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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;AkQBQng-cCp7ImA9WhZQFE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6853383915568860554</id><updated>2011-04-21T23:12:33.658-03:00</updated><category term="vida" /><category term="introdução" /><category term="amor" /><title>Queer and the City</title><subtitle type="html">Relacionamentos, vida, amor, moda.</subtitle><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://qatc.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://qatc.blogspot.com/" /><author><name>Queer and the City</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08013085356831345834</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="28" height="32" src="http://bp3.blogger.com/_Wy0BBOnkymA/SFlIx2VNHHI/AAAAAAAAAAY/9CKnPJ9VrBw/S220/banana+1.jpg" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>7</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/QueerAndTheCity" /><feedburner:info uri="queerandthecity" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><feedburner:browserFriendly></feedburner:browserFriendly><entry gd:etag="W/&quot;CkMFRns5eCp7ImA9WxRRFks.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6853383915568860554.post-7366209704323330377</id><published>2008-07-28T12:14:00.004-03:00</published><updated>2008-09-29T00:53:37.520-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-09-29T00:53:37.520-03:00</app:edited><title /><content type="html">&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6853383915568860554-7366209704323330377?l=qatc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://qatc.blogspot.com/feeds/7366209704323330377/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6853383915568860554&amp;postID=7366209704323330377" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" 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href="http://qatc.blogspot.com/2008/06/captulo-iv-microondas.html" title="" /><author><name>Queer and the City</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08013085356831345834</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="28" height="32" src="http://bp3.blogger.com/_Wy0BBOnkymA/SFlIx2VNHHI/AAAAAAAAAAY/9CKnPJ9VrBw/S220/banana+1.jpg" /></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUUDSHYyeyp7ImA9WxdXEko.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6853383915568860554.post-977491615062024875</id><published>2008-06-22T16:10:00.001-03:00</published><updated>2008-06-23T23:07:59.893-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-06-23T23:07:59.893-03:00</app:edited><title>Capítulo III - Da Solidão que nos é intrínseca</title><content type="html">Por que estar sozinho? A busca amorosa parece ser uma constante humana. Desde tempos remotos, seres de todas as espécies, de joaninhas a humanos se juntam, seja para procriação, seja para não se sentirem sós. Na equação humana é adicionada razão – um mal?-, motivo pelo qual tudo pode ficar um pouco mais complicado.&lt;br /&gt; Com o marketing bombando nas telas de tevê, telas de cinema, rádios, revistas, jornais, blogs, sites etc, ideais são propagados e internalizados por (quase) todos. Ou até mesmo todos. Mesmo quem procura não seguir o padrão, acaba por seguir o padrão de quem não quer seguir o padrão. O ajuntamento parece ser fundamental. Seja com camisas listradas na Pista 3 ou com regatas e músculos na The Week. &lt;br /&gt; Entretanto, o amor verdadeiro estaria isento de ideais? A partir do momento que você se apaixona padrões são quebrados? Eu já me apaixonei por dois homens (ao mesmo tempo) que não são exatamente meu padrão por serem um pouco mais afeminados, mas eu gostava deles. Doutora diz que são uma representação dos pais e por isso os padrões não valiam tanto. É, could be. &lt;br /&gt; Nossos progenitores são o primeiro contato com a civilização – e aí entram as instituições que irão nos moldar e nos fazer identificarmos minimamente uns com os outros-, derivando daí o fato de muito de nossas vidas e gostos serem determinados pela relação que construímos com nossos pais. Uma variante que é desenvolvida para alguns que tiveram pais ausentes é o gosto por homens mais velhos. Tanto eu quanto Érika e Clara, ambas com 20 anos, gostamos de homens mais maduros e o ponto comum entre nós parece ser a ausência paterna. Obviamente, o ser humano não funciona de uma única maneira. Assim, depende da maneira como a pessoa processa as informações para resultar em determinados gostos. Logo, a ausência do