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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;DEEBQX44fyp7ImA9WhRaFEk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4317608502239217697</id><updated>2012-02-17T00:44:10.037-02:00</updated><category term="magistrado" /><category term="shop time" /><category term="irpf" /><category term="constituição" /><category term="candidatos" /><category term="exagerada" /><category term="corte" /><category term="mws" /><category term="plano de saúde" /><category term="tribunal de justiça" /><category term="aple" /><category term="cf" /><category term="consumidor" /><category term="dvd" /><category term="defesa" /><category term="fisco" /><category term="iphone" /><category term="vara cível" /><category term="vínculo" /><category term="fazendas" /><category term="jus" /><category term="Jornal De Fato" /><category term="taxa" /><category term="FGTS" /><category term="indenização" /><category term="cadastro" /><category term="civil" /><category term="jornal" /><category term="direitos trabalhistas" /><category term="jurídico" /><category term="conju" /><category term="cdc" /><category term="mossoró" /><category term="stf" /><category term="caos" /><category term="tjsc" /><category term="união" /><category term="tjrn" /><category term="responsabilidade" /><category term="pro teste" /><category term="desconto indevido" /><category term="submarino" /><category term="multa" /><category term="inss" /><category term="aposentadoria" /><category term="ramirez" /><category term="defato" /><category term="aprovados" /><category term="nulo" /><category term="google" /><category term="sky" /><category term="procon" /><category term="emregatício" /><category term="Jornal Gazeta do Oeste; 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A empresa deve indenizar a autora, a título de danos materiais no valor de R$ 9.425,00, acrescidos de juros de 1% ao mês e correção monetária, contados a partir da data do evento e, a título de danos morais, a importância de R$ 20.000,00.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a autora, o contrato de ortodontia foi firmado com a empresa em 04/03/2004 e, uma vez feito o procedimento de correção, a autora passou a sofrer com intensas dores bucofaciais e cefaléias constantes, fazendo com que a mesma desse diversas entradas de urgência em hospitais. Após idas a oculistas e neurologistas, sem um diagnóstico satisfatório, dirigiu-se a outros ortodontistas, oportunidade em que foi constatado que “o procedimento ministrado na dentição da paciente estava sendo feito incorretamente”. Segundo os profissionais, o tratamento errado não só estava causando as intensas dores suportadas pela paciente como não conseguiria realizar a almejada correção ortodôntica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em sua contestação, a empresa argumentou que não adotou qualquer tipo de procedimento inaplicável ao caso da paciente e que possa lhe ter acarretado algum dano. Para a empresa, a autora, além de não colaborar com o tratamento oferecido, faltando muitas vezes às consultas, abandonou-o sem ter sido concluído. Para a clínica, há várias causas para as dores e incômodos que a autora alega ter sofrido, e que o tratamento ortodôntico não causa os referidos sintomas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em sua sentença, o magistrado citou o art. 14, do Código de Defesa do Consumidor: “O fornecedor de serviços responde, independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviços, bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua fruição e riscos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o magistrado, a clínica de ortodontia que não cumpre a contento o resultado esperado pelo paciente, conforme os padrões vigentes, há de responder pelo defeito do serviço. A responsabilidade só é excluída se a clínica comprovar a inexistência do defeito ou a culpa exclusiva do cliente ou de terceiro. Mas no caso em questão, a clínica não demonstrou nenhuma dessas excludentes, pois apenas apresentou um trabalho acadêmico e artigo que, em abstrato, supostamente dariam suporte aos seus argumentos. (Processo nº 0217974-90.2007.8.20.0001)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Fonte: TJRN&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4317608502239217697-8760576623563049940?l=protejaseusdireitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/O4gJ3Sn5Bvifn9-AHWiZvi55rjY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/O4gJ3Sn5Bvifn9-AHWiZvi55rjY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/O4gJ3Sn5Bvifn9-AHWiZvi55rjY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/O4gJ3Sn5Bvifn9-AHWiZvi55rjY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~4/oGa0QCS_csA" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/feeds/8760576623563049940/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/tratamento-ortodontico-incorreto-gera.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/8760576623563049940?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/8760576623563049940?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~3/oGa0QCS_csA/tratamento-ortodontico-incorreto-gera.html" title="Tratamento ortodôntico incorreto gera indenização" /><author><name>RAMIREZ AUGUSTO PESSOA FERNANDES (OAB/RN nº 4.234)</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_7Ym4XsoKw88/St8XKRqrZDI/AAAAAAAAAJo/1m8BAKtmZcQ/S220/3+x+4+-+Atual.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/tratamento-ortodontico-incorreto-gera.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D08MRXYzcSp7ImA9WhRaEkk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4317608502239217697.post-5040276932140158203</id><published>2012-02-14T16:56:00.000-02:00</published><updated>2012-02-14T16:58:04.889-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-14T16:58:04.889-02:00</app:edited><title>Médico pagará mais de R$ 55 mil por erro</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx1"&gt;Um  cirurgião plástico de Poços de Caldas, cidade da região Sudoeste de  Minas, terá de pagar indenizações por danos morais, materiais e  estéticos a uma paciente, em valores que somam R$ 55.550. O motivo é uma  mal-sucedida intervenção cirúrgica que ele realizou em uma mulher que,  com o procedimento, ao invés de resolver um problema estético no  abdômen, ficou com deformações físicas. A decisão, por unanimidade, é da  11ª. Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="tx1"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx1"&gt; R.S.E. contratou o médico L.R.C.A.P. para a realização de uma cirurgia  estética de retirada de gordura abdominal e redução da flacidez  (abdominoplastia), tendo se submetido a consultas e exames  pré-cirúrgicos para isso. Foi internada em 21 de outubro de 2003 e, após  a realização do procedimento, efetuado na clínica do cirurgião  plástico, ela desenvolveu um processo infeccioso, ficando acamada por  três meses, sem poder se movimentar ou se levantar, já que o abdômen  dela ficou aberto, O resultado foi que R.S.E., que na data da cirurgia  estava com 39 anos, sofreu deformações estéticas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="tx1"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx1"&gt; Diante disso, R.S.E. decidiu entrar na justiça pedindo reparação por  danos materiais, morais e estéticos, além dos custos de uma nova  cirurgia reparadora e lucros cessantes (valores referentes ao que teria  deixado de ganhar no período, por ter ficado impossibilitada de  trabalhar). Na 1ª. Instância, o pedido foi negado, pois o magistrado  julgou que não restou comprovada a ocorrência de infecção hospitalar e,  tampouco, a conduta negligente, imprudente ou imperita do médico. A  paciente resolveu, então, recorrer, indicando que não havia alvará  sanitário para funcionamento da clínica médica e que ela jamais omitiu  que era tabagista, como o médico alegou, ao querer imputar ao fumo as  complicações da cirurgia. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="tx1"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx1"&gt; Durante o processo, a mulher relatou que logo no primeiro dia de repouso  iniciou-se o processo infeccioso no local da intervenção, ocorrendo  necrose de tecidos próximos ao corte, o que a levou a ter de passar por  nova cirurgia, comparecendo à clínica do médico diariamente para que  fossem feitos os curativos necessários. Apesar disso, o processo  infeccioso foi se agravando dia após dia, com ocorrência de mau cheiro e  secreção intensa, ocasião em que o médico abandonou o tratamento.  R.S.E. declarou que, nesse momento, ela precisou recorrer a enfermeiros  vizinhos que, por uma atitude humanitária, faziam os curativos  diariamente. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="tx1"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx1"&gt; Em suas contestações, o cirurgião plástico alegou que foi a paciente  quem abandonou o tratamento, motivo pelo qual não foi possível realizar a  terceira cirurgia reparadora, como tinha sido acordado. Ressaltou que  sempre há risco cirúrgico, reiterando que a evolução nas complicações do  quadro da paciente só teria ocorrido em razão de ela ser tabagista,  fato que R.S.E. teria ocultado na consulta prévia. Alegou, assim, que  não teria ocorrido erro médico. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="tx1"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Obrigação de resultado &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx1"&gt; Ao avaliar os autos, o desembargador relator Marcos Lincoln observou que  no caso da atuação dos cirurgiões plásticos, pressupõe-se obrigação de  resultado, pois se trata de uma situação em que o profissional se  compromete a alcançar o resultado contratado, presumindo-se a culpa caso  não atinja esse objetivo. “Na cirurgia estética, o paciente pretende  melhorar algo que lhe desagrada encontrando-se, em tese, em perfeito  estado de saúde, sendo inadmissível que após a intervenção cirúrgica  encontre-se em condição pior”. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="tx1"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx1"&gt; O relator entendeu que compete ao profissional médico avaliar todos os  riscos antes de assumir a obrigação de resultado, a qual, pela própria  natureza do contrato, impõe o dever de indenizar o resultado danoso,  ainda que não haja imperícia, negligência ou imprudência. O  desembargador entendeu, também, ser perfeitamente possível a cumulação  de danos morais e estéticos, já que paciente foi profundamente atingida  em sua esfera psicológica e física. Em relação ao fato de a mulher ser  tabagista, o relator ressaltou que não ficou comprovado que o fumo tenha  sido a causa das complicações na cicatrização. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="tx1"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx1"&gt; Reformando a decisão de 1ª. Instância, o desembargador condenou o médico  a pagar R$ 20 mil à paciente, por danos estéticos, e R$ 30 mil por  danos morais, bem como o valor correspondente à cirurgia reparadora,  mediante a apresentação de orçamento feito por profissional à escolha de  R.S.E., pois a quebra da relação de confiança não permite que o próprio  cirurgião plástico realize o procedimento. Condenou-o, ainda, a pagar,  por danos materiais, R$ 5.550, valor correspondente ao preço que a  mulher pagou pela cirurgia mal-sucedida. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="tx1"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span id="tx1"&gt; Os desembargadores Wanderley Paiva e Selma Marques acompanharam o voto do relator. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span id="tx1"&gt;&lt;br /&gt;Processo n° 1.0518.04.071229-2/002(1)&lt;br /&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fonte: TJMG&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4317608502239217697-5040276932140158203?l=protejaseusdireitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6312ToiYgU1ozkGYD6pZhhrX8s0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/6312ToiYgU1ozkGYD6pZhhrX8s0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~4/uC52lPDxV6c" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/feeds/4938482748827662933/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/procon-autua-empresas-por-descumprir.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/4938482748827662933?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/4938482748827662933?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~3/uC52lPDxV6c/procon-autua-empresas-por-descumprir.html" title="Procon autua empresas por descumprir regras de atendimento" /><author><name>RAMIREZ AUGUSTO PESSOA FERNANDES (OAB/RN nº 4.234)</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_7Ym4XsoKw88/St8XKRqrZDI/AAAAAAAAAJo/1m8BAKtmZcQ/S220/3+x+4+-+Atual.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/procon-autua-empresas-por-descumprir.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0YEQ3szcSp7ImA9WhRaEUg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4317608502239217697.post-2924837673717616878</id><published>2012-02-13T16:50:00.000-02:00</published><updated>2012-02-13T16:51:42.589-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-13T16:51:42.589-02:00</app:edited><title>Longa espera em fila de banco deve ser indenizada</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;A espera em fila de atendimento bancário, por tempo exageradamente superior ao tempo máximo previsto na legislação municipal, por ferir o princípio da razoabilidade, é ato ilícito que faz nascer ao agente causador do dano o dever de reparar o ofendido. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Diante desse entendimento, a Sexta Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso não acolheu recurso interposto pela cooperativa Sicredi de Rondonópolis (212km a sul de Cuiabá), que em Primeira Instância foi condenada ao pagamento de cinco salários mínimos a título de danos morais a um cliente que esperou mais de 25 minutos na fila (Autos nº 32159/2011) Consta dos autos que o cliente ingressou no Sicredi no dia 27 de abril de 2009 às 11h54 e foi atendido às 12h53, ou seja, decorridos 59 minutos desde a entrada no estabelecimento. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segundo o artigo 2º, inciso I, da Lei Municipal nº 3.061/99, do Município de Rondonópolis, o atendimento bancário é limitado ao tempo máximo de 25 minutos. “Com efeito, aguardar quase uma hora para ser atendido pela instituição prestadora de serviço bancário, quando a normativa municipal limita tal serviço em 25 minutos fere, a mais não poder, o princípio da razoabilidade e, como tal, constitui ato ilícito passível de reparação moral pelo ofendido”, sustentou o relator, desembargador José Ferreira Leite. Em sua defesa, a apelante argumentou ter ocorrido um longo feriado antes da ocorrência do fato relatado. