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 <title>Research Blogging - Ecology / Conservation - Portuguese</title>
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 <updated>2012-05-26T03:00:01Z</updated>
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   <name>Research Blogging</name>
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   <title type="html"><![CDATA[Ecologia: estamos trabalhando no lugar errado]]></title>
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	  <name><![CDATA[Luiz Bento, Discutindo Ecologia]]></name>
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   <updated>2012-05-02T13:16:48Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html"><![CDATA[&#160; &#160; Está é a principal conclusão de um artigo publicado recentemente no periódico Frontiers in Ecology and the Environment. Laura Martin e colaboradores das universidades americanas de Cornell e Maryland fizeram um levantamento inédito na literatura sobre onde os artigos de Ecologia terrestre foram feitos. Os resultados confirmam uma velha máxima da Ecologia, que [...]...<br><br><div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;">

	    <p>
    Martin, L., Blossey, B., & Ellis, E. (2012) <a href="http://dx.doi.org/10.1890/110154" class="blue">Mapping where ecologists work: biases in the global distribution of terrestrial ecological observations</a>. Frontiers in Ecology and the Environment, 10(4), 195-201. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1890/110154" class="blue">10.1890/110154</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1890/110154"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1890/110154">Mapping where ecologists work: biases in the global distribution of terrestrial ecological observations</a></noscript>    </p>
</div><br>]]></summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Fungo garante ceia criando armadilha para capturar alimento]]></title>
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	  <name><![CDATA[Samir Elian, Meio de Cultura]]></name>
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   <updated>2011-12-20T08:43:49Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html"><![CDATA[A gente ouve muito falar em bactérias e vírus, mas os fungos acabam ficando meio negligenciados. No final das contas, eu diria fungos são uns serezinhos bem peculiares&#8230; Dê uma olhadinha nas duas fotos abaixo (Fig 1). Fig 1. Em “A” vemos uma foto do fungo Orbilia auricolor, em “B” vemos um micrografia eletrônica do [...]...<br><br><div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;">

