<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-1001934312970186183</atom:id><lastBuildDate>Sun, 05 Apr 2026 06:54:11 +0000</lastBuildDate><category>início</category><category>medíocres</category><category>síndrome do cavaleiro das trevas</category><title>Ricardo Catarina</title><description>Acho que é só a minha alma gritando ou aquelas vozes que escuto na minha cabeça...</description><link>http://ricardocatarina.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Unknown)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>40</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1001934312970186183.post-2013834866331079824</guid><pubDate>Wed, 30 Nov 2016 12:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2016-11-30T04:37:36.040-08:00</atom:updated><title>É preciso ter empatia até com quem não tem...</title><description>&lt;div class=&quot;&quot; data-block=&quot;true&quot; data-editor=&quot;9a1ja&quot; data-offset-key=&quot;fbjcn-0-0&quot; style=&quot;background-color: white; color: #1d2129; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;_1mf _1mj&quot; data-offset-key=&quot;fbjcn-0-0&quot; style=&quot;direction: ltr; font-family: inherit; position: relative;&quot;&gt;
&lt;span data-offset-key=&quot;fbjcn-0-0&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Empatia é um exercício. Um exercício cotidiano, aliás. Mas como todo exercício corremos o risco de, de vez em quando, esquecer de exercitar. A excelência do atleta está justamente no quanto este treina e se exercita. Mas às vezes esquecemos. Ou seja, isso não significa que não temos empatia, mas que em alguns momentos ela nos falta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;_1mf _1mj&quot; data-offset-key=&quot;fbjcn-0-0&quot; style=&quot;direction: ltr; font-family: inherit; position: relative;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Se falta a nós, a mim, a no caso, há de se esperar que também falte no outro. Ou seja, este se torna incapaz de olhar o outro com os olhos do outro, de se por no lugar do outro, de tentar sentir o mundo como o outro está sentindo e de, reconhecendo a dificuldade do outro - a dor, o medo, a ansiedade - compadecer-se (padecer junto), ter compaixão (sentir junto). Aliás, reconhecemos muito mais facilmente quando falta empatia no outro do que em nós mesmos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;&quot; data-block=&quot;true&quot; data-editor=&quot;9a1ja&quot; data-offset-key=&quot;4n6ct-0-0&quot; style=&quot;background-color: white; color: #1d2129; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;_1mf _1mj&quot; data-offset-key=&quot;4n6ct-0-0&quot; style=&quot;direction: ltr; font-family: inherit; position: relative;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Mas aí fica a questão: também não é válido se por no lugar deste e tentar entender o que o levou a não ter empatia naquele momento? Acusar de falta de empatia é fácil. Mas o que fica no lugar? E a empatia com quem não tem empatia?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;&quot; data-block=&quot;true&quot; data-editor=&quot;9a1ja&quot; data-offset-key=&quot;1tbeo-0-0&quot; style=&quot;background-color: white; color: #1d2129; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;_1mf _1mj&quot; data-offset-key=&quot;1tbeo-0-0&quot; style=&quot;direction: ltr; font-family: inherit; position: relative;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Ao invés de acusar o outro de não ter empatia, não é o caso de tentar olhar o mundo como este olha ou olhou para entender seu ponto de vista?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;&quot; data-block=&quot;true&quot; data-editor=&quot;9a1ja&quot; data-offset-key=&quot;f4b9p-0-0&quot; style=&quot;background-color: white; color: #1d2129; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;_1mf _1mj&quot; data-offset-key=&quot;f4b9p-0-0&quot; style=&quot;direction: ltr; font-family: inherit; position: relative;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Vou dar um exemplo: uma pessoa homofóbica. Acusar a homofobia é fácil, aliás uma pessoa homofóbica não dirá que é. Não estou dizendo que não devemos apontar a homofobia e apenas aceitar que há pessoas homofóbicas. Mas o que a faz homofóbica? Quais são os valores que essa pessoa carrega? Qual é o mundo que ela enxerga e qual mundo ela não enxerga, cega pelos seus valores?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;&quot; data-block=&quot;true&quot; data-editor=&quot;9a1ja&quot; data-offset-key=&quot;8vdga-0-0&quot; style=&quot;background-color: white; color: #1d2129; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;_1mf _1mj&quot; data-offset-key=&quot;8vdga-0-0&quot; style=&quot;direction: ltr; font-family: inherit; position: relative;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;No final, percebemos que toda e qualquer intolerância é sinal de falta de empatia. É o exercício de alteridade que não aconteceu. Aí não tem como: acabamos ficando com mais pena e dó dos intolerantes por estes serem fruto de uma sociedade e de uma cultura que os fez assim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;&quot; data-block=&quot;true&quot; data-editor=&quot;9a1ja&quot; data-offset-key=&quot;elh8h-0-0&quot; style=&quot;background-color: white; color: #1d2129; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;_1mf _1mj&quot; data-offset-key=&quot;elh8h-0-0&quot; style=&quot;direction: ltr; font-family: inherit; position: relative;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Acho que chegamos a um ponto bastante contestável, mas que, sem muita convicção, posso cravar: devemos ser tolerantes com os intolerantes. Não com os atos de intolerância, que fique claro!! Isso implica em um outro exercício: mostrar quais valores estes possuem que não os deixam ter empatia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;&quot; data-block=&quot;true&quot; data-editor=&quot;9a1ja&quot; data-offset-key=&quot;mqas-0-0&quot; style=&quot;background-color: white; color: #1d2129; font-family: Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;_1mf _1mj&quot; data-offset-key=&quot;mqas-0-0&quot; style=&quot;direction: ltr; font-family: inherit; position: relative;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Resumindo: é preciso ter empatia até com quem não tem empatia ou não a exercita.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><link>http://ricardocatarina.blogspot.com/2016/11/e-preciso-ter-empatia-ate-com-quem-nao.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1001934312970186183.post-7724569807702862089</guid><pubDate>Sun, 03 Jul 2011 22:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-03T15:29:17.066-07:00</atom:updated><title>Não leia esse post pois contém linguagem chula e heresias...</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-jW2zO8u3awE/TcLcscUxeyI/AAAAAAAAAEA/-1ZCeUoQgYE/s1600/da_serie_fudeu.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-jW2zO8u3awE/TcLcscUxeyI/AAAAAAAAAEA/-1ZCeUoQgYE/s320/da_serie_fudeu.jpg&quot; width=&quot;291&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&quot;Se fode aí...&quot; Quantas vezes já escutei as pessoas dizendo isso umas para as outras. O que de fato não compreendo é essa história de querer o mal da outra pessoa. Eu sei, você deve estar pensando: o Catarina, virou moralista, cristão, será que está indo à igreja? Não, isso ainda não aconteceu. Mas de fato, quando penso que alguém vai olhar para o outro e comemorar a sua derrota, perda, sofrimento, ou rir de qualquer um desses acontecimentos da vida alheia, ela incoscientemente diz a si mesma: ainda bem que não sou eu.&lt;br /&gt;
Empatia. Esse é o nome da coisa que faz com que nos identifiquemos de maneira mais ou menos consciente com o outro. Sentimos as dores dos outros. E por bem ou mal, ficamos aliviados, constrangidos, doloridos, entediados tal qual as pessoas e o que elas fazem. Aliás, me sinto mal em rir de um tombo de um moleque andando de skate, ou de uma noiva que tropeça e cai sobre seu próprio vestido, ou quando alguém diz que não poderá sair e se divertir porque terá que trabalhar. Se fode aí, dizemos. Mas por quê não damos risadas quando a vítima, sei lá, morre. Tipo, imagino alguém gargalhando ao ver o pobre skatista tomar um tombo em um corrimão. Mas imagino o quão constrangido irá ficar ao saber que o cara morreu após o tombo.&lt;br /&gt;
Rir faz parte da natureza humana, rir já foi proibido e também é proibido rir de certas coisas. E rir do mal dos outros está nessa linha tênue. Em que momento eu devo rir da desgraça alheia, ou melhor, até que ponto eu devo rir dessa desgraça.&lt;br /&gt;
E a gente gosta mesmo de rir de desgraça. Piada com gay é engraçada porque você pensa que a desgraça já é o cara ser gay. Com negro, judeu, português, loira, pobre, é a mesma coisa. E aí, mora a maldade. E que maldade.&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios2/foto/0,,26412063,00.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios2/foto/0,,26412063,00.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
E rir nem é o maior problema, como vinha dizendo. Problema é o mal do &quot;se fode aí&quot;. Caiu? &quot;Se fode aí...&quot;&lt;br /&gt;
Aliás, quando Deus gostou mais das oferendas de Abel do que de Cain, Abel deve ter dito: &quot;se fode aí, Deus gosta mais de mim...&quot; e quando Cain mata Abel, Cain agora fala: &quot;e aí, quem se fudeu?&quot; Por isso Deus ficou puto... Aliás, Deus sempre fica puto e joga desgraças e manda um &quot;se fode aí&quot;. Terremoto? &quot;se fode aí, Japão&quot;&lt;br /&gt;
Agora entendem que rir das desgraças da vida é humano? Principalmente se a vida desgraçada é a do outro?&lt;br /&gt;
O que, leu essa parada até agora e ficou decepcionado? Como eu havia dito: &quot;Se fode aí&quot;.</description><link>http://ricardocatarina.blogspot.com/2011/07/nao-leia-esse-post-pois-contem.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-jW2zO8u3awE/TcLcscUxeyI/AAAAAAAAAEA/-1ZCeUoQgYE/s72-c/da_serie_fudeu.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1001934312970186183.post-1594589767140244898</guid><pubDate>Tue, 07 Dec 2010 23:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-12-07T15:33:09.594-08:00</atom:updated><title>O Poder do Mito - Por Ricardo Parra Catarina</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://revistadeciframe.files.wordpress.com/2008/12/mito-criacao.jpg?w=350&amp;amp;h=311&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;284&quot; src=&quot;http://revistadeciframe.files.wordpress.com/2008/12/mito-criacao.jpg?w=350&amp;amp;h=311&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;&quot;&gt;O mito: construção racional-simbólica&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;&quot;&gt;A princípio temos a idéia de mito ligada a uma explicação estapafúrdia para algum acontecimento, algum feito, que, no entanto, não tem qualquer sentido de verdade, lógica e racionalidade. Aliás, o mesmo opera em uma lógica distante e diferente do que o pensamento dito científico e dito moderno nos coloca como explicação de mundo. Assim, mitos seriam apenas histórias fantasiosas que operam em um outro&lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;sentido que não o lógico-ocidental-cartesiano e que por isso seria inválido.&lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A própria antropologia evolucionista resolveu o problema dos mitos associando-os a sociedades “primitivas” frente a fenômenos impactantes (como a morte, a origem do mundo). Seriam explicações primitivas, falsas; nada além de uma proto-ciência (LOPES DA SILVA; 2005; p. 324). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;&quot;&gt;Todavia, podemos encontrar esses mitos (mitos fundadores, explicações para uma característica) em diversos povos do mundo, através da história, e/ ou encarcerados dentro de outras narrativas maravilhosas, onde acabam encontrando colaborações das ciências para que “deixem” de ser mitos”” (vide os inúmeros estudos e tentativas de explicações para eventos bíblicos, tais como a travessia do mar Vermelho feita por Moisés).