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 <title>Research Blogging - Social Science - Portuguese</title>
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 <updated>2012-05-26T04:00:01Z</updated>
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   <name>Research Blogging</name>
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   <title type="html"><![CDATA[&quot;O SENHOR &eacute; homem de guerra; o SENHOR &eacute; o seu nome.&quot; Ex 15:3]]></title>
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	  <name><![CDATA[none, Teotomia]]></name>
	</author>
   <updated>2012-05-23T02:56:00Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">A violência associada a motivações religiosas como ataque a clínicas de aborto, ações de homens-bomba, agressões a minorias religiosas, imprecações contra homossexuais, etc. chama bastante a atenção, mas suscita a dúvida de se a religião tem alguma participação efetiva ou se é apenas uma desculpa.Brad J. Bushman, psicólogo, então na&amp;nbsp;University of Michigan, e colaboradores testaram a hipótese de que elementos religiosos poderiam aumentar a violência ao promover a identificação e a justificação. Para tanto compararam um grupo (teste) exposto a uma descrição bíblica de violência com outro (controle) exposto a uma descrição secular de violência. A passagem bíblica aumentou o comportamento agressivo (medido a partir de disparos sonoros aplicados em outras pessoas pelos sujeitos experimentais) em relação ao texto secular - tanto em pessoas religiosas (cristãs ou não) quanto em não-religiosos, embora mais intensamente nos primeiros.Estudo 1248 estudantes (95 homens, 153 mulheres) da&amp;nbsp;Brigham Young University (BYU) receberam créditos de curso em troca da participação voluntária no experimento. 97% declararam pertencer à Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias; 99% disseram crer em deus e na Bíblia.Aos participantes foi informado que tomariam parte de dois testes independentes: um sobre literatura do Oriente Médio e outro sobre o efeito de estímulos negativos no tempo de reação. Responderam sim/não se: a) acreditavam em deus; b) acreditavam na Bíblia e leram uma passagem.Para metade foi dito que a passagem eram os capítulos de 19 a 21 do Livro dos Juízes da Bíblia do Rei Jaime (a origem verdadeira do trecho relativamente obscuro e desconhecido por muitos), para a outra metade que era de um antigo pergaminho descoberto em 1984 nas ruínas de&amp;nbsp;Wadi Al-Murabba ‘ah durante expedição do ProfessorWilliam Deyer.Para os dois grupos, a história descreve a viagem de um homem e sua concubina (ambos da tribo israelita de Efraim) pelas terras da tribo israelita de Benjamin. Na cidade de Gibeá, o casal abriga-se na casa de um homem. Uma multidão chega à casa, toma a mulher e a violenta até matá-la, abandonando seu corpo frente à porta. O homem pega o corpo e leva-o até sua terra natal e convoca o povo de Israel para decidir que ação tomar contra o povo de Gibeá.Para metade dos participantes havia um trecho adicional: "The assembly fasted and prayed before the LORD and asked&amp;nbsp;'What shall be done about the sins of our brothers in Benjamin?';&amp;nbsp;and the LORD answered them, saying that no such abomination&amp;nbsp;could stand among his people. The LORD commanded Israel to&amp;nbsp;take arms against their brothers and chasten them before the LORD" ["A assembléia jejuou e orou para o SENHOR e perguntou 'O que deve ser feito sobre os pecados de nossos irmãos de Benjamin?'; e o SENHOR respondeu-lhes dizendo que essa abominação não poderia permanecer entre seu povo. O SENHOR ordenou à Israel tomar as armas contra seus irmãos e castigá-los perante o SENHOR."], com sanção divina de agressão em vingança à morte da concubina.&amp;nbsp;Para a outra metade, não havia nenhuma menção à deus na passagem.A história terminava com a narração da luta dos demais israelitas contra os israelitas benjamitas. As baixas foram pesadas para os dois lados, com dezenas de milhares mortos. Finalmente Gibeá e outras cidades de Benjamin foram destruídas, com os israelitas matando homens, mulheres, crianças e animais.Após a leitura da passagem, os participantes de ambos os grupos participaram de uma tarefa competitiva de tempo de reação de&amp;nbsp;Taylor 1967. Os participantes eram pareados: cada um deveria apertar um botão o mais rápido possível em 25 rodadas. O mais rápido em cada rodada deveria liberar um pulso sonoro através do fone de ouvido do mais lento. O vencedor poderia escolher o nível do ruído: 0 - sem nenhum som; 1 - 60 dB até o nível 10 - 105 db. Pontuação de agressão foi dada a cada vez que o nível 9 ou 10 foi escolhido.Os participantes a quem foi dito que a passagem era tirada da Bíblia tiveram uma média de 3,44±0,53 pontos de agressão maior do que os a quem foi dito tratar-se de um pergaminho antigo: &amp;nbsp;2,48±0,26 (p &amp;lt; 0,04). Os que leram a passagem de deus sancionando a violência também tiveram uma média maior (p &amp;lt; 0,09) do que os que leram a passagem que não mencionava deus: 3,40±0,43 contra 2,47±0,31. Homens foram mais agressivos (p &amp;lt; 0,0001) do que as mulheres: 4,12±0,53 contra 2,16±0,26.Estudo 2242 estudantes (110 homens, 132 mulheres) da Vrije Universiteit (Amsterdan) (VU) receberam&amp;nbsp;€ 3 para participarem dos testes. 