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&lt;br /&gt;
Começei a utilizar o teclado Swype quando adquiri um celular Samsung Galaxy Ace. Imediatamente notei que se tratava de uma forma revolucionária e altamente eficiente para entrada de texto. Com o teclado Swype, ao invés de pressionar uma tecla por vez para digitar uma palavra, deslizamos o dedo pela tela sobre as letras que formam as palavras e o programa aprende a reconhecer as palavras corretas conforme nossas preferências.&lt;br /&gt;
Meu computador atual é um Acer Iconia W500. Escolhi este tablet por executar sistemas operacionais como o Windows ou o Linux nativamente e por ser mais leve e mais versátil que um netbook. É evidente que boa parte do tempo sou obrigado a utilizar o teclado virtual do Windows, que nem possui previsão de entrada para a língua portuguesa. Logo, é evidente que fiquei feliz ao saber dos rumos que os teclados Swype e seu rival SlideIT estariam disponíveis para o Windows.&lt;br /&gt;
O problema é que vivemos numa época na qual as empresas de tecnologia, ao negociarem seus produtos, deixaram de se preocupar com o usuário final e passaram a se preocupar apenas com o dinheiro que podem ganhar ou deixar de perder com as outras empresas da área. É uma época realmente lamentável na qual existe grande capacidade para inovação, mas que engessa inovação pela forma de fazer negócios.&lt;br /&gt;
O teclado Swype já existe para o Windows, mas é distribuído apenas com computadores de algumas marcas, como é o caso do HP Slate 2 e do Samsung Slate Series 7, tablets que ou possuem características muito específicas, como uma tela muito pequena, ou que são simplesmente caros demais pelo o que oferecem.&lt;br /&gt;
Já o teclado SlideIT, após vários rumores de que seria lançado para Windows, inclusive com indicações sobre isso no próprio site, como pode ser visto na imagem abaixo:&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-quwlJ1Zf9i8/TyAotj4w4ZI/AAAAAAAAB2M/rc2-NVK_b1M/s1600/DASUR.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="171" src="http://2.bp.blogspot.com/-quwlJ1Zf9i8/TyAotj4w4ZI/AAAAAAAAB2M/rc2-NVK_b1M/s320/DASUR.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Página da DASUR, empresa proprietaria do SlideIT. Note o logo&lt;br /&gt;do Windows Tablet PC. &lt;i&gt;&lt;b&gt;"Not in a near future"&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;.&lt;/td&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;br /&gt;
 Então, escrevi um e-mail para a DASUR, perguntando quando que seria lançado o SlideIT para Windows, e a resposta foi a seguinte:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;
from: DASUR TEAM Support@mobiletextinput.com&lt;br /&gt;to: xxxxxxxxxxxxxxxxxxx&lt;br /&gt;date: Mon, Dec 19, 2011 at 7:15 AM&lt;br /&gt;subject: Re: When SlideIT Keyboard will come to Windows 7 Tablets???&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Not in the near future.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Best Regards,&lt;br /&gt;-----&lt;br /&gt;Baruch Burstein&lt;br /&gt;Technical Support Department Manager&lt;br /&gt;Dasur Team&lt;br /&gt;newlogo_dasur_slideit.png&lt;br /&gt;Have a look at our FAQ at http://www.mobiletextinput.com/FAQ/ !&lt;br /&gt;Join us on Facebook at http://www.facebook.com/SlideIT&lt;br /&gt;+1 us on Google+ https://plus.google.com/110336774428399065448/posts&lt;/blockquote&gt;
Como pode ser visto, embora estejam alardeando que o SlideIT virá para o Windows, a resposta da empresa é que &lt;b&gt;isso não irá acontecer em um futuro próximo&lt;/b&gt;...&lt;br /&gt;
Mas, como a forma de entrada de texto do Swype não é uma ideia tão nova, é apenas uma ideia que se tornou interessante na medida que os dispositivos móveis com touchscreen se popularizaram, imaginei que encontraria algo para o Windows e para o Linux.&lt;br /&gt;
Depois de muito procurar encontrei o teclado&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;a href="http://www.iliumsoft.com/site/fp/inscribe.php"&gt;&lt;b&gt;InScribe&lt;/b&gt;, da Ilium Software&lt;/a&gt;, e o teclado &lt;a href="http://www.almaden.ibm.com/u/zhai/shapewriter_research.htm"&gt;&lt;b&gt;ShapeWriter&lt;/b&gt;, da IBM&lt;/a&gt;. Para o Linux, infelizmente, ainda não encontrei nada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;O teclado InScribe&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O teclado &lt;a href="http://www.iliumsoft.com/site/fp/inscribe.php"&gt;&lt;b&gt;InScribe&lt;/b&gt;, da Ilium Software&lt;/a&gt;, é gratuito para uso pessoal, e é um teclado virtual que funciona de forma um pouco diferente do Swype ou do SlideIT. No InScribe, a medida que você arrasta o dedo sobre a tela, a palavra vai ser inserida no aplicativo no qual se está escrevendo. Existem dois pontos negativos no InScribe: ele não permite acentuar as palavras e seu mecanismo de previsão não funciona muito bem para palavras em português nas quais o caminho se sobrepõe. Contudo, é possível escrever em português com ele e sua taxa de acertos é bem grande. Sem dúvida é um programa que se fosse mais desenvolvido seria excelente. Ele funciona no Windows XP/Vista/7 (testei ele no 7). Outra ideia interessante que é própria do InScribe é que o teclado é translúcido, de forma que não ocupa o escasso espaço das telas dos tables.&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-lJZTP8BX_qs/TyAsmCW5mFI/AAAAAAAAB2U/htkLjC8X_lc/s1600/inscribe_virtual_keyboard.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-lJZTP8BX_qs/TyAsmCW5mFI/AAAAAAAAB2U/htkLjC8X_lc/s320/inscribe_virtual_keyboard.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;O teclado InScribe e sua aparência translúcida.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
O link para a página do InScribe é: &lt;a href="http://www.iliumsoft.com/site/fp/inscribe.php"&gt;http://www.iliumsoft.com/site/fp/inscribe.php&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;O teclado ShapeWriter da IBM&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O teclado &lt;a href="http://www.almaden.ibm.com/u/zhai/shapewriter_research.htm"&gt;ShapeWriter&lt;/a&gt; foi desenvolvido no renomado Instituto Almaden, e estava disponível para download até que o Swype e o SlideIT começaram a chamar a atenção. Atualmente não é mais possível baixar o ShapeWriter no site da IBM, mas até a presente data é possível baixá-lo no site da CNET. O ShapeWriter funciona bem para escrever na língua inglesa, possui previsão de texto com um dicionário relativamente grande e uma série de funções. Não consegui escrever na língua portuguesa com ele. Sua desvantagem com relação aos outros teclados do tipo swype é a interface pouco amigável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ShapeWriter pode ser baixado aqui: &lt;a href="http://download.cnet.com/ShapeWriter/3000-2367_4-10907428.html"&gt;http://download.cnet.com/ShapeWriter/3000-2367_4-10907428.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;InScribe ou ShapeWriter?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para nós, brasileiros, sem dúvida que o InScribe é a melhor opção, ainda que possua muitas limitações para a nossa língua. Falantes da língua inglesa podem escolher tanto um quanto o outro, dependendo das funcionalidades que desejam. Pessoalmente, gostei muito do InScribe por ser um programa muito leve e pela interface translúcida, que é uma vantagem óbvia porém que não foi implementada por nenhum dos outros teclados virtuais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;Outras considerações&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quem quer experimentar um teclado Swype no celular e não possui um celular Samsung e não quer pagar pelo SlideIT, pode optar pelo &lt;a href="http://www.cootek.com/"&gt;&lt;b&gt;TouchPal Keyboard da Cooktek&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;. Ele é gratuito, é mais responsivo que o SlideIT e possui uma interface melhor. Sua única desvantagem é o dicionário em português, que não é muito grande. Mas como ele é capaz de aprender novas palavras, com uma semana de uso isso deixa de ser problema.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7074595750782440779-6722906207936259221?l=psicologiarg.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://psicologiarg.blogspot.com/2012/01/swype-para-windows-com-inscribe-ou.html</link><author>noreply@blogger.com (Claudio Drews)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-quwlJ1Zf9i8/TyAotj4w4ZI/AAAAAAAAB2M/rc2-NVK_b1M/s72-c/DASUR.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7074595750782440779.post-5871824305161720167</guid><pubDate>Mon, 21 Nov 2011 00:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-20T22:14:19.474-02:00</atom:updated><title /><description>Como é possível notar, o blog está passando por modificações no intuito de deixá-lo mais moderno. Estou aberto a sugestões.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7074595750782440779-5871824305161720167?l=psicologiarg.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://psicologiarg.blogspot.com/2011/11/como-e-possivel-notar-o-blog-esta.html</link><author>noreply@blogger.com (Claudio Drews)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7074595750782440779.post-7374581057127888759</guid><pubDate>Mon, 14 Nov 2011 15:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-14T13:18:53.850-02:00</atom:updated><title>Minha TinyUrl</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-0xsCakN8ohY/TsExR-rvr8I/AAAAAAAAB1Q/XkqncZMsEEE/s1600/chart.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-0xsCakN8ohY/TsExR-rvr8I/AAAAAAAAB1Q/XkqncZMsEEE/s1600/chart.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
TinyUrl personalizada:&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
 &lt;a href="http://tinyurl.com/crdrews"&gt;http://tinyurl.com/crdrews&lt;/a&gt; :)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7074595750782440779-7374581057127888759?l=psicologiarg.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://psicologiarg.blogspot.com/2011/11/minha-tinyurl.html</link><author>noreply@blogger.com (Claudio Drews)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-0xsCakN8ohY/TsExR-rvr8I/AAAAAAAAB1Q/XkqncZMsEEE/s72-c/chart.png" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7074595750782440779.post-3324495478276205622</guid><pubDate>Thu, 06 Oct 2011 02:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-05T23:47:36.465-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">poesias</category><title>Lo más hermoso es el atardecer</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Eqv5jC1j13w/To0Wc4pTdLI/AAAAAAAAB1E/d8F9a5Y6SIE/s1600/Fotos-Rio_Grande-03.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="92" src="http://1.bp.blogspot.com/-Eqv5jC1j13w/To0Wc4pTdLI/AAAAAAAAB1E/d8F9a5Y6SIE/s320/Fotos-Rio_Grande-03.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
Lo más hermoso es el atardecer.&lt;br /&gt;
Todo el amor que el cielo contiene&lt;br /&gt;
se ha juntado en luz sombría sobre el mundo,&lt;br /&gt;
sobre las casas de la tierra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todo es ternura, todo es acariciado como por manos,&lt;br /&gt;
el señor mismo borra orillas lejanas;&lt;br /&gt;
todo está lejos, todo está cerca.&lt;br /&gt;
Todo es dado al hombre como préstamo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todo es mío y todo lo perderé.&lt;br /&gt;
En breve todo lo perderé.&lt;br /&gt;
Árboles, cielo, la tierra que piso.&lt;br /&gt;
Caminaré sólo sin huellas.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: right;"&gt;
Pär Lagerkvist&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: right;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;b&gt;Como disponibilizado em:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://ave-luna.blogspot.com/2011/05/lo-mas-hermoso-es-el-atardecer-par.html"&gt;http://ave-luna.blogspot.com/2011/05/lo-mas-hermoso-es-el-atardecer-par.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7074595750782440779-3324495478276205622?l=psicologiarg.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://psicologiarg.blogspot.com/2011/10/lo-mas-hermoso-es-el-atardecer.html</link><author>noreply@blogger.com (Claudio Drews)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-Eqv5jC1j13w/To0Wc4pTdLI/AAAAAAAAB1E/d8F9a5Y6SIE/s72-c/Fotos-Rio_Grande-03.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7074595750782440779.post-6558226674156742888</guid><pubDate>Sat, 24 Sep 2011 21:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-05T23:47:47.864-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">poesias</category><title>Límites</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://1.gvt0.com/vi/Hd6i90zIN90/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Hd6i90zIN90&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;

&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;

&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/Hd6i90zIN90&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&amp;nbsp;&lt;b&gt;Límites&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De estas calles que ahondan el poniente,&lt;br /&gt;
una habrá (no sé cual) que he recorrido&lt;br /&gt;
ya por última vez, indiferente&lt;br /&gt;
y sin adivinarlo, sometido&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a quien prefija omnipotente normas&lt;br /&gt;
y una secreta y rígida medida&lt;br /&gt;
a las sombras, los sueños y las formas&lt;br /&gt;
que destejan y tejan esta vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Si para todo hay término y hay tasa&lt;br /&gt;
y última vez y nunca más olvido,&lt;br /&gt;
¿quién nos dirá de quién, en esta casa,&lt;br /&gt;
sin saberlo, nos hemos despedido?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tras el cristal ya gris la noche cesa,&lt;br /&gt;
y del alto de libros que nos trunca&lt;br /&gt;
sombra dilata por la vaga mesa,&lt;br /&gt;
alguno habrá que no leeremos nunca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hay en el Sur más de un portón gastado&lt;br /&gt;
con sus jarrones de manpostería&lt;br /&gt;
y tunas, que a mi paso está vedado&lt;br /&gt;
como si fuera una litografía.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para siempre cerraste alguna puerta&lt;br /&gt;
y hay un espejo que te aguarda en vano;&lt;br /&gt;
la encrucijada te parece abierta&lt;br /&gt;
y la vigilia, cuadrifonte, Jano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hay, entre todas tus memorias, una&lt;br /&gt;
que se ha perdido irreparablemente;&lt;br /&gt;
no te verán bajar a aquella fuente&lt;br /&gt;
ni el blanco sol ni la amarilla luna.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No volverá tu voz a lo que el persa&lt;br /&gt;
dijo en su lengua de aves y de rosas,&lt;br /&gt;
cuando el ocaso, ante la luz, dispersa,&lt;br /&gt;
quieras decir inolvidables cosas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
¿Y el incesante Ródano y el lago,&lt;br /&gt;
todo es ayer sobre el cual hoy me inclino?&lt;br /&gt;
Tan perdido estará como Cartago&lt;br /&gt;
que con fuego y con mal borró el latino.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Creo en el alba oír un atareado&lt;br /&gt;
runor de multitudes que se alejan;&lt;br /&gt;
son lo que me ha querido y olvidado;&lt;br /&gt;
espacio y tiempo y Borges ya me dejan. &lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: right;"&gt;
Jorge Luis Borges (1964)&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Àqueles, cujos nomes e vidas foram esquecidos por todos. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7074595750782440779-6558226674156742888?l=psicologiarg.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://psicologiarg.blogspot.com/2011/09/limites.html</link><author>noreply@blogger.com (Claudio Drews)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7074595750782440779.post-9067399925494951096</guid><pubDate>Sun, 31 Jul 2011 22:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-31T21:10:10.868-03:00</atom:updated><title>Extrato de Canela e o Mal de Alzheimer</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sábado, dia 30 de julho, estava lendo &lt;a href="http://psicologiapararefletir.blogspot.com/2011/05/o-que-e-importante-saber-na-fase-leve.html"&gt;um &lt;span style="font-style: italic;"&gt;post&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; do blog &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Psicologia para Refletir&lt;/span&gt; da Jéssica Calderon, por indicação de um contato do Facebook. Como achei interessante o primeiro &lt;span style="font-style: italic;"&gt;post&lt;/span&gt; que li, resolvi dar uma olhada nos demais &lt;span style="font-style: italic;"&gt;posts&lt;/span&gt; do blog. O &lt;a href="http://psicologiapararefletir.blogspot.com/2011/06/estudo-mostra-que-canela-ajuda-combater.html"&gt;último &lt;span style="font-style: italic;"&gt;post&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; realizado no blog da Jéssica, datado do dia 30 de junho de 2011, falava sobre &lt;a href="http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2011/06/22/estudo-mostra-que-canela-ajuda-combater-alzheimer-924746266.asp#ixzz1QoprOm19"&gt;uma reportagem publicada no &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Jornal O Globo&lt;/span&gt; em 22 de junho&lt;/a&gt;, que divulgava &lt;a href="http://www.plosone.org/article/info:doi/10.1371/journal.pone.0016564"&gt;um estud&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.plosone.org/article/info:doi/10.1371/journal.pone.0016564"&gt;o&lt;/a&gt; realizado em Israel sobre o potencial da canela para combater o Mal de Alzheimer.&lt;br /&gt;O Mal de Alzheimer, ou demência senil do tipo Alzheimer, é a forma mais comum de demência. É incurável, degenerativa e terminal, e foi descrita inicialmente por Alois Alzheimer em 1906, recebendo seu nome. É um mal geralmente diagnosticado em pessoas com mais de 65 anos de idade, embora estudos atuais indiquem que seu início se dá muito mais cedo.  Em 2006, a estimativa era de que mais de 26 milhões de pessoas no mundo inteiro sofriam da doença. Com o aumento da expectativa de vida, especialmente nos países industrializados, o Mal de Alzheimer deve tornar-se cada vez mais comum.