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	<title>Reflexões Digitais v2.0</title>
	<link>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog</link>
	<description>Tudo sobre Internet</description>
	<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 18:20:58 +0000</pubDate>
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		<title>Liberdade de expressão, deixa eu falar FDP</title>
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		<comments>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2009/06/10/liberdade-de-expressao-deixa-eu-falar-fdp/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 20:49:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>

		<category><![CDATA[Conjunturas]]></category>

		<category><![CDATA[Análises]]></category>
<dc:subject>Análises</dc:subject><dc:subject>Conjunturas</dc:subject><dc:subject>Web 2.0</dc:subject>
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		<description>&lt;p&gt; &lt;img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/05/hd_click_fraud.jpg" alt="hd_click_fraud.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A entrevista da Tessália Serighelli - a &lt;a href="http://twitter.com/twittess" target="_blank"&gt;@twittess&lt;/a&gt; do twitter – para a Revista Playboy caiu como uma bomba sobre os egos dos amigos da blogosfera. Isso muito me lembra aquela velha discussão entre &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/06/01/jonalistas-vs-blogueiros-essa-batalha-e-realmente-necessaria/" target="_blank"&gt;jornalistas e blogueiros&lt;/a&gt;. De fato, a justificativa é a mesma, incluive muito bem colocada pela Tessália &lt;a href="http://www.interney.net/blogs/alexprimo/2009/06/10/twittess_e_redes_sociais_uma_entrevista_/" target="_blank"&gt;na entrevista&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Evolução, esse é o ponto para, aqueles que se auto intitulam pró bloggers - deuses dos deuses e unipotentes - reflitam. Talvez seja a hora de assistirem novamente aquele velho vídeo sobre a Geração C - que já virou a Geração C² - para uma reciclagem. Multipliquem aquele conceito muitas vezes, esse é o mundo que vivemos atualmente. Aquele mundo, mesmo muito novo para alguns, já é jurássico para a atualidade digital.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;!--more--&gt;&lt;br /&gt;
Não adianta nada esse raciocínio feudal ou pastoral, a internet não é a Federação Russa de séculos atrás, tampouco a Igreja Universal, o internauta não é um servo, um fiel ou uma ovelha que segue apenas uma crença, rebanho ou política de forma cética, cega ou bossal. A oferta de conteúdo crescente e os diversos canais de veiculação on-line criaram a verdadeira democracia, inabalável e digital.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Chega a ser ridículo citar o clichê que diz que a internet moderna é comandada por VOCÊ, o internauta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não podemos partir do principio que blogueiro é uma profissão, isso é inaceitável, os blogs realmente interessantes são aqueles de profissionais que atuam em algum mercado e utilizam seus “veículos” para trocar experiências e conhecimento tornando publica questões de interesse especifico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse clã xiita da blogosfera tupiniquim, que geralmente não exerce, ou cria nada de palpável gosta mesmo é de pegar alguém para Cristo, de falar mal, de reclamar. Pessoal, criem qualquer coisa que seja, além de textos cagadores de regra, auto promocionais e - muitas vezes - de cunho publicitário dichavado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Parem de ficar sentados nas suas cavernas esperando a Microsoft mandar o release da próxima versão do Windows com um cheque anexado, para vocês falarem bem ou mal, isso pouco importa nesse tipo de acordo, o importante é escrever qualquer porcaria para o seu rebanho. Parem também de pichar o sucesso alheio, isso soa como recalque. Enfim, parem de escrever para si próprio, escrevam para seus leitores e assim conquistem novos leitores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dessa forma eu entendo a revolta da blogosfera em torno do sucesso da menina que tem mais quarenta mil seguidores no twitter. O sentimento de estar se tornando obsoleto, jurássico, de não conseguir transpor o sucesso obtido na blogosfera para o twitter certamente é muito frustrante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Talvez esse seja o momento da virada, aqueles que construíram a blogosfera brasileira sem dúvidas têm a total capacidade, inteligencia, e acima de tudo, potencial para emplacar seu sucesso em novos canais que, hoje é o twitter, mas amanhã possivelmente será outro e na outra semana um totalmente diferente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não tratem seus leitores como “Homer Simpsons”, não acreditem que suas verdades sejam absolutas, não vistam a camisa do absolutismo do direito divino. Essa não é uma luta para medir forças e sim o poder de inovação, de adaptação. Esse é o darwinismo digital, evoluam, ou em pouco tempo só veremos pró bloggers nos Museus de Ciência Natural, lado a lado com os Tiranossauros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;UPDATE&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Devido a repercussão desse post, muito além da imaginada, cabem alguns esclarecimentos para evitar má interpretações:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;1 – De forma alguma estou defendendo ou atacando pessoas, o intuito é discutir a liberdade de expressão de cada um dentro da rede que muitas vezes parece restrita a poucas tribos. O sucesso ou fracasso alheio não devem ser usados como arma e sim como aprendizado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;2 – Foram totalmente desconsiderados os métodos utilizados pela Thessália para conquistar sua legião de seguidores, assim como a qualidade do conteúdo por ela veiculado. Esse não é o cerne da questão discutida no post.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;3 – Nunca cobrei um real para escrever, escrevo simplesmente porque gosto. Claro, mas quando escrevo para terceiros o mínimo que exijo é a liberdade de linkar conteúdo relevante escrito no meu blog. Não existe uma linha que seja patrocinada no meu blog, nunca ganhei participação publicitária em blogs de terceiros. Definitivamente esse não é meu ganha pão e sim meu hobby.&lt;/p&gt;
&lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/an%C3%A1lises" rel="tag"&gt;Análises&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/conjunturas" rel="tag"&gt;Conjunturas&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/web-2.0" rel="tag"&gt;Web 2.0&lt;/a&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/ReflexoesDigitaisV20?a=jvGJRWYeopg:aImQCCvBK_o:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/ReflexoesDigitaisV20?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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		<item>
		<title>O melodrama midiático</title>
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		<comments>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2009/04/14/o-melodrama-midiatico/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 20:43:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

		<category><![CDATA[Análises]]></category>
<dc:subject>Análises</dc:subject><dc:subject>decadencia</dc:subject><dc:subject>fim dos jornais</dc:subject><dc:subject>Internet</dc:subject><dc:subject>midia</dc:subject>
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		<description>&lt;p&gt;&lt;img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/05/hd_post.jpg" alt="hd_post.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desde 1996 ouço falar sobre convergência, definitivamente este tema é um buzz tão batido quanto as frases de pára-choques de caminhão. Mesmo naquele passado longínquo, antes mesmo da bolha que dizimou centenas de empresas e projetos, os “experts” de plantão criam teorias e especulam em torno desse novo – agora nem tanto - e promissor mundo onde tudo funcionará em diversos tipos de meios de mídia, juntos e ao mesmo tempo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;!