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		<title>Artigos de Psicologia - Psicologado Artigos</title>
		<description><![CDATA[Os melhores artigos de psicologia em um espaço livre para pesquisa e publicação]]></description>
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			<title>O Papel da Transferência no Processo Terapêutico</title>
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			<description>&lt;div class="feed-description"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Resumo: &lt;/strong&gt;A relação entre terapeuta e paciente é um dos pontos mais importantes da terapia, sendo que a transferência desempenha um papel essencial nesse processo, onde as emoções inconscientes são expostas em sentimentos bons ou ruins dirigidos a figura do terapeuta. Isso levanta uma preocupação imediata sobre a forma mais adequada para se trabalhar com essas emoções em terapia. Muitos argumentam que a transferência é uma barreira para uma terapia eficaz, no entanto essa crítica é facilmente contestada quando se leva em consideração que alguns conteúdos inconscientes não podem ser expressos verbalmente.  Portanto, o processo de transferência é um valioso e, por vezes, a única ferramenta para trabalhar com estas emoções. Destarte, este artigo tem como objetivo discutir a importância da transferência na relação terapêutica, avaliando o papel do terapeuta e as possíveis barreiras para um processo terapêutico eficaz.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Palavras-chave&lt;/strong&gt;: transferência, contratransferência, processo terapêutico, relação terapêutica, aliança terapêutica.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Psicologado_Artigos/~4/4FOhqtbJWZU" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<category>Destaque</category>
			<category>Psicologia Clínica</category>
			<category>Atuação</category>
			<pubDate>Thu, 16 May 2013 17:31:13 -0300</pubDate>
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		<item>
			<title>A Privação do Vínculo Afetivo Materno pode Contribuir para o Ato Infracional do Adolescente na Atualidade?</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/Psicologado_Artigos/~3/k0DoAENHJ8Q/a-privacao-do-vinculo-afetivo-materno-pode-contribuir-para-o-ato-infracional-do-adolescente-na-atualidade</link>
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			<description>&lt;div class="feed-description"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Resumo:&lt;/strong&gt; O estudo que se apresenta tem como objetivo principal entender a relação existente entre a privação do vinculo afetivo materno e os atos infracionais do adolescente na atualidade. As relações afetivas estabelecidas entre a mãe e seu bebê são fundamentais para assegurar a construção do psiquismo da criança, possibilitando um desenvolvimento saudável da personalidade e dos comportamentos sociais. É através do relacionamento seguro, continuo e intimo que a criança desenvolve a construção da sua auto-imagem e toma conhecimento do mundo exterior, que lhe é apresentado pela diferenciação do corpo materno. No entanto, a instituição familiar tradicional, composta pela triangulação, pai, mãe e filho sofreu inúmeras modificações ao longo do tempo que possibilitaram também mudanças nas relações parentais. No período atual, em virtude dos dinamismos sociais com a inserção da mulher no mercado de trabalho, a dedicação materna aos cuidados com a criança através de uma relação de proximidade e de afetividade ficou comprometida, devido à dupla jornada diária de trabalho que as absorve inteiramente em suas funções. Com a ausência da mãe e a privação do vinculo afetivo materno, as crianças e posteriormente, os adolescentes sentem dificuldades de se apresentar para o mundo social. É justamente, na atualidade que se verifica o aumento dos atos infracionais do adolescente, por isso, a partir da pesquisa bibliográfica com referenciais da psicanálise, etologia e da psicologia do desenvolvimento humano, pretende responder o objetivo principal desse estudo. No decorrer dos estudos, verificou-se que a privação do vínculo afetivo materno tem efeitos duradouros sobre a personalidade dos adolescentes que apresenta uma conduta antissocial buscando através do ato infracional, a reorganização do caos interior vivenciado pela falta do carinho, amor e da afetividade negligenciada pela privação materna.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Palavras-chave: &lt;/strong&gt;privação, vínculo, adolescente, atualidade, atos infracionais.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Psicologado_Artigos/~4/k0DoAENHJ8Q" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<category>Destaque</category>
			<category>Psicologia da Família</category>
			<category>Atuação</category>
			<pubDate>Thu, 16 May 2013 08:00:00 -0300</pubDate>
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		<item>