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Alzheimer%27s_disease"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 180px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-UNYKTd_ET1E/TjXUdNkmSZI/AAAAAAAABzQ/PSN1ANWL5LI/s400/800px-COMPARISONSLICE_HIGH.JPG" alt="Comparison of a normal aged brain (left) and an Alzheimer's patient's brain (right). Differential characteristics are pointed out." id="BLOGGER_PHOTO_ID_5635644107048503698" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Há algum tempo eu vinha lendo tudo o que podia encontrar sobre a Doença de Alzheimer, recorrendo aos livros, &lt;a href="http://www.sciencedaily.com/news/mind_brain/alzheimer%27s/"&gt;publicações científicas&lt;/a&gt; e web-sites como o &lt;a href="http://portal.saude.gov.br/saude/visualizar_texto.cfm?idtxt=21062"&gt;Portal da Saúde&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.nia.nih.gov/Alzheimers/Publications/adfact.htm"&gt;NIA&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.mayoclinic.com/health/alzheimers-disease/DS00161"&gt;MayoClinic&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.webmd.com/alzheimers/default.htm"&gt;WebMD&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Alzheimer%27s_disease"&gt;Wikipedia&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.nlm.nih.gov/medlineplus/alzheimersdisease.html"&gt;MedlinePlus&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.alz.org/"&gt;Alzheimer's Association&lt;/a&gt;, etc. Resumindo tudo o que havia lido até então, além das medicações &lt;a href="http://www.aricept.com/assets/pdf/AriceptComboFullPINovember2010.pdf"&gt;Donepezil&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.razadyneer.com/sites/default/files/shared/pi/razadyne_er.pdf#zoom=100"&gt;Galantamina&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.pharma.us.novartis.com/product/pi/pdf/exelon.pdf"&gt;Rivastigmina&lt;/a&gt; e de algumas drogas que ainda estão longe de chegar ao mercado, havia apenas os efeitos potencialmente benéficos do &lt;a href="http://www.nlm.nih.gov/medlineplus/marijuana.html"&gt;THC&lt;/a&gt; sobre o curso da doença. O problema é que, até onde sei, é virtualmente impossível obter legalmente doses terapêuticas de THC no Brasil, e o &lt;a href="http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0308814605005741"&gt;composto alternativo&lt;/a&gt;, derivado do &lt;a href="http://www.nlm.nih.gov/medlineplus/druginfo/natural/662.html"&gt;açafrão&lt;/a&gt; (cúrcuma), não é facilmente metabolizado para essa finalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.ualberta.ca/%7Ecsps/JPPS8%281%29/L.Pari/thc.htm"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 355px; height: 111px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-FTv32HC28Lc/TjXheXBAqOI/AAAAAAAABzY/WmUgzusYST8/s400/THC2.gif" alt="tetrahydrocurcumin" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5635658420414621922" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;De qualquer jeito, todos os métodos alternativos ou complementares de tratamento para a doença de Alzheimer sobre os quais eu havia lido, incluindo o THC e as terapias de reabilitação, traziam apenas benefícios moderados, se muito. A melhor forma de abordar e enfrentar a doença continua sendo uma combinação de acompanhamento médico adequado, farmacoterapia, cuidados redobrados com a saúde geral, alimentação saudável rica em antioxidantes, exercícios físicos e atividade mental, tudo com um bom suporte psicossocial/familiar. Evidentemente que não são mudanças facilmente realizáveis na rotina de um núcleo familiar, embora sejam necessárias.&lt;br /&gt;Mas então tive contato com o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;post&lt;/span&gt; no blog da Jéssica e resolvi me informar. Em &lt;a href="http://chemistry-today.teknoscienze.com/pdf/anderson%20agro_06-08.pdf"&gt;2008, Cao, Qin e colaboradores do Beltsville Human Nutrition Research Center (BHNRC)&lt;/a&gt; falavam dos efeitos antioxidantes, antiinflamatórios e neuroprotetivos promovidos no organismo pelo consumo de chá verde e de extrato de canela. Em &lt;a href="http://iospress.metapress.com/content/06h5g61751404678/"&gt;2009, Peterson, George e colaboradores, da Universidade da Califórnia e do BHNRC&lt;/a&gt;, publicaram no Journal of Alzheimer's Disease os resultados do uso do extrato aquoso de canela (&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/File:Cinnamomum_Verum_vs_Cinnamomum_Burmannii.jpg"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Cinnamomum verum&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;) para inibir agregação patológica da proteína tau &lt;span style="font-style: italic;"&gt;in vitro&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cinnamon"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 131px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-Mlztk3BjZGU/TjXmQtIo9HI/AAAAAAAABzo/eTC_KipSfGE/s400/Cinnamomum_Verum_vs_Cinnamomum_Burmannii.jpg" alt="Dois tipos de canela." id="BLOGGER_PHOTO_ID_5635663683392173170" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Em 2009 já havia sido feito &lt;a href="http://www.wipo.int/patentscope/search/en/WO2010041252"&gt;um pedido de patente&lt;/a&gt; visando o uso do extrato de canela para o tratamento de doenças associadas aos amiloides (fibras proteicas). O pedido teve origem na &lt;a href="http://www.tau.ac.il/units-eng.html"&gt;Universidade de Tel Aviv&lt;/a&gt;. O que diz o pedido de patente: "1. O uso do extrato da casca de canela para o preparo de composto farmacêutico para o tratamento ou prevenção de doenças associadas a um amiloide, tal extrato tendo ou um mais dos seguintes: a) uma absorção de 280nm de 10-20 O.D./mg. cm., b) um peso molecular maior que ou igual a 1OkDa, e c) obtido da extração por processo livre de solventes orgânicos, que compreende a exposição da casca de canela moída à água ou solução aquosa, com o fim de obter tal extrato. [...]" Resumindo em bom português: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;chá de canela&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por fim, em 2011, Frydman-Marom, Levin e colaboradores, da Universidade de Tel Aviv, publicaram o seguinte artigo na revista &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;PLoSOne&lt;/span&gt;: &lt;a href="http://www.plosone.org/article/info:doi/10.1371/journal.pone.0016564"&gt;Extrato de Canela Administrado por Via Oral Reduz a Oligomerização de β-Amiloides e Corrige o Comprometimento Cognitivo em Modelos Animais da Doença de Alzheimer&lt;/a&gt;. Artigo que deu origem à notícia no jornal O Globo e no blog da Jéssica.&lt;br /&gt;O que temos é que o extrato de canela já se mostrou útil &lt;span style="font-style: italic;"&gt;in vitro&lt;/span&gt; e no modelo animal, sendo que o próximo passo são &lt;span style="font-style: italic;"&gt;trials&lt;/span&gt; com seres humanos para originar algum tipo de fármaco para o tratamento de doenças como o Alzheimer. Esse tipo de estudo geralmente leva anos, consome muito dinheiro e resulta em medicamentos caros. Uma substância que pode ilustrar esse processo é o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Azul_de_metileno"&gt;azul de metileno&lt;/a&gt;, um dos corantes mais ordinários, mas que quando é transformado em Cymbalta (Duloxetina), Reductil (Sibutramina), Efexor (Venlafaxina), Anafranil (Clomipramina) ou Tofranil (Imipramina) se torna um rentável produto para as farmacêuticas.&lt;br /&gt;Até lá, quando lançarem alguma boleta com nome estranho e cheia de efeitos colaterais a base de extrato de canela, pode ser uma boa ideia um chazinho de canela para aquecer o peito antes do dormir; sem descuidar, evidentemente, das recomendações médicas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7074595750782440779-9067399925494951096?l=psicologiarg.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://psicologiarg.blogspot.com/2011/07/canela-e-alzheimer.html</link><author>noreply@blogger.com (Claudio Drews)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-UNYKTd_ET1E/TjXUdNkmSZI/AAAAAAAABzQ/PSN1ANWL5LI/s72-c/800px-COMPARISONSLICE_HIGH.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7074595750782440779.post-5637525462742283891</guid><pubDate>Sat, 30 Jul 2011 19:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-30T18:30:01.050-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">informática</category><title>Links Úteis</title><description>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Portais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.capes.gov.br/"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior)&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.periodicos.capes.gov.br/"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Portal de Periódicos do CAPES&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Portal de Periódicos, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), é uma biblioteca virtual que reúne e disponibiliza a instituições de ensino e pesquisa no Brasil o melhor da produção científica internacional. Ele conta com um acervo de mais de 29 mil títulos com texto completo, 130 bases referenciais, nove bases dedicadas exclusivamente a patentes, além de livros, enciclopédias e obras de referência, normas técnicas, estatísticas e conteúdo audiovisual.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a style="font-weight: bold;" href="http://capesdw.capes.gov.br/capesdw/"&gt;Banco de Teses do CAPES&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://regional.bvsalud.org/"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;BVS (Biblioteca Virtual em Saúde)&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-weight: bold;" href="http://new.paho.org/bireme/"&gt;BIREME (Biblioteca Regional de Medicina)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde, também conhecido pelo seu nome original Biblioteca Regional de Medicina (BIREME), é um centro especializado da Organização Pan-Americana da Saúde / Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), orientado à cooperação técnica em informação científica em saúde. A sede da BIREME está localizada no Brasil, no campus central da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), desde a sua criação, em 1967, conforme acordo entre a OPAS e o Governo do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://lilacs.bvsalud.org/"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;LILACS (Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde)&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;LILACS é o mais importante e abrangente índice da literatura científica e técnica da América Latina e Caribe. Há 25 anos contribuindo para o aumento da visibilidade, acesso e qualidade da informação em saúde na Região.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bvsmodelo.bvsalud.org/"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Modelo da Biblioteca Virtual em Saúde&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.capes.gov.br/avaliacao/qualis"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Qualis Periódicos CAPES&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Qualis é o conjunto de procedimentos utilizados pela Capes para  estratificação da qualidade da produção intelectual dos programas de  pós-graduação. Tal processo foi concebido para atender as necessidades  específicas do sistema de avaliação e é baseado nas informações  fornecidas por meio do aplicativo Coleta de Dados. Como resultado,  disponibiliza uma lista com a classificação dos veículos utilizados  pelos programas de pós-graduação para a divulgação da sua produção.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://www.scielo.org/php/index.php?lang=pt"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;SciELO (Scientific Electronic Library Online)&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Coleção de revistas e artigos científicos. Possui uma grande variedade de temas relacionados à filosofia, com artigos completos disponíveis para download.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://webofknowledge.com/"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Web of Knowledge&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;(&lt;a href="http://wokinfo.com/products_tools/multidisciplinary/webofscience/"&gt;ISI Web of Science&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Web of Knowledge is an integrated Web-based platform that provides high-quality content and the tools to access, analyze, and manage research information.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://thomsonreuters.com/products_services/science/science_products/a-z/journal_citation_reports/"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;JCR (Journal Citation Reports)&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;em style="font-style: italic;"&gt;Journal Citation Reports&lt;/em&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; &lt;/span&gt;offers a systematic, objective means  to critically evaluate the world's leading journals, with quantifiable,  statistical information based on citation data. By compiling articles'  cited references, &lt;em&gt;JCR Web&lt;/em&gt; helps to measure research influence  and impact at the journal and category levels, and shows the  relationship between citing and cited journals. Available in Science and  Social Sciences editions. &lt;br /&gt;&lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.consort-statement.org/"&gt;CONSORT (Consolidated Standards of Reporting Trials)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;CONSORT, which stands for Consolidated Standards of Reporting Trials,  encompasses various initiatives developed by the CONSORT Group to  alleviate the problems arising from inadequate reporting of randomized  controlled trials (RCTs).&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.strobe-statement.org/"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;STROBE (Strengthening the Reporting of Observational studies in Epidemiology)&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;STROBE stands for an international, collaborative initiative of epidemiologists, methodologists, statisticians, researchers and journal editors involved in the conduct and dissemination of observational studies, with the common aim of Strengthening the Reporting of Observational studies in Epidemiology.&lt;br /&gt;&lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www2.datasus.gov.br/DATASUS/index.php"&gt;Portal DATASUS / Tabnet&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.ibge.gov.br/cidadesat/topwindow.htm?1"&gt;IBGE - Cidades@&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-weight: bold;" href="https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/"&gt;CIA World Factbook&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Descritores em Ciências da Saúde (palavras-chave)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://decs.bvs.br/"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;DeCS - Descritores em Ciências da Saúde&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O vocabulário estruturado e trilíngue DeCS - Descritores em Ciências da Saúde foi criado pela BIREME para servir como uma linguagem única na indexação de artigos de revistas científicas, livros, anais de congressos, relatórios técnicos, e outros tipos de materiais, assim como para ser usado na pesquisa e recuperação de assuntos da literatura científica nas fontes de informação disponíveis na Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) como LILACS, MEDLINE e outras.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/mesh"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;MeSH&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;MeSH (Medical Subject Headings) is the NLM controlled vocabulary thesaurus used for indexing articles for PubMed.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Software&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Gerenciamento Bibliográfico&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.endnote.com/"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;EndNote - Bibliographies Made Easy&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; (&lt;a href="http://www.scribd.com/doc/50542072/Introducao-ao-uso-do-EndNote-X1"&gt;tutorial em português&lt;/a&gt;) &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Obs.:&lt;/span&gt; Compatível apenas com o Microsoft Office.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.zotero.org/"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Zotero&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; (&lt;a href="http://www.scribd.com/doc/50336426/ZOTERO-Uma-opcao-ao-EndNote"&gt;tutorial em português&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Zotero [zoh-TAIR-oh] is a free, easy-to-use tool to help you collect, organize, cite, and share your research sources. It lives right where you do your work—in the web browser itself. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Obs.:&lt;/span&gt; Compatível com o OpenOffice / BrOffice e com o Microsoft Office.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.mendeley.com/"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mendeley&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mendeley is a free reference manager and academic social network that can help you organize your research, collaborate with others online, and discover the latest research.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Banco de Dados&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://wwwn.cdc.gov/epiinfo/"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Epi Info&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; (&lt;a href="http://wwwn.cdc.gov/epiinfo/html/ei6_downloads.htm"&gt;versão 6.04d&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;Epi Info é um software de domínio público criado pelo CDC (Centers for Disease Control and Prevention, em português Centro para o controle e prevenção de doenças) voltado a área da saúde na parte de epidemiologia. Ele visa a atender uma necessidade emergente em todo o planeta: o gerenciamento e a análise de bancos de informações individualizados e em constante renovação. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Obs.:&lt;/span&gt; Usar o &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.dosbox.com/"&gt;DOSBox&lt;/a&gt; para rodar o EpiInfo 6.04d no Linux e no Windows 7.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Análise Estatística&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.ibm.com/software/analytics/spss/"&gt;SPSS (Statistical Package for the Social Sciences)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;SPSS is a computer program used for survey authoring and deployment (IBM SPSS Data Collection), data mining (IBM SPSS Modeler), text analytics, statistical analysis, and collaboration &amp;amp; deployment (batch &amp;amp; automated scoring services). &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Obs.:&lt;/span&gt; Para visualizar arquivos de versões antigas do SPSS, utilizar o &lt;a href="http://support.spss.com/ProductsExt/SPSS/Documentation/Statistics/LegacyViewer/readme.html"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;SPSS Legacy Viewer Utility&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.stata.com/"&gt;STATA &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Stata is a general-purpose statistical software package created in 1985 by StataCorp. It is used by many businesses and academic institutions around the world. Most of its users work in research, especially in the fields of economics, sociology, political science, biomedicine and epidemiology.