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 <title>Research Blogging - Biology - Portuguese</title>
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 <updated>2012-05-26T04:00:01Z</updated>
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   <name>Research Blogging</name>
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   <title type="html"><![CDATA[&quot;O SENHOR &eacute; homem de guerra; o SENHOR &eacute; o seu nome.&quot; Ex 15:3]]></title>
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	  <name><![CDATA[none, Teotomia]]></name>
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   <updated>2012-05-23T02:56:00Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">A violência associada a motivações religiosas como ataque a clínicas de aborto, ações de homens-bomba, agressões a minorias religiosas, imprecações contra homossexuais, etc. chama bastante a atenção, mas suscita a dúvida de se a religião tem alguma participação efetiva ou se é apenas uma desculpa.Brad J. Bushman, psicólogo, então na&amp;nbsp;University of Michigan, e colaboradores testaram a hipótese de que elementos religiosos poderiam aumentar a violência ao promover a identificação e a justificação. Para tanto compararam um grupo (teste) exposto a uma descrição bíblica de violência com outro (controle) exposto a uma descrição secular de violência. A passagem bíblica aumentou o comportamento agressivo (medido a partir de disparos sonoros aplicados em outras pessoas pelos sujeitos experimentais) em relação ao texto secular - tanto em pessoas religiosas (cristãs ou não) quanto em não-religiosos, embora mais intensamente nos primeiros.Estudo 1248 estudantes (95 homens, 153 mulheres) da&amp;nbsp;Brigham Young University (BYU) receberam créditos de curso em troca da participação voluntária no experimento. 97% declararam pertencer à Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias; 99% disseram crer em deus e na Bíblia.Aos participantes foi informado que tomariam parte de dois testes independentes: um sobre literatura do Oriente Médio e outro sobre o efeito de estímulos negativos no tempo de reação. Responderam sim/não se: a) acreditavam em deus; b) acreditavam na Bíblia e leram uma passagem.Para metade foi dito que a passagem eram os capítulos de 19 a 21 do Livro dos Juízes da Bíblia do Rei Jaime (a origem verdadeira do trecho relativamente obscuro e desconhecido por muitos), para a outra metade que era de um antigo pergaminho descoberto em 1984 nas ruínas de&amp;nbsp;Wadi Al-Murabba ‘ah durante expedição do ProfessorWilliam Deyer.Para os dois grupos, a história descreve a viagem de um homem e sua concubina (ambos da tribo israelita de Efraim) pelas terras da tribo israelita de Benjamin. Na cidade de Gibeá, o casal abriga-se na casa de um homem. Uma multidão chega à casa, toma a mulher e a violenta até matá-la, abandonando seu corpo frente à porta. O homem pega o corpo e leva-o até sua terra natal e convoca o povo de Israel para decidir que ação tomar contra o povo de Gibeá.Para metade dos participantes havia um trecho adicional: "The assembly fasted and prayed before the LORD and asked&amp;nbsp;'What shall be done about the sins of our brothers in Benjamin?';&amp;nbsp;and the LORD answered them, saying that no such abomination&amp;nbsp;could stand among his people. The LORD commanded Israel to&amp;nbsp;take arms against their brothers and chasten them before the LORD" ["A assembléia jejuou e orou para o SENHOR e perguntou 'O que deve ser feito sobre os pecados de nossos irmãos de Benjamin?'; e o SENHOR respondeu-lhes dizendo que essa abominação não poderia permanecer entre seu povo. O SENHOR ordenou à Israel tomar as armas contra seus irmãos e castigá-los perante o SENHOR."], com sanção divina de agressão em vingança à morte da concubina.&amp;nbsp;Para a outra metade, não havia nenhuma menção à deus na passagem.A história terminava com a narração da luta dos demais israelitas contra os israelitas benjamitas. As baixas foram pesadas para os dois lados, com dezenas de milhares mortos. Finalmente Gibeá e outras cidades de Benjamin foram destruídas, com os israelitas matando homens, mulheres, crianças e animais.Após a leitura da passagem, os participantes de ambos os grupos participaram de uma tarefa competitiva de tempo de reação de&amp;nbsp;Taylor 1967. Os participantes eram pareados: cada um deveria apertar um botão o mais rápido possível em 25 rodadas. O mais rápido em cada rodada deveria liberar um pulso sonoro através do fone de ouvido do mais lento. O vencedor poderia escolher o nível do ruído: 0 - sem nenhum som; 1 - 60 dB até o nível 10 - 105 db. Pontuação de agressão foi dada a cada vez que o nível 9 ou 10 foi escolhido.Os participantes a quem foi dito que a passagem era tirada da Bíblia tiveram uma média de 3,44±0,53 pontos de agressão maior do que os a quem foi dito tratar-se de um pergaminho antigo: &amp;nbsp;2,48±0,26 (p &amp;lt; 0,04). Os que leram a passagem de deus sancionando a violência também tiveram uma média maior (p &amp;lt; 0,09) do que os que leram a passagem que não mencionava deus: 3,40±0,43 contra 2,47±0,31. Homens foram mais agressivos (p &amp;lt; 0,0001) do que as mulheres: 4,12±0,53 contra 2,16±0,26.Estudo 2242 estudantes (110 homens, 132 mulheres) da Vrije Universiteit (Amsterdan) (VU) receberam&amp;nbsp;€ 3 para participarem dos testes. 