (E), pois os argumentos relativos à produção e ao consumo de etanol no Brasil deixam claro que o biocombustível supera a gasolina em consumo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: C.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;168.   “... o etanol reduz em mais de 80% a emissão de gases do efeito estufa.” (2º parágrafo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Transpondo-se a frase acima para a voz passiva, a forma verbal passará a ser, corretamente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) é reduzida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) foi reduzido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) tinha reduzido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) serão reduzidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) vinha sendo reduzida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre vozes verbais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A transposição do segmento “... o etanol reduz em mais de 80% a emissão de gases do efeito estufa (2.º parágrafo) para a voz passiva deve obedecer ao padrão de o verbo “reduzir” transformar-se em particípio e receber um verbo “ser” auxiliar no tempo e modo em que está o verbo “reduzir” (em “reduz”, no presente do indicativo). Logo a forma será a emissão de gases do efeito estufa é reduzida em mais de 80% pelo etanol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: A.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;169. O pronome substitui corretamente o segmento grifado, considerando-se também a colocação, em:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) a colher a maior safra de cana-de-açúcar  - a colher-lhe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) de co-gerar o equivalente a uma Itaipu e meia  - de co-gerá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) superando o consumo de gasolina - superando-a.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) que antevêem a falta de alimentos - que a antevêem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) esquecendo os impactos do rápido crescimento - esquecendo-lhes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre colocação pronominal e regência verbal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na alternativa (A), o verbo “colher” é transitivo direto, logo exige pronome oblíquo átono “a”, que representa “a maior safra de cana-de-açúcar”. A correta substituição é “colhê-la”. Errada a assertiva (A).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na opção (B), “co-gerar” deve receber o pronome oblíquo átono “o”, pois o núcleo do objeto é “equivalente”, que é palavra masculina. A construção, portanto, deve ser “co-gerá-lo”. Incorreta a assertiva (B).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Em “superando o consumo”, o objeto direto “o consumo” deve ser substituído por “o”, por ser expressão masculina, produzindo “superando-o”. Errada a opção (C).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Em “que antevêem a falta de alimentos”, “a falta de alimentos é objeto direto de “antevêem”, e o “que” atrai para si o pronome oblíquo átono “a”. Portanto a construção é “que a antevêem”. Correta a alternativa (D).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O verbo “esquecer”, em “esquecendo os impactos do rápido crescimento”, está sendo empregado como transitivo direto, logo o pronome oblíquo átono que deve ser empregado em substituição a “os impactos do rápido crescimento” é “os”, porque o núcleo é “impactos” (masculino e singular). A construção será, portanto, “esquecendo-os”. Errada a opção (E).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: D.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;170. A concordância verbo-nominal está inteiramente correta na frase:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) No século XIX foi feito previsões catastróficas sobre a falta de alimentos no mundo, mas não se levou em conta os progressos da tecnologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) Novos usos para o etanol têm sido pesquisados, como seu emprego até mesmo em aviões, além do aproveitamento da biomassa da cana-de-açúcar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) Produtos agrícolas, por sua natureza, é renovável, ao contrário do petróleo, cada vez mais escasso e, portanto, com preços cada vez mais elevados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) Existe muitas críticas, sempre dirigida às condições de trabalho na colheita da cana-de-açúcar, e também preocupação com o meio ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) Pesquisas realizadas pela comunidade científica tenta desenvolver projetos sustentáveis de energia inteiramente limpa e renovável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre concordância verbal e nominal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Dois erros existem na assertiva (A): 1. deve ser “foram feitas”, no lugar de “foi feito”, porque o sujeito tem como núcleo “previsões”, no plural; 2. na segunda oração, deve ser “não se levaram em conta”, pois o sujeito de “se levar” é “os progressos da tecnologia”. Logo deve ser “No século XIX foram feitas previsões catastróficas sobre a falta de alimentos no mundo, mas não se levaram em conta os progressos da tecnologia”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na alternativa (C), está errada a locução “é renovável”, pois o sujeito é “produtos agrícolas”. Portanto deve ser corrigida para “Produtos agrícolas, por sua natureza, são renováveis, ao contrário do petróleo, cada vez mais escasso, e portanto, com preços cada vez mais elevados”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A opção (D) apresenta dois erros: 1. deve ser “Existem”, porque o sujeito é “muitas críticas”; 2. deve ser “dirigidas”, pois tal predicativo se refere a “críticas”. Corrigida, a frase terá a seguinte redação: “Existem muitas críticas, sempre dirigidas às condições de trabalho na colheita da cana-de-açúcar, e também preocupação com o meio ambiente”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Está errada a concordância verbal da assertiva (E), pois o núcleo do sujeito de “tenta desenvolver” é “pesquisas”. Corrigida a frase ficará com a seguinte redação: “Pesquisas realizadas pela comunidade científica tentam desenvolver projetos sustentáveis de energia inteiramente limpa e renovável”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: B.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As questões 171 a baseiam-se no texto abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Durante muito tempo os brasileiros conviveram com uma ameaça nascida nos boletins dos censos demográficos. O rápido crescimento da população do país, que aumentou dez vezes entre o início e o fim do século XX, apontava para um futuro em que faltariam alimentos, moradia e infra-estrutura para tanta gente. A bomba populacional foi um risco real para o Brasil e sustentou uma infinidade de apostas sombrias. Essa bomba, porém, foi perdendo força a partir dos anos 70, à medida que um número cada vez maior de mulheres escolheu ter menos filhos. Quase 40 anos depois, essa bomba acaba de ser oficialmente desativada. É uma grande notícia para os brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A taxa de fecundidade é o fator que mais influencia a taxa de crescimento populacional de um país. Quando essa taxa de fecundidade cai abaixo do patamar de 2,1, a população cresce em ritmo mais lento e, depois de duas ou três décadas, passa a diminuir de tamanho. Todos os países desenvolvidos, em algum ponto de sua trajetória, tiveram quedas expressivas em seus índices de natalidade. A quantidade de filhos que as mulheres dão à luz tem impacto direto na economia e na sociedade de uma nação. São muitas as razões que levam os casais a formar famílias pequenas. A adesão das mulheres à competitividade no trabalho ou na vida acadêmica é certamente uma delas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; As consequências econômicas, sociais, culturais e políticas dessa mudança no tamanho da família brasileira só agora começam a ser medidas em toda a sua extensão. Com a taxa de fecundidade na casa de 1,8 filho por mulher, abre-se para o Brasil o que os especialistas chamam de janela de oportunidade demográfica. Nos próximos anos, com a queda gradual no número de nascimentos, o país terá uma proporção maior de pessoas em idade produtiva − entre 15 e 64 anos. A porcentagem de crianças e idosos que demandam mais investimentos do estado e, em tese, não produzem riqueza, será inferior à existente hoje. Com menor necessidade de gastos com escolas e hospitais, entre muitos outros itens relacionados à promoção do bem-estar de crianças e idosos, torna-se mais fácil para o governo fazer investimentos que produzam riqueza e acumular poupança. Isso vale também para os cidadãos, que podem gastar menos com a educação de crianças e com o sustento e a saúde dos mais velhos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O resultado dessa equação é o aumento da renda per capita, conta que resulta da divisão de toda a riqueza produzida por um país pelo número de seus habitantes. Quando as riquezas se multiplicam e a população se mantém praticamente estável, a economia adquire vitalidade, criam-se mais empregos e todos ficam mais ricos. (Paula Neiva e Roberta de Abreu Lima. Veja, 30 de julho de 2008, p.94-96, com adaptações)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;171. É INCORRETO associar “janela de oportunidade demográfica” a&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) redução no número de crianças, aumento no número de jovens e de idosos, e possibilidade de maiores investimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) desenvolvimento econômico e social, ampliação do consumo e bem-estar da população em geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) gastos menores com educação e saúde e participação de número maior de pessoas no mercado de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) maior produção de riqueza, aumento no número de empregos e distribuição mais equitativa da renda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) maiores investimentos em infra-estrutura, garantia de atendimento nos hospitais e vagas nas escolas para todas as crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O texto, no 3.º parágrafo, coleciona vários aspectos associados à “janela de oportunidade demográfica”, possível de “ser aberta” no Brasil na visão de especialistas. Os aspectos associados à “janela de oportunidade demográfica” estão contidos nas alternativas (A), (B), (C) e (D).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Mas não se pode associar, também segundo o texto, “janela de oportunidade demográfica” a maiores investimentos em infraestrutura, bem como garantia de atendimento nos hospitais e vagas nas escolas para todas as crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: E.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;172. O texto aponta, como uma das causas para a redução das taxas de fecundidade,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) as limitações impostas pelas condições econômicas de grande parcela da população.&lt;br /&gt;(B) as decisões tomadas por diversos governantes em relação à prioridade nos investimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) o aumento da renda da população, especialmente dos mais pobres e menos escolarizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) a maior participação da mulher na universidade e no mercado de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) a participação efetiva dos idosos na renda familiar devido ao envelhecimento da população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No texto, algumas das causas para a redução das taxas de fecundidade, presentes no final do 2.º parágrafo, estão na adesão das mulheres à competitividade no trabalho ou na vida acadêmica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Portanto não se podem identificar como causas as alegações presentes nas alternativas (A), (B), (C) e (E).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: D.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;173. O sentido da frase ameaça nascida nos boletins dos censos demográficos é retomado, no texto, pela seguinte afirmação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) ... apontava para um futuro em que faltariam alimentos, moradia e infra-estrutura para tanta gente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) Essa bomba, porém, foi perdendo força a partir dos anos 70, à medida que um número cada vez maior de mulheres escolheu ter menos filhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) É uma grande notícia para os brasileiros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) A taxa de fecundidade é o fator que mais influencia a taxa de crescimento populacional de um país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) Todos os países desenvolvidos, em algum ponto de sua trajetória, tiveram quedas expressivas em seus índices de natalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto e equivalência de estruturas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O segmento “ameaça nascida nos boletins dos censos demográficos”, presente no 1.º período do 1.º parágrafo, está se referindo ao trecho “apontava para um futuro em que faltariam alimentos, moradia e infraestrutura”, justificando, já no 2.º período do 1.º parágrafo, as razões para o emprego do termo “ameaça”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Observe-se que, na alternativa (B), se aborda a época em que já não havia mais crescimento vertiginoso da população, portanto não se pode associar à “ameaça”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A alternativa (C) é um trecho em que se trata de época em que a “bomba” já havia sido desativada (final do 1.º parágrafo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Há apenas uma informação solta na alternativa (D).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na alternativa (E), enumeram-se condições de normalidade quando a população fica estável numericamente, o que não autoriza a associação com a “ameaça”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: A.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;174. A afirmativa correta, em relação ao 2º parágrafo do texto, é:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) Trata-se de uma longa enumeração de fatos que justificam a diminuição do rigor das previsões catastróficas sobre o Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) Introduz uma restrição ao que foi afirmado anteriormente, contestando a última frase do 1º parágrafo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) Todo o seu sentido reflete uma intenção explicativa, considerando-se o assunto desenvolvido ao longo do texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) O assunto desenvolvido se desvia da idéia principal do texto, por ter-se deslocado para a situação demográfica de outros países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) Retoma, em outras palavras, exatamente o que foi afirmado no 1º parágrafo, para realçar a importância do assunto tratado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão de interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Quanto à alternativa (A), não é correto afirmar que se trata de uma longa enumeração de fatos que justificam a diminuição do rigor das previsões catastróficas no Brasil, porque há apenas uma informação sobre a taxa de fecundidade, sendo as demais lembranças de fatos ocorridos em países desenvolvidos e razões de as mulheres darem menos filhos à luz. Errada a assertiva (A).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Em relação à opção (B), não há restrição ao que se afirmou anteriormente, enm contestação à última frase do 1.º parágrafo; em verdade, há explicações que justificam as afirmações contidas no final do parágrafo anterior. Errada a opção (B).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na alternativa (D), está errada a afirmação de que, no 2.º parágrafo, o assunto se desvia do tema central por tratar situação demográfica de outros países. Ao contrário, dá-se como exemplo a situação de ouros países em relação às condições brasileiras. Errada a assertiva (D).&lt;br /&gt; A opção (E) não retoma em outras palavras o que se afirma no 1.º parágrafo. O 2.º parágrafo é esclarecedor e sustenta com argumentos o que se afirma no 1.º parágrafo. Errada a assertiva (E).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: C.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;175. ... será inferior à existente hoje. (3º parágrafo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O emprego do sinal de crase na frase acima indica a presença de um pronome que substitui corretamente a expressão:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) quantidade de pessoas em idade produtiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) proporção de investimentos do estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) promoção do bem-estar de crianças e idosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) necessidade de gastos com escolas e hospitais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) porcentagem de crianças e idosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre crase.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Observando-se o trecho “A porcentagem de crianças e idosos que demandam mais investimentos do estado e, em tese, não produzem riqueza, será inferior à existente hoje”, verifica-se que o termo referido é “porcentagem de crianças e idosos”. Tal segmento está subentendido entre o “à” e “existente”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Pode-se confirmar a afirmação com a repetição do segmento: “A porcentagem de crianças e idosos que demandam mais investimentos do estado e, em tese, não produzem riqueza, será inferior à porcentagem de crianças e idosos existente hoje”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: E.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;176. “... e sustentou uma infinidade de apostas sombrias.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O verbo que exige o mesmo tipo de complemento que o grifado acima está na frase:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) ... os brasileiros conviveram com uma ameaça nascida nos boletins dos censos demográficos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) A taxa de fecundidade é o fator ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) ... a população cresce em ritmo mais lento ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) ... tiveram quedas expressivas em seus índices de natalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) ... e todos ficam mais ricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre regência verbal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O verbo “sustentar”, em “... e sustentou uma infinidade de apostas sombrias ...”, é transitivo, pois quem sustenta sustenta algo ou alguém. No caso, “uma infinidade de apostas sombrias” é objeto direto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O verbo da assertiva (A) é transitivo indireto, pois quem convive convive “com”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O verbo da assertiva (B) é de ligação (verbo “ser”).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na opção (C), o verbo “crescer” é intransitivo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; O verbo “ter”, na opção (D),  em “tiveram quedas expressivas...”, é transitivo direto, pois quem tem tem alguma coisa, sendo “quedas expressivas” o objeto direto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na assertiva (E), o verbo “ficar” é de ligação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: D.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;177. Considere o emprego das formas verbais nas frases “não produzem riqueza” e “que produzam riqueza”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É correto afirmar que:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) Ambas as frases apresentam o mesmo sentido, já que se emprega o mesmo verbo, com flexão idêntica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) Na 2ª frase, o emprego da forma verbal indica uma possibilidade, enquanto na 1ª, o fato é real e concreto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) A mudança de flexão entre produzem e produzam deve-se ao fato de uma forma ser negativa e outra, positiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) Houve equívoco na flexão do verbo, que admite apenas a forma produzem, registrada na 1ª frase.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) Ambas as formas encontram-se na voz ativa e não aceitam ser transpostas para a voz passiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre tempos e modos verbais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A forma verbal “produzem” está conjugada na terceira pessoa do plural do presente do indicativo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;eu produzo tu produzes ele(a) produz&lt;br /&gt;nós produzimos vós produzis eles(as) produzem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No presente do indicativo, o verbo traduz ideia de ação incondicionada, certa, real e concreta. No caso do presente do indicativo, a ação é momentânea à fala.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A forma verbal “produzam” está conjugada na terceira pessoa do presente do subjuntivo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(que) eu produza (que) tu produzas (que) ele(a) produza&lt;br /&gt;(que) nós produzamos (que) vós produzais (que) ele(a) produzam&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No presente do subjuntivo, o verbo indica ação provável, condicionada, esperada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: B.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;178. “Em alguns países da Europa o aumento da população de idosos pesa nas contas públicas. Seria bem-vinda uma pequena elevação nas taxas de fecundidade em alguns países da Europa. Em alguns países da Europa, políticas governamentais incentivam a natalidade.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As frases acima formam um único período, com clareza, correção e lógica, em:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) Em alguns países da Europa o aumento da população de idosos pesa nas contas públicas, onde seria bem-vinda uma pequena elevação nas taxas de fecundidade, conquanto políticas governamentais incentivam a natalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) Seria bem-vinda uma pequena elevação nas taxas de fecundidade em alguns países da Europa, com o aumento da população de idosos que pesa nas contas públicas, enquanto que em alguns países da Europa, políticas governamentais incentivam a natalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) Em alguns países da Europa políticas governamentais incentivam a natalidade, em que pese o aumento da população de idosos nas contas públicas, o que seria bem-vindo com uma pequena elevação nas taxas de fecundidade neles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) Em alguns países da Europa seria bem-vinda uma pequena elevação nas suas taxas de fecundidade, com o aumento da população de idosos pesando nas contas públicas, para que as políticas governamentais incentivem a natalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) Em alguns países da Europa, em que seria bem-vinda uma pequena elevação nas taxas de fecundidade, políticas governamentais incentivam a natalidade, já que o aumento da população de idosos pesa nas contas públicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre diversos aspectos gramaticais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na alternativa (A), há, pelo menos, dois erros: 1. no emprego de “onde”, que só pode ser empregado em referência a lugar físico; 2. o emprego de “conquanto”, que traduz ideia de oposição (equivalendo a “embora”) está em desacordo com a frase anterior, pois ambas estão veiculando ideias no mesmo sentido. Errada a assertiva (A).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Dois erros se registram na opção (B): 1. não se emprega “enquanto que”, mas apenas “enquanto”; 2. o adjunto adverbial “em alguns países da Europa” deve ficar isolado por duas vírgulas, ou nenhuma, mas não separado com uma vírgula apenas. Errada a alternativa (B).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Há confusão na construção da alternativa (C), pois a última oração faz referência, ambiguamente, ao aumento da população de idosos nas contas públicas. Errada a opção (C).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; É confusa a construção da assertiva (D), porque se estabelece vínculo entre a taxa de fecundidade “com” o aumento da população de idosos, fugindo da ideia original. Errada a opção (D).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: E.&lt;br /&gt;___________________________________                                                                                 &lt;br /&gt;O poema abaixo é base para as questões 179 a 183.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Balõezinhos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na feira livre do arrabaldezinho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um homem loquaz apregoa balõezinhos de cor:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; −“O melhor divertimento para as crianças!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em redor dele há um ajuntamento de menininhos pobres,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Fitando com olhos muito redondos os grandes balõezinhos muito redondos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto a feira burburinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vão chegando as burguesinhas pobres,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E as criadas das burguesinhas ricas,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E mulheres do povo, e as lavadeiras da redondeza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas bancas de peixe,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas barraquinhas de cereais,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Junto às cestas de hortaliças&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tostão é regateado com acrimônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os meninos pobres não veem as ervilhas tenras&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os tomatinhos vermelhos,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem as frutas,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sente-se bem que para eles ali na feira os balõezinhos de cor são a única mercadoria útil e verdadeiramente indispensável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vendedor infatigável apregoa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;−“O melhor divertimento para as crianças!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E em torno do homem loquaz os menininhos pobres fazem um círculo inamovível de desejo e espanto.&lt;br /&gt;(Manuel Bandeira. Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1993, p. 196)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;179 De acordo com o poema, os menininhos pobres&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) são levados pela fala do vendedor a uma situação além de suas condições financeiras, ao comprarem os balões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) surgem em meio às demais pessoas na feira, entre as barracas, aumentando o vaivém e a gritaria reinantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) formam um contraponto às mulheres que fazem compras na feira, por não terem condições de adquirir o que desejam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) desmentem a fala do vendedor, pois somente os balõezinhos podem tornar-se objeto de diversão para eles, ali na feira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) atrapalham o ritmo natural do movimento da feira, ao permanecerem quietos e imóveis, junto ao vendedor de balões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  As alternativas (B) e (C) estão defeituosas, pois os menininhos não surgem entre as pessoas, nem aumentam o burburinho da feira, pois, segundo o poema, já estão na feira e se interessam apenas pelos balões. Também não fazem contraponto às mulheres que fazem compras na feira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Os menininhos estão interessados nos balões apregoados pelo vendedor, portanto não desmentem a fala do comerciante. Errada a assertiva (D).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Errada a alternativa (E), pois os menininhos pobres não atrapalham o ritmo natural da feira ao permanecerem imóveis junto ao vendedor de balões. Não há, no texto, tal afirmação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Resposta: A.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;180. Conclui-se corretamente do poema que&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) o centro das atenções está nos balõezinhos coloridos que as crianças cobiçam, sem possibilidade de realmente obtê-los. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) a importância da feira consiste em oferecer alimentos saudáveis e acessíveis a uma população de baixa renda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) as feiras livres, especialmente as da periferia, constituem pontos de encontro entre pessoas de todas as classes sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) os vendedores mais espertos e convincentes se aproveitam da inocência típica da infância para conseguir sempre mais lucros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) os produtos que são comercializados nas feiras livres, especialmente os alimentos, devem ser úteis a quem os vai comprar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O poema não aborda a importância da feira em oferecer alimentos saudáveis e acessíveis a uma população de baixa renda. Sequer há, no texto, essa intenção. Errada a assertiva (B).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O poema não se prende ao fato de que as feiras livres, especialmente as da periferia, constituem pontos de encontro entre pessoas de todas as classes sociais. Errada a opção (C).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No texto, aborda-se a presença de um só vendedor de balões, não de “vendedores”. Nem se faz alusão à esperteza para se aproveitar da inocência de crianças. Errada a alternativa (D).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A visão contida na assertiva (E) está completamente fora do contexto do poema. Errada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: A.&lt;br /&gt;___________________________________ &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;181. “No entanto a feira burburinha.” (6.º verso)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O verso acima assinala, no poema, a&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) retomada, em outras palavras, do que foi dito nos versos anteriores, quanto à descrição das pessoas naquele ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) presença dos vendedores que disputam a atenção das mulheres que chegam, como meio de vender rapidamente seus produtos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) aproximação entre a gritaria geral em toda a feira e a constância repetitiva da fala do vendedor de balões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) oposição entre a movimentação geral na feira e a permanência silenciosa dos meninos em torno do vendedor de balões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) influência das mulheres na vida familiar, garantindo uma alimentação adequada às crianças.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No verso “No entanto a feira burburinha”, não há referência aos versos anteriores, pois, até então, o autor não tinha feito alusão ao movimento da feira. Observe-se os versos anteriores: “Na feira livre do arrabaldezinho/ Um homem loquaz apregoa balõezinhos de cor:/ −“O melhor divertimento para as crianças!”/Em redor dele há um ajuntamento de menininhos/[pobres, Fitando com olhos muito redondos os grandes balõezinhos muito redondos” . Está errada, portanto, a alternativa (A).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Erradas as alternativas (B) e (C), porque o verso “No entanto a feira burburinha”  não faz referência à presença dos vendedores que disputam a atenção da mulheres que chegam, nem à aproximação entre a gritaria geral e a fala repetitiva do vendedor de balões. De igual forma, está errada a assertiva (E), porque não há referência à influência das mulheres na vida familiar, nem mesmo que elas estejam garantindo uma alimentação adequada às crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A rigor, o verso “No entanto a feira burburinha” traduz oposição entre a movimentação geral da feira e a permanência silenciosa dos menininhos interessados nos balões. Certa a opção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: D.  &lt;br /&gt;___________________________________                                                                                          &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;182. “Em redor dele há um ajuntamento de menininhos/ pobres, Fitando com olhos muito redondos os grandes balõezinhos muito redondos.” (4º e 5º versos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Percebe-se corretamente dos versos acima que o poeta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) repete palavras indevidamente, numa associação que resulta em estranheza e incoerência, na comparação entre olhos e balões, os dois muito redondos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) utiliza palavras aparentemente contraditórias, como os grandes balõezinhos, para acentuar a importância dos balões a partir do ponto de vista das crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) comete um equívoco intencional no sentido das palavras ao afirmar que era possível aos meninos fitar os balões com olhos muito redondos.&lt;br /&gt;(D) atribui ênfase à frustração dos meninos diante dos balões com o emprego do adjetivo pobres, que se refere a uns e outros, igualmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) desconsidera a importância do vendedor de balões, ao se referir ao ajuntamento de menininhos pobres, que permanecem em redor dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Os versos “Em redor dele há um ajuntamento de menininhos/ pobres, Fitando com olhos muito redondos os grandes balõezinhos muito redondos” traduzem claramente ênfase à frustração dos meninos diante dos balões com o emprego do adjetivo “pobres”. Portanto está correta a assertiva (D).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: D.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;183. O emprego constante de palavras no sentido diminutivo acentua, no poema,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) a pobreza do ambiente e dos frequentadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) a algazarra entre feirantes e compradoras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) a pouca serventia dos balões coloridos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) os preços bastante convidativos dos produtos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) a falta de qualidade dos produtos à venda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O emprego constante de palavras no sentido diminutivo acentua, no poema, como “arrabaldezinho”, balõezinhos”, “menininhos”, a pobreza do ambiente e dos frequentadores. Correta a alternativa (A).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O emprego de diminutivos não acentua, nem indica a algazarra entre feirantes e compradores, muito menos a serventia dos balões (observe-se que não são apenas os balões que aparecem no diminutivo). Portanto estão erradas as assertivas (B) e (C).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Os “preços bastante convidativos dos produtos da feira” e a falta de qualidade dos produtos à venda são elementos estranhos ao poema, pois sequer foram citados. Erradas as assertivas (D) e (E).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: A.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7143776015959738336-6951970374567442102?l=professormenegotto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BEGibeA8AyXYIaDrXEfw0IcjxfY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BEGibeA8AyXYIaDrXEfw0IcjxfY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BEGibeA8AyXYIaDrXEfw0IcjxfY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BEGibeA8AyXYIaDrXEfw0IcjxfY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos/~4/hrBmKXYp_SE" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://professormenegotto.blogspot.com/feeds/6951970374567442102/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://professormenegotto.blogspot.com/2012/01/setima-edicao-das-questoes-da-fcc-para.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7143776015959738336/posts/default/6951970374567442102?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7143776015959738336/posts/default/6951970374567442102?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos/~3/hrBmKXYp_SE/setima-edicao-das-questoes-da-fcc-para.html" title="SÉTIMA EDIÇÃO DAS QUESTÕES DA FCC - PARA O CONCURSO DO INSS" /><author><name>Professor Alberto Menegotto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11711416067856254380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="25" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_n3GHE1Fbg7M/SoREhW9bMNI/AAAAAAAAAGk/FPbsNLlk6uY/S220/Beto+Face.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-SQDfPkxUZGI/TySFcu_uzBI/AAAAAAAACQg/qoEr4GP3MLU/s72-c/FCC.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://professormenegotto.blogspot.com/2012/01/setima-edicao-das-questoes-da-fcc-para.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEQEQXo4fip7ImA9WhRUF0w.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7143776015959738336.post-2071013572956423426</id><published>2012-01-28T00:05:00.000-02:00</published><updated>2012-01-28T00:05:00.436-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-28T00:05:00.436-02:00</app:edited><title>TEMPORADA DE CONCURSOS EM FORTE AQUECIMENTO</title><content type="html">&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-t31sSj38W2w/TyNLdD7BTCI/AAAAAAAACQU/UIU6ztgmcOY/s1600/imagesCAJDXGPC.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 199px; height: 130px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-t31sSj38W2w/TyNLdD7BTCI/AAAAAAAACQU/UIU6ztgmcOY/s320/imagesCAJDXGPC.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5702484515822324770" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;São dezenas de editais para processos seletivos de diversos órgãos municipais, estaduais e federais. Confira!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A temporada de concursos públicos de 2012 começou com forte ritmo, com a abertura de dezenas de editais de seleção municipais, estaduais e federais. São milhares de vagas e opções para diversos cargos e níveis. A expectativa é de que este seja o ano mais movimentado para concursos públicos dos últimos anos, com uma previsão de abertura de cerca de 50 mil vagas em todo o Brasil. &lt;br /&gt;Em declaração ao jornal Zero Hora, o representante da Associação Nacional de Proteção e Apoio aos Concursos no Estado (Anpac), Douglas Soares, diz que a expectativa para os próximos 12 meses é de sejam abertas mais de 50 mil vagas no Executivo, Legislativo e Judiciário. Segundo ele, este é um número 30% superior a 2011. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Serão oportunidades para excelentes cargos, com ótimos salários. Quem pretende conquistar uma dessas vagas, deve começar a se preparar desde já", aconselha Soares.&lt;br /&gt;Confira alguns dos concursos mais disputados que estão com inscrições abertas na seção Concursos do Pense Empregos. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: PENSEEMPREGOS/clickrbs&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7143776015959738336-2071013572956423426?l=professormenegotto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/z8mdrgjHhfREO_5Kylf_XGA8Woo/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/z8mdrgjHhfREO_5Kylf_XGA8Woo/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/z8mdrgjHhfREO_5Kylf_XGA8Woo/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/z8mdrgjHhfREO_5Kylf_XGA8Woo/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos/~4/nZw0kc51cfw" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://professormenegotto.blogspot.com/feeds/2071013572956423426/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://professormenegotto.blogspot.com/2012/01/temporada-de-concursos-em-forte.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7143776015959738336/posts/default/2071013572956423426?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7143776015959738336/posts/default/2071013572956423426?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos/~3/nZw0kc51cfw/temporada-de-concursos-em-forte.html" title="TEMPORADA DE CONCURSOS EM FORTE AQUECIMENTO" /><author><name>Professor Alberto Menegotto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11711416067856254380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="25" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_n3GHE1Fbg7M/SoREhW9bMNI/AAAAAAAAAGk/FPbsNLlk6uY/S220/Beto+Face.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-t31sSj38W2w/TyNLdD7BTCI/AAAAAAAACQU/UIU6ztgmcOY/s72-c/imagesCAJDXGPC.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://professormenegotto.blogspot.com/2012/01/temporada-de-concursos-em-forte.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEUCQng5eip7ImA9WhRUF0w.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7143776015959738336.post-1052739695617299247</id><published>2012-01-27T00:05:00.001-02:00</published><updated>2012-01-27T22:57:43.622-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-27T22:57:43.622-02:00</app:edited><title>POLÍCIA FEDERAL DIVULGA CALENDÁRIO DOS CONCURSOS</title><content type="html">&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-j-US70BhnfU/TyH2BVLU-uI/AAAAAAAACP8/5WQvgKyUSDo/s1600/images.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 259px; height: 194px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-j-US70BhnfU/TyH2BVLU-uI/AAAAAAAACP8/5WQvgKyUSDo/s320/images.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5702109105952717538" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O Departamento de Polícia Federal publicou em sua página oficial o calendário dos concursos previstos para 2012. O edital para Agentes (500 vagas) e Papiloscopistas (100 vagas) será publicado em fevereiro, com curso de formação em julho ou agosto e nomeação em janeiro de 2013. Já os editais para Delegado (150 vagas), Perito (100 vagas) e Escrivão (350 vagas) estão previstos para março ou abril, com cursos de formação marcado para janeiro de 2013. Para estes, a nomeação deve ocorrer em julho de 2013.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os cargos de Agente, Papiloscopista e Escrivão, a remuneração inicial é de R$7.818, já contabilizado o auxílio-alimentação de R$304. Para ocupar os cargos, os candidatos devem possuir o ensino superior completo em qualquer área de formação e a carteira de habilitação, na categoria "B" ou superior. Para Delegado, é necessário o bacharelado em Direito e para Perito, é exigida formação superior em áreas específicas. A carteira de habilitação também é exigida para os dois cargos, cuja remuneração inicial é de R$13.672.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Polícia Federal trabalha agora na escolha da banca organizadora do concurso. As provas do concurso devem ser aplicadas a partir de abril. As etapas previstas para o concurso incluem  provas objetivas e discursiva, avaliação psicológica, exame médico, exame de aptidão física, curso de formação, e investigação social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Área Administrativa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além dos concursos já autorizados para a área policial, a PF  solicitou ao Ministério do Planejamento 328 vagas para Agente Administrativo, cargo cuja remuneração inicial é de R$3.203,97, incluindo o auxílio-alimentação de R$304. A solicitação faz parte d e projeto de  reestruturação da carreira que fixa a criação de 3 mil vagas, 2 ml de nível médio e mil de nível superior. "Acreditamos que o ideal é promover este certame após a reestruturação", afirmou o diretor de Gestão de Pessoal, Maurício Leite Valeixo Mauricio Valeixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: VESTCON&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7143776015959738336-1052739695617299247?l=professormenegotto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nMr-Qpu9xic2fzNwzEO5cBus7lA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nMr-Qpu9xic2fzNwzEO5cBus7lA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nMr-Qpu9xic2fzNwzEO5cBus7lA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nMr-Qpu9xic2fzNwzEO5cBus7lA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos/~4/FsEC22QbyHY" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://professormenegotto.blogspot.com/feeds/1052739695617299247/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://professormenegotto.blogspot.com/2012/01/policia-federal-divulga-calendario-dos.html#comment-form" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7143776015959738336/posts/default/1052739695617299247?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7143776015959738336/posts/default/1052739695617299247?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos/~3/FsEC22QbyHY/policia-federal-divulga-calendario-dos.html" title="POLÍCIA FEDERAL DIVULGA CALENDÁRIO DOS CONCURSOS" /><author><name>Professor Alberto Menegotto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11711416067856254380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="25" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_n3GHE1Fbg7M/SoREhW9bMNI/AAAAAAAAAGk/FPbsNLlk6uY/S220/Beto+Face.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-j-US70BhnfU/TyH2BVLU-uI/AAAAAAAACP8/5WQvgKyUSDo/s72-c/images.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://professormenegotto.blogspot.com/2012/01/policia-federal-divulga-calendario-dos.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUYEQXwyfip7ImA9WhRUFEg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7143776015959738336.post-8821656282655928389</id><published>2012-01-25T00:05:00.000-02:00</published><updated>2012-01-25T00:05:00.296-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-25T00:05:00.296-02:00</app:edited><title>ABERTO CONCURSO PARA DIPLOMATA - MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES</title><content type="html">&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-DcCyLNdJ60M/Tx8DOVAVGuI/AAAAAAAACPk/2hSxcWA7hO4/s1600/MINIST%25C3%2589RIO%2BDAS%2BRELA%25C3%2587%25C3%2595ES%2BEXTERIORES%2BLOGO.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 62px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-DcCyLNdJ60M/Tx8DOVAVGuI/AAAAAAAACPk/2hSxcWA7hO4/s320/MINIST%25C3%2589RIO%2BDAS%2BRELA%25C3%2587%25C3%2595ES%2BEXTERIORES%2BLOGO.