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://www.r-project.org/"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;The R Project for Statistical Computing&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;R is a language and environment for statistical computing and graphics. It is a GNU project which is similar to the S language and environment which was developed at Bell Laboratories (formerly AT&amp;amp;T, now Lucent Technologies) by John Chambers and colleagues. R can be considered as a different implementation of S. There are some important differences, but much code written for S runs unaltered under R.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Análise Textual&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://neon.niederlandistik.fu-berlin.de/en/textstat/"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;TextSTAT - Simple Text Analysis Tool (Concordance software)&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;TextSTAT is a simple programme for the analysis of texts. It reads plain text files (in different encodings) and HTML files (directly from the internet) and it produces word frequency lists and concordances from these files. This version includes a web-spider which reads as many pages as you want from a particular website and puts them in a TextSTAT-corpus. The new news-reader, too, puts news messages in a TextSTAT-readable corpus file. TextSTAT reads MS Word and OpenOffice files. No conversion needed, just add the files to your corpus.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.antlab.sci.waseda.ac.jp/software.html"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;AntConc&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A freeware concordance program for Windows, Macintosh OS X, and Linux.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Análise de Argumentos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://argumentative.sourceforge.net/"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Argumentative&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Argumentative is software for manipulating Argument Maps - the structural and visual representation of arguments. Argument maps help to make decisions clearer or assist in formulating a position on an issue.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Suítes de Aplicativos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.openoffice.org/"&gt;OpenOffice.org&lt;/a&gt; (variações: &lt;a href="http://broffice.org/"&gt;BrOffice.org&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.libreoffice.org/"&gt;LibreOffice.org&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;OpenOffice.org é uma suíte de aplicativos para escritório livres multiplataforma, distribuída para Microsoft Windows, Unix, Solaris, Linux e Mac OS X, mantida pela Oracle. A suíte usa o formato ODF (OpenDocument) — formato homologado como ISO/IEC 26300 e NBR ISO/IEC 26300 — e é também compatível com os formatos do Microsoft Office além de outros formatos legados. Alguns formatos legados não mais suportados pelas versões mais recentes do Microsoft Office ainda podem ser abertos pelo OpenOffice.org evitando assim a perda destes.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Add-Ons para o OpenOffice&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;a href="http://www.broffice.org/verortografico"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;a href="http://www.broffice.org/verortografico"&gt;Vero&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;(Verificador Ortográfico desenvolvido pela equipe do BrOffice)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.broffice.org/projetos/cogroo"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;CoGrOO&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; (Corretor Gramatical desenvolvido pela equipe do BrOffice)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.broffice.org/dicionario_sinonimos"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;DicSin&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; (Dicionário de Sinônimos desenvolvido pela equipe do BrOffice)&lt;br /&gt;&lt;a style="font-weight: bold;" href="http://office.microsoft.com/"&gt;Microsoft Office&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O Microsoft Office é uma suíte de aplicativos para escritório que contém programas como processador de texto, planilha de cálculo, banco de dados, apresentação gráfica e gerenciador de tarefas, e-mails e contatos.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;DICOM (Softwares de Manipulação de Imagens Médicas)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.slicer.org/"&gt;3D Slicer&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Slicer, or 3D Slicer, is a free, open source software package for  visualization and image analysis. 3D Slicer is natively designed to be  available on multiple platforms, including Windows, Linux and Mac Os X.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.softwarepublico.gov.br/ver-comunidade?community_id=626732"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;InVesalius&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;InVesalius é um software público para área de saúde que visa auxiliar o  diagnóstico e o planejamento cirúrgico. A partir de imagens em duas  dimensões (2D)  obtidas através de equipamentos de tomografia  computadorizada ou ressonância magnética, o programa permite criar  modelos virtuais em três dimensões (3D) correspondentes às estruturas  anatômicas dos pacientes em acompanhamento médico.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.microdicom.com/"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;MicroDICOM&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;MicroDicom is application for primary processing and  preservation of medical images in DICOM format. It is equipped with most common tools for manipulation of DICOM images and it has an intuitive user interface. It also has the advantage of being free for use and accessible to everyone.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Essenciais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;a href="http://get.adobe.com/reader/"&gt;Adobe Acrobat Reader&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;(leitor de PDFs)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.7-zip.org/"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;7-Zip&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; (compactador e descompactador de arquivos)&lt;br /&gt;&lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.videolan.org/vlc/"&gt;VLC Media Player&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;VLC media player é um reprodutor/tocador (player) e transmissor multimídia de código aberto. Possui suporte a vários formatos de vídeo, como OGM, MPEG1, MPEG-2, MPEG-4, DivX, DVD, VCDs, etc e áudio como OGG, Speex, FLAC, MPC (Musepack), mp3, WAV e outros. Além disso, tem suporte a vários protocolos de transmissão (streaming), podendo ser usado como servidor de vídeo em uma rede de alta velocidade.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://mplayerhq.hu/"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;MPlayer&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;MPlayer é um player multimídia de código aberto para diversos sistemas operacionais, como GNU/Linux, FreeBSD e Microsoft Windows, e é um dos que possuem suporte à maior quantidade de formatos de arquivos de vídeo. Tem suporte a vídeos em MPEG-1, MPEG-2, MPEG-4, DivX, XviD, DVDs, VCDs, Real Audio, QuickTime e entre vários outros.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Utilidades&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.zhornsoftware.co.uk/stickies/"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Stickies&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; (lembretes)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7074595750782440779-5637525462742283891?l=psicologiarg.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://psicologiarg.blogspot.com/2011/07/util.html</link><author>noreply@blogger.com (Claudio Drews)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7074595750782440779.post-2033088233077544734</guid><pubDate>Sun, 03 Apr 2011 16:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-03T13:51:19.349-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">lingüística</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">processos psicológicos básicos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">filosofia</category><title>Subjetividade da percepção</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A percepção é um fenômeno subjetivo, pois cada ser humano é único. Daí os qualia. Cada percepção é única e privada. É única pois é impossível dois corpos dividirem o mesmo lugar no tempo e no espaço (pelo menos para o que tange a dimensão humana da percepção). E é privada uma vez que a linguagem é muito limitada para traduzir no todo a percepção subjetiva do indivíduo.&lt;br /&gt;Para ilustrar melhor – de forma mais transparente – o conceito, podemos pensar em câmaras fotográficas digitais. Diferentes modelos e marcas de câmeras fotográficas digitais fazem fotos diferentes da mesma paisagem.&lt;br /&gt;Os resultados são diferentes pois os componentes eletrônicos que captam a luz são diferentes e as instruções programadas que realizam um processamento posterior das imagens também são diferentes para cada marca e modelo. Da mesma forma, diferenças – ainda que pequenas – na retina de diferentes indivíduos, e diferenças que tenham ocorrido durante o desenvolvimento na forma de apreender o mundo, irão influir sobre a percepção consciente do mundo observado.&lt;br /&gt;Nas câmeras podemos observar estas diferenças, geralmente de forma muito clara, observando as diferenças em fotografias tiradas da mesma cena. Por serem diferenças pictográficas comuns, a linguagem acaba se adaptando muito bem para que seja possível descrever o que é observado de forma apropriada.&lt;br /&gt;A linguagem, sendo um fenômeno social, necessita que um grupo de indivíduos a confirme – por meio de significados, dando validade para o que é formulado em fonemas – o significante, para que possam surgir signos linguísticos que descrevam satisfatoriamente os respectivos referentes do mundo natural.&lt;br /&gt;Diferentemente daquilo que pode ser observado pelo grupo, aquilo que é privado ao indivíduo, os qualia, não pode ser ratificado pelo grupo. Até o momento, as tentativas mais comuns de tal transposição para a linguagem se encontram na poesia, onde o poeta tenta traduzir o íntimo de sua percepção em linguagem poética. Contudo, sem que o qualia possa ser observado diretamente pelo grupo – ou pelo leitor – falta, à linguagem poética, a confirmação que é possível obter pelos referentes no mundo natural, externos ao indivíduo.&lt;br /&gt;Quando os qualia se tornam integrantes da linguagem, tornam-se palavras especialmente difíceis conceitualizar e de traduzir entre línguas de povos diferentes. É o caso, por exemplo, da palavras &lt;span style="font-style: italic;"&gt;‘saudade’&lt;/span&gt; na língua portuguesa, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;‘weltanschauung’&lt;/span&gt; na língua alemã, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;‘banzo’&lt;/span&gt; na língua iorubá e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;‘ubuntu’&lt;/span&gt; nas línguas bantas.&lt;br /&gt;Da mesma forma que a linguagem em relação às percepções, a impressão, feita em uma impressora jato-de-tinta comum, das fotografias tiradas pelas diferentes máquinas de nosso exemplo, irá embotar o colorido e a diferença entre as fotos tiradas da mesma cena, homogenizando o resultado, diminuindo as diferenças. Há uma perda nos detalhes que são único ao modo que cada máquina apreende cada cena. Há uma perda no que é mais íntimo na forma como cada indivíduo experiencia um mesmo evento.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7074595750782440779-2033088233077544734?l=psicologiarg.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://psicologiarg.blogspot.com/2011/04/percepcao-e-subjetiva.html</link><author>noreply@blogger.com (Claudio Drews)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7074595750782440779.post-1329362163016199029</guid><pubDate>Fri, 01 Apr 2011 15:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-04T00:21:04.004-03:00</atom:updated><title>A validade da divisão por zero como xingamento na pós-modernidade</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando dividimos um objeto, acabamos com uma quantidade específica de partes iguais, num sentido quantitativo, do objeto original. Tomando uma laranja como exemplo, podemos cortá-la ao meio e o resultado será duas metades de uma laranja. Eu poderia dizer: "Joãozinho, gosto muito de ti, vou dividir esta laranja contigo."&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 185px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-7F1XPHHlqak/TZi4uyTDDOI/AAAAAAAABsE/_2HijD_yQH4/s200/meia_laranja.jpg" alt="Meia laranja" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5591422051295628514" border="0" /&gt;1/2=0,5&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se dividirmos a laranja um pouco para a esquerda, podemos dizer que estamos dividindo-a por 2,5, teremos dois pedaços que são um pouco menos da metade de uma laranja (0,4) e mais um pedaço que é metade dos outros dois pedaços (0,2). Neste caso, eu poderia dizer: "Marquinho, eu e o Joãozinho não gostamos muito de ti, logo iremos comer pouco mais de um terço desta laranja cada um e você irá comer pouco menos de um terço."&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 185px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-NukqfLPa45M/TZi-hMFlBLI/AAAAAAAABsU/RN3SRWFEmoE/s200/pedacos_laranja.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5591428414770054322" border="0" /&gt;1/2,5=0,4 (0,4+0,4+0,2)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Algo semelhante ocorre se dividirmos a laranja por 1,5. Posso dizer: "Não estou muito afim de comer esta laranja inteira, então para não colocar fora o resto, irei te dar um terço da minha laranja." Poderia até mesmo dividir a laranja por 1,9 se quisesse demonstrar mais consideração, ou por 1,1 se quisesse demonstrar menos consideração. Estas divisões são diferentes do que dividir a laranja por três, pois neste caso acabaríamos com três pedaços de laranja de igual tamanho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 185px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-0Sc2_qXW_tk/TZi6iyLty4I/AAAAAAAABsM/PWFLfcfwKj0/s200/pouco_mais_laranja.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5591424044129700738" border="0" /&gt;1/1,5=0,6~ (ou 1/1,6~)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas, se eu dividisse a laranja por uma fração de unidade, o que aconteceria? Dividindo uma laranja por 0,5, terei o incrível resultado de duas laranjas! Mas que faca eu poderia usar para cortar uma laranja desta forma? Nenhuma faca que eu conheça, certamente. A analogia natural mais próxima que se pode imaginar para isso é jogar uma laranja para dois burros de Buridan. Cada burro acabaria com meia laranja, ou cada burro acabaria com nenhuma laranja. Ainda assim, o resultado seria duas metades de laranja ou nenhuma laranja e não duas laranjas. Para Marahiva, matemático indiano do século 9, a laranja permaneceria inalterada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 144px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-ck5LoyT09w4/TZkOAWi1bjI/AAAAAAAABsc/Z13jBafXiw4/s400/duas_laranjas.jpg" alt="Duas laranjas" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5591515811571658290" border="0" /&gt;1/0,5=2&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O fato é que na matemática moderna, uma laranja dividida por 0,5 é igual a duas laranjas. Da mesma forma, uma laranja dividida por 0,1 é igual a 10 laranjas e uma laranja dividida por 0,01 é igual 100 laranjas. Se pudéssemos dividir a matéria desta forma na vida real, teríamos abundância total de todos os recursos naturais... Mas, qual seria a natureza dessas laranjas? Tendo em mente que se trata de uma divisão, e sem conhecer um fenômeno natural que se compare, intuitivamente somos levados a pensar em subtração da substância original. Não parece ser este o caso quando nos aproximamos mais da divisão por um: uma laranja dividida por 1,9 é igual a 1,1~, ou seja, acabaríamos com uma laranja mais uma pequena fração de laranja. Por outro lado, o que é adicionado?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 144px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-pzOa23ZbeCI/TZkXABWzGYI/AAAAAAAABss/NrMFovsaqmE/s400/muitas_laranjas.jpg" alt="Muitas Laranjas!!!" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5591525701488679298" border="0" /&gt;1/0,00000...01= &lt;span style="font-style: italic;"&gt;muitas "laranjas"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seria correto dizer que uma laranja dividida por 0,5 é igual a uma laranja mais uma laranja? 1/0,5=2 e 1+1=2 ou 1/0,5=1+1. Embora pareça correto quando expressado matematicamente, não parece correto quando se pensa em laranjas. Se você estiver na feira e pegar uma laranja, e depois pegar outra laranja, terá duas laranjas. Mas se você pegar uma laranja, não importa como você arranque os pedaços dela, não acabará com duas laranjas na sacola. Assim, o ato de dividir uma laranja por 0,5 é expresso matematicamente tendo como resultado uma laranja mais uma "laranja". Fica mais claro a virtualidade dessa operação quando pensamos em multiplicar duas laranjas por 0,5, que resultará em "uma laranja". Para onde foi a outra laranja desta multiplicação? E o que acontece quando multiplicamos uma laranja por dois? Temos duas laranjas, mas de onde vem a segunda "laranja"?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 196px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-Sy-AONa0WrU/TZkge-W7M5I/AAAAAAAABs0/YlRw3dwO8i8/s200/multi_onca.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5591536128864498578" border="0" /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Multiplique-se!!!