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	<title>Recanto das Palavras</title>
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		<title>Pra que servem os jornais de hoje em dia?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Alberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2016 19:57:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
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					<description><![CDATA[Aprendi a ler jornal com meu pai. Ele lia o Globo. Ali por volta dos 14 anos comecei a ler o Jornal do Brasil. Achava o máximo ler as colunas do Moacyr Werneck, Veríssimo, Zuenir Ventura, Fritz Utzeri e outros mais. Tudo isso somado ao Caderno B e o Idéias, que traziam cultura e mais &#8230; <a href="https://recantodaspalavras.wordpress.com/2016/02/05/pra-que-servem-os-jornais-de-hoje-em-dia/" class="more-link">Continuar lendo <span class="screen-reader-text">Pra que servem os jornais de hoje em&#160;dia?</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Aprendi a ler jornal com meu pai. Ele lia o Globo. Ali por volta dos 14 anos comecei a ler o Jornal do Brasil. Achava o máximo ler as colunas do Moacyr Werneck, Veríssimo, Zuenir Ventura, Fritz Utzeri e outros mais. Tudo isso somado ao Caderno B e o Idéias, que traziam cultura e mais cultura, mesmo que na época grassasse a ditadura.</p>
<p align="justify"><a href="https://recantodaspalavras.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/02/newspapers-444447_1920.jpg"><img style="background-image:none;float:none;padding-top:0;padding-left:0;margin-left:auto;display:block;padding-right:0;margin-right:auto;border:0;" title="newspapers-444447_1920" src="https://recantodaspalavras.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/02/newspapers-444447_1920_thumb.jpg?w=640&#038;h=424" alt="newspapers-444447_1920" width="640" height="424" border="0" /></a><br />
Estava entrando no ensino médio – no meu tempo era chamado de 2º grau –. Um pouco depois, já trabalhando como menor aprendiz do Banco do Brasil, na agência da Praça da Bandeira, comecei a ler o Pasquim. Paulo Francis, Millôr, Ziraldo, Fausto Wolff, Armindo Blanco, Reinaldo, Aldir Blanc, Ivan Lessa e tantos outros preencheram minha adolescência com suas palavras. Eu tinha 15 anos. Mantive o hábito até o famoso hebdomadário fechar.</p>
<p>Na faculdade, já com 18 anos, eu agreguei a Folha de S. Paulo como um dos jornais que eu gostava de ler. Eram outros tempos. Já adulto assinei a JB, mas infelizmente ele findou.</p>
<p align="justify">Mantive a assinatura da Folha durante muitos anos. Até que, definitivamente, o diário virou o timão para estibordo e se tornou algo que não conseguia mais ler, apesar do Janio de Freitas e do Xico Sá.</p>
<p>Outro dia, aqui em casa, quebrei um copo e cadê que eu achava jornal velho para embrulhar os restos mortais (e fatais) do copo? Concluí: Hoje em dia, os jornais não servem nem para embrulhar caco de vidro.</p>
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		<title>Como tentar subornar um sult&#227;o com um livro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Alberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Feb 2016 13:24:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
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					<description><![CDATA[Certa vez, tendo uma sociedade capitalista francesa solicitado a Abdul-Hamid determinada concessão, tratou, naturalmente de conquista a boa vontade do soberano. Receosa, porém, de que uma oferta direta pudesse ofendê-lo, mandou encadernar quantidade bastante expressiva de notas de banco, dando ao livro assim formado uma capa onde se lia, em bela gravação dourada: História da &#8230; <a href="https://recantodaspalavras.wordpress.com/2016/02/05/como-tentar-subornar-um-sulto-com-um-livro/" class="more-link">Continuar lendo <span class="screen-reader-text">Como tentar subornar um sult&#227;o com um&#160;livro</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><a href="https://recantodaspalavras.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/02/210px-ahamid.jpg"><img style="background-image:none;float:left;padding-top:0;padding-left:0;margin:0 3px 0 0;display:inline;padding-right:0;border-width:0;" title="Abdul-Hamid II - Como tenta subornar um sultão com um livro" src="https://recantodaspalavras.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/02/210px-ahamid_thumb.jpg?w=185&#038;h=240" alt="Abdul-Hamid II" width="185" height="240" align="left" border="0" /></a>Certa vez, tendo uma sociedade capitalista francesa solicitado a Abdul-Hamid determinada concessão, tratou, naturalmente de conquista a boa vontade do soberano. Receosa, porém, de que uma oferta direta pudesse ofendê-lo, mandou encadernar quantidade bastante expressiva de notas de banco, dando ao livro assim formado uma capa onde se lia, em bela gravação dourada: <i>História da França</i>, por Jacques Dupuy.</p>
<p align="justify">Em audiência concedida pelo sultão, os portadores do livro, entre muitos cumprimentos, disseram-lhe:</p>
<p align="justify">– Sire, sabendo quanto amais nosso país, e gratos pelo apoio que ides dar à nossa empresa, atrevemo-nos a presentear-vos com este livro de Dupuy, que trata da história da nossa pátria.</p>
<p align="justify">O sultão recebeu o livro, folheou-o, impassível, sem demonstrar a mínima surpresa diante do insólito recheio. E respondeu:</p>
<p align="justify">– Muito vos agradeço, mas preciso fazer um reparo. Sei que a <i>História da França</i> escrita por Jacques Dupuy foi editada em dois volumes. E eu detesto obras incompletas.</p>
<p align="justify">– Sire – foi a rápida resposta do chefe da empresa –, não trouxemos o segundo volume porque ainda está sendo impresso, mas bem depressa o tereis em mãos.</p>
