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 <title>Research Blogging - Other - Portuguese</title>
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 <updated>2013-05-25T05:00:01Z</updated>
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   <name>Research Blogging</name>
   <email>noreply@researchblogging.org</email>
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   <title type="html"><![CDATA[Pesquisa sugere relação entre chocolate e Nobel]]></title>
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      <author>
	  <name><![CDATA[Fabio, Haeckeliano.]]></name>
	</author>
   <updated>2012-10-12T09:42:00Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">Um &lt;a href="http://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMon1211064?query=TOC&amp;amp;&amp;amp;"&gt;novo artigo&lt;/a&gt; publicado no New England Journal of Medicine procurou a associação entre consumo nacional de chocolate e o número de ganhadores do premio Nobel originários daquele país. Segundo o artigo, tal avaliação se justifica pelo fato de que flavonóides, abundantes em vegetais de consumo, são conhecido por apresentar efeitos positivos nas capacidades cognitivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os resultados são impressionantes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-c7j2RoQoico/UHgWXdYuDhI/AAAAAAAAA74/32I7S8_VH_w/s1600/Screen+Shot+2012-10-12+at+10.08.12.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="321" src="http://3.bp.blogspot.com/-c7j2RoQoico/UHgWXdYuDhI/AAAAAAAAA74/32I7S8_VH_w/s400/Screen+Shot+2012-10-12+at+10.08.12.png" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Notem que o Brasil está lá no fundo, sem nenhum Nobel e com um consumo muito pequeno de chocolate.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os autores:&lt;br /&gt;&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;Existe uma correlação linear significativa (r=0.791, p&amp;lt;0.0001) entre o consumo de chocolate per capita e o numero de ganhadores do Nobel por 10 milhões de pessoa em um total de 23 países.&lt;/blockquote&gt;Para quem não sabe, o coeficiente r de correlação (também chamado de correlação de Pearson) vai de 0 até 1. Ou seja, um valor de aproximadamente 0.8 é bastante alto! Pessoas propõem terapias contra cancer por coeficientes menores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer forma, a inspeção do gráfico revela que a Suécia apresenta muito mais ganhadores do Nobel do que o esperado, e isso não passa desapercebido pelos autores:&lt;br /&gt;&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;Dado que seu consumo de chocolate per capta é de 6.4 kg por ano, nós estimamos que a Suécia deveria ter produzido um total de 14 laureados do Nobel, porém nós observamos 32.&lt;/blockquote&gt;e eles especulam quais são as causas &amp;nbsp;desse grande viés:&lt;br /&gt;&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;Visto que o numero observado excede o esperado por um fator de 2, não podemos escapar a noção que ou o Comité do Nobel em Estocolmo tem algum viés patriótico quando avaliam os candidatos para os premios ou, talvez, os suecos são particularmente sensíveis ao chocolate, e mesmo quantidades minúsculas podem aumentar consideravelmente sua cognição.&lt;/blockquote&gt;Entretanto, pode-se argumentar que&amp;nbsp;"&lt;i&gt;Correlação não implica em causalidade&lt;/i&gt;", o que significa que a presença de uma forte correlação não significa que uma coisa causou outra, ou mesmo vice-e-versa. Os autores estão plenamente cientes disso:&lt;br /&gt;&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;Uma segunda hipótese, de causação reversa- isso é, que uma melhor performance cognitiva estimula o consumo nacional de chocolate- deve também ser considerada. É concebivel que pessoas com capacidades cognitivas superiores (i.e. cognoscência) são mais conscientes dos benefícios do consumo de flavonoides em chocolate escuro e são mais inclinados a aumentar o seu consumo.&lt;/blockquote&gt;e ainda&lt;br /&gt;&lt;blockquote class="tr_bq"&gt;Que receber o premio Nobel levaria ao aumento do consumo de chocolate em nível nacional parece improvável, apesar de que talvez os eventos celebratórios associados com essa honra singular podem desencadear um aumento generalizado porém transitório.&lt;/blockquote&gt;Hum... certo...&amp;nbsp;Bom, se a ciência diz, então provavelmente está certo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Z3988" title="ctx_ver=Z39.88-2004&amp;amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Ajournal&amp;amp;rft.jtitle=New+England+Journal+of+Medicine&amp;amp;rft_id=info%3Adoi%2F10.1056%2FNEJMon1211064&amp;amp;rfr_id=info%3Asid%2Fresearchblogging.org&amp;amp;rft.atitle=Chocolate+Consumption%2C+Cognitive+Function%2C+and+Nobel+Laureates&amp;amp;rft.issn=0028-4793&amp;amp;rft.date=2012&amp;amp;rft.volume=367&amp;amp;rft.issue=16&amp;amp;rft.spage=1562&amp;amp;rft.epage=1564&amp;amp;rft.artnum=http%3A%2F%2Fwww.nejm.org%2Fdoi%2Fabs%2F10.1056%2FNEJMon1211064&amp;amp;rft.au=Messerli%2C+F.&amp;amp;rfe_dat=bpr3.included=1;bpr3.tags=Other"&gt;Messerli, F. (2012). Chocolate Consumption, Cognitive Function, and Nobel Laureates &lt;span style="font-style: italic;"&gt;New England Journal of Medicine, 367&lt;/span&gt; (16), 1562-1564 DOI: &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1056/NEJMon1211064" rev="review"&gt;10.1056/NEJMon1211064&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Messerli, F. (2012) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1056/NEJMon1211064" class="blue"&gt;Chocolate Consumption, Cognitive Function, and Nobel Laureates&lt;/a&gt;. New England Journal of Medicine, 367(16), 1562-1564. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1056/NEJMon1211064" class="blue"&gt;10.1056/NEJMon1211064&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1056/NEJMon1211064"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1056/NEJMon1211064"&gt;Chocolate Consumption, Cognitive Function, and Nobel Laureates&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingOtherPortuguese/~4/uef3iy1urRU" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Especulando: E se o processo de submiss&atilde;o de artigos &agrave;s revistas fosse unificado?]]></title>
