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	<title>Projeto AMMOR</title>
	
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	<description>Educação pela saude</description>
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		<title>Informativo SAMU</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Aug 2010 20:51:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Projeto AMMOR</dc:creator>
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		<description><![CDATA[As ambulâncias e emergências médicas perceberam que muitas vezes nos acidentes da estrada os ferido têm um celular. No entanto, na hora de intervir com estes doentes, não sabem para quem devem ligar na longa lista de telefones existentes no celular do acidentado.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://novo.ammor.org.br/wp-content/uploads/2010/07/SAMU.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-781" title="SAMU" src="http://novo.ammor.org.br/wp-content/uploads/2010/07/SAMU.jpg" alt="" width="578" height="816" /></a></p>
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		<title>Quanto custa salvar uma vida ?</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 20:11:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Projeto AMMOR</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filantropia]]></category>
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		<description><![CDATA[O filósofo e presidente da IAB, Peter Singer, defende a ideia de que as ações sociais devem fazer parte do dia-a-dia de cada indivíduo e sugere 7 passos para a filantropia, em livro “Quanto custa salvar uma vida ?”.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://novo.ammor.org.br/wp-content/uploads/2010/08/custavida.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-982" title="custavida" src="http://novo.ammor.org.br/wp-content/uploads/2010/08/custavida.jpg" alt="" width="650" height="160" /></a></p>
<p>Você sabe quanto dinheiro é preciso para salvar uma vida? É com esta pergunta que o filósofo e fundador presidente da <strong>IAB – Associação Internacional de Bioética</strong>, <strong>Peter Singer</strong>, inicia sua mais nova obra, a “<strong>Quanto custa salvar uma vida?</strong>”,  em que defende que as ações sociais não são, apenas, responsabilidade  do governo e das empresas e devem estar presentes no dia-a-dia de todos  os cidadãos.</p>
<p>Para justificar essa ideia, o especialista cita uma  série de argumentos no livro, que está sendo lançado no Brasil pela  Editora Campus-Elsevier. Entre eles o fato de que existem, hoje, bilhões  de pessoas no mundo que vivem, por dia, com menos do que muitos de nós  pagaríamos por uma garrafa de água e que, portanto, <strong>ajudar ao próximo</strong> com o que nos parece insignificante já pode fazer uma grande diferença no mundo.</p>
<p>Assim,  a fim de orientar os leitores, Singer oferece um plano de 7 passos para  aqueles que estão dispostos a incluir atitudes de <strong>compaixão</strong> no dia-a-dia, baseados em três preceitos:</p>
<ul>
<li><strong>filantropia pessoal</strong>, que sugere o quanto doar e como fazê-lo;</li>
<li><strong>ativismo local</strong>, que mostra como o leitor pode atuar dentro da sua comunidade e</li>
<li><strong>consciência política</strong>,  que propõe que os cidadãos estejam atentos às ações do governo e  pressionem as autoridades políticas para que foquem sua atenção nas  regiões mais necessitadas.</li>
</ul>
<p>O livro já está à venda nas principais livrarias do país e, também, no <a href="http://www.elsevier.com.br/site/produtos/Detalhe-produto.aspx?tid=50304&amp;seg=5&amp;isbn=9788535236415&amp;cat=149&amp;origem=Busca" target="_blank"><strong>site da Editora Campus-Elsevier</strong></a>,  que, levando em conta a ideia defendida por Singer na obra, promete  doar 5% do faturamento das vendas do livro para o Instituto Criança, que  defende o empreendedorismo social.</p>
<p><span class="doc">Fonte : <a title="Peter Singer" href="http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/cultura/filantropia-peter-singer-quanto-custa-salvar-vida-573770.shtml">http://planetasustentavel.abril.com.br/</a> &#8211; <a title="Peter Singer" href="http://www.thelifeyoucansave.com/langs/index_pt-b.html">Quanto custa salvar uma vida ?</a> por Peter Singer</span></p>
