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	<title>Propares</title>
	
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	<description>Protagonismo Juvenil e Educação</description>
	<lastBuildDate>Sat, 21 Jan 2012 05:11:27 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Os perigos de transar sem Camisinha. Vale a pena correr o risco?</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 13:06:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Protagonismo Juvenil e Educação Entre Pares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
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		<description><![CDATA[Nove de cada dez jovens (de classe média) conhece os riscos de transar sem camisinha. Mas então, por que o fazem? Por diversos motivos, sendo, um deles, o próprio “prazer extra” de transar sem o preservativo. Mas é bom ficar ligado(a). Transando sem camisinha você fica exposto(a) há uma série de riscos, sendo que alguns deles são irreversíveis… Os riscos De contrair Aids, câncro mole, câncro duro, candidíase, herpes, gonorréia, condiloma acuminado/HPV, linfogranuloma venéreo, granuloma inguinal, pediculose do púbis, chato, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nove de cada dez jovens (de classe média) conhece os riscos de transar sem camisinha. Mas então, por que o fazem? Por diversos motivos, sendo, um deles, o próprio “prazer extra” de transar sem o preservativo. Mas é bom ficar ligado(a). Transando sem camisinha você fica exposto(a) há uma série de riscos, sendo que alguns deles são irreversíveis…</p>
<p><strong>Os riscos</strong></p>
<p>De contrair Aids, câncro mole, câncro duro, candidíase, herpes, gonorréia, condiloma acuminado/HPV, linfogranuloma venéreo, granuloma inguinal, pediculose do púbis, chato, clamídia, donovanose, tricomoniase, hepatite B&#8230; Ufa!!!! Além disso há mais um entrave, o risco de uma gravidez indesejada.</p>
<p><strong>As vantagens</strong></p>
<p>Apenas um único item: o prazer.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-585" href="http://blog.opovo.com.br/propares/os-perigos-de-transar-sem-camisinha-vale-a-pena-correr-o-risco/f_317522_c6khz1f7hreolyv5fyuqnsghvw1gln/"><img alt="F_317522_c6KHZ1f7HreolYV5FYUQNSGhVw1gLn" width="361" class="alignleft size-full wp-image-585" src="http://blog.opovo.com.br/propares/files/2010/01/Camisinha2.jpg" height="260" /></a>Boa parte das pessoas que já transaram com e sem camisinha, afirmam que realmente a coisa “vai mais ao natural” e que “camisinha atrapalha na hora H”… É claro que quando falamos em transar sem camisinha estamos considerando que o parceiro (a) é freqüente, geralmente um namorado (a) de anos. Transar com uma pessoa que você mal conhece sem camisinha é algo simplesmente impensado e <strong>TOTALMENTE ARRISCADO.</strong></p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BDnP4iLzh5zQ6SBx2Bnd_1GdRHs/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BDnP4iLzh5zQ6SBx2Bnd_1GdRHs/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BDnP4iLzh5zQ6SBx2Bnd_1GdRHs/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BDnP4iLzh5zQ6SBx2Bnd_1GdRHs/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Propares/~4/6fND4DnmnpU" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Criação de vírus artificial que persegue e inativa o HIV pode revolucionar tratamento da aids</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Aug 2011 11:13:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Protagonismo Juvenil e Educação Entre Pares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aids]]></category>
		<category><![CDATA[DST/Aids]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
		<category><![CDATA[virus]]></category>

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		<description><![CDATA[Usar um vírus para matar outro vírus. Mais especificamente, o HIV, vírus causador da aids. Esta é a ideia do pesquisador Ping Wang, da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. Dr. Ping e sua equipe criaram um vírus que persegue e marca as células infectadas pelo HIV, o que é promissor para a descoberta de um mecanismo que poderia inativar o HIV no corpo humano. Esse tipo de vírus artificial agarra as células infectadas pelo HIV, marcando-as com um processo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Usar um vírus para matar outro <a rel="attachment wp-att-2701" href="http://blog.opovo.com.br/propares/criacao-de-virus-artificial-que-persegue-e-inativa-o-hiv-pode-revolucionar-tratamento-da-aids/virus/"><img class="alignleft size-full wp-image-2701" src="http://blog.opovo.com.br/propares/files/2011/08/virus.jpg" alt="" width="220" height="118" /></a>vírus. Mais especificamente, o HIV, vírus causador da aids.</p>
<p>Esta é a ideia do pesquisador Ping Wang, da Universidade da Califórnia,  nos Estados Unidos. Dr. Ping e sua equipe criaram um vírus que persegue e  marca as células infectadas pelo HIV, o que é promissor para a  descoberta de um mecanismo que poderia inativar o HIV no corpo humano.</p>
<p>Esse tipo de vírus artificial agarra as células infectadas pelo HIV,  marcando-as com um processo chamado de “terapia genética suicida”, ou  seja, permite que as drogas possam mais tarde perseguir essas células e  destruí-las.</p>
<p>&#8220;Se esgotarmos todas as células infectadas pelo HIV, podemos, pelo menos  parcialmente, resolver o problema da ação do vírus no sistema  imunológico da pessoa infectada,&#8221; disse Wang.</p>
<p>Atingir apenas as células afetadas pelo HIV é muito promissor, pois  nenhum medicamento antirretroviral consegue esse precisão e acaba  afetando muitas células e provocando muitos efeitos colaterais aos  pacientes.</p>
<p><strong>Próximos passos da pesquisa</strong></p>
<p>Até agora, esse vírus artificial só foi testado em culturas celulares, e  alcançou uma taxa de destruição das células infectadas pelo HIV de  aproximadamente 35%. Embora essa efetividade pareça baixa, se este tipo  de tratamento chegar a ser utilizado em seres humanos, é provável que  várias doses tomadas em sequência aumente muito sua eficácia.</p>
<p>O próximo passo agora será testar o procedimento em camundongos, o que permitirá a avaliação da eficácia de múltiplas doses.</p>
<p>Ainda que seja um avanço importante, estamos longe de falar em uma cura  da aids, explica Wang. &#8220;Estamos ainda numa fase inicial de pesquisa, mas  certamente é uma das opções bem interessantes que podemos ter para o  tratamento,&#8221; ressaltou.</p>
<p><strong><br />
</strong><a href="http://www.agenciaaids.com.br/noticias/interna.php?id=17479"><strong>Redação da Agência de Notícias da Aids com informações do site Diário da Saúde</strong></a></p>
<p>Temos como intuito postar notícias e artigos relevantes que foram                 divulgadas pela mídia e são de interesse deste blog. E por isso      este            texto foi retirado na íntegra da fonte acima  citada,      portanto,       pertencem     a ela todos os créditos  autorais.</p>
<p><strong><br />