40% não tinham nenhuma religião; 18% eram católicos; 11%, protestantes; 12%, muçulmanos; 8%, cristãos; 2%, hindus; 1%, judeus e 8%, outros. 50% acreditavam em deus e 27%, na Bíblia.Foi adotado protocolo similar ao estudo 1.Tiveram média maior de pontuação os que leram a passagem de deus sancionando a violência (p &amp;lt; 0,001): &amp;nbsp;8,70±0,69 contra 4,92±0,61 e os participantes que acreditavam em deus e na Bíblia (p &amp;lt; 0,08): 7,65±0,80 contra 5,97±0,46. A leitura do trecho com a sanção divina está associada à maior pontuação de agressão tanto entre os crentes (p &amp;lt; 0,001) quanto entre os não crentes (p &amp;lt;0,04), mas o efeito foi maior entre os crentes (Figura 1).Foram mais agressivos homens (p &amp;lt;0,003): 8,23±0,70 contra 5,40±0,49 &amp;nbsp;das mulheres e homens que leram a passagem com a sanção divina (p &amp;lt; 0,001): 11,19±1,08 contra 5,27±0,91 dos que não leram. Não houve diferenças significativas entre mulheres que leram a passagem da sanção divina (p &amp;lt; 0,18): 6,21±0,85 contra 4,59±0,83 das que não leram.--------------LimitaçõesO tamanho amostral é relativamente grande, especialmente para a área de psicologia. A limitação maior é quanto à restrição das populações amostradas: estudantes universitários. Em parte isso é amenizado pelo fato de se testarem duas populações distintas: uma nos EUA e outra nos Países Baixos. Mas podemos notar diferenças nos valores entre os grupos dos dois estudos: p.e. homens do estudo 1 tiveram uma média correspondente a cerca de metade da dos homens do estudo 2.ReferênciaBushman BJ, Ridge RD, Das E, Key CW, &amp;amp; Busath GL 2007. When god sanctions killing: effect of scriptural violence on aggression. Psychological science, 18 (3), 204-7 PMID: 17444911...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Bushman BJ, Ridge RD, Das E, Key CW, &amp; Busath GL. (2007) &lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17444911" class="blue"&gt;When god sanctions killing: effect of scriptural violence on aggression.&lt;/a&gt; Psychological science, 18(3), 204-7. PMID:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17444911" class="blue"&gt;17444911&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?pmid=17444911"&gt;&lt;/script&gt; &lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/paper/17444911"&gt;When god sanctions killing: effect of scriptural violence on aggression.&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingBiologyPortuguese/~4/I5V9CVevTTA" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Padecendo no para&iacute;so 2]]></title>
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	  <name><![CDATA[none, Gene Repórter]]></name>
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   <updated>2012-05-13T05:33:51Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">A matrifagia é o consumo da fêmea pela própria prole - uma espécie de complexo de Édipo elevado a um googol. É um comportamento descrito em artrópodos: algumas espécies de aranhas, de pseudoescorpiões e de tesourinhas.Na aranha (sub-)social,&amp;nbsp;Amaurobius ferox, Kim e cols. 2000 notaram que os filhotes que praticavam a matrifagia atingiam, em média, uma massa corporal maior do que a da prole impedida de realizar o comportamento, mesmo com presas em quantidade suficiente. Indivíduos matrífagos, além disso, apresentavam um desenvolvimento mais acelerado, com mudas mais precoces; um período social mais longo; maior sobrevivência pós-dispersão e maior sucesso na captura de presas grandes. Ok, para os filhotes parece ser um bom negócio. Mas, e Maria, como fica?Os pesquisadores separaram algumas fêmeas logo antes da ocorrência da matrifagia. Elas foram capazes de produzir uma nova ninhada, aumentando inicialmente seu sucesso reprodutivo em 33%. Porém, no fim das contas, comparando-se a sobrevivência dos filhotes, as fêmeas que foram devoradas por suas crias tiveram um sucesso reprodutivo maior do que as que escaparam da morte e puderam