<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2enclosuresfull.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" version="2.0"><channel><title>Práxis Cristã</title><link>http://praxiscrista.blogspot.com/</link><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/PrxisCrist" /><description>Crer, Pensar e Agir.</description><language>en</language><managingEditor>noreply@blogger.com (Mauricio Abreu de Carvalho)</managingEditor><lastBuildDate>Thu, 26 Jan 2012 11:38:41 PST</lastBuildDate><generator>Blogger http://www.blogger.com</generator><openSearch:totalResults xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/">598</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/">1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/">25</openSearch:itemsPerPage><feedburner:info xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" uri="prxiscrist" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><itunes:owner><itunes:email>noreply@blogger.com</itunes:email></itunes:owner><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>Crer, Pensar e Agir.</itunes:subtitle><item><title>Cristianismo: Universalidade vs. Localidade</title><link>http://praxiscrista.blogspot.com/2012/01/cristianismo-universalidade-vs.html</link><category>Igreja</category><category>Unidade</category><author>noreply@blogger.com (Mauricio Abreu de Carvalho)</author><pubDate>Tue, 24 Jan 2012 16:45:58 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3630966505257239046.post-6647308293911695391</guid><description>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-CkSAn2UsvrE/TjrmlYIF3tI/AAAAAAAAEdg/TrdLadOJMUw/s1600/mapa+mundi+quebra+cabe%25C3%25A7a+todo+parte.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 272px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-CkSAn2UsvrE/TjrmlYIF3tI/AAAAAAAAEdg/TrdLadOJMUw/s1600/mapa+mundi+quebra+cabe%25C3%25A7a+todo+parte.JPG" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Phillip Jenkins, em seu clássico A Próxima Cristandade aponta para uma das diferenças centrais entre o Islamismo e o Cristianismo: o primeiro sacraliza a cultura árabe (única versão oficial do Alcorão), e islamizar-se é arabizar-se; o segundo tem uma mensagem universal, um livro de destinação universal, mas que é traduzido para as várias línguas e se incorpora às várias culturas, em uma diversidade criativa de expressões. O Cristianismo tem uma dimensão de universalidade, por um lado vertical, temporal, histórico; e, por outro lado, uma dimensão horizontal, geográfica, das várias regiões e culturas onde é vivenciado. Assim, essa universalidade é complementada pela localidade. A questão é: quanto de herança histórica conhecemos, e temos como base de nossa construção hoje? Quanto do que acontece da multiforme graça de Deus nos vários continentes e países conhecemos e incorporamos? E qual a nossa relação com o contexto onde vivemos a fé, para com ele nos identificarmos para o santificarmos?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O Arcebispo Primaz da Província Anglicana de Jerusalém e Oriente Médio, e Bispo da Diocese do Cairo, Mouneer Anis, chamava a atenção, em conversa com um grupo no Congresso Lausanne III, na cidade do Cabo, África do Sul, no ano passado, para a importância das Igrejas Orientais, que estão ali há dois mil anos, segurando a barra sob vários perseguidores, e mesmo com as nossas diferenças, deveríamos conhecê-las e valorizá-las. Como os protestantes contam a história anterior à Reforma (e, até, posterior) por uma ótica Católico-Romana, confesso que eu era, por muito tempo, um analfabeto sobre as Igrejas Orientais, em sua diversidade (bizantinos, pré-calcedônios/jacobitas, nestorianos/assírios e uniatas). A questão da dimensão vertical da universalidade envolve o desconhecimento, a desvalorização ou a seletividade de suas fontes e episódios, a ação do Espírito Santo e a formação do “consenso dos fiéis”, duramente atingida pela heresia da “apostasia geral da Igreja”, disseminada nos setores radicais do protestantismo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Quanto ao aspecto horizontal, ou geográfico, a realidade é que todos os continentes onde hoje o Cristianismo se espalha conhece o que pensam e fazem os seus irmãos dos países centrais, que os informa e exporta, mas nada sabe uns dos outros. Todos são sistematicamente ocidentalizados, mas todos são privados de crescer pela contribuição de todos. Em uma tarde livre do Congresso de Pattaya, Tailândia (Movimento de Lausanne + Aliança Evangélica) promovemos um diálogo entre os pensadores ali presentes oriundos da América Latina (FTL), da África e da Ásia. Foi um momento triste pelo quanto de desconhecimento tínhamos uns dos outros, um momento de surpresa pelo que cada grupo descobria estar acontecendo nos outros continentes, que nos enriqueceu e desafiou. Ficou a consciência de que o controle da informação que ocorre na esfera secular, se reproduz na esfera religiosa. Um dos dirigentes do Congresso Lausanne III foi dolorosamente sincero: o Cristianismo é uma fé hoje universal, mas, por muito tempo ainda o financiamento e a liderança ficarão no Ocidente.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Quantos eventos internacionais evangélicos não estive presente ao longo das décadas, e cujo único papel dos representantes do então chamado Terceiro Mundo (agora é Mundo dos Dois Terços) era apenas emprestar o nome e sair na fotografia oficial, para demonstrar que o evento fora “internacional”, quando o nosso papel tinha sido de meros figurantes, de índios em filme de cowboy...&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ora, se a tendência humana já é, naturalmente, o etnocentrismo (olhar a história a partir do seu tempo e olhar o mundo a partir do seu lugar), o controle do poder religioso e da informação religiosa nos torna ilustres desconhecidos uns dos outros, seja sobre o que aconteceu no passado, seja sobre o que acontece no presente, e sobre as características de cada ramo ou movimento da Igreja.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Quanto à questão da localidade (a fé em contexto), quem está imerso na importação cultural desordenada não tem tempo nem condições de aculturar/inculturar, maiormente quando se adiciona o preconceito e a desvalorização da sua cultura, ou a demonização do patrimônio cultural material e imaterial do seu povo. Isso resulta em um estranhamento/estrangeiramento no próprio país.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;No caso do Brasil, quase todas as pessoas que se destacaram nas áreas da literatura e das artes são “desviados do Evangelho”, ou seja, você precisa “se desviar” para escrever um romance de nível ou ser respeitado nas artes (musical, teatral, plástica, etc.). Até porque, além do engessamento pessoal, do recalque das vozes do corpo, da rígida normatização de comportamentos, os protestantes nacionais são instruídos em uma concepção (semelhante a dos marxistas) de uma “arte engajada”, com cada romance ou cada pintura, escultura, ou peça teatral somente legitimada se for em forma de um sermão, com finalidade direta proselitista, ausente a percepção da presença da imago dei em toda a criação, do valor da natureza e dos sentimentos, e o reconhecimento realista da ambiguidade da pessoa humana.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O resultado é uma sensação de perda, de limitação, de impossibilidade de crescer e de obedecer ao mandato cultural, pelo conhecimento amplo do legado dos nossos maiores, pelo conhecimento amplo da multifacetada expressão da fé e da Igreja, pela participação fecunda como sal e luz da cultura que amamos, e do país e região onde a Providência nos fez nascer.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Sei que não é isso o que lemos no que compramos nas nossas “livrarias evangélicas”, nem ouvimos nos nossos congressos, nem em nossos shows Gospel. Mas, pregar no deserto ou discursar aos animais faz parte da História da Igreja. Um discurso a mais...&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Paripueira (AL), 10 de janeiro de 2012,&lt;br /&gt;Anno Domini.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;+Dom Robinson Cavalcanti, ose&lt;br /&gt;Bispo Diocesano&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.dar.org.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3630966505257239046-6647308293911695391?l=praxiscrista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-24T22:45:58.892-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/-CkSAn2UsvrE/TjrmlYIF3tI/AAAAAAAAEdg/TrdLadOJMUw/s72-c/mapa+mundi+quebra+cabe%25C3%25A7a+todo+parte.JPG" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>Comentário Sobre BBB e outras Porcarias - Antonio Veronese</title><link>http://praxiscrista.blogspot.com/2012/01/comentario-sobre-bbb-antonio-veronese.html</link><category>Cultura</category><category>Educação</category><author>noreply@blogger.com (Mauricio Abreu de Carvalho)</author><pubDate>Sun, 22 Jan 2012 16:56:51 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3630966505257239046.post-8361276458639103811</guid><description>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/vWy8CBdGFXY?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Vi no Genizah&lt;br /&gt;http://www.genizahvirtual.com/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3630966505257239046-8361276458639103811?l=praxiscrista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-22T22:56:51.141-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://img.youtube.com/vi/vWy8CBdGFXY/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>Revolução cultural</title><link>http://praxiscrista.blogspot.com/2012/01/revolucao-cultural.html</link><category>Sociedade Líquida</category><category>Sociedade de Consumo</category><author>noreply@blogger.com (Mauricio Abreu de Carvalho)</author><pubDate>Fri, 20 Jan 2012 10:58:13 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3630966505257239046.post-1378140421587956230</guid><description>&lt;a href="http://www.correiodoestado.com.br/uploads/1457513612.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://www.correiodoestado.com.br/uploads/1457513612.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ed René Kivitz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acabo de ouvir Zigmunt Bauman por 30 minutos, em entrevista concedida a Sílio Boccanera, para o Programa Milêmio, da GloboNews.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dos interessantes comentários a respeito do que Bauman chama de “revolução cultural”, tive alguns insights. Na verdade, dois. E ambos parafraseando o “penso, logo existo” de Descartes. Vivemos dias de “devo, logo existo”. Bauman disse que na sociedade capitalista quem não consome, não existe. Deixamos para trás a caderneta de poupança: “consiga o dinheiro e compre o que que quiser”, e migramos para o cartão de crédito: “compre o que quiser e depois consiga o dinheiro para pagar”. O resultado dessa mudança de paradigma de consumo é a dívida. Mudou o ditado. Antes se dizia “quem não deve, não teme”, hoje se diz “quem não deve, não existe”, pois quem não deve não interessa aos donos do crédito. E quem não interessa aos donos do crédito está alijado da sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de “devo, logo existo”, vivemos dias de “sou visto, logo existo”. Essa é a versão imposta pela tirania das redes sociais. Quem não tem twitter, blog, facebook está fora do horizonte de convívio social, cada vez mais virtual. A vida on-line substituiu a vida off-line. Vai crescendo o número de pessoas que deixam de existir assim que fecham seus computadores e desligam seus smartphones. Aliás, o mundo vai se enchendo de gente que jamais fecha o computador ou desliga o smartphone. Apavoradas com a possibilidades de não serem vistas, isto é, não receber comentários e recados no facebook, e não ver sua coluna de mentions do twitter crescer, as pessoas temem deixar de existir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E Bauman conclui como somente os sábios: “não tenho capacidade nem conhecimento para avaliar o que isso significa nem como vai ser o futuro”. A entrevista se encerra com Bauman encolhendo os ombros e virando os beiços como quem diz “e agora, José?”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Blog Ed René Kivitz&lt;br /&gt;http://edrenekivitz.com/blog/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3630966505257239046-1378140421587956230?l=praxiscrista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-20T16:58:13.579-02:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Verdadeiro Discipulado</title><link>http://praxiscrista.blogspot.com/2012/01/verdadeiro-discipulado.html</link><category>Igreja</category><category>Missões</category><author>noreply@blogger.com (Mauricio Abreu de Carvalho)</author><pubDate>Tue, 17 Jan 2012 05:17:07 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3630966505257239046.post-6938744237716853697</guid><description>&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/WdE6WdAcHDs?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3630966505257239046-6938744237716853697?l=praxiscrista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-17T11:17:07.025-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://img.youtube.com/vi/WdE6WdAcHDs/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Política higienista? Não, dever constitucional  SIM</title><link>http://praxiscrista.blogspot.com/2012/01/politica-higienista-nao-dever.html</link><category>Ação Social</category><category>Missão Integral</category><author>noreply@blogger.com (Mauricio Abreu de Carvalho)</author><pubDate>Sat, 14 Jan 2012 15:13:15 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3630966505257239046.post-3759285497827624496</guid><description>A ação do governo na cracolândia é adequada?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-jo0NFtcT2bQ/TxILj9iskRI/AAAAAAAAAg0/n3xC3H5qwJs/s1600/cracolandia.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-jo0NFtcT2bQ/TxILj9iskRI/AAAAAAAAAg0/n3xC3H5qwJs/s400/cracolandia.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5697629191020515602" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;PAULO CAPPELLETTI, JULIANO MELO E MARTINIANO BORGES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando o governo procrastina, o resultado é quase sempre desastroso. O descalabro da cracolândia é um desses casos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há 15 anos, algumas ruas do centro velho de São Paulo foram tomadas por uma nova droga, o crack. Durante o dia, os usuários desapareciam. Escondiam-se em canteiros de avenidas, em hotéis baratos e em organizações não governamentais (na maioria dos casos, religiosas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À noite, quando as lojas se fechavam, como no clipe "Thriller", de Michael Jackson, maltrapilhos e moribundos "surgiam". Hordas de "batmans", enrolados em cobertores, atacavam transeuntes e moradores para poder levar algo que permitisse comprar pedras de crack.