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 <title>Research Blogging - Anthropology - Portuguese</title>
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 <updated>2012-05-26T04:00:01Z</updated>
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   <name>Research Blogging</name>
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   <title type="html"><![CDATA[&quot;O SENHOR &eacute; homem de guerra; o SENHOR &eacute; o seu nome.&quot; Ex 15:3]]></title>
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	  <name><![CDATA[none, Teotomia]]></name>
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   <updated>2012-05-23T02:56:00Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html"><![CDATA[A violência associada a motivações religiosas como ataque a clínicas de aborto, ações de homens-bomba, agressões a minorias religiosas, imprecações contra homossexuais, etc. chama bastante a atenção, mas suscita a dúvida de se a religião tem alguma participação efetiva ou se é apenas uma desculpa.Brad J. Bushman, psicólogo, então na&nbsp;University of Michigan, e colaboradores testaram a hipótese de que elementos religiosos poderiam aumentar a violência ao promover a identificação e a justificação. Para tanto compararam um grupo (teste) exposto a uma descrição bíblica de violência com outro (controle) exposto a uma descrição secular de violência. A passagem bíblica aumentou o comportamento agressivo (medido a partir de disparos sonoros aplicados em outras pessoas pelos sujeitos experimentais) em relação ao texto secular - tanto em pessoas religiosas (cristãs ou não) quanto em não-religiosos, embora mais intensamente nos primeiros.Estudo 1248 estudantes (95 homens, 153 mulheres) da&nbsp;Brigham Young University (BYU) receberam créditos de curso em troca da participação voluntária no experimento. 97% declararam pertencer à Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias; 99% disseram crer em deus e na Bíblia.Aos participantes foi informado que tomariam parte de dois testes independentes: um sobre literatura do Oriente Médio e outro sobre o efeito de estímulos negativos no tempo de reação. Responderam sim/não se: a) acreditavam em deus; b) acreditavam na Bíblia e leram uma passagem.Para metade foi dito que a passagem eram os capítulos de 19 a 21 do Livro dos Juízes da Bíblia do Rei Jaime (a origem verdadeira do trecho relativamente obscuro e desconhecido por muitos), para a outra metade que era de um antigo pergaminho descoberto em 1984 nas ruínas de&nbsp;Wadi Al-Murabba ‘ah durante expedição do ProfessorWilliam Deyer.Para os dois grupos, a história descreve a viagem de um homem e sua concubina (ambos da tribo israelita de Efraim) pelas terras da tribo israelita de Benjamin. Na cidade de Gibeá, o casal abriga-se na casa de um homem. Uma multidão chega à casa, toma a mulher e a violenta até matá-la, abandonando seu corpo frente à porta. O homem pega o corpo e leva-o até sua terra natal e convoca o povo de Israel para decidir que ação tomar contra o povo de Gibeá.Para metade dos participantes havia um trecho adicional: "The assembly fasted and prayed before the LORD and asked&nbsp;'What shall be done about the sins of our brothers in Benjamin?';&nbsp;and the LORD answered them, saying that no such abomination&nbsp;could stand among his people. The LORD commanded Israel to&nbsp;take arms against their brothers and chasten them before the LORD" ["A assembléia jejuou e orou para o SENHOR e perguntou 'O que deve ser feito sobre os pecados de nossos irmãos de Benjamin?'; e o SENHOR respondeu-lhes dizendo que essa abominação não poderia permanecer entre seu povo. O SENHOR ordenou à Israel tomar as armas contra seus irmãos e castigá-los perante o SENHOR."], com sanção divina de agressão em vingança à morte da concubina.&nbsp;Para a outra metade, não havia nenhuma menção à deus na passagem.A história terminava com a narração da luta dos demais israelitas contra os israelitas benjamitas. As baixas foram pesadas para os dois lados, com dezenas de milhares mortos. Finalmente Gibeá e outras cidades de Benjamin foram destruídas, com os israelitas matando homens, mulheres, crianças e animais.Após a leitura da passagem, os participantes de ambos os grupos participaram de uma tarefa competitiva de tempo de reação de&nbsp;Taylor 1967. Os participantes eram pareados: cada um deveria apertar um botão o mais rápido possível em 25 rodadas. O mais rápido em cada rodada deveria liberar um pulso sonoro através do fone de ouvido do mais lento. O vencedor poderia escolher o nível do ruído: 0 - sem nenhum som; 1 - 60 dB até o nível 10 - 105 db. Pontuação de agressão foi dada a cada vez que o nível 9 ou 10 foi escolhido.Os participantes a quem foi dito que a passagem era tirada da Bíblia tiveram uma média de 3,44±0,53 pontos de agressão maior do que os a quem foi dito tratar-se de um pergaminho antigo: &nbsp;2,48±0,26 (p &lt; 0,04). Os que leram a passagem de deus sancionando a violência também tiveram uma média maior (p &lt; 0,09) do que os que leram a passagem que não mencionava deus: 3,40±0,43 contra 2,47±0,31. Homens foram mais agressivos (p &lt; 0,0001) do que as mulheres: 4,12±0,53 contra 2,16±0,26.Estudo 2242 estudantes (110 homens, 132 mulheres) da Vrije Universiteit (Amsterdan) (VU) receberam&nbsp;€ 3 para participarem dos testes. 40% não tinham nenhuma religião; 18% eram católicos; 11%, protestantes; 12%, muçulmanos; 8%, cristãos; 2%, hindus; 1%, judeus e 8%, outros. 50% acreditavam em deus e 27%, na Bíblia.Foi adotado protocolo similar ao estudo 1.Tiveram média maior de pontuação os que leram a passagem de deus sancionando a violência (p &lt; 0,001): &nbsp;8,70±0,69 contra 4,92±0,61 e os participantes que acreditavam em deus e na Bíblia (p &lt; 0,08): 7,65±0,80 contra 5,97±0,46. A leitura do trecho com a sanção divina está associada à maior pontuação de agressão tanto entre os crentes (p &lt; 0,001) quanto entre os não crentes (p &lt;0,04), mas o efeito foi maior entre os crentes (Figura 1).Foram mais agressivos homens (p &lt;0,003): 8,23±0,70 contra 5,40±0,49 &nbsp;das mulheres e homens que leram a passagem com a sanção divina (p &lt; 0,001): 11,19±1,08 contra 5,27±0,91 dos que não leram. Não houve diferenças significativas entre mulheres que leram a passagem da sanção divina (p &lt; 0,18): 6,21±0,85 contra 4,59±0,83 das que não leram.--------------LimitaçõesO tamanho amostral é relativamente grande, especialmente para a área de psicologia. A limitação maior é quanto à restrição das populações amostradas: estudantes universitários. Em parte isso é amenizado pelo fato de se testarem duas populações distintas: uma nos EUA e outra nos Países Baixos. Mas podemos notar diferenças nos valores entre os grupos dos dois estudos: p.e. homens do estudo 1 tiveram uma média correspondente a cerca de metade da dos homens do estudo 2.ReferênciaBushman BJ, Ridge RD, Das E, Key CW, &amp; Busath GL 2007. When god sanctions killing: effect of scriptural violence on aggression. Psychological science, 18 (3), 204-7 PMID: 17444911...<br><br><div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;">

