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 <title>Research Blogging - Research / Scholarship - Portuguese</title>
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 <updated>2013-05-24T08:00:01Z</updated>
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   <name>Research Blogging</name>
   <email>noreply@researchblogging.org</email>
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   <title type="html"><![CDATA[Pais homossexuais: que diferen&ccedil;a isso faz?]]></title>
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      <author>
	  <name><![CDATA[Marcus Vinicius Alves, CogPsi]]></name>
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   <updated>2012-07-31T21:35:48Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">Texto publicado no Ao Feminino e AlémA realidade às vezes é tão graciosa que em alguns momentos se esconde nos clichês mais batidos do conhecimento popular. Veja bem, não há nada que um clichê bem empregado e sob o controle certeiro e objetividade das evidências não possa demonstrar de forma interessante e clara. O último destes clichês que foi corroborado pode ser considerado uma comprovação para ser comemorada de algo que já era esperado, pois vai servir de argumento contra discurso conservador e fundamentalista que, baseado apenas em preconceito, possa vir a se colocar contra a adoção de filhos por casais do mesmo sexo. Um estudo recentemente publicado no periódico Demography, realizado pelo sociólogo Michael Rosenfeld, e que – segundo o próprio Rosenfeld – é o estudo com crianças cuidadas por pais do mesmo sexo com a maior amostra já coletada, demonstrou que o mais importante para um bom desenvolvimento e futuro sucesso educacional de uma criança não é a orientação sexual de seus pais, mas corroborou com aquilo que humanistas liberais já sabiam, sendo o tal clichê supracitado: Nada é mais importante que a família!Ou melhor, o importante é ter uma família.Uma família bem estruturada é fundamental para um bom desenvolvimento de uma criança, a saúde mental desta está altamente relacionada com o que acontece dentro das quatro paredes de seu lar, e isso pouco tem a ver com o quarto dos pais. Segundo Rosenfeld, filhos de uma relação “não tradicional” (assim ele chama no artigo) se saem tão bem quanto filhos de casais tradicionais em diversos fatores, como notas na escola ou sociabilidade, e muito melhor em diversos fatores do que crianças que vivem em orfanatos ou em famílias extremamente disfuncionais e desestruturadas durante o seu desenvolvimento. Em verdade, é preciso lembrar que pais que adotam uma criança – sejam eles “tradicionais” ou não – possuem uma grande tendência a estarem em um estágio da vida de pleno equilíbrio financeiro, educacional e, principalmente, um desejo imenso de se dedicar da forma mais plena àquela criança que entra em sua casa.Este estudo só vem para fortalecer ainda mais o argumento em favor da ideia de que todos os indivíduos devem possuir direitos iguais, seja esse o direito a casa ou a ter um filho, pois estudos anteriores já haviam comprovado que crianças criadas por pais de mesmo sexo não “aprendem” a sexualidade e a orientação sexual parental – o que parece ser o medo de muita gente por aí. A cada evidência científica que surge, o argumento preconceituoso parece ruir aos poucos. Agora se tem mais uma certeza de que a sexualidade dos pais pouco vai interferir em relação aos cuidados educacionais de uma criança, talvez até o efeito ocorra de forma inversa, ajudando crianças a crescerem com um senso de respeito e liberdade que às vezes não é encontrado em famílias extremamente conservadoras e tradicionais.Referência:Michael J. Rosenfeld (2010). Nontraditional Families and Childhood Progress Through School Demography...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Michael J. Rosenfeld. (2010) Nontraditional Families and Childhood Progress Through School. Demography . info:/    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingResearchScholarshipPortuguese/~4/Fr46M_VZhdQ" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Replica&ccedil;&atilde;o e publica&ccedil;&atilde;o: A atual tentativa de auto-corre&ccedil;&atilde;o na psicologia]]></title>
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      <author>
	  <name><![CDATA[André Rabelo, SocialMente]]></name>
	</author>