	    <p>
    Yang J, Wang L, Ji X, Feng Y, Li X, Zou C, Xu J, Ren Y, Mi Q, Wu J.... (2011) <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21909256" class="blue">Genomic and proteomic analyses of the fungus Arthrobotrys oligospora provide insights into nematode-trap formation.</a> PLoS pathogens, 7(9). PMID:&nbsp;<a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21909256" class="blue">21909256</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?pmid=21909256"></script> <noscript><a href="http://pubget.com/paper/21909256">Genomic and proteomic analyses of the fungus Arthrobotrys oligospora provide insights into nematode-trap formation.</a></noscript>    </p>
</div><br>]]></summary>
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   <title type="html"><![CDATA[V&iacute;rus espalhando resist&ecirc;ncia a antibi&oacute;ticos no ambiente]]></title>
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	  <name><![CDATA[Atila, Rainha Vermelha]]></name>
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   <updated>2011-07-19T06:44:12Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html"><![CDATA[Bactérias resistentes a antibióticos são um problema recente e crescente, principalmente em ambientes hospitalares. Originalmente, os genes que ajudam a degradar antibióticos e geram a tolerância estavam presentes nos microorganismos que produzem as moléculas que isolamos e utilizamos como remédios.&nbsp;Para contribuir com a resistência em bactérias de importância médica, estes genes precisam de alguma forma circular até elas.Um dos mecanismos mais conhecidos para transmissão genética em bactérias é a conjugação, a troca de fragmentos de DNA como plasmídeos entre bactérias, geralmente restrito a bactérias de mesma espécie. Já entre espécies distintas, quem poderia ajudar?Fagos. Recentemente, com o uso de técnicas de sequenciamento em larga escala, vírus que infectam bactérias e outros microorganimos se mostram cada vez mais capazes de carregar genes pelo mundo&nbsp;[pdf]. Talvez eles também contribuam para a dispersão de genes de resistência em meio ao tanto de DNA que carregam. Afinal, se são importantes para espalhar a fotossíntese pelo mar, por que não podem ser importantes também na medicina.Foi justamente o que três pesquisadores da Universidade de Barcelona testaram. Coletando água de rios e do esgoto, eles testaram a presença de genes de resistência em águas contaminadas com fezes humanas. As amostras foram filtradas, deixando de lado organismos celulares como bactérias e protozoários, e tratadas com DNase, uma enzima capaz de degradar qualquer DNA livre no ambiente. Assim, apenas o material genético presente dentro de vírus poderia ser amplificado.&nbsp;Os alvos escolhidos foram dois genes de&nbsp;β-lactamases, típicos de bactérias gram -, e o gene de proteína ligante de penicilina mecA, de gram +. Ambos ativos contra antibióticos da família da penicilina.Um dos genes de&nbsp;&nbsp;β-lactamase, o blaTEM ilustra bem a influência que os remédios que tomamos têm na transmissão de resistência através dos fagos presentes no intestino. Ele foi encontrado tanto em esgoto quanto em rios, mas sua concentração foi dez vezes maior no esgoto urbano. Algumas destas amostras inclusive tinham mais genes de resistência em fagos do que em bactérias (também testadas). O segundo gene de&nbsp;&nbsp;β-lactamase testado, blaCTX-M, também foi mais comum em esgoto do que em rios.Já o gene de gram +, o mecA, mostrou a importância de uma segunda fonte de genes de resistência. Embora fosse mais facilmente encontrado em bactérias do que dentro de fagos, sua concentração foi maior em algumas amostras de rio do que de esgoto. A conclusão dos autores dá o alerta: provavelmente se tratava de contaminação vinda de animais de criação, contaminados com bactérias e fagos portadores de genes de resistência por serem criados a base de antibióticos.O fato de genes de resistência serem encontrados em fagos não garante que eles seriam efetivamente transmitidos para bactérias. Isto depende dos vírus serem viáveis e encontrarem o hospedeiro apropriado, mas testes feitos com alguns dos fagos isolados mostraram que eles foram capazes de transformar bactérias sensíveis em resistentes à ampicilina em laboratório. O que reforça a importância que os fagos podem ter na transmissão da tolerância aos remédios, especialmente se considerarmos que podem ser mais estáveis do que as bactérias em manter o DNA no ambiente.Estes fagos bacterianos podem servir como uma biblioteca ambiental de genes, armazenando e transmitindo resistência, lançados nos esgotos pelos milhões de pessoas que consomem antibióticos diariamente, muitos dos quais talvez não precisassem deste tipo de remédio. Em um ritmo muito mais rápido do que somos capazes de desenvolver novos medicamentos. Como muitas consequências da tecnologia, somos vítimas do nosso próprio sucesso, ao desenvolver medicamentos fundamentais para a saúde moderna, ao mesmo tempo em que criam condições para que deixem de funcionar.Em tempo, apenas para ressaltar como isto pode se voltar contra a humanidade, vale lembrar da O104:H4. A toxina que ela produz, a verotoxina, foi trazida por um fago integrado ao seu genoma. Fago esse que começa a replicar quando a bactéria é exposta a antibióticos, explodindo a hospedeira e liberando a verotoxina no intestino. Motivo pelo qual antibióticos não são usados para combater a infecção por bactérias enterohemorrágicas. Os mesmos antibióticos que favoreceram o surgimento destas linhagens em animais de criação em primeiro lugar.Fonte:Colomer-Lluch, M., Jofre, J., &amp; Muniesa, M. (2011). Antibiotic Resistance Genes in the Bacteriophage DNA Fraction of Environmental Samples PLoS ONE, 6 (3) DOI: 10.1371/journal.pone.0017549 Read the comments on this post......<br><br><div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;">

