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	<title>Reflexões Digitais v2.0</title>
	
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	<description>Tudo sobre Internet</description>
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		<title>O primeiro passo para o sucesso de um projeto</title>
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		<comments>http://reflexoesdigitais.com.br/diversos/gerencia-de-projetos/o-primeiro-passo-para-o-sucesso-de-um-projeto/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 01:08:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerência de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[gerencia]]></category>
		<category><![CDATA[projetos]]></category>
		<category><![CDATA[stakeholder]]></category>

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		<description><![CDATA[Os Stakeholders podem ser internos, tais como: a gerência, os empregados, os administradores, os clientes internos, etc., ou externos, como: fornecedores, investidores, grupos da comunidade, órgãos reguladores e organizações do governo. Eles têm papel ativo no desenvolvimento e/ou na utilização do produto final e possuem o conhecimento necessário a criação desde produto.
Durante o ciclo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><a href="http://reflexoesdigitais.com.br/files/2009/10/stakeholders.jpg" rel="lightbox[540]"><img class="alignleft size-medium wp-image-630" src="http://reflexoesdigitais.com.br/files/2009/10/stakeholders-200x300.jpg" alt="Business group portrait" width="180" height="269" /></a>Os Stakeholders podem ser internos, tais como: a gerência, os empregados, os administradores, os clientes internos, etc., ou externos, como: fornecedores, investidores, grupos da comunidade, órgãos reguladores e organizações do governo. Eles têm papel ativo no desenvolvimento e/ou na utilização do produto final e possuem o conhecimento necessário a criação desde produto.</p>
<p align="justify">Durante o ciclo de vida do projeto, o grau de influência e autoridade das partes interessadas podem variar, dependendo da fase que esteja e, em geral, sua atuação é mais acentuada nas fases definição e planejamento.</p>
<p><strong>1. Abordagem no Gerenciamento de Stakeholders</strong></p>
<p align="justify">A maioria das organizações que empreendem novos projetos, independentemente do motivo, aborda os stakeholders de forma incompleta, concentrando suas preocupações nos envolvidos mais imediatos como, por exemplo, usuários, patrocinadores e equipe do projeto. Com o passar do tempo, percebeu-se que essa limitação era fator muito importante no sucesso ou fracasso do projeto e o conceito foi ampliado para abranger mais partes interessadas externas à organização como órgãos governamentais, reguladores e a sociedade civil.</p>
<p align="justify">Conforme vamos ampliando nossa consciência em relação aos impactos que um projeto pode ter sobre a realidade em que vivemos, cresce a importância de haver uma metodologia de abordagem para com cada uma das partes que irão ser influenciadas pelo trabalho do projeto e pelo produto gerado a partir desse trabalho.</p>
<p align="justify">Cada novo conhecimento requisitado pelo planejamento do projeto implica no envolvimento de um novo stakeholder e esta nova parte necessita ter seus anseios, suas necessidades e restrições compreendidas e incorporadas ao planejamento do projeto como um todo. De outra forma, o projeto não terá o resultado esperado, mas isso não significa que apenas o bom gerenciamento dos stakeholders poderá garantir o sucesso ou fracasso do projeto.</p>
<p align="justify">Portanto é importante que o gerente de projetos conheça detalhadamente os stakeholders. Para minimizar uma possível falta de entendimento, é importante que seja feita uma rodada de entrevistas com todos os stakeholders do projeto. Situações podem não permitir que todos sejam entrevistados, então os mais influentes devem ser priorizados. Perguntas que podem ajudar na montagem do plano de gerenciamento de stakeholders:</p>
<ul>
<li>Como você vê sua participação no projeto?</li>
<li>O que você deseja que seja feito durante o projeto?</li>
<li>Que tipo de informação quer receber, com que freqüência e de que forma?</li>
<li>Existe algum item que considere importante e que ainda não tenha sido abordado?</li>
</ul>
<p><strong>1.1 Classificação dos stakeholders</strong></p>
<p align="justify">Sabendo da natureza diferenciada de cada uma dessas partes componentes do projeto, precisamos definir diferentes estratégias de abordagem para cada uma delas. Primeiramente, precisamos definir os stakeholders-chave em um projeto:</p>
<p align="justify"><strong>Equipe do projeto:</strong> técnicos e conhecedores do negócio unem seus conhecimentos para definição e construção de um produto.</p>
<p align="justify"><strong>Usuários:</strong> quem vai efetivamente utilizar o produto do projeto.Sua contribuição é fator decisivo no sucesso ou fracasso do produto final de um projeto. Deve-se levar em consideração suas necessidades e suas relações com o meio em que se encontram e no qual irão utilizar o produto.</p>
<p align="justify"><strong>Sponsor:</strong> tem o comprometimento organizacional num projeto. Precisa ter grande influência na organização e auxilia o gerente de projetos quando decisões fora de sua alçada precisam ser tomadas. A Mobilização de pessoal-chave, resolução de conflitos e a estrutura organizacional do projeto são algumas de suas atribuições. Os sponsors são muito requisitados nas fases iniciais do projeto, mais especificamente definição e planejamento do mesmo.</p>
<p align="justify"><strong>Consultores especializados:</strong> não fazem parte da equipe do projeto, mas detêm conhecimento técnico ou de negócio que vai influenciar no planejamento, execução e controle do projeto.</p>
<p align="justify"><strong>Influenciadores:</strong> auditorias, legislação, sociedade, órgãos reguladores são alguns dos stakeholders que podem influenciar no projeto.</p>
<p align="justify"><strong>Financiadores:</strong> responsáveis pelo sucesso do projeto. Dão suporte e apresentam restrições ao gerente e sua equipe.</p>
<p align="justify"><strong>Clientes:</strong> apesar de não terem responsabilidade sobre a execução do projeto, tem grande interesse no produto final gerado pelo mesmo.</p>
<p align="justify"><strong>Gerente do projeto:</strong> responsável pela orquestração do projeto, especialmente pelo dia-a-dia do planejamento e por sua execução e controle.</p>
<p>Outros exemplos de stakeholders:<br />
· Gerência Executiva;<br />
· Outros projetos;<br />
· Sindicatos;<br />
· Associações;<br />
· Família;<br />
· Gerações futuras.</p>
<p>A figura a seguir mostra as principais partes interessadas em um projeto:</p>
<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://reflexoesdigitais.com.br/files/2007/07/stakeholder_01.jpg" alt="stakeholder_01.jpg" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center">Figura 2 – Partes interessadas de um projeto<br />