40% não tinham nenhuma religião; 18% eram católicos; 11%, protestantes; 12%, muçulmanos; 8%, cristãos; 2%, hindus; 1%, judeus e 8%, outros. 50% acreditavam em deus e 27%, na Bíblia.Foi adotado protocolo similar ao estudo 1.Tiveram média maior de pontuação os que leram a passagem de deus sancionando a violência (p &amp;lt; 0,001): &amp;nbsp;8,70±0,69 contra 4,92±0,61 e os participantes que acreditavam em deus e na Bíblia (p &amp;lt; 0,08): 7,65±0,80 contra 5,97±0,46. A leitura do trecho com a sanção divina está associada à maior pontuação de agressão tanto entre os crentes (p &amp;lt; 0,001) quanto entre os não crentes (p &amp;lt;0,04), mas o efeito foi maior entre os crentes (Figura 1).Foram mais agressivos homens (p &amp;lt;0,003): 8,23±0,70 contra 5,40±0,49 &amp;nbsp;das mulheres e homens que leram a passagem com a sanção divina (p &amp;lt; 0,001): 11,19±1,08 contra 5,27±0,91 dos que não leram. Não houve diferenças significativas entre mulheres que leram a passagem da sanção divina (p &amp;lt; 0,18): 6,21±0,85 contra 4,59±0,83 das que não leram.--------------LimitaçõesO tamanho amostral é relativamente grande, especialmente para a área de psicologia. A limitação maior é quanto à restrição das populações amostradas: estudantes universitários. Em parte isso é amenizado pelo fato de se testarem duas populações distintas: uma nos EUA e outra nos Países Baixos. Mas podemos notar diferenças nos valores entre os grupos dos dois estudos: p.e. homens do estudo 1 tiveram uma média correspondente a cerca de metade da dos homens do estudo 2.ReferênciaBushman BJ, Ridge RD, Das E, Key CW, &amp;amp; Busath GL 2007. When god sanctions killing: effect of scriptural violence on aggression. Psychological science, 18 (3), 204-7 PMID: 17444911...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Bushman BJ, Ridge RD, Das E, Key CW, &amp; Busath GL. (2007) &lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17444911" class="blue"&gt;When god sanctions killing: effect of scriptural violence on aggression.&lt;/a&gt; Psychological science, 18(3), 204-7. PMID:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/17444911" class="blue"&gt;17444911&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?pmid=17444911"&gt;&lt;/script&gt; &lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/paper/17444911"&gt;When god sanctions killing: effect of scriptural violence on aggression.&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingSocialSciencePortuguese/~4/I5V9CVevTTA" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[A guerra reduz seu c&eacute;rebro]]></title>
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      <author>
	  <name><![CDATA[Marcus Vinicius Alves, CogPsi]]></name>
	</author>
   <updated>2012-05-21T17:55:11Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">Que a guerra não é algo muito bom qualquer um poderia dizer, com exceção de alguns políticos inescrupulosos - que lucram com elas - e grandes empresas que se sustentam do lucrativo mercado bélico. Que a violência tende a ser relacionada com desinteligência também não é algo novo, normalmente esse é até o argumento usado para tentar explicar atos agressivos por parte do senso comum. Embora existam esses pontos não sejam novos,&amp;nbsp;resultados preliminares de um estudo parecem corroborar com esses dois argumentos. Os resultados indicam que soldados que combateram na Guerra do Golfo Pérsico e que apresentaram múltiplos sintomas negativos relacionados com a saúde tiveram uma redução do volume de duas áreas cerebrais relacionadas com a memória e a aprendizagem.Neste estudo, os pesquisadores dividiram os veteranos de guerra em dois grupos por presença de sintomas – baixo e alto – baseado nos resultados de avaliação da saúde respondidos por eles após o retorno da guerra. Depois disso os pesquisadores classificaram os sintomas apresentados pelos soldados em vinte possíveis (incluindo esquecimento, dor de cabeça, fadiga, náusea, pele irritada e dores nas juntas), onde normalmente eram apresentados apenas cinco. O grupo experimental, com alta incidência de sintomas apresentava mais de cinco entre os vinte, e o grupo de baixa incidência apresentava menos de cinco sintomas.Com técnicas de neuroimagem, os pesquisadores descobriram que os veteranos que apresentavam mais de cinco sintomas possuíam uma série de discrepâncias nas áreas cerebrais, principalmente no volume de duas diferentes áreas, sendo elas o córtex e o giro do cíngulo anterior e rostral (este, por sinal, muito relacionado com analgesia por placebo).Após a realização de uma bateria de testes de memória e atenção, os pesquisadores encontraram que o grupo com alto índice de sintomas obteve um desempenho pior na avaliação.