<p align="justify">À saída, dizia ele a seus companheiros:</p>
<p align="justify">– Eis o que nos vai custar os conhecimentos culturais deste sultão. O espertalhão sabe mais sobre nossos autores do que nós próprios.</p>
<p align="justify">&#8212;<br />
ABDUL-HAMID (1842-1917) – <i>Sultão da Turquia, reinou de 1876 a 1909, ano em que foi deposto</i>. In: LACERDA, Nair – <b>Grandes anedotas da história</b>. p.19. Cultrix. São Paulo, 1977.</p>
<p align="justify">* Comprei esse livro num sebo, no Rio de Janeiro, em 1991.</p>
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			<media:title type="html">Abdul-Hamid II - Como tenta subornar um sultão com um livro</media:title>
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		<item>
		<title>Entenda o poder da televis&#227;o em menos de 5 minutos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Alberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jan 2016 00:46:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Televisão]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;Porque menos de 3% de vocês leem livros. Porque menos de 15% de vocês leem jornais. Porque a única verdade que você sabem é a que sai dessa caixa preta*. Nesse exato momento há uma geração inteira que nunca aprendeu nada que não tivesse saído dessa caixa preta. Essa caixa preta é seu evangelho. É &#8230; <a href="https://recantodaspalavras.wordpress.com/2016/01/27/entenda-o-poder-da-televiso-em-menos-de-5-minutos/" class="more-link">Continuar lendo <span class="screen-reader-text">Entenda o poder da televis&#227;o em menos de 5&#160;minutos</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">&#8220;Porque menos de 3% de vocês leem livros. Porque menos de 15% de vocês leem jornais. Porque a única verdade que você sabem é a que sai dessa caixa preta*. Nesse exato momento há uma geração inteira que nunca aprendeu nada que não tivesse saído dessa caixa preta. Essa caixa preta é seu evangelho. É a revelação máxima. Essa caixa preta pode fazer ou tirar presidentes, papas e primeiros ministros. Essa caixa preta é a maior força que existe em todo o mundo de Deus&#8221;.</p>
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<div class="embed-youtube"><iframe title="Televisão não é a verdade. Rede de Intrigas (Network - 1976) (legendado)" width="700" height="525" src="https://www.youtube.com/embed/6zznNw1rKIE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div>
<p align="justify">Esse discurso foi proferido por Howard Beale,um âncora de televisão que tem um colapso nervos,  interpretado por Peter Finch no filme &#8220;<a href="http://cinegnose.blogspot.com.br/2013/02/o-evangelho-do-capitalismo-tardio-no.html" target="_blank">Rede de Intrigas</a>&#8221; (1976). Qualquer semelhança não é mera coincidência com a atualade.</p>
<p align="justify">*Na tradução a palavra &#8220;<em>tube</em>&#8220;, o mesmo que tubo ou tela de televisão é traduzida como &#8220;essa caixa preta&#8221;.</p>
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		<item>
		<title>É necessário ler para trabalhar em editora?</title>
		<link>https://recantodaspalavras.wordpress.com/2016/01/26/trabalhar-em-editora-precisa-ler/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Alberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jan 2016 22:56:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
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					<description><![CDATA[Apenas algumas poucas e esparsas reflexões sobre o que é trabalhar em uma editora. Muita gente pensa que trabalhar em editora é uma das profissões mais belas do mundo. Até pode ser,  já que você está lidando com cultura e  divulgação da mesma através de uma das formas mais antigas, se não a mais antiga &#8230; <a href="https://recantodaspalavras.wordpress.com/2016/01/26/trabalhar-em-editora-precisa-ler/" class="more-link">Continuar lendo <span class="screen-reader-text">É necessário ler para trabalhar em&#160;editora?</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Apenas algumas poucas e esparsas reflexões sobre o que é trabalhar em uma editora.</p>
<p align="justify">Muita gente pensa que trabalhar em editora é uma das profissões mais belas do mundo. Até pode ser,  já que você está lidando com cultura e  divulgação da mesma através de uma das formas mais antigas, se não a mais antiga do mundo: caracteres impressos sobre uma superfície. A superfície não precisa ser necessariamente papel, pois a primeira prova da existência da escrita remonta a 4500 a.C., o que demonstra que a ideia não é nova.</p>
<p align="center"><a href="https://recantodaspalavras.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/01/42-23063090.jpg"><img style="background-image:none;float:none;padding-top:0;padding-left:0;margin-left:auto;display:block;padding-right:0;margin-right:auto;border:0;" title="42-23063090" src="https://recantodaspalavras.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/01/42-23063090_thumb.jpg?w=248&#038;h=343" alt="42-23063090" width="248" height="343" border="0" /></a><span style="font-size:xx-small;">Alberto Ruggieri © Illustration Works/Corbis</span></p>
<p align="justify">Hoje, nem mesmo o papel tem a garantia de ser a forma definitiva como nos últimos 6 mil anos, isso quando me refiro aos primeiros papiros vindo até aos últimos best-sellers da semana. A forma eletrônica vem gradativamente ocupando espaço e se tornando quase que o meio definitivo de divulgação cultural.</p>