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5701279197965916898" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-tFjmEHFTtYc/Tx8DKB0PXYI/AAAAAAAACPY/cwtEv3kuAwI/s1600/MINIST%25C3%2589RIO%2BDAS%2BRELA%25C3%2587%25C3%2595ES%2BEXTERIORES%2BFOTO.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 275px; height: 183px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-tFjmEHFTtYc/Tx8DKB0PXYI/AAAAAAAACPY/cwtEv3kuAwI/s320/MINIST%25C3%2589RIO%2BDAS%2BRELA%25C3%2587%25C3%2595ES%2BEXTERIORES%2BFOTO.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5701279124095458690" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Edital de 18 de janeiro de 2012:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Diretoria Geral do Instituto Rio Branco, torna público que estarão abertas, de 26 de janeiro de 2012 a 12 de fevereiro de 2012, as inscrições para o concurso público de Admissão à Carreira de Diplomata. Serão oferecidas 30, sendo 2 vagas reservadas aos candidatos com deficiência. A remuneração inicial no Brasil será de R$ 12.962,12.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O concurso será realizado pelo Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (CESPE/UnB).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O concurso terá quatro fases:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Primeira fase: prova objetiva, constituída de questões objetivas de Português, de História do Brasil, de História Mundial, de Geografia, de Política Internacional, de Inglês, de Noções de Economia e de Noções de Direito e Direito Internacional Público, de caráter eliminatório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) Segunda fase: prova escrita de Português, de caráter eliminatório e classificatório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) Terceira fase: provas escritas de História do Brasil, de Geografia, de Política Internacional, de Inglês, de Noções de Economia e de Noções de Direito e Direito Internacional Público, de caráter eliminatório e classificatório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d) Quarta fase: provas escritas de Espanhol e de Francês, de caráter classificatório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada uma das fases será realizada simultaneamente nas cidades de Aracaju-SE, Belém-PA, Belo Horizonte-MG, Boa Vista-RR, Brasília-DF, Campo Grande-MS, Cuiabá-MT, Curitiba-PR, Florianópolis-SC, Fortaleza-CE, Goiânia-GO, João Pessoa-PB, Macapá-AP, Maceió-AL, Manaus-AM, Natal-RN, Palmas-TO, Porto Alegre-RS, Porto Velho-RO, Recife-PE, Rio Branco-AC, Rio de Janeiro-RJ, Salvador-BA, São Luís-MA, São Paulo-SP, Teresina-PI e Vitória-ES.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Das Inscrições:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As inscrições poderão ser efetuadas somente via Internet, no endereço eletrônico www.cespe.unb.br, solicitada no período entre às 10h do dia 26 de janeiro até às 23h59min do dia 12 de fevereiro de 2012, horário oficial de Brasília-DF.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O valor da taxa de inscrição será de R$ 150,00. O candidato deverá efetuar o pagamento da taxa de inscrição por meio da Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança) até a data do vencimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O comprovante de inscrição do candidato estará disponível no endereço eletrônico, após o acatamento da inscrição, sendo de responsabilidade exclusiva do candidato a obtenção desse documento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A prova objetiva será aplicada na data provável de 25 de março de 2012, em duas etapas: a primeira às 10 horas, com duração de 2h30min; e a segunda às 15 horas (horário oficial de Brasília-DF), com duração de 3h30min.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os locais e o horário de realização da prova objetiva estarão disponíveis para consulta na Internet, a partir da data provável de 16 de março de 2012.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prazo de validade do concurso será de noventa 90 dias, a contar da data de publicação do resultado final, sem possibilidade de prorrogação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Diário Oficial da União&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7143776015959738336-8821656282655928389?l=professormenegotto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2kOB252gIwQpEnbySufIm5yzUYE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2kOB252gIwQpEnbySufIm5yzUYE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2kOB252gIwQpEnbySufIm5yzUYE/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2kOB252gIwQpEnbySufIm5yzUYE/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos/~4/wvEcwTEUjCU" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://professormenegotto.blogspot.com/feeds/8821656282655928389/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://professormenegotto.blogspot.com/2012/01/aberto-concurso-para-diplomata.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7143776015959738336/posts/default/8821656282655928389?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7143776015959738336/posts/default/8821656282655928389?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos/~3/wvEcwTEUjCU/aberto-concurso-para-diplomata.html" title="ABERTO CONCURSO PARA DIPLOMATA - MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES" /><author><name>Professor Alberto Menegotto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11711416067856254380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="25" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_n3GHE1Fbg7M/SoREhW9bMNI/AAAAAAAAAGk/FPbsNLlk6uY/S220/Beto+Face.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-DcCyLNdJ60M/Tx8DOVAVGuI/AAAAAAAACPk/2hSxcWA7hO4/s72-c/MINIST%25C3%2589RIO%2BDAS%2BRELA%25C3%2587%25C3%2595ES%2BEXTERIORES%2BLOGO.bmp" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://professormenegotto.blogspot.com/2012/01/aberto-concurso-para-diplomata.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEIDRnw8fCp7ImA9WhRUE0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7143776015959738336.post-5297711676531535154</id><published>2012-01-24T00:19:00.004-02:00</published><updated>2012-01-24T00:36:17.274-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-24T00:36:17.274-02:00</app:edited><title>Comentários e respostas às questões da prova de Língua Portuguesa do concurso para provimento de cargo de Assistente Legislativo I da Câmara Municipal</title><content type="html">&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Z_iEAR5D-L4/Tx4Y3_9RDLI/AAAAAAAACPM/XTwyso0ds7g/s1600/imagesCAL3S5YI.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 225px; height: 225px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-Z_iEAR5D-L4/Tx4Y3_9RDLI/AAAAAAAACPM/XTwyso0ds7g/s320/imagesCAL3S5YI.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5701021528637902002" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-wQyy3WYPbBc/Tx4Yxmieu_I/AAAAAAAACPA/u5qcwZSIUrI/s1600/imagesCA0I771E.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 240px; height: 147px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-wQyy3WYPbBc/Tx4Yxmieu_I/AAAAAAAACPA/u5qcwZSIUrI/s320/imagesCA0I771E.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5701021418735451122" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Questão 1 – interpretação de texto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As lacunas das linhas 16, 27, 28 e 29 devem ser preenchidas respectivamente, pelas palavras “emigrante” “competência”, “econômica” e “judicial”. A primeira, porque se trata de observar teoricamente o comportamento de um mexicano que sai de seu país, logo é “emigrante”; a segunda, porque país rico é rico em virtude da “competência” técnica de suas populações; na terceira lacuna, o termo “econômica” deve aparecer em razão de estar ligada à qualidade das instituições; na última lacuna de linha contínua, deve aparecer “judicial” e não “educacional”, uma vez que, na oração seguinte, o texto se refere à qualidade de ensino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: D.&lt;br /&gt;__________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 2 – interpretação de texto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No texto, vê-se que “... Estado eficiente e eticamente íntegro é o mais importante fator de riqueza para todos os países”. Logo está errada a assertiva “A”, porque afirma que Estado forte, eficiente e ético está relacionado à riqueza que consegue mobilizar. Errada a opção “C”, porque se refere á eficiência empresarial como fator de riqueza, o que é estranho ao texto. No texto, há referência a todos os países, não apenas aos países em desenvolvimento, portanto está errada a assertiva “D”. Errada a opção “E”, porque não há, no texto, referência ao fato de que país rico aposte no diálogo com o Banco Mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: B.&lt;br /&gt;__________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 3 – interpretação de texto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Errada a assertiva I, porque o autor não afirma que os mexicanos aumentam sua produtividade por comercializar drogas, especialmente cocaína; o autor, em verdade, nega isso. Correta a assertiva II, pois se refere à informação creditada ao jornalista Ronald Bailey. Correta a assertiva III, porque, no texto, se afirma que o Brasil é um dos três ou quatro países mais ricos do mundo em recursos naturais, mas apresenta problemas relacionados à segurança, à saúde, à educação, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: E.&lt;br /&gt;____________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 4 – gramática – emprego dos “porquês”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A lacuna da linha 06 deve ser preenchida com “porque” (junto e sem acento), já que se trata de uma explicação; a lacuna da linha 31 deve ser completada com “por que”, uma vez que se trata de pergunta indireta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: C.&lt;br /&gt;____________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 5 – gramática – diversos aspectos &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O termo “das”, no trecho “As opções não são de todo implausíveis, mas falta aí uma alternativa correta: nenhuma das três”, refere-se às “opções” e não à alternativa correta. O fato de estar no plural remete à palavra “opções”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; As demais afirmações estão corretas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: A.&lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 6 – gramática – acentuação gráfica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A palavra “agrícolas” é acentuada por ser proparoxítona; “maquinário” e “patrimônio” são acentuadas por serem paroxítonas terminadas em ditongo crescente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na assertiva “A”, “México” é acentuada por ser proparoxítona; “influência” leva acento por ser paroxítona terminada em ditongo crescente; “científico” é acentuada por ser proparoxítona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na opção “B”, “inépcia” e “eficiência” são acentuadas por serem paroxítonas terminadas em ditongo crescente; “tecnológica” leva acento por se proparoxítona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na alternativa “C”, o nome próprio “Sérgio” á acentuado por ser palavra paroxítona terminada em ditongo crescente; “época” leva acento por ser proparoxítona; “intangível” é palavra acentuada por ser paroxítona terminada em “l”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A opção “D” apresenta “íntegro”, que leva acento por ser proparoxítona, e “referência” e “competência”, que são acentuadas por serem paroxítonas terminadas em ditongo crescente, coincidindo com as razões de acentuação das palavras do enunciado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na alternativa “E”, “imprevisível” é acentuada por ser paroxítona terminada em “l”; “econômica”, por ser proparoxítona e “saúde” por apresentar “u” tônico, precedido de vogal e formando sílaba sozinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: D.&lt;br /&gt;_______________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 7 – gramática – estrutura e formação de palavras&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Está errada a assertiva “E”, porque “correlação” é palavra formada pelo processo de prefixação (“-co”) e sufixação (“-ção”), e não por aglutinação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; As demais opções estão corretas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: E.&lt;br /&gt;_________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 8 – gramática – conjunções coordenativas e subordinativas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; As conjunções “mas” e “entretanto” são coordenativas adversativas e sinônimas uma da outra; as conjunções “Segundo” e “Conforme” são subordinativas conformativas e sinônimas entre si. Correta a assertiva “A”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na “B”, “Segundo” e “De acordo” são sinônimos, mas “quando” é conjunção subordinativa temporal, enquanto “todavia” é coordenativa adversativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na opção “C”, “quando” é subordinativa temporal”, e “porque” pode ser coordenativa explicativa; “Conforme” é subordinativa conformativa, e “À medida que” é subordinativa proporcional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na assertiva “D”, “mas” e “contudo” são coordenativas adversativas e sinônimas uma da outra; “Conforme” é conjunção subordinativa conformativa, e “Caso”, conjunção subordinativa condicional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na opção “E”, “Conforme” é conjunção subordinativa conformativa, enquanto “Portanto” é coordenativa conclusiva; “quando” é subordinativa temporal, e “em contrapartida” é expressão que funciona como conjunção coordenativa adversativa, equivalente a “mas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: A.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 9 – gramática – pontuação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Correta a afirmação I, porque os dois-pontos da linha 06 estão empregados para introduzir as possíveis razões do aumento de produtividade de um mexicano que entra nos EUA. Ali há enumeração das razões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Os dois-pontos utilizados nas linhas 08 e 09 introduzem explicitações de informações trazidas nas orações anteriores; no primeiro caso, introduzem a alternativa que falta; no segundo, outras opções. Correta, portanto, a assertiva II.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Errada a opção III, porque, no trecho da linha 13, os dois-pontos introduzem os “valores institucionais”, não podendo ser substituídos por ponto-e-vírgula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: D.&lt;br /&gt;____________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 10 – gramática – classes gramaticais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No trecho “Vivendo a correlação, classificamos aí a qualidade de nossas instituições? Pergunte a um parlamentar. A um governante. A um juiz”, as duas primeiras ocorrências de “a” são artigos definidos, e nas três últimas, preposições. Portanto está errada a alternativa “B”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; As demais opções estão corretas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: B.&lt;br /&gt;_________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 11 – interpretação de texto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; As palavras que preenchem correta e respectivamente as lacunas das linhas 06, 09, 15, 24 e 43 são “espectadores”, “predileções”, “detestável”, “ignorá-los” e “presságio”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: C.&lt;br /&gt;_________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 12 – interpretação de texto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Errada a assertiva I, pois o autor não está de acordo com a afirmação de que a política é um circo. No primeiro parágrafo (linha 01), o autor afirma: “Pois estão errados...”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Correta a assertiva II, pois, no final do texto, o autor afirma que “Hoje o público não sabe o que é solidariedade” (linhas 45-46).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Correta a assertiva III, pois se entende que os políticos desrespeitam o público porque o público abdicou do próprio respeito (linhas 11 e 12)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: E.&lt;br /&gt;______________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 13 – interpretação de texto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Está errada a afirmação contida na opção “B”, porque, no Coliseu, segundo o texto, os lutadores e o soberano consultavam o público para saber quem iria morrer ou não, mas não era consultado para “todas as tomadas de decisão pelo imperador romano”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: B.&lt;br /&gt;______________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 14 – gramática – conjunções coordenativas e subordinativas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na linha 01, o termo “Pois” está sendo empregado como adversativo, equivalendo a “No entanto”, ou “Entretanto”, ou “Todavia” ou “Porém”, que lhe são sinônimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Nas linhas 20/21, “ainda que” equivale a “mesmo que”, ou “apesar de”, que lhe são sinônimas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na linha 32, “embora” é conjunção subordinativa adverbial concessiva, equivalendo a “apesar de”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na linha 46, “Se” conjunção subordinativa adverbial condicional, equivalendo a “Caso”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: A.&lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 15 – gramática – pontuação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Nas alternativas “A”, “B”, “D” e “E”, respectivamente as sequências “Nas redes sociais”, “Na semana passada”, “na internet” e “Às vezes” estão isolados por vírgula por serem adjuntos adverbiais deslocados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na opção “C”, o segmento “Se ele não se der ao respeito” está isolada por vírgula por se tratar de oração subordinada adverbial condicional deslocada.&lt;br /&gt;Resposta: C.&lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 16 – gramática – termos da oração&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na linha 44, “Nelson Rodrigues” é sujeito na oração em que aparece, e “Otto Lara Resende” é objeto indireto. Errada a opção “A”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No trecho da linha 36, “Luiz Inácio Lula da Silva” é objeto de “insulta”. Errada, portanto, a alternativa “C”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na linha 29, a sequência “a velha máxima brasileira” é objeto direto de “reedita”, portanto está errada a opção “D”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O segmento “do próprio respeito”, na linha 12, é objeto indireto de “abdicar”. Logo está errada a assertiva “E”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: B.&lt;br /&gt;______________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 17 – gramática – concordância verbal e nominal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A pluralização de “circo” e “plateia” na linha 03 implicará a alteração de cinco palavras, a saber:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “Nos circos, as platéias são chamadas de ‘respeitável público’ e fazem por merecer o tratamento”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: E.&lt;br /&gt;_______________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 18 – gramática – estrutura e formação de palavras&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na palavra “recusa”, não há prefixo, pois “re” não funciona como tal. Errada, portas demais alternativas estão corretas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: A.&lt;br /&gt;_______________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 19 – gramática – funções sintáticas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Estão corretas as afirmativa I e II.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Está errada a afirmativa III, porque no trecho “Um câncer de laringe num líder populista é metáfora?”, o sujeito da oração é “um câncer de laringe”, e não “líder populista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: D.&lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 20 – gramática – diversos aspectos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No trecho “O debate de ideias sucumbirá ao desejo de exterminar o outro. E a voz do povo será a voz da treva” (linhas 46 e 47), os segmentos “a voz da treva” e “de ideias” exercem, respectivamente, as funções de predicativo do sujeito (que é, no segundo período, “a voz do povo”) e complemento nominal (de “debate”). Portanto está errada a assertiva “C”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; As demais  alternativas estão corretas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: C.&lt;br /&gt;__________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 21 – interpretação de texto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; As lacunas das linhas 10, 15, 30, 34 e 48 devem ser preenchidas, respectivamente, por “transmissão”, “analisar”, “contém”, “micróbios” e “sintomas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: B.&lt;br /&gt;__________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 22 – interpretação de texto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Correta a afirmação I, pois, segundo o texto, a pesquisa com participantes gaúchos (90 casais) toma como foco central o tratamento de uma doença que já matou aproximadamente 30 milhões de pessoas no mundo (1º parágrafo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Correta a assertiva II, porque, segundo o texto, o tratamento também diminui a transmissão do vírus e reduzem o risco de infecção (1º parágrafo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Errada a afirmação III, porque a pesquisa foi realizada com 90 casais gaúchos e mais 1,7 mil casais de outros 13 países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: D.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 23 – interpretação de texto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Segundo o texto, as zeólitas não são proteínas vegetais, mas minerais porosos. Errada, portanto, a assertiva “A”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Errada a assertiva “B”, porque a nave Haybusa trouxe para a terra amostras de poeira do asteroide Itokawa, e não amostras de PSII.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Não há, no texto, informação de que a descoberta de um planeta que circula num sistema binário possa ajudar nos estudos de estrelas antigas. No texto, há informação de que o que se viu neste planeta é diferente do que está traçado em nosso sistema solar. Errada, portanto, a opção “C”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; As duas nuvens de gás hidrogênio parecem ter mantido sua formulação química original, mesmo 2 bilhões de anos após o big bang, e não há 2 mil anos. Errada, portanto, a assertiva “D”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: E.&lt;br /&gt;_____________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 24 – interpretação de texto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; As associações entre a coluna 1 e a 2 devem ser as seguintes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; 2 – 5 – 4 – 3 – 1.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: C.&lt;br /&gt;_____________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 25 – gramática – conjunções coordenativas e subordinativas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O “e”, no trecho “Science publica ranking das 10 maiores inovações e elege campeã uma pesquisa feita em hospital gaúcho” (linhas 01 e 02), indica ideia de adição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A conjunção “como”, no trecho “... como deviam ser as estrelas mais antigas do universo” (linha 30), indica ideia de conformidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  A conjunção “ou”, no trecho “... limpeza de células envelhecidas – ou aquelas que pararam de se dividir...” (linhas 46 e 47), indica alternância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: A.&lt;br /&gt;_________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 26 – gramática – concordância verbal e nominal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A substituição de “Science” (linha 01) por “Algumas revistas científicas” implicará a adequação de 2 (duas) palavras, a saber:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “Algumas revistas científicas publicam ranking das 10 maiores inovações e elegem campeã uma pesquisa feita em hospital gaúcho”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: B.&lt;br /&gt;___________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 27 – gramática – diversos aspectos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Errada a assertiva “C”, porquanto o segmento “dessas células” não é complemento verbal (objeto) direto, mas complemento nominal de “limpos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; As demais assertivas estão corretas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: C.&lt;br /&gt;___________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 28 – gramática – pontuação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Errada a assertiva II, porque o segmento “segundo a pesquisa” (linha 11), que está isolado por vírgulas, poderia vir isolado por travessões em substituição às duas vírgulas, mas não apenas um travessão no lugar da primeira vírgula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; As demais assertivas estão corretas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: E&lt;br /&gt;____________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 29 – correspondência oficial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Errada a assertiva “B”, porque a indicação de assunto,  local e data não devem aparecer na parte inferior direita da página, mas na parte superior esquerda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; As demais assertivas festão corretas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: B.&lt;br /&gt;____________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão 30 – correspondência oficial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Correta a assertiva “D”, porque o memorando é tipo de correspondência internamente em uma instituição pública, normalmente entre setores de um órgão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; As demais estão erradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: D.&lt;br /&gt;____________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cópia da prova está disponível no Setor de Cópias do CPCRS (Copystar), na avenida Farrapos, 235, bairro Floresta, Porto Alegre.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;____________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Prof. Menegotto.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7143776015959738336-5297711676531535154?l=professormenegotto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Os prédios da FAPA - Faculdades Porto-Alegrenses, situados no alto do Morro Santana, foram utilizados pela banca elaboradora como um dos locais de prova. É consabido que, toda vez que há concurso público e para isso se ocupa a sede da FAPA, o congestionamento no trânsito passa a ser o primeiro inimigo dos concorrentes, pois o acúmulo de veículos, particulares e coletivos, é enorme, fato que demandaria, para dizer pouco, uma operação estratégica de liberação do fluxo principalmente da avenida Protásio Alves, alguns quilômetros antes da avenida Manoel Elias, incluindo-se esta também. Pois, novamente, não foi o que aconteceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como estive no local entre 7h15min e 8h20min, considerando-se que a prova da manhã iniciava às 8h, constatei a presença de apenas uma viatura da EPTC e três agentes (possivelmente CURLY, LARRY e MOE, e qualquer semelhança é mera coincidência), e ainda longe do centro nervoso do congestionamento (Protásio Alves com Manoel Elias). Na verdade, a viatura e os "agentes" estavam na avenida Manoel Elias a 500 metros do portão de entrada, onde o fluxo de veículos era absolutamente baixo, pois por lá estavam passando apenas os condutores de veículos dos quais já haviam desembarcado os candidatos meio quilômetro antes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, no "olho-do-furacão", ou seja, nas imediações do portão central da FAPA, minutos antes da prova, centenas de candidatos desembarcavam de automóveis, de ônibus e de lotações e saíam em desabalada corrida rumo aos prédios onde prestariam provas, faltando alguns minutos para o início do concurso. Muitos, estressados ante a inexplicável demora para percorrer pouco mais de dois ou três quilômetros entre as avenidas Protásio Alves e a Manoel Elias, já se sentiam fora do certame, acreditando que seriam barrados por atraso. E tudo isso por exclusiva e imperdoável falha (incompetência) da EPTC e seus "agentes".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ausência de um planejamento de liberação do fluxo de veículos que trafegavam na avenida Protásio Alves foi sentida por todos que lá estiveram momentos antes do início da prova. É inconcebível que a EPTC - que na verdade, desde sua fundação, não disse a que veio - não tenha preparado alguma estratégia para melhorar o trânsito, o que nos remete, obrigatoriamente, a acreditar na inequívoca incompetência de seus dirigentes e na ausência de visão do trânsito de Porto Alegre por esta empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma vez me decepciono com os desserviços prestados aos porto-alegrenses pela EPTC e deixo registrada a frase do meu querido e saudoso professor Túlio Santos em relação aos "azuizinhos": ELES SÃO UNIDOS, FEROZES E NÃO PERDOAM AOS TALENTOSOS. Acrescento, com licença do mestre Túlio, o adjetivo INCOMPETENTES: OS AZUIZINHOS SÃO UNIDOS, INCOMPETENTES, FEROZES E NÃO PERDOAM AOS TALENTOSOS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prof. Alberto Menegotto&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7143776015959738336-3259608928123130856?l=professormenegotto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/OIKPY21TDcX7dZmmSVBhJy0gNRs/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/OIKPY21TDcX7dZmmSVBhJy0gNRs/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos/~4/ESsX1jEk_Cg" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://professormenegotto.blogspot.com/feeds/3259608928123130856/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://professormenegotto.blogspot.com/2012/01/eptc-so-atrapalha-dos-candidatos-ao.html#comment-form" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7143776015959738336/posts/default/3259608928123130856?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7143776015959738336/posts/default/3259608928123130856?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos/~3/ESsX1jEk_Cg/eptc-so-atrapalha-dos-candidatos-ao.html" title="EPTC SÓ ATRAPALHA OS CANDIDATOS AO CONCURSO DA CÂMARA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE" /><author><name>Professor Alberto Menegotto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11711416067856254380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="25" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_n3GHE1Fbg7M/SoREhW9bMNI/AAAAAAAAAGk/FPbsNLlk6uY/S220/Beto+Face.jpg" /></author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://professormenegotto.blogspot.com/2012/01/eptc-so-atrapalha-dos-candidatos-ao.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0QFSX89cCp7ImA9WhRUEks.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7143776015959738336.post-4225343025768644177</id><published>2012-01-22T00:05:00.001-02:00</published><updated>2012-01-22T19:55:18.168-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-22T19:55:18.168-02:00</app:edited><title>SEXTA EDIÇÃO DAS QUESTÕES DA FCC - PARA O CONCURSO DO INSS</title><content type="html">&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-iWyXT_BsQ8c/TxtOyMZfVtI/AAAAAAAACO0/zBe4KYphbdA/s1600/FCC.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 298px; height: 169px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-iWyXT_BsQ8c/TxtOyMZfVtI/AAAAAAAACO0/zBe4KYphbdA/s320/FCC.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5700236377596057298" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tribunal Regional do Trabalho da 2.ª Região Estado de São Paulo (SP) 2008 – Técnico Judiciário Área Administrativa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As questões 139 a 144 baseiam-se no texto abaixo.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Os Jogos Olímpicos são um desafio ao bom senso. Tome-se o arremesso do martelo. Terem inventado que tal coisa é uma atividade digna de ser praticada, digna de ser chamada de “esporte” e, para culminar, digna de figurar entre as modalidades olímpicas mostra como são instigantes os caminhos que a mente humana é capaz de percorrer. Tome-se o salto com vara. Por que saltar com vara? É outra invenção que só pode ser atribuída à tendência da mente humana em fugir do que é natural e razoável. E a corrida com barreiras? E o salto triplo? A rigor seria até dispensável o trabalho de selecionar uma ou outra modalidade. O esporte como um todo, e em especial a mania de superação que contamina seus praticantes, já repousaria sobre a premissa absurda de contrariar o prazer do sossego e do repouso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Todo o universo atlético ganha um sentido, no entanto, quando nos damos conta de que ali se reencena a luta humana pela sobrevivência. A corrida tem sua origem na fuga das feras ou dos grupos rivais; a corrida com obstáculos, na dificuldade de superar os charcos, os barrancos e os espinheiros; o salto em distância, na ultrapassagem dos riachos; o salto em altura, na tentativa de alcançar os frutos no alto das árvores. Até o salto com vara ganha uma lógica: é o momento em que o homem primitivo se torna capaz de inventar ferramentas para superar os obstáculos impostos pela natureza. E o arremesso do martelo, assim como o do disco e o do dardo, visita a quadra em que o homem criou as armas para substituir os próprios punhos na caça e no enfrentamento dos inimigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Os Jogos Olímpicos miram na Grécia e acertam na pré-história. São uma releitura da Idade da Pedra. Ou melhor: uma parte dos Jogos. Os esportes com bola pertencem a outro capítulo da história da humanidade. Se nossos ancestrais demoraram tanto para inventar a roda, demoraram ainda mais para chegar à bola. A bola tem como principal característica uma esplendorosa inutilidade. É um brinquedo. As modalidades do atletismo lembram as sofridas necessidades da subsistência, na era em que a espécie procurava se consolidar sobre o planeta – fugir, comer, enfrentar o inimigo, contornar os obstáculos, conquistar a fêmea. Já a bola se notabiliza pela ausência de função nas lides pela sobrevivência. Por isso mesmo representa a conquista de um novo patamar, de inestimável valor, na escala da evolução: o patamar da diversão. Consolidada e confiante em si mesma, a espécie permite-se o luxo de brincar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O arremesso do martelo, mesmo não sendo mais com martelo, continua assustador. Haja músculo, para atirar aquela bola de ferro. Haja peso, para dar os rodopios que precedem seu lançamento. É uma atividade que pode causar admiração pela força, nunca pela astúcia. Já os passes no futebol ou as levantadas do vôlei mostram que, nos esportes com bola, a força é temperada, e às vezes até substituída, pela habilidade. O martelo pode até causar assombro, mas nunca provocará um sorriso. Já o drible, no futebol e no basquete, ou a “largada” no vôlei, manobras cujo objetivo é enganar o adversário, representam a intromissão do humor na competição. Do martelo à bola, desenha-se um percurso em cujo ponto de chegada a ênfase está menos nos músculos do que no uso da massa cinzenta alojada no cocuruto do animal humano. (Roberto Pompeu de Toledo. Veja. 27 de agosto de 2008, p.170, com adaptações)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;139. Segundo o autor,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) a qualificação de “esporte” atribuída a certas modalidades disputadas nos Jogos Olímpicos não se justifica mais nas condições da vida moderna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) a interferência do humor nas competições esportivas gera desrespeito aos competidores mais fracos, desestimulando o espírito olímpico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) algumas explicações para a presença de determinadas modalidades esportivas nos Jogos Olímpicos se encontram na própria história da humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) a seriedade que sempre envolveu a realização dos Jogos Olímpicos pode ser comprometida por atitudes antiesportivas em certas modalidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) as modalidades em que sobressai a força física dos atletas, embora possam causar estranheza, são preferíveis aos esportes com bola, que estimulam a brincadeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       &lt;em&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O autor não faz referência, em seu texto, sobre o fato de certas modalidades esportivas não se justificarem mais nas condições da vida moderna, o que inviabiliza o que se afirma na assertiva (A).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Não procede qualquer informação sobre interferência do humor nas competições esportivas, mas a intromissão. Portanto o humor não interfere nas relações das modalidades esportivas. O autor faz referência ao fato de que, nos esportes com bola, até é possível um sorriso, o que não ocorre, por exemplo, com o martelo. Está, portanto, errada a alternativa (B).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O autor deixa claro que algumas modalidades esportivas nos Jogos Olímpicos só encontram explicações na própria história da humanidade. Observe-se a passagem presente no início do 3.º parágrafo. Correta a assertiva (C).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Não há referência a atitudes antiesportivas que poderiam comprometer a seriedade na realização dos Jogos Olímpicos. Está, portanto, errada a assertiva (D).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Estranha ao texto é a ideia de que as modalidades esportivas em que se emprega e sobressai a força física dos atletas são preferíveis aos esportes com bola. Errada a alternativa (E).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: C.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;140. Considere as afirmativas abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I. A prática de certas modalidades esportivas, que se mantêm tradicionalmente, apenas vem confirmar que nem sempre há explicações lógicas para as atitudes humanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II. As diversas modalidades esportivas tradicionalmente agrupadas nos Jogos Olímpicos apontam para as necessidades básicas da história da humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III. A associação do uso da inteligência ao preparo físico dos atletas denota um degrau superior na linha evolutiva do homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está correto o que se afirma em&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) I, apenas.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) III, apenas.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) I e II, apenas.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) II e III, apenas.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) I, II e III.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A leitura atenciosa do texto permite verificar que, especialmente no 2º parágrafo, o autor confere lógica às mais diversas modalidades esportivas, explicando-as. Errada a assertiva I.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O autor, no início do 3º parágrafo, afirma que “Os Jogos Olímpicos miram na Grécia e acertam na pré-história”, apontando para as necessidades básicas da história da humanidade, como se pode verificar no 2º parágrafo. Correta a afirmação II.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No final do 4º parágrafo, o autor deixa claro que a associação da inteligência ao preparo físico dos atletas deixa entrever progresso na linha evolutiva do homem. Observe-se pela passagem “Do martelo à bola, desenha-se um percurso em cujo ponto de chegada a ênfase está menos nos músculos do que no uso da massa cinzenta alojada no cocuruto do animal humano”. Correta a afirmação III.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: D.&lt;/em&gt;  &lt;br /&gt;___________________________________                                                                                                                               &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;141. “Os Jogos Olímpicos são um desafio ao bom senso.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É correto afirmar, a partir da observação acima:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) A ressalva “Todo o universo atlético ganha um sentido, no entanto” garante a coerência entre a frase que inicia o texto e o desenvolvimento, até a conclusão final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) O desenvolvimento do texto lhe acrescenta uma conclusão de certa forma incoerente, ao afirmar que há um percurso em cujo ponto de chegada a ênfase está menos nos músculos do que no uso da massa cinzenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) A opinião inicial, desfavorável à manutenção de certas modalidades esportivas que mostram como são instigantes os caminhos que a mente humana é capaz de percorrer, garante a unidade de todo o desenvolvimento textual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) A afirmativa faz sentido até o último parágrafo, em que o autor se vale do mesmo tipo de linguagem crítica quando se refere às manobras cujo objetivo é enganar o adversário e que representam a intromissão do humor na competição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) Para o autor, a realização dos Jogos Olímpicos na época contemporânea perdeu sentido, tanto por terem se transformado em um espetáculo grandioso de força e poder, quanto por serem uma releitura da Idade da Pedra.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A primeira frase do texto – “Os Jogos Olímpicos são um desafio ao bom senso” –  aborda uma visão inicial do autor que, no restante do artigo e principalmente a partir da ressalva “Todo o universo atlético ganha um sentido, no entanto...” (início do 2º parágrafo), estabelece coerência argumentativa, haja vista que o autor justifica o sentido do universo atlético. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Não há, portanto, entre a frase inicial e o desenvolvimento do texto, incoerência, nem a opinião inicial do autor é mantida ao longo do texto. Trata-se, pois, de uma estratégia de texto em que o autor lança uma tese no início de seu artigo e a desmancha com argumentos lógicos ao longo do texto. Portanto estão incorretas as assertivas (B) e (C).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A afirmação inicial do autor começa a ser desmanchada já no início do 2º parágrafo, em que o autor encontra, para boa parte das modalidades esportivas, lógica fundada na história da humanidade. Errada, portanto, a assertiva (D).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Não é verdadeira a afirmação de que, para o autor, a realização dos Jogos Olímpicos, na era moderna, tenha perdido o sentido, nem mesmo que seja “uma releitura da Idade da Pedra”. No final do texto, o autor deixa claro que “Do martelo à bola, desenha-se um percurso em cujo ponto de chegada a ênfase está menos nos músculos do que no uso da massa cinzenta alojada no cocuruto do animal humano” , o que garante a ideia de que os Jogos Olímpicos não são releitura da Idade da Pedra. Errada a assertiva (E).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: A.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;142. O texto se desenvolve como&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) condenação generalizada a algumas modalidades dos Jogos Olímpicos, por exigirem esforço físico além das possibilidades do ser humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) censura indireta aos responsáveis pela realização dos Jogos Olímpicos por manterem neles certas modalidades que nada têm de esportivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) elogio à maneira moderna de realização dos Jogos Olímpicos, em que se incluíram modalidades mais recentes, com bola, em meio às mais antigas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) apresentação, do início até hoje, de informações baseadas em dados históricos a respeito da origem e desenvolvimento dos Jogos Olímpicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) considerações a respeito das modalidades em disputa nos Jogos Olímpicos, correlacionando-os à linha evolutiva da humanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão de interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Não há, no desenvolvimento do texto, condenação generalizada a algumas modalidades dos Jogos Olímpicos em virtude de exigirem esforço físico além das possibilidades humanas. O autor, em verdade, encontra para várias modalidades esportivas dos Jogos Olímpicos fundamento histórico (2º parágrafo). Errada a alternativa (A).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Não há, no texto, qualquer censura direta ou indireta aos responsáveis pela realização dos Jogos Olímpicos com relação a modalidades sem cunho esportivo, da mesma forma como não há, também, registro de elogio à maneira moderna de realização dos Jogos Olímpicos. O autor elogia a importância da inteligência associada à preparação física. Errada as assertivas (B) e (C).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Não se desenvolvem, no artigo todo, informações baseadas em dados históricos a respeito da origem e desenvolvimento dos Jogos Olímpicos. O autor declara a origem de algumas modalidades esportivas dos Jogos Olímpicos, e isso só ocorre no 2º parágrafo. Errada a alternativa (D).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O autor desenvolve o texto tecendo considerações a respeito das modalidades em disputa nos Jogos Olímpicos, correlacionando-os à linha evolutiva da humanidade, especialmente porque, no final, registra a evolução da prática esportiva com a supremacia da inteligência em relação à força física. Correta a alternativa (E).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: E.