&amp;nbsp;Ainda é cedo para dizer que esses sintomas – e mesmo a redução das áreas cerebrais – estão relacionadas com a chamada “Síndrome da Guerra do Golfo”, doença relacionada com o enfraquecimento do sistema imunológico, mas ao menos uma conclusão é possível (mesmo que sirva só para terminar esse texto com uma afirmação humanista): guerra emburrece.Lundberg, D. (1984). The American Literature of War: The Civil War, World War I, and World War II American Quarterly, 36 (3) DOI: 10.2307/2712739Odegard, T., Cooper, C., Farris, E., Arduengo, J., Bartlett, J., &amp;amp; Haley, R. (2012). Memory impairment exhibited by veterans with Gulf War Illness Neurocase, 1-12 DOI: 10.1080/13554794.2012.667126...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Lundberg, D. (1984) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.2307/2712739" class="blue"&gt;The American Literature of War: The Civil War, World War I, and World War II&lt;/a&gt;. American Quarterly, 36(3), 373. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.2307/2712739" class="blue"&gt;10.2307/2712739&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.2307/2712739"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.2307/2712739"&gt;The American Literature of War: The Civil War, World War I, and World War II&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingSocialSciencePortuguese/~4/88F8FPI5-ok" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[&quot;Disseram-lhe, pois: Que sinal, pois, fazes tu, para que o vejamos, e creiamos em ti? Que operas tu?&quot; Jo 6:30]]></title>
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	  <name><![CDATA[none, Teotomia]]></name>
	</author>
   <updated>2012-05-09T02:46:00Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">Um caráter distintivo de muitos grupos religiosos (embora não apenas religiosos) são seus símbolos. Michael J. Dotson e Eva M. Hyatt, mercadólogos da Appalachian State University, testaram a influência do uso de símbolos religiosos como pistas periféricas em peças publicitárias.O modelo de probabilidade de elaboração&amp;nbsp;de Petty e Cacioppo prevê duas rotas de análise de informações persuasivas: a rota central, na qual as informações são processadas de modo lógico e direto, e a rota periférica, na qual informações superficiais como cores, presença de personalidades, fundos musicais acionam ideias preexistentes e emoções. A primeira rota é mais provavelmente acionada em situação na qual o receptor está altamente motivado para considerar informações relevantes ao tema e as circunstâncias são de alto envolvimento; se a situação é de um receptor pouco motivado e em circunstâncias de baixo envolvimento, espera-se a atuação da segunda rota. (No entanto, não são duas rotas mutuamente excludentes e espera-se uma variação contínua entre os dois extremos.)Dotson e Hyatt apresentaram quatro situações distintas, uma para cada um dos quatro grupos de indivíduos estudados (todos cristãos): peças publicitárias com argumentos fortes com e sem símbolo (cruz cristã) e peças com argumentos fracos com e sem símbolo. Indivíduos que não tinham muito envolvimento com o tipo de produto anunciado (seguro para animais de estimação) e apresentavam alto dogmatismo religioso apresentaram uma visão mais negativa e menor interesse na aquisição do produto quando a peça exibia a cruz; indivíduos com alto dogmatismo religioso com interesse no produto, no entanto, tiveram seu interesse ligeiramente aumentado com peças publicitárias que exibiam a cruz.EstudoPré-teste: Usando o protocolo de&amp;nbsp;Zaichkowsky (20 itens de escala de 7 pontos para adjetivos bipolares pra medição de envolvimento), chegou-se ao tema das peças publicitárias - seguro para animais de estimação: que exibia um forte padrão bimodal de envolvimento dos sujeitos analisados nesta fase (hipotetiza-se que o padrão se refira a guarda ou não de animais de estimação). Analisaram-se também a força/fraqueza de 12 argumentos para a aquisição do produto - 6 criados para serem considerados fortes e 6 para serem considerados fracos - por meio