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		<title>Entrevista da Dra. Irene</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 16:37:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Projeto AMMOR</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[ammor]]></category>
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		<description><![CDATA[Descubra a entrevista da Dra. Irene dada à Rádio América.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Descubra a entrevista da Dra. Irene dada à Rádio América.</p>
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		<title>O arte do investimento social</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Aug 2010 17:26:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Projeto AMMOR</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filantropia]]></category>
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		<description><![CDATA[Nem sempre a simples doação de dinheiro para entidades do terceiro setor garante o sucesso de projetos. Muitas vezes essas entidades precisam mais ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="aligncenter size-full wp-image-1027" title="daniela-soare" src="http://novo.ammor.org.br/wp-content/uploads/2010/08/daniela-soare.jpg" alt="" width="325" height="167" /></strong></p>
<p><strong>Nem sempre a simples doação de dinheiro para entidades do terceiro setor garante o sucesso de projetos. Muitas vezes essas entidades precisam mais: necessitam aprender como administrar recursos, realizar um planejamento estratégico e viabilizar soluções. É isso o que a brasileira Daniela Barone, à frente da ONG Impetus Trust, em Londres.</strong></p>
<p>Uma brasileira está mudando a forma como são feitos os investimentos em causas sociais na Inglaterra. Daniela Barone Soares, 36 anos, é presidente da Impetus Trust, principal ONG britânica de venture philantropy, nova modalidade de investimento social que busca inspiração nas melhores práticas do mercado financeiro.</p>
<p>Economista com MBA pela Universidade Harvard, Daniela estava iniciando uma carreira de sucesso no mercado financeiro &#8211; com passagens pelo BankBoston, Citibank e Goldman Sachs &#8211; quando resolveu deixar seu emprego na City de Londres e se dedicar ao terceiro setor. Trabalhou bastante como voluntária em Londres até ser contratada pela Save the Children UK, onde era responsável por desenvolvimento estratégico e arrecadação de recursos.</p>
<p>Mas foi como presidente executiva da Impetus Trust, cargo que assumiu em junho do ano passado, que conseguiu fundir as duas carreiras, aplicando seus conhecimentos de mercado financeiro ao terceiro setor.</p>
<p>A Impetus foi criada em 2003 por um dos mais conceituados executivos de venture capital da Inglaterra, Stephen Dawson, da ECI Ventures. Assim como os fundos de venture capital, que investem em empresas jovens com potencial de gerar grandes resultados, os fundos filantrópicos como o Impetus estão em busca de entidades capazes de gerar impacto social.</p>
<p>Para os fundos filantrópicos, a doação é tratada como investimento de longo prazo. E a exemplo de seus similares capitalistas, isso significa avaliar balanços e investigar mercado para descobrir onde estão as oportunidades para gerar maior impacto social.</p>
<p>Foi o que foi feito com a St Giles Trust, ONG britânica que trabalha com ex-prisioneiros. Até conhecer a Impetus, a St Giles era uma entre 300 entidades voltadas para a causa da falta de moradia. &#8220;A concorrência nessa área de sem teto é enorme. E todas disputam uma verba pública que vem diminuindo a cada ano&#8221;, conta Daniela. Mas a St Giles tinha um trabalho único que a diferenciava das demais, com ex-prisioneiros, que consumia apenas 20% de seus esforços. &#8220;Com a ajuda da Impetus, a St Giles mudou sua estratégia e passou a focar nesse diferencial&#8221;, explica. De 2004 para cá, a entidade registrou um crescimento anual de 109% no número de ex-prisioneiros atendidos, de 200 para 1.700. A taxa de reincidência de crimes entre os ex-prisioneiros, que é de 55% em toda a Inglaterra, caiu 20% nas 20 prisões em que a St Giles atua. Além disso, as receitas da entidade vêm registrando aumento de 37% ao ano, de £1,34 milhão em 2003/4 para £3,2 milhões em 2006/7.</p>