&lt;/em&gt; &lt;br /&gt;___________________________________                                                                                                                                &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;143. Como inferência, o ditado popular que pode ser aplicado ao conteúdo do 3º e do 4º parágrafos é:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) Nem só de pão vive o homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) Quem ama o feio, bonito lhe parece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) Nem tudo que reluz é ouro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) Deus dá o frio conforme o cobertor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) Quem espera sempre alcança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;em&gt;Comentários&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão de interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Ao conteúdo co 3º e 4º parágrafos, em que se veem as referências à diversão (final do 3º parágrafo) e à intromissão do humor nos esportes (final do 4º parágrafo), é aplicável o ditado popular “nem só de pão vive o homem”. Está correta a assertiva (A).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; As demais frases, que também encerram ditados populares, não são aplicáveis ao conteúdo dos parágrafos 3º e 4º.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: A.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;144. O segmento grifado está corretamente substituído pelo pronome correspondente, considerando-se também sua colocação, em:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) para substituir os próprios punhos = para lhes substituir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) pertencem a outro capítulo da história = pertencem a ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) que pode causar admiração pela força = que pode causá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) mas nunca provocará um sorriso = mas nunca lhe provocará.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) representam a intromissão do humor = o representam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre regência verbal e colocação pronominal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na asseretiva (A), deve ser SUBSTITUÍ-LOS, porque SUBSTITUIR é transitivo direto, exigindo OS, nunca LHES. Errada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na opção (B), PERTENCEM A OUTRO GRUPO está corretamente substituído em PERTENCEM A ELE, pois se trata de objetoi indireto exigido pelo verbo PERTENCER.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na alternativa (C) deve ser CAUSÁ-LA, com o pronome no feminino, pois o núcleo do objeto é ADMIRAÇÃO. Errada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na (D), deve ser NUNCA O PROVOCARÁ, pois quem provoca provoca alguma coisa. Errada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na opção (E), deve ser REPRESENTAM-NA, com o pronome "A", pois substitui INTROMISSÃO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: B.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; ___________________________________                                                                                                                              &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As questões 145 a 148 baseiam-se no texto abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Não há dúvida de que leitores, ouvintes e espectadores seguem suas preferências ao fazer uso dos meios de comunicação: querem se divertir ou se distrair, querem se informar ou tomar parte em debates públicos. Mas, no momento em que se interessam por um programa político ou cultural, quando recebem a “bênção matinal realista” da leitura de jornais, todos se expõem – com alguma medida de autopaternalismo – a um processo de aprendizado de resultados imprevisíveis. O resultado de um estudo sobre fluxos de comunicação pode ter interesse nesse contexto. Ao menos no âmbito da comunicação política – ou seja, para o leitor como cidadão – a imprensa de qualidade desempenha um papel de “liderança”: o noticiário político do rádio e da televisão depende em larga escala dos temas e das contribuições provenientes do jornalismo “argumentativo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Vivemos em sociedades pluralistas. O processo de decisão democrático só pode ultrapassar as cisões profundas entre visões de mundo opostas se houver algum vínculo legitimador aos olhos de todos os cidadãos. O processo de decisão deve conjugar inclusão (isto é, a participação universal em pé de igualdade) e condução discursiva do conflito de opiniões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Esse papel se evidencia intuitivamente tão logo se tenha em mente a diferença entre o conflito público de opiniões concorrentes e a divulgação de pesquisas de opinião. Opiniões que se formam por meio de discussão e polêmica são, a despeito de toda dissonância, filtradas por informações e argumentos, enquanto as pesquisas de opinião apenas invocam opiniões latentes em estado bruto ou inerte. (Trecho adaptado do artigo de Jürgen Habermas. Folha de S. Paulo, Mais!, p. 4, 27 de maio de 2007)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;145. Infere-se corretamente do texto que o vínculo legitimador proposto pelo autor está&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) na constatação de que seus eventuais leitores têm o direito de escolha particular na leitura de um jornal, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) no interesse de grupos de leitores, ainda que possam ter opiniões divergentes, por um único veículo de informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) no confronto de idéias divergentes, com participação ampla dos cidadãos, possível por meio dos instrumentos de comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) na fidelidade dos leitores a um determinado veículo de comunicação, que lhes oferece alternativas entre informação e distração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) na preocupação que deve existir nos meios de comunicação de serem veículos privilegiados de formação da opinião pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;em&gt;Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Não há, no texto, constatação de que os leitores tenham o direito de escolha pela leitura de um jornal. O autor, no início do texto, afirma que os leitores, ouvintes e espectadores seguem suas preferências ao fazer uso dos meios de comunicação em relação a se divertir, distrair-se, informar-se ou tomar parte em debates públicos. O autor se refere, então às preferências no uso dos meios de comunicação, mas não em relação à escolha desse ou daquele jornal. Errada a assertiva (A).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O autor, no 1º parágrafo, faz referência à preferência temática dos leitores, ouvintes e espectadores, não abordando, em nenhum momento, interesse em um único veículo de informação. Erradas, portanto, as assertivas (B) e (D).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Infere-se, efetivamente, que o “vínculo legitimador” proposto pelo autor está no confronto de ideias divergentes possibilitada aos cidadãos por meio dos instrumentos de comunicação. Correta a assertiva (C).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O “vínculo legitimador” proposto pelo autor está na possibilidade do confronto de ideias e não na preocupação que deve existir nos meios de comunicação em virtude de serem veículos privilegiados na formação de opinião. Errada a alternativa (E).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: C. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;146. No texto o autor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) lamenta o pequeno impacto, até mesmo imprevisível, que uma pesquisa de opinião tem sobre os leitores de um jornal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) censura a divulgação em jornais das pesquisas de opinião, visto que elas nem sempre serão verdadeiramente significativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) considera importantes as pesquisas de opinião, por serem elas manifestação espontânea dos leitores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) aponta a indevida interferência dos meios de comunicação na opinião pública, como fornecedores de informações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) destaca a importância do papel de formadores de opinião, inerente aos vários meios de comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;em&gt;Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Quanto à alternativa (A), não há lamento do pequeno impacto de uma pesquisa de opinião; em verdade, o autor, no final do 3º parágrafo, afirma que, diferentemente das opiniões formadas por discussão e polêmica e filtradas por informações e argumentos, as pesquisas de opinião apenas invocam opiniões latentes em estado bruto ou inerte. Errada a assertiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Não há, no texto, censura à divulgação de pesquisas de opinião publicadas em jornal. O autor apenas se refere ao fato de que elas invocam opiniões latentes em estado bruto ou inerte (final do 3º parágrafo). Errada a assertiva (B).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O autor não se refere à importância das pesquisas de opinião, nem embasa argumento de que elas são manifestação espontânea dos leitores. No final do texto, como já foi registrado nos dois comentários anteriores (alternativas (A) e (B) com relação às pesquisas de opinião), o autor se refere à diferença existente entre opiniões formadas por discussão e polêmica, filtradas por informações e argumentos, e as pesquisas de opinião, que apenas invocam opiniões latentes em estado bruto ou inerte. Errada a assertiva (C).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No texto, não há apontamento de interferência indevida dos meios de comunicação na opinião pública. Ao contrário, o autor deixa clara a sua visão sobre os meios de comunicação como fornecedores de informações e formadores de opinião. Nesse aspecto, vale lembrar que o autor faz referência à “bênção matinal realista” da leitura de jornais (1º parágrafo). Errada a assertiva (D).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Com relação à assertiva (E), o autor, com efeito, destaca a importância dos meios de comunicação como formadores de opinião. Pode-se observar tal posicionamento durante o desenvolvimento do texto, em especial no final do 1º parágrafo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: E.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;____________________________________________________&lt;br /&gt;                                                                                     &lt;br /&gt;147. A expressão condução discursiva do conflito de opiniões (3º parágrafo) tem seu sentido explicitado no contexto por:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) uso dos meios de comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) a “bênção matinal realista”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) no âmbito da comunicação política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) por meio de discussão e polêmica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) opiniões latentes em estado bruto ou inerte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto e semântica.L&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Observe-se que, na expressão “condução discursiva do conflito de opiniões” (3º parágrafo), o segmento “conflito de opiniões” leva naturalmente o leitor a verificar presença de discussão e polêmica. Portanto a construção “condução discursiva do conflito de opiniões” tem seu sentido explicitado no contexto por “por meio de discussão e polêmica” (3.º parágrafo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: D.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;148. De acordo com o texto, é correto afirmar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) A possibilidade de divulgação ampla de informações bem como a necessária discussão de pontos de vista divergentes são aceitas como garantia do vigor de um processo democrático.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) Os meios de comunicação, especialmente a imprensa escrita, prestam desserviço à população com publicações que nem sempre despertam interesse, como ocorre com pesquisas de opinião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) A maioria dos leitores de jornais e de espectadores busca habitualmente nos meios de comunicação assuntos direcionados à distração e à diversão, sem preocupação com matérias informativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) O fato de viver em uma sociedade pluralista exige que todos tenham capacidade de entendimento e de aceitação das inúmeras visões de mundo traduzidas nas discussões que embasam as pesquisas de opinião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) O interesse do público por pesquisas de opinião se traduz sobretudo pela oposição e até mesmo pelos conflitos que transparecem em seus resultados, interesse que garante a atenção dos leitores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Quanto à afirmação contida na alternativa (A), está de acordo com o texto o fato de que a possibilidade de divulgação ampla de informações tanto quanto a necessidade de discussão de posições divergentes serem aceitas como garantia do vigor do processo democrático. Correta a alternativa (A).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Inexiste, no texto, visão de que os meios de comunicação causam desserviço à população. Ao contrário, o autor afirma que eles são responsáveis pela formação de opiniões. Errada a assertiva (B).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No texto, o autor deixa claro que a maioria dos leitores de jornais buscam tanto diversão e distração quanto se preocupam com matérias informativas. Pode-se observar tal afirmação no início do 1º parágrafo. Errada a assertiva (C).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Não há, no texto, afirmação de que todos que vivam em sociedade pluralista tenham capacidade de entendimento e de aceitação das inúmeras visões de mundo traduzidas nas discussões que formam a opinião pública. Errada a assertiva (D).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O texto não aborda o interesse do público por pesquisas de opinião, nem se faz referência ao fato de que haja interesse por pesquisas nos conflitos que decorrem dos resultados pesquisados. Errada a alternativa (E).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: A.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;___________________________________&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7143776015959738336-4225343025768644177?l=professormenegotto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VlHL8mWzr5_ezgsvTn9M9Rxb5lQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VlHL8mWzr5_ezgsvTn9M9Rxb5lQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos/~4/PJCNgNmLiP8" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://professormenegotto.blogspot.com/feeds/4225343025768644177/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://professormenegotto.blogspot.com/2012/01/sexta-edicao-das-questoes-da-fcc-para-o.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7143776015959738336/posts/default/4225343025768644177?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7143776015959738336/posts/default/4225343025768644177?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos/~3/PJCNgNmLiP8/sexta-edicao-das-questoes-da-fcc-para-o.html" title="SEXTA EDIÇÃO DAS QUESTÕES DA FCC - PARA O CONCURSO DO INSS" /><author><name>Professor Alberto Menegotto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11711416067856254380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="25" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_n3GHE1Fbg7M/SoREhW9bMNI/AAAAAAAAAGk/FPbsNLlk6uY/S220/Beto+Face.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-iWyXT_BsQ8c/TxtOyMZfVtI/AAAAAAAACO0/zBe4KYphbdA/s72-c/FCC.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://professormenegotto.blogspot.com/2012/01/sexta-edicao-das-questoes-da-fcc-para-o.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkAEQH05eip7ImA9WhRVGU4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7143776015959738336.post-7183982245355082922</id><published>2012-01-19T00:05:00.000-02:00</published><updated>2012-01-19T00:05:01.322-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-19T00:05:01.322-02:00</app:edited><title>SÉRIE QUESTÕES COMENTADAS E RESPONDIDAS 790</title><content type="html">&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-7j3xzDyu7I8/TxcSck7nK5I/AAAAAAAACN4/9HwELrPsvWE/s1600/AGU.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 254px; height: 198px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-7j3xzDyu7I8/TxcSck7nK5I/AAAAAAAACN4/9HwELrPsvWE/s320/AGU.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5699044135619996562" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-hB0PmmXYPWM/TxcSXKQ2djI/AAAAAAAACNs/1eM7SIh05FE/s1600/vvv.png"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 180px; height: 40px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-hB0PmmXYPWM/TxcSXKQ2djI/AAAAAAAACNs/1eM7SIh05FE/s320/vvv.png" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5699044042561975858" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Está sendo postada, diariamente, desde 10 de janeiro de 2011, uma questão do CESPE, visando aos concursos da Polícia Federal e Caixa Econômica Federal – CEF. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AS POSTAGENS 776 A 790 CONTÊM QUESTÕES DA PROVA REALIZADA EM 2010 PARA PROVIMENTO DE CARGO DE AGENTE ADMINISTRATIVO DA ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO – AGU, EM CONCURSO DE NÍVEL MÉDIO ELABORADO PELO CESPE.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com relação à redação de correspondências oficiais, julgue o item subseqüente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;790. (CESPE – AGU – Agente Administrativo - 2010) Segundo o Manual de Redação da Presidência da República, existe um padrão oficial de linguagem que deve ser usado na redação de correspondências oficiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;em&gt;Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre correspondência oficial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O Manual de Redação da Presidência da República não determina padrão oficial de linguagem para as correspondências oficiais. O que o Manual determina são os princípios básicos da redação de correspondências oficiais, como a clareza, a concisão, a impessoalidade e a formalização nas cartas, memorandos, ofícios, avisos, editais, entre outros tipos, cada qual com adequada linguagem compatível com a natureza da correspondência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Errada a afirmação.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7143776015959738336-7183982245355082922?l=professormenegotto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FRo3HAgm4U0UPqWStyXjeoA2AfU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FRo3HAgm4U0UPqWStyXjeoA2AfU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FRo3HAgm4U0UPqWStyXjeoA2AfU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FRo3HAgm4U0UPqWStyXjeoA2AfU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos/~4/kBvsgdLCLEg" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://professormenegotto.blogspot.com/feeds/7183982245355082922/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://professormenegotto.blogspot.com/2012/01/serie-questoes-comentadas-e-respondidas_19.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7143776015959738336/posts/default/7183982245355082922?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7143776015959738336/posts/default/7183982245355082922?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos/~3/kBvsgdLCLEg/serie-questoes-comentadas-e-respondidas_19.html" title="SÉRIE QUESTÕES COMENTADAS E RESPONDIDAS 790" /><author><name>Professor Alberto Menegotto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11711416067856254380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="25" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_n3GHE1Fbg7M/SoREhW9bMNI/AAAAAAAAAGk/FPbsNLlk6uY/S220/Beto+Face.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-7j3xzDyu7I8/TxcSck7nK5I/AAAAAAAACN4/9HwELrPsvWE/s72-c/AGU.bmp" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://professormenegotto.blogspot.com/2012/01/serie-questoes-comentadas-e-respondidas_19.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUIBQns5fCp7ImA9WhRVGEg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7143776015959738336.post-7833211112866332070</id><published>2012-01-18T00:14:00.001-02:00</published><updated>2012-01-18T00:25:53.524-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-18T00:25:53.524-02:00</app:edited><title>SÉRIE QUESTÕES COMENTADAS E RESPONDIDAS 789</title><content type="html">&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-asXe0FSToCs/TxYtqjk5GHI/AAAAAAAACNg/SsoMmL7rQnc/s1600/AGU.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 254px; height: 198px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-asXe0FSToCs/TxYtqjk5GHI/AAAAAAAACNg/SsoMmL7rQnc/s320/AGU.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5698792587611674738" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-wKkEmrvqqL8/TxYtlh6jXCI/AAAAAAAACNU/vGL9r1O9Z1E/s1600/vvv.png"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 180px; height: 40px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-wKkEmrvqqL8/TxYtlh6jXCI/AAAAAAAACNU/vGL9r1O9Z1E/s320/vvv.png" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5698792501266308130" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Está sendo postada, diariamente, desde 10 de janeiro de 2011, uma questão do CESPE, visando aos concursos da Polícia Federal e Caixa Econômica Federal – CEF. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AS POSTAGENS 776 A 790 CONTÊM QUESTÕES DA PROVA REALIZADA EM 2010 PARA PROVIMENTO DE CARGO DE AGENTE ADMINISTRATIVO DA ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO – AGU, EM CONCURSO DE NÍVEL MÉDIO ELABORADO PELO CESPE.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com relação à redação de correspondências oficiais, julgue o item subseqüente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;789. (CESPE – AGU – Agente Administrativo - 2010) Na redação de correspondências oficiais, deve-se levar em conta sua finalidade básica: comunicar com impessoalidade e máxima clareza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;em&gt;Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre correspondência oficial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Segundo o Manual de redação da Presidência da República – documento que determina as regras da correspondência oficial em todos os órgãos públicos  no Brasil, são princípios básicos a impessoalidade e a clareza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Quanto à impessoalidade, registre-se que, embora seja o servidor público o agente da redação, é o Estado que está emanando a correspondência, razão pela qual a impessoalidade é princípio básico. Entende-se por impessoalidade a qualidade de um texto isento de traços subjetivos, como pronomes pessoais e possessivos, bem como a ausência de tratamento de proximidade pessoal, intimidade ou linguagem elogiosa ou pejorativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Em relação à clareza, vale ressaltar que o texto claro é o que possui objetividade e direcionamento ao tema, sem rodeios, tergiversações e pleonasmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Correta a afirmação.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7143776015959738336-7833211112866332070?l=professormenegotto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5wFTQd9Vm8C0Gpkl1YS63IviWnc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5wFTQd9Vm8C0Gpkl1YS63IviWnc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5wFTQd9Vm8C0Gpkl1YS63IviWnc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5wFTQd9Vm8C0Gpkl1YS63IviWnc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos/~4/m9Ab4_N3reQ" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://professormenegotto.blogspot.com/feeds/7833211112866332070/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://professormenegotto.blogspot.com/2012/01/serie-questoes-comentadas-e-respondidas_18.html#comment-form" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7143776015959738336/posts/default/7833211112866332070?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7143776015959738336/posts/default/7833211112866332070?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos/~3/m9Ab4_N3reQ/serie-questoes-comentadas-e-respondidas_18.html" title="SÉRIE QUESTÕES COMENTADAS E RESPONDIDAS 789" /><author><name>Professor Alberto Menegotto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11711416067856254380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="25" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_n3GHE1Fbg7M/SoREhW9bMNI/AAAAAAAAAGk/FPbsNLlk6uY/S220/Beto+Face.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-asXe0FSToCs/TxYtqjk5GHI/AAAAAAAACNg/SsoMmL7rQnc/s72-c/AGU.bmp" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://professormenegotto.blogspot.com/2012/01/serie-questoes-comentadas-e-respondidas_18.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D04EQXY5fip7ImA9WhRVF0s.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7143776015959738336.post-5516237077350135320</id><published>2012-01-17T00:05:00.000-02:00</published><updated>2012-01-17T00:05:00.826-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-17T00:05:00.826-02:00</app:edited><title>SÉRIE QUESTÕES COMENTADAS E RESPONDIDAS 788</title><content type="html">&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-1N-zvkl-pmg/TxS_ohDw7sI/AAAAAAAACNI/StyTm_tBSiM/s1600/AGU.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 254px; height: 198px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-1N-zvkl-pmg/TxS_ohDw7sI/AAAAAAAACNI/StyTm_tBSiM/s320/AGU.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5698390131320352450" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-AnGa6KEPmhk/TxS_iIAmzyI/AAAAAAAACM8/P0rxU8oYV7Y/s1600/CESPE.png"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 180px; height: 40px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-AnGa6KEPmhk/TxS_iIAmzyI/AAAAAAAACM8/P0rxU8oYV7Y/s320/CESPE.png" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5698390021517004578" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Está sendo postada, diariamente, desde 10 de janeiro de 2011, uma questão do CESPE, visando aos concursos da Polícia Federal e Caixa Econômica Federal – CEF. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AS POSTAGENS 776 A 790 CONTÊM QUESTÕES DA PROVA REALIZADA EM 2010 PARA PROVIMENTO DE CARGO DE AGENTE ADMINISTRATIVO DA ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO – AGU, EM CONCURSO DE NÍVEL MÉDIO ELABORADO PELO CESPE.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; É uma grande ilusão imaginar que o Brasil estará entre as cinco maiores economias do mundo na década atual se não realizar investimentos pesados em um novo padrão de energia, independente da utilização de petróleo. Apesar do abandono do planejamento estratégico e de nossa fraca vocação para pensarmos a longo prazo, a verdade é que mantemos algumas características de país altamente inovador. Temos realizado avanços extraordinários no desenvolvimento de processos e na pesquisa em energias alternativas, em razão da antiga (e, felizmente, superada) dependência das importações de petróleo. Não atendemos, porém, às necessidades de financiamento na medida exigida pela continuidade das pesquisas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O rápido crescimento da economia chinesa tem atraído a atenção geral, mas devíamos orientar o nosso interesse em acompanhar, prioritariamente, as inovações que se estão processando nos Estados Unidos da América (EUA), na Alemanha e nos países nórdicos. A China, por enquanto, continua sendo uma economia que copia muito mais que investe em inovação. Os norte-americanos, com todos os problemas de suas finanças, mantêm a dianteira nos investimentos em desenvolvimento tecnológico: no governo Obama, decidiram recuperar a autonomia energética, investindo pesadamente no desenvolvimento de novas modalidades de energia. De seu lado, alemães e escandinavos estão ampliando os investimentos em energia alternativa e já colhem resultados expressivos da utilização de energia eólica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em termos imediatos, o que acontece de importante nos EUA e na China é a ênfase total dos investimentos públicos na expansão e modernização da infraestrutura dos transportes e comunicações de modo geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caminho brasileiro não deve ser diferente: temos de acelerar os investimentos na infraestrutura dos transportes para eliminar, o mais rápido possível, os gargalos que encarecem a circulação interna e as exportações da produção agrícola e industrial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é preciso repetir que o Brasil é um país inovador. O que nos falta é o suporte do crédito, de forma contínua, para sustentar as inovações, é claro que com algumas notáveis exceções: alcançamos o estado da arte na produção de combustíveis para transporte, e a EMBRAPA fez, em 30 anos, uma revolução na produtividade de nossa agricultura e pecuária, dando um enorme retorno aos parcos recursos de investimentos que recebeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que o Brasil se transforme, efetivamente, em protagonista importante da revolução que vai mudar, profundamente, os processos de produção industrial e agropastoril em todo o mundo, os próximos governos terão de dar prioridade absoluta aos investimentos em inovação e ao desenvolvimento tecnológico.&lt;br /&gt;A fórmula do crescimento é inovação mais crédito. Sua aplicação foi fundamental para a construção da mais poderosa economia global no século passado. Não há razão alguma para ignorá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acerca dos aspectos semânticos e gramaticais do texto apresentado, julgue o seguinte item.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;788. (CESPE – AGU – Agente Administrativo - 2010) No texto, a forma verbal “É” (1º período do 1º parágrafo) inicia uma oração com sujeito inexistente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;em&gt;Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre funções sintáticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No trecho “É uma grande ilusão imaginar que o Brasil estará entre as cinco maiores economias do mundo na década atual se não realizar investimentos pesados em um novo padrão de energia, independente da utilização de petróleo”, a forma verbal “É” tem como sujeito “imaginar que o Brasil estará entre as cinco maiores economias do mundo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Para chegar a identificar o sujeito, bastará fazer a pergunta QUEM É QUE É UMA GRANDE ILUSÃO? E a resposta será “imaginar que o Brasil estará entre as cinco maiores economias do mundo”, sendo, portanto, sujeito oracional, expresso, não indeterminado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Veja-se sob outros prisma: “imaginar que o Brasil estará entre as cinco maiores economias do mundo... é uma grande ilusão”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Errada a afirmação.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7143776015959738336-5516237077350135320?l=professormenegotto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mNjDpsTI57YKDtUM_fRjRNIRTFk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mNjDpsTI57YKDtUM_fRjRNIRTFk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mNjDpsTI57YKDtUM_fRjRNIRTFk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mNjDpsTI57YKDtUM_fRjRNIRTFk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos/~4/9kwtNldpgYU" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://professormenegotto.blogspot.com/feeds/5516237077350135320/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://professormenegotto.blogspot.com/2012/01/serie-questoes-comentadas-e-respondidas_17.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7143776015959738336/posts/default/5516237077350135320?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7143776015959738336/posts/default/5516237077350135320?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos/~3/9kwtNldpgYU/serie-questoes-comentadas-e-respondidas_17.html" title="SÉRIE QUESTÕES COMENTADAS E RESPONDIDAS 788" /><author><name>Professor Alberto Menegotto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11711416067856254380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="25" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_n3GHE1Fbg7M/SoREhW9bMNI/AAAAAAAAAGk/FPbsNLlk6uY/S220/Beto+Face.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-1N-zvkl-pmg/TxS_ohDw7sI/AAAAAAAACNI/StyTm_tBSiM/s72-c/AGU.bmp" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://professormenegotto.blogspot.com/2012/01/serie-questoes-comentadas-e-respondidas_17.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0IEQXg8cCp7ImA9WhRVFko.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7143776015959738336.post-9008563928475887211</id><published>2012-01-16T00:05:00.000-02:00</published><updated>2012-01-16T00:05:00.678-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-16T00:05:00.678-02:00</app:edited><title>SÉRIE QUESTÕES COMENTADAS E RESPONDIDAS 787</title><content type="html">&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Zvdq4zXcWYs/TxNpPLxJpNI/AAAAAAAACMw/R_NjsNHzJhQ/s1600/AGU.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 254px; height: 198px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-Zvdq4zXcWYs/TxNpPLxJpNI/AAAAAAAACMw/R_NjsNHzJhQ/s320/AGU.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5698013663131706578" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-s8KCng_kRag/TxNpJ_PrNfI/AAAAAAAACMk/nDh26xh1zW8/s1600/vvv.png"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 180px; height: 40px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-s8KCng_kRag/TxNpJ_PrNfI/AAAAAAAACMk/nDh26xh1zW8/s320/vvv.png" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5698013573870728690" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Está sendo postada, diariamente, desde 10 de janeiro de 2011, uma questão do CESPE, visando aos concursos da Polícia Federal e Caixa Econômica Federal – CEF. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AS POSTAGENS 776 A 790 CONTÊM QUESTÕES DA PROVA REALIZADA EM 2010 PARA PROVIMENTO DE CARGO DE AGENTE ADMINISTRATIVO DA ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO – AGU, EM CONCURSO DE NÍVEL MÉDIO ELABORADO PELO CESPE.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; É uma grande ilusão imaginar que o Brasil estará entre as cinco maiores economias do mundo na década atual se não realizar investimentos pesados em um novo padrão de energia, independente da utilização de petróleo. Apesar do abandono do planejamento estratégico e de nossa fraca vocação para pensarmos a longo prazo, a verdade é que mantemos algumas características de país altamente inovador. Temos realizado avanços extraordinários no desenvolvimento de processos e na pesquisa em energias alternativas, em razão da antiga (e, felizmente, superada) dependência das importações de petróleo. Não atendemos, porém, às necessidades de financiamento na medida exigida pela continuidade das pesquisas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O rápido crescimento da economia chinesa tem atraído a atenção geral, mas devíamos orientar o nosso interesse em acompanhar, prioritariamente, as inovações que se estão processando nos Estados Unidos da América (EUA), na Alemanha e nos países nórdicos. A China, por enquanto, continua sendo uma economia que copia muito mais que investe em inovação. Os norte-americanos, com todos os problemas de suas finanças, mantêm a dianteira nos investimentos em desenvolvimento tecnológico: no governo Obama, decidiram recuperar a autonomia energética, investindo pesadamente no desenvolvimento de novas modalidades de energia. De seu lado, alemães e escandinavos estão ampliando os investimentos em energia alternativa e já colhem resultados expressivos da utilização de energia eólica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em termos imediatos, o que acontece de importante nos EUA e na China é a ênfase total dos investimentos públicos na expansão e modernização da infraestrutura dos transportes e comunicações de modo geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caminho brasileiro não deve ser diferente: temos de acelerar os investimentos na infraestrutura dos transportes para eliminar, o mais rápido possível, os gargalos que encarecem a circulação interna e as exportações da produção agrícola e industrial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é preciso repetir que o Brasil é um país inovador. O que nos falta é o suporte do crédito, de forma contínua, para sustentar as inovações, é claro que com algumas notáveis exceções: alcançamos o estado da arte na produção de combustíveis para transporte, e a EMBRAPA fez, em 30 anos, uma revolução na produtividade de nossa agricultura e pecuária, dando um enorme retorno aos parcos recursos de investimentos que recebeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que o Brasil se transforme, efetivamente, em protagonista importante da revolução que vai mudar, profundamente, os processos de produção industrial e agropastoril em todo o mundo, os próximos governos terão de dar prioridade absoluta aos investimentos em inovação e ao desenvolvimento tecnológico.&lt;br /&gt;A fórmula do crescimento é inovação mais crédito. Sua aplicação foi fundamental para a construção da mais poderosa economia global no século passado. Não há razão alguma para ignorá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acerca dos aspectos semânticos e gramaticais do texto apresentado, julgue o seguinte item.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;787. (CESPE – AGU – Agente Administrativo - 2010) Na expressão “terão de dar” (6º parágrafo), a substituição da preposição “de” pelo vocábulo “que” preserva a correção gramatical e o sentido do texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;em&gt;Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre regência verbal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No trecho “... os próximos governos terão de dar prioridade absoluta aos investimentos...” (6º parágrafo), a preposição “de”, em “terão de dar”, poderá ser substituída por “que”, sem alterar o sentido ou incorrer em erro gramatical.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Observe-se a modificação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “... os próximos governos terão que dar prioridade absoluta aos investimentos...”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Correta a afirmação.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7143776015959738336-9008563928475887211?l=professormenegotto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/byqOq7PVD1pQr8zn2gtzdoEo62I/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/byqOq7PVD1pQr8zn2gtzdoEo62I/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/byqOq7PVD1pQr8zn2gtzdoEo62I/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/byqOq7PVD1pQr8zn2gtzdoEo62I/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos/~4/B9iDKDQxt1g" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://professormenegotto.blogspot.com/feeds/9008563928475887211/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://professormenegotto.blogspot.com/2012/01/serie-questoes-comentadas-e-respondidas_16.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7143776015959738336/posts/default/9008563928475887211?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7143776015959738336/posts/default/9008563928475887211?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos/~3/B9iDKDQxt1g/serie-questoes-comentadas-e-respondidas_16.html" title="SÉRIE QUESTÕES COMENTADAS E RESPONDIDAS 787" /><author><name>Professor Alberto Menegotto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11711416067856254380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="25" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_n3GHE1Fbg7M/SoREhW9bMNI/AAAAAAAAAGk/FPbsNLlk6uY/S220/Beto+Face.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-Zvdq4zXcWYs/TxNpPLxJpNI/AAAAAAAACMw/R_NjsNHzJhQ/s72-c/AGU.bmp" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://professormenegotto.blogspot.com/2012/01/serie-questoes-comentadas-e-respondidas_16.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUYEQXg_eyp7ImA9WhRVFUQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7143776015959738336.post-3961158591923422340</id><published>2012-01-15T00:05:00.000-02:00</published><updated>2012-01-15T00:05:00.643-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-15T00:05:00.643-02:00</app:edited><title>SÉRIE QUESTÕES COMENTADAS E RESPONDIDAS 786</title><content type="html">&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-XoPNjaN3YF0/TxIXN88KVSI/AAAAAAAACMI/9zvl87T8LAA/s1600/AGU.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 254px; height: 198px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-XoPNjaN3YF0/TxIXN88KVSI/AAAAAAAACMI/9zvl87T8LAA/s320/AGU.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5697642007041299746" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ROtCoM4arp4/TxIXHGut45I/AAAAAAAACL8/8skPmtBjUr0/s1600/CESPE.png"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 180px; height: 40px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-ROtCoM4arp4/TxIXHGut45I/AAAAAAAACL8/8skPmtBjUr0/s320/CESPE.png" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5697641889410179986" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Está sendo postada, diariamente, desde 10 de janeiro de 2011, uma questão do CESPE, visando aos concursos da Polícia Federal e Caixa Econômica Federal – CEF. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AS POSTAGENS 776 A 790 CONTÊM QUESTÕES DA PROVA REALIZADA EM 2010 PARA PROVIMENTO DE CARGO DE AGENTE ADMINISTRATIVO DA ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO – AGU, EM CONCURSO DE NÍVEL MÉDIO ELABORADO PELO CESPE.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; É uma grande ilusão imaginar que o Brasil estará entre as cinco maiores economias do mundo na década atual se não realizar investimentos pesados em um novo padrão de energia, independente da utilização de petróleo. Apesar do abandono do planejamento estratégico e de nossa fraca vocação para pensarmos a longo prazo, a verdade é que mantemos algumas características de país altamente inovador. Temos realizado avanços extraordinários no desenvolvimento de processos e na pesquisa em energias alternativas, em razão da antiga (e, felizmente, superada) dependência das importações de petróleo. Não atendemos, porém, às necessidades de financiamento na medida exigida pela continuidade das pesquisas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O rápido crescimento da economia chinesa tem atraído a atenção geral, mas devíamos orientar o nosso interesse em acompanhar, prioritariamente, as inovações que se estão processando nos Estados Unidos da América (EUA), na Alemanha e nos países nórdicos. A China, por enquanto, continua sendo uma economia que copia muito mais que investe em inovação. Os norte-americanos, com todos os problemas de suas finanças, mantêm a dianteira nos investimentos em desenvolvimento tecnológico: no governo Obama, decidiram recuperar a autonomia energética, investindo pesadamente no desenvolvimento de novas modalidades de energia. De seu lado, alemães e escandinavos estão ampliando os investimentos em energia alternativa e já colhem resultados expressivos da utilização de energia eólica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em termos imediatos, o que acontece de importante nos EUA e na China é a ênfase total dos investimentos públicos na expansão e modernização da infraestrutura dos transportes e comunicações de modo geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caminho brasileiro não deve ser diferente: temos de acelerar os investimentos na infraestrutura dos transportes para eliminar, o mais rápido possível, os gargalos que encarecem a circulação interna e as exportações da produção agrícola e industrial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é preciso repetir que o Brasil é um país inovador. O que nos falta é o suporte do crédito, de forma contínua, para sustentar as inovações, é claro que com algumas notáveis exceções: alcançamos o estado da arte na produção de combustíveis para transporte, e a EMBRAPA fez, em 30 anos, uma revolução na produtividade de nossa agricultura e pecuária, dando um enorme retorno aos parcos recursos de investimentos que recebeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que o Brasil se transforme, efetivamente, em protagonista importante da revolução que vai mudar, profundamente, os processos de produção industrial e agropastoril em todo o mundo, os próximos governos terão de dar prioridade absoluta aos investimentos em inovação e ao desenvolvimento tecnológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fórmula do crescimento é inovação mais crédito. Sua aplicação foi fundamental para a construção da mais poderosa economia global no século passado. Não há razão alguma para ignorá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acerca dos aspectos semânticos e gramaticais do texto apresentado, julgue o seguinte item.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;786. (CESPE – AGU – Agente Administrativo - 2010) Na construção “... o Brasil se transforme, efetivamente, em protagonista importante da revolução que vai mudar, profundamente, os processos de produção industrial e agropastoril em todo o mundo, os próximos governos terão de dar prioridade absoluta aos investimentos em inovação e ao desenvolvimento tecnológico” (6º parágrafo), o pronome “que” introduz uma oração de sentido explicativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão sobre orações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na construção “... em protagonista importante da revolução que vai mudar...”, o pronome “que” introduz uma oração de sentido restritivo, pois não está virgulado. Se houvesse vírgula antes do “que”, a oração teria sentido explicativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Errada a afirmativa.