de escala de 7 pontos de fraco a forte: os três argumentos mais fortes e os três mais fracos foram usados para confeccionar as peças publicitárias.As peças apresentavam um cão em frente a uma lareira. Em algumas, foi colocada uma cruz sobre o lintel. Elas foram testadas junto a um conjunto de peças publicitárias reais para se verificar se eram tomadas como peças genuínas.Teste:&amp;nbsp;368 alunos de graduação (47% mulheres; 53% homens) em classes de 25 a 60 pessoas viram um de quatro tipos de peças - argumentos fracos sem cruz (I), argumentos fracos com cruz (II), argumentos fortes sem cruz (III) e argumentos fortes com cruz (IV). Cada peça foi exibida em meio a diapositivos de um total de 10 peças publicitárias. Cada slide foi exibido durante 15 segundos em um total de dois ciclos de exibição.Após verem as peças, responderam a um questionário com 21 itens de escala Likert de 5 pontos para avaliar o dogmatismo religioso segundo protocolo Fagan &amp;amp; Breed 1970; e a escala de Zaichkowsky para o envolvimento com três tipos de produtos (um dos quais o de teste). Foram medidas a capacidades dos sujeitos de se lembrarem e de reconhecerem as categorias e marcas dos produtos, bem como o grau de lembrança de características dos produtos das três peças selecionadas. Para essas peças mediram-se a atitude (4 itens em escala Likert de 5 pontos) e atenção&amp;nbsp;em relação às peças, atitude em relação à marca (3 itens em escala Likert de 5 pontos, 4 itens em escala de diferenciação semântica e medida de razão) e a intenção de compra (2 itens em escala Likert de 5 pontos).Descartaram-se da análise os dados de 27 indivíduos que se declararam não-cristãos. Todos os indivíduos expostos às peças com as cruzes notaram sua presença conforme medição de lembrança em pergunta aberta e sem auxílio. Os resultados em relação às hipóteses da ELM testadas foram:H1 "Sujeitos altamente dogmáticos prestam mais atenção às peças com cruz"&amp;nbsp;rejeitado.H2 "Sujeitos altamente dogmáticos têm atitude mais favorável às peças com cruz" rejeitado.H3 "Sujeitos altamente envolvidos têm atitude mais favorável às peças que sujeitos com baixo envolvimento" (p &amp;lt; 0,001)&amp;nbsp;aceitoH4a "Sujeitos altamente envolvidos têm atitude mais favorável à marca quando expostos às peças com argumentos fortes"&amp;nbsp;(p &amp;lt; 0,001)&amp;nbsp;aceitoH4b "Sujeitos com baixo envolvimento e altamente dogmáticos têm atitude mais favorável à marca quando expostos às peças com cruz" rejeitado -&amp;gt; têm atitude menos favorável (p &amp;lt; 0,05)H5a "Sujeitos altamente envolvidos têm maior intenção de compra do produto quando expostos às peças com argumentos fortes"&amp;nbsp;(p &amp;lt; 0,001)&amp;nbsp;aceitoH5b "Sujeitos com baixo envolvimento e altamente dogmáticos têm maior intenção de compra do produto quando expostos às peças com cruz"&amp;nbsp;rejeitado -&amp;gt; têm menor intenção de compra&amp;nbsp;(p &amp;lt; 0,001)Para indivíduos altamente envolvidos e altamente dogmáticos, encontrou-se também um efeito marginalmente significativo (p = 0,065) da combinação de argumentos fortes com a presença da cruz.--------------LimitaçõesO tamanho amostral para cada grupo: cerca de 82 indivíduos, é razoável; porém trata-se de uma população restrita (alunos de graduação de publicidade da&amp;nbsp;Appalachian State University). 92,7% dos alunos se declararam cristãos, maior do que a média americana: 78% se declaram cristãos. Mesmo se restringindo somente à população cristã, há de se considerar eventualmente outros fatores que possam interferir na extrapolação dos resultados - o tipo de produto, o modo de exposição, tendências políticas, faixa socioeconômica, etc.De todo modo, faz pensar no efeito e no modo de influência dos símbolos religiosos em outras situações: como a exposição de crucifixos nos tribunais brasileiros. Não estarão a afetar os julgamentos?ReferênciaDotson, M.J., &amp;amp; Hyatt, E.M. 2000. Religious Symbols as Peripheral Cues in Advertising: A Replication of the Elaboration Likelihood Model Journal of Business Research, 48, 63-68 : 10.1016/S0148-2963(98)00076-9...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Dotson, M.J., &amp; Hyatt, E.M. (2000) Religious Symbols as Peripheral Cues in
Advertising: A Replication of the
Elaboration Likelihood Model. Journal of Business Research, 63-68. info:/10.1016/S0148-2963(98)00076-9    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingSocialSciencePortuguese/~4/r2dcS0GvZ2o" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[A vis&atilde;o e imagina&ccedil;&atilde;o no planejamento da aposentadoria]]></title>
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	  <name><![CDATA[Daniel M Barros, Psiquiatria e Sociedade]]></name>
