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	<title>Blog RP</title>
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	<description>Todo mundo precisa de um RP</description>
	<lastBuildDate>Thu, 01 Feb 2024 18:50:05 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Blog RP</title>
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	<item>
		<title>Startups e Scale-ups ainda investem pouco em Relações Públicas [estudo]</title>
		<link>https://blogrp.todomundorp.com.br/2024/02/startups-e-scale-ups-ainda-investem-pouco-em-relacoes-publicas-estudo/</link>
					<comments>https://blogrp.todomundorp.com.br/2024/02/startups-e-scale-ups-ainda-investem-pouco-em-relacoes-publicas-estudo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Prochno]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Feb 2024 18:48:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Públicas]]></category>
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		<category><![CDATA[startups]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Investir em RP é para todas as empresas, e quanto antes este investimento começar, mais eficiente e melhores resultados ele trará.</p>
<p>O post <a href="https://blogrp.todomundorp.com.br/2024/02/startups-e-scale-ups-ainda-investem-pouco-em-relacoes-publicas-estudo/">Startups e Scale-ups ainda investem pouco em Relações Públicas [estudo]</a> apareceu primeiro em <a href="https://blogrp.todomundorp.com.br">Blog RP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Toda empresa que está em crescimento acelerado em algum momento ou vai se questionar se deve investir em Relações Públicas, ou vai ser forçada a fazer esse investimento diante de algum problema sério que enfrentará. O marketing (e todas as suas vertentes) são mais interessantes para a fase de <em>aquisição</em>, <em>brand awareness</em> e topo do funil, mas apenas aparentemente. Esse investimento, apesar de garantir resultados importantes no curto prazo, dificilmente é sustentável em médio e longo prazo.</p>



<p>São diversos os exemplos de empresas que, ao mudarem o foco de crescimento para rentabilidade, precisam otimizar os investimentos de marketing, reduzir suas equipes e fazer cada centavo de investimento valer mais. Quando este momento chega, a melhor opção é combinar os esforços de marketing com esforços de Relações Públicas.</p>



<p>Se pegarmos grandes exemplos de gigantes da tecnologia, como a <strong>Uber</strong> ou o <strong>iFood</strong>, elas passam por uma etapa inicial de investimentos pesados em marketing e, depois de um tempo, passam a combinar seus esforços de comunicação com as Relações Públicas. É parte natural do amadurecimento das empresas.</p>



<p><strong>Investir em RP é para todos, e quanto antes este investimento começar, mais eficiente e melhores resultados ele trará.</strong></p>



<p class="has-text-align-center has-white-color has-vivid-cyan-blue-background-color has-text-color has-background has-link-color has-medium-font-size wp-elements-10405ee1b7fb4d2f03fdeb96e4cba747"><strong>97% das respondentes acreditam que um projeto de RP bem executado é capaz de acelerar o crescimento da empresa.</strong></p>



<p>Pesquisa da Motim (<a href="https://drive.google.com/file/d/1sZODrkG5u7Zn_wttH2CZ6dwvsJXnFPYM/view" target="_blank" rel="noreferrer noopener">acesse aqui</a>) entrevistou as 100 empresas inovadoras mais relevantes do Brasil. Dos respondentes, 15% são startups, 11% são unicórnios e 45,5% são scale-ups. E é daqui que vamos partir nossa análise abaixo.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-f7c27dd04a5c66c0e5413d8488023a27"><strong><mark style="background-color:#fcb900" class="has-inline-color has-black-color">Investimento em RP amadurece com o tempo</mark></strong></p>



<p>90,9% das empresas de capital aberto ou unicórnios investem em Relações Públicas há mais de três anos &#8211; quanto mais maduro um negócio, mais ele tende a investir nessa área.</p>



<p>O inverso também é verdade: em Scale-ups e Startups, apenas 40%, aproximadamente, investem em RP há mais de três anos. Usualmente o grupo que investe a menos tempo em RP busca ajuda de agências especializadas, comportamento que cresce nos primeiros 3 anos de investimento na área e que depois cai, conforme as empresas adquirem maturidade e contratam pessoas mais Srs. para suas equipes.</p>



<p>Outro estudo, do Venture Capital &#8220;<a href="https://www.project-a.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Project A Ventures</a>&#8220;, mostra que startups na etapa de seed funding confiam em especialistas externos para suas estratégias de marketing e comunicação, tendência que muda de cenário conforme elas avança para as séries A e B, e que muda novamente conforme elas avançam a partir da série C de investimentos.</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="800" height="397" src="https://blogrp.todomundorp.com.br/wp-content/uploads/2024/02/image.jpeg" alt="" class="wp-image-14273" style="width:1156px;height:auto" srcset="https://blogrp.todomundorp.com.br/wp-content/uploads/2024/02/image.jpeg 800w, https://blogrp.todomundorp.com.br/wp-content/uploads/2024/02/image-300x149.jpeg 300w, https://blogrp.todomundorp.com.br/wp-content/uploads/2024/02/image-768x381.jpeg 768w, https://blogrp.todomundorp.com.br/wp-content/uploads/2024/02/image-360x180.jpeg 360w, https://blogrp.todomundorp.com.br/wp-content/uploads/2024/02/image-750x372.jpeg 750w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></figure>



<p class="has-small-font-size"><a href="https://www.linkedin.com/feed/update/urn:li:activity:7138145005583466496/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Source</a></p>



<p>Contar com especialistas no assunto pode parecer caro e complexo. É crescente no mundo, e ainda pouco difundido no Brasil, a contratação, na área de comunicação, de EaaS (Executives as a Service) ou de Fractionals, onde startups podem contratar profissionais experientes por uma fração do preço e apenas pelo tempo que realmente precisam deles. (<a href="https://share.hsforms.com/1Xsw0Pc1UTKekCRFnWRGFSQqe931" target="_blank" rel="noreferrer noopener">me envie uma mensagem e vamos conversar</a>)</p>



<p><strong><mark style="background-color:#fcb900" class="has-inline-color has-black-color">Assessoria de imprensa como primeiro contato</mark></strong></p>



<p>A clássica assessoria de imprensa é o primeiro contato das empresas com as Relações Públicas. Por ser a prática de mercado mais difundida, é por aqui que as startups começam a compreender o valor das Relações Públicas.</p>



<p>Segundo a pesquisa, outras frentes, como eventos, influenciadores e liderança inspiradora aparecem na sequência, e em patamares bem inferiores ao da assessoria de imprensa. Mas práticas que ainda são isoladas e focadas em resultados quantitativos e não qualitativos.</p>



<p><strong><mark style="background-color:#fcb900" class="has-inline-color has-black-color">Relações Públicas como mentalidade</mark></strong></p>



<p>É interessante notar que ainda é muito tímida a adoção por empresas, independentemente do tamanho, das Relações Públicas como mentalidade para a construção de negócios. Mais do que um punhado de ferramentas, trazer os públicos e pensar suas relações para o centro da tomada de decisões de negócio é um diferencial competitivo que se torna mais relevante a cada dia.</p>



<p>Construir relações de confiança sólidas só trazem benefícios para as startups, como o aumento do seu valuation, recall com públicos de interesse, diminuição do custo de aquisição e aumento de receita recorrente, para citar algumas.</p>



<p><strong>Da capacidade de atrair os melhores talentos, passando pela construção de awareness e credibilidade, e chegando à mitigação de riscos, crises e regulações ruins, as Relações Públicas são o caminho mais eficaz.</strong></p>



<p>As empresas que mais sofrem escrutínio público no mundo, tendem a ter mentalidades de relações públicas mais desenvolvidas e aplicadas em diferentes frentes do negócio, mas ainda inclinadas às relações com reguladores. Uber, Meta, Google e Amazon são alguns exemplos desde o tempo em que ainda eram pequenas.</p>



<p>Meu trabalho tem sido ajudar startups e scale-ups &#8211; a partir do seeding round -, a pensar estrategicamente, desde o começo, a sua atuação com a mentalidade de RP presente. O que tenho visto, é que apesar do pouco conhecimento do C-level sobre o assunto, ele passa a fazer parte de mais conversas e reflexões sobre um importante caminho a ser explorado.</p>