</strong></p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/tk8HCM6kd8eycKS7AUlfGLYwXIc/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/tk8HCM6kd8eycKS7AUlfGLYwXIc/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/tk8HCM6kd8eycKS7AUlfGLYwXIc/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/tk8HCM6kd8eycKS7AUlfGLYwXIc/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Propares/~4/U7Evi4JbKus" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Programa anticrack é ameaçado com cortes, destaca o Estado de S.Paulo</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Propares/~3/XuYrnP_X9rA/</link>
		<comments>http://blog.opovo.com.br/propares/programa-anticrack-e-ameacado-com-cortes-destaca-o-estado-de-s-paulo/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 18 Aug 2011 11:07:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Protagonismo Juvenil e Educação Entre Pares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs O POVO]]></category>

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		<description><![CDATA[Um corte pela metade das verbas previstas para a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) ameaça o programa de combate ao crack do governo federal, uma das prioridades do governo Dilma Rousseff e tema da campanha eleitoral, informou nesta quinta-feira o jornal Folha de S.Paulo. Segundo reportagem da jornalista Lígia Fomenti, o alerta foi dado pela própria titular da pasta, Paulina Duarte, durante audiência pública no Congresso. Ela alertou que a diminuição da verba coloca em risco os programas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-2696" href="http://blog.opovo.com.br/propares/programa-anticrack-e-ameacado-com-cortes-destaca-o-estado-de-s-paulo/crack/"><img class="alignleft size-full wp-image-2696" src="http://blog.opovo.com.br/propares/files/2011/08/crack.jpg" alt="" width="259" height="194" /></a>Um corte pela metade das verbas previstas  para a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) ameaça o  programa de combate ao crack do governo federal, uma das prioridades do  governo Dilma Rousseff e tema da campanha eleitoral, informou nesta  quinta-feira o jornal Folha de S.Paulo. Segundo reportagem da jornalista  Lígia Fomenti, o alerta foi dado pela própria titular da pasta, Paulina  Duarte, durante audiência pública no Congresso. Ela alertou que a  diminuição da verba coloca em risco os programas de prevenção e  tratamento.</p>
<p>A previsão era de que a secretaria deveria receber, até 2015, R$ 100  milhões por ano para alcançar as metas, ou R$ 400 milhões no total. A  tendência, no entanto, é que a fatia prevista no Plano Plurianual para a  Senad seja de R$ 200 milhões no período, segundo o deputado federal  Reginaldo Lopes (PT-MG), da Comissão Especial de Políticas Públicas de  Combate às Drogas, presente na audiência. O Plano Plurianual será  apresentado no Congresso pelo governo até fim de agosto.</p>
<p>No encontro no Congresso, Paulina avisou: sem recursos, a secretaria não  terá como cumprir compromissos apresentados ano passado, durante a  gestão de Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<p><strong>Reação. </strong>A notícia de ameaça aos R$ 400 milhões para a  área provocou uma rápida resposta entre integrantes do Conselho Federal  de Medicina (CFM). &#8220;Isso demonstra uma incoerência com compromissos  assumidos durante a campanha. Como justificar um corte tão significativo  para uma área dita prioritária?&#8221;, questionou o vice-presidente do CFM,  Carlos Vital Lima.</p>
<p>Lima lembrou que o tratamento dos dependentes tem de ser feito de forma  sistematizada, por uma rede integrada de assistência. &#8220;Pacientes não  podem esperar&#8221;, ressaltou.</p>
<p>O deputado Reginaldo Lopes ouviu de Paulina que a redução colocaria em  risco a instalação de parte dos 65 centros regionais sob a coordenação  de instituição de ensino superior para capacitação de profissionais de  saúde e para realização de pesquisas. &#8220;É uma espécie de centro de  inteligência, onde vários estudos sobre o assunto seriam realizados&#8221;,  explicou.</p>
<p>No entanto, Lopes disse acreditar que cortes para ações contra crack não  serão generalizados. &#8220;Atualmente, verbas para medidas de combate e  prevenção da droga estão pulverizadas em várias áreas do governo. Temos  recursos no Ministério da Saúde, no MEC (Ministério da Educação). Não  significa que toda a verba do crack será reduzida pela metade&#8221;,  ponderou.</p>
<p><strong>Demanda.</strong> Integrante da Comissão de Assuntos Sociais do  CFM, o médico Ricardo Paiva diz que hoje há um déficit de 7,5 mil leitos  para atendimento de pacientes dependentes do crack que estão em fase de  desintoxicação. &#8220;Existem atualmente 2,5 mil. E o próprio Ministério da  Saúde afirma ser necessário 10 mil&#8221;, contou Paiva.</p>
<p>A oferta de centros de Atendimento Psicossocial (Caps) também está muito  aquém do necessário. &#8220;O ideal seria ter um Caps para cada 70 mil  habitantes. Claro que esse número está longe de ser alcançado.&#8221; Para  Paiva, a redução de recursos sinaliza uma tendência preocupante. &#8220;É  preciso colocar todo o discurso em prática, transformar em ações aquilo  que foi anunciado com tanta animação.&#8221;</p>
<p><strong>O tamanho do problema<br />
</strong><br />
- 600 mil é o número de usuários de crack no País, aponta o governo federal</p>
<p>- 2 mil usuários são frequentadores da cracolândia, em São Paulo</p>
<p>- 98% dos municípios têm problemas relacionados à droga, segundo pesquisa da Confederação Nacional de Municípios (CNM)</p>
<p>Fonte:   <strong>O Estado de S.Paulo</strong><strong> </strong></p>
<p>Temos como intuito postar notícias e artigos relevantes que foram                 divulgadas pela mídia e são de interesse deste blog. E por isso      este            texto foi retirado na íntegra da fonte acima  citada,      portanto,       pertencem     a ela todos os créditos  autorais.</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RTqc3zNIrYaBYv7OoDYNaGrLcIY/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RTqc3zNIrYaBYv7OoDYNaGrLcIY/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RTqc3zNIrYaBYv7OoDYNaGrLcIY/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RTqc3zNIrYaBYv7OoDYNaGrLcIY/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Propares/~4/XuYrnP_X9rA" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>40% dos adolescentes do Brasil revelaram que obtêm informações sobre sexo com os pais, informa revista Istoé</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Aug 2011 10:56:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Protagonismo Juvenil e Educação Entre Pares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs O POVO]]></category>

