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 <title>Research Blogging - Psychology - Portuguese</title>
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 <updated>2012-05-26T04:00:01Z</updated>
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   <name>Research Blogging</name>
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   <title type="html"><![CDATA[&quot;O SENHOR &eacute; homem de guerra; o SENHOR &eacute; o seu nome.&quot; Ex 15:3]]></title>
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	  <name><![CDATA[none, Teotomia]]></name>
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   <updated>2012-05-23T02:56:00Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">A violência associada a motivações religiosas como ataque a clínicas de aborto, ações de homens-bomba, agressões a minorias religiosas, imprecações contra homossexuais, etc. chama bastante a atenção, mas suscita a dúvida de se a religião tem alguma participação efetiva ou se é apenas uma desculpa.Brad J. Bushman, psicólogo, então na&amp;nbsp;University of Michigan, e colaboradores testaram a hipótese de que elementos religiosos poderiam aumentar a violência ao promover a identificação e a justificação. Para tanto compararam um grupo (teste) exposto a uma descrição bíblica de violência com outro (controle) exposto a uma descrição secular de violência. A passagem bíblica aumentou o comportamento agressivo (medido a partir de disparos sonoros aplicados em outras pessoas pelos sujeitos experimentais) em relação ao texto secular - tanto em pessoas religiosas (cristãs ou não) quanto em não-religiosos, embora mais intensamente nos primeiros.Estudo 1248 estudantes (95 homens, 153 mulheres) da&amp;nbsp;Brigham Young University (BYU) receberam créditos de curso em troca da participação voluntária no experimento. 97% declararam pertencer à Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias; 99% disseram crer em deus e na Bíblia.Aos participantes foi informado que tomariam parte de dois testes independentes: um sobre literatura do Oriente Médio e outro sobre o efeito de estímulos negativos no tempo de reação. Responderam sim/não se: a) acreditavam em deus; b) acreditavam na Bíblia e leram uma passagem.Para metade foi dito que a passagem eram os capítulos de 19 a 21 do Livro dos Juízes da Bíblia do Rei Jaime (a origem verdadeira do trecho relativamente obscuro e desconhecido por muitos), para a outra metade que era de um antigo pergaminho descoberto em 1984 nas ruínas de&amp;nbsp;Wadi Al-Murabba ‘ah durante expedição do ProfessorWilliam Deyer.Para os dois grupos, a história descreve a viagem de um homem e sua concubina (ambos da tribo israelita de Efraim) pelas terras da tribo israelita de Benjamin. Na cidade de Gibeá, o casal abriga-se na casa de um homem. Uma multidão chega à casa, toma a mulher e a violenta até matá-la, abandonando seu corpo frente à porta. O homem pega o corpo e leva-o até sua terra natal e convoca o povo de Israel para decidir que ação tomar contra o povo de Gibeá.Para metade dos participantes havia um trecho adicional: "The assembly fasted and prayed before the LORD and asked&amp;nbsp;'What shall be done about the sins of our brothers in Benjamin?';&amp;nbsp;and the LORD answered them, saying that no such abomination&amp;nbsp;could stand among his people. The LORD commanded Israel to&amp;nbsp;take arms against their brothers and chasten them before the LORD" ["A assembléia jejuou e orou para o SENHOR e perguntou 'O que deve ser feito sobre os pecados de nossos irmãos de Benjamin?'; e o SENHOR respondeu-lhes dizendo que essa abominação não poderia permanecer entre seu povo. O SENHOR ordenou à Israel tomar as armas contra seus irmãos e castigá-los perante o SENHOR."], com sanção divina de agressão em vingança à morte da concubina.