ter uma segunda ninhada.A mamãe A. ferox, naturalmente antes de ser devorada viva, provê outros cuidados parentais às suas crias. Ela fornece ovos tróficos que, consumidos pelos filhotes, fornecem nutrientes extras. (Kim &amp;amp; Roland 2000.)Aqui um vídeo feito pela BBC do comportamento canibal dos filhotes de A. ferox.Certamente tal sistema é vantajoso do ponto de vista seletivo apenas em casos particulares; do contrário, seria de se esperar uma distribuição mais ampla da matrifagia.ReferênciasKim KW, &amp;amp; Roland C (2000). Trophic egg laying in the spider, Amaurobius ferox: mother-offspring interactions and functional value. Behavioural processes, 50 (1), 31-42 PMID: 10925034Kim KW, Roland C, &amp;amp; Horel A (2000). Trophic egg laying in the spider, Amaurobius ferox: mother-offspring interactions and functional value. Behavioural processes, 50 (1), 31-42 PMID: 10925034...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Kim KW, &amp; Roland C. (2000) &lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/10925034" class="blue"&gt;Trophic egg laying in the spider, Amaurobius ferox: mother-offspring interactions and functional value.&lt;/a&gt; Behavioural processes, 50(1), 31-42. PMID:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/10925034" class="blue"&gt;10925034&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?pmid=10925034"&gt;&lt;/script&gt; &lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/paper/10925034"&gt;Trophic egg laying in the spider, Amaurobius ferox: mother-offspring interactions and functional value.&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingBiologyPortuguese/~4/SS53Btrxmyo" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[1 em cada 6 casos de c&acirc;ncer s&atilde;o causados por infec&ccedil;&otilde;es e poderiam ser prevenidos]]></title>
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	  <name><![CDATA[Samir Elian, Meio de Cultura]]></name>
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   <updated>2012-05-09T19:00:20Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">Dentre dos fatores de risco para o desenvolvimento de cânceres estão as infecções por microrganismos e parasitas. Na revista “The Lancet Oncology” de hoje (09/05/12), um grupo de cientistas franceses faz uma revisão e analisa os casos de câncer que poderiam ser atribuídos a infecções. O estudo foi baseado em publicações de casos ocorridos em [...]...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    de Martel, C., Ferlay, J., Franceschi, S., Vignat, J., Bray, F., Forman, D., &amp; Plummer, M. (2012) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1016/S1470-2045(12)70137-7" class="blue"&gt;Global burden of cancers attributable to infections in 2008: a review and synthetic analysis&lt;/a&gt;. The Lancet Oncology. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1016/S1470-2045(12)70137-7" class="blue"&gt;10.1016/S1470-2045(12)70137-7&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1016/S1470-2045(12)70137-7"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1016/S1470-2045(12)70137-7"&gt;Global burden of cancers attributable to infections in 2008: a review and synthetic analysis&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingBiologyPortuguese/~4/qOoC5W63Osk" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Cientistas do clima: escutem mais antes de falar]]></title>
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	  <name><![CDATA[Luiz Bento, Discutindo Ecologia]]></name>
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   <updated>2012-05-04T06:00:39Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">&amp;#160; Fui surpreendido esta semana por um editorial no mínimo &amp;#8220;forte&amp;#8221; do periódico Nature Geoscience intitulado &amp;#8220;Diálogos da mudanças climática&amp;#8221;. O texto  demostra como a comunicação científica está cada vez mais em alta no meio acadêmico. Entre trechos &amp;#8220;batidos&amp;#8221; como dizer que os cientistas devem discutir mais o tema para o espaço vazio não ser [...]...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Editorial. (2012) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1038/ngeo1474" class="blue"&gt;Climate change dialogues&lt;/a&gt;. Nature Geoscience, 5(5), 301-301. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1038/ngeo1474" class="blue"&gt;10.1038/ngeo1474&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1038/ngeo1474"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1038/ngeo1474"&gt;Climate change dialogues&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingBiologyPortuguese/~4/a_H7Io00Ffg" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Ecologia: estamos trabalhando no lugar errado]]></title>