	    <p>
    Bushman BJ, Ridge RD, Das E, Key CW, & Busath GL. (2007) <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17444911" class="blue">When god sanctions killing: effect of scriptural violence on aggression.</a> Psychological science, 18(3), 204-7. PMID:&nbsp;<a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17444911" class="blue">17444911</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?pmid=17444911"></script> <noscript><a href="http://pubget.com/paper/17444911">When god sanctions killing: effect of scriptural violence on aggression.</a></noscript>    </p>
</div><br>]]></summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Alegrias e tristezas de bichos e humanos ]]></title>
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	  <name><![CDATA[Daniel M Barros, Psiquiatria e Sociedade]]></name>
	</author>
   <updated>2011-12-27T06:41:26Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html"><![CDATA[N&atilde;o sei se voc&ecirc; j&aacute; percebeu como os animais facilitam a conversa. Quando existe um cachorro presente raramente falta assunto para as pessoas, e as rela&ccedil;&otilde;es humanas parecem facilitadas. Se em vez de um c&atilde;o forem duzentos animais selvagens, v&aacute;rios deles amea&ccedil;ados de extin&ccedil;&atilde;o, al&eacute;m de uma boa conversa isso pode render um bom filme.
Compramos um zool&oacute;gico, filme do diretor Cameron Crowe com Matt Damon e Scarlett Johansson, retrata essa situa&ccedil;&atilde;o.
...<br><br><div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;">

	    <p>
    Bente Berget, & Bjarne Olai Braastad. (2008) Theoretical Framework for Animal-Assisted Interventions – Implications for Practice. Therapeutic Communities -International Journal of Therapeutic Communities, 29(3), 323-337. info:/    </p>
</div><br>]]></summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Chamin&eacute; vs. Manjedoura &ndash; a psicologia de um Feliz Natal ]]></title>
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	  <name><![CDATA[Daniel M Barros, Psiquiatria e Sociedade]]></name>
	</author>
   <updated>2011-12-21T08:25:58Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html"><![CDATA[Nem vou tentar fugir do tema natalino. Eu gosto de ritos, pessoalmente e profissionalmente, e o Natal tem tanta import&acirc;ncia na nossa sociedade que vale a pena pensar um pouco sobre ele.
Duvido que voc&ecirc; n&atilde;o se enquadre em pelo menos uma (sen&atilde;o em todas) as seguintes categorias, j&aacute; que pesquisas indicam que existem sete principais atividades e experi&ecirc;ncias natalinas: 1) Passar tempo com a fam&iacute;lia; 2) Participar de atividades religiosas; 3) Manter tradi&ccedil;&otilde;es da &eacute;poca; 4) Gastar dinheiro com as pessoas comprando presentes; 5) Receber presentes das pessoas; 6) Ajudar os necessitados; 7) Desfrutar os prazeres da &eacute;poca, como as comidas t&iacute;picas. Bateu?
...<br><br><div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;">

	    <p>
    Kasser, T., & Sheldon, K. (2002) <a href="http://dx.doi.org/10.1023/A:1021516410457" class="blue">WHAT MAKES FOR A MERRY CHRISTMAS?</a>. Journal of Happiness Studies, 3(4), 313-329. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1023/A:1021516410457" class="blue">10.1023/A:1021516410457</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1023/A:1021516410457"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1023/A:1021516410457">WHAT MAKES FOR A MERRY CHRISTMAS?</a></noscript>    </p>