&amp;nbsp;Para a outra metade, não havia nenhuma menção à deus na passagem.A história terminava com a narração da luta dos demais israelitas contra os israelitas benjamitas. As baixas foram pesadas para os dois lados, com dezenas de milhares mortos. Finalmente Gibeá e outras cidades de Benjamin foram destruídas, com os israelitas matando homens, mulheres, crianças e animais.Após a leitura da passagem, os participantes de ambos os grupos participaram de uma tarefa competitiva de tempo de reação de&amp;nbsp;Taylor 1967. Os participantes eram pareados: cada um deveria apertar um botão o mais rápido possível em 25 rodadas. O mais rápido em cada rodada deveria liberar um pulso sonoro através do fone de ouvido do mais lento. O vencedor poderia escolher o nível do ruído: 0 - sem nenhum som; 1 - 60 dB até o nível 10 - 105 db. Pontuação de agressão foi dada a cada vez que o nível 9 ou 10 foi escolhido.Os participantes a quem foi dito que a passagem era tirada da Bíblia tiveram uma média de 3,44±0,53 pontos de agressão maior do que os a quem foi dito tratar-se de um pergaminho antigo: &amp;nbsp;2,48±0,26 (p &amp;lt; 0,04). Os que leram a passagem de deus sancionando a violência também tiveram uma média maior (p &amp;lt; 0,09) do que os que leram a passagem que não mencionava deus: 3,40±0,43 contra 2,47±0,31. Homens foram mais agressivos (p &amp;lt; 0,0001) do que as mulheres: 4,12±0,53 contra 2,16±0,26.Estudo 2242 estudantes (110 homens, 132 mulheres) da Vrije Universiteit (Amsterdan) (VU) receberam&amp;nbsp;€ 3 para participarem dos testes. 40% não tinham nenhuma religião; 18% eram católicos; 11%, protestantes; 12%, muçulmanos; 8%, cristãos; 2%, hindus; 1%, judeus e 8%, outros. 50% acreditavam em deus e 27%, na Bíblia.Foi adotado protocolo similar ao estudo 1.Tiveram média maior de pontuação os que leram a passagem de deus sancionando a violência (p &amp;lt; 0,001): &amp;nbsp;8,70±0,69 contra 4,92±0,61 e os participantes que acreditavam em deus e na Bíblia (p &amp;lt; 0,08): 7,65±0,80 contra 5,97±0,46. A leitura do trecho com a sanção divina está associada à maior pontuação de agressão tanto entre os crentes (p &amp;lt; 0,001) quanto entre os não crentes (p &amp;lt;0,04), mas o efeito foi maior entre os crentes (Figura 1).Foram mais agressivos homens (p &amp;lt;0,003): 8,23±0,70 contra 5,40±0,49 &amp;nbsp;das mulheres e homens que leram a passagem com a sanção divina (p &amp;lt; 0,001): 11,19±1,08 contra 5,27±0,91 dos que não leram. Não houve diferenças significativas entre mulheres que leram a passagem da sanção divina (p &amp;lt; 0,18): 6,21±0,85 contra 4,59±0,83 das que não leram.--------------LimitaçõesO tamanho amostral é relativamente grande, especialmente para a área de psicologia. A limitação maior é quanto à restrição das populações amostradas: estudantes universitários. Em parte isso é amenizado pelo fato de se testarem duas populações distintas: uma nos EUA e outra nos Países Baixos. Mas podemos notar diferenças nos valores entre os grupos dos dois estudos: p.e. homens do estudo 1 tiveram uma média correspondente a cerca de metade da dos homens do estudo 2.ReferênciaBushman BJ, Ridge RD, Das E, Key CW, &amp;amp; Busath GL 2007. When god sanctions killing: effect of scriptural violence on aggression. Psychological science, 18 (3), 204-7 PMID: 17444911...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Bushman BJ, Ridge RD, Das E, Key CW, &amp; Busath GL. (2007) &lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17444911" class="blue"&gt;When god sanctions killing: effect of scriptural violence on aggression.&lt;/a&gt; Psychological science, 18(3), 204-7. PMID:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17444911" class="blue"&gt;17444911&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?pmid=17444911"&gt;&lt;/script&gt; &lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/paper/17444911"&gt;When god sanctions killing: effect of scriptural violence on aggression.&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingPsychologyPortuguese/~4/I5V9CVevTTA" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Plano Real, Xou da Xuxa e a import&acirc;ncia da Comiss&atilde;o da Verdade]]></title>
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      <author>
	  <name><![CDATA[Daniel M Barros, Psiquiatria e Sociedade]]></name>
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   <updated>2012-05-22T13:03:00Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">N&amp;atilde;o vou comentar a entrevista da Xuxa. N&amp;atilde;o assisti, mas soube que ela disse ter sido abusada e sentido algo muito comum em v&amp;iacute;timas de abuso: culpa. A experi&amp;ecirc;ncia foi uma das causas de ela se tornar a rainha dos baixinhos. Quero aproveitar esse gancho improv&amp;aacute;vel para conversarmos sobre a Comiss&amp;atilde;o da Verdade.