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;No entanto, o magistrado firmou entendimento que, além de não comprovada tal alegação, a própria legislação faz ressalva expressa quanto à razoabilidade do tempo de espera em véspera ou após feriados prolongados e, nestas situações, limita o atendimento em 40 minutos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Tendo em conta que o apelado permaneceu esperando por uma hora, vê-se, claramente, uma flagrante extrapolação do lapso temporal máximo previsto na Lei Municipal em referência, ensejando, com isso, a reparação por dano moral pretendida”, afirmou. Acompanharam o voto do relator os desembargadores Juracy Persiani (revisor) e Guiomar Teodoro Borges (vogal).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fonte: TJMT &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4317608502239217697-2924837673717616878?l=protejaseusdireitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/y4r8TrNOIb8WiOlPJOdA5X2pKhc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/y4r8TrNOIb8WiOlPJOdA5X2pKhc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/y4r8TrNOIb8WiOlPJOdA5X2pKhc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/y4r8TrNOIb8WiOlPJOdA5X2pKhc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~4/XXp-RnG16b0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/feeds/2924837673717616878/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/longa-espera-em-fila-de-banco-deve-ser.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/2924837673717616878?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/2924837673717616878?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~3/XXp-RnG16b0/longa-espera-em-fila-de-banco-deve-ser.html" title="Longa espera em fila de banco deve ser indenizada" /><author><name>RAMIREZ AUGUSTO PESSOA FERNANDES (OAB/RN nº 4.234)</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_7Ym4XsoKw88/St8XKRqrZDI/AAAAAAAAAJo/1m8BAKtmZcQ/S220/3+x+4+-+Atual.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/longa-espera-em-fila-de-banco-deve-ser.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkUGQ3s8eCp7ImA9WhRaEUg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4317608502239217697.post-7100077177261441723</id><published>2012-02-13T15:22:00.000-02:00</published><updated>2012-02-13T15:30:22.570-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-13T15:30:22.570-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="indenização" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sky" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="vara cível" /><title>Sky terá que pagar indenização por má prestação de serviço</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;A Justiça do Rio de Janeiro condenou a Sky Brasil a indenizar uma cliente por má prestação de serviço. A 4ª Câmara Cível determinou em R$ 3 mil o valor a ser ressarcido pelos danos morais causados.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Embora a cliente tenha contratado os serviços da empresa, os técnicos disponibilizados, que compareceram à sua residência, não conseguiram captar o sinal do aparelho. Ela, então, quis cancelar o contrato, mas foi informada de que deveria, antes, enviar o equipamento pelos correios para que o estorno pudesse ser efetuado. Entretanto, não foi o que aconteceu, e as cobranças continuaram a ser feitas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em primeira instância, a 2ª Vara Cível de São João de Meriti determinou o pagamento de R$ 3 mil por danos morais. A defesa da Sky recorreu da decisão, pedindo a reforma integral, ou alternativamente, da sentença.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O desembargador responsável pelo caso, Mario dos Santos Paulo, negou provimento à apelação, mantendo na íntegra a sentença proferida anteriormente.&lt;br /&gt;Citando a decisão da 2ª Vara Cível, o desembargador entendeu que “o correto e legalmente recomendável, seria a empresa realizar os testes de viabilidade técnica antes da contratação dos serviços, e não após”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por fim, entendeu que o montante indenizatório determinado era justo. Atendendo “aos princípios da razoabilidade e da proporcionalidade, sem perder de vista o caráter punitivo-pedagógico”, argumentou o desembargador.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://ultimainstancia.uol.com.br/conteudo/noticias/54964/sky+tera+que+pagar+indenizacao+por+ma+prestacao+de+servico.shtml?utm_source=twitterfeed&amp;amp;utm_medium=twitter"&gt;http://ultimainstancia.uol.com.br/conteudo/noticias/54964/sky+tera+que+pagar+indenizacao+por+ma+prestacao+de+servico.shtml?utm_source=twitterfeed&amp;amp;utm_medium=twitter&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4317608502239217697-7100077177261441723?l=protejaseusdireitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/O6LckxWf14hvY2yHUjk4dQbr-R0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/O6LckxWf14hvY2yHUjk4dQbr-R0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/O6LckxWf14hvY2yHUjk4dQbr-R0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/O6LckxWf14hvY2yHUjk4dQbr-R0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~4/k86n60eQZjU" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/feeds/7100077177261441723/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/sky-tera-que-pagar-indenizacao-por-ma.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/7100077177261441723?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/7100077177261441723?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~3/k86n60eQZjU/sky-tera-que-pagar-indenizacao-por-ma.html" title="Sky terá que pagar indenização por má prestação de serviço" /><author><name>RAMIREZ AUGUSTO PESSOA FERNANDES (OAB/RN nº 4.234)</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_7Ym4XsoKw88/St8XKRqrZDI/AAAAAAAAAJo/1m8BAKtmZcQ/S220/3+x+4+-+Atual.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/sky-tera-que-pagar-indenizacao-por-ma.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A04NRn06fSp7ImA9WhRaEU4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4317608502239217697.post-2304632283209521176</id><published>2012-02-13T11:32:00.000-02:00</published><updated>2012-02-13T11:33:17.315-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-13T11:33:17.315-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="multa" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="tjrn" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="coser" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="corte" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="energia" /><title>Cosern não deve interromper fornecimento de energia</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;O juiz em substituição legal da 12ª Vara Cível de Natal, Geomar Brito, determinou à Companhia Energética do Rio Grande do Norte (Cosern) que deixe de interromper o fornecimento de energia elétrica da residência de um morador de Natal em virtude de cobrança questionável. Em caso de descumprimento a empresa ficará sujeito à multa de R$ 500 por dia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O autor alegou, ao ingressar com o processo judicial, a existência de uma cobrança abusiva fruto de uma fatura que está em totalmente fora da média de consumo a que está habituado a pagar. Ele admitiu que o valor da fatura cobrada pela Cosern encontra-se em aberto, mas observou que não está obrigado a pagar o valor por entender que o mesmo é abusivo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Não pode a Cosern suspender os serviços de fornecimento de energia elétrica como forma de compelir o autor a adimplir a dívida questionada. A parte autora merece ter a sua pretensão de urgência acolhida pois, do contrário, poderá sofrer danos irreparáveis ou de difícil reparação”, destacou o magistrado. (Processo n.º: 0100181-57.2012.8.20.0001)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fonte: TJRN&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4317608502239217697-2304632283209521176?l=protejaseusdireitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VuFgjzO4OyPHn_BPRxrmzxIiWJo/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VuFgjzO4OyPHn_BPRxrmzxIiWJo/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VuFgjzO4OyPHn_BPRxrmzxIiWJo/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VuFgjzO4OyPHn_BPRxrmzxIiWJo/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~4/s8BkFWYgpzU" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/feeds/2304632283209521176/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/cosern-nao-deve-interromper.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/2304632283209521176?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/2304632283209521176?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~3/s8BkFWYgpzU/cosern-nao-deve-interromper.html" title="Cosern não deve interromper fornecimento de energia" /><author><name>RAMIREZ AUGUSTO PESSOA FERNANDES (OAB/RN nº 4.234)</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_7Ym4XsoKw88/St8XKRqrZDI/AAAAAAAAAJo/1m8BAKtmZcQ/S220/3+x+4+-+Atual.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/cosern-nao-deve-interromper.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEAERH8zeCp7ImA9WhRaEU4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4317608502239217697.post-7447831185972847912</id><published>2012-02-13T10:36:00.001-02:00</published><updated>2012-02-13T10:38:25.180-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-13T10:38:25.180-02:00</app:edited><title>Vivo é condenada a indenizar consumidores que tiveram prejuízo ao terem a linha clonada</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;Empresa também fica obrigada a adotar procedimentos preventivos contra a clonagem e a apresentar soluções sobre essas reclamações em até 48 horas&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Com base em Ação Civil Pública proposta pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), os Desembargadores da 9ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro condenaram a empresa de telefonia Vivo S/A a indenizar por danos morais e materiais os consumidores que tiveram prejuízo ao terem suas linhas clonadas indevidamente. De acordo com a decisão, a empresa também fica obrigada a adotar procedimentos preventivos contra a clonagem e a apresentar soluções sobre essas reclamações em até 48 horas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A ação foi proposta pelo titular da 3ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa do Consumidor e do Contribuinte, Carlos Andresano, a partir de informações encaminhadas pela Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) ao MPRJ sobre as queixas dos consumidores afetados, submetidos ao pagamento de ligações não efetuadas e ao bloqueio das linhas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;"A decisão do TJ-RJ é mais um reconhecimento da responsabilidade que possuem indistintamente os fornecedores de serviços em indenizar os consumidores por danos decorrentes de um risco gerado pelas atividades que prestam ao incorrerem na falta do dever objetivo de cuidado, que é imposto pela legislação consumerista e civil, sendo que, especificamente, os serviços públicos devem ser eficientes, adequados e, acima de tudo, seguros", explicou o Promotor de Justiça.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na decisão, o Desembargador Rogério de Oliveira Souza considerou os &lt;a href="http://premiumweb.jurid.com.br/?CODDOC=80030014" target="_blank"&gt;artigos 14&lt;/a&gt; (parágrafo 3º) e &lt;a href="http://premiumweb.jurid.com.br/?CODDOC=80030022" target="_blank"&gt;22&lt;/a&gt; do Código de Defesa do Consumidor, que apontam ser responsabilidade do fornecedor a prestação de serviço adequado, eficiente e seguro, mesmo que a clonagem seja causada por terceiros. Também foi considerado o laudo pericial que aponta não terem sido observados cuidados mínimos para se evitar a duplicação das linhas, como o procedimento de autenticação, no sistema da operadora.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;"Se o sistema operacional mantido pela empresa de telecomunicação permite que terceiro obtenha os dados de identificação da estação móvel realizando a replicação indevida de chamadas em prejuízo do consumidor, deve responder pelos prejuízos causados", descreve o acórdão.&lt;br /&gt;Inicialmente julgada improcedente, a ação foi vitoriosa em fase de recurso, com o apoio do Grupo Especial de Procuradores de Justiça da Tutela Coletiva, em segundo grau.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.linkedin.com/news?viewArticle=&amp;amp;articleID=5574287283135193094&amp;amp;gid=2066231&amp;amp;type=member&amp;amp;item=94592040&amp;amp;articleURL=http%3A%2F%2Fjornal%2Ejurid%2Ecom%2Ebr%2Fmaterias%2Fnoticias%2Fvivo-condenada-indenizar-consumidores-que-tiveram-prejuizo-ao-terem-linha-clonada%2Fidc%2F10912&amp;amp;urlhash=kHAC&amp;amp;goback=%2Egde_2066231_member_94592040"&gt;http://www.linkedin.com/news?viewArticle=&amp;amp;articleID=5574287283135193094&amp;amp;gid=2066231&amp;amp;type=member&amp;amp;item=94592040&amp;amp;articleURL=http%3A%2F%2Fjornal%2Ejurid%2Ecom%2Ebr%2Fmaterias%2Fnoticias%2Fvivo-condenada-indenizar-consumidores-que-tiveram-prejuizo-ao-terem-linha-clonada%2Fidc%2F10912&amp;amp;urlhash=kHAC&amp;amp;goback=%2Egde_2066231_member_94592040&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4317608502239217697-7447831185972847912?l=protejaseusdireitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_E__3CxIkz6pmsvf-lndSwXn7i4/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_E__3CxIkz6pmsvf-lndSwXn7i4/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_E__3CxIkz6pmsvf-lndSwXn7i4/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_E__3CxIkz6pmsvf-lndSwXn7i4/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~4/HUi0flnmkPE" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/feeds/7447831185972847912/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/vivo-e-condenada-indenizar-consumidores.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/7447831185972847912?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/7447831185972847912?