	</author>
   <updated>2012-03-14T17:10:58Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">Olha que boa not&amp;iacute;cia: voc&amp;ecirc; ganhou R$ 1.000,00. N&amp;atilde;o estava esperando esse dinheiro, n&amp;atilde;o &amp;eacute;? Ent&amp;atilde;o pense como pretende dividi-lo &amp;ndash; temos quatro op&amp;ccedil;&amp;otilde;es: 1) Comprar um presente bonito para uma algu&amp;eacute;m especial; 2) Investir numa previd&amp;ecirc;ncia privada; 3) Fazer algo divertido e extravagante; 4) Colocar na conta corrente. Mas antes, pense em voc&amp;ecirc; mesmo com 70 anos. Imagine os cabelos brancos, a pele enrugada, as m&amp;atilde;os menos firmes. Muda alguma coisa? ...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Hershfield, H., Goldstein, D., Sharpe, W., Fox, J., Yeykelis, L., Carstensen, L., &amp; Bailenson, J. (2011) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1509/jmkr.48.SPL.S23" class="blue"&gt;Increasing Saving Behavior Through Age-Progressed Renderings of the Future Self&lt;/a&gt;. Journal of Marketing Research, 48(SPL). DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1509/jmkr.48.SPL.S23" class="blue"&gt;10.1509/jmkr.48.SPL.S23&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1509/jmkr.48.SPL.S23"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1509/jmkr.48.SPL.S23"&gt;Increasing Saving Behavior Through Age-Progressed Renderings of the Future Self&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingSocialSciencePortuguese/~4/s_z5W0KGd-s" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Confus&atilde;o no Carnaval e a psicologia das massas]]></title>
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      <author>
	  <name><![CDATA[Daniel M Barros, Psiquiatria e Sociedade]]></name>
	</author>
   <updated>2012-02-22T07:53:27Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">Que as escolas de samba se movem perigosamente pr&amp;oacute;ximas a uma &amp;aacute;rea de sombras, interagindo com grupos historicamente violentos como as torcidas organizadas, &amp;eacute; senso comum. Embora tal fato n&amp;atilde;o seja a causa dos tumultos ocorridos durante a apura&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos desfiles paulistanos, essa vizinhan&amp;ccedil;a pode ter potencializado o desdobrar dos acontecimentos....&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Drury, J., &amp; Stott, C. (2011) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1080/21582041.2011.625626" class="blue"&gt;Contextualising the crowd in contemporary social science&lt;/a&gt;. Contemporary Social Science, 6(3), 275-288. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1080/21582041.2011.625626" class="blue"&gt;10.1080/21582041.2011.625626&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1080/21582041.2011.625626"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1080/21582041.2011.625626"&gt;Contextualising the crowd in contemporary social science&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingSocialSciencePortuguese/~4/JBGSdahIIuM" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[It&#039;s alive, it&#039;s alive! 2]]></title>
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      <author>
	  <name><![CDATA[none, Gene Repórter]]></name>
	</author>
   <updated>2012-01-11T14:49:00Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">O espinhoso e tortuoso tema da definição de 'vida' já foi abordado antes neste blogue. Volto ao tema por causa da postagem de Carl Zimmer.Por meio dela fiquei sabendo do artigo de Edward Trifonov, biólogo molecular da Universidade de Haifa, Israel, e Masaryk, República Tcheca, publicado em outubro do ano passado.  Ele juntou duas compilações anteriores de definições de vida, eliminou as repetições e, a partir, delas criou uma lista de frequência de palavras utilizadas (eliminando artigos, preposições e outros conectores). A seguir, agrupou essas palavras por proximidade semântica (p.e. na categoria LIFE, inclui, além de 'life', 'living', 'alive', 'being', 'biological'...) no que ele chamou de 'definientia', termos definidores - nove no total: 'life', 'system', 'matter', 'chemical', 'complexity', 'reproduction', 'evolution', 'environment', 'energy' e 'ability'.Trifonov considerou, então, que vários termos implicitamente inclui a ação de outros, como 'metabolism' implica 'energy' e 'matter', que implica em um 'environment'. Para ele, apenas dois termos são independentes: 'reproduction' e 'evolution'. Assim chegou ao conjunto mínimo de termos para uma definição concisa e abrangente: 'Life is self-reproduction with variations'. ['Vida é autorreplicação com variações.']O artigo mexeu com a comunidade de