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<title>Radio(grafias)</title>
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<description>Descrição de Radiografias</description>
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<title>Radio(grafias)</title>
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<title><![CDATA[Sapatos por medida]]></title>
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<description>Na Era da industrialização, percorremos ruas de vilas e aldeias de Portugal, para descobrir antigos ofícios. Os sapateiros são cada vez menos, mas ainda há rostos para associar a este ofício artesanal. As mãos são elemento essencial neste trabalho: cosem, colam, pregam, cortam. Um trabalho de paciência feito à medida de cada pé.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/FqC48uOgIKs" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Café Portugal)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Fri, 25 May 2012 15:50:50 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Os Portugueses - António Freitas Moura: O último moleiro]]></title>
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<description>António Moura, Arrebentão, Ilha de Santa Maria, manteve em actividade o moinho de vento que herdou do pai até as moagens o tornarem obsoleto e impraticável a sua manutenção. Aos 78 anos, ele e a mulher continuam a tratar as vinhas na encosta de São Lourenço, das vacas no Norte e a correr a ilha a pé. «Vamos para todo o lado a pé, ainda hoje à tarde vou a São Lourenço e volto».&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/NKaGHpj9i2I" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Nuno Ferreira)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Tue, 22 May 2012 21:48:07 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Aldeias de Memória - Histórias de vida na fronteira do esquecimento ]]></title>
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<description>O projecto Aldeias de Memória, sediado no concelho de Arganil, nasceu há quatro anos. Um percurso de combate à desertificação e aposta na interioridade que tem registado as histórias de vida de quem habita aldeias nas franjas do esquecimento.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/OUm5uqW3gRI" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Café Portugal)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Mon, 21 May 2012 14:44:48 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Açores a Pé]]></title>
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<description>Um computador, mochila, a máquina fotográfica atenta a todos os pormenores e uma enorme vontade de perscrutar o quotidiano das gentes açorianas são os «companheiros» de viagem de Nuno Ferreira. O jornalista, depois de percorrer Portugal a Pé, aventura que culminou na publicação de um livro, iniciou uma caminhada pelo arquipélago atlântico.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/vtCc60-VPUA" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Café Portugal)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Sat, 19 May 2012 12:20:06 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Dia Internacional dos Museus ]]></title>
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<description>No Dia Internacional dos Museus, hoje assinalado, abrimos as portas para uma visita a pequenos museus, muitos deles longe de circuitos turísticos ou das páginas das agendas culturais. De Norte a Sul do país, por iniciativa pública ou privada, nascem mostras dedicadas ao território e ao quotidiano. Espaços de memória, lugares de um tempo que, percebe-se, não se quer esquecer.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/qk5k6BxPuyk" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Café Portugal)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Fri, 18 May 2012 10:20:47 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Os Portugueses - Rafael Carvalho: «A viola da terra é o maior símbolo cultural dos Açores»]]></title>
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<description>Começou por tocar violão, mas cedo se deixou apaixonar pelo som e pela carga social e cultural da viola da terra. Numa manhã enevoada na periferia de Ponta Delgada, Rafael Carvalho, 30 anos, explicou o que o leva a querer expandir cada vez mais a divulgação da viola, seja na Internet, na escola ou com a Orquestra das Violas da Terra. Escutá-lo à viola ou a falar do que ela representa é uma lição apaixonada.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/HRp5YFB_vxg" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Nuno Ferreira)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Tue, 15 May 2012 22:42:08 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Os Portugueses - António Moura Baptista: O último Regedor ]]></title>
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<description>Na freguesia rural de Santa Bárbara, na Ilha de Santa Maria, o ex-regedor António Baptista, 90 anos celebrados no passado dia 20 de Abril, recorda o tempo em que se vivia única e exclusivamente da plantação de batata-doce, milho e trigo, cozendo o pão em casa, à luz do candeeiro de petróleo. «A luz e a água canalizada só chegaram depois do 25 de Abril».&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/Q90zo4Ay_Uo" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Nuno Ferreira)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Tue, 08 May 2012 20:52:13 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Guadiana: Viver nas margens, reinventando o território ]]></title>