	    <p>
    Colomer-Lluch, M., Jofre, J., & Muniesa, M. (2011) <a href="http://dx.doi.org/10.1371/journal.pone.0017549" class="blue">Antibiotic Resistance Genes in the Bacteriophage DNA Fraction of Environmental Samples</a>. PLoS ONE, 6(3). DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1371/journal.pone.0017549" class="blue">10.1371/journal.pone.0017549</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1371/journal.pone.0017549"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1371/journal.pone.0017549">Antibiotic Resistance Genes in the Bacteriophage DNA Fraction of Environmental Samples</a></noscript>    </p>
</div><br>]]></summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Por que alguns frutos v&atilde;o para o lado negro?]]></title>
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      <author>
	  <name><![CDATA[Tata, A Passarinhóloga]]></name>
	</author>
   <updated>2011-07-09T21:19:24Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html"><![CDATA[&nbsp;Confesso que li o artigo só por causa do título: "Why fruits go to the dark side?". Calhou que&nbsp; gostei muito do texto, que tem tudo a ver com ecologia de aves. Para entender é preciso saber um conceito clássico de biologia: síndromes de dispersão. Apesar do nome, síndrome não é uma doença. É um conjunto de características que geralmente ocorrem ao mesmo tempo. No caso das síndromes de dispersão, são atributos dos frutos que dão uma indicação de quais são os prováveis dispersores de suas sementes. O artigo trata de frutos com síndrome de dispersão ornitocórica, que são aqueles dispersos por aves. Existem também síndromes de dispersão anemocórica (vento), quiropterocórica (morcegos), ictiocórica (peixes) etc etc... Frutos dispersos por aves "precisam" chamar a atenção delas para serem encontrados. Por isso geralmente são bem coloridos e chamativos. Também podem não ser tão perfumados como outros frutos, já que o olfato é pouco desenvolvido nas aves. Ok. Mas, na prática, o que quer dizer que um fruto é vistoso? Lembrando que aves enxergam mais cores do que nós, reles humanos.Acredita-se que cores bem contrastantes chamem mais a atenção das aves. Isso pode ser obtido com duas ou mais cores num mesmo fruto, ou quando o fruto contrasta bem com o ambiente ao seu redor. Bons exemplos são o mamão (Carica papaya) e a fruta-de-sabiá&nbsp;(Acnistus arborescens). E ai é que entra o autor do artigo e faz algumas perguntinhas capiciosas. Se tudo isso fosse verdade, porque existem tantos frutos escuros, roxos ou mesmo pretos? São frutos que não chamam tanto a atenção, mas muitos&nbsp; servem de alimento para aves. Eu mesma estudei uma espécie de planta de cerrado que produz milhares de frutinhos pretos, consumidos por aves. E&nbsp;todo mundo sabe&nbsp;como pássaros adoram uma amoreira carregada...&nbsp; O que o autor propõe é que lembremos de outros fatores que podem ter influência ao longo do processo de evolução. Um deles é o tamanho do fruto. Frutos grandes são muito chamativos, qualquer que seja sua cor. Outro fator importante, que ganha muito destaque no artigo, são as chamadas antocianinas. Os vegetais possuem três tipos de pigmentos, cada qual com diferentes propriedades e funções: clorofila, carotenóides e antocianinas. As últimas são as responsáveis pela cor escura dos frutos em questão. Mas elas também têm função antioxidante e fungicida. E agora a coisa fica mais interessante! Alguns estudos (poucos ainda, infelizmente) demonstraram que algumas aves preferem frutos mais escuros, justamente por conter mais antioxidantes, importantes para a manutenção do sistema imunológico. Assim, ao longo da evolução, algumas plantas foram favorecidas por fornecer antocianinas aos seus agentes dispersores.Bacana, não? Incrível como é difícil eleger regras simples (como a clássica definição de síndromes de dispersão) para explicar o comportamento do mundo natural.&nbsp; Referência:Schaefer, H. (2011). Why fruits go to the dark side Acta Oecologica DOI: 10.1016/j.actao.2011.04.008...<br><br><div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;">