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autoridades? Sim, a Polícia Militar fazia rondas. Às vezes, fazia abordagens ou um estardalhaço com algumas dezenas de homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inovação da cracolândia, na alameda Dino Bueno e na rua Helvétia, foi o aperfeiçoamento da desgraça. A três quadras de um batalhão da polícia, viciados e traficantes encontraram o ambiente perfeito para passarem o dia todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em pouco tempo, uma linha de ônibus teve o seu trajeto alterado, e o lugar foi abandonado, tornando-se um ponto de tráfico e uso de crack. Estima-se que 2.000 pessoas tornaram aquela latrina a céu aberto o centro dos seus universos. Imagens de televisão não transmitem a fedentina repugnante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante anos, desleixadamente (e criminosamente, por que não dizer?), nossos governantes permitiram que a pedra fosse negociada livremente. Durante os anos 1990, a "inteligência policial" ignorou denúncias, não fez quase nada. Muita vezes, foi conivente e corrupta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, apesar de carente em inteligência e em investigação -esta nova retomada se fez com poucas prisões e nenhum mandado de busca-, a ação da polícia é a esperança de uma nova postura do Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Culpam a ação policial por prejudicar o trabalho das ONGs e dos agentes de saúde. Eles estariam criando vínculos com possíveis adeptos do tratamento. É discutível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os agentes de saúde são estagiários e estudantes de diversos cursos universitários, contratados não pela Prefeitura, mas por ONGs terceirizadas. Em geral, são pessoas sem vocação, preparo ou experiência. Vestidos com coletes azuis e com pranchetinhas nas mãos, andam burocraticamente pelas ruas vendendo a mentira de que estão criando vínculos com os dependentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quais vínculos são esses? Eles esperam substituir os pais, os irmãos e os amigos, há muito perdidos pelos "nóias"? Vão acompanhá-los durante todo o tratamento? E depois do tratamento, serão seus melhores amigos? Não. Sobre esses vínculos, muito pouco pode se esperar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E agora? Vamos reprovar a ação da polícia? Não! A cracolândia é um misto de problemas. E um deles é de segurança pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Óbvio que excessos cometidos por autoridades não devem ser tolerados. Mas isso não tira a obrigação do Estado de estar lá, recuperando a região do domínio do crack e reinstaurando a ordem. O que a Polícia Militar está fazendo agora é apenas o que deveria ter feito há 15 anos -se tivesse feito, hoje não haveria cracolândia com endereço fixo. A operação deve continuar. Política higienista? Não. Dever constitucional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Óbvio que a polícia não resolverá a dependência química, mas poderá propiciar um ambiente seguro para que as outras formas de ajuda possam chegar a quem necessita. A polícia abre caminho para que os usuários tenham o acesso à saúde, às igrejas, às ONGs e aos familiares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A internação compulsória também deve ser exercida. Durante um resgate, os paramédicos não perguntam se o acidentado aceita ser encaminhado ao hospital. O dependente precisa dessa ajuda. Talvez ele saia da internação e imediatamente volte para o crack, mas ele tem o direito de passar alguns dias limpo para que retome seu poder de decisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PAULO CAPPELLETTI, 51, teólogo, é diretor da Missão SAL (Salvação, Amor e Libertação). Atua no tratamento de dependentes há 15 anos. JULIANO MELO, 33, bacharel em letras, e MARTINIANO BORGES, 30, sociólogo, são diretores do IBTE - Instituto Brasileiro de Transformação pela Educação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Folha de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/19890-a-acao-do-governo-na-cracolandia-e-adequada.shtml&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3630966505257239046-3759285497827624496?l=praxiscrista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-14T21:13:15.805-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/-jo0NFtcT2bQ/TxILj9iskRI/AAAAAAAAAg0/n3xC3H5qwJs/s72-c/cracolandia.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Crack por Cristo</title><link>http://praxiscrista.blogspot.com/2012/01/crack-por-cristo.html</link><category>Ação Social</category><category>Batistas</category><category>Missão Integral</category><author>noreply@blogger.com (Mauricio Abreu de Carvalho)</author><pubDate>Fri, 13 Jan 2012 20:23:40 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3630966505257239046.post-2151487524506087757</guid><description>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-h5gOSTvJi58/TxEC2N-mf-I/AAAAAAAAAgo/fpzjUJkSdc8/s1600/114343-970x600-1.jpeg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 247px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-h5gOSTvJi58/TxEC2N-mf-I/AAAAAAAAAgo/fpzjUJkSdc8/s400/114343-970x600-1.jpeg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5697338134088810466" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eliane Trindade e Apu Gomes, na Folha de S.Paulo [via Folha.com]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desgarrados da multidão maltrapilha da cracolândia, dez usuários de crack se alinham diariamente em colchões rasgados e em camas de papelão na calçada do número 509 da alameda Barão de Piracicaba, na região central de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles buscam abrigo na porta da Cristolândia, misto de igreja e centro comunitário, que funciona ali há quase dois anos. São “refugiados” de uma cracolândia dispersa pela Polícia Militar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Estou correndo do cachimbo [de crack] e dos homens. Aqui a polícia deixa a gente em paz”, diz Daiane Soares, 26, sobre a operação policial deflagrada em 3 de janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela espera há seis dias vaga em uma clínica que aceite casais para se tratar junto com o namorado, Wesley, 20.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a presença ostensiva da PM na região, a missão Batista passou a funcionar em esquema de plantão, com suas portas abertas 24 horas para a galera acuada do crack.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a proposta de fazer os usuários de drogas trocarem o “crack por Cristo”, o projeto encaminhou nos últimos 22 meses cerca de mil usuários para internação e centros de formação evangélica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Remédios são evitados na fase de desintoxicação. “Só usamos tratamento medicamentoso em casos extremos. Para além da ciência, temos a fé. É o nosso diferencial”, afirma o pastor Paulo Eduardo Vieira, 47, da 1ª Igreja Batista de São Paulo, à qual a Cristolândia é vinculada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a pesquisadora Zila Sanches, do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas, não usar medicamento na desintoxicação dificulta o tratamento. “Sem remédio nos primeiros 15 dias de abstinência, o processo é mais doloroso física e emocionalmente”, diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas ela também vê pontos positivos. “Funciona para aqueles que já tenham uma crença e que buscam por conta própria a ajuda da igreja.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INTERNAÇÕES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas duas últimas semanas, o número de internações, via Cristolândia, bateu o recorde de 90. “Fazíamos uma média de 40 por mês. Já chegamos ao dobro disso em dez dias e vamos abrir novas 200 vagas”, contabiliza o pastor Humberto Machado, 53, coordenador da missão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na terça-feira, a Cristolândia passou no teste como refúgio. Uma ronda da PM tentou retirar da calçada uma dezena de usuários de drogas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Aqui é solo sagrado”, esbravejou o padre Júlio Lancellotti, coordenador da Pastoral de Rua, que fazia uma de suas visitas ao projeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A PM recuou. Na quarta, um oficial foi ao local. “O coronel viu que não somos contra a polícia”, diz o missionário Gerson Machado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Cristolândia é mantida por doações das igrejas Batistas. Os gastos são de R$ 70 mil por mês. Para atrair usuários de crack para os cultos matutinos, oferecem refeições, banho e roupa limpa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O alimento espiritual vem primeiro. “Deus não criou você para ser um verme na cracolândia”, prega o pastor Humberto, 53. Ex-usuário de cocaína, ele usa sua experiência para provar o êxito do tratamento baseado na fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Cheirava cocaína dia e noite, comia lixo, fui preso e humilhado. Só via trevas”, relata à plateia na cracolândia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A prefeitura diz que oferece abrigo e tratamento, mas em diferentes etapas. A ação existe desde 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em dois anos, a prefeitura diz ter feito 12 mil atendimentos, sendo 3.000 internações. Segundo a prefeitura, quem não quer tratamento também pode receber abrigo.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fonte: Pavablog&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.pavablog.com/2012/01/13/crack-por-cristo/"&gt;http://www.pavablog.com/2012/01/13/crack-por-cristo/&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3630966505257239046-2151487524506087757?l=praxiscrista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-14T02:23:40.380-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/-h5gOSTvJi58/TxEC2N-mf-I/AAAAAAAAAgo/fpzjUJkSdc8/s72-c/114343-970x600-1.jpeg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>Marcos Eberlin - Design Inteligente</title><link>http://praxiscrista.blogspot.com/2012/01/marcos-eberlin-design-inteligente.html</link><category>Design Inteligente</category><author>noreply@blogger.com (Mauricio Abreu de Carvalho)</author><pubDate>Mon, 09 Jan 2012 15:29:37 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3630966505257239046.post-4020187383405451447</guid><description>&lt;iframe width="420" height="243" src="http://www.youtube.com/embed/IKolQksHT6U?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3630966505257239046-4020187383405451447?l=praxiscrista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-09T21:29:37.832-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://img.youtube.com/vi/IKolQksHT6U/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Cristo na cidade</title><link>http://praxiscrista.blogspot.com/2012/01/cristo-na-cidade.html</link><category>Ação Social</category><category>Missão Integral</category><author>noreply@blogger.com (Mauricio Abreu de Carvalho)</author><pubDate>Sun, 08 Jan 2012 18:46:17 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3630966505257239046.post-7003324027646735602</guid><description>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-aa4OnSLe4zQ/TwpU6vDPYoI/AAAAAAAAAgY/vRt498RedvA/s1600/sp_02.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 267px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-aa4OnSLe4zQ/TwpU6vDPYoI/AAAAAAAAAgY/vRt498RedvA/s400/sp_02.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5695458046802616962" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;O Senhor estará na cidade na medida em que seus habitantes sinalizem pelo testemunho a busca ou a presença de Deus. &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por Carlos Queiroz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A vida urbana é uma construção humana em busca da sobrevivência social, política e econômica. A formação das cidades é a experiência resultante dessa busca de sobrevivência atrativa. Nas últimas décadas, a formação de grandes cidades é um processo acelerado e irreversível em todo o mundo. São milhões de pessoas vivendo em áreas relativamente reduzidas, uma forma de convivência repleta de complexidade. De um lado, o encanto da modernidade: arranha-céus com tecnologia inteligente, meios de transporte de alta velocidade, gigantescos shopping-centers, serviços de todo tipo. De outro lado, o espaço urbano trouxe consigo o acúmulo de lixo, os engarrafamentos, a violência, o abismo entre ricos e pobres. Novos atores sociais surgiram com a urbanização, como o traficante, o flanelinha, o trombadinha.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O mundo urbano, formado como resultado da industrialização e do incremento das tecnologias, gerou uma forma de convivência individualista: cada ser humano busca uma maneira de existir sem que os outros lhe perturbem. A automatização limita os diálogos; as grades separam vizinhos; a janela do carro permanece fechada. Nas cidades, as relações humanas são fundamentadas na produtividade, no lucro, na competitividade. A sociedade urbana divide-se entre os que possuem poder de compra e os outros, que vivem à margem do sistema econômico e que a dinâmica do processo encarregou-se de empurrar para as periferias.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O crescimento das cidades levou ao fenômeno da coletivização. Já não há espaço para individualidades – o que existe é a massa, a galera. Acontece que, em qualquer lugar, as pessoas sempre buscarão uma experiência religiosa. Onde estiver um ser humano, ali há de acontecer um “evento” religioso. Faz parte da natureza do homem a sensação do vazio que necessita ser preenchido pelo sagrado. Na maioria dos casos, essa relação é apenas uma projeção subjetiva das realidades cotidianas – mas, no contexto da polis, ela assume novos matizes. Quando utiliza linguagens, símbolos e imagens, a religiosidade urbana comunica o individualismo, a concorrência, a violência, até. As divindades veneradas são tão egoístas como seus adoradores. De alguma forma, diante da linguagem e da expressão religiosa, será possível se identificar o quanto humano ou desumano é o povo de uma cidade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;   &lt;br /&gt;No Apocalipse, João falou de cidades. Elas são descritas tendo como arquétipo as realidades espirituais conhecidas pelo narrador do texto. Babilônia e Nova Jerusalém apresentam diferentes manifestações de Deus – a destruição de um lado, o amor de outro. Babilônia venera o Dragão, um poder maligno que ameaça o povo de Deus. Em Nova Jerusalém, contudo, reina o Cordeiro. Na escatologia do Apocalipse, é possível perceber semelhanças sinais de Babilônia em São Paulo, Nova Iorque, Mumbai, Cairo, Londres. A Babilônia no mundo urbano pode ser a influência de um poder fora da geografia da comunidade que sofre. Uma influência grande, aparentemente irresistível. Pode ser o mercado, a alta tecnologia, o materialismo, a idolatria, a degradação ambiental, a exploração. Como a Besta, eles querem deixar suas marcas nos cidadãos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Babilônia e Nova Jerusalém são realidades urbanas enfrentadas pela humanidade. A Nova Jerusalém é uma sociedade vinda da parte de Deus, mas sob a ameaça constante do poder político e econômico da Babilônia. Assim, identificar as “Babilônias” e as divindades de cada época, mantendo a esperança por novas realidades e lutando contra as contradições desumanas na cidade, são o sonho e o projeto dos seguidores de Jesus Cristo. O fenômeno da urbanização, com todas as suas complexidades, é uma oportunidade de serviço oferecida aos cristãos. Erigir a Nova Jerusalém é o sonho possível da presença de Deus no meio urbano. Nesta cidade, não há templos como os que vemos em nossas ruas e avenidas, “pois seu templo é o Senhor”, conforme João. É essa aspiração pela presença de Deus que está em evidência.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O Senhor estará na cidade na medida em que seus habitantes sinalizem pelo testemunho a busca ou a presença de Deus. O Verbo se fez carne e habitou entre nós; então, há espaço para Jesus nas cidades. Quando Deus se faz presente, manifestam-se os sinais do seu Reino: amor e justiça, graça e paz, alegria e solidariedade. Que esses sinais sejam mais evidentes em nossa realidade urbana.