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<description>No sudeste português, a paisagem agreste e dura encontra descanso nas margens do grande rio do Sul. Nos concelhos de Mértola, Serpa e Alcoutim o rio Guadiana é vida, frescura e inspiração. Agiganta-se na cascata do Pulo do Lobo, estreita à passagem por Mértola, inspira sonoridades, instiga produtos da terra na base de iniciativas que promovem a economia local. Um rio que é sinónimo de vida, turismo e território, mas que também conta, nas suas margens, histórias de abandono e desertificação. Isso mesmo encontramos neste conjunto de reportagens sempre nas proximidades do «Odiana».&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/RxpuaE7hDwE" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Café Portugal)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Sun, 06 May 2012 16:40:51 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Açores a Pé - A nova São Miguel dos cruzeiros]]></title>
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<description>O mundo velho da ilha onde todos ou quase usavam animais para transportar cereais, hortaliças e leite está a dar lugar ao mundo novo dos cruzeiros e das SCUT's com a rapidez de uma ligação à internet. Hoje, ainda é possível observar os dois mundos em paralelo e falar com ambos. Um privilégio.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/qWVkEH_3bio" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Nuno Ferreira)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Fri, 04 May 2012 11:38:01 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[As cores da lã portuguesa]]></title>
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<description>Em Portugal muitos criadores de ovelhas abandonam a lã por não ser, hoje, uma matéria-prima valorizada. Mas, novos caminhos começam a ser traçados para este produto ecológico, com tradição no nosso país, com aplicações diversas e de grande beleza estética. Designers e decoradores redescobrem actualmente a nossa lã.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/01_ESbZja20" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Café Portugal; foto - Rosa Pomar)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Sat, 12 May 2012 13:27:38 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Os portugueses - Mestre João Benavides: «Os cavalos pintavam a manta num homem»]]></title>
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<description>Durante quatro gerações, a família Benavides forjou ferraduras, aros de ferro para carroças e carros de bois, ferrou animais, numa azáfama proporcional aos tempos em que não existiam tractores e o serviço agrícola era feito em tracção animal. João Benavides, 61 anos, mantem a «tenda de ferreiro/ferrador» mas já pouco a utiliza. «Está aqui para os mais novos verem como era a vida de um ferreiro/ferrador», explica.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/NRz_PSkdVyE" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Nuno Ferreira)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Sat, 12 May 2012 13:13:29 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Pão Nosso]]></title>
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<description>É alimento civilizacional, transversal no tempo e nas sociedades, tão velho quanto a própria revolução agrícola e cultivo dos cereais. Água, sal, trigo, centeio. A massa pede conhecimento, mão firme, forno em equilíbrio de temperatura. O pão, dieta base, simples, encorpando confecções, recebendo outros ingredientes, difere de Norte a Sul do país. 
Um conjunto de apontamentos evocativos do pão. Do Nordeste Transmontano ao Alentejo, não esquecendo a casa primeira do pão: O moinho, onde o cereal ganha o nome de farinha.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/mwIdczCt9O8" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Café Portugal)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Sun, 29 Apr 2012 14:41:46 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Como pode Portugal relançar o seu mar? ]]></title>
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<description>O mar como «desígnio estratégico nacional» regressou à agenda política nacional. Estará Portugal a redescobrir e a potenciar os novos caminhos do mar para reforçar a sua sustentabilidade económica? Joaquim Macedo de Sousa e Eduardo Andrade Pereira, investigadores do Centro de Estudos do Ambiente e do Mar (CESAM) da Universidade de Aveiro (UA), falam sobre as potencialidades oceânicas e dizem que é preciso aproveitar «o avanço tecnológico e os recursos humanos que estamos a formar». Sublinham que o turismo, a pesca e os transportes são apenas algumas das áreas que podem ajudar a relançar a economia do mar, que representa 2% do PIB nacional.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/l9zTkPtnMWc" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Ana Clara)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Thu, 26 Apr 2012 13:09:11 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Os Portugueses - Nuno Marçal: «Levo livros, escuto, converso, quebro a solidão» ]]></title>