<p align="justify">Mas, na verdade, o que você espera quando resolve montar uma editora? Faça a si próprio algumas perguntas e as responda. É tudo isso e mais um pouco. Lógico que todos nós pretendemos ganhar dinheiro e, quiçá, ficar rico com alguma atividade, que bem se diga, lícita. Realmente há muito <i>glamour</i> ligado ao mercado editorial. Entretanto, o que se vê nos jornais, revistas e mídia em geral quando, por exemplo, de um lançamento de livro é apenas a ponta do iceberg. Até que aquele livro esteja pronto para ser lido, uma verdadeira linha de produção está por trás. Desde as reuniões para a escolha de uma capa que seja, não apenas representativa do conteúdo do livro, que seja compatível com o padrão editorial da editora e seja uma parte de sua identidade visual, podendo, assim, de alguma forma, ser identificada no verdadeiro mar que são as bancadas e prateleiras das livrarias e mostrar ao leitor que aquele livro é da editora tal e, certamente, a qualidade esta assegurada.</p>
<p align="justify">Da maior importância é o bom uso do vernáculo pátrio. Por isso que as traduções são tão rigorosas que, em alguns casos, como na poesia, é preferível que um falante nativo do idioma original traduza para a última flor do Lácio.</p>
<p align="center"><a href="https://recantodaspalavras.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/01/42-20313424.jpg"><img style="background-image:none;float:none;padding-top:0;padding-left:0;margin-left:auto;display:block;padding-right:0;margin-right:auto;border:0;" title="42-20313424" src="https://recantodaspalavras.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/01/42-20313424_thumb.jpg?w=378&#038;h=378" alt="42-20313424" width="378" height="378" border="0" /></a><span style="font-size:xx-small;">Alberto Ruggieri © Images.com/Corbis</span></p>
<p align="justify">Até aí tudo bem, o processo é esse mesmo, indo até a adequação do texto ao segmento do mercado em que se pretende inserir o livro e, se os deuses assim permitirem, vender razoavelmente bem.</p>
<p align="justify">Quase todos os dias são recebidos originais, sinopses, indicações; além de se fazer necessária uma constante pesquisa para se descobrir um livro e um autor. É, como poderia dizer, um trabalho de formiguinha tão estressante e cansativo mentalmente quanto carregar pedras. Muitas vezes o editor (publisher) se assemelha a Sísifo.</p>
<p align="justify">O departamento comercial de uma editora também não está longe disso. É preciso ser agressivo comercialmente, mas sem deixar que a pressão do alcance dos objetivos (vender e, se possível, muito) ultrapasse o limite da sociabilidade. No grito ninguém ganha nada. No máximo, tal como os camelôs, anuncia o produto.</p>
<p align="justify">Em linhas gerais, é preciso uma perfeita parceria entre o editorial e o comercial para que, ao menos, as coisas fluam. A famosa troca de figurinhas tem que ser constante, mas sem formalidades exageradas. Bem, isso vai depender do tamanho da editora. Em editora pequena, vira-se para o lado e pergunta-se ao editor: “Aquele livro está em qual fase de revisão? Temos previsão de quando poderemos colocar à venda?”, ou “O que você acha de criarmos uma ação de marketing com as livrarias para este livro? Acho que dá para fazer isso, isso e mais isso”, diria o editor.</p>
<p align="justify">O mais importante é perseverar mesmo e não apenas acreditar no produto. Afinal, em tese, todo livro é um best-seller, mas só o será se for vendido em várias edições.</p>
<p align="justify">E, já que começamos falando em um certo romantismo numa das áreas mais profissionais da economia, podemos ler vários livros de grátis, mas não se iluda: esse tipo de leitura não é apenas prazer, mas parte fundamental do trabalho.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Nem todo best-seller &#233; lido at&#233; o fim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Alberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jan 2016 00:49:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Escritores]]></category>
		<category><![CDATA[Leitor]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
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					<description><![CDATA[Os motivos para um livro tido como best-seller ser descartado antes da página 50 são variados; porém, algumas opiniões são bem sinceras: ser &#8220;lento e chato&#8221;, ter uma &#8220;trama ridícula&#8221;, ou uma antipatia ao personagem principal, e mesmo objeções que o livro é (foi) &#8220;imoral&#8221;. A pesquisa feita pelo site Goodreads, em artigo que saiu &#8230; <a href="https://recantodaspalavras.wordpress.com/2016/01/24/nem-todo-best-seller-lido-at-o-fim/" class="more-link">Continuar lendo <span class="screen-reader-text">Nem todo best-seller &#233; lido at&#233; o&#160;fim</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Os motivos para um livro tido como <strong>best-seller</strong> ser descartado antes da página 50 são variados; porém, algumas opiniões são bem sinceras: ser &#8220;lento e chato&#8221;, ter uma &#8220;trama ridícula&#8221;, ou uma antipatia ao personagem principal, e mesmo objeções que o livro é (foi) &#8220;imoral&#8221;.</p>
<p align="justify">A pesquisa feita pelo site <b><a href="http://www.goodreads.com/" target="_blank">Goodreads</a>, </b>em artigo que saiu da seção de livros do jornal <b>The Independent</b> (Inglaterra), intitulado <a href="http://www.independent.co.uk/arts-entertainment/books/news/fifty-shades-of-grey-and-jk-rowlings-the-casual-vacancy-are-all-too-putdownable-8704048.html" target="_blank">Fifty Shades of Grey and JK Rowling&#8217;s The Casual Vacancy are all too putdownable</a><b></b> (algo como <em>Cinquenta Tons de Cinza</em> e <em>Morte Súbita</em>, de JK Rowling são muito descartáveis). Cabe uma explicação para a tradução do título do artigo. Onde está escrito “descartáveis”, leia-se “chatos” ou usando um neologismo “largáveis”.</p>