&lt;a class=&quot;ugdv_link&quot; href=&quot;http://iblogbox.com/pig/docview/v.php?url=file%3A///C%3A/Users/RicardoNotebook/Documents/O%2520poder%2520do%2520mito.docx%23_ftn1&quot; name=&quot;_ftnref1&quot; style=&quot;mso-footnote-id: ftn1;&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;mso-special-character: footnote;&quot;&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US;&quot;&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;&quot;&gt;Além disso, o mito tem um fundamento moral, no qual podemos dizer que as explicações dadas servem para afirmar ou negar determinados tipos de comportamentos e buscam dar explicações para elementos nocivos ou positivos para as sociedades envolvidas que aparecem então em forma de leis, regras, normas, tabus. Claude Levi-Strauss viria a discutir em sua antropologia estruturalista justamente essa função do mito, de estruturar sociedades a partir de totens e portanto tabus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;&quot;&gt;A sincronicidade e os arquétipos (presentes, por exemplo, na teoria jungiana) apresentados em mitos de diversos locais, em diversas culturas, nos dão, porém, a idéia da importância do mesmo nos nossos dias. Mais do que pensar esses mitos, é importante pensar que a sua lógica corresponde a uma lógica outra, anti-cartesiana por vezes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;&quot;&gt;Mitos podem ser vistos como narrativas simbólicas da origem do mundo. Por serem simbólicos, é necessário conhecer esses símbolos para compreender e traduzir esses mitos, que no entanto, farão sentido àqueles que compartilham desses símbolos, dentro de um contexto cultural. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;&quot;&gt;Pensar que os mitos não possuem sentido, racionalidade, é deixar de lado que essas explicações fazem sentido para quem as utiliza. Assim, não são mitos e sim uma realidade, algo tão palpável, sensível e palatável quanto a física quântica e suas possibilidades teóricas, pautadas em uma racionalidade dita científica. Não podemos supor que o &lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal;&quot;&gt;mythos&lt;/i&gt; se oponha ao &lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal;&quot;&gt;logos&lt;/i&gt;, pelo simples fato de que há um &lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal;&quot;&gt;logos&lt;/i&gt; dentro do mito, ou seja, o mito assimila e exercita esse &lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal;&quot;&gt;logos&lt;/i&gt;. E a maior prova disso é o senso comum (LOPES DA SILVA; 2005; p. 327).&lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Se a explicação é suficiente, ela serve mais do que conceitos científicos arrojados e que não fazem sentido aos interlocutores. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;&quot;&gt;Esse tipo de pensamento positivista, herdeiro de Auguste Comte pode ser alocado em sua “Lei dos Três Estados” que coloca esses mitos no estado teológico, no qual “se &lt;span class=&quot;apple-style-span&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;explica a realidade apelando para entidades supranaturais (os ‘deuses’), buscando responder a questões como ‘de onde viemos?’ e ‘para onde vamos?’; além disso, busca-se o absoluto”; (ARON; 2007)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Porém na teoria de Comte este é o mais afastado do estado derradeiro e último, o positivo, ligado ao como, a ciência e ao progresso.&lt;a class=&quot;ugdv_link&quot; href=&quot;http://iblogbox.com/pig/docview/v.php?url=file%3A///C%3A/Users/RicardoNotebook/Documents/O%2520poder%2520do%2520mito.docx%23_ftn2&quot; name=&quot;_ftnref2&quot; style=&quot;mso-footnote-id: ftn2;&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;mso-special-character: footnote;&quot;&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US;&quot;&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;mso-tab-count: 1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Os mitos traduzem sociedades e culturas, o que nos faz pensar que não devemos deslocar os mesmos como simples narrativas, transformando-os em lendas que, fora do contexto, se transformaram em mais uma história moralizante e/ ou fantástico-fantasiosa. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;mso-tab-count: 1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Os mitos, por serem transmitidos através da oralidade, perdem em poder em relação da palavra escrita. Da mesma forma que um contador arroja o seu conto a plateia, alguém que compila os mitos em forma de lendas, com a boa intenção (devemos crer nisso?) de divulgar a cultura (no caso, a indígena, apenas como um exemplo), vai se utilizar de conceitos que pertencem àqueles que leem e não aqueles sobre os quais se fala. Os mitos, muitos verdadeiras cosmologias, com altíssimo grau de complexidade, são arranjados sob a forma escolhida pela editora, nivelado a histórias infantis, pueris, retiradas de contexto lógico-racional e visto como uma história contada ao pé da fogueira apenas como entretenimento, e não como uma forma de viver o mundo, viver no mundo e entender a si e ao outro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;&quot;&gt;Considerações finais&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;mso-tab-count: 1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Percebemos que os mitos apaziguam o espírito humano, tanto quanto a ciência. Servem de explicação para coisas que não temos como ou não podemos explicar. Diferem da ciência e da filosofia por se pautar em lógicas outras, mas por ser amplamente aceito nas culturas que estruturam (havendo uma relação dialética entre a estrutura da sociedade e o mito), possui caráter de verdade. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;&quot;&gt;Por ser simbólico, dá margens a uma ampla variedade de interpretações, mas que, no entanto, não deve ser visto como lenda (algo preso no passado, na memória, estático), ou destituído de seu contexto original e sim como algo dinâmico e fonte de explicações para a sociedade em que é presente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;mso-element: footnote-list;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;mso-element: footnote-list;&quot;&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;&quot;&gt;________________________________________&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;&quot;&gt;Bibliografia&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;LOPES DA SILVA, Aracy&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;; &lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal;&quot;&gt;Mito, razão, história e sociedade: inter-relações nos universos sócio-culturais indígenas, &lt;/i&gt;in&lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal;&quot;&gt; A temática indígena na escolaI &lt;/i&gt;(coletânea); MEC/MARI/UNESCO; Brasília: 2005.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;ARON, Raymond&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;; &lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal;&quot;&gt;As etapas do pensamento sociológico&lt;/i&gt;; Dom Quixote, Rio de Janeiro: 2007.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US;&quot;&gt;CAMPBELL, Joseph&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US;&quot;&gt;. O poder do mito / Joseph Campbell, com Bill Moyers&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US;&quot;&gt;; org. por Betty Sue Flowers; tradução de Carlos Felipe Moisés. - Palas Athena; São Paulo: 1990.&lt;/span&gt;&lt;br clear=&quot;all&quot; /&gt;  &lt;hr align=&quot;left&quot; size=&quot;1&quot; width=&quot;33%&quot; /&gt;  &lt;!--[endif]--&gt;  &lt;div id=&quot;ftn1&quot; style=&quot;mso-element: footnote;&quot;&gt;  &lt;div class=&quot;MsoFootnoteText&quot;&gt;&lt;a class=&quot;ugdv_link&quot; href=&quot;http://iblogbox.com/pig/docview/v.php?url=file%3A///C%3A/Users/RicardoNotebook/Documents/O%2520poder%2520do%2520mito.docx%23_ftnref1&quot; name=&quot;_ftn1&quot; style=&quot;mso-footnote-id: ftn1;&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;mso-special-character: footnote;&quot;&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US;&quot;&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Observe um exemplo em: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/divisao-do-mar-vermelho-e-explicada-por-cientistas – acessado em 3/12/2010.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id=&quot;ftn2&quot; style=&quot;mso-element: footnote;&quot;&gt;  &lt;div class=&quot;MsoFootnoteText&quot;&gt;&lt;a class=&quot;ugdv_link&quot; href=&quot;http://iblogbox.com/pig/docview/v.php?url=file%3A///C%3A/Users/RicardoNotebook/Documents/O%2520poder%2520do%2520mito.docx%23_ftnref2&quot; name=&quot;_ftn2&quot; style=&quot;mso-footnote-id: ftn2;&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;mso-special-character: footnote;&quot;&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US;&quot;&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Lembrando que a própria bandeira nacional brasileira traz o lema positivista, “Ordem e progresso”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ricardocatarina.blogspot.com/2010/12/o-poder-do-mito-por-ricardo-parra.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1001934312970186183.post-5664597629563934592</guid><pubDate>Mon, 22 Nov 2010 21:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-11-22T13:57:40.862-08:00</atom:updated><title>Ok, sou um estúpido...</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh0TPP6ILzOkMSKikyQpfTe1e0F5E0Oq_jdd9JseptT9AVdhXSdAWfdMdkrrl50aXtYZR8pm_qijEdxX9irqezMIwn-jcalj4Xf0HZuWc0cQsRaZgKdTrGTtVxtELdJMM8uwLntgZRKaKiV/s400/idiota.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh0TPP6ILzOkMSKikyQpfTe1e0F5E0Oq_jdd9JseptT9AVdhXSdAWfdMdkrrl50aXtYZR8pm_qijEdxX9irqezMIwn-jcalj4Xf0HZuWc0cQsRaZgKdTrGTtVxtELdJMM8uwLntgZRKaKiV/s400/idiota.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Se você leu o título e pensa que eu assumirei a minha estupidez, você errou. Não preciso assumir algo que os demais irão julgar. Porém, todos os dias fazemos coisas estúpidas, &amp;nbsp;dizemos coisas estúpidas e agimos de forma estúpida sem sequer notar, desconfiar e pior, achamos que estamos abalando. Que nada, um idiota que apenas não sabe o quão idiota é.&lt;br /&gt;
Apesar de olharmos ao redor e julgarmos o tempo todo os outros, nós mesmos estamos o tempo todo sob holofotes. E somos julgados o tempo todo por agir como um idiota. Tá, mas vocÊ não sabe quando é um idiota? Eu, por mais sendo um tapado na maior parte das vezes posso dar umas dicas. Aí vai.&lt;br /&gt;
Primeiro: crenças infundadas em coisas sem sentido são provas de estupidez. Por exemplo, olhar para o relógio e ver que o mesmo número nas horas e minutos, como 18:18, enviar três beijinhos e fazer um pedido é algo estúpido. Pois afinal é realmente surpreendente a coincidência. Mas a quem estou enviando os beijinhos, ou fazendo o pedido? Ao relógio? Por favor, não façam isso para não parecerem idiotas. Não tuitem isso. É besta. É uma coincidência apenas. Imagina o que o sujeito vai fazer se cair um raio em cima da própria cabeça?&lt;br /&gt;
Segundo: horóscopo é uma coisa genérica, dita de forma genérica, para pessoas genéricas. ou seja, qualquer recomendação, serve para qualquer um. Quer ver? &quot;Sagitário: Você é uma pessoa sorte, que tem muita confiança em si mesmo e que busca a felicidade acima de tudo.&quot; Se reconheceu nessa expressão? Lógico, ela é genérica e eu acabei de inventar. Ou seja, acreditar que a sua sorte (outra grande estupidez) é encontrada, vista, prevista em palavras genéricas é sem noção. Não acredito em horóscopos, mas essa é uma característica dos escorpianos, como eu. Balela. Se essa coisa desse certo, o meu viria escrito o seguinte: &quot;Escorpião: sujeito indignado que gosta de bolo de cenoura, mas odeia cebola.&quot; &quot;Sorte para amanhã: jogue na megasena: 12- 25-33-35-47-49&quot;. Como nunca vi nada assim, não acredito. Mas se você jogar esses números e ganhar, seja honesto e me dê metade.&lt;br /&gt;
Terceiro: Coisas sérias exigem seriedade. Coisas que não são sérias, não merecem seriedade. O que eu quero dizer é que pessoas que perdem o tempo com futilidade estão fazendo coisas estúpidas. Ou seja, assistir TV Fama e saber dos babados da vida dos famosos não te deixará mais inteligente, nem ao menos será algo que irá acrescentar algo novo na sua vida ou no mundo. Assim, se você ouvir falar que o Gianechini é gay, ou que o cara do Rebolation fez depilação na nádega esquerda, não abalará a bolsa de valores de Nova York, nem causará uma&amp;nbsp;hecatombe&amp;nbsp;mundial levando ao fim de todas as espécies de ursos pandas chineses. Isso é estupidez.&lt;br /&gt;
Quarta: gosto não se discute, se lamenta. Melhor ainda, gosto se discute sim. Não o gosto em si, mas o que leva alguém a gostar de algo. Assim como política se discute sim, e religião se discute sim. Essa última deve ser vista, aliás com respeito, e a fé em si não deve ser discutida, mas e a construção e finalidade e dogmas impostos pela religião? Tudo deve ser debatido, compreendido e estudado. Estupidez é não ter argumento para se discutir. Da mesma forma, ditos populares são expressões máximas da estupidez humana. Como a ideia de que o trabalho dignifica o homem. Pergunta para um boia fria o quão digno ele se sente ao comer seu rango azedo.&lt;br /&gt;
