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 <title>Research Blogging - All Topics - Portuguese</title>
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 <updated>2012-05-26T04:00:01Z</updated>
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   <name>Research Blogging</name>
   <email>noreply@researchblogging.org</email>
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   <title type="html"><![CDATA[Botox no tratamento profil&aacute;tico da enxaqueca]]></title>
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      <author>
	  <name><![CDATA[Rafael Pivovar, Não dou atestado]]></name>
	</author>
   <updated>2012-05-23T17:37:47Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html"><![CDATA[Os usos est&eacute;ticos da toxina botul&iacute;nica, ou simplesmente Botox, j&aacute; s&atilde;o bem conhecidos e amplamente divulgados. Acredita-se que a tens&atilde;o cont&iacute;nua dos m&uacute;sculos posteriores do pesco&ccedil;o poderia funcionar como gatilho para desencadear as crises de enxaqueca, o Botox, assim, ao relaxar estes m&uacute;sculos estaria ajudando a prevenir a recorr&ecirc;ncia e intensidade dos epis&oacute;dios dolorosos....<br><br><div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;">

	    <p>
    Jackson, J., Kuriyama, A., & Hayashino, Y. (2012) <a href="http://dx.doi.org/10.1001/jama.2012.505" class="blue">Botulinum Toxin A for Prophylactic Treatment of Migraine and Tension Headaches in Adults: A Meta-analysis</a>. JAMA: The Journal of the American Medical Association, 307(16), 1736-1745. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1001/jama.2012.505" class="blue">10.1001/jama.2012.505</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1001/jama.2012.505"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1001/jama.2012.505">Botulinum Toxin A for Prophylactic Treatment of Migraine and Tension Headaches in Adults: A Meta-analysis</a></noscript>    </p>

	    <p>
    Binder WJ, Brin MF, Blitzer A, Schoenrock LD, & Pogoda JM. (2000) <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/11112955" class="blue">Botulinum toxin type A (BOTOX) for treatment of migraine headaches: an open-label study.</a> Otolaryngology--head and neck surgery : official journal of American Academy of Otolaryngology-Head and Neck Surgery, 123(6), 669-76. PMID:&nbsp;<a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/11112955" class="blue">11112955</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?pmid=11112955"></script> <noscript><a href="http://pubget.com/paper/11112955">Botulinum toxin type A (BOTOX) for treatment of migraine headaches: an open-label study.</a></noscript>    </p>
</div><br>]]></summary>
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   <title type="html"><![CDATA[F&iacute;sica, baleias, correntes marinhas e coc&ocirc; de pombo]]></title>
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   <id>http://lceo.wordpress.com/2012/05/23/fisica-baleias-correntes-marinhas-e-coco-de-pombo/</id>
      <category term="All Topics" />
      <author>
	  <name><![CDATA[D-Dimensões, A Liga dos Cientistas Extra Ordinários]]></name>
	</author>
   <updated>2012-05-23T15:27:17Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html"><![CDATA[Já pensou ser um cientista buscando respostas sobre física de partículas e acabar descobrindo coisas sobre biologia ou oceanografia? Nem sempre descobertas científicas acontecem como planejado. Muitas vezes uma grande descoberta passa longe do esquema de método científico aprendido em escolas (Problema -&#62; Hipótese -&#62; Experimento -&#62; Teoria). Um ótimo exemplo foi a descoberta da Radiação [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=lceo.wordpress.com&#038;blog=23971107&#038;post=233&#038;subd=lceo&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />...<br><br><div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;">

	    <p>
    Rubino, A., Falcini, F., Zanchettin, D., Bouche, V., Salusti, E., Bensi, M., Riccobene, G., De Bonis, G., Masullo, R., Simeone, F.... (2012) <a href="http://dx.doi.org/10.1038/ncomms1836" class="blue">Abyssal undular vortices in the Eastern Mediterranean basin</a>. Nature Communications, 834. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1038/ncomms1836" class="blue">10.1038/ncomms1836</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1038/ncomms1836"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1038/ncomms1836">Abyssal undular vortices in the Eastern Mediterranean basin</a></noscript>    </p>

