<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-975672612684354095</id><updated>2024-08-29T20:46:48.118-07:00</updated><category term="Carlos Drummond de Andrade"/><category term="Prosa e Poesia"/><category term="Melhores Poemas e Prosas"/><title type='text'>Prosa em Rabiscos </title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://rabiscosemprosa.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/975672612684354095/posts/default'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rabiscosemprosa.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12896532485014444146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>2</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-975672612684354095.post-200963111128063139</id><published>2014-03-21T13:26:00.003-07:00</published><updated>2014-03-21T13:33:03.976-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Carlos Drummond de Andrade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Melhores Poemas e Prosas"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Prosa e Poesia"/><title type='text'>Melhores Poemas e Prosas #1</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;ul style=&quot;text-align: start;&quot;&gt;&lt;dd&gt;&lt;ul&gt;&lt;b&gt;O CORVO&lt;/b&gt;&amp;nbsp;*&lt;br /&gt;(de Edgar Allan Poe)&lt;/ul&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi5NmAoDX_MpIYmB9WoYlP8g05sDjQ4TRivMOSN3Ui17D_aCCJm6LjNHLtgVkXfT3cMJ8zK9fuNK7tlznZjdvjYN1769tQP0_fzS_bXP8j8s-o_oKSdreKCU6FACh0fVoklNbrqnI-eVmKC/s1600/corvo.gif&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi5NmAoDX_MpIYmB9WoYlP8g05sDjQ4TRivMOSN3Ui17D_aCCJm6LjNHLtgVkXfT3cMJ8zK9fuNK7tlznZjdvjYN1769tQP0_fzS_bXP8j8s-o_oKSdreKCU6FACh0fVoklNbrqnI-eVmKC/s1600/corvo.gif&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Numa meia-noite agreste, quando eu lia, lento e triste,&lt;br /&gt;
Vagos, curiosos tomos de ciências ancestrais,&lt;br /&gt;
E já quase adormecia, ouvi o que parecia&lt;br /&gt;
O som de alguém que batia levemente a meus umbrais.&lt;br /&gt;
&quot;Uma visita&quot;, eu me disse, &quot;está batendo a meus umbrais.&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;É só isto, e nada mais.&quot;&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;Ah, que bem disso me lembro! Era no frio dezembro,&lt;br /&gt;
E o fogo, morrendo negro, urdia sombras desiguais.&lt;br /&gt;
Como eu qu&#39;ria a madrugada, toda a noite aos livros dada&lt;br /&gt;
P&#39;ra esquecer (em vão!) a amada, hoje entre hostes celestiais -&lt;br /&gt;
Essa cujo nome sabem as hostes celestiais,&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;Mas sem nome aqui jamais!Como, a tremer frio e frouxo, cada reposteiro roxo&lt;br /&gt;
Me incutia, urdia estranhos terrores nunca antes tais!&lt;br /&gt;
Mas, a mim mesmo infundido força, eu ia repetindo,&lt;br /&gt;
&quot;É uma visita pedindo entrada aqui em meus umbrais;&lt;br /&gt;
Uma visita tardia pede entrada em meus umbrais.&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;É só isto, e nada mais&quot;.E, mais forte num instante, já nem tardo ou hesitante,&lt;br /&gt;
&quot;Senhor&quot;, eu disse, &quot;ou senhora, decerto me desculpais;&lt;br /&gt;
Mas eu ia adormecendo, quando viestes batendo,&lt;br /&gt;
Tão levemente batendo, batendo por meus umbrais,&lt;br /&gt;
Que mal ouvi...&quot; E abri largos, franqueando-os, meus umbrais.&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;Noite, noite e nada mais.A treva enorme fitando, fiquei perdido receando,&lt;br /&gt;
Dúbio e tais sonhos sonhando que os ninguém sonhou iguais.&lt;br /&gt;
Mas a noite era infinita, a paz profunda e maldita,&lt;br /&gt;
E a única palavra dita foi um nome cheio de ais -&lt;br /&gt;
Eu o disse, o nome&amp;nbsp;&lt;i&gt;dela&lt;/i&gt;, e o eco disse aos meus ais.&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;Isso só e nada mais.Para dentro então volvendo, toda a alma em mim ardendo,&lt;br /&gt;
Não tardou que ouvisse novo som batendo mais e mais.&lt;br /&gt;
&quot;Por certo&quot;, disse eu, &quot;aquela bulha é na minha janela.&lt;br /&gt;
Vamos ver o que está nela, e o que são estes sinais.&quot;&lt;br /&gt;
Meu coração se distraía pesquisando estes sinais.&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;&quot;É o vento, e nada mais.&quot;Abri então a vidraça, e eis que, com muita negaça,&lt;br /&gt;
Entrou grave e nobre um corvo dos bons tempos ancestrais.&lt;br /&gt;
Não fez nenhum cumprimento, não parou nem um momento,&lt;br /&gt;
Mas com ar solene e lento pousou sobre os meus umbrais,&lt;br /&gt;
Num alvo busto de Atena que há por sobre meus umbrais,&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;Foi, pousou, e nada mais.E esta ave estranha e escura fez sorrir minha amargura&lt;br /&gt;