--more--&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Contudo, também desde 1996, ouço que o preço para a convergência é alto, é necessário a promoção do holocausto da mídia convencional, é obrigatório que a internet seja o pilar de sustentação desse modelo e que a TV seja um meio de comunicação bilateral. Enfim, todas as teorias tornam a convergência algo impossível, amedrontadora e – acima de tudo – completamente utópica. Contudo, a convergência – não dos meios de mídia – está atuando bem antes de 1996, talvez desde a pré-história onde madeira e pedra se convergiram para se tornar um machado, sem a necessidade de extinguir nada para existir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Últimamente, o que mais tenho lido em blogs  - daqueles mesmos “experts” – e até em veículos de credibilidade é o assustador momento que as mídias - ditas convencionais - vem passando. A maioria dos jornais americanos estão fadados ao fracasso – a crise desse país é mera coincidência – o NYT, por exemplo, já vendeu 75% dos seus imóveis – também é coincidência isso estar acontecendo em toda a América do Norte – e deve pagar uma divida de 400 milhões de dólares nos próximos dois meses para não fechar suas portas – qual empresa não deve uma fortuna ao Tio Sam?. A TV vem perdendo audiência de forma vertiginosa, as revistas e periódicos perdem cerca de 20% do seus leitores anualmente, uma verdadeira catástrofe midiática, e a culpa é de quem? Da internet e da sua canibal convergência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando eu era criança, jurava que nos meus 30 anos – já ultrapassados – os carros voariam e que a comida seria comprada em cápsulas que se transformariam em belos pratos depois de 30 segundos no microondas, sonhos de criança, infundados e inocentes. Mas também eram sonhos em torno da convergência, do avião com o automobilismo, da gastronomia e da nano-tecnologia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por isso que essa discussão em torno da convergência me dá arrepios, virou algo do estilo auto-ajuda, como salvar a mídia convencional? Todos querem responder essa pergunta vislumbrando seu lugar ao sol, crendo que essa seja realmente uma verdade absoluta e que a solução para esse problema poderá mudar sua vida – ou sua conta bancária. A impressão que eu tenho é que unificaram duas discussões distintas. O fracasso da mídia convencional em nada tem a ver com a convergência, muito pelo contrario, a mídia convencional deve utilizar a convergência para evoluir, não para acabar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não posso concordar com tal insanidade, os jornais passam sim por maus momentos, a TV idem, as revistas um pouco menos, mas e a internet? Quantos bilhões de dólares já foram ralo abaixo com os cases da web?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pergunto para os mesmos “experts” somos um meio de massa ou de nicho? Para os que consideram um meio de nicho, por favor interrompa sua leitura aqui.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sendo um meio de nicho como a internet pode concorrer ou, até mesmo, asfixiar um meio de massa? Ok, sendo um meio de massa, porque não conseguimos capitalizar nossa audiência? Não podemos esquecer que a internet não corresponde nem a 5% do faturamento publicitário global. Ou seja, esmola.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Antes de mais nada, para a internet ameaçar meios com mais de 100 anos de história e um mercado totalmente consolidado o primeiro passo seria criar modelos de receita concretos, conscientes e viáveis. O que sustenta a rede? Banners? Em quantos banners você já clicou na vida, caro leitor? Agora, quantas Coca-cola, Marlboro, Volkswagen, Doritos, etc e tal foram vendidos com suas inserções na TV, Jornais e Revistas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estamos vivendo a mesma discussão de décadas atrás, quando a TV surgiu como ameaça para o Rádio. Me choca o fato do profissional moderno, conectado, e construtor da nova mídia ser tão prepotente, mal conseguimos consolidar nosso próprio mercado e já queremos achar soluções para o mercado alheio, francamente&amp;#8230;&lt;/p&gt;
&lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/an%C3%A1lises" rel="tag"&gt;Análises&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/decadencia" rel="tag"&gt;decadencia&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/fim-dos-jornais" rel="tag"&gt;fim dos jornais&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/internet" rel="tag"&gt;Internet&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/midia" rel="tag"&gt;midia&lt;/a&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/ReflexoesDigitaisV20?a=1KgiT9Ol4Dk:qgtAeLGH5EI:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/ReflexoesDigitaisV20?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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		<title>Wordpress Lover</title>
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		<comments>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2009/03/12/wordpress-lover/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 18:30:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
<dc:subject>Internet</dc:subject><dc:subject>Web 2.0</dc:subject><dc:subject>wordpress</dc:subject>
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		<description>&lt;p&gt;&lt;img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/05/hd_wordpress.jpg" alt="hd_wordpress.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Relamente a cada dia que passa sou mais fã do Wordpress. A versão 2.7 da plataforma realmente mudou o a visão de CMA do mercado. Não tenho dúvida que o WP é muito mais que uma plataforma de blogs, a cada versão estamos mais perto de um gestor completo de conteúdo para blogs, sites e portais.&lt;!--more--&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Trabalhando um pouco no maior gargalo da ferramenta - a escalabilidade - é possível ultrapassar a fronteira de gerenciador de blogs e criar soluções para customização de homes, integrações, layouts e padronização.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O vídeo abaixo é apenas um trailer de onde a ferramenta conseguiu chegar. A usabilidade administrativa deixa muito CMA de código fechado no chinelo, a flexibilidade no front-end facilita o desenvolvimento de layouts complexos e padronizados e o conceito de plugins possibilita uma vasta gama de possibilidades de integrações e desenvolvimento de soluções para requisitos específicos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Realmente código é poesia, e o Wordpress o poeta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;object type="application/x-shockwave-flash" data="http://www.youtube.com/v/vUDM4q7utGQ" width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/vUDM4q7utGQ" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;
&lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/internet" rel="tag"&gt;Internet&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/web-2.0" rel="tag"&gt;Web 2.0&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/wordpress" rel="tag"&gt;wordpress&lt;/a&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/ReflexoesDigitaisV20?a=6P7moBwE3Lc:lnOrQH1ys9k:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/ReflexoesDigitaisV20?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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		<item>
		<title>amazônia.vc - somos nós dê olho na amazônia</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/ReflexoesDigitaisV20/~3/TUCcXLgqkRc/</link>
		<comments>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2008/09/09/amazoniavc-somos-nos-de-olho-na-amazonia/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Sep 2008 03:37:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Globo.com]]></category>

		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>

		<category><![CDATA[Viralidade]]></category>

		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

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<dc:subject>games</dc:subject><dc:subject>Gerência de Projetos</dc:subject><dc:subject>Globo.com</dc:subject><dc:subject>Novidades</dc:subject><dc:subject>Redes Sociais</dc:subject><dc:subject>Viralidade</dc:subject><dc:subject>Web 2.0</dc:subject>
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		<description>&lt;p&gt;&lt;img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/09/amazonia_vc.jpg" alt="amazonia_vc.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/09/mapa3.jpg" alt="mapa3.jpg" align="right" /&gt;Não faço o estilo corporativista, tampouco utilizo meus feitos profissionais como oportunismo para furos ou discussões. Mas hoje, de fato me sinto como um pai orgulhoso. Depois de alguns árduos meses colocamos no mundo o aplicativo - para Orkut – &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.orkut.com/AppInfo.aspx?appUrl=http%3A%2F%2Famazonia.orkut.globo.com%2Fopensocial%2Forkut.xml&amp;amp;objs=&amp;amp;sn=&amp;amp;ref=MP" target="_blank"&gt;Amazônia.vc&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e o portal &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.globoamazonia.com/" target="_blank"&gt;Globoamazonia.com&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A recompensa está vindo em um ritmo muito mais acelerado que as expectativas, e nem mesmo o maior otimista (eu) acertou o poder de adesão e engajamento desse projeto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tudo começou na redação do &lt;strong&gt;&lt;a href="http://fantastico.globo.com/"&gt;Fantástico&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, a idéia era colocar a Amazônia em pauta na TV e na internet, o modelo web era bastante vago e a responsabilidade de concepção, conceituação e desenvolvimento – da parte web -  ficaram a cargo da globo.com em parceria com a produção do programa. Havia um pré-requisito, a participação ativa e efetiva do internauta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Havíamos acabado de desenvolver o aplicativo orkut do &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.orkut.com/AppInfo.aspx?appUrl=http%3A%2F%2Fgadget.orkut.globo.com%2Ffutebol.xml&amp;amp;objs=&amp;amp;sn=&amp;amp;ref=MP" target="_blank"&gt;globoesporte.com&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, dessa forma logo pensamos em seguir o mesmo caminho. Certamente o modelo utilizado no esporte jamais atenderia as necessidades do engajamento ecológico, ficaria inviável abrir debates sobre cada queimada ou desmatamento detectados na floresta amazônica, afinal só hoje 1.493 focos de queimadas foram identificados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;!--more--&gt;A equipe do Fantástico também nos sinalizou que o &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.inpe.br/" target="_blank"&gt;INPE&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) possuía alguns satélites que monitoravam queimadas e desmatamentos na região.