<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="no"?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><rss xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" version="2.0"><channel><title>Direito Autoral e Marcas</title><description></description><managingEditor>noreply@blogger.com (Ricardo Cortines Laxe)</managingEditor><pubDate>Fri, 25 Oct 2024 09:14:28 -0300</pubDate><generator>Blogger http://www.blogger.com</generator><openSearch:totalResults xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">20</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">25</openSearch:itemsPerPage><link>http://ricardocortines.blogspot.com/</link><language>en-us</language><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle/><itunes:category text="Business"><itunes:category text="Business News"/></itunes:category><itunes:owner><itunes:email>noreply@blogger.com</itunes:email></itunes:owner><item><title>JURISPRUDÊNCIAS - DIREITOS AUTORAIS</title><link>http://ricardocortines.blogspot.com/2012/09/jurisprudencias.html</link><author>noreply@blogger.com (Ricardo Cortines Laxe)</author><pubDate>Tue, 18 Sep 2012 09:07:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6498082124855532193.post-9145961801810295687</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="texto_direita"&gt;
&lt;b&gt;Responsabilidade Civil&lt;/b&gt;&amp;nbsp;-Dano moral - Indenização - Publicação de fotografia e matéria ofensiva à integridade moral – Culpa configurada – Ressarcimento que independe dos reflexos patrimoniais – Fixação do quantum com base nos arts. 51 e 52 da Lei 5.250/67 (TJSP, in RT 618/69)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="texto_direita"&gt;
&lt;b&gt;Crime contra a propriedade imaterial&amp;nbsp;&lt;/b&gt;- Violação de direito autoral - Reprodução, para fins de comércio, de fitas de video cassete sem autorização do órgão competente - Conduta enquadrável, em tese, no parágrafo 1º do art.184 do CP - Hipótese, portanto , de ação penal pública incondicionada - Busca e apreensão das fitas determinada pela autoridade policial ao instaurar o inquérito - Admissiblidade - Inaplicabilidade do art 527 do CPP - Aplicação dos art. 186, parte final , do CP e 240, parágrafo 1º do Código adjetivo. (Riic. 71941-3, Min. Renato Talll., j. 28.11.88)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="texto_direita"&gt;
&lt;b&gt;Direito autoral&amp;nbsp;&lt;/b&gt;- Indenização - Plágio - Não caracterização - Contrato para ilustração de obra, publicada em sete volumes - Interrupção , todavia, do trabalho do autor, com contratação de outro profissional - Necessidade de se manter o estilo das ilustrações iniciais, por imposição da própria obra - Estilo imitado, que não é o mesmo que imitação de obra alheia, nem apropriação desta - Ressarcimento procedente, porém, dada a participação na planificação da obra é na sua produção visual como um todo - Voto parcialmente vencido - Acórdão que, por maioria de votos, reconhece já ter havido remuneração pela parte patrimonial, restando apenas prejuízos morais.&lt;br /&gt;
(AC 106125/1, Min. Toledo Cesar, j. 18.4.89)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="texto_direita"&gt;
&lt;b&gt;Direito autoral&amp;nbsp;&lt;/b&gt;- Indenização - Fitas piratas - Reprodução fraudulenta de vídeo fonogramas - Procedência - Irrelevância quanto aos fins não lucrativo do vídeo clube - Pirataria caracterizada pela simples circulação de fitas não originais, ainda que disfarçada de locação ou cessão, mediante pagamento de taxa - Ilicitude, ademais, decorrente de mera afirmação de inexistência de autorização para reprodução das obras - Recurso provido- Declaração de votos vencedores.&lt;br /&gt;
(AC 116345/1, Min. Luiz de Azevedo, j. 13.2.90)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="texto_direita"&gt;
&lt;b&gt;Direito autoral&amp;nbsp;&lt;/b&gt;- Uso indevido de obra artística - Falta de interesse processual por falta de registro de desenho industrial não caracterizado - Pedido que não foi formulado com base no CPI mas, sim, na LFED. 5.988/73 que regula os direitos autorais e dispensa o registro - Obra artistíca e desenho industrial que são domínios diversos - Proteção que se exerce em campos diferentes sem incompatibilidades - Carência afastada - RP.&lt;br /&gt;
(AC 121696/1, Min. Luis de Macedo, j. 16.8.90)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="texto_direita"&gt;
&lt;b&gt;Direito autoral&amp;nbsp;&lt;/b&gt;- Recolhimento de percentual sobre a receita bruta da bilheteria em espetáculos musicais - Competência do ECAD (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) - Adm. - Percentuais estipulados por tabelamento editado pela Ré, que goza da presunção de legitimidade por ser órgão autorizado pelo conselho nacional de direito autoral e pelo Mec - Recurso não provido.&lt;br /&gt;
(AC 131093/1, Min. Luiz de Azevedo, j. 26.2.91)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="texto_direita"&gt;
&lt;b&gt;Direito autoral&lt;/b&gt;&amp;nbsp;- Indenização - Uso de obra sem permissão dos direitos autorais - Hipótese em que a autorização para reproduzir obra de arte plástica, por qualquer processo , deve constar de documento e se presume onerosa - Incidência dos arts. 80e 81 da LF 5988/73 - Indenização devida - Recursos parcialmente providos.&lt;br /&gt;
(AC 129584/1, Min. Luiz de Azevedo, j.28.2.91)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="texto_direita"&gt;
&lt;b&gt;Crime contra a propriedade imaterial&amp;nbsp;&lt;/b&gt;- Violação de direito autoral - Busca e Apreensão - Legitimidade "ad causam" - Propositura por associação na defesa de associados - Legitimação extraordinária assegurada pelos arts. 103 e 104 da lei 5.988/73 e 5º , XXXVIII, "b" da CF - Desnecessidade, uma vez agindo em nome próprio, de nomear as vítimas ou fazer prova da violação, muito menos provar o direito de ação , por se tratar d e delito perseguível por ação pública ( arts. 184, Paragr. 1º e 186 do CP).&lt;br /&gt;
(MS 103.396-3 Min. Dante Busana ,j. 4.3.91).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="texto_direita"&gt;