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		<description><![CDATA[A revista Istoé desta semana traz uma reportagem sobre a relação pais e filhos na educação sexual. Segundo pesquisa feita no Canadá e citada no texto,  entre aqueles que mantêm um diálogo aberto com os progenitores, 18% são sexualmente ativos. No grupo dos que não falam com os pais sobre sexo, o dobro (37%) já praticou algum ato sexual. No Brasil, 40% dos adolescentes do País revelaram que obtêm informações sobre sexo com os pais. Leia a seguir na íntegra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A revista <em>Istoé</em> desta sema<a rel="attachment wp-att-2691" href="http://blog.opovo.com.br/propares/40-dos-adolescentes-do-brasil-revelaram-que-obtem-informacoes-sobre-sexo-com-os-pais-informa-revista-istoe/pais/"><img class="alignleft size-full wp-image-2691" src="http://blog.opovo.com.br/propares/files/2011/08/pais.jpg" alt="" width="192" height="135" /></a>na  traz uma reportagem sobre a relação pais e filhos na educação sexual.  Segundo pesquisa feita no Canadá e citada no texto,  entre aqueles que  mantêm um diálogo aberto com os progenitores, 18% são sexualmente  ativos. No grupo dos que não falam com os pais sobre sexo, o dobro (37%)  já praticou algum ato sexual. No Brasil, 40% dos adolescentes do País  revelaram que obtêm informações sobre sexo com os pais.</p>
<p>Leia a seguir na íntegra a reportagem &#8220;Fale de sexo com eles&#8221;.</p>
<p>Conversar com os filhos sobre sexo ainda é um tabu para muitos pais.  Criados sob uma educação rígida, na qual a sexualidade não fazia parte  do repertório familiar, os adultos de hoje encontram dificuldade para  abordar o assunto com a prole adolescente. Muitos pensam que, ao falar  sobre o tema, vão estimular os jovens a iniciar precocemente a vida  sexual. Mas eles não poderiam estar mais errados. Pesquisa realizada  pelo departamento de pediatria da Universidade de Montreal, no Canadá,  confirmou que quanto mais os pais conversam com os filhos sobre sexo,  menos eles são sexualmente ativos. O estudo ouviu 1.171 adolescentes  entre 14 e 17 anos &#8211; 45% afirmaram que obtêm informações sobre sexo com  os pais e 32% com os amigos. Entre aqueles que mantêm um diálogo aberto  com os progenitores, 18% são sexualmente ativos. No grupo dos que não  falam com os pais sobre sexo, o dobro (37%) já praticou algum ato  sexual. A porcentagem de jovens que se relaciona com parceiros  ocasionais também é maior entre os que não falam sobre sexo com os pais  (41%) comparada com os que falam (29%).</p>
<p>Aqui no Brasil, o comportamento dos jovens segue a mesma tendência. No  estudo Juventudes e Sexualidade, realizado pela Unesco em 13 capitais  brasileiras e no Distrito Federal, mais de 40% dos adolescentes do País  revelaram que obtêm informações sobre sexo com os pais. E dois terços  dos quatro mil pais ouvidos na pesquisa confirmaram que já falaram sobre  o assunto com seus filhos. Entre os temas discutidos estão a prevenção a  doenças sexualmente transmissíveis, métodos para evitar a gravidez  precoce e os aspectos biológicos do sexo. &#8220;Mas só isso não basta&#8221;,  afirma a sexóloga Carmita Abdo, coordenadora do Programa de Estudos em  Sexualidade (Prosex) da Universidade de São Paulo. &#8220;Tesão, atração e  insegurança fazem parte do cotidiano dos jovens. Cabe aos pais mostrar  que esses sentimentos são naturais e compartilhados por todos nós.&#8221;</p>
<p>A assessora de imprensa Shyrley Beruezzo, 39 anos, conhece a diferença  entre falar de sexo como algo biológico ou como uma experiência envolta  em emoções e expectativas. &#8220;Minha mãe era auxiliar de enfermagem e só  tocava no assunto sob o prisma médico&#8221;, conta. Percebendo que essa  abordagem não aplacava todas as suas dúvidas sobre sexo, Shyrley decidiu  que adotaria uma postura diferente quando se tornasse mãe. Hoje, ela  fala abertamente com a filha Gabriela e com a enteada Bruna, ambas com  15 anos. &#8220;No começo elas ficavam tímidas, mas aos poucos foram se  abrindo. Se surge uma dúvida, já vêm me perguntar&#8221;, diz Shyrley. O  diálogo tem rendido. As meninas afirmam não ter pressa para iniciar a  vida sexual e não ligam para a opinião de amigos. &#8220;Só vai rolar quando  eu conhecer a pessoa certa&#8221;, diz Gabriela. &#8220;Quero transar apenas quando  sentir que estou preparada&#8221;, afirma Bruna.</p>
<p>Para Maria Helena Vilela, diretora do Instituto Kaplan, em São Paulo, a  postura e a opinião dos pais têm forte influência sobre a maneira como  os filhos se relacionam sexualmente. &#8220;Construímos nossa personalidade  imitando modelos. Se o adolescente tem uma boa relação com os pais, vai  copiar seu comportamento, inclusive sexual. Se não tem, fará tudo ao  contrário&#8221;, diz. Portanto, mostrar uma atitude natural perante o sexo  ajuda a destruir mitos e a corrigir informações e conceitos errados,  como explica o sexólogo Marcos Ribeiro. &#8220;O jovem mais informado, e de  forma correta, saberá lidar melhor com sua sexualidade e, no futuro,  poderá vivenciá-la sem culpa&#8221;, afirma. Isso é o que motiva o radialista  David Rangel a manter um canal aberto com o filho, o ator David Lucas,  16 anos. &#8220;Sempre respondi às dúvidas do Lucas sobre sexo. Prefiro que  ele aprenda em casa e não na rua&#8221;, diz Rangel. Essa cumplicidade fez com  que o garoto estreitasse os laços de afetividade com a família. &#8220;Meu  pai e minha mãe são meus melhores amigos. Às vezes conto até demais da  minha vida para eles&#8221;, declara Lucas, entre risos.</p>
<p>Fonte: Istoé, via site da <a href="http://www.agenciaaids.com.br/noticias/interna.php?id=17511">Agência Aids</a></p>
<p>Temos como intuito postar notícias e artigos relevantes que foram                 divulgadas pela mídia e são de interesse deste blog. E por isso      este            texto foi retirado na íntegra da fonte acima  citada,      portanto,       pertencem     a ela todos os créditos  autorais.</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MztYlQgNyLLge7DKvgE7_Sbhv2E/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MztYlQgNyLLge7DKvgE7_Sbhv2E/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
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		<title>Por dia, 21 jovens são internados por uso de álcool e droga</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Propares/~3/GaCFJB1Ibd0/</link>
		<comments>http://blog.opovo.com.br/propares/por-dia-21-jovens-sao-internados-por-uso-de-alcool-e-droga/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Aug 2011 14:52:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Protagonismo Juvenil e Educação Entre Pares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Drogas]]></category>
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		<category><![CDATA[crack; drogas]]></category>