			<title>Mitologia  e Psicologia Analítica: Um Estudo de Caso</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/Psicologado_Artigos/~3/5Mi6MciYVJw/mitologia-e-psicologia-analitica-um-estudo-de-caso</link>
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			<description>&lt;div class="feed-description"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Resumo: &lt;/strong&gt;Por meio de um estudo de caso que mostra o processo de individuação que acontece dentro da experiência religiosa cristã evangélica de um paciente, este artigo tenta explicar a questão do inconsciente Freudiano e Junguiano sob o pano de fundo da mitologia. Aborda a relação de encontro e desencontro entre esses dois gênios da mente humana e procura apaziguar as duas visões de mundo e de homem. O resultado desta tentativa é o objetivo tanto da Mitologia quanto de Jung de fazer-se entender e compreender as realidades que vivenciamos no nosso dia a dia e os desafios de se construir um mundo melhor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Palavras-chave&lt;/strong&gt;: Mitologia, Freud, Jung, processo de individuação e Igrejas evangélicas.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Psicologado_Artigos/~4/5Mi6MciYVJw" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<category>Destaque</category>
			<category>Psicologia Analítica</category>
			<category>Abordagens</category>
			<pubDate>Mon, 13 May 2013 18:02:43 -0300</pubDate>
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		<item>
			<title>Introdução à Gestão de Pessoas</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/Psicologado_Artigos/~3/3c83KaBIk2g/introducao-a-gestao-de-pessoas</link>
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			<description>&lt;div class="feed-description"&gt;&lt;h2&gt;1.  Introdução&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;As organizações do trabalho, ao longo dos tempos, foram evoluindo quanto ao valor empregado ao seu pessoal. Antes estes eram considerados apenas como recursos, ao lado de tantos outros que fazem parte das organizações, dessa forma eram vistos como servis e passivos. Atualmente a realidade não é a mesma. Todas as mudanças sofridas pelas empresas as levaram em uma única direção: o reconhecimento do ser humano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O ponto central da área de Gestão de Pessoas é a noção de que a valorização das pessoas é uma questão estratégica para o sucesso das empresas na modernidade.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Psicologado_Artigos/~4/3c83KaBIk2g" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<category>Destaque</category>
			<category>Psicologia Organizacional</category>
			<category>Atuação</category>
			<pubDate>Mon, 13 May 2013 10:32:10 -0300</pubDate>
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		<item>
			<title>Direito e Psicanálise: Perspectivas Acerca do Conceito de Inimputabilidade Penal do Doente Mental</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/Psicologado_Artigos/~3/MOSnwR-tDvA/direito-e-psicanalise-perspectivas-acerca-do-conceito-de-inimputabilidade-penal-do-doente-mental</link>
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			<description>&lt;div class="feed-description"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Resumo&lt;/strong&gt;: As relações entre Psicanálise e Direito têm cada vez mais sido abordadas em pesquisas, porém, a temática inimputabilidade ainda não possui grande abrangência nessa relação. Através da base psicanalítica e concepções do direito, esta pesquisa buscou analisar a compreensão do Direito e a da Psicanálise acerca do tema inimputabilidade penal, bem como suas implicações. A metodologia apropriou-se do método qualitativo, sendo os entrevistados advogados da cidade de Curitiba. Por meio da análise do conteúdo e entrevistas semiestruturadas, foram obtidos dados referentes ao tema. Os resultados demonstraram que a opinião dos advogados a respeito do tema apresenta contradições entre o conceito e sua aplicabilidade. Conforme compreendemos as concepções atribuídas ao tema inimputabilidade, torna-se possível, através do diálogo interdisciplinar, realizar uma análise mais significativa deste, permitindo, portanto o surgimento de novas perspectivas relacionado ao assunto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Palavras-chave: &lt;/strong&gt;inimputabilidade penal, direito, psicanálise, psicologia jurídica.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Psicologado_Artigos/~4/MOSnwR-tDvA" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<category>Destaque</category>
			<category>Psicanálise</category>
			<category>Abordagens</category>
			<pubDate>Mon, 13 May 2013 08:00:00 -0300</pubDate>
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		<item>
			<title>O Trabalho do Psicólogo: uma ação multifacetada </title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/Psicologado_Artigos/~3/UANaxnem1q4/o-trabalho-do-psicologo-uma-acao-multifacetada</link>