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Bingo! Inserir esses pontos em um &lt;strong&gt;&lt;em&gt;mashup&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; no Google Maps era o caminho a se seguir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/09/app.jpg" alt="app.jpg" align="left" height="271" width="284" /&gt;Mas, e a participação do usuário onde ficava? Num primeiro momento pensamos em criar uma rede social “verde”, mas como trabalho com um time muito antenado e vanguardista percebemos que essa era a oportunidade de começar a usar as “rodas” que já existem na web para colocar no nosso carro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim encontramos a solução para o &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.orkut.com/AppInfo.aspx?appUrl=http%3A%2F%2Famazonia.orkut.globo.com%2Fopensocial%2Forkut.xml&amp;amp;objs=&amp;amp;sn=&amp;amp;ref=MP" target="_blank"&gt;Amazônia.vc&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, um aplicativo onde os dados dos satélites do INPE são coletados,  inseridos no Google Maps e a partir do Orkut a sociedade participa protestando. Mesmo que seja pela floresta amazônica, duvidávamos da efetividade do apelo em torno desse tema. Dessa forma criamos rankings para transformar esses protestos em um jogo na rede social.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O primeiro objetivo havia sido cumprido, mas ainda tínhamos um portal a desenvolver. Dentro do conceito desse projeto um portal que não interagisse com o Orkut e com o Maps seria um tiro no próprio pé. Propusemos a inclusão do mapa e ranking dentro do portal para o usuário ter certeza que sua contribuição estava realmente sendo vista e divulgada. Assim solucionamos o portal &lt;strong&gt;&lt;a href="http://globoamazonia.com" target="_blank"&gt;Globo Amazônia&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center"&gt;&lt;img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/09/globoamazonia.jpg" title="globoamazonia.jpg" alt="globoamazonia.jpg" align="absmiddle" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/09/ranking.jpg" alt="ranking.jpg" align="left" height="460" width="219" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não bastando  a complexidade desse projeto, esse foi meu primeiro desafio dentro da metodologia do &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2008/03/17/ja-ouviu-falar-em-scrum/" target="_blank"&gt;Scrum&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, confesso: se não fosse pelo &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2008/03/17/ja-ouviu-falar-em-scrum/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Scrum&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; – e pelo time que foi escalado - jamais teríamos entregue o projeto no prazo e, principalmente, com a qualidade que hoje pode ser vista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por isso, voltando ao começo, hoje estou tão orgulhoso por ter realizado um projeto de alta complexidade, com alta qualidade, em uma nova metodologia, com uma equipe impecável e por uma causa tão nobre, que sempre defendi.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os número falam por si, em menos de 24 horas foram mais de 80 mil instalações do aplicativo no Orkut e quase&lt;em&gt;&lt;strong&gt; dois milhões de protestos&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sinceramente, nunca vi tal engajamento na rede, esses números me surpreendem, mas sem dúvida alguma essa é a maior recompensa que a equipe poderia receber.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Parabéns ao &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Time de Aplicativos 3, &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;nós somos guerreiros. Parabéns ao Jornalismo da  TV Globo que está dando o verdadeiro valor a essa causa tão nobre, parabéns a&lt;a href="http://globo.com" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt; globo.com&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; que sempre abre espaço para projetos inovadores e obrigado ao Fantástico pela confiança depositada em nós.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tem tanta gente que merece os parabéns nesse momento, cada um deles sabe disso, não é preciso citar nome algum.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E ao leitor, desculpe a falta de modéstia neste post, mas o orgulho nesse momento a supera.&lt;/p&gt;
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&lt;param value="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" name="movie"&gt;&lt;/param&gt;
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&lt;p&gt;&lt;ibed width="480" height="392" flashvars="midiaId=879189&amp;amp;autoStart=false&amp;amp;width=480&amp;amp;height=392" type="application/x-shockwave-flash" quality="high"&gt;&lt;/ibed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;
&lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/games" rel="tag"&gt;games&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/ger%C3%AAncia-de-projetos" rel="tag"&gt;Gerência de Projetos&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/globo.com" rel="tag"&gt;Globo.com&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/novidades" rel="tag"&gt;Novidades&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/redes-sociais" rel="tag"&gt;Redes Sociais&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/viralidade" rel="tag"&gt;Viralidade&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/web-2.0" rel="tag"&gt;Web 2.0&lt;/a&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/ReflexoesDigitaisV20?a=TUCcXLgqkRc:J1KCqvWiBqc:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/ReflexoesDigitaisV20?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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		<title>A Estônia voltará a ser um país frio, distante e despovoado.</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 00:57:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
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		<description>&lt;p&gt;&lt;img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/06/hd_social_ntw2.jpg" alt="hd_social_ntw2.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nas décadas de 70/80 o Brasil assistiu ao seu maior êxodo, nordestinos migravam do castigado sertão para as grandes metrópoles na busca por um lugar ao sol. O fim dessa história todos já sabem; tal êxodo resultou no aumento da miséria e da desigualdade social nas grandes metrópoles brasileira, a maior parte dos “refugiados da seca” alcançou o sub-emprego servindo como base para o crescimento da burguesia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No início do século XXI assistimos a explosão da vida digital, estamos – todos - cada vez mais conectados, ávidos por novos gadgets, widgets e qualquer engenhoca que possibilite a socialização virtual. Para muitos um chopp no boteco já não têm mais o mesmo sabor se não for acompanhado por um celular que, no mínimo, tenha acesso wi-fi para possibilitar que “twitemos”, afinal twitter agora é verbo.&lt;!--more--&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De fato me senti um pouco nordestino, imigrante e refugiado quando arrumei meu orkut e parti para a Estônia. Alguém havia me contado sobre sua nova vida – digital – por lá. Realmente era um típico cenário de primeiro mundo, mas na Estônia? Pensava em um país, frio, atrasado, ditador, tudo totalmente desinteressante. Mas, parti para lá.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ah! Se no êxodo nordestino já existisse a Google. Na realidade a gigante de Moutain View se exilou na Estônia para correr atrás de um imenso prejuízo causado por um novato chamado Facebook. A história entre o Facebook e o Orkut também é &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/07/17/o-futuro-dos-sites-corporativos/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;conhecida&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. Fui um daqueles que desprezou o orkut – durante pouco tempo – para &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/06/05/porque-eu-desisti-do-orkut-e-escolhi-o-facebook/" target="_blank"&gt;flertar com o Facebook&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O novo conceito de rede social impressionou a rede, nos EUA onde o orkut nunca foi nada a plataforma de Mark Zuckerberg bombou, assim como na Europa e em países desenvolvidos. Mas, era na Estônia que acontecia uma pequena revolução. Não esqueço a quantidade de amigos que encontrei por lá, incrível. Alguns estavam de férias, outros estudavam, vários caíram de pára-quedas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O mais interessante do orkut, para nós brasileiros, é a abrangência da rede no território nacional. Somos 19 milhões de brasileiros  – mais de 60% dos usuários de internet e mais de 10% da população do país. Dessa forma era interessante estar lá observando como tudo funcionava em um universo menor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A notícia que poderíamos retornar ao Brasil para desenvolver aplicativos sociais para brasileiros chegou em abril. Desde então era sempre amanhã – vai abrir no Brasil - ou ontem – ia abrir no Brasil. Depois de vários adiamentos chegamos na data de 10 de julho, &lt;a href="http://www.undergoogle.com/blog/2008/07/sobre-o-lancamento-do-opensocial-no-orkut.html" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;amanhã&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acredito na potencialidade viral do orkut em