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	  <name><![CDATA[Luiz Bento, Discutindo Ecologia]]></name>
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   <updated>2012-05-02T13:16:48Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">&amp;#160; &amp;#160; Está é a principal conclusão de um artigo publicado recentemente no periódico Frontiers in Ecology and the Environment. Laura Martin e colaboradores das universidades americanas de Cornell e Maryland fizeram um levantamento inédito na literatura sobre onde os artigos de Ecologia terrestre foram feitos. Os resultados confirmam uma velha máxima da Ecologia, que [...]...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Martin, L., Blossey, B., &amp; Ellis, E. (2012) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1890/110154" class="blue"&gt;Mapping where ecologists work: biases in the global distribution of terrestrial ecological observations&lt;/a&gt;. Frontiers in Ecology and the Environment, 10(4), 195-201. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1890/110154" class="blue"&gt;10.1890/110154&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1890/110154"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1890/110154"&gt;Mapping where ecologists work: biases in the global distribution of terrestrial ecological observations&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingBiologyPortuguese/~4/V1eBapSXyQY" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Vivendo perigosamente: as aves e as redes de distribui&ccedil;&atilde;o de energia]]></title>
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	  <name><![CDATA[Tata, A Passarinhóloga]]></name>
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   <updated>2012-04-14T14:59:18Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">Sabe aquela velha pergunta: Por que passarinho não leva choque quando pousa em fio elétrico? Infelizmente, às vezes, eles tomam choque sim. E morrem eletrocutados, além de causar vários prejuízos para as companhias responsáveis pelo fornecimento de energia. Isso acontece muito com aves grandes, como os urubus, que acabam encostando em dois fios ao mesmo tempo. Outro triste exemplo é o João-de-barro (Furnarius rufus). Apesar de pequena, essa espécie adora construir ninhos no alto dos postes, aumentando as chances de esbarrar nos elementos condutores.Em Santa Catarina o João-de-barro virou um verdadeiro problema: entre 50 e 60% dos postes localizados na região rural apresentam ninhos. Segundo as empresas responsáveis pela distribuição de energia, cerca de 10% dos pequenos blackouts são causados por ninhos construídos muito próximos à "fase viva" do poste, como os isoladores de porcelana (este objeto à direita do ninho, na foto ao lado). Quando chove, o ninho fica úmido e os riscos de causar um curto-circuito aumentam. Para contornar o problema, foi desenvolvido um "afastador" de ninhos. É uma peça feita de plástico ou fibra de vidro, que deve ser instalada ao lado dos elementos condutores do poste. Assim, o João-de-barro só consegue construir seu ninho em locais que não apresentem muito risco. Em Passo Fundo (RS), a alternativa foi aumentar a capacidade isolante dos materiais (veja esta matéria da TV UOL).Mas o João-de-barro não é a única vítima das redes elétricas nas cidades. Aqui&amp;nbsp;do lado da minha&amp;nbsp;casa tenho mais um exemplo. Uma família de Bem-te-vis (Pitangus sulphuratus) se instalou num transformador, já faz alguns anos.&amp;nbsp;Há pouco tempo&amp;nbsp;encontrei um deles morto no chão, estatelado ao lado do poste. Desde aquele dia estou ensaiando escrever este post.Este Bem-te-vi escolheu um&amp;nbsp;transformador para ser sua casaEvitar acidentes com aves&amp;nbsp;de grande porte&amp;nbsp;é um desafio ainda maior. Em todo o mundo muitas espécies, inclusive algumas ameaçadas de extinção, colidem contra cabos de alta tensão ou&amp;nbsp;são eletrocutadas ao pousarem sobre a rede elétrica. Segundo o ornitólogo holandês Hein Princen "junto com a caça, as colisões e as eletrocussões são as causas de origem humana que mais provocam a mortalidade dos pássaros". Outro problema são os incêncios florestais causados por aves que, após se chocarem contra os fios, caem no&amp;nbsp;chão em chamas.O tema foi abordado durante a&amp;nbsp;Convenção sobre Espécies Migratórias realizada ano passado em Bergen, na Noruega. Uma revisão de estudos mostrou que&amp;nbsp;somente na região da África e Eurásia milhares de aves morrem todos os anos vítimas das redes de distribuição de energia. Cerca de 12% da população do