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	<title>Renato Lellis Blog</title>
	
	<link>http://www.renatolellis.net/blog</link>
	<description>Administração de Redes e (se der tempo) muito mais.</description>
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		<title>Nova versão do Windows Live Writer</title>
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		<comments>http://www.renatolellis.net/blog/2008/09/21/nova-verso-do-windows-live-writer/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 21 Sep 2008 23:01:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Utilitários úteis]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi lançada na última semana a aguardada atualização do Windows Live Writer (14.0.5025.904). Entre outras coisas, ela traz o aguardado recurso de correção ortográfica em português (PT-BR). &#160; Para quem nunca usou, o Writer é um editor de blogs produzido pela Microsoft bastante competente e gratuito. Ele conversa bem com blogs baseados em WordPress, além [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi lançada na última semana a aguardada atualização do Windows Live Writer (14.0.5025.904).</p>
<p>Entre outras coisas, ela traz o aguardado recurso de correção ortográfica em português (PT-BR).</p>
<p>&#160;<a href="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/09/writer.png" rel="lightbox"><img title="writer" style="border-top-width: 0px; display: inline; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="152" alt="writer" src="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/09/writer-thumb.png" width="244" border="0" /></a> </p>
<p> <span id="more-195"></span><script type="text/javascript"><!--
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<p>Para quem nunca usou, o Writer é um editor de blogs produzido pela Microsoft bastante competente e gratuito.</p>
<p>Ele conversa bem com blogs baseados em WordPress, além dos outros serviços mas conhecidos (como só uso WordPress, só posso avaliar a compatibilidade com esta plataforma, e nunca tive problemas).</p>
<p>Apesar do título anunciar “Beta”, o Writer está bem estável. Ele é tão bom quanto o incensado <a href="http://www.zoundry.com/">Zoundry</a>. Usei o Zoundry por um bom tempo, mas o Writer consegue ser mais amigável em algumas coisas (apesar de aparentemente não ter tantos recursos).</p>
<p>Mas, apesar de suas qualidades, ele é um produto que não recebe quase nenhuma divulgação. Se não fosse pela propaganda boca-a-boca (existe blog-a-blog?) feita pelos usuários, ele seria um produto totalmente desconhecido.</p>
<p>Se você costuma editar vários blogs com imagens e prefere não fazê-lo diretamente no browser, o Windows Live Writer vale o download, especialmente agora que o corretor ortográfico suporta português,</p>
<p>&#160;<a href="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/09/writer1.png" rel="lightbox"><img title="writer1" style="border-top-width: 0px; display: inline; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="231" alt="writer1" src="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/09/writer1-thumb.png" width="244" border="0" /></a> </p>
<p>Link para a Writer Zone: <a href="http://windowslivewriter.spaces.live.com/">http://windowslivewriter.spaces.live.com/</a></p>
<p>Link para Download: <a href="http://download.live.com/writer">http://download.live.com/writer</a></p>
</p>
<div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:a167e15f-9358-4b8d-bbe3-c175ad801d74" style="padding-right: 0px; display: inline; padding-left: 0px; float: none; padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-top: 0px">Technorati Marcas: <a href="http://technorati.com/tags/Windows+Live+Writer" rel="tag">Windows Live Writer</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Ferramentas+para+Blogs" rel="tag">Ferramentas para Blogs</a></div>
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		<item>
		<title>Veja, o Chrome e a “memória do computador”</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/RenatoLellisBlog/~3/guwL_-s10Js/</link>
		<comments>http://www.renatolellis.net/blog/2008/09/13/veja-o-chome-e-a-memria-do-computador/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 14 Sep 2008 04:41:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias e Opiniões]]></category>

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		<description><![CDATA[Em sua edição 2077, de 10/09/08 a revista Veja dedicou uma matéria de duas páginas e uma chamada de capa ao lançamento do navegador da Google, o Chrome. Faz sentido que uma revista não especializada dê notícia sobre o novo navegador. Afinal, ele foi o assunto de milhões de pessoas na semana que passou e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em sua edição 2077, de 10/09/08 a revista Veja dedicou uma matéria de <a href="http://veja.abril.com.br/100908/p_126.shtml">duas páginas</a> e uma chamada de capa ao lançamento do navegador da Google, o <a href="http://www.renatolellis.net/blog/2008/09/02/chrome-google-lana-seu-prprio-navegador/">Chrome</a>.<br />
Faz sentido que uma revista não especializada dê notícia sobre o novo navegador. Afinal, ele foi o assunto de milhões de pessoas na semana que passou e a internet hoje faz parte do cotidiano de quase todo mundo.</p>
<p><a href="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/09/logo-sm.jpg" rel="lightbox"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" src="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/09/logo-sm-thumb.jpg" border="0" alt="logo_sm" width="154" height="59" /></a></p>
<p><span id="more-190"></span></p>
<p>Isso sem falar que a Google é uma das empresas mais ricas do ramo de tecnologia.</p>
<p>O que não faz sentido é que não façam isso direito.</p>
<p>Talvez esse fosse um post melhor para o <a href="http://www.interney.net/blogs/imprensamarrom">Imprensa Marrom</a>, mas vamos lá.<br />
O fato é que quando se trata de publicar notícias sobre tecnologia, a maioria dos veículos costuma cometer erros diversos.</p>
<p>O primeiro, mais comum e o mais irritante é tratar a memória e os meios de armazenamento como se fossem uma coisa só: &#8220;O vírus apagou a memória do computador&#8221; é um exemplo clássico.</p>
<p>Na reportagem temos:</p>
<blockquote><p>Poucos anos atrás, esse tipo de ferramenta funcionava somente quando instalado na memória dos computadores.</p></blockquote>
<p>Quando os repórteres vão aprender que quando se fala de memória, estamos falando da memória primária, que é volátil? Nada é &#8220;instalado&#8221; nela, e ela pode ser apagada à vontade, pois é para isso que ela serve.</p>
<p>Poderia até dar uma colher de chá e imaginar que estão falando de memória secundária, mas quem usa este termo quando pode falar simplemente &#8220;disco&#8221;?</p>
<p>Outro exemplo, ao tentar explicar que o Chrome cria processos distintos para cada aba de navegação ela diz: &#8220;O sistema é chamado de multiprocessador&#8221;. Pode ter sido um erro de grafia, mas o  correto seria multiprocessamento.</p>
<p>A explicação do motivo  pelo qual o Chrome seria mais rápido é quase poética:</p>
<blockquote><p>Consegue funcionar com eficiência ao usar linhas de código computacional mais econômicas – à semelhança do texto de um bom escritor, que em poucas palavras descreve uma cena, um personagem ou uma paisagem.</p></blockquote>
<p>Pena que não explique muita coisa. O que são &#8220;linhas de código computacional mais econômicas&#8221;? Não seria mais simples dizer que ele é mais rápido por que é mais moderno? Porque foi reescrito do zero?</p>
<p>E também chama a atenção a chamada de capa da revista. um tanto alarmante: &#8220;O Google quer saber tudo sobre você&#8221;. Qual era a idéia por trás disso? Não é explicado na reportagem.</p>
<p>A reportagem também cita o Firefox, numa caixa com o título &#8220;Este sim é inovador&#8221;</p>
<blockquote><p>O Firefox 3, da Fundação Mozilla, é o navegador com maior número de inovações. A versão lançada em junho teve 8,4 milhões de downloads em um dia. Além de rápido, o Firefox 3 tem complementos fantásticos como o Cooliris (ex-PicLens), que apresenta imagens da internet em um painel virtual (foto acima). O Ubiquity permite o acesso rápido a mapas ou a vídeos associados a qualquer palavra digitada num texto. Ele corta etapas na navegação.</p></blockquote>
<p>Bom, a imagem que ilustra a caixa não é do Cooliris. Eu uso o Cooliris e não consegui identificar o que era. E a citação do Ubiquity, é simplesmente ininteligível. O que ele fará (ainda está em desenvolvimento) é permitir combinar serviços de sites diferentes (mashups) de acordo com a necessidade do usuário.</p>
<p>Será que não está na hora de submeter reportagens como essa a uma revisão técnica antes de publicá-las?</p>
<p>Mas o que <em>realmente </em>me incomoda ao ler uma matéria como essa é imaginar que se numa matéria simples de TI temos tantos problemas, quantos será que não existem nas matérias de medicina e física de partículas?</p>
<p><a href="http://veja.abril.com.br/100908/p_126.shtml">Link para a matéria.</a></p>
<p><a href="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/09/interrogao.jpg" rel="lightbox"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" src="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/09/interrogao-thumb.jpg" border="0" alt="interrogação" width="183" height="189" /></a></p>
<p> </p>
<div id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:2f436304-4b77-4f5f-8d33-6e65028cf589" class="wlWriterSmartContent" style="padding-right: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-top: 0px">Technorati Marcas: <a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Chrome">Chrome</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Veja">Veja</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/TI">TI</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Jornalismo">Jornalismo</a></div>
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		<title>Jing. Capture e compartilhe imagens e vídeos de graça.</title>
