<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6552968189191288540</id><updated>2024-08-30T09:37:28.907-07:00</updated><category term="Psicoterapia"/><category term="Orientação Profissional"/><category term="Superação do Problema Psicológico"/><category term="Comprometimento"/><category term="Escolha profissional"/><category term="Estresse"/><category term="Família"/><category term="Processo psicoterapêutico"/><category term="desejo de ser"/><category term="mercado de trabalho"/><category term="projeto de ser"/><category term="trabalho"/><category term="Anorexia"/><category term="Bulimia"/><category term="Burnout"/><category term="Comunidade"/><category term="Depressão"/><category term="Saúde"/><category term="Transtornos Alimentares"/><category term="Técnicas Psicoterápicas"/><category term="amor"/><category term="ansiedade"/><category term="aspectos psicológicos no trabalho"/><category term="comunicação"/><category term="crise"/><category term="emoção"/><category term="esgotamento profissional"/><category term="grupo"/><category term="relação amorosa"/><category term="sexualidade"/><category term="sofrimento psíquico."/><title type='text'>Psicóloga Andréa Luiza da Silveira - CRP-12/02021</title><subtitle type='html'>Trabalho com a psicoterapia fundamentada na fenomenologia e no existencialismo. As fases do processo psicoterapêutico são:  diagnóstico, projeto terapêutico, intervenção, acompanhamento dos resultados, finalização. &#xa;Realizo também orientações sobre a vida profissional; escolha profissional, vínculos familiares; vínculos entre equipes de trabalho, questões educacionais e de aprendizagem; questões sexuais etc.&#xa;Para obter mais informações leia o blog e entre em contato.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://andreasilveirapsicologa.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6552968189191288540/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andreasilveirapsicologa.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02582850286983672578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>21</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6552968189191288540.post-896941551132859179</id><published>2017-02-09T14:30:00.002-08:00</published><updated>2017-02-09T14:30:56.248-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="desejo de ser"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="projeto de ser"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sexualidade"/><title type='text'>Uma conversa sobre sexualidade e sexo  </title><content type='html'>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin: 0cm 0.85pt 0.0001pt 13.9pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: purple; font-family: System, sans-serif; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Como diz Simone de Beauvoir no seu livro Segundo Sexo ‘não se
nasce mulher tona-se mulher’. Nós, seres humanos escolhemos a nossa sexualidade
a partir das experiências e da reflexão sobre estas experiências. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin: 0cm 0.85pt 0.0001pt 13.9pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: purple; font-family: System, sans-serif; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; As primeiras
experiências são de atração pelo que é agradável, gostoso, bonito e assim por
diante, se dão na infância. Na infância as possibilidades de experiências de
atração são amplas. Isto por que a criança não nasce com a sexualidade
definida. A criança nasce com o sexo definido (masculino ou feminino). As
experiências de atração, na infância não determinam uma escolha, mas sim, fundamentam-na.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin: 0cm 0.85pt 0.0001pt 13.9pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: purple; font-family: System, sans-serif; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Por um lado, existem
as experiências da criança na relação com seu próprio corpo e o corpo do outro.
Desde o primeiro momento em que ela aprende a apontar seu olho, seu nariz, seu
pé etc. Por outro lado, as experiências referentes ao afeto: reconhecer as
pessoas, lembrar delas, gostar delas, sentir saudades. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin: 0cm 0.85pt 0.0001pt 13.9pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: purple; font-family: System, sans-serif; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A sexualidade vai
sendo construída então, como mais um aspecto da vida de uma pessoa. As
descobertas em relação ao próprio corpo ocorrem ao longo de toda a vida humana,
ao mesmo tempo em que o corpo modifica-se também mudam as possibilidades de
viver as experiências sexuais. Por exemplo: uma mulher grávida e seu
companheiro, a sexualidade vai mudar de alguma forma, mas, sempre vai depender
do casal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin: 0cm 0.85pt 0.0001pt 13.9pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: purple; font-family: System, sans-serif; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ser mulher, ser
homem, ser uma mulher com atração por outras mulheres ou ser um homem com
atração por outros homens?! Mesmo com uma experiência de atração sexual de uma
mulher por outra, por exemplo, há um projeto de ser mulher articulados a um
desejo de ser mulher que vai definir a escolha. Isto é, apesar da experiência
de atração por uma mulher a escolha pode ser heterossexual.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin: 0cm 0.85pt 0.0001pt 13.9pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: purple; font-family: System, sans-serif; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Mas o que é o projeto
de ser mulher iluminado por um desejo de ser mulher? Ou um projeto de ser homem
iluminado por um desejo de ser homem? O desejo de ser é o que se almeja do
futuro: &lt;i&gt;quero ser independente, quero ser
seguro, quero ser linda, quero envelhecer dignamente&lt;/i&gt; ... O projeto é a realização
deste desejo, isto é, quero ser sedutora então me visto como uma mulher
sedutora, tenho gestos de uma mulher sedutora etc. Mas nem sempre o desejo de
ser e o projeto de ser estão alinhados. &lt;i&gt;Quero
ser um homem seguro e amoroso com minha esposa, mas, na hora de sairmos a lazer
fico emburrado e ciumento, faço ela trocar de roupa e se ela não troca fico em
casa casmurro.&lt;/i&gt; Neste último caso o desejo é ser seguro, mas, o projeto é de
ser ciumento, tendo como conseqüência vivenciar a insegurança.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin: 0cm 0.85pt 0.0001pt 13.9pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: purple; font-family: System, sans-serif; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A sexualidade não
pode ser confundida com o comportamento sexual. A sexualidade implica
experiências de atração sexual, desejo sexual e práticas sexuais relacionadas a
escolhas em dado momento da vida. O comportamento sexual refere-se exclusivamente
a práticas sexuais em determinado período histórico ou grupo. Não há nenhum
determinismo a não ser no que se refere a uma moral ou práticas compartilhadas
por um determinado grupo sempre circunscrito pela história e pela cultura. O
exemplo disto é uma nova geração que admite vivências e contratos de relação
amorosa que era improvável em épocas anteriores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin: 0cm 0.85pt 0.0001pt 13.9pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: purple; font-family: System, sans-serif; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Escolher a sexualidade mais abertamente é uma possibilidade para esta geração que está aí.
É importante fazê-lo criticamente, observando o projeto de ser e o desejo de
ser.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;

















&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6552968189191288540/posts/default/896941551132859179'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6552968189191288540/posts/default/896941551132859179'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andreasilveirapsicologa.blogspot.com/2017/02/uma-conversa-sobre-sexualidade-e-sexo_9.html' title='Uma conversa sobre sexualidade e sexo  '/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02582850286983672578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6552968189191288540.post-3112992777306560378</id><published>2013-10-27T17:12:00.001-07:00</published><updated>2017-02-12T09:15:21.389-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="aspectos psicológicos no trabalho"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="sofrimento psíquico."/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="trabalho"/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoBodyTextIndent&quot; style=&quot;margin-left: 116.8pt; text-align: center; text-indent: -89.85pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoBodyTextIndent&quot; style=&quot;margin-left: 116.8pt; text-align: center; text-indent: -89.85pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; line-height: 150%; text-indent: -81.6pt;&quot;&gt;O modo de produção capitalista, os
modelos de gestão e os aspectos psicológicos no trabalho&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoBodyTextIndent&quot; style=&quot;margin-left: 116.8pt; text-align: right; text-indent: -89.85pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; line-height: 150%; text-indent: -81.6pt;&quot;&gt;Andréa Luiza da Silveira&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoBodyTextIndent&quot; style=&quot;margin-left: 116.8pt; text-align: right; text-indent: -89.85pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px; text-align: justify; text-indent: -18pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;I Semana do Servidor: Saúde Mental e Trabalho em&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;verdana&amp;quot; , sans-serif; font-size: 12px; line-height: 18px; text-align: justify; text-indent: -18pt;&quot;&gt;Chapecó&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoBodyTextIndent&quot; style=&quot;margin-left: 116.8pt; text-align: right; text-indent: -89.85pt;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://siasschapeco.blogspot.com.br/&quot;&gt;http://siasschapeco.blogspot.com.br/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 117.0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 27.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;Bom dia a todos e todas. E
gostaria de agradecer o convite para participar desta mesa redonda numa
atividade que julgo muito importante para este coletivo de trabalhadores, o
coletivo dos trabalhadores público federais de Chapecó. E a contribuição que eu
espero oferecer aqui é a reflexão sobre “O modo de produção capitalista, os
modelos de gestão e os aspectos psicológicos no trabalho”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 27.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;Então, quando eu me pus a
pensar sobre a fala que eu faria para vocês, três questões surgiram. (slide) A
primeira questão foi &lt;i&gt;por que pensar sobre
a relação entre os aspectos psicológicos e o trabalho&lt;/i&gt;? A segunda questão
foi &lt;i&gt;por que a relação sofrimento psíquico
e trabalho se configura como um problema&lt;/i&gt;? E a terceira questão que me fiz
foi se &lt;i&gt;poderíamos vislumbrar as soluções,
quais seriam elas&lt;/i&gt;?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoBodyTextIndent2&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 27.0pt;&quot;&gt;
Bem, para podermos refletir nos termos
propostos pelas questões temos que inicialmente, nós temos que deixar claros
dois conceitos. O primeiro deles é o conceito de trabalho e outro conceito é o
conceito de processo de trabalho. E então, a partir deste dois conceitos
refletirmos sobre qual sujeito se constitui a partir da forma como os processos
de trabalho são organizados hoje, na nossa sociedade contemporânea.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoBodyTextIndent2&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 27.0pt;&quot;&gt;
Então, para falarmos de saúde mental,
doença mental ou sofrimento psíquico no trabalho e sua relação com a
constituição do sujeito através do trabalho precisamos inicialmente localizar
que tipo de conduta humana é o trabalho. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoBodyTextIndent2&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 27.0pt;&quot;&gt;
Segundo Sartre, no seu livro o Ser e o
Nada, são três as categorias cardeais da realidade humana, o &lt;i&gt;fazer&lt;/i&gt;, o &lt;i&gt;ser&lt;/i&gt;
e o &lt;i&gt;ter&lt;/i&gt;. Para a realidade humana &lt;i&gt;ser&lt;/i&gt; é escolher-se [...] “nada
lhe vem de fora, ou tampouco de dentro, que ela possa receber ou aceitar.” O
ter dá-se pelo &lt;i&gt;status&lt;/i&gt; do que o ser possui, como o conhecimento, por
exemplo. O trabalho é uma conduta humana que está na ordem, sobretudo, do &lt;i&gt;fazer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoBodyTextIndent2&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 27.0pt;&quot;&gt;
(slide) Como pontua Marcuse “O trabalho é
um &amp;nbsp;&lt;i&gt;fazer&lt;/i&gt; próprio do mundo humano
em que ao agir o homem objetiva-se e ao objetivar-se, faz-se homem, um &lt;i&gt;fazer&lt;/i&gt;
que para além da natureza, da psicologia, da ciência econômica ou da técnica é &lt;i&gt;ontológico.”
&lt;/i&gt;O conceito que Marcuse propõem
fundamenta-se no conceito de Marx, para quem o trabalho é uma atividade
tipicamente humana em que o homem ao transformar o mundo transforma-se a si
mesmo. Isso tudo quer dizer simplesmente que nós, seres humanos modificamos o
mundo através do nosso trabalho e ao modifica-lo nos modificamos a nós mesmo,
isto é, nos objetivamos no nosso fazer e, através dele, também nos
subjetivamos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoBodyTextIndent2&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 27.0pt;&quot;&gt;
Ora, isto nos leva a concluir que o
trabalho é então, constitutivo do ser do homem, vale dizer, através do trabalho
o ser-humano humanizou-se, desenvolveu o seu corpo e a sua psique – atividades
cognitivas ou reflexão, o imaginário ou a condição de por um futuro à ação, a
emoção ou a possibilidade de dar significado a ação, a afetividade. O trabalho
foi desde a origem do sujeito, central para a constituição do sujeito, logo,
para a constituição dos grupos humanos também.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none; text-indent: 27.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;(slide)
A meu ver, a importância de se esclarecer &lt;i&gt;a
relação entre os aspectos psicológicos e o trabalho&lt;/i&gt; está em que o trabalho
é constitutivo do nosso modo de ser em determinado tempo histórico. E assim, a
forma como o trabalho está organizado em nossa sociedade atravessa diretamente
as nossas possibilidades de subjetivação e de objetivação. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none; text-indent: 27.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;(slide)
Como podemos conceber no sentido do que foi exposto até agora, esses dados, que
foram nos foram concedidos pelo Sr. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;Roque Veiga, que os apresentou recentemente no II Seminário de Saúde dos
Trabalhadores do Abate e Beneficiamento de Carnes de Chapecó/SC, que ocorreu
aqui em Chapecó, ainda neste ano. Como nós podemos olhar para estes dados e o
que podemos tirar deles?&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 27.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;Podemos observar que os transtornos mentais, as Ler/Dort
etc. estão em evidencia. Essa evidencia nos provoca a pensar sobre os processos
de trabalho que nos levam a situação que estes dados que estão aí representam.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 27.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;(Slide) Parece-me que a segunda pergunta vai sendo
respondida, isto é, por que a relação sofrimento psíquico e trabalho se
configura como um problema para os profissionais e pesquisadores? Porque,
simplesmente, o sofrimento psíquico no trabalho tornou-se um problema social
que diz respeito a toda a coletividade. E essa totalização é muito importante
porque através dela nós podemos vislumbrar também a resolução destes mesmos
problemas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoBodyTextIndent2&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 27.0pt;&quot;&gt;
Neste sentido é que falo em modo de
produção capitalista, pois tal modo de produção é que impõe de certa forma,
como o processo de trabalho deve ser organizado. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoBodyTextIndent2&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 27.0pt;&quot;&gt;
Mas, a meu ver, para que nós consigamos
entender isso, precisamos saber o que é o processo de trabalho. (slide) O
processo de trabalho é todo o caminha, do planejamento a execução, que resulta
num produto, num benefício ou num serviço. O processo de trabalho constitui-se
de: a) a própria atividade humana voltada a certos fins; b) ao objeto de
trabalho e matéria prima; e c) aos meios de trabalho. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoBodyTextIndent2&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 27.0pt;&quot;&gt;
Deste modo, as ciências que estudam o
trabalho recorrem a variadas metodologias para compreender a especificidade do
processo de trabalho e de cada atividade realizada. E estes estudos encontram
peculiaridades dos modos de objetivação e subjetivação do sujeito referentes
àquela atividade específica, o que permite prever um nexo entre adoecimento e
atividade. Mas, nós não temos como dar conta disto neste momento então vamos
nos concentrar apenas nas dimensões mais gerais do processo de trabalho no
capitalismo, que é o seguinte, no modo de produção capitalista o sujeito da
ação, ou da atividade, está distante dos resultados da sua própria ação, ou
ainda melhor dizendo, o sujeito da ação, aquele que trabalho não se apropria
dos resultados de sua ação. O que Karl Marx chamou de trabalho alienado. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoBodyTextIndent2&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 27.0pt;&quot;&gt;
(slide) Laurel e Noriega, pesquisadores
Mexicanos, ao analisarem o processo de produção e sua relação com a saúde,
entenderam que “&lt;span style=&quot;font-size: 11.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-size: 12.0pt;&quot;&gt;[...] sob o capitalismo é trabalho alienado e implica o uso
deformado e deformante tanto do corpo como das potencialidades psíquicas,
converte-se numa atividade cujo componente desgastante é muito maior que o da
reposição e desenvolvimento das capacidades. É, pois, a combinação entre o
desgaste e a reprodução que determina a constuição das formas históricas
específicas biopsíquicas humanas. (Laurel e Noriefa, 1989)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoBodyTextIndent2&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 27.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: 11.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Assim, as práticas que compõem os modelos de gestão
desde sua origem, d&lt;/span&gt;o taylorismo à gestão flexível, seguem os mesmos objetivos,
a disciplina e o controle da classe trabalhadora ou, se quisermos, de um
coletivo específico de trabalhadores. Eu diria ainda que atualmente, os modelos
de gestão afetam, além de tudo, a organização politica dos trabalhadores para
as lutas pela sua saúde, pelas adequadas condições de trabalho e de vida. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoBodyTextIndent2&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 27.0pt;&quot;&gt;
É muito importante nós notarmos que o
objetivo primordial dos modelos de gestão pode-se dizer, desdobrou-se no
controle dos seres-humanos para que estes se adaptem ou se submetam a jornada
de trabalho, ao ritmo de trabalho e as relações humanas de trabalho como o
processo decisório, por exemplo, de acordo com os interesse daqueles que a
gestão representa. E nesse contexto mais geral encontramos as implicações do
que chamamos sofrimento ou adoecimento relacionado ao trabalho, a exemplo da
síndrome de bournaut, da depressão, das síndromes do pânico, ideação suicida e
suicídios em locais de trabalho propriamente ditos e assim por diante. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;Frente
a tal situação complexa podemos pensar em soluções? (slide) Creio que sim, mas
não sozinhos, não pensando e agindo cada um por si. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;As análises e intervenções
de Christofhe Dejours, por exemplo, nos mostram que em organizações de trabalho
onde o sofrimento psíquico é extremo encontra-se também um coletivo de
trabalhadores que não conseguiram preservar ou lutar para manter as relações de
solidariedade. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;As iniciativas de Dejours
e seus colaboradores é possibilitar, na medida em que uma metodologia pode
fazê-lo, que as relações de solidariedade constituam-se novamente. E isso tem
como consequência uma experiência do tipo “não estou só”, ou ainda, “conto com
os outros”. Essa perspectiva de atuação técnica também valoriza a organização
política. Podemos ver um exemplo no que Begue nos fala sobre uma intervenção
que ela fez sob a orientação de Dejours, numa organização onde houveram vários suicídios,
isto na França. Ela diz que “Fiquei impressionada pela qualidade do
investimento no coletivo pelos seus membros. As sessões proporcionaram
verdadeiros reencontros entre aqueles que se cruzavam pelos corredores a cada
dia, permitiram às pessoas de se revelarem a si mesmas e aos outros. Eu imagino
que elas passaram a se permitir novas solidariedades. Que novos laços puderam
então surgir para transformar-se em capacidade de ação! (Dejours e Bègue, 2010,
p. 103)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Podemos
ainda nos perguntar por que as questões políticas são tão importantes quanto os
aspectos técnicos. Continuamos a tentar responder a terceira pergunta, quais
soluções possíveis. Mas vamos agora fazer o inverso do que tínhamos feito
antes, vamos partir do singular para o universal. Vamos tentar imaginar um
homem que não consegue mais voltar ao trabalho, só de pensar em voltar ao
trabalho perde a vontade de fazer qualquer coisa que seja, e quando tem algo
que o leva a ir ao prédio do seu local de trabalho, treme, o coração acelera e
não consegue sequer falar. Essa é uma situação hipotética e sem um diagnóstico
preciso. Mas, como ele se sente? Muito possivelmente se sente sozinho. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O
anti-psiquiatra Van Den Berg, que escreveu o famoso livro, O paciente
psiquiátrico, já dizia que a questão central do sofrimento é a solidão. Então a
sugestão é tanto para a atuação clínica ou atendimento individual ao sujeito em
sofrimento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpFirst&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-left: 53.25pt; mso-add-space: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family: Arial;&quot;&gt;a)&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot;; font-size: 7pt; line-height: normal;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;Inicialmente
é necessário compreender a relação entre os aspectos sociais e os psicológicos,
exercício que tentamos fazer aqui; (a psicologia social e do trabalho dá conta
disso);&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-left: 53.25pt; mso-add-space: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family: Arial;&quot;&gt;b)&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot;; font-size: 7pt; line-height: normal;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;Em
segundo lugar, fazer-se um diagnóstico que identifique a relação entre as
atividades desenvolvidas e os processos de objetivação e subjetivação
específicos a cada atividade e também sua relação com os modos de gestão; (a
ergonomia pode contribuir);&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpLast&quot; style=&quot;margin-left: 53.25pt; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family: Arial;&quot;&gt;c)&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot;; font-size: 7pt; line-height: normal;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;Pensar
num programa da promoção de saúde considerando os princípios do Sus e as
potencialidades da rede.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; line-height: 23.33333396911621px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; line-height: 150%;&quot;&gt;
&lt;/span&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;line-height: 150%; text-align: left;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%; text-align: center; text-indent: -89.85pt;&quot;&gt;Mesa redonda: A configuração do trabalho na contemporaneidade:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , &amp;quot;helvetica&amp;quot; , sans-serif; line-height: 150%; text-indent: -18pt;&quot;&gt;precarização e os agravos à saúde mental dos
trabalhadores. Andréa Luiza da Silveira, Michele Lucas e Márcia Luiza Pit Dal Magro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpLast&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-left: 53.25pt; mso-add-space: auto; mso-list: l0 level1 lfo1; text-indent: -18.0pt;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; line-height: 150%; text-indent: -18pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpLast&quot; style=&quot;line-height: 150%; margin-left: 53.25pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6552968189191288540/posts/default/3112992777306560378'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6552968189191288540/posts/default/3112992777306560378'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andreasilveirapsicologa.blogspot.com/2013/10/o-modo-de-producao-capitalista.html' title=''/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02582850286983672578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6552968189191288540.post-1913976230411173810</id><published>2013-08-04T11:35:00.000-07:00</published><updated>2013-08-19T08:00:28.164-07:00</updated><title type='text'>Algumas considerações sobre o cansaço no trabalho</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgtL0kqoIryDh8nBaa0ZsSy4kfzwF_4-r7qv8-jd3oGaZEWMMuWgypdtkSspD-d5XOQ-SeoPgjfhrkoRa3fMLqMaCb7KhbFj2-BppCj-7m7QxEkPUoZi3C_hQrh_ez0xpSyGH6wwO4RQJg/s1600/images.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;153&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgtL0kqoIryDh8nBaa0ZsSy4kfzwF_4-r7qv8-jd3oGaZEWMMuWgypdtkSspD-d5XOQ-SeoPgjfhrkoRa3fMLqMaCb7KhbFj2-BppCj-7m7QxEkPUoZi3C_hQrh_ez0xpSyGH6wwO4RQJg/s200/images.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;As doenças orgânicas cujas multi-causas estão relacionadas ao trabalho tanto quanto as problemáticas de ordem
psicológica estão ligadas a organização do trabalho. Em termos gerais, o
trabalho (os trabalhadores e seus fins) está subordinado ao funcionamento da
maquinaria e/ou dos processos em função dos interesses quase exclusivos do capital. Neste
sentido, na medida em que as pessoas estão subordinadas aos objetos perdem-se
as condições para as relações humanas de reciprocidade fragilizando tanto as relações sociais quanto as condições adequadas para a segurança psicológica.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Geralmente, as queixas
relacionadas ao trabalho aparecem entre outras &amp;nbsp;queixas combinadas aos demais contextos de vida. Sinteticamente, podemos afirmar que as pessoas tendem a sentirem-se inviabilizadas para realizarem o que
querem de sua vida. A fadiga, em geral, é expressa pelas seguintes queixas iniciais, acordar cansado(a), ser acometido(a) por pesadelos ou/e não
conseguir dormir etc. Isto quer dizer que uma noite de sono não tem sido suficiente
para repor as energias e, também, em muitos casos, que a noite de sono não tem sido contínua.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;A continuidade do sono é importante para a saúde de pessoas, o que
costumamos designar como &lt;i&gt;dormir bem&lt;/i&gt;, pois
terá implicações em como nos sentiremos ao longo dos dias. Mas, a questão
central é a seguinte por que as pessoas
ficam tão cansadas por causa do trabalho delas? E qual a relação desse cansaço inicial
com outros problemas psicológicos?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;São muitas
as variáveis a serem discutidas para responder a esta pergunta complexa. Por um
lado, temos as condições sociais de vida tais como as condições de moradia, de
ida e volta ao trabalho, de alimentação etc. E, por outro lado, temos as
condições de trabalho, tais como o ritmo de trabalho, a jornada de trabalho, as
exigências de trabalho, os intervalos e pausas necessárias ao longo da jornada
de trabalho, as relações humanas no trabalho e as especificidades de
cada atividade particular.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; line-height: 150%; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;Entretanto, parece-nos
importante, de modo geral, pensarmos sobre o cansaço no trabalho, pois ele
constitui um dos passos dos caminhos que levam a exaustão no trabalho. A
exaustão ou fadiga pode vir acompanhada pela perda da alegria no trabalho.