leitores da publicação. O que levou os editores a dedicarem a edição de fevereiro deste ano ao tema. Dos 34 textos, 21 são sobre a definição proposta: um editorial, 19 artigos comentando o trabalho de Trifonov e um artigo de resposta do próprio Trifonov.Falhas e limitações da metodologia empregada, claro, são apontadas. Radu Popa, biólogo da Universidade Estadual de Portland, autor de uma das compilações em que se baseou o trabalho de Trifonov, diz que o processo de análise de frequência de palavras para medir a importância do termo aplica-se melhor a campos em que a pesquisa básica já está praticamente completa e consolidada, além disso, o método acaba sendo uma aferição de popularidade dentro de uma comunidade científica e, diz Popa, "if we promote a scientific model based on popularity, then Alfred Wegener was correctly ignored in 1912, when he promoted the concept of continental drift". ["se formos promover um modelo científico baseado na popularidade, então Alfred Wegner foi corretamente ignorado em 1912, quando ele promovia o conceito de deriva continental".] E, no campo da definição de vida, Popa cita o trabalho de Victor Kunin (do Instituto Europeu de Bioinformática) que propõe o início da vida como uma simbiose entre duas redes moleculares (de proteínas polimerase de ARN cooperando com ARNs que codificavam as polimerases proteicas): é uma visão ainda pouco citada entre os modelos de origem da vida e ficaria fora do radar da análise de frequência de palavras.ReferênciasPopa, B. (2012). Merits and Caveats of Using A Vocabulary Approach to Define Life  Journal of Biomolecular Structure &amp;amp; Dynamics, 29(4), 607-608Trifonov, E.N. (2011). Vocabulary of Deﬁnitions of Life Suggests a Definition Journal of Biomolecular Structure &amp;amp; Dynamics, 29 (2), 259-266...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Edward N. Trifonov. (2011) Vocabulary of Deﬁnitions of Life Suggests a Definition. Journal of Biomolecular Structure , 29(2), 259-266. info:/    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingSocialSciencePortuguese/~4/n_OPj1FFLuM" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Crack e as met&aacute;foras &ndash; epidemia ou n&atilde;o epidemia?]]></title>
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      <author>
	  <name><![CDATA[Daniel M Barros, Psiquiatria e Sociedade]]></name>
	</author>
   <updated>2011-12-13T16:40:32Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">Pol&amp;ecirc;mica: &amp;eacute; certo permitir a interna&amp;ccedil;&amp;atilde;o compuls&amp;oacute;ria dos usu&amp;aacute;rios de crack? Ok, &amp;eacute; um assunto pol&amp;ecirc;mico. Mas j&amp;aacute; falei dele antes (aqui), e acho que h&amp;aacute; outro debate importante nessa quest&amp;atilde;o para a qual n&amp;atilde;o se deu at&amp;eacute; agora a devida import&amp;acirc;ncia: afinal, o crack &amp;eacute; ou n&amp;atilde;o uma epidemia?
Enquanto Paulina Duarte, ...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Thibodeau, P., &amp; Boroditsky, L. (2011) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1371/journal.pone.0016782" class="blue"&gt;Metaphors We Think With: The Role of Metaphor in Reasoning&lt;/a&gt;. PLoS ONE, 6(2). DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1371/journal.pone.0016782" class="blue"&gt;10.1371/journal.pone.0016782&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1371/journal.pone.0016782"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1371/journal.pone.0016782"&gt;Metaphors We Think With: The Role of Metaphor in Reasoning&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingSocialSciencePortuguese/~4/-n71_BQdiU8" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Pelas costas do chefe &ndash; flexibiliza&ccedil;&atilde;o do hor&aacute;rio de trabalho e bem estar]]></title>
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      <author>
	  <name><![CDATA[Daniel M Barros, Psiquiatria e Sociedade]]></name>
	</author>
   <updated>2011-12-07T09:18:31Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">Sempre que voc&amp;ecirc; entra numa livraria sofre o ataque de uma onda de livros que pulam diante dos seus olhos, exibindo-se como &amp;ldquo;Livros Que, Se Voc&amp;ecirc; Tivesse Mais Vidas Para Viver, Certamente Leria De Boa Vontade&amp;rdquo;; &amp;ldquo;Livros Que Tem A Inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o De Ler Mas Antes Deve Ler Outros&amp;rdquo;; &amp;ldquo;Livros Caros Que Podem Esperar Para Ser Comprados Quando Forem Revendidos Pela Metade do Pre&amp;ccedil;o&amp;rdquo;; &amp;ldquo;Livros Que Todo Mundo Leu E &amp;Eacute; Como Se Voc&amp;ecirc; Tamb&amp;eacute;m Os Tivesse Lido&amp;rdquo;; e assim por diante. Essa descri&amp;ccedil;&amp;atilde;o perfeita, que figura na introdu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do romance &amp;ldquo;Se um viajante numa noite de inverno&amp;rdquo;, do escritor &amp;Iacute;talo Calvino, &amp;eacute; seguida por uma ainda melhor, do sujeito lendo o livro no meio do trabalho: &amp;ldquo;isso n&amp;atilde;o lhe parece uma falta de respeito? De respeito, entenda bem, n&amp;atilde;o para com o trabalho (ningu&amp;eacute;m pretende julgar seu rendimento profissional; vamos pressupor que suas tarefas sejam regularmente inseridas no sistema das atividades improdutivas que ocupam boa parte da economia nacional e mundial) mas para com o livro&amp;rdquo;....