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 <title>Research Blogging - Neuroscience - Portuguese</title>
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 <updated>2012-05-26T03:00:01Z</updated>
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   <name>Research Blogging</name>
   <email>noreply@researchblogging.org</email>
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   <title type="html"><![CDATA[A guerra reduz seu c&eacute;rebro]]></title>
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      <author>
	  <name><![CDATA[Marcus Vinicius Alves, CogPsi]]></name>
	</author>
   <updated>2012-05-21T17:55:11Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">Que a guerra não é algo muito bom qualquer um poderia dizer, com exceção de alguns políticos inescrupulosos - que lucram com elas - e grandes empresas que se sustentam do lucrativo mercado bélico. Que a violência tende a ser relacionada com desinteligência também não é algo novo, normalmente esse é até o argumento usado para tentar explicar atos agressivos por parte do senso comum. Embora existam esses pontos não sejam novos,&amp;nbsp;resultados preliminares de um estudo parecem corroborar com esses dois argumentos. Os resultados indicam que soldados que combateram na Guerra do Golfo Pérsico e que apresentaram múltiplos sintomas negativos relacionados com a saúde tiveram uma redução do volume de duas áreas cerebrais relacionadas com a memória e a aprendizagem.Neste estudo, os pesquisadores dividiram os veteranos de guerra em dois grupos por presença de sintomas – baixo e alto – baseado nos resultados de avaliação da saúde respondidos por eles após o retorno da guerra. Depois disso os pesquisadores classificaram os sintomas apresentados pelos soldados em vinte possíveis (incluindo esquecimento, dor de cabeça, fadiga, náusea, pele irritada e dores nas juntas), onde normalmente eram apresentados apenas cinco. O grupo experimental, com alta incidência de sintomas apresentava mais de cinco entre os vinte, e o grupo de baixa incidência apresentava menos de cinco sintomas.Com técnicas de neuroimagem, os pesquisadores descobriram que os veteranos que apresentavam mais de cinco sintomas possuíam uma série de discrepâncias nas áreas cerebrais, principalmente no volume de duas diferentes áreas, sendo elas o córtex e o giro do cíngulo anterior e rostral (este, por sinal, muito relacionado com analgesia por placebo).Após a realização de uma bateria de testes de memória e atenção, os pesquisadores encontraram que o grupo com alto índice de sintomas obteve um desempenho pior na avaliação.&amp;nbsp;Ainda é cedo para dizer que esses sintomas – e mesmo a redução das áreas cerebrais – estão relacionadas com a chamada “Síndrome da Guerra do Golfo”, doença relacionada com o enfraquecimento do sistema imunológico, mas ao menos uma conclusão é possível (mesmo que sirva só para terminar esse texto com uma afirmação humanista): guerra emburrece.Lundberg, D. (1984). The American Literature of War: The Civil War, World War I, and World War II American Quarterly, 36 (3) DOI: 10.2307/2712739Odegard, T., Cooper, C., Farris, E., Arduengo, J., Bartlett, J., &amp;amp; Haley, R. (2012). Memory impairment exhibited by veterans with Gulf War Illness Neurocase, 1-12 DOI: 10.1080/13554794.2012.667126...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Lundberg, D. (1984) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.2307/2712739" class="blue"&gt;The American Literature of War: The Civil War, World War I, and World War II&lt;/a&gt;. American Quarterly, 36(3), 373. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.2307/2712739" class="blue"&gt;10.2307/2712739&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.2307/2712739"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.2307/2712739"&gt;The American Literature of War: The Civil War, World War I, and World War II&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingNeurosciencePortuguese/~4/88F8FPI5-ok" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Pessoas com tetraplegia conseguem controlar bra&ccedil;o rob&oacute;tico pela mente]]></title>
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      <category term="Neuroscience" />
      <author>
	  <name><![CDATA[André Rabelo, SocialMente]]></name>
	</author>
   <updated>2012-05-19T12:45:50Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">Pela primeira vez em 15 anos, Cathy Hutchinson foi capaz de tomar novamente o seu caf&amp;eacute; matinal por conta pr&amp;oacute;pria, embora ela ainda n&amp;atilde;o tenha recuperado o movimento pleno das pernas ou dos bra&amp;ccedil;os. O que permitiu este feito foi o uso das tecnologias mais avan&amp;ccedil;adas atualmente de interface entre o c&amp;eacute;rebro e as m&amp;aacute;quinas. Cathy usou apenas o seu pensamento para controlar um bra&amp;ccedil;o rob&amp;oacute;tico capaz de pegar o copo e lev&amp;aacute;-lo at&amp;eacute; a sua boca. O v&amp;iacute;deo acima mostra Cathy manuseando o bra&amp;ccedil;o e o relato dos cientistas envolvidos no projeto.