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<description>Todas as semanas, de segunda a sexta-feira, a carrinha da Biblioteca Móvel de Proença-a-Nova, no distrito de Castelo Branco, atravessa uma rede de 30 aldeias para levar livros, jornais, revistas, dvd´s e internet a um universo esquecido e envelhecido. Muitos, analfabetos, usam as revistas como pretexto para conversar e quebrar a solidão. Outros, revelam-se leitores compulsivos, como o pastor que lia Kafka encostado a uma oliveira.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/KdTv_DQid8w" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Nuno Ferreira)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Mon, 07 May 2012 12:16:42 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Visitar os guardiões das palavras]]></title>
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<description>Revolvemos a estante das nossas reportagens para encontrar alguns dos guardiões da palavra escrita. A visita faz-se às casas de todos os livros, as livrarias e alfarrabistas.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/vRUmkk_nwU8" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Café Portugal)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Tue, 24 Apr 2012 11:42:03 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[A nova vida dos nossos produtos tradicionais]]></title>
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<description>Imagem cuidada, entregas ao domicílio, sabores inovadores a partir de produtos tradicionais, uma mensagem que apela às nossas memórias sensitivas. De Norte a Sul do país surgem pequenos espaços comerciais e iniciativas ligadas aos produtos da terra portugueses. Nascem, assim, compotas, licores, biscoitos. Em comum a marca nacional.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/C1p7z2t_FZg" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Café Portugal)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Sun, 22 Apr 2012 14:23:40 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Açores a Pé - Caminhar em São Miguel é um imprevisível prazer]]></title>
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<description>Na «ilha verde» nunca se sabe se o sol que nos acompanha no início da caminhada se manterá por minutos, meia hora ou apenas parte do dia. A qualquer momento, as nuvens encarregam-se de varrer pastos, criptomérias e muros em pedra negra com uma higiénica chuvada para depois tudo brilhar de novo, num cenário lavado e renovado. Uma imprevisibilidade responsável pelas subtilezas e mutações constantes de cores e cheiros.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/ONjhWJu4xl8" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Nuno Ferreira)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Thu, 19 Apr 2012 19:55:58 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Os Portugueses - João Luís Mariano: «Cantar ao desafio é um dom de criança»]]></title>
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<description>Na freguesia micaelense de Capelas, nos Açores, João Luís Mariano, 68 anos, é tão conhecido como ex-baleeiro como cantador ao desafio, um dos melhores, senão o melhor da ilha. «Isto é um dom de criança, nasceu comigo», conta João Luís, que subiu a um palco para cantar, aos 11 anos de idade. «Com fato e sapatos emprestados».&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/3OuxDDiKB0I" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Nuno Ferreira)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Thu, 10 May 2012 09:16:02 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Açores a Pé - «Fala com um mestre para te levar à pesca do atum»]]></title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/Radiografias/~3/GLURJ8V3gG8/dossier_artigo.aspx</link>
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<description>A subida do Faial da Terra na direcção à Povoação, ilha de São Miguel, é penosa mas permite ir observando a costa do leste desaparecendo aos poucos, em especial a Fajã do Calhau. As casas dos emigrantes na Bermuda marcam as lombas da Povoação com os seus relvados e as suas palmeiras. Dali à Ribeira Quente, Nuno Ferreira faz-se ao trilho do Agrião, entre incenso e acácia e termina a conversar com pescadores em folga pascal.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/GLURJ8V3gG8" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Nuno Ferreira)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Thu, 12 Apr 2012 21:58:34 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Os Portugueses - Luís Medeiros: «Dêem-me um instrumento e eu construo o molde»]]></title>
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<description>Sempre só, carpinteiro no desemprego, Luís, 50 anos, Água Retorta, começou por construir violas da terra, mais tarde violões de 12 cordas, cavaquinhos e até um ukulele a partir de um molde original que trouxe da Bermuda. Já construiu um violoncelo e está começar um violino. «Estou sempre pesquisando»&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/Mzs4FxHxOWA" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Nuno Ferreira)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Tue, 17 Apr 2012 20:37:25 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Dia Nacional dos Moinhos]]></title>
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<description>No dia nacional dedicado aos moinhos, recordamos estas estruturas que há muito são elemento intrínseco à paisagem portuguesa e, em tempos, importantes nas economias locais. Água, vento, força animal moviam milhares de moinhos de Norte a Sul do país. Estruturas assentes numa tecnologia arcaica, embora eficiente e engenhosa. 