&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Moen, P., Kelly, E., Tranby, E., &amp; Huang, Q. (2011) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1177/0022146511418979" class="blue"&gt;Changing Work, Changing Health: Can Real Work-Time Flexibility Promote Health Behaviors and Well-Being?&lt;/a&gt;. Journal of Health and Social Behavior, 52(4), 404-429. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1177/0022146511418979" class="blue"&gt;10.1177/0022146511418979&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1177/0022146511418979"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1177/0022146511418979"&gt;Changing Work, Changing Health: Can Real Work-Time Flexibility Promote Health Behaviors and Well-Being?&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingSocialSciencePortuguese/~4/84AbZK_mMiE" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Especulando: E se o processo de submiss&atilde;o de artigos &agrave;s revistas fosse unificado?]]></title>
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      <author>
	  <name><![CDATA[none, Gene Repórter]]></name>
	</author>
   <updated>2011-12-03T10:46:50Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">Conversando com a Lucia Malla e Carlos Hotta pelo twitter a respeito da submissão e análise de artigos científicos pensei em modo de racionalizar um pouco esse trabalho.Na verdade é algo bastante improvável de ser posto em prática, daí ser mais especulação do que propriamente uma proposta.Embora as ferramentas online tenham barateado em muito o processo - eliminando os custos de postagens de toda a papelada - e programas de gerenciamento (também online) de submissão e análise ajudem em muito a tarefa do editor em organizar tudo isso, o fator tempo ainda não foi de todo eliminado.Os revisores precisam ler o artigo com cuidado, consultar a bibliografia, eventualmente refazer as contas e tudo isso enquanto ele mesmo tem que cuidar de seus afazeres: pesquisar, atender seus alunos de iniciação e pós-graduação, participar de congressos, preparar e ministrar aulas, escrever projetos, preencher pedidos de bolsas e de financiamento, participar de congressos e conselhos, etc., etc. (sem falar da própria vida pessoal). Pode levar alguns meses entre indas e vindas de versões do artigo até a resposta final: rejeição ou aceite.No caso de aceite, ótimo, hora de estourar a champanha. Caso o artigo seja rejeitado - depois de corrigir os problemas apontados -, os autores precisam buscar outro periódico e haverá a repetição de  todas as etapas. A taxa de rejeição de revistas consideradas de primeira linha é de 90 a 95% dos artigos submetidos. Mas muitos são rejeitados antes mesmo de serem levados à revisão pelos pares: pode ser por inadequação temática ou até mesmo por não estar na formatação correta ou estourar o limite de tamanho.Com uma taxa de rejeição de 90%, um artigo, em média, receberia cerca de 10 rejeições antes de ser aceito. Com uma taxa de 70%, cerca de 3 rejeições. Mesmo uma taxa de 45% (a menor analisada por Björk &amp;amp; Holmström 2006), levaria a uma média de 1,8 rejeição por artigo antes de ser aceito. Na edição da Nature de 01/dez/2011, a média do tempo entre a submissão e o aceite dos artigos publicados foi de 207±105 dias - na análise de Björk &amp;amp; Holmström 2006, o atraso de publicação variou de 7,6 a 21,8 meses.Por outro lado, com boa razão, a submissão simultânea do mesmo artigo a mais de uma revista é considerada uma prática condenável. Isso pode levar à multiplicação da publicação de um mesmo artigo, além de levar a trabalhos desnecessários de revisão.O que pensei foi em um sistema unificado de submissão e avaliação. Os autores enviariam o artigo uma única vez. Assinalando em quais revistas gostaria de publicar bem como a ordem de preferência entre elas. O artigo seria analisado por uma única banca de revisores. Os editores das revistas assinaladas teriam acesso aos relatórios dos revisores e atribuiriam uma nota ao artigo indicando o