<p class="has-text-align-center has-white-color has-luminous-vivid-amber-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-12f4711a7faa25f20072409deabfc682"><strong>Agende uma conversa comigo, sem compromisso, <a href="https://share.hsforms.com/1Xsw0Pc1UTKekCRFnWRGFSQqe931" target="_blank" rel="noreferrer noopener">clique aqui</a>.</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>&#8220;Gestação&#8221; de uma crise: o caso Braskem</title>
		<link>https://blogrp.todomundorp.com.br/2023/12/gestacao-de-uma-crise-o-caso-braskem/</link>
					<comments>https://blogrp.todomundorp.com.br/2023/12/gestacao-de-uma-crise-o-caso-braskem/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Prochno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Dec 2023 08:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cases]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[RP]]></category>
		<category><![CDATA[Braskem]]></category>
		<category><![CDATA[Crise]]></category>
		<category><![CDATA[gestão de crise]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Públicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Falar de crise ainda é um tabu no mercado. Olhar para casos recentes nos ajuda a analisar o que devemos adotar e o que evitar em casos assim.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<pre class="wp-block-code"><code>Este longo texto propõe uma reflexão não extensiva sobre o caso das minas de sal-gema da Braskem em Maceió do ponto de vista da comunicação corporativa e baseado nos eventos observáveis pelo público (via imprensa, internet, etc).</code></pre>



<p>No dia 29 de novembro, a Defesa Civil de Maceió (AL), <a href="https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2023/11/defesa-civil-ve-risco-iminente-de-colapso-em-mina-da-braskem-em-maceio.shtml"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color">emitiu um alerta sobre a iminência do desabamento</mark></a> de um dos poços da mina de exploração de sal-gema da Braskem na cidade. Os dias que seguem esta data (até a publicação deste post), mostram uma sucessão de decisões que apontam para um desalinhamento entre departamentos da empresa, postura conflitante com a narrativa que a Braskem tenta construir, e consequências desastrosas para a &#8220;geração de valor ao acionista&#8221; que, em última instância, é o foco de qualquer corporação privada (e sem juízo de valor aqui).</p>



<p>As Relações Públicas/Comunicação Corporativa não é a responsável por contornar sozinha este tipo de problema. É usual que os departamentos de comunicação enfrentem dificuldade em ter voz ativa na mesa de tomada de decisões de problemas dessa magnitude &#8211; mas olhando sob essa ótica, estamos diante de um caso interessante e que nos traz inúmeras reflexões sobre posturas que defendemos que devemos adotar, e aquelas que efetivamente as empresas adotam em situações de risco.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p></p>
<cite><strong><em>Em 12 dias as ações da Braskem na B3 caíram mais de 20%, tirando R$3.5bi de valor de mercado da companhia.*</em></strong></cite></blockquote>



<p><strong><mark style="background-color:#0693e3" class="has-inline-color">Contexto</mark></strong></p>



<p>No caso de Maceió, a iminência de colapso englobava uma área de aproximadamente 20% do território da cidade, abrangendo cinco bairros da capital. Vinte por cento. A exploração de sal-gema (saiba mais no vídeo abaixo) iniciou-se em 1979 e foi encerrada em 2019, quarenta anos depois, e logo após a divulgação de um relatório do Serviço Geológico do Brasil, vinculado ao Governo Federal, indicando que a responsabilidade pelo afundamento do solo na região é da Braskem &#8211; o que afetou mais de 15 mil imóveis, e mais de 60 mil famílias de 5 bairros da capital alagoana.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="jeg_video_container jeg_video_content"><iframe title="Maceió: Entenda como a exploração da Braskem levou ao afundamento do solo" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/9cIHJDHzhTE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<p></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><strong><mark style="background-color:#fcb900" class="has-inline-color has-black-color">Oportunidade perdida: controlar a narrativa</mark></strong></p>



<p>Com base na minha experiência, a maior oportunidade perdida pela Braskem nessa jornada foi a de controlar a narrativa, mesmo que não conseguisse ditar completamente o caminho que ela seguiria.</p>



<p>O quadro abaixo mostra os principais acontecimentos do caso. Se olharmos com atenção, nos primeiros 5 dias a empresa opta por enviar notas à imprensa, com conteúdo vago e que ocuparam pouco espaço na cobertura jornalística, mesmo com o assunto ocupando as principais manchetes do noticiário.</p>



<p>E não debato aqui a decisão adotada pela empresa, de seguir com notas, ao invés de colocar um executivo para dar entrevistas, mas a efetividade do caminho adotado foi baixíssima frente ao tamanho da atenção que o tema recebia. Balizar bem o poder da resposta (em tom, tamanho e mais) é fundamental para ancorar o debate de forma adequada e conseguir controlar a conversa, não ser dragado por ela.&nbsp;</p>



<p>A postura adotada contrasta muito, de maneira ruim, com a narrativa adotada pela Braskem. ESG é um dos principais destaques de seu site, que ainda evidencia sua &#8220;inovação sustentável, responsabilidade social e direitos humanos, combate às mudanças climáticas e ecoeficiência operacional&#8221;, ignorando completamente a narrativa que a empresa tenta emplacar ao longo dos anos.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://blogrp.todomundorp.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Captura-de-Tela-2023-12-01-as-17.13.52-1.png"><img decoding="async" width="986" height="556" data-id="14245" src="https://blogrp.todomundorp.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Captura-de-Tela-2023-12-01-as-17.13.52-1.png" alt="" class="wp-image-14245" srcset="https://blogrp.todomundorp.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Captura-de-Tela-2023-12-01-as-17.13.52-1.png 986w, https://blogrp.todomundorp.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Captura-de-Tela-2023-12-01-as-17.13.52-1-300x169.png 300w, https://blogrp.todomundorp.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Captura-de-Tela-2023-12-01-as-17.13.52-1-768x433.png 768w, https://blogrp.todomundorp.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Captura-de-Tela-2023-12-01-as-17.13.52-1-750x423.png 750w" sizes="(max-width: 986px) 100vw, 986px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://blogrp.todomundorp.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Captura-de-Tela-2023-12-01-as-17.08.00-1.png"><img decoding="async" width="760" height="384" data-id="14244" src="https://blogrp.todomundorp.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Captura-de-Tela-2023-12-01-as-17.08.00-1.png" alt="" class="wp-image-14244" srcset="https://blogrp.todomundorp.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Captura-de-Tela-2023-12-01-as-17.08.00-1.png 760w, https://blogrp.todomundorp.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Captura-de-Tela-2023-12-01-as-17.08.00-1-300x152.png 300w, https://blogrp.todomundorp.com.br/wp-content/uploads/2023/12/Captura-de-Tela-2023-12-01-as-17.08.00-1-750x379.png 750w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></a></figure>
<figcaption class="blocks-gallery-caption wp-element-caption">Capas do UOL nos dias próximos ao acontecimento</figcaption></figure>



<p><strong><mark style="background-color:#0693e3" class="has-inline-color">Opção pelo &#8220;silêncio&#8221;</mark></strong></p>



<p>A opção pelo &#8220;silêncio&#8221; foi dominante nos primeiros dias, com poucas notas, muitas vezes <a href="https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2023/12/03/braskem-nunca-assumiu-responsabilidade-por-afundamento-de-solo-em-maceio.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color">questionadas</mark></a> pela própria imprensa. Como desdobramento, a empresa também optou por retirar sua participação da COP28, evitando exposição e mais desgastes &#8211; eu tomaria a mesma decisão diante da situação.</p>



<p>Entretanto, foi apenas no quinto dia após o início da crise que Roberto Bischoff, diretor-presidente da Braskem, fez um comentário sobre o caso, de forma <a href="https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2023/12/politica-distorce-informacoes-diz-presidente-da-braskem-sobre-desastre-em-maceio.shtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color">corriqueira </mark></a><a href="https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2023/12/politica-distorce-informacoes-diz-presidente-da-braskem-sobre-desastre-em-maceio.shtml"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color">em um evento da indústria</mark></a>. Na ocasião ele disse:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Infelizmente, [esse tema] entra em alguma situação política que a gente acaba tendo informações distorcidas, redes sociais.&#8221;</p>
<cite>Roberto Bischoff, diretor-presidente da Braskem</cite></blockquote>
</blockquote>



<p>O destaque não foram as pessoas afetadas, não foi o meio ambiente, não foi a humanização da situação &#8211; foi a política!</p>