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			<description>&lt;div class="feed-description"&gt;&lt;h2&gt;Considerações Iniciais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A psicologia é uma ciência que estuda através de um modelo científico o comportamento dos indivíduos e seus processos mentais. Nesse caso, é fundamental examinar o sujeito em uma perspectiva comportamental, individual e psicodinâmica acerca de sua história de vida e suas questões intrínsecas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Porém, muitos ainda associam o trabalho do psicólogo somente ao modelo clínico, de consulta psicológica, em que existe um terapeuta e um paciente para ser ouvido e resolvido o seu problema. No entanto, a psicologia como profissão expandiu em relação a seu fazer e hoje encontra-se nas mais diversas instituições sociais.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Psicologado_Artigos/~4/UANaxnem1q4" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<category>Destaque</category>
			<category>Introdução</category>
			<category>Psicologia Geral</category>
			<pubDate>Sun, 05 May 2013 22:44:15 -0300</pubDate>
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		<item>
			<title>O Casal, a Criança e a Família, Diversas Faces de Uma Relação</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/Psicologado_Artigos/~3/OEfz18B0Wm8/o-casal-a-crianca-e-a-familia-diversas-faces-de-uma-relacao</link>
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			<description>&lt;div class="feed-description"&gt;&lt;h2&gt;Introdução&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Saímos de uma sociedade patriarcal para um conceito de família baseado em apoio e afeto entre seus membros. A lei do divórcio, a igualdade entre filhos gerados dentro e fora do casamento, o reconhecimento da união estável e da família monoparental foram grandes mudanças que se processaram desde 1973 para cá, ou seja, a menos de 40 anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O panorama atual das famílias é de muitas mudanças, as novas configurações, os desafios encontrados pelos pais para educar seus filhos em uma sociedade que tem passado por diversas mudanças de paradigmas sociais é desafiador e entra em conflito algumas vezes com o papel de educador que os pais atuais herdaram de seus próprios pais.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Psicologado_Artigos/~4/OEfz18B0Wm8" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<category>Destaque</category>
			<category>Psicologia da Família</category>
			<category>Atuação</category>
			<pubDate>Sun, 05 May 2013 21:20:04 -0300</pubDate>
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		<item>
			<title>Comportamento Agressivo da Criança na Escola e sua Relação com a Violência Doméstica</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/Psicologado_Artigos/~3/1yAqp5YRQnE/comportamento-agressivo-da-crianca-na-escola-e-sua-relacao-com-a-violencia-domestica</link>
			<guid isPermaLink="false">http://artigos.psicologado.com/psicologia-geral/desenvolvimento-humano/comportamento-agressivo-da-crianca-na-escola-e-sua-relacao-com-a-violencia-domestica</guid>
			<description>&lt;div class="feed-description"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Resumo: &lt;/strong&gt;Este trabalho tem como objetivo realizar uma revisão da literatura sobre comportamento agressivo da criança na escola e sua relação com a violência doméstica. Através da revisão de onze artigos, sendo dois internacionais e obras busco fazer o entendimento desta relação retomando estudos já realizados de diferentes autores. Inicialmente buscou-se a conceitualização de agressividade e de violência doméstica. Foi feito um relato sobre as origens da agressividade na infância, os efeitos das interações familiares agressivas, da punição física e de um padrão parental negligente sobre o desenvolvimento e posteriormente passamos a revisão dos estudos. Identificou-se que o comportamento agressivo da criança é na sua maioria resultado da violência doméstica, tanto na escola como em qualquer outro lugar. O artigo aponta para a necessidade de pesquisas que procurem desenvolver programas de preparação para educadores no manejo com crianças que apresentam comportamento agressivo na escola, uma vez que esta seria o local que a criança teria como amparo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Palavras-Chave: &lt;/strong&gt;Comportamento Agressivo de Crianças, Violência Doméstica, Educadores.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Psicologado_Artigos/~4/1yAqp5YRQnE" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<category>Destaque</category>
			<category>Desenvolvimento Humano</category>
			<category>Psicologia Geral</category>
			<pubDate>Sun, 05 May 2013 18:54:00 -0300</pubDate>
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		<item>