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		<comments>http://www.renatolellis.net/blog/2008/09/04/jing-capture-e-compartilhe-imagens-e-vdeos-de-graa/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 01:45:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Utilitários úteis]]></category>

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		<description><![CDATA[A Techsmith, que fabrica o Snagit e o Camtasia Studio lançou um simpático programa para captura de imagens e vídeos gratuito, o Jing Project.   Com ele, você pode não apenas capturar imagens e vídeos, mas compartilhá-los pela internet. Ao instalar o produto, você ganha uma conta gratuita do serviço  Screencast.com (também da Techsmith), com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Techsmith, que fabrica o Snagit e o Camtasia Studio lançou um simpático programa para captura de imagens e vídeos gratuito, o Jing Project.</p>
<p><a href="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/09/jinglogo.png" rel="lightbox"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" src="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/09/jinglogo-thumb.png" border="0" alt="jinglogo" width="244" height="174" /></a> </p>
<p><span id="more-184"></span><script type="text/javascript"><!--
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<p>Com ele, você pode não apenas capturar imagens e vídeos, mas compartilhá-los pela internet. Ao instalar o produto, você ganha uma conta gratuita do serviço  Screencast.com (também da Techsmith), com direito a 2GB de armazenamento e 2GB de tráfego mensal. Não dá para fazer concorrência com o Youtube, mas dá para compartilhar muitas coisas.</p>
<p>A proposta do Jing é ser uma ferramenta de compartilhamento de conhecimento, pois através dele o usuário pode <strong>mostrar </strong>como fazer algo, ao invés de escrever procedimentos longos e aborrecidos.</p>
<p>A ferramenta não é tão poderosa quanto o Camtasia ou similares, ele não permite editar o vídeo gravado, por exemplo, mas para compartilhamento de informações ela funciona bem.</p>
<p>O Jing tem algumas limitações, obviamente, o formato de imagens será sempre PNG e o de vídeos sempre SWF. O tamanho do vídeo também está limitado a alguns minutos, e você só consegue adicionar a narração através de um microfone, nada de legendas, transições ou efeitos.</p>
<p>Apenas na captura de imagens é possível alguma edição simples, acrescentando caixas de texto, setas e molduras,</p>
<p>Em compensação, o uso é bastante simples. Para capturar vídeos, basta ativar o Jing e indicar qual aplicação deve ser  gravada. Depois, basta indicar onde deve ser enviado resultado, para o Screencast.com, um arquivo ou um servidor FTP.</p>
<p>Tudo muito direto, não são oferecidas muitas opções para o usuário.</p>
<p>Observe um <a href="http://screencast.com/t/ZO1n61nnok">pequeno vídeo gerado com o Jing</a>.</p>
<p>Ele permite também gerar o código para embutir o vídeo:</p>
<p> </p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="170" height="277" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="_cx" value="4498" /><param name="_cy" value="7329" /><param name="FlashVars" /><param name="Movie" value="http://content.screencast.com/users/Rlellis/folders/Jing/media/7a407592-0d0a-4fb3-815a-baad26b4b348/bootstrap.swf" /><param name="Src" value="http://content.screencast.com/users/Rlellis/folders/Jing/media/7a407592-0d0a-4fb3-815a-baad26b4b348/bootstrap.swf" /><param name="WMode" value="Window" /><param name="Play" value="0" /><param name="Loop" value="-1" /><param name="Quality" value="High" /><param name="SAlign" value="LT" /><param name="Menu" value="-1" /><param name="Base" /><param name="AllowScriptAccess" value="always" /><param name="Scale" value="NoScale" /><param name="DeviceFont" value="0" /><param name="EmbedMovie" value="0" /><param name="BGColor" value="FFFFFF" /><param name="SWRemote" /><param name="MovieData" /><param name="SeamlessTabbing" value="1" /><param name="Profile" value="0" /><param name="ProfileAddress" /><param name="ProfilePort" value="0" /><param name="AllowNetworking" value="all" /><param name="AllowFullScreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="170" height="277" src="http://content.screencast.com/users/Rlellis/folders/Jing/media/7a407592-0d0a-4fb3-815a-baad26b4b348/bootstrap.swf" allowfullscreen="true" allownetworking="all" profileport="0" profile="0" seamlesstabbing="1" bgcolor="FFFFFF" embedmovie="0" devicefont="0" scale="NoScale" allowscriptaccess="always" menu="-1" salign="LT" quality="High" loop="-1" play="0" wmode="Window" movie="http://content.screencast.com/users/Rlellis/folders/Jing/media/7a407592-0d0a-4fb3-815a-baad26b4b348/bootstrap.swf" _cy="7329" _cx="4498"></embed></object></p>
<p> </p>
<p>A Techsmith promete melhorias e suporte a novos formatos, mas para uma ferramenta gratuita de uso simplificado, o Jing já faz muitas coisas.</p>
<p> </p>
<p> <a href="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/09/jing.png" rel="lightbox"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" src="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/09/jing-thumb.png" border="0" alt="jing" width="244" height="244" /></a></p>
<p>Link para o site: <a href="http://www.jingproject.com">http://www.jingproject.com</a>.</p>
<p> </p>
<div id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:28e59f1f-fc88-4f2a-a53a-1856161c2022" class="wlWriterSmartContent" style="padding-right: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-top: 0px">Technorati Marcas: <a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Jing">Jing</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Utilit%c3%a1rios">Utilitários</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Windows">Windows</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Screencast">Screencast</a></div>
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		<item>
		<title>Chrome. Google lança seu próprio navegador.</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Sep 2008 03:18:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias e Opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[Utilitários úteis]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.renatolellis.net/blog/2008/09/02/chrome-google-lana-seu-prprio-navegador/</guid>
		<description><![CDATA[O Google liberou esta semana&#160; seu próprio navegador, batizado de Chrome.Como a grande maioria dos produtos e sites do Google, mesmo liberado ele ainda está em beta.A pergunta que todos devem estar se fazendo agora é: precisamos de outro navegador? Um estudo recente mostra que cerca de 73% dos usuários da internet (odeio o termo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Google liberou esta semana&nbsp; seu próprio navegador, batizado de Chrome.<br />Como a grande maioria dos produtos e sites do Google, mesmo liberado ele ainda está em beta.<br />A pergunta que todos devem estar se fazendo agora é: precisamos de outro navegador?</p>
<p><a href="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/09/chromelogo.jpg" rel="lightbox"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="101" alt="chromelogo" src="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/09/chromelogo-thumb.jpg" width="103" border="0"></a> </p>
<p><span id="more-179"></span><!--adsense--><br />Um <a href="http://meiobit.pop.com.br/firefox-deteacutem-quase-20-dos-usuaacuterios-de-internet">estudo recente</a> mostra que cerca de 73% dos usuários da internet (odeio o termo internautas) usam o Internet Explorer, enquanto que a fatia do Firefox se aproxima de 20% e 6% usam o Safari da Apple. Todas as alternativas restantes (e não são poucas) disputam o 1,5 % restante.<br />Há espaço para mais um navegador em um cenário já tão abarrotado?<br />O Google acredita que sim e explica os motivos por trás do projeto e suas características em uma <a href="http://www.google.com/googlebooks/">história em quadrinhos</a>.<br />Dentre os principais motivos que orientaram o desenvolvimento do Chrome, estão o fato que a Internet e a forma como ela é utilizada mudaram muito desde que os primeiros browsers surgiram nos anos 90.<br />E tanto o Firefox quanto o IE descendem daquela primeira geração de browsers. Se o Firefox é um filhote do Netscape, o IE tem em seu DNA um produto ainda mais antigo, o Mosaic.<br />Mesmo que em ambos os casos o código original propriamente dito já tenha sido substituído, muitos dos conceitos originais ainda devem estar lá em algum lugar.<br />Em se tratando de software, às vezes é melhor começar do zero ao invés de ficar remendando.<br />Foi o que o grupo responsável pelo Chrome fez, desenvolvendo inclusive uma nova máquina virtual para tratar o Javascript.<br />O Chrome é o futuro da Internet então?<br />Pode ser, mas ainda é cedo para dizer. <br />O Chrome tem uma interface clean e o desempenho é agradável (ele parece bem mais leve que o IE7 e mesmo que o Firefox 3), mas muitos sites não funcionam adequadamente. Pela minha experiência pessoal, parece que a convivência com proxies ainda não é muito amistosa tampouco.<br />É claro em um produto deste tipo é esperado que muitos sites não funcionem a contento. Desenvolvedores nem sempre seguem regras ou testam corretamente os seus sites para garantir a compatibilidade com várias plataformas. Isso sem falar no uso de plugins e outros penduricalhos.<br />E também é claro que se o Chrome se tornar uma opção popular, muitos sites irão se adaptar a ele, como já aconteceu no passado.<br />No final das contas, o sucesso ou não do Chrome pode depender menos de suas qualidades técnicas do que de outros fatores, como alianças, o poder do hype e o poder da própria griffe Google, que pode usar os seus produtos de sucesso ( Gmail, Youtube, Google Reader, etc) para alavancar o uso do Chrome através de uma melhor &#8220;sinergia&#8221; entre os sites e o navegador (se a Microsoft fizesse isso receberia um processo por monopólio ou concorrência ilegal, o Google provavelmente conseguirá).<br />Vamos aguardar.<br />Neste meio tempo, se quiser experimentar por si mesmo, segue o <a href="http://www.google.com/chrome">link para download</a>.