<p align="center"><a href="https://recantodaspalavras.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/01/livrochato.jpg"><img style="background-image:none;padding-top:0;padding-left:0;display:inline;padding-right:0;border-width:0;" title="Nem todo best-seller é lido até o fim" src="https://recantodaspalavras.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/01/livrochato_thumb.jpg?w=640&#038;h=427" alt="imagem₢corbis.com" width="640" height="427" border="0" /></a></p>
<p align="justify">Segundo a pesquisa feita de acordo com os leitores do site/portal, cerca de 15% dos leitores desses livros, os largaram ou colocaram na prateleira antes de chegar à página 50.</p>
<p align="justify">Há que se entender, ou tentar entender, o que é um best-seller. Nem sempre um livro que vende bastante é o mais lido. Os motivos para se comprar o livro da moda é justamente por ser moda e por ter uma agressiva campanha de marketing, ou pelo fato de o autor já ter escrito livros realmente lidos pela maioria das pessoas que os compraram, como é o caso de JK Rowling, autora da série Harry Potter. O mais interessante é que a autora usou um pseudônimo (Robert Galbraith) para escrever um romance policial chamado <a href="http://www.publico.pt/cultura/noticia/jk-rowling-publicou-um-romance-policial-sob-pseudonimo-1600201">The Cuko&#8217;s Calling</a> que foi bem aceito pela crítica.<a name="result_box"></a></p>
<blockquote>
<p style="padding-left:30px;" align="justify"><strong><em>&#8220;Um escritor só começa um livro. Um leitor termina-lo.&#8221; (Samuel Johnson)</em></strong></p>
</blockquote>
<p align="justify">Os motivos para um livro tido como <strong>best-seller</strong> ser descartado antes da página 50 são variados; porém, algumas opiniões são bem sinceras: ser &#8220;lento e chato&#8221;, ter uma &#8220;trama ridícula&#8221;, ou uma antipatia do personagem principal, e mesmo objeções que o trabalho foi &#8220;imoral&#8221;. Algumas pessoas, disseram não gostar do novo livro da autora de Harry Potter por justamente não ter magia.</p>
<p align="justify">Uma nova pesquisa descobriu cinco melhores livros que os leitores arquivar antes da última página, que incluem a mais recente obra de JK Rowling e sensação erótica “Cinquenta Tons de Cinza”. Razões para o afundamento de um livro incluído tudo, desde a narrativa ser &#8220;lento e chato&#8221; para uma &#8220;trama ridícula&#8221;, uma antipatia do personagem principal, e mesmo objeções que o trabalho foi &#8220;imoral&#8221;. Ou ainda sobre o livro <em><strong>50 Tons de Cinza</strong></em>, uma pessoa relatou sentir vergonha por todos nós, isto é, algo como ter vergonha alheia.</p>
<blockquote>
<p style="padding-left:30px;" align="justify"><strong><em>A vida é muito curta para se ler livros ruins.&#8221;</em></strong> (Schopenhauer).</p>
</blockquote>
<p align="justify">Nem o best-seller “<strong>Comer, Rezar, Amar</strong>” escapou. Houve quem relatasse Não ter gostado da personagem principal.</p>
<p align="justify">Mas nada é definitivo na vida, como bem sabemos. Cerca de 40% das pessoas disseram ter quase uma “obrigação” de ler um livro até o final, mesmo que seja só para saber o final. Entretanto, ao se mexer um pouco mais na pesquisa vê-se que o número de pessoas que larga o livro aumenta em relação ao número de páginas. Cerca de 28% dos leitores abandonam o livro antes de chegar a página 100. O número de abandonos quase dobra em proporção a quantidade de páginas lidas ou enfrentadas. lidas</p>
<p align="justify">De tudo isso o que podemos concluir: gostar é algo realmente subjetivo.</p>
]]></content:encoded>
					
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			<media:title type="html">Nem todo best-seller é lido até o fim</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Dalton Trumbo – a redenção de um roteirista perseguido</title>
		<link>https://recantodaspalavras.wordpress.com/2016/01/23/dalton-trumbo-a-redencao-de-um-roteirista-perseguido/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Alberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Jan 2016 13:52:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Ontem, assisti ao filme &#8220;Trumbo&#8221;. O elenco é encabeçado por Bryan Craston e Helen Mirren. Ele interpretando o escritor e roteirista de cinema Dalton Trumbo. Ela interpretando a poderosíssima jornalista Hedda Hopper, que criava ou destruía reputações de obras cinematográficas, artistas, diretores  e mantinha todos sob o medo da opinião de seus 35 milhões de &#8230; <a href="https://recantodaspalavras.wordpress.com/2016/01/23/dalton-trumbo-a-redencao-de-um-roteirista-perseguido/" class="more-link">Continuar lendo <span class="screen-reader-text">Dalton Trumbo – a redenção de um roteirista&#160;perseguido</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Ontem, assisti ao filme &#8220;Trumbo&#8221;. O elenco é encabeçado por <strong>Bryan Craston</strong> e <strong>Helen Mirren</strong>. Ele interpretando o escritor e roteirista de cinema Dalton Trumbo. Ela interpretando a poderosíssima jornalista Hedda Hopper, que criava ou destruía reputações de obras cinematográficas, artistas, diretores  e mantinha todos sob o medo da opinião de seus 35 milhões de leitores de sua coluna nos EUA.  Trumbo foi um dos membros do grupo de roteiristas e artistas conhecida como os <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_Negra_de_Hollywood#Os_dez_de_Hollywood" target="_blank">1<strong>0 de Hollywood</strong></a>. Todos foram condenados a um ano de prisão por ligações com o Partido Comunista dos EUA.</p>
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<div class="embed-youtube"><iframe title="Trumbo Official Trailer #1 (2015) - Bryan Cranston, Diane Lane, Helen Mirren Biopic HD" width="700" height="394" src="https://www.youtube.com/embed/n0dZ_2ICpJE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div>