pai não significa necessariamente uma atração por homens mais maduros. A única constância humana talvez seja a inconstância. &lt;br /&gt; Na outra ponta, encontram-se os jovens com menos experiência, mas atraentes da mesma forma, em outros pontos. A falta de experiência e a sede por crescer parecem atrair. Mas, da mesma forma, eu me sinto atraído por jovens mais maduros que a maioria. Jovens com sede de conhecimento, com pontos de vista distintos sobre a vida, interessados. Então, mesmo entre os jovens eu gosto de velhos? É uma possibilidade. O problema quanto a homens bem mais velhos é imaginar um futuro juntos com os dois vivendo fases completamente distintas. Eu sinto que não conseguiria.&lt;br /&gt; Rainer Maria Rilke é um famoso poeta alemão. O que mais me marcou dele foi ele falar que no final estamos sempre sozinhos e que não é possível ajudar ao outro, porque só ajudamos a nós mesmos. Conversando com Érika, que está lendo &lt;em&gt;Quando Nietzsche chorou&lt;/em&gt;, vimos novamente esse pensamento de Rilke. Ajudar o outro, provoca uma sensação de superioridade justamente por ser capaz de ajudar, o que, em última análise, significa ser superior ao outro em alguma instância, o que nos faz sentir poderosos. Assim, você não ama o outro, você ama a sensação que o outro te proporciona.&lt;br /&gt; Todo ser - humano é condenado à solidão que lhe é intrínseca.&lt;br /&gt; Então vem o amor como única esperança dos mortais! Aí não há ricos e pobres, pois amor não se compra. E olhando para todos os lados na balada você busca aflitivamente pelo fim dessa solidão, mesmo que por segundos. E você namora em um mês e termina no outro, emendando já num outro namoro. E você lê livros, escuta músicas, você escreve, você dança, você tudo, na esperança do amor. Pobres apaixonados. Alguém aí pode pensar que não se faz tudo pelo amor. Ok. Não pelo amor ao outro, mas por você. Você escuta músicas e estuda como uma forma de auto-satisfação. Logo, amor-próprio. Não há como fugir dele. Aliás, quantas músicas abordam o amor? Então.&lt;br /&gt; Talvez isso tudo seja uma puta bobagem, quem sabe? Só vivendo para descobrir – ou morrendo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até a próxima.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6853383915568860554-977491615062024875?l=qatc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://qatc.blogspot.com/feeds/977491615062024875/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6853383915568860554&amp;postID=977491615062024875" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6853383915568860554/posts/default/977491615062024875?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6853383915568860554/posts/default/977491615062024875?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://qatc.blogspot.com/2008/06/captulo-iii-da-solido-que-nos-intrnseca.html" title="Capítulo III - Da Solidão que nos é intrínseca" /><author><name>Queer and the City</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08013085356831345834</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="28" height="32" src="http://bp3.blogger.com/_Wy0BBOnkymA/SFlIx2VNHHI/AAAAAAAAAAY/9CKnPJ9VrBw/S220/banana+1.jpg" /></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEMFQ38yfip7ImA9WxdXEEo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6853383915568860554.post-8172832922729002536</id><published>2008-06-21T14:38:00.000-03:00</published><updated>2008-06-21T16:26:52.196-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-06-21T16:26:52.196-03:00</app:edited><title>Inter-secção</title><content type="html">- Uma boa pedida para &lt;strong&gt;pensar&lt;/strong&gt;: &lt;a href="http://www.blognossomundo.globolog.com.br/"&gt;http://www.blognossomundo.globolog.com.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Wy0BBOnkymA/SF1CutspqnI/AAAAAAAAAAw/dreBkrwp_6E/s1600-h/gay.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Wy0BBOnkymA/SF1CutspqnI/AAAAAAAAAAw/dreBkrwp_6E/s320/gay.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5214397313873193586" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Uma boa pedida para &lt;strong&gt;usar&lt;/strong&gt;: &lt;a href="http://www.camiseteria.com/"&gt;http://www.camiseteria.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Wy0BBOnkymA/SF0-ox1KcdI/AAAAAAAAAAg/jjJmWQ8YyZ8/s1600-h/camisetaria+1.bmp"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Wy0BBOnkymA/SF0-ox1KcdI/AAAAAAAAAAg/jjJmWQ8YyZ8/s320/camisetaria+1.