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~3/HUi0flnmkPE/vivo-e-condenada-indenizar-consumidores.html" title="Vivo é condenada a indenizar consumidores que tiveram prejuízo ao terem a linha clonada" /><author><name>RAMIREZ AUGUSTO PESSOA FERNANDES (OAB/RN nº 4.234)</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_7Ym4XsoKw88/St8XKRqrZDI/AAAAAAAAAJo/1m8BAKtmZcQ/S220/3+x+4+-+Atual.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/vivo-e-condenada-indenizar-consumidores.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C04DRH87fip7ImA9WhRbGU0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4317608502239217697.post-1670559953135514125</id><published>2012-02-10T17:24:00.001-02:00</published><updated>2012-02-10T17:26:15.106-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-10T17:26:15.106-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="autora" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="iphone" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="aple" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="celular" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="procon" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="consumidor" /><title>Defeito oculto de produto dá direito à rescisão de contrato</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;Uma consumidora conseguiu na Justiça o direito de rescindir o contrato de compra de um celular Iphone realizado com a CM Comércio de Eletro Eletrônicos e a Apple Computer Brasil Ltda. As empresas deverão devolver, solidariamente, o valor pago pela cliente corrigido monetariamente. A decisão é do juiz do 2º Juizado Especial Cível de Santa Maria. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A autora narra nos autos que adquiriu o aparelho junto à operadora de telefonia celular no dia 19/7/2011 por R$ 999,00, pagos no cartão de crédito em 12 parcelas. Colocou o Iphone para carregar na tomada e, 24 h após a compra, percebeu que a bateria não carregava, o que impossibilitou o uso do aparelho. A consumidora tentou trocar o aparelho na loja onde adquiriu o produto e na própria fabricante Apple, mas não obteve êxito. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Decidiu registrar ocorrência no PROCON em 27/7 e mesmo assim continuou sem solução para o problema. Nesse ínterim, as parcelas do produto passaram a constar na fatura do cartão. Ajuizou ação na qual pediu a rescisão do contrato por ela assinado. Em contestação, ambas as rés sustentaram ilegitimidade passiva ao argumento de não possuírem relação jurídica material com a autora. Alegaram também incompetência do Juizado para julgar o caso pela complexidade do fato. A Apple defendeu a qualidade de seus produtos e afirmou que a responsabilidade pela reparação ou troca de aparelhos é das operadoras de telefonia celular, com as quais firmou contrato de exclusividade por não ter assistência técnica no Brasil. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na sentença, o magistrado rejeitou os argumentos da fabricante e explicou que o contrato firmado entre a Apple e as operadoras não vincula o consumidor. Segundo ele, o fornecedor e o fabricante respondem solidariamente pelo dano causado, conforme dispõe o artigo 25, §1º do Código de Defesa do Consumidor - CDC. O juiz ainda esclareceu: "O vício de qualidade (vício redibitório) é regido pelo artigo 18, parágrafo 1º, do CDC, o qual estabelece o prazo de 30 dias para o fornecedor sanar o problema". &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O referido artigo determina que se o vício não for sanado nesse prazo, pode o consumidor exigir, alternativamente a restituição imediata da quantia paga, monetariamente atualizada, sem prejuízo de eventuais perdas e dano. "Como a reclamação referente ao vício se deu em 27/7/2011 e, até a presente data, o problema não foi resolvido, impõe-se a rescisão contratual com a devolução do preço de aquisição, já que esta foi a medida pleiteada pelo consumidor/autor", concluiu o magistrado. Cabe recurso da decisão.Nº do processo: 2011.10.1.023757-5&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Fonte: TJDFT&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4317608502239217697-1670559953135514125?l=protejaseusdireitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hu_Pxz4Id7XbuOmCUdceo3mV2jA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hu_Pxz4Id7XbuOmCUdceo3mV2jA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hu_Pxz4Id7XbuOmCUdceo3mV2jA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hu_Pxz4Id7XbuOmCUdceo3mV2jA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~4/YGTOpat9jXY" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/feeds/1670559953135514125/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/defeito-oculto-de-produto-da-direito.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/1670559953135514125?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/1670559953135514125?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~3/YGTOpat9jXY/defeito-oculto-de-produto-da-direito.html" title="Defeito oculto de produto dá direito à rescisão de contrato" /><author><name>RAMIREZ AUGUSTO PESSOA FERNANDES (OAB/RN nº 4.234)</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_7Ym4XsoKw88/St8XKRqrZDI/AAAAAAAAAJo/1m8BAKtmZcQ/S220/3+x+4+-+Atual.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/defeito-oculto-de-produto-da-direito.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C08MRnc-fyp7ImA9WhRbGU0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4317608502239217697.post-7598378271417546487</id><published>2012-02-10T17:23:00.002-02:00</published><updated>2012-02-10T17:24:47.957-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-10T17:24:47.957-02:00</app:edited><title>Juiz determina que construtora entregue apartamento sem cobrar valor adicional</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;O juiz Antônio Francisco Paiva, da 17ª Vara Cível do Fórum Clóvis Beviláqua, determinou que a Porto Freire Engenharia e Incorporação Ltda. entregue apartamento comprado pelos irmãos M.A.S. e A.C.S.. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eles aderiram a um contrato de adesão de compra e venda de imóvel em janeiro de 2004. A entrega estava acertada para dezembro de 2009, mas a construtora não cumpriu o prazo.Conforme os autos (nº 513306-51.2011.8.06.0001/0), depois de diversos contatos com a empresa, os irmãos receberam a informação de que o apartamento seria entregue no decorrer do ano de 2011. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A construtora, no entanto, propôs entregar outro apartamento aos clientes, com as mesmas características, mas em outro bloco. Eles aceitaram a proposta, mas foi exigido o pagamento da diferença de R$ 9.135,75. O valor cobrado, segundo a Porto Freire, seria pelo fato de o bloco estar concluído e em condições de uso.Inconformados, os irmãos resolveram procurar a Justiça requerendo a antecipação da tutela no sentido de determinar a entrega imediata do imóvel sem a cobrança adicional. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao analisar o caso, o magistrado entendeu que ficou caracterizado o abuso de direito por parte da construtora, que condicionou a entrega do imóvel ao pagamento de um valor adicional, mesmo depois de mais de dois anos do prazo máximo para entrega do imóvel. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A decisão foi publicada no Diário da Justiça Eletrônico da última terça-feira (07/02).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Fonte: TJCE&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4317608502239217697-7598378271417546487?l=protejaseusdireitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/aHy2foai5U3a6awlsUbUmCPWJnI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/aHy2foai5U3a6awlsUbUmCPWJnI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/aHy2foai5U3a6awlsUbUmCPWJnI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/aHy2foai5U3a6awlsUbUmCPWJnI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~4/ZPKuK3EERf0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/feeds/7598378271417546487/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/juiz-determina-que-construtora-entregue.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/7598378271417546487?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/7598378271417546487?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~3/ZPKuK3EERf0/juiz-determina-que-construtora-entregue.html" title="Juiz determina que construtora entregue apartamento sem cobrar valor adicional" /><author><name>RAMIREZ AUGUSTO PESSOA FERNANDES (OAB/RN nº 4.234)</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_7Ym4XsoKw88/St8XKRqrZDI/AAAAAAAAAJo/1m8BAKtmZcQ/S220/3+x+4+-+Atual.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/juiz-determina-que-construtora-entregue.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C08ESXYyfCp7ImA9WhRbGU0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4317608502239217697.post-3018172293677538531</id><published>2012-02-10T17:21:00.002-02:00</published><updated>2012-02-10T17:23:28.894-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-10T17:23:28.894-02:00</app:edited><title>Valores descontados indevidamente por banco geram indenização</title><content type="html">&lt;p align="justify"&gt;Dois clientes do Banco Banco Industrial do Brasil S/A da cidade de São José de Campestre será indenizado, à título de indenização por dano moral, com um valor de R$ 8 mil, além do reembolso, em dobro, das parcelas descontadas indevidamente em seus benefícios, no valor R$ 106,00, por parte da instituição bancária. Motivo da condenação: os correntistas não efetuaram qualquer empréstimo com o banco.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Os autores da ação informaram nos autos processuais que foram surpreendidos com os descontos mensais por empréstimos no valor de R$ 106,00, sendo que não realizaram qualquer transação com aquele banco, motivo pelo qual requereram a concessão de liminar, a fim de que seja cancelado os valores descontados indevidamente e, no mérito, cancelamento do referido empréstimo, com devolução das quantias já descontadas em dobro, bem assim a condenação do banco em danos morais.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;O banco, por sua vez, alegou que "os descontos realizados nos benefícios dos requerentes decorrem de suposta fraude perpetrada por terceiros desconhecidos do requerido", atribuindo, nessa hipótese, culpa exclusiva dos requerentes.De acordo com o juiz Flávio Ricardo Pires de Amorim, nota-se, inicialmente, pelos documentos anexados aos autos, que não existe, a partir do extrato de histórico de crédito, dúvida quanto aos descontos do valor de R$ 106,00 no benefício dos autores. No caso, o banco não juntou nenhum documento que demonstrasse a licitude dos empréstimos, imputando aos autores culpa exclusiva pela ocorrência de suposta fraude.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Todavia, o banco não anexou ao processo nem o simples contrato realizado com os autores, aplicando-se, dessa forma, a regra geral de que cabe ao réu provar suas alegações, nos termos do art. 333, II, do Código de Processo Civil, uma vez que é impeditiva, modificativa e extintiva do direito do autor.Nesse sentido, o magistrado entendeu que houve culpa do banco na cobrança indevida de valores que os autores jamais contraíram, gerando dano moral na medida em que não só não receberam a quantia referente ao empréstimo, mas teve em seus benefícios os descontos realizados indevidamente. (Processo nº 0000411-62.2008.8.20.0153)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Fonte: TJRN&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4317608502239217697-3018172293677538531?l=protejaseusdireitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hzR8cZNaPOU0X5EIsnCEp5C0MsM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hzR8cZNaPOU0X5EIsnCEp5C0MsM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hzR8cZNaPOU0X5EIsnCEp5C0MsM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/hzR8cZNaPOU0X5EIsnCEp5C0MsM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~4/260x0ghn4e4" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/feeds/3018172293677538531/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/valores-descontados-indevidamente-por.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/3018172293677538531?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/3018172293677538531?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~3/260x0ghn4e4/valores-descontados-indevidamente-por.html" title="Valores descontados indevidamente por banco geram indenização" /><author><name>RAMIREZ AUGUSTO PESSOA FERNANDES (OAB/RN nº 4.234)</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_7Ym4XsoKw88/St8XKRqrZDI/AAAAAAAAAJo/1m8BAKtmZcQ/S220/3+x+4+-+Atual.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/valores-descontados-indevidamente-por.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0EMQ3gycCp7ImA9WhRbGU0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4317608502239217697.post-6773204815518338453</id><published>2012-02-10T17:19:00.003-02:00</published><updated>2012-02-10T17:21:22.698-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-10T17:21:22.698-02:00</app:edited><title>TJRN declara ilegal contrato de leasing de carro com juros acima de 12% ao ano</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;A Justiça do RN declarou nula toda cláusula dos contratos bancários de leasing que estipulem juros acima de 12% ao ano.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ele incluiu ainda a proibição de anatocismo (juro cobrado sobre juros vencidos não pagos).&lt;br /&gt;O processo foi interposto por uma cliente que celebrou fez um contrato de leasing com um banco para aquisição de um Fiato Doblo, tomando empréstimo no valor de R$ 41.229,12, para pagamento em 48 prestações mensais de R$ 850,14.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entre outras coisas, o autor da ação declarou que os encargos cobrados pela empresa vêm acarretando prejuízos para a sua manutenção própria e de sua família e pediu a revisão contratual das taxas e consequente deferimento quanto ao pedido de antecipação de tutela para que o automóvel seja mantido em sua posse, além de autorizar a consignação em pagamento. O banco também está proibido de incluir seus dados no SPC e SERASA.