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7143776015959738336-3961158591923422340?l=professormenegotto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Trata-se de um ritual cíclico de renovação de identidades nacionais expressas nos ornamentos e paramentos do que é funcionalmente uma nova religião no vazio contemporâneo. Aqui no Brasil as manifestações simbólicas relacionadas com o futebol e seus significados têm tudo a ver com o modo como entre nós se difundiu a modernidade, nas peculiaridades de nossa história social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Embora não fosse essa a intenção, rapidamente esse esporte assumiu entre nós funções sociais extrafutebolísticas que se prolongam até nossos dias e respondem por sua imensa popularidade. A República, em que todos se tornaram juridicamente brancos, sucedeu a monarquia segmentada em senhores e escravos, brancos e negros, todos acomodados numa dessas duas identidades. A República criou o brasileiro genérico e abstrato. O advento do futebol entre nós coincidiu com a busca de identidades reais para preencher as incertezas dessa ficção jurídica. Clubes futebolísticos de nacionalidades, de empresas, de bairros, de opções subjetivas disfarçaram as diferenças sociais reais e profundas, sobrepuseram-se a elas e tornaram funcionais os conflitos próprios da nova realidade criada pela abolição da escravatura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No futebol há espaço para acomodações e inclusões, mesmo porque, sem a  diversidade de clubes e sem a competição, o futebol não teria sentido. O receituário da modernidade inclui, justamente, esses detalhes de convivência com a diversidade e com a rotatividade dos que triunfam. Nela, a vida recomeça continuamente; depois da vitória é preciso lutar pela vitória seguinte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O futebol, essencialmente, massificou e institucionalizou a competição e a  concorrência, elevou-as à condição de valores sociais e demonstrou as oportunidades de vitória de cada um no rodízio dos vitoriosos. Nele, a derrota nunca é definitiva nem permanente. Por esse meio, o que era mero requisito do funcionamento do mercado e da multiplicação do capital tornou-se expressamente um rito de difusão de seus princípios no modo de vida, na mentalidade e no cotidiano das pessoas comuns. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; É nesse sentido que o futebol só pode existir em sociedades competitivas e de antagonismos sociais administráveis. Fora delas, não é compreendido. Há alguns anos, um antropólogo que estava fazendo pesquisa com os índios xerentes, de Goiás, surpreendeu-se ao ver que eles haviam adotado entusiasticamente o futebol. Com uma diferença: os 22 jogadores não atuavam como dois times de 11, mas como um único time jogando contra a bola, perseguida em campo todo o tempo. Interpretaram o futebol como ritual de caça. Algo próprio de uma sociedade tribal e comunitária. (Adaptado de José de Souza Martins. O Estado de S. Paulo, aliás, J7, 4 de julho de 2010)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;109. É correto perceber no texto que o autor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) contesta a noção de que o futebol, com seu ritual próprio, possa ser considerado símbolo de uma única nação ou região geográfica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) assinala a interferência dos rituais religiosos numa atividade esportiva, que deveria se caracterizar por linguagem e normas específicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) critica a interferência de interesses financeiros e de mercado que cercam o futebol, extrapolando seus objetivos originais, de esporte e lazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) defende a ideia de que o futebol é democrático, ao permitir a ascensão social, independentemente de eventuais desigualdades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) aponta a transformação de um esporte, de início democrático, em elemento primordial de afirmação de valores pessoais e de nacionalidades distintas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No decorrer do texto, percebe-se que o autor defende a ideia de que o futebol é democrático, principalmente porque permite a ascensão social, sejam quais forem as desigualdades. Nesse sentido, vale observar os trechos compreendidos no final do 2.º parágrafo e no 3.º e 4.º parágrafos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: D. &lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;110. O exemplo dos índios xerentes coloca em evidência a&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) retomada da imagem de multidões de mascarados e maquiados que falam por esse meio uma linguagem que simbolicamente quer dizer muito mais do que pode parecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) insistência na opinião já exposta de como entre nós se difundiu a modernidade, nas peculiaridades de nossa história social.&lt;br /&gt;(C) dúvida a respeito do que foi afirmado sobre o modo como rapidamente esse esporte assumiu entre nós funções sociais extrafutebolísticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) importância, no Brasil, de um esporte cujas opções subjetivas disfarçaram as diferenças sociais reais e profundas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) justificativa da afirmação de que o futebol só pode existir em sociedades competitivas e de antagonismos sociais administráveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No trecho “Há alguns anos, um antropólogo que estava fazendo pesquisa com os índios xerentes, de Goiás, surpreendeu-se ao ver que eles haviam adotado entusiasticamente o futebol. Com uma diferença: os 22 jogadores não atuavam como dois times de 11, mas como um único time jogando contra a bola, perseguida em campo todo o tempo” (último parágrafo), o autor deixa claro que, no futebol do índios xerentes, não havia competição, nem antagonismos sociais que se podiam administrar. Por isso o exemplo dos índios xerentes coloca em evidência a justificativa da afirmação de que o futebol só pode existir em sociedades competitivas e de antagonismos sociais administráveis, como se pode ver no trecho inicial do último parágrafo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: E.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;111. Dentre as funções sociais extrafutebolísticas apontadas no texto, só NÃO se encontra a&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) descoberta de identidades que surgiram com a difusão desse esporte entre nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) valorização do capital financeiro, que possibilita maior número de conquistas vitoriosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) democratização, por ter se transformado em uma atividade acessível a todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) igualdade de tratamento e de oportunidades aos integrantes das diferentes classes sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) possibilidade de triunfo em diferentes situações e a qualquer momento, com base no esforço individual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O texto, em seu 2.º parágrafo, aborda a descoberta de identidades surgidas com a difusão do futebol no Brasil, portanto está presente no texto a visão contida na alternativa (A).  De igual forma, também está no texto a democratização em virtude de o futebol ter-se tornado atividade acessível a todos e a igualdade de tratamento de  e de oportunidades, o que se pode comprovar também nas passagens do 2.º parágrafo, portanto estão presentes as visões contidas nas assertivas (C) e (D).  O 3.º parágrafo, por sua vez, registra a visão da possibilidade de triunfo com base no esforço individual em diferentes situações, o que confere como correta a opção (E).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No texto, porém, não aparece a ideia de valorização do capital financeiro, nem mesmo que seja razão para maior número de conquistas. Errada a opção (B).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: B.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;112. “Algo próprio de uma sociedade tribal e comunitária.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O comentário acima, que encerra o texto, deve ser corretamente entendido como&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) reconhecimento de um engano na avaliação da importância do futebol no mundo moderno, a partir do desrespeito às suas regras em algumas sociedades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) percepção de que nem sempre o esporte é corretamente praticado, especialmente em agrupamentos sociais afastados dos centros mais populosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) conclusão coerente da constatação de que as regras do futebol reproduzem a competitividade e a concorrência que caracterizam as sociedades contemporâneas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) concordância com uma visão conservadora do futebol, como símbolo de comunidades mais desenvolvidas e organizadas socialmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) opinião, de certo modo preconceituosa, de que sociedades marcadas por um certo primitivismo não conseguem assimilar normas de sociedades mais avançadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O comentário “Algo próprio de uma sociedade tribal e comunitária”, presente no final do texto, foi feito logo depois do seguinte trecho: “É nesse sentido que o futebol só pode existir em sociedades competitivas e de antagonismos sociais administráveis. Fora delas, não é compreendido. Há alguns anos, um antropólogo que estava fazendo pesquisa com os índios xerentes, de Goiás, surpreendeu-se ao ver que eles haviam adotado entusiasticamente o futebol. Com uma diferença: os 22 jogadores não atuavam como dois times de 11, mas como um único time jogando contra a bola, perseguida em campo todo o tempo. Interpretaram o futebol como ritual de caça”. Dessa forma, o autor encerra sua visão sobre a desordem no futebol dos índios xerentes e conclui que as regras de futebol reproduzem a competitividade e a concorrência que caracterizam as sociedades contemporâneas, o que não ocorreu no jogo dos índios xerentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: C. &lt;br /&gt;___________________________________                                                                                                                               &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;113. República criou &lt;strong&gt;"o brasileiro genérico e abstrato"&lt;/strong&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mesmo tipo de complemento verbal grifado acima está na frase:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) ... esse esporte assumiu entre nós funções sociais extrafutebolísticas ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) ... respondem por sua imensa popularidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) O advento do futebol entre nós coincidiu com a busca de identidades reais ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) ... a vida recomeça continuamente ... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) ... os 22 jogadores não atuavam como dois times de 11 ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre regência verbal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O verbo “criar”, em “República criou o brasileiro genérico e abstrato”, é transitivo direto, pois quem cria cria alguma coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na alternativa (A), o verbo “assumir”, em “... esse esporte assumiu entre nós funções sociais extrafutebolísticas ...”, é transitivo direto, pois quem assume assume alguma coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Quanto à opção (B), o verbo “responder”, em “... respondem por sua imensa popularidade”, está construído com preposição (“por”), portanto é transitivo indireto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A construção da assertiva (C) apresenta o verbo “coincidir”, que está construído com preposição (“com”), pois quem coincide coincide “com”, sendo transitivo indireto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na alternativa (D), o verbo está empregado como intransitivo, pois não tem objeto: “... a vida recomeça continuamente ...”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O verbo da construção “... os 22 jogadores não atuavam como dois times de 11 ...” é intransitivo, pois quem atua atua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: A.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;114. Considere o segmento:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Com uma diferença: os 22 jogadores não atuavam como dois times de 11, mas como um único time jogando contra a bola, perseguida em campo todo o tempo.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dois-pontos introduzem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) sequência de fatos que justificam a surpresa do pesquisador citado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) enumeração de situações pertinentes a uma sociedade tribal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) contestação apresentada pelo autor sobre a opinião do antropólogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) repetição enfática de informações apresentadas anteriormente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) comentário explicativo a respeito da afirmativa anterior a eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre pontuação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No trecho “Há alguns anos, um antropólogo que estava fazendo pesquisa com os índios xerentes, de Goiás, surpreendeu-se ao ver que eles haviam adotado entusiasticamente o futebol. Com uma diferença: os 22 jogadores não atuavam como dois times de 11, mas como um único time jogando contra a bola, perseguida em campo todo o tempo”, os dois-pontos introduzem claramente um comentário explicativo a respeito da afirmativa anterior, pois os índios jogavam diferentemente do que é normal em futebol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: E.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;115. Considere o segmento:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Com uma diferença: os 22 jogadores não &lt;strong&gt;"atuavam"&lt;/strong&gt; como dois times de 11, mas como um único time jogando contra a bola, perseguida em campo todo o tempo.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O verbo flexionado nos mesmos tempo e modo em que se encontra o grifado no segmento transcrito está na frase:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) A rivalidade entre torcedores fanáticos por seus clubes &lt;strong&gt;"leva"&lt;/strong&gt;, muitas vezes, a comportamentos agressivos, dentro e fora dos estádios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) O comportamento da torcida &lt;strong&gt;"exibia"&lt;/strong&gt; o orgulho pela beleza do espetáculo e pelo bom desempenho do time durante a partida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) As cores das pinturas faciais e das máscaras &lt;strong&gt;"carregam"&lt;/strong&gt; simbolismos próprios de cada nação representada por elas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) A presença de torcedores maquiados, com bandeiras de diferentes países, sempre &lt;strong&gt;"constituiu"&lt;/strong&gt; um espetáculo à parte no futebol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) Sociedades estruturadas com valores comunitários não &lt;strong&gt;"compreenderiam"&lt;/strong&gt; as regras de um jogo caracterizado pela competitividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre tempos e modos verbais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Os verbos das assertivas (A) e (C), “leva” e “carregam”, respectivamente, estão conjugados no presente do indicativo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;que eu  leve carregue&lt;br /&gt;que tu leves carregues&lt;br /&gt;que ele(a) leve carregue&lt;br /&gt;que nós levemos carreguemos&lt;br /&gt;que vós leveis carregueis&lt;br /&gt;que eles(as) levem carreguem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O verbo “atuar”, na assertiva (B) no trecho do enunciado, está conjugado no pretérito imperfeito do indicativo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;eu atuava&lt;br /&gt;tu atuavas&lt;br /&gt;ele(a) atuava&lt;br /&gt;nós atuávamos&lt;br /&gt;vós atuáveis&lt;br /&gt;eles(as) atuavam&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O verbo “constituiu” (assertiva (D) está conjugado no pretérito perfeito do indicativo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;eu constituí&lt;br /&gt;tu constituíste&lt;br /&gt;ele(a) constituiu&lt;br /&gt;nós constituímos&lt;br /&gt;vós constituístes&lt;br /&gt;eles(as) constituíam&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O verbo “compreenderiam”, na assertiva (E), está conjugado no futuro do pretérito do indicativo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;eu compreenderia nós compreenderíamos&lt;br /&gt;tu compreenderias vós compreenderíeis&lt;br /&gt;ele(a)compreenderia eles(as) compreenderiam&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: B.&lt;br /&gt;___________________________________                                                                                             &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;116. Considerando-se a substituição dos segmentos grifados por aqueles colocados entre parênteses no final de cada frase, o verbo que deve permanecer no singular está em:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) ... como entre nós se difundiu &lt;strong&gt;a modernidade &lt;/strong&gt;... (os benefícios da modernidade)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) Embora não fosse &lt;strong&gt;essa a intenção &lt;/strong&gt;... (essas as intenções)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) No futebol há &lt;strong&gt;espaço&lt;/strong&gt; para acomodações e inclusões ... (vários espaços)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) ... &lt;strong&gt;o futebol &lt;/strong&gt;não teria sentido. (os jogos de futebol)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) Nele, &lt;strong&gt;a derrota &lt;/strong&gt;nunca é definitiva nem permanente. (as derrotas)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre concordância verbal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na alternativa (A), substituindo-se “a modernidade” por “os benefícios da humanidade”, a frase ficará “... como entre nós se difundiram os benefícios da modernidade ..., flexionando-se o verbo destacado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Quanto à proposta da assertiva (B), substituindo-se “essa a intenção” por “essas as intenções”, o verbo “ser”, em “fosse”, deverá ir para o plural: “Embora não fossem  essas as intenções ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na alternativa (C), substituindo-se “espaço” por “vários espaços”, o resultado será “No futebol há vários espaços para acomodações e inclusões ..., permanecendo o verbo “haver” sem flexão, pois se trata de verbo impessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na proposta presente em (D), a substituição de “o futebol” por “os jogos de futebol”, o resultado será “os jogos de futebol não teriam sentido”, observando-se a flexão do verbo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Com relação à assertiva (E), substituindo-se “a derrota” por “as derrotas”, teremos “Nele, as derrotas nunca são definitivas nem permanentes” .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: C.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;117.A República, &lt;strong&gt;em que &lt;/strong&gt;todos se tornaram juridicamente brancos, sucedeu a monarquia ... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A expressão pronominal grifada acima completa corretamente a lacuna da frase:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) As cenas de alegria,...... torcedores agitavam bandeiras, ficaram gravadas na memória de todos.&lt;br /&gt;(B) Apesar dos esforços para a conquista do título...... todos sonhavam, a equipe foi eliminada do torneio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) A vitória naquele jogo, importante ...... a equipe disputasse o título de campeã, tornou-se o objetivo maior do técnico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) Diante das expressivas vitórias no campeonato, nenhum jogador entrava em campo ...... fosse aplaudido pela torcida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) Os jogadores ...... todos se lembram são aqueles que trouxeram grandes alegrias para a torcida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre regência verbal e utilização de pronomes relativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A construção “em que” preenche corretamente a lacuna da alternativa (A). Observe-se: “As cenas de alegria, em que torcedores agitavam bandeiras, ficaram gravadas na memória de todos”. Poderia, também, ser preenchida pela forma flexionada “nas quais”, fazendo-se referência às cenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na alternativa (B), o verbo “sonhar”, em “sonhavam”, exigirá a preposição “com”, pois quem sonha sonha com. Logo deverá ser “Apesar dos esforços para a conquista do título com que todos sonhavam, a equipe foi eliminada do torneio”. Poderia ser completada também com “com a qual”, que é a forma flexionada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A lacuna da assertiva (C) deve ser completada com “para que”, pois traduz ideia de finalidade (importante para algo). Observe-se: “A vitória naquele jogo, importante para que a equipe disputasse o título de campeã, tornou-se o objetivo maior do técnico”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na opção (D), a lacuna deve receber “sem que”: “Diante das expressivas vitórias no campeonato, nenhum jogador entrava em campo sem que fosse aplaudido pela torcida”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A lacuna da assertiva (E) deve ser completada com a construção “de quem”, pois quem se lembra se lembra “de”: “Os jogadores de quem todos se lembram são aqueles que trouxeram grandes alegrias para a torcida”.&lt;br /&gt;Resposta: A.   &lt;br /&gt;___________________________________                                                                               &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;118. A frase redigida com lógica, clareza e correção é:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) O esporte é motivo de orgulho à todos os participantes de um torneio que se valorisa identidades nacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) As competições esportivas, em todo o mundo, oferece belas cenas da torcida, vestida com as cores de seus países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) A difuzão do futebol em todo o mundo levou à se realizar campeonatos nos quais muitos times destacam-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) No esporte, é necessário estabelecer metas cujo alcance não deve ser comprometido por eventuais derrotas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) Verdadeiros campeões é aqueles que se disporam a lutar por objetivos e se empenharam em sua conquista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre aspectos linguísticos em geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Dois erros há na assertiva (A): 1. não existe crase antes de palavra masculina; 2. “valorizar” escreve-e com “z”, portanto “valoriza”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na assertiva (B), há erro de concordância do verbo “oferecer”, cujo sujeito é “as competições esportivas”, logo deve ser “As competições esportivas, em todo o mundo, &lt;strong&gt;oferecem&lt;/strong&gt;...”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Quatro erros há na assertiva (C), a saber: 1. “&lt;strong&gt;difusão&lt;/strong&gt;” é grafada co  “s”; 2. não há crase antes de verbo; 3. o pronome oblíquo átono “se” deve ficar em próclise ao verbo “destacar”, pois está atraído por “quais”, que é pronome relativo; 4. O verbo “realizar” tem como sujeito “campeonatos”, portanto deve ficar no plural. Observe-se a reescritura da frase corrigida: “A difusão do futebol em todo o mundo levou se &lt;strong&gt;realizarem&lt;/strong&gt; campeonatos nos quais muitos times se destacam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Quanto à assertiva (E), deve haver correção em duas situações: 1. o verbo “ser”, em “é”, deve ir para o plural, porque o sujeito é “verdadeiros campeões”; 2. a forma de “dispor” é dispuseram”. Corrigida, a frase ficará com a seguinte &lt;strong&gt;redação: “Verdadeiros campeões &lt;strong&gt;são&lt;/strong&gt; aqueles que se &lt;/strong&gt;dispuseram a lutar por objetivos e se empenharam em sua conquista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: D.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ministério Público do Rio Grande do Sul – MPERS – 2010 – Secretário de Diligências&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As questões 119 a 125 baseiam-se no texto abaixo.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O altruísmo e a bondade estão em baixa. Atualmente, a preocupação com o bem-estar do outro é mais vista com desconfiança ou como sinal de ingenuidade do que como virtude. Essa é a conclusão a que chegaram a historiadora Barbara Taylor e o psicólogo Adam Phillips, autores de um livro sobre a bondade, recentemente publicado nos Estados Unidos. Com informações colhidas em estudos de teoria social, psicanálise e registros históricos, eles defendem a importância do altruísmo para a construção de uma sociedade funcional, mas também mostram quanto a noção de bondade foi distorcida e hoje é mais malvista do que entendida como algo positivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Para especialistas, esse desencanto é fruto da derrocada ideológica e religiosa que o mundo ocidental viveu no século XX. O processo de recrudescimento da desconfiança começou com as promessas não cumpridas dos regimes políticos como o socialismo soviético, passou pela barbárie do nazismo e culminou com a criação da bomba atômica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Diante de grandes tragédias, como enchentes e furacões que deixam milhares de desabrigados, o ser humano sabe ser solidário. Esta generosidade diluída não costuma ser questionada. É diferente, porém, quando a bondade tem um único rosto. Pessoas que se dedicam a trabalhos voluntários aprenderam a lidar com essa desconfiança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O altruísmo teria nascido no tempo dos caçadores e coletores, 200 mil anos atrás, de acordo com pesquisa recém-publicada. O homem altruísta surge em um contexto de guerra constante por recursos fundamentais à sobrevivência, diz Samuel Bowles, responsável por esse estudo. Grupos com indivíduos altruístas – que se solidarizavam com colegas que não eram necessariamente de suas famílias – tinham mais possibilidade de vencer a disputa por uma zona de caça, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Em meio à crise de valores por que o mundo passa, a historiadora Barbara Taylor vê o momento como uma oportunidade para mudar. (João Loes e Maíra Magro. Istoé, 17 de junho de 2009, pp. 68-69, com adaptações)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;119. Em resumo, o assunto do texto está em:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) A crise de valores do mundo moderno vem despertando sentimentos de generosidade nas pessoas, cientes da necessidade de uma vida comunitária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) A vida em sociedade somente se tornou possível, através dos tempos, pelo sentimento de generosidade do ser humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) Antes considerada uma virtude, a generosidade agora é vista pela sociedade com desconfiança e como sinal de fraqueza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) Estudos recentes buscam entender as razões pelas quais o ser humano costuma ser solidário em grandes tragédias humanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) Falta de confiança tanto em si mesmas quanto nos outros caracteriza o modo moderno de relacionamento entre as pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Embora o texto seja muito generalizante na sua proposta, é possível vislumbrar que, em resumo, o altruísmo, ou seja, a generosidade é seu ponto principal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Assim, está errada a afirmação contida na assertiva (A), porque não há, no texto, informação de que sentimentos de generosidade venham sendo despertados, muito menos porque as pessoas sentem necessidade de vida comunitária, o que também não se encontra no texto. Na opção (B), há erro de interpretação, pois não se afirma que a vida em sociedade só tenha sido possível pelo sentimento de generosidade. Quanto à assertiva (D), os estudos recentes de que o texto trata retratam a ausência de altruísmo, mas não buscam entender as razões pelas quais o ser humano é solidário. A assertiva (E) aborda a falta de confiança das pessoas em si próprias e nos outros, o que não traduz o texto em resumo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: C.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;120. Pressupõe-se corretamente do texto que o altruísmo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) que marca as ações de uma única pessoa nem sempre é devidamente reconhecido, por tratar-se de um sentimento grupal, desde a Antiguidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) nem sempre permite que as pessoas se sintam mais realizadas e felizes, em razão das situações de calamidade em que esse sentimento predomina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) caracteriza a organização de sociedades primitivas, que dependiam dos membros do clã para sobreviver, fato que não ocorre atualmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) beneficia as pessoas em geral e também aqueles que assim se comportam, sendo importante para uma convivência mas humana e frutífera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) Surge apenas em situações de calamidade, apesar da desconfiança generalizada que esse comportamento sempre propiciou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Não há, no texto, ideia de que o altruísmo marque as ações de uma única pessoa, nem que não seja devidamente reconhecido, expressa ou pressupostamente, portanto está errada a assertiva (A).  De igual forma, não se pode pressupor do texto que o altruísmo nem sempre permite às pessoas se sentirem mais realizadas e felizes, o que invalida a assertiva (B). Não se pressupõe do texto, da mesma forma, que o altruísmo caracterize sociedades primitivas, logo não está correta a assertiva (C).  Na opção (E), é verdade que do texto se vê que o altruísmo surge apenas em situações de calamidade, mas não é o altruísmo que propicia a desconfiança generalizada, o que invalida a afirmação dessa assertiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: D.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;121. O que consta no 2.º parágrafo está retomado com outras palavras em:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) A violência que se alastrou por todo o século XX levou as demonstrações de bondade humana a um descrédito generalizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) A humanidade voltou-se principalmente para os ideais religiosos, em oposição à violência dos regimes políticos, durante o século XX.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) Os ideais de bondade inerentes aos credos religiosos foram sufocados pelas ambições políticas, no século XX.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) A desconfiança se espalhou em todos os lugares e por todo o século XX, apesar do desenvolvimento tecnológico alcançado pelo ser humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) Durante o século XX houve predomínio de regimes políticos violentos que se voltaram contra os credos religiosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Observe-se o segundo parágrafo: “Para especialistas, esse desencanto é fruto da derrocada ideológica e religiosa que o mundo ocidental viveu no século XX. O processo de recrudescimento da desconfiança começou com as promessas não cumpridas dos regimes políticos como o socialismo soviético, passou pela barbárie do nazismo e culminou com a criação da bomba atômica”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; São notórias as informações nele constantes: o desencanto tem origem na derrocada ideológica e religiosa vivida pelo mundo no século XX; a desconfiança cresce com as promessas não cumpridas dos regimes políticos – a exemplo o socialismo soviético e o nazismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Portanto a violência que se alastrou por todo o século XX levou as demonstrações de bondade humana a um descrédito generalizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta A.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;122. “É diferente, porém, quando a bondade tem um único rosto.” (3.º parágrafo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O significado correto da frase acima está em:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) Agir com bondade não significa apenas estar presente nas situações de perigo, mas atender a todos os necessitados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) A bondade deve se manifestar em todas as situações de sofrimento, especialmente quando atingem muita gente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) Uma só pessoa bondosa em meio às dificuldades vivenciadas por outras é capaz de minorar o sofrimento alheio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) Enquanto houver alguém que seja bondoso, atitudes solidárias permanecerão como alívio ao sofrimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) Quando apenas uma pessoa se mostra bondosa, os demais agem com desconfiança em relação às suas boas intenções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Frase É diferente, porém, quando a bondade tem um único rosto. (3.º parágrafo) precisa ser entendida com base nas afirmações anteriores: Diante de grandes tragédias, como enchentes e furacões que deixam milhares de desabrigados, o ser humano sabe ser solidário. Esta generosidade diluída não costuma ser questionada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Desta forma, a frase do enunciado pode ser entendida a partir da ideia de que, quando uma pessoa se mostra bondosa, os demais agem com desconfiança em relação às suas boas intenções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: E.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;123. “Atualmente, a preocupação com o bem-estar do outro é mais vista com desconfiança ou como sinal de ingenuidade do que como virtude.” (início do texto)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mesma ideia contida na frase acima está retomada, com outras palavras, em:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) Em meio à crise de valores por que o mundo passa, a historiadora Barbara Taylor vê o momento como uma oportunidade para mudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) ... mas também mostram quanto a noção de bondade foi distorcida e hoje é mais malvista do que entendida como algo positivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) ... esse desencanto é fruto da derrocada ideológica e religiosa que o mundo ocidental viveu no século XX.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) Diante de grandes tragédias, como enchentes e furacões que deixam milhares de desabrigados, o ser humano sabe ser solidário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) Pessoas que se dedicam a trabalhos voluntários aprenderam a lidar com essa desconfiança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Observa-se, no trecho do enunciado, a afirmação de  que se preocupar com o bem-estar do outro é atitude vista, hoje, com desconfiança ou como sinal de fraqueza, ingenuidade. Dessa forma, a ideia está retomada na construção da assertiva (B): “... mas também mostram quanto a noção de bondade foi distorcida e hoje é mais malvista do que entendida como algo positivo”.&lt;br /&gt; Na assertiva (A), a informação de que a historiadora enxerga o momento como uma oportunidade para a bondade é contrária, ou pelo menos diferente, da ideia contida no enunciado. Na (C), está a razão do desencanto, ou seja, a causa do que se vê no enunciado. Na assertiva (D), o trecho apenas lembra que a solidariedade ainda continua nos momentos de tragédia, o que não se identifica com o trecho em foco no enunciado. Já na opção (E), há outra informação, diferente da proposta inicial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: B.&lt;br /&gt;___________________________________                                                                                             &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;124. “Grupos com indivíduos altruístas – que se solidarizavam com colegas que não eram necessariamente de suas famílias – tinham mais possibilidade de vencer a disputa por uma zona de caça, por exemplo.” (penúltimo parágrafo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ditado popular que poderia traduzir corretamente o sentido da afirmativa acima é:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) Águas passadas não movem moinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) Quem espera sempre alcança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) A união faz a força.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) A esperança é a última que morre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) Quem não tem cão caça com gato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O trecho do último parágrafo deve ser examinado no contexto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “O altruísmo teria nascido no tempo dos caçadores e coletores, 200 mil anos atrás, de acordo com pesquisa recém-publicada. O homem altruísta surge em um contexto de guerra constante por recursos fundamentais à sobrevivência, diz Samuel Bowles, responsável por esse estudo. Grupos com indivíduos altruístas – que se solidarizavam com colegas que não eram necessariamente de suas famílias – tinham mais possibilidade de vencer a disputa por uma zona de caça, por exemplo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Observado no contexto do parágrafo, é possível verificar que os grupos possuem maior probabilidade de atingir suas metas que o indivíduo solitário. Logo o ditado popular que traduz corretamente o sentido da afirmativa presente no enunciado é “A união faz a força”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: C.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;125. A concordância verbal e nominal está inteiramente correta em:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) Segundo estudos recentes, a área de atuação dos processos evolutivos não estaria restrita aos genes de um indivíduo, mas também agiria no comportamento social de um grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) O peso das novas descobertas, de acordo com uma das pesquisadoras, não devem ser minimizados, pois a generosidade pode ter sido uma vantagem evolutiva para o homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) Aqueles que, a exemplo do homem bondoso, se oferece para ajudar em situações de calamidade, acaba sendo interpretado como aproveitador por pessoas frias e desinteressadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) Sentimentos como a bondade é inerente à natureza humana, mas as pessoas parece que deixou de lado a confiança na capacidade própria e na dos demais de ser bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) O homem, como os animais, desconhecem gestos de bondade quando se tratam de situações que põem em risco sua sobrevivência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão de concordância verbal e nominal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na alternativa (B), o núcleo o sujeito é “peso”, logo o segmento “não devem ser minimizados” precisa ir para o singular. A frase, corrigida, terá a seguinte redação: “O peso das novas descobertas, de acordo com uma das pesquisadoras, não deve ser minimizado, pois a generosidade pode ter sido uma vantagem evolutiva para o homem”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Quanto à construção da assertiva (C), o sujeito de “se oferece” e “acaba sendo interpretado” é “Aqueles”, portanto os verbos e os predicativos (“interpretados e aproveitador”) devem ir para o plural: “Aqueles que, a exemplo do homem bondoso, se oferecem para ajudar em situações de calamidade, acabam sendo interpretados como aproveitadores por pessoas frias e desinteressadas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Os sujeitos de “é”, do predicativo “inerente” e da locução verbal “parece que deixou”, na alternativa (D), são, respectivamente, “Sentimentos” e “pessoas”, devendo os verbos, portanto, ir para o plural,  Observe-se a frase corrigida: “Sentimentos como a bondade são inerentes à natureza humana, mas as pessoas parecem que deixaram de lado a confiança na capacidade própria e na dos demais de ser bom”. Há, ainda, uma outra forma de concordância na última locução: “parece que deixaram”, pois o verbo “parecer”, funcionando como auxiliar, pode ficar no singular, flexionando-se apenas o principal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Dois erros se registram na opção (E): 1. “desconhecem” tem como sujeito “O homem”, logo deve ficar no singular; 2. o verbo “tratar”, em “quando se tratam de”, deve ficar no singular, porque, sendo verbo transitivo indireto acompanhado de “se”, não flexiona: “O homem, como os animais, desconhece gestos de bondade quando se trata de situações que põem em risco sua sobrevivência”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: A.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As questões 126 a 128 baseiam-se no texto abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O surgimento dos Andes influenciou de forma decisiva a imensa biodiversidade na Amazônia. A explosão ocorreu há cerca de 10 milhões de anos, quando a alteração do relevo e do curso dos rios provocou o surgimento de habitats sem comunicação entre si. A datação contraria teorias de que a riqueza das espécies teria começado há “apenas” 2 milhões de anos. Essas conclusões aparecem em um estudo recentemente divulgado, trabalho que contou com a participação de quatro autores brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Há cerca de 23 milhões de anos a cordilheira dos Andes, que estava confinada ao centro e ao sul do continente, começou a emergir no norte da América do Sul. O evento geológico provocou mudanças significativas na paisagem. “As formações montanhosas e a mudança no curso dos rios produziram um mosaico de habitats onde animais e plantas permaneceram isolados”, explica Francisco Negri, da Universidade Federal do Acre. “Com o tempo, eles evoluíram e produziram diferentes espécies”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O geólogo Jorge Figueiredo, da Petrobras, que trabalha com prospecção de petróleo, afirma que dados da empresa foram cruciais para os resultados do trabalho. Ao estudar os dados coletados na região, percebeu que ofereciam informações valiosas sobre a origem do rio Amazonas, essencial para a biodiversidade local. (Alexandre Gonçalves. O Estado de S. Paulo, Vida A33, 12 de novembro de 2010, com adaptações)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;126. A ideia principal do texto está contida em:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) A geologia é determinante na extensão dos rios da região amazônica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) Cordilheira dos Andes pode explicar a biodiversidade amazônica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) Prospecção de petróleo revela alterações no relevo da Amazônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) Processo evolutivo de espécies é anterior ao surgimento dos Andes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) Espécies de plantas e de animais fornecem informações sobre a região amazônica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A ideia principal do texto não aborda que a geologia seja determinante na extensão dos rios da região amazônica, mas em todo o território amazônico, portanto está errada a assertiva (A). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Não há, no texto, como ideia principal, a prospecção de petróleo. Apenas se citou que dados fornecidos pela Petrobras foram importantes para a o trabalho. Errada, portanto, a opção (C).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O fato informado no texto de que o processo evolutivo das espécies é anterior ao surgimento dos Andes é apenas um elemento, mas não a ideia central.  Errada a opção (D).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Não procede, como ideia principal do texto, que espécies de plantas e de animais forneçam informações sobre a região amazônica. Portanto está errada a assertiva (E).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: B.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;127. Em relação ao emprego de aspas, a afirmativa correta é:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) em todos os exemplos o uso das aspas tem o mesmo sentido de chamar a atenção para o suo particular de determinadas palavras no contexto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) em todos os exemplos em que se utilizam esses sinais de pontuação (1.º e 2.º parágrafos) há a mesma intenção de reproduzir citações de especialistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) no 2.º parágrafo o primeiro segmento isolado por aspas reproduz palavras de especialista, e no segmento seguinte há a transcrição da ideia principal do parágrafo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) o uso das aspas é desnecessário no último segmento do 2.º parágrafo, pois não há razão que justifique a presença desses sinais de pontuação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) Os segmentos isolados por aspas no 2.º parágrafo constituem reprodução exata das palavras do especialista citado, enquanto em “apenas”, assinalam intenção de relativizar o sentido da palavra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre pontuação e interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No trecho “A datação contraria teorias de que a riqueza das espécies teria começado há “apenas” 2 milhões de anos”, o emprego de aspas chama a atenção do leitor para a relativização no emprego da palavra “apenas”, pois 2 milhões de anos é tempo demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Já os segmentos isolados por aspas no segundo parágrafo (“As formações montanhosas e a mudança no curso dos rios produziram um mosaico de habitats onde animais e plantas permaneceram isolados”, explica Francisco Negri, da Universidade Federal do Acre e “Com o tempo, eles evoluíram e produziram diferentes espécies”) são reproduções exatas das palavras do especialista Francisco Negri.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: E.