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5214392813856911826" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Wy0BBOnkymA/SF0_ZyqbvCI/AAAAAAAAAAo/wFfAx9R_wYo/s1600-h/2.JPG"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Wy0BBOnkymA/SF0_ZyqbvCI/AAAAAAAAAAo/wFfAx9R_wYo/s320/2.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5214393655893933090" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- E... Uma boa pedida para &lt;strong&gt;assistir&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt; &lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/bkEvy-9yVyQ&amp;hl=en"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/bkEvy-9yVyQ&amp;hl=en" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6853383915568860554-8172832922729002536?l=qatc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://qatc.blogspot.com/feeds/8172832922729002536/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6853383915568860554&amp;postID=8172832922729002536" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6853383915568860554/posts/default/8172832922729002536?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6853383915568860554/posts/default/8172832922729002536?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://qatc.blogspot.com/2008/06/inter-seco.html" title="Inter-secção" /><author><name>Queer and the City</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08013085356831345834</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="28" height="32" src="http://bp3.blogger.com/_Wy0BBOnkymA/SFlIx2VNHHI/AAAAAAAAAAY/9CKnPJ9VrBw/S220/banana+1.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_Wy0BBOnkymA/SF1CutspqnI/AAAAAAAAAAw/dreBkrwp_6E/s72-c/gay.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkAFRHw6fyp7ImA9WxdQGU4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6853383915568860554.post-1425040783710565474</id><published>2008-06-18T12:45:00.001-03:00</published><updated>2008-06-20T01:05:15.217-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-06-20T01:05:15.217-03:00</app:edited><title>Capítulo II - É amor ou amizade?</title><content type="html">Quantas vezes já não aconteceu a clássica situação de dois amigos que acabam namorando ou então a de dois amigos que rompem uma amizade porque um deles estava interessado em algo a mais, enquanto o outro o rejeitava? O que separa a amizade do interesse sexual? Estão realmente separados? Coexistiriam? Partindo dessa questão, existiria amizade com ex’s?&lt;br /&gt;Há diferentes formas de desenvolvimento do sentimento amoroso. Alguns descambam para o amor puro e simples, como é o caso de pais e filhos (e o incesto?), outros se entrelaçam e acabam em namoro e outros viram um tipo de amor mais independente, que é o caso da amizade. Talvez esse seria um ponto de distinção entre o amor que vira namoro e o amor que vira amizade. Para o namoro, as pessoas tendem a ver suas vidas entrelaçadas, unidas. Enquanto na amizade, as pessoas, embora sintam necessidade umas das outras, sabem que no final estão separadas.&lt;br /&gt;Inúmeras vezes aconteceu comigo de conhecer pessoas que queriam se envolver sexualmente com minha pessoa. Em alguns casos isso até aconteceu. Uma transa entre amigos. E depois tudo continuou normalmente... (continuou?) Parece que é preciso uma grande maturidade de ambas as partes para que isso de fato ocorra, do contrário a amizade se compromete. Doutora (minha psicanalista) me questionou se a amizade estaria completamente isenta de atração sexual. Realmente, Doutora, acho que não dá para afirmar isso com toda certeza. A questão é que o sexo é tão tabu que parece ter de existir uma obrigação entre duas pessoas para que ele possa acontecer. Sexo sem qualquer comprometimento é mal visto. Por quê?&lt;br /&gt;Conversando com Alexandre, 29 anos, foi colocado como as pessoas não conseguem se liberar no sexo e como isso compromete o prazer de ambos. O sexo com um completo desconhecido é bom no sentido que não há nada para ser provado e você pode se liberar da forma mais plena possível. Alexandre afirmou que a maioria dos gays não sabe transar por não conseguirem se liberar por completo. Gays e heteros, né? Quantas meninas ainda se sentem culpadas em se masturbar, algo mais do que comum? Entre amigos a questão fica três vezes mais complicada. O amigo é aquele que você conta suas intimidades, conta das felicidades e tristezas. Há um comprometimento com a qualidade da transa. Não há imparcialidade.