Com o solene decoro de seus ares rituais.&lt;br /&gt;
&quot;Tens o aspecto tosquiado&quot;, disse eu, &quot;mas de nobre e ousado,&lt;br /&gt;
Ó velho corvo emigrado lá das trevas infernais!&lt;br /&gt;
Dize-me qual o teu nome lá nas trevas infernais.&quot;&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;Disse o corvo, &quot;Nunca mais&quot;.Pasmei de ouvir este raro pássaro falar tão claro,&lt;br /&gt;
Inda que pouco sentido tivessem palavras tais.&lt;br /&gt;
Mas deve ser concedido que ninguém terá havido&lt;br /&gt;
Que uma ave tenha tido pousada nos meus umbrais,&lt;br /&gt;
Ave ou bicho sobre o busto que há por sobre seus umbrais,&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;Com o nome &quot;Nunca mais&quot;.Mas o corvo, sobre o busto, nada mais dissera, augusto,&lt;br /&gt;
Que essa frase, qual se nela a alma lhe ficasse em ais.&lt;br /&gt;
Nem mais voz nem movimento fez, e eu, em meu pensamento&lt;br /&gt;
Perdido, murmurei lento, &quot;Amigo, sonhos - mortais&lt;br /&gt;
Todos - todos já se foram. Amanhã também te vais&quot;.&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;Disse o corvo, &quot;Nunca mais&quot;.A alma súbito movida por frase tão bem cabida,&lt;br /&gt;
&quot;Por certo&quot;, disse eu, &quot;são estas vozes usuais,&lt;br /&gt;
Aprendeu-as de algum dono, que a desgraça e o abandono&lt;br /&gt;
Seguiram até que o entono da alma se quebrou em ais,&lt;br /&gt;
E o bordão de desesp&#39;rança de seu canto cheio de ais&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;Era este &quot;Nunca mais&quot;.Mas, fazendo inda a ave escura sorrir a minha amargura,&lt;br /&gt;
Sentei-me defronte dela, do alvo busto e meus umbrais;&lt;br /&gt;
E, enterrado na cadeira, pensei de muita maneira&lt;br /&gt;
Que qu&#39;ria esta ave agoureia dos maus tempos ancestrais,&lt;br /&gt;
Esta ave negra e agoureira dos maus tempos ancestrais,&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;Com aquele &quot;Nunca mais&quot;.Comigo isto discorrendo, mas nem sílaba dizendo&lt;br /&gt;
À ave que na minha alma cravava os olhos fatais,&lt;br /&gt;
Isto e mais ia cismando, a cabeça reclinando&lt;br /&gt;
No veludo onde a luz punha vagas sobras desiguais,&lt;br /&gt;
Naquele veludo onde&amp;nbsp;&lt;i&gt;ela&lt;/i&gt;, entre as sobras desiguais,&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;Reclinar-se-á nunca mais!Fez-se então o ar mais denso, como cheio dum incenso&lt;br /&gt;
Que anjos dessem, cujos leves passos soam musicais.&lt;br /&gt;
&quot;Maldito!&quot;, a mim disse, &quot;deu-te Deus, por anjos concedeu-te&lt;br /&gt;
O esquecimento; valeu-te. Toma-o, esquece, com teus ais,&lt;br /&gt;
O nome da que não esqueces, e que faz esses teus ais!&quot;&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;Disse o corvo, &quot;Nunca mais&quot;.&quot;Profeta&quot;, disse eu, &quot;profeta - ou demônio ou ave preta!&lt;br /&gt;
Fosse diabo ou tempestade quem te trouxe a meus umbrais,&lt;br /&gt;
A este luto e este degredo, a esta noite e este segredo,&lt;br /&gt;
A esta casa de ânsia e medo, dize a esta alma a quem atrais&lt;br /&gt;
Se há um bálsamo longínquo para esta alma a quem atrais!&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;Disse o corvo, &quot;Nunca mais&quot;.&quot;Profeta&quot;, disse eu, &quot;profeta - ou demônio ou ave preta!&lt;br /&gt;
Pelo Deus ante quem ambos somos fracos e mortais.&lt;br /&gt;
Dize a esta alma entristecida se no Éden de outra vida&lt;br /&gt;
Verá essa hoje perdida entre hostes celestiais,&lt;br /&gt;
Essa cujo nome sabem as hostes celestiais!&quot;&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;Disse o corvo, &quot;Nunca mais&quot;.&quot;Que esse grito nos aparte, ave ou diabo!&quot;, eu disse. &quot;Parte!&lt;br /&gt;
Torna á noite e à tempestade! Torna às trevas infernais!&lt;br /&gt;
Não deixes pena que ateste a mentira que disseste!&lt;br /&gt;
Minha solidão me reste! Tira-te de meus umbrais!&lt;br /&gt;
Tira o vulto de meu peito e a sombra de meus umbrais!&quot;&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;Disse o corvo, &quot;Nunca mais&quot;.E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda&lt;br /&gt;
No alvo busto de Atena que há por sobre os meus umbrais.&lt;br /&gt;
Seu olhar tem a medonha cor de um demônio que sonha,&lt;br /&gt;