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		<description><![CDATA[A porta de entrada para a dependência química no Brasil acontece aos 13 anos. O início do consumo exagerado de entorpecentes acarreta outra estatística precoce à saúde do adolescente brasileiro. Entre janeiro e maio deste ano, todos os dias, 21 pessoas com menos de 19 anos foram internadas por transtornos mentais acarretados pelo abuso de álcool e drogas. O levantamento, feito pelo iG Saúde no banco virtual de dados do Ministério da Saúde, mostra que este tipo de internação é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">A porta de entrada para a dependência química no Brasil acontece aos  13 anos. O início do consumo exagerado de entorpecentes acarreta outra  estat<a rel="attachment wp-att-2683" href="http://blog.opovo.com.br/propares/por-dia-21-jovens-sao-internados-por-uso-de-alcool-e-droga/jovens-alcool/"><img class="alignright size-full wp-image-2683" src="http://blog.opovo.com.br/propares/files/2011/08/JOVENS-ALCOOL.jpg" alt="" width="178" height="146" /></a>ística precoce à saúde do adolescente brasileiro. Entre janeiro e  maio deste ano, todos os dias, 21 pessoas com menos de 19 anos foram  internadas por transtornos mentais acarretados pelo <a href="http://saude.ig.com.br/minhasaude/enciclopedia/alcoolismo+e+abuso+de+alcool/ref1238131652557.html">abuso de álcool</a> e <a href="http://saude.ig.com.br/minhasaude/enciclopedia/abuso+de+drogas/ref1238131675331.html">drogas</a>.</p>
<p style="text-align: justify">O levantamento, feito pelo <strong>iG Saúde</strong> no banco virtual  de dados do Ministério da Saúde, mostra que este tipo de internação é  crescente no País. Em dois anos, foi registrado um aumento de 29,5%  nestas hospitalizações, passando de 2.426 casos nos primeiros cinco  meses de 2009 para 3.142 registros em 2011. Os meninos são maioria com  75,6%, e a faixa etária mais vulnerável é a entre 15 e 19 anos.</p>
<p style="text-align: justify">Na tentativa de mudar o curso da dependência precoce brasileira, a  prefeitura do Rio de Janeiro e o governo de São Paulo lançaram dois  planos de ação que mudam a abordagem governamental.</p>
<p style="text-align: justify">No Estado paulista, o governo encaminhou  um projeto de lei à Assembleia Legislativa – que ainda precisa ser  aprovado pelos deputados para entrar em vigor – para aumentar o rigor de  fiscalização em bares, restaurantes e outros tipos de comércios que  vendem bebida alcoólica a menores de 18 anos. <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/sp/dono+de+bar+pode+levar+multa+por+menor+pego+com+bebida/n1597111030270.html">Pelo  texto sugerido, o estabelecimento infrator pode receber multas de até  R$ 87,2 mil, além de interdição por 30 dias e fechamento definitivo das  portas</a>.</p>
<p style="text-align: justify">Já no município carioca, a Secretaria Municipal de Assistência  Social, desde maio, tem aval para internar adolescentes e crianças em  situação de rua que são usuários crônicos de <a href="http://saude.ig.com.br/drogas">drogas</a>,  mesmo contra a vontade deles. Desde que o programa foi instalado, 84  meninos foram internados no regime de internação chamado de compulsório.</p>
<p style="text-align: justify"><strong><a rel="attachment wp-att-2682" href="http://blog.opovo.com.br/propares/por-dia-21-jovens-sao-internados-por-uso-de-alcool-e-droga/drogas/"><img class="alignleft size-full wp-image-2682" src="http://blog.opovo.com.br/propares/files/2011/08/drogas.jpg" alt="" width="191" height="136" /></a>Cem vezes mais do que crack</strong></p>
<p style="text-align: justify">Para Elisaldo Carilini, coordenador do Centro Brasileiro de  Informações Sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid), da Unifesp, a escolha  de São Paulo para brigar contra o consumo de álcool é acertada.</p>
<p style="text-align: justify">“Não há dúvidas de que as bebidas alcoólicas são o principal problema de saúde pública na dependência química juvenil”, afirma.</p>
<p style="text-align: justify">Para justificar a afirmação veemente, Carlini recorre aos mais  recentes dados – ainda não publicados – da pesquisa nacional feita pelo  Cebrid, que colheu informações de 108 mil estudantes de escolas públicas  e privadas de todo País: enquanto 60,5% dos pesquisados afirmaram já  ter usado álcool na vida, 0,6% disseram ter experimentado crack.</p>
<p style="text-align: justify">“É uma diferença comparativa de quase cem vezes entre crack e álcool.  Para começar a reverter estes números absurdos é preciso que o  comerciante e a pessoa que frequenta o bar participe deste processo”,  diz o pesquisador.</p>
<p style="text-align: justify">“O comerciante não vendendo a pinga ou cerveja ao menor de idade e,  caso o faça, tendo a noção e a sensação de que será punido. E o  frequentador do bar, contribui denunciando o estabelecimento caso  testemunhe a venda inadequada.”</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Cérebros auxiliares</strong></p>
<p style="text-align: justify">O psiquiatra da Associação Brasileira de Estudo do Álcool e Outras  Drogas (Abead), Sérgio de Paula Ramos, concorda que a punição mai severa  aos comerciantes de São Paulo pode contribuir para reverter o curso da  dependência instalada antes dos 18 anos.</p>
<p style="text-align: justify">“A neurociência já demonstrou que o <a href="http://saude.ig.com.br/cerebro/"><strong>cérebro</strong></a> demora 21 anos para amadurecer plenamente. A última parte a ficar pronta é a que controla a impulsividade”, diz Ramos.</p>
<p style="text-align: justify">“O beber precoce detona o percurso de amadurecimento cerebral. Se a  pessoa tem o primeiro contato com o álcool aos 21 anos, o risco de  tornar-se alcoolista é de 9%. Se o início é aos 13 de idade – a média de  início ao acesso dos brasileiros ao álcool, conforme atestou uma  pesquisa do Ibope feita no ano passado – a chance de virar um dependente  é ampliada para 50%”, diz.</p>
<p style="text-align: justify">Para o pesquisador da Abead a internação compulsória dos que  desenvolvem esta dependência – aos moldes do programa já em curso no Rio  de Janeiro – é outra medida consistente.</p>
<p style="text-align: justify">“É preciso que o jovem conte com cérebros auxiliares já maduros, como  o dos seus pais, professores, profissionais de saúde&#8221;, acredita Ramos.</p>
<p style="text-align: justify">&#8220;O recurso (da internação involuntária) é importante, pois facilita a  ação do médico com este dependente. Hoje, para internar a pessoa  dependente crônica é preciso aprovação do juiz. Tenho 37 anos de  experiência com dependentes químicos e, até hoje, nunca recebi uma  negativa judicial. Autorizar este trabalho do médico é facilitar o  caminho.”</p>
<p style="text-align: justify"><strong>Trabalho em rede</strong></p>
<p style="text-align: justify">No início de junho, a decisão da prefeitura do Rio de Janeiro de <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/rj/internacao+compulsoria+de+menores+dependentes+abre+polemica+no+rio/n1596995724367.html">internar involuntariamente os meninos e meninas em situação de rua abriu polêmica entre especialistas no tema</a>.</p>
<p style="text-align: justify">Seja com o consentimento ou não do dependente, os médicos e  estudiosos da dependência química não discordam que a internação é a  última alternativa no tratamento médico, que é preciso existir uma rede  de ambulatórios que dê conta de atender os casos menos graves e que uma  fiscalização efetiva do exercícios dos profissionais de saúde coibiria  abusos de hospitalizações desnecessárias.</p>