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;128. ... afirma que dados da empresa foram cruciais para os resultados do trabalho. (último parágrafo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O único adjetivo que NÃO apresenta semelhança de sentido com o de cruciais, entre aqueles que também aparecem no texto, considerada a forma de masculino singular, é:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) significativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) valioso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) essencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) isolado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) decisivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre semântica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “Crucial” significa, no contexto, decisivo, de opção inevitável, importante, fundamental. Portanto apresentam semelhanças os adjetivos “significativo”, “valioso”, “essencial” e “decisivo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Não tem relação semântica com “isolado”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: D.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As questões 129 a 134 baseiam-se no texto abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Em 2008, Nicholas Carr assinou, na revista The Atlantic, o polêmico artigo “Estará o Google nos tornando estúpidos?” O texto ganhou a capa da revista e, desde sua publicação, encontra entre os mais lidos de seu website. O autor nos brinda agora com The Shallows: What the internet is doing with our brains, um livro instrutivo e provocativo, que dosa linguagem fluida com a melhor tradição dos livros de disseminação científica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Novas tecnologias costumam provocar incerteza e medo. As reações mais estridentes nem sempre têm fundamentos científicos. Curiosamente, no caso da internet, os verdadeiros fundamentos científicos deveriam, sim, provocar reações muito estridentes. Carr mergulha em dezenas de estudos científicos sobre o funcionamento do cérebro humano. Conclui que a internet está provocando danos em partes do cérebro que constituem a base do que entendemos como inteligência, além de nos tornar menos sensíveis a sentimentos como compaixão e piedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O frenesi hipertextual da internet, com seus múltiplos e incessantes, adestra nossa habilidade de tomar pequenas decisões. Saltamos textos e imagens, traçando um caminho errático pelas páginas eletrônicas. No entanto, esse ganho se dá à custa da perda da capacidade de alimentar nossa memória de longa duração e estabelecer raciocínios mais sofisticados. Carr menciona a dificuldade que muitos de nós, depois de anos de exposição à internet, agora experimentam diante de textos mais longos e elaborados: as sensações de impaciência e de sonolência, com base em estudos científicos sobre o impacto da internet no cérebro humano. Segundo o autor, quando navegamos na rede, “entramos em um ambiente que promove uma leitura apressada, rasa e distraída, e um aprendizado superficial”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A internet converteu-se em uma ferramenta poderosa para a transformação do nosso cérebro e, quanto mais a utilizamos, estimulados pela carga gigantesca de informações, imersos no mundo virtual, mais nossas mentes são afetadas. E não se trata apenas de pequenas alterações, mas de mudanças substanciais físicas e funcionais.Essa dispersão da atenção vem à custa da capacidade de concentração e de reflexão. (Thomaz Wood Jr. Carta Capital, 27 de outubro de 2010, p. 72, com adaptações)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;129. Curiosamente, no caso da internet, os verdadeiros fundamentos científicos deveriam, sim provocar reações muito estridentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autor, para embasar a opinião exposta no 2.º parágrafo, &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) considera, como base inicial de constatação a respeito do uso da internet, que ela nos torna menos sensíveis a sentimentos como compaixão e piedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) questiona a ausência de fundamentos científicos que, no caso da internet, [...] deveriam, sim, provocar reações muito estridentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) se vale da enorme projeção conferida ao pesquisador antes citado, ironicamente oferecida pela própria internet, em seu website.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) apoia-se nas conclusões de Nicholas Carr, baseadas em dezenas de estudos científicos sobre o funcionamento do cérebro humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) condena, desde o início, as novas tecnologias, cujo uso indiscriminado vem provocando danos em partes do cérebro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de textos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A opinião expressa pelo autor no 2.º parágrafo, (“Conclui que a internet está provocando danos em partes do cérebro que constituem a base do que entendemos como inteligência, além de nos tornar menos sensíveis a sentimentos como compaixão e piedade”), é embasada na valorizada projeção atribuída a Nicholas Carr.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Observe-se que o artigo “Estará o Google nos tornando estúpidos?”, desde que foi publicado na revista The Atlantic, está postado no próprio “website” do autor, sendo um dos artigos mais lidos, daí a presença do advérbio “ironicamente”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: C.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;130. Em relação à estrutura textual, está correta a afirmativa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) No 3.º parágrafo há comprometimento da clareza quanto aos reais prejuízos causados ao funcionamento do cérebro pelo uso indevido da internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) A sequência de parágrafos é feita com coerência, por haver progressão articulada do assunto que vem sendo desenvolvido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) Os quatro parágrafos do texto são independentes, tendo em vista que cada um deles trata, isoladamente, de uma situação diferente sobre a internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) O 1.º parágrafo, especialmente, está isolado dos demais, por conter uma informação, dispensável no contexto, a respeito das publicações de um especialista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) Identifica-se uma incoerência no desenvolvimento do texto, comprometendo a afirmativa de que as novas tecnologias provocam incerteza e medo, embora os sites sejam os mais lidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre estrutura textual e interpretação.J&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O texto é apresentado em quatro parágrafos, a saber: 1.º) a localização do tema a partir da lembrança da publicação do artigo de Carr, a fama que o artigo atingiu e a notícia do lançamento do novo livro, todos em torno do tema indicado pelo próprio título do artigo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No 2.º parágrafo, discute-se a tese de que a internet produz alterações no cérebro do internauta e se acena com a possibilidade de tornar os seres humanos menos sensíveis à compaixão e à piedade. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; No 3.º parágrafo, chama-se a atenção de que as leituras feitas na internet são superficiais, desacostumando o internauta à leitura de textos mais longos, que produzem sonolência e impaciência. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; No 4.º parágrafo, alerta-se para os prejuízos que a internet pode produzir dispersão da atenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Dessa forma, o texto tem sequência coerente e apresenta progressão articulada sobre o tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: B.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;131. O assunto do texto está corretamente resumido em:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) Usar a internet estimula funções cerebrais, pelas facilidades de percepção e de domínio de assuntos diversificados e de formatos diferenciados de textos, que permitem uma leitura dinâmica e de acordo com o interesse do usuário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) O novo livro de Nicholas Carr, a ser publicado, desperta a curiosidade do leitor pelo tratamento ficcional que seu autor aplica a situações concretas do funcionamento do cérebro, trazidas pelo uso disseminado da internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) O uso da internet deveria motivar reações contrárias de inúmeros especialistas, a exemplo de Nicholas Carr, que procura descobrir as conexões entre raciocínio lógico e estudos científicos sobre o funcionamento do cérebro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) O mundo virtual oferecido pela internet propicia o desenvolvimento de diversas capacidades cerebrais em todos aqueles que se dedicam a essa navegação, ainda pouco estudadas e explicitadas em termos científicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) Segundo Nicholas Carr, o uso frequente da internet produz alterações no funcionamento do cérebro, pois estimula leituras superficiais e distraídas, comprometendo a formulação de raciocínios mais sofisticados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Durante o texto, vê-se que há um chamado de atenção para os prejuízos que a exposição prolongada á internet causa ao cérebro, portanto estão erradas as assertivas (A) e (D). Está errada a afirmação contida na alternativa (B), pois o livro The Shallows: What the internet is doing with our brains já foi publicado, tanto que está comentado ligeiramente no primeiro parágrafo, mas as ideias nele contidas foram discutidas ao longo do texto. Não há suporte, no texto,  para o que se encontra afirmado na assertiva (C). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: E.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;132. “Essa dispersão da atenção vem &lt;strong&gt;à custa&lt;/strong&gt; da &lt;strong&gt;capacidade&lt;/strong&gt; de concentração e de &lt;strong&gt;reflexão&lt;/strong&gt;.” (final do texto)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segmento grifado estabelece na frase relação de ............, e pode ser substituído, sem alteração do sentido original, por ............&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As lacunas acima estarão corretamente preenchidas por:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) ressalva indispensável – embora se perca a capacidade de concentração e de atenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) finalidade tardia – para que haja a perda da capacidade de concentração e de atenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) causa imediata – devido à perda da capacidade de concentração e de reflexão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) consequência inesperada – perdendo-se a capacidade de concentração e de atenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) explicação redundante – pois há a perda da capacidade de concentração e de atenção.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto com  ênfase na relação semântica entre orações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A afirmação contida no trecho “Essa dispersão da atenção vem à custa da capacidade de concentração e de reflexão. (final do texto), especialmente com referência ao segmento sublinhado, não se trata de ressalva dispensável, nem mesmo pode ser interpretada como explicação redundante, porque é uma afirmação que justifica toda a argumentação expendida ao longo do texto; estão erradas, portanto, as assertivas (A) e (E). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Não se trata, igualmente, de finalidade tardia, nem de consequência inesperada, pois, no texto, pode-se observar que os efeitos são conhecidos ao longo da exposição à internet, portanto estão erradas a assertivas (B) e (D). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A idéia estabelecida entre as orações é de causa imediata, e o segmento grifado pode se substituído, sem alteração do sentido original da mensagem, por “devido à perda da capacidade de concentração e de reflexão”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: C.&lt;br /&gt;___________________________________                                                                                            &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;133. “Carr menciona a dificuldade que muitos de nós, depois de anos de exposição à internet, agora experimentam diante de textos mais longos e elaborados: as sensações de impaciência e de sonolência..”. (3.º parágrafo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considere as afirmativas seguintes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I. A concordância verbal estaria inteiramente respeitada, como o verbo experimentar flexionado na 1.ª pessoa do plural, experimentamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II. A presença do sinal de crase é facultativa, pois internet é palavra originária do inglês, adaptada ao nosso idioma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III. O segmento introduzido pelos dois-pontos explica a dificuldade decorrente da acentuada exposição à internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está correto o que se afirma em:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) II e III, somente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) I, II e III.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) I, somente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) II, somente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) I e III, somente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre concordância verbal, crase e pontuação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Quanto à assertiva I, o autor preferiu, no texto, estabelecer a concordância do verbo “experimentar” com “muitos”, no trecho “muitos de nós [...] experimentam”,  o que levou à flexão na terceira do plural: “experimentam”. Pode-se, porém, estabelecer também a concordância com “nós”, o que levará o verbo a ser flexionado na 1.ª pessoa do plural: “experimentamos”. Correta a assertiva I.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O sinal de crase à frente de “internet” não é facultativo, mas obrigatório. Embora seja palavra de origem inglesa, está aportuguesada e utilizada como substantivo feminino. Errada a afirmação II.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Após os dois-pontos, no trecho “as sensações de impaciência e de sonolência...”, encontra-se explicação decorrente da acentuada exposição à internet. Correta a assertiva III.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: E. &lt;br /&gt;___________________________________                                                                                            &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;134. O segmento inteiramente denotativo é:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) Conclui que a internet está provocando danos em partes do cérebro...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) Saltamos textos e imagens, traçando um caminho errático pelas páginas eletrônicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) O autor nos brinda agora com The Shallows: What the internet is doing with our brains, (...) que dosa linguagem fluida com a melhor tradição dos livros de disseminação científica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) Carr mergulha em dezenas de estudos científicos sobre o funcionamento do cérebro humano.&lt;br /&gt;(E) ... esse ganho se dá à custa de alimentar nossa memória de longa duração e estabelecer raciocínios mais sofisticados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre semântica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na alternativa (A), o trecho “Conclui que a internet está provocando danos em partes do cérebro...” não está escrito em linguagem conotativo, mas sim denotativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Linguagem denotativa é linguagem real, sem sentido figurado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na assertiva (B), o verbo “saltar” tem conotação claramente figurativa, além do trecho “traçando caminho errático”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na opção (C), pelo menos dois trechos apresentam linguagem conotativa: “brinda” e “dosa”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na alternativa (D), “mergulhar”, em “Carr mergulha em dezenas de estudos...”, traduz nítida linguagem conotativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na opção (E), “alimentar nossa memória” tem imagem conotativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: A.&lt;br /&gt;___________________________________                                                                                           &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;As questões 135 a 138 baseiam-se no texto abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Também nas cidades de porte médio, localizadas nas vizinhanças das regiões metropolitanas do Sudeste e do sul do país, as pessoas tendem cada vez mais a optar pelo carro para seus deslocamentos diários, como mostram dados do Departamento Nacional de Trânsito. Em consequência, congestionamentos, acidentes, poluição e altos custos de manutenção da malha viária passaram a fazer parte da lista dos principais problemas desses municípios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Cidades menores, com custo de vida menos elevado que o das capitais, baixo índice de desemprego e poder aquisitivo mais alto, tiveram suas frotas aumentadas em progressão geométrica nos últimos anos. A facilidade de crédito e a isenção de impostos são alguns dos elementos que têm colaborado para a realização do sonho de ter um carro. E os brasileiros desses municípios passaram a utilizar seus carros até para percorrer curtas distâncias, mesmo perdendo tempo em congestionamentos e apesar dos alertas das autoridades sobre os danos provocados ao meio ambiente pelo aumento da frota.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Além disso, carro continua a ser sinônimo de status para milhões de brasileiros de todas as regiões. A sua necessidade vem muitas vezes em segundo lugar. Há 35,3 milhões de veículos em todo o país, um crescimento de 66% nos últimos nove anos. Não por acaso oito estados já registram mais mortes por acidentes no trânsito do que por homicídios. (O Estado de S. Paulo, Notas e informações, A3, 11 de setembro de 2010, com adaptações)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;135. “Não por acaso oito estados já registram mais mortes por acidentes no trânsito do que por homicídios.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A afirmativa final do texto surge como&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) hipótese de que a vida nas cidades menores tem perdido qualidade, pois os brasileiros desses municípios passaram a utilizar seus carros até para percorrer curtas distâncias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) conclusão coerente com todo o desenvolvimento, a partir de um título que poderia ser: Carro, problema que se agrava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) constatação baseada no fato de que os brasileiros desejam possuir um carro, mas perdem muito tempo em congestionamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) observação irônica quanto aos problemas decorrentes do aumento na utilização de carros, com danos provocados ao meio ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) comprovação de que a compra de um carro é sinônimo de status e, por isso, constitui o maior sonho de consumo do brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Observando-se atentamente o último período do texto, verifica-se que se faz expressa referência a oito estados brasileiros e não a cidades menores. No início do texto, há referência sobre cidades de porte médio, não menores. Portanto, está errada a assertiva (A).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Em relação à interpretação acima, também está errada a assertiva (C), pois a constatação de mais mortes por acidentes no trânsito em relação a homicídios não está relacionada diretamente com perda de tempo em congestionamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Não há ironia na afirmação final do texto, portanto está errada a assertiva (D).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Novamente, a afirmação final do texto não está diretamente relacionada à comprovação de que a compra de carro seja sinônimo de status. Errada, por consequência, a alternativa (E).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: B.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;136. A expressão pronominal em que preenche corretamente a lacuna da frase:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) Nas grandes cidades, ............ os moradores dependem de transporte coletivo eficiente, tem aumentado consideravelmente a frota de carros particulares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) O carro próprio, ............ sonham muitos brasileiros, tornou-se possível com a oferta de crédito e a isenção de impostos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) O aumento da frota de veículos, evidente em inúmeras cidades, pode afetar a qualidade do ar ............ se respira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) O controle da poluição do ar nas grandes cidades é um assuntos ............ se trata em todas as discussões sobre o meio ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) Seria necessário propiciar transporte de qualidade ............ a população das grandes cidades deixe seu carro na garagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre regência verbal e emprego de pronomes relativos.K&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na assertiva (A), a lacuna deve ser preenchida com “em que”, pois a referência é de lugar; poderia, também, ser preenchida por “onde”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na lacuna da opção (B), deve aparecer “com que” ou “com o qual”, pois quem sonha sonha “com” alguma coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Quem respira respira alguma coisa, no caso da assertiva (C), respira “ar”, que é objeto direto. Logo a lacuna da alternativa deve ser preenchida apenas com “que”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Deve ser empregado “de que” ou “dos quais” na lacuna da assertiva (D), pois “se trata” exige preposição “de”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A ideia presente na frase da alternativa (E) é de finalidade, portanto a lacuna deve ser preenchida com “&lt;strong&gt;para que&lt;/strong&gt;”: “Seria necessário propiciar transporte de qualidade para que a população das grandes cidades deixe seu carro na garagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: A.    &lt;br /&gt;___________________________________                                                                                        &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;137. As ideias mais importantes contidas no 2.º parágrafo do texto constam, com lógica e correção, de:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) É nas cidades menores, com custo de vida menos elevado que o das capitais, baixo índice de desemprego e poder aquisitivo mais alto, que tiveram suas frotas aumentadas em progressão geométrica nos últimos anos pela facilidade de crédito e a isenção de impostos são alguns dos elementos que tem colaborado para a realização do sonho de ter um carro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) Os brasileiros de cidades menores passaram até a percorrer curtas distâncias com seus carros, pela facilidade de crédito e a isenção de impostos, que são elementos que têm colaborado para a realização do sonho de tê-los, e com custo de vida menos elevado que o das capitais, baixo índice de desemprego e poder aquisitivo mais alto, tiveram suas frotas aumentadas em progressão geométrica nos últimos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) A facilidade de crédito e a isenção de impostos são alguns elementos que tem colaborado para a realização do sonho de ter um carro nas cidades menores, e os brasileiros desses municípios passaram a utilizar seus carros para percorrer curtas distâncias, além dos congestionamentos e dos alertas das autoridades sobre os danos provocados ao meio ambiente pelo aumento da frota.&lt;br /&gt;(D) Cidades menores tiveram suas frotas aumentadas em progressão geométrica nos últimos anos em razão da facilidade de crédito e da isenção de impostos, elementos que têm colaborado para a aquisição de carros que passaram a ser utilizados até mesmo para percorrer curtas distâncias, apesar dos congestionamentos e dos alertas das autoridades sobre os danos provocados ao meio ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) O menor custo de vida em cidades menores, com baixo índice de desemprego e poder aquisitivo mais alto, aumentaram suas frotas em progressão geométrica nos últimos anos, com a facilidade de crédito e a isenção de impostos, que são alguns dos elementos que têm colaborado para a realização do sonho dos brasileiros de ter um carro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre reestrutura de frases com aspectos gramaticais.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Na assertiva (A), há quebra de sentido na frase “É nas cidades menores [...] que tiveram suas frotas aumentadas...”, além de erro de concordância na ausência de acento diferencial no verbo “ter”, em “tem”, que deveria ser “têm”, porque o sujeito é “alguns dos elementos”. Há, também confusão na reconstrução. Errada a alternativa (A).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na assertiva (B), está se atribuindo o fato de os brasileiros habitantes das cidades menores percorrerem de carro pequenas distâncias à facilidade de crédito, quando deveria ter sido atribuída à facilidade de crédito, entre outros fatores, a aquisição de automóvel. Errada a assertiva (B).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na opção (C), repete-se o erro de concordância na falta de acento diferencial em “tem”, além de outros erros de lógica, como o de ter um carro “nas cidades menores”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Quanto à assertiva (E), há erro de concordância entre “o menor custo de vida ... aumentaram”, quando deveria ser “aumentou”. Há, também, erros de lógica em relação ao trecho original.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: D.  &lt;br /&gt;___________________________________                                                                                           &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;138. A concordância verbal e nominal está inteiramente correta em:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) O número de automóveis nos países desenvolvidos costumam ser mais elevados, mas nessas cidades existe bons sistemas de transporte coletivo e as pessoas usam seus carros apenas para viagens e passeios de fins de semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) No caso das regiões metropolitanas brasileiras, é necessário os investimentos na expansão de sistemas integrados de transporte coletivo, para desestimular o uso de veículos particulares no dia a dia das cidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) A redução da emissão de partículas poluentes pelo escapamento dos carros é uma das metas que devem ser atingidas pelos órgãos responsáveis pela organização do trânsito nas grandes cidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) Em cidades maiores, inúmeros moradores, para fugir da violência e do estresse urbano, se mudou para condomínios fechados próximos e passou a depender de carro para seus deslocamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) O planejamento urbano das grandes e médias cidades nem sempre acompanharam os deslocamentos de grandes contingentes da população, que depende de transporte coletivo para ir e vir do trabalho diariamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre concordância verbal e nominal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na opção (A), o núcleo do sujeito de “costumam” é “número”, portanto deve ser “costuma”. Além disso, o sujeito de “existe” é “bons sistemas de transporte coletivo”, logo deve ser “existem”. Errada a opção (A).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Está errada a alternativa (B), porque o sujeito de “é necessário” é “investimentos”, logo deve ser “são necessários”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Os verbos “fugir”, “mudou” e “passou” têm como sujeito “inúmeros moradores”, logo devem ir para o plural: “fugirem”, “mudaram” e “passaram”. Errada a assertiva (D).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na assertiva (E), o sujeito de “acompanharam” é “o planejamento urbano das grandes e médias cidades”, sendo seu núcleo “planejamento”, portanto deve ser “acompanhou”. O sujeito de “depende” é “grandes contingentes da população”, logo deve ser “dependem”. Errada a opção (E).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: C.  &lt;br /&gt;________________________________&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7143776015959738336-2800087758217714466?l=professormenegotto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Apesar do abandono do planejamento estratégico e de nossa fraca vocação para pensarmos a longo prazo, a verdade é que mantemos algumas características de país altamente inovador. Temos realizado avanços extraordinários no desenvolvimento de processos e na pesquisa em energias alternativas, em razão da antiga (e, felizmente, superada) dependência das importações de petróleo. Não atendemos, porém, às necessidades de financiamento na medida exigida pela continuidade das pesquisas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O rápido crescimento da economia chinesa tem atraído a atenção geral, mas devíamos orientar o nosso interesse em acompanhar, prioritariamente, as inovações que se estão processando nos Estados Unidos da América (EUA), na Alemanha e nos países nórdicos. A China, por enquanto, continua sendo uma economia que copia muito mais que investe em inovação. Os norte-americanos, com todos os problemas de suas finanças, mantêm a dianteira nos investimentos em desenvolvimento tecnológico: no governo Obama, decidiram recuperar a autonomia energética, investindo pesadamente no desenvolvimento de novas modalidades de energia. De seu lado, alemães e escandinavos estão ampliando os investimentos em energia alternativa e já colhem resultados expressivos da utilização de energia eólica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em termos imediatos, o que acontece de importante nos EUA e na China é a ênfase total dos investimentos públicos na expansão e modernização da infraestrutura dos transportes e comunicações de modo geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caminho brasileiro não deve ser diferente: temos de acelerar os investimentos na infraestrutura dos transportes para eliminar, o mais rápido possível, os gargalos que encarecem a circulação interna e as exportações da produção agrícola e industrial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é preciso repetir que o Brasil é um país inovador. O que nos falta é o suporte do crédito, de forma contínua, para sustentar as inovações, é claro que com algumas notáveis exceções: alcançamos o estado da arte na produção de combustíveis para transporte, e a EMBRAPA fez, em 30 anos, uma revolução na produtividade de nossa agricultura e pecuária, dando um enorme retorno aos parcos recursos de investimentos que recebeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que o Brasil se transforme, efetivamente, em protagonista importante da revolução que vai mudar, profundamente, os processos de produção industrial e agropastoril em todo o mundo, os próximos governos terão de dar prioridade absoluta aos investimentos em inovação e ao desenvolvimento tecnológico.&lt;br /&gt;A fórmula do crescimento é inovação mais crédito. Sua aplicação foi fundamental para a construção da mais poderosa economia global no século passado. Não há razão alguma para ignorá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acerca dos aspectos semânticos e gramaticais do texto apresentado, julgue o seguinte item.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;785. (CESPE – AGU – Agente Administrativo - 2010) Mantém-se a relação existente entre as orações separadas no texto por dois-pontos (2º período do 5º parágrafo), caso esse sinal de pontuação seja substituído por vírgula e, após esta, seja acrescentado o vocábulo “pois”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;em&gt;Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre pontuação e estrutura de orações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No trecho “O que nos falta é o suporte do crédito, de forma contínua, para sustentar as inovações, é claro que com algumas notáveis exceções: alcançamos o estado da arte na produção de combustíveis para transporte, e a EMBRAPA fez, em 30 anos, uma revolução na produtividade de nossa agricultura e pecuária, dando um enorme retorno aos parcos recursos de investimentos que recebeu” (2º período do 5º parágrafo), a substituição de dois-pontos por vírgula seguido de “pois” é perfeitamente viável, já que a oração após os dois-pontos (“alcançamos o estado da arte na produção de combustíveis para transporte, e a EMBRAPA fez, em 30 anos, uma revolução na produtividade de nossa agricultura e pecuária, dando um enorme retorno aos parcos recursos de investimentos que recebeu”) é explicativa em relação á anterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Correta a afirmação.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7143776015959738336-3670706558846785519?l=professormenegotto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WV-D0_8waMyTl9HGe6B1ODlk8KY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WV-D0_8waMyTl9HGe6B1ODlk8KY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WV-D0_8waMyTl9HGe6B1ODlk8KY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WV-D0_8waMyTl9HGe6B1ODlk8KY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos/~4/68dA5Yv-6vM" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://professormenegotto.blogspot.com/feeds/3670706558846785519/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://professormenegotto.blogspot.com/2012/01/serie-questoes-comentadas-e-respondidas_14.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7143776015959738336/posts/default/3670706558846785519?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7143776015959738336/posts/default/3670706558846785519?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos/~3/68dA5Yv-6vM/serie-questoes-comentadas-e-respondidas_14.html" title="SÉRIE QUESTÕES COMENTADAS E RESPONDIDAS 785" /><author><name>Professor Alberto Menegotto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11711416067856254380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="25" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_n3GHE1Fbg7M/SoREhW9bMNI/AAAAAAAAAGk/FPbsNLlk6uY/S220/Beto+Face.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-5oaCob5Jo-0/TxDUP_YFarI/AAAAAAAACLw/NvhvB2xVHtM/s72-c/AGU.bmp" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://professormenegotto.blogspot.com/2012/01/serie-questoes-comentadas-e-respondidas_14.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkQEQXc5eyp7ImA9WhRVFE8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7143776015959738336.post-500465096464324733</id><published>2012-01-13T00:05:00.000-02:00</published><updated>2012-01-13T00:05:00.923-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-13T00:05:00.923-02:00</app:edited><title>SÉRIE QUESTÕES COMENTADAS E RESPONDIDAS 784</title><content type="html">&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-pvylfLLube4/Tw9-4Lh9ZmI/AAAAAAAACLY/5e0N39tlHOU/s1600/AGU.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 254px; height: 198px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-pvylfLLube4/Tw9-4Lh9ZmI/AAAAAAAACLY/5e0N39tlHOU/s320/AGU.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5696911557279966818" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-HjVN3rXKvHs/Tw9-xtq2NBI/AAAAAAAACLM/wbUBRY84YWM/s1600/CESPE.png"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 180px; height: 40px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-HjVN3rXKvHs/Tw9-xtq2NBI/AAAAAAAACLM/wbUBRY84YWM/s320/CESPE.png" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5696911446184965138" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Está sendo postada, diariamente, desde 10 de janeiro de 2011, uma questão do CESPE, visando aos concursos da Polícia Federal e Caixa Econômica Federal – CEF. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AS POSTAGENS 776 A 790 CONTÊM QUESTÕES DA PROVA REALIZADA EM 2010 PARA PROVIMENTO DE CARGO DE AGENTE ADMINISTRATIVO DA ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO – AGU, EM CONCURSO DE NÍVEL MÉDIO ELABORADO PELO CESPE.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; É uma grande ilusão imaginar que o Brasil estará entre as cinco maiores economias do mundo na década atual se não realizar investimentos pesados em um novo padrão de energia, independente da utilização de petróleo. Apesar do abandono do planejamento estratégico e de nossa fraca vocação para pensarmos a longo prazo, a verdade é que mantemos algumas características de país altamente inovador. Temos realizado avanços extraordinários no desenvolvimento de processos e na pesquisa em energias alternativas, em razão da antiga (e, felizmente, superada) dependência das importações de petróleo. Não atendemos, porém, às necessidades de financiamento na medida exigida pela continuidade das pesquisas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O rápido crescimento da economia chinesa tem atraído a atenção geral, mas devíamos orientar o nosso interesse em acompanhar, prioritariamente, as inovações que se estão processando nos Estados Unidos da América (EUA), na Alemanha e nos países nórdicos. A China, por enquanto, continua sendo uma economia que copia muito mais que investe em inovação. Os norte-americanos, com todos os problemas de suas finanças, mantêm a dianteira nos investimentos em desenvolvimento tecnológico: no governo Obama, decidiram recuperar a autonomia energética, investindo pesadamente no desenvolvimento de novas modalidades de energia. De seu lado, alemães e escandinavos estão ampliando os investimentos em energia alternativa e já colhem resultados expressivos da utilização de energia eólica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em termos imediatos, o que acontece de importante nos EUA e na China é a ênfase total dos investimentos públicos na expansão e modernização da infraestrutura dos transportes e comunicações de modo geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caminho brasileiro não deve ser diferente: temos de acelerar os investimentos na infraestrutura dos transportes para eliminar, o mais rápido possível, os gargalos que encarecem a circulação interna e as exportações da produção agrícola e industrial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é preciso repetir que o Brasil é um país inovador. O que nos falta é o suporte do crédito, de forma contínua, para sustentar as inovações, é claro que com algumas notáveis exceções: alcançamos o estado da arte na produção de combustíveis para transporte, e a EMBRAPA fez, em 30 anos, uma revolução na produtividade de nossa agricultura e pecuária, dando um enorme retorno aos parcos recursos de investimentos que recebeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que o Brasil se transforme, efetivamente, em protagonista importante da revolução que vai mudar, profundamente, os processos de produção industrial e agropastoril em todo o mundo, os próximos governos terão de dar prioridade absoluta aos investimentos em inovação e ao desenvolvimento tecnológico.&lt;br /&gt;A fórmula do crescimento é inovação mais crédito. Sua aplicação foi fundamental para a construção da mais poderosa economia global no século passado. Não há razão alguma para ignorá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acerca dos aspectos semânticos e gramaticais do texto apresentado, julgue o seguinte item.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;784. (CESPE – AGU – Agente Administrativo - 2010) A locução verbal “estão ampliando” (último período do 2º parágrafo) é equivalente à forma verbal “ampliam”, pois ambas expressam valores temporais idênticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;em&gt;Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre tempos e modos verbais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No trecho “De seu lado, alemães e escandinavos estão ampliando os investimentos em energia alternativa e já colhem resultados expressivos da utilização de energia eólica” (último período do 2º parágrafo), a locução verbal “estão ampliando” traduz ideia de ação permanente, que tem ocorrido e ocorre. A substituição de “estão ampliando” por “ampliam” não manterá o sentido original da mensagem, porque “ampliam”, que está conjugado no presente do indicativo, traduz ideia de presente em ação não continuada, como “estão ampliando”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Errada a afirmativa.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7143776015959738336-500465096464324733?l=professormenegotto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Vow-DuJ_8E_tlUPVWI6QjU9RrZw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Vow-DuJ_8E_tlUPVWI6QjU9RrZw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos/~4/RsqtMeItBr4" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://professormenegotto.blogspot.com/feeds/500465096464324733/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://professormenegotto.blogspot.com/2012/01/serie-questoes-comentadas-e-respondidas_13.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7143776015959738336/posts/default/500465096464324733?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7143776015959738336/posts/default/500465096464324733?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos/~3/RsqtMeItBr4/serie-questoes-comentadas-e-respondidas_13.html" title="SÉRIE QUESTÕES COMENTADAS E RESPONDIDAS 784" /><author><name>Professor Alberto Menegotto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11711416067856254380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="25" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_n3GHE1Fbg7M/SoREhW9bMNI/AAAAAAAAAGk/FPbsNLlk6uY/S220/Beto+Face.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-pvylfLLube4/Tw9-4Lh9ZmI/AAAAAAAACLY/5e0N39tlHOU/s72-c/AGU.bmp" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://professormenegotto.blogspot.com/2012/01/serie-questoes-comentadas-e-respondidas_13.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUQHR3s7eip7ImA9WhRVE0s.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7143776015959738336.post-3069139089199259729</id><published>2012-01-12T00:05:00.001-02:00</published><updated>2012-01-12T09:22:16.502-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-12T09:22:16.502-02:00</app:edited><title>SÉRIE QUESTÕES COMENTADAS E RESPONDIDAS 783</title><content type="html">&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-E_8HueVKHQk/Tw4ebYcB9kI/AAAAAAAACLA/ZGGyGaYaf78/s1600/AGU.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 254px; height: 198px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-E_8HueVKHQk/Tw4ebYcB9kI/AAAAAAAACLA/ZGGyGaYaf78/s320/AGU.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5696524034435577410" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-ZfV6PX0EdCI/Tw4eUuYYJ4I/AAAAAAAACK0/ni-8_XBA6eA/s1600/CESPE.png"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 180px; height: 40px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-ZfV6PX0EdCI/Tw4eUuYYJ4I/AAAAAAAACK0/ni-8_XBA6eA/s320/CESPE.png" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5696523920066750338" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Está sendo postada, diariamente, desde 10 de janeiro de 2011, uma questão do CESPE, visando aos concursos da Polícia Federal e Caixa Econômica Federal – CEF. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AS POSTAGENS 776 A 790 CONTÊM QUESTÕES DA PROVA REALIZADA EM 2010 PARA PROVIMENTO DE CARGO DE AGENTE ADMINISTRATIVO DA ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO – AGU, EM CONCURSO DE NÍVEL MÉDIO ELABORADO PELO CESPE.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; É uma grande ilusão imaginar que o Brasil estará entre as cinco maiores economias do mundo na década atual se não realizar investimentos pesados em um novo padrão de energia, independente da utilização de petróleo. Apesar do abandono do planejamento estratégico e de nossa fraca vocação para pensarmos a longo prazo, a verdade é que mantemos algumas características de país altamente inovador. Temos realizado avanços extraordinários no desenvolvimento de processos e na pesquisa em energias alternativas, em razão da antiga (e, felizmente, superada) dependência das importações de petróleo. Não atendemos, porém, às necessidades de financiamento na medida exigida pela continuidade das pesquisas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O rápido crescimento da economia chinesa tem atraído a atenção geral, mas devíamos orientar o nosso interesse em acompanhar, prioritariamente, as inovações que se estão processando nos Estados Unidos da América (EUA), na Alemanha e nos países nórdicos. A China, por enquanto, continua sendo uma economia que copia muito mais que investe em inovação. Os norte-americanos, com todos os problemas de suas finanças, mantêm a dianteira nos investimentos em desenvolvimento tecnológico: no governo Obama, decidiram recuperar a autonomia energética, investindo pesadamente no desenvolvimento de novas modalidades de energia. De seu lado, alemães e escandinavos estão ampliando os investimentos em energia alternativa e já colhem resultados expressivos da utilização de energia eólica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em termos imediatos, o que acontece de importante nos EUA e na China é a ênfase total dos investimentos públicos na expansão e modernização da infraestrutura dos transportes e comunicações de modo geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caminho brasileiro não deve ser diferente: temos de acelerar os investimentos na infraestrutura dos transportes para eliminar, o mais rápido possível, os gargalos que encarecem a circulação interna e as exportações da produção agrícola e industrial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é preciso repetir que o Brasil é um país inovador. O que nos falta é o suporte do crédito, de forma contínua, para sustentar as inovações, é claro que com algumas notáveis exceções: alcançamos o estado da arte na produção de combustíveis para transporte, e a EMBRAPA fez, em 30 anos, uma revolução na produtividade de nossa agricultura e pecuária, dando um enorme retorno aos parcos recursos de investimentos que recebeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que o Brasil se transforme, efetivamente, em protagonista importante da revolução que vai mudar, profundamente, os processos de produção industrial e agropastoril em todo o mundo, os próximos governos terão de dar prioridade absoluta aos investimentos em inovação e ao desenvolvimento tecnológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fórmula do crescimento é inovação mais crédito. Sua aplicação foi fundamental para a construção da mais poderosa economia global no século passado. Não há razão alguma para ignorá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acerca dos aspectos semânticos e gramaticais do texto apresentado, julgue o seguinte item.