Última coisa: vou te contar um segredo. Sério. Quer saber o que fazer para se dar bem na vida sem ter que fazer porcaria nenhuma? Peça e será atendido. Simples. Pense e mentalize e irá ocorrer. Ora, vamos, auto-ajuda só ajuda quem fez o livro, falou o óbvio ou acha que criou algo tão surpreendente que todos agora irão seguir. Todos conhecem o segredo. E o segredo é que não existe segredo. E estupidez é achar o contrário.&lt;br /&gt;
Chega. Se você leu até aqui parabéns! Leve esse conselho a sério e irá se dar bem. Se não quiser, acredite no título, pois já afirmo: Ok, sou estúpido...</description><link>http://ricardocatarina.blogspot.com/2010/11/ok-sou-um-estupido.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh0TPP6ILzOkMSKikyQpfTe1e0F5E0Oq_jdd9JseptT9AVdhXSdAWfdMdkrrl50aXtYZR8pm_qijEdxX9irqezMIwn-jcalj4Xf0HZuWc0cQsRaZgKdTrGTtVxtELdJMM8uwLntgZRKaKiV/s72-c/idiota.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1001934312970186183.post-1680126073937903476</guid><pubDate>Tue, 16 Nov 2010 00:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-11-15T16:42:01.969-08:00</atom:updated><title>melhor que Rá-Tim-Bum</title><description>&lt;object data=&quot;http://www.collegehumor.com/moogaloop/moogaloop.swf?clip_id=1777554&amp;amp;fullscreen=1&quot; height=&quot;360&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;param name=&quot;allowfullscreen&quot; value=&quot;true&quot;/&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;transparent&quot;/&gt;&lt;param name=&quot;allowScriptAccess&quot; value=&quot;always&quot;/&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; quality=&quot;best&quot; value=&quot;http://www.collegehumor.com/moogaloop/moogaloop.swf?clip_id=1777554&amp;fullscreen=1&quot;/&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.collegehumor.com/moogaloop/moogaloop.swf?clip_id=1777554&amp;fullscreen=1&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; wmode=&quot;transparent&quot;  width=&quot;480&quot; height=&quot;360&quot;  allowScriptAccess=&quot;always&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;padding: 5px 0; text-align: center; width: 480px;&quot;&gt;See more &lt;a href=&quot;http://www.collegehumor.com/videos&quot;&gt;funny videos&lt;/a&gt; and &lt;a href=&quot;http://www.collegehumor.com/pictures&quot;&gt;funny pictures&lt;/a&gt; at &lt;a href=&quot;http://www.collegehumor.com/&quot;&gt;CollegeHumor&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=1001934312970186183&amp;amp;postID=1680126073937903476&quot;&gt;eu queria montar um desses desde rá-tim-bum...&lt;/a&gt;</description><link>http://ricardocatarina.blogspot.com/2010/11/armadilha.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1001934312970186183.post-5992881172984855005</guid><pubDate>Tue, 16 Nov 2010 00:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-11-16T12:32:36.385-08:00</atom:updated><title>TROPA DE ELITE:  A CRIMINALIZAÇÃO DA POBREZA!</title><description>&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: small;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;border-collapse: collapse; font-size: 13px;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;TROPA&amp;nbsp;DE&amp;nbsp;ELITE:&lt;br /&gt;
A CRIMINALIZAÇÃO DA POBREZA!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; (Ivan Pinheiro)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;Homem&amp;nbsp;de&amp;nbsp;preto.&lt;br /&gt;
Qual é sua missão?&lt;br /&gt;
É invadir favela&lt;br /&gt;
E deixar corpo no chão&quot;&lt;br /&gt;
(refrão do BOPE)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não dá cair no papo furado&amp;nbsp;de&amp;nbsp;que &quot;Tropa&amp;nbsp;de&amp;nbsp;Elite&quot; é &quot;arte pura&quot; ou &quot;obra aberta&quot;. Um filme sobre questões sociais não podia ser neutro. Trata-se&amp;nbsp;de&amp;nbsp;uma obra&amp;nbsp;de&amp;nbsp;arte objetivamente ideológica,&amp;nbsp;de&amp;nbsp;caráter fascista, que serve à criminalização e ao extermínio da pobreza. É possível até que os diretores subjetivamente não quisessem este resultado, mas apenas ganhar dinheiro, prestígio e, quem sabe, um Oscar. Vão jurar o resto da vida que não são&amp;nbsp;de&amp;nbsp;direita. Aliás, você conhece alguém no Brasil, ainda mais na área cultural, que se diga&amp;nbsp;dedireita?&amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como acredito mais em conspirações do que no acaso, não descarto a hipótese&amp;nbsp;de&amp;nbsp;o filme ter sido encomendado por setores conservadores. Estou curioso para saber quais foram os mecenas desta caríssima produção, que certamente foi financiada por incentivos fiscais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O filme tem objetivos diferentes, para públicos diferentes. Para os proletários das comunidades carentes, o objetivo é botar mais medo ainda na &quot;caveira&quot; (o BOPE, os &quot;homens&amp;nbsp;de&amp;nbsp;preto&quot;). O vazamento escancarado das cópias piratas talvez seja, além&amp;nbsp;de&amp;nbsp;uma estratégia&amp;nbsp;de&amp;nbsp;marketing, parte&amp;nbsp;de&amp;nbsp;uma campanha ideológica. A pirataria é a única maneira&amp;nbsp;de&amp;nbsp;o filme ser visto pelos que não podem pagar os caros ingressos dos cinemas. Aliás, que cinemas? Não existe mais um cinema nos subúrbios, a não ser em shopping, que não é lugarde&amp;nbsp;pobre freqüentar, até porque se sente excluído e discriminado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No filme, os &quot;caveiras&quot; são invencíveis e imortais. O único que morre é porque &quot;deu mole&quot;. Cometeu o erro&amp;nbsp;de&amp;nbsp;ir ao morro à paisana, para levar óculos para um menino pobre, em nome&amp;nbsp;de&amp;nbsp;um colega&amp;nbsp;de&amp;nbsp;tropa&amp;nbsp;que estava identificado na área como policial. Resumo: foi fazer uma boa ação e acabou assassinado pelos bandidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para as classes médias e altas, o objetivo do filme é conquistar mais simpatia para o BOPE, na luta dos &quot;de&amp;nbsp;cima&quot;, que moram embaixo, contra os &quot;de&amp;nbsp;baixo&quot;, que moram em cima.&amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os &quot;homens&amp;nbsp;de&amp;nbsp;preto&quot; são glamourizados, como abnegados e incorruptíveis. Apesar&amp;nbsp;de&amp;nbsp;bem intencionados e preocupados socialmente, são obrigados a torturar e assassinar a sangue frio, em &quot;nosso nome&quot;. Para servir à &quot;nossa sociedade&quot;, sacrificam a família, a saúde&amp;nbsp;e os estudos. Nós lhes devemos tudo isso! Portanto, precisam ser impunes. Você já viu algum &quot;caveira&quot; ser processado e julgado por tortura ou assassinato? &quot;Caveira&quot; não tem nome, a não ser no filme. A &quot;Caveira&quot; é uma instituição, impessoal, quase secreta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Há várias cenas para justificar a tortura como &quot;um mal necessário&quot;. Em ambas, o resultado é positivo para os torturadores, ou seja, os torturados não resistem e &quot;cagüetam&quot; os procurados, que são pegos e mortos, com requintes&amp;nbsp;de&amp;nbsp;crueldade. Fica outra mensagem: sem aquelas torturas, o resultado era impossível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tudo é feito para nos sentirmos numa verdadeira guerra, do bem contra o mal. É impossível não nos remetermos ao Iraque ou à Palestina: na guerra, quase tudo é permitido. À certa altura, afirma o narrador, orgulhoso : &quot;nem no exército&amp;nbsp;de&amp;nbsp;Israel há soldados iguais aos do BOPE&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para quem mora no Rio, é ridículo levar a sério as cenas em que os &quot;rangers&quot; sobem os morros, saindo do nada, se esgueirando pelas encostas e ruelas,&amp;nbsp; sem que sejam percebidos pelos olheiros e fogueteiros das gangues do varejo&amp;nbsp;de&amp;nbsp;drogas! Esta manipulação cumpre o papel&amp;nbsp;de&amp;nbsp;torná-los ainda mais invencíveis e, ao mesmo tempo,&amp;nbsp;de&amp;nbsp;esconder o estigmatizado &quot;Caveirão&quot;, dentro do qual, na vida real, eles sobem o morro, blindados. O &quot;Caveirão&quot;, a maior marca do BOPE, não aparece no filme: os heróis não podem parecer covardes!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O filme procura desqualificar a polêmica ideológica com a esquerda, que responsabiliza as injustiças sociais como causa principal da violência e marginalidade. Para ridicularizar a defesa dos direitos humanos e escamotear a denúncia do capitalismo, os antagonistas da truculência policial são estudantes da PUC, &quot;despojados&amp;nbsp;de&amp;nbsp;boutique&quot;, que se dão a alguns luxos, por não terem ainda chegado à maioridade burguesa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os protestos contra a violência retratados no filme são performances no estilo &quot;viva rico&quot;, em que a burguesia e a pequena-burguesia vão para a orla pedir paz, como se fosse possível acabar com a violência com velas e roupas brancas, ou seja, como se tratasse&amp;nbsp;de&amp;nbsp;um problema moral ou cultural e não social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A burguesia passa incólume pelo filme, a não ser pela caricatura&amp;nbsp;de&amp;nbsp;seus filhos que, na Faculdade, fumam um baseado e discutem Foucault. Um personagem chamado &quot;Baiano&quot; (sutil preconceito) é a personificação do tráfico&amp;nbsp;de&amp;nbsp;drogas e&amp;nbsp;de&amp;nbsp;armas, como se não passasse&amp;nbsp;de&amp;nbsp;um desses meninos pobres, apenas mais espertos que os outros, que se fazem &quot;Chefe do Morro&quot; e que não chegam aos trinta anos&amp;nbsp;de&amp;nbsp;idade, simples varejistas&amp;nbsp;de&amp;nbsp;drogas e armas, produtos dos mais rentáveis do capitalismo contemporâneo. Nenhuma menção a como as drogas e armas chegam às comunidades, distribuídas pelos grandes traficantes capitalistas, sempre impunes, longe das balas achadas e perdidas. E ainda responsabilizam os consumidores pela existência do tráfico&amp;nbsp;de&amp;nbsp;drogas, como se o sistema não tivesse nada a ver com isso!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Estado burguês também passa incólume pelo filme. Nenhuma alusão à ausência do Estado nas comunidades carentes, principal causa do domínio do banditismo. Nenhuma denúncia&amp;nbsp;de&amp;nbsp;que lá falta tudo que sobra nos bairros ricos. No filme, corrupção é um soldado da PM tomar um chope&amp;nbsp;de&amp;nbsp;graça, para dar segurança a um bar. Aliás, o filme arrasa impiedosamente os policiais &quot;não caveiras&quot;, generalizando-os como corruptos e covardes, principalmente os que ficam multando nossos carros e tolhendo nossas pequenas transgressões, ao invés&amp;nbsp;desubirem o morro para matar bandido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A grande sacada do filme é que o personagem ideológico principal não é o artista principal. Este, branco, é o que mais mata. Ironicamente, chama-se Nascimento. É um tipo patológico, messiânico, sanguinário, que manda um colega matar enquanto fala ao celular com a mulher sobre o nascimento do filho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas para fazer a cabeça&amp;nbsp;de&amp;nbsp;todos os públicos, tanto os &quot;de&amp;nbsp;cima&quot; como os &quot;de&amp;nbsp;baixo&quot;, o grande e verdadeiro herói da trama surge no final: Thiago, um jovem negro, pacato, criado numa comunidade pobre, que foi trabalhar na PM para custear seus estudos&amp;nbsp;de&amp;nbsp;Direito, louco para largar aquela vida e ser advogado. Como PM, foi um peixe fora d\&#39;água: incorruptível, respeitava as leis e os cidadãos. Generoso, foi ele quem comprou os óculos para dar para o menino míope. Sua entrada no BOPE não foi por vocação, mas por acaso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para ficar claro que não há solução fora da repressão e do extermínio e que não adianta criticar nem fazer passeata, pois &quot;guerra é guerra&quot;, nosso novo herói se transforma no mais cruel dos &quot;caveiras&quot; da&amp;nbsp;tropa&amp;nbsp;da&amp;nbsp;elite, a ponto&amp;nbsp;de&amp;nbsp;dar o tiro&amp;nbsp;de&amp;nbsp;misericórdia no varejista &quot;Baiano&quot;, depois que este foi torturado, dominado e imobilizado. Para não parecer uma guerra&amp;nbsp;de&amp;nbsp;brancos ricos contra negros pobres, mas do bem contra o mal, o nosso herói é um &quot;caveira&quot; negro, que mata um bandido &quot;baiano&quot;,&amp;nbsp;de&amp;nbsp;sua própria classe, num ritual macabro para sinalizar uma possibilidade&amp;nbsp;de&amp;nbsp;&quot;mobilidade social&quot;, para usar uma expressão cretina dos entusiastas das &quot;políticas compensatórias&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fascistização é um fenômeno que vem sendo impulsionado pelo imperialismo em escala mundial. A pretexto da luta contra o terrorismo, criminalizam-se governos, líderes, povos, países, religiões, raças, culturas, ideologias, camadas sociais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em qualquer país em que &quot;Tropa&amp;nbsp;de&amp;nbsp;Elite&quot; passar, principalmente nos Estados Unidos e na Europa, o filme estará contribuindo para que a sociedade se torne mais fascista e mais intolerante com os negros, os imigrantes&amp;nbsp;de&amp;nbsp;países periféricos e delinqüentes&amp;nbsp;de&amp;nbsp;baixa renda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Brasil, a mídia burguesa há muito tempo trabalha a idéia&amp;nbsp;de&amp;nbsp;que estamos numa verdadeira guerra, fazendo sutilmente a apologia da repressão. Sentimos isso&amp;nbsp;de&amp;nbsp;perto. Quantas vezes já vimos pessoas nas ruas querendo linchar um ladrão amador, pego roubando alguma coisa&amp;nbsp;de&amp;nbsp;alguém? Quantas vezes ouvimos, até&amp;nbsp;de&amp;nbsp;trabalhadores, que &quot;bandido tem que morrer&quot;?