			<title>Relação entre Traição e Perdão nos Relacionamentos Amorosos</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/Psicologado_Artigos/~3/juxt7mPjTcg/relacao-entre-traicao-e-perdao-nos-relacionamentos-amorosos</link>
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			<description>&lt;div class="feed-description"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Resumo:&lt;/strong&gt; A ideia de amar ou estar com alguém pressupõe fidelidade, sendo assim os relacionamentos amorosos são marcados por votos de lealdade e cumplicidade, conforme uma herança cultural do “amor romântico” advinda desde o período medieval. Porém, no nosso mundo contemporâneo, muitos valores estão sendo invertidos e os relacionamentos passam a se estabelecerem de diversas maneiras. A traição, algo que sempre existiu nas sociedades, sendo praticada em sua maioria por homens, agora é vista como comum e natural e praticada por ambos os sexos, no entanto mesmo vista como comum, ninguém quer ser traído. Como consequência a traição consegue desestabilizar os relacionamentos mais curtos ou mais longos. O perdão quer no sentido de esquecer por completo quer no sentido de aceitar, nem sempre é concedido, dessa forma esta pesquisa visa conhecer a relação existente entre a traição e o perdão nos relacionamentos amorosos. Metodologia: pesquisa básica com abordagem qualitativa, com dez participantes, sendo cinco mulheres e cinco homens. Resultados: perfil do sexo masculino, idade entre 29 e 49 anos; tipo de relacionamentos: namoros e casamentos, e tempo de relacionamento entre 03 e 14 anos, com elevada instrução escolar; perfil do sexo feminino, idade entre 24 e 40 anos; tipo de relacionamentos: namoros e casamentos e tempo de relacionamento entre 03 e 22 anos, com elevada instrução escolar. Percebeu-se que os conceitos acerca da traição e perdão ultrapassam gerações, os pensamentos são semelhantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Palavras-chave:&lt;/strong&gt; relacionamentos amorosos; traição; perdão.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Psicologado_Artigos/~4/juxt7mPjTcg" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<category>Destaque</category>
			<category>Psicologia da Família</category>
			<category>Atuação</category>
			<pubDate>Sun, 05 May 2013 17:45:46 -0300</pubDate>
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		<item>
			<title>Programa de Comportamento Moral e Habilidades Sociais Cristãs com Adolescentes em Atividades de Skate </title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/Psicologado_Artigos/~3/Trw0cwBh-UA/programa-de-comportamento-moral-e-habilidades-sociais-cristas-com-adolescentes-em-atividades-de-skate</link>
			<guid isPermaLink="false">http://artigos.psicologado.com/psicologia-geral/desenvolvimento-humano/programa-de-comportamento-moral-e-habilidades-sociais-cristas-com-adolescentes-em-atividades-de-skate</guid>
			<description>&lt;div class="feed-description"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Resumo: &lt;/strong&gt;Elementos da cultura local específicos de pessoas em fase do desenvolvimento peculiar como a adolescência, aliados aos conhecimentos científicos da psicologia e a elementos do universo de costumes populares, como textos Bíblicos, podem servir aos propósitos de programas para proteção quanto a riscos sociais.  Neste sentido foi realizada pesquisa a respeito da relevância de um programa de intervenção durante cinco encontros em atividades de skate com grupos de adolescentes. Foram utilizados inventários para avaliação da intervenção em pré e pós testes referentes ao comportamento moral e comportamentos desviantes. Estes encontros foram conduzidos de forma reflexiva com a temática das habilidades sociais e comportamento moral. Os resultados demonstraram estabilidade quanto aos estilos de relação parental, tendo em vista que não houve intervenção com os pais dos adolescentes, porém, apontaram variações positivas quanto aos comportamentos desviantes e indicaram que maior número de encontros poderia promover melhores índices em pós teste.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Psicologado_Artigos/~4/Trw0cwBh-UA" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<category>Destaque</category>
			<category>Desenvolvimento Humano</category>
			<category>Psicologia Geral</category>
			<pubDate>Sun, 28 Apr 2013 23:59:39 -0300</pubDate>
		<feedburner:origLink>http://artigos.psicologado.com/psicologia-geral/desenvolvimento-humano/programa-de-comportamento-moral-e-habilidades-sociais-cristas-com-adolescentes-em-atividades-de-skate</feedburner:origLink></item>
		<item>
			<title>A Compreensão do Professor Sobre o TDAH</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/Psicologado_Artigos/~3/Fs-ixtSnYMA/a-compreensao-do-professor-sobre-o-tdah</link>
			<guid isPermaLink="false">http://artigos.psicologado.com/atuacao/psicologia-escolar/a-compreensao-do-professor-sobre-o-tdah</guid>