<p>Para arrecadar esses recursos, porém, Daniela fez com que os dirigentes da St Giles aprendessem a se apresentar a potenciais investidores/doadores. &#8220;Eles fizeram um road show para investidores, do mesmo jeito que uma empresa que sai em busca de sócios&#8221;, explica.</p>
<p>Em média, cada libra (R$ 3,5) doada para a Impetus alavanca outras 5,5 libras (R$ 20). Desse valor, 3 libras (R$ 11) referem-se ao trabalho prestado por voluntários e 2,5 libras (R$ 9) são doações de terceiros que investem na entidade por conta da associação com a Impetus.</p>
<p>&#8220;Minha obsessão é impacto. Como somos um intermediário entre doador e receptor, se não estivermos obcecados em adicionar valor, não temos porquê existir&#8221;, afirma Daniela, que nas horas vagas dedica-se a escrever poesia e à meditação. É voluntária em centro de meditação e desenvolvimento pessoal Inner Space, onde dá aulas de meditação e palestras sobre como equilibrar trabalho e vida pessoal.</p>
<p>O chamado &#8220;mercado de capital social&#8221; com os fundos filantrópicos começou nos EUA há uns anos e está começando agora na Europa. No Brasil, ainda é uma miragem. &#8220;No mundo todo há uma carência de investimentos institucionais para o desenvolvimento das próprias entidades&#8221;, diz Daniela. &#8220;Da mesma forma que as empresas precisam de processos, metas e disciplina, as ONGs também precisam. Consultores, gestores e economistas com MBA custam caro e salários que as ONGs pagam está mais para subsídio.&#8221;</p>
<p>Os recursos do Impetus saem de instituições financeiras, principalmente da área de private equity e venture capital. No mês passado, Daniela e sua equipe &#8211; formada só por mulheres &#8211; comemoraram um investimento milionário do fundo ISIS Equity Partners pelos próximos cinco anos.</p>
<p><span class="doc">Fontes : <a title="IDIS" href="http://www.idis.org.br/sobre-o-idis/sala-de-imprensa/idis-na-midia/publicadas-em-2008/investimento-social-busca-inspiracao-no-mercado-financeiro/">IDIS</a> &#8211; <a title="PS" href="http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/atitude/daniela-soares-impetus-trust-ong-506780.shtml">Planeta Sustentável</a> &#8211; <a title="Impetus" href="http://www.impetus.org.uk/about-venture-philanthropy">Impetus</a><br />
</span></p>
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		<title>Introdução ao Projeto Abrigos</title>
		<link>http://novo.ammor.org.br/?p=791</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 20:14:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Projeto AMMOR</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O objetivo do Projeto Abrigos é de aumentar a consciência de risco para DST/AIDS e diminuir a vulnerabilidade entre as crianças e adolescentes em risco social abrigados por ordem judicial e/ou com trajetória de rua, muitos em Liberdade Assistida.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://novo.ammor.org.br/wp-content/uploads/2010/07/CapacitacaoPanorama.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-793" title="CapacitacaoPanorama" src="http://novo.ammor.org.br/wp-content/uploads/2010/07/CapacitacaoPanorama-300x190.jpg" alt="" width="300" height="190" /></a></p>
<h3>Descrição do projeto</h3>
<blockquote><p><span class="dropcap-red">A</span></p>
<p>umentar a consciência de risco para DST/AIDS e diminuir a vulnerabilidade entre as crianças e adolescentes em risco social abrigados por ordem judicial e/ou com trajetória de rua, <strong>muitos</strong> em Liberdade Assistida, abrigados em quatro projetos parceiros da Clínica AMMOR na Região Metropolitana de Belo Horizonte e capacitar monitores das 19 casas abrigos para continuar a intervenção depois do término do projeto.</p></blockquote>
<p>﻿</p>
<h3>Justificativa do projeto</h3>
<p><span class="dropcap-red">N</span></p>
<p>ovos casos de AIDS são notificados e analisados sistematicamente a nível municipal, estadual e nacional, mas ha sempre <strong>uma demora entre a notificação e a divulgação das estatísticas</strong>. A demora maior, porém, é de uma média de dez anos entre infecção com o vírus HIV e a manifestação de sintomas que leva o caso a ser notificado.<br />