&lt;/span&gt; :D&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ora, operações de multiplicação na natureza parecem ser atalhos para fenômenos de soma. Não é possível multiplicar nada na natureza, pois não temos um elemento físico chamado número cujo qual possamos colocar junto a um objeto e recitar as palavras mágicas "multiplique-se!" e que cause o efeito de surgirem vários objetos idênticos ao original. Da mesma forma, operações de divisão na natureza parecem ser atalhos para fenômenos de distribuição, como descrito nos exemplos iniciais deste post. Se quisermos distribuir uma laranja por uma pessoa e meia (seja lá o que venha à mente quando se fala meia pessoa), podemos dar dois terços de uma laranja para uma pessoa e um terço de uma laranja para outra. Ou, em tempos de politicamente correto, poderemos dar meia laranja para cada um, apenas para agradar aos inconformados. E ao distribuir uma laranja para meia pessoa, daremos uma laranja.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 155px; height: 168px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-W281MDTj-9Y/TZkmEiJk4MI/AAAAAAAABs8/WmKCkEokJXU/s200/goblaranja.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5591542271685484738" border="0" /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Nós ficamos com a laranja inteira!"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Então, quando dividimos um objeto por uma fração de unidade, estamos criando algo que vai contra a natureza, uma unidade da qual saiu algo além dela própria. Uma aberração. E quanto mais próxima do zero, maior fica a aberração. Se dividirmos uma unidade por uma fração suficientemente pequena, todo o planeta Terra seria tomado por aquilo que representasse aquela unidade. Imagine a Terra coberta de "laranjas"!&lt;br /&gt;E, por fim, chegamos a divisão por zero. Se dividirmos uma laranja por zero teremos, a princípio, um número infinito de "laranjas". É o cenário escatológico conhecido como &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Orange Goo&lt;/span&gt;. Como ninguém nunca conseguiu dividir uma laranja por zero (ou mesmo por algo que se aproxime disso, como 0,5 por exemplo), este é um cenário apenas teórico.&lt;br /&gt;Outra possibilidade é que a laranja, ao ser dividida por zero, apenas deixe de existir, saindo deste plano de realidade e concretizando a noção da ficção científica de desintegração. Cientistas suíços intentavam produzir experimentalmente essa divisão usando o grande colisor de hádrons para dividir um átomo de laranja, mas temores a respeito das consequências fizeram com que a ideia fosse abandonada.&lt;br /&gt;A prova de uma divisão por zero por meio da multiplicação é controversa: enquanto que um dividido por zero é igual ao infinito, infinito multiplicado por zero é igual a zero. Nesta perspectiva, a laranja se tornaria ao mesmo tempo tudo e nada, um estado que é tanto &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mu&lt;/span&gt; (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;não-ser&lt;/span&gt;) quanto &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ma&lt;/span&gt; (espaço negativo). Para nós, ocidentais, é o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Oblivion&lt;/span&gt; -- a existência sem efeito sobre a realidade. É a divisão por zero.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 185px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-c_OwOEyFnh8/TZk1T2jetgI/AAAAAAAABtE/mY0liGi4boA/s200/mularanj.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5591559027535296002" border="0" /&gt;1/0=∞*0=0&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Potes são feitos de argila,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;mas o espaço vazio em seu interior&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;é a essência do pote."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Lao Tsé&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Concluímos defendendo que a divisão por zero tem validade como xingamento, ainda que se caracterize assim como um xingamento poético. Mandar alguém se dividir por zero é desejar que a pessoa desapareça e encontre sua própria essência, sua verdadeira essência, fora da vista, bem longe daqui.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7074595750782440779-1329362163016199029?l=psicologiarg.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://psicologiarg.blogspot.com/2011/04/validade-da-divisao-por-zero-como.html</link><author>noreply@blogger.com (Claudio Drews)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-7F1XPHHlqak/TZi4uyTDDOI/AAAAAAAABsE/_2HijD_yQH4/s72-c/meia_laranja.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7074595750782440779.post-1149860714207809886</guid><pubDate>Wed, 09 Mar 2011 06:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-03-09T03:46:06.532-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">pesquisa</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">psicologia social</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">citações</category><title>ZOTERO: Uma opção ao EndNote</title><description>Um pequeno tutorial sobre como instalar e utilizar o Zotero para gerenciar referenciais bibliográficos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="View ZOTERO: Uma opção ao EndNote on Scribd" href="http://www.scribd.com/doc/50336426/ZOTERO-Uma-opcao-ao-EndNote" style="margin: 12px auto 6px auto; font-family: Helvetica,Arial,Sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 14px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none; display: block; text-decoration: underline;"&gt;ZOTERO: Uma opção ao EndNote&lt;/a&gt; &lt;object id="doc_5248" name="doc_5248" height="600" width="100%" type="application/x-shockwave-flash" data="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf" style="outline:none;" &gt;            &lt;param name="movie" value="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf"&gt;             &lt;param name="wmode" value="opaque"&gt;             &lt;param name="bgcolor" value="#ffffff"&gt;             &lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;             &lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;             &lt;param name="FlashVars" value="document_id=50336426&amp;access_key=key-201m3mv3vdcn0ew50y3l&amp;page=1&amp;viewMode=list"&gt;             &lt;embed id="doc_5248" name="doc_5248" src="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf?document_id=50336426&amp;access_key=key-201m3mv3vdcn0ew50y3l&amp;page=1&amp;viewMode=list" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="600" width="100%" wmode="opaque" bgcolor="#ffffff"&gt;&lt;/embed&gt;         &lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7074595750782440779-1149860714207809886?l=psicologiarg.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://psicologiarg.blogspot.com/2011/03/zotero-uma-opcao-ao-endnote.html</link><author>noreply@blogger.com (Claudio Drews)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7074595750782440779.post-443357269358324519</guid><pubDate>Mon, 27 Dec 2010 07:08:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-12-27T05:31:03.889-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">citações</category><title>Adeus 2010</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 109px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_s0SSjgqiXPs/TRhAJoQuxWI/AAAAAAAABoQ/P5jyt7wwW3A/s400/river_fire.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5555260674532099426" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E ainda assim... Negar a sucessão temporal, negar o Eu, negar o universo astronômico, são desesperos aparentes e consolos secretos. Nosso destino não é assustador por ser irreal; é assustador porque é irreversível e ferrenho. O tempo é a substância de que sou feito. O tempo é um rio que me arrebata, mas eu sou o rio; é um tigre que me devora, mas eu sou o tigre; é um fogo que me consome, mas eu sou o fogo. O mundo, infelizmente, é real; e eu, infelizmente, sou Borges.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.literatura.us/borges/refutacion.html"&gt;Borges, Nueva refutación del tiempo.&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7074595750782440779-443357269358324519?l=psicologiarg.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://psicologiarg.blogspot.com/2010/12/adios-2010.html</link><author>noreply@blogger.com (Claudio Drews)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_s0SSjgqiXPs/TRhAJoQuxWI/AAAAAAAABoQ/P5jyt7wwW3A/s72-c/river_fire.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7074595750782440779.post-865508153571245237</guid><pubDate>Mon, 27 Dec 2010 05:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-12-27T04:00:53.426-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">fábulas</category><title>Arroz e o tabuleiro de xadrez</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um imperador pede para o seu matemático resolver um problema difícil. Como pagamento pelo seu trabalho o matemático pede ao imperador um tabuleiro de xadrez com um grão de arroz no primeiro quadrado, dois no segundo, quatro no terceiro, oito no quarto e assim por diante. O imperador concorda. Após resolver o problema proposto pelo imperador, o matemático aponta para o fato de que o pagamento irá exigir um número astronômico de grãos de arroz. Nada menos que 18.446.744.073.709.551.615 grãos ou mais de 461 bilhões de toneladas de arroz.&lt;br /&gt;O imperador então deparou-se com um novo problema: ele não poderia voltar atrás em sua palavra, mesmo que o matemático assim permitisse, pois um decreto imperial não poderia ser rescindido. E por outro lado, seria impossível juntar todo o arroz necessário para pagar o matemático. A única solução para o problema seria se o matemático deixasse de existir, de modo que com ele desaparecesse também a dívida. Assim, o imperador sentenciou o matemático à morte, uma vez que seu truque ficou entendido como sendo alta traição. Com efeito, o matemático foi executado.&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.flickr.com/photos/audreypenven/3216429791/"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 224px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_s0SSjgqiXPs/TRgqtk4GQLI/AAAAAAAABoI/38VmecChQWg/s400/ricenchess.jpg" alt="grains of rice on the chess board by y3rdua" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5555237102842953906" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Fontes:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://erkdemon.blogspot.com/2010/05/rice-and-chessboard.html"&gt;ErkDemon: Rice and the Chessboard&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Wheat_and_chessboard_problem"&gt;Wikipedia: Wheat and chessboard problem&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.intmath.com/series-binomial-theorem/series-introduction.php"&gt;Series and the Binomial Theorem&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7074595750782440779-865508153571245237?l=psicologiarg.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://psicologiarg.blogspot.com/2010/12/arroz-tabuleiro-xadrez.html</link><author>noreply@blogger.com (Claudio Drews)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_s0SSjgqiXPs/TRgqtk4GQLI/AAAAAAAABoI/38VmecChQWg/s72-c/ricenchess.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7074595750782440779.post-6772038077569486925</guid><pubDate>Thu, 16 Dec 2010 04:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-12-16T03:08:48.851-02:00</atom:updated><title>Recortes da web: pi e Quine e zip</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="comment"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;"[O número] pi é  transcendental, então TUDO está teoricamente nele, mas é difícil  &lt;a href="http://www.subidiom.com/pi/"&gt;encontrar &lt;/a&gt;qualquer coisa em particular, e se você encontrar, será algo  REALMENTE profundo. E fazer referência a algo em uma localização  aleatória ao longo do pi provavelmente iria tomar tanto espaço quanto os  dados originais que estamos comprimindo."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;No original: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;span class="comment"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;pi is transcendental, so  EVERYTHING is theoretically in it, but it's tough to find anything in  particular and, if you do, it's going to be REALLY deep. and referencing  something at a random location deep in pi would probably take no less  space than the original data we're compressing."&lt;/span&gt; &lt;a href="http://news.ycombinator.com/item?id=259458"&gt;staticshock&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="comment"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;a href="http://news.ycombinator.com/item?id=259458"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="comment"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Encontrei esta observação quando estava procurando por um arquivo comprimido regressivo (um Quine zip). Me perguntei se tal arquivo seria possível tão logo comecei a utilizar arquivos compactados, isso que eu nem sabia quem era Quine na época. Hoje encontrei tal arquivo, com o nome de selfgz.gz. Não só isso, mas também fui levado a contemplar um pouco mais este Aleph (&lt;a href="http://www.apocatastasis.com/aleph-borges.php"&gt;no sentido do Borges&lt;/a&gt;), o número pi.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="comment"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="comment"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7074595750782440779-6772038077569486925?l=psicologiarg.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://psicologiarg.blogspot.com/2010/12/pi.html</link><author>noreply@blogger.com (Claudio Drews)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7074595750782440779.post-7691910596655626549</guid><pubDate>Tue, 30 Nov 2010 02:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-11-30T00:13:35.095-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">genogramas</category><title>Como fazer genogramas</title><description>* Precisa das fontes Symbol e Wingdings para a correta visualização.&lt;object id="doc_693726513923732" name="doc_693726513923732" type="application/x-shockwave-flash" data="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf" style="outline: medium none;" height="600" width="100%"&gt;&lt;param name="movie" value="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf"&gt;  &lt;param name="wmode" value="opaque"&gt;   &lt;param name="bgcolor" value="#ffffff"&gt;   &lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;   &lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;   &lt;param name="FlashVars" value="document_id=44360944&amp;amp;access_key=key-ubw77md4v9u4mhugfmn&amp;amp;page=1&amp;amp;viewMode=list"&gt;   &lt;embed id="doc_693726513923732" name="doc_693726513923732" src="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf?document_id=44360944&amp;amp;access_key=key-ubw77md4v9u4mhugfmn&amp;amp;page=1&amp;amp;viewMode=list" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" wmode="opaque" bgcolor="#ffffff" height="600" width="100%"&gt;&lt;/embed&gt;  &lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7074595750782440779-7691910596655626549?l=psicologiarg.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://psicologiarg.blogspot.com/2010/11/como-fazer-genograma.html</link><author>noreply@blogger.com (Claudio Drews)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7074595750782440779.post-6811557887674498082</guid><pubDate>Mon, 18 Oct 2010 19:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-18T17:32:53.703-02:00</atom:updated><title>Cheirando a luz para compreender o olfato</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E se pudéssemos cheirar cores? Qual cheiro teria o vermelho, ou o azul, ou o verde? Será que seria algo parecido com aquilo que chamamos de cheiro? Cientistas de Harvard integraram proteínas que reagem à luz ao sistema olfativo de ratos, de modo que seus tratos olfativos são ativados pela luz. O motivo para este experimento é poder compreender melhor a percepção de cheiros por meio de um estímulo mais fácil de controlar, que é a luz.&lt;br /&gt;É uma pena que os ratos não possam relatar a qualidade da experiência que agora são capazes de ter.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 233px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_s0SSjgqiXPs/TLygPFzG-nI/AAAAAAAABhQ/fE_ma9bMz88/s400/mouse_light.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5529470623619152498" border="0" /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Link para a notícia:&lt;/span&gt; http://www.nature.com/neuro/journal/vaop/ncurrent/full/nn.2673.html&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7074595750782440779-6811557887674498082?l=psicologiarg.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://psicologiarg.blogspot.com/2010/10/cheirando-luz-para-compreender-o-olfato.html</link><author>noreply@blogger.com (Claudio Drews)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_s0SSjgqiXPs/TLygPFzG-nI/AAAAAAAABhQ/fE_ma9bMz88/s72-c/mouse_light.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7074595750782440779.post-8514717212770637876</guid><pubDate>Sun, 17 Oct 2010 23:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-17T21:36:23.870-02:00</atom:updated><title>NNDB Mapper</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A ferramenta NNDB Mapper permite explorar as conexões as pessoas no NNDB (Notable Names Database), que reúne detalhes biográficos de mais de 36 mil notáveis. É importante notar que o NNDB é mantido pelo mesmo grupo por trás do controverso site rotten.com. Apesar disso, a proposta é bastante interessante.&lt;br /&gt;Um exemplo do que a ferramenta é capaz de trazer iniciando pelo &lt;a href="http://mapper.nndb.com/start/?id=165815"&gt;James Cattell&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://mapper.nndb.com/start/?id=165815"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 194px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_s0SSjgqiXPs/TLuHPnZeboI/AAAAAAAABhI/kaLW4chMGgQ/s400/Cattell.jpg" alt="James Cattell NNDB" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5529161669871038082" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Clicando sobre a imagem o mapa no NNDB é acessado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7074595750782440779-8514717212770637876?l=psicologiarg.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://psicologiarg.blogspot.com/2010/10/nndb-mapper.html</link><author>noreply@blogger.com (Claudio Drews)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_s0SSjgqiXPs/TLuHPnZeboI/AAAAAAAABhI/kaLW4chMGgQ/s72-c/Cattell.