Grou-do-Paraíso (Anthropoides paradiseus), ave nacional da África do Sul, morre todos os anos vítima de colisões. Aves de rapina de grande porte estão entre as&amp;nbsp;espécies mais afetadas. Um estudo realizado na Espanha&amp;nbsp;revelou uma situação grave: de todas as Águias Imperiais (Aquila adalberti)&amp;nbsp;marcadas e acompanhadas por radio-telemetria, 42% morreram vítimas de eletrocussão. Para evitar esses acidentes a Convenção sobre Espécies Migratórias elaborou uma lista de ações mitigadoras (clique aqui para obter o documento, em inglês). As mais importantes são substituir redes suspensas por cabos subterrâneos, onde isto for possível. Mas os custos são extremamente altos. Outra sugestão é utilizar dispositivos de segurança nos postes, como este que foi desenvolvido para afastar os ninhos de João-de-barro. Algumas idéias úteis também podem ser encontradas neste artigo aqui.Grou-do-Paraíso (Anthropoides paradiseus) vítima de colisãona África do Sul. Foto:&amp;nbsp;EWT-WEPReferências:Márcio Amorim Efe, &amp;amp; Alexandre Filippini (2006). Nidificação de João-de-barro, Furnarius rufus (Passeriformes, Furnariidae) em estruturas de distribuição de energia elétrica em Santa Catarina Ornithologia, 1 (1), 121-124JANSS, G., &amp;amp; FERRER, M. (2001). Avian electrocution mortality in relation to pole design and adjacent habitat in Spain Bird Conservation International, 11 (01) DOI: 10.1017/S0959270901001022...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Márcio Amorim Efe, &amp; Alexandre Filippini. (2006) Nidificação de João-de-barro, Furnarius rufus (Passeriformes, Furnariidae) em estruturas de distribuição de energia elétrica em Santa Catarina. Ornithologia, 1(1), 121-124. info:/    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingBiologyPortuguese/~4/69ZD_O1pfok" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Ningu&eacute;m quer ficar com ela: a Rainha Negra]]></title>
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	  <name><![CDATA[Samir Elian, Meio de Cultura]]></name>
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   <updated>2012-04-09T16:12:27Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">Ninguém quer ficar com ela&amp;#8230; Ela: a rainha de espadas &amp;#8211; a rainha negra! Pelo menos essa é a ideia por trás do jogo &amp;#8220;copas&amp;#8221; e que foi incorporada como base para uma nova hipótese evolutiva. No jogo, o objetivo é evitar ficar com a rainha de espadas e assim ganhar mais pontos! Geralmente associa-se [...]...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Morris, J., Lenski, R., &amp; Zinser, E. (2012) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1128/mBio.00036-12" class="blue"&gt;The Black Queen Hypothesis: Evolution of Dependencies through Adaptive Gene Loss&lt;/a&gt;. mBio, 3(2). DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1128/mBio.00036-12" class="blue"&gt;10.1128/mBio.00036-12&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1128/mBio.00036-12"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1128/mBio.00036-12"&gt;The Black Queen Hypothesis: Evolution of Dependencies through Adaptive Gene Loss&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingBiologyPortuguese/~4/tuQeeQQ0cUU" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Estudando a dieta de aves de rapina atrav&eacute;s de regurgitos]]></title>
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	  <name><![CDATA[Tata, A Passarinhóloga]]></name>
	</author>
   <updated>2012-04-07T17:24:29Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">Regurgitos de Coruja-buraqueira (Athene cunicularia) e seus componentes principais: ossos e partes de artrópodesGeralmente estudar a dieta de uma espécie de ave é algo bastante complicado. Uma opção é passar horas e mais horas em campo, observando o que ela come. Dá trabalho e nem sempre é possível dizer com certeza do que ela estava se alimentando. Outro método, bastante invasivo, é capturar as aves e provocar a regurgitação com uma substância que irrita o aparelho digestivo, como o tártaro emético. Mais polêmico ainda é o sacrifício de aves para a análise do conteúdo estomacal. No entanto, as&amp;nbsp;aves de rapina (Falconiformes e Strigiformes) oferecem uma facilidade enorme para a realização destes estudos: elas regurgitam, naturalmente, grandes pelotas de material não digerido. É só procurar ao redor de seus ninhos ou&amp;nbsp;poleiros que servem como dormitório. As pelotas são formadas por ossos, pêlos, penas e partes do exoesqueleto de artrópodes. Apesar de trabalhoso, estes restos permitem identificar quais animais serviram de alimento para as aves de rapina, e até