Desta modo, a exaustão gerada nos contextos de trabalho pode interferir nos
demais contextos da vida da pessoa até no seu ponto máximo, que é constituir
alguma psicopatologia, como por exemplo, a &lt;i&gt;síndrome de burnout.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; line-height: 150%; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;No inicio é apenas um desconforto e certa
insatisfação que podem levar a preocupações maiores até provocar insônia, por
exemplo. Algumas relações com os colegas de trabalho causam mal estar, pelas mais diversas razões, como o &lt;i&gt;assédio moral&lt;/i&gt; por exemplo. As&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; line-height: 150%; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;preocupações e dificuldades podem atingir tal grandeza que chagam a gerar ansiedade,
desagrado em estar naquele ambiente até chegar ao desejo de não estar mais ali ou de não suportar a ideia de ter que ir para o trabalho após levantar-se pela manhã. Aquelas atividades de trabalho,
corriqueiras e que antes eram prazerosas vão deixando de o ser. O que antes o
trabalhador fazia com alegria ou com facilidade passa a ser de difícil
execução. As noites de sono não são mais suficientes para o descanso. As atividades
de lazer vão perdendo o sentido e não é mais divertido estar com a família,
como os amigos etc. E assim, cada vez mais o trabalhador vai se sentindo
exausto, fatigado, sem vontade de trabalhar, de estar com a família, de estar
com os amigos. Sente vontade de dormir, de descansar, mas o fim de semana não é
suficiente. E na segunda-feira começa tudo de novo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-style: normal; mso-bidi-font-style: italic;&quot;&gt;O trabalhador que vivência esta situação já não faz
mais diferença entre o que é problema dele e o que é problema da organização do
trabalho, das outras pessoas no trabalho, do seu contexto de vida fora do
trabalho. Confunde tudo e às vezes, sente-se culpado(a), fracassado(a) e sozinho(a). Mas, não
perde a vontade de trabalhar, gostaria de voltar a ser como antes, alegre,
ativo(a), positivo(a), mas não consegue enfrentar as exigências no trabalho que
transcendem as suas capacidades naquele momento da sua vida. Decorre daí a
perda de função do trabalho na vida da pessoa. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;A psicoterapia pode
auxiliar a pessoa que vivência o esgotamento profissional. Porém, o esgotamento ou exaustão pode ser evitado desde o inicio com o auxilio da psicologia clínica. Cada um
de nós pode observar estas mudanças e ao dar-se conta delas agir para
superá-las, logo no inicio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;tr-caption-container&quot; style=&quot;float: left; margin-right: 1em; text-align: left;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhOM1a85kVGqXr6fB840kwKBIERFpye3OJRjsmIpHX2Nb8vXaSsqJ0wpMMHrkRaWOgPIosHrtW6VD_0z41oK1BE3FXF-FMt0lkauOTdPFI50Y44yV2avODiidGW5axxsT9bMn0doc9peIo/s1600/images.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;130&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhOM1a85kVGqXr6fB840kwKBIERFpye3OJRjsmIpHX2Nb8vXaSsqJ0wpMMHrkRaWOgPIosHrtW6VD_0z41oK1BE3FXF-FMt0lkauOTdPFI50Y44yV2avODiidGW5axxsT9bMn0doc9peIo/s200/images.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;tr-caption&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: xx-small; line-height: 24px;&quot;&gt;Quadro de Salvador Dalí&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Entretanto, é importante lembrar que o sofrimento é vivido como individual e muitas vezes as pessoas não se dão conta do quanto seus problemas estão relacionados ao trabalho e também do quanto as outras pessoas no trabalho estão em sofrimento. Isto porque as relações de trabalho, a dinâmica do grupo de trabalho e os processos de trabalho, cada vez mais, fogem ao controle do trabalhador.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Nosso objetivo então foi apenas alertar as pessoas na busca da psicoterapia que dever servir para que a pessoa
viva melhor. Entretanto, a psicoterapia é um tipo de intervenção individual e
os problemas no trabalho são coletivos e para serem resolvidos dependem também das
outras pessoas e da própria forma como o trabalho se organiza. Portanto,
modificar o contexto de trabalho deve ser uma proposta do coletivo e isto está no
campo político. Uma dica pertinente para os trabalhadores é observar quais modificações estão ocorrendo ou ocorreram no seu local de trabalho e como elas afetam cada um, singularmente, e o coletivo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: start; text-indent: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;III Congresso Brasileiro de Psicodinâmica e Clínica do Trabalho e o IV Simpósio Brasileiro de Psicodinâmica do Trabalho&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: start; text-indent: 0px;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;23, 24 e 25 de Outubro de 2013 - Em Gramado - RS&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: start; text-indent: 0px;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.congressopsicodinamica2013.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;http://www.&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;congressopsicodinamica2013.&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;com.br/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6552968189191288540/posts/default/1913976230411173810'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6552968189191288540/posts/default/1913976230411173810'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andreasilveirapsicologa.blogspot.com/2013/08/algumas-consideracoes-sobre-o-cansaco.html' title='Algumas considerações sobre o cansaço no trabalho'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02582850286983672578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgtL0kqoIryDh8nBaa0ZsSy4kfzwF_4-r7qv8-jd3oGaZEWMMuWgypdtkSspD-d5XOQ-SeoPgjfhrkoRa3fMLqMaCb7KhbFj2-BppCj-7m7QxEkPUoZi3C_hQrh_ez0xpSyGH6wwO4RQJg/s72-c/images.jpg" height="72" width="72"/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6552968189191288540.post-6970586155545906259</id><published>2012-07-04T14:31:00.002-07:00</published><updated>2012-07-05T07:32:09.618-07:00</updated><title type='text'>A importância da psicoterapia ou acompanhamento psicoterapêutico para pessoas com doenças crônicas</title><content type='html'>&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: inherit; font-size: large; line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;Denominam-se doenças crônicas àquelas que precisam de um
tratamento a longo prazo tais como as cardiorespiratórias, câncer, distúrbios
ostemucuslares, reumatismos, diabetis, sida etc.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: inherit; font-size: large; line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;A psicoterapia ou o
acompanhamento psicológico pode auxiliar o tratamento médico que as pessoas com
doenças crônicas precisam fazer, principalmente a partir do diagnóstico quando efetivamente é necessário modificar aspectos fundamentais do modo de vida.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-align: justify; text-autospace: none;&quot;&gt;
&lt;h2&gt;







&lt;/h2&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-size: large; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Helvetica Neue&#39;, Arial, Helvetica, sans-serif; font-weight: normal;&quot;&gt;A psicologia dispõe de fundamentação&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Helvetica Neue&#39;, Arial, Helvetica, sans-serif; font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-size: large; line-height: 36px;&quot;&gt;teórica&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-size: large; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;e metodológica
para oferecer suporte às pessoas em sofrimento bem como para auxiliar a superação do
sofrimento.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Helvetica Neue&#39;, Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;O&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: &#39;Helvetica Neue&#39;, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;conceito de corporeidade parece pertinente para nortear as
ações técnicas que respaldam cientificamente um diagnóstico psicológico e a
intervenção no caso do(a) paciente com&amp;nbsp;
um doença crônica. Para fazer-se o diagnóstico psicológico - ou compreensão psicoterapêutica como preferimos chamar em fenomenologia existencialista - faz-se mister descrever a
experiência psicológica referente a doença crônica, sobretudo, no que se refere
as mudanças de modo de vida como, por exemplo, administrar o consumo de cigarro ou e álcool, fazer
atividades físicas, administrar a medicação adequadamente, lidar com as
dificuldades que o tratamento pode implicar etc.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: &#39;Helvetica Neue&#39;, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: &#39;Helvetica Neue&#39;, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large; line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; A psicoterapia se baseia no
método biografico que possibilita a descrição e a compreensão da &quot;[...]
história do paciente e suas vivências que são sempre ordenadas pela sua
situação.&quot; (Silveira e Carminati, 2012) Nos casos em que a questão central
trata-se de uma doença crônica, além da relação que o paciente estabelece com o
mundo, com os outros, com o tempo é importante dar uma atenção especial a
relação com o corpo ou corporeidade.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: &#39;Helvetica Neue&#39;, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;O corpo é
muito mais que o fisiológico, o corpo é uma totalidade orgânica e psíquica.
Somente pelo corpo podemos nos lançar a determinados projetos e não a outros. &lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;PT&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;Alguns projetos como gerar um bebê, por exemplo, estão
amarrados a uma certa possibilidade orgânica.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Helvetica Neue&#39;, Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;PT&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;PT&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Helvetica Neue&#39;, Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;Sartre (1997, p. 292) nos diz que:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;PT&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Helvetica Neue&#39;, Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;PT&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Helvetica Neue&#39;, Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 108.0pt; mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-align: justify; text-autospace: none;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;PT&quot; style=&quot;font-size: 16pt;&quot;&gt;[...] é
verdade que o corpo pertence à totalidade que denominamos &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 16pt;&quot;&gt;‘&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;PT&quot; style=&quot;font-size: 16pt;&quot;&gt;realidade
humana&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 16pt;&quot;&gt;’&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;PT&quot; style=&quot;font-size: 16pt;&quot;&gt;
como uma de suas estruturas. Mas, precisamente, só é corpo do homem enquanto
existe na unidade indissolúvel desta totalidade, do mesmo modo como o órgão só
é orgão vivo na totalidade do organismo&lt;i&gt;.&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Helvetica Neue&#39;, Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large; font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;PT&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;Inicialmente, é fundamental ter a concepção sobre a
corporeidade para compreender a experiência particular do doente crônico. O
diagnóstico psicológico é a ação do terapeuta em que ocorre a&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 36px;&quot;&gt;compreensão&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp;do terapeuta da condição do(a) paciente. Para que a compreensão&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 36px;&quot;&gt;psicoterapêutica&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;ocorra é importante conceber o
movimento dialético de exteriorização-interiorização na constituição do ser do
sujeito ou personalidade que é historicamente situada.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;PT&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;São dimensões
existenciais da situação do paciente que se modificam com uma doença crônica. Temos
também que levar em conta que o próprio tratamento pode envolver mudanças relevantes como a perda da mama, limitações de movimento que precisam ser recuperados etc.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Helvetica Neue&#39;, Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large; font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;PT&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;Desta forma, é importante entender que dimensões do projeto de vida do paciente
foram afetadas pela doença e pelo tratamento.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang=&quot;PT&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;O acompanhamento psicológico tem como objetivo geral
oferecer certo suporte psicológico. Tal suporte visa que o paciente viabilize
uma perspectiva de vida satisfatória observando seu estado de saúde.&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large; font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;PT&quot; style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Ainda propõe alguns objetivos específicos tais como:
contribuir para a superação das tensões, angusticas, receios e preocupações
associados a sua saúde; ajudar o paciente a delimitar os aspectos físicos e
psíquicos da sua condição; possibilitar que o paciente localize as mudanças de
sua vida em função de sua saúde; reavaliar as pesrpectivas de futuro antes da
doença; observar os limites impostos pela nova condição e verificar as
possibilidades atuais e futuras de realização pessoal; refletir sobre as
mudanças e possibilidades da vida em família, da vida amorosa, do lazer e do
trabalho; oferecer suporte e orientação sobre a adesão ao tratamento tendo em
vista a qualidade de vida.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: &#39;Helvetica Neue&#39;, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large; line-height: 150%; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Neste sentido, é importante considerar que o diagnóstico médico de uma doença crônica afeta a existência do paciente. Como nos disse Sartre na
citação acima, um órgão só existe na totalidade de um corpo. E um corpo só
existe como corporeidade, isto é, essa totalização em curso entre orgânico e psíquico.
Portanto, quando se trata do sofrimento relativo ao diagnóstico médico de uma doença são
as dimensões&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: &#39;Helvetica Neue&#39;, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large; line-height: 36px; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;existenciais&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-family: &#39;Helvetica Neue&#39;, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large; line-height: 150%; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;do paciente que estão em em foco no diagnóstico psicológico, isto é, certo
aspecto da relação com o mundo, com o outro, com o tempo e com o próprio corpo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Helvetica Neue&#39;, Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large; font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large; font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span lang=&quot;PT&quot;&gt;REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Helvetica Neue&#39;, Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large; font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large; font-weight: normal;&quot;&gt;SARTRE, Jean-Paul. &lt;i&gt;O
ser e o nada - Ensaio de Ontologia Fenomenológica&lt;/i&gt;. Petrópolis, RJ: Vozes,
1997.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Helvetica Neue&#39;, Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large; font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large; font-weight: normal;&quot;&gt;SILVEIRA, Andréa Luiza da Psicodiagnóstico: a
fundamentação epistemológica entre o sistema de categorização, a fenomenologia
e o existencialismo. &lt;i&gt;Anais VIII Encontro Catarinense de Saúde Mental&lt;/i&gt;,
2009.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Helvetica Neue&#39;, Arial, Helvetica, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large; font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large; font-weight: normal;&quot;&gt;SILVEIRA, Andréa Luiza
da; CARMINATI, Fábio. Considerações sobre a corporeidade na fenomenologia
existencialista de Sartre. &lt;i&gt;Cadernos de Sartre&lt;/i&gt;, Fortaleza/CE, v. 1, n. 4,
p. 97-111,&amp;nbsp; 2011.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 115%; margin-bottom: 10.0pt; mso-layout-grid-align: none; mso-pagination: none; text-autospace: none;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6552968189191288540/posts/default/6970586155545906259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6552968189191288540/posts/default/6970586155545906259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andreasilveirapsicologa.blogspot.com/2012/07/importancia-da-psicoterapia-ou.html' title='A importância da psicoterapia ou acompanhamento psicoterapêutico para pessoas com doenças crônicas'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02582850286983672578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6552968189191288540.post-2604968515640976644</id><published>2012-02-24T08:03:00.000-08:00</published><updated>2012-02-24T08:24:47.380-08:00</updated><title type='text'>A identidade do profissional de psicologia e o diagnóstico psicológico</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
Andréa Luiza da Silveira&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
psicóloga - CRP-12/02021&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Este breve artigo tem o intuito de informar as pessoas sobre: 1) que os documentos produzidos pelo(a) profissional de psicologia exigem que haja vínculo entre o profissional e a pessoa que o procura; 2) que a produção de um documentos baseia-se em preceitos técnicos e éticos.&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;A atividade de diagnosticar uma
problemática psicológica contempla, por um lado, o saber psicológico e, por outro lado, a identidade do(a)
profissional do(a) psicólogo(a). Diagnosticar é, essencialmente, compreender a
dinâmica em que o sofrimento do sujeito ocorre. Neste sentido, para além de
qualquer movimento político e corporativo - seja o Ato Médico, ou qualquer
outro – a atividade de diagnosticar no âmbito da psicologia é do (a) psicólogo
(a).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Faz-se o diagnóstico psicológico
nas várias áreas da psicologia justamente porque cada uma delas envolve o
sujeito e sua dinâmica na comunidade, no hospital, no âmbiente de trabalho, e
assim por diante. Mesmo no atendimento individual, as redes em que o sujeito se
tece e se constitui, aparecem como parte da solução e da problemática psicológica.