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      <author>
	  <name><![CDATA[none, Gene Repórter]]></name>
	</author>
   <updated>2011-12-03T10:46:50Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">Conversando com a Lucia Malla e Carlos Hotta pelo twitter a respeito da submissão e análise de artigos científicos pensei em modo de racionalizar um pouco esse trabalho.Na verdade é algo bastante improvável de ser posto em prática, daí ser mais especulação do que propriamente uma proposta.Embora as ferramentas online tenham barateado em muito o processo - eliminando os custos de postagens de toda a papelada - e programas de gerenciamento (também online) de submissão e análise ajudem em muito a tarefa do editor em organizar tudo isso, o fator tempo ainda não foi de todo eliminado.Os revisores precisam ler o artigo com cuidado, consultar a bibliografia, eventualmente refazer as contas e tudo isso enquanto ele mesmo tem que cuidar de seus afazeres: pesquisar, atender seus alunos de iniciação e pós-graduação, participar de congressos, preparar e ministrar aulas, escrever projetos, preencher pedidos de bolsas e de financiamento, participar de congressos e conselhos, etc., etc. (sem falar da própria vida pessoal). Pode levar alguns meses entre indas e vindas de versões do artigo até a resposta final: rejeição ou aceite.No caso de aceite, ótimo, hora de estourar a champanha. Caso o artigo seja rejeitado - depois de corrigir os problemas apontados -, os autores precisam buscar outro periódico e haverá a repetição de  todas as etapas. A taxa de rejeição de revistas consideradas de primeira linha é de 90 a 95% dos artigos submetidos. Mas muitos são rejeitados antes mesmo de serem levados à revisão pelos pares: pode ser por inadequação temática ou até mesmo por não estar na formatação correta ou estourar o limite de tamanho.Com uma taxa de rejeição de 90%, um artigo, em média, receberia cerca de 10 rejeições antes de ser aceito. Com uma taxa de 70%, cerca de 3 rejeições. Mesmo uma taxa de 45% (a menor analisada por Björk &amp;amp; Holmström 2006), levaria a uma média de 1,8 rejeição por artigo antes de ser aceito. Na edição da Nature de 01/dez/2011, a média do tempo entre a submissão e o aceite dos artigos publicados foi de 207±105 dias - na análise de Björk &amp;amp; Holmström 2006, o atraso de publicação variou de 7,6 a 21,8 meses.Por outro lado, com boa razão, a submissão simultânea do mesmo artigo a mais de uma revista é considerada uma prática condenável. Isso pode levar à multiplicação da publicação de um mesmo artigo, além de levar a trabalhos desnecessários de revisão.O que pensei foi em um sistema unificado de submissão e avaliação. Os autores enviariam o artigo uma única vez. Assinalando em quais revistas gostaria de publicar bem como a ordem de preferência entre elas. O artigo seria analisado por uma única banca de revisores. Os editores das revistas assinaladas teriam acesso aos relatórios dos revisores e atribuiriam uma nota ao artigo indicando o quão adequado ele é à sua publicação. As notas dos editores seriam ponderadas de acordo com a ordem de preferência dos autores, a maior nota ponderada seria então da revista na qual o artigo seria publicado.Naturalmente, para evitar conflitos, as notas do editores e a ordem de preferência dos autores seriam sigilosas.Não é um sistema imune a falhas, claro. Talvez um ponto de discórdia possível seria quanto à escolha dos revisores que satisfizesse a todos os editores. Outro ponto que geraria problemas é em relação ao tamanho dos artigos. Mas autores e editores sempre poderiam optar por uma revisão em separado - voltando ao sistema atual.A Figura 1 é adaptada de Björk &amp;amp; Holmström 2006, mostrando os aspectos que os autores devem considerar na hora de escolher uma revista para a submissão. Em amarelo, destaco os itens que seriam eliminados em um sistema unificado.Figura 1. Fatores de decisão para escolha de publicação para submissão de artigo científico.ReferênciaBjörk, B., &amp;amp; Holmström, J. (2006). Benchmarking scientific journals from the submitting author's viewpoint. Learned Publishing, 19 (2), 147-155 DOI: 10.1087/095315106776387002...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Björk, B., &amp; Holmström, J. (2006) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1087/095315106776387002" class="blue"&gt;Benchmarking scientific journals from the submitting author's viewpoint&lt;/a&gt;. Learned Publishing, 19(2), 147-155. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1087/095315106776387002" class="blue"&gt;10.1087/095315106776387002&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1087/095315106776387002"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1087/095315106776387002"&gt;Benchmarking scientific journals from the submitting author's viewpoint&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingOtherPortuguese/~4/F0RVxD1mWI4" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[A ci&ecirc;ncia requer frustra&ccedil;&otilde;es]]></title>
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      <author>
	  <name><![CDATA[André Rabelo, 1]]></name>
	</author>
   <updated>2011-11-08T09:00:00Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">A ci&amp;ecirc;ncia sempre foi um empreendimento audacioso. Ao olhar para as estrelas que costumam ser vis&amp;iacute;veis em uma noite escura, n&amp;atilde;o sentimos que estamos rodopiando ao redor de uma enorme &amp;ldquo;bola&amp;rdquo; de plasma quente (o sol) a aproximadamente 150 milh&amp;otilde;es de quil&amp;ocirc;metros de dist&amp;acirc;ncia de n&amp;oacute;s, orbitando esta bola de plasma a uma velocidade de aproximadamente 107.000 quil&amp;ocirc;metros por hora e tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o parece que as outras estrelas que observamos no c&amp;eacute;u s&amp;atilde;o maiores do que o nosso planeta. Da perspectiva terr&amp;aacute;quea, estas estrelas parecem apenas pequenos pontinhos brilhantes no c&amp;eacute;u &amp;ndash; n&amp;atilde;o h&amp;aacute; porque pensar que alguns destes pontinhos s&amp;atilde;o estrelas monumentais. Simplesmente n&amp;atilde;o parece.