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;783. (CESPE – AGU – Agente Administrativo - 2010) O vocábulo “pesado” pode ser empregado no lugar de “pesadamente” (3º período do 2º parágrafo), sem que isso acarrete prejuízo ao sentido e à correção gramatical do texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;em&gt;Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No trecho “Os norte-americanos, com todos os problemas de suas finanças, mantêm a dianteira nos investimentos em desenvolvimento tecnológico: no governo Obama, decidiram recuperar a autonomia energética, investindo pesadamente no desenvolvimento de novas modalidades de energia”, o vocábulo “pesadamente” poderá ser substituído, sem alteração de sentido do texto e sem prejuízo à correção gramatical, por “pesado”, porque tal termo continua sendo empregado como advérbio, que modifica o sentido de “investindo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Observe-se o trecho já com a modificação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “Os norte-americanos, com todos os problemas de suas finanças, mantêm a dianteira nos investimentos em desenvolvimento tecnológico: no governo Obama, decidiram recuperar a autonomia energética, investindo pesado no desenvolvimento de novas modalidades de energia”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Correta a afirmação.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7143776015959738336-3069139089199259729?l=professormenegotto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mt-IokCAsD0LaKc_xnD79JlYhss/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mt-IokCAsD0LaKc_xnD79JlYhss/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mt-IokCAsD0LaKc_xnD79JlYhss/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mt-IokCAsD0LaKc_xnD79JlYhss/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos/~4/NQJpsbiXF8Y" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://professormenegotto.blogspot.com/feeds/3069139089199259729/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://professormenegotto.blogspot.com/2012/01/serie-questoes-comentadas-e-respondidas_12.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7143776015959738336/posts/default/3069139089199259729?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7143776015959738336/posts/default/3069139089199259729?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos/~3/NQJpsbiXF8Y/serie-questoes-comentadas-e-respondidas_12.html" title="SÉRIE QUESTÕES COMENTADAS E RESPONDIDAS 783" /><author><name>Professor Alberto Menegotto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11711416067856254380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="25" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_n3GHE1Fbg7M/SoREhW9bMNI/AAAAAAAAAGk/FPbsNLlk6uY/S220/Beto+Face.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-E_8HueVKHQk/Tw4ebYcB9kI/AAAAAAAACLA/ZGGyGaYaf78/s72-c/AGU.bmp" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://professormenegotto.blogspot.com/2012/01/serie-questoes-comentadas-e-respondidas_12.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0MAQHgzeSp7ImA9WhRVE08.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7143776015959738336.post-7251108643722864579</id><published>2012-01-11T00:17:00.004-02:00</published><updated>2012-01-11T21:44:01.681-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-11T21:44:01.681-02:00</app:edited><title>SÉRIE QUESTÕES COMENTADAS E RESPONDIDAS 782</title><content type="html">&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-vvCwP0fg2KY/TwzzIOphzyI/AAAAAAAACKo/bKbfOFr5Au8/s1600/AGU.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 254px; height: 198px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-vvCwP0fg2KY/TwzzIOphzyI/AAAAAAAACKo/bKbfOFr5Au8/s320/AGU.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5696194951413616418" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-XC8y385exAY/TwzzCbQUxpI/AAAAAAAACKc/TNzKTgViyA8/s1600/CESPE.png"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 180px; height: 40px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-XC8y385exAY/TwzzCbQUxpI/AAAAAAAACKc/TNzKTgViyA8/s320/CESPE.png" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5696194851718350482" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Está sendo postada, diariamente, desde 10 de janeiro de 2011, uma questão do CESPE, visando aos concursos da Polícia Federal e Caixa Econômica Federal – CEF. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AS POSTAGENS 776 A 790 CONTÊM QUESTÕES DA PROVA REALIZADA EM 2010 PARA PROVIMENTO DE CARGO DE AGENTE ADMINISTRATIVO DA ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO – AGU, EM CONCURSO DE NÍVEL MÉDIO ELABORADO PELO CESPE.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; É uma grande ilusão imaginar que o Brasil estará entre as cinco maiores economias do mundo na década atual se não realizar investimentos pesados em um novo padrão de energia, independente da utilização de petróleo. Apesar do abandono do planejamento estratégico e de nossa fraca vocação para pensarmos a longo prazo, a verdade é que mantemos algumas características de país altamente inovador. Temos realizado avanços extraordinários no desenvolvimento de processos e na pesquisa em energias alternativas, em razão da antiga (e, felizmente, superada) dependência das importações de petróleo. Não atendemos, porém, às necessidades de financiamento na medida exigida pela continuidade das pesquisas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O rápido crescimento da economia chinesa tem atraído a atenção geral, mas devíamos orientar o nosso interesse em acompanhar, prioritariamente, as inovações que se estão processando nos Estados Unidos da América (EUA), na Alemanha e nos países nórdicos. A China, por enquanto, continua sendo uma economia que copia muito mais que investe em inovação. Os norte-americanos, com todos os problemas de suas finanças, mantêm a dianteira nos investimentos em desenvolvimento tecnológico: no governo Obama, decidiram recuperar a autonomia energética, investindo pesadamente no desenvolvimento de novas modalidades de energia. De seu lado, alemães e escandinavos estão ampliando os investimentos em energia alternativa e já colhem resultados expressivos da utilização de energia eólica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em termos imediatos, o que acontece de importante nos EUA e na China é a ênfase total dos investimentos públicos na expansão e modernização da infraestrutura dos transportes e comunicações de modo geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caminho brasileiro não deve ser diferente: temos de acelerar os investimentos na infraestrutura dos transportes para eliminar, o mais rápido possível, os gargalos que encarecem a circulação interna e as exportações da produção agrícola e industrial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é preciso repetir que o Brasil é um país inovador. O que nos falta é o suporte do crédito, de forma contínua, para sustentar as inovações, é claro que com algumas notáveis exceções: alcançamos o estado da arte na produção de combustíveis para transporte, e a EMBRAPA fez, em 30 anos, uma revolução na produtividade de nossa agricultura e pecuária, dando um enorme retorno aos parcos recursos de investimentos que recebeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que o Brasil se transforme, efetivamente, em protagonista importante da revolução que vai mudar, profundamente, os processos de produção industrial e agropastoril em todo o mundo, os próximos governos terão de dar prioridade absoluta aos investimentos em inovação e ao desenvolvimento tecnológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fórmula do crescimento é inovação mais crédito. Sua aplicação foi fundamental para a construção da mais poderosa economia global no século passado. Não há razão alguma para ignorá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acerca dos aspectos semânticos e gramaticais do texto apresentado, julgeu o seguinte item.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;782. (CESPE – AGU – Agente Administrativo - 2010) O trecho seguinte, que parafraseia o primeiro período do segundo parágrafo, mantém a correção gramatical e a coerência do texto: “Devíamos orientar o nosso interesse em seguir, prioritariamente, as inovações que se estão processando nos Estados Unidos da América (EUA), na Alemanha e nos países nórdicos, não obstante o rápido crescimento da economia chinesa ter atraído as atenções”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;em&gt;Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre reconstrução de período.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O trecho “O rápido crescimento da economia chinesa tem atraído a atenção geral, mas devíamos orientar o nosso interesse em acompanhar, prioritariamente, as inovações que se estão processando nos Estados Unidos da América (EUA), na Alemanha e nos países nórdicos” (1º período do 2º parágrafo) pode ser parafraseado pela seguinte construção, mantendo-se a correção gramatical e a coerência do texto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; ““Devíamos orientar o nosso interesse em seguir, prioritariamente, as inovações que se estão processando nos Estados Unidos da América (EUA), na Alemanha e nos países nórdicos, não obstante o rápido crescimento da economia chinesa ter atraído as atenções”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Correta a afirmação.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7143776015959738336-7251108643722864579?l=professormenegotto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FI23uT_1_R-Jy3iSJDCW0AcqLS0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FI23uT_1_R-Jy3iSJDCW0AcqLS0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FI23uT_1_R-Jy3iSJDCW0AcqLS0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FI23uT_1_R-Jy3iSJDCW0AcqLS0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos/~4/8YeHoxcUi50" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://professormenegotto.blogspot.com/feeds/7251108643722864579/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://professormenegotto.blogspot.com/2012/01/serie-questoes-comentadas-e-respondidas_11.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7143776015959738336/posts/default/7251108643722864579?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7143776015959738336/posts/default/7251108643722864579?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos/~3/8YeHoxcUi50/serie-questoes-comentadas-e-respondidas_11.html" title="SÉRIE QUESTÕES COMENTADAS E RESPONDIDAS 782" /><author><name>Professor Alberto Menegotto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11711416067856254380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="25" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_n3GHE1Fbg7M/SoREhW9bMNI/AAAAAAAAAGk/FPbsNLlk6uY/S220/Beto+Face.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-vvCwP0fg2KY/TwzzIOphzyI/AAAAAAAACKo/bKbfOFr5Au8/s72-c/AGU.bmp" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://professormenegotto.blogspot.com/2012/01/serie-questoes-comentadas-e-respondidas_11.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUYFQXc4fyp7ImA9WhRVEUQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7143776015959738336.post-1128549974720124629</id><published>2012-01-10T10:03:00.003-02:00</published><updated>2012-01-10T10:05:10.937-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-10T10:05:10.937-02:00</app:edited><title>DOIS LIVROS COM QUESTÕES DA FCC COMENTADAS E RESPONDIDAS PARA SUA PREPARAÇÃO AO INSS</title><content type="html">&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Si5eE-TjExA/TwwpQoDGs1I/AAAAAAAACKQ/nGHrBVvJzkE/s1600/CAPA%2BLIVRO%2BBANCOS.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 109px; height: 151px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-Si5eE-TjExA/TwwpQoDGs1I/AAAAAAAACKQ/nGHrBVvJzkE/s320/CAPA%2BLIVRO%2BBANCOS.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5695972994321920850" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O primeiro com 225 questões (foto acima) e o segundo com 100 questões da FCC, todas comentadas e respondidas. À venda no CPCRS, na avenida Farrapos, n. 235, bairro Floresta, em Porto Alegre, ou pelo telefone (051) 32 12 24 25. Não perca. &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7143776015959738336-1128549974720124629?l=professormenegotto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Po73vI9YTl7IsY1EPhWfpL3ZcZw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Po73vI9YTl7IsY1EPhWfpL3ZcZw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Po73vI9YTl7IsY1EPhWfpL3ZcZw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Po73vI9YTl7IsY1EPhWfpL3ZcZw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos/~4/IIHUlrHiMsk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://professormenegotto.blogspot.com/feeds/1128549974720124629/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://professormenegotto.blogspot.com/2012/01/dois-livros-com-questoes-da-fcc.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7143776015959738336/posts/default/1128549974720124629?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7143776015959738336/posts/default/1128549974720124629?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos/~3/IIHUlrHiMsk/dois-livros-com-questoes-da-fcc.html" title="DOIS LIVROS COM QUESTÕES DA FCC COMENTADAS E RESPONDIDAS PARA SUA PREPARAÇÃO AO INSS" /><author><name>Professor Alberto Menegotto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11711416067856254380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="25" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_n3GHE1Fbg7M/SoREhW9bMNI/AAAAAAAAAGk/FPbsNLlk6uY/S220/Beto+Face.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-Si5eE-TjExA/TwwpQoDGs1I/AAAAAAAACKQ/nGHrBVvJzkE/s72-c/CAPA%2BLIVRO%2BBANCOS.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://professormenegotto.blogspot.com/2012/01/dois-livros-com-questoes-da-fcc.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0IESH4_fSp7ImA9WhRVEkU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7143776015959738336.post-8853583462087680567</id><published>2012-01-10T00:05:00.002-02:00</published><updated>2012-01-11T09:31:49.045-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-11T09:31:49.045-02:00</app:edited><title>SÉRIE QUESTÕES COMENTADAS E RESPONDIDAS 781</title><content type="html">&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Hrxdz73Z5ao/Tws9rZTmg5I/AAAAAAAACKE/xC_XsLdaHcg/s1600/AGU.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 254px; height: 198px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-Hrxdz73Z5ao/Tws9rZTmg5I/AAAAAAAACKE/xC_XsLdaHcg/s320/AGU.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5695713969476895634" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ov8Jdz3p0mM/Tws9k5_4JeI/AAAAAAAACJ4/gStKaW42z60/s1600/CESPE.png"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 180px; height: 40px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-ov8Jdz3p0mM/Tws9k5_4JeI/AAAAAAAACJ4/gStKaW42z60/s320/CESPE.png" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5695713857993450978" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Está sendo postada, diariamente, desde 10 de janeiro de 2011, uma questão do CESPE, visando aos concursos da Polícia Federal e Caixa Econômica Federal – CEF. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AS POSTAGENS 776 A 790 CONTÊM QUESTÕES DA PROVA REALIZADA EM 2010 PARA PROVIMENTO DE CARGO DE AGENTE ADMINISTRATIVO DA ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO – AGU, EM CONCURSO DE NÍVEL MÉDIO ELABORADO PELO CESPE.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; É uma grande ilusão imaginar que o Brasil estará entre as cinco maiores economias do mundo na década atual se não realizar investimentos pesados em um novo padrão de energia, independente da utilização de petróleo. Apesar do abandono do planejamento estratégico e de nossa fraca vocação para pensarmos a longo prazo, a verdade é que mantemos algumas características de país altamente inovador. Temos realizado avanços extraordinários no desenvolvimento de processos e na pesquisa em energias alternativas, em razão da antiga (e, felizmente, superada) dependência das importações de petróleo. Não atendemos, porém, às necessidades de financiamento na medida exigida pela continuidade das pesquisas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O rápido crescimento da economia chinesa tem atraído a atenção geral, mas devíamos orientar o nosso interesse em acompanhar, prioritariamente, as inovações que se estão processando nos Estados Unidos da América (EUA), na Alemanha e nos países nórdicos. A China, por enquanto, continua sendo uma economia que copia muito mais que investe em inovação. Os norte-americanos, com todos os problemas de suas finanças, mantêm a dianteira nos investimentos em desenvolvimento tecnológico: no governo Obama, decidiram recuperar a autonomia energética, investindo pesadamente no desenvolvimento de novas modalidades de energia. De seu lado, alemães e escandinavos estão ampliando os investimentos em energia alternativa e já colhem resultados expressivos da utilização de energia eólica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em termos imediatos, o que acontece de importante nos EUA e na China é a ênfase total dos investimentos públicos na expansão e modernização da infraestrutura dos transportes e comunicações de modo geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caminho brasileiro não deve ser diferente: temos de acelerar os investimentos na infraestrutura dos transportes para eliminar, o mais rápido possível, os gargalos que encarecem a circulação interna e as exportações da produção agrícola e industrial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é preciso repetir que o Brasil é um país inovador. O que nos falta é o suporte do crédito, de forma contínua, para sustentar as inovações, é claro que com algumas notáveis exceções: alcançamos o estado da arte na produção de combustíveis para transporte, e a EMBRAPA fez, em 30 anos, uma revolução na produtividade de nossa agricultura e pecuária, dando um enorme retorno aos parcos recursos de investimentos que recebeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que o Brasil se transforme, efetivamente, em protagonista importante da revolução que vai mudar, profundamente, os processos de produção industrial e agropastoril em todo o mundo, os próximos governos terão de dar prioridade absoluta aos investimentos em inovação e ao desenvolvimento tecnológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fórmula do crescimento é inovação mais crédito. Sua aplicação foi fundamental para a construção da mais poderosa economia global no século passado. Não há razão alguma para ignorá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com base nas ideias do texto, julgue o item a seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;781. (CESPE – AGU – Agente Administrativo - 2010) No Brasil, a dependência do petróleo estrangeiro em décadas passadas promoveu o desenvolvimento tecnológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;em&gt;Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No trecho “Temos realizado avanços extraordinários no desenvolvimento de processos e na pesquisa em energias alternativas, em razão da antiga (e, felizmente, superada) dependência das importações de petróleo” (1º parágrafo), vê-se que foi em razão da dependência do petróleo estrangeiro que o Brasil promoveu o desenvolvimento tecnológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Correta a afirmação.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7143776015959738336-8853583462087680567?l=professormenegotto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xcvxuxeJ7wfOBalI_FtUq74KIvk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xcvxuxeJ7wfOBalI_FtUq74KIvk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xcvxuxeJ7wfOBalI_FtUq74KIvk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xcvxuxeJ7wfOBalI_FtUq74KIvk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos/~4/qEswSvyczeA" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://professormenegotto.blogspot.com/feeds/8853583462087680567/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://professormenegotto.blogspot.com/2012/01/serie-questoes-comentadas-e-respondidas_10.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7143776015959738336/posts/default/8853583462087680567?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7143776015959738336/posts/default/8853583462087680567?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos/~3/qEswSvyczeA/serie-questoes-comentadas-e-respondidas_10.html" title="SÉRIE QUESTÕES COMENTADAS E RESPONDIDAS 781" /><author><name>Professor Alberto Menegotto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11711416067856254380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="25" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_n3GHE1Fbg7M/SoREhW9bMNI/AAAAAAAAAGk/FPbsNLlk6uY/S220/Beto+Face.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-Hrxdz73Z5ao/Tws9rZTmg5I/AAAAAAAACKE/xC_XsLdaHcg/s72-c/AGU.bmp" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://professormenegotto.blogspot.com/2012/01/serie-questoes-comentadas-e-respondidas_10.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0MDRXc-fSp7ImA9WhRVEkU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7143776015959738336.post-855947018897143675</id><published>2012-01-09T00:05:00.001-02:00</published><updated>2012-01-11T09:31:14.955-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-11T09:31:14.955-02:00</app:edited><title>SÉRIE QUESTÕES COMENTADAS E RESPONDIDAS 780</title><content type="html">&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-2o3UgsBw8UU/TwkdVQgZn7I/AAAAAAAACJs/bTXYSOxq66Y/s1600/AGU.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 254px; height: 198px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-2o3UgsBw8UU/TwkdVQgZn7I/AAAAAAAACJs/bTXYSOxq66Y/s320/AGU.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5695115454832025522" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-XTnSSYaVFM8/TwkdPBo54aI/AAAAAAAACJg/kaWQyI4Lpx8/s1600/CESPE.png"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 180px; height: 40px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-XTnSSYaVFM8/TwkdPBo54aI/AAAAAAAACJg/kaWQyI4Lpx8/s320/CESPE.png" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5695115347761947042" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Está sendo postada, diariamente, desde 10 de janeiro de 2011, uma questão do CESPE, visando aos concursos da Polícia Federal e Caixa Econômica Federal – CEF. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AS POSTAGENS 776 A 790 CONTÊM QUESTÕES DA PROVA REALIZADA EM 2010 PARA PROVIMENTO DE CARGO DE AGENTE ADMINISTRATIVO DA ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO – AGU, EM CONCURSO DE NÍVEL MÉDIO ELABORADO PELO CESPE.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; É uma grande ilusão imaginar que o Brasil estará entre as cinco maiores economias do mundo na década atual se não realizar investimentos pesados em um novo padrão de energia, independente da utilização de petróleo. Apesar do abandono do planejamento estratégico e de nossa fraca vocação para pensarmos a longo prazo, a verdade é que mantemos algumas características de país altamente inovador. Temos realizado avanços extraordinários no desenvolvimento de processos e na pesquisa em energias alternativas, em razão da antiga (e, felizmente, superada) dependência das importações de petróleo. Não atendemos, porém, às necessidades de financiamento na medida exigida pela continuidade das pesquisas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O rápido crescimento da economia chinesa tem atraído a atenção geral, mas devíamos orientar o nosso interesse em acompanhar, prioritariamente, as inovações que se estão processando nos Estados Unidos da América (EUA), na Alemanha e nos países nórdicos. A China, por enquanto, continua sendo uma economia que copia muito mais que investe em inovação. Os norte-americanos, com todos os problemas de suas finanças, mantêm a dianteira nos investimentos em desenvolvimento tecnológico: no governo Obama, decidiram recuperar a autonomia energética, investindo pesadamente no desenvolvimento de novas modalidades de energia. De seu lado, alemães e escandinavos estão ampliando os investimentos em energia alternativa e já colhem resultados expressivos da utilização de energia eólica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em termos imediatos, o que acontece de importante nos EUA e na China é a ênfase total dos investimentos públicos na expansão e modernização da infraestrutura dos transportes e comunicações de modo geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caminho brasileiro não deve ser diferente: temos de acelerar os investimentos na infraestrutura dos transportes para eliminar, o mais rápido possível, os gargalos que encarecem a circulação interna e as exportações da produção agrícola e industrial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é preciso repetir que o Brasil é um país inovador. O que nos falta é o suporte do crédito, de forma contínua, para sustentar as inovações, é claro que com algumas notáveis exceções: alcançamos o estado da arte na produção de combustíveis para transporte, e a EMBRAPA fez, em 30 anos, uma revolução na produtividade de nossa agricultura e pecuária, dando um enorme retorno aos parcos recursos de investimentos que recebeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que o Brasil se transforme, efetivamente, em protagonista importante da revolução que vai mudar, profundamente, os processos de produção industrial e agropastoril em todo o mundo, os próximos governos terão de dar prioridade absoluta aos investimentos em inovação e ao desenvolvimento tecnológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fórmula do crescimento é inovação mais crédito. Sua aplicação foi fundamental para a construção da mais poderosa economia global no século passado. Não há razão alguma para ignorá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com base nas ideias do texto, julgue o item a seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;780. (CESPE – AGU – Agente Administrativo - 2010) Em relação à produção de combustíveis para transporte, o Brasil precisa avançar sobremaneira para se equiparar às grandes potências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o texto, e em especial com o 4º, 6º e 7º parágrafos, o Brasil precisa avançar nos processos de produção industrial e agropastoril, investindo em inovações, não na produção de combustíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Observem-se os parágrafos 4º, 7º e 8º:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O caminho brasileiro não deve ser diferente: temos de acelerar os investimentos na infraestrutura dos transportes para eliminar, o mais rápido possível, os gargalos que encarecem a circulação interna e as exportações da produção agrícola e industrial”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Para que o Brasil se transforme, efetivamente, em protagonista importante da revolução que vai mudar, profundamente, os processos de produção industrial e agropastoril em todo o mundo, os próximos governos terão de dar prioridade absoluta aos investimentos em inovação e ao desenvolvimento tecnológico”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A fórmula do crescimento é inovação mais crédito. Sua aplicação foi fundamental para a construção da mais poderosa economia global no século passado. Não há razão alguma para ignorá-la”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Errada a afirmação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7143776015959738336-855947018897143675?l=professormenegotto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/acpPSLf935n4br4K030wkg03gnY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/acpPSLf935n4br4K030wkg03gnY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/acpPSLf935n4br4K030wkg03gnY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/acpPSLf935n4br4K030wkg03gnY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos/~4/cAb3UBCF15Y" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://professormenegotto.blogspot.com/feeds/855947018897143675/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://professormenegotto.blogspot.com/2012/01/serie-questoes-comentadas-e-respondidas_09.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7143776015959738336/posts/default/855947018897143675?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7143776015959738336/posts/default/855947018897143675?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos/~3/cAb3UBCF15Y/serie-questoes-comentadas-e-respondidas_09.html" title="SÉRIE QUESTÕES COMENTADAS E RESPONDIDAS 780" /><author><name>Professor Alberto Menegotto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11711416067856254380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="25" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_n3GHE1Fbg7M/SoREhW9bMNI/AAAAAAAAAGk/FPbsNLlk6uY/S220/Beto+Face.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-2o3UgsBw8UU/TwkdVQgZn7I/AAAAAAAACJs/bTXYSOxq66Y/s72-c/AGU.bmp" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://professormenegotto.blogspot.com/2012/01/serie-questoes-comentadas-e-respondidas_09.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkUNQHY6fSp7ImA9WhRVEE8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7143776015959738336.post-1119172920606533856</id><published>2012-01-08T03:00:00.004-02:00</published><updated>2012-01-08T11:11:31.815-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-08T11:11:31.815-02:00</app:edited><title>QUARTA EDIÇÃO DAS QUESTÕES DA FCC - PARA CONCURSO DO INSS</title><content type="html">&lt;strong&gt;Tribunal Regional Eleitoral  do Estado do Amazonas (AM) – 2010 –  Técnico Judiciário – Área Administrativa&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Atenção: as questões 71 e 72  referem-se à charge abaixo.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-s7fZNC_n-bc/TwkZSC_8urI/AAAAAAAACJU/hAmyS_Rdmvs/s1600/Folha_de_SP%252C_09-12-09_.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 315px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-s7fZNC_n-bc/TwkZSC_8urI/AAAAAAAACJU/hAmyS_Rdmvs/s320/Folha_de_SP%252C_09-12-09_.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5695111001620134578" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;(Folha de S. Paulo, 9 de dezembro de 2009 - A2)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;71. Na charge, o efeito de humor deve-se prioritariamente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) à deselegância do garçom ao anunciar, em tom coloquial e em voz alta, a falta de gelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) ao descabido uso de fones pelas personagens que compõem a cena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) à possibilidade de se entender a fala do garçom como alusão a questões climáticas do planeta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) à indiferença da plateia diante da inesperada notícia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) à inadequação de bebidas serem servidas em reunião de líderes das principais nações do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Não há traço de deselegância na fala do garçom, nem mesmo falou em voz alta, pois não há ponto de exclamação. Da mesma forma, não há descabimento no uso de fones, pois se trata de participantes de convenção, que costumam usar fones para receber os pronunciamentos já traduzidos, tampouco a plateia ETA indiferente, o que se vê pelas fisionomias. Também não se pode interpretar como bebidas inadequadas servidas em reunião de líderes, porque não há traços nesse sentido. Trata-se, obviamente, de uma alusão às questões climáticas da Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: C.  &lt;br /&gt;___________________________________                                                                                         &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;72. A frase que traduz corretamente o que se tem na charge é: O garçom disse que o gelo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) havia acabado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) estava para acabar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) acabaria fatalmente, em breve espaço de tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) acaba logo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) havia acabado naquele exato instante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre discursos direto e indireto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Trata-se de medir a capacidade do candidato em observar equivalência entre a fala do garçom  e uma das construções abaixo.&lt;br /&gt; A frase “O gelo acabou” indica que a ação foi realizada por inteiro, o que inviabiliza a interpretação de “estar para acabar”, bem como que “acabaria” ou “acaba logo”. Também não há, no contexto da charge, indicação de que “havia acabado naquele” momento. Logo só pode ser compreendido como “havia acabado”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: A.  &lt;br /&gt;___________________________________                                                                                                         &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atenção: as questões 73 a 77 referem-se ao texto abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; E se uma droga derivada do alcaçuz fosse capaz de salvar as nossas recordações? Segundo um estudo da Universidade de Edimburgo (Escócia), a carbenoxolona melhora as capacidades mentais dos idosos, incluindo a memória, que vai se deteriorando com o passar dos anos. Essa substância − na realidade, um agente derivado da raiz do alcaçuz − poderá ser útil para combater o mal de Alzheimer e talvez também para melhorar nossa performance nos exames. “As memórias são um ‘fato’ químico”, confirma Nancy Ip, diretora de Instituto de Pesquisa em Hong Kong: “Recentemente, nós identificamos a proteína que contribui para a sobrevivência e para o desenvolvimento das células nervosas e que poderia oferecer recursos para criar medicamentos contra doenças que afetam a memória”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Enquanto se espera que os estudos possam conduzir a resultados mais concretos, o que podemos fazer para melhorar a nossa capacidade mental? A memória é a capacidade de adquirir, armazenar e recuperar informações disponíveis. Ela não é monolítica, mas constituída de diversas atividades e funções. Uma importante distinção a ser feita é entre a memória de curto e a de longo prazo. A primeira, que é encarregada de reter as informações por pouco tempo, localiza-se no lobo parietal inferior e no lobo frontal do cérebro, enquanto a memória de longo prazo é ligada ao hipocampo e às áreas vizinhas. &lt;br /&gt; De acordo com Alan Baddelay, da universidade inglesa de York, a memória de curto prazo tem espaço limitado, podendo reter de cinco a nove unidades de informação: palavras, datas, números. Já a memória de longo prazo é ilimitada. O problema é arquivar a informação na memória de longo prazo, para recordar quando necessário. Como? “Quanto mais a pessoa souber, mais fácil será recordar”, diz Baddelay. Em suma, a memória não é um recipiente que é totalmente preenchido: ao contrário, ela sempre possibilita o ingresso de novas informações. Quem usa uma linguagem rica e articulada recorda-se melhor. Da mesma forma, quem sabe vários idiomas tem mais facilidade para aprender um novo. (Adaptado de Fabíola Musarra, “Memória: segredos para explorar todo o seu poder”. In. Planeta: conheça o mundo, descubra você. Ed. Três. Edição 447, Ano 37, Dez/2009, p.41-42)&lt;br /&gt;73. Considerado o primeiro parágrafo do texto, é correto afirmar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) A frase inicial levanta hipótese que, embora expressando um desejo humano, se revela fantasiosa, pois não tem apoio algum na realidade atual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) A carbenoxolona é a nova droga que garantirá imunidade contra o mal de Alzheimer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) A capacidade mental mais afetada com o passar do anos é a memória, conforme estudo realizado com idosos em universidade escocesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) Pessoas que não apresentam bom desempenho em exames podem ser potenciais portadores de doenças como o mal de Alzheimer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) Na base da memória está um mecanismo químico que a ciência começa a conhecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Considerando-se o primeiro parágrafo do texto, há, de fato, uma hipótese na primeira frase, construída por meio de  uma pergunta, mas não se afirma a inexistência de ser a hipóteses fantasiosa. Também não há notícia de que a carbenoxolona garanta imunidade contra o mal de Alzheimer, assim como não se tece referências sobre o fato de o estudo ter-se ocupado da memória, muito menos se pode afirmar que pessoas que não apresentam bons exames podem ser potenciais portadoras do mal de Alzheimer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Afirma-se, no primeiro parágrafo, que a ciência começa a conhecer um mecanismo químico que está na base da memória. &lt;br /&gt;Resposta: E.  &lt;br /&gt;___________________________________                                                                                                           &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;74. No segundo parágrafo do texto, a autora, &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) ao definir o que é a memória, expressa seu desacordo com o entendimento de Nancy Ip sobre essa capacidade mental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) ao afirmar que a memória não é monolítica, quer dizer que a memória não se compõe de um único elemento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) ao mencionar a importante distinção, refere-se a uma diferença que os pesquisadores citados têm deixado de lado em seus trabalhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) ao caracterizar a memória de curta e a de longa duração, revela que a primeira é a que a maioria das pessoas apresenta, e a segunda, só cérebros privilegiados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) ao caracterizar a memória de curta e a de longa duração, mostra que a segunda é a menos conhecida pelos pesquisadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A autora não demonstra seu desacordo com Nancy Ip, nem se refere ao fato de os pesquisadores terem deixado de lado a “importante distinção”. Da mesma forma, não traça juízo de valores entre memória de curta duração e de longa duração como somente seres privilegiados possuíssem essa última. Também não há, no segundo parágrafo, informação de que a memória de longa duração seja menos conhecida pelos pesquisadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A autora, no segundo parágrafo do texto, afirma que a memória não é monolítica, isto é, que não se forma a partir de um conjunto de atividades e funções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: B.   &lt;br /&gt;________________________________________                                                                                                                      &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;75. Considerado o terceiro parágrafo, é correto afirmar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) O emprego da expressão podendo reter evidencia que afirmações sobre a memória de curto prazo são unicamente suposições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) Palavras, datas e números fixam-se de modo exclusivo na memória de curto prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) A memória de longo prazo já  ultrapassou, na contemporaneidade, todo o seu limite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) O desafio a enfrentar não é a limitação do espaço da memória de longo prazo, mas o arquivamento das informações para posterior utilização.&lt;br /&gt;(E) A autora apresenta um problema para o qual ainda não existem soluções possíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Não há, na expressão “podendo reter” a evidência de que afirmações sobre a memória de curto prazo sejam somente suposições. A expressão, na verdade, se refere à capacidade de armazenamento de informações. Também não é verdadeira a afirmação de que datas e números se fixam de modo exclusivo na memória de curto prazo, pois o texto não assegura isso, nem mesmo que a memória de longo prazo já tenha ultrapassado todo o seu limite, pois se diz que ela é ilimitada. Também é falsa a informação de que a autora apresenta problema sem solução quanto ao estudo da memória, pois o texto é rico em informações de descobertas recentes sobre a memória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O terceiro parágrafo do texto é destinado, principalmente, à discussão relativa ao desafio que é o arquivamento de informações na memória de longo prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: D.&lt;br /&gt;_________________________________________&lt;br /&gt;                                                                                                  &lt;br /&gt;76. Em suma, a memória não é um recipiente que é totalmente preenchido: ao contrário, ela sempre possibilita o ingresso de novas informações. Quem usa uma linguagem rica e articulada recorda-se melhor. Da mesma forma, quem sabe vários idiomas tem mais facilidade para aprender um novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A redação que, clara e correta, preserva o sentido original de um segmento do trecho acima transcrito é:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) Suscintamente dizendo a memória não é vaso preenchível, quando ela possibilita a adição de novas informações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) De modo resumido, a memória não é própria para ser preenchida em plenitude, pois, contrariamente, é passível a receber informações sequenciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) Sintetizando: opostamente a memória admite informações originais, em vez de constituir objeto a ser preenchido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) Aquele que faz uso de idioma articulado e rico, pode ter recordação fácil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) O aprendizado de um novo idioma dá-se de maneira mais fácil para as pessoas que já conhecem outras línguas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre equivalência de estruturas e aspectos linguísticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A construção da letra (A) apresenta erro na grafia do advérbio que inicia a frase: deve ser “Sucintamente”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Além disso, a frase é confusa e apresenta ruptura de pensamento na primeira oração. Na letra (B), a expressão “em plenitude” deve ser trocada por “plenamente” e o adjetivo “passível” exige “de”, não “a”, devendo ser “... passível de receber...”. Na alternativa (C), a redação é confusa e peca pela expressão “constituir objeto”, estranha à ideia original. Na alternativa (D), a vírgula depois de “rico” está separando o sujeito de seu verbo. A frase da opção (E) está clara e correta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: E.&lt;br /&gt;___________________________________                                                                                                            &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;77. Uma análise do texto permite afirmar com correção que:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) Caso se tratasse de mais de uma substância, além da carbenoxolona, a concordância estaria correta assim "Essas substâncias [...] podem ser útil para combater o mal de Alzheimer".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) O emprego dos parênteses, no 2.º período do 1.º parágrafo, é exigido pela natureza da informação: o maior rigor na especificação do local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) A vírgula depois de memória (2.º período do 1.º parágrafo) é optativa, pois, se for retirada, o sentido original da frase não se altera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) Construções como as nossas recordações e nossa performance constituem marcas da subjetividade do autor ao tratar do tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) Na frase A memória é a capacidade de adquirir, armazenar e recuperar informações disponíveis, o emprego de armazenar constitui redundância inadequada, pois essa palavra nada acrescenta ao sentido de adquirir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre aspectos linguísticos e estilísticos diversos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na opção (A), a pluralização resultaria na construção “Essas substâncias [...] podem ser úteis ...”. Errada a (A). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Quanto à alternativa (B), os parênteses apenas indicam o país da Universidade de Edimburgo, esclarecendo o leitor quanto à localização da instituição; não se trata de rigor na especificação do local. Errada a (B). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Não é opcional a vírgula depois de “memória”, no 2º período do 1.º parágrafo, porque se trata de oração subordinada adjetiva explicativa; a retirada da vírgula a transformará em restritiva, alterando a mensagem. Errada a opção (C). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Sem dúvida, construções como “nossas recordações” e “nossa performance” constituem marcas de subjetividade, pelo emprego de pronome possessivo. Correta a afirmação (D).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Errada a assertiva (E), pois “adquirir” é obter, “armazenar” é guardar e “recuperar” é resgatar. O verbo “armazenar” acrescenta ideia não existente e não constitui redundância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: D. &lt;br /&gt;___________________________________                                                                                                                       &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atenção: as questões 78 a 83 referem-se ao texto abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exame médico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Reforçam-se as evidências da baixa qualidade de ensino em cursos de medicina do país. Esse retrato vem sendo confirmado anualmente desde 2005, quando o Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo) decidiu implementar uma prova de avaliação, facultativa, dos conhecimentos dos futuros médicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Neste ano, 56% dos formandos que prestaram o exame foram reprovados. O número já é expressivo, mas é razoável supor que a proporção de estudantes despreparados seja maior. A prova não é obrigatória, e os responsáveis por sua execução avaliam que muitos dos maus alunos boicotam o exame, frequentemente estimulados por suas faculdades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A prova da Ordem dos Advogados do Brasil pode fornecer um parâmetro, ainda que imperfeito. Na primeira fase do exame da OAB neste ano, o índice de reprovados na seccional paulista chegou a 88%. A vantagem do teste entre advogados está em sua obrigatoriedade. Trata-se de uma prova de habilitação, ou seja, a aprovação é indispensável para o exercício da profissão. É do interesse da sociedade, da saúde pública e de seus futuros pacientes que os alunos de medicina também sejam submetidos a uma prova de habilitação obrigatória.