<p>Nos primeiros dias do caso também proliferaram nas redes sociais críticas pela falta de transparência da empresa sobre o caso. Em um <a href="https://www.braskem.com.br/alagoas" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color">hotsite de difícil acesso</mark></a>, e que depois passou a ser promovido em resultados de busca, a empresa passou a produzir e publicar conteúdo &#8220;atrasado&#8221; com o histórico do ocorrido. Ao passo que o hotsite poderia ser uma poderosa ferramenta de &#8220;controle&#8221; de narrativas e informação, a demora em publicizar e centrar o debate por lá tornou a iniciativa pouco eficaz.</p>



<p>A própria narrativa do hotsite foca mais em enaltecer pontos da Braskem que estão sendo questionados pela atual situação do que re-ancorar o debate ou baixar a temperatura do caso.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh7-us.googleusercontent.com/U9zWAKHd-gNsS52DhV2ToVLnNfq7aDFRWGOWZHzPnI8KEfbltZpMRqT9hKfEPyW3OBSY8pDjqYd7fGLZZO95Ydos6kdpa6Ez79dopCTD2xoNUcROk--4UavAoriqh7NeNpH9T1jnG_uVNSmWHvgYSNM" alt=""/></figure>



<p><strong><mark style="background-color:#fcb900" class="has-inline-color has-black-color">Valor ao acionista</mark></strong></p>



<p>Do ponto de vista de geração de valor ao acionista, base do capitalismo (sem crítica alguma), o caso também parece um desastre. Desde o início dos problemas a <a href="https://www.moneytimes.com.br/braskem-brkm5-espera-concluir-no-inicio-de-2024-plano-de-realocacao-e-compensacao-de-moradores-de-maceio/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color">Braskem já provisionou <strong>R$ 14,4 bilhões</strong> para os eventos relacionados ao afundamento do solo de Maceió</mark></a>. Esse valor é 3,5x maior do que o <a href="https://www.maceio.al.leg.br/noticia/camara-aprova-orcamento-de-maceio-2023-por-unanimidade-22-12-2022-17-29-685" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color">orçamento anual do </mark></a><a href="https://www.maceio.al.leg.br/noticia/camara-aprova-orcamento-de-maceio-2023-por-unanimidade-22-12-2022-17-29-685"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color">município</mark></a> para 2023. Fora o valor empenhado para contornar a situação, nos dias que seguiram o caso, <a href="https://einvestidor.estadao.com.br/ultimas/braskem-brkm5-perde-bilhoes-valor-de-mercado/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color">as ações da Braskem despencaram mais de 20%, <strong>varrendo R$ </strong></mark></a><a href="https://einvestidor.estadao.com.br/ultimas/braskem-brkm5-perde-bilhoes-valor-de-mercado/"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color"><strong>3.5 bilhões de valor de mercado da companhia</strong></mark></a> &#8211; quase a totalidade do orçamento do município. </p>



<p class="has-text-align-right" style="font-size:10px"><em>&#8220;provisionar significa que ela reservou e carimbou como dinheiro destinado para os desdobramentos deste caso.&#8221;</em></p>



<p>Além disso a B3, bolsa de valores, removeu a Braskem do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), em mais um dano à imagem e reputação da empresa. A parte interessante é que mesmo injetando 14 bilhões de reais em ações para &#8220;remediar&#8221; problemas decorrentes de sua exploração, ela <a href="https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2023/12/03/braskem-nunca-assumiu-responsabilidade-por-afundamento-de-solo-em-maceio.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">não assume efetivamente </a><a href="https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2023/12/03/braskem-nunca-assumiu-responsabilidade-por-afundamento-de-solo-em-maceio.htm">responsabilidade sobre o caso</a>.</p>



<p><strong>Confiança é um ativo que demoramos para conquistar e que perdemos muito rápido</strong>. Tendo passado por empresas como Uber, Meta e iFood e participado destes fóruns de tomada de decisão, sei que isso nunca é tarefa simples ou consenso, mas é inevitável pensar quanto os investimentos antecipados em comunicação poderiam ter evitado de perda para a empresa já que prevenir é sempre melhor do que remediar. Reconstruir a imagem e a reputação de qualquer instituição é um trabalho longo e que demanda muito esforço e tempo.&nbsp;</p>



<p><strong><mark style="background-color:#fcb900" class="has-inline-color has-black-color">A briga do Jurídico e da Comunicação</mark></strong></p>



<p>Este, pra mim, é o ponto central de qualquer gestão de crises, hoje. Minha experiência mostra que quanto mais próximos estiverem os departamentos de Comunicação Corporativa e Jurídico, melhor são os resultados globais para a empresa. Se Políticas Públicas também fizer parte deste grupo, melhor ainda.</p>



<p>Mas historicamente os advogados jogam o jogo com o regulamento embaixo do braço. E isso faz sentido do ponto de vista jurídico. Aqui, assumo que a Braskem está realmente respaldada por todas as documentações e negociações que se desenvolveram ao longo dos anos &#8211; indepentende de serem boas ou ruins para a sociedade. <a href="https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2023/12/03/braskem-nunca-assumiu-responsabilidade-por-afundamento-de-solo-em-maceio.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Provavelmente</a><a href="https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2023/12/03/braskem-nunca-assumiu-responsabilidade-por-afundamento-de-solo-em-maceio.htm"> ela não assume responsabilidade pelo caso pois</a>, de fato, pela negociação feita, ela cumpre com tudo o que foi acordado para a exploração do sal-gema.</p>



<p>Entretanto, em 2023 estamos cansados de saber que apesar da condenação no judiciário ser incerta, a condenação pela opinião pública é mais veloz e mais custosa &#8211; independente do resultado dos tribunais (e usualmente esses resultados são diferentes).</p>



<p>Antecipar o debate e endereçar de forma rápida a opinião pública e grupos de interesse e de pressão da empresa ajudam, e muito, a diminuir a latência sobre o tema, a desconfiança contra a empresa e também os danos à reputação e à imagem da corporação. E responder de forma adequada à opinião pública não precisa conflitar com as necessidades do departamento jurídico. Encontrar o meio termo entre transparência e respaldo jurídico é um exercício que demanda empenho e empatia de todos.</p>



<p>Uma nota que poderia ter saído rapidamente da Braskem, ainda em novembro e sem abrir flancos jurídicos, é:</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-default is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p></p>
<cite><em>&#8220;Na Braskem, estamos cientes dos acontecimentos recentes nas minas de sal-gema em Maceió (AL). A nossa prioridade é trabalhar em parceria com as autoridades e com o poder público para prestar toda a atenção e acolhimento necessários para os moradores da região. Ao todo estamos investindo mais de R$14 bilhões em ações de amparo, e o nosso foco segue sendo a manutenção da integridade das minas, os supostos impactos ao Meio Ambiente e a atenção à população local. Todas as atualizações sobre o caso podem ser acompanhadas em braskem.com.br/alagoas&#8221;</em></cite></blockquote>



<p style="font-size:8px">(em duas ou três revisões da até pra ficar bem melhor do que isso)</p>



<p><strong><mark style="background-color:#0693e3" class="has-inline-color">Briga política</mark></strong></p>



<p>O contexto político envolvendo o caso se estende muito além do que conseguimos compreender aqui de fora (mais, <a href="https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2023/12/politica-distorce-informacoes-diz-presidente-da-braskem-sobre-desastre-em-maceio.shtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color">aqui</mark></a>). Fato é que a empresa foi <a href="https://www.estadao.com.br/politica/cpi-da-braskem-maceio-alagoas-sera-instalada-na-proxima-terca-feira-12-nprp/"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color">draga</mark></a><a href="https://www.estadao.com.br/politica/cpi-da-braskem-maceio-alagoas-sera-instalada-na-proxima-terca-feira-12-nprp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-vivid-cyan-blue-color">da ao centro de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Senado Federal</mark></a>. Mais um episódio que vai manter a empresa nos noticiários, demandar depoimento de funcionários e pode afetar ainda mais a imagem, reputação e valor de mercado da Braskem. Para a comunicação, mais uma frente que demandará atenção e esforços da empresa e dividirá recursos com uma situação que ainda está em evolução.</p>



<p><strong><mark style="background-color:#fcb900" class="has-inline-color has-black-color">É complicado, mas já temos escola</mark></strong></p>