&lt;br /&gt;O prevalecimento da atração sexual seria, então, o fator que distingue as relações? Talvez. Quando conheço alguém por quem me sinto muito atraído sexualmente, é natural que o coloque na categoria de possíveis ficantes. Enquanto, pessoas que sinto como ótimas pessoas de bem, mas que a atração sexual não predomina são categorizadas como possíveis amigos.&lt;br /&gt;Pedro, 23 anos, e Ramon, 27 anos, são amigos há bastante tempo. Conheceram e se interessaram por Fernando, 20 anos. O que seria mais importante: a atração por Fernando ou a amizade que ambos mantinham há anos? A solidão que nos é intrínseca parece ser tão grande que quando surge a possibilidade de saná-la (o amor!) todo o resto parece não importar mais. Racionalmente falando, o mais provável seria que nenhum deles se casasse. Logo, o mais importante seria a manutenção na amizade entre Pedro e Ramon. Entretanto, dificilmente isso passa pelo pensamento no momento da tomada de tal decisão. Nos momentos mais árduos, quem estará ao seu lado muito provavelmente serão seus verdadeiros amigos e sua família, dificilmente estaria um possível ficante. Por que dar tanta importância a isso, então?&lt;br /&gt;No final de março desse ano, tive de ficar uma semana internado no hospital por uma grave crise de amigdalite (inclusive retirarei as amigdalas em Julho e estou malhando ao máximo para não engordar muito com as toneladas de sorvete que terei de tomar!) e tive tempo de sobra para refletir e notar como eram importantes a família e verdadeiros amigos. Nesse momento, não há conhecidos, nada de amigos que você sorri e dá “oi” nas noitadas ou baladas. Quem você realmente tem ao seu lado?&lt;br /&gt;Voltando à questão central, é possível a amizade entre ex-ficantes, ou seja, uma transformação de amor-namoro em amor-amizade? Do meu ponto de vista, claro que pode existir, mas depende muito do caso e da pessoa. Se a pessoa era ótima e se descobriu que vocês eram muito mais compatíveis como amigos do que ficantes, excelente. Fábio, 29 anos, namorou durante 7 anos e terminou por notar que seu olhar perante o outro era muito mais de amizade do que de companheiro. Hoje, são melhores amigos. E não ficam, nem transam. Sempre fico receoso em ficar com amigos para não abalar a relação de amizade. Transas você pode encontrar a cada esquina. Amigos verdadeiros você conta nas mãos e olhe lá!&lt;br /&gt;Um ponto muito importante para que a amizade não seja comprometida é ser claro quanto aos seus objetivos. Se não houver possibilidade alguma de existir envolvimento sexual, que isso fique claro para a pessoa não criar expectativas. Já vi situações de pessoas que não sabem dizer “não” e acabaram se comprometendo por criarem falsas expectativas. Ninguém gosta de ser enganado. Você gostaria?&lt;br /&gt;É, Doutora, parece que amizade e atração sexual podem coexistir, mas o prevalecimento da atração sexual transforma a amizade, não? Talvez seja isso, então. Fato é que amizade pressupõe sinceridade. Do contrário, tende a ruir. Envolvimentos sexuais entre amigos podem complicar muito a amizade, então que seja feito com extrema cautela.&lt;br /&gt;De resto, fica a felicidade. Se toda ação deve ter por fim a felicidade e a satisfação, que se preste atenção ao presente, mas também ao futuro. A forma como lidamos com relacionamentos é subjetiva demais e varia até com o núcleo social que você está inserido. Na ULC, é bem possível que você encontre vários apaixonadinhos que ficam com seus amigos. Na TW, o provável é você encontrar pessoas desencanadas quanto ao sexo por serem pessoas adeptas do culto ao corpo ao extremo. No Galeria você pode encontrar muitas pessoas atrás do amor, por serem pessoas mais maduras. Depende, depende. Mas que seja consensual!  Have fun.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até breve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Wy0BBOnkymA/SFktxasO9_I/AAAAAAAAAAM/TwhvXkXvPoI/s1600-h/redley.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Wy0BBOnkymA/SFktxasO9_I/AAAAAAAAAAM/TwhvXkXvPoI/s320/redley.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5213248370659751922" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS: O que foi o Fashion Rio? Pessoas bonitas, roupas lindas, cortes inimagináveis (Lenny!). Alguns homens maravilhosos que pareciam saídos de um filme.&lt;br /&gt;A foto acima foi do desfile da Redley, que estava maravilhoso. Achei muito melhor do que o desfile da Sandpiper do dia anterior. A passarela como grama cria um clima tão descontraído e chic ao mesmo tempo. Aguardem tons pastéis e camisetas para dentro da bermuda para o próximo verão. E listras continuam em alta, mas um pouco mais discretas.