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; O Cremesp, que defende o exame compulsório, diz, no entanto, que a aplicação de testes teóricos, aos moldes do que faz a OAB, seria insuficiente. Devido ao caráter prático da atividade médica, seria imprescindível, afirma a entidade, a realização de provas que averigúem essa capacidade entre os recém-formados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Se implementado nesses moldes, um exame obrigatório nacional cumpriria dupla função: impediria o acesso à profissão de recém-formados despreparados e, ao longo do tempo, estimularia uma melhora gradual dos cursos universitários de medicina. (Editorial da Folha de S. Paulo, 17 de dez. de 2009, Opinião, A2)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;78. Considere as afirmações abaixo sobre o  editorial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I. Faz sugestivo jogo de palavras: usa a expressão Exame médico, que remete à inspeção feita no corpo de um indivíduo para chegar a um diagnóstico sobre seu estado de saúde, para referir uma prova de avaliação a ser realizada por formandos em medicina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II. Aproxima a área médica e a área do direito, acerca da avaliação dos indivíduos que desejam exercer as respectivas profissões, de modo a evidenciar o reconhecimento, em plano mundial, da fragilidade da formação desses futuros profissionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III. Critica a imperfeição do sistema de avaliação dos formados em direito, considerando essa falha como fator que tira da prova realizada pela Ordem dos Advogados do Brasil a possibilidade de ser tomada como padrão para outras áreas do conhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está correto o que se afirma APENAS em&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) I. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) I e II. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) I e III.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) II. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) II e III.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Errada a assertiva II, pois o autor não aproxima a área médica da área do direito; o que propõe é um exame nos médicos recém-formados a exemplo do Exame de Ordem dos advogados; além disso, não faz por evidenciar o reconhecimento da fragilidade da formação dos futuros médicos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O autor não critica o sistema de avaliação dos formandos em direito; ao contrário, propõe exame nos mesmos moldes da OAB aos recém-formados em medicina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: A.  &lt;br /&gt;___________________________________                                                                                           &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;79. Considerado o contexto, está corretamente entendido o seguinte segmento:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) (1.º parágrafo) “decidiu implementar uma prova de avaliação [...] dos conhecimentos dos futuros médicos”/ determinou que uma das partes do exame acerca dos conhecimentos dos futuros médicos fosse mais rigorosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) (2.º parágrafo) “é razoável supor que a proporção de estudantes despreparados seja maior”, suficientes razões permitem a suspeita de que a porcentagem de estudantes despreparados seja maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) (2.º parágrafo) “muitos dos maus alunos boicotam o exame” / a maior parte dos alunos, mal preparados, é responsável pela baixíssima média das notas do exame.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) (4.º parágrafo) “defende o exame compulsório” / opta por realizar exame mais abrangente no que se refere aos temas de saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) (4.º parágrafo) “seria imprescindível [...] a realização de provas” / seria inoportuna a exigência de provas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre equivalência de estruturas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “Decidiu implementar uma prova de avaliação...” não significa que uma das partes do exame fosse mais rigorosa, portanto está errada a sugestão contida na alternativa (A).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “Muitos dos maus alunos boicotam o exame” significa que alteram a ordem, prejudicam a avaliação, não sendo equivalente a “ser responsável pela baixíssima média das notas”, portanto está errada a sugestão da alternativa (C).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “Defende o exame compulsório” significa defender a existência de exame permanente para os recém-formados, não apresentando equivalência com “opta por realizar exame mais abrangente”, por isso está errada a assertiva (D).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “Seria imprescindível” significa seria necessário, não inoportuna. Errada, portanto, a assertiva (E).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: B.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;80. O Cremesp, que defende o exame compulsório, diz, no entanto, que a aplicação de testes teóricos, aos moldes do que faz a OAB, seria insuficiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerado o contexto, a locução destacada acima equivale a:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) a propósito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) ainda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) todavia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) por isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) nesse sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre equivalência semântica e reconhecimento de conjunções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A locução conjuntiva “no entanto” é coordenativa adversativa, equivalendo a “todavia”.  Não pode ser “a propósito”, porque a ideia é de oposição, não de conclusão. Não pode ser “ainda”, pois a ideia é de oposição, não de tempo ou de inclusão. Não pode ser “por isso”, porque tal conjunção é conclusiva. Não pode ser “nesse sentido”, pois se trata de oposição, ideia não veiculada por esta última expressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: C.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;81. O Cremesp, que defende o exame compulsório, diz, no entanto, que a aplicação de testes teóricos, aos moldes do que faz a OAB, seria insuficiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerado o contexto, traduz-se corretamente, e em conformidade com o padrão culto escrito, o que está acima sublinhado, em:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) definidos sob o controle dos dirigentes da OAB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) em respeito com as diretrizes impostas pela OAB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) idênticos com os já aplicados pela OAB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) de modo semelhante ao adotado pela OAB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) idealizados a partir do que a OAB direciona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre equivalência de estruturas e semântica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Observe-se que aos moldes do que faz a OAB não se equivale a “definidos sob o controle dos dirigentes da OAB, nem em respeito às diretrizes impostas pela OAB, pois a OAB, segundo o texto, não tem relação com o Cremesp, portanto estão erradas as alternativas (A) e (B). Muito menos que aos moldes do que faz a OAB signifique “idênticos aos já aplicados pela OAB, tampouco idealizados a partir do que a OAB direciona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O segmento aos moldes do que faz a OAB pode ser traduzido, sem alteração do sentido original do texto,  por “de modo semelhante ao adotado pela OAB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: D.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;82. A forma ou locução verbal que expressa ação totalmente realizada no passado é a destacada em:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) Reforçam-se as evidências da baixa qualidade de ensino em cursos de medicina do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) Esse retrato vem sendo confirmado anualmente desde 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) ... quando o Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo) decidiu implementar uma prova de avaliação, facultativa, dos conhecimentos dos futuros médicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) ... é razoável supor que a proporção de estudantes despreparados seja maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) ... seria imprescindível [...] a realização de provas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre tempos e modos verbais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O enunciado solicita a indicação de alternativa em que a forma verbal ou a locução verbal expressa ação totalmente realizada no passado. É imprescindível lembrar que ação totalmente realizada no passado deve sempre estar indicada por meio de verbo ou locução verbal flexionada no pretérito perfeito do indicativo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na alternativa (A), o verbo “Reforçam-se” está conjugado no presente do indicativo (eles reforçam). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na opção (B), o verbo auxiliar da locução “vem sendo”, que é “vem”, está conjugado no presente do indicativo (eu venho, tu vens, ele vem...), gerando ideia de ação momentânea à fala.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na alternativa (C), o verbo auxiliar da locução verbal “decidiu implementar”, que é “decidiu”, está conjugado no pretérito perfeito do indicativo (eu decidi, tu decidiste, ele decidiu...), traduzindo ideia de ação praticada integralmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Na alternativa (D), a locução verbal “é razoável supor” tem seu verbo “ser”, em “é”, conjugado no presente do indicativo (eu sou, tu és, ele é...), e a forma “seja” está conjugada no presente do subjuntivo (que eu seja, que tu sejas, que ele seja...).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A forma “seria”, na alternativa (E), está conjugada no futuro do pretérito do indicativo (eu seria, tu serias, ele seria...).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: C. &lt;br /&gt;___________________________________                                                                          &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;83. Está totalmente clara, e em conformidade com a norma culta escrita, a seguinte reformulação da frase Esse retrato vem sendo confirmado anualmente desde 2005:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) Esse retrato vem sendo confirmado anualmente a mais de três anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) Devem fazer uns quatro anos que se confirma anualmente esse retrato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) Se faz confirmações anuais desse retrato, de 2005, em seguida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) Vindo de 2005, a confirmação desse retrato é anual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) Confirma-se esse retrato anualmente, desde o ano de 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre aspectos linguísticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na alternativa (A), o registro de “a”, em “a mais de três anos” está errado, porque, em se tratando de tempo passado, deve ser empregado o verbo “haver”:  “Esse retrato vem sendo confirmado anualmente há mais de três anos”. Errada a assertiva (A).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na alternativa (B), está errada a flexão do verbo “dever” em “Devem fazer”, uma vez que o verbo “fazer” está sendo empregado como impessoal, na indicação de tempo decorrido, obrigando-se o auxiliar a também ser impessoal. Deve ficar “Deve fazer uns quatro anos que se confirma anualmente esse retrato”. Errada a alternativa (B).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A alternativa (C), além de apresentar frase confusa, registra dois erros: 1. inicia com pronome oblíquo átono a frase, quando deve ser colocado em ênclise (depois do verbo); 2. o verbo “fazer”, em “faz”, tem como sujeito “confirmações anuais desse retrato”, logo deve ser flexionado no plural. A parte inicial da frase, corrigida, terá a seguinte redação: “Fazem-se confirmações anuais desse retrato...”. Errada a opção (C).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Há enorme confusão na construção da assertiva (D), pois se faz associação causal entre o fato de vir de 2005 e o de esse retrato ser anual. Errada a assertiva (D).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: E.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Se implementado nesses moldes, um exame obrigatório nacional cumpriria dupla função: impediria o acesso à profissão de recém-formados despreparados e, ao longo do tempo, estimularia uma melhora gradual dos cursos universitários de medicina.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;84. Considerados o trecho acima e o respeito ao padrão culto escrito, é correto afirmar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) No início do trecho, está implícita a forma verbal “fosse”; caso estivesse subentendida a forma “for”, deveria ser usada a forma “cumprirá”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) A forma verbal cumpriria foi empregada para expressar fato futuro tomado como certo e próximo de se realizar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) Os dois-pontos anunciam ideias que, consideradas de grande importância, não haviam recebido nenhuma referência anteriormente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) O uso do sinal indicativo da crase manteria sua correção se o segmento fosse: “impediria o acesso à mais de um cargo que exige boa formação profissional”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) Assim como profissão, está adequadamente grafado o vocábulo “assensão”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre aspectos linguísticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Correta a assertiva (A), pois o verbo ser, flexionado no pretérito imperfeito do subjuntivo (“fosse”), está subentendido logo após o “Se”. De igual forma, se ali houvesse a forma “for”, no futuro do subjuntivo, o verbo “cumprir” deveria estar no futuro do presente do indicativo: “cumprirá. Observe-se: “Se fosse implementado nesses moldes, um exame obrigatório nacional cumpriria dupla função: impediria o acesso à profissão de recém-formados despreparados e, ao longo do tempo, estimularia uma melhora gradual dos cursos universitários de medicina”/ “Se for implementado nesses moldes, um exame obrigatório nacional cumprirá dupla função: impediria o acesso à profissão de recém-formados despreparados e, ao longo do tempo, estimularia uma melhora gradual dos cursos universitários de medicina”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “Cumpriria” está conjugado no futuro do pretérito, traduzindo ideia de fato não realizado ou hipotético, não certo e próximo de se realizar. Errada a assertiva (B).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Os dois-pontos foram empregados para introduzir uma explicação. Errada a assertiva (C).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O sinal de crase desapareceria se fosse alterado o trecho para “impediria o acesso a mais de um cargo que exige boa formação profissional”, pois se trata de expressão masculina. Errada a alternativa (D).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O vocábulo “ascensão” escreve-se com “sc” e “s”. Não como “profissão”. Errada a assertiva (E).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: A.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;85. A frase que não apresenta ambiguidade é:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) O coordenador informou ao grupo que sua proposta não tinha sido aceita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) A briga entre Pedro e Miguel foi séria, por isso lhe disse que era melhor não insistir na viagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) De presente de aniversário, a menina pediu muito ousada fantasia de fada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) Ator e diretor se desentenderam, mas, posteriormente, o ator reconheceu suas próprias falhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) Maria assinou o projeto e o orçamento, cujo prazo de entrega estava se esgotando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre semântica e interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na alternativa (A), a presença de “sua” causa ambiguidade, pois a “proposta” pode ser atribuída ao coordenador ou ao grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Há ambiguidade na construção da alternativa (B), pois o pronome “lhe” não assegura a quem o narrador se dirigiu: a Pedro ou a Miguel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; É ambígua a construção contida na opção (C), pois o segmento “muito ousada” pode ser creditado à forma com que a menina pediu ou à fantasia de fada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na construção da opção (E), há ambiguidade em relação ao “prazo de entrega”, pois pode ser atribuído ao projeto ou ao orçamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Não há ambiguidade na frase da alternativa (D).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: D.&lt;br /&gt;___________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;86. A frase em que a concordância está em total conformidade com o padrão culto escrito é:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) Tintas e pincéis novos estavam sendo usados pela artista novata, ainda que os últimos não lhes pertencessem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) Debateram sobre a utilidade de vários acessórios e concluíram que muitos não eram, de fato, nada acessível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) O produto derramado atingiu muitas árvores, mas não as comprometeram de modo irreversível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) As mais vultosas doações para o programa de emergência já haviam sido feitas, por isso as expectativas de que a arrecadação fosse muito mais alta não tinha fundamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) São muitos os aspectos do documento que merecem detida análise do advogado, mas tudo indica que não haverá alterações significativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre concordância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na alternativa (A), existe erro no emprego de “lhes”, pois se refere à artista novata”, portanto deve ser “lhe” (não pertencessem a ela = não lhe pertencessem). A frase corrigida ficará: “Tintas e pincéis novos estavam sendo usados pela artista novata, ainda que os últimos não lhe pertencessem”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na alternativa (B), o erro se encontra em “acessível”, que, sendo adjetivo, é variável e está qualificando “acessórios”, logo deve ser “acessíveis”. Corrigida, a frase terá a seguinte redação: “Debateram sobre a utilidade de vários acessórios e concluíram que muitos não eram, de fato, nada acessíveis”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Errada a construção da opção (C), porque o sujeito de “comprometer” é “o produto derramado”, logo deve ser “comprometeu”. Observe-se a frase já corrigida: “O produto derramado atingiu muitas árvores, mas não as comprometeu de modo irreversível”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A cosntrução da alternativa (D) apresenta erro na flexão do verbo “ter”, em “tinha”, porque o sujeito é “as expectativas”, logo o verbo deve ficar no plural. A frase, corrigida, deve ser “As mais vultosas doações para o programa de emergência já haviam sido feitas, por isso as expectativas de que a arrecadação fosse muito mais alta não tinham fundamento”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: E.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;87. O segmento grifado está empregado em conformidade com o padrão culto escrito em:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) O apego nos bens que julgava lhe pertencerem provocou muitas discórdias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) Estou convicto de que as melhores providências já foram tomadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) Sua ambição com o poder colocou-o em situação difícil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) Apresentou, perante a todos, suas desculpas pelo perigoso equívoco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) Medroso com tudo que lhe era desconhecido, não aceitou o cargo no exterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre regência verbal, especialmente sobre emprego de preposições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O substantivo “apego”, empregado na frase da alternativa (A), exige a preposição “a”, não “em”, logo deve ser “O apego aos bens ...”. Errada a assertiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Correta a assertiva (B), pois o adjetivo “convicto” exige a preposição “de” (quem está convicto está convicto DE).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na alternativa (C), o substantivo “ambição” deve reger a preposição “por”, não “ com”, logo deve ser “Sua ambição pelo poder...”. Errada a opção (C).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A preposição “perante” não admite, como de resto as outras preposições, outra preposição a sucedendo, logo deve ser “... perante todos ...”. Errada a assertiva (D).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O adjetivo “medroso” admite a preposição “de”, não “com”, logo deve ser “Medroso de tudo ...”. Errada a assertiva (E).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: B.&lt;br /&gt;______________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;88. A frase pontuada em conformidade com a norma culta escrita é:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) Entendam todos, que a questão não está resolvida, e que assim que for possível, voltaremos ao debate.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) Através da janela embaçada vislumbravam-se, pinheiros de vários tipos, árvores frutíferas de várias espécies e ainda, o topo da igreja centenária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) O autor alerta na introdução, sobre a necessidade de a leitura ser feita em ritmo lento, compatível com a gravidade do assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) Ela conquistava as glórias, eu, as antipatias; assim fomos construindo nossa vida de comerciantes, até que, um dia, as coisas se inverteram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) Do que foi discutido, uma conclusão evidente; todos terão direito de expor suas expectativas, desde que o façam, com absoluta civilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre pontuação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Errada a construção da opção (A) por duas razões: 1. não há vírgula depois de todos, porque não se separa o verbo (“Entendam”) de seu objeto (“que a questão...”); 2. o segmento “assim que for possível” deve ficar entre vírgulas. Corrigida, a frase terá a seguinte pontuação: “Entendam todos que a questão não está resolvida, e que, assim que for possível, voltaremos ao debate”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Dois erros de pontuação registram-se na opção (B): 1. não há vírgula entre “vislumbravam-se” e “pinheiros”, pois se trata de verbo e objeto, que não põem ser separados; 2. o advérbio “ainda” deve ficar entre duas vírgulas ou nenhuma. A correção da pontuação gerará a frase “Através da janela embaçada vislumbravam-se pinheiros de vários tipos, árvores frutíferas de várias espécies e ,ainda, o topo da igreja centenária”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Errada a pontuação da frase contida na alternativa (C), porque a expressão “na introdução” deve ficar entre duas vírgulas ou nenhuma. Corrigida, a frase resultará em “O autor alerta, na introdução, sobre a necessidade de a leitura ser feita em ritmo lento, compatível com a gravidade do assunto”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Há dois erros de pontuação na construção da assertiva (E): 1. a oração iniciada por “todos” é uma explicação à oração anterior, logo deve ser introduzida por dois-pontos, não ponto-e-vírgula; 2. não há vírgula depois de “façam”. Corrigida, deve ficar com a seguinte redação: “Do que foi discutido, uma conclusão evidente: todos terão direito de expor suas expectativas, desde que o façam com absoluta civilidade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: D.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;89. A frase em que a grafia respeita totalmente o padrão culto escrito é:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) À exceção dos que se abstiveram de opinar sobre a qualidade dos serviços, os participantes da pesquisa puderam usufruir gratuitamente de um dia de lazer no hotel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) A escursão prometida não ocorreu, pois o número de interessados foi excessivo; mas até isso colaborou para o explendor da viagem, pois o desconto oferecido surpreendeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) Casualmente encontraram-se no saguão; ela parecia advinhar o que ele tinha a lhe dizer, por isso não lhe deu oportunidade de ser posta em cheque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) Considerou ultrage o comentário adivindo do seu sucessor, mas, para preservar-se, abdicou de dar-lhe resposta à altura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) Com a dispensa abarrotada de produtos nobres, não exitou um minuto ao negar um jantar aos participantes do programa de inclusão social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre ortografia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Dois erros há na assertiva (B): “excursão” escreve-se com “x” e “esplendor” com “s”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O verbo “adivinhar”, na opção (C),deve ser escrito com “i”:”adivinhar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na assertiva (D), a palavra “ultraje” deve ser escrita com “j” e o verbo “advir” deve ser escrito sem o “i”: “advindo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A forma “exitou”, na opção (E), é do verbo “exitar”, que significa “ter êxito”; na mensagem, deve ser empregado o verbo “hesitar”, que significa titubear, duvidar. Além disso, “dispensa” é o ato ou o efeito de “dispensar”, que significa “prescindir”, “não necessitar”, “mandar embora”, despedir”. No caso, deve ser “despensa”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: A.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;90. A frase que atende integralmente ao padrão culto escrito é:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) Vossa Excelência, é certo que vossa presença está sendo reclamada: todos querem que continui a prestar apoio ao grupo de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) As alterações que provirem da reunião com o prefeito serão bem recebidas, se contemplarem os  direitos de todos os cidadãos da comunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) Os guardas-florestais requereram revisão do acordo feito com empresas que não respeitam as normas ambientais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) Se o manual contesse todas as informações necessárias, não haveria necessidade de eu estar solicitando mais esclarecimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) Se você o ver ainda hoje, avise que o prazo para entrega do documento expirará amanhã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre tempos e modos verbais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na alternativa (A), o verbo “continuar” deve ser flexionado com “e” no final: “continue”. A forma verbal “continui” não existe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A opção (B) apresenta erro na conjugação do verbo “provir”, que deve ser “provierem”, de igual forma que seu primitivo: “vierem”, “provierem”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O verbo “conter”, flexionado na assertiva (D), deve ser “contivesse”, de igual forma que seu primitivo: “tivesse”, “contivesse”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O verbo “ver”, no futuro do subjuntivo, assume a forma “vir” na 3.ª pessoa do singular, devendo ser “Se você o vir...”. Errada a assertiva (E).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: C.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atenção: as questões 91 a 98 referem-se ao texto abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Nos anos setenta, no auge dos grandes projetos de infraestrutura implantados pelos governos militares, a Amazônia era conhecida como o inferno verde. Uma mata fechada e insalubre, empesteada de mosquitos e animais peçonhentos, que deveria ser derrubada a todo custo – sempre com incentivo público – pelos colonos, operários e garimpeiros que se aventuravam pela região. Essa visão mudou bastante nas últimas duas décadas, à medida que os brasileiros perceberam que a região é um patrimônio nacional que não pode ser dilacerado sem comprometer o futuro do próprio país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Com seus 5 milhões de quilômetros quadrados, a Amazônia representa mais da metade do território brasileiro, 3,6% da superfície seca do planeta, área equivalente a nove vezes o território da França. O rio Amazonas, o maior do mundo em extensão e volume, despeja no mar em um único dia a mesma quantidade de água que o Tâmisa, que atravessa Londres, leva um ano para lançar. O vapor de água que a Amazônia produz por meio da evaporação responde por 60% das chuvas que caem nas regiões Norte, Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Mesmo agora, com o reconhecimento de sua grandeza, a Floresta Amazônica permanece um domínio da natureza no qual o homem não é bem-vindo. No entanto, vivem lá 25 milhões de brasileiros, pessoas que enfrentaram o desafio do ambiente hostil e fincaram raízes na porção norte do país. Assusta observar que, no intenso debate que se trava sobre a melhor forma de preservar (ou, na maior parte das vezes, ocupar) a floresta, esteja praticamente ausente o maior protagonista da saga amazônica: o homem.&lt;br /&gt; É uma forma atravessada de ver a situação, pois o destino da região depende muito mais de seus habitantes do que de medidas adotadas por autoridades do governo ou por organizações não-governamentais. A prioridade de todas as iniciativas deveria ser melhorar a qualidade de vida e criar condições econômicas para que seus habitantes tenham alternativas à exploração predatória. Só assim eles vão preservar a floresta em vez de destruí-la, porque terão orgulho de sua riqueza natural, única no mundo. (O fator humano. Veja especial, São Paulo, Ano 42, Setembro 2009, pp. 22-24, com adaptações)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;91. De acordo com o texto, &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) a situação econômica da maioria dos habitantes da região amazônica não permite a realização dos projetos de sustentabilidade no manejo da floresta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) uma população de aventureiros que se instalaram na Amazônia foi a principal responsável pela deterioração das condições de vida na região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) a maneira mais eficaz de preservar a Amazônia é a criação, para seus habitantes, de atividades econômicas que não ofereçam risco à sustentabilidade da floresta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) propostas de preservação da Amazônia tornam-se impraticáveis devido ao número de habitantes da região, que dela precisam sobreviver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) as condições insalubres de vida no meio da floresta comprometem toda e qualquer possível proposta de desenvolvimento da região amazônica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A leitura atenciosa do texto permite observar que estão erradas as assertivas (A), (B) e (D), porque não se afirma que a realização de projetos de sustentabilidade seja impossível em razão do número de seus habitantes, nem mesmo que uma população de aventureiros instalados na Amazônia tenham sido responsáveis pela sua deterioração. Também é falsa a visão trazida na assertiva (E), pois no texto não há indicação de que as condições insalubres de vida no meio da floresta comprometam a proposta de desenvolvimento da região.&lt;br /&gt; O texto afirma, nos dois últimos períodos do último parágrafo, que a maneira mais eficaz de preservar a Amazônia é a criação, para seus habitantes, de atividades econômicas que não ofereçam risco à sustentabilidade da floresta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: C.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;92. Os dados citados no 2.º parágrafo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) fundamentam a convicção de que a Amazônia é o inferno verde, tal como concebida na época dos governos militares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) justificam as medidas de ocupação do ambiente hostil da Amazônia, tomadas em épocas mais distantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) contestam a afirmativa de que a visão sobre a região amazônica mudou bastante nas últimas duas décadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) realçam o fato de que o homem não é bem-vindo numa região insalubre, coberta pela floresta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) dão consistência à afirmativa de que a Amazônia constitui um verdadeiro patrimônio nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O segundo parágrafo informa o tamanho da Amazônia, o percentual que representa de superfície seca no mundo, o fato de o rio Amazonas ser o maior do mundo em extensão e volume d’água e a importância da evaporação emanada na região, responsável pelas chuvas nas regiões Norte, Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil.&lt;br /&gt; Portanto o 2.º parágrafo, pelas suas informações, sustenta e dá consistência à afirmação de que a Amazônia constitui um verdadeiro patrimônio nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: E. &lt;br /&gt;__________________________________                                                                                            &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;93. No texto, é possível identificar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) adesão à percepção negativa sobre a Amazônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) visão pessoal sobre a importância da região amazônica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) defesa das medidas governamentais com foco na ocupação da Amazônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) pessimismo quanto aos resultados da ocupação humana na região amazônica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) ausência de medidas de caráter oficial com vistas à preservação da Amazônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No texto não há adesão à percepção negativa sobre a Amazônia, como havia nos anos setenta, portanto está errada a assertiva (A). De igual forma, não se vê visão pessoal sobre a importância da região, o que invalida a afirmação contida na assertiva (B). Não há, de igual forma no texto, pessimismo quanto aos resultados da ocupação humana na região Amazônica, nem ausência de medidas de caráter oficial com vista à preservação da região, o que indica como erradas as visões contidas nas alternativas (D) e (E). No texto, em verdade, é possível identificar, especialmente no último parágrafo, a defesa das medidas governamentais com foco na ocupação da Amazônia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: C.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;94. “(ou, na maior parte das vezes, ocupar)”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segmento isolado pelos parênteses, no 3.º parágrafo, denota&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) questão que não exige propriamente qualquer resposta.&lt;br /&gt;(B) citação de opinião de interlocutor alheio ao contexto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) ressalva, ao relativizar o sentido do que  foi afirmado anteriormente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) insistência em uma mesma afirmativa, desnecessária no contexto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) exclusão da afirmativa anterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segmento entre parênteses “(ou, na maior parte das vezes, ocupar)”, presente no 3.º parágrafo, não se trata de questão que não exige resposta, muito menos de citação de interlocutor alheio ao contexto. Quanto a essa última afirmação, o autor do texto não está alheio ao contexto, sob qualquer hipótese. Portanto são falsas as afirmações contidas nas assertivas (A) e (B). Não há insistência em uma mesma alternativa, nem é ela desnecessária no contexto, o que invalida a afirmação presente na alternativa (D). É falsa, da mesma forma, a afirmação da opção (E), pois o “ou” traduz alternância, não exclusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O que o autor faz no segmento “(ou, na maior parte das vezes, ocupar)” é ressalvar, relativizando o sentido da oração anterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: C. &lt;br /&gt;___________________________________                                                                                            &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;95. O segmento grifado foi substituído de modo INCORRETO pelo pronome em:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) sem comprometer o futuro do próprio país // sem comprometê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) que enfrentaram o desafio do ambiente hostil // que o enfrentaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) e fincaram raízes na porção norte do país // e fincaram-nas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) e criar condições econômicas // e criá-las.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) eles vão preservar a floresta // preservar-lhe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre colocação pronominal e regência verbal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Está correta a afirmativa (A), pois o verbo “comprometer” é transitivo direto, exigindo “o”, que representa “o futuro do próprio país”; logo deve ser “comprometê-lo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Correta também a assertiva (B), porque o verbo “enfrentar” é transitivo direto, exigindo “o”, que representa “o desafio do ambiente hostil”; por sua vez, o “que” atrai para si o pronome oblíquo átono, exigindo próclise: “que o enfrentaram”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O verbo “fincar”, em “fincaram”, na alternativa (C), é transitivo direto, exigindo “as”, que representa “raízes”, devendo ficar “fincaram-nas”. Observe-se que, quando o verbo termina em “m”, o pronome “o(a)(s)” recebe “n”. Correta a construção da opção C.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O verbo “criar”, presente na assertiva (D), é transitivo direto, exigindo “as”, que representa “condições econômicas”; logo deve ficar “criá-las”. Correta a cosntrução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Errada a construção da assertiva (E), porque o verbo “preservar” é transitivo direto, exigindo “a”, que representa “a floresta”. Não pode, portanto, ser construído com “lhe”, que é pronome oblíquo átono substituto de objetos indiretos. A construção corrigida ficará “preservá-la”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: E.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;96. Considere as afirmativas seguintes, a respeito do emprego de sinais de pontuação no texto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I. O emprego dos travessões no 1.º parágrafo assinala uma pausa que imprime ênfase ao comentário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;II. Os dois-pontos que aparecem no final do 3.º parágrafo introduzem um esclarecimento ao que acabou de ser afirmado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;III. Na frase Só assim eles vão preservar a floresta em vez de destruí-la, ficaria correta a colocação de uma vírgula após preservar.&lt;br /&gt;Está correto o que se afirma em:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) III, apenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) I e II, apenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) I e III, apenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) II e III, apenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) I, II e III.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre pontuação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Os travessões no trecho “Uma mata fechada e insalubre, empesteada de mosquitos e animais peçonhentos, que deveria ser derrubada a todo custo – sempre com incentivo público – pelos colonos, operários e garimpeiros que se aventuravam pela região” têm função de assinalar ênfase ao comentário, que é um adjunto adverbial deslocado. Correta a assertiva I.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No trecho “Assusta observar que, no intenso debate que se trava sobre a melhor forma de preservar (ou, na maior parte das vezes, ocupar) a floresta, esteja praticamente ausente o maior protagonista da saga amazônica: o homem”, os dois-pontos introduzem esclarecimento relativo à afirmação anterior, pois, sem dúvida, declara ser o “homem” o “maior protagonista da saga amazônica”. Correta  a assertiva II.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Errada a assertiva III, porque, ao lançar vírgula depois de “preservar”, no trecho “Só assim eles vão preservar a floresta em vez de destruí-la”, o sujeito seria separado do verbo, o que é erro grave de pontuação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: B.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;97.“... a Amazônia representa mais da metade do território brasileiro ...” (2.º parágrafo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A frase cujo verbo exige o mesmo tipo de complemento exigido pelo verbo grifado acima é:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) Essa visão mudou bastante nas últimas duas décadas ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) O vapor de água (...) responde por 60% das chuvas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) ... que caem nas regiões Norte, Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) ... pois o destino da região depende muito mais de seus habitantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) ... porque terão orgulho de sua riqueza natural, única no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre regência verbal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Dispensa-se o texto pela natureza da questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No trecho “... a Amazônia representa mais da metade do território brasileiro ...”, o verbo “representar” está empregado como transitivo direto, pois quem representa representa alguma coisa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na alternativa (A), o verbo “mudar” está empregado como intransitivo, apresentando apenas dois adjuntos adverbiais, que são “bastante” e “nas últimas décadas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na assertiva (B), o verbo “responder” está empregado como transitivo indireto, tendo seu objeto indireto em “por 60% das chuvas...”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Quanto à opção (C), o verbo “cair” é intransitivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O verbo “depender”, na alternativa (D), é transitivo indireto, pois quem depende depende “de”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O verbo “ter”, na assertiva (E), está empregado como transitivo direto, pois seu objeto direto é “orgulho”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: E.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;98. “... que deveria ser derrubada a todo custo pelos colonos, operários e garimpeiros ..”. (1.º parágrafo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Transpondo a frase acima para a voz ativa, a forma verbal corretamente obtida será:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) deveriam derrubar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) era para ser derrubada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) se derrubaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) teriam derrubado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) seriam derrubados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre vozes verbais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A transposição da voz passiva na frase “... que deveria ser derrubada a todo custo pelos colonos, operários e garimpeiros...” deve seguir os passos do processo de retorno à voz ativa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) o sujeito da passiva retornará à função de objeto da ativa;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) o agente da passiva retornará à função de sujeito da ativa;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) o verbo “ser” auxiliar desaparece;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;d) o particípio assume a forma do verbo “ser”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Assim, a locução verbal “deveria ser derrubada” passará a ter apenas dois verbos: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “... os colonos, operários e garimpeiros deveriam derrubar ...”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: A.