Esta foi a primeira demonstra&amp;ccedil;&amp;atilde;o que indiv&amp;iacute;duos com tetraplegia de longa data podem ser capazes de manusear um bra&amp;ccedil;o rob&amp;oacute;tico a partir dos sinais neurais emitidos por uma regi&amp;atilde;o espec&amp;iacute;fica do seu c&amp;eacute;rebro, relacionados &amp;agrave; sua atividade mental. Esta grande realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi relatada em um artigo na revista Nature esta semana. No estudo, duas pessoas com tetraplegia de longa data e sem treinamento pr&amp;eacute;vio foram capazes de realizar com sucesso movimentos tridimensionais com um bra&amp;ccedil;o rob&amp;oacute;tico.
...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Hochberg, L., Bacher, D., Jarosiewicz, B., Masse, N., Simeral, J., Vogel, J., Haddadin, S., Liu, J., Cash, S., van der Smagt, P.... (2012) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1038/nature11076" class="blue"&gt;Reach and grasp by people with tetraplegia using a neurally controlled robotic arm&lt;/a&gt;. Nature, 485(7398), 372-375. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1038/nature11076" class="blue"&gt;10.1038/nature11076&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1038/nature11076"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1038/nature11076"&gt;Reach and grasp by people with tetraplegia using a neurally controlled robotic arm&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingNeurosciencePortuguese/~4/7CipryvhnCc" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Mem&oacute;ria e esquecimento &ndash; mitos e verdades na literatura e no cinema]]></title>
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      <category term="Neuroscience" />
      <author>
	  <name><![CDATA[Daniel M Barros, Psiquiatria e Sociedade]]></name>
	</author>
   <updated>2012-05-02T16:33:30Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html"> 

Sabe todos os seus conceitos sobre como a mem&amp;oacute;ria funciona? Com o perd&amp;atilde;o do trocadilho, esque&amp;ccedil;a-os. Talvez n&amp;atilde;o todos, mas provavelmente boa parte do que voc&amp;ecirc; imagina est&amp;aacute; errado. Duvida? Ent&amp;atilde;o diga se voc&amp;ecirc; concorda ou n&amp;atilde;o com as quatro afirma&amp;ccedil;&amp;otilde;es abaixo:
1) Quando uma pessoa sofre de amn&amp;eacute;sia, normalmente ela n&amp;atilde;o consegue se lembrar de seu nome ou sua identidade.
2) A palavra de uma testemunha honesta, que tem certeza do que viu, poderia bastar para condenar algu&amp;eacute;m judicialmente.
3) A mem&amp;oacute;ria humana funciona aproximadamente como uma c&amp;acirc;mera, gravando sons e imagens do que acontece para que possamos posteriormente rever na mem&amp;oacute;ria.