<p style="text-align: justify">Para o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, é preciso mais do que  apenas ampliar o número de serviços voltados ao usuário de álcool e  drogas, seja ele de qualquer idade. Em entrevista ao <strong>iG</strong>,  ele diz que atualmente “o tratamento da dependência química é uma  dúvida no mundo todo. Todos os protocolos de tratamento, sejam  farmacológicos ou não têm uma taxa relativa baixa de sucesso.”</p>
<p style="text-align: justify">“Acabamos de conversar sobre as novas diretrizes da política de  enfrentamento de álcool e drogas. Temos de reorganizar os serviços de  saúde para enfrentar essa situação. Precisamos ter uma rede que tenha  serviços diferentes para situações diferentes. Qualquer proposta de  organização do serviço que proponha um enfrentamento único está fadada  ao fracasso.”</p>
<p style="text-align: justify"><em>* Colaboraram Leoleli Camargo e Priscilla Borges</em></p>
<p><em>Fonte: <a href="http://saude.ig.com.br/minhasaude/por+dia+21+jovens+sao+internados+por+uso+de+alcool+e+droga/n1597111606737.html">iG Saúde</a></em></p>
<p>Temos como intuito postar notícias e artigos relevantes que foram                divulgadas pela mídia e são de interesse deste blog. E por isso     este            texto foi retirado na íntegra da fonte acima citada,      portanto,       pertencem     a ela todos os créditos autorais.</p>

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		<title>Após mudar lei, Nova York tem 823 casamentos gays em um dia</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Aug 2011 11:12:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Protagonismo Juvenil e Educação Entre Pares</dc:creator>
				<category><![CDATA[casamento gay]]></category>
		<category><![CDATA[casamento]]></category>
		<category><![CDATA[união]]></category>

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		<description><![CDATA[O primeiro dia em que os casais gays puderam oficializar sua união em Nova York foi de recorde na cidade mais conhecida do Estado. No total, foram celebrados 823 casamentos em Nova York, superando a marca anterior, 621, registrada no Dia dos Namorados em 2003. No cartório em Manhattan, as filas tinham mais de um quarteirão quase duas horas depois do início do funcionamento e dezenas de pessoas aguardavam os casais na saída com direito a chuvas de arroz e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro dia em que os casais gays  puderam oficializar sua união em Nova York foi de recorde na cidade mais  conhecida do Estado. No total, foram celebrados 823 casamentos em Nova  York, superando a marca anterior, 621, registrada no Dia dos Namorados  em 2003.</p>
<p>No cartório em Manhattan, as filas tinham mais de um quarteirão quase  duas horas depois do início do funcionamento e dezenas de pessoas  aguardavam os casais na saída com direito a chuvas de arroz e confete,  além de gritos entusiasmados -apesar do calor de mais de 30 graus  Celsius e da chuva que chegou a ameaçar.</p>
<p>&#8220;Nós fomos umas das primeiras a chegar&#8221;, disse Nancy Mertzel, ao ser  questionada se ela e a companheira, Yolanda Potansiski, temeram chegar  atrasadas e ter que adiar o casamento.</p>
<p>Para Michael Johnson que está junto com Michael Roberts há 30 anos, a  legalização da união faz uma &#8220;diferença enorme&#8221;. &#8220;É uma segurança&#8221;,  disse ele, um dos primeiros a se casar ontem.</p>
<p>Nova York aprovou em junho lei que autoriza a união gay; é o sexto  Estado nos EUA, além do Distrito de Columbia. Pesquisas mostram que mais  da metade dos americanos aprova o casamento homossexual.</p>
<p>Fonte:   <strong>Folha de S.Paulo</strong> , via <a href="http://www.agenciaaids.com.br/noticias/interna.php?id=17373">Agência de Notícias da Aids</a></p>
<p>Temos como intuito postar notícias e artigos relevantes que foram               divulgadas pela mídia e são de interesse deste blog. E por isso    este            texto foi retirado na íntegra da fonte acima citada,     portanto,       pertencem     a ela todos os créditos autorais.</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JT3nSCtQfVIApa-IIzPYuXGGl8c/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JT3nSCtQfVIApa-IIzPYuXGGl8c/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
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		<title>Segundo pesquisa, sociedade argentina é machista, racista e xenófoba</title>
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		<comments>http://blog.opovo.com.br/propares/segundo-pesquisa-sociedade-argentina-e-machista-racista-e-xenofoba/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 30 Jul 2011 11:21:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Protagonismo Juvenil e Educação Entre Pares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs O POVO]]></category>

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		<description><![CDATA[A sociedade argentina é machista, racista e xenófoba, segundo a opinião de oito em cada dez jovens de 13 a 18 anos revelada em uma pesquisa feita pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), cujos resultados foram publicados nesta sexta-feira pela imprensa de Buenos Aires. A pesquisa mostra que sete em cada dez adolescentes foram testemunhas de casos de discriminação nas escolas, enquanto 40% se declararam vítimas de assédio ou segregação por seu aspecto físico ou razões raciais, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A sociedade argentina é machista, racista e  xenófoba, segundo a opinião de oito em cada dez jovens de 13 a 18 anos  revelada em uma pesquisa feita<a rel="attachment wp-att-2673" href="http://blog.opovo.com.br/propares/segundo-pesquisa-sociedade-argentina-e-machista-racista-e-xenofoba/machista/"><img class="alignright size-full wp-image-2673" src="http://blog.opovo.com.br/propares/files/2011/07/machista.jpg" alt="" width="136" height="143" /></a> pelo Fundo das Nações Unidas para a  Infância (Unicef), cujos resultados foram publicados nesta sexta-feira  pela imprensa de Buenos Aires.</p>
<p>A pesquisa mostra que sete em cada  dez adolescentes foram testemunhas de casos de discriminação nas  escolas, enquanto 40% se declararam vítimas de assédio ou segregação por  seu aspecto físico ou razões raciais, entre outros motivos.</p>
<p>Para  65% dos entrevistados, os imigrantes bolivianos são os mais  discriminados pela sociedade argentina, e 20% justificaram o preconceito  afirmando que ocorre &#8220;porque nem todos são iguais&#8221;.</p>
<p>Já 39% apontaram a discriminação de imigrantes paraguaios como a mais pronunciada e 34%, a de peruanos.</p>
<p>O  machismo, a xenofobia e o racismo foram denunciados por mais de 80% dos  900 jovens consultados em sete províncias, entre elas as mais povoadas  da Argentina, segundo o Unicef, que realiza atualmente uma campanha para  combater a discriminação na Copa América, que começou no país no dia 1º  de julho.</p>