&lt;b&gt;Direito autoral - "software"&lt;/b&gt;&amp;nbsp;- Registro na secretária especial de informática (SEI) - Hipótese de registro não constitutivo de direito autoral - Eficácia, tão-somente, declarativa, não induzindo reconhecimento de domínio, oponível com relação a terceiros - Impossibilidade de se postular a abstenção do uso do programa de computador pela ré - Negado provimento aos recursos.&lt;br /&gt;
(AC 155952/1, Min. P. Costa Neto, j. 23.4.92)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="texto_direita"&gt;
&lt;b&gt;Direito autoral&amp;nbsp;&lt;/b&gt;- Desenho - Utilização em cartaz de banco, que teve benefícios com sua veiculação, eis que indicava seu nome bem como a da autora do desenho - Verba devida - RNP.&lt;br /&gt;
(AC 172523/1, Min. Costa de Oliveira, v.u., j.7.8.92)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="texto_direita"&gt;
&lt;b&gt;Direito autoral&amp;nbsp;&lt;/b&gt;- Suspensão de programas de televisão e de rádio. A alegação de plágio e violação de direito autoral deve ser examinada em profundidade, para comparação e análise das obras em confronto, não sendo prudente concessão de liminares que importem em reconhecimento prévio de direito em tal situação.&lt;br /&gt;
(Agravo de Instrumento 1195/95 07/04/95 fls. 5132/5133 - 3ª Câmara Cível TJRJ Des. Ferreira Pinto )&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="texto_direita"&gt;
&lt;b&gt;AÇÃO CAUTELAR - DIREITO AUTORAL&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Programa de televisão denominado "Você Decide" que se pretende seja plágio de outro, registrado na Biblioteca Nacional, sob o título de "O Povo é o Juiz". O direito autoral não protege idéias simples, comuns, mas, sim, a sua exteriorização concreta original, artística e perceptível aos sentidos do homem.&lt;br /&gt;
Ausência dos requisitos que legitimam a concessão de liminar, ela foi indeferida.&lt;br /&gt;
Sentença monocrática antecipada de improcedência do pedido. Apelação da Autora, com preliminar de cerceio de defesa. Rejeição da preliminar.&lt;br /&gt;
Desprovimento do recurso.&lt;br /&gt;
Partes : Marizete Kuhm e TV Globo Ltda.&lt;br /&gt;
(Apelação Cível 5731/95 04/06/96 - 6ª Câmara Cível TJRJ unânime Des. Rel. Itamar Barballo julgamento 17/04/96)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="texto_direita"&gt;
&lt;b&gt;Direito autoral&lt;/b&gt;&amp;nbsp;- Comercialização de fita de vídeo, de show em homenDireito autoral -agem a compositor e intérprete de MPB, sem a sua autorização. Violação de direito autoral. INDENIZAÇÃO.&lt;br /&gt;
Configurada a violação de direito autoral, respondem os transgressores pela edição e comercialização indevidas.&lt;br /&gt;
Contudo, tendo em vista que a comercialização foi restrita, pois que não ocorreu distribuição das fitas aos pontos de venda, a indenização deverá ser arbitrada sem consideração do disposto no parágrafo único do art. 122 da Lei 5988/73.&lt;br /&gt;
Provimento parcial.&lt;br /&gt;
(Apelação Cível nº 7649/96 23/05/97 fla. 14353/14357 5ª Câmara Cível TJRJ Des. Rel. Carlos Ferrari )&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="texto_direita"&gt;
&lt;b&gt;Direito autoral&lt;/b&gt;&amp;nbsp;- Diretor Assistente. Lei nº 5988. Venda da novela da qual foi Diretor Assistente ao exterior. Direito à remuneração, nos exatos limites do contrato assinado com a emissora televisiva. Impossibilidade de dano moral, nos termos em que se pretende.&lt;br /&gt;
1. ................&lt;br /&gt;
2. Exclui-se o dano moral por inadmissível. Como é sabido, o dano moral, decorre de dor física ou moral, injustamente sofrida, de vexame suportado, de ofensa à honra, enfim, de situações que conduzem a abatimento e a prostração moral do indivíduo. O simples descumprimento de um contrato de locação não pode gerar condenação em dano moral.&lt;br /&gt;
Apelo parcialmente provido.&lt;br /&gt;
(Apelação Cível nº 5547/95 13/10/97 fls. 31085/093 3ª Câmara Cível TJRJ Des. Rel. Gustavo Kuhl Leite )&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="texto_direita"&gt;
&lt;b&gt;Direito Autoral&amp;nbsp;&lt;/b&gt;- Edição não autorizada - Critério indenizatório&lt;br /&gt;
"Não comportando se adotar para a edição desautorizada o mesmo critério remuneratório antes negociado pelas partes para a edição legítima, é de rigor mandar para arbitramento o levantamento da indenização devida ao lesado, observada a diretriz de não permitir ao infrator qualquer margem de lucro com a edição pirata". (Apelação Cível nº 3083/90 do TJRJ)&lt;/div&gt;
&lt;div class="texto_direita"&gt;
Direito de autor. Publicação de fotografia em revista sem autorização e crédito do nome do fotógrafo. Comprovada a autoria da obra. Dever de indenizar daquele que dela se utilizou desautorizadamente. Danos patrimoniais e morais reconhecidos, equivalendo os últimos ao dobro do valor encontrado para os primeiros. Inteligência do artigo 920 do Código Civil. Recurso do autor parcialmente provido, com observação relacionada à apuração do quantum devido em liquidação futura. Improvido o recurso da ré. (Apelação Cível nº 243.085-1/3, 10ª Câmara de Férias "A" de Direito Privado do TJSP, Rel. Des. Roberto Stucchi)&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="texto_direita"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="text-decoration: underline;"&gt;SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="text-decoration: underline;"&gt;STF000007965 DOCUMENTO 14 DE 75.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
Origem: Tribunal: STF Acordão Decisão 21.06.1954.&lt;br /&gt;
Proc. Ag. Num:0016636 Ano: 54 UF:**Turma: 02&lt;br /&gt;
Ag. Agravo de Instrumento ou de Petição.&lt;br /&gt;
Fonte: ADJ Data. 09.05.55 Pg. 01675 DJ Data: 21.10.54 Pg. 12978&lt;br /&gt;
Ement. Vol. 00190-01 Pg. 00028.&lt;br /&gt;
Ementa: Não se confunde a vigilância que as autoridades administrativas prestam a defesa dos Direitos Autorais, com a responsabilidade Civil do Estado. Não cabe ao poder público , nas contrafações, tomar medidas acauteladoras dos referidos direitos que devem ser executados pelos seus titulares.&lt;br /&gt;
Relator: Min. CNV - Ministro Abner de Vasconcelos&lt;br /&gt;
Observação: Documento incluido sem revisão do STF Ano:** Aud.20.10.54.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="texto_direita"&gt;
&lt;b&gt;STF000067831 DOCUMENTO = 44 DE 75.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Origem:Tribunal: STF Acórdão Decisão: 25.10.1960. Proc.: RE Num:0045789 Ano: 60 UF: GB Turma: 02&lt;br /&gt;