	    <p>
    Ecklund, E., & Lee, K. (2011) <a href="http://dx.doi.org/10.1111/j.1468-5906.2011.01604.x" class="blue">Atheists and Agnostics Negotiate Religion and Family</a>. Journal for the Scientific Study of Religion, 50(4), 728-743. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1111/j.1468-5906.2011.01604.x" class="blue">10.1111/j.1468-5906.2011.01604.x</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1111/j.1468-5906.2011.01604.x"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1111/j.1468-5906.2011.01604.x">Atheists and Agnostics Negotiate Religion and Family</a></noscript>    </p>
</div><br>]]></summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Mortes na Noruega e no Rio &ndash; insanidade e crime em diferentes tempos e espa&ccedil;os ]]></title>
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	  <name><![CDATA[Daniel M Barros, Psiquiatria e Sociedade]]></name>
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   <updated>2011-12-01T08:31:46Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html"><![CDATA[O Brasil j&aacute; passou pelo que a Europa est&aacute; passando. N&atilde;o, n&atilde;o vou falar sobre a crise econ&ocirc;mica, mas do assassino Anders Behring Breivik, aquele que matou mais de 70 pessoas em julho, na Noruega, agora declarado insano. 
Embora no calor da hora a justi&ccedil;a tenha declarado que ele n&atilde;o deveria ser considerado doente mental, j&aacute; que havia planejado tudo t&atilde;o minuciosamente durante tanto tempo (anos, ao que consta), havia tamb&eacute;m no ar o sentimento de que s&oacute; mesmo um maluco para cometer tal atrocidade. Essa dicotomia persiste agora, quatro meses depois, quando o relat&oacute;rio de mais de duzentas p&aacute;ginas dos psiquiatras que o avaliaram concluiu que ele n&atilde;o &eacute; respons&aacute;vel pelos atos por sofrer de psicose, vivendo num mundo &agrave; parte em meio a seus del&iacute;rios: 48% da popula&ccedil;&atilde;o norueguesa (numa pesquisa com mil cidad&atilde;os) n&atilde;o concorda, considerando que ele deveria ser considerado criminoso comum. Mais: o pr&oacute;prio assassino discorda do relat&oacute;rio, tendo se sentido insultado pelo diagn&oacute;stico.
...<br><br><div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;">

	    <p>
    Maciel, L. (1999) <a href="http://dx.doi.org/10.1590/S0104-59701999000300013" class="blue">Um lugar para aprisionar a loucura criminosa</a>. História, Ciências, Saúde-Manguinhos, 6(2), 445-452. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1590/S0104-59701999000300013" class="blue">10.1590/S0104-59701999000300013</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1590/S0104-59701999000300013"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1590/S0104-59701999000300013">Um lugar para aprisionar a loucura criminosa</a></noscript>    </p>
</div><br>]]></summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Boletim escolar vs. boletim m&eacute;dico]]></title>
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   <id>http://psiquiatriaesociedade.wordpress.com/2011/08/16/boletim-escolar-vs-boletim-medico/</id>
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	  <name><![CDATA[Daniel M Barros, Psiquiatria e Sociedade]]></name>
	</author>
   <updated>2011-08-16T14:27:28Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html"><![CDATA[Desde o Sass&aacute; Mutema um personagem tonto n&atilde;o fazia tamanho sucesso em novelas como Douglas (Ricardo Tozzi), que levou aos trending topics do Twitter o bord&atilde;o &ldquo;P&ocirc;, Bibi&rdquo;, em alus&atilde;o &agrave; noiva, interpretada pela excelente Maria Clara Gueiros, de quem sou f&atilde; confesso. Esses personagens meio burros fazem sucesso ao gerar em n&oacute;s certa simpatia, ativando um instinto protetor &ndash; a lista &eacute; longa, indo do Quico (amigo do Chaves) ao Patrick (amigo do Bob Esponja).

Infelizmente, eles vivem menos. Ou, no m&iacute;nimo, ado...<br><br><div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;">

	    <p>
    Herd, P. (2010) <a href="http://dx.doi.org/10.1177/0022146510386796" class="blue">Education and Health in Late-life among High School Graduates: Cognitive versus Psychological Aspects of Human Capital</a>. Journal of Health and Social Behavior, 51(4), 478-496. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1177/0022146510386796" class="blue">10.1177/0022146510386796</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1177/0022146510386796"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1177/0022146510386796">Education and Health in Late-life among High School Graduates: Cognitive versus Psychological Aspects of Human Capital</a></noscript>    </p>
</div><br>]]></summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Sonhos molhados: estudo liga homofobia &agrave; excita&ccedil;&atilde;o homossexual]]></title>
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   <id>http://bulevoador.haaan.com/2011/04/19/sonhos-molhados/</id>
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	  <name><![CDATA[Eli Vieira, Bule Voador]]></name>
	</author>
   <updated>2011-04-19T20:09:08Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html"><![CDATA[Fonte: Associação Psicológica Americana* Tradução: Eli Vieira WASHINGTON – A teoria psicanalítica defende que a homofobia – o medo, ansiedade, raiva, desconforto ou aversão que algumas pessoas ostensivamente heterossexuais sentem por indivíduos gays – é o resultado de impulsos homossexuais reprimidos dos quais a pessoa não tem consciência ou os quais nega. Um estudo publicado [...]...<br><br><div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;">

	    <p>
    PARROTT, D. (2008) <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.cpr.2008.02.001" class="blue">A theoretical framework for antigay aggression: Review of established and hypothesized effects within the context of the general aggression model☆</a>. Clinical Psychology Review, 28(6), 933-951. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.cpr.2008.02.001" class="blue">10.1016/j.cpr.2008.02.001</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1016/j.cpr.2008.02.001"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1016/j.cpr.2008.02.001">A theoretical framework for antigay aggression: Review of established and hypothesized effects within the context of the general aggression model☆</a></noscript>    </p>
</div><br>]]></summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Evolu&ccedil;&atilde;o da vis&atilde;o tricrom&aacute;tica em primatas]]></title>
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	  <name><![CDATA[Rodrigo, Evolucionismo]]></name>
	</author>
   <updated>2011-03-21T18:30:00Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html"><![CDATA[Algumas das mais belas histórias tem sido reveladas pela investigação científica. Algumas tão ou mais empolgantes que os maiores mitos, contos e epopéias …...<br><br><div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;">