4) Uma vez que algo tenha sido gravado na mem&amp;oacute;ria, essa lembran&amp;ccedil;a n&amp;atilde;o se modifica mais....&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Simons DJ, &amp; Chabris CF. (2011) &lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21826204" class="blue"&gt;What people believe about how memory works: a representative survey of the U.S. population.&lt;/a&gt; PloS one, 6(8). PMID:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21826204" class="blue"&gt;21826204&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?pmid=21826204"&gt;&lt;/script&gt; &lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/paper/21826204"&gt;What people believe about how memory works: a representative survey of the U.S. population.&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingNeurosciencePortuguese/~4/XlYLiKDcy9A" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Heleno de Freitas e Tim Maia &ndash; a loucura do sucesso]]></title>
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      <author>
	  <name><![CDATA[Daniel M Barros, Psiquiatria e Sociedade]]></name>
	</author>
   <updated>2012-04-25T09:49:27Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">Sexo, drogas e futebol. Ou m&amp;uacute;sica. Dois personagens resgatados nos &amp;uacute;ltimos tempos que tiveram suas vidas marcadas pelo exagero desses elementos est&amp;atilde;o em cartaz em interpreta&amp;ccedil;&amp;otilde;es que v&amp;atilde;o marcar a hist&amp;oacute;ria da dramaturgia nacional. Sem exagero....&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Bellis, M., Hennell, T., Lushey, C., Hughes, K., Tocque, K., &amp; Ashton, J. (2007) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1136/jech.2007.059915" class="blue"&gt;Elvis to Eminem: quantifying the price of fame through early mortality of European and North American rock and pop stars&lt;/a&gt;. Journal of Epidemiology , 61(10), 896-901. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1136/jech.2007.059915" class="blue"&gt;10.1136/jech.2007.059915&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1136/jech.2007.059915"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1136/jech.2007.059915"&gt;Elvis to Eminem: quantifying the price of fame through early mortality of European and North American rock and pop stars&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingNeurosciencePortuguese/~4/vtmAKWV9Ekc" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Canibalismo e del&iacute;rios contagiosos]]></title>
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	  <name><![CDATA[Daniel M Barros, Psiquiatria e Sociedade]]></name>
	</author>
   <updated>2012-04-18T15:56:00Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">Se voc&amp;ecirc; tem est&amp;ocirc;mago fraco, n&amp;atilde;o leia esse post. Eu bem que n&amp;atilde;o queria escrever sobre canibalismo, mas n&amp;atilde;o tenho como fugir.
Para quem ainda n&amp;atilde;o teve o desgosto de ouvir a narrativa do crime bizarro, trata-se de um homem, Jorge Negromonte da Silveira, que fundou uma seita chamada &amp;ldquo;Cartel&amp;rdquo; e vive com a esposa Isabel Cristina Torre&amp;atilde;o Pires da Silveira e a amante de Bruna Cristina Oliveira da Silva, com quem se envolveu quando ela tinha 16 anos, situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o aceita pela esposa. Esse trio foi preso por homic&amp;iacute;dio de v&amp;aacute;rias mulheres (as mortes podem chegar a oito, suspeita-se), cujos corpos foram consumidos como refei&amp;ccedil;&amp;otilde;es rituais. Segundo Jorge existem duas enti...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Newman WJ, &amp; Harbit MA. (2010) &lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20852223" class="blue"&gt;Folie a deux and the courts.&lt;/a&gt; The journal of the American Academy of Psychiatry and the Law, 38(3), 369-75. PMID:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20852223" class="blue"&gt;20852223&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?pmid=20852223"&gt;&lt;/script&gt; &lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/paper/20852223"&gt;Folie a deux and the courts.&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingNeurosciencePortuguese/~4/1tz5d1B4jZI" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Estupra mas paga &ndash; equ&iacute;vocos da relativiza&ccedil;&atilde;o da viol&ecirc;ncia sexual]]></title>
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      <category term="Neuroscience" />
      <author>
	  <name><![CDATA[Daniel M Barros, Psiquiatria e Sociedade]]></name>
	</author>
   <updated>2012-04-11T14:47:00Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">Estupra mas paga &amp;ndash; equ&amp;iacute;vocos da relativiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da viol&amp;ecirc;ncia sexual
&amp;ldquo;Estupra mas paga&amp;rdquo;, parece ter sido a decis&amp;atilde;o do Superior Tribunal de Justi&amp;ccedil;a quando decidiu relativizar a viol&amp;ecirc;ncia de se fazer sexo com meninas de doze anos, desde que elas sejam prostitutas.