No caso da epidemia heterossexual, ha uma falta de reconhecer risco entre o publico em geral e os profissionais de saúde levando a diagnose muito tardia de pessoas infectados com HIV na adolescência que manifestam sintomas já como adultos.</p>
<p>Num analise de 115,441 pacientes, dados mostram que entre 2003 e 2006, 43,7% das pessoas acima de 15 anos que vivem com HIV (50,393) chegaram aos serviços de saúde com deficiência imunológica ou quadro clínico de sintomas da AIDS. Desse total, 28,7% (14,462 pessoas) apresentaram quadro clínica mais grave e evoluíram para óbito no início do tratamento. O estudo, de 2006, mostrou que 94,8% necessitavam de tratamento anti-retroviral. <strong>Há uma necessidade de aumentar o nível de percepção de estar em risco, promover mais amplo testagem, e diagnosticar infecção com HIV mais precocemente</strong>, de preferência na adolescência e de iniciar trabalhos preventivos cada vez mais precocemente, de preferência antes do inicio da atividade sexual, e.g. entre crianças.</p>
<p>Entre os adolescentes em risco, uma população difícil de atingir são crianças e adolescentes abrigados por ordem judicial e/ou com trajetória de rua, muitos já em conflito com a lei, usuários de drogas lícitas e ilícitas ou filhos de pessoas usuários e em conflito com a lei ou com suas vidas desestruturadas ao ponto de perder a guarda dos seus filhos.</p>
<p><strong>A Clínica AMMOR, nos seus vinte anos de existência, tem trabalhado em parceria com organizações governamentais e não governamentais atendendo esta população com respeito de prevenção, detecção precoce e acompanhamento de infecção com HIV entre estas crianças e adolescentes em risco social na região metropolitana de Belo Horizonte.</strong> São crianças e adolescentes vivendo as conseqüências da desigualdade social, da miséria, da desagregação familiar, de lares onde o uso e abuso de álcool e outras drogas, o tráfico e a agressividade faziam parte do dia a dia onde o abandono e falta de perspectiva, reinam. O financiamento permitirá continuar, expandir, e consolidar este trabalho.</p>
<div class="pie-gallery alignGalleryCenter">
<div class="pie-item" style="margin: 10px 10px 10px 10px;">
<p class="pie-img-wrapper"><a title="Definição da demanda : a time AMMOR encontra os educadores da Associação Irmão Sol" href="http://picasaweb.google.com/projeto.ammor/ProjetoAbrigosReunioesOficiaisVisitasNasCasas#5490426168709084258"><img class="pie-img" src="http://lh5.ggpht.com/_Z1Fzo1QKkXY/TDHpgstp9GI/AAAAAAAAAOw/CpzmJsu9wO4/s144-c/DSC08682.JPG" alt="Definição da demanda : a time AMMOR encontra os educadores da Associação Irmão Sol" width="144" height="144" /></a></p>
</div>
<div class="pie-item" style="margin: 10px 10px 10px 10px;">
<p class="pie-img-wrapper"><a title="Reunião na Clínica AMMOR com a equipe do Projeto Abrigos" href="http://picasaweb.google.com/projeto.ammor/ProjetoAbrigosReunioesOficiaisVisitasNasCasas#5499413848868219794"><img class="pie-img" src="http://lh3.ggpht.com/_Z1Fzo1QKkXY/TFHXwiana5I/AAAAAAAAATM/kejDPM2y5VY/s144-c/DSC01096.JPG" alt="Reunião na Clínica AMMOR com a equipe do Projeto Abrigos" width="144" height="144" /></a></p>
</div>
<div class="pie-item" style="margin: 10px 10px 10px 10px;">
<p class="pie-img-wrapper"><a title="Definição da demanda : a time AMMOR encontra os educadores da casa Tia Branca" href="http://picasaweb.google.com/projeto.ammor/ProjetoAbrigosReunioesOficiaisVisitasNasCasas#5494480813333509010"><img class="pie-img" src="http://lh6.ggpht.com/_Z1Fzo1QKkXY/TEBRME_xc5I/AAAAAAAAAQE/uBSfCKxwqgQ/s144-c/up.JPG" alt="Definição da demanda : a time AMMOR encontra os educadores da casa Tia Branca" width="144" height="144" /></a></p>
</div>
</div>
<h3>Sumário executivo</h3>
<ul class="bullet-3">
<li>1ª etapa : Organização da equipe, profundamento de conhecimentos, definição de metodologias,  e planejamento das ações.</li>
<li>2ª etapa : Sensibilização dos diretores das entidades.</li>
<li>3ª etapa : Reuniões e discussões entre os responsáveis das casas abrigo e a equipe do projeto para definir assuntos a serem tratados, definir cronograma de atividades e adaptação do mesmo à rotina das entidades, no decorrer dos 12 meses da execução do projeto.</li>