Descobrir que elas poderiam ser t&amp;atilde;o grandes quanto de fato s&amp;atilde;o foi um feito audacioso de astr&amp;ocirc;nomos e f&amp;iacute;sicos que, ao longo de muitos anos, reuniram conhecimentos que nos permitiram entender melhor o universo no qual vivemos. Entretanto, quase nenhuma das grandes conquistas cient&amp;iacute;ficas, como as alcan&amp;ccedil;adas pelos astr&amp;ocirc;nomos no &amp;uacute;ltimo s&amp;eacute;culo, foram obtidas de maneira trivial. Muito deste conhecimento custou caro....&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Murray, L. (2011) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1038/nj7367-145a" class="blue"&gt;The human touch&lt;/a&gt;. Nature, 478(7367), 145-145. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1038/nj7367-145a" class="blue"&gt;10.1038/nj7367-145a&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1038/nj7367-145a"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1038/nj7367-145a"&gt;The human touch&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingOtherPortuguese/~4/8w_ClEX3RGA" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Blog baseado em evid&ecirc;ncias]]></title>
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   <id>http://naodouatestado.com.br/2011/08/04/blog-baseado-em-evidencias/</id>
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      <author>
	  <name><![CDATA[Rafael Pivovar, Não dou atestado]]></name>
	</author>
   <updated>2011-08-04T08:07:50Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">Medicina baseada em evid&amp;ecirc;ncias aplicado aos blogs. Ou blog baseado em evid&amp;ecirc;ncias. Para aqueles que n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o da &amp;aacute;rea &amp;agrave;s vezes pode haver a curiosidade em saber onde eu consigo as fontes para os textos que publico no blog. Na maioria das vezes procuro trazer as informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es mais relevantes a partir de artigos publicados em revistas cient&amp;iacute;ficas de medicina que tenham alto impacto. Em outras palavras, quando penso em algum tema para o blog, antes de escrev&amp;ecirc;-lo, pesquiso na literatura recente evid&amp;ecirc;ncias que suportem minhas opini&amp;otilde;es....&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Pinto, A., &amp; Andrade, J. (1999) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1590/S0100-40421999000300026" class="blue"&gt;Fator de impacto de revistas científicas: qual o significado deste parâmetro?&lt;/a&gt;. Química Nova, 22(3), 448-453. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1590/S0100-40421999000300026" class="blue"&gt;10.1590/S0100-40421999000300026&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1590/S0100-40421999000300026"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1590/S0100-40421999000300026"&gt;Fator de impacto de revistas científicas: qual o significado deste parâmetro?&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;