Antes de explicar porque discordo da decis&amp;atilde;o, devo dizer que compreendo o racioc&amp;iacute;nio que levou a ela. A ministra do STJ, Maria Thereza de Assis Moura, entendeu que n&amp;atilde;o foi &amp;ldquo;violado, verdadeiramente, o bem jur&amp;iacute;dico tutelado &amp;ndash; a liberdade sexual &amp;ndash;, haja vista constar dos autos que as menores j&amp;aacute; se prostitu&amp;iacute;am havia algum tempo&amp;rdquo;...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Gillmore, M., Archibald, M., Morrison, D., Wilsdon, A., Wells, E., Hoppe, M., Nahom, D., &amp; Murowchick, E. (2002) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1111/j.1741-3737.2002.00885.x" class="blue"&gt;Teen Sexual Behavior: Applicability of the Theory of Reasoned Action&lt;/a&gt;. Journal of Marriage and Family, 64(4), 885-897. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1111/j.1741-3737.2002.00885.x" class="blue"&gt;10.1111/j.1741-3737.2002.00885.x&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1111/j.1741-3737.2002.00885.x"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1111/j.1741-3737.2002.00885.x"&gt;Teen Sexual Behavior: Applicability of the Theory of Reasoned Action&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingNeurosciencePortuguese/~4/U0Ix_ob0BdY" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[O custo e o benef&iacute;cio da vingan&ccedil;a]]></title>
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      <author>
	  <name><![CDATA[Daniel Martins de Barros, Psiquiatria e Sociedade]]></name>
	</author>
   <updated>2012-04-05T10:05:25Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">O custo e o benef&amp;iacute;cio da vingan&amp;ccedil;a Vingan&amp;ccedil;a. Esse parecer ser o tema da semana. Ao nos aproximarmos do marco de um ano do massacre de Realengo temos not&amp;iacute;cia do crime em massa em Oakland, nos Estados Unidos. Enquanto isso, na fic&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o desejo por retalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; a mola mestra da novela Avenida Brasil, que promete trazer a ambiguidade psicol&amp;oacute;gica para a dramaturgia popular.
Os crimes como o de Realengo e de Oakland s&amp;atilde;o classificados como crimes de vingan&amp;ccedil;a porque em sua maioria s&amp;atilde;o motivados por uma sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de injusti&amp;ccedil;a acumulada ao longo do tempo. As v&amp;iacute;timas n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o escolhidas de forma casual, mas, ao menos na mente do perpetrador, s&amp;atilde;o de alguma forma relacionadas ao sofrimento que ele passou. E &amp;eacute; interessante notar que, mesmo n&amp;atilde;o sendo improvisados (ao contr&amp;aacute;rio, s&amp;atilde;o bem planejados durante um bom tempo), tais eventos costumam acabar com a morte do assassino, ou no m&amp;iacute;nimo com sua pris&amp;atilde;o &amp;ndash; eles praticamente nunca saem ilesos. A revanche, portanto, tem um pre&amp;ccedil;o que o perpetrador antev&amp;ecirc; mas opta por pagar.