   <updated>2012-06-07T07:39:48Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">Um antigo problema tem direcionado os holofotes da mídia para a psicologia atualmente: o da replicabilidade. Replicar um estudo significa que outros pesquisadores são capazes de reproduzir o procedimento de um estudo publicado e encontrar resultados semelhantes. A replicação é muito importante na ciência. Ela pode funcionar como um filtro da própria comunidade, pois os [...]...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Carpenter, S. (2012) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1126/science.335.6076.1558" class="blue"&gt;Psychology's Bold Initiative&lt;/a&gt;. Science, 335(6076), 1558-1561. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1126/science.335.6076.1558" class="blue"&gt;10.1126/science.335.6076.1558&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1126/science.335.6076.1558"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1126/science.335.6076.1558"&gt;Psychology's Bold Initiative&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;

	    &lt;p&gt;
    Ioannidis, J. (2005) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1371/journal.pmed.0020124" class="blue"&gt;Why Most Published Research Findings Are False&lt;/a&gt;. PLoS Medicine, 2(8). DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1371/journal.pmed.0020124" class="blue"&gt;10.1371/journal.pmed.0020124&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1371/journal.pmed.0020124"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1371/journal.pmed.0020124"&gt;Why Most Published Research Findings Are False&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingResearchScholarshipPortuguese/~4/_T9_VTt4EjI" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Replica&ccedil;&atilde;o e publica&ccedil;&atilde;o: A atual tentativa de auto-corre&ccedil;&atilde;o na psicologia]]></title>
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      <author>
	  <name><![CDATA[André Rabelo, 1]]></name>
	</author>
   <updated>2012-06-07T06:00:00Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">Um antigo problema tem direcionado os holofotes da m&amp;iacute;dia para a psicologia atualmente: o da replicabilidade. Replicar um estudo significa que outros pesquisadores s&amp;atilde;o capazes de reproduzir o procedimento de um estudo publicado e encontrar resultados semelhantes. A replica&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; muito importante na ci&amp;ecirc;ncia. Ela pode funcionar como um filtro da pr&amp;oacute;pria comunidade, pois os colegas de &amp;aacute;rea de um pesquisador podem averiguar se o efeito relatado em um estudo &amp;eacute; reproduz&amp;iacute;vel, generaliz&amp;aacute;vel ou se &amp;eacute; limitado. O problema da replica&amp;ccedil;&amp;atilde;o na psicologia, e em outras &amp;aacute;reas da ci&amp;ecirc;ncia, n&amp;atilde;o &amp;eacute; novo, mas tem chamado a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o atualmente os esfor&amp;ccedil;os de diversos cientistas para prioriz&amp;aacute;-la.

A inquieta&amp;ccedil;&amp;atilde;o na comunidade foi se agravando na medida em que diversos pesquisadores, como o professor Brian Nosek da Universidade da Virginia (na imagem acima), um importante pesquisador na &amp;aacute;rea de cogni&amp;ccedil;&amp;atilde;o social, n&amp;atilde;o conseguiam obter, em seus pr&amp;oacute;prios laborat&amp;oacute;rios, os efeitos relatados nos artigos de seus colegas, e como n&amp;atilde;o tinham para onde mandar estes dados, eles eram engavetados [1]. A este problema, t&amp;ecirc;m sido dado o nome de The File Drawer Problem (o problema da gaveta de arquivo). Isto pode representar um consider&amp;aacute;vel problema para uma &amp;aacute;rea da ci&amp;ecirc;ncia, principalmente se o que voc&amp;ecirc; est&amp;aacute; tentando fazer &amp;eacute; uma ci&amp;ecirc;ncia que produza conhecimentos que possam se embasar em estudos anteriores e aprimorar sucessivamente a compreens&amp;atilde;o de um fen&amp;ocirc;meno, ou seja, uma ci&amp;ecirc;ncia cumulativa. Muitos psic&amp;oacute;logos t&amp;ecirc;m promovido cada vez mais iniciativas visando uma auto-corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a diversos problemas da &amp;aacute;rea relacionados &amp;agrave; replicabilidade, &amp;agrave;s pol&amp;iacute;ticas editoriais das revistas cient&amp;iacute;ficas e aos incentivos de ag&amp;ecirc;ncias de financiamento....&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Carpenter, S. (2012) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1126/science.335.6076.1558" class="blue"&gt;Psychology's Bold Initiative&lt;/a&gt;. Science, 335(6076), 1558-1561. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1126/science.335.6076.1558" class="blue"&gt;10.1126/science.335.6076.1558&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1126/science.335.6076.1558"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1126/science.335.6076.1558"&gt;Psychology's Bold Initiative&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;