<p style="text-align:justify;">Vários nomes de peso da indústria cinematográfica norte-americana são retratados no filme como, por exemplo, <strong>John Wayne</strong> que foi um dos maiores perseguidores de colegas de profissão que eram comunistas ou supostamente comunistas. Além dele, também surgem as figuras de <strong>Kirk Douglas</strong>, que acreditou no trabalho de Dalton Trumbo e o procurou para escrever o roteiro de &#8220;<strong>Spartacus</strong>&#8220;, vencedor do Globo de Ouro de 1961 e foi dirigido por <strong>Stanley Kubrick</strong>. Houve quem negasse suas convicções políticas e delatasse (delação premiada com a garantia de emprego e fim das acusações de atividades antiamericanas) como o ator <strong>Edward G. Robinson</strong>, um imigrante romeno que se naturalizou norte-americano. O diretor austríaco radicado nos EUA, <strong>Otto Preminger</strong> foi o responsável pela redenção de Trumbo aoi contratá-lo para escrever o roteiro do filme &#8220;<strong>Exodus</strong>&#8221; e fazer questão de anunciar nos jornais que ele seria seu roteirista.</p>
<h5 style="text-align:center;"><img data-attachment-id="3616" data-permalink="https://recantodaspalavras.wordpress.com/2016/01/23/dalton-trumbo-a-redencao-de-um-roteirista-perseguido/dalton_and_cleo_trumbo_1947_huac_hearings/" data-orig-file="https://recantodaspalavras.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/01/dalton_and_cleo_trumbo_1947_huac_hearings.png" data-orig-size="400,322" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}" data-image-title="Dalton_and_Cleo_Trumbo_(1947_HUAC_hearings)" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://recantodaspalavras.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/01/dalton_and_cleo_trumbo_1947_huac_hearings.png?w=300" data-large-file="https://recantodaspalavras.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/01/dalton_and_cleo_trumbo_1947_huac_hearings.png?w=400" class=" size-full wp-image-3616 aligncenter" src="https://recantodaspalavras.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/01/dalton_and_cleo_trumbo_1947_huac_hearings.png?w=700" alt="Dalton_and_Cleo_Trumbo_(1947_HUAC_hearings)"   srcset="https://recantodaspalavras.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/01/dalton_and_cleo_trumbo_1947_huac_hearings.png 400w, https://recantodaspalavras.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/01/dalton_and_cleo_trumbo_1947_huac_hearings.png?w=150&amp;h=121 150w, https://recantodaspalavras.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/01/dalton_and_cleo_trumbo_1947_huac_hearings.png?w=300&amp;h=242 300w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><br />
<em>Dalton Trumbo e sua esposa Cleo durante durante os interrogatórios<br />
do Comitê de atividades antiamericanas do senado dos EUA. Ao fundo Bertolt Brecht.</em></h5>
<p style="text-align:justify;">Esse filme conta um pouco da história de um período emblemático dos EUA, a &#8220;caça às bruxas&#8221;, ou seja, a perseguição aos cidadãos comunistas e os supostamente comunistas nas décadas de 1940 e 1950 (se estendeu até meados dos anos 1970). Aqueles que foram delatados ou tiveram suas ideias políticas foram afetados pelo medo criado e dirigido cujo principal vilão era o &#8220;perigo vermelho&#8221; e políticos oportunistas criaram comissões no congresso norte-americano que mais pareciam tribunais da Inquisição.  Há uma cena no filme em que Trumbo, e passou onze meses na cadeia após ser condenado por ser comunista, se depara com um outro presidiário que varria o chão. Este era o mesmo político que o levara a depor na &#8220;CPI&#8221; e o condenara. Pois bem, o tal político foi preso por fraude fiscal.</p>
<p style="text-align:justify;">A contextualização posso dizer que é perfeita e retrata muito bem a histeria que afetou a todos naquela sociedade. Havia uma <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_Negra_de_Hollywood" target="_blank">lista negra</a> em Hollywood e quem estivesse nela não era contratado. Não foram apenas os intelectuais e pessoas ligadas as artes, em especial, o cinema de Hollywood, aqueles que foram afetados, perseguidos, demitidos, censurados, calados, aviltados e viveram um inferno devido as suas convicções políticas.</p>
<p style="text-align:justify;">O que ressalta a nós, brasileiros, é perceber que o ódio aos que pensavam diferente não difere muito do que vemos na atualidade. Há momentos, no filme, em que Trumbo teve um copo de refrigerante jogado sobre si por um homem que fora ver seu filme e o chamou de traidor. Ou o vizinho, que tão logo percebe quem era o novo morador, joga lixo e animais mortos na piscina da casa do escritor. Além disso, para sobreviver, era preciso trabalhar no anonimato criando roteiros e não assinando, entregando a amigos ainda não perseguidos para que assinassem como seus. Mesmo assim, com toda a perseguição e portas fechadas, Trumbo usando pseudônimos e sendo ghost writer ganhou duas vezes o Oscar sem que soubessem que ele era o roteirista dos filmes.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Ao pensar em um livro você lembra da capa?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Alberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Jan 2016 22:41:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Que a embalagem seja tão importante quanto o conteúdo, em se tratando de livros, é algo que editores e capistas discutirão até o fim dos tempos. Afinal, a primeira propaganda do livro é a sua capa que deverá não apenas informar o que está lá dentro, mas também fazer com que o livro se destaque &#8230; <a href="https://recantodaspalavras.wordpress.com/2016/01/17/ao-pensar-em-um-livro-voce-lembra-da-capa/" class="more-link">Continuar lendo <span class="screen-reader-text">Ao pensar em um livro você lembra da&#160;capa?