	    <p>
    Schaefer, H. (2011) <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.actao.2011.04.008" class="blue">Why fruits go to the dark side</a>. Acta Oecologica. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.actao.2011.04.008" class="blue">10.1016/j.actao.2011.04.008</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1016/j.actao.2011.04.008"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1016/j.actao.2011.04.008">Why fruits go to the dark side</a></noscript>    </p>
</div><br>]]></summary>
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   <title type="html"><![CDATA[O uso de aves como bioindicadores]]></title>
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      <author>
	  <name><![CDATA[Tata, A Passarinhóloga]]></name>
	</author>
   <updated>2011-05-24T13:37:23Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html"><![CDATA[﻿ .﻿ Que o homem está&nbsp;provocando profundas modificações no meio ambiente, causando desequilíbrios ecológicos e levando centenas de espécies à extinção, disso todos nós já sabemos. Difícil é mensurar isso.&nbsp; Cada ecossistema lida com os diferentes tipos de impacto (poluição, fragmentação florestal, extrativismo, pesca, etc...)&nbsp;de uma forma diferente, alguns sendo mais sensíveis do que outros. Assim, um campo de estudos muito importante hoje é o dos bioindicadores. Bioindicadores são plantas, animais&nbsp;e até mesmo microrganismos que nos&nbsp;fornecem informações sobre as condições do ecossistema do qual fazem parte.﻿ Liquens﻿ Por exemplo, liquens são muito utilizados para avaliar a poluição atmosférica. Algumas espécies são mais sensíveis e desaparecem rapidamente quando os níveis de poluentes alcançam certos níveis, dando lugar à espécies mais resistentes.&nbsp;Assim, avaliar quais espécies estão presentes (ou ausentes) num ambiente permite inferir a qualidade do ar. Outra forma de quantificar os efeitos da poluição é escolher uma espécie de importância ecológica e testar os níveis de metais pesados presentes em seu corpo, e como esses metais estão interferindo em sua vida: variações no tamanho da população, na reprodução, etc. Aves têm se mostrado bioindicadores de poluição muito úteis. Principalmente aves de rapina para ambientes terrestres e&nbsp;aves aquáticas para ambientes de água doce e salgada. Isso porque estas aves se encontram no topo, ou quase, de suas cadeias alimentares. Isso significa que ao longo de suas vidas vão acumulando em seus corpos os poluentes presentes&nbsp;nos alimentos e na água que ingerem. Esse processo é chamado de bioacumulação.Um estudo recente utilizou a garça-branca-pequena (Egretta thula) para avaliar a poluição por metais pesados na Baía de Sepetiba, Rio de Janeiro. Achei bacana por utilizar animais encontrados recém mortos (ou quase),&nbsp;embora seja muito comum sacrificar animais para realizar estudos deste tipo. Vários órgãos foram testados para determinar as concentrações de metais como zinco, chumbo, níquel e cobre, com resultados elevados para todos. Mas por que testar tantos tecidos diferentes? Porque a localização de altas concentrações de metais no corpo da ave podem ter origens -&nbsp;e efeitos -&nbsp;diferentes. Por exemplo,&nbsp;sangue (cujas células são renovadas constantemente)&nbsp;pode&nbsp;revelar&nbsp;exposições recentes à poluentes. Já níveis elevados de metais pesados nos músculos e no&nbsp;cérebro&nbsp;refletem exposições mais longas e efeitos mais graves para a saúde da ave.﻿﻿ Aves aquáticas são muito utilizadas como bioindicadores﻿﻿ Uma forma menos invasiva de avaliar intoxicação por poluentes em aves é por meio de suas penas. Algo&nbsp;parecido com os exames feitos em cabelos humanos.&nbsp;Uma&nbsp;utilidade curiosa para este exame das penas&nbsp;é verificar a intoxicação de aves que viveram a um ou mais séculos atrás, na época em que os primeiros espécimes de museus foram coletados, pelos primeiros naturalistas. Além de bioindicadoras de poluição, as aves também apresentam muitas vantagens como indicadoras de qualidade ambiental. Geralmente, ao longo do processo de fragmentação de florestas, aves mais especializadas neste ambiente vão sendo substituídas por aves mais generalistas. Conhecer estas espécies e seus hábitos de vida permitem que elas sejam utilizadas como bioindicadores. Por exemplo, sabe-se que aves de grande porte são as primeiras a desaparecer com o processo de fragmentação. Isso acontece pois apenas grandes áreas fornecem recursos suficientes para sua sobrevivência, fora o fato de estas aves frequentemente serem alvo de caçadores. ReferênciasBurger, J., &amp; Gochfeld, M. (2004). Marine Birds as Sentinels of Environmental Pollution EcoHealth, 1 (3) DOI: 10.1007/s10393-004-0096-4Ferreira, A. (2011). Assessment of heavy metals in Egretta thula: case study: Coroa Grande mangrove, Sepetiba Bay, Rio de Janeiro, Brazil Brazilian Journal of Biology, 71 (1), 77-82 DOI: 10.1590/S1519-69842011000100012Martins, S. M. A., Käffer, M. I., &amp;...<br><br><div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;">

	    <p>
    Burger, J., & Gochfeld, M. (2004) <a href="http://dx.doi.org/10.1007/s10393-004-0096-4" class="blue">Marine Birds as Sentinels of Environmental Pollution</a>. EcoHealth, 1(3). DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1007/s10393-004-0096-4" class="blue">10.1007/s10393-004-0096-4</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1007/s10393-004-0096-4"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1007/s10393-004-0096-4">Marine Birds as Sentinels of Environmental Pollution</a></noscript>    </p>

	    <p>
    Ferreira, A. (2011) <a href="http://dx.doi.org/10.1590/S1519-69842011000100012" class="blue">Assessment of heavy metals in Egretta thula: case study: Coroa Grande mangrove, Sepetiba Bay, Rio de Janeiro, Brazil</a>. Brazilian Journal of Biology, 71(1), 77-82. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1590/S1519-69842011000100012" class="blue">10.1590/S1519-69842011000100012</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1590/S1519-69842011000100012"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1590/S1519-69842011000100012">Assessment of heavy metals in Egretta thula: case study: Coroa Grande mangrove, Sepetiba Bay, Rio de Janeiro, Brazil</a></noscript>    </p>