Hoje são espaços de acolhimento aos turistas, centros de interpretação da realidade molinológica, espaços de entendimento do meio em que se inserem. Os moinhos podem ser aliados do desenvolvimento rural, com uma nova função social e económica. Isto num século XXI que parece fadado a render-se a formas de energia mais «limpas».&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/nBYIK7nDyAs" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Café Portugal)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Sat, 07 Apr 2012 13:33:25 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Açores a Pé -Dos pastos de Água Retorta às cascastas de Faial da Terra]]></title>
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<description>Quinta-feira de Páscoa. Nuno Ferreira desce à pequena freguesia de Água Retorta, na ponta sueste da Ilha de São Miguel e perde-se à conversa com Manuel Redondo, um dos últimos a dedicar-se à lavoura por ali. Depois segue por entre criptomérias e à sombra de cedros até às cascatas da ribeira de Faial da Terra, uma mais refrescante que a outra. Na freguesia onde já se caçou a baleia, acabou a escutar história de emigração para a Bermuda. «Ganhava-se muito dinheiro na jardinagem».&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/eE69qhXpmoU" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Nuno Ferreira)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Mon, 21 May 2012 11:50:15 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Tradições pascais]]></title>
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<description>De norte a sul do país percorremos os trilhos da Páscoa. Tradições ainda vivas que, em certos casos, para além da dimensão religiosa, apresentam uma vertente pagã. Há chocalhada, queimas do judas, procissões floridas. Uma Páscoa que também se faz à mesa, com o sarapatel, o borrego, o folar.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/5u7vTNtfOTQ" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Café Portugal)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Wed, 04 Apr 2012 15:05:36 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Os Portugueses - Carlos Paiva: O último albardeiro da Ribeira Grande]]></title>
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<description>Carlos Manuel Paiva passou uma vida a fazer albardas e correias e selas para burros e cavalos de uma Ilha de São Miguel que dependia muito do transporte desses animais para as andanças entre as freguesias, a lavoura e a pecuária. Aos 78 anos, continua a trabalhar na pequena oficina da Ribeira Grande. «Já se vende pouco mas trabalhei muito, uh, foi uma vida muito difícil»&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/aAdG3jW4Wnk" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Nuno Ferreira)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Sun, 15 Apr 2012 13:22:57 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Açores a Pé - «Dou graças a Nosso Senhor por estar aqui trabalhando» ]]></title>
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<description>No porto de pesca de Porto Formoso já trabalharam 18 barcos. Hoje trabalham quatro. Um deles, o «Américo» chegou da pesca com peixe porco suficiente para fazer sorrir o dono da embarcação, Américo da Silva, 72 anos, 40 de pesca e dar trabalho a Hugo Valério, 18 anos, ajudante em terra: «Eu quero ser pedreiro mas não há serviço, trabalho aqui. Estou aqui desde as 3h30 da manhã».&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/3dfAhPyTSkI" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Nuno Ferreira)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Thu, 19 Apr 2012 11:42:10 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Os Portugueses - Ti Manuel «Favica»: «Tudo o que havia levaram. Só ficou essa chaminé»]]></title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/Radiografias/~3/Kau399QISE0/dossier_artigo.aspx</link>
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<description>No lugar dos Poços, na freguesia das Capelas, Ilha de São Miguel, onde dantes se caçou a baleia e se a trabalhou na fábrica em frente ao mar, há hoje um bar de karaoke, uma piscina natural com balneários e estacionamento mas pouco ou nada resta da memória baleeira. «Levaram tudo», conta o ex-operário da fábrica Ti Manuel «Favica».&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/Kau399QISE0" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Nuno Ferreira)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Tue, 27 Mar 2012 17:28:45 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Histórias de Gaiteiros	]]></title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/Radiografias/~3/NMMjc5NohO4/dossier_artigo.aspx</link>
<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://www.cafeportugal.net/pages/dossier_artigo.aspx?id=4312]]></guid>