	    &lt;p&gt;
    Ioannidis, J. (2005) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1371/journal.pmed.0020124" class="blue"&gt;Why Most Published Research Findings Are False&lt;/a&gt;. PLoS Medicine, 2(8). DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1371/journal.pmed.0020124" class="blue"&gt;10.1371/journal.pmed.0020124&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1371/journal.pmed.0020124"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1371/journal.pmed.0020124"&gt;Why Most Published Research Findings Are False&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingResearchScholarshipPortuguese/~4/_T9_VTt4EjI" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Ecologia: estamos trabalhando no lugar errado]]></title>
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      <author>
	  <name><![CDATA[Luiz Bento, Discutindo Ecologia]]></name>
	</author>
   <updated>2012-05-02T13:16:48Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">&amp;#160; &amp;#160; Está é a principal conclusão de um artigo publicado recentemente no periódico Frontiers in Ecology and the Environment. Laura Martin e colaboradores das universidades americanas de Cornell e Maryland fizeram um levantamento inédito na literatura sobre onde os artigos de Ecologia terrestre foram feitos. Os resultados confirmam uma velha máxima da Ecologia, que [...]...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Martin, L., Blossey, B., &amp; Ellis, E. (2012) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1890/110154" class="blue"&gt;Mapping where ecologists work: biases in the global distribution of terrestrial ecological observations&lt;/a&gt;. Frontiers in Ecology and the Environment, 10(4), 195-201. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1890/110154" class="blue"&gt;10.1890/110154&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1890/110154"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1890/110154"&gt;Mapping where ecologists work: biases in the global distribution of terrestrial ecological observations&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingResearchScholarshipPortuguese/~4/V1eBapSXyQY" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Qualis o Qu&ecirc;?!!]]></title>
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	  <name><![CDATA[Karl, Ecce Medicus]]></name>
	</author>
   <updated>2012-01-09T18:10:45Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">N&amp;atilde;o sei se todo mundo sabe mas a import&amp;acirc;ncia de um jornal cient&amp;iacute;fico &amp;eacute; dada por alguns &amp;iacute;ndices sendo talvez, o mais importante, o Fator Impacto (em ingl&amp;ecirc;s, Impact Factor - IF). Existem muitas cr&amp;iacute;ticas a isso. ...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Mauricio Rocha e Silva. (2011) Continuously Variable Rating: a new, simple and
logical procedure to evaluate original scientific
publications. CLINICS, 66(12), 2099-2104. info:/10.1590/S1807-59322011001200016    &lt;/p&gt;

	    &lt;p&gt;
    Meneghini, R., Packer, A., &amp; Nassi-Calò, L. (2008) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1371/journal.pone.0003804" class="blue"&gt;Articles by Latin American Authors in Prestigious Journals Have Fewer Citations&lt;/a&gt;. PLoS ONE, 3(11). DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1371/journal.pone.0003804" class="blue"&gt;10.1371/journal.pone.0003804&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1371/journal.pone.0003804"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1371/journal.pone.0003804"&gt;Articles by Latin American Authors in Prestigious Journals Have Fewer Citations&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingResearchScholarshipPortuguese/~4/njAhsG2PBpo" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Parem as rotativas! Eliminar tabelas antes de continuar]]></title>
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      <author>
	  <name><![CDATA[Manoel Barral-Netto, SCIENCIA TOTUM CIRCUMIT ORBEM]]></name>
	</author>
   <updated>2011-12-19T06:24:06Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">As id&amp;eacute;ias s&amp;atilde;o melhor captadas em gr&amp;aacute;ficos e figuras que em tabelas!
Eu j&amp;aacute; sabia! Voc&amp;ecirc; deve ter pensado. &amp;Eacute; verdade que muita gente j&amp;aacute; pensou e falou isso. &amp;quot;Uma figura vale mais que dez mil palavras&amp;quot;.
Mas, onde est&amp;aacute; a evid&amp;ecirc;ncia cient&amp;iacute;fica?