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Parece importante lembrar, que a
atividade de diagnosticar, realizada pelo profissional de psicologia, leva
algumas sessões. Para nós, tal atividade é interventiva, isto é, nas sessões
destinadas a compreensão da dinâmica do sujeito o vínculo que está sendo
construído entre o(a) profissional e o paciente, por si mesmo, é um agente de
mudança. O ‘paciente’ é ativo no processo de se vincular e faz alguma coisa
disso, em geral, para lidar com o seu sofrimento e com a dinâmica que o
sustenta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;O psicólogo produz documentos
como a declaração, o parecer, o atestado e o laudo psicológico. Casa um deles
atende a certos fins e necessita de certos dados para serem confeccionados. Equivale
dizer que, um documento desta&amp;nbsp;ordem, se constói a partir da atividade
profissional fundamentada na ciência psicológica.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;É muito importante que a pessoa que procura o(a) psicólogo(a) &amp;nbsp;para obter um laudo, um atestado etc, saiba das implicações técnicas e éticas da produção de um documento.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;Apenas para exemplificar podemos citar um preceito técnico, o número de sessões vai exceder a apenas uma sessão. E um preceito ético, é que o(a) profissional vai atestar o que foi verificado.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;Pensamos q&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;ue a informação adequada pode propiciar que as pessoas usufruam muito mais da psicologia como ciência e como profissão. Por isso, sugerimos que, para&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;dirimir qualquer dúvida, se consulte a&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;“RESOLUÇÃO CFP N.º 007/2003 &amp;nbsp;que Institui o Manual de Elaboração de Documentos Escritos produzidos pelo psicólogo, decorrentes de avaliação psicológica.” (Conselho Federal de Psicologia - CFP, 2003). &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6552968189191288540/posts/default/2604968515640976644'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6552968189191288540/posts/default/2604968515640976644'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andreasilveirapsicologa.blogspot.com/2012/02/identidade-do-profissional-de.html' title='A identidade do profissional de psicologia e o diagnóstico psicológico'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02582850286983672578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6552968189191288540.post-3893322253435036247</id><published>2011-06-11T12:44:00.000-07:00</published><updated>2013-08-19T06:40:07.628-07:00</updated><title type='text'>Aspectos psicossociais do processo saúde doença no trabalho</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: right; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
Andréa Luiza da Silveira&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: right; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
psicóloga &amp;nbsp;- CRP-12/02021&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: right; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
Bom dia a todos e todas.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
Hoje pretendo discutir os aspectos psicossociais do trabalho e importância de sua discriminação e compreensão para se pensar, planejar e executar soluções para se superar o adoencimento no trablho, ou pelo menos, melhorar as condições de trabalho.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
Gostaria de agrader a ANAMT e, em especial ao Dr. Carlos Campos, o convite para falar sobre os “Aspectos psicossociais do processo saúde_doença no trabalho”. E gostaria de agredecer também a Dra. Isabel Amorim, quem me fez o convite inicialmente.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
Bem, eu sou psicóloga, atualmente atuo como professora da Unochapecó e como psicóloga clínica. Fiz meu mestrado em Engenharia de Produção na Universidade Federal de Santa Catarina e abordei como tema central a prevenção às doenças ocupacionais. Por um lado eu tenho muita afinidade acadêmica com o tema que me proponho a apresentar hoje e por outro ele é um tema que me mobiliza muito. Este tema me mobiliza por ser o trabalho uma relação que promove mais adoenciemento do que saúde. O trabalho é um tipo de relação que as pessoas estabelecem umas com as outras, com uma atividade socialmente necessaria para a reprodução da própria vida e também uma relação que as pessoas estabelecem consigo mesmas, parafraseando Marcurse “o trabalho é uma categoria ontológica constitutiva do ser do sujeito.” A reflexão aqui é a seguinte “Ora, se o trabalho promove o sofrimento em vez da felicidade. Que sujeito está se constituindo pelo trabalho?. &lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
É importante considerarmos, primeiramente, que os aspectos psicossociais, isto é, os aspectos sociais, sociológicos e psicológicos do processo saúde doença no trabalho, estão amarrados uns aos outros, isto quer dizer que é extremamente dificil compreender um sem entender o outro. Então,o meu intuito aqui é refletir sobre como um destes aspectos é interveniente ao outro. Ou seja, como uma problemática ou um recurso social atravessa e é influenciado por problemáticas e recursos de órdem psicológica.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
Os aspectos sociais implicados no trabalho são aqueles diretamente atravessados pelo conflito capital trabalho no modo de produção capitalista. Isto se resume da seguinte forma “as necessidades do capital, impõem a classe trabalhadora um modo de vida que atende as necessidades da classe proprietária dos meios de produção. Como por exemplo o ritmo acelerado de produção. Este ritmo acelerado não é uma necessidade de quem trabalha, pois certamente a consequencia é o adoecimento e, obviamente, ninguém alimenta o desejo de adoecer. O ritmo acelerado, que transcende e muito os limites da corporeidade humana, é sim, uma necessidade da classe que usufrui dos resultados do trabalho, que apropria os resultados do trabalho na forma de lucro. Esse conflito é inerente as relações de trabalho e com ele temos que lidar até enquanto ele existir.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
Mas, esse conflito capital trabalho se reflete também nas condições de vida e de saúde da sociedade. Então, os apectos sociais de saúde e doença no trabalho são aqueles que verificamos no modo de vida das pessoas, isto é, os aspectos sociais do adoecimento podem ser obeservados na configuração da comunidade em que o trabalhador vive e nas condições de vida da família, ou seja, do lazer, da educação, do transporte, da segurança e da alimentação. Não é por acaso que a lei orgânica 8080 estabelece que &lt;span class=&quot;apple-style-span&quot;&gt;a saúde, além do bem estar psicológico e físico das pessoas, envolve a totalidade de suas condições de vida. Ela refere às condições adequadas de trabalho, moradia, meio ambiente, saneamento básico, renda, educação, transporte, lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais a vida. Podemos concluir, que o a saúde passa pela organização social e econômica do nosso país. Neste sentido, uma vivência pessoal de estar saudável ou doente também é atravessada por um fenômeno social.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
Outro ponto relevante são os aspectos sociológicos do trabalho. Isso porque o suporte social do grupo, melhor dizendo, o tecimento de uma pessoa com grupos sejam estes família, amigos, colegas de trabalho também é fundamental para a constituição adequada do sujeito. Quero dizer, um sujeito seguro e autônomo. Neste ponto podemos pensar sobre a forma como o trabalho é organizado nas organizações e como ele possibilita ou inviabiliza a qualidade do tecimento da grupo familiar e os projetos pessoais do trabalhaor. A divisão de trabalho em turnos é um exemplo do trabalhador que dispões de uma temporalidade dirente para a convivência familiar, então, enquanto ele está dormindo os filhos estão na escola etc. Quando ele chega em casa do trabalho a família está dormindo e nos fins de semana ele se encontra fatigado. Assim, o tecimento familiar pode fragilizar-se. Podemos usar o estresse como exemplo. O estresse &lt;span class=&quot;apple-style-span&quot;&gt;esta relacionado ao tipo de vínculo existente entre os colegas de trabalho e clientes, com a atividade de trabalho e seu impacto sobre a saúde do trabalhador e com a expectativa sobre os resultados do trabalho. Entre essas expectativas podemos mencionar o atendimento de qualidade ao público, o gerênciamento de equipe que envolve lidar e resolver conflitos, atingir metas, ritmo acelerado de produção, falta de controle do trabalhador sobre a sua atividade profissional etc. Neste sentido, para que não ocorra o estresse, é importante que a equipe que trabalha junto esteja preparada para lidar com as situações de conflito nas relações humanas no trabalho e as dificuldades referentes à organização do trabalho. É preciso ter uma iniciativa individual em prol de um modo de vida com mais qualidade mas também é necessária uma atitude positiva do próprio grupo que trabalha em conjunto. É mediante relações humanas que primam pela ética, segurança e autonômia que as pessoas conseguem estar com as outras sentindo-se seguras e confiantes. O ambiente de trabalho promove bons e maus encontros entre as pessoas. Um ambiente cheio de conflitos, como aqueles conhecidos como Assédio Moral, por exemplo, só pode gerar experiências pessoais de insegurnaça, desespero e num grau mais elevado, de sofrimento, a depressão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
Vimos que as relações de trabalho no seio da organização ligam-se às características das relações sociais, econômicas e políticas da sociedade abrangente. Portanto, ao se abarcar os aspectos culturais da organização, que incluem os aspectos sociológicos e psicológicos e a política interna, ao nível da pesquisa e do conhecimento, deve-se levar em conta “[...] o espaço social e político em que se realiza: a organização do processo de trabalho, a elaboração das políticas administrativo-organizacionais e a prática cotidiana dos agentes sociais desta relação. Isto significa redirecionar o modo de pensar as relações do trabalho em algumas de suas principais instâncias” como já disse &lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;Rosa Maria FISCHER no seu excelente texto &#39;Pondo os Pingos nos IS&#39; - sobre as relações do trabalho e políticas de administração de Recursos Humanos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
As condições de trabalho atendem, antes de tudo, a obtenção do lucro e manutenção do poder, sendo que, desta forma, o trabalho torna-se ainda mais desgastante tanto física quanto psicologicamente ao trabalhador, visto que o lucro está embutido no tempo excedente de trabalho e o poder se conquista a custo das relações humanas. Desta formar, pode-se afirmar que a ocorrência de acidentes e doenças ocupacionais pode ser, certamente, uma expressão relevante das políticas internas em convergência com o contexto socioeconômico do qual a organização participa.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoBodyTextIndent2&quot; style=&quot;text-indent: 27.0pt;&quot;&gt;
Por conseguinte, as políticas públicas, as organizações e os Estados pendem ora cá ora lá na relação conflituosa entre capital-trabalho. Da mesma forma, pendem neste ‘jogo de forças’ as produções de conhecimento científico em geral e na área da saúde e trabalho em particular&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 27.0pt;&quot;&gt;
O conhecimento produzido pela área da saúde do trabalhador, ergonomia, sociologia do trabalho e psicologia do trabalho, é passível de ser apropriado muito mais pelos donos dos meios de produção, pelas diretorias de organizações, que mais facilmente tem acesso a ele e muitas vezes por ele pagam. Mesmo que seja evidente que uma técnica como o desenvolvimento de um programa de prevenção às doenças ocupacionais, pode ser utilizada ética e politicamente da forma que melhor se aprouver, uma mudança cultural na relação com o trabalho para ser eficaz tendo como resultado a manutenção da saúde, necessariamente deve ocorrer com o trabalhador e estender-se os todos setores da organização.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 27.0pt;&quot;&gt;
Acontece no desenvolvimento de programas nas organizações a falta de engajamento dos trabalhadores, apesar de sofrerem com acidentes e doenças ocupacionais. Mesmo que os objetivos do programa estejam pautados na superação das situações de desgaste, em virtude das condições de trabalho que são, amiúde, observadas. Mas os trabalhadores não vêm o programa da mesma forma de que aqueles que estão desenvolvendo-no, sobretudo se quem o desenvolve é contratado pela alta administração. É preciso intervir nas organizações levando em conta as necessidades do conjunto da organização, portanto, levando em conta a voz dos trabalhadores de todos os quadros hierárquicos. Cabe afirmar a importância de compreender-se os aspectos psicológicos inerentes ao engajamento dos trabalhadores e ao sentido do trabalho, sendo que, para tanto, há a necessidade técnica da delimitação dos aspectos sociológicos que implicam, por sua vez, também a política adotada na organização.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoBodyTextIndent3&quot; style=&quot;text-indent: 27.0pt;&quot;&gt;
Aliado ao desenvolvimento técnico e científico que proporciona avanços na elaboração de instrumentos de trabalho para a industria moderna e contemporânea e para o setor de serviços, há avanços igualmente na organização do trabalho muitas vezes através das políticas de Recursos Humanos. Históricamente, a organização do trabalho faz-se como uma estratégia brilhante dos industriais e seus técnicos para aumentar a produção, isto é, produzir mais em menos tempo, intensificando-se o trabalho. No entanto, produzir mais e mais rápido em um tempo menor teve conseqüências para a vida dos trabalhadores e para o processo de produção. Uma delas é a reação dos trabalhadores em aceitar certas mudanças, mesmo que positivas para eles.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 27.0pt;&quot;&gt;
A política interna da organização necessariamente converge com uma política mais geral seja a política mundial que é mais proeminente em tempos de globalização, seja ela com característica peculiares a do país a que se aplica. Para exemplificar podemos utilizar um exemplo citado por BRAVERMAN no seu livro&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt; Trabalho e capital monopolista degradação do capital no século XX.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; Ele discute a demissão dos empregados da Ford pela inserção da “esteira transportadora”. Com esta nova maquinaria ocorre um aumento da &lt;i&gt;intensidade do trabalho&lt;/i&gt; nos moldes como a compreende Alain WISNER. Neste período havia oferta de emprego no mercado que possibilitava que os trabalhadores insatisfeitos com a nova organização do trabalho e aqueles demitidos optassem por uma industria automobilística que adotasse ainda o antigo processo de trabalho, ou seja, sem a estreira transportadora. Logo em seguida a Ford desenvolve uma política interna que objetivava manter os seus funcionários que estavam insatisfeitos com as inovações proporcionadas pela esteira transportadora. Assim, deu-lhes um considerável aumento de salários e variadas premiações que logo foram adotadas pelas demais indústrias automobilísticas que também introduziram a esteira transportadora ao seu processo de trabalho. No entanto, logo que as industrias automobilísticas equipararam-se na utilização da tecnologia as premiações foram suspensas. Por conseguinte, os colaboradores tiveram que se submeter ao ritmo e organização do trabalho imposto pelo ‘mercado’, visto que não havia mais opção já que todas as organizações adotavam a esteira transportadora.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 27.0pt;&quot;&gt;
O campo de forças entre capital-trabalho pode ser observado no interior das organizações pelas convergências e divergências da organização do trabalho. Isto, tanto no que se refere à adoção de novos processos a partir de avanços tecnológicos como no caso da esteira transportadora ou da maquinaria computadorizada como no caso do gerenciamento da política interna. &lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
E para terminar a minha fala, gostaria ainda de discutir o processo de adoecimento, prevenção e promoção da saúde levando em consideração os aspectos sociais e sociológicos acima elencados. E ainda, pensar perspectivas de diagnóstico e intervenção a partir da Análise Ergonômica do Trabalho e do desenvolvimento de programas de prevenção às doenças ou de promoção de saúde nas organizações.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;mso-tab-count: 1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Certamente, todos gostaríamos de que o trabalho fosse promotor de saúde. Mas sabemos que em nossa sociedade ele é muito mais promotor de doenças.Nos perguntamos, em termos efetivos, como isto pode ocorrer? Como o trabalho pode ser promotor de saúde? Michel Foucault, nos estudos sobre a loucura e sobre a clínica nos ajuda a entender que a doença só tem sentido num determinado tempo histórico, numa determinada sociedade e para uma coletividade específica. Podemos refletir ainda sobre o sentido das doenças em geral, do sofrimento psíquico em particular até chegarmos ao seu maior grau que é um transtorno psicopatológico.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;mso-tab-count: 1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Até o momento temos visto o trabalho como situação que engendra doenças. Isto porque o trabalho tem sido organizado de tal forma em que o sujeito é desconsiderado em sua humanidade e tratado como objeto, isto é, reificado.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;mso-tab-count: 1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Controla-se o sujeito que trabalha e impõem-se um ritmo de trabalho para o sujeito que trabalha como se este ser humano fosse uma máquina. Até mesmo nos referimos ao ser humano que trabalha como se ele fosse uma máquina. Utilizamos expressões como “o desgaste”, o “estresse”... Exigimos do homem que ele extrapole seus limites humanos e ele arrebenta, estoura, não tem mais conserto. Não podemos consertar um homem como uma máquina pois este sujeito tem uma história, uma biografia que está marcada em seu corpo.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;mso-tab-count: 1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Uma doença, um problema psicológico não é um defeito, é uma condição existencial que pode ser vivida como sofrimento. Conheço uma mulher, agricultora, que tem um câncer. Vamos considerar que este seja um câncer ocupacional. Sim, ela e seu médico identificam este câncer como ocupacional tendo como base o tipo de agricultura que a família realizava e os produtos químicos que costumava manipular. Mas, ela e a família enfrentam a situação. O câncer é um desafio que ela quer vencer. Afinal, ela quer viver. É neste sentido que digo que a doença pode ou não ser vivida pelo sofrimento ou como neste caso como superação. Contudo, este não é um ponto para ancorar nossas justificativas conservadoras. Apenas um sinal de que há liberdade, há resistência e há criatividade até mesmo nas situações mais difíceis, justamente, por ser esta a nossa condição humana. Parafraseando Jean-Paul Sartre, somos livres até mesmo para agirmos contra nós mesmos. Mas, também eu digo, para agirmos a nosso favor.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;mso-tab-count: 1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Então, se não conseguimos organizar a nossa sociedade como promotora de saúde nos seus mais diversos perfis nos atemos a prevenção das doenças. No nosso caso especificamente, nos atemos a prevenção das doenças ocupacionais. Regulamos o ritmo de trabalho para que o sujeito não estoure de vez. Regulamos o calor e o ruído. Cuidamos para que o Assédio Moral não predomine. Parece que é o que podemos fazer como profissionais.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;mso-tab-count: 1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A Ergonomia e a Clínica do Trabalho vem nos dar certos alentos, certas soluções bastante positivas. É preciso compreender a condição de trabalho a partir dela mesma. É preciso entender o processo de trabalho a partir dele mesmo, ou seja, da própria atividade. E também, resgatando Dejours, é preciso compreender o sujeito que trabalha a patir da própria representação que ele faz de si mesmo, dos outros, da organização do trabalho e de sua atividade. E aí nos deparamos com uma antiga contradição que é o próprio sujeito que trabalho que não usa o Equipamento de Proteção Individual, que remove a grade de segurança, que deixa de adotar as medidas preventivas etc. Para compreender estas idiossincrasias e como elas se configuram em cada situação pode-se recorrer a duas metodologias que particularmente considero eficientes. Uma delas é a Análise Ergonômica do Trabalho e a outra é a Clínica do Trabalho.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;mso-tab-count: 1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;A Análise Ergonômica do Trabalho, ao meu ver, possibilita identificar além dos aspectos técnicos do trabalho também os aspectos psicossociais, mais especificamento, os aspectos psicológicos como a ansiedade por exemplo. &lt;span style=&quot;letter-spacing: .5pt;&quot;&gt;Demarca-se como importante iniciar a descrição visando ao processo de trabalho, isto é, seus instrumentos, seus fins e a própria atividade de trabalho. Neste ponto, os fenômenos de ordem psicológica passam a ser tangíveis e principalmente sua relação com os outros aspectos que compõem, invariavelmente, as mais diversas situações de trabalho. Em cada caso uma dimensão psicossocial importante pode ser identificada: a sobrecarga do trabalho, ressaltando a carga psíquica; a dimensão do futuro para a efetividade da atividade de trabalho, entre outras. Entretanto algo há de comum em todas as situações e que precisam ser observadas. Em primeiro lugar, a relação com os outros &lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;(cliente, chefes, membros da equipe). Em segundo lugar, a relação com o tempo (histórico profissional e perspectivas de futuro). Em terceiro lugar, a relação com o mundo (instrumentos de trabalho, exigências das atividades). E, finalmente, a relação com o próprio corpo (fadiga, dor, conforto). A &lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal;&quot;&gt;Análise Ergonômica do Trabalho&lt;/i&gt; visa à mudança da situação problema adaptando o trabalho ao homem, para tanto parte-se de dois princípios deontológicos: a verificação da verbalização do trabalhador e a saúde de quem trabalha.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: SimSun; mso-fareast-language: ZH-CN;&quot;&gt;A Análise Ergonômica do Trabalho pode integrar como metodologia de diagnóstico um programas de prevenção às doenças ocupacionais e aos acidentes de trabalho. Reconhecidamente têm se demarcado na literatura científica especializada duas questões precípuas . Uma delas é que o programa deve estar vinculado à política geral da organização. E a outra questão é que o diagnóstico e a intervenção sobre a cultura organizacional são necessários para que o programa atinja seus objetivos. Outro fator fundamental para o sucesso de Programas que visam a prevenção à doenças ocuapacionais e quem sabe até de promoção de saúde nas organizações é a avaliação de resultados. Para a análise crítica dos resultados do programa, sugere-se: 1) resgate histórico do programa; 2) considerar o ponto de vista de equipe que coordena o programa, e 3) avaliar o program junto aos participantes das atividades. Por fim, a bibliografia especializada sobre crítica de resultados de programas indica que que a coordenação do programa deve elaborar a sua própria política, &lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;articula-la junto a política da organização e compreender os seus limites tendo em vista as condições sociais mais gerais e a cultura organizacional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;mso-tab-count: 1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Agradeço a atenção de todos e espero ter contribuído para a reflexão crítica e para a efetividade da atividade profissional de todos nós da área da saúde do trabalhador.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
Palestra proferida no Simpósio sobre Ergonomia organizado pela Associação Nacional de Medicina do Trabalho - ANANT - em Chapecó, 2011.&lt;br /&gt;