<p>Navegar uma crise é algo extremamente complexo. Quem está de fora sempre tem as melhores soluções. &#8220;Especialistas no assunto&#8221; vemos aos montes, mas o fato é que são poucos os profissionais com bagagem e experiência suficientes em temas de repercussão nacional &#8211; e de fato crises, não problemas.&nbsp;</p>



<p><strong>Falar de crise ainda é um tabu no mercado</strong>. Neste ano, como jurado da categoria de &#8220;Gestão de Crises&#8221; do <a href="https://premioaberje.com.br/jurados/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Prêmio Aberj</a><a href="https://premioaberje.com.br/jurados/">e</a>, analisamos quatro cases inscritos, e foi fácil identificar dois grandes grupos de cases: dois deles focando na revisão/estruturação de comitês de crise, algo louvável, e dois outros de gestão efetiva de crises. O prêmio ficou dois anos sem receber inscrições para esta categoria, e é justamente o olhar para o que passou, de bom e de ruim, que nos ajuda a refletir, melhorar e evoluir. Mas ainda é praxe do mercado apenas falar sobre um case quando as coisas terminam &#8220;bem&#8221;. Uma pena (e faço minha mea-culpa aqui).</p>



<p>Com o passar dos anos aprendemos que conquistar a &#8220;licença social para operar&#8221; é um dos objetivos mais relevantes de uma empresa que está no centro dos debates ou que têm grande impacto na sociedade. Esse trabalho passa necessariamente pela construção de uma relação de confiança sólida. Narrativas são importantes neste processo, mas são apenas uma pequena parcela da equação. E mesmo com muitos exemplos para nos inspirar, vemos cada vez mais e mais ações ruins de gestão de crises.</p>



<p>Só se preparar com um manual bonito e alguns statements prontos não é o suficiente. É preciso garantir que o plano posto no papel (que tudo aceita), é realmente realista e condizente com a realidade em que vivemos hoje, de velocidade de informação e constante cobrança da responsabilidade das empresas. <strong>Nos dias de hoje é preciso ser intencional</strong>.&nbsp;</p>



<p>Empresas que apenas declaram publicamente que &#8220;estão acompanhando&#8221; uma situação, sem humanizar e se conectar de verdade com o leitor, com a sociedade, vão ficar para trás, vão sofrer danos reputacionais e vão penar para reconquistar a confiança da sociedade e o valor ao acionista.&nbsp;</p>



<p style="font-size:10px"><em>*Período analisado: de 29 de novembro de 2023 ao fechamento do mercado em 11 de dezembro do mesmo ano com queda de R$ 4,41 por ação da BRKN5.</em> </p>



<p style="font-size:10px">E deixando um agradecimento especial para Jardel, Carol Andreis, Ana Manssour e Laura pelos pitacos e revisão do texto</p>
<p>O post <a href="https://blogrp.todomundorp.com.br/2023/12/gestacao-de-uma-crise-o-caso-braskem/">&#8220;Gestação&#8221; de uma crise: o caso Braskem</a> apareceu primeiro em <a href="https://blogrp.todomundorp.com.br">Blog RP</a>.</p>
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		<title>Pesquisa Motim traz insights interessantes para o mercado de RP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Prochno]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Nov 2023 20:11:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[RP]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[motim]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Motim publicou recentemente a primeira edição de uma pesquisa que foca em entender o consumo de serviços de RPs por empresas do mercado &#8211; com recorte das &#8220;100 empresas inovadoras mais relevantes&#8221; (também estou curioso para saber que lista é essa). Pesquisas assim são super interessantes e ajudam a compreender a maturidade e para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p>A Motim publicou recentemente a primeira edição de uma pesquisa que foca em entender o consumo de serviços de RPs por empresas do mercado &#8211; com recorte das &#8220;100 empresas inovadoras mais relevantes&#8221; (também estou curioso para saber que lista é essa). Pesquisas assim são super interessantes e ajudam a compreender a maturidade e para onde caminha a área de RP, especialmente dentro deste que é (se estou assumindo corretamente o perfil da amostra), o segmento mais ousado ou mais &#8220;prafrentex&#8221; do mercado.</p>



<p>E os dados da pesquisa mostram, por um lado, uma mesmice alarmante, e por outro, novidades interessantes.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-default is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p></p>
<cite>Você pode baixar o conteúdo completo do estudo, de graça, no <a href="https://conteudo.motim.cc/download-pesquisa-pr-mercado-inovacao-2024">site da Motim</a>.</cite></blockquote>



<p><strong>Quem cuida da estratégia</strong></p>



<p>O primeiro dado interessante de olhar é &#8220;quem cuida da estratégia de RP da empresa&#8221;, e o contraste com o tempo que a empresa investe em RP. Segundo a pesquisa, para <strong>empresas que investem em RP há menos de 1 ano, apenas 40% delas delegam a estratégia para agências</strong>. O que, segundo os dados da pesquisa, nos leva a entender que 60% fazem isso internamente ou com a ajuda de um consultor externo.</p>



<p>O percentual de empresas que delegam a estratégia para agências especializadas salta para 72%, entre empresas que investem há entre 1 e 3 anos em RP, e volta para 62,3% para as empresas que investem em RP há mais de 3 anos.</p>



<p>Interessante notar que, novamente assumindo corretamente o recorte que a pesquisa estudou, empresas novas internalizam tal assunto logo no início, buscam rapidamente por ajuda quando estão crescendo rapidamente e depois, com mais maturidade sobre o assunto ou com um time interno &#8220;sênior&#8221;, encontram um equilíbrio mais adequado ao caminho para a maturidade. Algo que vi em todas as empresas assim pelas quais passei &#8211; Uber, Meta e iFood.</p>



<p><strong>Boa e velha assessoria de imprensa</strong></p>



<p>E coloco o subtítulo assim, pois cruzo com outro dado interessante da pesquisa &#8211; e o que mais me chamou a atenção: 90% dos entrevistados dizem que investem em assessoria de imprensa, clássica, com as demais ferramentas mais utilizadas sendo eventos, influenciadores e &#8220;liderança inspiradora&#8221;. Ao mesmo tempo, 66% dos entrevistados dizem que &#8220;sucesso em RP&#8221; é o<strong> volume de matérias publicadas na imprensa</strong> &#8211; atrás apenas de audiência alcançada com as ações.</p>



<p>Ver que números pontuais, quantitativos, que pouco traduzem qualidade, efetividade, contexto ou relevância do trabalho de RP, ainda são os mais relevantes para medir o trabalho de RP, é algo preocupante e deveria servir de alerta para os gestores de RP das agências e das empresas.</p>



<p>A mensuração em RP segue sendo um desafio para todo o mercado, sem um modelo difundido e consolidado mas, hoje, temos muito mais capacidade para identificar &#8220;KPIs&#8221; que sejam relevantes e importantes para a empresa. Dado corroborado pela própria pesquisa, que mostra que quase 50% dos respondentes não sabem mensurar o impacto de PR.</p>



<p><strong>Satisfação com RP pode destravar negócios</strong></p>



<p>Outros dois dados importantes de olharmos conjuntamente falam sobre a satisfação dos gestores com os resultados atingidos por PR, e como essa satisfação aumenta os investimentos em iniciativas para além da &#8220;assessoria de imprensa&#8221;.</p>



<p>Um terço dos respondentes se declararam indiferentes ou insatisfeitos com os resultados atingidos. Ao mesmo tempo, segundo a pesquisa, gestores satisfeitos com o trabalho de PR tendem a investir em mais frentes de comunicação como a construção de comunidades, liderança inspiradora e projetos com influenciadores. Claramente um ponto importante para gestores de comunicação e para dirigentes de agências.</p>