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fonte: Cristianismo Hoje&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://cristianismohoje.com.br/"&gt;http://cristianismohoje.com.br/&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3630966505257239046-7003324027646735602?l=praxiscrista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-09T00:46:17.609-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/-aa4OnSLe4zQ/TwpU6vDPYoI/AAAAAAAAAgY/vRt498RedvA/s72-c/sp_02.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Satanizaram o Natal</title><link>http://praxiscrista.blogspot.com/2012/01/satanizaram-o-natal.html</link><category>Natal</category><author>noreply@blogger.com (Mauricio Abreu de Carvalho)</author><pubDate>Thu, 05 Jan 2012 12:02:21 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3630966505257239046.post-2037422525710396169</guid><description>&lt;a href="http://reporterdecristo.com/wp-content/uploads/2011/12/Pres%C3%A9pio-4.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://reporterdecristo.com/wp-content/uploads/2011/12/Pres%C3%A9pio-4.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Bráulia Ribeiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De como os evangélicos vão ficando cada vez menos humanos e trabalham sem saber para a desevangelização do Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Satanizaram o Natal. Me parece até surreal quando vou a igrejas, e a sites evangélicos, e não se faz nem uma referência ao Natal sequer, nem se tem um culto de celebração dia 24, ou 25 parte da tradição cristã há tantos séculos. Às vezes não acredito, me belisco, penso, não, esta doença vai passar, mas que nada, se alastra mais e mais. Mesmo os cristãos que contra a corrente mandam seus cartõezinhos, se sentem no dever de nos exortar contra o comercialismo, contra os presentes, no meio de votos tímidos de felicidade e feliz ano novo. Quando encontro um irmão na rua e desavisadamente comprimento com um animado: “Feliz Natal!” Eles me olham como se estivesse falando uma heresia, ou num ar condescendente explicam que já não estão mais neste mundo e que Cristo nasce todo dia….&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tradições religiosas como o Natal tem o papel de reforçar valores sociais comuns. Enquanto no carnaval e no reveillon, a tradição é subverter valores, se esbaldar, praticar o impraticável durante o resto do ano, por isto são chamados por Roberto Damatta, antropólogo brasileiro de “ritos de inversão”, na festa do Natal principalmente os trabalha para reforçar os valores positivos. Natal é a festa da família, de comer juntos um peru, de decorar a árvore ou o presépio, de cantar hinos, de se presentear os amigos, os familiares, de dar gorjetas maiores, de pensar nos que estão distantes. Nesta época Holywood lança inúmeros filmes sobre pais e filhos, pais desnaturados com valores errados, que de alguma forma perderam a noção do que é importante, e nesta época se encontram com algo que “os converte” novamente à família. Nesta época até os sem religião ficam com os olhos marejados diante de um presépio bem feito, ou dos garotos cantando canções natalinas nas janelas do HSBC em Curitiba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boicotar as festas cristãs mais importantes como o Natal e a Páscoa é boicotar-se a si mesmo, perder uma boa oportunidade para falar de Cristo, abraçar pessoas, espalhar fraternidade e carinho numa época em que as pessoas se voltam automaticamente umas para as outras. Nossa vida em sociedade é feita de ritos, tradições e heranças simbólicas. Estes crentes anti-natal, dominados por um zelo místico e sem respaldo bíblico querem renegar todas suas tradições culturais, até as mais inofensivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ritos de reforço são tão necessários quanto ritos de inversão. Não é porque nos convertemos que deixamos de ter cultura. Continuamos a ter necessidade de reforçar socialmente o que acreditamos. Ironicamente a falta do Natal, junto com a demonização de certos símbolos cristãos como a cruz, continuou tendo este mesmo fim social. Se tornaram os “desritos” que reforçam a separação evangélica do mundo. Mas porquê se tornaram necessários artifícios sociais como estes, se a nossa cultura cristã quando puramente bíblica já nos “marca” automaticamente com uma diferença moral, já nos banha como o hissopo da conversão do caráter que tem não tem paralelo a nenhuma outra experiência humana? A mudança de caráter, a conversão de valores é segundo Jesus (Jo17) e deveria continuar sendo a maior marca que torna os cristãos conhecidos não importa a cultura, os ritos que praticam ou deixam de praticar, a freqüência ou não na igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente o sincretismo moral tomou conta da igreja. Pregamos nos nossos púlpitos do mesmo jeito que se prega nas palestras de auto-ajuda nos auditórios de hotéis. Você pode, você merece, você tem direito. Estamos debaixo da soberania do eu, da tirania da felicidade egoísta. Se distribuem riquezas, beleza, orgasmos múltiplos, alegrias festivas nos púlpitos, numa supercialidade que nos faz duvidar que Jesus morreu na cruz, mas deve ter acendido aos céus numa almofada cor de rosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Natal vai sim se tornar uma festa cada vez mais pagã. Vai se falar mais em trenós, duendes e renas, neve (mais uma estupidez nossa, europeus dos trópicos) e cada vez menos no nascimento de Jesus, porquê nós não vamos estar presentes no cenário cultural geral para salgar nada. Vamos ignorar a importância da história mais recente, super-valorizando uma origem pagã datada de milhares de anos atrás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nosso cristianismo vai se tornar apenas uma experiência mística vazia, ao invés de uma realização do fato mais importante da história da humanidade, o nascimento do criador em forma de homem. Fato constado historicamente, documentado, materialmente fisicamente e culturalmente real num dia específico da história humana. Um dia ele nasceu, não sei se em setembro, novembro ou dezembro, a acuracidade do mês e do dia não importa tanto quanto o evento. Um bebê humano em toda sua fragilidade, chorou ao ser parido por uma mãe humana. Mas nele havia o DNA divino. Nele estava contida toda a plenitude da divindade, numa maneira que nossa mente limitada não alcança entender. Ele era Deus mas não teve por usurpação o ser igual a Deus, mas antes tomou a forma de servo e seguiu até a morte na cruz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nascer, viver, morrer e ressucitar de uma maneira divina, no entanto humana foi sua mensagem principal. Eu os amo, amo a ponto de me encarnar, de me limitar à sua humanidade, de me tornar criatura, eu o Criador, e assim ensinar-lhes como viver. E assim marcar a história humana com um AC DC. E assim me tornar o autor da maior transformação que a humanidade já sofreu. Esta história que se repete hoje nas nossas vidas, é verdade que ele “nasce” dentro de nós quando nos convertemos, teve um início.&lt;br /&gt;Só me resta agora lamentar nossa ignorância. Ignorância religiosa, sociológica, cultural. Desprezamos símbolos importantes numa fase em que deveríamos reforçar-lhes o valor. Iludidos por ensinos enganadores, superficiais, que desconsideram tanto a história deixamos de relembrar a humanidade do que ela já sabia, mas está esquecendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só me resta lamentar este evangelicalismo armadilha no qual fomos presos. Não sabemos ser cristãos mais. Tornamos-nos semi-bruxos exotéricos, neo-cristãos-medievais próximos das experiências místicas, mas distantes das verdades históricas profundas. Somos capazes de pregar uma felicidade terrena sem limites, mas incapazes dos sacrifícios morais, incapazes da verdadeira santidade, somos capazes de discriminarmo-nos uns aos outros com base em sutis discrepâncias doutrinárias, no entanto incapazes de amar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Genizah&lt;div&gt;www.genizahvirtual.com&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3630966505257239046-2037422525710396169?l=praxiscrista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-05T18:02:21.393-02:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total></item><item><title>bonhoeffer e o liberalismo na américa</title><link>http://praxiscrista.blogspot.com/2011/12/bonhoeffer-e-o-liberalismo-na-america.html</link><category>Liberalismo</category><category>Nazismo</category><category>Ética</category><author>noreply@blogger.com (Mauricio Abreu de Carvalho)</author><pubDate>Mon, 19 Dec 2011 04:40:20 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3630966505257239046.post-7400887384192039286</guid><description>Sandro Baggio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Bonhoeffer foi passar um ano entre 1930-1931 no Union Theological Seminary em Nova Iorque, deparou-se com o liberalismo teológico em franca ascenção na América do Norte. Bonhoeffer havia sido aluno do teólogo liberal Adolf Von Harnack, mas escolhera seguir um caminho diferente. Seus comentários a respeito dos estudantes do Union são notórios:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há teologia aqui [...]. Falam pelos cotovelos sem o menor fundamento e sem indício de qualquer critério. Os estudantes – com idade entre 25 a trinta anos – não têm qualquer noção a respeito do que é tratado pela dogmática. Não estão familiarizados com as questões básicas. Intoxicaram-se com frases liberais e humanistas, ridicularizam os fundamentalistas e, no entanto, ainda não alcançaram sequer o nível deles.&lt;br /&gt;… a falta de seriedade com que os alunos falam de Deus e do mundo é, para dizer o mínimo, bastante surpreendente [...]. Fora daqui, é difícil imaginar o tamanho da inocência de pessoas à beira do ministério, ou de algumas já dentro dele, ao fazer perguntas no seminário para teologia prática – por exemplo, se alguém deve realmente pregar sobre Cristo…&lt;br /&gt;O ambiente teológico do Union Theological Seminary acelera o processo de secularização do Cristianismo na América. Sua crítica se direciona contra os fundamentalistas e, de certa forma, também contra os humanistas radicais em Chicago; algo saudável e necessário. Mas não há uma base sólida sobre a qual se possa reconstruir após a demolição. Ela será carregada com o colapso geral. Um seminário onde pode ocorrer de um grande número de estudantes rir em voz alta durante a leitura pública de um trecho de De servo arbitrio, de Lutero, sobre o pecado e o perdão, porque soa cômico para eles, esqueceu por completo o que teologia cristã, por sua própria natureza, defende.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As igrejas em Nova Iorque também sofriam a influência do liberalismo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A situação não é diferente na igreja. O sermão tem sido reduzido a comentários entre parênteses da igreja a notícias do jornal. Durante todo o tempo aqui, ouvi somente um sermão no qual era possível escutar algo como uma proclamação genuína, e que foi transmitido por um negro (na verdade, tenho descoberto cada vez mais um grande poder religioso e originalidade nos negros). Uma questão a atrair minha atenção em vista de todos esses fatos é saber se é realmente possível falar sobre o cristianismo aqui [...]. Não faz sentido esperar frutos de um lugar onde a Palavra não tem sido pregada. Mas o que será então do cristianismo por si só?&lt;br /&gt;Em Nova York, pregam a respeito de quase tudo; há uma única coisa não anunciada, ou anunciada tão raramente que eu ainda não fui capaz de ouvir: o evangelho de Jesus Cristo, a cruz, o pecado e o perdão, a morte e a vida.&lt;br /&gt;O que então substitui o lugar da mensagem cristã? Um idealismo ético e social a cargo de uma fé no progresso que – sabe-se lá como – reclama o direito de chamar a si mesmo de “cristão”. E, no lugar da igreja como congregação dos crentes em Cristo, há a igreja no papel de empresa social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ler estas palavras, não consigo deixar de ver uma semelhança com o rumo em que muitas instituições teológicas, ministros e igrejas estão seguindo no Brasil. Parece que ainda não aprendemos a lição da história e precisamos repetir novamente para entender que o liberalismo teológico é um caminho de morte espiritual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As citações acima foram extraídas da excelente biografia Bonhoeffer: Pastor, Mártir, Profeta, Espião de Eric Metaxas. Bestseller do NY Times e ganhador do prêmio Book of the Year 2011, Bonhoeffer foi publicado em português pela Editora Mundo Cristão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: http://www.sandrobaggio.com/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/qPTj2TaBPyI?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3630966505257239046-7400887384192039286?l=praxiscrista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-19T10:40:20.121-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://img.youtube.com/vi/qPTj2TaBPyI/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>Deputado homenageia Ariovaldo Ramos na Alesp</title><link>http://praxiscrista.blogspot.com/2011/12/deputado-homenageia-ariovaldo-ramos-na.html</link><category>Ação Social</category><category>Missão Integral</category><author>noreply@blogger.com (Mauricio Abreu de Carvalho)</author><pubDate>Fri, 09 Dec 2011 04:29:41 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3630966505257239046.post-8703908558695432178</guid><description>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe width="400" height="233" src="http://www.youtube.com/embed/TTucyR9UTSo?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O deputado estadual Carlos Bezerra Jr. concedeu o prêmio Santo Dias ao pastor, teólogo e ativista dos direitos humanos Ariovaldo Ramos. É a primeira vez em 15 anos que a homenagem, entregue dia 5, é oferecida a um evangélico. A denominação da honraria remete Santo Dias da Silva, um dos principais nomes da luta operária contra a desigualdade, morto pela polícia militar em 1979, no auge do regime ditatorial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Como cristãos, acreditamos que, sem obras, de nada vale nossa fé. E o Ariovaldo é um exemplo de como a prática da fé em que cremos pode levar vida a um tanto de pessoas. Assim como Dias, ele é também um operário. Não trabalhou em industrias, construções ou fábricas, mas, dia a dia, empenha-se incansavelmente em levar uma mensagem de esperança e liberdade aos excluídos”, afirmou Bezerra Jr., em seu discurso na solenidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ariovaldo Ramos foi presidente da Aliança Evangélica Brasileira (AEB) e é embaixador na maior ONG cristã do mundo, a Visão Mundial. As propostas do grupo que liderou no Conselho de Segurança Alimentar da presidencia da República estão entre as cinco mais efetivas para atender os objetivos de erradicação da fome, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). Por isso, o pastor foi convocado pelo Fundo de Segurança para Alimentação e Agricultura das Nações Unidas para conferencia sobre adequação de políticas públicas para o direito humano a alimentação adequada, em Roma, Itália.