Fonte: PMBOK 2004</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="justify">Depois disso, é importante descobrir qual é a importância e o interesse de cada um deles no projeto. Uma sugestão para isso é a criação de uma tabela onde serão mapeados todos os stakeholders de acordo com o nível de impacto em cada um deles:</p>
<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://reflexoesdigitais.com.br/files/2007/07/stakeholder_022.jpg" alt="stakeholder_022.jpg" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center">Tabela 1 – Classificação dos stakeholders do projeto<br />
Fonte: do autor</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>1.2 Definição da abordagem<br />
</strong></p>
<p align="justify">O mapeamento anterior vai nos ajudar a definir, de acordo com o grau de influência de cada um dos stakeholders, qual a melhor forma de abordá-los sempre tendo como linha guia o sucesso do projeto. Estaremos considerando que o sucesso do projeto de que aqui falamos representa o objetivo definido pela alta gerência da empresa durante seu planejamento estratégico traduzido em ação.</p>
<p>Para isso, vamos utilizar um gráfico de interesse X importância, onde cada quadrante indica a forma de atuação.</p>
<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="center"><span style="font-size: 10pt;font-family: 'Times New Roman'" lang="PT"><img src="http://reflexoesdigitais.com.br/files/2007/07/stakeholder_03.jpg" alt="stakeholder_03.jpg" /></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center">Figura 1 &#8211; Grau de Importância X Interesse no Projeto<br />
Fonte: do autor</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>2. Definição do trabalho dos stakeholders</strong></p>
<p align="justify">Cada parte interessada tem um trabalho a desempenhar em um projeto. A definição do escopo deve levar em consideração todas as partes integrantes e o trabalho que cabe a cada uma delas a fim de se conhecer toda a extensão do trabalho do projeto.</p>
<p align="justify">Conhecendo a dinâmica de influências de cada uma dessas partes, podemos traçar um plano de trabalho incluindo as atividades a serem executadas, responsável e prazo para execução. Essas atividades farão parte do cronograma do projeto e precisarão ser controladas,  realimentadas e corrigidas quando necessário.</p>
<p><strong>3. Comunicação com stakeholders</strong></p>
<p align="justify">Influenciado pela diversidade nos vários tipos de stakeholders envolvidos em um projeto, um plano de comunicação deverá ser desenvolvido indicando como, com que periodicidade, tipo e nível de informação deverá ser comunicado o projeto.<br />
Esse plano deverá ser desenvolvido nas fases iniciais do projeto e deverá assegurar a maximização da utilização das influências de cada stakeholder no momento certo. Para isso, é necessário realizar uma divisão dos stakeholders com necessidades de comunicação semelhantes e isso pode se desdobrar em 3 partes:</p>
<p><strong>Obrigatórias:</strong> geralmente estas incluem relatórios de andamento (Status) do projeto, exigências jurídicas, relatórios financeiros, etc. Essas informações são levadas aos receptores.</p>
<p><strong>Informativas:</strong> Estas são informações que as pessoas querem saber ou que elas podem precisar em suas atividades. Essas informações são normalmente disponibilizadas por escrito, mas requerem que as pessoas tomem a iniciativa de buscá-las.</p>
<p><strong>Marketing:</strong> Esta comunicação é projetada para promover o comprometimento, o entusiasmo sobre o projeto e os deliverables do projeto. Esse tipo de informação é levado às pessoas apropriadas. Para os projetos que requeiram mudanças de cultura da organização ou de hábitos de trabalho, você também poderá criar e divulgar uma marca ao projeto.</p>
<p><strong>4. Conclusões</strong><br />
As relações dos stakeholders com o meio em que se encontram podem influenciar um projeto de várias maneiras. É importante entender essas relações e como tirar o melhor de cada uma para a condução ótima do projeto.</p>
<p>Essas relações nos levam a adentrar no mundo das comunicações, em seus vários modos e os diferentes níveis. Não nos é possível falar de gerenciamento de stakeholders sem nos remeter aos conceitos-chave da comunicação, sem perceber a necessidade de construir um plano de comunicações eficiente e que promova a melhor utilização destes recursos.</p>
<p>As estatísticas nos mostram que a boa comunicação em um projeto requer aproximadamente 90% do tempo do gerente de projetos. Se comunicar é indispensável para a abordagem a stakeholders, consideramos que o bom gerenciamento dos interessados é um ponto de suma importância para o sucesso do projeto, em qualquer contexto.</p>
<p><strong>Referências Bibliográficas</strong><strong> </strong></p>
<ul>
<li><strong><a href="http://www.vemconcursos.com/opiniao/index.phtml?page_id=1828" target="_blank">VEM CONCURSOS</a></strong> – acessado em 22/06/2007.</li>
<li><a href="http://www.fgvsp.br/iberoamerican/Papers/0277_ACF4DC.pdf" target="_blank"><strong>FGV &#8211; IDENTIFICANDO E CATEGORIZANDO STAKEHOLDERS EM UMA INSTITUIÇÃO FINANCEIRA</strong></a> -  acessado em 22/06/2007.</li>
<li><a href="http://www.myliusemarodin.com.br/pdfs/conceito_stakeholder.pdf" target="_blank"><strong>MYLIUS E MARODIN</strong></a> &#8211; A FIGURA DE UM STAKEHOLDER EM UM PROJETO -  acessado em 22/06/2007.</li>
<li><a href="http://blog.tenstep.com.br/2006/09/19/artigo-analise-dos-stakeholders-partes-interessadas-de-um-projeto-parte-1-de-2/" target="_blank"><strong>BLOG TENSTEP</strong></a> &#8211; acessado em 22/06/2007.</li>
<li><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Stakeholder" target="_blank"><strong>WIKIPÉDIA</strong></a> -  acessado em 22/06/2007.</li>
<li><a href="http://www.rodrigogaleote.com/PHP-Nuke/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=64" target="_blank"><strong>GALEATO, RODRIGO</strong></a> &#8211; Stakeholders e sua importância no projeto(2007) -  acessado em 22/06/2007.</li>
<li><strong>PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE</strong> &#8211; PMBOK ® 2004 – 3ª EDIÇÃO</li>
</ul>
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		<title>O seu Scrum está funcionando?</title>
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		<comments>http://reflexoesdigitais.com.br/diversos/gerencia-de-projetos/o-seu-scrum-esta-funcionando/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 14:04:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gerência de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[agile]]></category>
		<category><![CDATA[metodologia]]></category>
		<category><![CDATA[product owner]]></category>
		<category><![CDATA[scrum]]></category>

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		<description><![CDATA[Voltando a falar um pouco de Scrum, encontei uma checklist completa para você verificar como anda o processo dentro da sua empresa.
Sempre vale a pena avaliar quais os pontos estão funcionando bem e quais devem ser aprimorados.