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se não reagirmos, daqui a pouco a classe média vai para as ruas pedir mais BOPE e menos direitos humanos e,&amp;nbsp;de&amp;nbsp;novo, fazer o jogo da burguesia, que quer exterminar os pobres, que só criam problemas e ainda por cima não contam na sociedade&amp;nbsp;de&amp;nbsp;consumo. Daqui a pouco, as milícias particulares vão se espalhar pelo país, inspiradas nos heróicos &quot;homens&amp;nbsp;de&amp;nbsp;preto&quot;, num perigoso processo&amp;nbsp;de privatização da segurança pública e da justiça. Não nos esqueçamos do modelo da &quot;matriz&quot;: hoje, os mais sanguinários soldados americanos no Iraque são mercenários recrutados por empresas particulares&amp;nbsp;de&amp;nbsp;segurança, não sujeitos a regulamentos e códigos militares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parafraseando Bertolt Brecht, depois vai sobrar para nós, que teimamos em lutar contra o fascismo e a barbárie, sonhando com um mundo justo e fraterno.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A trilha sonora do filme já avisou:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;Tropa&amp;nbsp;de&amp;nbsp;Elite,&lt;br /&gt;
Osso duro&amp;nbsp;de&amp;nbsp;roer,&lt;br /&gt;
Pega um, pega geral.&lt;br /&gt;
Também vai pegar você!&quot;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;</description><link>http://ricardocatarina.blogspot.com/2010/11/tropa-de-elite-criminalizacao-da.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1001934312970186183.post-9186884087744541657</guid><pubDate>Tue, 16 Nov 2010 00:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-11-15T16:20:58.931-08:00</atom:updated><title>Pede prá sair...</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.rodrigoflausino.com/imagens/diversos/capitao_nascimento_magic.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;http://www.rodrigoflausino.com/imagens/diversos/capitao_nascimento_magic.jpg&quot; width=&quot;224&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Ontem fui ao cinema assistir &quot;Tropa de Elite II&quot;. E fiquei impressionado. Não tanto pela violência já esperada, mas pela trama bem amarrada e pela excelente atuação de todos os atores envolvidos. Gostei mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Só tem um problema: filme brasileiro tende a mostrar traços da realidade. E esse é mais um. Problemas sociais. Corrupção. Estado ineficiente. Polícia incompetente. Milícias, traficantes e coisas do tipo. Mas como no primeiro filme, o que mais me chocou foi o que já havia me chocado no primeiro filme: a barbárie. E como as pessoas gostam disso. Aliás, esse filme já havia provocado uma gigante discussão a respeito da indústria cultural e da forma e desigualdade na distribuição cinematográfica. Aliás eu poderia ter baixado filme e assistido no conforto do meu lar, comendo pipoca de micro-ondas. Mas eu tinha que ir ao cinema e ver a reação do público. E eu vi. fiquei do lado de um cara que vibrava a cada tiro, soco ou xingamento desferido pelo Nascimento. Ou seja, bandido bom é bandido morto, isso é o que o rapaz pensava.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Engraçado que justamente o que mais foi discutido no primeiro filme, do seu lado de fora, foi levado até as telas, ou seja a questão dos direitos humanos e o porquê da violência do filme. O fato de ser um tanto fascista. Classista. Isso ele ainda é. A população passa incólume. Não tem voz, não tem vez. É mera espectadora passiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como se não houvesse saída possível, ela ainda aceita de cabeça baixa a pretensa ação da suposta milícia. Mas e o Estado, onde estava? Todo mundo é tão facilmente corruptível assim? Tão passivo, tão imoral, alheio a tudo e a todos?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro ponto interessante é a questão da política. engraçado é o filme ser lançado só após as eleições. Não o fosse, será que o Sr. Wagner Montes seria eleito deputado?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando foi lançado o primeiro filme, recebi um e-mail de um amigo com um texto sobre o primeiro filme. vou colocar aqui para que vocês possam ter uma ideia do que há por trás de algo tranquilo como um filme de ação. E porque filme brasileiro tem que falar de problemas sociais. É que aqui não precisamos inventar motivos para violência, criminalidade. O terrorismo está nas ruas, está no Estado. É aí que eu lembro de uma frase do Marcelo D2 sobre a função da polícia: servir e proteger, servir a quem? Proteger de que?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E aí, você é fã do agora Tenente Coronel Nascimento? Berra aí, berra!!&lt;br /&gt;
Mas se você me der um desses, vou achar muito legal!!&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.eupodiatamatando.com/wp-content/uploads/2007/10/capitao_nascimento_v2.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;http://www.eupodiatamatando.com/wp-content/uploads/2007/10/capitao_nascimento_v2.jpg&quot; width=&quot;230&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ricardocatarina.blogspot.com/2010/11/pede-pra-sair.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1001934312970186183.post-8430967901987528510</guid><pubDate>Sat, 30 Oct 2010 17:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-30T10:20:05.185-07:00</atom:updated><title>Pinóquio pós-moderno</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/_EnTUuxRjIx8/S8CGUKyPO7I/AAAAAAAAAGE/2WM0S5w8rMs/s320/mentira7_1.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/_EnTUuxRjIx8/S8CGUKyPO7I/AAAAAAAAAGE/2WM0S5w8rMs/s320/mentira7_1.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Tem uma fase em algum lugar na bíblia que diz o seguinte: &quot;conheça a verdade e ela te libertará&quot;. Acho que de tudo que escrito lá, nenhum é tão verdadeiro.&lt;br /&gt;
A busca da verdade leva ao conhecimento. Quem não se conforma com a mentira, com a inverdade, com os mitos, busca a verdade.&lt;br /&gt;
Isso é a base da filosofia, das ciências como um todo. Uma crença baseada em fatos não questionáveis é um dogma. Se você crê em algo que cuja possibilidade de teste é um fato que não tem como ser questionado, ou falseado (lembro sempre o Alessandro com seu invisível e intangível dragão, que mora na garagem). Porém, sempre que falamos em dogmas nos vem a mente o dogma master que é Deus.&lt;br /&gt;
Na verdade não há como conhecermos Deus, nem saber de sua existência ou inexistência. qualquer crença deverá então ser dogmática. Ponto final.&lt;br /&gt;
Porém, há uma série de mitos presentes em nosso cotidiano, mitos que nos circulam, que ouvimos todos os dias, mitos a cerca de homens, de situações e feitos.&lt;br /&gt;
Normal para muita gente são os mitos narrados na Ilíada e Odisséia. Ou no mito criador de Adão e Eva. Mas e os mitos modernos, aqueles que são criados todos os dias? Milhões de alemães passaram a acreditar que eram uma raça superior, mito esse criado nos nossos tempos. Outro mito era o de que uma pessoa sem instrução, não poderia conduzir uma nação.&lt;br /&gt;
Mitos são criados. E sabe o que faz com que os mitos se perpetuem? &amp;nbsp;A falta de investigação. Recebo todos os dias muitos e-mails com lendas e histórias. E as pessoas repassam sem questionar. Atribuem textos a pessoas que nunca os escreveram.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Por mais que uma história pareça verídica, ela não pode ser. sendo assim, questionamentos como: quem? quando? onde? por que? como? podem ajudar a desmentir ou elucidar uma situação. A internet hoje abre a vida de todos os indivíduos para que eles possam ser encontrados, suas vidas possam ser escarafunchadas. Questione. Pergunte.&lt;br /&gt;
É lógico que mentir é diferente de omitir. Quem omite, também não fala a verdade, mas também não se embanana na mentira deslavada. A omissão pode e deve ser levada em conta. desde que essa omissão não destrua ou mude completamente o rumo da história. No mundo da ciência é ela quem dá o caráter de idoneidade à minha pesquisa. Se eu omitir algo que possa desfavorecer a minha tese, terei problemas.&lt;br /&gt;
Como Descartes, não podemos crer tão somente nos sentidos; como Locke e F. Bacon, são necessárias provas empíricas; como Kant é necessário por a razão na balança e saber até que ponto ela pode conhecer.&lt;br /&gt;
Algo convincente pode parecer verdade. Algo que parece mentiroso pode ser verdade.&lt;br /&gt;
Assim, podemos e devemos questionar tudo. Pois afinal, como Descartes nos propõem, e isso ainda é válido: &quot;penso, logo existo&quot;.</description><link>http://ricardocatarina.blogspot.com/2010/10/pinoquio-posmoderno.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_EnTUuxRjIx8/S8CGUKyPO7I/AAAAAAAAAGE/2WM0S5w8rMs/s72-c/mentira7_1.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1001934312970186183.post-3194755545147750615</guid><pubDate>Thu, 07 Oct 2010 03:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-06T20:01:51.576-07:00</atom:updated><title>Eleições 2010</title><description>&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Como analisar esse pleito eleitoral? De qual forma devemos ver o espetáculo da democracia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;no país das maravilhas puniquim?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Todo mundo já cansou de me ouvir dizer que a democracia estabelece dois elementos vistos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;aos pares: primeiro é que nela todo mundo pode votar, e por conseqüência, qualquer um pode&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;votar. Em segundo temos o fato de que todo mundo pode se eleger, ou seja, qualquer um&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;pode se eleger.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Quais as implicações disso? Aberrações.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Figura anedótica, Tiririca foi eleito, com mais de 1 milhão e 300 mil votos. Mas o que&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;representa a eleição do Tiririca? Representa o sonho de qualquer nordestino que vem para&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;o estado de São Paulo: reconhecimento. Quem são e por que todas essas pessoas votaram&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;no Tiririca? Sinto informar mas, não foram as camadas mais esclarecidas da população. Ou&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;seja, temos pessoas que não sabem da importância de um legislador para um país. Não&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;sabem que esse é o cara que faz as leis, sanciona as leis e deve questionar o executivo em&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;caso de desmandos. Representa o país. Quando um sujeito vota em alguém que tem como&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;bordão “vote no abestado” eu digo que não dou a mínima para quem entra. Mas agora, uma&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;coisa é fato. O Tiririca, suponho eu, recebeu votos de uma grande quantidade de conterrâneos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;seus que fazem e constroem o Estado de São Paulo. Sem ironias. É essa gente, marginalizada,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;sem direitos, que sofre preconceitos e que carrega com a força bruta esse estado nas costas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Quem ergue os prédios da grande São Paulo? Nordestinos, que hoje são paulistas que somos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;nós. Foi um voto de protesto? Não. Foi um voto em alguém com carisma e que representa o&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;que todos querem, como já foi dito, reconhecimento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Terá a capacidade de fazer política e ser político? Não sei. Potencialmente sim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Mas agora vamos esperar o segundo turno e ver o futuro do nosso país da piada pronta em que agora o palhaço ri de nós, não dos que votaram nele, mas de nós que falamos mal do sujeito.