	    <p>
    Jacobs, G., & Nathans, J. (2009) <a href="http://dx.doi.org/10.1038/scientificamerican0409-56" class="blue">The Evolution of Primate Color Vision</a>. Scientific American, 300(4), 56-63. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1038/scientificamerican0409-56" class="blue">10.1038/scientificamerican0409-56</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1038/scientificamerican0409-56"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1038/scientificamerican0409-56">The Evolution of Primate Color Vision</a></noscript>    </p>

	    <p>
    Dominy NJ, & Lucas PW. (2001) <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/11268211" class="blue">Ecological importance of trichromatic vision to primates.</a> Nature, 410(6826), 363-6. PMID:&nbsp;<a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/11268211" class="blue">11268211</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?pmid=11268211"></script> <noscript><a href="http://pubget.com/paper/11268211">Ecological importance of trichromatic vision to primates.</a></noscript>    </p>

	    <p>
    Jacobs, G., Williams, G., Cahill, H., & Nathans, J. (2007) <a href="http://dx.doi.org/10.1126/science.1138838" class="blue">Emergence of Novel Color Vision in Mice Engineered to Express a Human Cone Photopigment</a>. Science, 315(5819), 1723-1725. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1126/science.1138838" class="blue">10.1126/science.1138838</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1126/science.1138838"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1126/science.1138838">Emergence of Novel Color Vision in Mice Engineered to Express a Human Cone Photopigment</a></noscript>    </p>
</div><br>]]></summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Como &eacute; que &eacute;? - Dentes do siso est&atilde;o desaparecendo?]]></title>
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	  <name><![CDATA[none, Gene Repórter]]></name>
	</author>
   <updated>2011-03-03T06:39:35Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html"><![CDATA[No meu tempo de estudante do ensino médio (na época tinha o nome de educação do 2o grau) meu professor de biologia dava como exemplo de evolução o dente do siso - dizia o mestre que o órgão (sim, dentes são órgãos) estava desaparecendo citando que algumas pessoas já nasciam sem (na verdade todos nascem sem e vão começar a desenvolvê-lo lá pelos 5 anos de idade, mas claro que o que ele quis dizer é que nasciam sem a tendência de desenvolvê-lo depois).Aparentemente essa história ainda é repetida nas escolas: ao menos a julgar pela recorrência com que o tema aparece por aí, incluindo uma comunidade sobre evolução no orkut que ajudo a moderar.Mas será que é assim mesmo?Para analisar uma característica sob o ponto de vista evolutivo precisamos estabelecer duas coisas:a) a característica em questão é herdável? (ou de outro modo, ela tem um componente genético?);b) ela apresenta variação?Um terceiro elemento deve ser considerado se estivermos a analisar sob o ponto de vista da seleção natural (ou artificial):c) a variação está ligada a um maior ou menor sucesso reprodutivo? (a posse de uma variante causa morte? infertilidade? diminui as chances de sobrevivência do indivíduo ou de sua prole? diminui suas chances de encontrar um parceiro reprodutivo?) - note-se que isso não precisa ser em termos absolutos, basta ser um pouco maior ou um pouco menor do que o sucesso médio de indivíduos com outras variantes.No caso do dente do siso a resposta às duas primeiras perguntas é sim. Há variantes genéticas do gene Pax9 ligadas à agenesia (isto é, a ausência de formação do dente) do terceiro molar (Nieminen et al. 2001, Klein et al. 2005, Pereira et al. 2006), possivelmente outros genes como o MSX1 também podem estar associados à condição (Saito et al. 2006). A prevalência da agenesia em uma população pode variar de 0,2% a quase 100% (citações em Pereira et al. 2006), com uma média de cerca de 20% (citações em Vastardis 2000).A terceira pergunta é mais complicada de se responder. Há várias complicações associadas com a presença do terceiro molar - especialmente o desalinhamento dos demais dentes quando o siso se desenvolve torto (caso de cerca de 1/3 dos jovens jordanianos - Hattab et al 1995; 11% entre pacientes dentários de uma faculdade de odontologia finlandesa - Aitasalo et al 1972) e também a pericoronite (inflamação da gengiva sobre dente que ainda não saiu) aguda (Leone et al. 1986). Além disso, o terceiro molar é o dente mais exposto à cárie (36,5% com sinais de cárie contra 32% dos molares 2, 16,4% dos molares 1, 10,4% dos premolares, 6,8% dos caninos e 6,7% dos incisivos em finlandeses da Idade Média, Varrela 1991). Mas é difícil de dizer o impacto dessas complicações no sucesso reprodutivo dos indivíduos. A pericoronite pelo menos pode ser bem incapacitante pela dor provocada e sabemos que a dor crônica, incluindo a de dente, diminui bastante o desejo sexual (se nunca passou por isso, pode conferir em Laursen et al. 2006). Então faz sentido, sim, supor que a posse do terceiro molar possa causar alguma redução do valor adaptativo.Mas e a ausência de dente do siso causa algum problema? A extração do dente não é livre de riscos - em casos extremos de complicação cirúrgica, ainda que raros, pode levar à morte (Kunkel et al. 2007). Porém e a agenesia? Aparentemente ela, em si, não causa maiores problemas. Vários casos de agenesia estão associadas a outros problemas: p.e., portadores de síndrome de Down têm uma maior prevalência de agenesia do terceiro molar (Shapira et al 2000), mas não é a agenesia a causar Down.Isso, porém, na situação *atual*. Do contrário, por quê, afinal, existiria o terceiro molar para começar? Silvestri &amp; Singhi (2003) especulam que a presença do terceiro molar, ao aumentar a superfície masticatória total, diminuiria a taxa de desgaste de oclusão dos dentes - cáries não seriam particularmente um problema, posto que a dieta pré-histórica, com baixa ingestão de açúcares, levaria à baixa incidência desse problema bucal (citações em Larsen 1995).Especula-se, também, que, com a mudança de dieta, menos rica em fibras, o aparelho masticatório - em particular, os ossos das maxilas - seria menos submetido à tensão, resultado em um menor desenvolvimento e havendo menos espaço para o terceiro molar: o que seria o responsável pela alta incidência de complicações associadas ao dente. O padrão de erupção do terceiro molar em população rural nigeriana (Odusanya &amp; Abayomi 1991) parece dar suporte à isso.Mas há mesmo um aumento da incidência de agenesia do terceiro molar? A incidência geral de agenesia do siso no sítio de Ban Chiang, Tailândia, em vestígios humanos que datam de 2100 a.C. a 200 d.C. é de 6,4% (Pietrusewsky &amp; Douglas 2002, p. 69). Em sítios neolíticos da província de Shaanxi, China, é de 22%. Em populações das ilhas Canárias dos séculos 6o a 14o d.C. (que vivam em condições similares à Eurásia neolítica), variava de 9,3% (Gran Canaria) a 14,6% (Tenerife) (Guatelli-Steinberg et al. 2001). Entre egípcios pré-dinásticos e os primeiros núbios do período histórico, a prevalência é de até cerca de 13% (citações em Greene 1972).Deve se levar em conta que estudos que não são baseados em exames radiológicos podem superestimar os valores de prevalência (ao contar como agenesia casos em que o dente simplesmente não irrompeu, embora esteja presente no interior da maxila); porém, para além de que também havia uma grande variação do polimorfismo da ausência do terceiro molar nas populações antigas é difícil concluir que havia uma prevalência geral menor.Na literatura é comum se mencionar que fósseis humanos do Paleolítico (de cerca de 2,6 milhões de anos atrás a 10 mil anos atrás) raramente apresentam agenesia do terceiro molar. Mas não sabemos a partir de que momento a ausência do siso passou a ser comum. E, como nesse período a espécie humana pode ter passado por gargalos evolutivos (Ambrose 1998), é possível que o aumento tenha se dado por deriva (puro acaso) sem envolver seleção de alguma espécie.Assim, a hipótese de que há uma tendência evolutiva para o desaparecimento do siso é tentadora, mas falta uma base fatual maior a sustentá-la. Em termos perspectivos, é difícil cravar que haverá uma tendência ao desaparecimento - mesmo se estivermos certos de que hoje a presença do terceiro molar seja desvantajoso, isso porque não sabemos como será o futuro. *Se* a presença for desvantajosa hoje e *se* as condições atuais se mantiverem, então seria razoável supor o desaparecimento em algum ponto por seleção.Uma objeção aparentemente comum à hipótese do desaparecimento futuro é de que as condições atuais - como a possibilidade de remoção cirúrgica dos dentes - teriam eliminado a desvantagem de se ter os sisos. Porém, há que se lembrar de que o acesso aos cuidados dentários - e aos médicos em eventuais complicações - dá-se para uma *minoria* da população mundial.Outro fator que devemos levar em conta é que há também diferenças regionais quanto aos hábitos alimentares - como o exemplo das populações rurais da Nigéria nos lembra. Nem todo mundo tem uma dieta baseada em produtos industrializados com quase nenhuma fibra.Se a hipótese ainda é usada em salas de aula, ela não deve ser apresentada como uma previsão segura da evolução humana por incerta demais.Uma tendência mais bem registrada em hominídeos é a redução do *tamanho* dos dentes (Bailit &amp; Friedlaender 1966, Brace et al. 1987). Mas, de novo, projetar essa tendência passada para o futuro é um tanto arriscado.ReferênciasAitasalo, K. et al. (1972). An orthopantomography study of prevalence of impacted teeth International Journal of Oral Surgery, 1 (3), 117-120 DOI: 10.1016/S0300-9785(72)80001-2Ambrose, S. (1998)...<br><br><div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;">