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O juiz deferiu o pedido e enfatizou que em caso de descumprimento a empresa está sujeita à multa de R$ 500 por cada dia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fonte: TJRN&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4317608502239217697-6773204815518338453?l=protejaseusdireitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vg4Isli41-xRh59V6YuGa3QNiQ0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vg4Isli41-xRh59V6YuGa3QNiQ0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vg4Isli41-xRh59V6YuGa3QNiQ0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vg4Isli41-xRh59V6YuGa3QNiQ0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~4/YjAYKWKIbkg" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/feeds/6773204815518338453/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/tjrn-declara-ilegal-contrato-de-leasing.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/6773204815518338453?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/6773204815518338453?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~3/YjAYKWKIbkg/tjrn-declara-ilegal-contrato-de-leasing.html" title="TJRN declara ilegal contrato de leasing de carro com juros acima de 12% ao ano" /><author><name>RAMIREZ AUGUSTO PESSOA FERNANDES (OAB/RN nº 4.234)</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_7Ym4XsoKw88/St8XKRqrZDI/AAAAAAAAAJo/1m8BAKtmZcQ/S220/3+x+4+-+Atual.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/tjrn-declara-ilegal-contrato-de-leasing.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEUBSXkyeyp7ImA9WhRbF08.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4317608502239217697.post-2914117569441874693</id><published>2012-02-08T15:30:00.000-02:00</published><updated>2012-02-08T15:30:58.793-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-08T15:30:58.793-02:00</app:edited><title>TJ mantém condenação da TAM por danos morais e materiais</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por unanimidade, a 5ª Câmara Cível negou provimento à Apelação Cível nº 2011.037137-4 interposta por TAM Linhas Aéreas em face de B.C. de C. contra sentença proferida na Comarca de Campo Grande que julgou parcialmente procedente a ação de indenização por danos materiais e morais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Consta nos autos que, no dia 3 de junho de 2010, B.C. de C. adquiriu por meio do site da empresa uma passagem aérea com destino a Miami, com conexão em Manaus, para a data de 25 de agosto de 2010. Ao realizar o check-in foi informada que não havia confirmação da compra da passagem. A autora afirmou que foi compelida a adquirir outra passagem na loja que a empresa mantém no aeroporto com preço superior ao pago anteriormente. Embora tenha solicitado pagamento parcelado, a funcionária fez a compra em parcela única, comprometendo o valor destinado às suas despesas durante a viagem.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A TAM foi condenada a pagar a B.C. de C. indenização por danos materiais no valor de R$ 641,42 bem com danos morais fixados em R$ 10.000,00. Em seu apelo, a companhia aérea alega que é parte ilegítima para figurar no pólo passivo da ação porque a reserva da passagem não foi confirmada por falta do repasse do valor pela instituição financeira, quem, na opinião da TAM, deveria ser responsável pela reclamação da autora.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além disso, a empresa área afirma que o valor dos danos morais não é cabível, argumentando que não houve abalo na reputação ou constrangimento à passageira, tratando-se de situação de mero aborrecimento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sobre o argumento da TAM de que a passagem aérea somente não foi emitida porque houve falta de repasse da instituição financeira, o relator do processo , Des. Júlio Roberto Siqueira Cardoso, afirma que a apelada comprovou a relação jurídica com a empresa aérea por meio do boleto bancário que tem como cedente TAM Linhas Aéreas S/A Com. Eletrônico e como sacado B.C. de C., boleto que se refere à compra da primeira passagem aérea.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O relator destacou que “mesmo que houvesse prova quanto à falta de repasse da instituição financeira à TAM, a apelante continuaria no pólo passivo da ação, por ser a sua responsabilidade de natureza objetiva; conforme o bom saber do magistrado de 1º grau, que aplicou as disposições do artigo 14 do Código de Defesa do Consumidor”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Conforme o relator, não cabe à TAM discutir o dano moral, tampouco o dano material, pois ficou comprovado que a passageira só conseguiu embarcar mediante a compra de outra passagem aérea com valor muito superior ao primeiro bilhete, devendo assim ser ressarcida pelo dano material. Além disso, continuou o relator, “como qualquer homem médio nessa situação, a consumidora teve seu íntimo provocado, insurgindo-lhe sentimentos de insegurança, revolta, impotência, angústia e aflição”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para o desembargador, a sentença de 1º grau não merece reparos. Quanto ao valor fixado a título de danos morais, o relator entendeu como justa a quantia estipulada pelo juízo de 1º grau. Com isso, a sentença foi mantida em sua íntegra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: TJMS&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4317608502239217697-2914117569441874693?l=protejaseusdireitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pcVgtIfMqKVeDtdKau_6ZNc5DC4/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pcVgtIfMqKVeDtdKau_6ZNc5DC4/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pcVgtIfMqKVeDtdKau_6ZNc5DC4/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pcVgtIfMqKVeDtdKau_6ZNc5DC4/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~4/mjCWxBnSNoU" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/feeds/2914117569441874693/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/tj-mantem-condenacao-da-tam-por-danos.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/2914117569441874693?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/2914117569441874693?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~3/mjCWxBnSNoU/tj-mantem-condenacao-da-tam-por-danos.html" title="TJ mantém condenação da TAM por danos morais e materiais" /><author><name>RAMIREZ AUGUSTO PESSOA FERNANDES (OAB/RN nº 4.234)</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_7Ym4XsoKw88/St8XKRqrZDI/AAAAAAAAAJo/1m8BAKtmZcQ/S220/3+x+4+-+Atual.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/tj-mantem-condenacao-da-tam-por-danos.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEYBQ34_fSp7ImA9WhRbF08.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4317608502239217697.post-6146456014342895046</id><published>2012-02-08T15:29:00.000-02:00</published><updated>2012-02-08T15:29:12.045-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-08T15:29:12.045-02:00</app:edited><title>Difamação em rádio provoca indenização</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma rádio de Patos de Minas foi condenada a pagar uma indenização de R$ 10 mil a um homem, acusado de assédio sexual em notícia veiculada pela empresa. Posteriormente, a acusação foi retirada e a rádio notificada a interromper a veiculação, mas ela descumpriu a determinação. A decisão, por unanimidade, é da 14ª. Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. “O exercício da liberdade de manifestação de pensamento e informação deve se dar sempre dentro de certos limites, impostos pelos fins sociais e pela boa-fé, sob pena de dar ensejo a ato ilícito ou ao chamado abuso de direito, previsto no art. 187 do Código Civil. Assim, quando ocorrer excesso que gere a violação do direito de outras pessoas, o agente fica obrigado a reparar os prejuízos”, observou em seu voto o desembargador relator Valdez Leite Machado. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E.R.R. era secretário municipal do Trabalho de Ação Social em Patos de Minas, localizada a 410 km de Belo Horizonte, quando uma notícia acusando-o de assédio sexual foi veiculada na Radiopatos, baseando-se apenas em entrevistas com a suposta vítima e o irmão dela, respectivamente M.M. e L.M. Apesar de depois as acusações terem sido retiradas e retratadas, e a rádio notificada a interromper a veiculação da denúncia, a notícia, com o nome do servidor público, continuou a ser reiteradamente transmitida pela Radiopatos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao entrar na Justiça pedindo indenização por danos morais, E.R.R. teve seu pedido negado. Decidiu, então, entrar com recurso na 2ª. Instância, sustentando que o papel do jornalismo deve ser o de informar à sociedade fatos verídicos, e não o de difamar e caluniar irresponsavelmente. O servidor público indicou que a reportagem era sensacionalista e inverídica, e que causou imenso sofrimento a ele e aos seus familiares, além de ter provocado danos incalculáveis à sua honra e à sua imagem de homem público, bom pai e marido exemplar. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Negligência &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Radiopatos, por sua vez, alegou não ter praticado ato ilícito, declarando que apenas havia veiculado matéria jornalística de interesse público, não tendo emitido juízo de valor a respeito dos fatos. No entanto, o relator Valdez Leite Machado destacou que as notícias haviam exposto o nome de E.R.R., que era conhecido na cidade em razão do cargo público por ele exercido. “Ainda que não houvesse caracterização de culpa no agir do réu, isso não afastaria o dever de reparar os danos sofridos por aquele que se viu prejudicado pelo conteúdo na reportagem, tendo seu nome exposto em reportagem não autorizada. O agir da ré causou danos a outrem, e a reparação de tal dano é impositiva”. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O relator destacou, ainda, que a rádio não podia se eximir da responsabilidade imposta pela ação, atribuindo-a exclusivamente a terceiros, como pretendia, ao indicar que os réus deveriam ser os acusadores (a suposta vítima do assédio sexual e o irmão dela). Valdez Leite lembrou que embora a notícia do assédio tenha partido da família da vítima, que procurou a rádio e expôs os fatos, caberia à empresa procurar checar todas as informações, antes de divulgá-las. Por não ter feito isso, a Radiopatos agiu de maneira negligente. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao fixar a indenização por danos morais em R$ 10 mil, o relator destacou que considerava o valor suficiente para atender à dupla finalidade: compensar o feito nefasto contra a vítima e reprimir esse tipo de acontecimento. Os desembargadores Antônio de Pádua e Evangelina Castilho Duarte votaram de acordo com o relator. (Processo nº 1.0480.99.012169-5/001(1) &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: TJMG&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4317608502239217697-6146456014342895046?l=protejaseusdireitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wWcF7RVRwZ_FWTCzZmIUcLIJpvM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wWcF7RVRwZ_FWTCzZmIUcLIJpvM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wWcF7RVRwZ_FWTCzZmIUcLIJpvM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wWcF7RVRwZ_FWTCzZmIUcLIJpvM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~4/Ydiab5X_N8w" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/feeds/6146456014342895046/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/difamacao-em-radio-provoca-indenizacao.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/6146456014342895046?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/6146456014342895046?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~3/Ydiab5X_N8w/difamacao-em-radio-provoca-indenizacao.html" title="Difamação em rádio provoca indenização" /><author><name>RAMIREZ AUGUSTO PESSOA FERNANDES (OAB/RN nº 4.234)</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_7Ym4XsoKw88/St8XKRqrZDI/AAAAAAAAAJo/1m8BAKtmZcQ/S220/3+x+4+-+Atual.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/difamacao-em-radio-provoca-indenizacao.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEcNR3c8fCp7ImA9WhRbF08.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4317608502239217697.post-3848403716072876437</id><published>2012-02-08T15:28:00.000-02:00</published><updated>2012-02-08T15:28:16.974-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-08T15:28:16.974-02:00</app:edited><title>Cobrança de imposto prescreve em cinco anos</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (de Direito Público) não acolheu recurso interposto pelo Município de Tangará da Serra (239km a médio-norte de Cuiabá) e ratificou sentença proferida pelo Juízo da Quarta Vara Cível daquela comarca, que declarou prescrito o crédito tributário referente à cobrança de IPTU dos períodos de 1996, 1998 a 2000, nos autos de ação de Execução Fiscal nº 3609-09.2001.811.0055. A sentença foi fundamentada na existência do lapso de mais de cinco anos entre a constituição definitiva do crédito e a citação, que não se concretizou até a data da sentença (26/09/2007), o que culminou com a extinção do feito, nos termos do artigo 174 do Código Tributário Nacional (Apelação nº 78461/2011).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Consta dos autos que a ação de execução foi protocolizada em 4 de dezembro de 2001. Em 22 de maio de 2002, o oficial de justiça certificou o não cumprimento do mandado de citação, pelo fato de insuficiência do endereço. Em 20 de dezembro de 2002 a magistrada constatou que a parte devedora ainda não tinha sido citada e determinou o desentranhamento do mandado de citação para ser cumprido pelo meirinho. Em 21 de dezembro de 2006 a citação foi devolvida pelos Correios por endereço insuficiente. Em 4 de janeiro de 2007 a Procuradoria do Município deu vista dos autos, que ficaram literalmente paralisados até a prolação da sentença, a qual reconheceu de ofício a prescrição da pretensão executória, argumentando que entre a constituição do crédito até a sentença não houve a citação válida do executado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No recurso, o apelante alegou inocorrência da prescrição, pois tentou de todas as formas garantir a citação do executado, o que descaracterizaria a inércia. Argumentou ainda a impossibilidade de reconhecimento da prescrição intercorrente no caso, uma vez que não houve a intimação da Fazenda Pública para manifestar-se antes de decretada a prescrição, o que violaria o artigo 40, § 4º, da Lei de Execuções Fiscais. E salientou que deveria ser observada a supremacia do interesse público sobre o privado e do princípio da efetividade do processo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A relatora do recurso, desembargadora Maria Erotides Kneip Baranjak, afirmou ter ficado comprovado nos autos que entre a data de constituição dos créditos tributários (a partir de dezembro de 1996 até dezembro de 2000) e a citação pessoal do executado, que não ocorreu até a data da sentença, em 2007, passaram-se mais de cinco anos. “Nesse aspecto, ressalta-se que o despacho ordenatório da citação se deu em dezembro de 2001, portanto em data anterior a entrada em vigor da modificação legislativa produzida pela Lei Complementar Federal n. 118/2005, que alterou o art. 174, do Código Tributário Nacional, sendo exigida, naquela oportunidade, a citação pessoal do executado para interromper o lapso prescricional, o que de fato não ocorreu”, sustentou a magistrada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O voto da magistrada foi seguido pelo desembargador Juracy Persiani (segundo vogal convocado) e pelo juiz substituto de Segundo Grau Antonio Horácio da Silva Neto (primeiro vogal).