mesmo supor qual o tamanho deles (calculando a partir da medida de alguns ossos, por exemplo). Mais do que isso, coletando as pelotas com regularidade, dá até para dizer como a dieta muda&amp;nbsp;ao longo das&amp;nbsp;estações do ano. O primeiro passo é mergulhar as pelotas numa solução de hidróxido de sódio, para facilitar a separação dos materiais. Depois, uma a uma as pelotas são destrinchadas e os&amp;nbsp;resquícios das presas&amp;nbsp;são separados e classificados. Claro que não é possível encontrar&amp;nbsp;o esqueleto completo de um animal, mas não é difícil&amp;nbsp;achar ossos maiores - como o crânio ou&amp;nbsp;o fêmur -&amp;nbsp;quase intactos. Se forem encontrados um ou dois fêmures, por exemplo, sabemos que apenas uma presa foi consumida. Mas, se encontrarmos três ou quatro, sabemos que foram pelo menos duas. O interessante é que geralmente pensamos que aves de rapina só consomem roedores ou outros pequenos mamíferos. Quando muito um réptil ou uma ave menor. Mas se observarmos a dieta de algumas corujas e gaviões, veremos que eles se alimentam, e muito, de insetos! Uma pesquisa feita no Rio Grande do Sul mostrou que a Coruja-buraqueira (Athene cunicularia) e o Quiriquiri (Falco sparverius) têm uma dieta&amp;nbsp;em que&amp;nbsp;mais de 90% de suas presas são invertebrados. De fato, quanto menor a ave de rapina, mais insetívoras é sua dieta. Outro estudo baseado em pelotas de regurgitação, no estado de São Paulo, mostrou que a Coruja-orelhuda (Asio clamator)&amp;nbsp;se alimenta principalmente de&amp;nbsp;roedores e marsupiais, enquando o Mocho-diabo (Asio stygius) prefere aves e morcegos. Apesar da Coruja-orelhuda ser mais leve que o Mocho-diabo, ela consegue&amp;nbsp;capturar animais maiores, provavelmente por causa de suas garras poderosas.ReferênciasJosé Carlos Motta-Junior (2006). Relações tróficas entre cinco Strigiformes simpátricas na região central do Estado de São Paulo, Brasil Revista Brasileira de Ornitologia, 14 (4)Felipe Zilio (2006). Dieta de Falco sparverius (Aves: Falconidae) e Athene cunicularia (Aves: Strigidae) em uma região de dunas no sul do Brasil Revista Brasileira de Ornitologia, 14 (4)...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    José Carlos Motta-Junior. (2006) Relações tróficas entre cinco Strigiformes simpátricas na região central do Estado de São Paulo, Brasil. Revista Brasileira de Ornitologia, 14(4). info:/    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingBiologyPortuguese/~4/Y7Mzusswh9U" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Dormir na hora certa pode ajudar no combate a infec&ccedil;&otilde;es]]></title>
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	  <name><![CDATA[Samir Elian, Meio de Cultura]]></name>
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   <updated>2012-04-02T14:55:57Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">As relações entre os microrganismos e seu hospedeiro são muito complexas e devem levar em conta tanto fatores do agente infeccioso quanto do hospedeiro. Para o microrganismo geralmente levamos em conta os fatores de virulência, como cápsula, moléculas de adesão, produção de toxinas, dentre outros; para o organismo hospedeiro, associamos principalmente o bom funcionamento do [...]...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Stone EF, Fulton BO, Ayres JS, Pham LN, Ziauddin J, &amp; Shirasu-Hiza MM. (2012) &lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22253593" class="blue"&gt;The circadian clock protein timeless regulates phagocytosis of bacteria in Drosophila.&lt;/a&gt; PLoS pathogens, 8(1). PMID:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22253593" class="blue"&gt;22253593&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?pmid=22253593"&gt;&lt;/script&gt; &lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/paper/22253593"&gt;The circadian clock protein timeless regulates phagocytosis of bacteria in Drosophila.&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingBiologyPortuguese/~4/rqAbzVGI-fg" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[&Eacute; mentira, Terta? - Sexo, mentiras e videotape]]></title>
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	  <name><![CDATA[none, Gene Repórter]]></name>
	</author>