</p>
<p><a href="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/09/chrome.jpg" rel="lightbox"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="190" alt="chrome" src="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/09/chrome-thumb.jpg" width="244" border="0"></a></p>
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		<title>Em busca da máquina de escrever</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Apr 2008 05:06:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias e Opiniões]]></category>

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		<description><![CDATA[Em “O Regate do Soldado Ryan”, uma das coisas que chama a atenção é que um dos soldados que chega à praia de Omaha no Dia D (ou um pouco depois) é convocado para o grupo que vai resgatar o tal soldado Ryan e tem que deixar para trás sua máquina de escrever e levar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em “O Regate do Soldado Ryan”, uma das coisas que chama a atenção é que um dos soldados que chega à praia de Omaha no Dia D (ou um pouco depois) é convocado para o grupo que vai resgatar o tal soldado Ryan e tem que deixar para trás sua máquina de escrever e levar um fuzil.
<p>Em minha opinião esta cena exemplifica algo que perdemos com a revolução tecnológica: a facilidade de uso máquina de escrever.
<p><a href="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/04/typewriter.jpg" rel="lightbox"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="149" alt="typewriter" src="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/04/typewriter-thumb.jpg" width="244" border="0"></a>&nbsp;&nbsp; </p>
<p><span id="more-174"></span><br />
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<p>Ela foi praticamente um ícone do século XX, mas com o surgimento dos microcomputadores nos anos 1980 foi perdendo espaço até a extinção.
<p>Tudo em nome das vantagens que a nova tecnologia ofereceu: na correção durante a edição (adeus branquinho), reutilização simples do trabalho já realizado (adeus papel carbono) e a facilidades de edição que não seriam conseguidas antes sem um profissional da área tipográfica.
<p>Mas deixamos algo para trás no caminho. A máquina de escrever oferecia vantagens que não temos hoje, nem com melhores laptops:
<p>- Para usá-la bastava uma superfície plana. Os modelos mecânicos não precisavam nem ao menos de energia elétrica.
<p>- Com um pouco de manutenção (limpeza e lubrificação) ela poderia durar a vida toda. Literalmente.
<p>- Nada de acessórios. Um modelo portátil precisava apena de uma tampa para protegê-la no transporte. Nada de cabos de força, carregadores ou cabos de rede.
<p>Claro que não era prático ficar carregando máquina de escrever para cima e para baixo, mas toda vez que tenho que tomar notas antes de uma aula ou durante um curso fico imaginando qual dispositivo poderia ser considerado “a nova máquina de escrever”.
<p>Selecionei aqui algumas tecnologias que já testei, sempre em busca do menor custo possível com a melhor eficiência.
<p><strong>PDA</strong>
<p>Eu tenho um <a href="http://www.palm.com/us/support/zire72/">Palm Zire 72</a> que serve como bloco de notas e agenda eletrônica, além de rodar alguns outros aplicativos. Já é um gadget antigo, mas quebra o galho. Sempre priorizo o custo x benefício e não a última moda. Eventualmente uso o Documents to Go para editar textos no formato do Word, o que permite trabalhar o documento depois em um desktop.
<p>O problema do PDA isolado é o reconhecimento de escrita. Os PDAs da Palm exigem que você desenhe as letras, o que não é muito rápido. Eu pessoalmente nunca consegui ser tão rápido no Graffiti como sou na escrita normal, o que torna o processo menos natural.
<p>O PDA pode ser acoplado a um <a href="http://store.palm.com/product/index.jsp?productId=2441107&amp;cp=1157581.1797783&amp;parentPage=family">teclado dobrável</a>, o que torna o processo de digitação melhor, mas surge o problema de carregar dois dispositivos para todo lado, além do que minha experiência mostra que o teclado infravermelho é muito sensível à iluminação do ambiente. Dependendo do local, ele simplesmente não consegue conectar com o PDA. Nunca me animei a adquirir um teclado Bluetooth, pois a era dos PDAs está no fim.
<p><a href="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/04/teclado-palm.jpg" rel="lightbox"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="224" alt="teclado palm" src="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/04/teclado-palm-thumb.jpg" width="224" border="0"></a>
<p>Além disso, a tela dos PDAs é muito pequena para que a digitação de textos longos seja confortável.
<p><strong>Smartphone</strong>
<p>O PDA está caindo em desuso em nome dos novos Smartphones, que combinam as funcionalidades do primeiro com as de um telefone celular. Os modelos mais recentes como o <a href="http://direct.motorola.com/prl/motoq8/q-home.asp?Country=bra&amp;language=prl&amp;productid=30728">MotoQ</a> e <a href="http://www.nokia.com.br/link?cid=EDITORIAL_427597">Nokia N95</a> vem equipados uma tela com tamanho razoável para leitura de e-mails e um pequeno teclado.O problema destes teclados é que eles não são feitos para um ser humano normal. Qualquer coisa que você tente digitar mais longa do que “Sim” ou “Aprovado” se torna um exercício de paciência por causa das teclas diminutas. Tente editar um artigo longo neles e você vai pensar no suicídio.
<p>O problema das telas é o mesmo do PDAs, eles são feitos para a leitura a alguns centímetros do rosto, mesmo que você acople algum tipo de teclado (o que nunca vi), a digitação será desconfortável.
<p>A Palm até que tentou corrigir isso com o <a href="http://meiobit.com/palm_foleo_obsoleto_antes_de_chegar_s_lojas">Foleo</a>, mas era um produto confuso e <a href="http://blog.palm.com/palm/2007/09/a-message-to-pa.html">morreu</a> antes de chgar às lojas.
<p><strong>Escrita Digital</strong>
<p>Alguns anos atrás li sobre um produto diferente da <a href="http://www.logitech.com/index.cfm/mice_pointers/digital_pen/devices/408&amp;cl=us,en">Logitech</a> chamado Io. Trata-se de uma caneta comum com capacidade de registrar digitalmente a escrita, desde que usada em um papel especial com micro marcas que permitem a identificação do movimento do usuário.
<p><a href="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/04/digitalio2.jpg" rel="lightbox"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="244" alt="digitalio2" src="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/04/digitalio2-thumb.jpg" width="244" border="0"></a>
<p>Tudo o que seria necessário para escrever textos seria a própria caneta e um caderno feito com o papel especial. O preço também era razoável (a última cotação foi US$ 149,99 nos EUA).
<p>Pareceu-me uma idéia excelente, mas surgiram alguns inconvenientes:
<p>- O texto gerado é gravado na forma de um arquivo gráfico. Se quisermos transformá-lo em um texto editável, é necessário um programa de OCR. Fazero OCR entender a escrita manual pode ser muit difícil (e eu tenho a letra feia).
<p>- É necessário um suprimento constante do papel especial.