	    <p>
    Nosengo, N. (2009) <a href="http://dx.doi.org/10.1038/462560a" class="blue">Underwater acoustics: The neutrino and the whale</a>. Nature, 462(7273), 560-561. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1038/462560a" class="blue">10.1038/462560a</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1038/462560a"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1038/462560a">Underwater acoustics: The neutrino and the whale</a></noscript>    </p>
</div><br>]]></summary>
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   <title type="html"><![CDATA[&quot;O SENHOR &eacute; homem de guerra; o SENHOR &eacute; o seu nome.&quot; Ex 15:3]]></title>
   <link href="http://feedproxy.google.com/~r/ResearchBloggingAllPortuguese/~3/I5V9CVevTTA/o-senhor-e-homem-de-guerra-o-senhor-e-o.html" />
   <id>http://teotomia.blogspot.com/2012/05/o-senhor-e-homem-de-guerra-o-senhor-e-o.html</id>
      <category term="All Topics" />
      <author>
	  <name><![CDATA[none, Teotomia]]></name>
	</author>
   <updated>2012-05-23T02:56:00Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html"><![CDATA[A violência associada a motivações religiosas como ataque a clínicas de aborto, ações de homens-bomba, agressões a minorias religiosas, imprecações contra homossexuais, etc. chama bastante a atenção, mas suscita a dúvida de se a religião tem alguma participação efetiva ou se é apenas uma desculpa.Brad J. Bushman, psicólogo, então na&nbsp;University of Michigan, e colaboradores testaram a hipótese de que elementos religiosos poderiam aumentar a violência ao promover a identificação e a justificação. Para tanto compararam um grupo (teste) exposto a uma descrição bíblica de violência com outro (controle) exposto a uma descrição secular de violência. A passagem bíblica aumentou o comportamento agressivo (medido a partir de disparos sonoros aplicados em outras pessoas pelos sujeitos experimentais) em relação ao texto secular - tanto em pessoas religiosas (cristãs ou não) quanto em não-religiosos, embora mais intensamente nos primeiros.Estudo 1248 estudantes (95 homens, 153 mulheres) da&nbsp;Brigham Young University (BYU) receberam créditos de curso em troca da participação voluntária no experimento. 97% declararam pertencer à Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias; 99% disseram crer em deus e na Bíblia.Aos participantes foi informado que tomariam parte de dois testes independentes: um sobre literatura do Oriente Médio e outro sobre o efeito de estímulos negativos no tempo de reação. Responderam sim/não se: a) acreditavam em deus; b) acreditavam na Bíblia e leram uma passagem.Para metade foi dito que a passagem eram os capítulos de 19 a 21 do Livro dos Juízes da Bíblia do Rei Jaime (a origem verdadeira do trecho relativamente obscuro e desconhecido por muitos), para a outra metade que era de um antigo pergaminho descoberto em 1984 nas ruínas de&nbsp;Wadi Al-Murabba ‘ah durante expedição do ProfessorWilliam Deyer.Para os dois grupos, a história descreve a viagem de um homem e sua concubina (ambos da tribo israelita de Efraim) pelas terras da tribo israelita de Benjamin. Na cidade de Gibeá, o casal abriga-se na casa de um homem. Uma multidão chega à casa, toma a mulher e a violenta até matá-la, abandonando seu corpo frente à porta. O homem pega o corpo e leva-o até sua terra natal e convoca o povo de Israel para decidir que ação tomar contra o povo de Gibeá.Para metade dos participantes havia um trecho adicional: "The assembly fasted and prayed before the LORD and asked&nbsp;'What shall be done about the sins of our brothers in Benjamin?';&nbsp;and the LORD answered them, saying that no such abomination&nbsp;could stand among his people. The LORD commanded Israel to&nbsp;take arms against their brothers and chasten them before the LORD" ["A assembléia jejuou e orou para o SENHOR e perguntou 'O que deve ser feito sobre os pecados de nossos irmãos de Benjamin?'; e o SENHOR respondeu-lhes dizendo que essa abominação não poderia permanecer entre seu povo. O SENHOR ordenou à Israel tomar as armas contra seus irmãos e castigá-los perante o SENHOR."], com sanção divina de agressão em vingança à morte da concubina.&nbsp;Para a outra metade, não havia nenhuma menção à deus na passagem.A história terminava com a narração da luta dos demais israelitas contra os israelitas benjamitas. As baixas foram pesadas para os dois lados, com dezenas de milhares mortos. Finalmente Gibeá e outras cidades de Benjamin foram destruídas, com os israelitas matando homens, mulheres, crianças e animais.Após a leitura da passagem, os participantes de ambos os grupos participaram de uma tarefa competitiva de tempo de reação de&nbsp;Taylor 1967. Os participantes eram pareados: cada um deveria apertar um botão o mais rápido possível em 25 rodadas. O mais rápido em cada rodada deveria liberar um pulso sonoro através do fone de ouvido do mais lento. O vencedor poderia escolher o nível do ruído: 0 - sem nenhum som; 1 - 60 dB até o nível 10 - 105 db. Pontuação de agressão foi dada a cada vez que o nível 9 ou 10 foi escolhido.Os participantes a quem foi dito que a passagem era tirada da Bíblia tiveram uma média de 3,44±0,53 pontos de agressão maior do que os a quem foi dito tratar-se de um pergaminho antigo: &nbsp;2,48±0,26 (p &lt; 0,04). Os que leram a passagem de deus sancionando a violência também tiveram uma média maior (p &lt; 0,09) do que os que leram a passagem que não mencionava deus: 3,40±0,43 contra 2,47±0,31. Homens foram mais agressivos (p &lt; 0,0001) do que as mulheres: 4,12±0,53 contra 2,16±0,26.Estudo 2242 estudantes (110 homens, 132 mulheres) da Vrije Universiteit (Amsterdan) (VU) receberam&nbsp;€ 3 para participarem dos testes. 40% não tinham nenhuma religião; 18% eram católicos; 11%, protestantes; 12%, muçulmanos; 8%, cristãos; 2%, hindus; 1%, judeus e 8%, outros. 50% acreditavam em deus e 27%, na Bíblia.Foi adotado protocolo similar ao estudo 1.Tiveram média maior de pontuação os que leram a passagem de deus sancionando a violência (p &lt; 0,001): &nbsp;8,70±0,69 contra 4,92±0,61 e os participantes que acreditavam em deus e na Bíblia (p &lt; 0,08): 7,65±0,80 contra 5,97±0,46. A leitura do trecho com a sanção divina está associada à maior pontuação de agressão tanto entre os crentes (p &lt; 0,001) quanto entre os não crentes (p &lt;0,04), mas o efeito foi maior entre os crentes (Figura 1).Foram mais agressivos homens (p &lt;0,003): 8,23±0,70 contra 5,40±0,49 &nbsp;das mulheres e homens que leram a passagem com a sanção divina (p &lt; 0,001): 11,19±1,08 contra 5,27±0,91 dos que não leram. Não houve diferenças significativas entre mulheres que leram a passagem da sanção divina (p &lt; 0,18): 6,21±0,85 contra 4,59±0,83 das que não leram.--------------LimitaçõesO tamanho amostral é relativamente grande, especialmente para a área de psicologia. A limitação maior é quanto à restrição das populações amostradas: estudantes universitários. Em parte isso é amenizado pelo fato de se testarem duas populações distintas: uma nos EUA e outra nos Países Baixos. Mas podemos notar diferenças nos valores entre os grupos dos dois estudos: p.e. homens do estudo 1 tiveram uma média correspondente a cerca de metade da dos homens do estudo 2.ReferênciaBushman BJ, Ridge RD, Das E, Key CW, &amp; Busath GL 2007. When god sanctions killing: effect of scriptural violence on aggression. Psychological science, 18 (3), 204-7 PMID: 17444911...<br><br><div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;">