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia, abaixo, a biografia completa do homenageado e veja, à esquerda, o vídeo produzido para celebrar a premiação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ariovaldo Ramos dos Santos nasceu em São Paulo, em 1º de Janeiro de 1956. Filho de Alcides Ramos dos Santos, operário, e Raimunda Maria dos Santos, costureira. De família simples, ainda criança se mudou para zona norte de São Paulo e, mais tarde, para Guarulhos, na grande São Paulo, onde passou a adolescência. De sua história pessoal traz compromisso com os pobres. Da sua luta por justiça e igualdade faz sua bandeira e expressão de fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pastor de formação e estudioso de filosofia está envolvido no ministério religioso desde 1974. Começou como leigo na Igreja Metodista Livre em Jardim Paraventi, em Guarulhos, envolvido na área de ensino e exposição da Bíblia. Em 1984, foi trabalhar na VINDE - Visão Nacional de Evangelização, uma ONG fundada pelo conhecido pastor Caio Fábio D´Araújo Filho, no Rio de Janeiro. É dessa vivencia que se torna um dos principais teólogos brasileiros da Missão Integral, uma teologia Latino Americana que oferece uma lente através da qual se lê as Escrituras Sagradas em busca de referenciais para a presença do cristão no mundo. Nas palavras do próprio Ariovaldo Ramos “a missão da igreja é promover salvação e também a dignidade e justiça, alterando a realidade social”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1991, de volta a São Paulo, Ariovaldo se envolveu no ministério JEAME -Jesus Ama o Menor, sendo mais tarde eleito presidente dessa entidade, que trabalha com crianças e adolescentes em situação de rua, especificamente as que se drogavam e praticavam pequenos delitos na Praça da Sé. O trabalho consistia em restabelecer o vinculo das crianças com suas famílias, através de atendimento integral. Do JEAME passou a apoiar também a Missão Ágape, do qual também virou presidente. Essa missão atende crianças em situação de vulnerabilidade social e que aguardam por adoção sob custódia do estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1993, foi o principal coordenador da “Ação Cidadania contra a Fome, a Miséria e Pela Vida”, idealizada por Herbert de Souza, o Betinho, na cidade de São Paulo. Sendo o primeiro evangélico a ocupar a coordenação, envolveu dezenas de igrejas na campanha contra a fome, motivando-as a arrecadar e distribuir alimentos para instituições cadastradas. De volta ao Rio de Janeiro, em 1996, retorna a trabalhar na VINDE, num projeto chamado Fábrica de Esperança, em Acari, subúrbio da cidade.&lt;br /&gt;A participação de Ariovaldo Ramos também é presente após a chacina de Vigário Geral, onde 21 pessoas da comunidade foram mortas por Policiais Militares, participando ativamente na construção da “Casa da Paz”. A Casa que se tornou “da Paz” pertencia à família de evangélicos mortos na chacina: oito pessoas assassinadas na frente de cinco crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma vez de volta a São Paulo, passa a atuar na SEPAL (Servindo a Pastores e Lideres), onde intensifica o ensino da Missão Integral da Igreja e desafia lideres evangélicos e pastores a servirem os pobres, não somente com a pregação do Evangelho, mas lutando contra outros sinais de morte que existem na miséria e desigualdade social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2002, é eleito presidente da ONG Visão Mundial no Brasil; por seu envolvimento e militância nas causas sociais e pelo reconhecimento de sua liderança na Igreja evangélica Brasileira, atualmente é embaixador dessa que é a maior ONG cristã do mundo. A Visão Mundial é uma organização não governamental humanitária cristã que trabalha no enfrentamento da pobreza e da exclusão social, priorizando em seus programas crianças e adolescentes de comunidade pobres e em situação de vulnerabilidade. Entre 2002 e 2007, fez parte do Conselho de Segurança Alimentar da Presidência da Republica, com atuação reconhecida pelos outros conselheiros por estar sempre atento aos problemas e a situação do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ariovaldo também foi secretário geral e depois presidente da AEVB – Associação Evangélica Brasileira.&lt;br /&gt;Recentemente foi convocado pela FAO – Fundo de Segurança para Alimentação e Agricultura das Nações Unidas – para trigésima conferencia para adequação de políticas públicas para o direito humano a alimentação adequada, em Roma. Este convite veio porque ele liderou um grupo desse tema no Conselho de Segurança Alimentar da presidencia da República, e o mesmo foi considerado pela ONU um dos 5 projetos mais efetivos para os objetivos do milenio estabelecidos por essa entidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ariovaldo é pai de duas jovens, Myrna e Rachel, diretor da FLAM – Faculdade Latino Americana de Teologia Integral e autor de 5 livros e de diversos artigos publicados em revistas eletrônicas e livros impressos e eletrônicos.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.carlosbezerrajr.com.br/"&gt;http://www.carlosbezerrajr.com.br&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3630966505257239046-8703908558695432178?l=praxiscrista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-09T10:29:41.718-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://img.youtube.com/vi/TTucyR9UTSo/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>180 Movie</title><link>http://praxiscrista.blogspot.com/2011/11/180-movie.html</link><category>Aborto</category><category>Holocausto</category><author>noreply@blogger.com (Mauricio Abreu de Carvalho)</author><pubDate>Thu, 03 Nov 2011 19:32:38 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3630966505257239046.post-3168043504005896093</guid><description>&lt;iframe width="400" height="233" src="http://www.youtube.com/embed/_CYOjvbzUow?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3630966505257239046-3168043504005896093?l=praxiscrista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-04T00:32:38.638-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://img.youtube.com/vi/_CYOjvbzUow/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Carta Mensal de Setembro</title><link>http://praxiscrista.blogspot.com/2011/09/carta-mensal-de-setembro.html</link><category>Aliança Cristã Evangélica</category><author>noreply@blogger.com (Mauricio Abreu de Carvalho)</author><pubDate>Tue, 13 Sep 2011 22:15:55 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3630966505257239046.post-813038305641971535</guid><description>&lt;a href="http://www.metodista.br/fateo/noticias/fundada-alianca-crista-evangelica-brasileira-bispo-metodista-integra-diretoria/image_mini" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 103px;" src="http://www.metodista.br/fateo/noticias/fundada-alianca-crista-evangelica-brasileira-bispo-metodista-integra-diretoria/image_mini" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px; line-height: 9px;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Geneva, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 9px; background-color: rgb(255, 255, 255); "&gt;&lt;div class="entry-content" style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 20px; padding-right: 10px; padding-bottom: 20px; padding-left: 10px; vertical-align: baseline; font-size: 12px; line-height: 1.6em; clear: both; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; vertical-align: baseline; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Relevância.&lt;/p&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; vertical-align: baseline; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;O Novo Testamento começa com Deus fora do Templo, e termina com Jesus fora da Igreja.&lt;/p&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; vertical-align: baseline; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;João Batista começa o seu ministério anunciando que era a voz daquele que clamava do deserto. E quem clamava do deserto era Deus.&lt;/p&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; vertical-align: baseline; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Jesus, em sua última carta, está à porta da igreja em Laodicéia, na expectativa de alguém o ouça e lhe abra a porta de sua casa.&lt;/p&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; vertical-align: baseline; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Isto significa que, desde o início, estamos a lutar pela Igreja.&lt;/p&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; vertical-align: baseline; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;É assim que vejo a Aliança, como um esforço para que o Cristo não perca a esperança para com a Igreja que está no Brasil, como parece ter perdido com a que estava em Laodicéia.&lt;/p&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; vertical-align: baseline; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;O apóstolo Paulo disse que sofria o que restava dos sofrimentos de Cristo pela Igreja. Não se referia a qualquer participação no sacrifício vicário, mas, certamente, a essa postura desobediente que se manifestou em Laodicéia e na história da Igreja, de modo geral.&lt;/p&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; vertical-align: baseline; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Teimosamente, insistimos na ruptura, na divisão, no cisma.&lt;/p&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; vertical-align: baseline; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;A Igreja dos laodicenses estava encantada com o poder econômico, interpretando-o como benesse divina, enquanto o Senhor denunciava o seu isolamento.&lt;/p&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; vertical-align: baseline; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;A cada geração, parece que nos encantamos com algo, que acaba por nos apartar do Cristo, julgando estar sob suas bençãos.&lt;/p&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; vertical-align: baseline; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Então, os bispos da Igreja precisam encontrar-se, sistematicamente, estar em permanente concílio, para não ser traído ou atraído pelo espírito de cada época, que é sempre espírito de rebelião.&lt;/p&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; vertical-align: baseline; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Manter um estado permanente de concílio, entre iguais, mantém-nos atentos a nós mesmos, e mais, ao movimento da sociedade e de seu inspirador. A luta por manter a catolicidade, a santidade, a unidade e indivisibilidade da Igreja é hercúlea e necessária.&lt;/p&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; vertical-align: baseline; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Não podemos cair no equívoco da Igreja que estava em Corinto, que segundo Paulo, havia partido o Corpo do Cristo, ou, ao menos, agido como se isso fosse possível.&lt;/p&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; vertical-align: baseline; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Alguém já disse que a “praia” protestante não é a unidade, mas a verdade. Acho que foi assim, durante séculos, mas, houve e há a era moderna das perseguições aos cristãos, levada a cabo por ideologias e por religiões com vocação hegemônica, e, mais recentemente, pelo secularismo; e a questão já não é se o sujeito assina embaixo de todas as minhas convicções, mas se ele vai morrer comigo por Cristo. E se ele vai morrer comigo, comigo poderia viver, ainda que estivéssemos sempre nos amolando, como o ferro afia o ferro.&lt;/p&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; vertical-align: baseline; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;A questão que afasta Jesus de Laodicéia é uma crise de valores, de perda de identidade; não há menção de desvio confessional, há uma crise de coerência. É, guardadas as devidas proporções, o que vemos no Brasil, provavelmente, a maioria dos protestantes e evangélicos subscrevem confissões de fé muito semelhantes, mas, vivemos em meio a uma crise de identidade, quanto aos valores que devemos sustentar nesse momento da história. E como os devemos sustentar.&lt;/p&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; vertical-align: baseline; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Não entendo a Aliança como uma questão de mera representatividade frente ao Estado, mas, como uma aglutinadora da Igreja frente ao novo Estado que se anuncia no País, marcado pelo crescimento econômico, pelo estertor da luta ideológica, pela necessidade de parecer moderno, pela tentativa de deixar de ser uma sociedade que, principalmente, luta por sua sobrevivência, para tornar-se uma sociedade global, moderna, capaz de reinventar costumes, e propor caminhos, mesmo tendo de conviver com o analfabetismo funcional, e com o remanescente da cosmovisão feudal, quando não, medieval.&lt;/p&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; vertical-align: baseline; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;A Igreja que está Brasil tem uma tarefa nova: por estar crescendo a olhos vistos, se torna a nova fonte de insumos para a construção da ética da nova Nação, que se avizinha, fruto de sua inserção nessa transformação global, que ameaça redefinir a ordem do poder econômico e político, no mundo.&lt;/p&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; vertical-align: baseline; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Como reduzir nosso papel, a de mero espectador, se, gostando ou não, somos agentes na sociedade, como sal e como luz, com a demanda de construir uma cidade sobre uma montanha, de forma a ser vista por todos em todos os cantos?&lt;/p&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; vertical-align: baseline; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Jesus está do lado de fora de Laodicéia, tentando chamar a atenção da Igreja. O que há do lado de fora da Igreja? Que lugar ele encontrou? E de onde chama a Igreja? Ele chama o que o ouvir a se assentar com ele no seu trono. Se ele não está reinando da Igreja? De onde o estará? Quem é idôneo para responder tais questões? Acho que o grande desafio de uma Aliança é esse, o de perceber o movimento de Jesus na história, para que a Igreja continue sua relevância na sinalização da presença do Reino entre e em nós.