quão adequado ele é à sua publicação. As notas dos editores seriam ponderadas de acordo com a ordem de preferência dos autores, a maior nota ponderada seria então da revista na qual o artigo seria publicado.Naturalmente, para evitar conflitos, as notas do editores e a ordem de preferência dos autores seriam sigilosas.Não é um sistema imune a falhas, claro. Talvez um ponto de discórdia possível seria quanto à escolha dos revisores que satisfizesse a todos os editores. Outro ponto que geraria problemas é em relação ao tamanho dos artigos. Mas autores e editores sempre poderiam optar por uma revisão em separado - voltando ao sistema atual.A Figura 1 é adaptada de Björk &amp;amp; Holmström 2006, mostrando os aspectos que os autores devem considerar na hora de escolher uma revista para a submissão. Em amarelo, destaco os itens que seriam eliminados em um sistema unificado.Figura 1. Fatores de decisão para escolha de publicação para submissão de artigo científico.ReferênciaBjörk, B., &amp;amp; Holmström, J. (2006). Benchmarking scientific journals from the submitting author's viewpoint. Learned Publishing, 19 (2), 147-155 DOI: 10.1087/095315106776387002...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Björk, B., &amp; Holmström, J. (2006) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1087/095315106776387002" class="blue"&gt;Benchmarking scientific journals from the submitting author's viewpoint&lt;/a&gt;. Learned Publishing, 19(2), 147-155. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1087/095315106776387002" class="blue"&gt;10.1087/095315106776387002&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1087/095315106776387002"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1087/095315106776387002"&gt;Benchmarking scientific journals from the submitting author's viewpoint&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingSocialSciencePortuguese/~4/F0RVxD1mWI4" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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   <title type="html"><![CDATA[Lula e Sans&atilde;o &ndash; for&ccedil;a e fraqueza na sociologia do cabelo ]]></title>
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      <author>
	  <name><![CDATA[Daniel M Barrps, Psiquiatria e Sociedade]]></name>
	</author>
   <updated>2011-11-18T19:10:11Z</updated>
   <!-- 2003-12-13T18:30:02Z -->
   <summary type="html">Achei comovente a foto do Lula careca e sem barba, junto a sua esposa. Havendo ou n&amp;atilde;o c&amp;aacute;lculo pol&amp;iacute;tico por tr&amp;aacute;s da cena, ela &amp;eacute; corajosa por expor uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de grande fragilidade pessoal.
Os pelos corporais s&amp;atilde;o parte da nossa imagem, por isso mudan&amp;ccedil;as radicais no cabelo, barba etc., sobretudo quando ocorrem no contexto do adoecimento, podem ser bastante traum&amp;aacute;ticas. No caso espec&amp;iacute;fico da perda de cabelos por conta do tratamento de c&amp;acirc;ncer existem ainda implica&amp;ccedil;&amp;otilde;es mais profundas: comparando as consequ&amp;ecirc;ncias emocionais 
...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="background-color: #eee; padding: 6px; font-size: 11px;"&gt;

	    &lt;p&gt;
    Hilton, S., Hunt, K., Emslie, C., Salinas, M., &amp; Ziebland, S. (2008) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.1002/pon.1272" class="blue"&gt;Have men been overlooked? A comparison of young men and women's experiences of chemotherapy-induced alopecia&lt;/a&gt;. Psycho-Oncology, 17(6), 577-583. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.1002/pon.1272" class="blue"&gt;10.1002/pon.1272&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.1002/pon.1272"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.1002/pon.1272"&gt;Have men been overlooked? A comparison of young men and women's experiences of chemotherapy-induced alopecia&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;

	    &lt;p&gt;
    Synnott, A. (1987) &lt;a href="http://dx.doi.org/10.2307/590695" class="blue"&gt;Shame and Glory: A Sociology of Hair&lt;/a&gt;. The British Journal of Sociology, 38(3), 381. DOI:&amp;nbsp;&lt;a href="http://dx.doi.org/10.2307/590695" class="blue"&gt;10.2307/590695&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;script src="http://pubget.com/widgetizer/link_js?doi=10.2307/590695"&gt;&lt;/script&gt;&lt;noscript&gt;&lt;a href="http://pubget.com/doi/10.2307/590695"&gt;Shame and Glory: A Sociology of Hair&lt;/a&gt;&lt;/noscript&gt;    &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ResearchBloggingSocialSciencePortuguese/~4/NWO6aJ-cazU" height="1" width="1"/&gt;</summary>
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