	    <p>
    Bushman BJ, Ridge RD, Das E, Key CW, & Busath GL. (2007) <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17444911" class="blue">When god sanctions killing: effect of scriptural violence on aggression.</a> Psychological science, 18(3), 204-7. PMID:&nbsp;<a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17444911" class="blue">17444911</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?pmid=17444911"></script> <noscript><a href="http://pubget.com/paper/17444911">When god sanctions killing: effect of scriptural violence on aggression.</a></noscript>    </p>
</div><br>]]></summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Plano Real, Xou da Xuxa e a import&acirc;ncia da Comiss&atilde;o da Verdade]]></title>
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   <id>http://blogs.estadao.com.br/daniel-martins-de-barros/plano-real-xou-da-xuxa-e-a-importancia-da-comissao-da-verdade/</id>
      <category term="All Topics" />
      <author>
	  <name><![CDATA[Daniel M Barros, Psiquiatria e Sociedade]]></name>
	</author>
   <updated>2012-05-22T13:03:00Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html"><![CDATA[N&atilde;o vou comentar a entrevista da Xuxa. N&atilde;o assisti, mas soube que ela disse ter sido abusada e sentido algo muito comum em v&iacute;timas de abuso: culpa. A experi&ecirc;ncia foi uma das causas de ela se tornar a rainha dos baixinhos. Quero aproveitar esse gancho improv&aacute;vel para conversarmos sobre a Comiss&atilde;o da Verdade.
Sim, porque esse sentimento n&atilde;o &eacute; exclusivo das v&iacute;timas de crimes sexuais. Em suas mem&oacute;rias, P&eacute;rsio Arida, torturado na &eacute;poca da ditadura, diz que se sentia envergonhado por isso: &ldquo;Era um constrangimento por ter passado por uma experi&ecirc;ncia vexaminosa, como se, de alguma forma, fosse minha a culpa por tudo o que me aconteceu.(&hellip;) Minha vergonha era mais pr&oacute;xima &agrave;quela do estuprado, a vergonha por n&atilde;o ter sido capaz de se proteger da maldade do mundo.&rdquo; O epis&oacute;dio mudou o rumo de seus estudos, ele foi para economia e acabou se tornando um dos pais do Plano Real....<br><br><div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;">