	    <p>
    Martins, S. M. A., Käffer, M. I., & Lemos, A. (2008) Liquens como bioindicadores da qualidade do ar numa área de termoelétrica, Rio Grande do Sul, Brasil. Hoehnea, 35(3), 425-433. info:/    </p>

	    <p>
    Piratelli, A., Sousa, S., Corrêa, J., Andrade, V., Ribeiro, R., Avelar, L., & Oliveira, E. (2008) <a href="http://dx.doi.org/10.1590/S1519-69842008000200006" class="blue">Searching for bioindicators of forest fragmentation: passerine birds in the Atlantic forest of southeastern Brazil</a>. Brazilian Journal of Biology, 68(2), 259-268. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1590/S1519-69842008000200006" class="blue">10.1590/S1519-69842008000200006</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1590/S1519-69842008000200006"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1590/S1519-69842008000200006">Searching for bioindicators of forest fragmentation: passerine birds in the Atlantic forest of southeastern Brazil</a></noscript>    </p>
</div><br>]]></summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Banho de lua]]></title>
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      <author>
	  <name><![CDATA[Emanuel B. Neuhaus, Whigs Honestos Club]]></name>
	</author>
   <updated>2011-05-09T23:00:00Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html"><![CDATA[Microalga pode ser uma forte candidata para fitorremedia&ccedil;&atilde;o de &aacute;guas contaminadas com est&ocirc;cio radioativo....<br><br><div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;">

	    <p>
    Krejci, M., Finney , L., Vogt, S., & Joester, D. (2011) <a href="http://dx.doi.org/10.1002/cssc.201000448" class="blue">Selective Sequestration of Strontium in Desmid Green Algae by Biogenic Co-precipitation with Barite</a>. ChemSusChem, 4(4), 470-473. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1002/cssc.201000448" class="blue">10.1002/cssc.201000448</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1002/cssc.201000448"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1002/cssc.201000448">Selective Sequestration of Strontium in Desmid Green Algae by Biogenic Co-precipitation with Barite</a></noscript>    </p>

	    <p>
    Lovett, R. (2011) <a href="http://dx.doi.org/10.1038/news.2011.195" class="blue">Algae holds promise for nuclear clean-up</a>. Nature. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1038/news.2011.195" class="blue">10.1038/news.2011.195</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1038/news.2011.195"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1038/news.2011.195">Algae holds promise for nuclear clean-up</a></noscript>    </p>
</div><br>]]></summary>
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   <title type="html"><![CDATA[A grande extin&ccedil;&atilde;o do final do P&eacute;rmico &ndash; parte 1]]></title>
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	  <name><![CDATA[vidaterra, Histórias da Vida e da Terra]]></name>
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   <updated>2011-04-18T21:57:33Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html"><![CDATA[Nos dias que correm ouvimos falar muito da grande perda de biodiversidade a que se assiste nos dias de hoje, motivada especialmente pela destruição de habitat, alterações climáticas, introdução de espécies invasoras e sobre-exploração de recursos causados pela actividade humana. Se o ritmo a que esta perda está a decorrer actualmente se mantiver, espera-se que [...]...<br><br><div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;">

	    <p>
    Barnosky AD, Matzke N, Tomiya S, Wogan GO, Swartz B, Quental TB, Marshall C, McGuire JL, Lindsey EL, Maguire KC.... (2011) <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21368823" class="blue">Has the Earth's sixth mass extinction already arrived?</a>. Nature, 471(7336), 51-7. PMID:&nbsp;<a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21368823" class="blue">21368823</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?pmid=21368823"></script> <noscript><a href="http://pubget.com/paper/21368823">Has the Earth's sixth mass extinction already arrived?</a></noscript>    </p>