	    &lt;p&gt;
    Grol R, &amp; Grimshaw J. (2003) &lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/14568747" class="blue"&gt;From best evidence to best practice: effective implementation of change in patients' care.&lt;/a&gt; Lancet, 362(9391), 1225-30. PMID:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/14568747" class="blue"&gt;14568747&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?pmid=14568747"&gt;&lt;/script&gt; &lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/paper/14568747"&gt;From best evidence to best practice: effective implementation of change in patients' care.&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;

	    &lt;p&gt;
    Althabe, F., Buekens, P., Bergel, E., Belizán, J., Campbell, M., Moss, N., Hartwell, T., &amp; Wright, L. (2008) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1056/NEJMsa071456" class="blue"&gt;A Behavioral Intervention to Improve Obstetrical Care&lt;/a&gt;. New England Journal of Medicine, 358(18), 1929-1940. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1056/NEJMsa071456" class="blue"&gt;10.1056/NEJMsa071456&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1056/NEJMsa071456"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1056/NEJMsa071456"&gt;A Behavioral Intervention to Improve Obstetrical Care&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingOtherPortuguese/~4/cDnkWklFSZE" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[cientometria e informetria em tr&ecirc;s atos &ndash; parte III]]></title>
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      <author>
	  <name><![CDATA[trnahas, ciência na mídia]]></name>
	</author>
   <updated>2011-07-07T23:48:54Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">Ato 3: E o Research-Blogging PT foi parar na ISSI 2011! [por Sibele Fausto*] Foi apresentado ontem na ISSI 2011 o poster Peer-reviewed science in blogs: an option to the Brazilian growing interest for science?, de autoria de Sibele Fausto, Atila Iamarino, Luiz Bento e Tatiana Nahas. Aproveitando a diversificação das temáticas da ISSI, que [...]...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Jef Akst. (2010) Publish or post?. The Scientist. info:other/    &lt;/p&gt;