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;</description><link>http://ricardocatarina.blogspot.com/2010/10/eleicoes-2010.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1001934312970186183.post-3700487052843106360</guid><pubDate>Wed, 06 Oct 2010 12:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-06T05:13:35.427-07:00</atom:updated><title>Macarronada e sangue: faz parte do cotidiano.</title><description>Outro dia resolvi comer uma macarronada parecida com a que a minha avó fazia: molho bem vermelho, com muito queijo ralado por cima!! Coloquei um guardanapo na gola da camisa para não sujar a roupa. Sentei no sofá&amp;nbsp;e comecei a mudar de canal. Esportes, notícias, documentários, filmes e seriados. Quem tem TV a cabo ou via satélite não pode reclamar da falta de variedade, talvez da falta de qualidade. No canal de notícias, cenas de crianças famintas na África. Chuvas torrenciais em outra parte do mundo. Chacina em São Paulo. Saldo de mortos nas estradas. E eu comendo minha macarronada com molho vermelho.&lt;br /&gt;
Mudei de canal. Filmes.&amp;nbsp;Uma garota encrencada, chorava desesperadamente. Até que o assassino a encurrala e esmaga sua cabeça com uma marreta. Sangue.&amp;nbsp;E eu com a minha macarronada.&lt;br /&gt;
MTV, chega de ação, música, please. Um clipe de uns rappers cantando algo indecifrável, empunhando revólveres e fazendo cara de mau. Chega! Desenho: Ben 10 se transformando em monstros&amp;nbsp;estranhos e detonando os adversários. Na verdade, não sei quem é quem.&amp;nbsp;A macarronada já havia acabado e o que restava no prato era a mancha vermelha deixada pelo sangue que escorreu da TV. Minto, era só o molho vermelho.&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/04/vik-medusa.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; ex=&quot;true&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;http://catracalivre.folha.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/04/vik-medusa.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Mas confesso que a macarronada estava boa.</description><link>http://ricardocatarina.blogspot.com/2010/10/macarronada-e-sangue-faz-parte-do.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1001934312970186183.post-3825360616583109157</guid><pubDate>Mon, 20 Sep 2010 23:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-20T16:22:47.191-07:00</atom:updated><title>Pastores e seu rebanho...</title><description>Bem aventurados os que aqui estão, pois é sinal que esse blog vale de alguma coisa!!!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;Eu sempre volto de São José escutando uma rádio evangélica. Só que meu interesse é o mesmo daquele cara que assiste o programa do Datena: ver alguém explorar a miséria humana. Vou contar para vocês uma dessas histórias que ouvi. A mulher liga para a pastora e diz:&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;&quot;-Pastora, eu estou com um problema.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;-Espero que você tenha ligado porque precisa de um milagre em sua vida; você precisa de um milagre?&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;-Preciso pastora, meu marido me deixou... quero que a senhora reze para ele voltar para mim!!&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;-A senhora tem sido uma dizimista em dia com as suas obrigações? Tem ido a igreja?&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;-Tenho sim, senhora!!!&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;-Então eu vou rezar para você!!&quot;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;A pastora começa a rezar algo preparado, sem emoção... e a conversa continua:&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;&quot;-Pastora, continua rezando para mim durante a semana?!&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;-Minha filha seu milagre já foi realizado!!!&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;-Mas reza por mim, pro meu marido voltar!!&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;-O milagre já foi realizado!!! Próxima ouvinte?&quot;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;Eu sei porque o marido dela a deixou. Você sabe? Não? Nem desconfia?&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;Outra hora falo mais sobre a exploração da miséria humana... Até lá adeus...&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;Deixe aí o seu comentário, infiel!!!&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;Olha só o pastor metralhadora!!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;object height=&quot;385&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/DcddPf4EXXQ?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowscriptaccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/DcddPf4EXXQ?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; width=&quot;480&quot; height=&quot;385&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://ricardocatarina.blogspot.com/2010/09/pastores-e-seu-rebanho.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1001934312970186183.post-7877993139928658283</guid><pubDate>Mon, 20 Sep 2010 23:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-20T16:17:11.364-07:00</atom:updated><title>Coisas rápidas que me passaram pela cabeça...</title><description>Em quem votar nessa eleição? Não quero o Serra, não quero a Dilma, não quero ninguém... conclusão, tomemos o poder!!!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra coisa: Por que as coisas mais legais da vida tem que se intercalar com as coisas mais chatas e entediantes?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando poderei dizer &quot;enfim, realmente, não tenho mais nada a fazer, nenhuma obrigação a cumprir, nenhum livro para ler?&quot; eu sei a resposta, e é nunca!!!</description><link>http://ricardocatarina.blogspot.com/2010/09/coisas-rapidas-que-me-passaram-pela.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1001934312970186183.post-8533889996369099412</guid><pubDate>Fri, 10 Sep 2010 20:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-10T13:04:31.673-07:00</atom:updated><title>As Regras do Acasalamento entre humanos</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.papeldeparede.fotosdahora.com.br/wallpaper/02Animais//acasalamento_m.gif&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;256&quot; ox=&quot;true&quot; src=&quot;http://www.papeldeparede.fotosdahora.com.br/wallpaper/02Animais//acasalamento_m.gif&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Quando era pequeno, criança, sei lá, tinha uns oito ou nove anos, gostava de assistir um programa na TV Cultura entitulado Os Bichos. Me lembro de alguns episódios, como o dos ursos, dos lobos, dos gaviões, das doninhas. Contava como os animais cercavam as presas, como armavam estratégias de ataque, como funcionavam seus órgãos digestórios e coisas do tipo. Além disso, contava como funcionava seu acasalamento e o que possuiam e faziam para atrair o ser do sexo oposto.&lt;br /&gt;
Minha paixão pelos bichos foi tanta que a primeira vez que prestei vestibular, a opção foi certeira: vou fazer biologia!! Mas, não passei e por influência de alguns professores do cursinho, mudei de área e fui para as humanas... Mas observar os animais ainda me é fascinante.&lt;br /&gt;
E para observar esses bichos em ação, um local muito apropriado é a balada!!! Lá você verá a marcação de território, verá a marcação de posições e disputas de&amp;nbsp;poder. Verá também funcionando regras de atração e de acasalamento.&lt;br /&gt;
Consigo até ouvir a voz do locutor: América do Sul, Setentrional, local de morada de seres muito interessantes: Adolescentes!!! Em um ritual de acasalamento podemos vê-los movimentando os quadris, movimentando os braços, olhando para os lados... quando encontra o alvo de desejo, lança olhares, molha os lábios, mostra os dentes, fitando profundamente o seu alvo. Quando sabe que recebeu um sinal, imperceptível para alguém que não conhece as regras dese jogo, vai ao ataque. Encara a vítima, e vai até a orelha onde balbucia sons, mordendo as palavras e sussurrando coisas sem sentido, cuja importância é nula enquanto informação e cuja ressonância é evidente. Sinais que indicam que a boca pode sair de perto da orelha e ir para junto da boca. As mãos se entrelaçam, escorregam pelas costas indo até as pernas, subindo até o toráx e novamente descendo.&lt;br /&gt;
Consigo até escutar esse locutor dizer que esses seres&amp;nbsp;são tão fascinantes que em alguns momentos são fiéis e monogâmicos, chegando a brigar por atributos que eles chamam de honra. Em outros são totalmente poligâmicos, não se importando em ver a recém-antig@ parceir@ nos braços d@ outr@...&lt;br /&gt;
Ainda bem que não fiz biologia. Senão jamais conseguiria entender essas sutilezas que nos fazem ser seres tão fascinantes!!!</description><link>http://ricardocatarina.blogspot.com/2010/09/as-regras-do-acasalamento-entre-humanos.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1001934312970186183.post-6455086179366019583</guid><pubDate>Tue, 07 Sep 2010 14:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-10T13:07:10.286-07:00</atom:updated><title>Verbos que me lembram o dia em que nasci...</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.gonzatto.com/blog/wp-content/uploads/2010/01/ser-ou-n%C3%A3o-ser.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; ox=&quot;true&quot; src=&quot;http://www.gonzatto.com/blog/wp-content/uploads/2010/01/ser-ou-n%C3%A3o-ser.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Abrir&lt;br /&gt;
fechar&lt;br /&gt;
sorrir&lt;br /&gt;
mentir&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ador mais angustiante é a de quem perdeu o dedo limpando os ouvidos para escutar coisas que não queria...&lt;br /&gt;
Beijar&lt;br /&gt;
abraçar&lt;br /&gt;
sentir&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O melhor sorriso é o da boca desdentada que agradece pelo naco de comida...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Morrer&lt;br /&gt;
viver&lt;br /&gt;
nascer&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A maior solidão é de estar entre gentes e não saber o que dizer, prá quem olhar e como fugir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Matar&lt;br /&gt;
Suicidar&lt;br /&gt;
felicitar&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Queria apenas saber onde fica o botão delete em minhas lembranças aflitas a procura de uma saída.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
comer&lt;br /&gt;
beber&lt;br /&gt;
vomitar&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nada se compara a um arroto de Coca-Cola após ter comido um porco, um boi, todos cremados e cheirando a podridão disfarçada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Criar&lt;br /&gt;
Destruir&lt;br /&gt;
Imaginar&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
vamos irmão, vamos a luta, que a paz só existe em oposição a guerra e eu quero isso tudo tanto quanto você, mesmo sem saber que as coisas poderiam ir bem, mas não vão!!!</description><link>http://ricardocatarina.blogspot.com/2010/09/minha-primeira-balada_07.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1001934312970186183.post-7159284624498724061</guid><pubDate>Tue, 07 Sep 2010 14:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-10T13:11:01.994-07:00</atom:updated><title>Minha primeira balada!!!</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://downloads.open4group.com/wallpapers/balada-abe88.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; ox=&quot;true&quot; src=&quot;http://downloads.open4group.com/wallpapers/balada-abe88.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Me lembro como se fosse ontem da minha primeira balada... eu tinha sei lá, uns 13 anos e hormônios saindo para todos os lados do meu corpo. Na verdade não foi bem uma balada, mas um show. Paralamas do Sucesso. Naquela época o Herbert Vianna ainda não usava cadeiras de roda e tocava sua guitarra nas costas. Hora ele fazia poses de quem surfava...&lt;br /&gt;