	    <p>
    Saunders, A., & Reichow, M. (2009) <a href="http://dx.doi.org/10.1007/s11434-008-0543-7" class="blue">The Siberian Traps and the End-Permian mass extinction: a critical review</a>. Chinese Science Bulletin, 54(1), 20-37. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1007/s11434-008-0543-7" class="blue">10.1007/s11434-008-0543-7</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1007/s11434-008-0543-7"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1007/s11434-008-0543-7">The Siberian Traps and the End-Permian mass extinction: a critical review</a></noscript>    </p>
</div><br>]]></summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Tordo-zornal: diferentes predadores, diferentes defesas]]></title>
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	  <name><![CDATA[vidaterra, Histórias da Vida e da Terra]]></name>
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   <updated>2011-04-18T07:19:52Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html"><![CDATA[O tordo-zornal (Turdus pilaris) é uma espécie menos conhecida de tordo, parente do melro (Turdus merula) e do tordo-comum (Turdus philomelos), que em Portugal aparece só nos meses mais frios (Outubro a Março), vindo de países do Norte da Europa. Na Primavera e Verão desloca-se para esses países, onde nidifica. Os ninhos de tordo-zornal, que [...]...<br><br><div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;">

	    <p>
    Hogstad, O. (2004) Nest defence strategies in the fieldfare Turdus pilaris: the response on an avian and a mammalian predator. Ardea, 92(1), 79-84. info:/    </p>
</div><br>]]></summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Origem e evolu&ccedil;&atilde;o dos animais &ndash; parte 1]]></title>
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	  <name><![CDATA[vidaterra, Histórias da Vida e da Terra]]></name>
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   <updated>2011-04-09T10:16:13Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html"><![CDATA[Muita gente sente fascínio pelos animais, e uma boa parte desse fascínio está certamente ligada à grande diversidade de formas que vemos hoje em dia. Muitas patas, sem patas, com pêlo, penas, a nadar, voar, rastejar e parasitar, a diversidade obtida pelos animais ao longo de milhões de anos de evolução é tão grande que [...]...<br><br><div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;">

	    <p>
    KEELING, P., BURGER, G., DURNFORD, D., LANG, B., LEE, R., PEARLMAN, R., ROGER, A., & GRAY, M. (2005) <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.tree.2005.09.005" class="blue">The tree of eukaryotes</a>. Trends in Ecology , 20(12), 670-676. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.tree.2005.09.005" class="blue">10.1016/j.tree.2005.09.005</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1016/j.tree.2005.09.005"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1016/j.tree.2005.09.005">The tree of eukaryotes</a></noscript>    </p>

	    <p>
    Medina, M., Collins, A., Taylor, J., Valentine, J., Lipps, J., Amaral-Zettler, L., & Sogin, M. (2003) <a href="http://dx.doi.org/10.1017/S1473550403001551" class="blue">Phylogeny of Opisthokonta and the evolution of multicellularity and complexity in Fungi and Metazoa</a>. International Journal of Astrobiology, 2(3), 203-211. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1017/S1473550403001551" class="blue">10.1017/S1473550403001551</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1017/S1473550403001551"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1017/S1473550403001551">Phylogeny of Opisthokonta and the evolution of multicellularity and complexity in Fungi and Metazoa</a></noscript>    </p>

	    <p>
    Nielsen C. (2008) <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/18315817" class="blue">Six major steps in animal evolution: are we derived sponge larvae?</a>. Evolution , 10(2), 241-57. PMID:&nbsp;<a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/18315817" class="blue">18315817</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?pmid=18315817"></script> <noscript><a href="http://pubget.com/paper/18315817">Six major steps in animal evolution: are we derived sponge larvae?</a></noscript>    </p>
</div><br>]]></summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Sedas de aranha]]></title>
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	  <name><![CDATA[vidaterra, Histórias da Vida e da Terra]]></name>
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   <updated>2011-04-05T07:02:05Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html"><![CDATA[As aranhas não costumam ser dos animais preferidos das pessoas, mas é inegável que prestam um serviço ecológico imprescindível, dado que são dos principais predadores de muitos insectos, uma força de controlo crítica que evita que populações de muitos insectos ultrapassem a capacidade de suporte do ecossistema. Vitais neste controlo, e provavelmente as características mais [...]...<br><br><div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;">

	    <p>
    Vollrath, F., & Selden, P. (2007) <a href="http://dx.doi.org/10.1146/annurev.ecolsys.37.091305.110221" class="blue">The Role of Behavior in the Evolution of Spiders, Silks, and Webs</a>. Annual Review of Ecology, Evolution, and Systematics, 38(1), 819-846. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1146/annurev.ecolsys.37.091305.110221" class="blue">10.1146/annurev.ecolsys.37.091305.110221</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1146/annurev.ecolsys.37.091305.110221"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1146/annurev.ecolsys.37.091305.110221">The Role of Behavior in the Evolution of Spiders, Silks, and Webs</a></noscript>    </p>
</div><br>]]></summary>
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