<p>Como destacou Silas Colombo, CCO da Motim, no texto final, parte da solução passa por garantir conversas e alinhamento entre as equipes de negócio das empresas e as de comunicação. Ambas estratégias precisam estar alinhadas. Comunicação isoladamente, por mais linda que seja, não serve de muita coisa se não gerar resultados para a empresa. E é papel da alta liderança das empresas garantirem que este alinhamento seja feito.</p>
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		<title>Guia para 1:1s que funcionam (baixe grátis)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Prochno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Nov 2023 13:25:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaques]]></category>
		<category><![CDATA[feedback]]></category>
		<category><![CDATA[performance]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Públicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ambientes seguros, relações profissionais próximas, transparência e objetivos claros fazem com que times trabalhem melhor, sejam mais eficientes e inovadores. E segundo especialistas, as reuniões de feedback, ou 1:1s, são fundamentais para isso.</p>
<p>O post <a href="https://blogrp.todomundorp.com.br/2023/11/guia-para-11s-que-funcionam-baixe-gratis/">Guia para 1:1s que funcionam (baixe grátis)</a> apareceu primeiro em <a href="https://blogrp.todomundorp.com.br">Blog RP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center has-medium-font-size"><em>Ambientes seguros, relações profissionais próximas, transparência e objetivos claros fazem com que times trabalhem melhor, sejam mais eficientes e inovadores. E segundo pesquisadores, as reuniões de feedback, ou 1:1s, são fundamentais para isso.</em></p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="has-small-font-size">Dois dos papéis mais importantes de qualquer pessoa que lidera equipes são (i) garantir que seu time esteja saudável e (ii) que esteja performando bem. A segunda (performance) é normalmente medida pelos indicadores definidos no planejamento das empresas e seus departamentos. Já a primeira é mais complexa. Pesquisas de clima tentam encontrar uma métrica comum; a &#8220;people analytics&#8221; tenta colocar seres múltiplos e diversos em números comparáveis (papo pra outra reflexão), por exemplo. Mas o fato é que isso precisa ser um trabalho artesanal e constante.</p>



<p style="font-size:13px">Pesquisas sobre o assunto mostram que gestores que negligenciam esses encontros com seus liderados perdem a oportunidade de ter um time mais eficiente, que performa melhor, e que tenha segurança psicológica e confiança uns nos outros. (<a href="https://hbr.org/2022/11/make-the-most-of-your-one-on-one-meetings">Harvard Business Review</a>)</p>



<p>Ao longo dos meus 20 anos de carreira em empresas como Uber, Meta (Facebook, WhatsApp e Instagram) e iFood, eu estive tanto no papel de ter conversas desse tipo com as pessoas que estavam acima de mim, quanto com aquelas que reportavam pra mim. E eu aprendi duas coisas importantes:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li style="font-size:13px">É preciso <strong>dedicação e empenho de ambos</strong> para que as conversas sejam realmente significativas para desenvolvimento. 1:1s demandam energia e preparo de líderes e liderados</li>



<li style="font-size:13px">É preciso <strong>maturidade</strong> para <a href="https://blogrp.todomundorp.com.br/2021/10/como-construir-confianca-frances-frei/">construir confiança</a>, se vulnerabilizar e se conectar com a pessoa do outro lado &#8211; e quando isso acontece os resultados são incríveis</li>
</ol>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-default has-medium-font-size is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow" style="font-style:normal;font-weight:700">
<p></p>
<cite>Na construção de um ambiente saudável, líderes e liderados têm responsabilidade</cite></blockquote>



<p>Alguns autores dizem que o processo de feedback de desenvolvimento precisa ser liderado pelo &#8220;subordinado&#8221;, eu vejo de maneira diferente. Trata-se de uma relação entre duas pessoas, logo, ambas precisam se dedicar e se comprometer com o desenvolvimento individual e coletivo da relação.</p>



<p>Uma linha de defesa é de que, ao delegar ao liderado a agenda e controle da reunião, esse passa a ter mais autonomia sobre seu trabalho e a criação de soluções para tal. Entretanto é possível atingir o mesmo objetivo compartilhando responsabilidades. Claro que, em última instância, como líder você quer que o seu liderado ocupe mais espaço das reuniões de feedback. Mas isso pode acontecer com ambas as partes compartilhando responsabilidades, se abrindo e dialogando. Ou seja, construindo confiança.</p>



<p>O líder tem papel fundamental em quebrar o gelo e puxar a construção do espaço seguro para ambos. Traga tanto um exemplo pessoal do que tem rolado na sua vida, quanto um ponto profissional com o qual você tem sentido dificuldade.</p>



<blockquote class="wp-block-quote has-medium-font-size is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow" style="font-style:normal;font-weight:700">
<p></p>
<cite>1:1 não é reunião de acompanhamento de tarefas</cite></blockquote>



<p>As conversas de feedback, ou 1:1s, como empresas de tecnologia gostam de chamar, são encontros entre líderes e liderados que <strong>deveriam</strong> ser focados principalmente no desenvolvimento de ambos, e na construção da jornada de carreira dentro da empresa. Eu destaquei &#8220;deveriam&#8221; pois usualmente essas conversas viram reuniões de acompanhamento de tarefas e metas, desperdiçando tempo valioso para alinhamentos e conexão entre as pessoas.</p>



<p>É muito fácil este encontro focar em assuntos de trabalho, e tudo bem DESDE QUE não haja nada de desenvolvimento pessoal para ser endereçado. Uma vez por mês pelo menos eu proativamente peço exemplos bons e ruins dos últimos 30 dias. Isso garante que receba os pontos que preciso melhorar e que eu transmita aqueles que precisam ser trabalhados pela minha equipe.</p>



<blockquote class="wp-block-quote has-medium-font-size is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow" style="font-style:normal;font-weight:700">
<p></p>
<cite>Um modelo fácil e funcional</cite></blockquote>



<p>Para te ajudar a ter conversas de feedback melhores e mais produtivas eu criei um modelo fácil, prático e funcional que usei ativamente com as pessoas que liderei. Eu também usava este modelo para acompanhar as minhas conversas com meus superiores.</p>



<p>O modelo é baseado na experiência da <a href="https://coda.io/@jessica-powell/jessica-powells-guide-to-great-one-on-ones">Jessica Powel</a>, que foi VP de comunicação e políticas públicas do Google por 11 anos. Ele é organizado em três partes:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Alinhamento de expectativas das partes</li>



<li>Os acordos entre ambos</li>



<li>A agenda do encontro</li>
</ol>



<p>2023 está chegando ao fim, e com ele vários ciclos de análise de performance se iniciam. Nunca é tarde para começar a ter conversas mais produtivas. Clique abaixo para fazer o download do modelo que preparei para melhorar as suas reuniões de feedback.</p>