</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="western" style="text-align:justify;"><img data-attachment-id="2933" data-permalink="https://recantodaspalavras.wordpress.com/2009/04/07/5-livros-que-tornaram-seus-autores-famosos/200pxrye-catcher-thumbjpg/" data-orig-file="https://recantodaspalavras.wordpress.com/wp-content/uploads/2009/04/200pxrye-catcher-thumb.jpg" data-orig-size="176,244" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;}" data-image-title="200pxrye-catcher-thumb.jpg" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://recantodaspalavras.wordpress.com/wp-content/uploads/2009/04/200pxrye-catcher-thumb.jpg?w=176" data-large-file="https://recantodaspalavras.wordpress.com/wp-content/uploads/2009/04/200pxrye-catcher-thumb.jpg?w=176" class=" size-full wp-image-2933 alignleft" src="https://recantodaspalavras.wordpress.com/wp-content/uploads/2009/04/200pxrye-catcher-thumb.jpg?w=700" alt="200pxrye-catcher-thumb.jpg"   srcset="https://recantodaspalavras.wordpress.com/wp-content/uploads/2009/04/200pxrye-catcher-thumb.jpg 176w, https://recantodaspalavras.wordpress.com/wp-content/uploads/2009/04/200pxrye-catcher-thumb.jpg?w=108&amp;h=150 108w" sizes="(max-width: 176px) 100vw, 176px" />Que a embalagem seja tão importante quanto o conteúdo, em se tratando de livros, é algo que editores e capistas discutirão até o fim dos tempos. Afinal, a primeira propaganda do livro é a sua capa que deverá não apenas informar o que está lá dentro, mas também fazer com que o livro se destaque entre outros tantos em bancadas de livrarias físicas e virtuais.</p>
<p class="western" style="text-align:justify;">Várias vezes você chega a uma livraria sem saber bem o que vai levar para ler e se interessa, antes de tudo, pela capa e aí vem aquele famoso ritual, que todo leitor que se preza faz naturalmente.</p>
<p class="western" style="text-align:justify;"><strong>1 – toca o livro;</strong><br />
<strong>2 – retira do seu lugar na bancada;</strong><br />
<strong>3 – observa a capa aproximando os olhos;</strong><br />
<strong>4 – observa a 4a. capa (e lê o texto)</strong><br />
<strong>5 – volta para capa (lê a orelha direita);</strong><br />
<strong>6 – lê a orelha esquerda;</strong><br />
<strong>7 – abre o livro</strong></p>
<p class="western" style="text-align:justify;">Daí em diante, o leitor se atem ao índice ou sumário quando há. Em romances, o leitor já “cai” direto no início da trama. Em outros tipos de livros você encontra a introdução, que pode ser escrita pelo próprio autor ou por alguém convidado a fazê-lo. O que te levou a percorrer todos os itens lá de cima foi a capa. Por isso que ela é tão importante e deverá ser marcante.</p>
<p class="western" style="text-align:justify;">O <a href="http://flavorwire.com/206111/the-20-most-iconic-book-covers-ever">FlavorWire</a>, um portal cultural, fez uma pesquisa e chegou a 20 capas de livros consideradas as mais icônicas de todos os tempos. Os livros são <b>Ardil 22</b>, <b>O Grande Gatsby</b>, <b>Laranja Mecânica</b>, <b>O Apanhador no Campo de Centeio</b>, <b>Admirável Mundo Novo</b>, <b>A Sangue Frio</b>, <b>Lolita</b>, <b>On The Road</b> e outros mais. Cabe lembrar que as capas de livros, muitas vezes refletem a cultura em que está inserida ou local e período em que o livro foi editado.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Músicas do fim do amor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Alberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Jan 2016 14:46:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Dizem que um dia a paixão se acaba e todo amor também se vai. O pior momento é o da despedida, o momento crucial da vida daqueles que um dia foram apaixonados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="western">Pura poesia</p>
<p class="western"><em><strong>“Creia</strong></em><br />
<em><strong>Toda quimera se esfuma</strong></em><br />
<em><strong>Como a beleza da espuma</strong></em><br />
<em><strong>Que se desmancha na areia”</strong></em> (Ary Barroso, Risque)</p>
<p class="western" style="text-align:justify;">Dizem que um dia a paixão se acaba e todo amor também se vai. O pior momento é o da despedida, o momento crucial da vida daqueles que um dia foram apaixonados.</p>
<p class="western" style="text-align:justify;">Nem todo amor acaba como em Casablanca: <em>Ainda temos Paris</em>. Certamente, se acaba, guarda uma parte de rancor, tristeza, mágoa e súplicas para que nunca mais seja procurado (a). Geralmente, as palavras de despedida não são doces ou totalmente amargas. São apenas palavras que pedem o esquecimento.</p>
<p class="western">Risque &#8211; Ari Barroso</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=kXlYeDOnMkY" rel="nofollow">https://www.youtube.com/watch?v=kXlYeDOnMkY</a></p>
<p class="western">
]]></content:encoded>
					
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	</item>
		<item>
		<title>11 canções Pop inspiradas pela Literatura</title>
		<link>https://recantodaspalavras.wordpress.com/2016/01/16/11-cancoes-pop-inspiradas-pela-literatura/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Alberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Jan 2016 13:53:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[Pink Floyd e George Orwell, Devo e Thomas Pynchon. Mick Jagger e Charles Baudelaire. Embora eles pareçam ser parcerias musicais bastante improveis, muitas canções de rock resultaram de uma inspiração do músico ou letrista encontradas nas páginas de um livro. Estes são apenas a ponta do iceberg. Se você lembrar de alguma canção brasileira surgida &#8230; <a href="https://recantodaspalavras.wordpress.com/2016/01/16/11-cancoes-pop-inspiradas-pela-literatura/" class="more-link">Continuar lendo <span class="screen-reader-text">11 canções Pop inspiradas pela&#160;Literatura</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="western" align="JUSTIFY">