&lt;br /&gt;Agora, de que vale litros de beleza sem um pingo de simpatia? Nada, aparentemente, cause we all lose our charms in the end. Mas, francamente, que beleza importa, importa! Falei. Como a beleza interna influencia na externa e vice-versa fica para uma próxima discussão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beijos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6853383915568860554-1425040783710565474?l=qatc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://qatc.blogspot.com/feeds/1425040783710565474/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6853383915568860554&amp;postID=1425040783710565474" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6853383915568860554/posts/default/1425040783710565474?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6853383915568860554/posts/default/1425040783710565474?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://qatc.blogspot.com/2008/06/amor-ou-amizade.html" title="Capítulo II - É amor ou amizade?" /><author><name>Queer and the City</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08013085356831345834</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="28" height="32" src="http://bp3.blogger.com/_Wy0BBOnkymA/SFlIx2VNHHI/AAAAAAAAAAY/9CKnPJ9VrBw/S220/banana+1.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_Wy0BBOnkymA/SFktxasO9_I/AAAAAAAAAAM/TwhvXkXvPoI/s72-c/redley.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>3</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUcFRn07eip7ImA9WxdQE0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6853383915568860554.post-3428064415016255994</id><published>2008-06-11T15:47:00.000-03:00</published><updated>2008-06-13T14:10:17.302-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-06-13T14:10:17.302-03:00</app:edited><title>Capítulo I - Da Paquera</title><content type="html">&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Nas últimas semanas, tenho refletido bastante quanto à questão da paquera. É possível aprender? O que é importante nesse momento? Mais ainda, a forma do flerte é diferente entre gays e heteros? O pai de Juno afirma que a pessoa ideal para você gostará de você independente de qualquer coisa, mas... Será que na conquista ela já tem toda a idéia da complexidade do seu ser a ponto de gostar de você por quem você é?&lt;br /&gt;No Club 69, em Ipanema, resolvi começar a colocar em prática meus estudos. É comum nas boates o clima de poder que umas pessoas querem transparecer, e essa parece ser uma característica essencial no momento da conquista. Poder, diga-se, autoconfiança. Em ambientes heteros, isso parece estar bem delimitado por dois papéis: homem (poder – ativo) x mulher (submissão – passiva). Ótimo que isso esteja mudando e as mulheres estejam cada vez mais tomando atitude. Nunca se pode generalizar, tratando-se de indivíduos. Em ambientes gays é mais complicado. Ambos são homens, logo, culturalmente, ambos têm o papel de tomar atitude. A divisão de ativos tendo mais atitude e passivos sendo submissos não vale tanto assim. Um homem alto, forte, masculino, cheio de atitude, pode ser extremamente ativo... Lá atrás. Em linhas gerais tende ao ativo ter atitude, mas como saber se o cara é ativo ou passivo? Impossível. Tenho uma amiga que brinca lá atrás com o namorado hetero, e isso não faz dele nem um pouco menos hetero. O anus é uma zona erógena também, independe da orientação sexual.&lt;br /&gt;A troca de olhares é um ponto comum entre gays e heteros. Entre gays, então, nem se fala. Quem nunca passou por aquela situação de ver um cara gato na rua, contar três segundos e olhar para trás para ver se ele olhou de volta? Muito disso pode estar ligado ao sentimento de proibição, ainda existente, que faz as pessoas ficarem receosas quanto a tomar uma atitude mais direta, principalmente em ambientes que não sejam gay friendly. Em boates heteros, homens e mulheres mantêm o olhar fixo para demonstrar interesse também. Só não dá para esperar que a pessoa note seu interesse por você ter ficado 2 segundos olhando para ela. Ficar secando a pessoa muito tempo também não ajuda. Tem de haver um balanceamento. Olhou demais para você? Vai até lá puxar um papinho...&lt;br /&gt;Li uma matéria que afirmava que 90% da linguagem são não-verbais, logo a maneira como você se sente cria toda uma forma corporal que é decodificada pelo outro. Peito aberto transparece poder; ombros caídos, corpo reclinado, submissão. É muito difícil encontrar quem goste do inferior (SM?), quem se sinta atraído por isso. No geral, as pessoas gostam de quem confia em si mesmo, podendo rolar uma troca.