<div class="wp-block-buttons is-content-justification-center is-layout-flex wp-container-core-buttons-is-layout-51f7783f wp-block-buttons-is-layout-flex">
<div class="wp-block-button has-custom-width wp-block-button__width-100 has-custom-font-size is-style-fill has-medium-font-size"><a class="wp-block-button__link has-black-color has-luminous-vivid-amber-background-color has-text-color has-background has-link-color has-text-align-center wp-element-button" href="https://mailchi.mp/080b2507dcb8/guia-11s-que-funcionam" target="_blank" rel="https://mailchi.mp/080b2507dcb8/guia-11s-que-funcionam noopener">Clique aqui para baixar</a></div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>O que ser vendedor me ensinou sobre Inbound Marketing</title>
		<link>https://blogrp.todomundorp.com.br/2022/01/o-que-ser-vendedor-me-ensinou-sobre-inbound-marketing/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Davi Guilherme]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jan 2022 12:50:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Inbound]]></category>
		<category><![CDATA[RP]]></category>
		<category><![CDATA[vendas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Ainda antes da faculdade, e antes mesmo de saber o que era relações públicas, eu fui vendedor de uma loja de videogames. Lá, desenvolvi habilidades que carrego no meu dia a dia profissional até hoje, trabalhando com inbound marketing.  Você pode estar pensando que não tem relação nenhuma, mas o fato é que o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><audio class="audio-for-speech"></audio></p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda antes da faculdade, e antes mesmo de saber o que era relações públicas, eu fui vendedor de uma loja de videogames. Lá, desenvolvi habilidades que carrego no meu dia a dia profissional até hoje, trabalhando com inbound marketing. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Você pode estar pensando que não tem relação nenhuma, mas o fato é que o dia a dia no mundo real se assemelha muito ao que acontece no mundo digital.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desinibição, capacidade de convencimento, aprender a lidar com as pessoas e saber se relacionar com elas, decifrar comportamentos e intenções de compra. São muitas as coisas, a maioria delas parecem genéricas e até óbvias, certo? </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As semelhanças PRÁTICAS também são reais. </span><b>Um vendedor sabe como ninguém fazer um belo funil de vendas e uma régua de relacionamento</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">ABRINDO PARÊNTESIS: se você trabalha na comunicação ou no marketing de uma empresa que possui um time de vendas, corre para trocar uma ideia com eles. Vai aprender muito!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400;">As minhas duas principais lições:</span></h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><b>Nunca force uma venda.</b><span style="font-weight: 400;"> Lembro de um pai que foi comprar um Playstation 2 comigo de aniversário para seu filho. Ele estava fazendo um grande esforço para essa compra e a conversa era sobre a importância de um </span><i><span style="font-weight: 400;">memory card</span></i><span style="font-weight: 400;"> para aquele momento. Convenci ele (com base nos jogos que o filho gostava) que não era necessário. Virou cliente recorrente. Meses depois levou o </span><i><span style="font-weight: 400;">memory card</span></i><span style="font-weight: 400;">. Anos depois, comprou um Playstation 3. Essa lição o Design também nos ensina: a régua de relacionamento tem que ser feita olhando para o cliente, pensando como ele e com base nas necessidades dele. Nesse exemplo tem ainda um outro ponto de reflexão importante: em que momento do funil seu cliente está em relação ao seu produto ou serviço em questão? Se você tem mais de um produto ou serviço, o mesmo cliente pode estar simultaneamente em diferentes momentos do funil. </span></li>
</ul>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><b>A verdade é que não existe o fim do funil.</b><span style="font-weight: 400;"> Muitos times de marketing levam muito tempo para entender isso. Boa parte acha que o trabalho acaba quando passa o lead para o time de vendas. Quando eu fui vendedor dava pra ver que a próxima venda começava ainda antes de finalizar a venda em questão. E pode ser um update daquele produto, um diferente ou uma indicação para um novo cliente.</span></li>
</ul>
<h2></h2>
<h2><span style="font-weight: 400;">E você?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Está em um trabalho distante da área que tanto deseja? Um projeto social que parece não ter relação com a comunicação? Fazendo um estágio “meio aleatório” no começo da carreira? Não quero romantizar muito menos incentivar alguém a não buscar o que sonha. Porém, se tem uma coisa que eu aprendi acompanhando a Todo Mundo Precisa de um RP desde seu comecinho foi: “Calma, as coisas demoram para acontecer”. Enquanto isso, pense um pouquinho mais fundo e veja o quanto de aprendizado (teórico e prático) de RP você está ganhando. Quanto mais bebermos de áreas diferentes (aqui pode ser estudando, observando e até se divertindo), mais diferentes seremos enquanto profissionais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E aí, o que outras experiências e vivências ensinaram você sobre a comunicação?</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ah, e como é meu primeiro texto do ano, feliz 2022! &lt;3 </span></p>
<p>E lembre-se: logo logo em fevereiro tem RP Week! Já te inscreveu? Corre lá em <a href="http://www.rpweek.com.br">www.rpweek.com.br</a></p>
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		<title>Comunicação: a habilidade da década</title>
		<link>https://blogrp.todomundorp.com.br/2021/12/comunicacao-habilidade-da-decada/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniela Trolesi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Dec 2021 23:34:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos últimos anos, muitos especialistas já apontavam a comunicação como uma das habilidades mais importantes para qualquer profissional, em todas as áreas e estágios de carreira. Uma matéria publicada no dia 18 de outubro pelo jornal Valor Econômico trouxe uma pesquisa que mostrou que a pandemia levou os presidentes das empresas a refletirem de forma [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos anos, muitos especialistas já apontavam a comunicação como uma das habilidades mais importantes para qualquer profissional, em todas as áreas e estágios de carreira. Uma matéria publicada no dia 18 de outubro pelo jornal Valor Econômico <a href="https://valor.globo.com/carreira/noticia/2021/10/18/pandemia-leva-presidentes-a-refletirem-sobre-suas-habilidades.ghtml">trouxe uma pesquisa</a> que mostrou que a pandemia levou os presidentes das empresas a refletirem de forma profunda sobre suas habilidades e que o novo estilo de liderança – imposto por um cenário tão incerto – exigirá que eles aumentem a quantidade e a qualidade da comunicação.</p>
<p>No momento em que todos tivemos que rever, de forma forçada e urgente, o nosso formato de trabalho, isso faz total sentido: quem empreende teve que pensar em novos caminhos para conversar com os seus públicos e, quem está no corporativo, passou a ter a atuação praticamente toda on-line, já que muitos escritórios foram fechados.</p>
<p>Em agosto de 2020, o LinkedIn também <a href="https://www1.folha.uol.com.br/sobretudo/carreiras/2020/08/comunicacao-vira-a-habilidade-mais-valorizada-por-empregadores.shtml#:~:text=Um%20levantamento%20global%20do%20LinkedIn,A%20mais%20citada%20foi%20comunica%C3%A7%C3%A3o.">publicou uma pesquisa</a> mostrando que a comunicação se tornou a habilidade mais valorizada pelos empregadores, sendo, muitas vezes, priorizada em relação às competências técnicas.</p>
<p>Em resumo, uma boa comunicação é, mais do que nunca, essencial para a empregabilidade de qualquer profissional. Além disso, Peter Drucker, o “pai” da administração, fala que 60% de todos os problemas das empresas resultam de falhas de comunicação. Ou seja, temos aí um mar de oportunidades para nós, profissionais de área. Nossos conhecimentos estão cada vez mais necessários e valorizados.</p>
<h5>Mas, hoje, quero trazer uma outra reflexão aqui: como está a SUA habilidade de comunicação?</h5>
<p>A boa comunicação é sinônimo de liderança e abre caminhos para oportunidades. Quando precisa e eficaz, traz conexão e influência; inspira e engaja. Se você não se comunicar de forma assertiva, acessível, autêntica, humanizada e presente, você provavelmente não será um profissional reconhecido e valorizado. Essa é a nova regra do jogo.</p>
<p>Um ponto importante: tudo comunica. Ammy Cuddy, professora e pesquisadora da universidade de Harvard, fala que, quando conhecemos alguém, fazemos, de forma inconsciente, duas perguntas na nossa cabeça:</p>
<ol>
<li>
<h5>Posso confiar nessa pessoa?</h5>
</li>
<li>
<h5>Posso respeitar essa pessoa?</h5>
</li>
</ol>
<p>E essas percepções em relação ao outro são fundamentadas tanto na comunicação verbal como na não verbal. Nossas roupas comunicam. Nossa pontualidade, nosso linguajar, nossa postura física e até nosso ambiente – sua casa está aparecendo nas suas reuniões on-line; o que será que ela diz sobre você?</p>
<p>A boa comunicação envolve, basicamente, dois aspectos principais: o conteúdo (informação que você tem para dividir) e a expressão (a forma como você faz isso). E a maior parte dos problemas está justamente nesse segundo ponto, pois é aqui que acontecem os maiores ruídos.</p>