Agora h&amp;aacute;. A figura acima que demonstra a vantagem de gr&amp;aacute;ficos sobre tabelas, tanto em tempo de compreens&amp;atilde;o como em acur&amp;aacute;cia, &amp;eacute; do trabalho: 
The Communicability of Graphical Alternatives to Tabular Displays of Statistical Simulation Studies. PLoS ONE 6(11): e27974. doi:10.1371/journal.pone.0027974 de Cook AR, Teo SWL (2011)....&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Cook, A., &amp; Teo, S. (2011) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1371/journal.pone.0027974" class="blue"&gt;The Communicability of Graphical Alternatives to Tabular Displays of Statistical Simulation Studies&lt;/a&gt;. PLoS ONE, 6(11). DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1371/journal.pone.0027974" class="blue"&gt;10.1371/journal.pone.0027974&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1371/journal.pone.0027974"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1371/journal.pone.0027974"&gt;The Communicability of Graphical Alternatives to Tabular Displays of Statistical Simulation Studies&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingResearchScholarshipPortuguese/~4/6QZ2wYLeFT0" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Especulando: E se o processo de submiss&atilde;o de artigos &agrave;s revistas fosse unificado?]]></title>
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      <author>
	  <name><![CDATA[none, Gene Repórter]]></name>
	</author>
   <updated>2011-12-03T10:46:50Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">Conversando com a Lucia Malla e Carlos Hotta pelo twitter a respeito da submissão e análise de artigos científicos pensei em modo de racionalizar um pouco esse trabalho.Na verdade é algo bastante improvável de ser posto em prática, daí ser mais especulação do que propriamente uma proposta.Embora as ferramentas online tenham barateado em muito o processo - eliminando os custos de postagens de toda a papelada - e programas de gerenciamento (também online) de submissão e análise ajudem em muito a tarefa do editor em organizar tudo isso, o fator tempo ainda não foi de todo eliminado.Os revisores precisam ler o artigo com cuidado, consultar a bibliografia, eventualmente refazer as contas e tudo isso enquanto ele mesmo tem que cuidar de seus afazeres: pesquisar, atender seus alunos de iniciação e pós-graduação, participar de congressos, preparar e ministrar aulas, escrever projetos, preencher pedidos de bolsas e de financiamento, participar de congressos e conselhos, etc., etc. (sem falar da própria vida pessoal). Pode levar alguns meses entre indas e vindas de versões do artigo até a resposta final: rejeição ou aceite.No caso de aceite, ótimo, hora de estourar a champanha. Caso o artigo seja rejeitado - depois de corrigir os problemas apontados -, os autores precisam buscar outro periódico e haverá a repetição de  todas as etapas. A taxa de rejeição de revistas consideradas de primeira linha é de 90 a 95% dos artigos submetidos. Mas muitos são rejeitados antes mesmo de serem levados à revisão pelos pares: pode ser por inadequação temática ou até mesmo por não estar na formatação correta ou estourar o limite de tamanho.Com uma taxa de rejeição de 90%, um artigo, em média, receberia cerca de 10 rejeições antes de ser aceito. Com uma taxa de 70%, cerca de 3 rejeições. Mesmo uma taxa de 45% (a menor analisada por Björk &amp;amp; Holmström 2006), levaria a uma média de 1,8 rejeição por artigo antes de ser aceito. Na edição da Nature de 01/dez/2011, a média do tempo entre a submissão e o aceite dos artigos publicados foi de 207±105 dias - na análise de Björk &amp;amp; Holmström 2006, o atraso de publicação variou de 7,6 a 21,8 meses.Por outro lado, com boa razão, a submissão simultânea do mesmo artigo a mais de uma revista é considerada uma prática condenável. Isso pode levar à multiplicação da publicação de um mesmo artigo, além de levar a trabalhos desnecessários de revisão.O que pensei foi em um sistema unificado de submissão e avaliação. Os autores enviariam o artigo uma única vez. Assinalando em quais revistas gostaria de publicar bem como a ordem de preferência entre elas. O artigo seria analisado por uma única banca de revisores. Os editores das revistas assinaladas teriam acesso aos relatórios dos revisores e atribuiriam uma nota ao artigo indicando o quão adequado ele é à sua publicação. As notas dos editores seriam ponderadas de acordo com a ordem de preferência dos autores, a maior nota ponderada seria então da revista na qual o artigo seria publicado.Naturalmente, para evitar conflitos, as notas do editores e a ordem de preferência dos autores seriam sigilosas.Não é um sistema imune a falhas, claro. Talvez um ponto de discórdia possível seria quanto à escolha dos revisores que satisfizesse a todos os editores. Outro ponto que geraria problemas é em relação ao tamanho dos artigos. Mas autores e editores sempre poderiam optar por uma revisão em separado - voltando ao sistema atual.A Figura 1 é adaptada de Björk &amp;amp; Holmström 2006, mostrando os aspectos que os autores devem considerar na hora de escolher uma revista para a submissão. Em amarelo, destaco os itens que seriam eliminados em um sistema unificado.Figura 1. Fatores de decisão para escolha de publicação para submissão de artigo científico.ReferênciaBjörk, B., &amp;amp; Holmström, J. (2006). Benchmarking scientific journals from the submitting author's viewpoint. Learned Publishing, 19 (2), 147-155 DOI: 10.1087/095315106776387002...