&lt;br /&gt;Voltando ao Club 69, minha cantada daquela noite foi “Tá sozinho?”, acredite se quiser. Eu mesmo, se ouvisse isso, talvez risse da pessoa e dissesse um seco “não”. Na reportagem da DOM desse mês sobre paquera, um psiquiatra fala que abordagens ruins podem até ser uma auto-sabotagem, pensando ou no receio de ser rechaçado, na imensa superioridade em que ninguém é bom o bastante – leia-se narcisismo-, ou o medo do vínculo, por exemplo. (Não, as escolhas que fazemos não são tão simples e óbvias quanto parecem) Fato é que essa atitude foi catastrófica como cantada, mas fantástica por ter significado tomar atitude.&lt;br /&gt;Fernando, gay, 20 anos, sempre consegue ser muito simpático com as pessoas e parece ter grande habilidade no momento da conquista. Pelo que eu noto, a abordagem dele consiste sempre em algo que tende ao humor, uma forma de quebrar essa atitude mecânica das pessoas e trazê-las mais para a descontração. Essa abordagem conta também com reparar um aspecto específico da pessoa para comentar sobre, como uma tatuagem, nunca sendo tão sério e tornando a pessoa única, não apenas mais um da noite.&lt;br /&gt;Falar sobre problemas, ex-relacionamentos e como você gosta de ficar sozinho em casa parece não agradar nada também. Uma analogia que achei interessante foi comparar a paquera com um cliente que entra numa nova loja, de modo que você tem de fazer o cliente se sentir interessado em entrar mais nessa loja, não entregando tudo de bandeja.&lt;br /&gt;Sim, parece que as pessoas gostam de ser rejeitadas. Isso cria uma sensação de conquista, de que não está muito seguro. Segurança demais afasta a maioria (!). Erika, hetero, 20 anos, é assim. O cara pode ser bem agradável, mas se ligar demais nos primeiros dias, mandar muita mensagem... Tchau, tchau. Perde-se o interesse porque se perde o mistério.&lt;br /&gt;Outro episódio recente foi o de Marcelo, gay, 23 anos. Entreguei tudo muito de bandeja e... Estou sendo rejeitado. Nos momentos em que eu me mostrava não tão disponível assim, pouco ligando, ele vinha me querendo. Ir com muita sede ao pote dá nisso. Serve de lição. Convenhamos, vamos pensar racionalmente: Há 6 bilhões de pessoas no mundo. Por que raios ficar se sentindo tão mal como se essa fosse a última possibilidade de conquista de sua vida? O importante de notar dessa situação é que não chegamos a ficar propriamente. Estávamos (ou estamos?) no momento da conquista, somente. O mesmo já ocorreu em outros momentos. Quando eu estava interessado pela pessoa, ela me rejeitava; mas, surpreendentemente, quando eu não queria mais, lá vinha ela de charminho. E isso é muito principalmente na conquista, pois quando as pessoas já estão envolvidas e cativadas estão dispostas a começar a ver o lado não tão bom da moeda. Na conquista, jamais. Muitos roncam, todos soltam gazes. Human, after all.&lt;br /&gt;Pensemos o papel que a bebida exerce sobre as pessoas. A bebida é capaz de desatar algumas amarras sociais, tornando as pessoas mais soltas, sem medo do ridículo, com atitude (!), sem temer o outro (se a pessoa se sente temida, ela sente uma inferioridade de sua parte, o que não agrada). Ideal seria a pessoa criar confiança em si mesma sem depender de “bengalas”, mas enquanto não é completamente auto-suficiente, pode até usar uma biritinha. Só não exagere e não volte dirigindo, por favor! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;No último final de semana, no entanto, saí, bebi, me diverti horrores, acabei a noite na Le Boy conversei muito com um cara inteligente, alto, bonito e... créu. Ser simpático, ter atitude, se mostrar confiante, simples assim. O bom e o ruim são muito subjetivos, certo?&lt;br /&gt;Every successful player was once a beginner. Lembrem-se disso. A prática leva a perfeição. Agora, sem praticar... Fica bem difícil de aprender. Principalmente, se observem e reflitam se o outro fizesse o que você faz, se você próprio gostaria. Você é o material a ser apresentado, a você e ao outro. Como você gostaria de ser visto(a), como um genérico ou um Dior?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bjo, bee.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6853383915568860554-3428064415016255994?l=qatc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://qatc.blogspot.com/feeds/3428064415016255994/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6853383915568860554&amp;postID=3428064415016255994" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6853383915568860554/posts/default/3428064415016255994?