<p>Para 50% dos adolescentes, existe discriminação pela &#8220;cor de pele&#8221;, 48% pelo tamanho, peso e aspecto físico e 41% pela pobreza.</p>
<p>O  que mais chama a atenção na pesquisa é que a homossexualidade e as  deficiências físicas deixaram de estar entre os principais motivos de  marginalização social, afirmou Andrés Franco, diretor do Unicef  Argentina.</p>
<p>Franco também destacou o fato de que as pessoas que  mais discriminam são colegas e amigos da vítima, e &#8220;nem sempre se trata  de atos de má fé&#8221;, mas de atitudes aprendidas no entorno social.</p>
<p>As  comunidades de bolivianos, paraguaios e peruanos são as mais numerosas  entre os estrangeiros residentes na Argentina, cujas províncias de  Córdoba e Mendoza aparecem como as de maior discriminação social do  país.</p>
<p>Lionel Messi, ídolo da seleção da Argentina, e Diego  Forlán, estrela do Uruguai, são os embaixadores da campanha contra a  discriminação infantil do organismo da ONU.</p>
<p>Fonte: EFE, via<a href="http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/efe/2011/07/15/segundo-pesquisa-sociedade-argentina-e-machista-racista-e-xenofoba.jhtm"> site Uol</a></p>
<p>Temos como intuito postar notícias e artigos relevantes que foram               divulgadas pela mídia e são de interesse deste blog. E por isso    este            texto foi retirado na íntegra da fonte acima citada,     portanto,       pertencem     a ela todos os créditos autorais.</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FUxiXT13ISjLWS0rIJ34HWlHLAs/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FUxiXT13ISjLWS0rIJ34HWlHLAs/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FUxiXT13ISjLWS0rIJ34HWlHLAs/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/FUxiXT13ISjLWS0rIJ34HWlHLAs/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Propares/~4/6l2Wz8leLtk" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Acordo para genéricos anti-HIV exclui Brasil</title>
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		<comments>http://blog.opovo.com.br/propares/acordo-para-genericos-anti-hiv-exclui-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Jul 2011 11:30:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Protagonismo Juvenil e Educação Entre Pares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs O POVO]]></category>

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		<description><![CDATA[Em notícia publicada neste sábado, o jornal Folha de S.Paulo ressaltou que o Brasil foi excluído do primeiro acordo assinado entre uma farmacêutica privada e o Pool de Patentes de Medicamentos. O contrato autoriza a produção e a comercialização de genéricos de remédios contra a aids, o que possibilita que seus preços caiam. Representantes de organizações humanitárias ouvidos pela Agência de Notícias da Aids na semana passada também lamentaram a `exclusão` do Brasil. Leia aqui. O pool é uma fundação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em notícia publicada neste sábado, o jornal <em>Folha de S.Paulo</em> ressaltou que o Brasil foi excluído do primeiro acordo assinado entre  uma farma<a rel="attachment wp-att-2677" href="http://blog.opovo.com.br/propares/acordo-para-genericos-anti-hiv-exclui-brasil/aids-2/"><img class="alignright size-full wp-image-2677" src="http://blog.opovo.com.br/propares/files/2011/07/aids.jpg" alt="" width="181" height="144" /></a>cêutica privada e o Pool de Patentes de Medicamentos. O  contrato autoriza a produção e a comercialização de genéricos de  remédios contra a aids, o que possibilita que seus preços caiam.  Representantes de organizações humanitárias ouvidos pela <strong>Agência de Notícias da Aids</strong> na semana passada também lamentaram a `exclusão` do Brasil. Leia <a href="http://www.agenciaaids.com.br/noticias/interna.php?id=17289"><strong>aqui.</strong></a></p>
<p>O pool é uma fundação autônoma financiada pela Unitaid, organismo criado  há cinco anos com apoio do Brasil para facilitar o tratamento contra o  vírus HIV, a malária e a tuberculose, principalmente em países pobres.  Cada um dos 29 países doadores contribui de uma forma para o fundo.</p>
<p>No Brasil, uma lei recém-aprovada autoriza o governo a doar US$ 2 à  Unitaid por passageiro que embarque para o exterior (US$ 12 milhões por  ano). Por impedimento legal, o país não cobrará a taxa dos viajantes,  como fez a França, por exemplo.</p>
<p>O acordo entre o pool e a americana Gilead autoriza fabricantes indianos  a produzir genéricos de três drogas antiaids e de uma combinação dos  três. A empresa receberá royalties de 3% a 5% das vendas.</p>
<p>O número de países com acesso a esses genéricos vai de 99 a 111,  dependendo da substância. Além do Brasil, ficaram de fora China, México,  o norte da África e quase todos os sul-americanos, exceto Bolívia e  Equador. A maioria dos excluídos está no grupo que o Banco Mundial  classifica como de &#8220;renda média alta&#8221;, com renda per capita entre US$  3.976 e US$ 12.275 anuais.</p>
<p>Para ter acesso aos genéricos, eles deverão negociar preços com a  empresa ou fazer o licenciamento compulsório, previsto pela Organização  Mundial do Comércio.</p>
<p><strong>CRÍTICAS</strong></p>
<p>A exclusão foi criticada por grupos que lidam com acesso à saúde.  Segundo eles, foram contrariados dois princípios do pool: que todos os  países em desenvolvimento sejam beneficiados e que não exista restrição  não técnica à fabricação. &#8220;Fabricantes da Tailândia e do Brasil, que têm  capacidade de produzir, foram deixados de fora. O acordo dificulta a  redução de preços via concorrência ao limitar a fabricação a um país, a  Índia&#8221;, disse a ONG Médicos sem Fronteiras.</p>
<p>Um manifesto de 70 entidades latino-americanas, incluindo a Abia  (Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS), qualificou o contrato  de &#8220;frustrante&#8221;.</p>
<p>O sanitarista Paulo Roberto Teixeira, do conselho administrativo do  pool, diz que está &#8220;ciente das limitações do acordo&#8221;, mas o defende:  &#8220;Ele cobre mais de 80% da epidemia&#8221;, afirma. Ele lembra que o pool é só  um dos mecanismos da campanha de acesso às drogas. &#8220;O acordo não  interfere no direito de outros países de adotar salvaguardas para a  produção de genéricos&#8221;.</p>
<p>Teixeira afirma que o contrato deixa aberta a possibilidade de que mais  países ou consórcios de países beneficiados consigam permissão para  fabricar genéricos dos remédios da Gilead, ao lado da Índia.</p>
<p>Fonte: Agência de Notícias da Aids</p>
<p>Temos como intuito postar notícias e artigos relevantes que foram               divulgadas pela mídia e são de interesse deste blog. E por isso    este            texto foi retirado na íntegra da fonte acima citada,     portanto,       pertencem     a ela todos os créditos autorais.</p>

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		<item>
		<title>Início da vida sexual deve acontecer quando jovem se sentir preparado, explica Jairo Bouer, colunista da Folhateen</title>