			<description>&lt;div class="feed-description"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Resumo: &lt;/strong&gt;O Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é considerado pelos professores uma preocupação maior na fase escolar, pois este é o momento propício à observação de alguns sintomas no aluno. Esse transtorno é caracterizado por desatenção, impulsividade e hiperatividade, sendo recomendado em alguns casos o uso de medicamentos para diminuir a manifestação hiperativa. Deste modo, o objetivo desta pesquisa foi investigar a percepção dos professores sobre o TDAH numa escola pública do interior de Rondônia. Para realização da pesquisa, utilizou-se de pesquisa de campo com método descritivo e exploratório, em abordagem qualitativa e quantitativa. Como instrumento utilizou-se um questionário validado, com perguntas abertas e fechadas, elaborado por Seno (2010), e adaptado para este trabalho. Participaram da pesquisa sete professores que atuam no primeiro ciclo do ensino fundamental de uma escola pública. Os resultados obtidos excluem a hipótese de pouco conhecimento e instrução sobre o conceito de hiperatividade, constatou-se que todos os colaboradores souberam identificá-la, apesar dos educadores não terem conhecimento suficiente para discorrer com propriedade sobre o TDAH, se apresentaram de modo favorável na análise da classificação causas/identificação de sintomas. Conclui-se que o TDAH ainda é um assunto pouco conhecido pela maioria dos educadores, assim, sugere-se realização de cursos de formação acerca desse e demais transtornos, para um melhor desenvolvimento escolar dos alunos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Palavras-chave: &lt;/strong&gt;Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade. Escola. Professores. Aprendizagem.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Psicologado_Artigos/~4/Fs-ixtSnYMA" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<category>Destaque</category>
			<category>Psicologia Escolar</category>
			<category>Atuação</category>
			<pubDate>Sun, 28 Apr 2013 23:17:51 -0300</pubDate>
		<feedburner:origLink>http://artigos.psicologado.com/atuacao/psicologia-escolar/a-compreensao-do-professor-sobre-o-tdah</feedburner:origLink></item>
		<item>
			<title>Programa Terapêutico: princípios norteadores para comunidades terapêuticas que trabalham com abusadores e/ou dependentes em substâncias psicoativas</title>
			<link>http://feedproxy.google.com/~r/Psicologado_Artigos/~3/0H3Pngu9Wmw/programa-terapeutico-principios-norteadores-para-comunidades-terapeuticas-que-trabalham-com-abusadores-e-ou-dependentes-em-substancias-psicoativas</link>
			<guid isPermaLink="false">http://artigos.psicologado.com/psicopatologia/saude-mental/programa-terapeutico-principios-norteadores-para-comunidades-terapeuticas-que-trabalham-com-abusadores-e-ou-dependentes-em-substancias-psicoativas</guid>
			<description>&lt;div class="feed-description"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Resumo: &lt;/strong&gt;Os programas terapêuticos das Comunidades Terapêuticas (CTs) para pessoas abusadoras/dependentes em substâncias psicoativas definem o processo de trabalho nesta área. Porém, não existe normativa ou lei que defina um modelo para os programas e, além disso, cresce o número de críticas a respeito dessas práticas que em muitos casos são contrárias aos direitos humanos. Faz-se necessário o aperfeiçoamento destes programas dentro do que a literatura sobre o tema destaca como pertinente e coerente com princípios de saúde, direitos e cidadania. Neste sentido, realizou-se revisão literária e quanto às resoluções que demonstram quais parâmetros podem ser estabelecidos para o trabalho na área de dependência química na modalidade de internação. Após constatar exemplos que como o treinamento em habilidades sociais, técnicas cognitivo-comportamentais, princípios legais e históricos em comunidades terapêuticas e as abordagens familiares, foi possível apontar práticas que devem constar em programas terapêuticos e outras que precisam ser extintas no tratamento para dependência química.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Palavras-Chave: &lt;/strong&gt;Programa Terapêutico. Comunidade Terapêutica. Dependência Química.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Psicologado_Artigos/~4/0H3Pngu9Wmw" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<category>Destaque</category>
			<category>Saúde Mental</category>
			<category>Psicopatologia</category>
			<pubDate>Sun, 28 Apr 2013 22:56:16 -0300</pubDate>
		<feedburner:origLink>http://artigos.psicologado.com/psicopatologia/saude-mental/programa-terapeutico-principios-norteadores-para-comunidades-terapeuticas-que-trabalham-com-abusadores-e-ou-dependentes-em-substancias-psicoativas</feedburner:origLink></item>
		<item>
			<title>A Importância dos Sonhos para a Psicanálise</title>