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7074595750782440779.post-4942086957556224026</guid><pubDate>Sun, 17 Oct 2010 04:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-17T03:41:42.744-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">memória</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">psicofisiologia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">processos psicológicos básicos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">neurônios</category><title>Memória de Longo Prazo</title><description>Citando a &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Long-term_memory#Types_of_memory"&gt;Wikipédia&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O cérebro não armazena as memórias em uma estrutura unificada, como pode ser visto no disco rígido de um computador. Ao invés disso, diferentes tipos de memórias são armazenados em diferentes regiões do cérebro. A memória de longo prazo geralmente é dividida em duas categorias: memória declarativa e memória implícita (ou procedural). Programas de computador armazenam informações de forma similar, com uma sessão para dados e uma sessão para código.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;...&lt;/span&gt;1. Memória declarativa (explícita): são todas as memórias que podem disponíveis para a consciência. São codificadas pelo hipocampo, córtex entorrinal e córtex perirrinal, mas são consolidadas e armazenadas em outro local. A localização precisa das memórias não é conhecida, mas o córtex temporal tem sido considerado um candidato provável. A memória declarativa possui ainda duas subdivisões:&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;........&lt;/span&gt;a) Memória episódica: memórias de eventos específicos no tempo;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;........&lt;/span&gt;b) Memória semântica: conhecimento sobre o mundo externo, como a função de um lápis.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;...&lt;/span&gt;2. Memória implícita (procedural): é o conhecimento sobre o uso de objetos e movimentos do corpo, seu exemplo mais emblemático é andar de bicicleta. Acredita-se que este tipo de memória é codificada e armazenada no cerebelo e no corpo estriado.&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Citando a Scholarpedia [&lt;a href="http://www.scholarpedia.org/article/Memory"&gt;1&lt;/a&gt;],[&lt;a href="http://www.scholarpedia.org/article/Multiple_memory_systems"&gt;2&lt;/a&gt;]:&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Todas as formas de memórias são baseadas nas mudanças nas conexões sinápticas em circuitos neurais de cada sistema de memória. A força de uma memória é modulada pela excitação emocional e declina com a idade. [...]&lt;br /&gt;A teoria dos múltiplos sistemas de memória é baseada na evidência de que diferentes tipos de informações são processadas e armazenadas em diferentes partes do cérebro. Por exemplo, a atividade neural que se origina de receptores externos e internos (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;input&lt;/span&gt;) flui através de diferentes sistemas paralelos no cérebro, cada qual especializado em extrair um diferente tipo de informação sobre a atividade que está ocorrendo. Cada sistema possui uma estrutura central que realiza suas funções independente das demais. Interações entre os sistemas ocorrem ao nível de seus inputs que chegam de muitas das mesmas fontes, e de seus &lt;span style="font-style: italic;"&gt;outputs&lt;/span&gt; que convergem para produzir o pensamento e o comportamento.&lt;br /&gt;Um sistema no qual o núcleo caudado é a estrutura central representa relações do tipo estímulo-resposta (S-R) que levam a resultados desejados (i.e. reforços, como comida ou escapar de algum evento aversivo). Informações processadas e armazenadas neste sistema, chamado de memória procedural, tende a produzir a resposta sempre que o estímulo é encontrado. Um segundo sistema no qual a amígdala é a estrutura central, representa as relações entre estímulos neutros e estados emocionais recompensadores ou aversivos (S-Af ou associações estímulo-afeto). Esta forma de memória também é conhecida como condicionamento clássico ou condicionamento pavloviano. Um terceiro sistema no qual o hipocampo é a estrutura central, representa as relações entre estímulos (S-S) e eventos, ou informações puramente cognitivas. Este tipo de informação declarativa armazenada pode ser utilizada flexivelmente para gerar diferentes tipos de comportamentos dependendo das circunstâncias imediatas, ou contexto. Nos seres humanos, este sistema pode servir de suporte para a recordação de eventos prévios. Em algumas situações os &lt;span style="font-style: italic;"&gt;outputs&lt;/span&gt; dos sistemas podem promover comportamentos similares ou partes complementares de comportamentos complexos. Está é a cooperação entre os sistemas. Em outras situações os sistemas podem promover diferentes comportamentos que competem entre si.&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;Na &lt;a href="http://www.scholarpedia.org/article/Memory"&gt;Scholarpedia&lt;/a&gt; também é possível encontrar esta ótima explicação sobre a formação de memórias no cérebro:&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A base celular da memória envolve a plasticidade dependente da atividade nas conexões sinápticas. Um importante modelo no estudo das bases celulares da memória é o fenômeno de potenciação de longo termo (LTP), um aumento duradouro na força de uma resposta sináptica após estimulação. LTP ocorre proeminentemente no hipocampo, no córtex cerebral e em outras áreas do cérebro envolvidas em diferentes formas de memória. A LTP é geralmente induzido pela co-ocorrência de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;input&lt;/span&gt; excitatório e despolarização intracelular nas assim chamadas sinapses de Hebbian, envolvendo receptores NMDA que permitem a entrada de Ca++, o que ativa o cAMP. Subsequentemente, o cAMP ativa diferentes cinases, algumas das quais aumentam o número de receptores sinápticos. Além disso, o cAMP ativa proteínas CREB, que operam dentro do núcleo para ativar uma classe de genes chamados genes de início imediato que, por sua vez, ativam outros genes que ditam a síntese de proteínas. Entre as proteínas produzidas está a neurotrofina, que ativa o crescimento da sinapse. Assim, uma série de reações moleculares desempenham um papel vital na fixação de mudanças na função sináptica que ocorre na LTP. [...]&lt;br /&gt;Além da LTP, há também um mecanismo que diminui a força das conexões das sinapses pouco utilizadas, que se chama depressão de longo prazo (LTD). A LTD envolve os mesmos substratos da LTP mas ocorre com diferentes regras temporais na atividade das sinapses. A combinação da LTP com a LTD permite a sofisticada reorganização dos circuitos que criam representações neurais da informação. LTP e LTD ocorrem em todas as estruturas cerebrais que são conhecidas por participar de diferentes tipos de memória. Estes eventos celulares e moleculares ocorrem num período de minutos a segundos e são essenciais para a transição da armazenagem de curto prazo para a armazenagem de longo prazo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;center&gt;&lt;object height="310" width="380"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ls_O-VjIwiM?fs=1&amp;amp;hl=en_US"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/ls_O-VjIwiM?fs=1&amp;amp;hl=en_US" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="310" width="380"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/center&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7074595750782440779-4942086957556224026?l=psicologiarg.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://psicologiarg.blogspot.com/2010/10/memoria-de-longo-prazo.html</link><author>noreply@blogger.com (Claudio Drews)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7074595750782440779.post-7071001522558933692</guid><pubDate>Sat, 16 Oct 2010 18:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-17T03:40:45.139-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">teoria comportamental</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">filosofia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">experimentos mentais</category><title>Retomando Self, Mente e Personalidade</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ultimamente tenho dedicado muito tempo a estudar a aprender apenas aquilo que é proposto no curso de Psicologia e tenho dedicado praticamente nenhum tempo a estudar aquilo que mais me instiga. Como resultado disso, sinto como se me escapassem as ideias que eu vinha desenvolvendo sobre os temas que mais gosto. Este tem sido um sacrifício necessário em razão da minha transferência de uma instituição de ensino para outra.&lt;br /&gt;Mas vejo que é muito danoso não me organizar a ponto de dedicar pelo menos um tempo mínimo para minhas questões pessoais, como estudar aquilo que realmente me interessa. Assim, vou aproveitar esta tarde de sábado para retomar algumas ideias, tentar deixá-las mais claras por meio de argumentos e farei isto no blog pois há sempre a possibilidade de alguém passar por aqui, comentar e apontar algum detalhe importante que precisa ser revisto ou melhorado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começo por três dos meus pressupostos:&lt;br /&gt;1. A "Mente", ou seja, aquilo que de forma geral as pessoas chamam de mente: é o estado total atual eletroquímico do sistema nervoso. A mente não é o conjunto de neurônios suas sinapses, mas o estado metabólico destes e sua comunicação em um dado momento.&lt;br /&gt;2. Personalidade: é a população e (a) a configuração sináptica das redes neuronais, que codificam a informação retida e mais (b) o funcionamento hormonal de um dado organismo, sendo que uma armazena informações e outra define, em especial, o quanto uma resposta a um dado estímulo será forte ou fraca.&lt;br /&gt;3. O "Self": se trata da mente mais a personalidade em um determinado contexto ambiental; contexto que, vale destacar, é único para cada observador, uma vez que dois corpos não podem ocupar o mesmo lugar no espaço ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;Ainda em relação ao ambiente, ainda que possamos imaginar que uma mesma experiência possa ser observada por dois corpos distintos, ao mesmo tempo e de um mesmo ponto, em um ambiente virtual, no cotidiano isso não é algo normal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora vou tecer alguns argumentos com base nos pressupostos acima...&lt;br /&gt;O cérebro faz parte do organismo, que por sua vez faz parte do ambiente. Em se tratando de conjuntos, podemos pensar em um conjunto corpo, do qual o cérebro faz parte, e um conjunto ambiente, do qual o corpo e seus constituintes fazem parte.&lt;br /&gt;Mas é preciso ter clareza de que o cérebro não é o corpo, assim como o corpo não é o ambiente. O cérebro, parte do sistema nervoso central, assim como sua extensão, o sistema nervoso periférico, é um objeto delimitado. Se pensarmos em sistema nervoso, este termina nas placas terminais, de modo que é possível distinguir onde termina o sistema nervoso e começa o restante do corpo. Se pensarmos no corpo, este é delimitado em relação ao restante do ambiente, pela pele e pelas mucosas. Desta forma, enquanto que o cérebro e o corpo são partes constituintes de um conjunto, não é correto confundir as partes com o todo. O cérebro não é o ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;{Sistema Nervoso} ⊇ {S.N.C., S.N.P.}&lt;br /&gt;{Sistema Nervoso} ⊊ {Corpo}&lt;br /&gt;{Corpo} ⊊ {Ambiente}&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O cérebro, assim como o corpo, pode ser causa para alguns comportamentos. Por exemplo, uma pessoa sente fome, independentemente de lhe ser apresentado um estímulo para tanto. Dizer que a fome é &lt;a href="http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-79722003000100009&amp;amp;script=sci_arttext"&gt;"uma disposição para agir", uma "alta probabilidade de ingerir alimentos"&lt;/a&gt;, não é o suficiente. A fome sem dúvida aumenta a probabilidade de um organismo, em uma determinada situação, ingerir alimentos. Obviamente, isso só é verdade se houverem alimentos disponíveis para serem ingeridos, caso contrário a probabilidade não irá aumentar e ainda assim, lá estará "a fome".&lt;br /&gt;Mais que isso, para que a probabilidade de ingerir alimento aumente, além da disponibilidade de alimentos, também é necessário que o organismo, supondo um organismo consciente, esteja dotado de outras disposições não-concorrentes para ingerir o alimento.&lt;br /&gt;Um indivíduo que nasça com os genes da doença de Huntington e que venha a desenvolver a doença, irá exibir determinados comportamentos, independente de estímulos ambientais. Desde tremores, até estados depressivos, todos terão origem no sistema nervoso do indivíduo, que é como é por conta de sua genética. Dizer que a doença de Huntington é uma disposição para tremer, apresentar sintomas depressivos, tiques, distúrbios na linguagem, etc, é falar de apenas um aspecto da doença, uma vez que há de fato 50% de chance do indivíduo a desenvolver.  Porém é fato que a doença e um sistema nervoso são fatores necessários, condicionais, para que os sinais e sintomas apareçam.&lt;br /&gt;Mas falo da doença de Huntington apenas para apontar um exemplo claro. Um cérebro é um fator condicional para que muitas características humanas apareçam, características que não podem ser encontradas em sua totalidade nos animais, e nem puderam ser emuladas em sua totalidade nos computadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podem estas características serem descritas como comportamento? Não tenho dúvida que sim, inclusive aquelas mais peculiares aos indivíduos. Mas são comportamentos que acontecem em um substrato físico, localizado; de forma que o comportamento é um fenômeno, um efeito, uma atividade de um objeto. O pensamento não está flutuando em um balãozinho imaterial, de alguma energia etérea ou mística qualquer, ao redor da minha cabeça. Nenhum comportamento ocorre em algo imaterial. O &lt;a href="http://olharbeheca.blogspot.com/2010/10/james.html"&gt;fluxo de pensamento&lt;/a&gt;, que é contínuo, mesmo quando estamos em repouso e de olhos fechados, emerge da atividade metabólica de conjuntos de células. Este fluxo não pode ser afirmado como sendo completamente aleatório, e nem como sendo completamente determinado simplesmente pela atividade metabólica celular, pois estímulos internos - daquilo que sentimos de nossas vísceras ou da posição de nosso corpo - e estímulos externos estão constantemente chegando ao cérebro, ainda que na periferia de nossa atenção, e ainda há aquilo que conhecemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só pensamos naquilo que conhecemos, só nos recordamos daquilo que experienciamos e que temos memória. Por exemplo, até alguns segundos atrás eu não poderia pensar e nem escrever sobre o município de Kelmè na Lituânia, pois nunca me foi dado a conhecer sua existência. Como pude então utilizá-lo aqui, neste exemplo? Acessei na Wikipédia o artigo Lituânia, pois foi o primeiro nome que me ocorreu enquanto pensava em um "país obscuro (pra mim) de nome engraçado", olhei como ele era dividido administrativamente, pois sei que os países assim são divididos, e procurei qualquer unidade administrativa que fosse interiorana. Até então, era possível pensar em um país do qual tenho pouco conhecimento, que provavelmente possui divisões administrativas como a maioria dos demais países, sendo que dentre estas unidades, algumas delas devem ter as características interioranas e outras devem ser capitais. Após esta busca sou capaz de pensar algo que até então eu absolutamente não era capaz: a Lituânia possui um município chamado &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Kelm%C4%97_district_municipality"&gt;Kelmè&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;Se nos próximos dias eu estiver ocioso, de olhos fechados, e me ocorrer pensar sobre este município, a causa para tanto estará na elaboração deste exemplo, além é claro do fato de eu ter acesso a internet, de ter me ocorrido o nome Lituânia quando pensava em elaborar este exemplo, etc. Aonde quero chegar com isso? Na afirmação de que, a nível da experiência humana, o nada a nada dá origem. Tudo se origina de alguma coisa, ou sistema, que o preceda.&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 239px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_s0SSjgqiXPs/TLoTK2MWdfI/AAAAAAAABgw/cJztxJ-L3tE/s400/brain-computer.jpg" alt="Brain-Computer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5528752569617642994" border="0" /&gt;O cérebro não é causa &lt;span style="font-style: italic;"&gt;última&lt;/span&gt; para pensamento algum, mas é um elemento condicional para que o pensamento possa existir (pelo menos até o dia que inventarem um computador dotado de consciência ou alguma coisa semelhante). Em certas circunstâncias, contudo, um cérebro,  pode dar origem a pensamentos, sem a presença de um estímulo externo. Por exemplo, para pensar em Kelmè não preciso que me ponham um mapa na frente dos meus olhos. É possível que se eu vir a comer um chocolate Laka nos próximos dias eu me lembre deste município. Mas neste caso estou falando de pareamento, pois estava comendo um chocolate enquanto bolava o aquele raciocínio, e o chocolate seria um estímulo externo eliciando o comportamento de lembrar-me de Kelmè.&lt;br /&gt;Porém acredito na hipótese de que, se por algum motivo eu apresentasse alguma doença rara neurológica que me privasse de todo e qualquer &lt;span style="font-style: italic;"&gt;input&lt;/span&gt; sensorial, mas mantivesse meu cérebro preservado, ainda assim eu pensaria. Pensaria em inúmeras coisas, provavelmente pensaria no horror da situação, de estar privado de qualquer forma de contato com o mundo exterior.  Isso seria um comportamento reforçado pela remoção dos estímulos externos, ou seja, pode-se dizer que é de causa externa. Mas eventualmente, acredito, me voltaria para o mundo interno, tudo aquilo que está registrado nas minhas memórias. O que eu viesse a pensar, embora se originasse de experiências externas, seria evocado ao sabor do que estivesse acontecendo em minha vivência interna, privada, cerebral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse comportamento só seria possível pois já experienciei o mundo. O que leva a outra hipótese que acredito, que é a de que o cérebro não surge dotado de experiências. Se imaginarmos um organismo humano que tenha se desenvolvido, desde a concepção, sem nenhum &lt;span style="font-style: italic;"&gt;input&lt;/span&gt; sensorial, é viável afirmar que tal organismo, ainda que tenha um tecido cerebral preservado quando no momento do nascimento e pelo período que viver, não é consciente, não possui "vida mental". Acredito nessa hipótese por saber que &lt;a href="http://www.feralchildren.com/en/neuro.php"&gt;organismos humanos privados do contato com a linguagem apresentam atrofia em áreas do cérebro relacionadas à linguagem&lt;/a&gt;. Provavelmente um organismo nas condições descritas não seria capaz de sobreviver muito tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora o cérebro não possa ser causa &lt;span style="font-style: italic;"&gt;última&lt;/span&gt; (origem) para pensamento algum, o cérebro pode ser causa para outros comportamentos, como tremores e tiques. Dizer que se é capaz de controlar certos tremores ou tiques não elimina sua origem no cérebro. Por exemplo, indivíduos com a síndrome de Tourette são capazes de controlar os tiques durante alguns momentos, até que cedem à necessidade de emitir aqueles dados comportamentos. Mas estes tiques não necessitam de estímulos externos para se fazer presentes, ainda que possam ser agravados ou amenizados por estímulos externos. Até mesmo o comportamento de tentar resistir aos tiques pode muito bem ser uma resposta ao tique, que é um estímulo interno.