terras tupiniquim, o Brasil já provou ser um país adepto a viralidade virtual, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2006/11/30/um-virus-chamado-internet/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Katilce e Cicarelli&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; que digam. Percebo que o caminho será longo, ainda existem diversos impedimentos técnicos, políticos, culturais e pré-conceituais. Mas todos os paradigmas serão quebrados pelo o anseio da conectividade que cada vez mais se torna pré-requisito para a comunicação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não posso mentir dizendo que não estou com as malas prontas para partir, mas prefiro ver os amigos partirem na frente para poder apagar as luzes. Por enquanto fico por &lt;a href="http://www.orkut.com.br/AppDirectory.aspx?dirFilters=featured&amp;amp;dirQuery=globoesporte" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;aqui&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/google" rel="tag"&gt;Google&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/internet" rel="tag"&gt;Internet&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/novidades" rel="tag"&gt;Novidades&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/redes-sociais" rel="tag"&gt;Redes Sociais&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/viralidade" rel="tag"&gt;Viralidade&lt;/a&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/ReflexoesDigitaisV20?a=f1ct026Wcrs:oZiBH2qbUv8:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/ReflexoesDigitaisV20?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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		<title>vai entender…</title>
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		<comments>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2008/03/26/vai-entender/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 Mar 2008 17:53:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[Google]]></category>

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		<description>&lt;p&gt;&lt;img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/05/hd_post.jpg" alt="hd_post.jpg" /&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dando uma pausa no Scrum, ontem estava revendo uns vídeos antigos que tenho guardado. Quando me deparei com  &lt;a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=wvsboPUjrGc"&gt;&lt;strong&gt;esse discurso&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; e &lt;a target="_blank" href="http://www.youtube.com/watch?v=T0QJmmdw3b0"&gt;&lt;strong&gt;esse outro&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. A partir desses dois vídeos comecei a traçar um rápido paralelo entre a Microsoft e a Google. É impressionante como esses dois vídeos retratam de forma magnífica a realidade e, principalmente, as diferenças entre essas duas gigantes.&lt;!--more--&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De um lado um CEO - Steve Ballmer - totalmente descontrolado, desesperado e um tanto quanto alucinado, balbuciando sentenças desconexas e evasivas. Do outro lado, a tranquilidade inabalável de Eric Schmidt - CEO da Google -, que de forma desconcertante explica ao jovem e despreparado repórter que sua pergunta é um tanto quanto repetitiva e vaga.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Algumas dúvidas não me saem da cabeça; será que a Microsoft realmente caminha para ser a próxima IBM - uma empresa super inflada e obsoleta? Será que esse domínimo googleniano está apenas no início? Como será que Steve Ballmer se apresentará quando perceber que o seu futuro pode ser muito semelhante ao do  ex-CEO da Yahoo!, Terry Sammel?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;object type="application/x-shockwave-flash" data="http://www.youtube.com/v/wvsboPUjrGc" width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/wvsboPUjrGc" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;
&lt;object type="application/x-shockwave-flash" data="http://www.youtube.com/v/T0QJmmdw3b0" width="425" height="350"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/T0QJmmdw3b0" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;
&lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/google" rel="tag"&gt;Google&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/internet" rel="tag"&gt;Internet&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/microsoft" rel="tag"&gt;Microsoft&lt;/a&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/ReflexoesDigitaisV20?a=iEiEnjYySSc:9OPGCpL34yE:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/ReflexoesDigitaisV20?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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		<item>
		<title>Quem é quem no Scrum</title>
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		<comments>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2008/03/24/quem-e-quem-no-scrum/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2008 20:38:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>

		<category><![CDATA[Gerência de Projetos]]></category>
<dc:subject>Gerência de Projetos</dc:subject><dc:subject>Internet</dc:subject><dc:subject>Web 2.0</dc:subject>
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		<description>&lt;p&gt;&lt;img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/03/scrum.jpg" alt="scrum.jpg" /&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hirotaka Takeuchi e Ikujiro Nonaka, os criadores do Scrum, acreditam que uma metodologia como um estilo de “corrida de revezamento” aplicada ao desenvolvimento de produtos pode conflitar com os objetivos de velocidade, qualidade e flexibilidade. Ao invés disto, um estilo holístico, onde a equipe busca, como em um jogo de futebol, de forma integrada, chegar ao gol, com passes de bola, pode servir melhor às atuais necessidades competitivas.&lt;!--more--&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dessa forma as principais características do Scrum são:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Processo ágil que permite manter o foco na entrega do maior valor de negócio, no menor tempo possível.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Isto permite a rápida e contínua inspeção do software em produção (em intervalos de duas a quatro e duas semanas).&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;As necessidades do negócio é que determinam as prioridades do desenvolvimento de um sistema.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;As equipes se auto-organizam para definir a melhor maneira de entregar as funcionalidades de maior prioridade.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Entre cada duas a quatro semanas todos podem ver o real software em produção, decidindo se o mesmo deve ser liberado ou continuar a ser aprimorado por mais um “Sprint”.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Antes de abordar as etapas do Scrum é fundamental entendermos quais são os participantes e quais os seus papéis dentro da metodologia. Nesse ponto não vale a pena se preocupar com o vocabulário, de fato muitos termos serão citados, mas, no momento certo eles serão aprofundados. O objetivo, nessa parte, é apenas situar quem é quem dentro do processo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Product Owner (P.O)&lt;/strong&gt; – Define as funcionalidades do produto, decide datas de lançamento além de priorizar as funcionalidades de acordo com o seu valor de negócio. O valor de negócio (&lt;em&gt;Business Value&lt;/em&gt;) de uma determinada funcionalidade é estipulado em uma escala de zero a cem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É responsabilidade do P.O. mensurar a rentabilidade – ROI - do projeto, estabelecendo metas e analisando até que ponto o custo de um “Sprint” é menor que o lucro do projeto. A partir do momento que um Sprint custe mais do que seu retorno é a hora de interromper o projeto. O ROI não é necessariamente um retorno financeiro, podendo ser medido por audiência, aumento de tráfego e outros tipos de benefícios para o negócio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A última responsabilidade do P.O. é aceitar, ou não, as funcionalidades entregues. Caso uma funcionalidade seja recusada essa volta para o “backlog” e deve ser incluída em um próximo “Sprint”, isso acontece até que determinada funcionalidade seja aceita pelo P.O.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Scrum Master&lt;/strong&gt; – Gerente de projetos é o termo conhecido que mais se aproxima de um Scrum Master, contudo esse indivíduo não exerce exatamente as funções delegadas a um gerente de projetos. A principal responsabilidade atribuída a um Scrum Master é a de viabilizador.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dessa forma um Scrum Master deve remover os obstáculos que impeçam ao time atingir seus objetivos, garantir a plena funcionalidade e produtividade da sua equipe assim como a colaboração entre os diversos papéis e funções.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Scrum Master também é responsável por organizar todos os encontros do ciclo de um Sprint, além de ser um escudo para o time contra interferências externas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Team (time)&lt;/strong&gt; – Um time de Scrum é composto entre 5 a 9 indivíduos, esse é um requisito fundamental para a boa prática da metodologia. Os times devem ser multifuncionais, ou seja, devem existir profissionais de diversas especialidades, desenvolvedores, arquitetos da informação, designers, etc.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É importantíssimo que todos os membros se dediquem em tempo integral ao time, as exceções existem, contudo devem ser utilizadas apenas para os profissionais que exercem papéis pontuais como: administradores de base de dados, analistas de suporte e equipe de infra-estrutura.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os times são auto-organizaveis, não existe títulos ou hierarquia entre os membros, a equipe que decide como será o seu dia-a-dia, sempre focado no objetivo do Sprint. Troca de pessoas entre os times devem ser feitas apenas entre um Sprint e outro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apresentados os atores de uma equipe de Scrum o próximo passo é começar a dissecar o ciclo da metodologia. No próximo post vamos desvendar o que é um Sprint, Backlog, Daily Meeting entre outros termos do Scrum.&lt;/p&gt;
&lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/ger%C3%AAncia-de-projetos" rel="tag"&gt;Gerência de Projetos&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/internet" rel="tag"&gt;Internet&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/web-2.0" rel="tag"&gt;Web 2.0&lt;/a&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
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		<item>
		<title>Já ouviu falar em Scrum?</title>
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		<comments>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2008/03/17/ja-ouviu-falar-em-scrum/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Mar 2008 12:52:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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<dc:subject>Gerência de Projetos</dc:subject><dc:subject>Internet</dc:subject><dc:subject>Web 2.0</dc:subject>
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		<description>&lt;p&gt;&lt;img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/03/scrum.jpg" alt="scrum.jpg" /&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando participei do meu primeiro Sprint em uma reunião de Scrum, achei aquilo tudo uma infantilidade, parecia um grupo de adolescentes jogando RPG. Tinha um tal de ScrumMaster, outros eram chamados de porcos, galinhas não podiam falar, pelo menos eu era um Product Owner, titulo um pouco mais sério. ;-)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Perplexo fiquei quando percebi que dentro de toda aquela aparente brincadeira decisões sérias estavam sendo tomadas, requisitos estavam sendo passados, prioridades definidas, prazos estipulados e uma dezena de pessoas bastante empolgadas e motivadas trabalhando. Fiquei confuso e muito curioso.&lt;!--more--&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Comecei a pesquisar sobre o assunto, logo descobri que a metodologia ou filosofia – segundo os gurus - não era tão jovem assim. Na realidade o Scrum foi desenvolvido por dois executivos da Toyota, Takeuchi e Nonaka em 1985 a fim de aperfeiçoar o processo produtivo da linha de montagem da companhia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A &lt;a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Scrum"&gt;Wikipedia, define muito bem o Scrum&lt;/a&gt;: “A função primária do Scrum é ser utilizado para o gerencimanto de projetos de desenvolvimento de software. Ele tem sido usado com sucesso para isso, assim como &lt;a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Programa%C3%A7%C3%A3o_extrema"&gt;&lt;strong&gt;Extreme Programming&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; e outras metodologias de desenvolvimento. Porém, teoricamente pode ser aplicado em qualquer contexto no qual um grupo de pessoas necessitem trabalhar juntas para atingir um objetivo comum, como iniciar uma escola pequena, projetos de pesquisa científica, ou até mesmo o planejamento de um casamento.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Casamentos a parte, o Scrum é um framework com algumas regras bem definidas que auxilia um pensamento ágil dentro de uma organização a fim de aumentar a produtividade no desenvolvimento de projetos de qualquer espécie.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No mês de outubro tive o prazer de participar de alguns treinamentos dirigidos pelo alemão &lt;a target="_blank" href="http://www.sprint-it.com/index.php?action=trainer&amp;amp;id=1"&gt;&lt;strong&gt;Boris Gloger&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, um dos mais renomados “coach” da metodologia no mundo. Depois dessa bateria de treinamentos – mais de 40 horas - consegui absorver bastante a respeito de como funciona todo o processo. Dessa forma estarei escrevendo, em módulos, um pouco mais sobre o Scrum nos próximos posts.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aguardem!&lt;/p&gt;
&lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/ger%C3%AAncia-de-projetos" rel="tag"&gt;Gerência de Projetos&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/internet" rel="tag"&gt;Internet&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/web-2.0" rel="tag"&gt;Web 2.0&lt;/a&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/ReflexoesDigitaisV20?a=lVhgdhC6a9w:4CF-z3hB0eM:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/ReflexoesDigitaisV20?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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		<title>O nascimento da Web 3.0?</title>
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		<comments>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/11/28/o-nascimento-da-web-30/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Nov 2007 20:18:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
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		<description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/11/web3.jpg" alt="web3.jpg" /&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Uma questão que não sai da minha cabeça: Será a Web 3.0 outro “buzz word” do mercado ou será, de fato, uma reviravolta na indústria?&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;A boa e velha Web 1.0 reinou durante os anos 90. Durante esse período todas as mudanças visíveis no “client-side” eram resultantes de alterações e programações nos servidores que proviam determinado conteúdo ou serviço. Nesse período a internet tornou-se popular e comercial.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Já a Web 2.0 foi um pouco mais que uma evolução tecnológica. O glamour da nova web emergiu junto com a mídia social (onde os usuários criam a maior parte do conteúdo), apoiada em tecnologias como o XML e o AJAX.&lt;!--more--&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Agora começamos a ouvir especulações sobre uma nova tendência, contudo especialistas garantem que a Web 3.0 não será uma revolução e sim uma evolução tecnológica, destinada a prover ao usuário uma experiência ainda melhor, tanto on-line quanto off-line. A Web 3.0 pretende derrubar o muro que divide o browser do desktop, provendo uma integração completa entre componentes e serviços através do sistema operacional.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;A Web 3.0 está apenas começando, basta olhar em volta e perceber que as novas tecnologias estão surgindo vagarosamente, em todos os lugares da internet. O &lt;a target="_blank" href="http://gears.google.com/"&gt;&lt;strong&gt;Google Gears&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; pode ser considerada uma das primeiras ferramentas baseada na Web 3.0, permitindo o desenvolvimento de aplicações que funcionem off-line. Graças ao Google Gear, aplicações como o &lt;a target="_blank" href="http://www.rememberthemilk.com/"&gt;&lt;strong&gt;Remember The Milk&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, um aplicativo para gerenciamento de tarefas on-line, pode funcionar de forma off-line. Em breve, seremos capazes de fazer um “drag and drop” de arquivos, diretamente do desktop para o browser (veja esse &lt;a target="_blank" href="http://www.javaatwork.com/"&gt;&lt;strong&gt;Java Upload Applet&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Outro aspecto da Web 3.0 é o uso de gráficos animados, áudio e vídeos de alta definição, 3D, e muito mais, tudo isso dentro do seu browser.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;A principio, as ferramentas da Web 3.0 estarão disponíveis a partir de plugins (Google Gears, Java, Flash, Silverlight). Contudo, vagarosamente, observaremos as empresas desenvolvedores de browsers integrarem todas essas funcionalidades ao próprio browser, seguido de algum tipo de padronização. O “&lt;a target="_blank" href="http://www.whatwg.org/specs/web-apps/current-work/"&gt;&lt;strong&gt;HTML 5 Working Draft&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;” parece estar caminhando nessa direção.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Por isso esse é um excelente momento para os desenvolvedores de front-ends. O maior risco é a fragmentação dessa tendência, isso poderia impedir a criação de um padrão, assim como ocorreu com algumas linguagens de programação. Mas, no curto prazo a tendência é que tudo isso seja desenvolvido a partir de “kits” em javascript. O &lt;a target="_blank" href="http://dojotoolkit.org/"&gt;&lt;strong&gt;Dojo Toolkit&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, por exemplo, já começou a desenvolver funcionalidades para a Web 3.0. Certamente outros frameworks maiores e mais completes surgirão por ai, possibilitando a criação de aplicações que irão surpreender os usuários.&lt;/p&gt;
&lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/conjunturas" rel="tag"&gt;Conjunturas&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/curiosidades" rel="tag"&gt;Curiosidades&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/internet" rel="tag"&gt;Internet&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/redes-sociais" rel="tag"&gt;Redes Sociais&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/web-2.0" rel="tag"&gt;Web 2.0&lt;/a&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/ReflexoesDigitaisV20?a=1NmQwXBRJg0:SvejXed1Z3Q:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/ReflexoesDigitaisV20?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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		<title>O nosso mundo Google</title>
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		<comments>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/11/22/o-nosso-mundo-google/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Nov 2007 16:00:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
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		<description>&lt;p&gt;&lt;img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/03/hd_google_tv.jpg" alt="hd_google_tv.jpg" /&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Por que a cada dia estou mais “amarrado” ao Google? Será que é porque uso o Gmail? Gtalk? Google Maps? Orkut? Google Docs? Youtube? Ou será que é porque o iGoogle é minha página inicial? Tenho que confessar, a Google já dominou minha vida digital e, qualquer passo que pense em dar dentro do universo on-line possivelmente passarei por algum território googleniano antes de chegar ao meu destino final.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Me pego, cada vez mais, passando mais tempo dentro do domo da Google, seja para realizar uma busca, checar um e-mail, assistir um vídeo, escrever um documento, mandar um recado para um amigo ou, até mesmo, buscar por novidades, afinal a Google tem quase um lançamento por dia, seja de um novo produto ou de upgrades nos produtos já existentes. O mais incrível é que eu posso deixar de usar os serviços da Google quando eu quiser, ninguém me obriga a utilizá-lo como plataforma de navegação.&lt;!--more--&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Desconfio de como tenha me tornado um Googlemanico: Tudo começou com a página de busca da Google e o browser. Diferentemente de muitas plataformas de busca a ferramenta desenvolvida em Moutain View é muito inteligente. Não podemos ser ingênuos ao ponto de crer que a Google não rastreia, armazena e estuda nossos passos dentro – e possivelmente fora – do seu território. Agora, essa maravilha da internet é capaz de saber todos meus hábitos, sonhos, desejos e me oferecer um conteúdo – publicitário ou editorial – de acordo com meu perfil querendo eu ou não.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Aparentemente, não estou sozinho e sinto a Google muito perto de mim. Enquanto a União Européia recusou a compra da DoubleClick para manter um nível competitivo dentro do mercado europeu do lado oposto, os EUA aprovaram a aquisição ignorando completamente os aspectos em torno da privacidade. Aqui no Brasil estamos indo no mesmo caminho trilhado pelos americanos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Muitos grupos de advogados e órgãos como o Public Interest Research e o Eletronic Privacy Information Center, estão bastante preocupados com a fusão da Google e Doublelick. Para esses opositores a Google está montando uma rede de acesso a dados pessoais muito agressiva. Uma das maiores preocupações é com quem a google compartilhará nossas informações pessoais, até que ponto podemos não permitir esse compartilhamento?&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Até agora, a Google apenas garante que a maior parte dos usuários da Internet se preocupa mais com a conveniência do que com a privacidade. Pensam em Moutain View que somos bitolados e não nos incomodamos de usar seus serviços belos e gratuitos e troca de ter nossas informações pessoais vendidas aos anunciantes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;A Google ainda garante que todas as informações do nosso perfil vendidas para os anunciantes é anônima; eles não vendem informações sobre o Diego Cox, estão vendendo é a informação contida no login dcox, onde estão todas as informações sobre o que eu gosto ou não, por exemplo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Até ai tudo bem, mas as informações ao meu respeito estão ficando cada vez mais completas e refinadas, esse é o perigo. Essa informação tende a se tornar tão especifica que qualquer anunciante poderá saber quem somos individualmente. E com certeza, não são apenas os anunciantes que nos preocupam. O que falar sobre as agencias do governo, monitoramento bancário e muito mais?&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Alguns experts questionam se a privacidade é uma preocupação concentrada na geração antiga, com mais de quarenta anos. Citam o alto grau de exibicionismo contido em sites como o Orkut, MySpace e Youtube, tentando provar que a geração vinte e alguma coisa está mais empenhada em se exibir do que se resguardar.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Melhor do que qualquer grande empresa, a Google assimilou a essência da computação sobre demanda, conquistando uma enorme vantagem competitiva frente aos seus rivais. Software virou serviço, o qual a Google prove, simplificando e barateando a vida dos usuários de internet. Suas aplicações são de fácil aprendizado e utilização. Qualquer usuário pode agrupar seu e-mail, com noticias, seus documentos, sua agenda, lembrete de aniversários e muito, mas muito mais. Esse tipo de serviço, e acima de tudo cultura, ainda não está disponível para a maior parte da população, mas a Google acredita e investe no futuro.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Mas o modelo “on-demand” requer um extraordinário nível de confiança. Brigamos contra a dominação da Microsoft durante a última década, mas nossos documentos sempre estiveram salvos em nossas mãos e com acesso restrito. O que faz uma empresa como a Google com a minha informação, meus documentos, e meu histórico de buscas e navegação?&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;A Google escapa pela tangente a essa pergunta: filtram a minha informação para me exibirem uma publicidade relevante que reflitam meus reais interesses. Mas até que ponto quero exibir anúncios relevantes a mim para qualquer um que possa por acaso acessar meu perfil? Quais são os dados que a Google compartilha a meu respeito com os anunciantes, governo, ou qualquer outra entidade?&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;A nova onda de invasão de privacidade é um novo paradigma do meio, novas rodadas de negociações serão iniciadas, novas leis surgirão, quem sabe uma legislação especifica, e se tudo der certo, nós usuários ainda seremos capaz de “customizar” quais informações são ou não privadas a nosso respeito.&lt;/p&gt;
&lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/conjunturas" rel="tag"&gt;Conjunturas&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/empresas" rel="tag"&gt;Empresas&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/google" rel="tag"&gt;Google&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/internet" rel="tag"&gt;Internet&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/microsoft" rel="tag"&gt;Microsoft&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/publicidade" rel="tag"&gt;Publicidade&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/web-2.0" rel="tag"&gt;Web 2.0&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/youtube" rel="tag"&gt;YouTube&lt;/a&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/ReflexoesDigitaisV20?a=h-_7tLri27g:6HJ9PjT8a9c:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/ReflexoesDigitaisV20?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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		<title>A nova Internet</title>
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		<comments>http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/11/14/a-nova-internet/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 14 Nov 2007 18:38:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
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		<description>&lt;p&gt;&lt;img align="left" src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/03/hd_reflexoes.jpg" alt="hd_reflexoes.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;De fato a revolução on-line antige limites cada vez mais abrangentes e inimaginados. Ainda me lembro lá pelo ano de 1996 quando o “Cadê?”, maior site de busca Brasil na geração “Web 1.0”, indexava a internet de forma manual. Isso atualmente parece patético, mas na época esse trabalho braçal fez do “Cadê?” a primeira grande potencia da internet tupiniquim.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;A coisa evolui muito e muito rápido, vieram as bolhas, as novas descobertas, o Google, Yahoo, o ICQ virou MSN - a maior conquista on-line da Microsoft. Nessa fase da internet, pós 2000, o desafio era construir grandes sistemas inovadores que despertassem o interesse do público para aquele novo meio.&lt;!--more--&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;As instituições financeiras como bancos e operadoras de cartões auxiliaram de forma bastante intensiva o aumento da credibilidade do meio e, criou uma base sólida para o surgimento do e-commerce – do jeito que conhecemos hoje.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Mas, isso também já é passado. Porque a reboque da mega popularização virtual vieram as redes sociais, os relacionamentos on-line, a participação do usuário, a democratização dos vídeos na web, os blogs e tudo aquilo que conhecemos como Web 2.0.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;O CEO da Google, Eric Schmdit falou - &lt;a target="_blank" href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/09/13/o-que-e-a-web-30-segundo-eric-schmidt/"&gt;&lt;strong&gt;a pouquíssimo tempo &lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;- que estávamos no final de uma era e que tudo iria mudar em breve. Em um momento complicado, talvez o mais delicado da historia da Google, onde o Facebook surgiu como um grande filão, se revelando uma esperança para as agonizantes Microsoft e Yahoo. A Google incia um movimento em cadeia que em menos de 24 horas muda de forma drástica a visão desse tão novo e turbulento mercado.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Talvez seja a maior idade da internet, dentro de todos esses acontecimentos algumas  lições já podem ser aprendidas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;1- Não serão mais os grandes sistemas que guiarão a rede e sim a integração de milhões de micro sistemas.&lt;br /&gt;