<description>«Festa sem gaiteiro, não é festa». Expressão repetida por estes homens já com longos anos percorridos. Quase todos aprenderam gaita-de-foles de forma autodidacta. Além de tocadores, muitos tornaram-se artesãos, construindo a sua gaita-de-foles. A Associação Gaita-de-Foles recolheu algumas destas histórias aqui contadas.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/NMMjc5NohO4" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Associação Gaita-de-Foles)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Sun, 25 Mar 2012 13:38:06 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Açores a Pé - Até à água milagrosa da Ferraria em dia de mau tempo]]></title>
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<description>Quando já estranhava os dias seguidos de sol e mar tranquilo, chegaram as rajadas de vento e a chuva castigando os ranchos de romeiros que atravessam a Ilha de São Miguel e enchendo as valetas de água lamacenta. Foi da maneira que Nuno Ferreira se enfiou, de alma e coração, nas águas quentes das Termas da Ferraria enquanto o mundo rugia lá fora. E não é que as dores nas costas acalmaram?&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/Mnqp0lQeL7c" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Nuno Ferreira)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Mon, 09 Apr 2012 00:21:51 GMT]]></pubDate>
<comments><![CDATA[http://www.cafeportugal.net/pages/dossier_artigo.aspx?id=4641#comments]]></comments>
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<title><![CDATA[Os Portugueses - José António Carvalho: «Tirei milhares de fotografias durante estes anos todos»]]></title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/Radiografias/~3/AqHCW3F4llk/dossier_artigo.aspx</link>
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<description>Raramente uma barbearia transmite o que foi a vida de uma freguesia como no caso da Barbearia Museu Benfica, nos Arrifes, Ponta Delgada. Aos longos dos anos, o mestre Zé, o barbeiro, guardou ali milhares de fotos, artesanato feito por si, quadras, notas, moedas, num santuário de memória que já é um museu popular. «Quando eu morrer isto fica para freguesia», diz José, de 82 anos.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/AqHCW3F4llk" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Nuno Ferreira*)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Sun, 08 Apr 2012 10:19:27 GMT]]></pubDate>
<comments><![CDATA[http://www.cafeportugal.net/pages/dossier_artigo.aspx?id=4633#comments]]></comments>
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<title><![CDATA[Cante Alentejano - Escutar a alma da planície]]></title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/Radiografias/~3/wgIIxfnecI4/dossier_artigo.aspx</link>
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<description>É a expressão de um povo que canta os trabalhos do campo, os bailaricos, as festas religiosas, os amores juvenis, no embalo de palavras tecidas por poetas populares. Ouvimos as vozes, fotografamos rostos e conversamos com quem tem uma relação de proximidade com o cante alentejano. Acompanhamos, também, uma nova etapa na vida do cante: a candidatura a Património Imaterial da UNESCO e as diferentes opiniões que suscita.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/wgIIxfnecI4" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Café Portugal; foto - Confraria do Cante Alentejano )]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Wed, 21 Mar 2012 20:29:01 GMT]]></pubDate>
<comments><![CDATA[http://www.cafeportugal.net/pages/dossier_artigo.aspx?id=4612#comments]]></comments>
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<item>
<title><![CDATA[Açores a Pé - «Quero perscrutar o quotidiano açoriano sem pressas»]]></title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/Radiografias/~3/l5alw2wFaX8/dossier_artigo.aspx</link>
<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://www.cafeportugal.net/pages/dossier_artigo.aspx?id=4613]]></guid>
<description>O jornalista Nuno Ferreira já partiu para uma nova aventura: A travessia das nove ilhas dos Açores a pé em busca do quotidiano açoriano, das tradições, cultura popular e diferentes realidades. Com ele leva uma mochila, um computador e a máquina fotográfica.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/l5alw2wFaX8" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Café Portugal)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Sat, 17 Mar 2012 18:53:29 GMT]]></pubDate>
<comments><![CDATA[http://www.cafeportugal.net/pages/dossier_artigo.aspx?id=4613#comments]]></comments>
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<title><![CDATA[Os Portugueses - Armando Oliveira: «A passagem junto ao Outão emociona sempre»]]></title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/Radiografias/~3/BKlLfAAfrtM/dossier_artigo.aspx</link>