&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 227px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_s0SSjgqiXPs/TLofJluHwRI/AAAAAAAABhA/RMhtNmHJ0YY/s400/doppleganger.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5528765742155546898" border="0" /&gt;Voltando ao caso de uma experiência idêntica simulada artificialmente... Não é possível que dois observadores conscientes observem o mesmo fenômeno do mesmo ponto ao mesmo tempo na natureza. Seria mais ou menos possível se fosse ligado o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;output &lt;/span&gt;de um par de olhos a dois cérebros, ou então numa circunstância em que duas pessoas estivessem observando uma mesma cena, cuja qual ficasse  chamando a atenção para um determinado foco, de um mesmo ponto em uma realidade virtual. Mas ainda assim, considerando que estes dois cérebros estariam recebendo outros &lt;span style="font-style: italic;"&gt;inputs&lt;/span&gt; de seus respectivos corpos, a experiência total não seria a mesma. Caso contrário, assistir um filme em um cinema seria quase isso. Talvez o mais próximo possível a isso seria um par de gêmeos idênticos que, do momento do nascimento, fossem conectados a uma realidade virtual na qual são passivos, observam os eventos a partir do mesmo ponto no espaço, e apenas observam o desenrolar destes eventos, sem interagir com nada. Supondo que, de alguma forma, todo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;input&lt;/span&gt; sensorial destes gêmeos houvesse sido idêntico durante toda suas existências - mesmo intraútero, a nível de extrapolação - estaríamos falando possivelmente de duas consciências idênticas. Talvez, caso lhes fosse dado o controle sobre a ação em algum momento, ambos agiriam da mesma forma. Porém, se eles viessem a ser colocados em pontos diferentes da simulação, suas consciências se distinguiriam. Ou, se eles fossem simplesmente desconectados da simulação ao atingir a idade adulta, se deparariam com um Doppelgänger. O que seria verdade só até o momento da desconexão. A partir de então suas experiências se diversificariam e seriam apenas pessoas muito parecidas, mas cujas consciências iriam ser gradativamente preenchidas por conteúdos diversos.&lt;br /&gt;A nível experimental, se eu considerar que meu computador de alguma forma uma extensão do meu cérebro, da minha memória, se eu clonar meu disco-rígido e colocar o disco com a cópia em outro computador idêntico, com o mesmo hardware, terei dois computadores exatamente iguais, com o mesmo conteúdo. Porém, se eu começa a utilizar eles alternadamente (sem uma configuração RAID 1), seus conteúdos irão se diversificar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste momento, enquanto nunca foi feita clonagem ou espelhamento deste disco-rígido, não existe outro computador na face da Terra com o mesmo conteúdo do disco-rígido do meu computador. E o fato de meu computador ser único o faz funcionar de forma única. Apesar do sistema operacional ser um Linux, o mesmo de tantos outros computadores, o uso continuado fez com que eu fosse alterando diversos elementos funcionais, como a disposição e o conteúdo dos menus, a forma como eles surgem e exibem seus conteúdos, a forma como os dados são armazenados e evocados, etc. De modo geral, ao clicar num ícone de um arquivo, o arquivo - eventualmente - será exibido. Mas o que acontece de forma discreta ao usuário enquanto este arquivo é utilizado pelo usuário é particular nesta máquina, configurada para equilibrar o desempenho e a economia do SSD com alguma segurança para a integridade de dados. Pode ser que exista outra máquina que maneje os arquivos da mesma forma, mas seriam arquivos diferentes e outros aspectos funcionais seriam diferentes.&lt;br /&gt;Se algo tão simples quanto um computador adquire diversidade por meio da intervenção de agentes conscientes, o que dizer do substrato dos agentes conscientes? As pessoas possuem gostos diferentes, pois ao longo da vida fizeram diferentes associações. A experiência de cada indivíduo é única e a linguagem é apenas uma janela, estreita e não muito transparente, para o que essa experiência realmente é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei se consegui ser claro até aqui. Mas pelo menos consegui me concentrar por algumas horas em um debate sobre assuntos que realmente me instigam a curiosidade e despertam minha imaginação. :D&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7074595750782440779-7071001522558933692?l=psicologiarg.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://psicologiarg.blogspot.com/2010/10/self-mente-personalidade.html</link><author>noreply@blogger.com (Claudio Drews)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_s0SSjgqiXPs/TLoTK2MWdfI/AAAAAAAABgw/cJztxJ-L3tE/s72-c/brain-computer.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7074595750782440779.post-5608448332138852691</guid><pubDate>Sat, 16 Oct 2010 03:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-16T00:28:05.052-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">informática</category><title>3D Slicer no Acer Aspire One 532H</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_s0SSjgqiXPs/TLkbb5TBiuI/AAAAAAAABgo/Sh_i_0K-avk/s1600/3D_Slicer_Linux_Netbook.png"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 234px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_s0SSjgqiXPs/TLkbb5TBiuI/AAAAAAAABgo/Sh_i_0K-avk/s400/3D_Slicer_Linux_Netbook.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5528480183625026274" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Se me dissessem que ainda este ano eu teria um computador de baixo custo, ultraportátil, com gpu integrada, capaz de rodar o 3D Slicer simultaneamente ao Compiz com todos os efeitos, eu iria achar que era piada. Mas é verdade. Incrível o nível de desenvolvimento de hardware e software nestes últimos 2 anos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7074595750782440779-5608448332138852691?l=psicologiarg.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://psicologiarg.blogspot.com/2010/10/3d-slicer-ubuntu-aao-532h.html</link><author>noreply@blogger.com (Claudio Drews)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_s0SSjgqiXPs/TLkbb5TBiuI/AAAAAAAABgo/Sh_i_0K-avk/s72-c/3D_Slicer_Linux_Netbook.png" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7074595750782440779.post-9057650913537471208</guid><pubDate>Fri, 08 Oct 2010 01:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-07T23:12:04.670-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">filosofia</category><title>Conhecimento e Consciência</title><description>&lt;img style="display: block; margin: 0px auto; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 134px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_s0SSjgqiXPs/TK59hd-3WeI/AAAAAAAABgc/TPAK2QlFZnc/s320/green_rose.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5525491806767634914" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como a experiência consciente se relaciona com a memória da experiência consciente? Lembrar-se da experiência de algo é, por si, uma experiência consciente? E como a experiência consciente se relaciona com o conhecimento? Conhecer amplia nossa consciência?&lt;br /&gt;Por exemplo, vamos imaginar que um entrevistador estivesse conversando com Mary, a Supercientista que nunca viu a cor vermelha. Para os fins deste exemplo, Mary e o entrevistador são organismos completamente preto e branco e ambos são capazes de enxergar a cor vermelha, porém Mary passou sua vida toda isolada em um quarto onde tudo era preto e branco. O entrevistador pergunta para Mary, que conhece absolutamente tudo sobre a fisiologia da visão e sobre as propriedades físicas das cores, como é experienciar a cor vermelha. Mary não sabe.&lt;br /&gt;O entrevistador fica perplexo, pois para ele, a mera menção da cor trás a lembrança e com a lembrança a experiência.&lt;br /&gt;Neste momento o entrevistador põe a mão no bolso e puxa um lenço... de uma determinada cor. Mary se vê diante de uma experiência completamente nova. Provavelmente, sabendo tudo sobre os aspectos físicos das cores, ela classificaria tal experiência como a visão de uma nova cor. Saberia ela de que cor era o lenço? Como ela poderia saber sem nunca ter experienciado as cores?&lt;br /&gt;Mary então pergunta para o entrevistador, o que é que está havendo. O que ele têm para lhe dizer sobre aquele lenço. Ao que o entrevistador responde, com um pouco de embaraço, que aquele lenço que ele puxou por descuido de seu bolso estragando toda a experiência, é um lenço vermelho.&lt;br /&gt;Mary pega o lenço com as mãos, toca, observa, e se regojiza por dentro, tendo finalmente alcançado a experiência crua e subjetiva de observar a cor vermelha.&lt;br /&gt;O entrevistador pede para que Mary nada fale sobre o ocorrido, pois ele perderia o emprego. Mary concorda com ele, pensando na possibilidade de enganar os demais cientistas que estudaram seu caso enquanto ela permanecia presa no quarto por todos estes anos de sua vida.&lt;br /&gt;Alguns meses se passaram e o experimento de Mary chega ao seu desfecho final. Um dos cientistas entra no quarto onde Mary está e lhe pergunta se ela sabe como é experienciar a cor vermelha. Mary responde que não com o ar mais frustrado que consegue representar, embora esteja lembrando-se do lenço do entrevistador e deleitando-se com sua travessura.&lt;br /&gt;O cientista então pergunta se ela está preparada para conhecer a cor vermelha, ao que Mary responde que sim, fingindo uma certa insegurança desta vez. Ela é conduzida até uma sala na qual há um objeto retangular coberto por um pano branco. O pano é levantado, desvelando um quadro completamente vermelho diante de seus olhos...&lt;br /&gt;Desta vez Mary não precisa fingir nada, pois está realmente atônita. A experiência lhe é completamente nova, pois nunca ela havia visto nada como aquilo que agora ela vê. O cientista, percebendo o franco assombro de Mary, pergunta o que há de errado. Mary tenta encontrar palavras, mas nada consegue dizer.&lt;br /&gt;Então uma porta se abre e quem entra na sala é o entrevistador. Vestido como o cientista que acompanha Mary, ele se apresenta como sendo também um cientista.&lt;br /&gt;O assombro de Mary começa a dar espaço para um sentimento de indignação que parecia prever o que viria asseguir.&lt;br /&gt;O cientista puxa o lenço do bolso e com um sorriso diz: - Te apresento a cor verde.&lt;br /&gt;Mary, que agora conhecia o vermelho e o verde, lembrava-se dos últimos meses nos quais passava horas a olhar fotos monocromáticas de rosas, imaginando suas pétalas em matizes de verde.&lt;br /&gt;Eventualmente Mary consegue perdoar os cientistas maldosos, pois ela mesma era uma cientista e estava interessada nos desdobramentos do experimento do qual participava.&lt;br /&gt;Alguns dos quais remetem às perguntas com as quais iniciei este post. Assim como o cientista que se passava por entrevistador, a menção da cor vermelha remetia Mary a uma dada experiência consciente que, embora fosse a realidade para Mary, não era propriamente a realidade. Mary acreditava deter consigo a experiência consciente da cor vermelha quando na verdade tudo o que ela tinha era a experiência da cor verde. Era consciente esta experiência? Se sim, seria mais consciente se ela houvesse sido corretamente informada sobre a cor que observava?&lt;br /&gt;Será que o conhecimento nos torna mais conscientes sobre o mundo que nos cerca?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7074595750782440779-9057650913537471208?l=psicologiarg.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://psicologiarg.blogspot.com/2010/10/conhecimento-e-consciencia.html</link><author>noreply@blogger.com (Claudio Drews)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_s0SSjgqiXPs/TK59hd-3WeI/AAAAAAAABgc/TPAK2QlFZnc/s72-c/green_rose.png" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7074595750782440779.post-6901698872344034105</guid><pubDate>Tue, 21 Sep 2010 16:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-15T23:38:23.905-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">informática</category><title>Reconhecimento facial no Ubuntu 10.04</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ainda ontem estava procurando algo na Internet para me distrair quando resolvi pesquisar o que os sistemas operacionais do futuro breve trariam de novidade. Lendo alguns sites que falavam sobre o "Windows 8", codinome interno da próxima versão do sistema operacional da Microsoft com lançamento previsto para 2012, fiquei sabendo que estão planejando acrescentar a tecnologia de reconhecimento facial para autentificação de sessões de usuários. Achei a ideia muito boa em se tratando de biometria, uma vez que é mais comum que os computadores de diferentes classes - desktops, notebooks, netbooks, pads, etc - venham com câmeras ao invés de leitores de impressão digital.&lt;br /&gt;Resolvi então pesquisar o que já existia neste sentido para o Linux e logo percebi que desde 2007 - e talvez anteriormente, já haviam uma série de projetos com o objetivo de desenvolver esta tecnologia para software livre.&lt;br /&gt;Dentre estes projetos, o que me chamou mais atenção foi o tal &lt;a href="https://code.google.com/p/pam-face-authentication/"&gt;Pam-face-authentication&lt;/a&gt;. Utilizando bibliotecas de visão computacional (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;libcv&lt;/span&gt;), o computador reconhece o rosto do usuário por filtros de estrusão, especialmente - pelo o que pude notar - pela &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=fdcBM4gMnPE"&gt;área dos olhos&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=dY2i-e6CTs4"&gt;nariz&lt;/a&gt;, estratégia bastante inteligente na minha opinião.&lt;br /&gt;Convencido que seria no mínimo divertido tentar implementar essa tecnologia no meu netbook, dando um salto de dois anos no futuro em relação aos sistemas Windows, resolvi descobrir como instalar e fazer funcionar o Pam.&lt;br /&gt;Primeiro acessei um &lt;a href="http://www.vivaolinux.com.br/artigo/Biometria-Reconhecimento-Facial-OpenSource"&gt;artigo em português ensinando o processo para o Pam v. 0.02&lt;/a&gt; de forma bem sucinta, mas não serviu para o meu caso pois o meu Linux é bastante enxuto e o Pam já estava na v. 0.03. Então recorri a um &lt;a href="http://pam-face-authentication.org/wiki/index.php?title=Installation"&gt;wiki do próprio Pam&lt;/a&gt;, ainda inacabado mas que tinha tudo o que eu precisava.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não levei nem meia hora para compilar os arquivos, integrar o programa ao login do Ubuntu e poder rodar o aplicativo de reconhecimento de faces, que pode ser visto na imagem abaixo.&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_s0SSjgqiXPs/TJjhYsiLYwI/AAAAAAAABgU/PUtoazkPwcg/s1600/Facial_Recognition.png"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 187px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_s0SSjgqiXPs/TJjhYsiLYwI/AAAAAAAABgU/PUtoazkPwcg/s320/Facial_Recognition.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5519409157730165506" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Mas será que este sistema é seguro? Ou será que enfraquece a segurança? Pelo o que entendi lendo a respeito do Pam, ele salva uma série de &lt;u&gt;con&lt;/u&gt;j&lt;u&gt;untos&lt;/u&gt; de imagens do rosto do usuário, de modo que não basta apenas botar uma foto na frente da tela para ganhar acesso à conta, pois o programa conta que a imagem capturada apresente nuances durante o processo de autenticação.&lt;br /&gt;Como nem tudo é perfeito, na realidade de utilização de um netbook, foi necessário criar um número relativamente grande destes conjuntos - no meu caso foram nove, ao invés de três que parecem ser o padrão - para garantir o reconhecimento em diferentes condições de iluminação e diferentes posições do computador, como no colo, sobre uma mesa alta, sobre uma mesa baixa, etc.&lt;br /&gt;Ainda assim, é uma tecnologia que impressiona muito. As possibilidades de bibliotecas de visão de computador não se restringem apenas à autentificação de usuários, mas também podem ser utilizadas para criar efeitos muito interessantes na interface gráfica, como é o caso do plugin de &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=kTNG1GN4VV8"&gt;"head tracking" do Compiz&lt;/a&gt;, que cria o que parece ser um desktop holográfico interativo. Este também pretendo experimentar, assim que tiver mais algumas horas livres. :D&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Update:&lt;/span&gt; Instalei o plugin head tracking e realmente parece ser algo muito poderoso! Dá para notar que as janelas respondem aos movimentos da minha cabeça e dos meus olhos... Compreendi que, em uma tela grande, é possível visualizar janelas de forma divertida, mas na tela pequena do netbook o resultado é pouco funcional... Poderia melhorar algumas coisas ajustando as opções, mas vou deixar isso para outra hora.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7074595750782440779-6901698872344034105?l=psicologiarg.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://psicologiarg.blogspot.com/2010/09/biometria-linux-ubuntu.html</link><author>noreply@blogger.com (Claudio Drews)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_s0SSjgqiXPs/TJjhYsiLYwI/AAAAAAAABgU/PUtoazkPwcg/s72-c/Facial_Recognition.png" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7074595750782440779.post-7823245586488038408</guid><pubDate>Sat, 18 Sep 2010 22:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-19T00:38:43.114-03:00</atom:updated><title>Acer Aspire One 532h e Ubuntu Netbook Remix</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Recentemente adquiri um netbook &lt;a href="http://aspireonenetbook.com/general/acer-aspire-one-532h-2730-garnet-red-10-1-inch-netbooks-%E2%80%93-up-to-8-hours-battery-life/"&gt;Acer Aspire One 532h-2730&lt;/a&gt; (Garnet Red), já com 2 GB de memória RAM acrescentados (1 GB é o padrão), no qual instalei um disco-rígido sólido (SSD) da Kingston, de 64 GB. Precisei de um netbook pois o meu notebook acrescentava peso demais nas minhas costas, na minha mochila; e a opção por um SSD, ao meu ver, foi bastante lógica, uma vez que este é um computador que vai ir comigo para todos os lugares e que pode necessitar ser utilizado nas mais diversas situações.