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: TJMT &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4317608502239217697-3848403716072876437?l=protejaseusdireitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Rg9wKypxwpiMyeCFXkNKFJCehbM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Rg9wKypxwpiMyeCFXkNKFJCehbM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Rg9wKypxwpiMyeCFXkNKFJCehbM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Rg9wKypxwpiMyeCFXkNKFJCehbM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~4/AmdqVd-uTQE" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/feeds/3848403716072876437/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/cobranca-de-imposto-prescreve-em-cinco.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/3848403716072876437?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/3848403716072876437?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~3/AmdqVd-uTQE/cobranca-de-imposto-prescreve-em-cinco.html" title="Cobrança de imposto prescreve em cinco anos" /><author><name>RAMIREZ AUGUSTO PESSOA FERNANDES (OAB/RN nº 4.234)</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_7Ym4XsoKw88/St8XKRqrZDI/AAAAAAAAAJo/1m8BAKtmZcQ/S220/3+x+4+-+Atual.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/cobranca-de-imposto-prescreve-em-cinco.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0EBQXg9fSp7ImA9WhRbF00.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4317608502239217697.post-2732944695913051083</id><published>2012-02-08T12:00:00.002-02:00</published><updated>2012-02-08T12:00:50.665-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-08T12:00:50.665-02:00</app:edited><title>Paciente receberá medicação gratuita do Estado</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A desembargadora em substituição, Juíza Welma Maria Ferreira de Menezes, manteve a sentença da Vara Única da Comarca de Cruzeta determinando que o Estado forneça a uma paciente, portadora de calangite esclerosante primária, o medicamento Ursacol 300 miligramas. A paciente, que necessita fazer uso dessa substância duas vezes ao dia, não possui condições financeiras de arcar com os custos da medicação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De acordo com os autos do processo, até o início do mês de fevereiro deste ano, a paciente recebia a medicação gratuitamente da UNICAT, mas foi informada pela direção do órgão que necessitaria de ordem judicial para continuar recebendo o medicamento de forma gratuita.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Insatisfeito com a decisão de 1º grau, o Estado interpôs recurso fundado no argumento da responsabilidade solidária dos entes federativos, disse ser necessário o chamamento ao processo da União e do Município de Parelhas, em razão da existência da gestão plena, nos termos das Leis Federais nºs. 8.080/90 e 8.124/90. Alegou ainda que, consoante o princípio da legalidade orçamentária, a Constituição da República não obriga o Estado a fornecer medicamentos, nem a realizar tratamentos específicos para determinada pessoa, apenas rege a matéria de forma programática para a coletividade, não individualmente. Após as justificativas o Estado requereu a reforma da sentença, julgando improcedente o pedido da paciente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Entendo que a r. Sentença não merece ser reformada. No tocante ao pedido de nulidade da sentença devido à necessidade do chamamento ao processo da União e do Município de Cruzeta, vale lembrar que é jurisprudência dominante que, em demandas dessa natureza, cabe ao autor escolher contra qual Ente Público vai ajuizar a ação, podendo o Poder Público demandado, se for o caso, buscar dos demais o seu respectivo ressarcimento”, destacou a magistrada. (Apelação Cível N° 2011.012836-4)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: TJRN&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4317608502239217697-2732944695913051083?l=protejaseusdireitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WZ94BqtXuiqrl3PMqIuVedAVY2E/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WZ94BqtXuiqrl3PMqIuVedAVY2E/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WZ94BqtXuiqrl3PMqIuVedAVY2E/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WZ94BqtXuiqrl3PMqIuVedAVY2E/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~4/wRlMWsMj6ck" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/feeds/2732944695913051083/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/paciente-recebera-medicacao-gratuita-do.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/2732944695913051083?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/2732944695913051083?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~3/wRlMWsMj6ck/paciente-recebera-medicacao-gratuita-do.html" title="Paciente receberá medicação gratuita do Estado" /><author><name>RAMIREZ AUGUSTO PESSOA FERNANDES (OAB/RN nº 4.234)</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_7Ym4XsoKw88/St8XKRqrZDI/AAAAAAAAAJo/1m8BAKtmZcQ/S220/3+x+4+-+Atual.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/paciente-recebera-medicacao-gratuita-do.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0QNSX8zeyp7ImA9WhRbF00.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4317608502239217697.post-8991984595789361194</id><published>2012-02-08T11:56:00.000-02:00</published><updated>2012-02-08T11:56:38.183-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-08T11:56:38.183-02:00</app:edited><title>Justiça de Mossoró/RN determina que hospital realize cirurgia</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um paciente com lesões no crânio ganhou na Justiça o direito de ser submetido a uma cirurgia reparadora de crânio. O juiz da 2ª Vara Cível de Mossoró, José Herval Sampaio Júnior, determinou que o hospital Wilson Rosado (em Mossoró) providencie todos materiais necessários para o procedimento, independente de prévia autorização do plano de saúde. E que o Bradesco Saúde S/A realize o pagamento de todo o custo do procedimento cirúrgico e materiais necessários para a cirurgia do paciente. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De acordo com os autos do processo, o paciente se envolveu em um acidente de trânsito e sofreu sérias lesões no crânio e necessita ser submetido urgentemente a uma cirurgia reparadora no crânio, sob pena de irreversibilidade das lesões. Apesar da urgência do caso, o paciente afirmou que o plano de saúde está protelando a autorização da cirurgia e o hospital condicionando o internamento dele a essa autorização. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Válido assinalar que não compete ao demandante, como consumidor, suportar a patente ineficiência da administradora de um plano de saúde que demora para autorizar o procedimento urgente. Além do mais os documentos evidenciam que o plano autorizou o internamento o que nos autoriza, pelo menos dentro dessa limitação cognição, a concluir que o plano se encontra regular”, destacou o magistrado José Herval Sampaio Júnior.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ainda segundo ele, a necessidade de urgência nesse caso é facilmente percebida, uma vez que a ausência do procedimento cirúrgico pode ocasionar sequelas irreparáveis ao autor. Caso a decisão não seja cumprida, eles deverão pagar multa diária de R$5 mil por cada dia de descumprimento. (Processo nº 0001062-02.2012.8.20.0106).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: TJRN&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4317608502239217697-8991984595789361194?l=protejaseusdireitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2uKQJkWEDgVqi70ND_ZBGco9rQA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2uKQJkWEDgVqi70ND_ZBGco9rQA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2uKQJkWEDgVqi70ND_ZBGco9rQA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2uKQJkWEDgVqi70ND_ZBGco9rQA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~4/XGZ-PPpUdCQ" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/feeds/8991984595789361194/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/justica-de-mossororn-determina-que.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/8991984595789361194?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/8991984595789361194?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~3/XGZ-PPpUdCQ/justica-de-mossororn-determina-que.html" title="Justiça de Mossoró/RN determina que hospital realize cirurgia" /><author><name>RAMIREZ AUGUSTO PESSOA FERNANDES (OAB/RN nº 4.234)</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_7Ym4XsoKw88/St8XKRqrZDI/AAAAAAAAAJo/1m8BAKtmZcQ/S220/3+x+4+-+Atual.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/justica-de-mossororn-determina-que.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEQASH8yfip7ImA9WhRbF00.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4317608502239217697.post-296071132470883234</id><published>2012-02-08T09:59:00.000-02:00</published><updated>2012-02-08T09:59:09.196-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-08T09:59:09.196-02:00</app:edited><title>Consumidor não deve pagar multa caso decida cancelar viagem para a Bahia</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;SÃO PAULO – Consumidores que decidirem cancelar voos para a Bahia e a estadia em hotéis, por conta dos problemas ocorridos devido a greve de policiais militares, têm direito à devolução das quantias pagas, sem qualquer tipo de multa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A paralisação dos policiais, além de gerar um grande caos no estado, com mais de 90 homicídios desde a última terça-feira (31), vem causando transtornos aos consumidores que pretendiam passar o carnaval no local. Com receio de viajar, muitos estão cancelando suas passagens e estadias em hotéis. As companhias e os estabelecimentos, porém, não aceitam o cancelamento sem a cobrança de multas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Direito do consumidor&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No entanto, o consumidor pode se valer do Código de Defesa do Consumidor e do Código Civil para solicitar a rescisão dos contratos, a devolução das quantias já pagas e a suspensão de qualquer tipo de débito ou compensação de cheques, conforme explica o presidente do Ibedec (Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo), José Geraldo Tardin.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tardin afirma que a greve da polícia configura o que a lei define como motivo de Força Maior. Esse motivo permite que o consumidor não cumpra sua parte do contrato, sem que tenha que ser punido por isso, tendo que pagar algum tipo de multa, por exemplo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como exemplo, o Ibedec cita o caso da gripe suína, quando o Supremo Tribunal de Justiça julgou procedente os pedidos de cancelamento dos consumidores, sem que houvesse multas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“A greve dos Policiais Militares na Bahia gera um justo temor nas pessoas em serem vítimas de assaltos ou violência, que existem em todos os lugares, mas que aumentam consideravelmente quando o policiamento é reduzido”, diz Tardin.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como garantir seu direito&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para fazer o cancelamento do pacote de viagem ou do voo, o consumidor deve comunicar previamente a empresa via e-mail ou carta registrada. É importante guardar o comprovante de envio e recebimento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No ato do pedido de rescisão do contrato, deve-se fazer o pedido de devolução dos eventuais valores pagos ou pedir a suspensão do débito dos valores ainda devidos, explica o Ibedec.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se preferir adiar a viagem, peça para a empresa informações claras sobre o prazo máximo para realizar a viagem, bem como outros detalhes como impossibilidade de remarcar datas ou de cancelar o pacote.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quem sofrer qualquer tipo de problema para o cancelamento tem os direitos assegurados pelo Código de Defesa do Consumidor. Ações de até 40 salários mínimos têm solução rápida nos Juizados Especiais Cíveis ou do Consumidor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Caos na Bahia&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De acordo com a agência Reuters, a poucos dias do Carnaval, mais de 3 mil tropas federais foram mobilizadas para lidar com os protestos na Bahia e tentar garantir a segurança da população e dos turistas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A sede da Assembleia Legislativa foi ocupada pelos grevistas e o local foi cercado por 1.000 homens do Exército. As forças entraram em confronto com manifestantes lutam para entrar no local.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O secretário de Comunicação do governo baiano disse que está negociando com os grevistas, que, liderados pela Aspra (Associação de Policiais e Bombeiros e de seus Familiares do Estado da Bahia), pedem reajuste salarial, aumento das gratificações e anistia aos participantes da paralisação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://br.finance.yahoo.com/noticias/Consumidor-deve-pagar-multa-inmoney-3017313082.html"&gt;http://br.finance.yahoo.com/noticias/Consumidor-deve-pagar-multa-inmoney-3017313082.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4317608502239217697-296071132470883234?l=protejaseusdireitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5iP9H_QYdM-GfKrRcoIvh8RbBxA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5iP9H_QYdM-GfKrRcoIvh8RbBxA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5iP9H_QYdM-GfKrRcoIvh8RbBxA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5iP9H_QYdM-GfKrRcoIvh8RbBxA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~4/M9SE-9xG5Zc" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/feeds/296071132470883234/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/consumidor-nao-deve-pagar-multa-caso.