<li>4ª etapa : Aplicação e avaliação de questionário avaliativo pre-intervenção sobre conhecimento e atitudes entre os educadores sociais das casas abrigo. Treinamento e capacitação de educadores sociais selecionados das casas abrigo.</li>
<li>5ª etapa : Aplicação e avaliação de questionário avaliativo pre-intervenção sobre conhecimento e atitudes entre os educandos das casas abrigo. Execução dos trabalhos com as crianças, adolescentes e educadores sociais através de oficinas temáticas, dinâmicas, rodas de conversa, palestras, atividades lúdicas entre outros (educação sexual e afetividade, doenças sexualmente transmissíveis HIV e AIDS, drogas e outros assuntos a serem definidos mutuamente com os parceiros).</li>
<li>6ª etapa : Avaliação de educadores sociais e educandos pos-intervenção. Elaboração pelos educandos de histórias em quadrinhos em CD, orientados por professor e estudantes da Casa dos Quadrinhos. Aplicação de questionário avaliativo sobre conhecimento adquirido e atitudes  após exposição da temática, relatório e documentação para elaboração do relatório técnico.</li>
<li>7ª etapa: Divulgação em congressos, seminários, periódicos e órgãos ligados a temática.<br />
O resultado esperado são 276 pessoas (educadores sociais e educandos) sensibilizadas diretamente, e no mínimo 1680 pessoas indiretamente influenciadas pela temática abordada, visto o efeito multiplicador entre as redes sociais dos participantes.</li>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>A história do S.</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 13:08:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Projeto AMMOR</dc:creator>
				<category><![CDATA[Histórias]]></category>
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		<category><![CDATA[vida]]></category>

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		<description><![CDATA[S. é um paciente de longo tempo da Clínica AMMOR.  Para dizer exatamente quanto tempo, S. apareceu pela primeira vez há dez anos.  Entre os pacientes atendidos pela  Dra Irene, S. exemplifica  os que passaram por grandes transformações.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://novo.ammor.org.br/wp-content/uploads/2010/07/Sydney1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-711" title="Sydney" src="http://novo.ammor.org.br/wp-content/uploads/2010/07/Sydney1.jpg" alt="" width="500" height="181" /></a></p>
<blockquote><p>“Clínica AMMOR é o lugar que era responsável por minha saúde”. Em primero lugar, S. explica que o beneficio da Clínica AMMOR é que as crianças da rua, que tem falta de identidade e segurança da saúde, podem vir a Clínica para atentimento. Explica que Dra. Irene Adams não é capaz negar atentimento para ninguém. Por muitas crianças, incluindo S., a Clínica AMMOR é o primero contato com um médico, e, mesmo que ao princípio eles não gostem de ir ao médico, “Dra. Irene cuida sua saúde sem te fazer sentir uma pessoa suja de rua. O jeito da Dra. Irene tratar as pessoas lhes faz sentir confortável”. S. disse que Dra Irene Adams cuida de todas as pessoas num nível pessoal, e que ela lembra de todas as pessoas que ela conhece. “Ela até gosta de participar das histórias das pessoas”.</p></blockquote>
<p><strong>S. é um paciente de longo tempo na Clínica AMMOR.  Para dizer exatamente quanto tempo, S. apareceu pela primeira vez há dez anos.  Entre os pacientes atendidos pela  Dra. Irene, S. exemplifica aqueles passaram por grandes transformações.</strong></p>
<p>S. era um menino muito perturbado, com um pai alcoólico que sempre batia nele e nos irmãos. Com sete anos, seu pai lhe obrigou a ir ás ruas para vender balas.  Lá, S. andava ao acaso, e sempre voltava muito tarde a noite.  Nas ruas, ele acabou se envolvendo com drogas já com os sete anos de idade.  Ele tem três irmãos e era muito influenciado por um irmão mais velho com quem morava nas ruas. Em fim, S. resolveu mudar para Belo Horizonte e morar nas ruas também para fugir da violência de casa.  Quando ele chegou pela primeira vez na Clínica AMMOR, Dra. Irene Adams escreveu que a criança tinha <em>“muitos problemas com violência.  Ele também gosta de pegar armas, inclusive facas, e até um revolver”</em>. (Dra. Adams, 19 abril 2000). S., ao lado do seu amigo de longo tempo, relatou que  uma vez ele pegou uma faca e tentou matar seu amigo.  S. usa essa anedota para mostrar o quanto ela era violento.<strong> </strong></p>