	    <p>
    Cohen, J. (2000) <a href="http://dx.doi.org/10.2139/ssrn.238330" class="blue">Apology and Organizations: Exploring an Example from Medical Practice</a>. SSRN Electronic Journal. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.2139/ssrn.238330" class="blue">10.2139/ssrn.238330</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.2139/ssrn.238330"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.2139/ssrn.238330">Apology and Organizations: Exploring an Example from Medical Practice</a></noscript>    </p>
</div><br>]]></summary>
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   <title type="html"><![CDATA[A guerra reduz seu c&eacute;rebro]]></title>
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      <category term="All Topics" />
      <author>
	  <name><![CDATA[Marcus Vinicius Alves, CogPsi]]></name>
	</author>
   <updated>2012-05-21T17:55:11Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html"><![CDATA[Que a guerra não é algo muito bom qualquer um poderia dizer, com exceção de alguns políticos inescrupulosos - que lucram com elas - e grandes empresas que se sustentam do lucrativo mercado bélico. Que a violência tende a ser relacionada com desinteligência também não é algo novo, normalmente esse é até o argumento usado para tentar explicar atos agressivos por parte do senso comum. Embora existam esses pontos não sejam novos,&nbsp;resultados preliminares de um estudo parecem corroborar com esses dois argumentos. Os resultados indicam que soldados que combateram na Guerra do Golfo Pérsico e que apresentaram múltiplos sintomas negativos relacionados com a saúde tiveram uma redução do volume de duas áreas cerebrais relacionadas com a memória e a aprendizagem.Neste estudo, os pesquisadores dividiram os veteranos de guerra em dois grupos por presença de sintomas – baixo e alto – baseado nos resultados de avaliação da saúde respondidos por eles após o retorno da guerra. Depois disso os pesquisadores classificaram os sintomas apresentados pelos soldados em vinte possíveis (incluindo esquecimento, dor de cabeça, fadiga, náusea, pele irritada e dores nas juntas), onde normalmente eram apresentados apenas cinco. O grupo experimental, com alta incidência de sintomas apresentava mais de cinco entre os vinte, e o grupo de baixa incidência apresentava menos de cinco sintomas.Com técnicas de neuroimagem, os pesquisadores descobriram que os veteranos que apresentavam mais de cinco sintomas possuíam uma série de discrepâncias nas áreas cerebrais, principalmente no volume de duas diferentes áreas, sendo elas o córtex e o giro do cíngulo anterior e rostral (este, por sinal, muito relacionado com analgesia por placebo).Após a realização de uma bateria de testes de memória e atenção, os pesquisadores encontraram que o grupo com alto índice de sintomas obteve um desempenho pior na avaliação.&nbsp;Ainda é cedo para dizer que esses sintomas – e mesmo a redução das áreas cerebrais – estão relacionadas com a chamada “Síndrome da Guerra do Golfo”, doença relacionada com o enfraquecimento do sistema imunológico, mas ao menos uma conclusão é possível (mesmo que sirva só para terminar esse texto com uma afirmação humanista): guerra emburrece.Lundberg, D. (1984). The American Literature of War: The Civil War, World War I, and World War II American Quarterly, 36 (3) DOI: 10.2307/2712739Odegard, T., Cooper, C., Farris, E., Arduengo, J., Bartlett, J., &amp; Haley, R. (2012). Memory impairment exhibited by veterans with Gulf War Illness Neurocase, 1-12 DOI: 10.1080/13554794.2012.667126...<br><br><div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;">