RE- Recurso Extraordinário.&lt;br /&gt;
Fonte: Recursos não conhecidos, a falta do depósito ou registro, a que se refere o art. 673, do C.C., não induz provação dos direitos inerentes a propriedade literária, cientifica e artística. A cessão do Direito Autoral, para valer Erga Omnes, não depende, também de tal registro, Reproduções que não ajustam ao art. 666 do C.C. - Obrigação de indenizar, que não compreende, no caso, os honorários de advogado.&lt;br /&gt;
Relator: Min: 104- Ministro Antonio Villas Boas&lt;br /&gt;
Observ: Votação: Unanime, resultado , não conhecidos PRV 4 PP. Nota: Este documento será revisto oportunamente pelo STF, (STFV). Ano: 60 Aud: 30.11.60.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="texto_direita"&gt;
&lt;b&gt;STF 000067266 DOCUMENTO = 43 DE 75.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Origem:Tribunal: STF Acórdão Decisão: 20.12.1960. Proc: RE Num:0044754 Ano: 60 UF: Turma: 02 RE - Recurso Extraordinário.&lt;br /&gt;
Fonte:ADJ Data: 24.07.61 Pg: 00198 DJ Data: 25.01.61 Pg: 00201 Ement: Vol:00451-04 Pg: 01313 RTJ Vol: 00016-01 Pg: 00172&lt;br /&gt;
Ementa: Não se considera ofensa aos direitos do Autor a reprodução de trecho de obra já publicada, em revista destinada a fim literário, didático ou religioso, desde que feita a indicação da origem e do nome do Autor.&lt;br /&gt;
Relator: Min. 096 - Ministro Ribeiro da Costa&lt;br /&gt;
Observ:Documento incluído sem revisão do STF Ano: ** Aud: 25.01.61.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="texto_direita"&gt;
&lt;b&gt;STF 000072978 DOCUMENTO= 48 DE 75.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Origem: Tribunal: STF Acórdão Decisão: 17.04.1964. Proc: RE Num: 0055183 Ano: 64 UF: Turma: TP RE - Recurso Extraordinário&lt;br /&gt;
Fonte: ADJ Data: 30.07.64 PG: 00556 DJ Data:02.07.64 PG: 02140 Ement: Vol: 00583-01 Pg: 00268&lt;br /&gt;
Ementa: Direitos Autorais, no Brasil, relativos a obras de Eça de Queiroz. Aplicação da Lei Brasileira, em face do disposto da convenção de Berna e na convenção especial, entre Brasil e Portugual. Em face da vigente Lei. 3347, de 23 de outubro de 1958, que modificou o art. 649 do Código Civil, a obra só cai no dominio comum. 1)- se o Autor morre sem deixar herdeiros ou sucessores até o segundo grau; 2)- sessenta anos após a morte do Autor sem deixar tais herdeiros ou sucessores mas que não sejam filhos, pois ou cônjuge; 3)- deixando um ou mais deste, quando morrer o último. Obra existem dois filhos vivos de Eca de Queiroz e é indubitável a aplicação da Lei 3347, que os benefícios pois as obras do escritor, pelo Código Civil, só cairiam no domínio comum em 1960 (Eca faleceu em 1900) e aquela lei veio antes, em 1958. No caso de cessão dos Direitos Autorais pelo Autor ou por seus herdeiros, a Lei posterior que prorroga a duração daqueles Direitos protege os herdeiros, se o contrato não dispõe em outro sentido, pois é de presumir que, cedente seu Direito, o Autor ou seus herdeiros não entenderam ceder senão o que existia no momento da convenção. A controvérsia, em casos como o dos Autor, e sobre se cabe Direito aos herdeiros ou aos cessionários. Aqui pleiteiam conjuntamente herdeiros e cessionários não há, portanto, como negar. A busca e apreensão que pedem, e o fato de pleitearem unidos e seguro indicio de que se entenderam.&lt;br /&gt;
Relator: Min: 098 - Ministro Luis Gallotti&lt;br /&gt;
Observ: Documento incluído sem revisão do STF. Ano; **&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="texto_direita"&gt;
&lt;b&gt;STF 000072739 DOCUMENTO= 47 DE 75.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Origem: Tribunal: STF Acórdão Decisão: 06.09.1965. Proc:RE Num: 0054562 Ano: 65 UF: GB Turma: TP RE - Recurso Extraordinário&lt;br /&gt;
Fonte: DJ Data:22.09.65 PG: ***** Ement: Vol:00631-01 Pg:00188&lt;br /&gt;
RTJ Vol:00034-03 Pg: 00332&lt;br /&gt;
Ementa: Direito de Autor. Direito dos compositores em relação as suas musicas incluídas em filmes cinematográficos. O ato do compositor autorizar a inclusão da sua Musica, nos filmes, mesmo a titulo oneroso, não importa em renuncia de receber ele do exibidor. Renumeração cabível pela reprodução musical, em cada projeção-execução do filme sonoro. Ação dos exibidores, proposta contra a recorrida, representante dos compositores para anular o acordo sobre essa remuneração, sob fundamento de tratar-se de acordo fundado em erro de direito. Improcedenciada ação. Recurso Extraordinário julgado pelo plenario. Não se conhece do recurso.&lt;br /&gt;
Relator: Min: 105 - Ministro Gonçlves de Oliveira.&lt;br /&gt;
Observ: Votação: Unanime. Resultado: não conhecido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="texto_direita"&gt;
&lt;b&gt;Descrição: Recurso Extraordinário.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Número: 56904&lt;br /&gt;
Julgamento: 06/12/1965&lt;br /&gt;
EMENTA&lt;br /&gt;
1- Para efeito de DIREITO AUTORAL, a tradução é obra autônoma, sua proteção jurídica não desaparece por ter caído no domínio público. A obra original, de que se poderão fazer outras traduções (C.CIV., Art. 652).&lt;br /&gt;
2- Na tradução anotada e comentada, por outrem, o silêncio do tradutor quanto à reimpressão não acarreta nem dispensa o consentimento do comentador ( C. CIV., Art. 653).&lt;br /&gt;
3- O comentador, que não consentiu na reimpressão, tem DIREITO à indenização do valor de toda a indenização do valor de toda a edição, ficando obrigado perante o parceiro ( C.CIV., Arts. 892 e 893) pois o Art. 669 do C. Civ., não tem caráter puramente reparatório, mas também visa a reprimir a fraude.&lt;br /&gt;
4- Entretanto, o pedido parcial não pode ser aditado na execução ( C. Civ., Art. 891).&lt;br /&gt;
Observação: Documento incluído sem revisão do STF.&lt;br /&gt;
Ano: ** Aud. 05.10.66&lt;br /&gt;
Origem: SP - São Paulo&lt;br /&gt;
Publicação: RTJ VOL - 38267 - PG - ***** Ement VOL-00669-02 - PG00758b RTJ VOL-00038-03 - PG-00267&lt;br /&gt;
Relator: Victor Nunes&lt;br /&gt;
Sessão: 01 - Primeira Turma&lt;br /&gt;
BOLETIM INFORMATIVO ASPI - 23ª ED. SET/98 - PG.9&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="texto_direita"&gt;
&lt;b&gt;STF 000073594 DOCUMENTO = 49 DE 75.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Origem:Tribunal; STF Acórdão Decisão: 06.12.1965 Proc: RE Num: 0056904 Ano: 65 UF: SP Turma: 01 RE - Recurso Extraordinário&lt;br /&gt;