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/296071132470883234?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/296071132470883234?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~3/M9SE-9xG5Zc/consumidor-nao-deve-pagar-multa-caso.html" title="Consumidor não deve pagar multa caso decida cancelar viagem para a Bahia" /><author><name>RAMIREZ AUGUSTO PESSOA FERNANDES (OAB/RN nº 4.234)</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_7Ym4XsoKw88/St8XKRqrZDI/AAAAAAAAAJo/1m8BAKtmZcQ/S220/3+x+4+-+Atual.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/consumidor-nao-deve-pagar-multa-caso.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C04MR3s7eip7ImA9WhRbFkk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4317608502239217697.post-8057501044016192210</id><published>2012-02-07T17:13:00.000-02:00</published><updated>2012-02-07T17:13:06.502-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-07T17:13:06.502-02:00</app:edited><title>Contribuição previdenciária não incide sobre aviso-prévio</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A 2ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região negou, na última semana, recurso da União e confirmou que não incide contribuição previdenciária sobre valores pagos a título de aviso-prévio indenizado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A ação contra o desconto foi movida pelo Sindicato Intermunicipal das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis e dos Condomínios Residenciais e Comerciais no Rio Grande do Sul (Secovi/RS) junto à Justiça Federal de Santo Ângelo (RS).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Secovi pediu que a Justiça autorizasse os associados do sindicato a não recolher qualquer valor a título de contribuição previdenciária do empregador incidente sobre quantia paga a empregados demitidos, a título de aviso-prévio indenizado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Após decisão favorável ao sindicato, a União recorreu no tribunal, argumentando que o aviso-prévio indenizado tem natureza salarial e, portanto, deve incidir a contribuição previdenciária.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O relator do processo, juiz federal Luiz Carlos Cervi, convocado para atuar no tribunal, entretanto, manteve a sentença. Para Cervi, o valor pago a título de aviso-prévio possui natureza indenizatória e não salarial, não sofrendo incidência de contribuição previdenciária.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A decisão tem validade apenas para os associados do Secovi/RS.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: TRF-4&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4317608502239217697-8057501044016192210?l=protejaseusdireitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AAef3fco5sOM3UVlnnjAchOjOrY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AAef3fco5sOM3UVlnnjAchOjOrY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AAef3fco5sOM3UVlnnjAchOjOrY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/AAef3fco5sOM3UVlnnjAchOjOrY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~4/xkFioQwYTbY" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/feeds/8057501044016192210/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/contribuicao-previdenciaria-nao-incide.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/8057501044016192210?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/8057501044016192210?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~3/xkFioQwYTbY/contribuicao-previdenciaria-nao-incide.html" title="Contribuição previdenciária não incide sobre aviso-prévio" /><author><name>RAMIREZ AUGUSTO PESSOA FERNANDES (OAB/RN nº 4.234)</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_7Ym4XsoKw88/St8XKRqrZDI/AAAAAAAAAJo/1m8BAKtmZcQ/S220/3+x+4+-+Atual.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/contribuicao-previdenciaria-nao-incide.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUUCRXg6cSp7ImA9WhRbFk4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4317608502239217697.post-6739615803628418145</id><published>2012-02-07T15:54:00.000-02:00</published><updated>2012-02-07T15:54:24.619-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-07T15:54:24.619-02:00</app:edited><title>TST aprova quatro novas súmulas</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em sessão extraordinária realizada ontem, 6, o pleno do TST aprovou a edição de quatro novas súmulas de sua jurisprudência, converteu uma orientação jurisprudencial (OJ 357) em súmula e alterou a redação de uma súmula e três OJs.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As novas súmulas são:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;SÚMULA Nº 430&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Administração pública indireta. Contratação. Ausência de concurso público. Nulidade. Ulterior privatização. Convalidação. Insubsistência do vício.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Convalidam-se os efeitos do contrato de trabalho que, considerado nulo por ausência de concurso público, quando celebrado originalmente com ente da Administração Pública Indireta, continua a existir após a sua privatização."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;SÚMULA Nº 431&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Salário-hora. 40 horas semanais. Cálculo. Aplicação do divisor 200.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aplica-se o divisor 200 (duzentos) para o cálculo do valor do salário-hora do empregado sujeito a 40 (quarenta) horas semanais de trabalho". &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;SÚMULA Nº 432&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Contribuição sindical rural. Ação de cobrança. Penalidade por atraso no recolhimento. Inaplicabilidade do art. 600 da CLT. Incidência do art. 2º da lei 8.022/90.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O recolhimento a destempo da contribuição sindical rural não acarreta a aplicação da multa progressiva prevista no art. 600 da CLT, em decorrência da sua revogação tácita pela lei 8.022/90".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;SÚMULA Nº 433&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Embargos. Admissibilidade. Processo em fase de execução. Acórdão de turma publicado na vigência da lei 11.496/07. Divergência de interpretação de dispositivo constitucional.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A admissibilidade do recurso de embargos contra acórdão de turma em recurso de revista em fase de execução, publicado na vigência da lei 11.496/07, condiciona-se à demonstração de divergência jurisprudencial entre turmas ou destas e a Seção Especializada em Dissídios Individuais do TST em relação à interpretação de dispositivo constitucional."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;SÚMULA Nº 434 (Ex-OJ 357)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Recurso. Interposição antes da publicação do acórdão impugnado. Extemporaneidade. (Conversão da OJ nº 357 da SBDI-1 e inserção do item II à redação)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;I) É extemporâneo recurso interposto antes de publicado o acórdão impugnado. (ex-OJ nº 357 da SBDI-1 – inserida em 14/03/2008)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;II) A interrupção do prazo recursal em razão da interposição de embargos de declaração pela parte adversa não acarreta qualquer prejuízo àquele que apresentou seu recurso tempestivamente."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Súmulas e OJs que tiveram sua redação alterada:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;SÚMULA nº 298&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Ação rescisória. Violação a disposição de lei. Pronunciamento explícito. (Redação alterada pelo Tribunal pleno na sessão realizada em 6/2/2012)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;I - A conclusão acerca da ocorrência de violação literal a disposição de lei pressupõe pronunciamento explícito, na sentença rescindenda, sobre a matéria veiculada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;II - O pronunciamento explícito exigido em ação rescisória diz respeito à matéria e ao enfoque específico da tese debatida na ação, e não, necessariamente, ao dispositivo legal tido por violado. Basta que o conteúdo da norma reputada violada haja sido abordado na decisão rescindenda para que se considere preenchido o pressuposto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;III - Para efeito de ação rescisória, considera-se pronunciada explicitamente a matéria tratada na sentença quando, examinando remessa de ofício, o Tribunal simplesmente a confirma.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;IV - A sentença meramente homologatória, que silencia sobre os motivos de convencimento do juiz, não se mostra rescindível, por ausência de pronunciamento explícito.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;V - Não é absoluta a exigência de pronunciamento explícito na ação rescisória, ainda que esta tenha por fundamento violação de dispositivo de lei. Assim, prescindível o pronunciamento explícito quando o vício nasce no próprio julgamento, como se dá com a sentença "extra, citra e ultra petita".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;OJ Nº 142 DA SBDI-1&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Embargos de declaração. Efeito modificativo. Vista à parte contrária. (Inserido o item II à redação)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;I - É passível de nulidade decisão que acolhe embargos de declaração com efeito modificativo sem que seja concedida oportunidade de manifestação prévia à parte contrária.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;II - Em decorrência do efeito devolutivo amplo conferido ao recurso ordinário, o item I não se aplica às hipóteses em que não se concede vista à parte contrária para se manifestar sobre os embargos de declaração opostos contra sentença."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;OJ Nº 336 DA SBDI-1&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Embargos interpostos anteriormente à vigência da lei 11.496/07. Recurso não conhecido com base em orientação jurisprudencial. Desnecessário o exame das violações de lei e da CF/88 alegadas no recurso de revista. (Redação alterada pelo Tribunal pleno na sessão realizada em 6/2/2012)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estando a decisão recorrida em conformidade com OJ, desnecessário o exame das divergências e das violações de lei e da CF/88 alegadas em embargos interpostos antes da vigência da lei 11.496/07, salvo nas hipóteses em que a OJ não fizer qualquer citação do dispositivo constitucional."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;OJ Nº 352 DA SBDI-1&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Procedimento sumaríssimo. Recurso de revista fundamentado em contrariedade a orientação jurisprudencial. Inadmissibilidade. Art. 896, § 6º, da CLT, acrescentado pela lei 9.957/00. (Redação alterada pelo Tribunal pleno na sessão realizada em 6/2/2012)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nas causas sujeitas ao procedimento sumaríssimo, a admissibilidade de recurso de revista está limitada à demonstração de violação direta a dispositivo da CF/88 ou contrariedade a súmula do TST, não se admitindo o recurso por contrariedade a OJ deste Tribunal (livro II, título II, capítulo III, do RITST), ante a ausência de previsão no art. 896, § 6º, da CLT".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: TST&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4317608502239217697-6739615803628418145?l=protejaseusdireitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ymIltd5u_nUmnBSglMRVBYY_pJQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ymIltd5u_nUmnBSglMRVBYY_pJQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ymIltd5u_nUmnBSglMRVBYY_pJQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ymIltd5u_nUmnBSglMRVBYY_pJQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~4/Vn2sp1SPfgs" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/feeds/6739615803628418145/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/tst-aprova-quatro-novas-sumulas.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/6739615803628418145?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/6739615803628418145?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~3/Vn2sp1SPfgs/tst-aprova-quatro-novas-sumulas.html" title="TST aprova quatro novas súmulas" /><author><name>RAMIREZ AUGUSTO PESSOA FERNANDES (OAB/RN nº 4.234)</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_7Ym4XsoKw88/St8XKRqrZDI/AAAAAAAAAJo/1m8BAKtmZcQ/S220/3+x+4+-+Atual.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/tst-aprova-quatro-novas-sumulas.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0EMRXg9eip7ImA9WhRbFkw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4317608502239217697.post-7556674710986705172</id><published>2012-02-07T11:01:00.000-02:00</published><updated>2012-02-07T11:01:24.662-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-07T11:01:24.662-02:00</app:edited><title>Aposentado poderá ter direito de solicitar revisão do benefício a qualquer tempo</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;SÃO PAULO - Os aposentados e pensionistas do INSS poderão ter o direito de solicitar, a qualquer tempo, a revisão do valor do benefício, com a aprovação do projeto de lei 2804/11 pela Câmara dos Deputados. A proposta já passou pelo Senado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Atualmente, para ter direito à revisão do benefício, há um prazo de dez anos, contados a partir da concessão da aposentadoria ou pensão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De acordo com a Agência Câmara, o projeto irá manter o atual prazo de cinco anos para prescrição do direito ao recebimento de eventuais diferenças, a contar da data em que o benefício foi ou deveria ter sido pago. Ou seja, o segurado poderá solicitar a qualquer momento a revisão do valor da aposentadoria ou pensão, mas, se a revisão for concedida, ela só retroagirá cinco anos em relação à data da ação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Benefícios negados&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O projeto também abrange os casos em que a aposentadoria ou pensão for negada pela Previdência. Neste caso, o segurado também não terá prazo para recorrer dessa decisão, mas o alcance de uma possível revisão será limitado aos cinco anos anteriores à ação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A prescrição de cinco anos não se aplica a benefícios concedidos a menores, incapazes e ausentes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tramitação&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família e de Constituição e Justiça e de Cidadania.