	    <p>
    Lundberg, D. (1984) <a href="http://dx.doi.org/10.2307/2712739" class="blue">The American Literature of War: The Civil War, World War I, and World War II</a>. American Quarterly, 36(3), 373. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.2307/2712739" class="blue">10.2307/2712739</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.2307/2712739"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.2307/2712739">The American Literature of War: The Civil War, World War I, and World War II</a></noscript>    </p>
</div><br>]]></summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Pessoas com tetraplegia conseguem controlar bra&ccedil;o rob&oacute;tico pela mente]]></title>
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      <author>
	  <name><![CDATA[André Rabelo, SocialMente]]></name>
	</author>
   <updated>2012-05-19T12:45:50Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html"><![CDATA[Pela primeira vez em 15 anos, Cathy Hutchinson foi capaz de tomar novamente o seu caf&eacute; matinal por conta pr&oacute;pria, embora ela ainda n&atilde;o tenha recuperado o movimento pleno das pernas ou dos bra&ccedil;os. O que permitiu este feito foi o uso das tecnologias mais avan&ccedil;adas atualmente de interface entre o c&eacute;rebro e as m&aacute;quinas. Cathy usou apenas o seu pensamento para controlar um bra&ccedil;o rob&oacute;tico capaz de pegar o copo e lev&aacute;-lo at&eacute; a sua boca. O v&iacute;deo acima mostra Cathy manuseando o bra&ccedil;o e o relato dos cientistas envolvidos no projeto.

Esta foi a primeira demonstra&ccedil;&atilde;o que indiv&iacute;duos com tetraplegia de longa data podem ser capazes de manusear um bra&ccedil;o rob&oacute;tico a partir dos sinais neurais emitidos por uma regi&atilde;o espec&iacute;fica do seu c&eacute;rebro, relacionados &agrave; sua atividade mental. Esta grande realiza&ccedil;&atilde;o foi relatada em um artigo na revista Nature esta semana. No estudo, duas pessoas com tetraplegia de longa data e sem treinamento pr&eacute;vio foram capazes de realizar com sucesso movimentos tridimensionais com um bra&ccedil;o rob&oacute;tico.
...<br><br><div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;">