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			<description>&lt;div class="feed-description"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Resumo: &lt;/strong&gt;a presente análise tem como tema central os sonhos e sua importância para a Psicanálise, um fenômeno de interesse também para a Psicologia tanto quanto para a Psicanálise. Tendo como principal objetivo entender os sonhos como uma necessidade neurofisiológica, uma manifestação da psique que transcendem nossos sentidos, e que podem, na sua linguagem, revelar questões da nossa personalidade que precisam ser trabalhadas e entendidas. Segundo Freud, os sonhos constituem &lt;em&gt;“uma realização (disfarçada) de um desejo reprimido”.&lt;/em&gt; É possível que eles exerçam um papel importante na elaboração psíquica de lembranças traumáticas. Em nossa opinião, as visões psicológicas e psicanalíticas sobre os sonhos podem ser complementares e enriquecedoras. Os sonhos podem ser um aliado valioso para a compreensão profunda da interligação corpo e psique fornecerem o mapa para compreensão simbólica de sintomas psicossomáticos e de suas possíveis resoluções, ou seja, uma chave valiosa para nosso autoconhecimento e bem estar, daí sua grande importância para a Psicologia, a qual está inteiramente preocupada com nosso bem estar e para a Psicanálise que está diretamente preocupada com nossos sintomas psicossomáticos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Palavras–chave: &lt;/strong&gt;Sonhos, Fases do Sono, Psicanálise, Inconsciente&lt;/p&gt;
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			<category>Destaque</category>
			<category>Psicanálise</category>
			<category>Abordagens</category>
			<pubDate>Sun, 28 Apr 2013 22:38:30 -0300</pubDate>
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			<title>O Ciúme na Infância como Constitutivo do Sujeito</title>
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			<description>&lt;div class="feed-description"&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Resumo: &lt;/strong&gt;Este estudo refere-se ao trabalho de conclusão de curso cuja pesquisa qualitativa e bibliográfica teve como objetivo estudar o ciúme enquanto constitutivo do sujeito, dentro de uma visão psicanalítica, em que se recorreu a livros científicos de autores, como Freud (1922), Winnicott (1983), Melaine Klein (1960), Lachaud (2001), Botura(2003) que discorreram a  respeito do assunto. Inicialmente, discutiu-se a importância da vida afetiva. Para tanto, foi visto o conceito e origem do ciúme normal, e do ciúme patológico, refletindo suas repercussões nas relações amorosas; em especial, discutiu-se sobre as formas devastadoras do ciúme patológico. A esse respeito, pode-se dizer que o ciúme origina-se nas relações primárias, tanto o normal, quanto o patológico, e que o mais severo é o ciúme patológico, cujas principais causas advêm de problemas emocionais, muitas vezes gerados na infância. Por fim, discutiu-se o ciúme enquanto sintoma, nas relações familiares, até as relações amorosas, e suas formas de intervenções. Contudo, é preciso conhecer mediante estudos e pesquisas o ciúme, onde se contextualiza a questão, tomando a psicanálise como possibilidade de compreensão das diferentes formas que o mesmo se apresenta ao longo do ciclo vital. Para que se possa compreender tal sentimento e suas implicações na vida afetiva, é necessário ficar atento sobre o ponto de vista das intervenções clínicas, a fim de entender o sujeito que sofre os efeitos negativos do ciúme. Constata-se então a necessidade de novas investigações sobre o ciúme, considerando, a importância de que desde a infância esse afeto seja direcionado como fundamental na constituição subjetiva da criança.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Palavras-chave&lt;/strong&gt;: ciúme infantil, ciúme patológico, subjetividade.&lt;/p&gt;
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			<category>Destaque</category>
			<category>Desenvolvimento Humano</category>
			<category>Psicologia Geral</category>
			<pubDate>Sun, 28 Apr 2013 21:53:53 -0300</pubDate>
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			<title>O Que é a Psicologia do Trabalho?</title>
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			<description>&lt;div class="feed-description"&gt;&lt;h2&gt;Considerações Iniciais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;No campo da ciência psicológica, o trabalho tem sido considerado uma das formas de significar a existência humana, a partir da transformação da natureza do próprio homem com suas experiências singulares a partir das atividades que desenvolve. É através do trabalho que o sujeito reconhece a si mesmo e, pela via desse movimento, reconhece o outro e produz subjetividade, que é um foco de estudo dessa área.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Psicologado_Artigos/~4/R4im7hcw3vE" height="1" width="1"/&gt;</description>
			<category>Destaque</category>
			<category>Psicologia Organizacional</category>
			<category>Atuação</category>
			<pubDate>Sun, 21 Apr 2013 16:39:48 -0300</pubDate>
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