<p class="western" align="JUSTIFY"><a name="result_box"></a> <span lang="pt-PT">Pink Floyd e George Orwell, Devo e Thomas Pynchon. Mick Jagger e Charles Baudelaire. Embora eles pareçam ser parcerias musicais bastante improveis, muitas canções de rock resultaram de uma inspiração do músico ou letrista encontradas nas páginas de um livro. Estes são apenas a ponta do iceberg. Se você lembrar de alguma canção brasileira surgida nesse moldes não se esqueça de compartilhar nos comentários.</span></p>
<p class="western" align="JUSTIFY"><strong>1. Música: “Pigs (Three Different Ones),” Pink Floyd &#8211; Livro: </strong><strong><i>Revolução dos bichos</i></strong><strong>, George Orwell.</strong></p>
<p class="western" lang="pt-PT" align="JUSTIFY"><a name="result_box1"></a> O grupo Pink Floyd se sentiu fortemente influenciado por este livro de Orwell, que o álbum <i>Pigs </i>é baseado livremente em torno de temas <i>A revolução dos bichos</i>. &#8220;A temática é sobre as pessoas donas de riqueza e poder.</p>
<p class="western" align="JUSTIFY">2. <b>Música: “Whip It,” Devo &#8211; Livro: </b><i><b>Arco-íris da gravidade</b></i><b>, Thomas Pynchon.</b></p>
<p class="western" lang="pt-PT" align="JUSTIFY"><a name="result_box2"></a> De acordo com Jerry Casale (cantor, baixista e tecladista) do Devo:</p>
<p class="western" align="JUSTIFY"><span lang="pt-PT">&#8220;&#8216;</span><span lang="pt-PT"><i>Whip It</i></span><span lang="pt-PT">&#8216;, como muitas canções Devo, teve uma longa gestação, um longo processo. As letras foram escritas por mim como uma imitação de paródias de Thomas Pynchon em </span><span lang="pt-PT"><i>Arco-íris da gravidade</i></span><span lang="pt-PT">. Ele havia parodiado rimas e poemas típicos dos americanos cultos; de idéias obsessivas de personalidade como Horatio Alger e &#8220;“Você é o nº 1”, não há mais ninguém como você&#8221;. Eu pensei, &#8216;Eu gostaria de fazer um como Thomas Pynchon, &#8220;assim que eu escrevi&#8217; Whip It &#8216;uma noite.&#8221;</span></p>
<p class="western" align="JUSTIFY"><b>3. Música</b><strong>: “Wuthering Heights,” Kate Bush &#8211; Livro: </strong><em><i><b>O morro dos ventos uivantes</b></i></em><strong>, Emily Bronte.</strong></p>
<p class="western" align="JUSTIFY"><span lang="pt-PT">Aos 18 anos de idade, Kate Bush se inspirou para escrever a canção depois de ver apenas 10 minutos de </span><span lang="pt-PT"><i>O morro dos ventos uivantes</i></span><span lang="pt-PT"> na TV em 1977.</span></p>
<p class="western" align="JUSTIFY"><span lang="pt-PT">&#8220;Tenho certeza que uma das razões que ficaram em minha mente foi causada pelo espírito de Cathy, que era a forma como era chamada nessa idade. Mais tarde ela mudou para Kate. Era apenas uma questão de exagerar todas as minhas áreas de personalidade não tão boazinhas , porque ela (a personagem) é uma pessoa muito abjeta. Ela é tão teimosa e apaixonada e louca &#8230;, sabe? E foi divertido de fazer, e levou uma noite e meia&#8221;?</span></p>
<p class="western" align="JUSTIFY"><strong>4. Música: “The Ghost of Tom Joad,” Bruce Springsteen &#8211; Livro: </strong><em><b>As vinhas da ira</b></em><strong>, John Steinbeck.</strong></p>
<p class="western" lang="pt-PT" align="JUSTIFY"><a name="result_box5"></a> Tecnicamente, Springsteen foi inspirado pela adaptação de John Ford para o cinema, da jornada de John Steinbeck. &#8220;The Ghost of Tom Joad&#8221; é uma versão 1990 de <i>As Vinhas da Ira</i>, para servir como um lembrete de que os tempos modernos são tão duros como o período retratado no livro.</p>
<p class="western" align="JUSTIFY"><strong>5. Música: “Sympathy for the Devil” , Rolling Stones &#8211; Livro: </strong><strong><i>O Mestre e Margarida</i></strong><strong>, Mikhail Bulgakov.</strong></p>
<p class="western" align="JUSTIFY"><a name="result_box6"></a> <span lang="pt-PT">Em 1968, Mick Jagger e sua então namorada, Marianne Faithfull, leram um livro que ela pensou que poderia ser-lhe agradável. Jagger acabou escrevendo &#8220;Sympathy for the Devil&#8221; depois de ler o romance, que começa quando Satanás, disfarçado como um professor, encaminha-se e apresenta-se a um par de homens que discutiam sobre Jesus.</span></p>
<p class="western" lang="pt-PT" align="JUSTIFY">
Mais tarde, Mick sugeriu que algumas das letras podem ter sido inspiradas pelas obras de Charles Baudelaire, assim, o que torna &#8220;Sympathy&#8221; o resultado de um Rock Star chegado aos livros.</p>
<p class="western" align="JUSTIFY"><strong>6. Música: “Holden Caulfield”, Guns N’ Roses &#8211; Livro: </strong><em><i><b>O apanhador no campo de centeio</b></i></em><strong>, J.D. Salinger.</strong></p>
<p class="western" align="JUSTIFY"><span lang="pt-PT">O álbum Chinese Democracy (2008) ccontinha uma música chamada &#8220;O apanhador no campo de centeio&#8221;, o clássico livro de JD Salinger. Entretanto, supõe-se que a música é realmente sobre um outro evento em que Holden Caulfield (personagem do livro) foi envolvido: o assassinato de John Lennon, em 1980. O assassino de Lennon estava carregando uma cópia do livro quando puxou o gatilho.</span></p>
<p class="western" align="JUSTIFY"><strong>7. Música: “Tales of Brave Ulysses”, Cream &#8211; Livro: </strong><strong><i>Odisseia</i></strong><em>,</em><strong> Homero.</strong></p>