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    AITASALO, K. (1972) <a href="http://dx.doi.org/10.1016/S0300-9785(72)80001-2" class="blue">An orthopantomography study of prevalence of impacted teeth</a>. International Journal of Oral Surgery, 1(3), 117-120. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1016/S0300-9785(72)80001-2" class="blue">10.1016/S0300-9785(72)80001-2</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1016/S0300-9785(72)80001-2"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1016/S0300-9785(72)80001-2">An orthopantomography study of prevalence of impacted teeth</a></noscript>    </p>

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    Ambrose, S. (1998) <a href="http://dx.doi.org/10.1006/jhev.1998.0219" class="blue">Late Pleistocene human population bottlenecks, volcanic winter, and differentiation of modern humans</a>. Journal of Human Evolution, 34(6), 623-651. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1006/jhev.1998.0219" class="blue">10.1006/jhev.1998.0219</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1006/jhev.1998.0219"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1006/jhev.1998.0219">Late Pleistocene human population bottlenecks, volcanic winter, and differentiation of modern humans</a></noscript>    </p>

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    Bailit, H., & Friedlaender, J. (1966) <a href="http://dx.doi.org/10.1525/aa.1966.68.3.02a00030" class="blue">Tooth Size Reduction: A Hominid Trend</a>. American Anthropologist, 68(3), 665-672. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1525/aa.1966.68.3.02a00030" class="blue">10.1525/aa.1966.68.3.02a00030</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1525/aa.1966.68.3.02a00030"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1525/aa.1966.68.3.02a00030">Tooth Size Reduction: A Hominid Trend</a></noscript>    </p>