O Scrum é uma metodologia iterativa que deve ser implementada aos poucos para evitar choques culturais, mas é importante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://reflexoesdigitais.com.br/files/2009/10/Scrum.JPG" rel="lightbox[626]"><img class="alignleft size-medium wp-image-627" src="http://reflexoesdigitais.com.br/files/2009/10/Scrum-300x225.jpg" alt="Scrum" width="256" height="210" /></a>Voltando a falar um pouco de Scrum, encontei uma checklist completa para você verificar como anda o processo dentro da sua empresa.</p>
<p>Sempre vale a pena avaliar quais os pontos estão funcionando bem e quais devem ser aprimorados.</p>
<p>O Scrum é uma metodologia iterativa que deve ser implementada aos poucos para evitar choques culturais, mas é importante chegar rapidamente a um ponto de maturidade para o processo não sofrer uma involução e começar a andar para trás.</p>
<p><strong>Check Rápido<br />
</strong></p>
<p>Preenchendo os requisitos abaixo, não é necessário preencher o resto do teste, o Scrum está mostrando os resultados esperados dentro da sua empresa.</p>
<p>( ) Entregando software funcional e testado a cada 2-4 semanas</p>
<p>( ) Entregando as funcionalidades de maior valor para o negócio</p>
<p>( ) O processo está em constante evolução</p>
<p><strong>Check Completo<br />
</strong></p>
<p>Caracteristicas fundamentais do Scrum, caso elas não estejam implementadas e funcionais não é possível garantir que o Scrum esteja funcionando da forma correta</p>
<p>( ) A função do Product Owner (PO) está claramente definida</p>
<ul>
<li>( ) O PO está priorizando as demandas coerentemente</li>
<li>( ) O PO tem o conhecimento claro das prioridades do cliente</li>
<li>( ) O PO tem contato direto com o time</li>
<li>( ) O PO tem contato direto com os steakholders</li>
<li>( ) O PO escreve histórias claras</li>
</ul>
<p>( ) O time possui um Sprint Backlog</p>
<ul>
<li>( ) Claramente Visível</li>
<li>( ) Atualizado diariamente</li>
<li>( ) Administrado exclusivamente pelo time</li>
</ul>
<p>( ) Daily Meeting acontecendo diariamente</p>
<ul>
<li>( ) O time todo participa</li>
<li>( ) Problemas e impedimentos são revelados e resolvidos</li>
</ul>
<p>( ) Demonstração de funcionalidades nos Reviews</p>
<ul>
<li>( ) O time demonstra software funcionando e testado</li>
<li>( ) Feedback do PO para o time</li>
</ul>
<p>( ) Possui a definição de feito</p>
<ul>
<li>( ) A definição de feito é revista a cada iteração</li>
<li>( ) O time respeita a definição de feito</li>
</ul>
<p>( ) A Retrospectiva é feita ao final de cada Sprint</p>
<ul>
<li>( ) Resultados concretos nas melhorias propostas</li>
<li>( ) Algumas propostas já foram implementadas</li>
<li>( ) Participação de todo o time + PO</li>
</ul>
<p>( ) O PO possui um Backlog do Produto (Product Backlog)</p>
<ul>
<li>( ) dois ou três sprints pré priorizados a partir do valor de negócio</li>
<li>( ) dois ou três sprints com as complexidades estimadas</li>
<li>( ) As estimativas são feitas pelo time</li>
<li>( ) Os itens Top cabem em um sprint</li>
<li>( ) O PO entende todas as histórias do backlog</li>
</ul>
<p>( ) Reuniões de Sprint Planning</p>
<ul>
<li>( ) O PO participa</li>
<li>( ) O PO define a data fim do sprint</li>
<li>( ) Todo time participa</li>
<li>( ) O Sprint Backlog sempre é definido</li>
<li>( ) O time acredita no backlog comprometido</li>
<li>( ) O PO fica satisfeito com o comprometido</li>
</ul>
<p>( ) Iterações &#8220;Time-Boxed&#8221;</p>
<ul>
<li>( ) Os sprints demoram no máximo 4 semanas e no mínimo 2 semanas</li>
<li>( ) O sprint sempre termina na data estipulada</li>
<li>( ) O time não perde o foco nem é afetado por acontecimentos ou demandas externas</li>
<li>( ) O time sempre entrega o que foi comprometido</li>
<li>( ) Raramente um Sprint é cancelado e reiniciado</li>
</ul>
<p>( ) O time trabalha &#8211; fisicamente &#8211; junto</p>
<ul>
<li>( ) O time tem no máximo 9 e no mínimo 5 membros</li>
</ul>
<p><strong>Check Adicional</strong></p>
<p>Algum pontos não obrigatórios, mas recomendados para o bom funcionamento do Scrum.</p>
<p>( ) O time tem as especialidades necessárias para finalizar os itens do backlog</p>
<p>( ) Os membros dos times não estão limitados a especialidades específicas</p>
<p>( ) O PO tem a visão do produto em sintonia com o Backlog do produto</p>
<p>( ) O Backlog e a Visão do produto estão claramente visíveis</p>
<p>( ) Todos no time participam das estimativas</p>
<p>( ) O PO está sempre disponível durante as estimativas</p>
<p>( ) A estimativa do grau de complexidade são definidos pelo time</p>
<p>( ) Todo o time tem conhecimento dos três principais impedimentos</p>
<ul>
<li>( ) O Scrum Master (SM) tem estratégias para resolver os principais impedimentos</li>
<li>( ) O foco principal do SM é resolver impedimentos</li>
<li>( ) Os impedimentos são escalados para a gerência quando não resolvidos</li>
</ul>
<p>( ) O time tem um Scrum Master (SM)</p>
<ul>
<li>( ) O SM trabalha &#8211; fisicamente &#8211; perto do seu time</li>
</ul>
<p>( ) Histórias do Backlog são quebradas em tarefas quando entram no Sprint</p>
<ul>
<li>( ) As tarefas são estimadas</li>
<li>( ) As tarefas são atualizadas e acompanhadas diariamente</li>
</ul>
<p>( ) A velocidade está sendo mensurada (número de pontos por Sprint)</p>
<ul>
<li>( ) As histórias priorizadas no Sprint Planning já estão estimadas</li>
<li>( ) O PO utiliza a velocidade mensurada para planejar entregas</li>
<li>( ) A velocidade mensurada inclui apenas histórias feitas</li>
</ul>
<p>( ) O time tem um gráfico burndown</p>
<ul>
<li>( ) Visível a todos</li>
<li>( ) Atualizado diariamente</li>
</ul>
<p>( ) O Daily meeting é feito diariamente, no mesmo horário e local</p>
<ul>
<li>( ) O PO sempre participa</li>
<li>( ) O tempo máximo de duração é de 15 minutos</li>
<li>( ) Todo o time participa</li>
<li>( ) Todos dizem o que fizeram</li>
<li>( ) Todos dizem o que irão fazer</li>
<li>( ) Todos dizem o que está impedindo</li>
</ul>
<p><strong>Expandindo o Scrum para toda a empresa</strong></p>
<p>Algun intens importantes para empresas que trabalham com mais de um time, PO e SM</p>
<p>( ) Existe um Product Developer ( para empresas com vários PO&#8217;s)</p>
<p>( ) Times dependentes realizam o Scrum of Scrum</p>
<p>( ) Times dependentes participam do Sprint Planning de outros times</p>
<p><strong>Indicadores de Sucesso</strong></p>
<p>( ) Todos os envolvidos estão satisfeitos com a metodologia</p>
<p>( ) Todos os envolvidos estão satisfeitos com os resultados</p>
<p>( ) Horas extras são raras e voluntárias</p>
<p>( ) O processo está gerando discussões, críticas e novos experimentos</p>
<p>O teste proposto não tem pontuação &#8211; é uma checklist -, quantos mais itens estiverem implementados, mais o Scrum estará funcionando dentro da sua corporação, esse check deve ser feito periodicamente e os itens que não estiverem implementados devem ser revisto com atenção. O check original foi publicado <a href="http://www.crisp.se/scrum/checklist" target="_blank">aqui</a>, eu apenas traduzi e inclui alguns itens que considero importante para o sucesso do processo.</p>
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		<item>
		<title>Plágio ou Tendência?</title>
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		<comments>http://reflexoesdigitais.com.br/conjunturas/plagio-ou-tendencia/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 16:39:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conjunturas]]></category>
		<category><![CDATA[Globo.com]]></category>
		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[globo]]></category>
		<category><![CDATA[ig]]></category>
		<category><![CDATA[noticias]]></category>
		<category><![CDATA[terra]]></category>
		<category><![CDATA[uol]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://reflexoesdigitais.com.br/?p=622</guid>
		<description><![CDATA[Em setembro de 2007, poucos dias após o lançamento da nova home do portal globo.com, escrevi esse texto onde frisava o lançamento de uma nova tendência de arquitetura em portais do &#8220;mainstream&#8221;. Na minha visão era bastante claro que o modelo lançado pelo portal da Globo seria seguido pelo World Wide Web à fora.