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.infomoney.com.br/previdenciasocial/noticia/2332520-aposentado+podera+ter+direito+solicitar+revisao+beneficio+qualquer+tempo"&gt;http://www.infomoney.com.br/previdenciasocial/noticia/2332520-aposentado+podera+ter+direito+solicitar+revisao+beneficio+qualquer+tempo&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4317608502239217697-7556674710986705172?l=protejaseusdireitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MxKso0lIT3bY56cy1Y1ohWGZFME/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MxKso0lIT3bY56cy1Y1ohWGZFME/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MxKso0lIT3bY56cy1Y1ohWGZFME/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MxKso0lIT3bY56cy1Y1ohWGZFME/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~4/gVrakyjqeIE" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/feeds/7556674710986705172/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/aposentado-podera-ter-direito-de.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/7556674710986705172?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/7556674710986705172?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~3/gVrakyjqeIE/aposentado-podera-ter-direito-de.html" title="Aposentado poderá ter direito de solicitar revisão do benefício a qualquer tempo" /><author><name>RAMIREZ AUGUSTO PESSOA FERNANDES (OAB/RN nº 4.234)</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_7Ym4XsoKw88/St8XKRqrZDI/AAAAAAAAAJo/1m8BAKtmZcQ/S220/3+x+4+-+Atual.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/aposentado-podera-ter-direito-de.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkQCRHo5eyp7ImA9WhRbFkw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4317608502239217697.post-466894356779168294</id><published>2012-02-07T10:39:00.000-02:00</published><updated>2012-02-07T10:39:25.423-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-07T10:39:25.423-02:00</app:edited><title>Condutores devem manter atenção para prazo de substituição das placas</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Higo Lima - Da Redação&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os condutores devem ficar atentos porque o prazo determinado por lei para que as placas de identificação dos carros e motocicletas comecem a ser substituídas começa no próximo dia 1º de abril. Por uma determinação do Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN), o prazo foi adiado do dia 1º de janeiro, como havia sido publicado anteriormente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Duas mudanças são fundamentais pelas novas determinações. A primeira é a substituição obrigatória de todas as placas comuns pelas placas refletivas para os transportes que forem receber o primeiro emplacamento a partir de abril e ainda a mudança nas dimensões para os emplacamentos de motocicletas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A decisão pelas refletivas é para facilitar a leitura dos radares. De acordo com Marcelo Galvão, coordenador de registro de veículos, a mudança é para facilitar a leitura dos radares espalhados nas avenidas para controlar o fluxo de velocidade. O mesmo argumento é utilizado para a ampliação das placas de motos. Agora, elas passam a medir 17 por 20 centímetros e também recebem o revestimento com reflexo à luz.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"É uma mudança por mais segurança. Com essa placa que ainda está em circulação, muitas vezes a luz dos radares não consegue ler com muita nitidez. Em contrapartida, com esse revestimento, a placa fica mais evidente com a luz", explica o coordenador.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deverão trocar as placas todos os condutores que foram realizar o primeiro emplacamento, ou ainda mudar o equipamento, e ainda aqueles que irão mudar o endereço de cidade do veículo. "A expectativa é que aos poucos toda a frota veicular já esteja com a nova placa para facilitar a fiscalização", alerta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No Rio Grande do Norte, são emplacados em média 8 mil veículos. Um número considerado elevado pela coordenação responsável pelo procedimento junto ao órgão. Já a mudança de endereçamento atinge quase 5 mil procedimentos por mês.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As placas refletivas só são confeccionadas por fabricantes autorizados pelo Detran, o que chega a quase 20 empreendimentos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Condutores reclamam dos altos preços&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O condutor deve se preparar para pagar mais caro pela nova placa. Em Mossoró, encontramos fabricantes que cobram até R$ 110 pelo novo equipamento. O senhor Valmir Jean Pedrosa trabalha há 14 anos no ramo e diz que o preço da placa comum, em média, custa R$ 40,00.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No entanto, os que já começaram a ir ao seu ateliê buscando a película refletiva vão desembolsar 100 reais para o emplacamento de um carro, valor que tem incomodado o consumidor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De acordo com Detran, por meio de Marcelo Galvão, o órgão não é responsável por fiscalizar o preço cobrado pelos fabricantes, "apenas credenciamos os estabelecimentos que poderão fabricar a placa", alega.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O senhor Valmir faz em média oito placas por dia e alega que o emplacamento com o revestimento novo já vinha sendo bastante procurado porque "essa determinação já havia sido anunciada pelo Detran e muitos sabiam que iam ser obrigatório depois, por isso, já estavam se antecipando e colocando logo a nova placa".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: Jornal De Fato, 07/02/2012.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4317608502239217697-466894356779168294?l=protejaseusdireitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/33c7vaYUqyRcBYp74yGdbN9ZHpI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/33c7vaYUqyRcBYp74yGdbN9ZHpI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/33c7vaYUqyRcBYp74yGdbN9ZHpI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/33c7vaYUqyRcBYp74yGdbN9ZHpI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~4/-mIRuMSv_jA" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/feeds/466894356779168294/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/condutores-devem-manter-atencao-para.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/466894356779168294?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/466894356779168294?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~3/-mIRuMSv_jA/condutores-devem-manter-atencao-para.html" title="Condutores devem manter atenção para prazo de substituição das placas" /><author><name>RAMIREZ AUGUSTO PESSOA FERNANDES (OAB/RN nº 4.234)</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_7Ym4XsoKw88/St8XKRqrZDI/AAAAAAAAAJo/1m8BAKtmZcQ/S220/3+x+4+-+Atual.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/condutores-devem-manter-atencao-para.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0EFSXY9fip7ImA9WhRbFUk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4317608502239217697.post-8168636745085455241</id><published>2012-02-06T15:33:00.000-02:00</published><updated>2012-02-06T15:33:38.866-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-06T15:33:38.866-02:00</app:edited><title>Construtora é condenada por atraso</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A juíza da 15ª Vara Cível de Belo Horizonte, Aída Oliveira Ribeiro, declarou rescindido o contrato de compra e venda de um apartamento feito entre a Construtora Tenda e G.S.F. A empresa foi obrigada a devolver integralmente o valor de R$ 6.760,18 já pago pelo comprador, acrescido de multa. Por fim, a Tenda foi condenada a pagar R$ 5 mil de indenização por dano moral ao autor da ação, que, devido ao atraso na entrega do imóvel, teve que adiar seu casamento. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;G.S.F. alegou que no contrato, a Tenda se comprometeu a entregar o apartamento em março de 2009, com prazo de tolerância até setembro do mesmo ano, o que não aconteceu. O autor disse ter notificado extrajudicialmente a construtora sobre a rescisão do contrato, sendo que ela não se manifestou. Ele contou que sofrera dano moral por ter sido frustrada a expectativa da entrega do imóvel, o que o obrigou a adiar por duas vezes seu casamento. Ao final, pediu a rescisão do contrato, devolução do valor pago de R$ 6.760,18, multa e indenização por danos morais. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A empresa contestou alegando que o apartamento não foi entregue no prazo devido a problemas na documentação, entre eles, ausência da certidão de “habite-se”, que foi expedida em janeiro de 2010. Disse não estar previsto no contrato rescisão motivada por atraso na entrega do imóvel e que, em caso de rescisão, deve ser retido 30% do valor a ser devolvido a G.S.F. a título de sanção indenizatória. Argumentou que não se aplica a multa pretendida pelo autor, por não se tratar de multa rescisória. Alegou ainda não ter havido comprovação de dano moral e requereu a improcedência dos pedidos de G.S.F. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A juíza entendeu que houve descumprimento do contrato pela Tenda, pois a construtora reconheceu que não entregou o apartamento no prazo final, ou seja, em setembro de 2009. Citou a teoria geral dos contratos para rechaçar a alegação da empresa de que não havia previsão contratual para rescisão por atraso na entrega de imóvel. “A rescisão contratual em razão de inadimplência das partes decorre de regra ditada pela teoria geral dos contratos, não dependendo de previsão contratual expressa”. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A magistrada considerou que, com a rescisão, a Tenda deveria devolver os R$ 6.760,18 já pagos sem reter 30% desse valor, uma vez que foi a construtora que motivou o cancelamento do contrato. Para a julgadora, o valor a ser devolvido deve ser acrescido de multa prevista contratualmente de 0,5% por mês de atraso. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No entendimento da juíza, ficou configurado também o dano moral. “A demora na entrega do imóvel frustrou a expectativa do autor de concretizar o sonho da casa própria e, inclusive, conforme comprovado através de prova testemunhal, culminou no adiamento do seu casamento”, explicou. Ao determinar o valor da indenização, a magistrada levou em consideração a necessidade de punir a construtora, desestimulando-a de repetir a conduta, sem, no entanto, causar enriquecimento a G.S.F. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa decisão foi publicada no Diário do Judiciário de 1º de fevereiro de 2012 e, por ser de 1ª Instância, está sujeita a recurso. (Processo: 0024.10.105.991-3)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: TJMG&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4317608502239217697-8168636745085455241?l=protejaseusdireitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8Fvu7liTUvLllWSHfdBS6tialPw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8Fvu7liTUvLllWSHfdBS6tialPw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8Fvu7liTUvLllWSHfdBS6tialPw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8Fvu7liTUvLllWSHfdBS6tialPw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~4/ojoSiARyqV8" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/feeds/8168636745085455241/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/construtora-e-condenada-por-atraso.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/8168636745085455241?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/8168636745085455241?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~3/ojoSiARyqV8/construtora-e-condenada-por-atraso.html" title="Construtora é condenada por atraso" /><author><name>RAMIREZ AUGUSTO PESSOA FERNANDES (OAB/RN nº 4.234)</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_7Ym4XsoKw88/St8XKRqrZDI/AAAAAAAAAJo/1m8BAKtmZcQ/S220/3+x+4+-+Atual.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/construtora-e-condenada-por-atraso.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0IBQXozfCp7ImA9WhRbFUk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4317608502239217697.post-5520684431865376091</id><published>2012-02-06T15:32:00.000-02:00</published><updated>2012-02-06T15:32:30.484-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-06T15:32:30.484-02:00</app:edited><title>Criança vítima de erro médico receberá 250 mil</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O juiz da 2ª Vara da Fazenda Pública de Natal, Geraldo Antônio da Mota, condenou o Estado do Rio Grande do Norte a promover o necessário tratamento médico, fonoaudiológico, fisioterápico e nutricional à um bebê que foi vítima de erro médico durante o trabalho de parto da mãe. A sentença determina também que seja fornecida medicação e realizado exames e outros procedimentos que venham a ser prescritos à mesma e que guardem relação com as sequelas decorrentes do evento danoso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pela decisão, o Estado deve, inclusive, disponibilizar a locomoção da menina e de acompanhante, se imprescindível para a realização de tratamentos ou exames e constatada a impossibilidade de seus responsáveis em arcar com os custos do transporte. O juiz condenou ainda o Estado ao pagamento de indenização à menina pelo ressarcimento dos danos materiais comprovados, e R$ 250 mil, pelos danos morais, que devem ser corrigidos e acrescidos de juros.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Estado alegou nos autos a ausência da relação de causalidade entre a atividade administrativa e o evento danoso em questão, uma vez que a mãe da autora não teria provado qualquer conduta ilícita dos agentes estatais. Mas para o juiz que analisou o caso, tal alegação não deve prosperar, pois se a conduta dos servidores do hospital ocorreu quando no desempenho de suas atribuições funcionais, ocasião em que ocorreram os danos ao particular, claro está a configuração do nexo causal entre o evento danoso e a atividade da Administração.