<p>- A tecnologia pareceu nunca empolgar muita gente
<p>A <a href="http://www.digitaldrops.com.br/drops/2007/01/caneta_digital_da_nokia.html">Nokia</a> lançou uma caneta baseado na mesma tecnologia que tambem falhou em se tornar um produto popular.
<p>A história da tecnologia é cheia de boas idéias que nunca se tornaram produtos de sucesso. Infelizmente a Escrita Digital parece ir por esse caminho. O site da Logitech informa que eles irão <a href="http://www.logitech.com/index.cfm/67/3045&amp;cl=us,en">repassar a linha de produtos Io</a> para outra empresa ainda não identificada.
<p><strong>Notebooks</strong>
<p>Bons notebooks seriam a solução ideal para o problema da escrita, mas tenho minhas restrições pessoais a eles:
<p>- Preço: Notebooks leves são caros. Mesmo com a crescente queda de preços, dólar baixo, etc., ainda estamos falando em equipamentos com preço acima de R$ 5.000.
<p>- Segurança: Moro em São Paulo. Notebooks são um chamariz de assaltantes, exceto em áreas extremamente específicas, o que limita muito seu uso.
<p>- Bateria: As melhores baterias ainda não conseguem ultrapassar seis horas sem recarga. Isso nos obriga a ter que transportar sempre o carregador, além do notebook propriamente dito.
<p><strong>Processadores de Texto </strong>
<p>Houve um tempo em que se produziam equipamentos de uso específico, ao invés dos computadores de uso genérico de hoje.
<p>Muita gente da antiga lembra com saudade de equipamentos como os processadores de texto da <a href="http://www.old-computers.com/museum/computer.asp?st=1&amp;c=1256">Tandy</a> e outras marcas hoje desaparecidas.
<p><a href="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/04/tandy-wp2-1s.jpg" rel="lightbox"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="187" alt="tandy_wp2_1s" src="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/04/tandy-wp2-1s-thumb.jpg" width="244" border="0"></a>
<p>Funcionando com pilhas comuns, com um teclado quase de verdade e extremamente leves, eles seriam a solução ideal para a escrita. Como são aparelhos antigos, não tenho referência de preço. Pelo menos uma empresa, a <a href="http://www.alphasmart.com/products/index.html">Alphasmart</a> tentou produzir algo semelhante com a plataforma da Palm, mas o produto nunca pegou.
<p><strong>Eee PC</strong>
<p>Minha próxima aposta é o <a href="http://event.asus.com/eeepc/windows/index.html">Eee PC</a> da Asus e seus futuros descendentes.
<p>Trata-se de um notebook de baixo custo, com processador lento, pouca memória RAM e memória flash ao invés de HD.
<p>Ele tem algumas vantagens sobre os notebooks convencionais e smartphones: é barato (entre R$ 300 e R$ 400 nos EUA), tem um teclado de tamanho razoável e é bastante leve, permitindo que você o transporte constantemente sem ficar com problemas na coluna.
<p>O pequeno notebook tem sido um <a href="http://www.mobilemag.com/content/100/333/C14140/">sucesso de vendas</a> desde seu lançamento, apesar dos recursos limitados, e a Asus não para de lançar novas versões. As últimas irão aproximá-lo dos notebooks convencionais, <a href="http://www.mobilemag.com/content/100/334/C15104/">com tela de 10 polegadas</a>. A concorrência acusou o golpe e talvez, finalmente, tenhamos acesso a dispositivos de escrita baratos e fáceis de transportar e usar, como a máquina de escrever já foi um dia.</p>
<p><a href="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/04/eee.jpg" rel="lightbox"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="243" alt="eee" src="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/04/eee-thumb.jpg" width="244" border="0"></a>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>
<div class="wlWriterSmartContent" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:3aa67348-f552-4b21-ba79-810b470f5362" style="padding-right: 0px; display: inline; padding-left: 0px; float: none; padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-top: 0px">Technorati Marcas: <a href="http://technorati.com/tags/Tecnologia" rel="tag">Tecnologia</a>,<a href="http://technorati.com/tags/escrita" rel="tag">escrita</a>,<a href="http://technorati.com/tags/dispositivos%20m%c3%b3veis" rel="tag">dispositivos m&#243;veis</a></div></p>
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		<item>
		<title>O e-mail da criança doente</title>
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		<comments>http://www.renatolellis.net/blog/2008/04/23/o-e-mail-da-criana-doente/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 02:51:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias e Opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[e-mail]]></category>
		<category><![CDATA[hoax]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>

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		<description><![CDATA[A tecnologia evolui, a internet evolui e algumas coisas parecem ter ficado para trás. Só quem presenciou a aurora da internet pode ter vivido certas coisas: prestar atenção no barulho do modem enquanto ele conecta, jogar conversa fora com estranhos em salas de chat, esperar até a meia noite e um para conectar e poder [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A tecnologia evolui, a internet evolui e algumas coisas parecem ter ficado para trás.
<p>Só quem presenciou a aurora da internet pode ter vivido certas coisas: prestar atenção no barulho do modem enquanto ele conecta, jogar conversa fora com estranhos em salas de chat, esperar até a meia noite e um para conectar e poder pagar tarifa telefônica mais barata&#8230;
<p>Ah, bons tempos aqueles.
<p>Outras coisas, infelizmente, parecem nunca ir embora, por mais que tentemos nos livrar delas.
<p>Um exemplo disso são certos hoaxes que parecem ter mais vidas do que vilões de filme de terror.
<p>Vamos analisar um clássico, o e-mail da criança doente:
<p><a href="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/04/baby2.jpg" rel="lightbox"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="163" alt="baby2" src="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/04/baby2-thumb.jpg" width="244" border="0"></a> </p>
<p><span id="more-163"></span><br />
<!--adsense-->
<p>Recebi o e-mail abaixo em 19/9/2000, mais de sete anos atrás&#8230;<br />
<blockquote>
<p><b>ATENÇÃO </b><b></b>
<p>&#8220;Vamos Salvar esta criança&#8221;
<p>AJUDE UMA CRIANÇA COM CÂNCER !!!** A SUA AJUDA APENAS NA RETRANSMISSAO DO E-MAIL E ISTO SE REVERTE EM 3 CENTAVOS POR EMISSÃO A UMA GAROTINHA COM CÂNCER. ** Este e-mail veio do Grupo de Solidariedade do Hospital Albert Einstein, implica no dispêndio de um pouco de tempo e não custara nem um centavo. Tudo o que precisa e de um pouco coração&#8230;..Será que você tem ???? POR FAVOR, enviem este e-mail para todos aqueles que conhecem. Este e o pedido de uma garotinha que brevemente deixara este mundo, pois ela tem sido vitima de uma terrível doença, o CÂNCER. Obrigado pelo seu esforço. Esta não e somente &#8220;carta corrente&#8221; (corrente de solidariedade) mas uma escolha de salvar esta garotinha que esta morrendo de uma seria e fatal forma de câncer. Por favor, enviem este e-mail a todos aqueles que conhecem! Esta garotinha só tem mais 6 meses de vida e como seu ultimo desejo, ela quer enviar uma &#8220;carta corrente&#8221;para dizer a todos que vivam plenamente as suas vidas, já que ela nunca terá oportunidade para o fazer. Ela nunca chegara ao baile de formatura, nunca se formara no segundo grau, nunca se casara ou constituirá uma família. Ao enviar este e-mail ao maior numero de pessoas possíveis, estará dando a ela e a sua família uma réstia de esperança, porque a Associação Americana Contra o câncer doara para o seu tratamento,
<p>3 centavos para cada nome desta corrente. Se, apenas uma pessoa conseguiu enviar este e-mail a outras 500 pessoas, enato, eu sei que cada um de nos poderá enviar, pelo menos, 5 ou 6 pessoas.
<p>E se somos tão egoístas que não possamos gastar 10-15 minutos escrevendo/digitando ( ou copiando e colando !!!!) e enviando este e-mail, então e porque somos nos as pessoas &#8220;doentes&#8221;. Pensem apenas que um dia poderão estar no lugar esta garotinha. Lembrem-se que o que precisam dar não e dinheiro, mas somente um pouco do seu tempo. POR FAVOR, PASSEM ESTA MENSAGEM !!!