&lt;br /&gt;Depois de muito pesquisar optei pelo &lt;a href="http://www.ubuntu.com/"&gt;Ubuntu Netbook Remix&lt;/a&gt; (UNR) 10.04 como sistema operacional. Poderia ter utilizado o Windows XP, que é um sistema bastante conhecido e agradável de usar, mas que carece de algumas otimizações que são interessantes em um formato como o do netbook, ou poderia ter optado pelo Windows 7 que, apesar de ser otimizado para usar SSD's, seria problemático pelo imenso número de arquivos temporários que gera. Também poderia ter optado por qualquer outra distro do Linux, mas gosto do Ubuntu simplesmente por ter sido a distro que mais utilizei até hoje.&lt;br /&gt;Antes de instalar o sistema gastei várias e várias horas lendo sobre como formatar e particionar corretamente o SSD para evitar o desgaste por excesso de gravação e para tirar o máximo de proveito da alta taxa de leitura e gravação que ele é capaz de ter. Foi um tempo gasto inutilmente, pois o UNR, já em sua versão 10.04, automaticamente formatou o SSD de modo que, pelo menos neste que utilizo, que é o &lt;a href="http://www.newegg.com/Product/Product.aspx?Item=N82E16820139134"&gt;Kingston SSDNow V Series SNV425-S2BN/64GB 2.5" SATA II&lt;/a&gt;, o desempenho esperado foi atingido &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"out of the box"&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_s0SSjgqiXPs/TJU7-Md7IRI/AAAAAAAABfs/jpoOZIZP0AE/s1600/01-GParted_SSD.png"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 187px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_s0SSjgqiXPs/TJU7-Md7IRI/AAAAAAAABfs/jpoOZIZP0AE/s320/01-GParted_SSD.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5518382858097074450" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Formatação parão do UNR 10.04 para o SSD.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_s0SSjgqiXPs/TJU9-PHRB0I/AAAAAAAABf0/ZWjixJbEWFI/s1600/hdparm_SSD.png"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 187px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_s0SSjgqiXPs/TJU9-PHRB0I/AAAAAAAABf0/ZWjixJbEWFI/s320/hdparm_SSD.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5518385057830602562" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Performance do SSD pelo hdparm (3x)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um aspecto negativo da formatação padrão é o tamanho dedicado ao swap, muito grande em relação ao SSD, especialmente considerando que o swap praticamente nunca é utilizado.&lt;br /&gt;A performance do SSD ficou dentro do esperado para sua classe econômica (&lt;a href="http://forum.notebookreview.com/hardware-components-aftermarket-upgrades/223173-know-your-ssds-slc-vs-mlc.html"&gt;MLC&lt;/a&gt;). Quanto ao peso, ter trocado o HDD pelo SSD trouxe uma diferença de aproximadamente 10 gramas, o que pode parecer pouco mas já ajuda um pouco. Já quanto à economia de energia, não posso dizer o quanto foi melhora, se é que houve alguma, pois nunca cheguei a utilizar de fato o netbook com o HDD.  A bateria de 3 células, com o SSD e com a economia de energia no máximo pelo sistema, rende cerca de 3 horas de uso para navegação e edição de arquivos no OpenOffice.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_s0SSjgqiXPs/TJVnV8dZD0I/AAAAAAAABgE/UT2ECZR8ZCk/s1600/Powertop.png"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 187px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_s0SSjgqiXPs/TJVnV8dZD0I/AAAAAAAABgE/UT2ECZR8ZCk/s320/Powertop.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5518430545116729154" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Duração da bateria pelo powertop.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_s0SSjgqiXPs/TJVm07MdV2I/AAAAAAAABf8/h90BKbAlQ14/s1600/Bateria.png"&gt;&lt;img style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 187px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_s0SSjgqiXPs/TJVm07MdV2I/AAAAAAAABf8/h90BKbAlQ14/s320/Bateria.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5518429977841588066" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Status da bateria do AAO 532h.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com as configurações padrão o UNR é bastante rápido, mas fiz diversas configurações que trouxeram ganho na performance, economia de energia e diminuição do desgaste do SSD. Pensei em fazer um grande &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"how to"&lt;/span&gt; aqui, compilando as configurações e otimizações que funcionaram melhor para o meu caso, mas não disponho de tanto tempo atualmente. Então vou apenas listar elas brevemente:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ol style="text-align: justify;"&gt;&lt;li&gt;Escolhi o formato ext4 de partição para o sistema, então desativei o journaling para diminuir o desgaste do SSD e aumentar a performance e economia de energia. Com o mesmo objetivo também desativei alguns outros recursos do ext4 no fstab.&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Fiz com que virtualmente todos os arquivos temporários fossem criados em tmpfs, na memória RAM. Com isso diminui o desgaste no SSD e aumentei consideravelmente a performance na maioria dos programas. Só é preciso ter cuidado pois é possível - e relativamente fácil para alguns usuários - exceder o espaço disponível na memória RAM, por exemplo, no Firefox (navegando no ScienceDirect consegui colocar mais 340 MB na memória RAM como arquivo temporário).&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Otimizei a inicialização do UNR desativando serviços desnecessários. Por exemplo, desativei tudo que é relativo ao bluetooth, uma vez que muito raramente faço uso desta tecnologia. Com isso consegui aumentar a velocidade do boot e diminuir o gasto de energia.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Abri mão da interface própria para netbooks oferecida pelo UNR em prol da interface padrão, a qual estou mais acostumado. Acho difícil trabalhar em uma ambiente gráfico onde há sempre algo na área de trabalho, pois as vezes gosto de olhar para ela vazia. Contudo, se eu um dia vier a instalar um &lt;a href="http://www.dealextreme.com/details.dx/sku.18490"&gt;layer touchscreen&lt;/a&gt; na tela do meu netbook, irei utilizar o &lt;a href="http://arstechnica.com/open-source/reviews/2010/05/exclusive-hands-on-with-ubuntus-new-unity-netbook-shell.ars"&gt;shell Unity&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Removi alguns programas desnecessários, instalei os programas que utilizo e os programas necessários para multimídia (Flash, DivX, mp3, etc), e otimizei programas como o OpenOffice, Mozilla, Gimp, Audacity e Inkscape para tirarem proveito do SSD e do tmpfs. Instalei também o Wine, embora até agora não tenha realmente precisado utilizar nenhum aplicativo do Windows.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Instalei alguns programas que atualmente considero indispensáveis, como o &lt;a href="http://www.zotero.org/"&gt;Zotero&lt;/a&gt; no Firefox para substituir o EndNote, o &lt;a href="http://www.gnu.org/software/pspp/"&gt;GNU PSPP&lt;/a&gt; para substituir o SPSS do Windows, o &lt;a href="http://www.mnemosyne-proj.org/"&gt;Mnemosyne&lt;/a&gt; para me dar uma mão nas provas e o &lt;a href="http://freemind.sourceforge.net/"&gt;Freemind&lt;/a&gt;. Também instalei o &lt;a href="http://www.slicer.org/"&gt;3D Slicer&lt;/a&gt;, embora use ele mais pela minha curiosidade. O 3D Slicer depende fortemente da aceleração 3D por hardware, de modo que no netbook posso utilizar apenas bases que não sejam muito pesadas e preciso escolher com parcimônia os modelos a serem exibidos. Obs.: Tentei instalar a versão Linux do &lt;a href="http://www.softwarepublico.gov.br/ver-comunidade?community_id=626732"&gt;InVesalius&lt;/a&gt; mas infelizmente não fui capaz de fazê-lo rodar.&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Instalei e configurei o &lt;a href="http://www.compiz.org/"&gt;Compiz&lt;/a&gt;, pois realmente tiro proveito dos atalhos dele para ter uma maior produtividade... Ok, mentira, eu gosto mesmo são dos efeitos especiais. No hardware do AAO 532h o Compiz é executado sem problema algum após os drivers da Intel terem sido corretamente instalados.&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Obviamente precisei fazer muito mais configurações do que as que estão listadas acima, e foi necessário um bom tempo lendo fóruns de discussão, a obtenção de repositórios especiais e uma boa dose de paciência até configurar tudo do jeito que está agora. Algumas opções que ampliam a economia de energia podem ser usadas por meio de scripts ou pelo terminal, mas estou satisfeito com o padrão atual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Aspectos positivos do AAO 532h&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;a) Tem um design muito bonito, é pequeno e bastante leve;&lt;br /&gt;b) A tela tem ótima qualidade de imagem;&lt;br /&gt;c) O hardware é bastante poderoso, surpreendente para um netbook;&lt;br /&gt;d) É bastante compatível com o Linux;&lt;br /&gt;e) O teclado é ótimo, muito confortável e fácil de se acostumar;&lt;br /&gt;f) É bastante resistente;&lt;br /&gt;g) É bastante silencioso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Aspectos negativos do AAO 532h&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;a) Aquece muito quando sob forte demanda, a exaustão do processador deveria ter sido melhor planejada, muito do ar quente sai na parte inferior do netbook;&lt;br /&gt;b) O som dele não é nada espetacular, diria que é o mínimo aceitável, contudo o ideal em um netbook é utilizar fones de ouvido para não incomodar as pessoas a volta;&lt;br /&gt;c) Deveria vir com um SSD como o da Kingston de fábrica;&lt;br /&gt;d) Deveria ser possível colocar mais memória RAM;&lt;br /&gt;e) O &lt;a href="http://bkhome.org/blog/?viewDetailed=01397"&gt;adaptador de energia&lt;/a&gt; dele é um horror, irei substituí-lo por um compatível mas com design mais tradicional;&lt;br /&gt;f) A pintura da parte superior e o acabamento da parte interior, embora sejam muito bonitos, são bastante frágeis e precisam ser limpos com muita delicadeza;&lt;br /&gt;g) Para quem usa Windows Vista ou Windows 7, o leitor de cartões dele não é compatível com o ReadyBoost, também vale para quem quisesse utilizar &lt;a href="http://ubuntuforums.org/showthread.php?t=395435"&gt;algo similar&lt;/a&gt; no Linux. Contudo isso é irrelevante para quem usa SSD.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Aspectos ambivalentes no AAO 532h&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A bateria é bastante leve e, por só ter 3 células, dura pouco fora da tomada. Além disso, a vida útil desta bateria não parece ser das melhores. Sua capacidade de fábrica era de 2200 mAh, e agora, depois de um mês e meio de uso, sua capacidade está em 2043 mAh. Outra coisa é o acabamento, que apesar de ser bonito atrai impressões digitais que acabam com a beleza dele. No acabamento vermelho e especialmente no branco as impressões aparecem menos que no azul, mas ainda assim são um problema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Aspectos positivos do SSD Kingston&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;a) Preço acessível;&lt;br /&gt;b) Leve, compacto, silencioso e resistente a vibrações;&lt;br /&gt;c) Baixo consumo de energia;&lt;br /&gt;d) RÁPIDO!;&lt;br /&gt;e) Fácil de instalar;&lt;br /&gt;f) Ótima assistência técnica (respondem os e-mails em menos de 24 horas);&lt;br /&gt;g) Não esquenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Aspectos negativos do SSD Kingston&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Nenhum, mas seria interessante se ele fosse ainda mais leve. Quanto ao uso dele com o Linux, acredito que o Linux seja o melhor sistema operacional para esta tecnologia, porém para configurar o LUKS são necessários todos aqueles cálculos complicados para acertar as partições ou o sistema não aproveitará todo o desempenho do SSD. No meu caso, como não tenho nenhum material ultrasecreto no disco-rígido, resolvi não utilizar o LUKS desta vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Aspectos positivos do Ubuntu Netbook Remix 10.04&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;a) Boot muito rápido;&lt;br /&gt;b) Fácil instalação;&lt;br /&gt;c) Estável, leve, não consome muitos recursos com o sistema, deixando mais recursos para os aplicativos;&lt;br /&gt;d) Bonito (finalmente se livraram aqueles tons marrons);&lt;br /&gt;e) Para o usuário avançado também está mais fácil de fazer otimizações, tão fácil que chega a dar um saudosismo do tempo em que se levava horas procurando uma solução;&lt;br /&gt;f) Há a opção para quem gosta da interface clássica;&lt;br /&gt;g) Dá pra tirar muito proveito das vantagens dos SSD's.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Aspectos negativos do Ubuntu Netbook Remix 10.04&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;a) Ainda vem com o Evolution, completamente inútil para quem utiliza webmail;&lt;br /&gt;b) Ao invés do Pidgin, que funcionava muito bem, vem com o Empathy para mensagens instantâneas, e o Empathy não me pareceu nem um pouco legal, entre ambos ainda prefiro o aMSN, que embora seja meio tosco tem mais opções -- se bem que faz tempo que não uso mensagens instantâneas pois elas atrapalham minha concentração;&lt;br /&gt;c) Ainda não é tão fácil quando deveria ou poderia ser instalar drivers específicos para alguns hardwares e para reprodução de multimídia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Considerações finais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Se você precisa de um computar ultraportátil de alto desempenho e barato, o Acer Aspire One 532h é uma ótima escolha. Em conjunto com um SSD e o UNR, o AAO 532h pode ser a máquina ideal para estudantes e profissionais que necessitam conectar, produzir e se comunicar utilizando a Internet.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7074595750782440779-7823245586488038408?l=psicologiarg.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://psicologiarg.blogspot.com/2010/09/acer-532h-unr.html</link><author>noreply@blogger.com (Claudio Drews)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_s0SSjgqiXPs/TJU7-Md7IRI/AAAAAAAABfs/jpoOZIZP0AE/s72-c/01-GParted_SSD.png" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7074595750782440779.post-3363982516806603176</guid><pubDate>Wed, 21 Jul 2010 05:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-07-21T03:03:21.408-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">psicodiagnóstico</category><title>DSM_IV_CID_10</title><description>&lt;a title="View Psicodiagnóstico - DSM-IV-TR e CID-10 on Scribd" href="http://www.scribd.com/doc/34623059/Psicodiagnostico-DSM-IV-TR-e-CID-10" style="margin: 12px auto 6px; font: 14px Helvetica,Arial,Sans-serif; display: block; text-decoration: underline;"&gt;Psicodiagnóstico - DSM-IV-TR e CID-10&lt;/a&gt; &lt;object id="doc_649115206823557" name="doc_649115206823557" type="application/x-shockwave-flash" data="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf" style="outline: medium none;" rel="media:presentation" resource="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf?document_id=34623059&amp;amp;access_key=key-2awwqof814vc6ryswv38&amp;amp;page=1&amp;amp;viewMode=list" media="http://search.yahoo.com/searchmonkey/media/" dc="http://purl.org/dc/terms/" width="100%" height="500"&gt; &lt;param name="movie" value="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf"&gt; &lt;param name="wmode" value="opaque"&gt; &lt;param name="bgcolor" value="#ffffff"&gt; &lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt; &lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt; &lt;param name="FlashVars" value="document_id=34623059&amp;amp;access_key=key-2awwqof814vc6ryswv38&amp;amp;page=1&amp;amp;viewMode=list"&gt; &lt;embed id="doc_649115206823557" name="doc_649115206823557" src="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf?document_id=34623059&amp;amp;access_key=key-2awwqof814vc6ryswv38&amp;amp;page=1&amp;amp;viewMode=list" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" wmode="opaque" bgcolor="#ffffff" width="100%" height="500"&gt;&lt;/embed&gt; &lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;WHODAS II&lt;/span&gt; - WHO Disability Assessment Scale II - &lt;a href="http://whqlibdoc.who.int/publications/2010/9789241547598_eng.pdf"&gt;Manual Completo&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://www.who.int/icidh/whodas/instrument_download.html"&gt;Questionários&lt;/a&gt; | &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;CGAS &lt;/span&gt;- Children Global Assessment Scale - &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.rcpsych.ac.uk/pdf/CGAS%20Ratings%20Guide.pdf"&gt;Manual e Escala&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; | GAF&lt;/span&gt; - Global Assessment Functioning Scale - &lt;a href="http://www.newavenuesonline.com/provider/forms/getpdf.aspx?id=45"&gt;Manual&lt;/a&gt; | &lt;a href="http://www.hkjpsych.com/journal_file/9501_P58-61.pdf"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Multiaxial ICD&lt;/span&gt; Field Trial&lt;/a&gt; | &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://bjp.rcpsych.org/cgi/reprint/177/1/52.pdf"&gt;HoNOSCA&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7074595750782440779-3363982516806603176?l=psicologiarg.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://psicologiarg.blogspot.com/2010/07/dsmivcid10.html</link><author>noreply@blogger.com (Claudio Drews)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7074595750782440779.post-181730827843856815</guid><pubDate>Tue, 20 Jul 2010 05:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-07-20T02:24:19.495-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">filosofia</category><title>Existe racionalidade?</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma das questões propostas pela Filosofia da Psicologia é: Serão os seres humanos entidades racionais?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Proponho duas respostas curtas, uma metafórica e outra direta:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;O único ser realmente racional sou &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Eu&lt;/span&gt;; por esta afirmação provo que eu, também, sou irracional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Humanos são seres emocionais capazes de produzir sistemas racionais e de fazer uso limitado destes sistemas.