Fonte: RTJ Vol: 38267 - Pg:***** Ement Vol:00669-02 Pg: 00758&lt;br /&gt;
RTJ Vol:00038-03 Pg: 00267&lt;br /&gt;
Ementa: 1)- Para efeito de Direito Autoral, a tradução é obra autônoma. Sua proteção jurídica não desaparece por ter caído no domínio público a obra original, de que se poderão fazer outras traduções ( C. CIV., art. 652).&lt;br /&gt;
2)- Na tradução anotada e comentada, por outrem, o silêncio do tradutor quanto a reimpressão não acarreta nem dispensa o consentimento do comentador ( C. CIV., art. 653).&lt;br /&gt;
3)- O comentador, que não consentiu na reimpressão, tem direito a indenização do valor de toda a edição, ficando obrigado perante o parceiro (C.CIV., arts. 892 e 893), pois o art. 669 do C. CIV., não tem caráter puramente reparatório, mas também visa a reprimir a fraude.&lt;br /&gt;
4)- Entretanto, o pedido parcial não pode ser aditado na execução ( C. CIV., art. 891).&lt;br /&gt;
Relator: Min. 106 - Ministro Victor Nunes.&lt;br /&gt;
Observ:Documento incluido sem revisão do STF Ano: ** Aud.: 05.10.66&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="texto_direita"&gt;
&lt;b&gt;STF 000079447 DOCUMENTO= 53 DE 75.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Origem:Tribunal: STF Acórdão Decisão: 09.04.1973 Proc: RE Num:0068190 Ano: 73 UF: MA Turma: 01 RE- Recurso Extraordinário&lt;br /&gt;
Fonte: DJ Data: 25.05.73 Pg:03625 Ement: Vol:00911-01 Pg:00168&lt;br /&gt;
RTJ Vol:00065-03 Pg: 00379&lt;br /&gt;
Ementa: Direitos Autorais: O fato de a peça teatral ter sido encenada pelo próprio autor, como ator e executor, mediante remuneração por espetáculo, não exclui ser direito correspondente a propriedade literária e musical, se o contrario não foi estipulado. O Recurso Extraordinário não tolera reexame da interpretação de clausulas contratuais.&lt;br /&gt;
Relator:Min: 113 - Ministro Aliomar Baleeiro&lt;br /&gt;
Observ: Votação: Umanime. Resultado; não conhecido. PRV 5 PP. Ano: 73 Aud:23.05.73&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="texto_direita"&gt;
&lt;b&gt;STF 000085274 DOCUMENTO = 113 DE 185.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Origem:Tribunal: STF Acórdão Decisão: 29.11.1973.&lt;br /&gt;
Proc. RE Num&amp;gt;0077029 Ano:73 UF:GB Turma: TP&lt;br /&gt;
RE - Recurso Extraordinário.&lt;br /&gt;
Fonte: DJ Data.13.02.74&lt;br /&gt;
RTJ Vol.68258&lt;br /&gt;
Ementa: USUCAPIÃO DE NOME. INDENIZAÇÃO, 1. Não se confundem com as ações de proteção da Propriedade Industrial, marca e Nome Comercial a ação de autor de obra literária, por abuso desta para publicidade mercantil e a reconvenção pelo erro que teria cometido esse autor, inserindo em dicionário, como substantivo genérico e de uso popular, certa marca registrada, dos Réus.&lt;br /&gt;
2. Cabe a justiça comum e não a Federal o processo e julgamento de ação e reconvenção para esses fins.&lt;br /&gt;
Relator: Min. 113 - Ministro Aliomar Baleeiro.&lt;br /&gt;
Observç.Documento incluido sem revisão do STF.&lt;br /&gt;
Ano:74 Aud.: 06.02.74&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="texto_direita"&gt;
&lt;b&gt;STF 000091930 DOCUMENTO = 62 DE 75.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Origem:Tribunal: STF Acórdão Decisão: 25.05.1979 Proc: RE Num: 0088705 Ano: 79 UF: RJ Turma: 02 RE- Recurso Extraordinário.&lt;br /&gt;
Fonte:DJ Data: 05.10.79 Pg:07445 Ement Vol:01147-02 Pg:00530&lt;br /&gt;
RTJ Vol: 00091-02 Pg:00640&lt;br /&gt;
Ementa: Bula de remédios. Reconhecida a sua natureza científica, pois destinada a classe medica e farmacêutica e fiscalizada pelas autoridades competentes, legitima-se a simples referência ou citação de uma pesquisa cientifica sem ofensa ao direito do Autor, face ao Código Civil e a Lei Especial. Aplicação dos arts. 666, I, do C.Civil e art. 49, I e III, da Lei 5988, de 14.02.75, e não incidência, na espécie, do art. 25, IV. Da mesma Lei. Nos trabalhos científicos o Direito Autoral protege a forma de expressão, e não as conclusões cientificas ou seus ensinamentos. Que pertecem a todos, no interesse do bem comum. Ação proibitória cujos resultados já tinham sido alcançados pela notificação previa. Ré conhecido e provido para julgar improcedente a ação proibitória.&lt;br /&gt;
Relator: Min. 127 - Ministro Cordeiro Guerra.&lt;br /&gt;
Observ: Votação: por maioria resultado conhecido e provido. Veja RE- 83294, RTJ-81/865, RE-75889, RTJ-88/100. N.PP: ( 16). Revisão: ( NCS) Ano: 78 Aud: 03.10.79 alteração: 22.08.94, (NT).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="texto_direita"&gt;
&lt;b&gt;STF 000113934 DOCUMENTO= 74 DE 75.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Origem:Tribunal: STF Acórdão Decisão: 10.12.1980. Proc: RP Num:0001031 Ano: 80 UF: DF Turma: TP RP- Representação&lt;br /&gt;
Fonte: DJ Data: 22.05.81 Pg:04735 Ement: Vol:01213-01 Pg:00022 RTJ Vol: 00097-03 Pg: 00972.&lt;br /&gt;
Ementa: Direitos Autorais e conexos de artístas e interpretes. A proibição legal da respectiva cessão ( art. 13 daLei n. 6533, de 1978) não é inconstitucional. Representação improcedente.&lt;br /&gt;
Relator: Min: 124 - Ministro Xavier de Albuquerque.&lt;br /&gt;
Observ: Votação unanime. Resultado improcedente. Ano: 81 Aud:22.05.81.&lt;br /&gt;
Rec. Extr. nº 83.294 - RJ&lt;br /&gt;
Direito Autoral. Interpretação do art. 666, I , do CC, diante do art. 153, parágrafo 25 da CF. Derrogação da regra de direito substantivo, no tocante às compilações, por contrariar o preceito constitucional, que assegura aos autores de obras literárias o direito exclusivo de utilizá-las. RE conhecido e provido parcialmente.&lt;br /&gt;
Min. Bilac Pinto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="texto_direita"&gt;
&lt;b&gt;De STF 000097230 DOCUMENTO = 68 de 75&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Origem: Tribunal STF Acórdão Decisão: 28.02.1984&lt;br /&gt;
Proc: Re Num: 0099501 Ano:84 UF:SP Turma:02&lt;br /&gt;
RE - Recurso Extaordinário&lt;br /&gt;
Fonte: DJ Data 30.03.84 pg.04591 Ement. Vol.01330-03 pg00459&lt;br /&gt;
RTJ Vol.00109-02 pg.00744&lt;br /&gt;
Ementa: DIREITO AUTORAL&lt;br /&gt;
Fotografia. modificação da obra e omissão do nome do autor. Nos termos do art.126 da lei 5988, de 1973, o autor tem direito a ser indenizado por danos morais e a ver divulgada sua identidade independentemente da prova tópica de haver sofrido prejuízo econômico.&lt;br /&gt;