<p>** A SUA AJUDA APENAS NA RETRANSMISSAO DO E-MAIL E ISTO SE REVERTE EM
<p>3 CENTAVOS POR EMISSÃO A UMA GAROTINHA COM CÂNCER. **</p>
</blockquote>
<p>Todo mundo já deve ter recebido um e-mail semelhante. Este foi o mais antigo que encontrei, mas tenho certeza que já tinha recebido outros antes. Não é preciso muito conhecimento tecnológico para deduzir que não é nada prático para quem quer que seja pagar por e-mails repassados. Qual a idéia? Por que não doar o dinheiro, simplesmente?
<p>Mas o que é realmente surpreendente é que ainda recebo e-mails assim até hoje. Depois de tantos anos ainda há quem acredite num esquema de caridade tão pitoresco como esse.
<p>A desvantagem dos e-mails contemporâneos é que eles vêm com fotos anexadas. Antigamente, com a baixa velocidade eles se limitavam ao texto, hoje eles são multimídia. Não basta todo o spam que recebo, ainda tenho que dar de cara com um bebê com queimaduras para ilustrar uma história que eu sei que não é verdadeira.
<p>É realmente irritante.
<p>Mas além de irritante, esse fenômeno é intrigante. Por dois motivos.
<p>Primeiro, eu não consigo entender o propósito disso. É fácil entender o spam ou o phising: ambos estão atrás de dinheiro, roubado ou não.
<p>Mas que lucro este tipo de boato trás para quem o cria? Na maioria dos casos não existe autor, link ou qualquer forma de interação. Antigamente diziam que eles serviam para garimpar endereços de e-mail. Eu considero este um método fraco, pois o criador precisaria receber o e-mail de volta e todos os intermediários precisariam manter os destinatários copiados no meio, o que nem sempre acontece. Existem meios muito mais rápidos para obter e-mails válidos.
<p>Se não é dinheiro será que os autores buscam algum tipo de satisfação? Será que existe um ranking secreto para determinar qual boato se mantém por mais tempo ou é copiado mais vezes? Não tenho idéia.
<p>Segundo, depois de mais de doze anos de vida da internet comercial, as pessoas ainda não aprenderam a verificar as informações nela? Será que esta é uma amostra do nível de conhecimento dos usuários? Ainda acreditamos piamente que se está na internet então deve ser verdadeiro?
<p>Isso realmente é preocupante, pois se o nosso usuário médio acredita em informações tão facilmente desacreditáveis como essa, quantos não devem cair em golpes mais elaborados?
<p>Como é possível que a tecnologia evolua de verdade, se o elemento humano não evoluir junto com ela?
<p>Empresas e profissionais sempre desprezam o treinamento e a educação formal. Pelo menos no Brasil. Preferimos aprender na unha termos um conhecimento fragmentado em muitos assuntos ao invés de um conhecimento especializado em poucos. Será que essa é a conseqüência em longo prazo? Estamos todos acreditando na criança doente em algum assunto?
<p>O elemento humano é o ponto fraco de qualquer tecnologia, e enquanto houver pessoas remetendo o e-mail da criança doente e outros que circulam por anos a fio, teremos todo tipo de problemas.
<p>&nbsp;
<p>&nbsp;<a href="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/04/modem.jpg" rel="lightbox"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="126" alt="modem" src="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/04/modem-thumb.jpg" width="244" border="0"></a> </p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="wlWriterSmartContent" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:57951a77-12a4-48ee-9900-3d5f527233fa" style="padding-right: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-top: 0px">Technorati Marcas: <a href="http://technorati.com/tags/hoax" rel="tag">hoax</a>,<a href="http://technorati.com/tags/e-mail" rel="tag">e-mail</a>,<a href="http://technorati.com/tags/cultura" rel="tag">cultura</a>,<a href="http://technorati.com/tags/internet" rel="tag">internet</a></div>
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		<item>
		<title>Dossiê, governo e TI</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Apr 2008 19:59:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias e Opiniões]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma imagem vale por mil palavras. Mais, se a compressão for boa. Na revista Veja desta semana, em uma das matérias decorrentes do dossiê contra o governo FHC que tem dominado o noticiário nas últimas semanas, é exibida a foto de um computador, originalmente publicada pela Folha de São Paulo. Na foto está parte do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma imagem vale por mil palavras. Mais, se a compressão for boa.
<p>Na revista Veja desta semana, em uma das matérias decorrentes do dossiê contra o governo FHC que tem dominado o noticiário nas últimas semanas, é exibida a foto de um computador, originalmente publicada pela <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u389191.shtml">Folha de São Paulo</a>.
<p>Na foto está parte do tal dossiê, mas como este não é um blog de política, o que chamou minha atenção não foi o conteúdo, mas o que está à sua volta. </p>
<p><span id="more-158"></span></p>
<p>Para destacar minhas observações, digitalizei a imagem a partir da edição 2055 de Veja, página 69.
<p>A imagem completa é essa:
<p><a href="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/04/veja2055.jpg" rel="lightbox"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="244" alt="veja2055" src="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/04/veja2055-thumb.jpg" width="244" border="0"></a>
<p>Deixando de lado as informações no corpo da página, e considerando que a imagem é realmente de um computador da Casa Civil, podemos ter uma comparação entre o discurso do governo e dura realidade.
<p><strong>1- Sistema Operacional</strong>
<p><a href="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/04/veja20551.jpg" rel="lightbox"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="46" alt="veja20551" src="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/04/veja20551-thumb.jpg" width="126" border="0"></a>
<p>Isso mesmo, o computador está rodando Windows. Todo a celeuma em torno do código aberto, software livre e todo o discurso cafona que normalmente vem de brinde, para quê? Para nada. Um computador do alto escalão do governo usando o famigerado, o terrível Windows. E o pior, pelo que parece pelos ícones e aspecto gráfico (perdão pela qualidade da imagem) me parece que é o Windows 2000, que já está na fase de “<a href="http://support.microsoft.com/?LN=pt-br&amp;scid=fh%3Ben-us%3Blifecycle&amp;x=14&amp;y=8#Service%20Pack%20Support">Extended Support</a>”, o que quer dizer que ele vai receber apenas atualizações de segurança.
<p>Pode ser um Linux com uma interface gráfica modificada para ficar igual à do Windows? Claro que sim, mas quem acreditaria nisso?
<p><strong>2- Correio Eletrônico</strong>
<p><a href="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/04/veja20552b.jpg" rel="lightbox"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="53" alt="veja20552b" src="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/04/veja20552b-thumb.jpg" width="193" border="0"></a>
<p><a href="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/04/veja20552.jpg" rel="lightbox"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="40" alt="veja20552" src="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/04/veja20552-thumb.jpg" width="244" border="0"></a>
<p>O cliente de correio eletrônico em uso é o Outlook Express, o primo pobre e gratuito do Outlook. Estranhamente o ícone do Ouitlook está na barra de acesso rápido, mas não está sendo usado. É provável que não haja um servidor Exchange para ser acessado ou não haja licença para conectá-lo. O Outlook Express poderia ser substituído com vantagens pelo <a href="http://www.mozilla.com/en-US/thunderbird/">Thunderbird</a>, da , mas não foi o caso.
<p><strong>3- Navegador</strong>
<p><a href="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/04/veja20553.jpg" rel="lightbox"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="32" alt="veja20553" src="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/04/veja20553-thumb.jpg" width="244" border="0"></a>
<p>Para acessar a Internet, basta clicar naquele ezinho. <a href="http://www.mozilla.com/en-US/firefox/">Firefox</a>? O que é isso? O navegador estrela do código aberto também passou longe daqui, quem está consultando o UOL o está fazendo com o Internet Explorer. Sobre o Windows 2000, possivelmente ainda é o IE 5, menos seguro que as versões mais recentes.
<p><strong>4- Instant Messaging</strong>
<p><a href="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/04/veja20554.jpg" rel="lightbox"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="32" alt="veja20554" src="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/04/veja20554-thumb.jpg" width="244" border="0"></a>
<p>Se nem o Firefox foi cogitado, como utilitário de Instant Messaging não poderia ser outro senão o Messenger da Microsoft. Não consegui identificar se é o MSN Messenger ou a versão mais sisuda, o Windows Messenger que acompanhava o Windows e ninguém usava, mas as chances de seja o primeiro são grandes.