<p>O bom comunicador é eficiente em transmitir sua mensagem e é assertivo para comunicar suas ideias de forma apropriada e respeitando os dos outros. Ele cuida da forma e não só do conteúdo; tem sensibilidade para escolher o melhor canal de comunicação; é empático, ouve e respeita as opiniões dos outros. Além disso, é um bom ouvinte, e sabe identificar qual é a hora de falar e como falar.</p>
<h5>Simon Sinek, o autor de <a href="https://www.amazon.com.br/Comece-pelo-porqu%C3%AA-grandes-inspiram/dp/854310663X">“Comece pelo porquê: Como grandes líderes inspiram pessoas e equipes a agir”</a>, fala que não importa o quanto você sabe sobre algo; o que importa é a facilidade com que o outro consegue te entender.</h5>
<p>O verdadeiro significado de desenvolver uma boa comunicação está em se conectar com outras pessoas. E, em um mundo em que a atenção vale muito, essa conexão é ouro. Por isso, aprimore a sua capacidade de comunicação. Desenvolva-a em todos os sentidos; compartilhe o seu conhecimento, para que mais pessoas tenham acesso àquela informação.</p>
<p>Acredite: esses serão fatores cada vez mais determinantes para a sua reputação.</p>
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		<title>O futuro que o RP quer ter</title>
		<link>https://blogrp.todomundorp.com.br/2021/12/o-futuro-que-o-rp-quer-ter/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação TMPRP]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Dec 2021 18:36:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Coberturas]]></category>
		<category><![CDATA[RP Week]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Falar sobre o futuro é um exercício que a gente faz, às vezes sem perceber, para poder sonhar, almejar dias melhores, imaginar situações despretensiosas e também para tentar, de alguma forma, influenciar os dias que virão. Lá em 2013 quando o Pedro e o Alf se encontraram pela primeira vez, foi isso que os conectou: [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><audio class="audio-for-speech"></audio></p>
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<div class="translate-icons">Falar sobre o futuro é um exercício que a gente faz, às vezes sem perceber, para poder sonhar, almejar dias melhores, imaginar situações despretensiosas e também para tentar, de alguma forma, influenciar os dias que virão.</div>
</div>
</div>
<p><span style="font-weight: 400;">Lá em 2013 quando o Pedro e o Alf se encontraram pela primeira vez, foi isso que os conectou: dias melhores para as Relações Públicas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um futuro onde a nossa profissão seria reconhecida, influente e respeitada (<img src="https://s.w.org/images/core/emoji/16.0.1/72x72/1f9e0.png" alt="🧠" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" />). Foi assim também que a Japa se juntou à causa &#8211; o objetivo continuava comum e compartilhado: as RPs. E também foi isso que aproximou a Fabi &#8211; primeiro como participante da primeira Imersão RP, e depois como sócia do coletivo que nos tornamos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas mesmo fazendo todos os planos que a gente podia, nunca conseguiríamos imaginar onde estaríamos hoje e a jornada que viveríamos até aqui. As viagens que fizemos por todo o Brasil; as palestras &#8211; juntos e separados; as entrevistas; que estudantes iam querer fazer TCC sobre a Todo Mundo Precisa de um RP. Que a gente ia influenciar no nascimento de agências de comunicação de verdade, em mudanças de carreira, em ajustes de rota, que o BlogRP ia cobrir o maior festival de criatividade do mundo, Cannes, e muito, muito mais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas foi sempre o exercício de olhar pro futuro, de pensar nele e de tentar controlar ele de alguma forma (risos), que ajudou a manter a gente em movimento. Dos dias mais agitados da Todo Mundo RP, até os mais calmos, quando a gente precisou focar nas nossas carreiras, nas nossas vidas pessoais, em nós mesmos.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>O futuro que o RP quer ter é o tema da nossa próxima RP WEEK</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A sexta edição acontece em fevereiro de 2022. Nela a gente quer sonhar junto com cada um de vocês neste exercício despretensioso mas fundamental: qual é o futuro que queremos pra nós, pra nossa profissão e pra sociedade em que vivemos?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">2020 e 2021 não foram anos fáceis pra ninguém. Demandaram muito da gente, daqueles próximos de nós. A pandemia foi um grande fator, pois nunca sociedades ao redor do mundo passaram por tantas mudanças, tantas reflexões e tantos desejos de dias melhores, com mais equidade, inclusão, diversidade e acessibilidade. Esse é com certeza um pedaço do futuro que o RP quer, o resto a gente vai construir juntos em fevereiro. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Feliz dia nacional das Relações Públicas!</strong> Que a gente tenha um natal incrível (pra quem comemora ele), e uma virada de ano calendário cheia de alegria e votos de um futuro sempre melhor.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fabi, Japa, Alf e Pedro.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">AS INSCRIÇÕES DA RP WEEK ESTÃO ABERTAS: <a href="http://www.rpweek.com.br">www.rpweek.com.br</a></span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Agências de RP sofrem pressão pelo clima</title>
		<link>https://blogrp.todomundorp.com.br/2021/11/agencias-rp-pressao-clima/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Prochno]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Nov 2021 06:36:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[Edelman]]></category>
		<category><![CDATA[protesto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dizer que sua agência é defensora do clima e que tem ações para redução da pegada de carbono e do consumo de água, mas essa mesma agência criar anúncios e campanhas de RP defendendo empresas poluidoras ao redor do mundo, faz sentido? É um debate complexo que tem se acirrado, especialmente nos Estados Unidos e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dizer que sua agência é defensora do clima e que tem ações para redução da pegada de carbono e do consumo de água, mas essa mesma agência criar anúncios e campanhas de RP defendendo empresas poluidoras ao redor do mundo, faz sentido?</p>
<p>É um debate complexo que tem se acirrado, especialmente nos Estados Unidos e Europa.</p>
<p>Pouco antes da 26ª edição da Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP 26), que rolou agora na primeira quinzena de Novembro em Glasgow, na Escócia, ganhou força uma campanha da <a href="https://cleancreatives.org"><em>Clean Creatives</em></a> (um grupo de advocacy) que listou as agências de publicidade e de Relações Públicas que trabalham para clientes poluidores (basicamente aquelas ligadas aos combustíveis fósseis).</p>
<p>A parte mais interessante é que a <em>Clean Creatives</em> analisou o discurso de 90 agências, seus compromissos &#8220;pró-clima&#8221; e como eles se comparam ao mal que a agência faz ao criar campanhas e narrativa para defender empresas poluidoras (<a href="https://cleancreatives.org/learn">veja aqui</a>), já que combustíveis fósseis são responsáveis por 74% das emissões de gases de efeito estufa.</p>
<p>[alert style=&#8221;warning&#8221;]Eu tenho compartilhado coisas assim e mais outras que tenho lido pro ai, em uma newsletter minha. Quem quiser <a href="https://bit.ly/subnewsprochno">receber de graça é só se cadastrar aqui</a>[/alert]</p>
<p><strong>A Edelman nisso tudo</strong></p>
<p>A Edelman é a maior agência de RP do mundo, segundo <a href="https://www.provokemedia.com/ranking-and-data/global-pr-agency-rankings/2021-pr-agency-rankings/top-250">ranking da PRovoke Media</a>. Foi por isso e pela recente <a href="https://www.adweek.com/brand-marketing/turning-agencies-against-fossil-fuel-brands-harkens-back-to-the-tobacco-wars/">campanha</a> que ela criou para a ExxonMobil, clamando a opinião pública a se opor a legislações pró-clima, que ela foi parar no centro de uma campanha da <em>Clean Creatives</em>, questionando as práticas e discursos da agência, versus o mal que ela faz, indiretamente, ao planeta.</p>
<p>Depois que a campanha ganhou pressão, o CEO global, Richard Edelman, <a href="https://www.adweek.com/brand-marketing/cop26-edelmandropexxon-world-largest-pr-firm-climate-strategy/">declarou</a> publicamente que as pessoas veriam melhorias da agência e que eles liderarão o movimento de mudança &#8211; o que se chama de <em>bold statement</em>. As primeiras ações deles foram:</p>
<ul>
<li>Anunciar 60 dias de revisão da carteira de clientes</li>
<li>Contratar Robert Casamento como seu primeiro Head Global para o Clima</li>
<li>Trazer Martin Whittaker, CEO da Just Capital, como consultor independente Sr. da Edelman</li>
<li>Manter diálogo com os funcionários da agência e acompanhar as mudanças para criar padrões para a comunicação para o clima</li>
</ul>
<p>Eles também prometeram uma atualização destas primeiras ações no dia 10 de janeiro de 2022, divulgando o primeiro relatório da Edelman para o clima.</p>
<p>São mudanças bem interessantes. Assim como as agências sofreram pressão para parar ou reduzir suas ações com indústrias de tabaco, pode ser que estejamos diante de mais uma mudança importante de paradigma no mundo da comunicação. O que você acha disso?</p>
<p>[alert style=&#8221;warning&#8221;]Eu tenho compartilhado coisas assim e mais outras que tenho lido pro ai, em uma newsletter minha. Quem quiser <a href="https://bit.ly/subnewsprochno">receber de graça é só se cadastrar aqui</a>[/alert]</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Os 23 RPs mais influentes do mundo</title>