Não demorou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="../files/2009/09/novo-record-quebrando-a-globo-copy.jpg" rel="lightbox[622]"><img class="alignleft" src="../files/2009/09/novo-record-quebrando-a-globo-copy-300x187.jpg" alt="Record x Globo" width="240" height="150" /></a>Em setembro de 2007, poucos dias após o lançamento da nova home do portal globo.com, escrevi <a href="http://reflexoesdigitais.com.br/empresas/globo-com/o-que-a-nova-home-da-globocom-diz-ao-mercado/" target="_blank">esse texto</a> onde frisava o lançamento de uma nova tendência de arquitetura em portais do &#8220;mainstream&#8221;. Na minha visão era bastante claro que o modelo lançado pelo portal da Globo seria seguido pelo World Wide Web à fora.</p>
<p>Não demorou muito, primeiro o <a href="http://noticias.uol.com.br/" target="_blank">UOL Notícias</a> replicou o modelo, em seguida veio o <a href="http://www.terra.com.br/portal/" target="_blank">Terra</a> e, logo após o <a href="http://www.ig.com.br/" target="_blank">iG</a>. Analisando esses portais fica muito claro a inspiração adquirida no portal global, as marcas do UX da globo.com estão presentes em vários aspectos nos portais citados.</p>
<p>Ontem foi lançado o <a href="http://www.r7.com/" target="_blank">R7</a>, portal da Rede Record de TV, nesse projeto &#8211; em particular &#8211; é onde a inspiração global e a tendência lançada em 2007 estão mais presentes. Começando pelo nome que é uma grande alusão ao G1, portal de notícias da CGJ. Chega a ser curioso a composição desses nomes, na Globo G1 significa Globo 1, o pólo central do jornalismo ágil, dinâmico e participativo. Já o <a href="http://www.r7.com/" target="_blank">R7</a> &#8211; Record 7 &#8211; Significa notícias 24 horas por dia 7 dias por semana, sempre &#8220;frescas&#8221;e de primeira mão, pregando o jhornalismo contínuo e incessável.</p>
<p>A parte de Arquitetura da informação, dispensa comentários, é uma cópia escarrada do portal da Globo. Há alguns anos atrás não duvidaria de que a Record teria tirado profissionais da globo.com para contruir seu portal. Mas, dentro da realidade, isso pode ser feito sem nenhum ex-profissional global envolvido. Com um firebug, e alguns outros add-ons é possível &#8220;sugar&#8221; todo e qualquer arquitetura e layout de um portal on-line.</p>
<p>Para sua logomarca a Record buscou &#8220;inspiração&#8221; em outra URL &#8211; no <a href="http://meme.yahoo.com/meme/" target="_blank">Meme</a> &#8211; da gigante Yahoo!, fica díficil encarar que qualquer semelhança é mera coincidência. Vejam as duas marcas e tirem suas próprias conclusões.</p>
<p>Mas o objetivo desse post não é vitimizar a globo.com, como plagiada, tampouco acusar a Record e os outros portais citados como plagiadores.</p>
<p><strong><em>A grande questão é:</em></strong> por que veículos de porte tão grande, não criam sua própria identidade, seus própios padrões e seu próprio mundo. Por que dentro da história da internet, poucos lançam tendêncuas e tantos as copiam.</p>
<p><em>Outra questão:</em> é positivo ou negativo ser copiado? Do ponto de vista positivo mostra a qualidade do produto lançado e a criação de um padrão genérico, a ser seguido pela concorrência. Pelo ponto de vista negativo, onde a percepção da falta de criatividade da concorrência é uma ameaça para as nova tendências que essa empresa almeja emplacar, assuta.</p>
<p>Penso que não existe lado certo ou errado, a mensagem principal dentro de todo esse conceito é que empresas como a globo.com conduzem a internet para a frente, enquanto que aqueles que copiam, pouco ou muito, estão de alguma forma correndo atrás de um prejuízo e certificando que a visão inovadora da sua concorrente tem mais futuro do que a sua própria visão.</p>
<p>Finalizando, ontem a Record abriu mais uma frente na sua incansável batalha com a TV Globo. A internet foi o último porto conquistado pela Record, na sua tentativa de consolidar  sua superioriedade e conquistar o topo da mídia de massa no Brasil. Enfim, essa é uma outra estória, muito mais longa, complexa e sombria.</p>
<p>Agora é esperar a globo.com se reinventar e assistir &#8211; novamente &#8211; a adaptação da concorrência ao novo padrão.</p>
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		<title>Audiência x Transferência de Dados</title>
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		<comments>http://reflexoesdigitais.com.br/diversos/gerencia-de-projetos/audiencia-x-transferencia-de-dados/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 21:31:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises]]></category>
		<category><![CDATA[Gerência de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Wordpress]]></category>
		<category><![CDATA[audiencia]]></category>
		<category><![CDATA[custos]]></category>
		<category><![CDATA[escalonar]]></category>
		<category><![CDATA[host]]></category>
		<category><![CDATA[page views]]></category>
		<category><![CDATA[transferencia]]></category>

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		<description><![CDATA[Falando em custos de hospedagem, ele se divide basicamente em três partes: hardware, armazenamento e transferência de dados. Esse último bastante váriavel, pois o consumo é de acordo com o nivel da audiência e o peso (em kb) de suas páginas.
Dessa forma, considerando:
PV - Impressões mensais de páginas
KB &#8211; tamanho em kb médio do arquivo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="../files/2009/09/hipertexto_transferencia-de-dados.jpg" rel="lightbox[620]"><img class="alignleft" src="../files/2009/09/hipertexto_transferencia-de-dados-300x230.jpg" alt="Transferencia de Dados" width="227" height="174" /></a>Falando em custos de hospedagem, ele se divide basicamente em três partes: hardware, armazenamento e transferência de dados. Esse último bastante váriavel, pois o consumo é de acordo com o nivel da audiência e o peso (em kb) de suas páginas.</p>
<p>Dessa forma, considerando:</p>
<p><em>PV </em>- Impressões mensais de páginas</p>
<p><em>KB</em> &#8211; tamanho em kb médio do arquivo de uma página.</p>
<p><em>PV * KB = X/1milhão</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p>Os Page Views mensais você encontra no seu sistema de métricas, o Google Analytics, por exemplo. O tamanho médio de sua página pode ser visto <a href="http://loadimpact.com/pageanalyzer.php" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p><strong>Exemplificando:</strong></p>
<ul>
<li>Um site com 1,5 milhões de page views por mês.</li>
<li>Com páginas na média de 500Kb</li>
<li>Consome: 750 GB de Transfêrencia OUT &#8211; Download.</li>
</ul>
<p>O consumo de transferência do tipo IN -Uploads varia de acordo com o que é uploaded para o servidor. Inclusãoes de artigos, fotos, vídeos, etc consomem esse tipo de banda. De qualquer forma, a transferência IN é sempre mais barata que a OUT e seu volume não ultrapassa os 5% do consumo OUT.</p>
<p>O site exemplificado acima, teria um consumo de transferência IN médio de 7,5GB a 37,5GB.</p>
<div class="feedflare">
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		<item>
		<title>Wordpress MU – Teste de Stress</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/ReflexoesDigitaisV20/~3/w8eVrI9a-fA/</link>
		<comments>http://reflexoesdigitais.com.br/internet/wordpress-internet-2/wordpress-mu-teste-de-stress/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 03:22:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
				<category><![CDATA[Wordpress]]></category>
		<category><![CDATA[apache]]></category>
		<category><![CDATA[cache]]></category>
		<category><![CDATA[performance]]></category>
		<category><![CDATA[php]]></category>
		<category><![CDATA[velocidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Decidi testar a efetividade de alguns pontos estudados sobre a performance do Wordpress, o teste realizado é um teste preliminar em pequena escala para testar manobras que teoricamente podem acelerar e otimizar a velocidade da plataforma. Pontos como Hardware, Sistema Operacional e Cacheamento foram testados e analisados separadamente.