&lt;/p&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; vertical-align: baseline; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;por Ariovaldo Ramos&lt;/p&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; vertical-align: baseline; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Fonte:Aliança Cristã Evangélica&lt;/p&gt;&lt;p style="background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 24px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; vertical-align: baseline; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;a href="http://www.aliancaevangelica.org.br/carta-mensal-de-setembro/"&gt;http://www.aliancaevangelica.org.br/carta-mensal-de-setembro/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3630966505257239046-813038305641971535?l=praxiscrista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-09-14T02:15:55.217-03:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">5</thr:total></item><item><title>Entrevista de Luiz Felipe Pondé à Veja</title><link>http://praxiscrista.blogspot.com/2011/08/entrevista-de-luiz-felipe-ponde-veja.html</link><category>Filosofia</category><category>Teologia da Libertação</category><author>noreply@blogger.com (Mauricio Abreu de Carvalho)</author><pubDate>Fri, 05 Aug 2011 11:59:34 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3630966505257239046.post-7093061603140525249</guid><description>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia, Cambria, 'Palatino Linotype', serif; font-size: 15px; line-height: 25px; "&gt;&lt;h1 class="post-title" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 37px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; line-height: 48px; font: normal normal normal 28pt/130% Georgia, serif; font-style: italic; letter-spacing: -1px; "&gt;&lt;a href="http://www.blogdokimos.com/entrevista-de-luiz-felipe-ponde-a-veja" rel="bookmark" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: initial; outline-style: none; outline-color: initial; font-size: 37px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; text-decoration: none; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Entrevista de Luiz Felipe Pondé à Veja&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h1&gt;&lt;div class="post-text" style="margin-top: 20px; margin-right: 0px; margin-bottom: 20px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; "&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 12px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; text-align: justify; "&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; " &gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;a rel="attachment wp-att-5749" href="http://www.blogdokimos.com/entrevista-de-luiz-felipe-ponde-a-veja/luizfelipe-300x225" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: initial; outline-style: none; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; text-decoration: none; "&gt;&lt;img class="alignright size-full wp-image-5749" title="Luiz Felipe Pondé" src="http://www.blogdokimos.com/wp-content/uploads/2011/07/luizfelipe-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; max-width: 100%; float: right; display: inline; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; " /&gt;&lt;/a&gt;Luiz Felipe Pondé&lt;/strong&gt; (foto), 52, é um raro exemplo de filósofo brasileiro que consegue conversar com o mundo para além dos muros da academia. Seja na sua coluna semanal na Folha de S.Paulo, seja em livros como o recém-lançado O Catolicismo Hoje (Benvirá), ele sabe se comunicar como o grande público sem baratear suas ideias. Mais rara ainda é sua disposição para criticar certezas e lugares-comuns bem estabelecidos entre seus pares. Pondé é um crítico da dominância burra que a esquerda assumiu sobre a cultura brasileira. Professor da Faap e da PUC, em São Paulo, Pondé, em seus ensaios, conseguiu definir ironicamente o espírito dos tempos descrevendo um cenário comum na classe média intelectualizada: o jantar inteligente, no qual os comensais, entre uma e outra taça de vinho chileno, se cumprimentam mutuamente por sua “consciência social”. Diz Pondé: “Sou filósofo casado com psicanalista. Somos convidados para muitos jantares assim. Há até jantares inteligentes para falar mal de jantares inteligentes. Estudioso de teologia, Pondé considera o ateísmo filosoficamente raso, mas não é seguidor de nenhuma religião em particular. Eis um pensador capaz de surpreender quem valoriza o rigor na troca de ideias.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 12px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; "&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Em seus ensaios, o senhor delineou um cenário exemplar do mundo atual: o jantar inteligente. O que vem a ser isso? &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; "&gt;É uma reunião na qual há uma adesão geral a pacotes de ideias e comportamentos. Pode ser visto como a versão contemporânea das festas luteranas nas Dinamarca do Século 19, que o filósofo Soren Kierkegaard criticava por sua hipocrisia. Esse vício migor de um cenário no qual o cristianismo era base da hipocrisia para uma falsa espiritualidade de esquerda. Como a esquerda não tem a tensão do pecado, ela é pior do que o cristianismo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 12px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; "&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Como assim? &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; "&gt;A esquerda é menos completa como ferramenta cultural para produzir uma visão de si mesma. A espiritualidade de esquerda é rasa. Aloca toda a responsabilidade do mal fora de você: o mal está na classe social, no capital, no estado, na elite. Isso infantiliza o ser humano. Ninguém sai de um jantar inteligente para se olhar no espelho e ver um demônio. Não: todos se veem como heróis que estão salvando o mundo por andar de bicicleta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 12px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; "&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Quais são os temas mais comuns da conversa em um jantar desses?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; "&gt;Filhos são um tema recorrente. Todos falam de como seus filhos são diferentes dos outros porque frequentam uma escola que cobra R$ 2.000 por mês, mas é de esquerda e estuda a sério o inviável modelo econômico cubano. Ou dizem que a filha já tem consciência ambiental e trabalha e uma ong que ajuda as crianças da África. Também se fala sempre de algum filme chatíssimo de que todos fingem ter gostado para mostrar como têm repertório. Mais timidamente, há certa preocupação com a saúde e o corpo. Reciclar lixo, e mais recentemente, andar de bicicleta também são temas valorizados. Sempre se fala mal dos Estados Unidos, mas Barack Obama é um deus. Fala-se mal de Israel, sem conhecer patativa da história do conflito israelo-palestino. Mas, claro, é obrigatório enfatizar que você é antissionista, mas não antissemita, pois em jantar inteligente muito provavelmente haverá um judeu – apesar de serem muitas vezes judeus em crise consigo mesmos, o que é bem típico dos judeus.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 12px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; "&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Que assuntos são tabus? &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; "&gt;Imagine dizer em uma reunião na Dinamarca luterana de Kierkegaard que algumas mulheres são infelizes porque não chegam ao orgasmo. Seria um escândalo. Simetricamente, hoje é um escândalo dizer que as mulheres emancipadas e donas de seu nariz estão mesmo é loucas de solidão. No jantar inteligente, você tem sempre de dizer que a emancipação feminina criou problemas para as mulheres, que os homens aprenderam a ser sensíveis e que uma mulher nunca vai dar um pé no homem que se mostre sensível demais. Os jantares inteligentes misturam cardápios interessantes — pratos peruanos ou, sei lá, vietnamitas – como papo-cabeça, mas servem à mesma função que os jantares dos pais dessas pessoas cumpriam: passar o tempo. Os problemas amorosos, sexuais e profissionais são os mesmos, mas todos se acham bem resolvidos. Costumo provocar dizendo que há 100 anos se fazia sexo melhor. Tinha mais culpa e pecado, o que deve ser uma excitação tremenda. Hoje, todos mundo diz que tem um desempenho maravilhoso, e que vive uma relação de troca plena com o seu parceiro ou parceira. Eu considero a revolução sexual um dos maiores engodos da história recente. Criou uma dimensão de indústria, no sentido da quantidade, das relações sexuais – mas na maioria elas são muito ruins, porque as pessoas são complicadas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 12px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; "&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Quando começaram os jantares inteligentes? &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; "&gt;A matriz histórica são os filósofos da França pré-revolucionária. Os saraus, os jantares em casa de condessas e marquesas eram então uma atividade da burguesia, ou de uma aristocracia falida, aburguesada. Eram uma das formas que a burguesia usava para constituir sua identidade, para mostrar que tinha cultura e opiniões. Mas era um grupo de vanguarda, que discutia a fratura e crises do pensamento. Nos jantares de hoje, a inteligência tem a mesma função do vinho chileno.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 12px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; "&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Não há lugar para um pensamento alternativo nem na hora da sobremesa? &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; "&gt;Não. A gente anos de ditadura no Brasil. Mas, quando ela acabou, a esquerda estava em sua plenitude. Tomou conta das universidades, dos institutos culturais, das redações de jornal. Você pode ver nas universidades, por exemplo, cartazes de um ciclo de palestras sobre o pensamento de Trotsky e sua atualidade, mas não se veem cartazes anunciando conferência sobre a crítica à Revolução Francesa de Edmund Burke, filósofo irlandês fundamental para entender as origens do conservadorismo. Não há um pensamento alternativo à tradição de Rousseau, de Hegel e de Marx. Tenho um amigo que é dono de uma grande indústria e cuja filha estuda em um colégio de São Paulo que nem é desses chiques de esquerda. É uma escola bastante tradicional. Um dia, uma professora falava da Revolução Cubana, como se esse fosse um grande tema. Ela citou Che Guevara, e a menina perguntou: “Ele não matou muita gente?” A professora se vira para a menina e responde: “O seu pai também mata muita gente de fome”. O que autorizou uma professora usar esse tipo de argumento é o status quo que se instalou também nas escolas, e não só na universidade. O infantilismo político dá vazão e legitima esse tipo de julgamento moral sumário.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 12px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; "&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Como essa tendência se manifesta na universidade? &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; "&gt;O mundo das ciências humanos, em que há pouco dinheiro e se faz pouca coisa, é dominado pela esquerda aguada. Há muitos corporativismo e a tendência geral de excluir, por manobras institucionais, aqueles que não se identificam com a esquerda. Existe ainda a nova esquerda, para a qual não é mais o proletariado que carrega o sentido da história, como queria Marx. Os novos esquerdistas acreditam que esse papel hoje cabe às mulheres oprimidas, aos índios, aos aborígenes, aos imigrantes ilegais. Esses segmentos formariam a nova classe sobre a qual estaria depositada a graça redentora. Eu detesto política como redenção.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 12px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; "&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Por que a política não pode ser redentora? &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; "&gt;O cristianismo, que é uma religião hegemônica no Ocidente, fala do pecador, de sua busca e de seu conflito interior. É uma espiritualidade riquíssima, pouco conhecida por causa do estrago feito pelo secularismo extremado. Al lado de sua vocação repressora institucional, o cristianismo reconhece que o homem é fraco, é frágil. As redenções políticas não têm isso. Esse é um aspecto do pensamento de esquerda que eu acho brega. Essa visão do homem se responsabilidade moral. O mal está sempre na classe social, na relação econômica, na opressão do poder. Na visão medieval, é a graça de Deus que redime o mundo. É um conceito complexo e fugidio. Não se sabe se alguém é capaz de ganhar a graça por seus próprios méritos, ou se é Deus na sua perfeição que concede a graça. Em qualquer hipótese, a graça não depende de um movimento positivo de um grupo. Na redenção política, é sempre o coletivo, o grupo, que assume o papel de redentor. O grupo, como a história do século 20 nos mostrou, é sempre opressivo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 12px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; "&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Em que o cristianismo é superior ao pensamento de esquerda?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; "&gt;Pegue a ideia de santidade. Ninguém, em nenhuma teologia da tradição cristã – nem da judaica ou islâmica –, pode dizer-se santo. Nunca. Isso na verdade vem desde Aristóteles: ninguém pode enunciar a própria virtude. A virtude de um homem é anunciada pelos outros homens. Na tradição católica – o protestantismo não tem santos –, o santo é sempre alguém que, o tempo todo, reconhece o mal em si mesmo. O clero da esquerda, ao contrário, é movido por um sentimento de pureza. Considera sempre o outro como o porco capitalista, o burguês. Ele próprio não. Ele está salvo, porque reclica lixo, porque vota no PT, ou em algum partido que se acha mais puro ainda, como o PSOL, até porque o PT já está meio melado. Não há contradição interior na moral esquerdista. As pessoas se autointitulam santas e ficam indignadas com o mal do outro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 12px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; "&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Quando o cristianismo cruza o pensamento de esquerda, como no caso da Teologia da Libertação, a humildade se perde?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; "&gt;Sim. Eu vejo isso empiricamente em colegas da Teologia da Libertação. Eles se acham puros. Tecnicamente, a Teologia da Libertação é, por um lado, uma fiel herdeira da tradição cristã. Ela vem da crítica social que está nos profetas de Israel, no Antigo Testamento. Esses profetas falam mal do rei, mas em idealizar o povo. O cristianismo é descendente principalmente desse viés do judaísmo. Também o cristianismo nasceu questionando a estrutura social. Até aqui, isso não me parece um erro teológico. Só que a Teologia da Libertação toma como ferramenta o marxismo, e isso sim é um erro. Um cristão que recorre a Marx, ou a Nietzsche – a quem admiro –, é como uma criança que entra na jaula do leão e faz bilu-bilu na cara dele. É natural que a Teologia da Libertação, no Brasil, tenha evoluído para Leonardo Boff, que já não tem nada de cristão. Boff evoluiu para um certo paganismo Nova Era – e já nem é marxista tampouco. A Teologia da Libertação é ruim de marketing. É como já se disse: enquanto a Teologia da Libertação fez a opção pelo pobre, o pobre fez a opção pelo pentecostalismo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 12px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; "&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;O senhor acredita em Deus?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; "&gt;Sim. Mas já fui ateu por muito tempo. Quando digo que acredito em Deus, é porque acho essa uma das hipóteses mais elegantes em relação, por exemplo, à origem do universo. Não é que eu rejeite o acaso ou a violência implícitos no darwinismo – pelo contrário. Mas considero que o conceito de Deus na tradição ocidental é, em termos filosóficos, muito sofisticado. Lembro-me sempre de algo que o escritor inglês Chesterton dizia: não há problema em não acreditar em Deus; o problema é que quem deixa de acreditar em Deus começa a acreditar em qualquer outra bobagem, seja na história, na ciência ou sem si mesmo, que é a coisa mais brega de todas. Só alguém muito alienado pode acreditar em si mesmo. Minha posição teológica não é óbvia e confunde muito as pessoas. Opero no debate público assumindo os riscos do niilista. Quase nunca lanço a hipótese de Deus no debate moral, filosófico ou político. Do ponto de vista político, a importância que vejo na religião é outra. Para mim, ela é uma fonte de hábitos morais, e historicamente oferece resistência à tendência do Estado moderno de querer fazer a cura das almas, como se dizia na Idade Média – querer se meter na vida moral das pessoas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 12px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; text-align: justify; "&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; "&gt;&lt;strong style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;Por que o senhor deixou de ser ateu? &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; "&gt;Comecei a achar o ateísmo aborrecido, do ponto de vista filosófico. A hipótese de Deus bíblico, na qual estamos ligados a um enredo e um drama morais muito maiores do que o átomo, me atraiu. Sou basicamente pessimista, cético, descrente, quase na fronteira da melancolia. Mas tenho sorte sem merecê-la. Percebo uma certa beleza, uma certa misericórdia no mundo, que não consigo deduzir a partir dos seres humanos, tampouco de mim mesmo. Tenho a clara sensação de que às vezes acontecem milagres. Só encontro isso na tradição teológica&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(153, 153, 153); margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 12px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; text-align: justify; "&gt;Fonte: Dokimos&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(153, 153, 153); margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 12px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; text-align: justify; "&gt;&lt;span style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: initial; border-color: initial; outline-width: 0px; outline-style: initial; outline-color: initial; font-size: 15px; vertical-align: baseline; background-image: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; color: rgb(0, 0, 0); background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; "&gt;&lt;a href="http://www.blogdokimos.com/"&gt;http://www.blogdokimos.