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    Brace, C., Rosenberg, K., & Hunt, K. (1987) <a href="http://dx.doi.org/10.2307/2408882" class="blue">Gradual Change in Human Tooth Size in the Late Pleistocene and Post- Pleistocene</a>. Evolution, 41(4), 705. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.2307/2408882" class="blue">10.2307/2408882</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.2307/2408882"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.2307/2408882">Gradual Change in Human Tooth Size in the Late Pleistocene and Post- Pleistocene</a></noscript>    </p>

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    Guatelli-Steinberg D, Irish JD, & Lukacs JR. (2001) <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/11802567" class="blue">Canary islands-north African population affinities: measures of divergence based on dental morphology.</a> Homo : internationale Zeitschrift fur die vergleichende Forschung am Menschen, 52(2), 173-88. PMID:&nbsp;<a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/11802567" class="blue">11802567</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?pmid=11802567"></script> <noscript><a href="http://pubget.com/paper/11802567">Canary islands-north African population affinities: measures of divergence based on dental morphology.</a></noscript>    </p>

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    Hattab FN, Rawashdeh MA, & Fahmy MS. (1995) <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/7614155" class="blue">Impaction status of third molars in Jordanian students.</a> Oral surgery, oral medicine, oral pathology, oral radiology, and endodontics, 79(1), 24-9. PMID:&nbsp;<a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/7614155" class="blue">7614155</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?pmid=7614155"></script> <noscript><a href="http://pubget.com/paper/7614155">Impaction status of third molars in Jordanian students.</a></noscript>    </p>

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    Klein, M., Nieminen, P., Lammi, L., Niebuhr, E., & Kreiborg, S. (2005) <a href="http://dx.doi.org/10.1177/154405910508400107" class="blue">Novel Mutation of the Initiation Codon of PAX9 Causes Oligodontia</a>. Journal of Dental Research, 84(1), 43-47. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1177/154405910508400107" class="blue">10.1177/154405910508400107</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1177/154405910508400107"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1177/154405910508400107">Novel Mutation of the Initiation Codon of PAX9 Causes Oligodontia</a></noscript>    </p>

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    Larsen, C. (1995) <a href="http://dx.doi.org/10.1146/annurev.an.24.100195.001153" class="blue">Biological Changes in Human Populations with Agriculture</a>. Annual Review of Anthropology, 24(1), 185-213. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1146/annurev.an.24.100195.001153" class="blue">10.1146/annurev.an.24.100195.001153</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1146/annurev.an.24.100195.001153"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1146/annurev.an.24.100195.001153">Biological Changes in Human Populations with Agriculture</a></noscript>    </p>

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    Laursen, B., Overvad, K., Olesen, A., Delmar, C., & Arendt-Nielsen, L. (2006) <a href="http://dx.doi.org/10.1007/s11195-005-9001-5" class="blue">Ongoing Pain, Sexual Desire, and Frequency of Sexual Intercourses in Females with Different Chronic Pain Syndromes</a>. Sexuality and Disability, 24(1), 27-37. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1007/s11195-005-9001-5" class="blue">10.1007/s11195-005-9001-5</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1007/s11195-005-9001-5"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1007/s11195-005-9001-5">Ongoing Pain, Sexual Desire, and Frequency of Sexual Intercourses in Females with Different Chronic Pain Syndromes</a></noscript>    </p>

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    LEONE, S., EDENFIELD, M., & COHEN, M. (1986) <a href="http://dx.doi.org/10.1016/0030-4220(86)90001-0" class="blue">Correlation of acute pericoronitis and the position of the mandibular third molar</a>. Oral Surgery, Oral Medicine, Oral Pathology, 62(3), 245-250. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1016/0030-4220(86)90001-0" class="blue">10.1016/0030-4220(86)90001-0</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1016/0030-4220(86)90001-0"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1016/0030-4220(86)90001-0">Correlation of acute pericoronitis and the position of the mandibular third molar</a></noscript>    </p>

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    Nieminen P, Arte S, Tanner D, Paulin L, Alaluusua S, Thesleff I, & Pirinen S. (2001) <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/11781684" class="blue">Identification of a nonsense mutation in the PAX9 gene in molar oligodontia.</a> European journal of human genetics : EJHG, 9(10), 743-6. PMID:&nbsp;<a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/11781684" class="blue">11781684</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?pmid=11781684"></script> <noscript><a href="http://pubget.com/paper/11781684">Identification of a nonsense mutation in the PAX9 gene in molar oligodontia.</a></noscript>    </p>

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    Odusanya SA, & Abayomi IO. (1991) <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/2003009" class="blue">Third molar eruption among rural Nigerians.</a> Oral surgery, oral medicine, and oral pathology, 71(2), 151-4. PMID:&nbsp;<a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/2003009" class="blue">2003009</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?pmid=2003009"></script> <noscript><a href="http://pubget.com/paper/2003009">Third molar eruption among rural Nigerians.</a></noscript>    </p>

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    B.Saito, C., Bianchi, F., R.Peres, R., & P.Line, S. (2006) <a href="http://dx.doi.org/10.2174/138920206777780256" class="blue">Suggestive Associations Between Polymorphisms in PAX9, MSX1 Genes and Third Molar Agenesis in Humans</a>. Current Genomics, 7(3), 191-196. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.2174/138920206777780256" class="blue">10.2174/138920206777780256</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.2174/138920206777780256"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.2174/138920206777780256">Suggestive Associations Between Polymorphisms in PAX9, MSX1 Genes and Third Molar Agenesis in Humans</a></noscript>    </p>