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atenção: as questões 99 a 103 referem-se ao texto abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Curupira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Guardião das florestas e dos animais, o Curupira é um pequeno ser com traços indígenas, cabelo de fogo e com os pés virados para trás, que possui o dom de ficar invisível. Dizem que o Curupira é o protetor daqueles que sabem se relacionar com a natureza, utilizando-a apenas para a sua sobrevivência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Ou seja, tem a proteção do Curupira o homem que derruba árvores para construir sua casa e seus utensílios, ou ainda para fazer seu roçado, e caça apenas para alimentar-se. Mas aqueles que derrubam a mata sem necessidade e os que caçam indiscriminadamente têm no Curupira um terrível inimigo e acabam caindo em suas armadilhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Para se vingar daqueles que destroem a floresta, o Curupira se transforma em caça − uma paca, uma onça ou qualquer outro bicho que atraia o caçador para o meio da mata, fazendo-o perder a noção de seu rumo e ficar dando voltas, retornando sempre ao mesmo lugar. Outra forma de atingir os maus caçadores é fazer com que sua arma não funcione ou que eles sejam incapazes de acertar qualquer tipo de alvo, principalmente a caça. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na realidade, a lenda do Curupira revela a relação de respeito pela vida que os índios brasileiros têm com a mata. (Disponível: http://portalamazonia.globo.comnoticias /modelo_avulso.php?cfg&amp;lendasam... mdltpl&gt;.em: 30/11/2009)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;99. Na lenda do Curupira fica evidente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) o espírito vingador e destrutivo dos índios brasileiros, encarnado na desfiguração de seres imaginários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) a intenção de preservar os recursos da floresta amazônica para aproveitamento exclusivo de seus moradores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) a visão peculiar do indígena sobre a floresta, ambiente que lhe serve de morada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) a exploração da floresta, constante e continuada, por aventureiros que nela se estabeleceram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) a ingenuidade de caçadores e de exploradores, vítimas dos desafios apresentados pela floresta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Não há, no texto, qualquer marca de espírito vingador e destrutivo dos índios brasileiros, o que invalida a assertiva (A).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Também não fica evidente, na lenda do Curupira, a ideia de que haja intenção de preservar os recursos da floresta amazônica para aproveitamento exclusivo de seus moradores, mas unicamente para preservar dos que a destroem. Errada a alternativa (B).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na lenda do Curupira, fica evidente a visão peculiar do indígena sobre a floresta, ambiente que lhe serve de morada. Correta a opção (C).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Não há evidência, na lenda do Curupira, a exploração da floresta, constante e continuada, por aventureiros que nela se estabeleceram, mas a defesa da floresta contra seus exploradores. Errada a assertiva (D).&lt;br /&gt; A lenda do Curupira não destaca a ingenuidade de caçadores e de exploradores, vítimas dos desafios apresentados pela floresta; pelo contrário, defende a floresta contra seus malfeitores. Errada a assertiva (E).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: C.&lt;br /&gt;___________________________________                                                                                             &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;100. O segmento introduzido por "Ou seja", no 2.º parágrafo,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) detalha a afirmativa feita na frase imediatamente anterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) acrescenta uma ressalva importante ao que vem sendo exposto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) retifica a informação anterior, introduzindo nova ideia no contexto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) contraria o enunciado anterior, ao aproximar ideias opostas entre si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) introduz uma dúvida a respeito da veracidade da informação anterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto e recursos textuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No trecho “Dizem que o Curupira é o protetor daqueles que sabem se relacionar com a natureza, utilizando-a apenas para a sua sobrevivência” (1.º parágrafo), há afirmação. Essa afirmação é detalhada no trecho iniciado por “ou seja”. Observe-se:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ou seja, tem a proteção do Curupira o homem que derruba árvores para construir sua casa e seus utensílios, ou ainda para fazer seu roçado, e caça apenas para alimentar-se” (2.º parágrafo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Expressões como “ou seja”, “isto é”, “ou melhor”, “aliás” são retificativas ou ratificativas de afirmações anteriores. São, de regra, utilizadas para corrigir, reforçar ou detalhar afirmações anteriores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: A.&lt;br /&gt;___________________________________                                                                                &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;101. O texto legitima a seguinte afirmação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) a desorientação dos caçadores no meio da mata é recurso empregado pelo Curupira para afugentar os indígenas que buscam alimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) a transformação do Curupira em animais da floresta tem por objetivo oferecer mais opções de caça aos habitantes da floresta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) as ações atribuídas ao Curupira como protetor da floresta não estão vinculadas às dificuldades no manejo das armas de caça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) a caracterização física do Curupira demonstra sua predisposição para criar armadilhas contra a destruição irracional da floresta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) a incapacidade de atingir um alvo determinado é típica daqueles que, por habitarem a floresta, não estão habituados a armas de fogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; São falsas as afirmações contidas nas alternativas (A) e (B), pois o Curupira, segundo a lenda, não afugenta os índios, mas os caçadores que destroem a floresta, assim como o Curupira não se transforma em animais da floresta para oferecer mais opções de caça, mas para desorientar caçadores inescrupulosos e se vingar dos que destroem a floresta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Estão erradas as visões contidas nas assertivas (C) e (E); quanto à (C), porque não há registro, na lenda do Curupira, de que suas ações não estejam vinculadas às dificuldades no manejo de armas de caça, até porque Curupira inviabiliza o funcionamento de armas de fogo de caçadores inescrupulosos; quanto à (E), porque é o Curupira que faz os caçadores ficarem desorientados e suas armas não funcionarem, mas não que estes sejam incapazes de manejar armas de fogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: D.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;102. “... que atraia o caçador.” (3.º parágrafo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O emprego da forma verbal grifada acima denota, no contexto,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) desejo impossível de ser realizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) hipótese plausível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) dúvida quanto à necessidade de um fato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) certeza com relação a um fato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) fato inimaginável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre tempos e modos verbais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A forma verbal “atraia”, no trecho “Para se vingar daqueles que destroem a floresta, o Curupira se transforma em caça − uma paca, uma onça ou qualquer outro bicho que atraia o caçador para o meio da mata, fazendo-o perder a noção de seu rumo e ficar dando voltas, retornando sempre ao mesmo lugar”, está conjugado do presente do subjuntivo (que eu atraia, que tu atraias, que ele atraia, que nós atraiamos, que vós atraiais, que eles atraiam).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A intenção do verbo conjugado no presente do subjuntivo é sempre voltada a uma hipótese realizável, portanto plausível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: B.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;103. A concordância verbal e nominal está inteiramente correta na frase:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) Os caboclos da região, que vivem na floresta e dela retiram seu sustento, sabem que é importante respeitar todas as formas de vida que nela se encontram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) Existe, na mitologia de vários povos, duendes com diversos poderes mágicos que encarna, sobretudo, o espírito da floresta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) É sempre relatado às crianças indígenas os feitos valorosos de ilustres guerreiros, como forma de manter as tradições da tribo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) O repositório de lendas brasileiras de origem indígena variam muito, mas mostram, particularmente, uma explicação para os fenômenos da natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) Quando se tratam de questões de sobrevivência na mata fechada, é necessário a presença de guias habituados às dificuldades da região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre concordância verbal e nominal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Errada a assertiva (B), por duas razões: 1. o sujeito de “existir”, em “Existe”, é “duendes”, logo deve ser “Existem ... duendes...”; 2. o sujeito de “encarnar”, em “encarna”, é “duendes com diversos poderes mágicos”, logo deve ser “... duendes ... encarnam...”.&lt;br /&gt; Há erro na concordância verbal da opção (C) em  “é sempre relatado”, pois o sujeito é “os feitos valorosos...”, logo deve ser “São sempre relatados ...”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Os verbos “variar”, em “variam”, e “mostrar”, em “mostram”, na assertiva (D),  têm como núcleo do sujeito “repositório”, logo deve ser “O repositório de lendas brasileiras de origem indígena varia muito, mas mostra, particularmente, uma explicação para os fenômenos da natureza”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Dois erros existem na assertiva (E): 1. deve ser “Quando se trata”, com verbo no singular, pois verbo transitivo indireto empregado com “se” não flexiona; 2. deve ser “necessária a presença ...”, pois o adjetivo concorda com “presença, já que este está precedido de artigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reposta: A.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;104. Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas da frase apresentada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já ...... várias medidas para que se ...... os índices de desmatamento em toda a região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) foi tomadas – reduzissem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) foi tomado – reduzissem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) foram tomadas – reduzissem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) foram tomadas – reduzisse&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) foi tomado - reduzisse&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre concordância verbal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Fazendo-se a pergunta “quem é que foi tomado?”, obtém-se a resposta: “várias medidas”. Logo deve ser “Já foram tomadas várias medidas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; De igual forma, pergunta-se “quem é que se reduzissem?”, e a resposta é “os índices de desmatamento em toda a região”. Portanto deve ser “...para que se reduzissem os índices de desmatamento em toda a região”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: C.&lt;br /&gt;________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;105. Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas da frase apresentada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele ...... que lhe ...... dificuldades, mas ...... ajuda financeira para as pesquisas sobre o clima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) receiava - sobreviessem – obteu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) receiava - sobrevissem – obteve&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) receava - sobreviessem – obteve&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) receava - sobrevissem – obteve&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) receava - sobreviessem - obteu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre grafias e tempos e modos verbais, especialmente com verbos derivados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Os verbos terminados em “-ear”, como “cear”, “frear”, “gear”, recear”, apresentarão, em todas as  pessoas do singular e na última do plural, a forma “ei”, no presente do indicativo: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;eu receio tu receias ele(a) receia eles(as) receiam&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No pretérito, porém, o “i” desaparece:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;eu receava tu receavas ele(a) receava eles(as) receavam&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Portanto, a primeira lacuna, deve ser  preenchida com “receava”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na segunda lacuna, o verbo “sobrevir” é derivado de “vir”; logo deve ser conjugado o primitivo para se obter a forma do derivado: “viessem” – “sobreviessem”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se eu  viesse/sobreviesse&lt;br /&gt;Se tu viesses/sobreviesses&lt;br /&gt;Se ele(a) viesse/sobreviesse&lt;br /&gt;Se eles(as) viessem/sobreviessem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O verbo “obter” é derivado de “ter”, devendo ser conjugado como o primitivo: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;eu tive tu tiveste ele(a) teve eles(as) tiveram&lt;br /&gt;eu obtive tu obtiveste ele(a) obteve eles(as) obtiveram&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Portanto deve ser preenchida a terceira lacuna com “obteve”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: C.  &lt;br /&gt;___________________________________                                                                           &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;106. Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas da frase apresentada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O funcionário ..... o chefe se dirigiu era a pessoa ...... todos confiavam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) para quem - em que&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) em que - com quem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) por quem - de que&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) a quem - em quem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) de quem - a quem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre regência verbal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; O verbo “dirigir”, em “... se dirigiu”...”, determina a preposição “a”, pois quem se dirige se dirige a alguém ou a alguma coisa.  Com relação à pessoa verbal, por se tratar de ser humano (“funcionário”), deve ser empregado o pronome relativo “quem”. Portanto a primeira lacuna deve ser preenchida com “a quem”.&lt;br /&gt; Com relação à segunda lacuna, o verbo “confiar”, em “confiavam”, exige a preposição “em”, pois quem confia confia “em”. Como se trata de ser humano (novamente “funcionário”), o pronome relativo a ser empregado é “quem”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: D.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;107. Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas da frase apresentada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O edital, entregue a todos os candidatos, pretendia ...... o Concurso seria realizado em breve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) informá-los de que&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) informá-los para que&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) informá-los sobre que&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) informar-lhes de que&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) informar-lhes para que&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre regência verbal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Quem informa informa alguma coisa a alguém ou alguém de alguma coisa. Portanto estão corretas as formas “informá-los de que” ou “informar-lhe que”, sempre com um objeto de cada natureza, ou seja, um direto e outro indireto e vice versa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A construção poderia apresentar as seguintes formas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “O edital, entregue a todos os candidatos, pretendia informá-los de que o Concurso seria realizado em breve” ou&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “O edital, entregue a todos os candidatos, pretendia informar-lhes que o Concurso seria realizado em breve”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A banca preferiu a primeira forma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: A.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;108. Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas da frase apresentada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem nada perguntar ...... ninguém, o rapaz dirigiu-se ...... um canto da sala, ...... espera de ser chamado pela atendente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(A) a – a – a &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(B) a – a – à &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(C) a – à – à &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(D) à – à – a &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(E) à – a – a &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Questão sobre crase.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Na primeira lacuna, deve ser registrada apenas preposição “a”, porque não existe artigo antes de pronome indefinido. Em não havendo artigo, não haverá crase.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A segunda lacuna deve ser preenchida também apenas com preposição, pois  “um” é masculino, não existindo artigo “a” antes de palavra masculina. Portanto não há crase.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A expressão “à espera” é locução adverbial feminina, como “à vontade” (em ficar à vontade). No caso, equivale-se a “ao encalço”. Logo deve ser registrada com sinal indicativo de crase.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resposta: B.&lt;br /&gt;___________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prof. Menegotto&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7143776015959738336-1119172920606533856?l=professormenegotto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Sdr7jdrGsY-_kHn7b5vWURhOvcY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Sdr7jdrGsY-_kHn7b5vWURhOvcY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Sdr7jdrGsY-_kHn7b5vWURhOvcY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Sdr7jdrGsY-_kHn7b5vWURhOvcY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos/~4/67Y58hSvAC0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://professormenegotto.blogspot.com/feeds/1119172920606533856/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://professormenegotto.blogspot.com/2012/01/quarta-edicao-das-questoes-da-fcc-para_1206.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7143776015959738336/posts/default/1119172920606533856?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7143776015959738336/posts/default/1119172920606533856?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos/~3/67Y58hSvAC0/quarta-edicao-das-questoes-da-fcc-para_1206.html" title="QUARTA EDIÇÃO DAS QUESTÕES DA FCC - PARA CONCURSO DO INSS" /><author><name>Professor Alberto Menegotto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11711416067856254380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="25" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_n3GHE1Fbg7M/SoREhW9bMNI/AAAAAAAAAGk/FPbsNLlk6uY/S220/Beto+Face.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-s7fZNC_n-bc/TwkZSC_8urI/AAAAAAAACJU/hAmyS_Rdmvs/s72-c/Folha_de_SP%252C_09-12-09_.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://professormenegotto.blogspot.com/2012/01/quarta-edicao-das-questoes-da-fcc-para_1206.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0UAQH86fSp7ImA9WhRWGUQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7143776015959738336.post-495374413829191756</id><published>2012-01-08T00:38:00.005-02:00</published><updated>2012-01-08T00:54:01.115-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-08T00:54:01.115-02:00</app:edited><title>DIVULGADA A BANCA PARA AUDITOR FISCAL DA RECEITA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE</title><content type="html">&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-4cvqeS23QMA/TwkE8Wp_YkI/AAAAAAAACIk/pNhRDdzuxoM/s1600/imagesCABS8319.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 259px; height: 194px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-4cvqeS23QMA/TwkE8Wp_YkI/AAAAAAAACIk/pNhRDdzuxoM/s320/imagesCABS8319.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5695088638707065410" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-6tkpSVrGmDM/TwkE0cLWB6I/AAAAAAAACIY/0EdSVmiIML4/s1600/untitled.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 144px; height: 62px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-6tkpSVrGmDM/TwkE0cLWB6I/AAAAAAAACIY/0EdSVmiIML4/s320/untitled.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5695088502750185378" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Finalmente, depois de mais de um ano de espera, foi divulgada a banca para elaboração do concurso para provimento de vagas de auditor fiscal da Receita Municipal de Porto Alegre: será a Fundação do Ministério Público - FMP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O edital será publicado no dia 20 de janeiro, devendo oferecer dezenas de vagas, haja vista o fato de o concurso estar atrasado há, pelo menos, dois anos, depois das bravatas judiciais em que se envolveram as bancas perdedoras da licitação com a banca vencedora, cujo nome nem convém lembrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante, porém, lembrar que a banca da FMP elaborou em 2011 o concurso para o Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul - TCE-RS, cujo processo foi marcado por centenas de recursos contra muitas questões mal-elaboradas, em todas as áreas, com várias delas efetivamente anuladas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aguardemos, agora, a publicação do edital, e seja o que Deus quiser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prfo. Menegotto.&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7143776015959738336-495374413829191756?l=professormenegotto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xAKtTlOcmnHaIJwFFUtpKo03R6I/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xAKtTlOcmnHaIJwFFUtpKo03R6I/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xAKtTlOcmnHaIJwFFUtpKo03R6I/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/xAKtTlOcmnHaIJwFFUtpKo03R6I/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos/~4/O3iM_atb1Kw" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://professormenegotto.blogspot.com/feeds/495374413829191756/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://professormenegotto.blogspot.com/2012/01/divulgada-banca-para-auditor-fiscal-da.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7143776015959738336/posts/default/495374413829191756?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7143776015959738336/posts/default/495374413829191756?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos/~3/O3iM_atb1Kw/divulgada-banca-para-auditor-fiscal-da.html" title="DIVULGADA A BANCA PARA AUDITOR FISCAL DA RECEITA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE" /><author><name>Professor Alberto Menegotto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11711416067856254380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="25" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_n3GHE1Fbg7M/SoREhW9bMNI/AAAAAAAAAGk/FPbsNLlk6uY/S220/Beto+Face.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-4cvqeS23QMA/TwkE8Wp_YkI/AAAAAAAACIk/pNhRDdzuxoM/s72-c/imagesCABS8319.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://professormenegotto.blogspot.com/2012/01/divulgada-banca-para-auditor-fiscal-da.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0MBRHY9eCp7ImA9WhRVEkU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7143776015959738336.post-4327674710555429281</id><published>2012-01-08T00:05:00.002-02:00</published><updated>2012-01-11T09:30:55.860-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-11T09:30:55.860-02:00</app:edited><title>SÉRIE QUESTÕES COMENTADAS E RESPONDIDAS 779</title><content type="html">&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Ybim07uEu6A/TwYtzk346bI/AAAAAAAACIA/WGeGyWa3d0s/s1600/AGU.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 254px; height: 198px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-Ybim07uEu6A/TwYtzk346bI/AAAAAAAACIA/WGeGyWa3d0s/s320/AGU.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5694289142951242162" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-vffG7YWggd0/TwYttGVLVoI/AAAAAAAACH0/dgyOFWrEZSk/s1600/CESPE.png"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 180px; height: 40px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-vffG7YWggd0/TwYttGVLVoI/AAAAAAAACH0/dgyOFWrEZSk/s320/CESPE.png" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5694289031673370242" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Está sendo postada, diariamente, desde 10 de janeiro de 2011, uma questão do CESPE, visando aos concursos da Polícia Federal e Caixa Econômica Federal – CEF. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AS POSTAGENS 776 A 790 CONTÊM QUESTÕES DA PROVA REALIZADA EM 2010 PARA PROVIMENTO DE CARGO DE AGENTE ADMINISTRATIVO DA ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO – AGU, EM CONCURSO DE NÍVEL MÉDIO ELABORADO PELO CESPE.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; É uma grande ilusão imaginar que o Brasil estará entre as cinco maiores economias do mundo na década atual se não realizar investimentos pesados em um novo padrão de energia, independente da utilização de petróleo. Apesar do abandono do planejamento estratégico e de nossa fraca vocação para pensarmos a longo prazo, a verdade é que mantemos algumas características de país altamente inovador. Temos realizado avanços extraordinários no desenvolvimento de processos e na pesquisa em energias alternativas, em razão da antiga (e, felizmente, superada) dependência das importações de petróleo. Não atendemos, porém, às necessidades de financiamento na medida exigida pela continuidade das pesquisas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O rápido crescimento da economia chinesa tem atraído a atenção geral, mas devíamos orientar o nosso interesse em acompanhar, prioritariamente, as inovações que se estão processando nos Estados Unidos da América (EUA), na Alemanha e nos países nórdicos. A China, por enquanto, continua sendo uma economia que copia muito mais que investe em inovação. Os norte-americanos, com todos os problemas de suas finanças, mantêm a dianteira nos investimentos em desenvolvimento tecnológico: no governo Obama, decidiram recuperar a autonomia energética, investindo pesadamente no desenvolvimento de novas modalidades de energia. De seu lado, alemães e escandinavos estão ampliando os investimentos em energia alternativa e já colhem resultados expressivos da utilização de energia eólica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em termos imediatos, o que acontece de importante nos EUA e na China é a ênfase total dos investimentos públicos na expansão e modernização da infraestrutura dos transportes e comunicações de modo geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caminho brasileiro não deve ser diferente: temos de acelerar os investimentos na infraestrutura dos transportes para eliminar, o mais rápido possível, os gargalos que encarecem a circulação interna e as exportações da produção agrícola e industrial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é preciso repetir que o Brasil é um país inovador. O que nos falta é o suporte do crédito, de forma contínua, para sustentar as inovações, é claro que com algumas notáveis exceções: alcançamos o estado da arte na produção de combustíveis para transporte, e a EMBRAPA fez, em 30 anos, uma revolução na produtividade de nossa agricultura e pecuária, dando um enorme retorno aos parcos recursos de investimentos que recebeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que o Brasil se transforme, efetivamente, em protagonista importante da revolução que vai mudar, profundamente, os processos de produção industrial e agropastoril em todo o mundo, os próximos governos terão de dar prioridade absoluta aos investimentos em inovação e ao desenvolvimento tecnológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fórmula do crescimento é inovação mais crédito. Sua aplicação foi fundamental para a construção da mais poderosa economia global no século passado. Não há razão alguma para ignorá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com base nas ideias do texto, julgue o item a seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;779. (CESPE – AGU – Agente Administrativo - 2010) É correto inferir do texto que a precariedade de rodovias, ferrovias e instalações portuárias marítimas e fluviais brasileiras representa uma barreira para a expansão econômica nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; De acordo com o  com o 5º parágrafo, entre outras passagens, pode-se inferir do texto que a precariedade de rodovias, ferrovias e instalações portuárias marítimas e fluviais brasileiras representa uma barreira para a expansão econômica nacional, porque aborda combustíveis para transporte entre outras ideias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Observe-se o 5º parágrafo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não é preciso repetir que o Brasil é um país inovador. O que nos falta é o suporte do crédito, de forma contínua, para sustentar as inovações, é claro que com algumas notáveis exceções: alcançamos o estado da arte na produção de combustíveis para transporte, e a EMBRAPA fez, em 30 anos, uma revolução na produtividade de nossa agricultura e pecuária, dando um enorme retorno aos parcos recursos de investimentos que recebeu”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Correta a afirmação.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7143776015959738336-4327674710555429281?l=professormenegotto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/iJLM5RrJlYyx2hYnsNa_pIAU4Xg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/iJLM5RrJlYyx2hYnsNa_pIAU4Xg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/iJLM5RrJlYyx2hYnsNa_pIAU4Xg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/iJLM5RrJlYyx2hYnsNa_pIAU4Xg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos/~4/naX5e8YkfXw" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://professormenegotto.blogspot.com/feeds/4327674710555429281/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://professormenegotto.blogspot.com/2012/01/serie-questoes-comentadas-e-respondidas_08.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7143776015959738336/posts/default/4327674710555429281?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7143776015959738336/posts/default/4327674710555429281?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos/~3/naX5e8YkfXw/serie-questoes-comentadas-e-respondidas_08.html" title="SÉRIE QUESTÕES COMENTADAS E RESPONDIDAS 779" /><author><name>Professor Alberto Menegotto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11711416067856254380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="25" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_n3GHE1Fbg7M/SoREhW9bMNI/AAAAAAAAAGk/FPbsNLlk6uY/S220/Beto+Face.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-Ybim07uEu6A/TwYtzk346bI/AAAAAAAACIA/WGeGyWa3d0s/s72-c/AGU.bmp" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://professormenegotto.blogspot.com/2012/01/serie-questoes-comentadas-e-respondidas_08.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C04EQXw5cCp7ImA9WhRWGU0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7143776015959738336.post-1221507981778381962</id><published>2012-01-07T00:05:00.001-02:00</published><updated>2012-01-07T00:05:00.228-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-07T00:05:00.228-02:00</app:edited><title>SÉRIE QUESTÕES COMENTADAS E RESPONDIDAS 778</title><content type="html">&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-WNf3htgbhi8/TwYA-iCGJmI/AAAAAAAACHo/meiQ3uBmZ6U/s1600/AGU.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 254px; height: 198px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-WNf3htgbhi8/TwYA-iCGJmI/AAAAAAAACHo/meiQ3uBmZ6U/s320/AGU.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5694239853144057442" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-rGd_pmMEYJA/TwYA4hh0I_I/AAAAAAAACHc/EvUmLtq2E0M/s1600/CESPE.png"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 180px; height: 40px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-rGd_pmMEYJA/TwYA4hh0I_I/AAAAAAAACHc/EvUmLtq2E0M/s320/CESPE.png" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5694239749929444338" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Está sendo postada, diariamente, desde 10 de janeiro de 2011, uma questão do CESPE, visando aos concursos da Polícia Federal e Caixa Econômica Federal – CEF. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AS POSTAGENS 776 A 790 CONTÊM QUESTÕES DA PROVA REALIZADA EM 2010 PARA PROVIMENTO DE CARGO DE AGENTE ADMINISTRATIVO DA ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO – AGU, EM CONCURSO DE NÍVEL MÉDIO ELABORADO PELO CESPE.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; É uma grande ilusão imaginar que o Brasil estará entre as cinco maiores economias do mundo na década atual se não realizar investimentos pesados em um novo padrão de energia, independente da utilização de petróleo. Apesar do abandono do planejamento estratégico e de nossa fraca vocação para pensarmos a longo prazo, a verdade é que mantemos algumas características de país altamente inovador. Temos realizado avanços extraordinários no desenvolvimento de processos e na pesquisa em energias alternativas, em razão da antiga (e, felizmente, superada) dependência das importações de petróleo. Não atendemos, porém, às necessidades de financiamento na medida exigida pela continuidade das pesquisas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O rápido crescimento da economia chinesa tem atraído a atenção geral, mas devíamos orientar o nosso interesse em acompanhar, prioritariamente, as inovações que se estão processando nos Estados Unidos da América (EUA), na Alemanha e nos países nórdicos. A China, por enquanto, continua sendo uma economia que copia muito mais que investe em inovação. Os norte-americanos, com todos os problemas de suas finanças, mantêm a dianteira nos investimentos em desenvolvimento tecnológico: no governo Obama, decidiram recuperar a autonomia energética, investindo pesadamente no desenvolvimento de novas modalidades de energia. De seu lado, alemães e escandinavos estão ampliando os investimentos em energia alternativa e já colhem resultados expressivos da utilização de energia eólica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em termos imediatos, o que acontece de importante nos EUA e na China é a ênfase total dos investimentos públicos na expansão e modernização da infraestrutura dos transportes e comunicações de modo geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caminho brasileiro não deve ser diferente: temos de acelerar os investimentos na infraestrutura dos transportes para eliminar, o mais rápido possível, os gargalos que encarecem a circulação interna e as exportações da produção agrícola e industrial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é preciso repetir que o Brasil é um país inovador. O que nos falta é o suporte do crédito, de forma contínua, para sustentar as inovações, é claro que com algumas notáveis exceções: alcançamos o estado da arte na produção de combustíveis para transporte, e a EMBRAPA fez, em 30 anos, uma revolução na produtividade de nossa agricultura e pecuária, dando um enorme retorno aos parcos recursos de investimentos que recebeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que o Brasil se transforme, efetivamente, em protagonista importante da revolução que vai mudar, profundamente, os processos de produção industrial e agropastoril em todo o mundo, os próximos governos terão de dar prioridade absoluta aos investimentos em inovação e ao desenvolvimento tecnológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fórmula do crescimento é inovação mais crédito. Sua aplicação foi fundamental para a construção da mais poderosa economia global no século passado. Não há razão alguma para ignorá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com base nas ideias do texto, julgue o item a seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;778. (CESPE – AGU – Agente Administrativo - 2010) EUA, Alemanha e países escandinavos tornaram-se independentes no que se refere à importação de petróleo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No 2º parágrafo, lê-se que “O rápido crescimento da economia chinesa tem atraído a atenção geral, mas devíamos orientar o nosso interesse em acompanhar, prioritariamente, as inovações que se estão processando nos Estados Unidos da América (EUA), na Alemanha e nos países nórdicos. A China, por enquanto, continua sendo uma economia que copia muito mais que investe em inovação. Os norte-americanos, com todos os problemas de suas finanças, mantêm a dianteira nos investimentos em desenvolvimento tecnológico: no governo Obama, decidiram recuperar a autonomia energética, investindo pesadamente no desenvolvimento de novas modalidades de energia. De seu lado, alemães e escandinavos estão ampliando os investimentos em energia alternativa e já colhem resultados expressivos da utilização de energia eólica”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Vê-se, portanto, que EUA está investindo em inovações, bem como a Alemanha. Em outro trecho do parágrafo acima, observa-se que a Alemanha e países escandinavos estão ampliando investimentos em energia alternativa e já colhem resultados. Mas não é possível interpretar que EUA, Alemanha e países escandinavos tenham-se tornado independentes no que se refere à importação de petróleo, até porque o texto não oferece essa informação, nem subsídios para tal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Errada a afirmação.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7143776015959738336-1221507981778381962?l=professormenegotto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Bl7LHZ9p4J54WveFrN10NvNbzEg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Bl7LHZ9p4J54WveFrN10NvNbzEg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Bl7LHZ9p4J54WveFrN10NvNbzEg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Bl7LHZ9p4J54WveFrN10NvNbzEg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos/~4/NSJcwStr_qc" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://professormenegotto.blogspot.com/feeds/1221507981778381962/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://professormenegotto.blogspot.com/2012/01/serie-questoes-comentadas-e-respondidas_07.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7143776015959738336/posts/default/1221507981778381962?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7143776015959738336/posts/default/1221507981778381962?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProfessorMenegotto-QuestesDeLnguaPortuguesaNosConcursosPblicos/~3/NSJcwStr_qc/serie-questoes-comentadas-e-respondidas_07.html" title="SÉRIE QUESTÕES COMENTADAS E RESPONDIDAS 778" /><author><name>Professor Alberto Menegotto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11711416067856254380</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="25" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_n3GHE1Fbg7M/SoREhW9bMNI/AAAAAAAAAGk/FPbsNLlk6uY/S220/Beto+Face.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-WNf3htgbhi8/TwYA-iCGJmI/AAAAAAAACHo/meiQ3uBmZ6U/s72-c/AGU.bmp" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://professormenegotto.blogspot.com/2012/01/serie-questoes-comentadas-e-respondidas_07.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEcDRXc5fCp7ImA9WhRWGEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7143776015959738336.post-387560399414591250</id><published>2012-01-06T00:05:00.001-02:00</published><updated>2012-01-06T00:14:34.924-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-06T00:14:34.924-02:00</app:edited><title>SÉRIE QUESTÕES COMENTADAS E RESPONDIDAS 777</title><content type="html">&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-_859oH5oPcA/TwX9w-MiZbI/AAAAAAAACGg/F17dU795mQk/s1600/AGU.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 254px; height: 198px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-_859oH5oPcA/TwX9w-MiZbI/AAAAAAAACGg/F17dU795mQk/s320/AGU.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5694236321650992562" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-JVEafeAtO3w/TwX9nfHX8oI/AAAAAAAACGU/NNOe1DHyC6o/s1600/CESPE.png"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 180px; height: 40px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-JVEafeAtO3w/TwX9nfHX8oI/AAAAAAAACGU/NNOe1DHyC6o/s320/CESPE.png" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5694236158689014402" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Está sendo postada, diariamente, desde 10 de janeiro de 2011, uma questão do CESPE, visando aos concursos da Polícia Federal e Caixa Econômica Federal – CEF. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AS POSTAGENS 776 A 790 CONTÊM QUESTÕES DA PROVA REALIZADA EM 2010 PARA PROVIMENTO DE CARGO DE AGENTE ADMINISTRATIVO DA ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO – AGU, EM CONCURSO DE NÍVEL MÉDIO ELABORADO PELO CESPE.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; É uma grande ilusão imaginar que o Brasil estará entre as cinco maiores economias do mundo na década atual se não realizar investimentos pesados em um novo padrão de energia, independente da utilização de petróleo. Apesar do abandono do planejamento estratégico e de nossa fraca vocação para pensarmos a longo prazo, a verdade é que mantemos algumas características de país altamente inovador. Temos realizado avanços extraordinários no desenvolvimento de processos e na pesquisa em energias alternativas, em razão da antiga (e, felizmente, superada) dependência das importações de petróleo. Não atendemos, porém, às necessidades de financiamento na medida exigida pela continuidade das pesquisas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O rápido crescimento da economia chinesa tem atraído a atenção geral, mas devíamos orientar o nosso interesse em acompanhar, prioritariamente, as inovações que se estão processando nos Estados Unidos da América (EUA), na Alemanha e nos países nórdicos. A China, por enquanto, continua sendo uma economia que copia muito mais que investe em inovação. Os norte-americanos, com todos os problemas de suas finanças, mantêm a dianteira nos investimentos em desenvolvimento tecnológico: no governo Obama, decidiram recuperar a autonomia energética, investindo pesadamente no desenvolvimento de novas modalidades de energia. De seu lado, alemães e escandinavos estão ampliando os investimentos em energia alternativa e já colhem resultados expressivos da utilização de energia eólica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em termos imediatos, o que acontece de importante nos EUA e na China é a ênfase total dos investimentos públicos na expansão e modernização da infraestrutura dos transportes e comunicações de modo geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caminho brasileiro não deve ser diferente: temos de acelerar os investimentos na infraestrutura dos transportes para eliminar, o mais rápido possível, os gargalos que encarecem a circulação interna e as exportações da produção agrícola e industrial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é preciso repetir que o Brasil é um país inovador. O que nos falta é o suporte do crédito, de forma contínua, para sustentar as inovações, é claro que com algumas notáveis exceções: alcançamos o estado da arte na produção de combustíveis para transporte, e a EMBRAPA fez, em 30 anos, uma revolução na produtividade de nossa agricultura e pecuária, dando um enorme retorno aos parcos recursos de investimentos que recebeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que o Brasil se transforme, efetivamente, em protagonista importante da revolução que vai mudar, profundamente, os processos de produção industrial e agropastoril em todo o mundo, os próximos governos terão de dar prioridade absoluta aos investimentos em inovação e ao desenvolvimento tecnológico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fórmula do crescimento é inovação mais crédito. Sua aplicação foi fundamental para a construção da mais poderosa economia global no século passado. Não há razão alguma para ignorá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com base nas ideias do texto, julgue o item a seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;777. (CESPE – AGU – Agente Administrativo - 2010) No Brasil, a utilização de energias alternativas não tem recebido investimento suficiente devido à escassez de financiamentos estrangeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Comentários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questão sobre interpretação de texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, a utilização de energias alternativas não tem recebido investimento suficiente devido à escassez de financiamentos governamentais, isto é, investimentos do governo brasileiro, e não de financiamentos estrangeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso pode ser compreendido pela releitura do 5º parágrafo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não é preciso repetir que o Brasil é um país inovador. O que nos falta é o suporte do crédito, de forma contínua, para sustentar as inovações, é claro que com algumas notáveis exceções: alcançamos o estado da arte na produção de combustíveis para transporte, e a EMBRAPA fez, em 30 anos, uma revolução na produtividade de nossa agricultura e pecuária, dando um enorme retorno aos parcos recursos de investimentos que recebeu”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Errada a afirmação.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7143776015959738336-387560399414591250?l=professormenegotto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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