<p>S. saiu da sua vida de drogas e violência graças a JOCUM (Jovens Com Uma Missão).  Eles o levaram para a “Casa Resgate” onde as crianças ficam por duas semanas para se reabilitar das drogas. Ainda violento, S. foi morar na Casa Restauração onde ele começou sua transformação.  Daí, com treze anos, ele veio a Clínica AMMOR.</p>
<div id="attachment_722" class="wp-caption alignleft" style="width: 169px"><a href="http://novo.ammor.org.br/wp-content/uploads/2010/07/sydney2.jpg"><img class="size-full wp-image-722  " title="sydney2" src="http://novo.ammor.org.br/wp-content/uploads/2010/07/sydney2.jpg" alt="" width="159" height="197" /></a><p class="wp-caption-text">“S. estende sua mão para todas as pessoas”</p></div>
<p>Hoje, S. não tem vergonha do seu passado. De fato, ele usa sua  história hoje para ajudar pessoas com dificuldades parecidas com as que  ele teve.  Ele quer ajudar elas a imaginarem que a recuperação é  possível. S. já escreveu um livro sobre a vida dele, e viaja  contando sua história, incluindo visitas a países como os Estados  Unidos, países africanos, além do próprio  Brasil.</p>
<p><strong>Hoje, S. tem 23 anos.  Ele extende sua mão para todas as pessoas.  È um líder na comunidade e também Pastor.  As prioridades dele são Deus, e Pessoas.</strong> Ele quer dar aos outros o que foi dado a ele, e mostrar-los o mesmo carinho que recebeu no passado.  No seu ponto de vista, S. tem esperanças para a situação social, porque ele vê que ainda tem muitas pessoas fazendo algo para apoiar a causa.  Desde a sua transformação no passado, ele percebeu “<em>o quanto vale a pena fazer esse trabalho, vale a pena gastar o tempo com esses pessoas, e o dinheiro nesses programas</em>”<em>.</em> S. mudou de um menino violento e com raiva para um adulto líder de uma entidade na cidade.  Hoje, ele é feliz e está entendendo sua felicidade.  Agora ele pretende compartilhar sua felicidade com sua noiva com quem ele vai casar o ano que vem.</p>
<ul class="tablist">
<li><span class="tabtext">Autora: </span>Esta história foi escrita por <a href="mailto:sj0044@gmail.com" target="_blank"><em>Sarah Stephens</em></a>, estudante norteamericana de antropologia,  que trabalha voluntariamente no Projeto AMMOR.</li>
</ul>
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		<title>A tranformação da vida do A.</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 13:25:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Projeto AMMOR</dc:creator>
				<category><![CDATA[Histórias]]></category>
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		<description><![CDATA[A. é um exemplo da realidade pesada de muitas crianças nas ruas da Belo Horizonte. Agora com 22 anos de idade, a história de vida do A. na rua começou quando ele tinha somente sete anos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://novo.ammor.org.br/wp-content/uploads/2010/07/Anderson1.jpg"></a><a href="http://novo.ammor.org.br/wp-content/uploads/2010/07/Anderson1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-712" title="Anderson" src="http://novo.ammor.org.br/wp-content/uploads/2010/07/Anderson1.jpg" alt="" width="500" height="181" /></a></p>
<blockquote><p>“O papel que a Clínica AMMOR tem feito na minha vida é especial.” Como criança, o A. disse que lembra que não gostava ir ao médico. Mesmo assim, ele disse que vir a ver Dra Irene Adams lhe fez sentir mais comfortável com sua saúde. “ Ela cuida das crianças que vem da rua, sem fazer eles sentir mau,” ele disse. Ele também disse que nunca se importava com sua própria saúde. Como Dra. Irene Adams disse, crianças de rua, “somente vão ao médico se tiverem sido baleados, apunhalados, ou estiverem inconcientes. Logo que eles podem caminhar, eles fogem.” A. disse que “Clínica AMMOR considera a saúde de cada pessoa que entra, mas, é mais que só saúde.” O atendimento que o A. recebeu na Clínica AMMOR reforçou a idea de que ele tem que valorizar a si mesmo. Ele aprendeu valorizar-se do ponto de vista da saúde simultaneamente com a valorização pessoal.<br />
Também, A. comentou que gosta de que a Dra. Irene Adams faça um album de fotos de cada menino. Ela tira uma foto cada vez que a pessoa vem na Clínica. O A. tem 10 fotos. “Dra Irene cuida das pessoas para que elas possam ter êxito na vida. Agora eu estou muito bem, em todas formas.”</p></blockquote>