<p class="western" align="JUSTIFY"><span lang="pt-PT">Nem mesmo Eric Clapton pode resistir as sereias de </span><span lang="pt-PT"><i>A Odisséia</i></span><span lang="pt-PT">. Embora seja cantanda por Clapton, as letras foram escritas por Martin Sharp, que acabava de voltar de férias em Ibiza e foi inspirado por todo o cenário exótico &#8211; praias e mulheres, presumivelmente.</span></p>
<p class="western" align="JUSTIFY"><b>8. Música: “Layla”, Eric Clapton &#8211; Livro: <i>Layla e Majnun</i>, Nizami</b></p>
<p class="western" align="JUSTIFY">Clapton se apaixonara por Pat Harrison, mulher de seu melhor amigo, George Harrison. Sofrendo de amores não completados, escreveu esta canção baseada no conto Persa <i>Layla e Majnun</i> (majnun significa louco), que ao se apaixonar perdidamente por ela, teve seu desejo de casar negado, pois ela estava prometida a outro homem. Por isso vagou como um louco pelo deserto.</p>
<p class="western" align="JUSTIFY"><strong>9. Música: “Breathe”, U2 &#8211; Livro: </strong><em>Ulysses</em><strong>, James Joyce.</strong></p>
<p class="western" align="JUSTIFY"><a name="result_box10"></a> <span lang="pt-PT">Falando de A Odisséia, não é nenhuma surpresa que The Edge e Bono gostariam de prestar homenagem ao seu compatriota irlandês James Joyce, definindo &#8220;Breathe&#8221; como se estivesse em 16 de junho. Esse é o dia que transcorre a vida de Leopold Bloom ao longo das páginas do </span><span lang="pt-PT"><i>Ulisses</i></span><span lang="pt-PT"> de Joyce, e é também o dia em que os fãs de Joyce em toda parte honram sua obra celebrando o Bloomsday.</span></p>
<p class="western" align="JUSTIFY"><strong>10. Música: “Ramble On”, Led Zeppelin &#8211; Livro: </strong><em><b>O Senhor dos anéis</b></em><strong>, J.R.R. Tolkien.</strong></p>
<p class="western" lang="pt-PT" align="JUSTIFY"><a name="result_box11"></a> Se você já ouviu a letra de &#8220;Ramble On&#8221;, isto não vai ser uma surpresa para você. Por exemplo:</p>
<p><em><strong>&#8220;&#8216;Nas profundezas mais obscuras de Mordor</strong></em><br />
<em><strong>Eu conheci uma garota tão justa.</strong></em><br />
<em><strong>Mas Gollum, o maligno surgiu</strong></em><br />
<em><strong>E fugiu com ela. &#8220;</strong></em></p>
<p class="western" align="JUSTIFY"><span lang="pt-PT">Por anos, eu só prestara atenção ao coro de &#8220;Ramble On&#8221;. foi um choque quando percebi do que a letra tratava.</span></p>
<p class="western" align="JUSTIFY"><strong>11. Música: “Scentless Apprentice”, Nirvana &#8211; Livro: O </strong><em>Perfume,</em><strong> Patrick Süskind.</strong></p>
<p class="western" align="JUSTIFY"><span lang="pt-PT">Kurt Cobain, que frequentemente mencionava que era um de seus livros favoritos. Ele gostou tanto, de fato, que escreveu uma canção ce gravou-a no álbum </span><span lang="pt-PT"><i>In Utero (1993)</i></span><span lang="pt-PT">. O livro é sobre um homem que mata mulheres jovens e capta os seus aromas, a fim de fazer o perfume perfeito. </span></p>
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		<title>30 mil bibliotecas numa s&#243;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jorge Alberto]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 16:51:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Biblioteca Digital Alemã (Deutsche Digitale Bibliothek, ou DDB ) pretende reunir o acervo de 30 mil bibliotecas em uma só. Todas serão digitalizadas e estarão a disposição na internet. Em parte é uma concorrência ao Google Books. O processo se dá através de um robô que é capaz de digitalizar 1216 páginas por hora. &#8230; <a href="https://recantodaspalavras.wordpress.com/2010/02/20/30-mil-bibliotecas-numa-s/" class="more-link">Continuar lendo <span class="screen-reader-text">30 mil bibliotecas numa&#160;s&#243;</span> <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">A Biblioteca Digital Alemã (Deutsche Digitale Bibliothek, ou DDB ) pretende reunir o acervo de 30 mil bibliotecas em uma só. Todas serão digitalizadas e estarão a disposição na internet. Em parte é uma concorrência ao Google Books. O processo se dá através de um robô que é capaz de digitalizar 1216 páginas por hora. </p>
<p align="justify"><a href="http://www.spiegel.de/fotostrecke/fotostrecke-51582.html" target="_blank"><img style="border-bottom:0;border-left:0;display:block;float:none;margin-left:auto;border-top:0;margin-right:auto;border-right:0;" title="robodigitalizador" border="0" alt="robodigitalizador" src="https://recantodaspalavras.wordpress.com/wp-content/uploads/2010/02/robodigitalizador.jpg?w=400&#038;h=265" width="400" height="265" /></a></p>
<p align="center"><font size="1">(Image-56853-galleryV9-hosf ₢ Wolfgang Maria Weber – Spiegel Online)     <br /><a href="http://www.spiegel.de/fotostrecke/fotostrecke-51582.html" target="_blank">Clique sobre a imagem para ver um slideshow</a></font></p>
<p align="justify"> Para se ter uma ideia da dimensão do projeto, o centro de Digitalização de Munique da Biblioteca Estadual da Baviera já digitalizou 45mil obras, desde os manuscritos do Anel dos Nibelungos até partituras de Gustav Mahler.</p>
<p align="justify">Parte do acervo, a título de teste, estará disponível a partir de 2011. Os organizadores do projeto “prometem uma câmara virtual de maravilhas, tanto para os leigos, como será para os investigadores que procuram fontes específicas e documentos científicos. Digite &quot;Beethoven&quot; e você vai encontrar não apenas livros sobre o compositor, mas &#8211; finalmente &#8211; partituras manuscritas, amostras de música e, talvez, uma versão cinematográfica de &quot;Fidelio&quot;.</p>
<p><a href="http://www.spiegel.de/international/germany/0,1518,676591,00.html" target="_blank">Leia o artigo diretamente no site da Spiegel Online</a> (em inglês)</p>
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