Fui com o Pablo e a Tati. Eu e ele nutríamos uma paixão secreta por ela, sabe essas coisas de adolescente? Não rolou nada, porque viramos amigos e quando você se torna amigo, aí, ferrou.&lt;br /&gt;
Acho que depois daquele show, o Pablo decidiu que iria se tornar guitarrista. E de fato conseguiu. Esmerilhava a sua Fender ao máximo!!!&lt;br /&gt;
O show foi muito massa, pulamos prá caramba... os caras estavam no pico da carreira.&lt;br /&gt;
Lembro do momento em que o Barone jogou a baqueta que passou pertinho da minha mão. Uns caras se estapearam prá pegar.&lt;br /&gt;
O mais legal, no entanto, de uma festa, de sair é justamente o antes e o depois. Pois no antes tem toda aquela adrenalina, a expectativa. E no depois tem a mesa redonda, comentando os melhores momentos.&lt;br /&gt;
Lembro de uma amiga do Pablo, a Batata, ruivinha que nunca deu moral prá mim. Aliás, acho que até deu, mas devo ter sido lerdo para acompanhar. Ela chegou dizendo que havia entrado no camarim dos caras, pegou autógrafos e coisas assim.&lt;br /&gt;
Já a Tati era apaixonada pelo Herbert Vianna. Depois, namorou com o meu primo e eu com uma prima dela.&lt;br /&gt;
É claro que já fui em muitos outros shows, já armei shows, conheci bandas, assisti shows de cima do palco, já fui em outras baladas, armei baladas, e assisti muitos shows, inclusive dos Paralamas.&lt;br /&gt;
Outro dia fui a um barzinho ver uma banda de surf music tocar. E sempre que vou a esses lugares, fico procurando a sensação daquele primeiro show.&lt;br /&gt;
Agora eu entendo essa necessidade de sair, de ir para a balada e fazer as coisas mais loucas nessas baladas. São várias coisas, todas ao mesmo tempo. É o querer ficar junto com a turma, ser notado, marcar presença, marcar território, conhecer pessoas, todas essas coisas.&lt;br /&gt;
Mas no fundo mesmo, só queremos uma coisa: é a primeira sensação que queremos de volta, daquele primeiro show, do primeiro beijo, da primeira balada. Momentos são únicos e&amp;nbsp;instantâneos. Relaxe, essa sensação nunca se repetirá, será sempre diferente e sempre verdadeira.</description><link>http://ricardocatarina.blogspot.com/2010/09/minha-primeira-balada.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1001934312970186183.post-9180151366592606159</guid><pubDate>Tue, 07 Sep 2010 04:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-10T13:13:08.948-07:00</atom:updated><title>Time is money!!</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.timeandattendance.co.uk/images/time-is-money.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; ox=&quot;true&quot; src=&quot;http://www.timeandattendance.co.uk/images/time-is-money.jpg&quot; width=&quot;243&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;Acordei pensando em coisas que tinha para fazer. E eram muitas. Mas as coisas se auto empurravam para debaixo do tapete e me diziam o seguinte: &quot; Hey, relaxe, você só tem uma vida, não vale a pena perdê-la,&amp;nbsp;desperdiçá-la.&quot; Então me voltei a questão básica que move todos nós: por que nos sentimos culpados quando estamos perdendo tempo. Tipo por que me sinto tão culpado ao não fazer algo útiil?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;Sei que isto parece moral protestante, envolvendo a grande questão que é a de que o trabalho dignifica o homem. mas de onde vem essa culpa?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;A ideia é a de que devemos ser ocupados, parecer ocupados e sempre ter algo a fazer. Essa é a ética do sistema capitalista. Time is money baby!! O que implica em que estou jogando dinheiro fora agora. Poderia e deveria estar dormindo, para repor as minhas forças e voltar a trabalhar após o feriado. Mas não. Aqui estou a trabalhar ideias e pô-las em um local em que poucos irão ler.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;O tempo é meu e eu desperdiço com que eu quero!!!&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;Fui.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ricardocatarina.blogspot.com/2010/09/time-is-money.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1001934312970186183.post-5739007536187925045</guid><pubDate>Mon, 30 Aug 2010 23:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-08-30T16:25:31.971-07:00</atom:updated><title>Vote em mim!!!</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_SsxZAMqJ-yg/THw9macJpRI/AAAAAAAAAC8/cAcO3oZTl8A/s1600/mulher-pera-tse-candidata.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; ox=&quot;true&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_SsxZAMqJ-yg/THw9macJpRI/AAAAAAAAAC8/cAcO3oZTl8A/s320/mulher-pera-tse-candidata.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
As eleições estão chegando e a cada dia que passa fico mais impaciente com o que virá e, principalmente, quem virá. Mas parece que essa é uma eleição diferente. Já não temos aquele arsenal de políticos clássicos tentando nos convencer. Parece que estamos convencidos de que eles são &quot;os caras&quot; e que devemos de uma forma ou de outra ajudá-los a governar o país. Mas iso é um erro. E prova disso são os figuras que estão tentando se eleger. Tiririca, Batoré, Romário, Mulher Pêra... Todos esses figuras querendo ajudar o país. Todos eles, espíritos autruistas que vêem na política um meio de resolver os nossos problemas... ou os deles...&lt;br /&gt;
Mas a política realmente é troço que mexe com o espírito, seja por bem ou por mal. Não dá para ficar indiferente aos apelos dos nosso políticos e dos meios de comunicação. Não podemos negar que enoja saber que um político roubou, desviou dinheiro, sonegou impostos, mandou matar um inimigo e coisas do gênero. Mas esquecemos que quem está no poder foi alguém colocado pelo voto popular. E se eu acredito que esse troço é sério? Claro!!! De que outra forma poderíamos eleger um Clodovil Hernandes? Apesar de falecer antes de terminar o mandato, sua figura me cheira (ou fede) a voto de protesto. Você pode votar no Tiririca, não tem problema. Mas sabe que ele não vai fazer nada, né? Pode votar na Mulher Pêra, na Mulher Melão (candidatas boas ou boas candidatas?) Mas sabe que literalmente só enfeitarão os locais por onde irão passar. &lt;br /&gt;
Não escolher é uma escolha? Sim. Mas sei lá, né, talvez signifique deixar que um figura desses entre para a política e não faça nada. Não porque não quer, mas porque não irão deixar. &lt;br /&gt;
Assim: qual é o passado de militância do Tiririca? Ele conhece os &quot;jogos do poder&quot; ou só o &quot;banco imobiliário&quot; (foi assim que ele aprendeu economia doméstica.&lt;br /&gt;
Política vai além de ser pau mandado ou super trunfo. Fazer política é algo cotidiano, feito através do debate, reflexão e é claro evitando o autoritarismo ou o poder da autoridade.&lt;br /&gt;
Mas beleza, tudo certo. &lt;br /&gt;
E se não tem ninguém para votar, vote em mim!!!</description><link>http://ricardocatarina.blogspot.com/2010/08/vote-em-mim.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_SsxZAMqJ-yg/THw9macJpRI/AAAAAAAAAC8/cAcO3oZTl8A/s72-c/mulher-pera-tse-candidata.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1001934312970186183.post-3716888740831296051</guid><pubDate>Fri, 20 Aug 2010 18:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-08-20T11:58:33.398-07:00</atom:updated><title>Poesia, só para variar....</title><description>Queria postar alguma coisa, mas como estou meio sem tempo vou brincar de poesia...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O homem do futuro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTCtfOGYMs0El_EpSKQQip1DFauzrv6D35RFr1eFw6oQ5i_1Og&amp;amp;t=1&amp;amp;usg=__5eqpcFCWuWLNKabNzny09M-4-7Q=&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTCtfOGYMs0El_EpSKQQip1DFauzrv6D35RFr1eFw6oQ5i_1Og&amp;amp;t=1&amp;amp;usg=__5eqpcFCWuWLNKabNzny09M-4-7Q=&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Sonhos futuros...&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O homem do futuro&lt;br /&gt;
que cruza mares pisando em ovos podres&lt;br /&gt;
se preocupa com o meio ambiente&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O homem do presente&lt;br /&gt;
que de tanto pensar no futuro&lt;br /&gt;
ficou com um buraco no meio do peito:&lt;br /&gt;
a solidão incomodava demais, então arrancou seu coração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O homem do passado&lt;br /&gt;
assusta o homem do presente,&lt;br /&gt;
ensina o homem do futuro&lt;br /&gt;
brincando de Lego com peças que não se encaixam&lt;br /&gt;
sentimentos inválidos&lt;br /&gt;
dores e alegrias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O homem do futuro&lt;br /&gt;
come a caca do homem do presente&lt;br /&gt;
que ganhou de presente um monte de valores irreais&lt;br /&gt;
deixado a sombra pelo homem do passado&lt;br /&gt;
que só pensa em besteiras e sorri um riso de quem pensa que só perdeu tempo até agora...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fé se espatifou contra o muro&lt;br /&gt;
A esperança presa em uma caixa&lt;br /&gt;
Fica esperando&lt;br /&gt;
magoada que o futuro do home do futuro chegue e a liberte das trevas e sombras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto isso na Mongólia interior de cada um de nós&lt;br /&gt;
aquele palhaço que nos dá tanto medo&lt;br /&gt;
chora&lt;br /&gt;
triste&lt;br /&gt;
pois&lt;br /&gt;
não sabe seu fim.</description><link>http://ricardocatarina.blogspot.com/2010/08/poesia-so-para-variar.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1001934312970186183.post-5999238522183006227</guid><pubDate>Thu, 19 Aug 2010 03:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-08-18T20:51:20.961-07:00</atom:updated><title>Amores não newtonianos</title><description>&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;float: left; margin-right: 1em; text-align: left;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj5ISiLPQk_hQVR_JFXXh2y4DMOsSb0fJdZbum3ux9jmH0g9zoV3WdmzNYGHwl4R5iuyW9_6mpebbvapTPIMjttwmdBViOMiY5srCi7ULFXyCLMpsG-Kp1fvP2maV_dQZRBFQnU8QGqvZi-/s1600/calculadora+cora%C3%A7%C3%A3o.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj5ISiLPQk_hQVR_JFXXh2y4DMOsSb0fJdZbum3ux9jmH0g9zoV3WdmzNYGHwl4R5iuyW9_6mpebbvapTPIMjttwmdBViOMiY5srCi7ULFXyCLMpsG-Kp1fvP2maV_dQZRBFQnU8QGqvZi-/s320/calculadora+cora%C3%A7%C3%A3o.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Olha só o teu coração...&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando adolescente, era o cara mais bundão da escola... jogava mal futebol ou qualquer outro esporte que envolvesse bola. Era ruim no vídeo-game, damas, xadrez (perdia de todo mundo, apesar da minha jogada secreta infalível que sempre falhava). Mas agora, depois de crescido, depois de adulto, muitas das coisas que achava importante, de fato não eram... Falava mais do que devia, ouvia mais do que merecia...&lt;br /&gt;
Hoje, vendo o que meus alunos fazem, como eles pensam, vejo que as coisas não mudaram. Eu sempre fui um sujeito romântico... de escrever poemas e cartas de amor... puro lixo, para ser sincero.&lt;br /&gt;
Precisei ler Bukowski para entender as mulheres. E ver que não são tão inatingíveis quanto parecem... E olha que ele era só um velho bêbado!!!&lt;br /&gt;
Só que li esse cara tarde demais. Até então meu padrão de amor e comportamento amoroso era o dos nossos românticos.... tão séc. XIX... Acho que por isso mesmo não pegava nada... Aliás, pegava quando baixava em mim o Bukowski que eu ainda não conhecia. Que coisa feia, falar em &quot;pegar&quot;!!! É um objeto, uma coisa? Claro que não... Mas por que tratamos as nossas relações assim?&lt;br /&gt;
Em uma época de rapidez, conhecer o outro é saber o nome, o msn, ter o orkut. Só, é o que basta. Mas o legal é a coisa se tornou mais simples. A amada deixou de ser aquele ser inatingível... E o homem deixou de ser aquele saco sem emoções, pois as emoções mesmo não contam... Isso é triste? me diga você!!!&lt;br /&gt;
Na verdade só sou casado por causa do Nietzsche. Ele dizia que o segredo para um casamento duradouro é o de você olhar para a pessoa que está ao seu lado e pensar se daqui a 50 anos ainda terá vontade de conversar com ela!!! Eu achei essa pessoa, mas quem se importa com isso, nesse mundo rápido, sem paixão?&lt;br /&gt;