Foram duas baterias de testes com alguns perfis [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="../files/2009/09/lupa.jpg" rel="lightbox[610]"><img class="alignleft" src="../files/2009/09/lupa.jpg" alt="Teste de Stress Reflexões Digitais" width="186" height="142" /></a>Decidi testar a efetividade de alguns pontos estudados sobre a performance do Wordpress, o teste realizado é um teste preliminar em pequena escala para testar manobras que teoricamente podem acelerar e otimizar a velocidade da plataforma. Pontos como Hardware, Sistema Operacional e Cacheamento foram testados e analisados separadamente.</p>
<p>Foram duas baterias de testes com alguns perfis diferentes para testar quão efetiva é a utilização de um cacheamento abrangendo camadas de cada sistema (Expires, APC, Query Cache) e os Caches padrões do Wordpress (Supercache e Widget Cache).</p>
<p>Fiz uma instalação de Wordpress MU em um servidor com as seguintes características:</p>
<p><strong>Hardware</strong></p>
<ul>
<li>CPU &#8211; dual core 1Ghz</li>
<li>Memória &#8211; 1.7GB</li>
<li>HD &#8211; 160GB</li>
</ul>
<p><strong>Sistema</strong></p>
<ul>
<li>Apache 2.2.2 &#8211; Headers Expires</li>
<li>PHP 5.0 &#8211; APC Cache ativo</li>
<li>MySQL &#8211; 5.0 &#8211; Query Cache Ativo</li>
<li>Armazenamento de dados estáticos (imagens, videos, audios, .js, .css) armazenados remotamente.</li>
<li>Wordpress &#8211; WPMU 2.84, Supercache e Widget Cache</li>
<li>Plugins &#8211; +- 15 ativos</li>
<li>Mu Plugins: +- 5 ativos + Domain Manager</li>
<li>Blogs Ativos: 5 Blogs</li>
<li>Captcha nos forms &#8211; Cacheado.</li>
</ul>
<p>De fato trata-se de um Hardware bastante limitado mas ideal para um pequeno teste de estresse para entender melhor como tudo funciona junto. Realizei dois testes num <a href="http://loadimpact.com" target="_blank">site</a> &#8211; bem bacana. O teste analisou o tempo de carregamento (User load time) da página no browser do usuário, com a profundidade de até 5 páginas + 2 interações &#8211; Comentários, buscas, etc &#8211; por visita. Além do Load Time o teste também analisou o consumo de banda, a qualidade dos códigos carregados, tamanho de imagens + tempo de carregamento, e de outros arquivos como .js, .php e .css.</p>
<p>Cada teste foi feito em 5 etapas começando por 10 usuários simultâneos e chegando a 50 usuários. Um volume não muito grande, compatível com sites que recebem cerca de 30 a 50 mil usuários por dia, ou mais chegando no máximo a 100 mil usuários por dia.</p>
<p>Do outro lado, enquanto os testes de estresse eram executados, fiquei monitorando o consumo do CPU, conforme Imagem 1, a seguir detalharei os dois testes, passo a passo, e suas particularidades que influenciaram diretamente nos resultados.</p>
<p><span id="more-610"></span></p>
<p><span style="text-decoration: underline"><strong>Teste 1</strong></span></p>
<ul>
<li><strong>Perfil 10 usuários </strong>- O WP estava sem cache algum, tempo médio de carregamento foi de 12.9 segundos.</li>
<li><strong>Perfil 20 usuários</strong> &#8211; O WP continuava sem cache algum, tempo médio de carregamento foi de 32.3  segundos.</li>
<li><strong>Perfil 30 usuários</strong> &#8211; O Supercache foi ativado, tempo de carregamento 45.3 segundos, navegação inaceitável, impossível postar qualquer tipo de informação.</li>
<li><strong>Perfil 40 usuários</strong> &#8211; O Supercache continua ativado e o Widget Cache é ativado, carregamento 27.9segundos , nesse ponto o site volta a ficar navegável, mas muito lento.</li>
<li><strong>Perfil 50 usuários</strong> &#8211; Todos os caches ativados (SC e WC), carregamento 32.7 segundos, o site continua lento mas navegável.</li>
</ul>
<div id="attachment_612" class="wp-caption aligncenter" style="width: 537px"><a href="http://static.rd.s3.amazonaws.com/reflexoesdigitais/files/2009/09/graph_test1.jpg" rel="lightbox[610]"><img class="size-full wp-image-612" src="http://static.rd.s3.amazonaws.com/reflexoesdigitais/files/2009/09/graph_test1.jpg" alt="Teste 1 - Caches ativados com 30 usuários" width="527" height="310" /></a><p class="wp-caption-text">Teste 1 - Caches ativados com 30 usuários</p></div>
<p><!--more--></p>
<p><span style="text-decoration: underline"><strong>Teste 2</strong></span></p>
<ul>
<li><strong>Perfil 10 usuários</strong> &#8211; Todos os caches ativados, carregamento 5.19 segundos.</li>
<li><strong>Perfil 20 usuários</strong> &#8211; Todos os caches ativados, carregamento 9.64 segundos.</li>
<li><strong>Perfil 30 usuários </strong>- Todos os caches ativados, tempo de carregamento 17.9 segundos, nesse ponto o site ainda continua bem navegável, tanto no front-end quanto no admin.</li>
<li><strong>Perfil 40 usuários </strong>- Todos os caches ativados, carregamento 26.9 segundos , nesse ponto o site fica lento.</li>
<li><strong>Perfil 50 usuários</strong> &#8211; Todos os caches ativados, carregamento 36.8 segundos, o site continua muito lento mas navegável.</li>
</ul>
<div id="attachment_613" class="wp-caption aligncenter" style="width: 537px"><a href="http://static.rd.s3.amazonaws.com/reflexoesdigitais/files/2009/09/graph_test2.jpg" rel="lightbox[610]"><img class="size-full wp-image-613" src="http://static.rd.s3.amazonaws.com/reflexoesdigitais/files/2009/09/graph_test2.jpg" alt="Teste 2 - Tofdos os Caches ativados" width="527" height="310" /></a><p class="wp-caption-text">Teste 2 - Tofdos os Caches ativados</p></div>
<p><span style="text-decoration: underline"><strong><!--more-->Conclusões:</strong></span></p>
<ol>
<li>Fica evidente o ganho de performance do site entre o teste1 (30,22 segundos em média) e o teste 2 (19,28 segundos em média);</li>
<li>Em termos de processamento, a figura abaixo ilustra bem o desempenho do processador. Desconsiderando ser um processador de baixa performance e pouca memória, entre o teste 1 e o teste 2 o processador se comporta de forma diferente. No teste 2 a demanda de processamento, apesar de atingir os picos máximos, são bem menores do que no teste 1, demonstrando o alívio que o cache proporciona a máquina.</li>
<li>A idéia inicial era fazer o teste 1 todo sem cache, mas fiquei com medo de derrubar a instância. Por isso, a partir de 30 usuários tivei o WP-Supercache e com 40 ativei, também o WP-Widget Cache.</li>
<li>O resultado final prova que os caches ativos e, bem configurados, aumenta consideravelmente &#8211; cerca de 50% -, com máquinas mais robustas é possivel atingir um pico máximo entre 150 e 300 usuários. Prometo fazer o mesmo teste em uma máquina mais robusta.</li>
</ol>
<div id="attachment_611" class="wp-caption aligncenter" style="width: 539px"><a href="http://static.rd.s3.amazonaws.com/reflexoesdigitais/files/2009/09/stress_Test.jpg" rel="lightbox[610]"><img class="size-full wp-image-611" src="http://static.rd.s3.amazonaws.com/reflexoesdigitais/files/2009/09/stress_Test.jpg" alt="Consumo da CPU" width="529" height="299" /></a><p class="wp-caption-text">Consumo da CPU</p></div>
<div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/ReflexoesDigitaisV20?a=w8eVrI9a-fA:VMaq6QvA-FQ:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/ReflexoesDigitaisV20?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a>
</div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Wordpress MU – Para múltiplos domínios</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/ReflexoesDigitaisV20/~3/UNPytYLZds8/</link>
		<comments>http://reflexoesdigitais.com.br/internet/wordpress-internet-2/wordpress-mu-para-multiplos-dominios/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 13:51:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
				<category><![CDATA[Wordpress]]></category>
		<category><![CDATA[domain]]></category>
		<category><![CDATA[dominio]]></category>
		<category><![CDATA[manager]]></category>
		<category><![CDATA[mu]]></category>
		<category><![CDATA[plugin]]></category>
		<category><![CDATA[wordpres]]></category>

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		<description><![CDATA[O WPMU possui dois tipos de instalação, a recomendada é aquela que instala blogs em sub-domínios (http://nomeblog.dominio.com.br), a outra opção é a instalação por sub-diretórios (http://dominio.com.br/nomedoblog). Contudo, por padrão, cada instalação do WPMU aceita apenas um domínio.