	    &lt;p&gt;
    Bonetta, L. (2007) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.cell.2007.04.032" class="blue"&gt;Scientists Enter the Blogosphere&lt;/a&gt;. Cell, 129(3), 443-445. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.cell.2007.04.032" class="blue"&gt;10.1016/j.cell.2007.04.032&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1016/j.cell.2007.04.032"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1016/j.cell.2007.04.032"&gt;Scientists Enter the Blogosphere&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;

	    &lt;p&gt;
    Mandavilli A. (2011) &lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21248816" class="blue"&gt;Peer review: Trial by Twitter.&lt;/a&gt; Nature, 469(7330), 286-7. PMID:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21248816" class="blue"&gt;21248816&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?pmid=21248816"&gt;&lt;/script&gt; &lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/paper/21248816"&gt;Peer review: Trial by Twitter.&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;

	    &lt;p&gt;
    Editorial. (2009) &lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/19242426" class="blue"&gt;It's good to blog.&lt;/a&gt; Nature, 457(7233), 1058. PMID:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/19242426" class="blue"&gt;19242426&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?pmid=19242426"&gt;&lt;/script&gt; &lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/paper/19242426"&gt;It's good to blog.&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingOtherPortuguese/~4/j06S96fbNkA" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[cientometria e informetria em tr&ecirc;s atos &ndash; parte II]]></title>
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      <author>
	  <name><![CDATA[trnahas, ciência na mídia]]></name>
	</author>
   <updated>2011-07-06T22:26:29Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">Ato II: a cientometria e a informetria [por Sibele Fausto*] A Cientometria e a Informetria (incluindo a novíssima Webometria) são as vertentes mais recentes no cenário de expressiva expansão dos estudos métricos da informação, iniciados no século XIX e sistematizados a partir do século XX, com o uso de métodos estatísticos e matemáticos no mapeamento [...]&lt;img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ciencianamidia.wordpress.com&amp;amp;blog=5630296&amp;amp;post=5728&amp;amp;subd=ciencianamidia&amp;amp;ref=&amp;amp;feed=1" width="1" height="1" /&gt;...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    SANTOS, R.N.M., &amp; KOBASHI, N.Y. (20101) Bibliometria, cientometria, infometria: conceitos e aplicações. Tendências da Pesquisa Brasileira em Ciência da Informação, 2(1), 155-172. info:other/1983-5116    &lt;/p&gt;

	    &lt;p&gt;
    VANZ, S. A. S., &amp; STUMPF, I. R.C. (2010) Procedimentos e ferramentas aplicados aos estudos bibliométricos. Informação , 20(2), 65-75. info:other/1809-4783    &lt;/p&gt;

	    &lt;p&gt;
    FONSECA, E.N. (1973) Bibliografia Estatística e Bibliometria: uma reivindicação de prioridades. Ciência da Informação, 2(1), 5-7. info:other/1518-8353    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingOtherPortuguese/~4/TaerdmeIG_E" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Enterrados por M&aacute;s Decis&otilde;es]]></title>
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      <author>
	  <name><![CDATA[André Rabelo, Bule Voador]]></name>
	</author>
   <updated>2011-07-05T10:00:00Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">A esp&amp;eacute;cie humana se encontra hoje em uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o grave em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao seu ambiente. S&amp;atilde;o problemas s&amp;eacute;rios a serem enfrentados e que oferecem riscos para a nossa sobreviv&amp;ecirc;ncia, como o aquecimento global, a expans&amp;atilde;o populacional, a escassez de recursos naturais e a destrui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de florestas.