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Portanto, entendeu o magistrado, independentemente da comprovação de elemento subjetivo - dolo ou culpa - na conduta dos funcionários estaduais, aplica-se a responsabilidade civil objetiva ao ente estatal, sendo cabível, entretanto, a ação de regresso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ele entendeu também que as alegações do Estado de que tudo não passou de fatalidade não devem prosperar, pois analisando a documentação juntada ao processo, constatou que a mãe da menina foi admitida no Hospital Central Cel. Pedro Germano - hospital da Polícia Militar do Estado às 10 horas do dia 02/06/2008, em trabalho de parto, apresentando quatro centímetros de dilatação do colo do útero.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todos os exames pré-natais demonstram a inexistência de anormalidade com o feto durante a gestação, conforme documentos anexados aos autos. Porém, somente depois de seis horas de internação é que a parturiente foi novamente avaliada pela obstetra de plantão, segundo consta da evolução médica do prontuário e do relatório de enfermagem e de serviço social do hospital, ocasião em que o colo do útero apresentava cinco centímetros de dilatação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foi ministrada medicação para estimular as contrações uterinas às 17 h e apenas às 19h10 é que a gestante foi re-examinada pela médica. Mais de três horas da última avaliação, ocasião em que constatou-se demora no período expulsivo, " foi então indicada a cirurgia cesariana de urgência", como ressaltado na contestação do Estado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mesmo com a indicação de urgência, a paciente foi encaminhada ao centro cirúrgico somente às 20 h e ainda assim o procedimento só se iniciou depois de uma espera de uma hora de dez minutos pelo anestesista de plantão (às 21h10). O nascimento do bebê aconteceu às 21h22.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O magistrado ressaltou que ficou constatada a responsabilidade do Estado pelo evento em questão e que os danos alegados pela autora ficaram de fato configurados. Pela negligência do ente público, a recém nascida foi diagnosticada como portadora de paralisia cerebral com microcefalia, tetraplegia espástica e deficiência visual grave por sequela de encefalopatia isquêmica ao nascer, tendo o perito judicial concluído que suas sequelas são perenes e lhe acompanharão por toda a vida, causando desde já invalidez permanente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desse modo, o juiz concluiu que os danos apontados foram devidamente provados nos autos. Ele ressaltou ainda, que os danos suportados pela criança, sem nenhuma dúvida, a acompanharão pelo resto de sua vida. A redução definitiva das plenas faculdades físicas e mentais, em grau elevado, gera para ela a necessidade de regular tratamento médico, fisioterápico, fonoaudiológico, nutricional, além de medicamentos, exames, locomoção e outros custos diretamente relacionados às sequelas decorrentes do evento danoso, e tais despesas e tratamentos devem ser custeados pelo Estado, causador dos danos em questão. (Processo nº 0007517-12.2009.8.20.0001 (001.09.007517-0)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: TJRN&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4317608502239217697-5520684431865376091?l=protejaseusdireitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zYO3CxPKNGANvApZ3ge7YR0Gfgg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zYO3CxPKNGANvApZ3ge7YR0Gfgg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zYO3CxPKNGANvApZ3ge7YR0Gfgg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/zYO3CxPKNGANvApZ3ge7YR0Gfgg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~4/RhQQEUUcWTo" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/feeds/5520684431865376091/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/crianca-vitima-de-erro-medico-recebera.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/5520684431865376091?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/5520684431865376091?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~3/RhQQEUUcWTo/crianca-vitima-de-erro-medico-recebera.html" title="Criança vítima de erro médico receberá 250 mil" /><author><name>RAMIREZ AUGUSTO PESSOA FERNANDES (OAB/RN nº 4.234)</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_7Ym4XsoKw88/St8XKRqrZDI/AAAAAAAAAJo/1m8BAKtmZcQ/S220/3+x+4+-+Atual.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/crianca-vitima-de-erro-medico-recebera.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0MMRnk4eCp7ImA9WhRbFUk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4317608502239217697.post-4419084001118339923</id><published>2012-02-06T15:31:00.000-02:00</published><updated>2012-02-06T15:31:27.730-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-06T15:31:27.730-02:00</app:edited><title>Itaucard deve pagar R$ 5 mil de indenização a cliente</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O juiz Fernando Cézar Barbosa de Souza, titular da 2ª Vara Cível do Fórum Clóvis Beviláqua, condenou o Itaucard a pagar indenização de R$ 5 mil para M.J.A.J.. Ele teve o nome inserido, indevidamente, em listas restritivas de crédito.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A vítima assegurou na ação que, ao tentar abrir conta bancária, foi informado sobre restrições cadastrais em nome dele, resultantes de operações com o Itaucard. M.J.A.J. entrou em contato, por correspondência e por e-mail com a administradora de cartão, explicando que desconhecia os débitos, pois nunca negociou com a empresa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No entanto, o problema não foi resolvido e ele ajuizou ação de inexistência de débito e com pedido de reparação de danos morais. O Itaucard, na contestação, alegou que o cartão de crédito foi solicitado por pessoa que se identificou como M.J.A.J., apresentando identidade, CPF e outros documentos. Defendeu que também foi vítima de fraude.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na sentença, o magistrado destacou que a empresa deveria ter controle absoluto sobre os contratos dos clientes, tentando resolver os problemas antes de enviar os nomes para os órgãos de restrição. A decisão foi publicada no Diário da Justiça Eletrônico da última quarta-feira (1º/02).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte: TJCE&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4317608502239217697-4419084001118339923?l=protejaseusdireitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ufRmOOpzQedP-xr8Kuevq0IT9R4/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ufRmOOpzQedP-xr8Kuevq0IT9R4/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ufRmOOpzQedP-xr8Kuevq0IT9R4/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ufRmOOpzQedP-xr8Kuevq0IT9R4/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~4/2FxQtu7Nn50" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/feeds/4419084001118339923/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/itaucard-deve-pagar-r-5-mil-de.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/4419084001118339923?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/4419084001118339923?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~3/2FxQtu7Nn50/itaucard-deve-pagar-r-5-mil-de.html" title="Itaucard deve pagar R$ 5 mil de indenização a cliente" /><author><name>RAMIREZ AUGUSTO PESSOA FERNANDES (OAB/RN nº 4.234)</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_7Ym4XsoKw88/St8XKRqrZDI/AAAAAAAAAJo/1m8BAKtmZcQ/S220/3+x+4+-+Atual.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/itaucard-deve-pagar-r-5-mil-de.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0EHRnY_eCp7ImA9WhRbE0s.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-4317608502239217697.post-7265226440290428848</id><published>2012-02-04T13:33:00.003-02:00</published><updated>2012-02-04T13:33:57.840-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-04T13:33:57.840-02:00</app:edited><title>Supremo reconhece competência concorrente do CNJ para investigar magistrados</title><content type="html">&lt;div id="div_noticias_noticia" style="text-align: justify;"&gt;        &lt;span id="tx1"&gt;Por  seis votos a cinco, na última quinta-feira (02), o Plenário do Supremo  Tribunal Federal (STF) negou referendo à liminar parcialmente concedida  em dezembro passado pelo ministro Marco Aurélio, que suspendeu a  vigência do artigo 12 da Resolução 135 do Conselho Nacional de Justiça  (CNJ), que atribui ao Conselho competência originária e concorrente com  os Tribunais de todo o país para instaurar processos  administrativo-disciplinares contra magistrados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A decisão foi tomada no julgamento do referendo à liminar na Ação Direta  de Inconstitucionalidade (ADI) 4638, ajuizada pela Associação dos  Magistrados Brasileiros (AMB) contra a mencionada Resolução, e iniciado  nesta quarta-feira (1º) pela Suprema Corte. Na decisão quanto a esse  ponto questionado na ADI, prevaleceu o entendimento segundo o qual o  Conselho, ao editar a resolução, agiu dentro das competências conferidas  a este órgão pelo artigo 103-B, parágrafo 4º, da Constituição Federal  (CF).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Impugnação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A cabeça do artigo 12 da Resolução 135 dispõe que “para os processos  administrativos disciplinares e para a aplicação de quaisquer  penalidades previstas em lei, é competente o Tribunal a que pertença ou  esteja subordinado o magistrado, sem prejuízo da atuação do Conselho  Nacional de Justiça”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A AMB se insurge contra a ressalva “sem prejuízo da atuação do Conselho  Nacional de Justiça” que, em seu entendimento, abre a possibilidade de o  CNJ atuar originariamente em processos administrativo-disciplinares no  âmbito dos tribunais, ou agindo concomitantemente com eles.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Decisão&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entretanto, na decisão de ontem do Plenário, prevaleceu a opinião da  maioria dos ministros no sentido de que o CNJ tem, constitucionalmente,  competência originária (primária) e concorrente com os tribunais, na sua  incumbência de zelar pela autonomia e pelo bom funcionamento do Poder  Judiciário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foram mencionados exemplos, sobretudo, de tribunais de justiça, cujas  corregedorias teriam dificuldade para atuar disciplinarmente, sobretudo  em relação aos desembargadores e a determinados juízes. “Até as pedras  sabem que as corregedorias não funcionam quando se cuida de investigar  os próprios pares”, afirmou o ministro Gilmar Mendes, integrante da  corrente majoritária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele lembrou que a Emenda Constitucional (EC) 45/2004 foi editada  justamente para suprir essa e outras dificuldades, criando um órgão  nacional, isento, para zelar pelo Judiciário de uma forma uniforme em  todo o país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Justificativa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os cinco ministros que referendaram a liminar concedida parcialmente em  dezembro pelo relator da ADI, ministro Marco Aurélio, suspendendo  dispositivos da Resolução 135, não se manifestaram contra o poder do CNJ  de agir e investigar, quando detectar situações anômalas nos tribunais.  Entendem, entretanto que, ao fazê-lo, somente em tais casos, deve  justificar essa intervenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já a corrente majoritária entendeu que a competência outorgada pela CF  ao Conselho é autoaplicável e que justificar sua atuação em caráter  originário nos tribunais teria como consequência a impugnação de tal ato  e, por conseguinte, poderia resultar na ineficiência de sua atuação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ministro Gilmar Mendes advertiu para o risco de se criar insegurança  jurídica, se a liminar fosse referendada nesse ponto. Segundo ele, isso  poderia inviabilizar boa parte da atuação do CNJ em termos  administrativo-disciplinares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por seu turno, o presidente do STF, ministro Cezar Peluso, entende que  abrir a possibilidade de o CNJ atuar sem prévia motivação nos tribunais  pode desmotivar a atuação das corregedorias, deixando questões  disciplinares “nas mãos do CNJ”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Votos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Votaram pelo referendo da liminar em relação ao artigo 12 o próprio  relator, ministro Marco Aurélio, e os ministros Ricardo Lewandowski,  Cezar Peluso, Luiz Fux e Celso de Mello. Divergiram, formando a corrente  vencedora que negou o referendo à liminar, os ministros Joaquim  Barbosa, Cármen Lúcia, Ayres Britto, Rosa Weber, Gilmar Mendes e Dias  Toffoli.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Fonte: STF&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;           &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4317608502239217697-7265226440290428848?l=protejaseusdireitos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qW89Ru22nB_IFSPYaefJUnt5VlU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qW89Ru22nB_IFSPYaefJUnt5VlU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qW89Ru22nB_IFSPYaefJUnt5VlU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qW89Ru22nB_IFSPYaefJUnt5VlU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~4/PLLkf5TT_xE" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/feeds/7265226440290428848/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/supremo-reconhece-competencia.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/7265226440290428848?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/4317608502239217697/posts/default/7265226440290428848?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/ProtejaSeusDireitos/~3/PLLkf5TT_xE/supremo-reconhece-competencia.html" title="Supremo reconhece competência concorrente do CNJ para investigar magistrados" /><author><name>RAMIREZ AUGUSTO PESSOA FERNANDES (OAB/RN nº 4.234)</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="23" height="32" src="http://2.bp.blogspot.com/_7Ym4XsoKw88/St8XKRqrZDI/AAAAAAAAAJo/1m8BAKtmZcQ/S220/3+x+4+-+Atual.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://protejaseusdireitos.blogspot.com/2012/02/supremo-reconhece-competencia.html</feedburner:origLink></entry></feed>