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<description>Presidente da Comissão de Festas da Nossa Senhora do Rosário de Tróia, desce criança que Armando Oliveira se acostumou a vivenciar aquela que é considerada a grande festa dos pescadores setubalenses. «Nunca fui pescador mas nasci nas Fontainhas numa família ligada à pesca. Desde miúdo que vivo a festa». Há mais de 20 anos que preside à comissão organizadora, com altos e baixos. Este ano, as celebrações serão a 18, 19 e 20 de Agosto.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/BKlLfAAfrtM" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Nuno Ferreira*)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Mon, 02 Apr 2012 10:01:44 GMT]]></pubDate>
<comments><![CDATA[http://www.cafeportugal.net/pages/dossier_artigo.aspx?id=4605#comments]]></comments>
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<title><![CDATA[Histórias em ponto de açúcar]]></title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/Radiografias/~3/pm8KYsVoaSA/dossier_artigo.aspx</link>
<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://www.cafeportugal.net/pages/dossier_artigo.aspx?id=1226]]></guid>
<description>São histórias que se escrevem numa toada doce. Relatos de labor, paciência e dedicação aos sabores tradicionais portugueses.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/pm8KYsVoaSA" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Café Portugal)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Sun, 11 Mar 2012 13:44:20 GMT]]></pubDate>
<comments><![CDATA[http://www.cafeportugal.net/pages/dossier_artigo.aspx?id=1226#comments]]></comments>
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<item>
<title><![CDATA[Os Portugueses]]></title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/Radiografias/~3/ArODLLa5gsE/dossier_artigo.aspx</link>
<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://www.cafeportugal.net/pages/dossier_artigo.aspx?id=4344]]></guid>
<description>São retratos de pessoas que vivem no país real, sejam eles pescadores, artesãos, pastores, músicos, encenadores ou agricultores. Homens e mulheres que povoam o nosso território de norte a sul e resistem ou procuram resistir à contínua evasão para as grandes cidades do litoral. Pessoas que mantém a tradição, a cultura popular, os saberes que sempre moldaram a nossa identidade. Outros, muito simplesmente têm uma história de vida para contar, tenha sido no campo, no mar, no pequeno comércio, em explorações mineiras ou na vida associativa.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/ArODLLa5gsE" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Café Portugal)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Wed, 23 May 2012 09:21:14 GMT]]></pubDate>
<comments><![CDATA[http://www.cafeportugal.net/pages/dossier_artigo.aspx?id=4344#comments]]></comments>
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<item>
<title><![CDATA[Os Portugueses - Joaquim Fonseca: «Somos a voz dos que teimam em viver no interior profundo»]]></title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/Radiografias/~3/3F7stEGqmn4/dossier_artigo.aspx</link>
<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://www.cafeportugal.net/pages/dossier_artigo.aspx?id=4576]]></guid>
<description>Desde os anos 80, quando nasceu como rádio pirata, que a Rádio Clube de Monsanto e o seu radialista solitário emitem, em defesa do regionalismo, do topo dos penedos de uma das aldeias mais emblemáticas de Portugal. O facto de ser independente de todos e quaisquer poderes tem-na sacudido mas não a deita abaixo, nem a ela nem ao irredutível beirão Joaquim Fonseca. «Quando cairmos caímos de pé».&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/3F7stEGqmn4" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Nuno Ferreira)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Tue, 06 Mar 2012 16:17:44 GMT]]></pubDate>
<comments><![CDATA[http://www.cafeportugal.net/pages/dossier_artigo.aspx?id=4576#comments]]></comments>
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<title><![CDATA[Histórias de Alfaiate]]></title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/Radiografias/~3/5tbKyQAauc4/dossier_artigo.aspx</link>
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<description>Visitamos alguns alfaiates da Baixa Lisboeta. Uma viagem ao mundo do fato à medida, aos ferros a carvão, aos tecidos importados, ao corte medido com precisão milimétrica. Numa sociedade tomada pelo pronto-a-vestir, encontramos homens com décadas de saber acumulado na sua profissão. Desvendam-nos segredos do ofício e partilham histórias da época em que se contavam para cima de cem as alfaiatarias no coração de Lisboa.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/5tbKyQAauc4" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Café Portugal)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Mon, 05 Mar 2012 11:15:43 GMT]]></pubDate>
<comments><![CDATA[http://www.cafeportugal.net/pages/dossier_artigo.aspx?id=3982#comments]]></comments>
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<title><![CDATA[Demografia - «Para onde correm os rios, correm as gentes»]]></title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/Radiografias/~3/TzTW-u7I7BY/dossier_artigo.aspx</link>