<p><strong>A. é um exemplo da realidade pesada de muitas crianças nas ruas da Belo Horizonte. Agora com 22 anos de idade, a história de vida do A. na rua começou quando ele tinha somente sete anos.</strong></p>
<p>Os pais do A. moravam numa favela. Ele, desde pequeno, trabalhava na rua vendendo balas.  Quando chegava em casa a noite, seu pai, lhe batia muito forte.  Por causo disso, A. passava a maioria do seu dia fora da casa. Com isso, logos aos sete anos, ele fez amizades perigosos.  Com oito anos, A. já começou a fumar cigarro.  Ele relata que com oito anos, ele não pensou que o cigarro era bastante, e daí, começou o uso de tinta, maconha, e/ou qualquer droga que ele podia encontrar nas ruas. Com nove anos, A. disse simplesmente,  <em>“Eu tive que sair de casa”</em>.  Ele deixou toda sua família porque ele já havia se desligado dos pais, dos amigos, e de todo mundo por causa dos abusos verbais e físicos que ele recebia.</p>
<p>A primeira noite que A. dormiu nas ruas, ficou na estação de ônibus.  Aquela noite, ele aprendeu que morar na rua é um arte. Alguém lhe falou as seguintes coisas: Primeiro, ninguém cuidar de ninguém na rua.  Além de que ele só tinha nove anos, ninguém ía ser o “pai” nem a “mãe” dele.  Segundo, se ele queria drogas, ele deveria roubar. A coisa mais importante que ele aprendeu é que, nas ruas, não se pode ter medo de nada, nem de ninguém.</p>
<p>Enquanto A. descrivia sua vida nas ruas, ele disse que participou de muitas lutas de rua; que ele começou agir sexualmente; que ele sempre estava com fome, e fraco; e que ele era viciado em muitas drogas.  Com aproximadamente doze anos, ele començou a receber convites da “casa resgate” de JOCUM (Jovens com uma missão).  Ele ía só para tomar banho, recuperar, e dormir.  Finalmente, ele decidiu cumprir os quince dias de resgate, que incluía reabilitacão de drogas, porque os jovens não são autorizados sair durante os quince dias.</p>
<p>Morar na “casa resgate” era estanho para A.  Ele não de seguir as reglas impostas pela casa.  Por exemplo, ele relata que não gostava de usar chinela e ficou com raiva usa-los.  No final, ele resolveu ficar e  foi para a casa de restauracão, tambem da JOCUM.  Nessa epoca, a dez anos atrás, A. apareceu na Clinica AMMOR. Pela primeira vez, A. pensou na sua saúde.</p>
<p><a href="http://novo.ammor.org.br/wp-content/uploads/2010/07/Anderson2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-738" style="margin: 3px;" title="Anderson2" src="http://novo.ammor.org.br/wp-content/uploads/2010/07/Anderson2.jpg" alt="" width="159" height="197" /></a>Ele conta que na casa de restauração, alguém lhe disse algo profundo: <em>“Se vôce quer ser alguém no mundo, aqui é o lugar certo.”</em> É possível que ele resolveu ficar simplesmente porque ele nunca teve uma idea assim.  De fato, a maioria das pessoas na vida dele sempre lhe disseram que ele nunca chegaria a ser ninguém na vida e todas pensaram que ele morrería cedo.  Essa esperança de uma vida nova combinou com as Instintos de sobrevivência.  Na rua, A. nunca tinha uma garantia que acordaria após dormir. Ele aceitou.  Morar na casa da resautração, que lhe deu mais segurança na hora de acordar.</p>
<p>Tambem, quando ele acordava, tinha alguém presente para cuidar dele.  O A. de doze anos, demorou para responder, e por aceitar o carinho – verbal e fisico – que ele estava recebendo, mas a existência desse carinho foi dificil dele resistir.  Ele recebeu uma vida nova, e até foi a escola pela primera vez com treze anos. Apesar de ter començado tarde na escola, hoje ele é bem educado e trabalha na “Master Commission”, uma programa designado para ajudar as pessoas, especificamente, as crianças em situação de risco social. A meta do A. é abrir uma casa sua, igual a casa da restauração da JOCUM, para dar abrigo as crianças de rua.  Nas palavras do A., <em>“Vou conseguir”</em>.</p>
<ul class="tablist">
<li><span class="tabtext">Autora</span>Essa história foi escrita por <a href="mailto:sj0044@gmail.com" target="_blank"><em>Sarah Stephens</em></a>, estudante americana de antropologia que trabalha voluntariamente no Projeto AMMOR.</li>
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