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3630966505257239046-7093061603140525249?l=praxiscrista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-05T15:59:34.926-03:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">5</thr:total></item><item><title>Jovens Cristãos Levam Cobertores a Moradores de Rua de São Paulo</title><link>http://praxiscrista.blogspot.com/2011/07/jovens-cristaos-levam-cobertores.html</link><category>Ação Social</category><author>noreply@blogger.com (Mauricio Abreu de Carvalho)</author><pubDate>Sat, 23 Jul 2011 13:17:13 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3630966505257239046.post-4742861254142076161</guid><description>&lt;a href="http://wca.christianpost.com/portuguese/images/a-FullSize/20110723/1260/jovens-cristaos.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 280px; height: 182px;" src="http://wca.christianpost.com/portuguese/images/a-FullSize/20110723/1260/jovens-cristaos.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Alan César Correa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um grupo de jovens da Igreja Evangélica Batista Nacional, pastoreado pelo Pr. Mauricio de Abreu se uniu na madrugada gelada deste sábado, para levar cobertores aos moradores de ruas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupo de jovens da Igreja Evangélica Batista Nacional levando cobertores para os moradores de rua da cidade de São Paulo&lt;br /&gt;O ministério de jovens arrecadou em sua própria Igreja local donativos com os quais compraram diversos cobertores, e na madrugada de sábado, se juntaram em carros e foram encontrar moradores de rua que precisavam se aquecer do frio de 10° C de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Renato Albino, 29 anos, administrador de empresas, um dos jovens que participaram da ação social, disse que “a Igreja no geral está muito limitada em manter suas atividades religiosas aos domingos, precisamos ser Igreja fora da Igreja, fora das paredes”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luciano Pereira, formado em publicidade, 28 anos, conta que o que motiva ele a deixar o conforto de seu lar em uma madrugada fria é a palavra de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Estou aqui, porque quero cumprir os mandamentos de Jesus, busco amar o próximo independente de sua situação”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o último censo realizado pela prefeitura de São Paulo, existem hoje aproximadamente 13 mil pessoas vivendo atualmente nas ruas da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na opinião de Erica Almeida, assistente social da ABCP (Associação Brasileira &amp;amp; Comunitária do Povo), uma entidade que trabalha na reintegração social de moradores de rua a sociedade, diz que muitas dessas 13 mil pessoas que moram nas ruas da capital, estão nessas condições por não terem familiares que os acolhem e os ensinem o valor da família, que é mais importante do que ter condições financeiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Na rua conseguem dinheiro, alimento e não são cobrados a realizar tarefas diárias, lhe oferecem drogas e os colocam como auxiliar na venda de drogas e por não conhecerem o valor de uma família, passam anos nas ruas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A assistente social, Erica Almeida, conta ainda que no geral, são poucas as Igrejas que estão preocupadas com essa carência da sociedade, as que interagem buscando ajudar essas vidas, fazem isso também por estarem preocupada, como medo dessa situação chegar até os seus filhos e familiares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Muitos estão ajudando os moradores de rua, pois também correm o risco de ter seus familiares viciados em drogas por influência dessa situação”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Erica Almeida, conta que falta albergue em São Paulo, pois a cidade conta com aproximadamente 7000 mil vagas em albergues da prefeitura, para atender mais de 10 mil desabrigados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Porém muitas pessoas não querem sair das ruas, por causa de uma falsa liberdade, não tem responsabilidades vivendo na rua, nem cobranças ou regras”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A assistente social, formada pela PUC São Paulo, conta também que essa semana através da ABCP, encaminhou três moradores de rua para casas de recuperação, dentre essas três pessoas a vida de um senhor em especial o chamou sua atenção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Era um senhor de 58 anos, que viveu mais de 28 anos na rua e que só agora ele encontrou apoio para vencer suas dificuldades”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse senhor não é natural de São Paulo, ficou muito feliz com o apoio e desde ontem está sendo assistido pela Casa de Recuperação Desafio Jovem, que fica na cidade de Mairiporã a menos de 50 km de Capital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:ChristianPost&lt;br /&gt;Link:http://portuguese.christianpost.com/noticias/20110723/jovens-cristaos-levam-cobertores-a-moradores-de-rua-para-enfrentarem-frio-de-sao-paulo/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3630966505257239046-4742861254142076161?l=praxiscrista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-23T17:17:13.479-03:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>A Radicalidade do Serviço Cristão</title><link>http://praxiscrista.blogspot.com/2011/07/radicalidade-do-servico-cristao.html</link><category>Vídeos</category><author>noreply@blogger.com (Mauricio Abreu de Carvalho)</author><pubDate>Sat, 16 Jul 2011 09:51:43 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3630966505257239046.post-6350537196184888823</guid><description>&lt;iframe src="http://player.vimeo.com/video/26507744?title=0&amp;amp;byline=0&amp;amp;portrait=0" width="400" height="225" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/26507744"&gt;A Radicalidade do Serviço Cristão&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://vimeo.com/user7793995"&gt;Mauabcar&lt;/a&gt; on &lt;a href="http://vimeo.com"&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Preleção: Mauricio Abreu de Carvalho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto: Atos 5.1-14&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evento: Congresso Teológico da CBNSP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Local: Museu da Bíblia - Barueri - S.P.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data:28/06/2011&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3630966505257239046-6350537196184888823?l=praxiscrista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-16T13:51:43.816-03:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Religião e magia</title><link>http://praxiscrista.blogspot.com/2011/06/religiao-e-magia.html</link><category>Neopentecostalismo</category><author>noreply@blogger.com (Mauricio Abreu de Carvalho)</author><pubDate>Sun, 26 Jun 2011 10:51:03 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3630966505257239046.post-6643935295521402469</guid><description>&lt;a href="http://tilesexperts.com/wordpress/wp-content/2011/05/magia_19.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 387px; DISPLAY: block; HEIGHT: 291px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://tilesexperts.com/wordpress/wp-content/2011/05/magia_19.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Carlos Queiroz&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos crentes têm confiado no poder de objetos e ditos mágicos.&lt;br /&gt;Podemos chamar de magia à prática de se conferir valor espiritual a objetos, rezas ou artifícios místicos. Poderes mágicos, ou sobrenaturais, costumam ser atribuídos pelas pessoas a uma determinada crença ou sacerdote. E é da natureza do negócio religioso a crença de que esses sacerdotes, ou agentes mágicos da religião, possuem um poder especial para manusear objetos ou proferir rezas, tornando-os sagrados ou amaldiçoados. Tais supostos poderes podem ser estendidos a substâncias como água ou sal. Assim, se o sacerdote faz determinada prece ou rito, a água já não é simplesmente água – passaria a ter um valor agregado, capaz de proporcionar benefícios a quem tomá-la ou tocá-la. Sal abençoado, nessa lógica, já não é simplesmente um composto de cloro e sódio; passa a ter poderes para afastar os espíritos ruins que perturbam as pessoas. Por isso é que surgem líderes que nada mais são do que charlatães, prontos a diagnosticar problemas espirituais nas pessoas e a oferecer-lhes soluções mágicas – quase sempre, em troca de dinheiro. E esse sistema não é exclusivo das crenças de outras religiões; o cristianismo traz em sua essência religiosa esses elementos estranhos à vivência comunitária de Jesus Cristo e à primeira geração de discípulos.&lt;br /&gt;No cristianismo reformado, por exemplo, não se percebia, até algum tempo atrás, a crença no poder e mediação de objetos ou símbolos mágicos. Nunca, tampouco, a tradição evangélica atribuiu poderes especiais a declarações positivas ou chavões. Sou filho da geração evangélica que não acreditava, por exemplo, no poder dos objetos usados como amuletos para gerar benefícios ou malefícios sobre as pessoas. Havia, na Igreja protestante, uma percepção crítica e uma rejeição explícita tanto à água benta como à suposta incorporação de Jesus Cristo na hóstia – crenças típicas do catolicismo romano. Surpreendentemente, o pão e o vinho abençoados no rito protestante, mesmo que usados, também, para punição e discriminação das pessoas, em geral, não foram submetidos à mesma critica. Quando os objetos se tornam sagrados, passam a ter mais importância do que as pessoas.&lt;br /&gt;Que dizer, então, de práticas ocultistas, mecanismos de amarrações do mal e consagrações de amuletos? Diante de necessidades, medo, opressão e dependência, os clientes da fé vão fortalecendo e gerando enriquecimento das empresas religiosas, por meio da mercantilização do Evangelho. Essa lógica inescrupulosa tem contaminado várias religiões brasileiras, incluindo muitos segmentos evangélicos. De fato, o cristianismo brasileiro passa por um processo de sincretismo interno e externo. Basta observarmos que, do ponto de vista da liturgia, o catolicismo adota práticas dos ritos do pentecostalismo. Por outro lado, grandes grupos evangélicos apropriam-se de terminologias e práticas de magia estranhas à tradição reformada. A questão grave é a militância e a competição acirrada entre as religiões na busca ávida por adeptos a serem explorados..&lt;br /&gt;Magia, mercado e idolatria (a visível e a invisível) formam um conjunto favorável para o sucesso das indústrias da fé. Nesse contexto, a aspiração pelo sacerdócio ou liderança religiosa precisa ser avaliada, a fim de se identificar se a opção é pela vocação mesmo ou mera resposta à tentação por poder e dinheiro. Da mesma forma, os fiéis precisam discernir quanto à opção por um ambiente religioso que atenda às expectativas essencias da religião – que é o de favorecer um ambiente onde se desenvolvam valores, princípios e uma boa ética. Contudo, se esse ambiente gera dependência, medo e discriminação, provavelmente, não representa a matriz estabelecida por Jesus Cristo e a primeira geração de discípulos, que anuncia libertação, resgate da dignidade humana e justiça solidária.&lt;br /&gt;Sem emitir um juízo de valor no que diz respeito às negociações dos símbolos e expressões religiosas, há que se levantar outra possibilidade quando se exercita uma espiritualidade fundamentada excessivamente pela prática da magia. Nesta situação, a missão tende a ser uma interferência exclusiva pela via da magia milagrosa, e não como desdobramento de uma práxis evangélica, como sinal do Reino de Deus. Se as coisas são supostamente resolvidas por uma frase positiva ou por determinado fetiche, acentua-se a alienação quanto às explorações e injustiças sociais, comprometendo a missão que exige transformação do coração das pessoas e das conjunturas e estruturas políticas e econômicas injustas da sociedade. Se a religião é o ópio do povo, a magia é o narcótico. Que Deus nos ajude a encontrar uma espiritualidade permeada de discernimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Revista Cristianismo Hoje&lt;br /&gt;http://cristianismohoje.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3630966505257239046-6643935295521402469?l=praxiscrista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-06-26T14:51:03.456-03:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total></item><item><title>Entrevista com Martyn Lloyd Jones</title><link>http://praxiscrista.blogspot.com/2011/05/entrevista-com-martyn-lloyd-jones.html</link><category>Videos</category><category>História</category><author>noreply@blogger.com (Mauricio Abreu de Carvalho)</author><pubDate>Mon, 09 May 2011 12:51:27 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3630966505257239046.post-2510194810650156510</guid><description>&lt;iframe height="330" src="http://www.youtube.com/embed/FRxvltlvYXs?rel=0" frameborder="0" width="400"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vi no Bereanos&lt;br /&gt;http://bereianos.blogspot.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3630966505257239046-2510194810650156510?l=praxiscrista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-09T16:51:27.592-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://img.youtube.com/vi/FRxvltlvYXs/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Deus não nos livre de um Brasil evangélico</title><link>http://praxiscrista.blogspot.com/2011/04/deus-nao-nos-livre-de-um-brasil.html</link><category>Igreja</category><category>Homossexualismo</category><category>Igreja Instituição</category><category>Fundamentalismo</category><author>noreply@blogger.com (Mauricio Abreu de Carvalho)</author><pubDate>Wed, 27 Apr 2011 06:37:00 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3630966505257239046.post-6767666716497311992</guid><description>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-1rZjl9GJan4/Tbgb6HE4EeI/AAAAAAAAAd8/YGVGZUhZ9wA/s1600/igrejafluminense4.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 268px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-1rZjl9GJan4/Tbgb6HE4EeI/AAAAAAAAAd8/YGVGZUhZ9wA/s400/igrejafluminense4.