Sim, porque esse sentimento n&amp;atilde;o &amp;eacute; exclusivo das v&amp;iacute;timas de crimes sexuais. Em suas mem&amp;oacute;rias, P&amp;eacute;rsio Arida, torturado na &amp;eacute;poca da ditadura, diz que se sentia envergonhado por isso: &amp;ldquo;Era um constrangimento por ter passado por uma experi&amp;ecirc;ncia vexaminosa, como se, de alguma forma, fosse minha a culpa por tudo o que me aconteceu.(&amp;hellip;) Minha vergonha era mais pr&amp;oacute;xima &amp;agrave;quela do estuprado, a vergonha por n&amp;atilde;o ter sido capaz de se proteger da maldade do mundo.&amp;rdquo; O epis&amp;oacute;dio mudou o rumo de seus estudos, ele foi para economia e acabou se tornando um dos pais do Plano Real....&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Cohen, J. (2000) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.2139/ssrn.238330" class="blue"&gt;Apology and Organizations: Exploring an Example from Medical Practice&lt;/a&gt;. SSRN Electronic Journal. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.2139/ssrn.238330" class="blue"&gt;10.2139/ssrn.238330&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.2139/ssrn.238330"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.2139/ssrn.238330"&gt;Apology and Organizations: Exploring an Example from Medical Practice&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingPsychologyPortuguese/~4/YK5BtdGAMjY" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[A guerra reduz seu c&eacute;rebro]]></title>
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      <author>
	  <name><![CDATA[Marcus Vinicius Alves, CogPsi]]></name>
	</author>
   <updated>2012-05-21T17:55:11Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">Que a guerra não é algo muito bom qualquer um poderia dizer, com exceção de alguns políticos inescrupulosos - que lucram com elas - e grandes empresas que se sustentam do lucrativo mercado bélico. Que a violência tende a ser relacionada com desinteligência também não é algo novo, normalmente esse é até o argumento usado para tentar explicar atos agressivos por parte do senso comum. Embora existam esses pontos não sejam novos,&amp;nbsp;resultados preliminares de um estudo parecem corroborar com esses dois argumentos. Os resultados indicam que soldados que combateram na Guerra do Golfo Pérsico e que apresentaram múltiplos sintomas negativos relacionados com a saúde tiveram uma redução do volume de duas áreas cerebrais relacionadas com a memória e a aprendizagem.Neste estudo, os pesquisadores dividiram os veteranos de guerra em dois grupos por presença de sintomas – baixo e alto – baseado nos resultados de avaliação da saúde respondidos por eles após o retorno da guerra. Depois disso os pesquisadores classificaram os sintomas apresentados pelos soldados em vinte possíveis (incluindo esquecimento, dor de cabeça, fadiga, náusea, pele irritada e dores nas juntas), onde normalmente eram apresentados apenas cinco. O grupo experimental, com alta incidência de sintomas apresentava mais de cinco entre os vinte, e o grupo de baixa incidência apresentava menos de cinco sintomas.Com técnicas de neuroimagem, os pesquisadores descobriram que os veteranos que apresentavam mais de cinco sintomas possuíam uma série de discrepâncias nas áreas cerebrais, principalmente no volume de duas diferentes áreas, sendo elas o córtex e o giro do cíngulo anterior e rostral (este, por sinal, muito relacionado com analgesia por placebo).Após a realização de uma bateria de testes de memória e atenção, os pesquisadores encontraram que o grupo com alto índice de sintomas obteve um desempenho pior na avaliação.&amp;nbsp;Ainda é cedo para dizer que esses sintomas – e mesmo a redução das áreas cerebrais – estão relacionadas com a chamada “Síndrome da Guerra do Golfo”, doença relacionada com o enfraquecimento do sistema imunológico, mas ao menos uma conclusão é possível (mesmo que sirva só para terminar esse texto com uma afirmação humanista): guerra emburrece.Lundberg, D. (1984). The American Literature of War: The Civil War, World War I, and World War II American Quarterly, 36 (3) DOI: 10.2307/2712739Odegard, T., Cooper, C., Farris, E., Arduengo, J., Bartlett, J., &amp;amp; Haley, R. (2012). Memory impairment exhibited by veterans with Gulf War Illness Neurocase, 1-12 DOI: 10.1080/13554794.2012.667126...