Essa limitação complica a hospedagem de blogs em múltiplos domínios dentro de uma mesma instalação do WPMU. Para hospedar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://reflexoesdigitais.com.br/files/2009/09/wordpress_icon-300x267.jpg.png" rel="lightbox[602]"><img class="size-full wp-image-596 alignleft" src="http://reflexoesdigitais.com.br/files/2009/09/wordpress_icon-300x267.jpg.png" alt="wordpress_icon-300x267.jpg" width="180" height="160" /></a>O WPMU possui dois tipos de instalação, a recomendada é aquela que instala blogs em sub-domínios (http://nomeblog.dominio.com.br), a outra opção é a instalação por sub-diretórios (http://dominio.com.br/nomedoblog). Contudo, por padrão, cada instalação do WPMU aceita apenas um domínio.</p>
<p>Essa limitação complica a hospedagem de blogs em múltiplos domínios dentro de uma mesma instalação do WPMU. Para hospedar múltiplos domínios existem alguns pré-requisitos.</p>
<ol>
<li>Criar o Virtual Host do dominio a ser hospedado dentro do Apache;</li>
<li>Reiniciar o Apache;</li>
<li>Fazer um update no banco de dados do MU, dentro da ID do blog em questão, para atualizar as URLS do novo domínio;</li>
<li>Alterar o wp-config.php, por padrão vem configurado com o nome do domínio de instalação fixo, é necessario alterar para algo do tipo: $_SERVER['HTTP_HOST'];</li>
<li>Apontar o DNS para o IP do servidor WPMU;</li>
</ol>
<p>Executar essas tarefas manualmente é bastante trabalhoso e arriscado, qualquer erro pode comprometer toda a instalação do WPMU.</p>
<p>Com essa necessidade e a limitação apresentada, comecei a pesquisar o que já existia por ai de plugins que executassem essa tarefa. Encontrei apenas um &#8211; no WPMU DEV &#8211; o <a href="http://premium.wpmudev.org/project/domain-mapping" target="_blank">Domain Mapping</a> que não faz o trabalho completo. Dessa forma, eu e meus amigos desenvolvedores começamos a criar nosso próprio plugin &#8211; o <strong>Domain Manager</strong>. Que executa todas as operações necessárias para a migração de um blog para um novo domínio.</p>
<p>Seu uso é bastante simples, basta instala-lo na pasta mu-plugins e preencher as informações necessárias que o blog é renomeado e apontado para o novo domínio, com a criação do Virtual Host e Updates no banco, até um reload no Apache o plugin executa.</p>
<p>Um ponto forte desse plguin que o wp-admin &#8211; do novo blog &#8211; pode ser acessado pela própria URL do novo domínio, de fato, temos um blog &#8220;stand alone&#8221; funcionando dentro de uma única instalação de WPMU que hospeda N domínios.</p>
<p>Existe apenas uma particularidade nesse processo, a diferença entre uma instalação WPMU por sub-direório ou por sub-domínios.</p>
<ul>
<li><strong>instalação por subdomínio </strong>- não é possivel criar blogs do tipo: http://dominio.com.br/nomedoblog, é possível criar blogs do tipo http://dominio.com.br, http://subdominio.dominio.com.br, http://outrodominio.com.br, http://dominio.com, e assim por diante.</li>
<li><strong>instalação por subdiretório</strong> &#8211; é possível criar blogs na raiz do domínio, contudo o WPMU nessa modalidade insere um /blog em blogs criados na raiz impedindo a navegabilidade do mesmo. Blogs criados na raiz devem utilizar algum tipo de redirect para um blog do mesmo domínio hospedado em /alguma coisa. Por exemplo: http://dominio.com.br redirecionando para http://dominio.com.br/nomedoblog. Não é obrigatório criar blogs raiz para todos os domínios, isso é feito no caso do domínio principal ser divulgado e/ou ter alguma relevância em buscas on-line.</li>
</ul>
<p>Assim, automatizei o processo de criação de blogs em múltiplos domínios no WPMU. Ainda estou na tentativa de resolver o problema do /blog em blogs criados na raiz de uma instalação por subdiretório. Mas de resto o <strong>Domain Manager</strong> está funcionando muito bem.</p>
<p>Quem tiver interesse em saber mais informações sobre esse plugin entre em contato!</p>
<p>A seguir umas imagens que ilustram o funcionamento do Domain Manager, clique na primeira e navegue pela galeria.</p>
<div id="attachment_603" class="wp-caption aligncenter" style="width: 618px"><a href="http://static.rd.s3.amazonaws.com/reflexoesdigitais/files/2009/09/por_dir.jpg" rel="lightbox[602]"><img class="size-full wp-image-603  " src="http://static.rd.s3.amazonaws.com/reflexoesdigitais/files/2009/09/por_dir.jpg" alt="por_dir" width="608" height="265" /></a><p class="wp-caption-text">Instalação por diretório</p></div>
<p style="text-align: center">
<div id="attachment_604" class="wp-caption aligncenter" style="width: 609px"><a href="http://static.rd.s3.amazonaws.com/reflexoesdigitais/files/2009/09/por_dom.jpg" rel="lightbox[602]"><img class="size-full wp-image-604" src="http://static.rd.s3.amazonaws.com/reflexoesdigitais/files/2009/09/por_dom.jpg" alt="Instalação por domínio" width="599" height="303" /></a><p class="wp-caption-text">Instalação por domínio</p></div>
<div id="attachment_606" class="wp-caption aligncenter" style="width: 623px"><a href="http://static.rd.s3.amazonaws.com/reflexoesdigitais/files/2009/09/dm_home.jpg" rel="lightbox[602]"><img class="size-full wp-image-606" src="http://static.rd.s3.amazonaws.com/reflexoesdigitais/files/2009/09/dm_home.jpg" alt="Domain Manager - O primeiro passo é buscar o ID do blog que deseja renomear" width="613" height="293" /></a><p class="wp-caption-text">Domain Manager - O primeiro passo é buscar o ID do blog que deseja renomear</p></div>
<div id="attachment_607" class="wp-caption aligncenter" style="width: 619px"><a href="http://static.rd.s3.amazonaws.com/reflexoesdigitais/files/2009/09/dm_conf.jpg" rel="lightbox[602]"><img class="size-full wp-image-607" src="http://static.rd.s3.amazonaws.com/reflexoesdigitais/files/2009/09/dm_conf.jpg" alt="Domain Manager - Configuração do novo domínio" width="609" height="290" /></a><p class="wp-caption-text">Domain Manager - Configuração do novo domínio</p></div>
<div id="attachment_609" class="wp-caption aligncenter" style="width: 629px"><a href="http://static.rd.s3.amazonaws.com/reflexoesdigitais/files/2009/09/dm_exec.jpg" rel="lightbox[602]"><img class="size-full wp-image-609" src="http://static.rd.s3.amazonaws.com/reflexoesdigitais/files/2009/09/dm_exec.jpg" alt="Domain Manager  - Bloag renomeado e apontando pro dominio" width="619" height="427" /></a><p class="wp-caption-text">Domain Manager  - Bloag renomeado e apontando pro dominio</p></div>
<div class="feedflare">
<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/ReflexoesDigitaisV20?a=UNPytYLZds8:xRxEj4VCaSw:yIl2AUoC8zA"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/ReflexoesDigitaisV20?d=yIl2AUoC8zA" border="0"></img></a>
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		<title>Reflexões Digitais de Casa Nova</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 21:51:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
		<category><![CDATA[mudanca]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesses últimos tempos a vida anda bastante agitada, isso veio acontecendo em um crescente chegando a um ponto onde tudo mudou de uma vez só, ao mesmo tempo.