<p><strong>5- Base de Dados</strong>
<p><a href="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/04/veja20555.jpg" rel="lightbox"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="45" alt="veja20555" src="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/04/veja20555-thumb.jpg" width="199" border="0"></a>
<p>Por último, quem acompanhou o noticiário, ouviu falar de um “Banco de Dados” que foi elaborado para as despesas do governo (ou um dossiê sobre para intimidar os adversários, dependendo da fonte). Quem imaginou uma aplicação Web acessando um banco de dados MySQL ou algo similar, aí vai a dura realidade: o que está sendo usado é a Aplicação Universal para Manipulação de Dados, o Excel. Pelo ícone e pela interface, acredito que seja a versão 2003. E o OpenOffice, BR Office e similares?
<p>Fiz uma rápida pesquisa sobre “governo e software livre” e caí na página da <a href="http://www.softwarelivre.gov.br/">Presidência da República</a> sobre o assunto. A última atualização é de abril de 2007. Pelo jeito o assunto cansou.
<p>Em resumo, parece que Software Livre pega muito bem em discursos, mas na hora de fazer o trabalho (mesmo os inconfessáveis) todo mundo acaba usando as ferramentas da Microsoft mesmo.
<p>Irônico.</p>
<p>Agora os fanboys do código aberto vão poder usar o mesmo discurso dos militantes ofendidos e dizer que isto é obra da mídia golpista&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="wlWriterSmartContent" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:f4b1767f-b6b6-4373-b463-ea260f10947c" style="padding-right: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-top: 0px">Technorati Marcas: <a href="http://technorati.com/tags/Software%20Livre" rel="tag">Software Livre</a>,<a href="http://technorati.com/tags/pol%c3%adtica" rel="tag">pol&#237;tica</a></div>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/RenatoLellisBlog/~4/YsjueFBR75A" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Free Download Manager – Um gerenciador de download eficiente e gratuito</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/RenatoLellisBlog/~3/GXuqsYw-vxk/</link>
		<comments>http://www.renatolellis.net/blog/2008/03/30/free-download-manager-um-gerenciador-de-download-eficiente-e-gratuito/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2008 02:33:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Utilitários úteis]]></category>
		<category><![CDATA[Utilitários; Windows]]></category>

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		<description><![CDATA[Houve um tempo em que um gerenciador de downloads era indispensável. As conexões eram lentas, os sites instáveis, um arquivo de alguns megabytes podia demorar horas para ser baixado, portanto uma ferramenta que pudesse retomar o download do ponto em que ele parou, sem ter que iniciar de novo era uma mão na roda.Esta foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Houve um tempo em que um gerenciador de downloads era indispensável. As conexões eram lentas, os sites instáveis, um arquivo de alguns megabytes podia demorar horas para ser baixado, portanto uma ferramenta que pudesse retomar o download do ponto em que ele parou, sem ter que iniciar de novo era uma mão na roda.<br />Esta foi a época em que utilitários como Getright e Download Accelerator faziam a alegria da navegação na internet.</p>
<p><a href="http://www.freedownloadmanager.org/"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="58" alt="FDMLogo" src="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/03/fdmlogo.jpg" width="244" border="0"></a> </p>
<p><span id="more-143"></span><br />
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<p>Estes dois produtos acabaram seguindo para o lado escuro e se tornaram caros ou ninhos de adware. Nada disso pode caracterizar um bom utilitário.<br />E do outro lado, com a popularização da banda larga, fazer download não é mais tão demorado ou trabalhoso, a ponto de alguns demos de jogos terem mais de 1GB, coisa impensável nos anos 90.<br />A pergunta que fica desta história é: um gerenciador de download ainda é necessário?<br />A resposta, como sempre, é: depende.<br />Se você é tem uma conexão de banda larga de boa qualidade e não tem o hábito de baixar programas da internet com freqüência, você pode dispensar este tipo de utilitário. Uma coisa a menos para atravancar o seu processamento.<br />Agora, se uma das duas coisas não for verdade, você pode ter alguma vantagem em ter utilizar um gerenciador de downloads.<br />Atualmente um dos melhores é o Free Download Manager.</p>
<p><a href="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/03/fdm25.jpg" rel="lightbox"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="190" alt="FDM25" src="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/03/fdm25-thumb.jpg" width="244" border="0"></a></p>
<p>Ele faz tudo o que um gerenciador de download decente tem que fazer: retoma downloads interrompidos, abre vários threads para acelerar o download e permite criar categorias para os vários tipos de arquivos. A melhor parte é que ele faz tudo isso de graça.</p>
<p>Como bom utilitário da web 2.0, ele permitie que você dê um feedback sobre os arquivos baixados, gerando uma espécie de &#8220;comunidade&#8221;, com notas e opiniões. Útil se você tiver dúvidas sobre spyware e arquivos maliciosos. Como normalmente eu só baixo arquivos de sites conhecidos, não uso muito esse recurso.<br />O FDM é distribuído sob o GPL, assim como a maioria dos produtos de código aberto. Não há o risco de ele se tornar um software pago do dia para a noite.<br />Para expandir o seu uso o FDM tem complementos para o upload e até para lidar com Torrents. Não recomendo este último, mas para sua função principal, o download simples do dia-a-dia, o FDM é excelente.</p>
<p>&nbsp;<a href="http://downloads.sourceforge.net/freedownload/fdminst.exe"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="65" alt="downloadFDM" src="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/03/downloadfdm.gif" width="233" border="0"></a> </p>
<p>Link: <a title="http://www.freedownloadmanager.org/" href="http://www.freedownloadmanager.org/">http://www.freedownloadmanager.org/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="wlWriterSmartContent" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:12c02f54-ab54-48bb-8232-de27c3453afa" style="padding-right: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-top: 0px">Technorati Marcas: <a href="http://technorati.com/tags/Utilit%c3%a1rios" rel="tag">Utilit&#225;rios</a>,<a href="http://technorati.com/tags/Windows" rel="tag">Windows</a></div>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/RenatoLellisBlog/~4/GXuqsYw-vxk" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>PTC – Ganhe dinheiro na Internet. Ou não.</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/RenatoLellisBlog/~3/3-8fGxyWsDs/</link>
		<comments>http://www.renatolellis.net/blog/2008/01/22/ptc-ganhe-dinheiro-na-internet-ou-no/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Jan 2008 02:59:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias e Opiniões]]></category>

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		<description><![CDATA[Ganhar dinheiro sempre é um bom chamariz. Se for rapidamente e sem esforço, melhor ainda. Seja uma nova franquia seja um golpe, você sempre encontrará audiência se o seu público acreditar que pode ganhar uns caraminguás.No mundo selvagem da Internet, sempre houve quem oferecesse mundo e fundos em troca de uns pageviews.Já houve a moda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[</p>
<p>Ganhar dinheiro sempre é um bom chamariz. Se for rapidamente e sem esforço, melhor ainda. Seja uma nova franquia seja um golpe, você sempre encontrará audiência se o seu público acreditar que pode ganhar uns caraminguás.<br />No mundo selvagem da Internet, sempre houve quem oferecesse mundo e fundos em troca de uns pageviews.<br />Já houve a moda dos discadores com acesso gratuito, concursos milionários, e houve até quem distribuísse micros em troca de cadastro em provedores. <br />A última moda para os usuários ganharem uns trocos se chama PTC – Pay to Click. A proposta é simples, os sites pagam para os usuários clicarem em seus anúncios.</p>
<p><span id="more-138"></span><br />
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<p>Até que a idéia faz sentido. Em um momento onde produtoras de videogames enchem seus produtos de “in-game advertising” e até a Adobe cogita colocar propaganda em arquivos PDF, a atenção é uma mercadoria cada vez mais escassa.<br />Somos bombardeados por tal quantidade de anúncios em nosso dia a dia, que automaticamente passamos a ignorá-los, como mecanismo de defesa.<br />Como uma empresa pode garantir que seu nome e seus serviços sejam conhecidos sem gastar milhões?<br />É neste cenário que surge o PTC. Com este tipo de abordagem, o anunciante tem certeza que seu anúncio será ao menos visto, sem gastar uma fortuna, a empresa de PTC ganha a verba publicitária e o usuário recebe uma comissãozinha.<br />Todo mundo feliz, certo?<br />Mais ou menos.<br />Para fazer uma análise um pouco mais detalhada, me inscrevi em quatro desses serviços, para tentar avaliar o quanto é possível ganhar com estes programas, se é que é possível ganhar alguma coisa e tentar avaliar qual o real estado deste tipo de abordagem publicitária.<br />Os serviços que escolhi, com base em recomendações de sites e fóruns foram: </p>
<p><strong>Bux.to</strong>
<p><a href="http://bux.to/?r=rlellis"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="64" alt="buxtologo" src="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/01/buxtologo.gif" width="472" border="0"></a>
<p><strong>Just Click</strong>
<p><a href="http://www.just-click.us/?r=rlellis"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="64" alt="justclicklogo" src="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/01/justclicklogo.jpg" width="472" border="0"></a>
<p><strong><a href="http://adbux.org/?r=rlellis">Adbux.org</a></strong>
<p>No momento este site esta fora por problemas técnicos.