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Lundberg, D. (1984) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.2307/2712739" class="blue"&gt;The American Literature of War: The Civil War, World War I, and World War II&lt;/a&gt;. American Quarterly, 36(3), 373. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.2307/2712739" class="blue"&gt;10.2307/2712739&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.2307/2712739"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.2307/2712739"&gt;The American Literature of War: The Civil War, World War I, and World War II&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingPsychologyPortuguese/~4/88F8FPI5-ok" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[&quot;Disseram-lhe, pois: Que sinal, pois, fazes tu, para que o vejamos, e creiamos em ti? Que operas tu?&quot; Jo 6:30]]></title>
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	  <name><![CDATA[none, Teotomia]]></name>
	</author>
   <updated>2012-05-09T02:46:00Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">Um caráter distintivo de muitos grupos religiosos (embora não apenas religiosos) são seus símbolos. Michael J. Dotson e Eva M. Hyatt, mercadólogos da Appalachian State University, testaram a influência do uso de símbolos religiosos como pistas periféricas em peças publicitárias.O modelo de probabilidade de elaboração&amp;nbsp;de Petty e Cacioppo prevê duas rotas de análise de informações persuasivas: a rota central, na qual as informações são processadas de modo lógico e direto, e a rota periférica, na qual informações superficiais como cores, presença de personalidades, fundos musicais acionam ideias preexistentes e emoções. A primeira rota é mais provavelmente acionada em situação na qual o receptor está altamente motivado para considerar informações relevantes ao tema e as circunstâncias são de alto envolvimento; se a situação é de um receptor pouco motivado e em circunstâncias de baixo envolvimento, espera-se a atuação da segunda rota. (No entanto, não são duas rotas mutuamente excludentes e espera-se uma variação contínua entre os dois extremos.)Dotson e Hyatt apresentaram quatro situações distintas, uma para cada um dos quatro grupos de indivíduos estudados (todos cristãos): peças publicitárias com argumentos fortes com e sem símbolo (cruz cristã) e peças com argumentos fracos com e sem símbolo. Indivíduos que não tinham muito envolvimento com o tipo de produto anunciado (seguro para animais de estimação) e apresentavam alto dogmatismo religioso apresentaram uma visão mais negativa e menor interesse na aquisição do produto quando a peça exibia a cruz; indivíduos com alto dogmatismo religioso com interesse no produto, no entanto, tiveram seu interesse ligeiramente aumentado com peças publicitárias que exibiam a cruz.EstudoPré-teste: Usando o protocolo de&amp;nbsp;Zaichkowsky (20 itens de escala de 7 pontos para adjetivos bipolares pra medição de envolvimento), chegou-se ao tema das peças publicitárias - seguro para animais de estimação: que exibia um forte padrão bimodal de envolvimento dos sujeitos analisados nesta fase (hipotetiza-se que o padrão se refira a guarda ou não de animais de estimação). Analisaram-se também a força/fraqueza de 12 argumentos para a aquisição do produto - 6 criados para serem considerados fortes e 6 para serem considerados fracos - por meio de escala de 7 pontos de fraco a forte: os três argumentos mais fortes e os três mais fracos foram usados para confeccionar as peças publicitárias.As peças apresentavam um cão em frente a uma lareira. Em algumas, foi colocada uma cruz sobre o lintel. Elas foram testadas junto a um conjunto de peças publicitárias reais para se verificar se eram tomadas como peças genuínas.Teste:&amp;nbsp;368 alunos de graduação (47% mulheres; 53% homens) em classes de 25 a 60 pessoas viram um de quatro tipos de peças - argumentos fracos sem cruz (I), argumentos fracos com cruz (II), argumentos fortes sem cruz (III) e argumentos fortes com cruz (IV). Cada peça foi exibida em meio a diapositivos de um total de 10 peças publicitárias. Cada slide foi exibido durante 15 segundos em um total de dois ciclos de exibição.Após verem as peças, responderam a um questionário com 21 itens de escala Likert de 5 pontos