Hipótese de não-conhecimento do recurso da agencia de publicidade, e de provimento do recurso do autor.&lt;br /&gt;
Relator: Min.139 - Ministro Francisco Rezek&lt;br /&gt;
Observ.: Votação unanime. Resultado primeiro recurso não conhecido, segundo recurso conhecido e provido.&lt;br /&gt;
VEJA RE- 78141, RTJ-70/855, RE-75627, RTJ-67/837.&lt;br /&gt;
Ano:84 Aud. 30.03.84&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="texto_direita"&gt;
&lt;b&gt;STF000043460 DOCUMENTO 25 DE 75&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Origem:Tribunal: STF Acordão Decisão: 11.09.1984&lt;br /&gt;
Proc. Re Num. 0103058 Ano: 84 UF: DF Turma: 01&lt;br /&gt;
Re - Recurso Extraordinario&lt;br /&gt;
Fonte: DJ Data- 26.10.84 PG. 08003 Ement. Vol.01355-04 PG.00795&lt;br /&gt;
Ementa:Direito Autoral. Irradiação de músicas em estabelecimento comercial. Interdito proibitório visando a proibição de irradiação de músicas sem o pagamento da contribuição devida aos compositores. Pedido que se enquadra na ação cominatória de procedimento ordinário previsto no art. 287 do CPC legitimidade do ECAD para apresentar em juízo os compositores filiados as associações que organizaram o mencionado escritório. Recurso extraordinário conhecido em partes e provido nessa parte para restringirem-se os lindes da cominação a irradiação das musicas de autoria dos compositores associados.&lt;br /&gt;
Relator:Min. 130 Ministro Soares Munoz&lt;br /&gt;
Observ:Votação Unanime. Resultado conhecido e provido em parte. Ano-84 Aud. 26.10.84.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="texto_direita"&gt;
&lt;b&gt;STF 000095199 DOCUMENTO = 67 DE 75&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Origem: Tribunal STF Acórdão decisão: 13.09.1985 Proc: Re Num:0094201 Ano:85 UF: RS Turma: 02 RE - Recurso Extraordinário&lt;br /&gt;
Fonte: DJ Data1.02..86 PG.01208 Ement Vol.01407-01 Pg.00156&lt;br /&gt;
Ementa: Civil - Plágio de projeto de arquiteto. Indenização. Tendo sido copiado projeto arquitetonico do Recorrente, para a construção de uma residencia, por terceiro, o que ficou extreme de duvidas, cabe a este ultimo, que chegou a realizar a construção, civil decorrente de tais atos, cabendo-lhes, em decorrência, indenizar o autor do projeto, ou seja, o ora Recorrrente. Recurso que se conhece pela letra "D", do art.119, III, da C.F., e ao qual se da parcial provimento.&lt;br /&gt;
Relator: Min.138 - Ministro Aldir Passarinho&lt;br /&gt;
Observ.: Votação Unanime, resultado conhecido e provido parcialmente.&lt;br /&gt;
Ano:86 - Aud. 14.02.86&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="texto_direita"&gt;
&lt;b&gt;STF 000044013 DOCUMENTO 28 DE 75.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Origem:Tribunal: STF Acordão Decisão: 26-11-1985.&lt;br /&gt;
Proc. Ré Num: 0105223 Ano: 85 UF: DF Turma: 01&lt;br /&gt;
Ré - Recurso Extraordinário&lt;br /&gt;
Fonte: DJ Data 13-121-85 PG-23211 Ement. Vol.01404-03 PG-00531&lt;br /&gt;
Ementa:Direitos Autorais: Decreto-lei n. 980/69 e lei 5.988/73.&lt;br /&gt;
A lei 5.988/73 revogou o decreto-lei n. 980/69 especialmente, no que se refere a cobrança dos preços relativos aos direitos do autor e conexos. Não se inclui essa matéria na ressalva do artigo 134 da lei n. 5.988/73, que regulou, com amplitude, esses direitos recurso extraordinário não conhecido.&lt;br /&gt;
Relator:Min. 137 - Ministro Oscar Correa&lt;br /&gt;
Observ:Votação: Unanime resultado, não conhecido.&lt;br /&gt;
Ano: 85 Aud: 13.12.85.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="texto_direita"&gt;
&lt;b&gt;STF000043434 DOCUMENTO 24 DE 75&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Origem: Tribunal: STF Acórdão Decisão: 21.10.1986 Proc; Ré Num:012963 Ano: 86 UF: RJ Turma: 02 Ré - Recurso Extraordinário&lt;br /&gt;
Fonte: DJ Data- 21.11.86 PG- 22854 Ement Vol:01442-02 PG:00296&lt;br /&gt;
Ementa: Direito do Autor.&lt;br /&gt;
Lei 5.988/73, Art. 122. Uso desautorizado de obra poética em gravação que se distribui gratuitamente a classe médica, para propaganda de laboratório farmacêutico. A base de calculo da indenização devida ao autor, vitima do ilícito, não e o preço de custo da gravação. Mas seu valor econômico, que, no caso, a judiciosa sentença de primeiro grau apurou levando em conta o valor de mercado de produtos congeneres hipótese de provimento do recurso do autor, para reforma do acórdão, no ponto em que modificou a sentença, reduzindo o montante indenizatório.&lt;br /&gt;
Relator: Min. 139 - Ministro Francisco Rezek&lt;br /&gt;
Observ: Votação unanime, resultado conhecido e provido o primeiro recurso e não conhecido o segundo. Ano:86 Aud: 21.11.86&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="texto_direita"&gt;
&lt;b&gt;STF 000046050 DOCUMENTO 29 DE 75.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Origem:Tribunal: STF Acórdão Decisão: 05.06.1987&lt;br /&gt;
Proc: Ré Num: 0113471 Ano:87 UF: SP Turma: 02&lt;br /&gt;
Ré - Recurso Extraordinário&lt;br /&gt;
Fonte: DJ Data- 26.06.87 Pg. 13251 Ement. Vol.01467-06 Pg. 01068&lt;br /&gt;
Ementa:Direito Autoral. Legitimação do escritório central de arrecadação e distribuição, para autorizar a execução publica de obras musicais, bem como arrecadar e distribuir as respectivas retribuições. Poderes para atuar judicial ou extrajudicialmente em nome próprio para consecução de suas finalidades. Lei 5.988, de 1973, arts.104 e 115. Recurso não conhecido.&lt;br /&gt;
Relator: Min. 151 Ministro Carlos Madeira&lt;br /&gt;
Observ: Votação: Unanime. Resultado: Não Conhecido. Veja Ré-78778, veja Re - 78778, RTJ-71/275, Re-103058, RTJ-111/889. REC. Ano: 87 Aud.: 26-06- 87&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="texto_direita"&gt;
&lt;b&gt;STF 000046062 DOCUMENTO 30 DE 75.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Origem:Tribunal: STF Acórdão Decisão: 28-02-1989 Proc: Re Num:0113505 Ano: 89 UF: RJ Turma: 01 Re- Recurso Extraordinário.&lt;br /&gt;
Fonte: DJ Data-12.05.89 Pg-007795 Ement. Vol-01541-03 Pg.00419&lt;br /&gt;