...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    de Quervain, D. (2004) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1126/science.1100735" class="blue"&gt;The Neural Basis of Altruistic Punishment&lt;/a&gt;. Science, 305(5688), 1254-1258. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1126/science.1100735" class="blue"&gt;10.1126/science.1100735&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1126/science.1100735"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1126/science.1100735"&gt;The Neural Basis of Altruistic Punishment&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingNeurosciencePortuguese/~4/C0zGnaILZIU" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[A vis&atilde;o e imagina&ccedil;&atilde;o no planejamento da aposentadoria]]></title>
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	  <name><![CDATA[Daniel M Barros, Psiquiatria e Sociedade]]></name>
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   <updated>2012-03-14T17:10:58Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">Olha que boa not&amp;iacute;cia: voc&amp;ecirc; ganhou R$ 1.000,00. N&amp;atilde;o estava esperando esse dinheiro, n&amp;atilde;o &amp;eacute;? Ent&amp;atilde;o pense como pretende dividi-lo &amp;ndash; temos quatro op&amp;ccedil;&amp;otilde;es: 1) Comprar um presente bonito para uma algu&amp;eacute;m especial; 2) Investir numa previd&amp;ecirc;ncia privada; 3) Fazer algo divertido e extravagante; 4) Colocar na conta corrente. Mas antes, pense em voc&amp;ecirc; mesmo com 70 anos. Imagine os cabelos brancos, a pele enrugada, as m&amp;atilde;os menos firmes. Muda alguma coisa? ...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Hershfield, H., Goldstein, D., Sharpe, W., Fox, J., Yeykelis, L., Carstensen, L., &amp; Bailenson, J. (2011) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1509/jmkr.48.SPL.S23" class="blue"&gt;Increasing Saving Behavior Through Age-Progressed Renderings of the Future Self&lt;/a&gt;. Journal of Marketing Research, 48(SPL). DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1509/jmkr.48.SPL.S23" class="blue"&gt;10.1509/jmkr.48.SPL.S23&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1509/jmkr.48.SPL.S23"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1509/jmkr.48.SPL.S23"&gt;Increasing Saving Behavior Through Age-Progressed Renderings of the Future Self&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingNeurosciencePortuguese/~4/s_z5W0KGd-s" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Emo&ccedil;&atilde;o e Mem&oacute;ria: Monstros ajudando a consolidar o aprendizado.]]></title>
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	  <name><![CDATA[Felipe Beijamini, Sonhos do Neuro]]></name>
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   <updated>2012-03-10T17:14:00Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">Existe alguma influ&amp;ecirc;ncia do contexto emocional sobre a consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o de mem&amp;oacute;rias procedurais? 
O texto discute um trabalho que sugere que sim, contexto emocional negativo pode potencializar a consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o de mem&amp;oacute;rias procedurais...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Javadi, A., Walsh, V., &amp; Lewis, P. (2010) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1007/s00221-010-2497-7" class="blue"&gt;Offline consolidation of procedural skill learning is enhanced by negative emotional content&lt;/a&gt;. Experimental Brain Research, 208(4), 507-517. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1007/s00221-010-2497-7" class="blue"&gt;10.1007/s00221-010-2497-7&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1007/s00221-010-2497-7"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1007/s00221-010-2497-7"&gt;Offline consolidation of procedural skill learning is enhanced by negative emotional content&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingNeurosciencePortuguese/~4/qxsx0iefvGo" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Entendendo o c&eacute;rebro humano]]></title>
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	  <name><![CDATA[André Rabelo, SocialMente]]></name>
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   <updated>2012-03-09T07:00:00Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">Terrence J. Sejnowski &amp;eacute; atualmente um dos pesquisadores mais importantes na neuroci&amp;ecirc;ncia computacional, &amp;aacute;rea essa na qual ele foi um dos pioneiros. Na entrevista acima, Sejnowski comenta, entre muitas quest&amp;otilde;es, sobre um editorial na Science [1] que ele publicou no final de 2011 com um colega acerca da grande quantidade de conhecimento sobre o c&amp;eacute;rebro produzido nas neuroci&amp;ecirc;ncias que ainda n&amp;atilde;o foi acompanhado por um esfor&amp;ccedil;o em sintetizar e compreender as rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es entre estes conhecimentos. Ele defende que a acumula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conhecimento &amp;eacute; uma etapa importante, mas que j&amp;aacute; &amp;eacute; hora das neuroci&amp;ecirc;ncias repensarem sobre o que esperam encontrar no final deste turbilh&amp;atilde;o....&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Brenner, S., &amp; Sejnowski, T. (2011) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1126/science.1215674" class="blue"&gt;Understanding the Human Brain&lt;/a&gt;. Science, 334(6056), 567-567. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1126/science.1215674" class="blue"&gt;10.1126/science.1215674&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1126/science.1215674"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1126/science.1215674"&gt;Understanding the Human Brain&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingNeurosciencePortuguese/~4/gNFQwHQFeRI" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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