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A racionalidade não ocorre naturalmente nos seres humanos e não é, por si só, medida de inteligência em uma sociedade humana. Sendo humano e convivendo com outros humanos em diferentes contextos sociais, me parece evidente que o ser humano é uma entidade regida por emoções e que faz uso de sistemas racionais aprendidos para poder integrar-se ao meio e, pelo meio, suprir suas necessidades reais e percebidas.&lt;br /&gt;Além de aprender o ser humano também é capaz de criticar os sistemas racionais que lhe são apresentados. Esta crítica não é homogênea entre os seres humanos, diferindo em qualidade e extensão. Alguns seres humanos desenvolvem críticas suficientemente boas para originar novos sistemas racionais que perduram e são estudados. Outros desenvolvem críticas válidas apenas para si e delas não conseguem se desfazer, podendo inclusive romper com a realidade social e qualquer &lt;span style="font-style: italic;"&gt;senso&lt;/span&gt; de racionalidade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7074595750782440779-181730827843856815?l=psicologiarg.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://psicologiarg.blogspot.com/2010/07/existe-racionalidade.html</link><author>noreply@blogger.com (Claudio Drews)</author><thr:total>8</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7074595750782440779.post-1559168625229384311</guid><pubDate>Tue, 29 Jun 2010 17:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-06-29T15:12:43.258-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">psicodiagnóstico</category><title>anotacoes psicodiagnostico</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Algumas anotações que me foram úteis ao longo deste semestre... Se o tempo permitir vou incluir outras mais tarde.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;1. &lt;b&gt;Psicossomática&lt;/b&gt; na CID-10: ver F54 (p. 191)&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-left: 40px;"&gt;&lt;i&gt;Inclui fatores psicológicos afetando  condição física&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-left: 80px;"&gt;No  DSM-IV-TR: ver 316 (p. 683)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;2. &lt;b&gt;Transtornos da Personalidade na CID-10&lt;/b&gt;, relação com  os clusters do DSM-IV-TR:&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-left: 40px;"&gt; Cluster A:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-left: 80px;"&gt;F60.0 Transtorno de  Personalidade Paranóide (Querelante)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-left: 80px;"&gt;F60.1 Transtorno de Personalidade Esquizóide&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-left: 80px;"&gt;* F21 Transtorno Esquizotípico ---&gt;  análogo ao Transtorno da Personalidade Esquizotípica do DSM-IV-TR&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-left: 40px;"&gt; Cluster B:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-left: 80px;"&gt;F60.2 Transtorno de  Personalidade Antissocial&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-left: 80px;"&gt;F60.3  Transtorno de Personalidade Instável&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-left: 120px;"&gt;F60.30 Tipo Impulsivo&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-left: 120px;"&gt;F60.31  Tipo Borderline (Limítrofe) ---&gt; o grupo F60.3X é análogo ao  Transtorno da Personalidade Borderline do DSM-IV-TR&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-left: 80px;"&gt; F60.4 Transtorno de Personalidade Histriônica (Histérica, Psicoinfantil)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-left: 80px;"&gt;* F60.8 Outros Transtornos de Personalidade (&lt;i&gt;inclui  Narcisista&lt;/i&gt;) ---&gt; o Transtorno da Personalidade Narcisista do  DSM-IV-TR deve ser codificado aqui&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-left: 40px;"&gt; Cluster C:&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-left: 40px;"&gt;F60.5 Transtorno de  Personalidade Anancástica ---&gt; análogo ao Transtorno da Personalidade  Obsessivo-Compulsiva do DSM-IV-TR&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-left: 80px;"&gt;F60.6 Transtorno de Personalidade Ansiosa  ---&gt; análogo ao Transtorno da Personalidade de Evitação do DSM-IV-TR&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-left: 80px;"&gt; F60.7 Transtorno de Personalidade Dependente (Astênica)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-left: 40px;"&gt;* Obs.: F21 Transtorno Esquizotípico não é  considerado um transtorno de personalidade na CID-10&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;3. &lt;b&gt;Classificação de um caso histórico: Phineas Gage&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-left: 40px;"&gt; F07.0 Transtorno Orgânico de Personalidade (&lt;i&gt;inclui Síndrome do Lobo  Frontal&lt;/i&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;4. &lt;b&gt;Dicotomia Kraepeliana:&lt;/b&gt; Afirmação de que os  transtornos psicóticos e os transtornos de humor, em especial a  Esquizofrenia e o Transtorno Bipolar, encontram-se em dois pólos opostos  quanto a classificação (nosologia). A Dicotomia Kraepeliana é  considerada uma das bases das classificações dos transtornos mentais e  vem sendo discutida desde que foi proposta. Atualmente a busca por uma  definição mais exata e que permita melhores prognósticos e estratégias  de tratamento está focada no estudo da bioquímica e da genética do  sistema nervoso.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Nosologia&lt;br /&gt;&lt;---------------------------------------------------------------&gt;&lt;br /&gt;Esquizofrenia &lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;.........................................&lt;/span&gt;                         Transtorno Bipolar&lt;br /&gt;(&lt;i&gt;Dementia Praecox&lt;/i&gt;) &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;...............................&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;            (&lt;i&gt;T. Maníaco-Depressivo&lt;/i&gt;)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;5. &lt;b&gt;Esquizotipia:&lt;/b&gt; conceito psicológico que descreve o  continuum de características da personalidade e de experiências que vão  dos estados normais de dissociação e imaginação até os estados mais  extremos relacionados à psicose e esquizofrenia. A esquizotipia enquanto  traço de personalidade pode ser dividida em quatro fatores:&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-left: 40px;"&gt;1. Experiências incomuns: a disposição para  ter experiências perceptuais e cognitivas incomuns, tais como  alucinações, crenças mágicas ou supersticiosas e interpretações de  eventos (delírios);&lt;br /&gt;2. Desorganização cognitiva: a tendência para que  os pensamentos fiquem desorganizados, tangenciais ou descarrilhados.&lt;br /&gt;3.  Anedonia introvertida: tendência para um comportamento introvertido,  emocionalmente embotado, associal, associada com a deficiência em sentir  prazer com estímulos sociais e físicos.&lt;br /&gt;4. Impulsividade  inconformada: a tendência em apresentar um humor e comportamento  instáveis com respeito às normas sociais e convenções.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;* Obs.:&lt;/b&gt;  para uma visão crítica à estas proposições enquanto &lt;i&gt;mecanismo de  controle social&lt;/i&gt;, ver a obra de Michel Foucault e Erving Goffman.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;6. &lt;b&gt;Estado prodrômico:&lt;/b&gt; "Antes do aparecimento dos sintomas  esquizofrênicos típicos há, às vezes, um período de semanas ou meses -  particularmente em pessoas jovens - durante o qual um pródromo de  sintomas não específicos aparece (tais como perda de interesse, evitação  da companhia dos outros, ausências ao trabalho, irritação e  hipersensibilidade). Esses sintomas não são diagnósticos de nenhum  transtorno em particular, mas também não são típicos do estado sadio do  indivíduo. Eles são frequentemente tão angustiantes para a família e tão  angustiantes para o paciente quanto os sintomas mórbidos mais claros,  tais como delírios e alucinações, os quais se desenvolvem mais tarde."  (CID-10, p. 9)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. &lt;b&gt;Dimensões Sintomatológicas da Esquizofrenia:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-left: 40px;"&gt;1. Sintomas Positivos:&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-left: 40px;"&gt;a. Dimensão Psicótica:&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-left: 40px;"&gt;I     Delírios&lt;br /&gt;II    Comportamento  alucinatório&lt;br /&gt;III   Excitação&lt;br /&gt;IV  Grandiosidade&lt;br /&gt;VI  Perseguição&lt;br /&gt;VII  Hostilidade&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;b. Dimensão Desorganização:&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-left: 40px;"&gt;I    Discurso desorganizado&lt;br /&gt;II    Comportamento desorganizado&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;2. Sintomas Negativos:&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-left: 40px;"&gt;Déficits primários:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-left: 40px;"&gt;a. Dimensão Afetiva:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-left: 80px;"&gt;I    Afeto embotado&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-left: 40px;"&gt;&lt;div style="margin-left: 40px;"&gt;II    Retraimento emocional&lt;br /&gt;III  Rapport pobre&lt;br /&gt;IV Retraimento social  apático&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;b. Falta de espontaneidade na conversação&lt;br /&gt;c.  Pensamento estereotipado&lt;br /&gt;d. Avolição&lt;br /&gt;Déficits secundários:&lt;br /&gt;a.  Depressão&lt;br /&gt;b. Sintomas Extrapiramidais&lt;br /&gt;c. Privação ambiental&lt;br /&gt;d.  (aos) Sintomas positivos&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;3. Sintomas Agressivos:&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-left: 40px;"&gt;a. T. Bipolar&lt;br /&gt;b. TDAH e Transtorno de  Conduta&lt;br /&gt;c. Psicose na Infância&lt;br /&gt;d. Transtorno da Personalidade  Borderline&lt;br /&gt;e. Demências&lt;br /&gt;f. Esquizofrenia&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;4.  Ansiedade/Depressão:&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-left: 40px;"&gt;a. T. Bipolar&lt;br /&gt;b.  T. Esquizoafetivo&lt;br /&gt;c. Depressão Maior&lt;br /&gt;d. Depressão Psicótica&lt;br /&gt;e.  Depressão Orgânica&lt;br /&gt;f. Resistência ao Tratamento&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;5. Sintomas  Cognitivos:&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-left: 40px;"&gt;Déficits cognitivos na  Esquizofrenia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;8. &lt;b&gt;Dimensão Temporal dos Transtornos Psicóticos&lt;/b&gt;  (DSM-IV-TR)           &lt;br /&gt;&lt;style type="text/css"&gt;  &lt;!--   @page { margin: 2cm }   TD P { margin-bottom: 0cm }   P { margin-bottom: 0.21cm }  --&gt;  &lt;/style&gt; &lt;table style="width: 491px; height: 105px;" border="0" cellpadding="4" cellspacing="0"&gt;  &lt;col width="51*"&gt;  &lt;col width="51*"&gt;  &lt;col width="51*"&gt;  &lt;col width="51*"&gt;  &lt;col width="51*"&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr valign="TOP"&gt;   &lt;td width="20%"&gt;        &lt;p align="CENTER"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,sans-serif;font-size:78%;"  &gt;&gt; 1    dia&lt;br /&gt;&lt; 1 mês&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="20%"&gt;    &lt;p align="CENTER"&gt;    &lt;/p&gt;    &lt;p align="CENTER"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,sans-serif;font-size:78%;"  &gt;&gt; 2    semanas&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="20%"&gt;        &lt;p align="CENTER"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,sans-serif;font-size:78%;"  &gt;&gt; 1    mês&lt;br /&gt;não    bizarro&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="20%"&gt;        &lt;p align="CENTER"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,sans-serif;font-size:78%;"  &gt;&gt; 1    mês&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;≤ &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,sans-serif;font-size:78%;"  &gt;6    meses&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="20%"&gt;    &lt;p align="CENTER"&gt;    &lt;/p&gt;    &lt;p align="CENTER"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,sans-serif;font-size:78%;"  &gt;&gt; 6    meses&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr&gt;   &lt;td colspan="5" valign="TOP" width="100%"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;    &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;◄▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;▬▬▬▬▬▬&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;▬&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;▬▬▬&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;▬▬▬▬▬►&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr valign="TOP"&gt;   &lt;td width="20%"&gt;            &lt;p align="CENTER"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,sans-serif;font-size:78%;"  &gt;Transtorno&lt;br /&gt;Psicótico&lt;br /&gt;Breve&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="20%"&gt;        &lt;p align="CENTER"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,sans-serif;font-size:78%;"  &gt;Transtorno&lt;br /&gt;Esquizoafetivo&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="20%"&gt;        &lt;p align="CENTER"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,sans-serif;font-size:78%;"  &gt;Transtorno&lt;br /&gt;Delirante&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="20%"&gt;        &lt;p align="CENTER"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,sans-serif;font-size:78%;"  &gt;Transtorno&lt;br /&gt;Esquizofreniforme&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td width="20%"&gt;    &lt;p align="CENTER"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,sans-serif;font-size:78%;"  &gt;Esquizofrenia&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;div style="margin-left: 40px;"&gt;* Obs.: Episódio Psicótico: duração  menor que um dia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;9. &lt;b&gt;Risco de Suicídio na Esquizofrenia:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-left: 40px;"&gt;Sexo masculino, jovem, desempregado&lt;br /&gt;Recaídas recorrentes (&lt;i&gt;curso longitudinal episódico&lt;/i&gt;)&lt;br /&gt;Recuperação precoce&lt;br /&gt;Inteligente e com medo de deterioração (intelectual, na CID-10: F20.X1 &lt;i&gt;episódico  com déficit progressivo&lt;/i&gt;)&lt;br /&gt;Sintomas positivos que incluem: desconfiança, alucinações auditivas  intensas.&lt;br /&gt;Sintomas depressivos&lt;br /&gt;Estágio inicial do transtorno&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-left: 40px;"&gt;* Obs.: o risco de suicídio diminui  com o tempo de duração do transtorno: quanto maior for o tempo que o  indivíduo convive com a esquizofrenia, menor será o risco de suicídio.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;10. &lt;b&gt;Risco de suicídio na Depressão:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-left: 40px;"&gt;Insônia persistente&lt;br /&gt;Negligência nos cuidados pessoais&lt;br /&gt;Déficit de memória&lt;br /&gt;Agitações&lt;br /&gt;Ataques de Pânico&lt;br /&gt;Doença grave (em especial na Depressão com características psicóticas)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;div style="margin-left: 80px;"&gt;* Obs.: na presença de um Episódio  Depressivo Maior junto com um Ataque de Pânico explorar o risco de  suicídio e sondar sentimentos de culpa e/ou vergonha.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;11. &lt;b&gt;Risco de suicídio na dependência de drogas:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-left: 40px;"&gt;Início precoce&lt;br /&gt;Alcoolismo crônico&lt;br /&gt;Alto nível de dependência&lt;br /&gt;Humor depressivo&lt;br /&gt;História familiar de alcoolismo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; 12. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Avaliação do risco de suicídio:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;..................................................&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;______&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;   (internação)                                 &lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;..................................&lt;/span&gt;| Tentativa&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;                                                    ..................................................&lt;/span&gt;| recente&lt;br /&gt;                             &lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;................................&lt;/span&gt;__________ |&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;                                  ................................&lt;/span&gt;| Plano&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;                                 ................................&lt;/span&gt;| definido&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;                 ................&lt;/span&gt;_________ |&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;                ................&lt;/span&gt;| Desejo de&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;                 ................&lt;/span&gt;| causar dano&lt;br /&gt;_________ | a si próprio&lt;br /&gt;| Vontade&lt;br /&gt;| de  morrer&lt;br /&gt;|                                                          &lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;..............................................&lt;/span&gt;(ambulatorial)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   &lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Na dúvida, proteger a vida do paciente."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A entrevista sobre a ideação  suicida:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Seus dados vão ser tão bons quanto for o vínculo do  terapeuta com o paciente.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;div style="margin-left: 40px;"&gt;&lt;span&gt; * Na presença de idéias suicidas e transtornos psiquiátricos ou fatores  estressores graves :: avaliar intencionalidade (plano e método) e  estabelecer contrato :: encaminhar se necessário (o encaminhamento deve  incluir o exame do estado mental do paciente)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt; * Na presença de agitação e tentativas prévias :: ficar com o paciente ::  hospitalizar&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7074595750782440779-1559168625229384311?l=psicologiarg.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://psicologiarg.blogspot.com/2010/06/anotacoes-psicodiagnostico.html</link><author>noreply@blogger.com (Claudio Drews)</author><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>