Ementa: Direito Autoral. Fixação, em "Video Cassete" e, depois, em "Video-Tape", por uma empresa de televisão, de programas de outra para posterior utilização de pequenos trechos dessa fixação a titulo de ilustração em programa de critica para premiação. Falta de prequestionamento da questão concernente a necessidade da autorização da emissora quanto a fixação de seu programa por outra. Tendo em vista a natureza do direito de autor, a interpretação extensivada exceção em que se traduz o direito de citação e admitida pela doutrina. Essa admissão tanto mais se justifica quanto e certo que o inciso III do artigo 49 da Lei 5988/73 e reprodução quase literal do inciso V do artigo 666 do Código Civil, redigido este numa época em que não havia organismos de radiodifusão, e que, na atualidade, não tem sentido que o que é licito, em matéria de citação para a imprensa escrita, não o seja para a falada ou televisionada. A mesma justificativa que existe para o direito de citação na obra ( informativa ou critica) publicada em jornais ou revistas de feição gráfica se aplica, evidentemente, aos programas informativos, ilustrativos ou críticos do radio e da televisão.&lt;br /&gt;
recurso Extraordinário não conhecido.&lt;br /&gt;
Relator: Min. 128 - Ministro Moreira Alves&lt;br /&gt;
Observ: Votação: Unanime. Resultado: Não conhecido. REC27PP.&lt;br /&gt;
Ano: 89 Aud: 12-05-89&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="texto_direita"&gt;
&lt;b&gt;Direitos Autorais&lt;/b&gt;. Ação de Cobrança ajuizada por associação de atores contra empresa de televisão. Legitimidade ativa "ad causam". Artigos 103 e 104 da Lei 5988/73. A Associação constituída nos termos do art. 103 da Lei 5988/73, assiste legitimidade "ad causam" para, em substituição processual, defender em juízo direitos de seus associados. Assim não fosse, estaria já agora legitimada, nos termos do art. 5, XXI da Constituição Federal, face a expressa autorização constante da Lei Ordinária. Recurso Especial conhecido pela alínea "c", mas não provido. (STJ – RE 9867/RJ – Rel Min. Athos Carneiro – 4 Turma – unânime – jul. 05/05/92 – publ. DJ: 08/06/92 – p. 8620)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="texto_direita"&gt;
&lt;b&gt;Direito Autoral (lei 5988/73)&lt;/b&gt;&amp;nbsp;O Autor de Obra Intelectual titular de direitos morais e patrimoniais (art. 21). Depende de autorização qualquer forma de utilização de sua obra (art. 30). Ocorrendo ofensa a ambos os direitos, cumulam-se as indenizações. Caso em que reconheceu, também, a lesão de direitos patrimoniais. Recurso especial, por isso, conhecido e provido, em parte." (STJ – Min. Nilson Naves - 3 T – RE 0013575/91 – SP – j. 30.06.92 – unânime – p. 31.08.92)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="texto_direita"&gt;
&lt;b&gt;Direito Autoral – Obra fotográfica&amp;nbsp;&lt;/b&gt;– Reprodução não autorizada – Violação dos direitos do autor – Art. 123 – Lei 5988/73. Obra artística fotográfica. Reprodução sem autorização do autor. Liquidação de sentença. Perdas e danos. Se o ofendido tem o direito de apreender os exemplares reproduzidos, suspender a divulgação ou a utilização da obra, sem prejuízo do direito à indenização de perdas e danos, é razoável entender-se que ele tem direito de receber do infrator, a esse título, indenização correspondente a 20% do custo total das publicações, ou seja, o lucro que ele, autor da obra fraudada, auferiria se tivesse veiculado a matéria. A reparação, nesses casos, tem efeito de sanção civil, e não faz sentido pretender-se pagar apenas o preço de mercado da fotografia. Sentença mantida. (TJ/RJ – Des. Sampaio Peres – 2ª Câm. Cível – AC nº 1890/89 – Capital – j. 22.08.89, unânime, Suplemento Jurídico/Jurisprudência dos Tribunais/RJ – outubro/89 – TJ/p. 19 – nº 3611)&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS E DE TRANSFERÊNCIA TOTAL DE DIREITOS AUTORAIS E PATRIMONIAIS DE TRADUÇÃO</title><link>http://ricardocortines.blogspot.com/2012/05/contrato-de-prestacao-de-servicos-e-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Ricardo Cortines Laxe)</author><pubDate>Mon, 21 May 2012 09:23:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6498082124855532193.post-136568189936002436</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3 style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 16pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;u&gt;CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS E DE
TRANSFERÊNCIA TOTAL DE DIREITOS AUTORAIS E PATRIMONIAIS DE TRADUÇÃO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Pelo presente Contrato de Prestação de
Serviços e de Transferência Total de Direitos Autorais e Patrimoniais de
Tradução, de um lado, a&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;______________________&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;, com sede no Brasil, na _________________(ENDEREÇO
COMPLETO) registrada no CNPJ ______________, representada neste Contrato por
seu Presidente, _________________, ____________(QUALIFICAÇÃO), portador da RG.
nº ____________ e do CPF _____________, de agora em diante designada &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;CESSIONÁRIA&lt;/b&gt; e, de outro lado,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;__________________________,
&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;com
sede no Brasil, na&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;________________(ENDEREÇO COMPLETO),
registrada no CNPJ ____________ e Inscrição Municipal n° ________, representada
neste Contrato por _______________________, __________(QUALIFICAÇÃO), portadora
da C. I. n° XXXXXXXX – IFP/RJ e do CPF n° XXXXXXXX, doravante
denominada &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;CEDENTE,&lt;/b&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Considerando que:&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;a) o &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;CESSIONÁRIO&lt;/b&gt; necessita da tradução da obra literária intitulada
originalmente &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;“________________”&lt;/b&gt; de
autoria de ______________ e originariamente editada no idioma português,
doravante denominado apenas &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;OBRA,&lt;/b&gt;
para o idioma inglês visando sua publicação;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;b) que o &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;CEDENTE&lt;/b&gt; - ________________ - transfere os direitos autorais e