Veja também:&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #323232; font-family: Georgia, Utopia, &#39;Palatino Linotype&#39;, Palatino, serif; font-size: 14px; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: start;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;III Congresso Brasileiro de Psicodinâmica e Clínica do Trabalho e o IV Simpósio Brasileiro de Psicodinâmica do Trabalho&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #323232; font-family: Georgia, Utopia, &#39;Palatino Linotype&#39;, Palatino, serif; font-size: 14px; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: start;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;23, 24 e 25 de Outubro de 2013 - Em Gramado - RS&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;u&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background-color: white; color: #323232; font-family: Georgia, Utopia, &#39;Palatino Linotype&#39;, Palatino, serif; font-size: 14px; line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0.0001pt; text-align: start;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.congressopsicodinamica2013.com.br/&quot; style=&quot;color: #a90033; text-decoration: none;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #20124d; font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;http://www.&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;congressopsicodinamica2013.&lt;wbr&gt;&lt;/wbr&gt;com.br/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;mso-tab-count: 1;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6552968189191288540/posts/default/3893322253435036247'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6552968189191288540/posts/default/3893322253435036247'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andreasilveirapsicologa.blogspot.com/2011/06/aspectos-psicossociais-do-processo.html' title='Aspectos psicossociais do processo saúde doença no trabalho'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02582850286983672578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6552968189191288540.post-8459938743995079021</id><published>2011-04-24T10:09:00.000-07:00</published><updated>2011-10-18T14:41:45.078-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Estresse"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="grupo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="trabalho"/><title type='text'>PREVENÇÃO DO ESTRESSE NAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;right&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;tab-stops: list 36.0pt; text-align: right; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 10pt;&quot;&gt;Andréa Luiza da Silveira &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;right&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;tab-stops: list 36.0pt; text-align: right; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 10pt;&quot;&gt;CRP-12/02021&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Verdana;&quot;&gt;O trabalho é tão importante na nossa vida que o perfil de &lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal;&quot;&gt;ser&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: Verdana;&quot;&gt; trabalhador&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: Verdana;&quot;&gt; faz parte de nossa personalidade. Quando nos apresentamos ou somos apresentados para alguém logo surge como forma de reconhecimento a atividade profissional. Desta forma, quando um problema atinge nossa vida profissional normalmente afeta outros contextos, como as relações familiares, por exemplo. O trabalho é mediador de integração social tanto pelo valor econômico quanto pelo valor sócio-cultural que ele tem, o que demonstra sua influência na nossa saúde física e psíquica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEixtJk1Yptn1cBBFHsFIShyCp5DV8F17wnJU_udoBna7qWWtG2k4mwBtPjse0kgKiLxGoRbU_SUb6f0J5UI3cbCt9ERe_-sIqbI087t_0Iy2TOC5p363zWw6OGcRn5VJWcFJ9YwRvkErpk/s1600/estresse_burnaut.bmp&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEixtJk1Yptn1cBBFHsFIShyCp5DV8F17wnJU_udoBna7qWWtG2k4mwBtPjse0kgKiLxGoRbU_SUb6f0J5UI3cbCt9ERe_-sIqbI087t_0Iy2TOC5p363zWw6OGcRn5VJWcFJ9YwRvkErpk/s200/estresse_burnaut.bmp&quot; width=&quot;180&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: Verdana;&quot;&gt;No nosso dia-a-dia p&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;odemos conceber o estresse como uma reação do organismo a demandas de ordem física, psíquica, infecciosa, capaz de abalar o bem estar e até originar o “estado de estresse pós-traumático” tal qual está classificado no Código Internacional das Doenças – CID-10. Podemos identificar alguns sinais de estresse: não fazermos mais o que faziamos antes ou aumentar os erros no que fazemos; insatisfação constante; o tempo livre não é mais suficiente para recuperarmos as forças; insônia ou muito sono; irritabilidade; infecções e gripes frequentes; problemas digestivos e intestinais; problemas de pele, cabelos e unhas; diminuição da libido ou impotência; tentativa de relaxamento com álcool, comida ou demais vícios; crises de ansiedade, depressão e pânico etc. Algumas doenças ligadas ao estresse são: hipertensão arterial; úlceras; infecções; diabetes; dores lombares; artrite; alterações psicológicas. Podemos observar que nada do que está escrito aqui é desconhecido, pois tais doenças ligadas ao estresse tem feito parte da vida de muitos de nós. Será que podemos ter um modo de vida mais gratificante ou é assim mesmo e pronto?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;O estresse pode estar relacionado ao tipo de vínculo que estabelecemos com os colegas de trabalho e clientes, com a atividade de trabalho e seu impacto sobre nossa saúde e com a expectativa sobre os resultados do nosso trabalho. Entre essas expectativas podemos mencionar o atendimento de qualidade ao público, o gerênciamento de equipe que envolve lidar e resolver conflitos, atingir metas, ritmo acelerado de produção, falta de controle do trabalhador sobre o sua atividade profissional etc. Neste sentido, para que não ocorra o estresse, é importante que a equipe que trabalha junto esteja preparada para lidar com as situações de conflito nas relações humanas no trabalho e as dificuldades referentes à organização do trabalho. É preciso ter uma iniciativa individual em prol de um modo de vida com mais qualidade mas também é necessária uma atitude positiva do próprio grupo que trabalha em conjunto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjEe7iZO9K9wZE3wTK5VuSQsdYItp9YY7ssaf805N-Df2DdJPZwqYGYTL9WZdcexS6ytToX_ENQXH0jdWeqg6nPbqRVIdxhRxKLjhdSrene557RaKE2Ae5B1SRq6JwzeRTEj79Cb04PzmI/s1600/trabalhadores+Di+Cavalcanti.bmp&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjEe7iZO9K9wZE3wTK5VuSQsdYItp9YY7ssaf805N-Df2DdJPZwqYGYTL9WZdcexS6ytToX_ENQXH0jdWeqg6nPbqRVIdxhRxKLjhdSrene557RaKE2Ae5B1SRq6JwzeRTEj79Cb04PzmI/s200/trabalhadores+Di+Cavalcanti.bmp&quot; width=&quot;155&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Apresentamos o quadro de Di Cavalcanti que representa um grupo de trabalhadores.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;A qualidade de vida é conquistada a partir de iniciativas individuais, do grupo e organizacionais. As individuias são aquelas ações que dependem mais da própria pessoa, como ter uma alimentação balanceada, fazer atividades físicas, ter lazer (teatro, cinema, passeios), encontrar formas saudáveis de relaxar (caminhar, alongar, fazer exercícios respiratórios). As atitudes do grupo são aquelas negociadas entre as pessoas, como por exemplo: dialogar, resolver os problemas em conjunto, dividir responsabilidades etc. As ações organizacionais são aquelas que possibilitam as atitudes positivas do individuo e do grupo. Elas envovem as diretrizes da organização em prol da qualidade de vida, como: ritmo de trabalho adequado, horários de almoço e descanso adequados, estratégias de resolução de problemas etc. Atendendo a estes três aspectos: organizacionais, grupais e individuais, certamente, o estresse tende a ser controlado e até mesmo a diminuir. Lembrando que cada um de nós pode fazer a sua parte para prevenir o estresse e promover a saúde de todos. Entretanto, as questões políticas mais gerais necessitam de ações planejadas e executadas pelo coletivo dos trabalhadores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana;&quot;&gt;Obs.: sobre a obra de Di Cavalcanti pesquise&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://lumoura.com.br/2008/05/um-pouco-sobre-di-cavalcanti/&quot;&gt;http://lumoura.com.br/2008/05/um-pouco-sobre-di-cavalcanti/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6552968189191288540/posts/default/8459938743995079021'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6552968189191288540/posts/default/8459938743995079021'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andreasilveirapsicologa.blogspot.com/2011/04/prevencado-do-estresse-nas-atividades.html' title='PREVENÇÃO DO ESTRESSE NAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02582850286983672578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEixtJk1Yptn1cBBFHsFIShyCp5DV8F17wnJU_udoBna7qWWtG2k4mwBtPjse0kgKiLxGoRbU_SUb6f0J5UI3cbCt9ERe_-sIqbI087t_0Iy2TOC5p363zWw6OGcRn5VJWcFJ9YwRvkErpk/s72-c/estresse_burnaut.bmp" height="72" width="72"/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6552968189191288540.post-3484817607711848823</id><published>2010-11-08T06:28:00.000-08:00</published><updated>2010-11-29T12:44:28.048-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Processo psicoterapêutico"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Psicoterapia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Superação do Problema Psicológico"/><title type='text'>INFORMAÇÕES BÁSICAS SOBRE PSICOLOGIA E PSICOTERAPIA</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #0b5394;&quot;&gt;Andréa Luiza da Silveira&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #674ea7;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;E&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;ste texto, na forma de perguntas e respostas, objetiva facilitar o entendimento das pessoas sobre a psicologia e a psicoterapia. Vejo como importante divulgar que a psicologia deve oferecer às pessoas um método seguro de resolver a problemática psicológica,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #674ea7;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;baseado na ciência, s&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #674ea7;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;endo que o paciente é ativo nesse processo. Portanto, a psicologia não&amp;nbsp;disponibiliza de uma fórmula mágica para a resolução dos problemas. A resolução dos problemas é viável desde que o paciente realize os procedimentos necessários para modificá-los.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #351c75;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;O que esperar de uma psicoterapia?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #674ea7;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;P&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;ode-se esperar a superação do problema psicológico. O aspecto positivo da psicoterapia é que a superação ocorre com segurança, pois o psicólogo age de acordo aos preceitos éticos e científicos que regem a profissão. O paciente tem a tranquilidade de se submeter a um processo iluminado pela psicologia científica, fundamentada em estudos, pesquisas e análises.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #351c75;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #351c75;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Quem é o psicólogo?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt; &lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #674ea7;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;É&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #674ea7;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;um profissional graduado em psicologia que é uma disciplina científica. O psicólogo, como um profissional que atua como psicoterapêuta, faz parte do Conselho Federal de Psicologia - CFP no âmbito nacional. E no âmbito regional o psicólogo faz parte do Conselho Regional de Psicologia - CRP, no caso de Santa Catarina, CRP-12. Os conselhos devem conhecer, divulgar, regular, orientar e fiscalizar a atividade profissional do psicólogo. O psicólogo deve atuar segundo os preceitos da psicologia como ciência e profissão. Qualquer pessoa pode acessar o código de ética do psicólogo via internet.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #351c75;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;O psicólogo clínico pode dar receitas médicas ou receitar algum remédio ou substâncias como florais?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #8e7cc3;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #674ea7;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;N&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;ão. O &amp;nbsp;trabalho do psicólogo é baseado em entrevistas, diagnóstico psicológico, esclarecimento da problemática psicológica e mediação para que o paciente compreenda e transponha essa problemática. O paciente é ativo no seu próprio processo de superação da sua problemática psicológica.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #674ea7;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #674ea7;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;As técnicas psicológicas, instrumentos de medidas psicológicos e testes psicológicos que o psicólogo utiliza são avaliados e validados pelo Conselho Federal de Psicologia. Portanto, o psicólogo está habilitado a empregar tais técnicas e testes para diagnosticar e intervir com segurança para a transposição do problema psicológico.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #351c75;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;O que é psicoterapia?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #674ea7;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;A&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt; psicoterapia é um conjunto de técnicas psicológicas fundamentadas por uma teoria psicológica. Uma teoria psicológica é desenvolvida a partir de estudos teóricos, pesquisas e de análises reflexivas sobre a prática da psicologia. Esta prática da psicologia tanto ocorre nas instituições como escolas, hospitais, empresas, como no consultório de psicologia. A psicologia clínica é uma das áreas de atuação do psicólogo. E a psicoterapia é uma das possibilidades de atuação do psicólogo dentro da área da psicologia clínica.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #0c343d;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #351c75;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;O que faz o psicólogo no processo psicoterapêutico?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #674ea7;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;D&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;esenvolve seu trabalho para mediar a pessoa na superação de seu problema psicológico. Na psicoterapia um relacionamento se estabelece &amp;nbsp;entre o psicólogo e o paciente. Esta relação envolve um processo que tem inicio, meio e fim. Parte de problemas trazidos pelo paciente e finda com a superação destes problemas. Mas, para se atingir tais fins, isto é, a superação dos problemas sofridos pelo paciente, é necessario o comprometimento no processo psicoterapêutico tanto por parte do psicólogo como por parte do paciente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #351c75;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Qual o compromisso do psicólogo?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #674ea7;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;O&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt; compromisso do psicólogo é atuar de acordo aos preceitos da psicologia como ciência e profissão. Agir de acordo a ética profissional e a fundamentação teórica e metodológica da psicologia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #351c75;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;Quais compromissos que o paciente tem com o seu processo psicoterapêutico?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #674ea7;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;O&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt; compromisso básico de ambas as partes é estarem presentes nos horários e dias marcados. É preciso haver continuidade das sessões, de acordo com o que foi combinado entre o psicólogo e o paciente. Isto porque a psicoterapia é um processo conduzido pelo psicólogo para atingir os fins que o paciente trouxe. A psicoterapia é um processo, e como tal, é continuo e leva algum tempo. Além de ser um processo, a psicoterapia envolve ações do paciente para viabilizar a superação do seu problema psicológico, portanto, é um processo ativo, em que o paciente deve estar comprometido, disposto a agir para modificar o contexto do seu sofrimento.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #351c75;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;É possível transpor o problema psicológico?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #674ea7;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;S&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;im é possível. É possível superar um processo depressívo, a tristeza, a fadiga, a timidez ou as dificuldades de relacionamento etc. O objetivo geral de qualquer processo psicoterapêutico é a superação do problema trazido pelo paciente. Mas os objetivos de cada paciente são diferentes e devem ser esclarecidos. Para se esclarecer os objetivos, ou seja, para onde e como o paciente deseja se encaminhar, é importante realizar um diagnóstico que configura a problemática do paciente. Esta fase inicial do processo psicoterapêutico resulta na compreensão do paciente sobre a sua problemática. Mas, algumas ações já devem ter sido encaminhadas para a superação desta problemática que envolve certo sofrimento do paciente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #351c75;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;O psicólogo vai dizer o que o que o paciente deve fazer?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #674ea7;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #674ea7;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;N&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;ão. O paciente encontra segurança para fazer suas próprias escolhas críticas mediante a análise reflexiva de sua própria história e o mapeamento de suas possibilidades frente a um campo de possíveis. Assim, o paciente reflete sobre suas experiências para orientar seu &lt;i&gt;projeto de ser&lt;/i&gt; realizando o seu&lt;i&gt; desejo de ser&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #351c75;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;O psicólogo só trabalha em função de uma problemática psicológica?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #674ea7;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;S&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;im&lt;b&gt;. &lt;/b&gt;Entretanto e&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;xistem situações de dúvida em relação a carreira, por exemplo, em que a pessoa se encontra perante várias possibilidades e precisa escolher. Mas, apesar de ser uma situação positiva, em que a pessoa não se encontra em sofrimento, ela precisa de auxilio para refletir. Então, o psicólogo pode desenvolver com a pessoa uma orientação profissional - no caso de escolha da&amp;nbsp;carreira, re-orientação profissional - no caso da pessoa estar atuando profissionalmente mas desejar rever algumas escolhas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #a2c4c9;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #351c75;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;A psicoterapia tem um fim?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #674ea7;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;S&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;im. O próprio paciente vai identificando, ao longo do processo psicoterapêutico, as suas conquistas e realizações. Neste sentido, o paciente mesmo verifica que o processo psicoterapêutico está findando, pois ele próprio entende que superou a problemática psicológica que o levou à psicoterapia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt;  &lt;/span&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6552968189191288540/posts/default/3484817607711848823'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6552968189191288540/posts/default/3484817607711848823'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andreasilveirapsicologa.blogspot.com/2010/11/informcoes-basicas-sobre-psicologia-e.html' title='INFORMAÇÕES BÁSICAS SOBRE PSICOLOGIA E PSICOTERAPIA'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02582850286983672578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6552968189191288540.post-2055894213468592305</id><published>2010-08-30T07:11:00.000-07:00</published><updated>2010-11-29T12:45:43.035-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Comunidade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Família"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Saúde"/><title type='text'>Saúde, Família e Comunidade</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #0b5394;&quot;&gt;Andréa Luiza da Silveira&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Este texto foi publicado na Folha de Coqueiros edição de julho. A Folha de Coqueiros é um jornal publicado em Floriaópolis/SC.&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A saúde, como rege a Constituição Federal, é direito de todos e dever do Estado. Entretanto, para que isso possa ocorrer, é importante perguntar: o que entendemos por saúde?&lt;br /&gt;
A saúde, além do bem estar psicológico e físico das pessoas, envolve a totalidade de suas condições de vida. Ela refere-se às condições adequadas de trabalho, moradia, meio ambiente, saneamento básico, renda, educação, transporte, lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais a vida, isto é, a saúde passa pela organização social e econômica do nosso país. Mas, como isto se realiza na prática?&lt;br /&gt;
No Brasil, nós temos o Sistema Único de Saúde - SUS - cujas portas de entrada são as Unidades Básicas de Saúde, também conhecidas como postos de saúde. Estas unidades estão destinadas a oferecer ações em saúde a determinado território. Nelas atuam, geralmente, equipes de Saúde da Família. Atualmente, o foco da atenção em saúde é a família. Assim, temos uma proposta de saúde implementada através da constituição de 1988 que nos leva a pensar na relação entre saúde, família e comunidade, tendo visto que a atual política nacional de saúde prioriza a saúde da família.&lt;br /&gt;
A Estratégia da Saúde da Família implica uma abordagem comunitária, em que os profissionais de saúde vão até os locais de moradia e convivência, buscando a promoção, a prevenção e encaminhando a reabilitação da saúde. Na contramão do individualismo em que as pessoas estão cada vez mais isoladas, a política de estado da saúde fomenta o que é importante para o coletivo.&lt;br /&gt;
Há, então, uma política de saúde, resguardada pela Constituição Federal, que prima pelo bem comum. Um dos aspectos da promoção da saúde é a viabilização da atividade física. Neste sentido, é muito importante o estabelecimento de espaços públicos como praças, parques, ciclovias etc. Do ponto de vista da psicologia, a convivência nos espaços públicos também beneficia a saúde mental. Essa convivência diminui a solidão, que é uma das principais causas do problema psicológico - loucura ou doença mental -, pois coloca para as pessoas a possibilidade de realizar-se junto com os outros.&lt;br /&gt;
Os espaços para a prática de esportes, para caminhar e pedalar, permitem o encontro entre as pessoas. As atividades que integram a comunidade e a família na comunidade abrem um campo de possibilidades de bons encontros. Nestes encontros realizam-se sonhos políticos, artísticos, profissionais, intelectuais e afetivos em que as pessoas acham em outras apoio e mediação. Esses encontros criam solidariedades e permitem compartilhar projetos e ser com o outro. E não contra o outro, como ocorre quando imperam o individualismo, a competitividade, a sede de poder e sucesso e a posse do outro. Portanto, as ações que revelam valores que servem para unir devem ser muito mais viabilizadas do que aquelas que servem apenas para separar.&lt;br /&gt;
O que é saúde? Ë o bem estar físico, psíquico e social, como define a Organização Mundial de Saúde – OMS. Mas, também, saúde é conquistar um ambiente de trabalho, lazer, moradia, educação e transporte adequado a uma vida com dignidade. E relações humanas em que as pessoas possam estar com as outras sentindo-se seguras e confiantes. Ora, não podemos esperar que uma sociedade fragmentada seja constituída por famílias bem estruturadas. Existem problemas na família tanto quanto no seu entorno. Se precisamos resolver os problemas no seio das famílias é por que temos muitas questões de ordem social a resolver.&lt;br /&gt;