2- A internet vai muito além do computador pessoal.&lt;br /&gt;
3 - Cada vez mais a Microsoft lembra a IBM, será mesmo esse o futuro?&lt;br /&gt;
4- Nossa privacidade estará cada vez mais invadida, formulas para proteção opcional da privacidade serão vistas como diferencial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Concordam?&lt;/p&gt;
&lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/conjunturas" rel="tag"&gt;Conjunturas&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/empresas" rel="tag"&gt;Empresas&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/internet" rel="tag"&gt;Internet&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/microsoft" rel="tag"&gt;Microsoft&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/redes-sociais" rel="tag"&gt;Redes Sociais&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/web-2.0" rel="tag"&gt;Web 2.0&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/web-3.0" rel="tag"&gt;web 3.0&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/youtube" rel="tag"&gt;YouTube&lt;/a&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/ReflexoesDigitaisV20?a=cTjGOzKkO4U:VUvfzHAzJBw:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/ReflexoesDigitaisV20?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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		<title>Ações da Google atingem o valor de U$ 700</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Nov 2007 20:29:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
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		<description>&lt;p align="justify"&gt;&lt;img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/03/hd_google_tv.jpg" alt="hd_google_tv.jpg" /&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Hoje as ações da Google ultrapassaram a barreira dos 700 dólares, esse fato gerou uma grande repercussão no mercado web. Realmente, esse valor é impressionante se considerarmos o fator valorização x tempo. Vale lembrar que as ações da Google ainda não sofreram nenhum “split” – que é aumentar o número de ações para reduzir o valor unitário do papel.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Com o valor de 700 dólares por ação a Google já multiplicou em mais de oito vezes o valor das suas ações desde seu lançamento, há três anos. Contudo, o mais interessante são os números da capitalização em mercado da Google.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Henry Blodget, da Silicon Alley Insider fez um rápido &lt;a target="_blank" href="http://www.alleyinsider.com/2007/10/hey-look-whos-n.html"&gt;&lt;strong&gt;cálculo&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; em torno da valorização de mais de vinte dólares por ação nos últimos dois dias. A Google vale atualmente algo em torno de 215 bilhões de dólares, impressionante!!&lt;!--more--&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Dessa forma a gigante de Moutain View ocupa agora a quinta posição no ranking das empresas mais valiosas da América.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;A empresa mais valiosa dos EUA é a Axxon Mobil seguida pela General Eletric, Microsoft e AT&amp;amp;T, respectivamente. A Google ultrapassou empresas como a Procter &amp;amp; Gamble, Bank of America e o Citigroup. A empresa de Sergey Brin e Larry Page ainda é muito menor que as empresas que ultrapassou. A P&amp;amp;G, por exemplo, tem um faturamento oito vezes maior e um lucro três vezes mais alto que a Google.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Sem dúvida a Google vem crescendo de forma muito acelerada, aqueles que nela investiram 10 mil dólares, por exemplo, no seu IPO, já conseguiram uma fortuna de 90 mil dólares, em três anos, belo retorno. Cabe apenas aos apostadores acertarem a data de quando essas ações perderão valor, se é que perderão. Mas por enquanto, podem abrir o champagne e comemorar.&lt;/p&gt;
&lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/a%C3%A7%C3%B5es" rel="tag"&gt;ações&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/an%C3%A1lises" rel="tag"&gt;Análises&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/conjunturas" rel="tag"&gt;Conjunturas&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/google" rel="tag"&gt;Google&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/internet" rel="tag"&gt;Internet&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/microsoft" rel="tag"&gt;Microsoft&lt;/a&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
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		<title>Google dá pistas sobre seu futuro nas redes sociais</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Oct 2007 18:32:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
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<dc:subject>Conjunturas</dc:subject><dc:subject>Google</dc:subject><dc:subject>Internet</dc:subject><dc:subject>Redes Sociais</dc:subject><dc:subject>Web 2.0</dc:subject>
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		<description>&lt;p&gt;&lt;img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/06/hd_social_ntw2.jpg" alt="hd_social_ntw2.jpg" /&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Algumas semanas depois do CEO da Microsoft, &lt;a target="_blank" href="http://www.portfolio.com/views/blogs/daily-brief/2007/10/02/fad-or-feint-microsofts-ballmer-on-facebook"&gt;Steve Ballmer&lt;/a&gt;, declarar que o fenômeno das redes sociais é apenas mais uma modinha passageira, Eric Schmidt que ocupa o mesmo cargo - só que na Google - revelou como a empresa de Moutain View enxerga esse grande “boom” da internet.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;“As pessoas não se preocupam em relação ao número de page views provenientes das redes sociais”, declarou Eric à um grupo eclético de jornalistas, parceiros, politicos e curiosos durante a conferencia anual conhecida como Zeitgeist. Segundo Schmidt as redes sociais representam uma enorme parcela do tráfego on-line. “Esse tráfego é real, esse fenômeno é muito real”.&lt;!--more--&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Em uma outra conversa, dessa vez junto com os fundadores da Google Larry Page e Sergey Brin, Erich Schmidt fez uma pergunta aos jornalistas presentes: Qual a estratégia da Google para participar do sucesso das redes sociais?&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Eric Schmidt confessou para o próximo ano a Google está planejando utilizar seus dados para traçar um perfil social entre seus usuários. Seria algo como um “mapa social” mundial, com o objetivo de melhorar os serviços da empresa.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Schmidt disse ao público que a intenção da Google não é a de comprar o Facebook e sim vender publicidade para o site, uma parceria que atualmente é exclusiva da Microsoft. O Orkut – a rede social da Google – também foi citado na conversa; para Eric Schmidt o modelo de receita da plataforma também gira em torno da publicidade como é feito no MySpce – maior rede social da internet.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Eric Schmidt também comentou sobre a especulação que gira em torno do Facebook. Segundo &lt;a target="_blank" href="http://kara.allthingsd.com/20071011/update-of-facebook-funding-update-googles-hail-mary-pass"&gt;veículos conceituados&lt;/a&gt; a Google não estaria apenas interessada em vender publicidade e seu “mapa social” à essa rede, Segundo fontes a gigante de Moutain View também tem interesse em adquirir a plataforma de sucesso relâmpago. Mas quanto ao flerte entre a Google e o Facebook Schmidt preferiu ficar de boca fechada.&lt;/p&gt;
&lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/conjunturas" rel="tag"&gt;Conjunturas&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/google" rel="tag"&gt;Google&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/internet" rel="tag"&gt;Internet&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/redes-sociais" rel="tag"&gt;Redes Sociais&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/web-2.0" rel="tag"&gt;Web 2.0&lt;/a&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/ReflexoesDigitaisV20?a=wR3sGNISEw0:ClIPJBjHwns:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/ReflexoesDigitaisV20?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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		<title>O Google Phone não será apenas mais um aparelho móvel</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Oct 2007 20:06:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