<p>&nbsp;
<p><strong><a href="http://paid.vg/?r=rlellis">Paid.vg</a></strong>
<p>No momento este site esta fora por problemas técnicos
<p>&nbsp;
<p>Durante uma semana fiz tudo o que manda o figurino do PTC: acessei os sites diariamente e cliquei em todo anúncios, sem nenhum tipo de truque.
<p><strong>Onde eu assino? </strong>
<p>Em todos os serviços o cadastro é gratuito e instantâneo, basta informar o endereço de e-mail. Para o recebimento das comissões todos usam o <a href="https://www.paypal.com/">PayPal</a>. Para quem não conhece o PayPal é um serviço de transferência financeira que foi adquirido pelo eBay recentemente. Os sites de PTC a partir do limite de resgate (normalmente US$ 10), pode ser solicitado o depósito em sua conta no PayPal.
<p>Tendo a conta no PayPal, basta criar um usuário no site de sua escolha e sair clicando.
<p><strong>Quero números!</strong>
<p>Quanto paga? Pouco. Todos os programas que testei oferecem US$ 0,01 por anúncio visualizado. Este é o plano básico, gratuito. Existem planos que pagam de US$ 0,0125 a US$ 0,015, mas exigem o pagamento de uma taxa mensal ou anual. Para resgatar a sua comissão, normalmente é necessário ter US$ 10,00 em crédito o que quer dizer 1.000 anúncios clicados.<br />Os sites exigem que o anúncio fique algum tempo sendo exibido (normalmente 30 segundos) antes de considerarem a tarefa cumprida. Você não pode tentar exibir mais de anúncio por vez e cada anúncio só pode ser clicado uma vez por dia.<br />Já vou avisando que todos os programas têm cláusulas contra fraudes que proíbem o uso de scripts ou a criação de múltiplas contas a partir de um mesmo endereço IP.<br />Nada nesta vida é fácil.
<p><strong>Dá para ganhar dinheiro com isso?</strong>
<p>Aparentemente sim, mas não muito. <br />Vamos fazer uma conta. Se o site disponibiliza 10 anúncios por dia, 365 dias por ano, e você clicar em todos eles religiosamente, ao final de um ano você terá&#8230; US$ 36,50 ou R$ 65,70 ao câmbio de hoje (US$ 1,00 = R$ 1,80).<br />Ainda não dá para parar de trabalhar com isso.<br />Aí entra a primeira pegadinha do sistema: os referrals ou referências. Se um amigo (ou desconhecido) se cadastrar no serviço a partir de uma indicação sua, você também recebe a comissão pelos cliques dele.<br />Vamos refazer a conta para a mesma quantidade de anúncios por ano e considerando que o site pague pelos cliques de suas referências os mesmos US$ 0,01 que você recebe (que é como o Bux.to funciona, por exemplo, mas as regras variam dependendo do serviço). Supondo que você tenha 10 referências, o resultado será US$ 1,1 por dia e US$ 401,50 ou R$ 722,70 ao final do ano.<br />Ah, os milagres da matemática.<br />Mas antes que você chame seus colegas no MSN, vamos deixar claro que este cenário depende de duas condições: que o site disponibilize os 10 anúncios diariamente, o que nem sempre acontece e que as suas referências cliquem religiosamente todos os dias, assim como você.<br />Sem clique, sem dinheiro.
<p><strong>Isso tem futuro?</strong>
<p>É claro que previsões são sempre arriscadas, mas acredito que três elementos colocam em risco o sistema de PTC na forma como ele se encontra hoje: instabilidade, clonagem e relações endogâmicas.
<p><strong>Instável quem, eu?</strong>
<p>Os serviços de todos os sites estão aquém do ideal. Quase todos os sites ficaram indisponíveis em algum momento do meu teste. Isto não é nada bom para um serviço totalmente on-line, com certeza espanta anunciantes e usuários.
<p><a href="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/01/paidvgindisp2.jpg" rel="lightbox"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="191" alt="paidvgindisp2" src="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/01/paidvgindisp2-thumb.jpg" width="244" border="0"></a>
<p><font size="1">Quanto tempo demora uma troca de servidores?</font>
<p><a href="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/01/adbuxindisp.jpg" rel="lightbox"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="191" alt="adbuxindisp" src="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/01/adbuxindisp-thumb.jpg" width="244" border="0"></a>
<p><font size="1">Quatro dias fora por uma falha no MySQL?</font>
<p><strong>O Ministério da Saúde adverte: a clonagem faz mal para seu negócio</strong>
<p>Até agora dá para pensar que é um sistema simples de ser implantado, não? Uma página, alguns scripts, e pronto.<br />E pelo jeito é mesmo, tal a quantidade de serviço do gênero que existem.<br />A clonagem é um mal da Internet. Alguém lança uma idéia ou um serviço e na semana seguinte temos 20 clones no ar. Lembra da página de um milhão de dólares? Pois é.<br />O problema da clonagem de serviços é que ela enfraquece o mercado como um todo. A quantidade de anunciantes dispostos a usar estes serviços não aumenta na proporção que os serviços surgem, o que quer dizer que depois de algum tempo um número cada vez maior de serviços estarão disputando a mesma quantidade de anunciantes, ou menos, se o serviço não se mostrar viável e espantar os anunciantes.<br />Não é um cenário favorável à estabilidade. A maioria dos serviços tende a desaparecer, assim como muitos mecanismos de busca, serviços de e-mail gratuito e sites de leilão que sumiram por serem apenas clones, sem nenhuma idéia original.
<p><a href="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/01/buxtomain.jpg" rel="lightbox"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="223" alt="buxtomain" src="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/01/buxtomain-thumb.jpg" width="244" border="0"></a>
<p><font size="1">O original.</font>
<p><a href="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/01/bux3main.jpg" rel="lightbox"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="223" alt="bux3main" src="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/01/bux3main-thumb.jpg" width="244" border="0"></a>
<p><font size="1">O não tão original.</font>
<p><strong>Quem anuncia? </strong>
<p>Um item importante para a sobrevivência de um serviço de publicidade é ter anunciantes.<br />Quem são estes anunciantes é quase tão importante como tê-los. Eu classifiquei todos os anúncios que me foram exibidos ao longo do teste em seis categorias:
<p><strong><u>Outros PTC e sites relacionados:</u></strong> anúncios de serviços similares, fóruns e outros tipos de sites de apoio ao usuário de PTC.
<p><strong><u>Ganhe dinheiro rápido:</u></strong> anúncios do tipo ganhe US$ 3.456 por dia com o Google, o vídeo de US$ 1.604,98 e afins. Relacionei estes por que não considero o tipo de anunciante que ajuda a atrair outros anunciantes, além de na maior parte dos casos estarem a um passo do estelionato.
<p><strong><u>Hospedagem:</u></strong> serviços de hosting já foram mercadoria quente no passado. Hoje são apenas mais uma despesa para as empresas que dependem deles. Destaco esta categoria por que acredito tratar-se de troca de favores, assim como a primeira categoria: você hospeda meu site e eu faço propaganda de graça de sua empresa.
<p><strong><u>Internos:</u></strong> anúncios do próprio site. Coisas do tipo: compre referências, faça upgrade para o plano Premium e por aí vai. A inscrição é gratuita, mas os PTCs oferecem muitos serviços pagos para os seus usuários cadastrados.
<p><strong><u>Erro de exibição:</u></strong> erros por parte do anunciante. Por algum motivo o PTC não conseguiu exibir o anúncio do cliente, mas fez a sua parte. Como neste caso não consegui identificar de que se tratava o anúncio, crie esta categoria.
<p><strong><u>Outros:</u></strong> todo o resto. Na verdade, a parte mais importante.