Em nosso bairro temos espaços públicos de convivência e atividade física constituídos muito raros de se ver na maioria dos bairros da cidade. Certamente, manter e preservar o espaço público de bons encontros é uma forma de promover a saúde das pessoas. Vamos preservar o que temos e, quem sabe, ampliar!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6552968189191288540/posts/default/2055894213468592305'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6552968189191288540/posts/default/2055894213468592305'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andreasilveirapsicologa.blogspot.com/2010/08/saude-familia-e-comunidade.html' title='Saúde, Família e Comunidade'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02582850286983672578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6552968189191288540.post-8597120080534092633</id><published>2010-03-06T17:34:00.000-08:00</published><updated>2010-11-29T12:46:45.424-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Processo psicoterapêutico"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Psicoterapia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Superação do Problema Psicológico"/><title type='text'>ESBOÇO DA METODOLOGIA DA PSICOTERAPIA EXISTENCIALISTA</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #0b5394;&quot;&gt;Andréa Luiza da Silveira&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;     Psicoterapia é um conjunto de procedimentos técnicos teoricamente fundamentados. A psicoterapia se inicia no primeiro encontro entre psicólogo e paciente. Nas primeiras sessões de psicoterapia, quando ocorrem as entrevistas iniciais, o psicólogo realiza o diagnóstico. O diagnóstico parte dos motivos pelos quais o paciente procura psicoterapia e finaliza com o esclarecimento sobre a dinâmica de personalidade do paciente, sobretudo, os aspectos que inviabilizam a realização de seu desejo de ser.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;     O processo psicoterapêutico possibilita que o paciente se localize frente os aspectos da sua dinâmica de personalidade que lhe inviabilizam e assim, pode modificar o seu projeto de ser. O processo psicoterapêutico comporta também orientação para que o paciente consiga agir para modificar a figura do mundo, isto é, transformar sua realidade e a situação que o faz sofrer. A psicoterapia ajuda a pessoa a encontrar os meios para agir e modificar sua realidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;     O objetivo da psicoterapia é que o paciente possa agir para modificar elementos da situação mais também modificar-se. Para chegar a este ponto é preciso primeiramente, delimitar o problema e ter claro quais são as dimensões em que as suas dificuldades aparecem, no amor, trabalho, estudos e família.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;     Neste ponto do processo psicoterapêutico delimita-se as qualidades, estados e ações que inviabilizam o paciente. É a fase da psicoterapia em que o paciente verifica as suas características que contribuem para a ocorrência dos problemas detectados no primeiro momento: timidez, apatia frente a situações que se repetem, não lembra das coisas, espontaneidade, falta de concentração, depressão etc.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-tab-span&quot; style=&quot;white-space: pre;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;É necessário descrever as situações em que as dificuldades ocorrem, sempre em função do futuro almejado. A descrição é a técnica mais importante da intervenção terapêutica e abarca o tempo (passado, presente e futuro), o mundo (organização sociopolítica das coisas), os outros e o corpo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;     Os temas na descrição abarcam:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;     1.O Tempo - quando se iniciou o motivo que o fez procurar a psicoterapia, ocorrências históricas significativas da vida pessoal, como é organizado o dia/horas, antecipações, em função de que antecipou, mudar e resolver impasses para que futuro, como as situações problema revelam uma perspectiva de futuro que não é o almejado. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;         2. O Mundo - a organização sócio política do seu espaço físico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;       3. O Corpo – como está sendo vivenciada fisiologicamente as situações problema: tremor, dor, lágrimas, músculos tesos. Em distúrbios alimentares verifica-se como ocorre a insatisfação com o corpo, o corpo almejado etc. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;     4. Os Outros – com quem, quantas pessoas, quem são, quem é, a importâncias desta (s) pessoa na sua vida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;     Finalmente é possível localizar os aspectos psicológicos na situação e a experimentação psicofísica mediante certas escolhas e reflexões. Desta forma o paciente pode compreender a situação problema, encontrar soluções possíveis e modificar o seu futuro. Na ação o paciente reconhece uma falta objetiva, ou seja, a recorrência em que as dificuldades aparecem na relação com determinadas pessoas ou/e coisas. Localizando-se disso pode propor para si e para as pessoas mais importantes de sua vida novas atividades, melhoras na atividade atual, formas de realizar a relação com a família, com os amigos, com o trabalho. Portanto, o paciente lança e conquista para si um futuro mais gratificante.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Referência Bibliográfica&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;SARTRE, J. P. Esboço de uma Teoria das Emoções. Rio de Janeiro: Zahar, 1965. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;_________. O Existencialismo é um Humanismo. Coleção Os Pensadores. 3ª ed. São Paulo: Nova Cultural, 1987.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;_________. A Transcendência do Ego. Lisboa: Colibri, 1994.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;_________. O Imaginário: psicologia fenomenológica da imaginação. São Paulo: Ática, 1996.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;_________. O Ser e o Nada: Ensaio de Ontologia Fenomenológica. Petrópolis: Vozes, 1997.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;_________. Crítica da Razão Dialética. Petrópolis: Vozes, 2001 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;SCHNEIDER, Daniela. Novas perspectivas para a psicologia clínica: um estudo a partir da obra &quot;Saint Genet: comédien et martyr&quot; de Jean-Paul Sartre. Tese de Doutorado. São Paulo: PUC/SP, 2002. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;SZASZ, T. A Fabricação da Loucura. 3ª ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1978.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;_________ . O Mito da Doença Mental. Rio de Janeiro: Zahar, 1979.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;VAN DEN BERG, J. H. O Paciente Psiquiátrico: esboço de psicopatologia fenomenológico. São Paulo: Mestre Jou, 1981.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6552968189191288540/posts/default/8597120080534092633'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6552968189191288540/posts/default/8597120080534092633'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andreasilveirapsicologa.blogspot.com/2010/03/esboco-da-metodologia-da-psicoterapia.html' title='ESBOÇO DA METODOLOGIA DA PSICOTERAPIA EXISTENCIALISTA'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02582850286983672578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6552968189191288540.post-2619557435706701247</id><published>2009-11-02T07:07:00.000-08:00</published><updated>2009-11-02T09:40:31.880-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Burnout"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="esgotamento profissional"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Psicoterapia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Superação do Problema Psicológico"/><title type='text'>Relações no trabalho podem levar ao Esgotamento Profissional</title><content type='html'>&lt;meta equiv=&quot;Content-Type&quot; content=&quot;text/html; charset=utf-8&quot;&gt;&lt;meta name=&quot;ProgId&quot; content=&quot;Word.Document&quot;&gt;&lt;meta name=&quot;Generator&quot; content=&quot;Microsoft Word 11&quot;&gt;&lt;meta name=&quot;Originator&quot; content=&quot;Microsoft Word 11&quot;&gt;&lt;link rel=&quot;File-List&quot; href=&quot;file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CUSURIO%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml&quot;&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate=&quot;false&quot; latentstylecount=&quot;156&quot;&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:Verdana; 	panose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:536871559 0 0 0 415 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:&quot;&quot;; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:&quot;Times New Roman&quot;; 	mso-fareast-font-family:&quot;Times New Roman&quot;;} @page Section1 	{size:595.3pt 841.9pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:35.4pt; 	mso-footer-margin:35.4pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:&quot;Tabela normal&quot;; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:&quot;&quot;; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:&quot;Times New Roman&quot;; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;A reflexão que pretendo fazer aqui é sobre os caminhos que levam ao esgotamento profissional, exaustão no trabalho, perda da alegria no trabalho e como isto pode se expandir para os demais contextos da vida da pessoa até no seu ponto máximo, o que é diagnosticado como Síndrome de Burnout. Esta síndrome também pode ser chamada de &lt;strong&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;Síndrome de Esgotamento Profissional&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: normal;font-family:Verdana;&quot; &gt;. &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: normal;font-family:Verdana;&quot; &gt;Você pode obter mais informações consulta&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: normal;font-family:Verdana;&quot; &gt;ndo &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;o decreto 3.048 de 6 de maio &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;de 1999, que determina alguns agentes relacionados a doenças ocupa&lt;/span&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgFnqvVdNK9aLznhBpxROvaIf_fgWT6Fb4a_4dZ4_bU6fZjybFpnWeEJDYD9QyjgLci6Q6R7W930-NhH7oTYAV6o1Gc4VXXGua9P37KD5Xl9chfX_GkP7NpDzVekE5l1mwiXZvzWJbWpzs/s1600-h/correriadiadia.bmp&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 91px; height: 121px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgFnqvVdNK9aLznhBpxROvaIf_fgWT6Fb4a_4dZ4_bU6fZjybFpnWeEJDYD9QyjgLci6Q6R7W930-NhH7oTYAV6o1Gc4VXXGua9P37KD5Xl9chfX_GkP7NpDzVekE5l1mwiXZvzWJbWpzs/s200/correriadiadia.bmp&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5399525843680981954&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;cionais como a &lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;Síndrome de Burnout &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-style: normal;font-family:Verdana;&quot; &gt;que&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; está classificada junto aos &lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;Transtornos Mentais e do Comportamento Relacionados com o Trabalho. &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-style: normal;font-family:Verdana;&quot; &gt;Portanto, já é reconhecido que o Esgotamento Profissional está ligado ao trabalho.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-style: normal;font-family:Verdana;&quot; &gt;O meu interesse em escrever estas breves linhas sobre o assunto é alertar as pessoas de como o Esgotamento Profissional começa. Não se trata de questões pessoais, mas sim de problemas no trabalho que, em geral, fogem ao controle do trabalhador. O trabalho, por motiv&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-style: normal;font-family:Verdana;&quot; &gt;os diversos que dependem da história de cada pessoa, toma uma dimensão tal na vida do trabalhador em que se torna mais importante até do que a família, a relação amorosa, o lazer, os estudos e os amigos. Entretanto, as relações no trabalho não estão satisfatórias, existem problemas, exigências de várias ordens (relações pessoais e profissionais, horas de trabalho, responsabilidades não previstas no contrato de trabalho etc.) q&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-style: normal;font-family:Verdana;&quot; &gt;ue o trabalhador não consegue suprimir. Então, inicia de vagar, um cansaço, desconforto, desânimo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-style: normal;font-family:Verdana;&quot; &gt;No inicio é apenas um desconforto e certa insatisfação que podem levar a preocupações maiores até provocar insônia, por exemplo. Algumas relações com pessoas do trabalho causam mal &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-style: normal;font-family:Verdana;&quot; &gt;estar, preocupações, dificuldades em relacionar-se com algumas pessoas e isto pode gerar ansiedade, desagrado de estar naquele ambiente até chegar ao desejo de não estar mais lá ou de não suportar ter que ir para o trabalho. As atividades de trabalho, corriqueiras e até prazeirosas vão deixando de ser. O que antes o trabalhador fazia com alegria ou com facilidade passa a ser de difícil execução. As noites de sono não são mais suficientes para o descanso. As atividades de lazer vão perdendo o sentido e não é mais divertido estar com a família, com os amigos etc. E assim, cada vez mais o trabalhador vai se sentindo exausto, fatigado, sem vontade d&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-style: normal;font-family:Verdana;&quot; &gt;e trabalhar, de estar com a família, de estar com os amigos. Sente vontade de dormir, de descansar, mas o fim de semana não é suficiente. E na segunda-feira começa tudo de novo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-style: normal;font-family:Verdana;&quot; &gt;O trabalhador que vivencia esta situação já não faz mais diferença entre o que é problema dele e o que é problema da organização do trabalho, das outras pessoas no trabalho, do seu contexto de vida fora do trabalho. Confunde tudo e às vezes, sente-se culpado, fracassado. Mas, não perde a vontade de trabalhar, gostaria de voltar a ser como antes, ale&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-style: normal;font-family:Verdana;&quot; &gt;gre, ativo, positivo, mas não consegue enfrentar as exigências no trabalho que transcendem as suas capacidades naque&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;span style=&quot;font-style: normal;font-family:Verdana;&quot; &gt;le momento da sua vida.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhjYAp5oYOVLThShxfVRZMnW-_uEiM44qR3WK7ZJTLtnXtS0EoDtCQczcwJ5FjmT1rZg4URDv1sErsS8dQdqlrhqE19hJ2JcgH3NryB7rYEJUycB3bdyBRPMuA72FtDiB_ZXMDMtE_Xufk/s1600-h/J%C3%A1+basta.bmp&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 107px; height: 118px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhjYAp5oYOVLThShxfVRZMnW-_uEiM44qR3WK7ZJTLtnXtS0EoDtCQczcwJ5FjmT1rZg4URDv1sErsS8dQdqlrhqE19hJ2JcgH3NryB7rYEJUycB3bdyBRPMuA72FtDiB_ZXMDMtE_Xufk/s200/J%C3%A1+basta.bmp&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5399527244857616498&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;A psicoterapia pode auxiliar a pessoa que vivencia o esgotamento profissional. Porém, o esgotamento pode ser evitado desde o inicio. Você pode procurar o auxilio de um psicólogo clínico se identificar que está num estágio inicial, ou que o seu trabalho oferece todas as condições para você ir se esgotando. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;Este alerta deve servir para muitas pessoas, pois, cada vez mais pessoas estão sofrendo no trabalho e isto está refletindo numa demanda no consultório de psicologia. A psicoterapia dever servir para que a pessoa viva melhor. Entretanto, a psicoterapia é um tipo de intervenção individual e os problemas no trabalho são coletivos e para serem resolvidos dependem também das outras pessoas e da própria forma como se &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;organiza &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;o trabalho. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  </content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6552968189191288540/posts/default/2619557435706701247'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6552968189191288540/posts/default/2619557435706701247'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andreasilveirapsicologa.blogspot.com/2009/11/cansaco-no-trabalho-pode-levar.html' title='Relações no trabalho podem levar ao Esgotamento Profissional'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02582850286983672578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgFnqvVdNK9aLznhBpxROvaIf_fgWT6Fb4a_4dZ4_bU6fZjybFpnWeEJDYD9QyjgLci6Q6R7W930-NhH7oTYAV6o1Gc4VXXGua9P37KD5Xl9chfX_GkP7NpDzVekE5l1mwiXZvzWJbWpzs/s72-c/correriadiadia.bmp" height="72" width="72"/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6552968189191288540.post-3374925199991677565</id><published>2009-06-21T13:11:00.000-07:00</published><updated>2009-10-12T11:28:14.804-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amor"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Comprometimento"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comunicação"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Psicoterapia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="relação amorosa"/><title type='text'>SÓ EXISTE O AMOR QUE SE CONSTRÓI</title><content type='html'>&lt;meta equiv=&quot;Content-Type&quot; content=&quot;text/html; charset=utf-8&quot;&gt;&lt;meta name=&quot;ProgId&quot; content=&quot;Word.Document&quot;&gt;&lt;meta name=&quot;Generator&quot; content=&quot;Microsoft Word 11&quot;&gt;&lt;meta name=&quot;Originator&quot; content=&quot;Microsoft Word 11&quot;&gt;&lt;link rel=&quot;File-List&quot; href=&quot;file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CUSURIO%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml&quot;&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt; 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style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;meta equiv=&quot;Content-Type&quot; content=&quot;text/html; charset=utf-8&quot;&gt;&lt;meta name=&quot;ProgId&quot; content=&quot;Word.Document&quot;&gt;&lt;meta name=&quot;Generator&quot; content=&quot;Microsoft Word 11&quot;&gt;&lt;meta name=&quot;Originator&quot; content=&quot;Microsoft Word 11&quot;&gt;&lt;link rel=&quot;File-List&quot; href=&quot;file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CUSURIO%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml&quot;&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt; 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Mágico.... Magia.... Paixão.... Aquela pessoa parece ser por algum motivo a pessoa certa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;Num relacionamento amoroso, as vivências de magia, paixão e sexualidade constituem, certamente, a história amorosa e o próprio amor. Sendo que, um aspecto fundamental para o relacionamento amoroso ser gratificante e realizador para os dois, e que não pode ser negligenciado é &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;font-size:130%;&quot; &gt;A&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt; &lt;b style=&quot;&quot;&gt;COMUNICAÇÃO &lt;/b&gt;entre o casal&lt;b style=&quot;&quot;&gt;.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;A &lt;b style=&quot;&quot;&gt;COMUNICAÇÃO &lt;/b&gt;a meu ver é tão importante quanto a sexualidade, o companheirismo e a confiança. Ingredientes tão ressaltados como importantes para um relacionamento amoroso bem sucedido.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;Quando as pessoas com as quais eu trabalho em psicoterapia trazem a baila suas questões amorosas  a complicação do casal sempre recai no mesmo tema &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;font-size:130%;&quot; &gt;A&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt; &lt;b style=&quot;&quot;&gt;COMUNICAÇÃO. &lt;/b&gt;Verifico então que muitas coisas não são conversadas pelo casal. Por quê? &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;- Uma das justificativas é o receio de haver uma briga, então, é melhor não falar sobre o problema. Mas as brigas não param de acontecer mesmo assim.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;- Às vezes, as pessoas não se dão conta que planejam algo, ou fazem algo, pressupondo que o outro pensa ou deseja determinada coisa, MAS O OUTRO NÃO PENSA E NEM DESEJA TAL QUAL FOI PRESSUPOSTO E SIM OUTRA COISA. O tipo de fala é “eu acho que...ela ou ele acha que...então....fiz isto por que ... penso eu fazer isto porque...Ora, é preciso verificar, efetivamente, o que o outro pensa e o que o outro deseja.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;- “Vivo melhor sem você?” É comum a pessoa dizer que cogita a separação. Mas, é muito comum também não conseguir viver sua vida sem a outra pessoa. Não adianta ficar brincando o jogo do casa/separa.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;Estou referindo-me aqui, a situações nas quais o casal se ama, mas enfrenta problemas. Estes problemas começaram em certo contexto da relação amorosa e foram se estendendo, não raro, por anos a fio. Não estou discutindo aqui as situações em que não há mais amor, isto é, quando o amor acaba. Mas, o que é o amor?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;Amar é... estar comprometido com o outro de tal forma que sua história, seus melhores momentos e seu futuro passam pela história do outro, pelos melhores momentos do outro e pelo futuro do outro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center; text-indent: 35.4pt;&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;b style=&quot;&quot;&gt;SÓ EXISTE O AMOR QUE SE CONSTRÓI&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;O que esta frase quer dizer? Quer dizer que tudo o que acontece na relação amorosa foi construído  ou será construído pelos dois. E para além da emoção que envolve a sexualidade e a paixão é preciso refletir e compartilhar esta reflexão dialogando, planejando juntos e negociando.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;font-size:130%;&quot; &gt;SÓ EXISTE A COMUNICAÇÃO QUE SE CONSTRÓI&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;font-size:130%;&quot; &gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;A forma como o casal resolve seus impasses, suas dúvidas, suas divergencias etc. também  foi construída. Se foi construída de uma maneira que resulta em conflito, isto pode ser modificado. É preciso um esforço do casal em se ouvir, em pensar sobre o que o outro diz para modificar uma dinâmica de comunicação conflituosa para uma dinâmica em que os dois sintam-se confortáveis e seguros&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  </content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6552968189191288540/posts/default/3374925199991677565'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6552968189191288540/posts/default/3374925199991677565'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andreasilveirapsicologa.blogspot.com/2009/06/so-existe-o-amor-que-se-constroi.html' title='SÓ EXISTE O AMOR QUE SE CONSTRÓI'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02582850286983672578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6552968189191288540.post-4618685547727807240</id><published>2009-03-04T15:43:00.000-08:00</published><updated>2009-10-12T11:30:15.922-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Escolha profissional"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mercado de trabalho"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Orientação Profissional"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Psicoterapia"/><title type='text'>Atualidades sobre o mercado de trabalho e perfil profissional.</title><content type='html'>&lt;meta equiv=&quot;Content-Type&quot; content=&quot;text/html; charset=utf-8&quot;&gt;&lt;meta name=&quot;ProgId&quot; content=&quot;Word.Document&quot;&gt;&lt;meta name=&quot;Generator&quot; content=&quot;Microsoft Word 11&quot;&gt;&lt;meta name=&quot;Originator&quot; content=&quot;Microsoft Word 11&quot;&gt;&lt;link rel=&quot;File-List&quot; href=&quot;file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CUSURIO%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml&quot;&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate=&quot;false&quot; latentstylecount=&quot;156&quot;&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:&quot;&quot;; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:&quot;Times New Roman&quot;; 	mso-fareast-font-family:&quot;Times New Roman&quot;;} @page Section1 	{size:595.3pt 841.9pt; 	margin:70.85pt 64.3pt 70.85pt 63.0pt; 	mso-header-margin:35.4pt; 	mso-footer-margin:35.4pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:&quot;Tabela normal&quot;; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:&quot;&quot;; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:&quot;Times New Roman&quot;; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;&quot;&gt;Os profissionais, a partir da década de 90, passaram a investir mais na sua própria carreira do que na ascensão profissional dentro de uma organização. Isto ocorreu, pelo menos por dois motivos. Um deles é a implantação de modelos de gestão. Tais modelos promoviam a mudança organizacional e tecnológica, o que provocava às organizações a buscarem no mercado de trabalho profissionais mais capacitados para esta modificação, ao invés de capacitar os profissionais que já faziam parte da organização. Outro deles é a intensa procura dos profissionais por melhores oportunidades de trabalho, o que gerou uma certa rotatividade nas organizações.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;&quot;&gt;A procura dos profissionais por melhores oportunidades abriu um campo de atividade no mercado, constituído pelos cursos de especialização, pelos cursos técnicos, cursos de poucas horas destinados a complementar a formação profissional e cursos de línguas estrangeiras. A diferença dá-se que tais cursos raramente são pagos pelo organização. Portanto, neste novo período,  é o trabalhador quem deve investir na sua capacitação para o mercado de trabalho.