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Björk, B., &amp; Holmström, J. (2006) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1087/095315106776387002" class="blue"&gt;Benchmarking scientific journals from the submitting author's viewpoint&lt;/a&gt;. Learned Publishing, 19(2), 147-155. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1087/095315106776387002" class="blue"&gt;10.1087/095315106776387002&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1087/095315106776387002"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1087/095315106776387002"&gt;Benchmarking scientific journals from the submitting author's viewpoint&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingResearchScholarshipPortuguese/~4/F0RVxD1mWI4" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Da bibliometria &agrave; webometria: dez anos do primeiro ensaio webom&eacute;trico brasileiro]]></title>
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      <author>
	  <name><![CDATA[Fabio Castro Gouveia, webometria, webmetria, cibermetria...]]></name>
	</author>
   <updated>2011-10-10T12:00:00Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">H&amp;aacute; aproximadamente 10 anos atr&amp;aacute;s foi submetido para publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o o primeiro ensaio sobre a webometria em uma revista nacional. Trata-se do artigo de Nadia Vanti para a revista Ci&amp;ecirc;ncia da Informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (da bibliometria &amp;agrave; webometria) e este &amp;eacute; leitura obrigat&amp;oacute;ria, em conjunto com o artigo de 2005 (os links e os estudos webom&amp;eacute;tricos). N&amp;aacute;dia foi pioneira e seu texto, quando tive a oportunidade de me deparar, foi &amp;ldquo;food for thought&amp;rdquo;, um passeio pelos campos m&amp;eacute;tricos da ci&amp;ecirc;ncia da informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o at&amp;eacute; desembocar nas abordagens iniciais webom&amp;eacute;tricas. Um convite para conhecer este novo campo de estudo, e ainda hoje um come&amp;ccedil;o para n&amp;oacute;s que certamente gostamos de ler em nossa l&amp;iacute;ngua materna....&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Vanti, Nadia Aurora Peres. (2002) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1590/S0100-19652002000200016" class="blue"&gt;Da bibliometria à webometria: uma exploração conceitual dos mecanismos utilizados para medir o registro da informação e a difusão do conhecimento&lt;/a&gt;. Ciência da Informação, 31(2), 369-379. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1590/S0100-19652002000200016" class="blue"&gt;10.1590/S0100-19652002000200016&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1590/S0100-19652002000200016"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1590/S0100-19652002000200016"&gt;Da bibliometria à webometria: uma exploração conceitual dos mecanismos utilizados para medir o registro da informação e a difusão do conhecimento&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;

	    &lt;p&gt;
    Vanti, Nadia. (2005) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1590/S0100-19652005000100009" class="blue"&gt;Os links e os estudos webométricos&lt;/a&gt;. Ciência da Informação, 34(1), 78-88. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1590/S0100-19652005000100009" class="blue"&gt;10.1590/S0100-19652005000100009&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1590/S0100-19652005000100009"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1590/S0100-19652005000100009"&gt;Os links e os estudos webométricos&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingResearchScholarshipPortuguese/~4/eIQop6sYZi0" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Como ser um pesquisador com publica&ccedil;&otilde;es de alto impacto cient&iacute;fico?]]></title>
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      <author>
	  <name><![CDATA[Vitor Rosa Ramos Mendonça, SCIENCIA TOTUM CIRCUMIT ORBEM]]></name>
	</author>
   <updated>2011-06-18T07:02:00Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">J&amp;aacute; teve a desagrad&amp;aacute;vel sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um paper ser rejeitado por uma revista de alto impacto? Como proceder para publicar sempre nos melhores peri&amp;oacute;dicos? As vezes se pergunta o porqu&amp;ecirc; de alguns pesquisadores sempre terem seus artigos nas revistas mais conceituadas?