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    Silvestri AR Jr, & Singh I. (2003) <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12733778" class="blue">The unresolved problem of the third molar: would people be better off without it?</a>. Journal of the American Dental Association (1939), 134(4), 450-5. PMID:&nbsp;<a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/12733778" class="blue">12733778</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?pmid=12733778"></script> <noscript><a href="http://pubget.com/paper/12733778">The unresolved problem of the third molar: would people be better off without it?</a></noscript>    </p>

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    Varrela, T. (1991) <a href="http://dx.doi.org/10.1016/0003-9969(91)90104-3" class="blue">Prevalence and distribution of dental caries in a late medieval population in Finland</a>. Archives of Oral Biology, 36(8), 553-559. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1016/0003-9969(91)90104-3" class="blue">10.1016/0003-9969(91)90104-3</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1016/0003-9969(91)90104-3"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1016/0003-9969(91)90104-3">Prevalence and distribution of dental caries in a late medieval population in Finland</a></noscript>    </p>

	    <p>
    Vastardis, H. (2000) <a href="http://dx.doi.org/10.1067/mod.2000.103257" class="blue">The genetics of human tooth agenesis: New discoveries for understanding dental anomalies</a>. American Journal of Orthodontics and Dentofacial Orthopedics, 117(6), 650-656. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1067/mod.2000.103257" class="blue">10.1067/mod.2000.103257</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1067/mod.2000.103257"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1067/mod.2000.103257">The genetics of human tooth agenesis: New discoveries for understanding dental anomalies</a></noscript>    </p>
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   <title type="html"><![CDATA[Ecossistemas, Casualidade e Evolucionismo: Ru&iacute;do 1/f e Equil&iacute;brio Pontuado]]></title>
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	  <name><![CDATA[Naidel Caturello, Evolucionismo]]></name>
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   <updated>2011-02-27T23:50:00Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html"><![CDATA[O texto anterior &quot;Caos, Complexidade e Evolu&ccedil;&atilde;o: Mais uma Ponte entre Termodin&acirc;mica e...&quot;, tratou dos princ&iacute;pios do car&aacute;ter estoc&aacute;stico de ecossistemas. O Ru&iacute;do 1/f &eacute; um processo aleat&oacute;rio n&atilde;o-estacion&aacute;rio apropriado para a modelagem de sistemas evolutivos ou de desenvolvimento (Keshner, 1982)....<br><br><div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;">

	    <p>
    Halley, J. (1996) <a href="http://dx.doi.org/10.1016/0169-5347(96)81067-6" class="blue">Ecology, evolution and ?-noise</a>. Trends in Ecology , 11(1), 33-37. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1016/0169-5347(96)81067-6" class="blue">10.1016/0169-5347(96)81067-6</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1016/0169-5347(96)81067-6"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1016/0169-5347(96)81067-6">Ecology, evolution and ?-noise</a></noscript>    </p>

	    <p>
    Keshner, M. (1982) <a href="http://dx.doi.org/10.1109/PROC.1982.12282" class="blue">1/f noise</a>. Proceedings of the IEEE, 70(3), 212-218. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1109/PROC.1982.12282" class="blue">10.1109/PROC.1982.12282</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1109/PROC.1982.12282"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1109/PROC.1982.12282">1/f noise</a></noscript>    </p>

	    <p>
    Mandelbrot, B., & Wallis, J. (1969) <a href="http://dx.doi.org/10.1029/WR005i002p00321" class="blue">Some long-run properties of geophysical records</a>. Water Resources Research, 5(2), 321. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1029/WR005i002p00321" class="blue">10.1029/WR005i002p00321</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1029/WR005i002p00321"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1029/WR005i002p00321">Some long-run properties of geophysical records</a></noscript>    </p>

	    <p>
    Marinari, E., Parisi, G., Ruelle, D., & Windey, P. (1983) <a href="http://dx.doi.org/10.1007/BF01219521" class="blue">On the interpretation of 1/f noise</a>. Communications in Mathematical Physics, 89(1), 1-12. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1007/BF01219521" class="blue">10.1007/BF01219521</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1007/BF01219521"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1007/BF01219521">On the interpretation of 1/f noise</a></noscript>    </p>

	    <p>
    MICHAELIAN, K. (2005) <a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.jtbi.2005.04.019" class="blue">Thermodynamic stability of ecosystems</a>. Journal of Theoretical Biology, 237(3), 323-335. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.jtbi.2005.04.019" class="blue">10.1016/j.jtbi.2005.04.019</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1016/j.jtbi.2005.04.019"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1016/j.jtbi.2005.04.019">Thermodynamic stability of ecosystems</a></noscript>    </p>

	    <p>
    Rikvold, P., & Zia, R. (2003) <a href="http://dx.doi.org/10.1103/PhysRevE.68.031913" class="blue">Punctuated equilibria and 1/f noise in a biological coevolution model with individual-based dynamics</a>. Physical Review E, 68(3). DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1103/PhysRevE.68.031913" class="blue">10.1103/PhysRevE.68.031913</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1103/PhysRevE.68.031913"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1103/PhysRevE.68.031913">Punctuated equilibria and 1/f noise in a biological coevolution model with individual-based dynamics</a></noscript>    </p>

	    <p>
    Lin, M., & Chen, T. (2005) <a href="http://dx.doi.org/10.1103/PhysRevE.71.016133" class="blue">Self-organized criticality in a simple model of neurons based on small-world networks</a>. Physical Review E, 71(1). DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1103/PhysRevE.71.016133" class="blue">10.1103/PhysRevE.71.016133</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1103/PhysRevE.71.016133"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1103/PhysRevE.71.016133">Self-organized criticality in a simple model of neurons based on small-world networks</a></noscript>    </p>