<guid isPermaLink="false"><![CDATA[http://www.cafeportugal.net/pages/dossier_artigo.aspx?id=3822]]></guid>
<description>Jorge Arroteia, especialista em Demografia, analisa o actual mapa demográfico nacional, «decadente há muitos anos», e aponta caminhos para aumentar o número de nascimentos e minorar o envelhecimento populacional. Jorge Arroteia considera que Portugal não tem tido políticas de incentivo à natalidade nem direccionadas para a família, lembrando ainda que o país precisa de um «aumento efectivo» da população que configure «um crescimento sustentado dos núcleos familiares». O especialista, confrontado com a questão da desertificação do interior do país, recorda uma frase «determinista» do professor Amorim Girão, ainda na década de 1940: «para onde correm os rios, correm as gentes».&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/TzTW-u7I7BY" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Ana Clara)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Fri, 02 Mar 2012 10:39:11 GMT]]></pubDate>
<comments><![CDATA[http://www.cafeportugal.net/pages/dossier_artigo.aspx?id=3822#comments]]></comments>
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<title><![CDATA[Regressar à terra]]></title>
<link>http://feedproxy.google.com/~r/Radiografias/~3/haFem77Yx6Y/dossier_artigo.aspx</link>
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<description>De Norte a Sul há iniciativas que teimam em contrariar os números da desertificação humana do interior do país. Projectos que promovem um apelo simples: o regresso à terra, para dinamizar espaços agrícolas e urbanos ao abandono. Uma aposta em empreendedores capazes de introduzir novidade e engenho no mundo rural. Entre os objectivos: fixar população jovem, apostar no saber fazer da população mais idosa, combater o desemprego, introduzir novos sectores de actividade no mundo rural, preservar o ambiente e ecossistemas.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/haFem77Yx6Y" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Café Portugal)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Thu, 01 Mar 2012 16:31:15 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Os Portugueses - António Fernando: «Vim para Borralha atrás da vida»]]></title>
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<description>Pelas ruas da antiga mina de volfrâmio da Borralha, concelho de Montalegre, circulam velhos mineiros como António Fernando, 85 anos. São eles que conservam viva a memória de umas instalações deixadas demasiados anos ao abandono e que estão a ser conservadas para as gerações futuras pelo Eco-Museu do Barroso. «Andei na fárria mas nunca apanhei uma pedra», desabafa.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/Wr5_BiU4AHs" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Nuno Ferreira*)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Tue, 28 Feb 2012 20:30:37 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Entrudo - No Domingo Gordo, com os Caretos da Lagoa]]></title>
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<description>Numa manhã húmida e fria de Domingo Gordo, à beira da Lagoa de Mira, o Café Portugal acompanhou a velha tradição dos Caretos da Lagoa. Os mais velhos lembram-se de os ver descalços e atrevidos pelas ruas do concelho de Mira a atazanar as cachopas. Hoje, já estão em dvd, vão ao desfile da Máscara Ibérica e sonham com uma Casa do Careto. «A tradição não pode morrer».&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/jJ84j9IZ2L0" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Nuno Ferreira)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Mon, 05 Mar 2012 07:20:34 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Entrouxes, Entrudos e Máscaras ]]></title>
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<description>País fora há ainda um Entrudo vestido com preceitos tradicionais. Rituais intemporais onde cabem diabos, caretos, entrouxes. Figuras que reavivam a chama de uma celebração imune aos martelinhos, aos corsos apoteóticos e aos calores tropicais.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/LtYl8vyz8AE" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Café Portugal; fotos - Progestur/ Festas de Inverno com máscaras)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Mon, 05 Mar 2012 06:55:29 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Coimbra - Antigas tabernas estão a morrer aos poucos]]></title>