No ano passado foi publicado por Zelko et al. na Plos One um trabalho interessante entitulado &amp;ldquo;Selection Mechanisms Underlying High Impact Biomedical Research - A Qualitative Analysis and Causal Model&amp;rdquo; tratanto exatamente desses questionamentos. ...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Zelko, H., Zammar, G., Bonilauri Ferreira, A., Phadtare, A., Shah, J., &amp; Pietrobon, R. (2010) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1371/journal.pone.0010535" class="blue"&gt;Selection Mechanisms Underlying High Impact Biomedical Research - A Qualitative Analysis and Causal Model&lt;/a&gt;. PLoS ONE, 5(5). DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1371/journal.pone.0010535" class="blue"&gt;10.1371/journal.pone.0010535&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1371/journal.pone.0010535"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1371/journal.pone.0010535"&gt;Selection Mechanisms Underlying High Impact Biomedical Research - A Qualitative Analysis and Causal Model&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingResearchScholarshipPortuguese/~4/BqrEnonmVZ8" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[O que &eacute; biologia?]]></title>
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	  <name><![CDATA[none, Gene Repórter]]></name>
	</author>
   <updated>2011-02-20T06:59:15Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">A maioria das fontes irá definir mais ou menos como: "estudo científico da vida" (e partir para uma longa discussão sobre o que vem a ser vida afinal de contas).Apesar de o termo ter sido cunhado repetidas vezes de modo independente entre o fim do século 18 e início do 19 (com a referência mais antiga conhecida - no sentido moderno do termo - datando de 1766, segundo McLaughlin 2002), ainda no inicio do século 20 havia uma certa discussão acerca da definição e significado da palavra.Em uma carta à Science, em 1893, J. Christian Bay sugeria que "a ciência dos seres vivos" fosse referida como fisiologia, sendo a biologia: "the mutual relationship of the forms of organized matter, especially in view of the theories of adaptations and of natural selection" ["a relação mútua entre as formas organizadas de matéria, especialmente segundo as teorias das adaptações e da seleção natural"].Harper (1913), em uma proposta de reorganização das seções da AAAS, observou: "Biology was for a long time, and is still in some quarters, regarded as merely the sum of zoology and botany or, worse still, a mixture of a large amount of zoology with a small amount of botany.' Some also have treated it as practically synonymous with ecology, particularly animal ecology. But every science is known by its laws, and if biology is defined as the science of life its laws are those which apply to all forms of life and not to inanimate matter, namely, the laws of evolution and heredity." ["A biologia foi, por um longo tempo, e continua em algumas partes, tida como meramente a soma da zoologia e da botânica, ou, pior, a mistura de uma grande porção de zoologia com uma pequena porção de botânica. Alguns até mesmo têm-na tratado como praticamente um sinônimo de ecologia particularmente ecologia animal. Mas toda ciência é conhecida por suas leis, e, se a biologia é definida como a ciência da vida, suas leis são aquelas que se aplicam a todas as formas de vida, mas não à matéria inanimada, quais sejam, as leis da evolução e da hereditariedade."]Essa discussão não aparece, no entanto, por exemplo, nas páginas da britânica Nature. É possível (mas friso que é apenas um chute) que essa diferença se deva à instalação recente (à época) da biologia como disciplina acadêmica nos EUA - ocorrida ao fim do século 19 (Campbell 1891, Pauly 1984).Definições alternativasThornhill 1984. "Biology is the scientific study of the evolution of life." (Definição de Bay. Dawkins 1986 "Biology is the study of complicated things that give the appearance of having been designed for a purpose." (Não sei ao certo se se trata mesmo de uma definição ou se de apenas conceituação.)Geralmente denominada de Biologia Evolutiva.)Piazzo 2005. "the science that studies complex interactive systems related to living organism. This new definition suggests a similarity between biology and computer science, because a field of the latter is the modelling of concurrent interactive systems (usually made of software components)".Mustelin, T. 2006. (apud Martin 2007) "the science of nanostructures made of predominantly carbon, oxygen, nitrogen and hydrogen"ReferênciasBay, J. (1893). What is Biology? Science, 275-276 DOI: 10.1126/science.ns-21.537.275Campbell, J.P. (1891). Biological