   <updated>2012-04-01T00:00:00Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">V&amp;aacute;rias esp&amp;eacute;cies de plantas dependem dos insetos em sua reprodu&amp;ccedil;&amp;atilde;o atrav&amp;eacute;s da poliniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;Eacute; muito comum que haja atra&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos polinizadores por meio de recompensa como o n&amp;eacute;ctar. Mas, em diversas flor&amp;iacute;feras, os polinizadores s&amp;atilde;o atra&amp;iacute;dos de um modo mais sensual e ardiloso - as flores t&amp;ecirc;m um aspecto (na forma e no cheiro) similar a de f&amp;ecirc;meas de vespas e abelhas, induzindo os machos a realizarem suas acrobacias sexuais que redundam na ades&amp;atilde;o de polens a seu corpo (liberados mais tarde quando o incauto don juan hex&amp;aacute;podo for novamente enganado por outra planta). Esse processo recebe uma variedade de denomina&amp;ccedil;&amp;otilde;es como poliniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o por logro (deceit pollination ou pollination by deceit ou deceptive pollination - que envolve n&amp;atilde;o apenas logro sexual - sexual deceit -, mas tamb&amp;eacute;m alimentar - food deception - em que a planta exibe falsos sinais ligadasos &amp;agrave; alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do polinizador) ou pseudoc&amp;oacute;pula (embora o termo seja usado em outras situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es - como os rituais de c&amp;oacute;pulas entre indiv&amp;iacute;duos de lagartos partenoc&amp;aacute;rpicospartenogen&amp;eacute;ticos)....&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Cozzolino S, &amp; Widmer A. (2005) &lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16701425" class="blue"&gt;Orchid diversity: an evolutionary consequence of deception?&lt;/a&gt;. Trends in ecology , 20(9), 487-94. PMID:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16701425" class="blue"&gt;16701425&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?pmid=16701425"&gt;&lt;/script&gt; &lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/paper/16701425"&gt;Orchid diversity: an evolutionary consequence of deception?&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;

	    &lt;p&gt;
    Ellis AG, &amp; Johnson SD. (2010) &lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20843263" class="blue"&gt;Floral mimicry enhances pollen export: the evolution of pollination by sexual deceit outside of the orchidaceae.&lt;/a&gt; The American naturalist, 176(5). PMID:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20843263" class="blue"&gt;20843263&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?pmid=20843263"&gt;&lt;/script&gt; &lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/paper/20843263"&gt;Floral mimicry enhances pollen export: the evolution of pollination by sexual deceit outside of the orchidaceae.&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;

	    &lt;p&gt;
    Gaskett AC, Winnick CG, &amp; Herberstein ME. (2008) &lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/18433329" class="blue"&gt;Orchid sexual deceit provokes ejaculation.&lt;/a&gt; The American naturalist, 171(6). PMID:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/18433329" class="blue"&gt;18433329&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?pmid=18433329"&gt;&lt;/script&gt; &lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/paper/18433329"&gt;Orchid sexual deceit provokes ejaculation.&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;

	    &lt;p&gt;
    Jersáková J, Johnson SD, &amp; Kindlmann P. (2006) &lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16677433" class="blue"&gt;Mechanisms and evolution of deceptive pollination in orchids.&lt;/a&gt; Biological reviews of the Cambridge Philosophical Society, 81(2), 219-35. PMID:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16677433" class="blue"&gt;16677433&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?pmid=16677433"&gt;&lt;/script&gt; &lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/paper/16677433"&gt;Mechanisms and evolution of deceptive pollination in orchids.&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;

	    &lt;p&gt;
    Scopece, G., Cozzolino, S., Johnson, S., &amp; Schiestl, F. (2010) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1086/648555" class="blue"&gt;Pollination Efficiency and the Evolution of Specialized Deceptive Pollination Systems&lt;/a&gt;. The American Naturalist, 175(1), 98-105. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1086/648555" class="blue"&gt;10.1086/648555&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1086/648555"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1086/648555"&gt;Pollination Efficiency and the Evolution of Specialized Deceptive Pollination Systems&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingBiologyPortuguese/~4/raENPH7Z3_Q" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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