Mesmo com uma capacidade de racioc&amp;iacute;nio l&amp;oacute;gico t&amp;atilde;o suprema no reino animal, n&amp;atilde;o fomos capazes at&amp;eacute; aqui de cuidar do nosso ambiente de forma sustent&amp;aacute;vel, mesmo que soubessemos o que deveriamos fazer j&amp;aacute; h&amp;aacute; algum tempo. Nossas p&amp;eacute;ssimas decis&amp;otilde;es no passado poder&amp;atilde;o ter consequ&amp;ecirc;ncias dr&amp;aacute;sticas para a vida da nossa esp&amp;eacute;cie na Terra. Porque n&amp;atilde;o tomamos decis&amp;otilde;es melhores?...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Gilbert D. (2011) &lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21677724" class="blue"&gt;Buried by bad decisions.&lt;/a&gt; Nature, 474(7351), 275-7. PMID:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21677724" class="blue"&gt;21677724&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?pmid=21677724"&gt;&lt;/script&gt; &lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/paper/21677724"&gt;Buried by bad decisions.&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingOtherPortuguese/~4/g9WwMVxtpPM" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Enterrados por M&aacute;s Decis&otilde;es]]></title>
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      <category term="Other" />
      <author>
	  <name><![CDATA[André Rabelo, 1]]></name>
	</author>
   <updated>2011-07-05T10:00:00Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">A esp&amp;eacute;cie humana se encontra hoje em uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o grave em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao seu ambiente. S&amp;atilde;o problemas s&amp;eacute;rios a serem enfrentados e que oferecem riscos para a nossa sobreviv&amp;ecirc;ncia, como o aquecimento global, a expans&amp;atilde;o populacional, a escassez de recursos naturais e a destrui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de florestas.

Mesmo com uma capacidade de racioc&amp;iacute;nio l&amp;oacute;gico t&amp;atilde;o suprema no reino animal, n&amp;atilde;o fomos capazes at&amp;eacute; aqui de cuidar do nosso ambiente de forma sustent&amp;aacute;vel, mesmo que soubessemos o que deveriamos fazer j&amp;aacute; h&amp;aacute; algum tempo. Nossas p&amp;eacute;ssimas decis&amp;otilde;es no passado poder&amp;atilde;o ter consequ&amp;ecirc;ncias dr&amp;aacute;sticas para a vida da nossa esp&amp;eacute;cie na Terra....&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Gilbert D. (2011) &lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21677724" class="blue"&gt;Buried by bad decisions.&lt;/a&gt; Nature, 474(7351), 275-7. PMID:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21677724" class="blue"&gt;21677724&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?pmid=21677724"&gt;&lt;/script&gt; &lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/paper/21677724"&gt;Buried by bad decisions.&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingOtherPortuguese/~4/pzb25y-U-IM" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Pensamento livre na Gr&eacute;cia antiga rendeu computador de 2 mil anos]]></title>
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      <author>
	  <name><![CDATA[Eli Vieira, Bule Voador]]></name>
	</author>
   <updated>2011-03-20T09:00:34Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">Eis o computador mecânico mais antigo do mundo, reconstruído com peças de Lego. Para esta voz algorítmica voltar a ser pronunciada dois mil anos depois, foi necessário meio século de pesquisa transdisciplinar a partir das relíquias resgatadas do fundo do Mediterrâneo, perto da ilha de Anticítera....&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Freeth, T., Jones, A., Steele, J., &amp; Bitsakis, Y. (2008) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1038/nature07130" class="blue"&gt;Calendars with Olympiad display and eclipse prediction on the Antikythera Mechanism&lt;/a&gt;. Nature, 454(7204), 614-617. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1038/nature07130" class="blue"&gt;10.1038/nature07130&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1038/nature07130"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1038/nature07130"&gt;Calendars with Olympiad display and eclipse prediction on the Antikythera Mechanism&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;