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5600256821781074402" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Robinson Cavalcanti&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma primeira constatação é que estamos ainda distantes de ser um “país evangélico”: quarenta milhões da população é formada por miseráveis; uma insegurança pública generalizada; uma educação pública de faz-de-conta; uma saúde pública caindo aos pedaços, assim como as nossas estradas, a corrupção endêmica no aparelho do Estado, o consumo da droga ascendente, prostituição, discriminação contra os negros e os indígenas, infanticídio no ventre, paradas de orgulho do pecado, uma das maiores desigualdades sociais do mundo. Uma grande distância do exemplo de vida e dos ensinamentos de Jesus de Nazaré, cujas narrativas e palavras somente conhecemos por um livro chamado de Bíblia, que o mesmo citava com frequência, e que foi organizado por uma entidade fundada pelo próprio: uma tal de Igreja. Uma grande distância da ética e da “vida abundante” apregoada pelas Boas Novas, o Evangelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Percebemos sinais do sagrado cristão em nossa História e em nossa Cultura, mas, no geral, ficando na superfície. Se os símbolos importassem tanto, o Rio de Janeiro, com aquela imensa estátua do Cristo Redentor, deveria ser uma antecâmara do Paraíso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como cidadão responsável, e como cristão, como eu gostaria que o meu País fosse marcado pela justiça, pela segurança, pela paz, fruto do impacto das Boas Novas, do Evangelho. Sinceramente, gostaria muito que tivéssemos um Brasil mais evangélico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fico feliz que Deus não tenha nos livrado da imigração dos protestantes alemães, suíços, japoneses, coreanos, e tantos outros. Fico feliz pelo seu trabalho e por sua fé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fico feliz por Deus não nos ter livrado do escocês Robert R. Kalley, médico, filantropo e pastor escocês, fugindo do cacete na Ilha da Madeira (Portugal), pioneiro da pregação do Evangelho entre nós, nos deixando as igrejas congregacionais. Ele nem era norte-americano, nem fundamentalista, pois esse movimento somente surgiria meio século depois. Eram norte-americanos, e também não-fundamentalistas os pioneiros das igrejas presbiteriana, batista, metodista e episcopal anglicana que vieram ao Brasil na segunda metade do século XIX.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fico feliz por Deus não nos ter livrado desses teimosos colportores que varavam os nossos sertões sendo apedrejados, vendendo aquelas Bíblias “falsas”, cuja leitura, ao longo do tempo, foi tirando gente da cachaça e dos prostíbulos, reduzindo os seus riscos de câncer de pulmão, cuidando melhor de sua família, como trabalhadores e cidadãos exemplares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fico feliz por Deus não ter nos livrado desses colégios mistos, desses colégios técnicos (agrícolas, comerciais e industriais), trazidos por esses missionários estrangeiros, em cujo espaço confessei a Jesus Cristo como meu único Senhor e Salvador. E, é claro, tem muita gente agradecendo a Deus por não nos ter livrado do voleibol e do basquetebol introduzido pioneiramente nesses colégios… nem pelo fato do apoio à Abolição da Escravatura, à República ou ao Estado Laico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por essas e outras razões, é que vou comemorar (com uma avaliação crítica) com gratidão, dentro de seis anos, os 500 anos da Reforma Protestante do Século XVI, corrente da Cristandade da qual sou militante de carteirinha desde os meus dezenove anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa gratidão ao Deus que não nos livrou dos protestantes de imigração e dos protestantes de missão, inclui, sinceramente, os protestantes pentecostais, herdeiros daquela igreja original, dirigida por um negro caolho (afro-descendente portador de deficiência visual parcial, na linguagem do puritanismo de esquerda, conhecido por “politicamente correto”)…, mas que abalaria os alicerces religiosos do mundo. Eu mesmo sou um velho mestiço brasileiro e nordestino, e não me vejo como um ítalo-luso-afro-ameríndio de terceira idade…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhando para o termo “evangélico”, usado sistematicamente na Inglaterra, a partir de meados do século XIX, como uma confluência da Reforma e de alguns dos seus desdobramentos, como o Confessionalismo, o Puritanismo, o Pietismo, o Avivalismo e o Movimento Missionário, com paixão missionária pelo Evangelho que transforma, dou graças a Deus que Ele não nos tenha livrado da presença dos seus seguidores e propagadores. Até porque, por muito tempo, não tivemos presença fundamentalista (no sentido posterior) e nem do liberalismo, pois esses últimos são bons de congressos e revoluções de bar, mas não muito chegados a andar de mulas por sertões nunca antes trafegados…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha avó é quem dizia que “toda família grande vira mundiça”, se referindo ao fato de que quando qualquer instituição, grupo ou movimento social cresce, é inevitável que ao lado do crescimento do trigo haja um aumento significativo do joio. Nesse sentido, o protestantismo e o evangelicalismo brasileiro são normais (com desvios e esquisitices), mas, garanto que temos muitíssimo mais trigo (às vezes armazenados nos celeiros, quando deveriam estar sendo usados nas padarias). No meu tempo só tinha crente militante e desviado; depois apareceram os descendentes, os nominais, os de IBGE, os bissextos e os ocasionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No sentido histórico dou graças a Deus pelo localizado movimento fundamentalista nos Estados Unidos, em reação ao racionalismo liberal, pois também afirmo a autoridade das Sagradas Escrituras, o nascimento virginal, a cruz expiatória, o túmulo vazio e a volta do Senhor. Depois o termo foi distorcido por um movimento sectário, antiintelectual, racista, e hoje é aplicado até ao Talibã, em injustiça à proposta original&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao Tio Sam, nem todo republicano é evangélico, nem todo evangélico é republicano, embora, de época para época, haja deslocamentos religiosos-políticos naquele país. Eu mesmo não tenho muita simpatia (inclusive aqui) pelo Partido do Chá (Tea Party), pois tenho longa militância no Partido do Café e no Partido do Caldo de Cana com Pão Doce.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Queda do Muro de Berlim assinalou o ocaso da modernidade e o início de uma ainda confusa pós-modernidade, com a mundialização da cultura anglo-saxã, no que tem de bom e no que tem de mau, mas, como nos ensina Phillip Jenkins, a Cristandade está se deslocando do hemisfério Norte para o hemisfério Sul, e, inevitavelmente, revelamos nossas imaturidades, que devem e podem ser superadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, todo teólogo, historiador ou sociólogo da religião sérios, perceberá a inadequação do termo “protestante” ou “evangélico” (por absoluta falta de identificação caracterizadora) com o impropriamente chamado “neo-pentecostalismo”, na verdade seitas para-protestantes pseudo-pentecostais (universais, internacionais, mundiais, galáxicas ou cósmicas), e que é algo perverso e desonesto interpretar e generalizar o protestantismo, e, mais ainda, o evangelicalismo brasileiro, a partir das mesmas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O avanço do Islã e a repressão aos cristãos onde eles dominam é um “óbvio ululante”, a defesa da vida em relação ao aborto, à eutanásia, aos casais que não querem ter filhos, ao homossexualismo, o atentado ao meio ambiente (“cultura da morte”) é coerente com o princípio da Missão Integral da Igreja na “defesa da vida e da integridade da criação”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A identidade evangélica se faz por um rico conteúdo e não por antagonismo ou relação reativa a conjunturas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabemos que o mundo jaz do maligno, que o evangelho será pregado a todo ele, mas não que todos venham a se converter, e que descendentes de cristãos nem sempre continuam nessa fé. Assim, o Brasil nunca será um País totalmente cristão, protestante ou evangélico, mas creio que será bem melhor com uma Igreja madura que, sem fugas alienantes, adesismos antiéticos ou tentações teocráticas, possa “salgar” e “iluminar” com os valores do Reino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para isso necessitamos (na lícita diversidade protestante quanto a aspectos secundários e periféricos) de líderes sólidos e firmes, vestindo a camisa do nosso time com entusiasmo e garra para o jogo, sem se perderem em elucubrações estéreis, de quem já perdeu a fé na Palavra, não acredita mais na Queda, nem na Redenção, nem na singularidade de Cristo, deixando uma geração órfã de heróis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, espero que Deus não nos livre dessa presença cultural transformadora; que Deus não nos livre de ser, cada vez mais, um País evangélico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Ele, Onipotente, Onisciente e Onipresente, Senhor do Universo e da História, com os anjos e arcanjos, coma Igreja Triunfante e a Igreja Militante, intercedendo por todos que atravessam crises espirituais, seja toda a honra e toda a glória!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Pavablog&lt;br /&gt;www.pavablog.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3630966505257239046-6767666716497311992?l=praxiscrista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-04-27T10:37:00.814-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/-1rZjl9GJan4/Tbgb6HE4EeI/AAAAAAAAAd8/YGVGZUhZ9wA/s72-c/igrejafluminense4.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total></item><item><title>O Sonho - Stênio Marcius</title><link>http://praxiscrista.blogspot.com/2011/04/o-sonho-stenio-marcius.html</link><category>Música Cristã</category><category>Vídeos</category><author>noreply@blogger.com (Mauricio Abreu de Carvalho)</author><pubDate>Mon, 11 Apr 2011 18:35:00 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3630966505257239046.post-5984428660353131257</guid><description>&lt;iframe title="YouTube video player" width="400" height="330" src="http://www.youtube.com/embed/a1A7cVvSCoM?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3630966505257239046-5984428660353131257?l=praxiscrista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-04-11T22:35:00.708-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://img.youtube.com/vi/a1A7cVvSCoM/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>John Wesley, uma vida longa em poucas palavras</title><link>http://praxiscrista.blogspot.com/2011/04/john-wesley-uma-vida-longa-em-poucas.html</link><category>História</category><author>noreply@blogger.com (Mauricio Abreu de Carvalho)</author><pubDate>Mon, 11 Apr 2011 18:20:03 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3630966505257239046.post-3539195045402267193</guid><description>&lt;a href="http://conejochurch.squarespace.com/storage/Preaching-John-Wesley.jpg?__SQUARESPACE_CACHEVERSION=1300410687639"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 350px; DISPLAY: block; HEIGHT: 279px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://conejochurch.squarespace.com/storage/Preaching-John-Wesley.jpg?__SQUARESPACE_CACHEVERSION=1300410687639" /&gt;&lt;/a&gt; A vida de um homem que com sua paixão por Deus mexeu com a vida espiritual dos ingleses e com a estrutura social de seu país. John Wesley nasceu em 1703 e sua infância foi fortemente influenciada por sua mãe, uma mulher rígida e piedosa. Seu pai era um homem difícil de se agradar. Sua mãe acreditava que os desejos das crianças deviam ser subjugados e que eles deveriam ser disciplinados quando não se comportassem. John era o décimo quarto filho. Ele teria morrido em um incêndio em Epworth Rectory se não tivesse sido arrancado das chamas por um vizinho. Na época tinha sete anos e depois disso sua mãe o lembrou várias vezes que ele era “um tição colhido do fogo”. Mais tarde ele teve a certeza de que tinha sido poupado por um propósito, servir a Deus. Samuel, o pai de John, era um erudito, que por muitos anos trabalhou em uma obra monumental sobre o livro de Jó. Um pregador severo, para não dizer implacável, uma vez exigiu que uma adúltera andasse nas ruas em sua vergonha. Ele também forçou o casamento de uma de suas filhas depois que ela tentou fugir com um homem que não era o escolhido de seu pai. Com seu pai e sua mãe, John Wesley desenvolveu excelentes hábitos de estudo e também se acostumou com o sofrimento físico. John Wesley foi para Charterhouse School em 1714, para Christ Church College, em 1720, e em 1726 foi eleito membro na Lincoln College em Oxford. Depois de ser pastor auxiliar em Wroote, Lincolnshire, de 1727 a 1729, ele voltou à Oxford não apenas para continuar seus estudos, mas também para começar a viver uma vida mais devota e santa. Muitos outros jovens brilhantes tinham um curriculum como o de Wesley, mas poucos tinham a sua dedicação. Ele dominava pelo menos sete idiomas e desenvolveu uma visão verdadeiramente abrangente em todas as áreas da investigação. Quando ele voltou de Wroote para Oxford, ele assumiu a liderança de um grupo chamado Holy Club (Clube Santo), iniciado por seu irmão Charles. Lá era onde eles reforçavam a fé através do estudo das Escrituras e buscavam a santidade na vida de cada membro. O Clube Santo fazia muito mais do que refletir e orar. Eles iam às prisões levar a palavra de salvação aos prisioneiros. Embora eles fossem ridicularizados por seus companheiros de Oxford, de seu grupo de uma classe social mais baixa saíram homens que se tornaram importantes para aquele tempo, particularmente os irmãos Wesley, além de George Whitefield. O modo de vida de John Wesley exigia jejuns periódicos, encontros regulares para estudo e auto-avaliação pessoal. Somente muito tempo depois foi que ele percebeu que seu grupo seguia mais a letra do que o espírito do cristianismo. Em 1735 grandes mudanças atingiram John e Charles Wesley. O seu pai morreu e ambos foram para a colônia da Georgia, nos Estados Unidos, com a bênção e encorajamento de sua mãe. Lá foi uma prova para John, que entendeu que realmente não gostava muito dos índios e sua rigidez não era muito apreciada pelas pessoas da Georgia. Mas importante que isto, foi o contato de John na sua viagem com um pequeno grupo de morávios. Estes homens e mulheres destemidamente cantavam hinos durante terríveis tempestades no mar, ao mesmo tempo em que o próprio Charles se desesperava. Isso o fez querer conhecer mais sobre a fé que eles demonstravam ter. Em 1737 ele retornou à Inglaterra. Devemos apreciar a humildade de John Wesley, pois ele podia ser crítico o bastante consigo mesmo para parar suas atividades religiosas naquele momento e pensar que era um ministro experiente demais para examinar sua falta de fé. Peter Boehler, um morávio, deu-lhe a chave – pregar a fé até que ele a tivesse, e então ele pregava a fé. John Wesley lutou com sua falta de fé até 24 de maio, uma quarta-feira, em 1738, no famoso encontro de Aldersgate, foi quando ele teve uma conversão, uma profunda e inconfundível experiência de fé. Seu “coração foi estranhamente aquecido”. Então seu verdadeiro trabalho começou. Como tinha uma mente brilhante e aberta, John Wesley ainda conseguia retirar os melhores recursos das melhores mentes do seu tempo. William Law, por exemplo, foi seu professor, amigo e mentor por vários anos; mas Wesley achou que um ingrediente importante estava faltando no programa de Law para uma vida devota. Os discípulos de Platão conseguiram comunicar a Wesley uma estrutura intelectual que era mais espiritual do que material, mas os hábitos mentais de Wesley estavam moldados mais pelo modelo de análise de Newton do que pelo platonismo. Os morávios eram o mais perto de uma síntese de todos os elementos que ele desejava e pôde encontrar. Ele até mesmo visitou Herrnhut para saber como sua comunidade trabalhava. Mas algo estava faltando lá, como em todo lugar, e em 1740, ele e seus seguidores romperam com os morávios, mas não antes que ele tivesse aprendido a pregar sermões ao ar livre, o que veio a ser mais tarde uma parte essencial de seu ministério. John