para avaliar o dogmatismo religioso segundo protocolo Fagan &amp;amp; Breed 1970; e a escala de Zaichkowsky para o envolvimento com três tipos de produtos (um dos quais o de teste). Foram medidas a capacidades dos sujeitos de se lembrarem e de reconhecerem as categorias e marcas dos produtos, bem como o grau de lembrança de características dos produtos das três peças selecionadas. Para essas peças mediram-se a atitude (4 itens em escala Likert de 5 pontos) e atenção&amp;nbsp;em relação às peças, atitude em relação à marca (3 itens em escala Likert de 5 pontos, 4 itens em escala de diferenciação semântica e medida de razão) e a intenção de compra (2 itens em escala Likert de 5 pontos).Descartaram-se da análise os dados de 27 indivíduos que se declararam não-cristãos. Todos os indivíduos expostos às peças com as cruzes notaram sua presença conforme medição de lembrança em pergunta aberta e sem auxílio. Os resultados em relação às hipóteses da ELM testadas foram:H1 "Sujeitos altamente dogmáticos prestam mais atenção às peças com cruz"&amp;nbsp;rejeitado.H2 "Sujeitos altamente dogmáticos têm atitude mais favorável às peças com cruz" rejeitado.H3 "Sujeitos altamente envolvidos têm atitude mais favorável às peças que sujeitos com baixo envolvimento" (p &amp;lt; 0,001)&amp;nbsp;aceitoH4a "Sujeitos altamente envolvidos têm atitude mais favorável à marca quando expostos às peças com argumentos fortes"&amp;nbsp;(p &amp;lt; 0,001)&amp;nbsp;aceitoH4b "Sujeitos com baixo envolvimento e altamente dogmáticos têm atitude mais favorável à marca quando expostos às peças com cruz" rejeitado -&amp;gt; têm atitude menos favorável (p &amp;lt; 0,05)H5a "Sujeitos altamente envolvidos têm maior intenção de compra do produto quando expostos às peças com argumentos fortes"&amp;nbsp;(p &amp;lt; 0,001)&amp;nbsp;aceitoH5b "Sujeitos com baixo envolvimento e altamente dogmáticos têm maior intenção de compra do produto quando expostos às peças com cruz"&amp;nbsp;rejeitado -&amp;gt; têm menor intenção de compra&amp;nbsp;(p &amp;lt; 0,001)Para indivíduos altamente envolvidos e altamente dogmáticos, encontrou-se também um efeito marginalmente significativo (p = 0,065) da combinação de argumentos fortes com a presença da cruz.--------------LimitaçõesO tamanho amostral para cada grupo: cerca de 82 indivíduos, é razoável; porém trata-se de uma população restrita (alunos de graduação de publicidade da&amp;nbsp;Appalachian State University). 92,7% dos alunos se declararam cristãos, maior do que a média americana: 78% se declaram cristãos. Mesmo se restringindo somente à população cristã, há de se considerar eventualmente outros fatores que possam interferir na extrapolação dos resultados - o tipo de produto, o modo de exposição, tendências políticas, faixa socioeconômica, etc.De todo modo, faz pensar no efeito e no modo de influência dos símbolos religiosos em outras situações: como a exposição de crucifixos nos tribunais brasileiros. Não estarão a afetar os julgamentos?ReferênciaDotson, M.J., &amp;amp; Hyatt, E.M. 2000. Religious Symbols as Peripheral Cues in Advertising: A Replication of the Elaboration Likelihood Model Journal of Business Research, 48, 63-68 : 10.1016/S0148-2963(98)00076-9...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Dotson, M.J., &amp; Hyatt, E.M. (2000) Religious Symbols as Peripheral Cues in
Advertising: A Replication of the
Elaboration Likelihood Model. Journal of Business Research, 63-68. info:/10.1016/S0148-2963(98)00076-9    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingPsychologyPortuguese/~4/r2dcS0GvZ2o" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Ins&ocirc;nia: Como melhorar o seu sono]]></title>
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      <author>
	  <name><![CDATA[André Rabelo, SocialMente]]></name>
	</author>
   <updated>2012-04-17T07:00:00Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">Atualmente, muitas pessoas relatam dificuldades para dormir. Casos de ins&amp;ocirc;nia tem sido prevalentes entre adultos de muitos pa&amp;iacute;ses. A baixa qualidade do sono pode ter diversos impactos negativos na qualidade de vida das pessoas, tanto biol&amp;oacute;gicos (preju&amp;iacute;zo no funcionamento do sistema imune) quanto psicol&amp;oacute;gicos (depress&amp;atilde;o, ansiedade).