O amor é liquido, as relações são líquidas... Aliás, parecem fluidos não newtonianos... Parecem sólidos, mas escorrem pelas mãos...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;object height=&quot;385&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/nLTx2oVpkmU?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowscriptaccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/nLTx2oVpkmU?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; width=&quot;480&quot; height=&quot;385&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A distância hoje em ser o cara mais descolado e ser o mais idiota é mais tênue que uma teia de aranha. Sabe quando gruda uma em sua cara? Aí está, ou o bobão, ou o esperto... o malandro e o ingênuo...&lt;br /&gt;
Eu sei o que é isso, pois já fui o bobão que apanhava na escola, já fui o descolado que usava roupas que ninguém teria coragem de usar só para ser diferente... hoje percebo que a vida inteira tentei ser apenas eu, o que consegui agora... eu acho.</description><link>http://ricardocatarina.blogspot.com/2010/08/amores-nao-newtonianos.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj5ISiLPQk_hQVR_JFXXh2y4DMOsSb0fJdZbum3ux9jmH0g9zoV3WdmzNYGHwl4R5iuyW9_6mpebbvapTPIMjttwmdBViOMiY5srCi7ULFXyCLMpsG-Kp1fvP2maV_dQZRBFQnU8QGqvZi-/s72-c/calculadora+cora%C3%A7%C3%A3o.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1001934312970186183.post-954238591975020179</guid><pubDate>Tue, 10 Aug 2010 00:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-08-09T17:47:27.664-07:00</atom:updated><title>Isso não é a Galileu...</title><description>&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial; font-size: small;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px;&quot;&gt;Já que o mundo está doido e todos estão vivendo para que o mesmo acaba em 2012, resolvi que quero falar da natureza humana... o que é ser humano? meu, eu sempre digo a vocês que somos tão séc. XIX e ninguém acredita, mas é verdade... Abra uma revista qualquer e você achará explicações biológicas para o comportamento que achávamos até então cultural ou social.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial; font-size: small;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSbSDWn4QjZ9l0ZMvECv-2KRVTDjc59mEicVwW7_wB-R50NERI&amp;amp;t=1&amp;amp;usg=__Wc3aDfP8ymYu59j_jDRkiBZjKZo=&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSbSDWn4QjZ9l0ZMvECv-2KRVTDjc59mEicVwW7_wB-R50NERI&amp;amp;t=1&amp;amp;usg=__Wc3aDfP8ymYu59j_jDRkiBZjKZo=&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial; font-size: small;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial; font-size: small;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px;&quot;&gt;Certa vez eu vi um cara e mudei de calçada pois senti medo. Retuite essa droga se você já fez isso (quanto espaço virtual destruído com essa bobbagem...). Todos já fizemos isso... pois somos humanos e em nossa definição está a capacidade de julgar... e quando você julga alguém leva em consideração uma série de fatores culturais, relacionados com ideologias, com o que você aprendeu na escola, em casa, na TV. &amp;nbsp;Aliás, isso se chama medo, algo comum a todos os animais e humanos e super-heróis (exceto o Batman). Só que tem uma coisa. Existem pessoas que tem tanto medo que não sai de casa. E quando saí, muda de calçada o tempo todo... tem alguma-coisa-fobia... medo. Por que? Vamos dizer que essa pessoa sofreu traumas sérios. Ótima razão para ter medo. Ou então que ficou tão apavorada com o Jornal Nacional e o programa do Datena que agora sente medo da própria sombra. justificável. Mas todos vocês irão concordar que essa moça possuí um déficit de endorfina e por isso tem medo...Áh, moleque que explicação perfeita!!! por que? é a mais idiota!!! a menos lógica e mais irracional. O que é endorfina? Eu inventei isso, mas poderia estar escrito na Galileu ou na Superinteressante... Mas beleza...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial; font-size: small;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align=&quot;center&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;float: left; margin-right: 1em; text-align: left;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRox8_80EBx8TbYj1w1T5pNjV41AwM37ZYEtxp_8v7B-ZDx2N0&amp;amp;t=1&amp;amp;usg=__0UMZ0FFug4o_yGc7Q25JGLNVwAE=&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRox8_80EBx8TbYj1w1T5pNjV41AwM37ZYEtxp_8v7B-ZDx2N0&amp;amp;t=1&amp;amp;usg=__0UMZ0FFug4o_yGc7Q25JGLNVwAE=&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Não creio que um vampiro que brilhe no escuro seja padrão de beleza, mas...&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial; font-size: small;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial; font-size: small;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px;&quot;&gt;Certa vez me apaixonei por uma garota e ela não me deu bola (retuite já aconteceu isso com você!!!) Por que ela não me deu bola? Vamos as alternativas:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial; font-size: small;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px;&quot;&gt;a) padrões de beleza presentes em artistas de novela, vampiros frescos e cantores coloridos na faziam parte da minha aparência.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial; font-size: small;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px;&quot;&gt;b) ela não sentiu meu cheiro de macho, que exalo para atrair as fêmeas (pode chamar de feromônios).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial; font-size: small;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px;&quot;&gt;c) possui alto padrão de expectativas em relação a segurança financeira e sabendo quem sou, sabe que não poderei atender...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial; font-size: small;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px;&quot;&gt;d) percebeu uma incompatibilidade genética entre nós que poderiam levar a descendentes fracos e sem chances no mundo...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial; font-size: small;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px;&quot;&gt;e) não gostou da cantada: &quot;não sabia que boneca andava...&quot;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial; font-size: small;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial; font-size: small;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px;&quot;&gt;Se você assinalou as alternativas B ou C parabéns, você é tão séc. XIX que o darwin lhe daria um beijo na boca...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial; font-size: small;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px;&quot;&gt;Se você assinalou as outras parabéns!! Caiu na real e não vai comprar perfumes com feromônios pois sabe que se o xaveco é bom não há quem resista, a menos que você seja muito estranho mesmo... mas mesmo isso é discutível, pois quem disse que é estranho um vampiro purpurinado, ou um cara com calça do Tiririca?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial; font-size: small;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial; font-size: small;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 13px;&quot;&gt;É isso aí... voltei... só que na versão andróide irritante...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://ricardocatarina.blogspot.com/2010/08/isso-nao-e-galileu.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1001934312970186183.post-9069922298393770536</guid><pubDate>Mon, 09 Aug 2010 23:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-08-09T16:37:11.850-07:00</atom:updated><title>Responsabilidade: o coisa #%$&amp;*¨%#</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://mundosebrae.files.wordpress.com/2009/09/medo.jpeg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;http://mundosebrae.files.wordpress.com/2009/09/medo.jpeg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Por muito tempo ela me chamou... não queria ouvir... Então ela começou a gritar e berrar e clamar... eu sabia o que era, mas não queria acreditar... O que eu poderia fazer, para que lhe dar ouvidos? estou falando da responsabilidade. Nossa, parece até a minha ou meu pai falando, e eu sei que eles falavam a respeito disso... mas aqui, não quero dar lições de moral, pois eu mesmo não assumo a responsabilidade que talvez devesse assumir.&lt;br /&gt;
O que eu digo é que em determinados momentos, não podemos contar apenas com a sorte e deixar que as coisas aconteçam ao acaso.. Você tem que fazer o seu papel, cumprir com a sua parte e responsabilidade é algo essencial para o qual somos chamados e é claro, devemos nos portar da melhor forma possível...&lt;br /&gt;
A nossa sociedade é feita de papéis. Alguns são importantes, outros nem tanto. Representamos todos os dias e todos os dias alguém espera que você cumpra o seu papel. Não posso ser médico se sou professor e se eu precisar de um médico espero que ele me atenda, assim como se um aluno tiver uma dúvida que possa esclarecê-la. Só que os papéis aí estão bem delimitados. Agora eu fico bem chateado mesmo quando as pessoas que deveriam cumprir seus papéis não cumprem. E jogam a culpa em você pois não sabem agir de outra forma. É mais fácil culpar o outro. Muito mais fácil... Mais fácil até que redefinir esse papéis em que cada qual possui a sua responsabilidade e parcela de culpa em caso de erro.&lt;br /&gt;
Sabe de uma coisa? quem sou eu para falar de responsabilidade? sou responsável pelos meus atos? Cumpro o meu papel? Assumo a culpa pelos meus erros? Não confundo os papéis que deveria exercer e que não exerço? &lt;br /&gt;
Sabe de uma coisa? Sou humano e como humano quero ser isento de culpa para poder encostar a cabeça no travesseiro e dormir...&lt;br /&gt;
Boa noite!!!</description><link>http://ricardocatarina.blogspot.com/2010/08/responsabilidade-o-coisa.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1001934312970186183.post-5733947849146464635</guid><pubDate>Wed, 07 Jul 2010 03:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-07-06T23:03:15.704-07:00</atom:updated><title>O Dunga me ensinou andar de skate... ai.</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://farm4.static.flickr.com/3471/3213300497_e8f8de719a.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 500px; height: 376px;&quot; src=&quot;http://farm4.static.flickr.com/3471/3213300497_e8f8de719a.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A juventude é uma droga. E é a única solução e saída e esperança e essas coisas que projetamos em alguém devido ao nosso próprio fracasso. Ontem vi o Sr. Ricardo Teixeira (presidente da CBF) dizer que estará formando desde já uma seleção para jogar em 2014. E que esta deve ser de novatos, pessoas jovens, tendo hoje entre 18 e 21 anos...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bem a seleção do Dunga era bastante experiente e não ganhou nada. O Dunga poderia ter chamado os &quot;Meninos da Vila&quot; para jogar. Não chamou. O Brasil foi eliminado. Mas o Dunga tem razão: esses jovens são uma droga... só querem sair de balada, não tem compromisso com nada, são arrogantes, mesquinhos... Até aí, beleza. Mas como eu disse poderiam ser a esperança. Sei lá. Todos sabemos do potencial da juventude: potencialmente consumistas, baladeiros, encrenqueiros... &quot;quero tudo junto agora mesmo e já!!&quot; esse é o lema dos caras. Malditos imediatistas que não querem lutar, suar a camisa para terem o que querem... Riem de tudo, são descompromissados. Ou então reclamam de tudo e cortam os pulsos. São impacientes. Caem e levantam. Amam e não deixam transparecer. Ou deixam transparecer sem amar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Dunga sente inveja dessa juventude. Por isso levou o Kaká: o menino que ofende a Deus quando fala &quot;Puta que o pariu!!&quot;. Um bando de velhotes em meias de lã... Pior do que você ser velho é pensar como velho. E tem um bando de jovem que pensa como velho. Tem medo da mudança. Tem medo de ter medo. Não arrisca e nem petisca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qual é o meu ideal de juventude? Ser aberta para o novo, sem medo, revolucionária, rebelde. Ela é um tanto assim. Mas porque a crítica? Eu sou invejoso. Fui andar de skate e machuquei uma parte da perna sem cair... Estirei um músculo, sei lá... &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o que eu odeio nela? O fato de que ela age como se não houvesse amanhã... e aí se estraga e pode estragar o mundo... Quando ela age da maneira mais tosca que se pode agir. É assim: você pode agir da maneira A ou B. A é a mais tosca e B a mais coerente. Um jovem vai escolher a mais tosca, porque é a mais legal, porém a que trará mais prejuízos no futuro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E isso eu admiro nos jovens, a capacidade de fazer cagadas sem pensar que isso pode dar merda. Vejam os casos do goleiro Bruno do Flamengo que arranjou um adolescente para matar a ex-namorada (se é que essa história é verdadeira). ou dos moleques de Floripa que estupraram uma adolescente de 13 anos. Que ideias brilhantes... Sabe o que é a síntese dessa molecada? Esses toscos aí.