Sem problemas, mudanças me agradam, me incentivam a crescer ainda mais e a mudar algumas coisas que gostaria de ter mudado há tempos.
Uma delas é esse blog, desde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-medium wp-image-599 alignleft" src="http://reflexoesdigitais.com.br/files/2009/09/home-300x199.jpg" alt="CB045675" width="300" height="199" />Nesses últimos tempos a vida anda bastante agitada, isso veio acontecendo em um crescente chegando a um ponto onde tudo mudou de uma vez só, ao mesmo tempo.</p>
<p>Sem problemas, mudanças me agradam, me incentivam a crescer ainda mais e a mudar algumas coisas que gostaria de ter mudado há tempos.</p>
<p>Uma delas é esse blog, desde 2006 com o mesmo layout cada vez mais defasado, estava ainda na versão 1.3 do Wordpress, casa de ferreiro espeto de pau, como sempre.</p>
<p>Como nas últimas três semanas tenho trabalhado pesadamente em cima do Wordpress MU, junto com a &#8220;Nuvem&#8221; da Amazon; aproveitei para migrar o blog, a versão e o layout para esse novo mundo. Daqui uns dias vou falar sobre o Wordpress nas Nuvens, por enquanto ficamos com as novidades aqui do Reflexões e a minha promessa que voltarei a atualiza-lo com freqüencia.</p>
<p>Bem vindos ao recomeço e vamos nessa!</p>
<p><strong>OBS:</strong><br />
Ah! Esse é o tema Magazine Basic do &#8211; fera! &#8211; <a href="http://tinkerpriestmedia.com/" target="_blank">c.bovota</a>, impressionante como o mundo evolui rápido no Wordpress, hoje em dia o barato não são mais temas bonitos e sim, temas com funcionalidades, flexibilidade e customização.</p>
<p>Curti, esse ar de NYT no blog&#8230;</p>
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		<title>Liberdade de expressão, deixa eu falar FDP</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 20:49:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises]]></category>
		<category><![CDATA[Conjunturas]]></category>
		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[rede social]]></category>
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		<description><![CDATA[
A entrevista da Tessália Serighelli &#8211; a @twittess do twitter – para a Revista Playboy caiu como uma bomba sobre os egos dos amigos da blogosfera. Isso muito me lembra aquela velha discussão entre jornalistas e blogueiros. De fato, a justificativa é a mesma, incluive muito bem colocada pela Tessália na entrevista.
Evolução, esse é o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-588 alignleft" src="http://reflexoesdigitais.com.br/files/2009/09/Colltess.jpg" alt="Colltess" width="275" height="400" /></p>
<p>A entrevista da Tessália Serighelli &#8211; a <a href="http://twitter.com/twittess" target="_blank">@twittess</a> do twitter – para a Revista Playboy caiu como uma bomba sobre os egos dos amigos da blogosfera. Isso muito me lembra aquela velha discussão entre <a href="http://www.reflexoesdigitais.com.br/blog/2007/06/01/jonalistas-vs-blogueiros-essa-batalha-e-realmente-necessaria/" target="_blank">jornalistas e blogueiros</a>. De fato, a justificativa é a mesma, incluive muito bem colocada pela Tessália <a href="http://www.interney.net/blogs/alexprimo/2009/06/10/twittess_e_redes_sociais_uma_entrevista_/" target="_blank">na entrevista</a>.</p>
<p>Evolução, esse é o ponto para, aqueles que se auto intitulam pró bloggers &#8211; deuses dos deuses e unipotentes &#8211; reflitam. Talvez seja a hora de assistirem novamente aquele velho vídeo sobre a Geração C &#8211; que já virou a Geração C² &#8211; para uma reciclagem. Multipliquem aquele conceito muitas vezes, esse é o mundo que vivemos atualmente. Aquele mundo, mesmo muito novo para alguns, já é jurássico para a atualidade digital.</p>
<p><span id="more-584"></span><br />
Não adianta nada esse raciocínio feudal ou pastoral, a internet não é a Federação Russa de séculos atrás, tampouco a Igreja Universal, o internauta não é um servo, um fiel ou uma ovelha que segue apenas uma crença, rebanho ou política de forma cética, cega ou bossal. A oferta de conteúdo crescente e os diversos canais de veiculação on-line criaram a verdadeira democracia, inabalável e digital.</p>
<p>Chega a ser ridículo citar o clichê que diz que a internet moderna é comandada por VOCÊ, o internauta.</p>
<p>Não podemos partir do principio que blogueiro é uma profissão, isso é inaceitável, os blogs realmente interessantes são aqueles de profissionais que atuam em algum mercado e utilizam seus “veículos” para trocar experiências e conhecimento tornando publica questões de interesse especifico.</p>
<p>Esse clã xiita da blogosfera tupiniquim, que geralmente não exerce, ou cria nada de palpável gosta mesmo é de pegar alguém para Cristo, de falar mal, de reclamar. Pessoal, criem qualquer coisa que seja, além de textos cagadores de regra, auto promocionais e &#8211; muitas vezes &#8211; de cunho publicitário dichavado.</p>
<p>Parem de ficar sentados nas suas cavernas esperando a Microsoft mandar o release da próxima versão do Windows com um cheque anexado, para vocês falarem bem ou mal, isso pouco importa nesse tipo de acordo, o importante é escrever qualquer porcaria para o seu rebanho. Parem também de pichar o sucesso alheio, isso soa como recalque. Enfim, parem de escrever para si próprio, escrevam para seus leitores e assim conquistem novos leitores.</p>
<p>Dessa forma eu entendo a revolta da blogosfera em torno do sucesso da menina que tem mais quarenta mil seguidores no twitter. O sentimento de estar se tornando obsoleto, jurássico, de não conseguir transpor o sucesso obtido na blogosfera para o twitter certamente é muito frustrante.</p>
<p>Talvez esse seja o momento da virada, aqueles que construíram a blogosfera brasileira sem dúvidas têm a total capacidade, inteligencia, e acima de tudo, potencial para emplacar seu sucesso em novos canais que, hoje é o twitter, mas amanhã possivelmente será outro e na outra semana um totalmente diferente.</p>
<p>Não tratem seus leitores como “Homer Simpsons”, não acreditem que suas verdades sejam absolutas, não vistam a camisa do absolutismo do direito divino. Essa não é uma luta para medir forças e sim o poder de inovação, de adaptação. Esse é o darwinismo digital, evoluam, ou em pouco tempo só veremos pró bloggers nos Museus de Ciência Natural, lado a lado com os Tiranossauros.</p>
<p><strong>UPDATE</strong><br />
Devido a repercussão desse post, muito além da imaginada, cabem alguns esclarecimentos para evitar má interpretações:</p>
<p>1 – De forma alguma estou defendendo ou atacando pessoas, o intuito é discutir a liberdade de expressão de cada um dentro da rede que muitas vezes parece restrita a poucas tribos. O sucesso ou fracasso alheio não devem ser usados como arma e sim como aprendizado.</p>
<p>2 – Foram totalmente desconsiderados os métodos utilizados pela Thessália para conquistar sua legião de seguidores, assim como a qualidade do conteúdo por ela veiculado. Esse não é o cerne da questão discutida no post.</p>
<p>3 – Nunca cobrei um real para escrever, escrevo simplesmente porque gosto. Claro, mas quando escrevo para terceiros o mínimo que exijo é a liberdade de linkar conteúdo relevante escrito no meu blog. Não existe uma linha que seja patrocinada no meu blog, nunca ganhei participação publicitária em blogs de terceiros. Definitivamente esse não é meu ganha pão e sim meu hobby.</p>