patrimoniais de tradução da obra em referência e que aqui comparece e informa
ter aptidão e conhecimentos necessários para traduzi-la ao idioma inglês; e&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;c) o &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;CEDENTE&lt;/b&gt; se dispõe a prestar o serviço de tradução e cedê-lo ao &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;CESSIONÁRIO&lt;/b&gt; de conformidade com o que
estabelece o presente instrumento de contrato,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;O &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;CESSIONÁRIO
&lt;/b&gt;e o &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;CEDENTE&lt;/b&gt;,&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt; &lt;/b&gt;com fulcro na Lei 9.610, de 19 de fevereiro de 1998, que
regulamenta os Direitos de Autor e Conexos no Brasil, bem como na Convenção de
Berna para a Proteção das Obras Literárias e Artísticas, promulgada pelo
Decreto nº 75.699, de 6 de maio de 1975, e demais Tratados e Convenções
Internacionais realizados no âmbito da World International Intelectual Property
(WIPO), ajustam entre si o presente Contrato de Prestação de Serviços e de
Transferência Total de Direitos Autorais e Patrimoniais de Tradução, como
segue:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt 3pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2 style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt 3pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;u&gt;CLÁUSULA 1ª &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt 3pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;O &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;CEDENTE&lt;/b&gt; se obriga a prestar serviços de tradução da obra&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt; &lt;/b&gt;a que se refere a alínea “a” supra,
objeto do presente contrato, do idioma português, para o idioma inglês,
comprometendo-se a garantir a plena fidelidade ao texto original e a entregar
ao &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;CESSIONÁRIO&lt;/b&gt; o produto do seu
trabalho, que neste Contrato passa a ser denominado simplesmente &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;OBRA TRADUZIDA.&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 3pt;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;CLÁUSULA
2ª&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt 3pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Fica assegurado ao &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;CESSIONÁRIO&lt;/b&gt; o direito de revisão da &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;OBRA TRADUZIDA&lt;/b&gt;, responsabilizando-se o &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;CEDENTE&lt;/b&gt; por eventuais erros cometidos e
comprometendo-se&lt;span style="color: red;"&gt; &lt;/span&gt;a retificar e rever os
apontamentos de imperfeições, sem qualquer ônus para o &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;CESSIONÁRIO, &lt;/b&gt;dentro de 1 ano a partir da assinatura do contrato.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt 3pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt 3pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;CLÁUSULA
3ª&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt 3pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing: -0.1pt;"&gt;A&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;
OBRA TRADUZIDA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; letter-spacing: -0.1pt;"&gt;, cujo título em inglês será&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt; “________________”,&lt;/b&gt; gravada eletronicamente e impressa, com
páginas devidamente rubricadas pelo &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;CEDENTE&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt; &lt;span style="letter-spacing: -0.1pt;"&gt;deverá
ser entregue ao &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;CESSIONÁRIO&lt;/b&gt;.&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt 3pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt 3pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;CLÁUSULA
4ª&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt 3pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Pelos serviços de tradução
e pela &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;cessão&lt;/b&gt; de que trata o
presente instrumento a empresa – &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;_________________________
- &lt;/b&gt;receberá&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt; &lt;/b&gt;exclusivamente o
valor fixo e irreajustável de &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;R$ ____________
( _________________ reais)&lt;/b&gt;, divididos em 2 (duas) parcelas iguais, sendo a
primeira parcela paga na assinatura do contrato e a segunda e última, quando da
entrega da &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;OBRA&lt;/b&gt; &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;TRADUZIDA&lt;/b&gt;, mediante recibo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt 3pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt 3pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Parágrafo
Único&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt; – Do valor
constante nesta cláusula, conforme determina a Lei, haverá a retenção devida do
IRRF.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt 3pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4 style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;
&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;CLÁUSULA
5ª &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; text-decoration: none; text-underline: none;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Com o pagamento do preço pactuado e
com a entrega da &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;OBRA TRADUZIDA &lt;/b&gt;o &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;CEDENTE &lt;/b&gt;cede e transfere para o &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;CESSIONÁRIO&lt;/b&gt;, definitivamente, de
maneira irrevogável e irretratável, sem restrições de tempo, na forma do art.