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<description>Fazem, ainda hoje, parte da cultura popular da cidade. Palco de grandes conspirações políticas nos finais do século XIX e princípios do século XX, foi lá que intelectuais como Guerra Junqueiro, Antero de Quental, Bernardino Machado ou Camilo Castelo-Branco «tertuliaram», comeram e se divertiram, de copo na mão. Nas tabernas antigas de Coimbra, espaços de encontro e convívio de gerações de futricas e estudantes, ouviu-se o fado batido, muitas guitarradas e nasceram jogos tradicionais, como a malha e a «laranjinha». Das 130 tabernas que existiram, hoje restam 30. Muitas fecharam, outras foram mudando de nome. As que resistem vão tentando manter o que resta da História. Por isso mesmo, a Câmara de Coimbra criou a Rota das Tabernas, no sentido de a transformar em destino cultural e turístico. A Liga dos Amigos das Tabernas Antigas também dá uma ajuda: para manter a identidade e a tradição mas também pelos petiscos e pela pinga.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/vDt6vkqJXII" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Ana Clara)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Sat, 31 Mar 2012 20:39:40 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Os Portugueses - Manuel Bento: «Sem o Pedro Mestre a viola campaniça morria»]]></title>
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<description>Os dedos já não permitem que o mestre da viola campaniça Manuel Bento, 86 anos, a toque como sempre tocou. A memória dos tempos da Aldeia Nova, Ourique, dos bailes, do canto a despique, da labuta no campo, essa permanece intacta. Recebeu o Café Portugal em Beja, onde reside actualmente e não escondeu o orgulho no trabalho de continuidade do jovem Pedro Mestre: «Sem ele a viola campaniça tinha morrido».&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/Y1Xl4WUFptU" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Nuno Ferreira; Fotos - Pedro Mestre)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Mon, 12 Mar 2012 00:00:15 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Burro, fiel amigo em terras transmontanas]]></title>
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<description>No planalto mirandês o burro foi durante inúmeras gerações sinónimo de economia local. Serviu como meio de transporte, auxiliou na agricultura. Hoje, o burro em terras transmontanas, vê o seu papel modificado. Vale a persistência de quem quer manter uma espécie ameaçada. Paralelamente, surgem iniciativas em torno da utilização do burro enquanto atracção turística. Fazem-se passeios e reabilitam-se memórias. A interacção com gado asinino é ainda utilizada como veículo para terapêuticas, estimulando o sistema cognitivo, físico e emocional. Relato, ainda, de um projecto em torno do burro em Alfandega da Fé.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/pv4wWQc0kYs" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Café Portugal; foto - AEPGA)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Sat, 03 Mar 2012 08:56:34 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Oliventino - As idades de um idioma à beira da extinção]]></title>
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<description>Manuel, Martina, Francisco, Raquel. São histórias de vidas na raia espanhola. Oliventinos que representam diferentes gerações de falantes de um idioma à beira de um precipício, o da extinção. O oliventino, subdialecto português, falado há séculos em Olivença, é actualmente  uma quase memória, agarrado às palavras dos mais velhos. Recordam tempos em que o dialecto era sinónimo de conversas soltas, em casa, nas ruas. Palavras que, entretanto, por meados do século XX, se esconderam entre paredes. Há décadas que o oliventino mingua, com redutos sobreviventes nas aldeias e com esperança nos bancos das escolas onde é reabilitado como língua estrangeira.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/_1MS0dRWDQ8" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Jorge Andrade)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Sun, 13 May 2012 15:19:07 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Páscoa em Castelo de Vide ]]></title>
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<description>Castelo de Vide, Alto Alentejo, revive a cada ano uma Páscoa muito sua. A Bênção dos Cordeiros, a Chocalhada na noite de Sábado após a «Aleluia», a Procissão de Domingo de Páscoa onde o Padre aparece a convite, são marcas de celebrações que fazem a síntese entre o Cristão e o Judaico.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/4T15LHpGsn0" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Café Portugal)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Fri, 06 Apr 2012 21:41:04 GMT]]></pubDate>
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<title><![CDATA[Mulher em português]]></title>
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<description>Portugal também se conta e faz no feminino. Ficam aqui, na primeira pessoa, alguns registos da força da mulher portuguesa. Testemunhos do estar e fazer no feminino.&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Radiografias/~4/u2e8T3v9csw" height="1" width="1"/&gt;</description>
<author><![CDATA[cafeportugal@cafeportugal.net (Café Portugal; Foto - Mulleres da Raia)]]></author>
<category><![CDATA[Radio(grafias)]]></category>
<pubDate><![CDATA[Thu, 08 Mar 2012 13:01:08 GMT]]></pubDate>
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