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		<title>O melodrama midiático</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 20:43:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
				<category><![CDATA[Análises]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
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		<description><![CDATA[
Desde 1996 ouço falar sobre convergência, definitivamente este tema é um buzz tão batido quanto as frases de pára-choques de caminhão. Mesmo naquele passado longínquo, antes mesmo da bolha que dizimou centenas de empresas e projetos, os “experts” de plantão criam teorias e especulam em torno desse novo – agora nem tanto &#8211; e promissor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-590 alignleft" src="http://reflexoesdigitais.com.br/files/2009/09/2912107407_38d0553ace_m.jpg" alt="2912107407_38d0553ace_m" width="240" height="231" /></p>
<p>Desde 1996 ouço falar sobre convergência, definitivamente este tema é um buzz tão batido quanto as frases de pára-choques de caminhão. Mesmo naquele passado longínquo, antes mesmo da bolha que dizimou centenas de empresas e projetos, os “experts” de plantão criam teorias e especulam em torno desse novo – agora nem tanto &#8211; e promissor mundo onde tudo funcionará em diversos tipos de meios de mídia, juntos e ao mesmo tempo.</p>
<p><span id="more-583"></span></p>
<p>Contudo, também desde 1996, ouço que o preço para a convergência é alto, é necessário a promoção do holocausto da mídia convencional, é obrigatório que a internet seja o pilar de sustentação desse modelo e que a TV seja um meio de comunicação bilateral. Enfim, todas as teorias tornam a convergência algo impossível, amedrontadora e – acima de tudo – completamente utópica. Contudo, a convergência – não dos meios de mídia – está atuando bem antes de 1996, talvez desde a pré-história onde madeira e pedra se convergiram para se tornar um machado, sem a necessidade de extinguir nada para existir.</p>
<p>Últimamente, o que mais tenho lido em blogs  &#8211; daqueles mesmos “experts” – e até em veículos de credibilidade é o assustador momento que as mídias &#8211; ditas convencionais &#8211; vem passando. A maioria dos jornais americanos estão fadados ao fracasso – a crise desse país é mera coincidência – o NYT, por exemplo, já vendeu 75% dos seus imóveis – também é coincidência isso estar acontecendo em toda a América do Norte – e deve pagar uma divida de 400 milhões de dólares nos próximos dois meses para não fechar suas portas – qual empresa não deve uma fortuna ao Tio Sam?. A TV vem perdendo audiência de forma vertiginosa, as revistas e periódicos perdem cerca de 20% do seus leitores anualmente, uma verdadeira catástrofe midiática, e a culpa é de quem? Da internet e da sua canibal convergência.</p>
<p>Quando eu era criança, jurava que nos meus 30 anos – já ultrapassados – os carros voariam e que a comida seria comprada em cápsulas que se transformariam em belos pratos depois de 30 segundos no microondas, sonhos de criança, infundados e inocentes. Mas também eram sonhos em torno da convergência, do avião com o automobilismo, da gastronomia e da nano-tecnologia.</p>
<p>Por isso que essa discussão em torno da convergência me dá arrepios, virou algo do estilo auto-ajuda, como salvar a mídia convencional? Todos querem responder essa pergunta vislumbrando seu lugar ao sol, crendo que essa seja realmente uma verdade absoluta e que a solução para esse problema poderá mudar sua vida – ou sua conta bancária. A impressão que eu tenho é que unificaram duas discussões distintas. O fracasso da mídia convencional em nada tem a ver com a convergência, muito pelo contrario, a mídia convencional deve utilizar a convergência para evoluir, não para acabar.</p>
<p>Não posso concordar com tal insanidade, os jornais passam sim por maus momentos, a TV idem, as revistas um pouco menos, mas e a internet? Quantos bilhões de dólares já foram ralo abaixo com os cases da web?</p>
<p>Pergunto para os mesmos “experts” somos um meio de massa ou de nicho? Para os que consideram um meio de nicho, por favor interrompa sua leitura aqui.</p>
<p>Sendo um meio de nicho como a internet pode concorrer ou, até mesmo, asfixiar um meio de massa? Ok, sendo um meio de massa, porque não conseguimos capitalizar nossa audiência? Não podemos esquecer que a internet não corresponde nem a 5% do faturamento publicitário global. Ou seja, esmola.</p>
<p>Antes de mais nada, para a internet ameaçar meios com mais de 100 anos de história e um mercado totalmente consolidado o primeiro passo seria criar modelos de receita concretos, conscientes e viáveis. O que sustenta a rede? Banners? Em quantos banners você já clicou na vida, caro leitor? Agora, quantas Coca-cola, Marlboro, Volkswagen, Doritos, etc e tal foram vendidos com suas inserções na TV, Jornais e Revistas.</p>
<p>Estamos vivendo a mesma discussão de décadas atrás, quando a TV surgiu como ameaça para o Rádio. Me choca o fato do profissional moderno, conectado, e construtor da nova mídia ser tão prepotente, mal conseguimos consolidar nosso próprio mercado e já queremos achar soluções para o mercado alheio, francamente&#8230;</p>
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		<title>Wordpress Lover</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 18:30:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Diego Cox</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Wordpress]]></category>
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		<category><![CDATA[php]]></category>

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		<description><![CDATA[
Relamente a cada dia que passa sou mais fã do Wordpress. A versão 2.7 da plataforma realmente mudou o a visão de CMA do mercado. Não tenho dúvida que o WP é muito mais que uma plataforma de blogs, a cada versão estamos mais perto de um gestor completo de conteúdo para blogs, sites e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-596 alignleft" src="http://reflexoesdigitais.com.br/files/2009/09/wordpress_icon-300x267.jpg.png" alt="wordpress_icon-300x267.jpg" width="240" height="214" /></p>
<p>Relamente a cada dia que passa sou mais fã do Wordpress. A versão 2.7 da plataforma realmente mudou o a visão de CMA do mercado. Não tenho dúvida que o WP é muito mais que uma plataforma de blogs, a cada versão estamos mais perto de um gestor completo de conteúdo para blogs, sites e portais.</p>
<p>Trabalhando um pouco no maior gargalo da ferramenta &#8211; a escalabilidade &#8211; é possível ultrapassar a fronteira de gerenciador de blogs e criar soluções para customização de homes, integrações, layouts e padronização.</p>
<p>O vídeo abaixo é apenas um trailer de onde a ferramenta conseguiu chegar. A usabilidade administrativa deixa muito CMA de código fechado no chinelo, a flexibilidade no front-end facilita o desenvolvimento de layouts complexos e padronizados e o conceito de plugins possibilita uma vasta gama de possibilidades de integrações e desenvolvimento de soluções para requisitos específicos.</p>
<p>Realmente código é poesia, e o Wordpress o poeta.</p>
<p>[youtube vUDM4q7utGQ]</p>
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