	    <p>
    Sole, R., Alonso, D., & McKane, A. (2002) <a href="http://dx.doi.org/10.1098/rstb.2001.0992" class="blue">Self-organized instability in complex ecosystems</a>. Philosophical Transactions of the Royal Society B: Biological Sciences, 357(1421), 667-681. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1098/rstb.2001.0992" class="blue">10.1098/rstb.2001.0992</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1098/rstb.2001.0992"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1098/rstb.2001.0992">Self-organized instability in complex ecosystems</a></noscript>    </p>

	    <p>
    Mandelbrot, B., & Wallis, J. (1969) <a href="http://dx.doi.org/10.1029/WR005i005p00967" class="blue">Robustness of the rescaled range R/S in the measurement of noncyclic long run statistical dependence</a>. Water Resources Research, 5(5), 967. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1029/WR005i005p00967" class="blue">10.1029/WR005i005p00967</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1029/WR005i005p00967"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1029/WR005i005p00967">Robustness of the rescaled range R/S in the measurement of noncyclic long run statistical dependence</a></noscript>    </p>

	    <p>
    Bak, P., Tang, C., & Wiesenfeld, K. (1987) <a href="http://dx.doi.org/10.1103/PhysRevLett.59.381" class="blue">Self-organized criticality: An explanation of the 1/f noise</a>. Physical Review Letters, 59(4), 381-384. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1103/PhysRevLett.59.381" class="blue">10.1103/PhysRevLett.59.381</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1103/PhysRevLett.59.381"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1103/PhysRevLett.59.381">Self-organized criticality: An explanation of the 1/f noise</a></noscript>    </p>

	    <p>
    Voss, R. (1978) <a href="http://dx.doi.org/10.1121/1.381721" class="blue">’’1/f noise’’ in music: Music from 1/f noise</a>. The Journal of the Acoustical Society of America, 63(1), 258. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1121/1.381721" class="blue">10.1121/1.381721</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1121/1.381721"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1121/1.381721">’’1/f noise’’ in music: Music from 1/f noise</a></noscript>    </p>

	    <p>
    Romanelli, E., & Tushman, M. (1994) <a href="http://dx.doi.org/10.2307/256669" class="blue">Organizational Transformation as Punctuated Equilibrium: An Empirical Test</a>. The Academy of Management Journal, 37(5), 1141. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.2307/256669" class="blue">10.2307/256669</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.2307/256669"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.2307/256669">Organizational Transformation as Punctuated Equilibrium: An Empirical Test</a></noscript>    </p>

	    <p>
    Gersick, C. (1991) <a href="http://dx.doi.org/10.2307/258605" class="blue">Revolutionary Change Theories: A Multilevel Exploration of the Punctuated Equilibrium Paradigm</a>. The Academy of Management Review, 16(1), 10. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.2307/258605" class="blue">10.2307/258605</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.2307/258605"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.2307/258605">Revolutionary Change Theories: A Multilevel Exploration of the Punctuated Equilibrium Paradigm</a></noscript>    </p>

	    <p>
    WAKE, D., ROTH, G., & WAKE, M. (1983) <a href="http://dx.doi.org/10.1016/0022-5193(83)90335-1" class="blue">On the problem of stasis in organismal evolution</a>. Journal of Theoretical Biology, 101(2), 211-224. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1016/0022-5193(83)90335-1" class="blue">10.1016/0022-5193(83)90335-1</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1016/0022-5193(83)90335-1"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1016/0022-5193(83)90335-1">On the problem of stasis in organismal evolution</a></noscript>    </p>

	    <p>
    Hooge, F. (1976) <a href="http://dx.doi.org/10.1016/0378-4363(76)90089-9" class="blue">1/f noise</a>. Physica B C, 83(1), 14-23. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1016/0378-4363(76)90089-9" class="blue">10.1016/0378-4363(76)90089-9</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1016/0378-4363(76)90089-9"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1016/0378-4363(76)90089-9">1/f noise</a></noscript>    </p>
</div><br>]]></summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Somos todos africanos]]></title>
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	  <name><![CDATA[Lucas, E No Início...]]></name>
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   <updated>2011-02-24T16:24:24Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html"><![CDATA[Ainda que haja grupos relutando em aceitar tal fato (leia-se: neonazistas, Klu Klux Klan), todos temos raízes africanas. Já não é mais motivo de debate o local de origem do Homo sapiens, de onde onde saiu para povoar o mundo. Acreditava-se que a &#8216;fuga&#8217; da África aconteceu há 60 mil anos &#8211; &#8220;acreditava-se&#8221; mesmo, com [...]...<br><br><div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;">

	    <p>
    Armitage, S., Jasim, S., Marks, A., Parker, A., Usik, V., & Uerpmann, H. (2011) <a href="http://dx.doi.org/10.1126/science.1199113" class="blue">The Southern Route "Out of Africa": Evidence for an Early Expansion of Modern Humans into Arabia</a>. Science, 331(6016), 453-456. DOI:&nbsp;<a href="http://dx.doi.org/10.1126/science.1199113" class="blue">10.1126/science.1199113</a>&nbsp;&nbsp;<script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1126/science.1199113"></script><noscript><a href="http://pubget.com/doi/10.1126/science.1199113">The Southern Route "Out of Africa": Evidence for an Early Expansion of Modern Humans into Arabia</a></noscript>    </p>
</div><br>]]></summary>
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