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;object width=&quot;480&quot; height=&quot;385&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/pGCOuHaLfRc&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowscriptaccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/pGCOuHaLfRc&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;fs=1&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowscriptaccess=&quot;always&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; width=&quot;480&quot; height=&quot;385&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O pior é que tem gente que acha bacana, bonito. ou que comenta: o cara é pobre, é preto, é favelado. Meu, isso não tem nada a ver, tem gente fazendo escrotisse em todas as classes sociais e com todas as cores... quer dizer, até que tem: se você está nessa situação pois seu acesso a cultura e educação é restrito. Aí, pronto, você acha bacana essas coisas toscas... Mas beleza, sou só um invejoso. Eu e o Dunga, invejosos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Waka waka para todo mundo!!</description><link>http://ricardocatarina.blogspot.com/2010/07/o-dunga-me-ensinou-andar-de-skate-ai.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://farm4.static.flickr.com/3471/3213300497_e8f8de719a_t.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1001934312970186183.post-4891390248047484142</guid><pubDate>Thu, 01 Jul 2010 05:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-06-30T23:18:06.782-07:00</atom:updated><title>&quot;Peidei... mas não fui eu...&quot;</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://sorayaromano.files.wordpress.com/2008/07/conflito.jpg?w=300&amp;h=300&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 300px;&quot; src=&quot;http://sorayaromano.files.wordpress.com/2008/07/conflito.jpg?w=300&amp;h=300&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-style:italic;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight:bold;&quot;&gt;Existem naturezas problemáticas que nunca estão à altura das situações em que se encontram e que nenhuma situação satisfaz. Disso nasce o enorme conflito que consome a vida sem prazer&lt;br /&gt;Fonte: &quot;Máximas e Reflexões&quot; &lt;br /&gt;Autor: Goethe , Johann &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conflito é inevitável. Parece ser parte da natureza humana. Gostamos de viver em tensão constante. De viver no limite entre o stress e o mal humor, ou entre a indiferença e a despreocupação, que podem gerar mais stress e mais tensão...&lt;br /&gt;Viver com outros humanos é complicado. por isso, muita gente prefere a amizade de um animal, um cachorro. Aliás, eu tenho uma cadelinha. E muitas vezes prefiro a presença dela do que de outro humano. Só que isso é perigoso. Evitamos o conflito, mas não aprendemos a lidar com ele. Então fugimos e nos refugiamos em algo que nos traga conforto: colocar a culpa no outro, esquecendo é claro, que isso só pode gerar mais conflito. Ou então nos trancamos em quartos escuros e pedimos colo para alguém que nos entenda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://www.e-formacao.org/images/depressao.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 360px; height: 270px;&quot; src=&quot;http://www.e-formacao.org/images/depressao.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato é que conflitos fazem parte do nosso processo de socilaização. conviver e resolver esses conflitos é a única maneira de saná-los. Vou confessar que eu me sinto desconfortável com brigas, ou picuinhas, ou fofocas, acusações. Quando eu morava lá em Araraquara, na saudosa república Casa de Orates, muitas vezes vivíamos em pé de guerra, pelos mais diversos motivos. Alguns fugiam do debate, outros, o motivavam. Muitas vezes convoquei assembleias para discutir o que faríamos com a louça suja que já estava ali a mais de três dias e ninguém queria lavar. E lavávamos a roupa suja para encontrarmos a solução para a louça suja. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A melhor parte era que emergiam problemas desconhecidos, mágoas antigas, ou segredos que seriam revelados. Muitas vezes era um porre, mas era importante. Aliás, acabávamos de porre, o que não vem ao caso.&lt;br /&gt;O único problema é que a lógica do &quot;não fui eu&quot; por vezes é demasiadamente egoísta e esconde o fato de você não se importar, não querer ajudar e em nada contribuir para a solução de uma situação conflitante.&lt;br /&gt;Mas qualquer coisa, põe a culpa em mim, deixa que eu assumo... Afinal, somos tão egoístas que nem a culpa queremos dividir...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Para ouvir (enquanto pensa em quem culpar): Weezer, The Killers, Strokes, Artic Monkeys, Beck, kayser Chiefs e Pixies... (Trilha sonora para escrever este post)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;E waka waka para os de perto e para os de longe, sei lá, tipo Suécia... Boas férias, e cuidado com o Kaká pois ele é um bad boy....</description><link>http://ricardocatarina.blogspot.com/2010/06/peidei-mas-nao-fui-eu.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1001934312970186183.post-5519054857614588217</guid><pubDate>Mon, 28 Jun 2010 22:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-06-28T15:59:56.709-07:00</atom:updated><title>Como partir um coração em 5 minutos</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;http://leticiamotta.files.wordpress.com/2008/12/coracao_partido.jpg?w=300&amp;h=300&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 300px;&quot; src=&quot;http://leticiamotta.files.wordpress.com/2008/12/coracao_partido.jpg?w=300&amp;h=300&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Hoje lembrei da final da Copa de 1998. Ali o Brasil perdia e eu conhecia uma das minhas primeiras namoradas. Era linda. Loira, olhos claros, branquinha. Assim, a beijei e a toquei suavemente e dignamente como deveria ser. Mas como não era para ser, não foi. &lt;br /&gt;Tranquilo. Mas de 4 em 4 anos lembro dela, daquela noite. Ali também conheceria outra garota especial e importante na minha vida. &lt;br /&gt;As copas do mundo mudaram a minha vida. Na copa de 2002, conheci a minha esposa. Como a Copa era no Japão e Coreia, os jogos eram de madrugada e ela dormiu em meu colo enquanto eu via a seleção ganhar o jogo, sei por quanto, o que menos importava era o resultado.&lt;br /&gt;Enfim, aprendi a ganhar algumas mulheres. Mas perdi algumas também, por ingenuidade, besteira, vulgaridade. &lt;br /&gt;1. Nunca conte para ninguém que você ficou com uma garota mais velha. Teus amigos vão zoar contigo e queimar o teu filme. E você vai perder a garota.&lt;br /&gt;2. Nunca conte sua intimidade sexual. Isso pode ser fatal. As imagens que farão de você vai destruir algo que poderia ser muito legal.&lt;br /&gt;3. Não dê ouvidos a conselhos bobos de gente boba. Principalmente se o cara acha que pega todas ou não pega ninguém. São escrotos que só querem acabar com a tua alegria.&lt;br /&gt;4. Ouça a voz do coração. Esse papo de que você tem no peito uma máquina de calcular não pega. Se está apaixonado, apenas continue assim, fale com a garota, viva esse momento sem se importar em parecer meio emo.&lt;br /&gt;5. Curta a fossa quando ela acontecer. A ideia de substituir a amada por outra garota é escrota e você pode se dar muito mal... Mal mesmo... tipo você vai se sentir mais escroto que os arque-rivais de personagens de histórias em quadrinhos... Tipo um coringa sacaneando o Batman...&lt;br /&gt;6. Um rostinho bonito pode esconder um alma estragada. Cuidado! Você pode se enfiar em encrencas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o título é como partir um coração. E esse coração é o seu. Quem se importa com os sentimentos alheios? Você. Portanto não seja escroto (palavra do dia) e faça o que estiver ao seu alcance para ser feliz e fazer o outro ou a outra feliz. Isso serve também para as garotas. Muito desejo pode significar apenas uma paixão que se esvai após um beijo de novela e a descoberta que o amado tinha um bafo daqueles; Ou que o idiota iria sair contando para todo mundo que ficou contigo e que você era fácil...&lt;br /&gt;Sei lá, puta escortice esse post... Mas acho que cervejas e recordação só podem dar em amargura e decepção, ultrapassadas apenas pela vida e experiência...&lt;br /&gt;Não corte os pulsos. Lave o rosto, vista uma roupa legal e vá a luta. Qualquer escroto consegue alguém legal para ser feliz. Inclusive eu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Waka waka para todo mundo...</description><link>http://ricardocatarina.blogspot.com/2010/06/como-partir-um-coracao-em-5-minutos.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-1001934312970186183.post-1133570384550270057</guid><pubDate>Wed, 23 Jun 2010 20:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-06-23T14:12:12.589-07:00</atom:updated><title>Na inutilidade da utilidade</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgqwSVayB8-bEvTyapTGsLpiTgIdUr7qFPIKS9JYF3-SbSLqxb6aoFKWdQoGqE-3nRqSCZxyWIEpcEz_89E2NlY_buhAyY_HMibDN9PyCJeOTfbiy7C4oyKAIwIWBM-w4h0hoL4fBVdV2k/s320/surrealismo_pic2.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 284px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgqwSVayB8-bEvTyapTGsLpiTgIdUr7qFPIKS9JYF3-SbSLqxb6aoFKWdQoGqE-3nRqSCZxyWIEpcEz_89E2NlY_buhAyY_HMibDN9PyCJeOTfbiy7C4oyKAIwIWBM-w4h0hoL4fBVdV2k/s320/surrealismo_pic2.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prá que fazer isso? Por que fazer aquilo? Prá que serve isso? Qual é a utilidade daquilo?&lt;br /&gt;por vezes nos questionamos a respeito da utilidade das coisas. conversa inútil, claro, como esse blog besta(se tem algo mais útil a fazer, pare de ler, vá e faça!). Agora, por que as coisas tem que ser uteis, ou tem que servir para algo? para que serve a arte? Para nada. Ainda bem. Aliás, para muitos intelectuais, principalmente os marxistas a arte deveria servir como expressão libertadora e que demonstrasse os conflitos de classe - a arte deveria ser engajada e não alienada. Porém ainda assim, seria apenas arte, demonstraria a expressão de sentimentos, sei lá, viscerais do artista em seu descontentamento de mundo. É claro que essa é uma visão por demais simplista da coisa, mas dá para entender. &lt;br /&gt;Por que as pessoas precisam ouvir música? Por que existe o futebol (lembram da ideia de pão e circo?), por que as coisas tem que ter utilidade. daí, mais uma grande frase que me vem a cabeça: quanto mais inútil a coisa, mais legal, quanto mais legal, mais importante na nossa vida. Quer ver só? &lt;br /&gt;O trabalho é útil? Sim, você ganha dinheiro e sobrevive. Sim, no meu caso, ensino as paradas para as crianças, elas aprendem e me devolvem em forma de provas, provando assim que aprenderam (áh vá?). &lt;br /&gt;Por vezes, ensino coisas úteis prá caramba, como as bacias hidrográficas do Brasil, por onde correm, de onde surgem, para que servem. Porém, as coisas mais inúteis são as mais legais, como por exemplo, discutir os conceitos de utilidade e inutilidade. (Há um exemplo de ironia - recurso bastante útil - nesse parágrafo, valeu?)&lt;br /&gt;mas falando do trabalho, algo útil para a sua sobrevivência, pode ser chato, muito chato mesmo. Bem, o que fazemos para tornar o trabalho chato, mais legal? Dependendo da situação podemos cantar, ouvir música. Talvez isso se aplique as formas mais alienantes (apesar de que aqui esse conceito pode ser discutido, e essa discussão pode ser muito chata... porém muito útil - sem ironias).&lt;br /&gt;Não sei, mas a arte, o livre pensamento, o conhecimento não pragmático são importantes. Muito. É o que dá sentido à nossas vidas.&lt;br /&gt;Aliás, para que serve viver? já sei, vou cortar meus pulso... brincadeira, não sou tão emuxo assim...</description><link>http://ricardocatarina.blogspot.com/2010/06/na-inutilidade-da-utilidade.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgqwSVayB8-bEvTyapTGsLpiTgIdUr7qFPIKS9JYF3-SbSLqxb6aoFKWdQoGqE-3nRqSCZxyWIEpcEz_89E2NlY_buhAyY_HMibDN9PyCJeOTfbiy7C4oyKAIwIWBM-w4h0hoL4fBVdV2k/s72-c/surrealismo_pic2.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item></channel></rss>