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6853383915568860554/posts/default/3428064415016255994?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://qatc.blogspot.com/2008/06/captulo-i-da-paquera.html" title="Capítulo I - Da Paquera" /><author><name>Queer and the City</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08013085356831345834</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="28" height="32" src="http://bp3.blogger.com/_Wy0BBOnkymA/SFlIx2VNHHI/AAAAAAAAAAY/9CKnPJ9VrBw/S220/banana+1.jpg" /></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkQAR38yfyp7ImA9WxdQEkw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6853383915568860554.post-4019471529781934558</id><published>2008-06-10T19:01:00.000-03:00</published><updated>2008-06-11T15:52:26.197-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-06-11T15:52:26.197-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="vida" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="introdução" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="amor" /><title>Introdução</title><content type="html">&lt;span style="font-family:arial;"&gt;      O que é a vida? Qual é o seu objetivo? O que almejamos? Bem, o que noto cada vez mais é como a vida está intrinsecamente ligada ao amor, mesmo que a pessoa não note. Ok. Pode ser uma visão romantizada, ou como um amigo disse numa conversa recente “uma visão muito ‘propagandeada’ ” em prol de um amor idealizado, só levando a uma insatisfação, já que este seria inalcançável.&lt;br /&gt;     Entretanto, eu não consigo parar de me indagar se é realmente inalcançável ou se é alcançável. Como deixar a vida mais leve com essa tamanha cobrança? O que é preciso para se atingir tal fim? Alguém se habilita? Eu me proponho à reflexão. Não tenho questões fechadas e se em algum momento parecer que tenho – e posso até cair em uma vil certeza – essa certeza pode desmoronar em um segundo momento.&lt;br /&gt;     Por essa razão que resolvi vir até aqui. Uma forma de catarse, uma forma de refletir – sim, porque como um amigo que estuda psicologia disse “você pode compreender seus pensamentos de uma forma diferente a partir do momento que os externa.”. Aliás, psicologia é algo realmente interessante e, na minha visão, psicanálise seria melhor ainda. Uma forma fantástica de buscar o auto-conhecimento (Sim! AUTO-conhecimento). Não caiamos na besteira de pensar que as coisas existem em si mesmas. Pensemos o seguinte: Se um pirulito quebra, na visão de uma criança aquilo pode significar mais do que uma senhora caindo no chão, mas na visão de alguém mais velho isso dificilmente ocorreria. Então, uma das minhas recentes “conclu-reflexões” tem sido como a vida depende do seu ponto de vista. Agora... Como alterá-lo se ele tem uma dimensão pessimista?&lt;br /&gt;     É o que eu reflito o tempo inteiro. E passarei agora a partilhar com vocês. Ou só comigo, que já é alguém, by the way.&lt;br /&gt;    Uma última consideração. Seria isso um plágio de Candace Bushnell – autora de Sex and the City? Não sei se poderia ser considerado. Mas vale a questão: o que é ser original em um mundo repleto de informações? Há quem diga que após Sócrates, Platão e Aristóteles, tudo não passa de uma mera divagação quanto ao que esses autores escreveram... Eu sou só um humilde ser humano indagador preso em sua própria maldição(?).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Até.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6853383915568860554-4019471529781934558?l=qatc.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://qatc.blogspot.com/feeds/4019471529781934558/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6853383915568860554&amp;postID=4019471529781934558" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6853383915568860554/posts/default/4019471529781934558?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6853383915568860554/posts/default/4019471529781934558?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://qatc.blogspot.com/2008/06/introduo.html" title="Introdução" /><author><name>Queer and the City</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08013085356831345834</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="28" height="32" src="http://bp3.blogger.com/_Wy0BBOnkymA/SFlIx2VNHHI/AAAAAAAAAAY/9CKnPJ9VrBw/S220/banana+1.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>