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		<description>&lt;p&gt;&lt;img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/10/google_phone.jpg" alt="google_phone.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por mais de dois anos, um grande grupo de desenvolvedores da Google trabalhou arduamente no projeto secreto de um aparelho celular. Durante todo o tempo de desenvolvimento o mercado da tecnologia especulou bastante sobre o que seria o Google Phone ou GPhone.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;A surpresa veio quando a Google revelou que a sua intenção não é de lançar um concorrente ao iPhone, seus objetivos são bem diferentes aos da Apple. A maior empresa da internet mundial pretende expandir seu domínio na publicidade on-line para a publicidade móvel, ainda um pequeno mercado, mas com uma grande expectativa de rápido crescimento.&lt;!--more--&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Dessa forma a ambição googleniana visa persuadir as operadoras de telefonia móvel e os fabricantes de aparelhos celulares a utilizarem o seu software, dessa forma o custo dos aparelhos e tarifas telefônicas seriam reduzidas, pois a publicidade exibida dentro do software da Google subsidiaria parte desses custos. A Google pretende lançar seu modelo de telefonia móvel até o final desse ano, e os aparelhos baseados na sua tecnologia seriam vendidos a partir do ano que vem.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Alguns analistas consideram que o projeto não terá um impacto revolucionário no seu lançamento, não será uma mudança abrupta de paradigma assim como foi no lançamento do iPhone que revolucionou o mercado com novas ferramentas e funcionalidades.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;“O iPhone foi um marco em termos de como as pessoas utilizam os aparelhos de celular. Já o GPhone, caso ele seja realmente lançado, ajudará a Google a distribuir seus serviços em uma nova plataforma on-line. ”, declarou Karsten Wide, analista do IDC.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Enquanto a Google desenvolvia seu software, viu-se obrigada a criar alguns aparelhos para servir como protótipo de demonstração aos fabricantes, mas não está nos planos da empresa fabricar aparelhos móveis propriamente ditos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Dessa forma, fica claro que a Google não está desenvolvendo um gadget para competir com o iPhone, mas está criando um software para concorrer com o Windows Mobile da Microsoft e outros sistemas operacionais utilizados em aparelhos móveis. Ao contrario da Microsoft a Google não pretende cobrar pelas licenças do software distribuído aos fabricantes de aparelhos celulares.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;“O ponto essencial da estratégia da Google é a criação de um aplicativo de código livre para competir com o Windows Mobile. Eles colocarão a telefonia móvel no mundo do software livre e, certamente, abalarão o mercado do Windows Mobile.”, disse um executivo da Google à revista Times.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;A Google se recusa em comentar qualquer coisa a respeito do seu projeto. Mas o CEO da empresa, Eric Schmidt, declarou que essa é a maior oportunidade de crescimento na história da Google. “Estamos fazendo um grande investimento em aparelhos móveis e em plataformas móveis”.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;O impacto do GPhone dependerá da habilidade da empresa em firmar acordos com as operadoras, essas têm o poder de distribuir centenas de milhões de cópias do aplicativo por ano e podem controlar quais softwares podem ou não rodar nos aparelhos de seus clientes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Algumas operadoras, especialmente nos EUA, receberam de forma animadora essa notícia. Empresas como a Verizon e a AT&amp;amp;T têm gastado bilhões de dólares construindo e melhorando suas redes, investindo em relacionamentos mais sólidos com seus clientes, subsidiando aparelhos e criando seus próprios portais de internet móvel. Agora essas operadoras querem ter certeza que seus investimentos serão pagos, em parte, através da publicidade móvel.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;A maioria das operadoras não quer comentar sobre os planos da Google. Contudo o CEO da Vodafone Inglesa, que já oferece serviços da Google aos seus clientes, declarou que ainda não está claro quais funcionalidades realmente inovadoras a gigante de Moutain View irá oferecer no seu aplicativo.&lt;/p&gt;
&lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/an%C3%A1lises" rel="tag"&gt;Análises&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/curiosidades" rel="tag"&gt;Curiosidades&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/empresas" rel="tag"&gt;Empresas&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/google" rel="tag"&gt;Google&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/internet" rel="tag"&gt;Internet&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/microsoft" rel="tag"&gt;Microsoft&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/mobile" rel="tag"&gt;Mobile&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/novidades" rel="tag"&gt;Novidades&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/publicidade" rel="tag"&gt;Publicidade&lt;/a&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/ReflexoesDigitaisV20?a=ZEkPSoy6WnM:TFZRf8kSxuc:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/ReflexoesDigitaisV20?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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		<title>As redes sociais e a publicidade on-line</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Oct 2007 19:06:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
		
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		<description>&lt;p&gt;&lt;img src="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/wp-content/uploads/2007/05/hd_publicidade.jpg" alt="hd_publicidade.jpg" /&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Existem diversas opiniões sobre o impacto – positivo ou negativo – das campanhas publicitárias desenvolvidas para redes sociais. Já temos alguns poucos – mas bons - exemplos dessa nova tendência do mercado da publicidade on-line.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Uma campanha que gerou resultado positivo foi a dos chocolates Cadbury, na tentativa de &lt;a target="_blank" href="http://edelmandublin.com/blog/2007/0829/will-the-wispa-campaign-set-a-precedent-for-the-internet/"&gt;&lt;strong&gt;re-introduzir suas barras Wispa a partir de uma ação on-line&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. De acordo com o Pixelblog a campanha gerou &lt;a target="_blank" href="http://www.pixelpod.co.uk/blog/2007/08/31/facebook-case-study-cadburys-wispa-campaign/"&gt;&lt;strong&gt;mais de 14 mil assinaturas&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; nos grupos criados dentro do Facebook, a aceitação do produto é muito maior do que a estimada pelo núcleo de marketing da empresa.&lt;!--more--&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Já o banco HSBC destinou parte da sua verba publicitária para realizar &lt;a target="_blank" href="http://www.hyperempowered.com/2007/09/lessons-in-repu.html"&gt;&lt;strong&gt;novas formas de propaganda&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, a idéia era disponibilizar empréstimos sem juros para estudantes que estivessem se formando ou ingressando na universidade nesse verão (americano). A campanha – no Facebook - não obteve o retorno esperado e foi rapidamente abandonada.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Numa primeira análise é difícil perceber algum link entre uma campanha de chocolates e uma de um banco, mas o Facebook tem as respostas que procuramos. Como em qualquer veículo existem produtos que repercutem e outros não, no caso do chocolate o sucesso da campanha foi instantâneo pelo fato de ser um produto muito conhecido pelos americanos. A retirada do Wispa do mercado criou uma legião de órfãos amantes do produto, por isso foi muito simples e rápida a conquista de milhares de assinaturas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Já no caso do HSBC o produto oferecido é menos conhecido e cria um grande receio por parte do consumidor, afinal empréstimos a juros zero é quase um presente do Papai Noel. E esse foi o motivo do fracasso, pelo que tudo indica redes sociais são bons lugares para produtos populares, lançamentos e novidades devem antes ser divulgados – primeiramente - em mídias mais convencionais.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Contudo ambos os exemplos ilustram a crescente influencia das redes sociais para a o “branding” de grandes marcas.&lt;/p&gt;
&lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/an%C3%A1lises" rel="tag"&gt;Análises&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/empresas" rel="tag"&gt;Empresas&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/internet" rel="tag"&gt;Internet&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/publicidade" rel="tag"&gt;Publicidade&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/redes-sociais" rel="tag"&gt;Redes Sociais&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/tag/web-2.0" rel="tag"&gt;Web 2.0&lt;/a&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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