<p>Os números foram os seguintes:
<p><a href="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/01/tabela-ptc.jpg" rel="lightbox"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="244" alt="Tabela PTC" src="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/01/tabela-ptc-thumb.jpg" width="152" border="0"></a>
<p>Graficamente:
<p><a href="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/01/grafico-ptc.jpg" rel="lightbox"><img style="border-top-width: 0px; border-left-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-right-width: 0px" height="150" alt="Grafico PTC" src="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/01/grafico-ptc-thumb.jpg" width="244" border="0"></a>
<p>Desta forma, podemos concluir que se 53% dos anúncios são o que eu chamei de endogâmicos, os anúncios de serviços concorrentes mais os anúncios internos e apenas 18% dos anúncios são “bons”, anúncios de empresas externas ao meio e que estão injetando capital neste ramo (eu ia escrever “no negócio”, mas sempre acho esta frase estranha).<br />Os 53% endogâmicos são anúncios que não estão trazendo dinheiro para este tipo de empreendimento, no máximo é uma troca de favores (eu anuncio o seu, você anuncia o meu). Isto pode ajudar a reduzir despesas, mas não aumenta o faturamento.<br />Para que estas empresas se tornem viáveis, os anúncios deveriam estar no mínimo na proporção inversa, 60% de anúncios externos e 10% internos, pois são apenas os anúncios externos que fazem o faturamento aumentar.<br />Se aprendemos algo na Bolha da Internet foi que não existe isso de “Nova Economia”. A economia é uma só e para que um negócio vá para a frente ele precisa de dinheiro de verdade vindo de clientes de verdade, caso contrário é só uma forma de maquiar o balanço.<br />Esta mudança depende de este tipo de abordagem publicitária se mostrar viável, nem que seja para algum nicho específico.
<p><strong>Mas não é golpe?</strong>
<p>Como tudo na Internet é necessário cuidado. E como a clonagem de sites corre solta, a melhor garantia de que as regras sejam respeitadas é usar serviços que já tenham sido testados e aprovados por outros.
<p><strong>Ah, eu quero tentar assim mesmo.</strong>
<p>Cadastre-se no <a href="https://www.paypal.com/">PayPal</a>, escolha os serviços que mais te agradarem (sugiro os que disponibilizam mais anúncios por dia), <u>leia o termo de uso</u>, saia clicando e boa sorte!
<p>&nbsp;</p>
<div class="wlWriterSmartContent" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:7a5e6fb7-c68c-43cd-92dd-ce95b271c6c6" style="padding-right: 0px; display: inline; padding-left: 0px; padding-bottom: 0px; margin: 0px; padding-top: 0px">Technorati Marcas: <a href="http://technorati.com/tags/PTC" rel="tag">PTC</a>,<a href="http://technorati.com/tags/dinheiro" rel="tag">dinheiro</a>,<a href="http://technorati.com/tags/internet" rel="tag">internet</a></div>
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		<title>Jogos proibidos. De novo.</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jan 2008 02:38:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Renato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias e Opiniões]]></category>

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		<description><![CDATA[Na esteira dos assassinatos do Shopping Morumbi em 1999, vários jogos foram proibidos, por que alguém achou que havia uma semelhança entre os eventos e um cenário do jogo Duke Nukem 3D. Na época a sentença foi totalmente inócua para o mercado de videogames, por que todos os jogos citados eram antigos e o texto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na esteira dos <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u95219.shtml">assassinatos do Shopping Morumbi</a> em 1999, vários jogos foram proibidos, por que alguém achou que havia uma semelhança entre os eventos e um cenário do jogo Duke Nukem 3D.<br />
Na época a sentença foi totalmente inócua para o mercado de videogames, por que todos os jogos citados eram antigos e o texto da lei nunca foi atualizado. Agora voltamos ao mesmo assunto.</p>
<p><a href="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/01/brinquedo.jpg" rel="lightbox"><img border="0" width="244" src="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/01/brinquedo-thumb.jpg" alt="Brinquedo" height="164" style="border: 0px" /></a></p>
<p><span id="more-123"></span><br />
<!--adsense--></p>
<p>Tudo por que uma <a href="http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2008/01/18/procon-proibe-games-counter-strike-e-everquest-no-brasil/">decisão judicial em Minas Gerais</a> proibiu a comercialização dos videogames Everquest e Counter Strike no território brasileiro.</p>
<p>O texto da decisão judicial é risível e dá certeza que os envolvidos não têm a menor idéia do assunto sobre o qual estão legislando. Para quem não se convenceu, vamos analisar dois pequenos fatos:</p>
<p><strong>Fato 1:</strong> Counter Strike não é vendido. Trata-se de uma modificação para o jogo Half Life. Pode ser baixado gratuitamente. O texto jurídico não fala nada sobre o jogo que dá suporte ao Conter Strike, o Half Life.</p>
<p><strong>Fato 2:</strong> Everquest não é comercializado no Brasil.</p>
<p>Com base nestes dois pequenos fatos, podemos concluir que tudo isto é um grande desperdício de tinta dos Diários Oficiais, mas acho que podemos estender um pouco a discussão.<br />
Volta a meia os videogames estão no foco por conta de algum incidente de violência que atiça os censores de plantão. Será que os videogames podem mesmo estimular a violência no mundo real?<br />
Antes de responder, vamos lembrar que não só os que não só os videogames que sofrem com a síndrome do bode expiatório. Nos anos 50, a indústria de quadrinhos nos EUA estava na berlinda, por conta de um livro chamado “<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Seduction_of_the_Innocent">Seduction of the Innocent</a>” (Sedução dos inocentes) que atribuía aos quadrinhos a capacidade de transformar as crianças em criminosos, homossexuais e o que mais que apavorasse os pais da época. Nos anos 80 as bandas de heavy metal foram mais de uma vez acusadas de incitar a violência e o suicido de adolescentes.<br />
Como as crianças podem sobreviver a tantas influências terríveis?<br />
A resposta é: como sempre.<br />
Acreditar que Counter Strike ou os quadrinhos Batman podem mudar a vida de qualquer de um jogador ou leitor é subestimar a capacidade de discernimento da maioria das pessoas, crianças ou adultos.<br />
Na sociedade sempre existirão indivíduos influenciáveis que não conseguem estabelecer julgamentos próprios e se dobrarão às influências à sua volta. Eles se tornarão homens-bomba, soldados do narcotráfico, fanáticos religiosos ou militantes de algum partido radical.<br />
Mas o grau de descolamento da realidade que um indivíduo precisa ter para confundir um videogame ou uma história em quadrinhos com o mundo real é grande demais. Estes indivíduos existem, mas eles são a minoria. E são casos patológicos.<br />
Voltando ao episódio legal, podemos concluir que além de preconceituoso, o objeto jurídico em questão é incompetente, pois cita apenas os dois jogos. Não fala de “jogos de tiro” ou “jogos violentos”, o que indica que a lei está fadada ao desuso antes mesmo de ser aplicada.<br />
Se “Seduction of the Innocent” originou o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Comics_Code_Authority">Comics Code Authority</a> e praticamente exterminou as histórias em quadrinhos de terror e policiais, a lei mineira vai gerar apenas um grande vazio, o que me leva a fazer três perguntas:</p>
<p><strong>Pergunta 1</strong>: O Judiciário não tem verba para contratar um consultor em TI e fazer uma lei ao menos minimamente eficaz?</p>
<p><strong>Pergunta 2</strong>: Estes juízes não tem mais o que fazer? Toda vez que alguém do judiciário é entrevistado, reclama do excesso de processos, excesso de recursos, excesso de trabalho, falta de pessoal, e tudo o mais que funcionários públicos bem remunerados e  com férias em excesso sempre reclamam. Por que então perder tempo com algo tão irrelevante quanto isso?</p>
<p><strong>Pergunta 3:</strong> Será que devemos ficar felizes que estes juízes se debrucem sobre estes assuntos? Alguém os imagina decidindo coisas importantes como pena de morte com tanta incompetência quanto demonstram ao tratar de videogames?</p>
<p>Tenho medo de pensar nas respostas.</p>
<p> <a href="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/01/colt-python.jpg" rel="lightbox"><img border="0" width="244" src="http://www.renatolellis.net/blog/wp-content/uploads/2008/01/colt-python-thumb.jpg" alt="Colt_Python" height="147" style="border: 0px" /></a></p>
<p style="display: inline; margin: 0px; padding: 0px" id="scid:0767317B-992E-4b12-91E0-4F059A8CECA8:2951858c-dbc3-4bf3-8be1-62a8548b43f7" class="wlWriterSmartContent">Technorati Marcas: <a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/Videogame">Videogame</a>,<a rel="tag" href="http://technorati.com/tags/viol%c3%aancia">violência</a></p>
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