Comum a muitas destas reclama&amp;ccedil;&amp;otilde;es s&amp;atilde;o os relatos de cogni&amp;ccedil;&amp;otilde;es que surgem intrusivamente na mente das pessoas enquanto elas tentam dormir e que acabam atrapalhando o sono por muitas vezes induzir a determinados estados afetivos e fisiol&amp;oacute;gicos que nos impedem de &amp;ldquo;desligar&amp;rdquo; a nossa mente. Estas &amp;ldquo;cogni&amp;ccedil;&amp;otilde;es pr&amp;eacute;-sono&amp;rdquo; agitadoras, normalmente relacionadas a planos futuros ou preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, podem ter um papel importante na manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o da ins&amp;ocirc;nia....&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Gellis, L. (2012) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1037/a0025746" class="blue"&gt;An investigation of a cognitive refocusing technique to improve sleep.&lt;/a&gt; Psychotherapy. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1037/a0025746" class="blue"&gt;10.1037/a0025746&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1037/a0025746"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1037/a0025746"&gt;An investigation of a cognitive refocusing technique to improve sleep.&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingPsychologyPortuguese/~4/Xidz52Ml8VY" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[O que &eacute; a terapia cognitiva?]]></title>
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	  <name><![CDATA[André Rabelo, SocialMente]]></name>
	</author>
   <updated>2012-04-05T06:55:00Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">A terapia cognitiva, tamb&amp;eacute;m conhecida como terapia cognitiva comportamental* (Cognitive-Behavior Therapy, CBT) &amp;eacute; um tipo espec&amp;iacute;fico de psicoterapia que enfatiza a import&amp;acirc;ncia dos processos cognitivos na compreens&amp;atilde;o e no tratamento de diversos transtornos mentais. A terapia cognitiva &amp;eacute; estruturada para ter uma dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o curta e se baseia na teoria cognitiva, uma teoria composta por 10 axiomas formais que embasam teoricamente diversos modelos e aplica&amp;ccedil;&amp;otilde;es na pr&amp;aacute;tica cl&amp;iacute;nica [2]. Alguns autores defendem que esta abordagem oferece um arcabou&amp;ccedil;o conceitual sobre o qual diversas abordagens psicoterap&amp;ecirc;uticas poderiam ser integradas [2].

A teoria cognitiva pode ser entendida como uma &amp;ldquo;teoria das teorias&amp;rdquo; que as pessoas possuem sobre a sua realidade [2], ou seja, uma teoria sobre as influ&amp;ecirc;ncias que as constru&amp;ccedil;&amp;otilde;es particulares de significado da realidade t&amp;ecirc;m no comportamento mal-adaptativo de pessoas que apresentam algum transtorno....&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Grant, P., Huh, G., Perivoliotis, D., Stolar, N., &amp; Beck, A. (2011) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1001/archgenpsychiatry.2011.129" class="blue"&gt;Randomized Trial to Evaluate the Efficacy of Cognitive Therapy for Low-Functioning Patients With Schizophrenia&lt;/a&gt;. Archives of General Psychiatry, 69(2), 121-127. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1001/archgenpsychiatry.2011.129" class="blue"&gt;10.1001/archgenpsychiatry.2011.129&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1001/archgenpsychiatry.2011.129"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1001/archgenpsychiatry.2011.129"&gt;Randomized Trial to Evaluate the Efficacy of Cognitive Therapy for Low-Functioning Patients With Schizophrenia&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingPsychologyPortuguese/~4/sH-7yebZhsM" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[O peso da primeira vez: Esperar um pouco pode ser um bom neg&oacute;cio.]]></title>
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	  <name><![CDATA[Andre Luiz Souza, ***Cognando***]]></name>
	</author>
   <updated>2012-03-25T18:40:26Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">Ser adolescente tem suas vantagens! Uma delas é o início da vida sexual. Para um adolescente, não tem nada melhor do que fazer sexo! E é tão bom que uma das coisas que observamos atualmente é que os adolescentes começam cada vez mais cedo a ter uma vida sexual ativa. Antigamente, ser virgem com 19 [...]...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    K. Paige Harden. (2012) True Love Waits? A Sibling Comparison Study of Age at First Sexual Intercourse and Romantic Relationship in Young Adulthood. Psychological Science. info:/    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingPsychologyPortuguese/~4/8CXj-sAcwyk" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Altru&iacute;smo ou ego&iacute;smo: Qual &eacute; a motiva&ccedil;&atilde;o para a generosidade?]]></title>
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	  <name><![CDATA[André Rabelo, SocialMente]]></name>
	</author>
   <updated>2012-03-23T09:00:00Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">Imagine que voc&amp;ecirc; acaba de ajudar uma senhora simp&amp;aacute;tica, mas com dificuldade de andar, a atravessar uma rua. Ao terminar a travessia, ela lhe agradece com um grande sorriso no rosto e voc&amp;ecirc; se sente muito bem por ter ajudado ela. Nessa situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, qual teria sido a sua motiva&amp;ccedil;&amp;atilde;o para ajudar esta senhora?