Wesley tinha 37 anos de idade quando começou a viajar e pregar. Ele freqüentemente exagerava o número daqueles que vinham ouvi-lo. Muitas vezes, as mesmas pessoas que precisaram de sua ajuda eram as mesmas que mais o perseguiam. Ele pregava em púlpitos até que eles fossem fechados para ele, e ele então pregava nos campos abertos. Ele pregava três vezes por dia, começando às 5 da manhã, uma vez que os trabalhadores poderiam parar para ouvi-lo enquanto andavam para o trabalho. Algumas vezes ele andava 60 milhas (mais de 90 quilômetros) por dia a cavalo. As condições do tempo não importavam; ele fazia seu programa e o cumpria, não importavam as dificuldades. Ele fugia de uma multidão zangada pulando num lago gelado, nadava para fora dele e continuava a pregar novamente. E tinha uma certa habilidade de trazer as pessoas hostis para o seu lado. Em 1741 foi para Gales do Sul, para o norte da Inglaterra em 1742, Irlanda em 1747, e Escócia em 1751. No total, foi à Irlanda quarenta e duas vezes e à Escócia vinte e duas vezes. Ele retornou à algumas cidades várias vezes. Houve ocasiões em que ele retornava anos depois de sua última visita e registrava que a pequena sociedade que ele ajudara ainda estava intacta e fiel. Ele examinava cada membro de cada sociedade pessoalmente para buscar crescimento espiritual e de fé. As sociedades então formadas proviam a organização local para seu movimento. O que Wesley pregava? Santidade, honestidade, salvação, boas relações familiares, vários outros temas, mas acima de tudo a fé em Cristo. Ele não pedia aos seus ouvintes para deixarem suas igrejas, mas para continuarem indo nelas. Ele lhes deu o refrigério espiritual que eles não achavam. Quando suas décadas de provação produziram décadas de triunfo, as multidões aumentaram. Ricos e pobres vinham para ouvi-lo falar. Ele desenvolveu redes de assistentes leigos. Suas exortações para viver perfeitamente em amor hoje parecem duras, mas considere os efeitos em suas congregações. Os xingamentos nas fábricas pararam, os homens e as mulheres começaram a se preocupar com vestimentas limpas e simples, extravagâncias como chá caro e vícios como o gim foram deixados por seus seguidores, vizinhos deram um ao outro ajuda mútua através das sociedades. Wesley ensinou tanto pelo exemplo como pelos seus sermões. Ele publicou muitos de seus textos para serem usados em devocionais e direcionou o lucro para projetos, como um local de ajuda para os pobres. Sua vida pessoal estava além de reprovação. Ele traduziu hinos, interpretou as Escrituras, escreveu centenas de cartas, discipulou centenas de homens e mulheres e manteve em seus diários um registro da energia investida, que dificilmente tem um rival na história ocidental. Sua maneira de falar na linguagem do homem comum teve um impacto imensurável no surgimento do inglês moderno, assim como os hinos de Charles Wesley tiveram um grande impacto na música com suas muitas canções sem mencionar a poesia da subseqüente era Romântica. Mas o impacto dos Wesleys nas classes mais baixas foi além de afetar seus hábitos de vida e modo de falar. John Wesley proveu uma estrutura religiosa que era local e pessoal, bem como fortemente moral. Sua teologia não tirava a liberdade e o direito de ninguém, pois qualquer um podia achar a graça de Deus para resistir ao diabo e ser salvo, se tão somente buscasse e recebesse. As sociedades que ele formou preservaram em seus estudos o foco na fé – uma fé que também levou a uma maneira de lidar com a realidade da vida das classes mais pobres. A religião não era só para os ricos, mas Wesley também não estava pregando uma revolta contra o anglicanismo. O anglicanismo de John Wesley era muito forte, embora os púlpitos anglicanos tornassem-se totalmente fechados para ele. Só quando tinha oitenta e um anos ele permitiu uma pequena divisão entre seus seguidores e a igreja nacional. Tendo já enviado muitos homens à América, em 1784 ele ordenou mais pessoas para este esforço missionário e, porque “ordenação é separação”, efetivamente começou uma nova igreja. O conservadorismo dele era tanto político como religioso. Ele publicou uma carta aberta às colônias americanas, aconselhando-as a permanecerem leais à Grã-Bretanha, logo antes da Revolução Americana. Ele não tolerava nenhuma conversa sobre agitação civil na Inglaterra. Muito se tem discutido acerca de que outras forças estavam trabalhando na Inglaterra além de Wesley e uns outros poucos pregadores. Por exemplo, a Revolução Industrial que estava vindo progrediu mais rápido na Inglaterra do que em qualquer outro lugar, dando aos homens novos tipos de trabalho; a justiça do Sistema de Paz e o sistema de governo com um Primeiro-Ministro eram únicos na sua forma e deram muito mais poder do que era possível em qualquer outro lugar à classe média local e os grandes problemas que poderiam de outra forma causar revolução, simplesmente não estavam presentes na Inglaterra depois de 1750. Ainda assim sem Wesley e seus seguidores como poderia o ateísmo, tal como existia entre os camponeses franceses, ser evitado e como poderia uma classe inferior oprimida e dominada pelos vícios, ter esperança? John Wesley morreu em 2 de março de 1791, cerca de três anos depois que seu irmão Charles morreu. Até seus últimos anos, ele colocou a mesma frase de abertura em seu diário, como fazia a cada ano no seu aniversário, agradecendo a Deus por sua longa vida e sua contínua boa saúde, afirmando que sermões pregados de manhã logo cedo e muita atividade ao ar livre o mantiveram em forma para a obra de Deus. Desde o momento em que ele tornou-se livre de influências, exceto a de Deus, ele teve cinqüenta anos de serviço constante e fez um bem imensurável à Inglaterra através da perseverança, resistência e fé. Seu legado não se limitou ao seu século ou país, mas sobrevive até hoje na fé de milhões em várias igrejas ao redor do mundo. A seguinte frase foi escrita em seu diário em 28 de junho de 1774: Sendo hoje meu aniversário, o primeiro dia do septuagésimo segundo ano, eu estava pensando como posso ter a mesma força que tinha trinta anos atrás? Que a minha visão esteja consideravelmente melhor agora e meus nervos mais firmes do que eram antes? Que eu não tenha nenhuma enfermidade da velhice, e não tenha mais aquelas que tive na juventude? A grande causa é, o bom prazer de Deus, que faz o que lhe agrada. Os meios principais são: meu constante levantar às quatro da madrugada, por cerca de cinqüenta anos; o fato de geralmente pregar às cinco da manhã, um dos exercícios mais saudáveis do mundo; o fato de que nunca viajo menos, por mar ou terra, do que 4500 milhas (mais de 6.750 km) por ano. Fonte:Revista Cristianismo Hoje http://cristianismohoje.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3630966505257239046-3539195045402267193?l=praxiscrista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-04-11T22:20:03.037-03:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>A Mulher Invisível</title><link>http://praxiscrista.blogspot.com/2011/04/mulher-invisivel.html</link><category>Vídeos</category><author>noreply@blogger.com (Mauricio Abreu de Carvalho)</author><pubDate>Mon, 11 Apr 2011 18:03:41 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3630966505257239046.post-5744616137386952733</guid><description>&lt;iframe title="YouTube video player" height="330" src="http://www.youtube.com/embed/WBSAVK2xLgU?rel=0" frameborder="0" width="400"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3630966505257239046-5744616137386952733?l=praxiscrista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-04-11T22:03:41.771-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://img.youtube.com/vi/WBSAVK2xLgU/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>É Apropriado Citar Nomes dos Teólogos da Prosperidade?</title><link>http://praxiscrista.blogspot.com/2010/12/e-apropriado-citar-nomes-dos-teologos.html</link><category>Teologia da Prosperidade</category><author>noreply@blogger.com (Mauricio Abreu de Carvalho)</author><pubDate>Sat, 09 Apr 2011 17:53:34 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3630966505257239046.post-9155931364323909149</guid><description>&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="400" height="250"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/untNKBtWX3g?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/untNKBtWX3g?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="250"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;Vi no Teologia Pentecostal http://teologiapentecostal.blogspot.com/&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3630966505257239046-9155931364323909149?l=praxiscrista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-04-09T21:53:34.293-03:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><enclosure url="http://www.youtube.com/v/untNKBtWX3g?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" length="1078" type="application/x-shockwave-flash" /><media:content url="http://www.youtube.com/v/untNKBtWX3g?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR&amp;amp;rel=0" fileSize="1078" type="application/x-shockwave-flash" /><itunes:subtitle> Vi no Teologia Pentecostal http://teologiapentecostal.blogspot.com/</itunes:subtitle><itunes:author>noreply@blogger.com (Mauricio Abreu de Carvalho)</itunes:author><itunes:summary> Vi no Teologia Pentecostal http://teologiapentecostal.blogspot.com/</itunes:summary><itunes:keywords>Teologia da Prosperidade</itunes:keywords></item><item><title>Igrejas e Tiros no Pé – Do Anti-Natal e Ano Novo</title><link>http://praxiscrista.blogspot.com/2010/12/igrejas-e-tiros-no-pe-do-anti-natal-e.html</link><category>Natal</category><author>noreply@blogger.com (Mauricio Abreu de Carvalho)</author><pubDate>Tue, 28 Dec 2010 03:26:51 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3630966505257239046.post-584575363273146024</guid><description>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_GNPc3Bhs29o/TQo4f80xFTI/AAAAAAAAC7M/aE2dCx22RkM/s400/papai-noel-versus-jesus-cristo.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 202px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_GNPc3Bhs29o/TQo4f80xFTI/AAAAAAAAC7M/aE2dCx22RkM/s400/papai-noel-versus-jesus-cristo.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Robinson Cavalcanti&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vem correndo entre setores do multifacetado protestantismo brasileiro uma onda judaizante, que tem procurado substituir todas as efemérides comemoradas por dois mil anos pelos diversos ramos da Igreja de Cristo pelo calendário judaico da Antiga Aliança. Como caranguejos, estão andando para trás, indigentes antropológicos e iconoclastas, e romanofóbicos, não sabem o que fazer com a cultura, e resvalam para essa imensa bobagem. Outro setor, não propriamente judaizante, tem concentrado toda a sua ira na festa do Natal. O negócio é varrer a comemoração do Natal da face da terra. Os ateus, os secularistas (e satanás) agradecem penhoradamente…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa semana, um programa “evangélico” de televisão (abusando da liberdade religiosa), depois de “baixar o cacete” na Igreja Romana, dizia que essa havia substituído o aniversário de Baal pelo Natal. Durma-se com um barulho desses!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando os tais “natais” do mundo tem de tudo, de Harry Potter a bebedeira, vem esses “irmãos” como aliados e inocentes úteis no processo de secularismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma grande Igreja Presbiteriana (da IPB), no sudeste, eliminou a Liturgia das Luzes e o próprio Culto Natalino (seja na véspera, seja no dia de Natal), dizendo o seu pastor que “o natal é a festa da família”. Os governos marxistas de Cuba e, na época, de Moçambique têm o mesmo entendimento, pois lá o Natal foi substituído no calendário pelo “Dia da Família”. Ora, meus amigos, o Natal pode ser festa de família, de colegas de trabalho, de vizinhança, de clubes e associações lítero-atlético-recreativas, mas sem ser, nuclearmente a Festa da Família da Fé, onde se celebra a Encarnação, fica o puro secularismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faço uma pesquisa sobre onde se rompe o Ano Novo, e é claro que a mente secular vai responder que no réveillon do clube, dos fogos na praia, em casa ou na casa de parentes, entre comes e bebes e votos de felicidade, com a parentela em estágios diversos de sobriedade. Mas, quando um terço dos crentes tem a mesma opção, estamos, nesse item, também andando para trás, em direção ao secularismo. Romper o Ano Novo na Igreja, aos pés do Senhor, trazendo parentes e amigos, em uma forma de testemunho e de evangelismo, tem sido uma das mais importantes marcas do protestantismo brasileiro, por um século e meio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É lamentável que os crentes estejam “batendo fofo” e sucumbindo ao apelo secularista/sentimentalista dos seus parentes, deixando esse momento sagrado. Tem até igreja (graças a Deus uma minoria!) que até eliminou esse Culto de Vigília, e outras acabam o culto antes da meia noite para que todos (até pastores) corram para seus espaços domésticos, nesse misto de ideologia familista com secularismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São tiros no pé!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivemos em um momento difícil da História da Igreja, perseguida ou discriminada na maioria dos países. E, onde, pela graça de Deus, gozamos de liberdade religiosa, no lugar de consolidarmos e avançamos com a bandeira da cruz, vemos surgir distorções e acomodações suicidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais Natal no Natal!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lugar de crente na noite do dia 31 de dezembro é na Igreja, não importa a cara feia ou a murmuração da parentela. Somos diferentes!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso, porém não surpreende, quando a própria Igreja abandona sua auto-imagem de sacralidade, por uma visão meramente humana, organizacional, um clube religioso, enfim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um Povo Santo erguendo o Estandarte do Rei do reis!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fonte: http://pavablog.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3630966505257239046-584575363273146024?l=praxiscrista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-12-28T09:26:51.853-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/_GNPc3Bhs29o/TQo4f80xFTI/AAAAAAAAC7M/aE2dCx22RkM/s72-c/papai-noel-versus-jesus-cristo.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>Muito Mais que Três Reis Magos</title><link>http://praxiscrista.blogspot.com/2010/12/muito-mais-que-tres-reis-magos.html</link><category>Natal</category><author>noreply@blogger.com (Mauricio Abreu de Carvalho)</author><pubDate>Wed, 22 Dec 2010 04:14:59 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-3630966505257239046.post-5677513487335801220</guid><description>&lt;a href="http://www.baciadasalmas.com/flash/3magos/index.html"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 346px; DISPLAY: block; HEIGHT: 322px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5553477029936762514" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_l4uhm8nr1XQ/TRHp72WsDpI/AAAAAAAAAdU/7GXFvVzGe8k/s400/muito-mais-que-3.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Clique na Imagem&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3630966505257239046-5677513487335801220?l=praxiscrista.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-12-22T10:14:59.944-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/_l4uhm8nr1XQ/TRHp72WsDpI/AAAAAAAAAdU/7GXFvVzGe8k/s72-c/muito-mais-que-3.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><media:rating>nonadult</media:rating></channel></rss>