	    <p>
    Hochberg, L., Bacher, D., Jarosiewicz, B., Masse, N., Simeral, J., Vogel, J., Haddadin, S., Liu, J., Cash, S., van der Smagt, P.... (2012) <a href="http://dx.doi.org/10.1038/nature11076" class="blue">Reach and grasp by people with tetraplegia using a neurally controlled robotic arm</a>. Nature, 485(7398), 372-375. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1038/nature11076" class="blue">10.1038/nature11076</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1038/nature11076"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1038/nature11076">Reach and grasp by people with tetraplegia using a neurally controlled robotic arm</a></noscript>    </p>
</div><br>]]></summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Suco de Cranberry na preven&ccedil;&atilde;o de infec&ccedil;&otilde;es do trato urin&aacute;rio]]></title>
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      <author>
	  <name><![CDATA[Rafael Pivovar, Não dou atestado]]></name>
	</author>
   <updated>2012-05-15T15:12:18Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html"><![CDATA[As infec&ccedil;&otilde;es do trato urin&aacute;rio s&atilde;o muito comuns entre as mulheres, principalmente ap&oacute;s a menopausa. Nos &uacute;ltimos anos produtos a base de Cranberry tem sido utilizados como profilaxia das infec&ccedil;&otilde;es do trato urin&aacute;rio, por&eacute;m sua efic&aacute;cia ainda n&atilde;o pode ser comprovada pelos estudos cl&iacute;nicos realizados....<br><br><div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;">

	    <p>
    Beerepoot, M., ter Riet, G., Nys, S., van der Wal, W., de Borgie, C., de Reijke, T., Prins, J., Koeijers, J., Verbon, A., Stobberingh, E.... (2011) <a href="http://dx.doi.org/10.1001/archinternmed.2011.306" class="blue">Cranberries vs Antibiotics to Prevent Urinary Tract Infections: A Randomized Double-blind Noninferiority Trial in Premenopausal Women</a>. Archives of Internal Medicine, 171(14), 1270-1278. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1001/archinternmed.2011.306" class="blue">10.1001/archinternmed.2011.306</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1001/archinternmed.2011.306"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1001/archinternmed.2011.306">Cranberries vs Antibiotics to Prevent Urinary Tract Infections: A Randomized Double-blind Noninferiority Trial in Premenopausal Women</a></noscript>    </p>

	    <p>
    Jepson RG, & Craig JC. (2008) <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/18253990" class="blue">Cranberries for preventing urinary tract infections.</a> Cochrane database of systematic reviews (Online). PMID:&nbsp;<a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/18253990" class="blue">18253990</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?pmid=18253990"></script> <noscript><a href="http://pubget.com/paper/18253990">Cranberries for preventing urinary tract infections.</a></noscript>    </p>
</div><br>]]></summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Vazamentos de G&aacute;s e Energia Alternativa]]></title>
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	  <name><![CDATA[Bruno Rafael Santos, Biological Warfare]]></name>
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   <updated>2012-05-14T18:29:07Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html"><![CDATA[De volta a ação. Agora com o mestrado, fiquei meio sem tempo de publicar, por outro lado, acredito que a qualidade dos posts será melhor (espero). Além disto, teremos algumas mudanças nos temas, um pouco mais de Geologia e menos de Biologia, mas C&#8217;est la Vi! Já estamos de saco cheio de saber do aquecimento [...]...<br><br><div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;">