Uma poss&amp;iacute;vel resposta a isso &amp;eacute; que a sua capacidade de experienciar estados afetivos correspondentes aos estados afetivos de outra pessoa que voc&amp;ecirc; est&amp;aacute; observando (ou imaginando) e &amp;agrave; qual voc&amp;ecirc; consegue reconhecer que &amp;eacute; a fonte do seu estado afetivo atual &amp;ndash; a famosa empatia [1]* &amp;ndash; te induziu a uma motiva&amp;ccedil;&amp;atilde;o altru&amp;iacute;sta, ou seja, a um estado motivacional com o objetivo final de aumentar o bem-estar daquela senhora [2]....&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    de Vignemont, F., &amp; Singer, T. (2006) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.tics.2006.08.008" class="blue"&gt;The empathic brain: how, when and why?&lt;/a&gt;. Trends in Cognitive Sciences, 10(10), 435-441. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1016/j.tics.2006.08.008" class="blue"&gt;10.1016/j.tics.2006.08.008&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1016/j.tics.2006.08.008"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1016/j.tics.2006.08.008"&gt;The empathic brain: how, when and why?&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingPsychologyPortuguese/~4/J61Pv9TvAbg" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[O &ldquo;Efeito QWERTY&rdquo; na vers&atilde;o da Psicologia Cognitiva.]]></title>
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	  <name><![CDATA[Andre Luiz Souza, ***Cognando***]]></name>
	</author>
   <updated>2012-03-22T22:00:07Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">Ontem eu estava conversando com uma amiga via bate-papo do Gmail quando ela me fez a seguinte pergunta: &amp;#8220;André, você ainda escreve, assim, com lápis/caneta e papel?&amp;#8221; Fiz cara de what??, mas logo entendi o que ela quis dizer. Na verdade, quase não escrevo mais. A maior parte da minha produção lingüística é, sem dúvidas, [...]...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Jasmin, K., &amp; Casasanto, D. (2012) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.3758/s13423-012-0229-7" class="blue"&gt;The QWERTY Effect: How typing shapes the meanings of words.&lt;/a&gt; Psychonomic Bulletin . DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.3758/s13423-012-0229-7" class="blue"&gt;10.3758/s13423-012-0229-7&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.3758/s13423-012-0229-7"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.3758/s13423-012-0229-7"&gt;The QWERTY Effect: How typing shapes the meanings of words.&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingPsychologyPortuguese/~4/txIMjbGNeW8" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Se voc&ecirc; &eacute; forever alone, o Facebook n&atilde;o vai te ajudar.]]></title>
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      <author>
	  <name><![CDATA[Andre Luiz Souza, ***Cognando***]]></name>
	</author>
   <updated>2012-03-19T17:50:05Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">Estima-se hoje que mais de 840 milhões de pessoas no mundo tenham uma conta ativa na rede social Facebook. Desse tanto de gente, mais de 50% posta pelo menos um status update por dia. Sem dúvidas, o Facebook é o site #1 em procrastinação (se bem que YouTube e 9GAG são competidores à altura). Muita gente [...]...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Forest, A., &amp; Wood, J. (2012) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1177/0956797611429709" class="blue"&gt;When Social Networking Is Not Working: Individuals With Low Self-Esteem Recognize but Do Not Reap the Benefits of Self-Disclosure on Facebook&lt;/a&gt;. Psychological Science, 23(3), 295-302. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1177/0956797611429709" class="blue"&gt;10.1177/0956797611429709&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1177/0956797611429709"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1177/0956797611429709"&gt;When Social Networking Is Not Working: Individuals With Low Self-Esteem Recognize but Do Not Reap the Benefits of Self-Disclosure on Facebook&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingPsychologyPortuguese/~4/5ufO17MkesM" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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