&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;&quot;&gt;Esta condição da formação profissional impõe aos trabalhadores um campo de possíveis para investirem na sua formação profissional. Este campo de possíveis também se caracteriza pela valorização da técnica na &lt;span style=&quot;&quot;&gt; &lt;/span&gt;inserção e ascensão profissional. Justifica-se, então, o fato das profissões tecnológicas estarem em alta (dentro da escassez dos postos de trabalho), e é exigido, cada vez mais, o trabalho qualificado.&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;&quot;&gt;Entretanto, há uma diferença entre mercado de trabalho, isto é, os postos de trabalho estabelecidos, e campo de trabalho, ou seja, a necessidade social de serviços.  Neste sentido, há um campo de trabalho a descoberto. Dentro deste campo de trabalho a descoberto é importante conseguir prever quais setores profissionais irão abrir novos postos de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;&quot;&gt;O que foi discutido até aqui tem um objetivo: chamar a atenção para uma habilidade profissional exigida hoje em dia, qual seja, &lt;i style=&quot;&quot;&gt;realizar uma leitura adequado do campo de possíveis apresentado pela relação mercado de trabalho e campo de trabalho.&lt;/i&gt;&lt;meta name=&quot;Generator&quot; content=&quot;Microsoft Word 11&quot;&gt;&lt;meta name=&quot;Originator&quot; content=&quot;Microsoft Word 11&quot;&gt;&lt;link rel=&quot;File-List&quot; href=&quot;file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CUSURIO%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml&quot;&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate=&quot;false&quot; latentstylecount=&quot;156&quot;&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:&quot;&quot;; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:&quot;Times New Roman&quot;; 	mso-fareast-font-family:&quot;Times New Roman&quot;;} @page Section1 	{size:595.3pt 841.9pt; 	margin:70.85pt 64.3pt 70.85pt 63.0pt; 	mso-header-margin:35.4pt; 	mso-footer-margin:35.4pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:&quot;Tabela normal&quot;; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:&quot;&quot;; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:&quot;Times New Roman&quot;; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;/p&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjq8dcwznGZoxN0Ij_jHdwTXmV8zebCr2cVGc0zAK7Hvw3H_rFeknD1QgL6foLRngTlRIcdj97uAjx1Q5qSok2_cRM5rYy3dd0uAhDP3yZQXWnbLskd4VqGXs7H7A8n3wrQpocwG0mWkMc/s1600-h/Pensando.bmp&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;Se&lt;/span&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgXNpBIumbVQX1Tyoc_F0b4Da-r4ywEEWjDcYgztfsM99LIb8S4j7QvPBZzRefhbxw2Hb1va8T26iER7VBLFsA4GlU0SXLbN9ZhUl7J57dvPJoUuDNoWBo7doqG3X_fy4Q-NHfbsp_C2hs/s1600-h/Pensando.bmp&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 81px; height: 67px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgXNpBIumbVQX1Tyoc_F0b4Da-r4ywEEWjDcYgztfsM99LIb8S4j7QvPBZzRefhbxw2Hb1va8T26iER7VBLFsA4GlU0SXLbN9ZhUl7J57dvPJoUuDNoWBo7doqG3X_fy4Q-NHfbsp_C2hs/s200/Pensando.bmp&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5309488328765133090&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt; você estiver pensando &quot;o que eu faço agora?&quot; não esqueça que a psicologia clínica pode mediar as pessoas a realizarem esta leitura. Este tipo de trabalho psicológico envolve tanto o reconhecimento das competências da pessoa, aquilo que a pessoa já realiza e aquilo que ela deseja realizar, quanto a compreensão do campo de possíveis profissional.&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;  </content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6552968189191288540/posts/default/4618685547727807240'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6552968189191288540/posts/default/4618685547727807240'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andreasilveirapsicologa.blogspot.com/2009/03/como-fazer-leitura-do-campo-de.html' title='Atualidades sobre o mercado de trabalho e perfil profissional.'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02582850286983672578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgXNpBIumbVQX1Tyoc_F0b4Da-r4ywEEWjDcYgztfsM99LIb8S4j7QvPBZzRefhbxw2Hb1va8T26iER7VBLFsA4GlU0SXLbN9ZhUl7J57dvPJoUuDNoWBo7doqG3X_fy4Q-NHfbsp_C2hs/s72-c/Pensando.bmp" height="72" width="72"/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6552968189191288540.post-7026955940794101443</id><published>2009-02-05T17:35:00.000-08:00</published><updated>2009-10-12T11:31:25.286-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ansiedade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="crise"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mercado de trabalho"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Orientação Profissional"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Psicoterapia"/><title type='text'>Crise econômica leva a crise de ansiedade?</title><content type='html'>&lt;meta equiv=&quot;Content-Type&quot; content=&quot;text/html; charset=utf-8&quot;&gt;&lt;meta name=&quot;ProgId&quot; content=&quot;Word.Document&quot;&gt;&lt;meta name=&quot;Generator&quot; content=&quot;Microsoft Word 11&quot;&gt;&lt;meta name=&quot;Originator&quot; content=&quot;Microsoft Word 11&quot;&gt;&lt;link rel=&quot;File-List&quot; href=&quot;file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CUSURIO%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml&quot;&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate=&quot;false&quot; latentstylecount=&quot;156&quot;&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:&quot;&quot;; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:&quot;Times New Roman&quot;; 	mso-fareast-font-family:&quot;Times New Roman&quot;;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:&quot;Tabela normal&quot;; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:&quot;&quot;; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:&quot;Times New Roman&quot;; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot;  style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt; color: rgb(0, 0, 0);font-family:georgia;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;Crises de ansiedade têm sido comuns por conta da crise econômica. Creio que é importante refletir bem sobre isto. A crise econômica está aí. Para combatê-la são necessárias atitudes no âmbito coletivo, isto é, político e social. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot;  style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt; color: rgb(0, 0, 0);font-family:georgia;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;- &lt;i style=&quot;&quot;&gt;Mas, enquanto o processo coletivo está se encaminhando como suportar o clima de insegurança?&lt;/i&gt; É o que muitas pessoas se perguntam.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot;  style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt; color: rgb(0, 0, 0);font-family:georgia;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;O estado psicofísico das pessoas está relacionado com as condições sociais de vida. Numa situação de crise econômica e social, como a que se apresenta, isto fica ainda mais evidente. As pessoas vivenciam seu futuro como ameaçado, isto porque, concretamente o futuro está ameaçado. As vagas de emprego diminuíram, alguns trabalhadores estão sendo demitidos, as organizações estão implementando estratégias para economizar etc. Entretanto é preciso perguntar-se &lt;i style=&quot;&quot;&gt;deixar-me levar pela ansiedade me ajuda ou me atrapalha? &lt;/i&gt;A resposta só pode ser uma, estar racional (reflexivo) neste momento é mais positivo do que estar ansioso. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p  style=&quot;color: rgb(0, 0, 0);font-family:georgia;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;                      &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;Vamos pensar, então, como estar mais racional (reflexivo) pode ser mais positivo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;Primeiro, conhecer o contexto em que se está inserido profissionalmente, isto é, o mercado de trabalho;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;Segundo, analisar as perspectivas profissionais mesmo em situação de crise, pois elas existem;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;Terceiro, identificar estratégias para enfrentar a situação. São dois os tipos de estratégia. Um deles é fazer algo em benefício da saúde: caminhar, passear, namorar, encontrar os amigos etc. Outro deles e fazer algo em benefício da carreira: fazer um curso ou estudar por conta própria, manter contatos profissionais, pois a rede de relações é fundamental.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;      &lt;p  style=&quot;color: rgb(0, 0, 0);font-family:georgia;&quot; class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;               Não se pode esquecer que &lt;i style=&quot;&quot;&gt;realizar-se é muito mais importante do que ter. As pessoas não se definem pelo que possuem, mas, pelo que realizam. &lt;/i&gt;Por isso, aprenda mais sobre como fazer um bom currículo, como se comportar numa entrevista de emprego, como lidar com dificuldades relacionadas a auto-estima, a segurança e a comunicação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  </content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6552968189191288540/posts/default/7026955940794101443'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6552968189191288540/posts/default/7026955940794101443'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andreasilveirapsicologa.blogspot.com/2009/02/crise-economica-leva-crise-de-ansiedade.html' title='Crise econômica leva a crise de ansiedade?'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02582850286983672578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6552968189191288540.post-4932178660056336548</id><published>2008-10-11T14:47:00.000-07:00</published><updated>2009-10-12T11:32:24.919-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Comprometimento"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Família"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Orientação Profissional"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Psicoterapia"/><title type='text'>Família: solidariedade e comprometimento</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; 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Na verdade são vários. Mas, uma das demandas que se sobressaem no processo psicoterapêutico familiar está relacio&lt;/span&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhbZLX06q3DaRl1wQCvumWm_4sKS3ZAQCsh7LcKrhlgT0DkKVs9RZdQR-wFI96INDBPluM5qJ307VVd2-bWXzwbfDZh9KvhFGJOEqzGBaZajixVyh-AAtH8vI970cn3zWIhU5J_9cRJK80/s1600-h/pessoa+vazia.bmp&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhbZLX06q3DaRl1wQCvumWm_4sKS3ZAQCsh7LcKrhlgT0DkKVs9RZdQR-wFI96INDBPluM5qJ307VVd2-bWXzwbfDZh9KvhFGJOEqzGBaZajixVyh-AAtH8vI970cn3zWIhU5J_9cRJK80/s200/pessoa+vazia.bmp&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5256018682057001906&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;nada à educação dos filhos. A correria do dia-a-dia, muitas vezes relacionada às exigências do trabalho, deixa pouco tempo para o casal, para a família. Neste sentido, &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;tendo pouco tempo para fazerem coisas juntos, aos poucos as pessoas vão se afastando, deixando de se tecer na &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;rede familiar, sentindo-se isolados uns dos outros e que pouco ou nada tem a ver uns com os outros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;A priorização da materialidade é uma das  propostas da família moderna.  Ora, a materialidade é importante, condições de conforto, manutenção da saúde, alimentação, escola etc. Mas, qual a conseqüênc&lt;/span&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgqKv-pCl6ubgcLY4OXCQFhgb1To_bSj52sRsVASnhRUVEabM9j090QZ45ejVZCIHBTO980qmnYEZW8TRO5MEJKj96HqSkeLXbb_8onVJln90k1mgHPBXlW_4-kv17U2XFzjxcuk0eOEzM/s1600-h/dinheiro.bmp&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgqKv-pCl6ubgcLY4OXCQFhgb1To_bSj52sRsVASnhRUVEabM9j090QZ45ejVZCIHBTO980qmnYEZW8TRO5MEJKj96HqSkeLXbb_8onVJln90k1mgHPBXlW_4-kv17U2XFzjxcuk0eOEzM/s200/dinheiro.bmp&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5256017244457424498&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;ia da materialidade estar em primeiro lugar na vida das pessoas? O grau de importância oferecida aos bens - como carro, casa, decoração, &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;festas - destaca-se demais comparado ao grau de importância das relações humanas – fazer coisas juntos, dividir tarefas e responsabilidades, compreender uns aos outros.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;Por isso, no processo psicoterapeutico, procura-se viabilizar a família e o casal, propondo terem mais tempo junto. Estar junto é ter tempo e atividades dedicadas à família. Portanto, além de momentos em que as pesso&lt;/span&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgrIGWRvUV25W7cy9fKc11bUJ9x9JDymH63ltdVC9oqqFLYsKMkiFR2L_zqqY6KEjgW4IXr2Gr_vbeCin8uzf9iUnyCxanUzi7iZY_Grn9_LYk9pCaKlwUtUvYk4MVRESk89xxReghboqc/s1600-h/PaisFilhos.bmp&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgrIGWRvUV25W7cy9fKc11bUJ9x9JDymH63ltdVC9oqqFLYsKMkiFR2L_zqqY6KEjgW4IXr2Gr_vbeCin8uzf9iUnyCxanUzi7iZY_Grn9_LYk9pCaKlwUtUvYk4MVRESk89xxReghboqc/s200/PaisFilhos.bmp&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5256021675842032722&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;as estão presentes no mesmo espaço para um almoço, uma janta, uma comemoração, é fundamental também ser fraterno um com o outro na divisão das tarefas, pois, as coisas que são compartilhadas em comum exigem atividades a serem feitas, como, por exemplo, lavar a louça, levar no médico, ajuda&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;r a fazer os deveres etc. O que une as pessoas é também o fazer junto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;Pelo que foi colocado acima é possível entender as queixas trazidas nas primeiras sessões de psicoterapia do casal, da família ou da criança. Tais queixas envolvem, então: dificuldades em experiênciar ser pai ou mãe, um dos cônjuges ou os dois pensando em se separar, a criança com problemas na escola, o adolescente com problemas na escola e de comportamento, dificuldades em dialogar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;Ressaltou-se aqui, um aspecto importante do processo psicoterapeutico,  viabilizar a família e o casal para estar junto e fazer junto. Além disto, é importante também, que cada um mantenha seu espaço individual, com seus amigos, realizando seus gostos particulares etc. Neste sentido, cada família e cada casal tem sua sigularidade. Certamente que o serviço de psicologia vai levar em conta esta singularidade no processo psicoterapeutico.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  </content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6552968189191288540/posts/default/4932178660056336548'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6552968189191288540/posts/default/4932178660056336548'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andreasilveirapsicologa.blogspot.com/2008/10/famlia-solidariedade-e-comprometimento.html' title='Família: solidariedade e comprometimento'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02582850286983672578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgjTkq6n5itMrcG1kQUN1vGV3wjbrzePgVkTsbclJ41FnjTqEeUNFzORaPblAJokTqlzCT9UNgXZUV7DItoH38pBbIVxfD3rhCUVgYDDDN5Ju5siKWo4ImTyXBN2KEtKN_QESodDty7Mpg/s72-c/pessoa+vazia.bmp" height="72" width="72"/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6552968189191288540.post-8400009759837777786</id><published>2008-08-08T19:38:00.000-07:00</published><updated>2009-10-12T11:33:10.789-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Anorexia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Bulimia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Psicoterapia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Transtornos Alimentares"/><title type='text'>A anorexia e a bulimia: uma discussão sobre a relação com o corpo</title><content type='html'>&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 35.4pt; line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;p:colorscheme colors=&quot;#ffffff,#000000,#808080,#000000,#00cc99,#3333cc,#ccccff,#b2b2b2&quot;&gt;  &lt;/p:colorscheme&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 35.4pt; line-height: 150%; text-align: justify;&quot;&gt;    Como vivo meu corpo? Uma das possibilidade de viver o corpo é “a posse”. Este tipo de relação que estabelecemos com nosso próprio corpo é o mesmo tipo de relação que estabelecemos com o corpo do outro e, do mesmo modo, o tipo de relação que o outro estabelece com o nosso. Isto é, quando vivemos situações como &lt;i style=&quot;&quot;&gt;meu coração está doente,&lt;/i&gt; &lt;i style=&quot;&quot;&gt;meu nariz é feio, minhas mãos são bonitas.&lt;/i&gt; Outra possibilidade é experienciar meu corpo. Como por exemplo, &lt;i style=&quot;&quot;&gt;Quando subo uma escada, sinto-me sufocar, já&lt;/i&gt;&lt;i style=&quot;&quot;&gt; não tenha a mesma resistência&lt;/i&gt;, ou &lt;i style=&quot;&quot;&gt;Chegu&lt;/i&gt;&lt;i style=&quot;&quot;&gt;ei e el&lt;/i&gt;&lt;i style=&quot;&quot;&gt;e me olhou&lt;/i&gt;&lt;i style=&quot;&quot;&gt;, senti-me especial e linda&lt;/i&gt;!&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 36pt; text-indent: 36pt; line-height: 150%; text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;            &lt;/span&gt;    Ambas as maneiras de viver o &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;corpo que eu tenho&lt;/span&gt; ou o &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;corpo que eu sou&lt;/span&gt; ocorrem no cotidiano e geralmente não há nenhum problema. Mas, para algumas pessoas, viver o seu corpo é viver uma espécie de sofrimento. Por exemplo, uma jovem que avalia seu corpo como se fosse o corpo do outro. Utiliza para avaliar-se, como o corpo que &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;eu tenho&lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;&quot;&gt; &lt;/i&gt;os preceitos para avaliar o corpo de uma modelo de passarela. Ela se descreve assim: &lt;i style=&quot;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 36pt; text-indent: 36pt; line-height: 150%; text-align: left;&quot;&gt;&lt;i style=&quot;&quot;&gt;Tenho lábios muito carnudos, nariz meio de batatinha, testa mais escura que o resto do rosto e um pouco grande, cabelos muitos ressecados e volumosos, braço gordinho e antebraço seco, barriguinha saliente e estômago com intestin&lt;/i&gt;&lt;i style=&quot;&quot;&gt;o preguiçoso, culotes e g&lt;/i&gt;&lt;i style=&quot;&quot;&gt;ordurinhas localizadas na região do quadril&lt;/i&gt;&lt;i style=&quot;&quot;&gt;, que se contrapõe com as minhas canelas finas. Um monte de manchas nos braços, nas costas&lt;/i&gt;&lt;i style=&quot;&quot;&gt;, na bunda, no quadril, na parte de trás das coxas, cotovelo e joelho escuros, manchas de n&lt;/i&gt;&lt;i style=&quot;&quot;&gt;ascença na parte de trás da coxa direita e na parte de&lt;/i&gt;&lt;i style=&quot;&quot;&gt; trás da canela esquerda, fios grisalhos nos pelos pubianos, na sobrancelha e uns poucos na cabeça. Seios muito pequenos e com os bicos grandes e escuros. Eu gostaria de mudar 90% de todo esse sofrimento, mas seria preciso muito dinheiro&lt;/i&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 36pt; text-indent: 36pt; line-height: 150%; text-align: left;&quot;&gt;O sofrimento que esta jovem menciona toma a forma de: vergonha de tirar a roupa na frente de alguém o que atrapalha a sua sexualidade, as vezes acredita que as pessoas estão olhando para ela e rindo dela, portanto ela evita sair na rua. Ela acredita que se for magra será também segura frente a sua sexualidade e frente às pessoas &lt;st1:personname productid=&quot;em geral. Magra&quot; st=&quot;on&quot;&gt;em geral. Magra&lt;/st1:personname&gt; para ela é ter o padrão peso/altura definidos pela indústria da moda. Então, para ser magra ela começou a tentar vomitar depois de comer, pois não conseguiu deixar de comer, mas o ideal para ela seria deixar de comer. Assim, se inicia um processo denominado bulimia. Além do vômito provocado existem outros artifícios que se utilizados podem denotar a bulimia, como por exemplo, o uso de laxantes.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 36pt; text-indent: 36pt; line-height: 150%; text-align: left;&quot;&gt;Na bulimia, como na anorexia (medo de engordar) a jovem considera-se gorda mesmo com o peso normal e até mesmo com peso abaixo do normal. Tem um ideal de ter um outro corpo que não o seu enquanto deseja ser magra, não importando a conseqüência, seja a doença ou a morte. Uma jovem de 18 anos escreve um relato justificando porque ela é &#39;ana&#39;. Ela, como tantas outras, instituicionalizou a anorexia como Ana, neste sentido, ela própria &lt;i style=&quot;&quot;&gt;é &lt;/i&gt;a anorexia.&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 36pt; text-indent: 36pt; text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:10;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Sou Ana porque...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 36pt; text-indent: 36pt; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:10;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Porque eu quero ser linda&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:10;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Porque quero que todos sintam inveja de mim&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:10;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Porque eu vou Ter muita confiança.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:10;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Porque vou ficar bem em qualquer roupa&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjXarXYLKCnVVXZtnB9cCtqY0fw1g96qWKuExRtg1qR5_uRtZUYO6rKsUOKsLeA_cRsH5oA07NWzTXhEh8vYL2MOz1GDnuQ78BUI6bHynpo2evkLTSjHI2nEJ41IVFzc3XuN3b2zliiMD4/s1600-h/modelo.bmp&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjXarXYLKCnVVXZtnB9cCtqY0fw1g96qWKuExRtg1qR5_uRtZUYO6rKsUOKsLeA_cRsH5oA07NWzTXhEh8vYL2MOz1GDnuQ78BUI6bHynpo2evkLTSjHI2nEJ41IVFzc3XuN3b2zliiMD4/s200/modelo.bmp&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5232558354068165714&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:10;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Porque eu não vou Ter inveja de ninguém&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:10;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Porque estou cansada deste circulo vicioso de comida&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:10;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Porque eu não consegui ainda&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:10;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Porque eu não quero ser louca para sempre&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:10;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Porque estou entediada&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:10;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Porque quero ser melhor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:10;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Porque eu não quero ser gorda&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:10;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Porque gordo é horroroso&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:10;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Porque eu não me sinto confortável na minha própria pele&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:10;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Porque eu vou ser&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:10;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Porque só nisso que eu penso&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:10;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Porque eu vim até aqui&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:10;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Porque estou&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:10;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt; cansada de esperar&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:10;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Porque quero que meu namorado tenha a garota perfeita&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:10;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;e eu quero que ela seja eu&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:10;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Porque eu sou mais forte que comida&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:10;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Porque comida me faz fisicamente invalida&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:10;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Porque Deus me deu a força de vontade&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:10;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Porque comida é igual a Crack&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:10;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Porque eu tenho que quebrar o vicio&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjdZKHrEocBE6ZmSBmURgGsV5UsxDkT6Y-y-CVzrYuwcd2NalNZAYEGqWW8JKIaZEUPoPvlxufglTIB6MNhFXMSOAzQknRv4Af3un-owuIIJrnwOVhnT3s35bL7MhTkoTOoAFHOktJqAAs/s1600-h/modelo3.bmp&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjdZKHrEocBE6ZmSBmURgGsV5UsxDkT6Y-y-CVzrYuwcd2NalNZAYEGqWW8JKIaZEUPoPvlxufglTIB6MNhFXMSOAzQknRv4Af3un-owuIIJrnwOVhnT3s35bL7MhTkoTOoAFHOktJqAAs/s200/modelo3.bmp&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5232560136222089170&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:10;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Porque eu vou me odiar se eu não o fizer&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:10;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Porque eu choro toda noite com nojo de mim mesma&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:10;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Porque eu tenho medo de subir na balança&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:10;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Porque a Gloria vai ser minha&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:10;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Porque eu posso ser perfeita, mas eu preciso ser forte&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:10;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Por causa do ontem&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:10;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Por causa do amanha&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:10;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Porque todo mundo pensa que eu não posso consegui-lo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:10;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Porque ninguém me leva a serio&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:10;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Porque me fará feliz&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:10;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Porque amanha nunca chega&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:10;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Porque eu vou provar que posso conseguir&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:10;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Porque eu sempre quis isso&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:10;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Porque eu posso fazer isso !