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		<comments>http://blog.opovo.com.br/propares/inicio-da-vida-sexual-deve-acontecer-quando-jovem-se-sentir-preparado-explica-jairo-bouer-colunista-da-folhateen/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 Jul 2011 01:12:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Protagonismo Juvenil e Educação Entre Pares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs O POVO]]></category>

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		<description><![CDATA[Esperar ou não: eis a questão Em um Brasil em que metade dos garotos e um terço das garotas já tiveram uma relação sexual completa antes dos 15 anos, que lugar sobra para aqueles que decidem esperar? Muitos reclamam que até sofrem pressão dos colegas para que comecem logo a fazer sexo. A reportagem de capa do Folhateen desta semana traz uma faceta interessante dessas pessoas. Dentro da comunidade cristã, que defende o sexo só depois do casamento, uma parte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img src="http://www.agenciaaids.com.br/usermedia/images/jovemcamisinha%281%29.jpg" alt="" width="128" height="158" align="left" />Esperar ou não: eis a questão</strong></p>
<p>Em um Brasil em que metade dos garotos e um terço das garotas já tiveram  uma relação sexual completa antes dos 15 anos, que lugar sobra para  aqueles que decidem esperar? Muitos reclamam que até sofrem pressão dos  colegas para que comecem logo a fazer sexo.</p>
<p>A reportagem de capa do Folhateen desta semana traz uma faceta  interessante dessas pessoas. Dentro da comunidade cristã, que defende o  sexo só depois do casamento, uma parte dos jovens segue à risca os  preceitos e aguarda para ter sua primeira vez. Mas um problema real nos  dias de hoje é que os casamentos têm acontecido mais tarde do que nas  gerações anteriores, o que pode tornar essa espera mais longa e difícil.</p>
<p>Mas essa não é a única realidade entre os jovens da comunidade cristã.  Há uma parte dos fiéis que inicia sua vida sexual bem antes disso,  provavelmente perto da média do país (14-15 anos para garotos e 15-16  para garotas) e acaba lidando com eventuais questões religiosas de um  modo próprio.</p>
<p>A religião é um dos principais motivos para o adiamento da primeira vez,  mas há outros, como o desejo de esperar pelo parceiro ideal, o medo, a  pressão da família, a sensação de falta de preparo, vergonha do corpo,  timidez etc. Todos esses fenômenos, mais comuns nas meninas, podem fazer  com que elas reflitam melhor sobre sua decisão.</p>
<p>Já alguns fatores parecem antecipar ainda mais a primeira experiência. A  bebida, o cigarro, experiências com drogas, ter saído da escola muito  cedo, conflitos familiares importantes, problemas de autoestima, tudo  isso pode fazer com que o sexo aconteça mais cedo, em uma tentativa, às  vezes desesperada, de se sentir desejada e querida por alguém.</p>
<p>Mais importante do que uma data certa para o início da vida sexual é que  a decisão seja tomada por iniciativa própria, com tranquilidade. Nada  de ceder às pressões dos amigos e parceiros. Cada um tem seu tempo! E o  respeito à decisão de cada um, independentemente de ser uma escolha  religiosa ou não, é fundamental. É isso!</p>
<p>Fonte:   <strong>Folha de S.Paulo</strong> , via portal da<a href="http://www.agenciaaids.com.br/noticias/interna.php?id=17376"> Agência de Notícias da Aids</a></p>
<p>Temos como intuito postar notícias e artigos relevantes que foram               divulgadas pela mídia e são de interesse deste blog. E por isso    este            texto foi retirado na íntegra da fonte acima citada,     portanto,       pertencem     a ela todos os créditos autorais.</p>

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		<title>Álcool e mulheres, uma combinação devastadora</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jul 2011 13:42:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Protagonismo Juvenil e Educação Entre Pares</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs O POVO]]></category>

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		<description><![CDATA[A atriz Barbara Paz fez o papel da modelo drunkoréxica: bebida no lugar da comida Na novela &#8220;Viver a Vida&#8221;, exibida recentemente pela Rede Globo, duas situações antagônicas podiam ser vistas em cena: de um lado, o merchandising escancarado de bebidas, uma vez que o protagonista Marcos (José Mayer) vivia com um copo na mão, e , de outro, a personagem Renata (Bárbara Paz), uma modelo alcoólatra e anoréxica, com penteado emprestado da cantora Amy Winehouse. O exemplo da ficção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><a title="A atriz Barbara Paz fez o papel da modelo drunkoréxica: bebida no lugar da comida" rel="lightbox-foto" href="http://i0.ig.com/fw/ei/zi/y3/eiziy3asjdd94tt34f4snrz62.jpg"><img class="alignright" src="http://i0.ig.com/fw/ev/mu/nm/evmunmsg90oxqvmf32ftglmub.jpg" alt="" width="316" height="421" /></a></p>
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<p>A atriz Barbara Paz fez o papel da modelo drunkoréxica: bebida no lugar da comida</p>
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</div>
<p>Na novela &#8220;Viver a Vida&#8221;, exibida recentemente pela Rede  Globo, duas situações antagônicas podiam ser vistas em cena: de um lado,  o merchandising escancarado de bebidas, uma vez que o protagonista  Marcos (José Mayer) vivia com um copo na mão, e , de outro, a personagem  Renata (Bárbara Paz), uma modelo alcoólatra e anoréxica, com penteado  emprestado da cantora Amy Winehouse. O exemplo da ficção ilustra o que  ocorre na vida real.</p>
<p>O psiquiatra Carlos Salgado, presidente da Associação Brasileira de  Estudos do Álcool e outras Drogas (Abead), alerta sobre a tolerância à  bebida. &#8220;Bebendo e repetindo padrões e valores dos 52% de brasileiros  que bebem, as mulheres garantem o mercado da bebida em nosso país. Não é  só no comercial bem humorado que elas fazem presença. É também na  elegância discreta das rodas sociais e familiares que a indústria da  bebida as tem como ponta de lança. Ao beber, as mulheres realizam o  desejo de empresários ambiciosos e legitimam o álcool como bem  incontestável, o que é uma deslavada mentira.&#8221;</p>
<p>Drunkorexia, segundo a psiquiatra Patricia Hochgraf, do Programa de  Atenção à Mulher Dependente Química (Promud), do Instituto de  Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, é uma denominação sem  classificação médica. &#8220;O termo foi cunhado por um jornalista do The New  York Times. Seria como um subtipo da anorexia, que fica na fronteira  entre transtorno alimentar e dependência química.&#8221;</p>
<p>De acordo com a especialista, o abuso do álcool é mais comum entre  pessoas que comem compulsivamente. &#8220;Mas a parcela com anorexia bebe de  barriga vazia, troca as calorias da comida pelas calorias vazias do  álcool. Não comer acaba sendo uma espécie de compensação para poder  beber depois. Há também quem use o álcool para tirar a fome, como se  fosse uma técnica emagrecedora. Não basta uma latinha de cerveja, mas  muitas.&#8221; Ela observa que o organismo da mulher é diferente. &#8220;Há uma  concentração maior de gordura e menor de água e desidrogenase, enzima  que metaboliza o álcool e protege o fígado contra seus efeitos nocivos&#8221;,  alerta.</p>