		<link>https://blogrp.todomundorp.com.br/2021/11/23-rps-mais-influentes-mundo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Prochno]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Nov 2021 07:40:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[RP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É isso mesmo que você leu. Temos uma lista com os/as 23 Relações Públicas mais influentes do mundo. Mas não fui eu quem montou essa listinha :-/ Foi a Business Insider &#8211; publicação de negócios dos EUA. Mas a parte interessante foi reparar que dos vinte e três nomes, eu tive a oportunidade de trabalhar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É isso mesmo que você leu. Temos uma lista com os/as 23 Relações Públicas mais influentes do mundo. Mas não fui eu quem montou essa listinha :-/ Foi a Business Insider &#8211; publicação de negócios dos EUA.</p>
<p>Mas a parte interessante foi reparar que dos vinte e três nomes, eu tive a oportunidade de trabalhar e aprender com três delas:</p>
<ul>
<li>A <strong>Rachel Whetstone, da Netflix</strong>, e por duas vezes inclusive. Primeiro na Uber, quando ela liderou o time global de comunicação e políticas públicas, e depois no Facebook</li>
<li>A <strong>Jill Hazelbaker, da Uber</strong>, depois que a Rachel deixou a empresa</li>
<li>O <strong>Nick Clegg, do Facebook</strong>, na minha passagem por lá</li>
</ul>
<p>Como você pode reparar abaixo, a lista é bem centrada nos Estados Unidos. Em parte faz sentido por grande parte das empresas globais terem sede lá, mas também é interessante lembrar que nos EUA, RP não é uma graduação, mas sim uma pós graduação. O que reabre sempre o debate da reserva de mercado e do registro profissional (adoro uma polêmica).</p>
<p>De qualquer forma, o que eu mais admiro nessas pessoas é a capacidade de pensar de forma clara e estruturada, mesmo quando diante de imensa pressão (e acho que dá pra imaginar quanta pressão essas pessoas recebem). Adorava acompanhar os problemas mais complexos das empresas, de perto, pra poder aprender sobre essa tomada de decisão e as táticas usadas em cada etapa do processo. É muito legal.</p>
<p>Eu tenho compartilhado coisas assim na minha newsletter. Quer receber em primeira mão? <a href="https://beacons.ai/prochno" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Então se inscreva aqui</a>.</p>
<p>Puxei a listinha dos nomes abaixo, e pra saber mais sobre cada uma das pessoas, <a href="https://www.businessinsider.com/most-influential-public-relations-pros-2020-8">acesse a matéria completa aqui</a>.</p>
<ul>
<li>Dan Bartlett, Walmart</li>
<li>Craig Buchholz, General Motors</li>
<li>Jay Carney, Amazon</li>
<li>Corey duBrowa, Google</li>
<li>Josh Earnest, United Airlines</li>
<li>Richard Edelman, Edelman</li>
<li>Chris Foster, Omnicom Public Relations Group</li>
<li>Michael Gonda, McDonald&#8217;s</li>
<li>Gail Heimann, Weber Shandwick</li>
<li>AJ Jones, Starbucks</li>
<li>Damon Jones, Procter &amp; Gamble</li>
<li>Stella Low, Apple</li>
<li>Hilary McQuaide, TikTok</li>
<li>Nigel Powell, Nike</li>
<li>Laurie Schalow, Chipotle</li>
<li>Frank Shaw, Microsoft</li>
<li>Michael Sitrick, Sitrick &amp; Co.</li>
<li>Michael Sneed, Johnson &amp; Johnson</li>
<li>Stacey Tank, Heineken</li>
<li>Margit Wennmachers, Andreessen Horowitz</li>
</ul>
<p>O post <a href="https://blogrp.todomundorp.com.br/2021/11/23-rps-mais-influentes-mundo/">Os 23 RPs mais influentes do mundo</a> apareceu primeiro em <a href="https://blogrp.todomundorp.com.br">Blog RP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Divulgação pelo WhatsApp é uma boa ideia?</title>
		<link>https://blogrp.todomundorp.com.br/2021/11/divulgacao-pelo-whatsapp-e-uma-boa-ideia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Davi Guilherme]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Nov 2021 19:31:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todos os dias eu recebo alguma mensagem no meu WhatsApp de uma pessoa e empresa que eu não conheço, divulgando algum produto ou serviço que eu não quero. Por vezes, muito criativas como essa abaixo: &#160; Vários elementos nessa mensagem demonstram que há uma estratégia pensada: “Oii” para quebrar o gelo, ser mais amigável  Encontrou [&#8230;]</p>
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<div class="translate-icons"><img class="from" />Todos os dias eu recebo alguma mensagem no meu WhatsApp de uma pessoa e empresa que eu não conheço, divulgando algum produto ou serviço que eu não quero. Por vezes, muito criativas como essa abaixo:</div>
</div>
</div>
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<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://blogrp.todomundorp.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Screenshot-2021-11-16T162823.454.png"><img decoding="async" class="size-full wp-image-13551 aligncenter" src="http://blogrp.todomundorp.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Screenshot-2021-11-16T162823.454.png" alt="Divulgação pelo WhatsApp é uma boa ideia?" width="753" height="410" srcset="https://blogrp.todomundorp.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Screenshot-2021-11-16T162823.454.png 753w, https://blogrp.todomundorp.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Screenshot-2021-11-16T162823.454-300x163.png 300w, https://blogrp.todomundorp.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Screenshot-2021-11-16T162823.454-750x408.png 750w" sizes="(max-width: 753px) 100vw, 753px" /></a></p>
<h2></h2>
<h2><span style="font-weight: 400;">Vários elementos nessa mensagem demonstram que há uma estratégia pensada:</span></h2>
<ol>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">“Oii” para quebrar o gelo, ser mais amigável </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Encontrou algum provável ponto de conexão entre eu e o serviço oferecido</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Terminou a mensagem com uma pergunta, o que deve aumentar as respostas</span></li>
</ol>
<h2></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Muito provavelmente, perceberam que a </span><a href="http://blogrp.todomundorp.com.br/2016/09/personas-comunicar-vender/"><span style="font-weight: 400;">persona</span></a><span style="font-weight: 400;"> pré-vestibulanda é mais propensa a fazer tal treinamento físico proposto. Após isso, mapearam quem segue o pré-vestibular em questão e procuraram o contato de telefone nos respectivos perfis. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Parece fazer sentido, né? </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acontece que eu fiz pré-vestibular em 2012. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400;">WhatsApp é para nutrir relacionamentos, não para criá-los</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes da opinião, um fato: A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) já entrou em vigor no Brasil e proíbe que empresas realizem esse tipo de abordagem sem o consentimento expresso do contato/lead/prospect. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa mudança de comportamento corporativo é cultural e vai levar tempo. Mas saindo do aspecto legal, quem gosta de receber mensagens assim no seu WhatsApp? </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Agora, supondo que eu já tivesse ido em alguma aula experimental ou até feito algum treinamento com essa empresa do print. Se surgisse um novo treinamento, ação ou o que for, eu poderia receber um contato por WhatsApp e teria uma propensão muito maior a aceitar isso de uma forma amigável. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E olha só esse dado: </span><a href="https://blog.reclameaqui.com.br/voce-sabia-que-manter-um-cliente-custa-5-a-7-vezes-menos-do-que-conquistar-um-novo/"><span style="font-weight: 400;">manter um cliente custa 5 a 7 vezes menos do que conquistar um novo</span></a><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É melhor pra todo mundo nutrir relacionamentos pelo WhatsApp do que tentar começar um. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Tá, mas o que a tal empresa do print poderia fazer para conquistar um novo cliente?</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A ideia por trás da mensagem, confesso, eu gostei. Porém tem um erro grave: quando tu personaliza a ação em uma conversa 1-1, tu não pode se guiar por uma persona ou estudo de mercado. Tu precisa conhecer bem esse 1. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Eu usaria a mesma ideia para fazer uma abordagem mais ampla, através de parcerias com os cursos pré-vestibulares, por exemplo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por que não oferecer um desconto aos alunos e seguidores de cursos pré-vestibulares em troca de um post, stories, divulgação na sala de aula mesmo, ou algo assim? Oferecer uma aula gratuita a quem chegar por meio de tal parceria? Quem sabe avaliar colocar um pouquinho de dinheiro em um anúncio direcionado a esse público? Enfim, dá para ser muito mais assertivo (e, sobretudo, menos agressivo) com a mesma ideia. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E se você pensa em tentar vender algo pelo WhatsApp de um contato que não te reconhece, além de infringir a LGPD, você muito provavelmente está sendo chato. O tempo e energia gastos para achar um possível cliente dentre tantos contatos improdutivos poderiam e podem ser usados para uma estratégia que gere melhores resultados. E que seja mais legal. </span></p>
</div>
</div>
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