	    &lt;p&gt;
    Freeth, T., Bitsakis, Y., Moussas, X., Seiradakis, J., Tselikas, A., Mangou, H., Zafeiropoulou, M., Hadland, R., Bate, D., Ramsey, A.... (2006) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1038/nature05357" class="blue"&gt;Decoding the ancient Greek astronomical calculator known as the Antikythera Mechanism&lt;/a&gt;. Nature, 444(7119), 587-591. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1038/nature05357" class="blue"&gt;10.1038/nature05357&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1038/nature05357"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1038/nature05357"&gt;Decoding the ancient Greek astronomical calculator known as the Antikythera Mechanism&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingOtherPortuguese/~4/8kNwzAPN91A" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[O que &eacute; biologia?]]></title>
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      <category term="Other" />
      <author>
	  <name><![CDATA[none, Gene Repórter]]></name>
	</author>
   <updated>2011-02-20T06:59:15Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">A maioria das fontes irá definir mais ou menos como: "estudo científico da vida" (e partir para uma longa discussão sobre o que vem a ser vida afinal de contas).Apesar de o termo ter sido cunhado repetidas vezes de modo independente entre o fim do século 18 e início do 19 (com a referência mais antiga conhecida - no sentido moderno do termo - datando de 1766, segundo McLaughlin 2002), ainda no inicio do século 20 havia uma certa discussão acerca da definição e significado da palavra.Em uma carta à Science, em 1893, J. Christian Bay sugeria que "a ciência dos seres vivos" fosse referida como fisiologia, sendo a biologia: "the mutual relationship of the forms of organized matter, especially in view of the theories of adaptations and of natural selection" ["a relação mútua entre as formas organizadas de matéria, especialmente segundo as teorias das adaptações e da seleção natural"].Harper (1913), em uma proposta de reorganização das seções da AAAS, observou: "Biology was for a long time, and is still in some quarters, regarded as merely the sum of zoology and botany or, worse still, a mixture of a large amount of zoology with a small amount of botany.' Some also have treated it as practically synonymous with ecology, particularly animal ecology. But every science is known by its laws, and if biology is defined as the science of life its laws are those which apply to all forms of life and not to inanimate matter, namely, the laws of evolution and heredity." ["A biologia foi, por um longo tempo, e continua em algumas partes, tida como meramente a soma da zoologia e da botânica, ou, pior, a mistura de uma grande porção de zoologia com uma pequena porção de botânica. Alguns até mesmo têm-na tratado como praticamente um sinônimo de ecologia particularmente ecologia animal. Mas toda ciência é conhecida por suas leis, e, se a biologia é definida como a ciência da vida, suas leis são aquelas que se aplicam a todas as formas de vida, mas não à matéria inanimada, quais sejam, as leis da evolução e da hereditariedade."]Essa discussão não aparece, no entanto, por exemplo, nas páginas da britânica Nature. É possível (mas friso que é apenas um chute) que essa diferença se deva à instalação recente (à época) da biologia como disciplina acadêmica nos EUA - ocorrida ao fim do século 19 (Campbell 1891, Pauly 1984).Definições alternativasThornhill 1984. "Biology is the scientific study of the evolution of life." (Definição de Bay. Dawkins 1986 "Biology is the study of complicated things that give the appearance of having been designed for a purpose." (Não sei ao certo se se trata mesmo de uma definição ou se de apenas conceituação.)Geralmente denominada de Biologia Evolutiva.)Piazzo 2005. "the science that studies complex interactive systems related to living organism. This new definition suggests a similarity between biology and computer science, because a field of the latter is the modelling of concurrent interactive systems (usually made of software components)".Mustelin, T. 2006. (apud Martin 2007) "the science of nanostructures made of predominantly carbon, oxygen, nitrogen and hydrogen"ReferênciasBay, J. (1893). What is Biology? Science, 275-276 DOI: 10.1126/science.ns-21.537.275Campbell, J.P. (1891). Biological Teaching in the Colleges of the United States.Dawkins, R. (1986). The Blind Watchmaker.Harper, R. (1913). A proposed re-arrangement of sections for the American Association for the Advancement of Science Science, 38 (988), 815-818 DOI: 10.1126/science.38.988.815-aMartin, C. (2007). Nanomedicine: a great first year and, with your help, a bright future ahead           Nanomedicine, 2 (3), 265-266 DOI: 10.2217/17435889.2.3.265McLaughlin, P. (2002). Naming Biology Journal of the History of Biology, 35 (1), 1-4 DOI: 10.1023/A:1014535811678Pauly, P. (1984). The appearance of academic biology in late nineteenth-century America Journal of the History of Biology, 17 (3), 369-397 DOI: 10.1007/BF00126369Piazzo, P. 2005. Probabilistic Modelling and Verification of Biological Systems. Tese de Doutorado.Thornhill...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Bay, J. (1893) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1126/science.ns-21.537.275" class="blue"&gt;What is Biology?&lt;/a&gt;. Science, 275-276. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1126/science.ns-21.537.275" class="blue"&gt;10.1126/science.ns-21.537.275&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1126/science.ns-21.537.275"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1126/science.ns-21.537.275"&gt;What is Biology?&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;