	    <p>
    Alvarez, R., Pacala, S., Winebrake, J., Chameides, W., & Hamburg, S. (2012) <a href="http://dx.doi.org/10.1073/pnas.1202407109" class="blue">Greater focus needed on methane leakage from natural gas infrastructure</a>. Proceedings of the National Academy of Sciences, 109(17), 6435-6440. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1073/pnas.1202407109" class="blue">10.1073/pnas.1202407109</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1073/pnas.1202407109"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1073/pnas.1202407109">Greater focus needed on methane leakage from natural gas infrastructure</a></noscript>    </p>
</div><br>]]></summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Padecendo no para&iacute;so 2]]></title>
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	  <name><![CDATA[none, Gene Repórter]]></name>
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   <updated>2012-05-13T05:33:51Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html"><![CDATA[A matrifagia é o consumo da fêmea pela própria prole - uma espécie de complexo de Édipo elevado a um googol. É um comportamento descrito em artrópodos: algumas espécies de aranhas, de pseudoescorpiões e de tesourinhas.Na aranha (sub-)social,&nbsp;Amaurobius ferox, Kim e cols. 2000 notaram que os filhotes que praticavam a matrifagia atingiam, em média, uma massa corporal maior do que a da prole impedida de realizar o comportamento, mesmo com presas em quantidade suficiente. Indivíduos matrífagos, além disso, apresentavam um desenvolvimento mais acelerado, com mudas mais precoces; um período social mais longo; maior sobrevivência pós-dispersão e maior sucesso na captura de presas grandes. Ok, para os filhotes parece ser um bom negócio. Mas, e Maria, como fica?Os pesquisadores separaram algumas fêmeas logo antes da ocorrência da matrifagia. Elas foram capazes de produzir uma nova ninhada, aumentando inicialmente seu sucesso reprodutivo em 33%. Porém, no fim das contas, comparando-se a sobrevivência dos filhotes, as fêmeas que foram devoradas por suas crias tiveram um sucesso reprodutivo maior do que as que escaparam da morte e puderam ter uma segunda ninhada.A mamãe A. ferox, naturalmente antes de ser devorada viva, provê outros cuidados parentais às suas crias. Ela fornece ovos tróficos que, consumidos pelos filhotes, fornecem nutrientes extras. (Kim &amp; Roland 2000.)Aqui um vídeo feito pela BBC do comportamento canibal dos filhotes de A. ferox.Certamente tal sistema é vantajoso do ponto de vista seletivo apenas em casos particulares; do contrário, seria de se esperar uma distribuição mais ampla da matrifagia.ReferênciasKim KW, &amp; Roland C (2000). Trophic egg laying in the spider, Amaurobius ferox: mother-offspring interactions and functional value. Behavioural processes, 50 (1), 31-42 PMID: 10925034Kim KW, Roland C, &amp; Horel A (2000). Trophic egg laying in the spider, Amaurobius ferox: mother-offspring interactions and functional value. Behavioural processes, 50 (1), 31-42 PMID: 10925034...<br><br><div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;">

	    <p>
    Kim KW, & Roland C. (2000) <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/10925034" class="blue">Trophic egg laying in the spider, Amaurobius ferox: mother-offspring interactions and functional value.</a> Behavioural processes, 50(1), 31-42. PMID:&nbsp;<a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/10925034" class="blue">10925034</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?pmid=10925034"></script> <noscript><a href="http://pubget.com/paper/10925034">Trophic egg laying in the spider, Amaurobius ferox: mother-offspring interactions and functional value.</a></noscript>    </p>
</div><br>]]></summary>
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   <title type="html"><![CDATA[1 em cada 6 casos de c&acirc;ncer s&atilde;o causados por infec&ccedil;&otilde;es e poderiam ser prevenidos]]></title>
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	  <name><![CDATA[Samir Elian, Meio de Cultura]]></name>
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   <updated>2012-05-09T19:00:20Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html"><![CDATA[Dentre dos fatores de risco para o desenvolvimento de cânceres estão as infecções por microrganismos e parasitas. Na revista “The Lancet Oncology” de hoje (09/05/12), um grupo de cientistas franceses faz uma revisão e analisa os casos de câncer que poderiam ser atribuídos a infecções. O estudo foi baseado em publicações de casos ocorridos em [...]...<br><br><div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;">

	    <p>
    de Martel, C., Ferlay, J., Franceschi, S., Vignat, J., Bray, F., Forman, D., & Plummer, M. (2012) <a href="http://dx.doi.org/10.1016/S1470-2045(12)70137-7" class="blue">Global burden of cancers attributable to infections in 2008: a review and synthetic analysis</a>. The Lancet Oncology. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1016/S1470-2045(12)70137-7" class="blue">10.1016/S1470-2045(12)70137-7</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1016/S1470-2045(12)70137-7"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1016/S1470-2045(12)70137-7">Global burden of cancers attributable to infections in 2008: a review and synthetic analysis</a></noscript>    </p>
</div><br>]]></summary>
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