E a luz lança-lhe a tristonha sombra no chão há mais e mais,&lt;/dd&gt;&lt;dd&gt;Libertar-se-á... nunca mais!&lt;/dd&gt;&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;#souinfo&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rabiscosemprosa.blogspot.com/feeds/200963111128063139/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rabiscosemprosa.blogspot.com/2014/03/melhores-poemas-e-prosas-1.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/975672612684354095/posts/default/200963111128063139'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/975672612684354095/posts/default/200963111128063139'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rabiscosemprosa.blogspot.com/2014/03/melhores-poemas-e-prosas-1.html' title='Melhores Poemas e Prosas #1'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12896532485014444146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi5NmAoDX_MpIYmB9WoYlP8g05sDjQ4TRivMOSN3Ui17D_aCCJm6LjNHLtgVkXfT3cMJ8zK9fuNK7tlznZjdvjYN1769tQP0_fzS_bXP8j8s-o_oKSdreKCU6FACh0fVoklNbrqnI-eVmKC/s72-c/corvo.gif" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-975672612684354095.post-6574296619750152944</id><published>2014-03-21T09:35:00.000-07:00</published><updated>2014-03-21T10:17:22.172-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Carlos Drummond de Andrade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Prosa e Poesia"/><title type='text'>Recomeçar um Começo</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;h2&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-weight: normal; text-align: start;&quot;&gt;Recomeçar&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;blockquote class=&quot;tr_bq&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-size: 14px; text-align: start;&quot;&gt;Mesmo que o hoje te dê um não, lembre-se que há um amanhã melhor, a certeza de que os nossos caminhos devemos traçar ao lado de quem nos ama; com amor, paz, confiança e felicidade, é a base para se recomeçar.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;background-color: white; font-size: 14px; text-align: start;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-size: 14px; text-align: start;&quot;&gt;Um recomeço, pra pensar no que fazer agora, acreditando em si mesmo, na busca do que será prioridade daqui pra frente; PLANOS? Pra que os fizemos, já que o amanhã é mistério? A qualquer momento pode ser tempo, de revisar os conceitos e ações, e concluir, que tudo aquilo que você viveu marcou, porém não foi suficiente pra que continuasse.&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;background-color: white; font-size: 14px; text-align: start;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-size: 14px; text-align: start;&quot;&gt;As lembranças passadas ficam, tudo que vivemos era pra ser vivido , o destino é como um livro do qual nós somos os autores, ele não vêm pronto, antes de nascermos ele está em branco, ao nascermos introduzimos as primeiras passagens, um começo, com o tempo através das escolhas vamos escrevendo-o página por página, rabiscadas, rasgadas ou marcadas, onde encontramos obstáculos onde indicarão a melhor hora pra recomeçar, nos últimos dias de vida concluiremos, e no final deixamos nossas historias marcadas no coração daqueles, que sempre farão parte de nossa historia, onde quer que estejam.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;i class=&quot;aut&quot; style=&quot;background-color: white; clear: both; color: #222222; display: inline !important; line-height: 1.6em; margin: 0px 0px 0px 45px; max-width: 512px; padding: 10px 0px 0px;&quot;&gt;Carlos Drummond de Andrade&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;i class=&quot;aut&quot; style=&quot;background-color: white; clear: both; color: #222222; display: inline !important; line-height: 1.6em; margin: 0px 0px 0px 45px; max-width: 512px; padding: 10px 0px 0px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana, sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;i class=&quot;aut&quot; style=&quot;background-color: white; clear: both; color: #222222; display: inline !important; line-height: 1.6em; margin: 0px 0px 0px 45px; max-width: 512px; padding: 10px 0px 0px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;#souinfo&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rabiscosemprosa.blogspot.com/feeds/6574296619750152944/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://rabiscosemprosa.blogspot.com/2014/03/recomecar-um-comeco.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/975672612684354095/posts/default/6574296619750152944'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/975672612684354095/posts/default/6574296619750152944'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rabiscosemprosa.blogspot.com/2014/03/recomecar-um-comeco.html' title='Recomeçar um Começo'/><author><name>Anonymous</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12896532485014444146</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>