&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 35.4pt; text-indent: 36.6pt; line-height: 150%; text-align: left;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 35.4pt; text-indent: 36.6pt; line-height: 150%; text-align: left;&quot;&gt;Neste sentido, a relação com a alimentação, com o corpo como se fosse o corpo de outro, deve ser sustentado durante todos os dias, durante todas as refeições, durante todo o tempo, pois o corpo deve ser avaliado constantemente. Aliado a isto, esta jovem experiencia o &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;corpo que eu sou&lt;/span&gt; na relação com a alimentação, por exemplo, como fraqueza sua por ter se alimentado ao invés de experimentar-se saciada quando tem sede e quando tem fome.&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 35.4pt; text-indent: 36.6pt; line-height: 150%; text-align: left;&quot;&gt;&lt;img src=&quot;file:///C:/DOCUME%7E1/USURIO%7E1/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot.jpg&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;img src=&quot;file:///C:/DOCUME%7E1/USURIO%7E1/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot-1.jpg&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Este tipo de relação com o corpo e com a alimentação, permeada pelo horror a engordar e pela repulsa da alimentação é justificado pelo intuito de ser bela(o) e amada(o). Mas, de fato, as crianças, jovens e adultos que estabelecem esta relação com o corpo tornam-se cada vez mais inseguras(os) e doentes. Além disto, costumam esconder sua relação com o corpo e com a alimentação das pessoas que lhes são próximas e articulam-se com outras pessoas com os mesmos propósitos – como mostram os sites de relacionamento, trocando dicas sobre como  manter a  bulimia e a anorexia e esconder dos outros (namorado(a), pais, amigos).&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhSX2aB9d4tmffUmz-hra5gyM4qtjxUnngGb8z3w1yzY7QKUnEVHo56LHkAJ1zHHiJWZTVCfZQhCHfju9jcLDp0xSfWRueoSGPlQXol5hqWuuBkPmioyt1dbiENfCqStvpUGHF4Y64om44/s1600-h/senhorafeliz.bmp&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhSX2aB9d4tmffUmz-hra5gyM4qtjxUnngGb8z3w1yzY7QKUnEVHo56LHkAJ1zHHiJWZTVCfZQhCHfju9jcLDp0xSfWRueoSGPlQXol5hqWuuBkPmioyt1dbiENfCqStvpUGHF4Y64om44/s200/senhorafeliz.bmp&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5232576249740437282&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 35.4pt; text-indent: 36.6pt; line-height: 150%; text-align: left;&quot;&gt;Tentamos compreender sumariamente este fenômeno chamado bulimia e anorexia. Para o paciente que  procurar o psicólogo é importante descrever com ele as experiências, referentes ao &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;corpo que eu sou&lt;/span&gt;. É importante resgatar com o paciente situações em que tais experiências foram agradáveis, prazerosas, satisfatórias e fazê-lo pensar sobre as possibilidades de vivenciar num futuro mais imediato estas experiências: ser bela(o), ser amada(o) e ser saudável dentro das suas próprias possibilidades e condições de vida.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 35.4pt; text-indent: 36.6pt; line-height: 150%; text-align: left;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 35.4pt; text-indent: 36.6pt; line-height: 150%; text-align: left;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 35.4pt; text-align: justify; text-indent: 36.6pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6552968189191288540/posts/default/8400009759837777786'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6552968189191288540/posts/default/8400009759837777786'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andreasilveirapsicologa.blogspot.com/2008/08/anorexia-e-bulimia-uma-discusso-sobre.html' title='A anorexia e a bulimia: uma discussão sobre a relação com o corpo'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02582850286983672578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjXarXYLKCnVVXZtnB9cCtqY0fw1g96qWKuExRtg1qR5_uRtZUYO6rKsUOKsLeA_cRsH5oA07NWzTXhEh8vYL2MOz1GDnuQ78BUI6bHynpo2evkLTSjHI2nEJ41IVFzc3XuN3b2zliiMD4/s72-c/modelo.bmp" height="72" width="72"/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6552968189191288540.post-5495729917068084318</id><published>2008-06-23T10:26:00.000-07:00</published><updated>2009-10-12T11:34:27.232-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Depressão"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="desejo de ser"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="projeto de ser"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Psicoterapia"/><title type='text'>Projeto de Ser, Desejo de Ser e Depressão</title><content type='html'>&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;&quot;&gt;    Um p&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj-4jiH_f0UvXYyUXd-inuR1Lyo31HuT6ehqfLfanISgxE5NcuLN88CcJcxxZwoLrzYhYX3BfROKSbFq8kK1bNSojjuS1XKcbJiQ7K05dPRfFUMzsTgxyPZG-wIYsb0xcMqJL6315UQBS4/s1600-h/bancosozinho.bmp&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 178px; height: 145px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj-4jiH_f0UvXYyUXd-inuR1Lyo31HuT6ehqfLfanISgxE5NcuLN88CcJcxxZwoLrzYhYX3BfROKSbFq8kK1bNSojjuS1XKcbJiQ7K05dPRfFUMzsTgxyPZG-wIYsb0xcMqJL6315UQBS4/s320/bancosozinho.bmp&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5215131874239705826&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;aciente disse-me certa vez quando lhe perguntei o motivo pelo qual me procurou “Sou como morto vivo, minha vida não tem mais sentido, não tenho ânimo para levantar-me pela manhã, não sinto nenhuma alegria no meu dia-a-dia”. A depressão é vivida pelas pessoas de forma muito diversificada, mas, há algo em comum entre estas pessoas, isto é, falta-lhes sentido na vida.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;&quot;&gt;Depois de uma introdução destas cabe a pergunta “Desde quando esta falta de gosto pela vida lhe ocorre?” As respostas variam. Eis algumas delas:&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;&quot;&gt;Sra. viúva - “Bem, eu..... perdi meu marido faz alguns anos, desde então.....”&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgnL0d_XZuEmrvBVMP2pLv1jbIV73xgyp3ynwBe5jqjuNoG0M2gaF28myXqDeVrmSj1d9ieIib4HqkvBm1pPzSMF6nJ6U8S9IBa_SwhKYalvj12aDcik5cZMuISkv0VYPD9HbnYgUAa1Fg/s1600-h/s%C3%B3Banco.bmp&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 159px; height: 119px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgnL0d_XZuEmrvBVMP2pLv1jbIV73xgyp3ynwBe5jqjuNoG0M2gaF28myXqDeVrmSj1d9ieIib4HqkvBm1pPzSMF6nJ6U8S9IBa_SwhKYalvj12aDcik5cZMuISkv0VYPD9HbnYgUAa1Fg/s320/s%C3%B3Banco.bmp&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5215132766871860626&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;&quot;&gt;Sr. Cardíaco - “Quando o problema cardíaco começou, eu não pude viver mais do modo que vivia. Tive que parar com o futebol, depois agente fazia um churrasquinho, uma cervejinha... a mulher quer que eu largue o cigarro... brigamos por isso... sabe como é.”&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;&quot;&gt;Sra. Solitária - “Eu vivia para os filhos, para a família né... Nunca tive tempo para mim, eu sempre em último lugar. Agora foram todos embora. Se não bastasse os filhos... cada um numa cidade... ainda o marido me largou.... (choro)”&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;&quot;&gt;Srta. sem êxito – “Quero crescer profissionalmente, mas no mundo não há lugar para mim. Sou feia e chata...”&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;&quot;&gt;Estas queixas são todas fictícias, pois não se pode expor um paciente. Entretanto, de tão corriqueiras muitos dos que estão lendo o texto podem identificar-se com elas. O psicólogo, neste ponto, deve pensar &lt;i style=&quot;&quot;&gt;qual a relação que este paciente estabelece com o seu futuro.&lt;/i&gt; Deve pensar deste modo porque o paciente com depressão estabelece uma determinada relação com o futuro, na qual este futuro não tem sentido. “Vejo-me só, sem ninguém, e assim permanecerei”, “agora com essa cardiopatia nunca mais vou divertir-me, então é melhor não fazer mais nada”. O futuro que este paciente almeja aparece-lhe como inviabilizado.&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;&quot;&gt;É possível superar a depressão. Em primeiro lugar, é importante pensar em perspectivas mais imediatas. O que é possível viabilizar neste momento da vida. Em segundo lugar, compreender que não é possível viver o que foi vivido no passado. Havia um projeto de ser neste passado, como por exemplo, ser mãe e esposa e cuidar da família; ter amigos, fazer festas, brincar, tomar cervejas, fumar, varar a noite. Entretanto, existem elementos deste passado que podem ser vividos de uma forma diferente. Portanto, em terceiro lugar, há um novo projeto que deve ser posicionado, ser mãe de filhos adultos e independentes, curtir com os amigos, mas sem aquelas extravagâncias etc. &lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;&quot;&gt;A depressão ocorr&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgLDBhshNhAiPKiH4Ag_b0C1rJd3kIJH4HVw3TGbjGN3OEbtmzkihQrOiACrqDMFuOgQqQzA3RxTvbwrgHutEbURytGfrPBWqc9iZrur7CeEPqcTW81Nc8r6VQTGOzWJtx1JG9RMHnMe3A/s1600-h/bancojuntos.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgLDBhshNhAiPKiH4Ag_b0C1rJd3kIJH4HVw3TGbjGN3OEbtmzkihQrOiACrqDMFuOgQqQzA3RxTvbwrgHutEbURytGfrPBWqc9iZrur7CeEPqcTW81Nc8r6VQTGOzWJtx1JG9RMHnMe3A/s200/bancojuntos.JPG&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5215134062737171522&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;e a uma pessoa porque o ser-humano é desejo e projeto de ser. Desejo de ser e projeto de ser envolve a realização do desejo de ser no cotidiano. A encarnação do desejo é o projeto de ser. Na relação com o futuro desejado é que as ações cotidianas têm sentido, isto é, alimentando o desejo no dia a dia. Esta relação, com o que foi construído ao longo da história da pessoa e suas perspectivas de futuro muda, ao longo da própria história. Essa transição, em geral, apresenta alguma dificuldade. Mas, para algumas pessoas esta dificuldade aparece-lhe como inviablização do seu desejo. Ao sentir-se inviabilizada vai deixando de fazer algumas coisas, vai entristecendo-se, vai deixando de fazer ainda mais coisas até encontrar-se muito triste, sem ânimo para nada “sem sentido para a vida”.&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;&quot;&gt;O ser-humano não existe antes de fazer-se. Portanto, aí está o segredo. Fazer-se, quer dizer, abrir novos horizontes, novas perspectivas agindo nesta direção. Mesmo que no inicio seja difícil, com o acompanhamento psicológico adequado, o paciente supera a depressão, pois estabelece para si um projeto de ser, dentro das novas possibilidades que se apresentam em sua vida, que pode ser diferente do que foi, mas não menos satisfatória, ou quem sabe, ainda mais satisfatória.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:arial;font-size:78%;&quot;  &gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:arial;font-size:78%;&quot;  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6552968189191288540/posts/default/5495729917068084318'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6552968189191288540/posts/default/5495729917068084318'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andreasilveirapsicologa.blogspot.com/2008/06/projeto-de-ser-desejo-de-ser-e-depresso.html' title='Projeto de Ser, Desejo de Ser e Depressão'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02582850286983672578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj-4jiH_f0UvXYyUXd-inuR1Lyo31HuT6ehqfLfanISgxE5NcuLN88CcJcxxZwoLrzYhYX3BfROKSbFq8kK1bNSojjuS1XKcbJiQ7K05dPRfFUMzsTgxyPZG-wIYsb0xcMqJL6315UQBS4/s72-c/bancosozinho.bmp" height="72" width="72"/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6552968189191288540.post-4834748681810345316</id><published>2008-06-02T13:46:00.001-07:00</published><updated>2009-10-12T11:33:54.345-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Orientação Profissional"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Psicoterapia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Técnicas Psicoterápicas"/><title type='text'>Informações sobre técnicas psicoterápicas</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify; color: rgb(153, 51, 153);&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:arial;font-size:78%;&quot;  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 14.2pt; line-height: 150%; color: rgb(102, 51, 102); text-align: justify;&quot;&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiBGbJwIb4Lv3Kp7jBxnu1zfjXgS47TTOxWEiifM0L1nK6ManE3mHwLjyZty4l4Sk16Q4g2iEUxApAF_B4GoLLWfK8MZda9P_VjDHe1YYMuflIE7CeeWgD8QtVa_27n5lPf0N4ancyupVQ/s1600-h/psi2.bmp&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiBGbJwIb4Lv3Kp7jBxnu1zfjXgS47TTOxWEiifM0L1nK6ManE3mHwLjyZty4l4Sk16Q4g2iEUxApAF_B4GoLLWfK8MZda9P_VjDHe1YYMuflIE7CeeWgD8QtVa_27n5lPf0N4ancyupVQ/s320/psi2.bmp&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5207408257884060738&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style=&quot;color: rgb(51, 0, 51);font-size:130%;&quot; &gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;Nosso objetivo neste texto é somente apresentar algumas técnicas e estratégias de intervenção em psicologia, são elas: o &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(51, 0, 51);font-size:130%;&quot; &gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;Processo psicoterapeutico;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(51, 0, 51);&quot;&gt; o &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(51, 0, 51);font-size:130%;&quot; &gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;Aconselhamento psicológico e a Orientação Profissional.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;          &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 14.2pt; line-height: 150%; color: rgb(51, 0, 51);&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1cm; line-height: 150%; color: rgb(51, 0, 51);&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;Através da teoria e das técnicas da &lt;i style=&quot;&quot;&gt;psicologia clínica&lt;/i&gt; pode-se tratar de pacientes da terceira idade, adultos e adolescentes, bem como crianças. Os problemas mais comuns são: dúvida profissional, falta de motivação, dificuldade de concentração, dificuldades no relacionamento com a família, como o amor, com colegas de trabalho, com amigos, timidez, solidão, tristeza, depressão, esquizofrenia, entre outros. A intervenção psicológica deve servir para a superação de tais problemas, de acordo com a ética psicológica e pautada por um pensamento científico.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1cm; line-height: 150%; color: rgb(51, 0, 51);&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;O processo psicoterapeutico é constituído por 3 momentos: a avaliação psicológica ou diagnóstico, a compreensão do paciente frente ao problema, superação do problema mediante perspectivas sólidas de futuro. Sistematiza-se em sessões de 55 min. que ocorrem, geralmente, uma vez por semana.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1cm; line-height: 150%; color: rgb(51, 0, 51);&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;Além da psicoterapia, que media a superação de problemas de ordem psicológica envolvendo a personalidade do paciente há o &lt;i&gt;Aconselhamento Psicológico&lt;/i&gt;. O &lt;i&gt;Aconselhamento Psicológico &lt;/i&gt;é direcionado a problemas de ordem psicológica mais imediatos, isto é, prioriza-se uma demanda específica, como por exemplo: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1cm; line-height: 150%; color: rgb(51, 0, 51);&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;ul style=&quot;color: rgb(51, 0, 51);&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;Lidar como uma doença com risco de morte envolvendo todo o modo de vida do paciente;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;  &lt;ul style=&quot;color: rgb(51, 0, 51);&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;lidar com uma doença grave que exige mudança de hábitos de vida (cardiopatias, câncer, &lt;i&gt;diabetis &lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;etc.)&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;  &lt;ul style=&quot;color: rgb(51, 0, 51);&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;superar os impactos vividos por vítimas de acidentes traumáticos ou/e mutiladores;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;  &lt;ul style=&quot;color: rgb(51, 0, 51);&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;auxiliar no tratamento médico de pacientes com dificuldades referentes à/ao :&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;  &lt;ul style=&quot;color: rgb(51, 0, 51);&quot;&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;sexualidade – dificuldades com a ereção, impotência, problemas em relaxar durante o ato sexual, dúvidas em relação ao prazer etc.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/ul&gt;  &lt;ul style=&quot;color: rgb(51, 0, 51);&quot;&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;auto-imagem – achar-se gordo(a) mesmo que abaixo do peso, obesidade, achar-se feio(a) atrapalhando a paquera ou as relações humanas em geral etc.); &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/ul&gt;  &lt;ul style=&quot;color: rgb(51, 0, 51);&quot;&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;ansiedade – responder aos mais diversos contratempos com irritabilidade e agressão etc.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/ul&gt;  &lt;ul style=&quot;color: rgb(51, 0, 51);&quot;&gt;&lt;ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;ao tabagismo;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/ul&gt;  &lt;ul style=&quot;color: rgb(51, 0, 51);&quot;&gt;&lt;ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;alcolismo etc.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/ul&gt;  &lt;ul style=&quot;color: rgb(51, 0, 51);&quot;&gt;&lt;li&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;orientar a escolha profissional;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; line-height: 150%; color: rgb(51, 0, 51);&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1cm; line-height: 150%; color: rgb(51, 0, 51);&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;O aconselhamento psicológico sistematiza-se em 20 sessões de 55 min. cada. Os momentos que constituem o aconselhamento psicológico são os mesmos da psicoterapia, porém, extremamente direcionados pela demanda específica. O paciente receberá a orientação adequada, caso seja averiguado pela psicóloga a necessidade de passar-se do aconselhamento psicológico para o processo psicoterapeutico.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1cm; line-height: 150%; color: rgb(51, 0, 51);&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:130%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1cm; line-height: 150%; color: rgb(102, 51, 102);&quot;&gt;&lt;a style=&quot;color: rgb(51, 0, 51);&quot; onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEikRQ9qlM_MHSU3r8nzy6bGWddTSZppxTOUz0exJkL35ci6pRmTjG-gDUnWswE4d6UZVjsNJ5D__NwBDWo3YxwfatQcyvUceOq6islGQlxqyIaEU2G0IBsxyU7znoS67ARN71-rbu1X7Bo/s1600-h/imagespsi.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 126px; height: 124px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEikRQ9qlM_MHSU3r8nzy6bGWddTSZppxTOUz0exJkL35ci6pRmTjG-gDUnWswE4d6UZVjsNJ5D__NwBDWo3YxwfatQcyvUceOq6islGQlxqyIaEU2G0IBsxyU7znoS67ARN71-rbu1X7Bo/s320/imagespsi.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5207432198405905442&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(51, 0, 51);font-size:130%;&quot; &gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;Dica: é sempre importante você se informar sobre a psicologia como ciência e profissão para obter um serviço de psicologia adequado. Sobre isto acesse o link &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;a&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(51, 0, 51);font-size:130%;&quot; &gt;www.pol.org.br, que é a página do Conselho Nacional de Psicologia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1cm; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:verdana;font-size:100%;&quot;  &gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='enclosure' type='' href='http://www.pol.org.br' length='0'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6552968189191288540/posts/default/4834748681810345316'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6552968189191288540/posts/default/4834748681810345316'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andreasilveirapsicologa.blogspot.com/2008/06/informaes-sobre-tcnicas-e-estratgias-em.html' title='Informações sobre técnicas psicoterápicas'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02582850286983672578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiBGbJwIb4Lv3Kp7jBxnu1zfjXgS47TTOxWEiifM0L1nK6ManE3mHwLjyZty4l4Sk16Q4g2iEUxApAF_B4GoLLWfK8MZda9P_VjDHe1YYMuflIE7CeeWgD8QtVa_27n5lPf0N4ancyupVQ/s72-c/psi2.bmp" height="72" width="72"/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6552968189191288540.post-6075013454257584971</id><published>2008-05-26T07:40:00.000-07:00</published><updated>2009-10-12T11:35:02.638-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Escolha profissional"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Orientação Profissional"/><title type='text'>O processo de escolha profissional: da dúvida à decisão</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-family: arial;font-size:78%;&quot; &gt;Andréa Luiza da Silveira&lt;br /&gt; CRP-12/02021&lt;br /&gt; deasilveira@gmail.com&lt;br /&gt; (48) 8415-4034&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class=&quot;MsoBodyText&quot; style=&quot;text-indent: 1cm; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana;font-size:100%;&quot;  &gt;Ter recursos para prover os meios de vida e de realização pessoal é uma preocupação de jovens e adultos. Em determinada fase da vida, geralmente, as pessoas pensam em iniciar um projeto profissional através do primeiro emprego, da realização de um concurso para uma escola técnica ou para um curso superior. Pode ocorrer, no período da escolha profissional, de se viver a dúvida e a angustia. A dúvida e a angustia fazem parte da própria escolha até se chegar à decisão. Entretanto, a dúvida e a angustia podem ocorrer também, de uma forma em que a pessoa sente-se paralisada frente aos estudos, vê-se como fracassada ou se sente perdida. Então, quando a dúvida e a angústia atrapalham o processo de escolha, como lidar com elas? Uma boa opção é  recorrer-se a Orientação Profissional com um  psicólogo.  