<p>Anorexia e dependência química são dois problemas graves e distintos,  a serem tratados a longo prazo, contando-se recaídas, diz a  especialista. O tratamento é feito com terapia comportamental e  acompanhamento nutricional para controle do transtorno alimentar e do  alcoolismo, o que exige trabalhos de grupo, reuniões do Alcoólicos  Anônimos e avaliações clínicas.</p>
<p>Para Maria Del Rosario, médica nutróloga e diretora da Associação  Brasileira de Nutrologia (Abran), o consumo de álcool estaria ligado a  uma maior aceitação social. &#8220;Esta realidade é comum entre homens e  mulheres de 18 a 25 anos, sendo mais vulneráveis as estudantes  universitárias. Estudos apontam um porcentual de 35% de abuso de álcool  na bulimia nervosa, e 25% na anorexia nervosa.&#8221; Segundo ela, em geral,  as meninas começam a beber de brincadeira, aumentando as doses a ponto  de se tornarem dependentes.</p>
<p>Os graves distúrbios alimentares, que podem ser decorrentes da  drunkorexia, provocam complicações cardiovasculares, digestivas,  endócrinas, hematológicas e ósseas. Desnutrição, desidratação,  hipoglicemia e confusão mental também podem estar presentes no quadro.  &#8220;O efeito do álcool é devastador, causando complicações  gastrointestinais, hepáticas, neurológicas e psiquiátricas.&#8221;</p>
<p>As consequências, informa a nutróloga, são distúrbios nutricionais  importantes, com mudanças orgânicas, como doenças neurológicas, anemia,  distúrbios menstruais, alterações da tireoide. Para prevenir, cabe aos  pais observarem o comportamento alimentar dos filhos.</p>
<p><strong>Web, um clube</strong></p>
<p>Vanessa Alckmin Reis, mestranda em tecnologias da comunicação pela  Universidade Federal de Juiz de Fora, abordou o tema em sua tese de  mestrado de 2009, intitulada Websites Pró-ana e mia, redes sociais e  suas transformações. Em seu estudo, observa que o movimento pró-anorexia  e pró-bulimia surgiu na internet em 2000, inicialmente nos Estados  Unidos e Inglaterra, espalhando-se rapidamente para outros países.</p>
<p>No Brasil, segundo o levantamento, os primeiros blogs surgiram em  2002. Dois anos depois, foram criadas comunidades virtuais para reunir  as bulímicas e anoréxicas, tanto aquelas que estão em tratamento quanto  as que querem continuar nessas condições. &#8220;Protegidas pelo anonimato, as  seguidoras da ‘ana’ e ‘mia’ (apelidos carinhosos dados,  respectivamente, a anorexia e bulimia), encontraram nos blogs, fóruns e  sites de relacionamentos lugares nos quais poderiam falar sobre uma  parte de suas vidas que, na maioria das vezes, é silenciosa: a relação  complicada com a alimentação e a imagem corporal.&#8221; Ainda segundo o  estudo, com idades entre 13 e 17 anos, as mulheres são a grande maioria  no universo dos distúrbios alimentares (os homens chegam a 10%).</p>
<p>Basta dar um giro pela internet para encontrar relatos sobre a  complicada relação com a comida e a imagem corporal. Para não caírem em  tentação, além de usarem frases de efeito &#8211; &#8220;coma para não morrer, mas  não viva para comer&#8221;, &#8220;morrer, lutando&#8221;-, anas e mias alimentam seus  blogs e páginas nas redes sociais com imagens de celebridades esquálidas  que admiram (&#8220;thinspiration&#8221;, como elas chamam), e fotos de  saboneteiras ossudas (collar bones).</p>
<p>Rigorosas com as calorias, trocam dicas de como perder peso  rapidamente, usando as siglas NF (no food) e LF (low food). Falam em  atingir metas irreais, como chegar aos 39, 40 quilos. Quando comem  demais depois de dias em jejum, sentem-se culpadas. Algumas mencionam o  uso de pulseiras em cores que distinguem as &#8220;anas&#8221; das &#8220;mias&#8221;. Uma delas  descreve no Orkut a utilidade do acessório: &#8220;olhe para sua pulseira e  lembre-se de que você é mais forte que um pedaço de bolo.&#8221;</p>
<p><strong>Mulheres bebem em jejum e usam a ressaca para driblar a fome, diz psicoterapeuta</strong></p>
<p>As causas que levam à drunkorexia são físicas, genéticas, familiares e  psicológicas, resume o psicoterapeuta Marco Tommaso. &#8220;Entre os fatores  desencadeantes, estão a valorização do corpo magro pela mídia e a  tolerância social à bebida.&#8221;</p>
<p>A faixa etária varia, mas concentra-se entre os 20 e 40 anos. A  característica principal desse grupo é a restrição calórica aos  alimentos em função da bebida alcoólica. Algumas alegam que o álcool  reduz a fome. Beber em jejum e usar a ressaca do dia seguinte à balada  como meio de driblar a fome são práticas frequentes.</p>
<p>&#8220;Muitas apresentam o ‘binge drinking’, episódios de compulsão por  bebida em curto período de tempo, podendo ou não provocar o vômito para  beber mais e evitar comida.&#8221; Marco Tommaso, que dá assistência  psicológica a duas agências de modelos, diz que adolescentes são  altamente influenciadas pela mídia. &#8220;De nada adiantam movimentos  anti-anorexia se, nas passarelas, o que se vê são modelos com medidas  irreais.&#8221;</p>
<p><strong>Drunkoréxicas</strong></p>
<p>Depois de ter tentado vários  regimes sem solução, Renata (nome fictício), de 16 anos, decidiu  radicalizar. Com 1,60 metro de altura e 55 quilos, quer chegar aos 46  quilos. &#8220;Faço como um amigo meu e como de três em três dias.&#8221;</p>
<p>Para despistar os pais, finge que come. Depois cospe a comida no  guardanapo e usa roupas largas. Seguindo a dieta que copiou de um blog,  só se alimenta de uma bolacha água e sal light pela manhã e muita água;  no almoço, alface, peito de peru e um iogurte com 30 calorias. No  jantar, uma fatia de pão integral, uma de queijo minas, três ou quatro  uvas. Se extrapola, toma laxante.</p>
<p>&#8220;Quando sinto tontura, como uma maçã pequena que coloco na bolsa para  emergências.&#8221; Renata sabe dos riscos, mas morre de nojo de ficar uma  &#8220;gordaaaa&#8221;. No fim de semana, não abre mão de beber algumas latinhas de  cerveja ou vodca ice. Prefere a bebida à comida.</p>
<p>Mari (nome fictício), 20 anos, universitária, às vezes acorda e toma  uma lata de cerveja em jejum para despistar a fome. A bebida, diz, é seu  ponto fraco. Faz cálculos mirabolantes para não abrir mão dela. &#8220;Se  estou deprimida, como tudo de forma compulsiva. Acho que é uma punição.  Quando estou bem, esqueço a comida.&#8221;</p>
<p>Fonte: <a href="http://delas.ig.com.br/saudedamulher/alcool+e+mulheres+uma+combinacao+devastadora/n1237727826174.html">Delas.ig</a></p>
<p>Temos como intuito postar notícias e artigos relevantes que foram              divulgadas pela mídia e são de interesse deste blog. E por isso   este            texto foi retirado na íntegra da fonte acima citada,    portanto,       pertencem     a ela todos os créditos autorais.</p>

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