Teaching in the Colleges of the United States.Dawkins, R. (1986). The Blind Watchmaker.Harper, R. (1913). A proposed re-arrangement of sections for the American Association for the Advancement of Science Science, 38 (988), 815-818 DOI: 10.1126/science.38.988.815-aMartin, C. (2007). Nanomedicine: a great first year and, with your help, a bright future ahead           Nanomedicine, 2 (3), 265-266 DOI: 10.2217/17435889.2.3.265McLaughlin, P. (2002). Naming Biology Journal of the History of Biology, 35 (1), 1-4 DOI: 10.1023/A:1014535811678Pauly, P. (1984). The appearance of academic biology in late nineteenth-century America Journal of the History of Biology, 17 (3), 369-397 DOI: 10.1007/BF00126369Piazzo, P. 2005. Probabilistic Modelling and Verification of Biological Systems. Tese de Doutorado.Thornhill...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Bay, J. (1893) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1126/science.ns-21.537.275" class="blue"&gt;What is Biology?&lt;/a&gt;. Science, 275-276. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1126/science.ns-21.537.275" class="blue"&gt;10.1126/science.ns-21.537.275&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1126/science.ns-21.537.275"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1126/science.ns-21.537.275"&gt;What is Biology?&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;

	    &lt;p&gt;
    Harper, R. (1913) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1126/science.38.988.815-a" class="blue"&gt;A proposed re-arrangement of sections for the American Association for the Advancement of Science&lt;/a&gt;. Science, 38(988), 815-818. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1126/science.38.988.815-a" class="blue"&gt;10.1126/science.38.988.815-a&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1126/science.38.988.815-a"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1126/science.38.988.815-a"&gt;A proposed re-arrangement of sections for the American Association for the Advancement of Science&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;

	    &lt;p&gt;
    Martin, C. (2007) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.2217/17435889.2.3.265" class="blue"&gt;Nanomedicine: a great first year and, with your help, a bright future ahead
            &lt;/a&gt;. Nanomedicine, 2(3), 265-266. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.2217/17435889.2.3.265" class="blue"&gt;10.2217/17435889.2.3.265&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.2217/17435889.2.3.265"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.2217/17435889.2.3.265"&gt;Nanomedicine: a great first year and, with your help, a bright future ahead
            &lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;

	    &lt;p&gt;
    McLaughlin, P. (2002) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1023/A:1014535811678" class="blue"&gt;Naming Biology&lt;/a&gt;. Journal of the History of Biology, 35(1), 1-4. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1023/A:1014535811678" class="blue"&gt;10.1023/A:1014535811678&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1023/A:1014535811678"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1023/A:1014535811678"&gt;Naming Biology&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;

	    &lt;p&gt;
    Pauly, P. (1984) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1007/BF00126369" class="blue"&gt;The appearance of academic biology in late nineteenth-century America&lt;/a&gt;. Journal of the History of Biology, 17(3), 369-397. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1007/BF00126369" class="blue"&gt;10.1007/BF00126369&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1007/BF00126369"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1007/BF00126369"&gt;The appearance of academic biology in late nineteenth-century America&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;

	    &lt;p&gt;
    Thornhill, R. (1984) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.2307/3494107" class="blue"&gt;Scientific Methodology in Entomology&lt;/a&gt;. The Florida Entomologist, 67(1), 74. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.2307/3494107" class="blue"&gt;10.2307/3494107&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.2307/3494107"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.2307/3494107"&gt;Scientific Methodology in Entomology&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingResearchScholarshipPortuguese/~4/0829WVxcEYM" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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