A  Orientação Profissional  auxilia o processo de escolha profissional  atacando, sobretudo, três  pontos:  o conhecimento sobre as profissões, a  relação com a aprendizagem,  as possibilidades concretas que se apresentam para aquele jovem  especificamente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoBodyText&quot; style=&quot;text-indent: 1cm; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana;font-size:100%;&quot;  &gt;Ora, é comum alimentar-se a dúvida e a angustia acreditando que se deve encontrar a verdadeira vocação. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana;font-size:100%;&quot;  &gt;Porém, a escolha jamais é definitiva.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana;font-size:100%;&quot;  &gt; O que as pessoas têm, na verdade, são &lt;i style=&quot;&quot;&gt;possibilidades,&lt;/i&gt; como, por exemplo, as condições sócios-econômicas que viabilizam certas escolhas e outras não. Para um jovem que pretende ingressar na universidade pela primeira vez existe um grande número de cursos possíveis. Para ele, a maioria dos cursos é novidade, principalmente quando ainda não teve nenhuma vivência profissional. Mas, quais são suas reais possibilidades. Para um jovem que irá prestar o primeiro vestibular, por exemplo, e sonha em ser Engenheiro Mecânico, mas precisa trabalhar. Quais estratégias ele pode lançar mão para realizar o seu sonho? A condição deste jovem é diferente da de outro jovem cujos pais são dentistas e ele pretende fazer ondontologia.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEigbxn_IQYONF9QEYU_XG-Wdjz9rwTgWXQRLfxZzw7zw4N43Lp9TgNJ-k5a3BIJtWQckFbgQ6YwpXJisfIuZ_5ytrbd7nX1eT9IwYoRPm9saKMXowH2YRbZCv4PLoOyC8kkU8Avs3zpNbE/s1600-h/imagemop1.bmp&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 308px; height: 236px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEigbxn_IQYONF9QEYU_XG-Wdjz9rwTgWXQRLfxZzw7zw4N43Lp9TgNJ-k5a3BIJtWQckFbgQ6YwpXJisfIuZ_5ytrbd7nX1eT9IwYoRPm9saKMXowH2YRbZCv4PLoOyC8kkU8Avs3zpNbE/s320/imagemop1.bmp&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5204701513443909602&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;MsoBodyText&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoBodyText&quot; style=&quot;text-indent: 1cm; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana;font-size:100%;&quot;  &gt;Os jovens, ao enfrentarem a &lt;i style=&quot;&quot;&gt;escolha &lt;/i&gt;por uma profissão, muitas vezes são pressionados pelos familiares: ter que fazer um curso que dê dinheiro, ter que fazer um curso específico segundo o sonho do pai ou da mãe, ter que passar em qualquer curso para entrar na universidade de qualquer jeito etc. A pressão, provavelmente, proporciona tensão, ansiedade, tristeza ao jovem. A pressão familiar aliada à vivência do jovem de que a primeira escolha é definitiva, isto é, para toda a vida, pode deixá-lo ainda mais em dúvida e angustiado. E, se não bastasse a  dúvida e a angustia por si só, tamanha indecisão  o atrapalha  ao estudar, pois, enfrenta dificuldades para concentrar-se.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;MsoBodyText&quot; style=&quot;text-indent: 1cm; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana;font-size:100%;&quot;  &gt;Assim, vê-se que o jovem tem influências que podem ser favoráveis a um processo de escolha seguro ou influências desfavoráveis a este processo. Resta saber como lidar com elas. É importante que o jovem ao invés de conselhos tenha aberto diante de si um &lt;i&gt;leque de possibilidades&lt;/i&gt;, isto é, condições de obter informações sobre as profissões, contato com profissionais da sua área de interesse e observar profissionais trabalhando se for permitido.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoBodyText&quot; style=&quot;text-indent: 1cm; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana;font-size:100%;&quot;  &gt;Pode-se observar que as sugestões acima são concretas. O jovem deve ser colocado frente a realidade nua e crua. E além disto, deve pensar ‘será que quero passar o resto da minha vida fazendo isto?’ ou refletir, ‘será que quero realizar esta profissão durante vários anos da minha vida?’ ‘Mas, se eu não gostar posso tentar outra coisa’. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoBodyText&quot; style=&quot;text-indent: 1cm; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana;font-size:100%;&quot;  &gt;O caso de Cal é um exemplo do que foi afirmado acima (caso e nome fictícios). O sonho de Cal era fazer medicina, desde o primeiro ano do segundo grau. Quando comunicou aos pais seu sonho eles ficaram muito felizes. Não mediram esforços para que o filho tivesse o melhor preparo. Os anos se passaram e Cal prestou o exame vestibular. Dedicou-se muito, sempre foi um bom aluno e passou no terceiro vestibular que prestou. Todos comemoraram e seus pais ficaram cheios de orgulho. Entretanto, Cal não suportou o curso de medicina. No primeiro ano viu que não queria ser médico. Não queria lidar com a doença de outras pessoas etc. Seus pais ficaram desesperados, mas Cal não abriu mão. Prestou exame novamente, desta vez para direito. E hoje, já um profissional atuante, está muito realizado como advogado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoBodyText&quot; style=&quot;text-indent: 1cm; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana;font-size:100%;&quot;  &gt;Cal soube conversar com os pais. Apesar de eles terem ficado tristes, no início, depois se alegraram com a realização do filho. No entanto, há situações difíceis, com brigas, choros, sofrimentos, isolamento do jovem. Nestes casos, a ajuda da Orientação Profissional pode ser bem vinda. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoBodyText&quot; style=&quot;text-indent: 1cm; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana;font-size:100%;&quot;  &gt;Então, a Orientação Profissional, pode ser útil para aqueles que sofrem com uma imensa dúvida e angustia. Mas também, pode ser bastante útil nas situações em que o jovem não tem a menor idéia do que gostaria de fazer. Nada lhe agrada ou tudo lhe agrada. Nunca teve experiência profissional, não sabe como é o trabalho dos pais etc. O primeiro passo deste jovem deverá ser conhecer as profissões mais de perto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoBodyText&quot; style=&quot;text-indent: 1cm; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana;font-size:100%;&quot;  &gt;O segundo passo propiciado pela Orientação Profissional, depois de se deparar com o conjunto de profissões possíveis a partir do seu contexto de vida, será a investigação do &lt;i style=&quot;&quot;&gt;projeto &lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;&quot;&gt;da pessoa: o&lt;/span&gt; que ele fez até o momento; quais os cursos que realizou; quais as suas distrações preferidas; como ele organiza a sua vida e assim por diante. Verificando-se as suas &lt;i style=&quot;&quot;&gt;ações&lt;/i&gt; cotidianas e as suas &lt;i style=&quot;&quot;&gt;qualidades &lt;/i&gt;pode-se delimitar um certo &lt;i style=&quot;&quot;&gt;perfil &lt;/i&gt;profissional. Por exemplo, uma pessoa tímida, com dificuldade em falar com as outras pessoas precisa superar está qualidade de ser tímida se quiser ser um profissional da área de Relações Públicas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoBodyText&quot; style=&quot;text-indent: 1cm; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;;font-family:Verdana;font-size:100%;&quot;  &gt;Um ponto muito importante que deve ser superado é a dificuldade de aprendizagem. A pessoa pode ter dificuldade em se concentrar, em ter disciplina para estudar, fica ansiosa na hora da prova e esquece a matéria&lt;i&gt; &lt;/i&gt;e assim por diante. Estas características vão atrapalhá-la tanto nos estudos quanto na prova do vestibular ou em outro concurso e vão atrapalha-la igualmente, nos estudos e nas provas no decorrer do curso escolhido. Esta é uma das demandas que se supera mediante a Orientação Profissional.&lt;/span&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjUmwUxWAiIV06mTmB6DcoPQ1KM71KICTVdqSvPhtuIqowqM-rcsQZC7L4vPcX_96-D7b0RbWt_YPX78Qa0enNqz8v9zRSlSRsqlAxK7dTvEcHLruymZr_cCe7dML-2N-_STpCKhr-U3Dw/s1600-h/imagemop2.bmp&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjUmwUxWAiIV06mTmB6DcoPQ1KM71KICTVdqSvPhtuIqowqM-rcsQZC7L4vPcX_96-D7b0RbWt_YPX78Qa0enNqz8v9zRSlSRsqlAxK7dTvEcHLruymZr_cCe7dML-2N-_STpCKhr-U3Dw/s320/imagemop2.bmp&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5204709983119417330&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoBodyText&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoBodyText&quot; style=&quot;text-indent: 1cm; text-align: justify; font-family: verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;Viu-se, brevemente, que a escolha deve ser pautada nos dados da realidade, tanto no que concerne às características individuais como no conjunto de possibilidades socioeconômicas e psicológicas que se apresenta a pessoa. A decisão deve ser orientada pelo psicólogo como uma escolha possível, não definitiva. A escolha possível em função de um determinado futuro que o jovem almeja. Portanto, esta escolha está ligada a outras relações da pessoa: amorosa, familiar, com os estudos, com o lazer, com os amigos. Por isso, é fundamental levar-se em conta que a escolha profissional está relacionadas a outros aspectos da vida das pessoas, pois envolve um estilo de viver.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoBodyText&quot; style=&quot;text-indent: 1cm; font-family: verdana;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6552968189191288540/posts/default/6075013454257584971'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6552968189191288540/posts/default/6075013454257584971'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andreasilveirapsicologa.blogspot.com/2008/05/o-processo-de-escolha-profissional-da.html' title='O processo de escolha profissional: da dúvida à decisão'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02582850286983672578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEigbxn_IQYONF9QEYU_XG-Wdjz9rwTgWXQRLfxZzw7zw4N43Lp9TgNJ-k5a3BIJtWQckFbgQ6YwpXJisfIuZ_5ytrbd7nX1eT9IwYoRPm9saKMXowH2YRbZCv4PLoOyC8kkU8Avs3zpNbE/s72-c/imagemop1.bmp" height="72" width="72"/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6552968189191288540.post-6064572296652754244</id><published>2008-05-19T09:37:00.000-07:00</published><updated>2009-10-12T11:36:08.688-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="emoção"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Estresse"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Psicoterapia"/><title type='text'>Estresse, emoções e problemas cardíacos.</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;Andréa Luiza da Silveira&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;CRP-12/02021&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;(48) 8415-4034&lt;br /&gt;deasilveira@gmail.com&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;&quot;&gt;    &lt;/span&gt;  &lt;p face=&quot;verdana&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot; class=&quot;MsoBodyTextIndent&quot;&gt;    Quando alguém se refere aos aspectos psicológicos que influenciam nas cardiopatias, costuma citar o estresse. Hoje em dia, é comum dizer-se das situações que nós vivemos como difíceis, sofridas e emocionantes, que elas foram estressantes. Brigou com o filho aí diz “estou estressado”. Estou trabalhando além do limite, também diz, “estou estressada”. A relação amorosa não vai bem, ainda dizem, “estamos estressados um com o outro”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 28.05pt; font-family: verdana; text-align: justify;&quot;&gt;Então, a palavra estresse, que serve para designar uma situação estremada, na qual a pessoa foi além de seu limite, está sendo utilizada para definir os mais diversos acontecimentos e emoções vividas em decorrência destes acontecimentos.&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgtXTj-nzVqkeviHF3AjWq8w9tdBt3QKHM07Ddd2R0a-SRN0iGFk_P17YbxEL8NLujmiWaNMUkCSUiMA4TEWpEYId7h9mtrB0YSEMLKU-MbM3yRrR3Gq1qO1UTNoMwSVM9fjEKcP_MMtZE/s1600-h/20070623_0644.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 126px; height: 95px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgtXTj-nzVqkeviHF3AjWq8w9tdBt3QKHM07Ddd2R0a-SRN0iGFk_P17YbxEL8NLujmiWaNMUkCSUiMA4TEWpEYId7h9mtrB0YSEMLKU-MbM3yRrR3Gq1qO1UTNoMwSVM9fjEKcP_MMtZE/s320/20070623_0644.JPG&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5202135332278794338&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 28.05pt; font-family: verdana; text-align: justify;&quot;&gt;Ora, mas o que aconteceu afinal quando briguei com meu filho e chorei depois? O que é este sofrimento que me persegue por não conseguir um entendimento com o meu amor? Por que trabalho cada vez mais e nunca é o suficiente? Mas, se formos investigar a fundo o que, de fato, está por traz de cada exemplo destes, veremos que é muito mais que um simples estresse. Viver uma situação estremada pode-se dizer dela, que foi estressante, porque esta situação fez você passar de seu limite. Mas, chorar, tremer, irritar-se, o coração acelerar, sentir vontade de sumir etc. não é estresse e sim é uma &lt;i&gt;emoção.&lt;/i&gt; Esta emoção, pode ser a ansiedade, a tristeza, misto de alegria/euforia e tristeza, etc. Entretanto, uma emoção, o tremor, as lágrimas, o coração acelerar e a tristeza ocorrem sempre, em uma situação específica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;font-family: verdana; text-align: justify;&quot; face=&quot;verdana&quot; class=&quot;MsoBodyTextIndent&quot;&gt;As pessoas lidam de formas diferentes com os impasses, em suas vidas. Estes impasses são significativos, são importantes de uma maneira especial, para cada pessoa. Portanto, o sentido da emoção é próprio da pessoa que a viveu e daquela situação específica, isto é, enquanto uma pessoa reage explodindo, brigando outra reage chorando sem conseguir conversar. Por que chorei naquela situação? O que aconteceu que nos fez brigar, perder a calma e explodir? Por que sempre fico nervoso em dadas circunstâncias? Estas são questões relevantes, que precisam ser feitas para se entender esta dinâmica psicológica caracterizada por uma forma recorrente de agir frente às situações difíceis que ocorrem na vida das pessoas, sobretudo, daquelas que sofrem de alguma cardiopatia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 28.05pt; font-family: verdana; text-align: justify;&quot;&gt;Sim! É verdade que processos emocionais podem influenciar a origem dos mais diversos tipos de doenças. Principalmente, quando a pessoa que se emociona constantemente e em diversos momentos do seu dia a dia quando se depara com dificuldades, com ocorrências que são particularmente difíceis para ela. Perante tal dificuldade, a situação que a pessoa está vivendo lhe aparece como sem saída, na vivência da falta de opção em agir para resolver o problema que se apresenta, a pessoa que se emociona age sobre si mesma chorando, desmaiando ou trancando-se num quarto escuro, sem vontade para nada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style=&quot;font-family: verdana; text-align: justify;&quot; class=&quot;MsoBodyTextIndent&quot;&gt;A maneira mais adequada de agir&lt;span style=&quot;&quot;&gt;  &lt;/span&gt;frente aos impasses seria pensar em formas de identificar quais as possibilidades para resolver-los. Por exemplo, &lt;span style=&quot;&quot;&gt; &lt;/span&gt;perguntar-se, “como fazer para resolvê-los?”. Mas, pensar e agir no sentido de resolver os problemas, os impasses e superar a tristeza, a falta de sentido na vida, o nervosismo etc., será, certamente, um aprendizado para aqueles que costumam agir no mundo através da ansiedade, da tristeza etc. Este aprendizado pode ser realizado com a ajuda de um profissional qualificado, como o psicólogo. &lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgyAEppcW-kUZiqySmSLA2x6eNAKb5ghxXtpmmduW0l6fNRb1PSw0UzPcD7DPVhKb6hlvSAGtcPFkJ2dlVoBsvzNS05o7eTF-D5D-t9xSSZZnNrMCzAevA-IHYL9c1uXp55-IIRwbGa1Xk/s1600-h/alian%C3%A7a.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 126px; height: 120px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgyAEppcW-kUZiqySmSLA2x6eNAKb5ghxXtpmmduW0l6fNRb1PSw0UzPcD7DPVhKb6hlvSAGtcPFkJ2dlVoBsvzNS05o7eTF-D5D-t9xSSZZnNrMCzAevA-IHYL9c1uXp55-IIRwbGa1Xk/s320/alian%C3%A7a.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5202152301694580850&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Neste caso, não é preciso ficar doente para cuidar do coração, que cumpre uma função orgânica fundamental. Pode ser uma atitude preventiva ter uma vida com qualidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 28.05pt; font-family: verdana; text-align: justify;&quot;&gt;Mas, para aqueles que já estão doentes, não esqueçam que, além de mudar a alimentação e mudar os hábitos do dia a dia, muitas vezes, é fundamental mudar também, a atitude frente à vida. Para tanto, é aconselhável o acompanhamento psicológico.&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 28.05pt; font-family: verdana; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Fotos: Fábio Carminati&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6552968189191288540/posts/default/6064572296652754244'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6552968189191288540/posts/default/6064572296652754244'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andreasilveirapsicologa.blogspot.com/2008/05/estresse-emoes-e-problemas-cardacos_19.html' title='Estresse, emoções e problemas cardíacos.'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02582850286983672578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgtXTj-nzVqkeviHF3AjWq8w9tdBt3QKHM07Ddd2R0a-SRN0iGFk_P17YbxEL8NLujmiWaNMUkCSUiMA4TEWpEYId7h9mtrB0YSEMLKU-MbM3yRrR3Gq1qO1UTNoMwSVM9fjEKcP_MMtZE/s72-c/20070623_0644.JPG" height="72" width="72"/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6552968189191288540.post-6714588813678239251</id><published>2008-05-13T13:05:00.000-07:00</published><updated>2009-10-12T11:37:01.536-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Psicoterapia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Superação do Problema Psicológico"/><title type='text'>Psicoterapia, uma alternativa para a superação dos problemas psicológicos.</title><content type='html'>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiVzOiRcdc01AQWoGBTR17LmbscnNRdEMEgZrytk5k2_PBODoDC4WOuVBNQj3IwaqNtxkLHMeaxDttR1n5P9OEiu6WSvw7U2C9M3JwL57KkOGXzosb3LQDbNldqDTlAezVJ8rGrxco9mec/s1600-h/IMG_5027.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 214px; height: 194px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiVzOiRcdc01AQWoGBTR17LmbscnNRdEMEgZrytk5k2_PBODoDC4WOuVBNQj3IwaqNtxkLHMeaxDttR1n5P9OEiu6WSvw7U2C9M3JwL57KkOGXzosb3LQDbNldqDTlAezVJ8rGrxco9mec/s320/IMG_5027.JPG&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5200236737690630194&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;Você já viveu alguma situação de sofrimento no trabalho, no seio familiar, no ambiente de estudos, nos grupos de amigos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;    Os problemas psicológicos, muitas vezes, começam assim, como um desconforto nas relações. As queixas mais comuns são: a timidez, a dificuldade de concentração, certa melancolia ou tristeza, as dificuldades em relação à sexualidade, a insatisfação a respeito do próprio corpo, as dificuldades em lidar com algumas situações sem se emocionar (chorar ou explodir), a insegurança em relação à profissão, as dúvidas na escolha de uma profissão, a depressão, a esquizofrenia etc. Mas é importante saber que, do mesmo modo que tais dificuldades acontecem na vida das pessoas, elas podem ser superadas.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:verdana;&quot;&gt;    &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;Resolver uma dificuldade de ordem psicológica só é possível porque a personalidade é constituída historicamente mediante &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;diversas relações. O &lt;i&gt;tempo&lt;/i&gt; é uma destas relações (passado, presente e futuro), com os &lt;i&gt;outros&lt;/i&gt; (família, amigos), com o &lt;i&gt;corpo&lt;/i&gt; e com o &lt;i&gt;mundo&lt;/i&gt; (instrumentos de trabalho e roupas). Por conseguinte, sendo estas as relações fundamentais das pessoas, é justamente nelas que se dá a complicação a nível psicológico. E, resolve-se o problema psicológico na medida que se soluciona os impasses destas relações. O trabalho do psicólogo é, exatamente, orientar através do método científico adequado, a resolução de tais problemas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class=&quot;MsoBodyTextIndent&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 26.95pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;p class=&quot;MsoBodyTextIndent&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 26.95pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;Vejamos um exemplo de uma pessoa que se complica psicologicamente em dado momento de sua história pessoal. Sr. ‘X’’ é um homem que tem um cotidiano rígido de horários precisos. Ele jamais se atrasa, é conhecido como pontual e responsável. Costuma-se dizer “com Sr.X. pode-se contar...”. No entanto, aumentaram as suas responsabilidades no trabalho ao mesmo tempo que teve que buscar, todos os dias, seu filho na escola. Sr. X tem se aborrecido. Cada vez mais tem se aborrecido e irrita-se facilmente. Quando vai buscar o filho na escola, irrita-se (emoção) profundamente com o transito (em relação ao mundo) posto que chega atrasado e sempre deixa coisas por fazer no escritório. Atualmente costuma irritar-se com os outros, já houveram alguns maus entendidos no trabalho e com sua esposa. Irrita-se quando o filho (em relação aos outros) demora para se arrumar antes de ir para a escola ou brinca na frente da escola enquanto sr. ‘X’ o espera. Então, Sr. X briga com o filho. Aliás, de repente, irrita-se facilmente e em qualquer lugar, no trabalho, em casa e até em atividades de lazer. Nosso irritado preocupa-se, pois quando se dá conta já está brigando, xingando, faz seu filho sofrer com tal atitude e magoa as pessoas. Ele mesmo já percebeu sua mudança de atitude, não consegue deixar de se irritar e não quer mais se relacionar assim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class=&quot;MsoBodyTextIndent&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 26.95pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;p class=&quot;MsoBodyTextIndent&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 26.95pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;Podemos dizer que Sr. X não está conseguindo lidar com determinadas relações em determinado contexto de sua vida. Este fato aborrece-o, visto que, não é este o pai que quer ser e o colega de trabalho que quer ser. Sr. ‘X’ gostaria que as pessoas continuassem a contar com ele sem ter medo que ele explodisse ou se irritasse. Mas para que ele consiga superar esta ‘irritação’ talvez necessite do auxilio de um profissional capacitado. A psicoterapia é uma alternativa que as pessoas têm para buscar a resolução dos problemas psicológicos, como os do sr. ‘X’. Ora, vivemos numa mesma cultura, na qual impera o corre-corre. Diz-se até que esta é a condição das pessoas modernas. Então, parece que temos senhores X’s, senhoras X’s, crianças X’s.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEif3QVCYVel-M-ggYyCuvBFEnj6PW_7Qxzo-7WVZGzTmjiefcfsDlmbbDqvmN1P3tUMdF9IlbnsFjrpQ3Tvv-8z3xImDSyUcxnwhvWVC1zDkkmVvifx35Ruthx9vH9LMSrMxBqosnZ3oaQ/s1600-h/IMG_5017.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 225px; height: 156px;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEif3QVCYVel-M-ggYyCuvBFEnj6PW_7Qxzo-7WVZGzTmjiefcfsDlmbbDqvmN1P3tUMdF9IlbnsFjrpQ3Tvv-8z3xImDSyUcxnwhvWVC1zDkkmVvifx35Ruthx9vH9LMSrMxBqosnZ3oaQ/s320/IMG_5017.JPG&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5200238541576894546&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;A psicologia está a disposição das pessoas, para que ao invés de enfrentarem suas dificuldades sozinhas possam ter retaguarda de uma ciência com metodologia adequada e segura. Sendo que, esta ciência é a psicologia.&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Fotos Fábio Carminati&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p:colorscheme colors=&quot;#ffffff,#000000,#808080,#000000,#00cc99,#3333cc,#ccccff,#b2b2b2&quot;&gt;  &lt;/p:colorscheme&gt;&lt;div shape=&quot;_x0000_s1026&quot; class=&quot;O&quot; style=&quot;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class=&quot;MsoBodyTextIndent&quot; style=&quot;text-align: center; text-indent: 26.95pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Verdana;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6552968189191288540/posts/default/6714588813678239251'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6552968189191288540/posts/default/6714588813678239251'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://andreasilveirapsicologa.blogspot.com/2008/05/psicoterapia-uma-alternativa-superao.html' title='Psicoterapia, uma alternativa para a superação dos problemas psicológicos.'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02582850286983672578</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiVzOiRcdc01AQWoGBTR17LmbscnNRdEMEgZrytk5k2_PBODoDC4WOuVBNQj3IwaqNtxkLHMeaxDttR1n5P9OEiu6WSvw7U2C9M3JwL57KkOGXzosb3LQDbNldqDTlAezVJ8rGrxco9mec/s72-c/IMG_5027.JPG" height="72" width="72"/></entry></feed>