	    &lt;p&gt;
    Harper, R. (1913) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1126/science.38.988.815-a" class="blue"&gt;A proposed re-arrangement of sections for the American Association for the Advancement of Science&lt;/a&gt;. Science, 38(988), 815-818. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1126/science.38.988.815-a" class="blue"&gt;10.1126/science.38.988.815-a&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1126/science.38.988.815-a"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1126/science.38.988.815-a"&gt;A proposed re-arrangement of sections for the American Association for the Advancement of Science&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;

	    &lt;p&gt;
    Martin, C. (2007) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.2217/17435889.2.3.265" class="blue"&gt;Nanomedicine: a great first year and, with your help, a bright future ahead
            &lt;/a&gt;. Nanomedicine, 2(3), 265-266. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.2217/17435889.2.3.265" class="blue"&gt;10.2217/17435889.2.3.265&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.2217/17435889.2.3.265"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.2217/17435889.2.3.265"&gt;Nanomedicine: a great first year and, with your help, a bright future ahead
            &lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;

	    &lt;p&gt;
    McLaughlin, P. (2002) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1023/A:1014535811678" class="blue"&gt;Naming Biology&lt;/a&gt;. Journal of the History of Biology, 35(1), 1-4. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1023/A:1014535811678" class="blue"&gt;10.1023/A:1014535811678&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1023/A:1014535811678"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1023/A:1014535811678"&gt;Naming Biology&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;

	    &lt;p&gt;
    Pauly, P. (1984) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1007/BF00126369" class="blue"&gt;The appearance of academic biology in late nineteenth-century America&lt;/a&gt;. Journal of the History of Biology, 17(3), 369-397. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1007/BF00126369" class="blue"&gt;10.1007/BF00126369&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1007/BF00126369"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1007/BF00126369"&gt;The appearance of academic biology in late nineteenth-century America&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;

	    &lt;p&gt;
    Thornhill, R. (1984) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.2307/3494107" class="blue"&gt;Scientific Methodology in Entomology&lt;/a&gt;. The Florida Entomologist, 67(1), 74. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.2307/3494107" class="blue"&gt;10.2307/3494107&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.2307/3494107"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.2307/3494107"&gt;Scientific Methodology in Entomology&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingOtherPortuguese/~4/0829WVxcEYM" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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