49 da Lei 9.610/98, todo o produto de sua tradução e todos os direitos autorais
e patrimoniais previstos no art. 29 da referida Lei n° 9.610/98 sobre a&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt; OBRA TRADUZIDA&lt;span style="letter-spacing: -0.1pt;"&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4 style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;u&gt;CLÁUSULA
6ª&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;A cessão e transferência de que trata
a Cláusula 5ª permite qualquer&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;utilização, publicação, distribuição, reprodução, comunicação ao
público, fixação, transmissão, retransmissão em qualquer suporte, tangível ou
intangível, existente ou que venha a existir, em áudio, teatro, cinema, home,
vídeo, DVD, HDTV, TV aberta, TV a cabo, TV via satélite, sendo válida a cessão
para todos os países do mundo, para a publicação em quaisquer meios, inclusive,
mas não limitadamente, a meios físicos e quaisquer meios intangíveis inclusive
Internet, podendo o texto ser armazenado em bancos de dados e utilizado da
forma que mais convier ao &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;CESSIONÁRIO.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2 style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt 3pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;u&gt;CLÁUSULA 7ª&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Pelo presente Contrato o &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;CESSIONÁRIO&lt;/b&gt; poderá editar a &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;OBRA TRADUZIDA&lt;/b&gt; ou autorizar e licenciar
a sua publicação a outras pessoas, físicas ou jurídicas, mantendo-a disponível
ao público em geral, se assim o desejar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4 style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;u&gt;CLÁUSULA
8ª&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;O &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;CEDENTE&lt;/b&gt;
garante a originalidade e autenticidade da&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;
OBRA TRADUZIDA&lt;/b&gt;,&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt; &lt;/b&gt;objeto da
presente cessão, assim como não haver qualquer restrição ou embaraço à sua
respectiva publicação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt 3pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt 3pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;CLÁUSULA
9ª&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt 3pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;O &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;CEDENTE&lt;/b&gt; se obriga a manter sigilo quanto ao teor da &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;OBRA TRADUZIDA&lt;/b&gt;, bem como a prestar
esclarecimentos necessários ao &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;CESSIONÁRIO&lt;/b&gt;,
e ainda autoriza a retificação de seu trabalho em qualquer tempo, independente
de consulta, no caso de necessidade de aprimoramento ou adequação
terminológica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;CLÁUSULA
10ª&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt 3pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Em conformidade com o &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;CEDENTE,&lt;/b&gt; constará da ficha técnica da &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;OBRA TRADUZIDA&lt;/b&gt; como Tradutor&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt; &lt;/b&gt;o&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;
__________________&lt;/b&gt;,&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt; &lt;/b&gt;que declaram
ter plena ciência do contrato, que assinam manifestando sua concordância com
todos os seus termos e se responsabilizando pessoal e solidariamente na parte
que lhes toca.&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt 3pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h5 style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt 3pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;CLÁUSULA
11ª&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;O &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;CEDENTE,&lt;/b&gt;
por este mesmo ato, constitui e nomeia seu procurador o &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;CESSIONÁRIO&lt;/b&gt;, que poderá substabelecer este mandato, para o fim
único de promover o registro da&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt; OBRA
TRADUZIDA &lt;/b&gt;em qualquer Cartório ou Órgão de Registro de Obras Intelectuais
de qualquer país onde vier a publicá-la.&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt 3pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3 style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 150%; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;CLÁUSULA 12ª&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt 3pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;A desobediência a qualquer
das cláusulas constantes deste instrumento acarretará a resolução imediata do
contrato.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt 3pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3 style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 150%; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;CLÁUSULA 13ª&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt 3pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;O presente contrato passa
a vigorar entre as partes a partir da assinatura do mesmo ─ sendo obrigatório
para os seus herdeiros e sucessores ─ as quais elegem o Foro da Comarca do Rio
de Janeiro, para dirimirem quaisquer dúvidas provenientes da execução e cumprimento
do mesmo, renunciando a qualquer outro por mais privilegiado que seja.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3 style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-weight: normal; line-height: 150%; mso-bidi-font-size: 12.0pt; text-decoration: none; text-underline: none;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3 style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-weight: normal; line-height: 150%; mso-bidi-font-size: 12.0pt; text-decoration: none; text-underline: none;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;E, por estarem de pleno acordo, as
partes assinam o presente Contrato de Prestação de Serviços e de Transferência
Total de Direitos Autorais e Patrimoniais de Tradução, em 04 (quatro) vias de
igual teor e forma, juntamente com 2 (duas) testemunhas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 12pt 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Rio de Janeiro,
&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;de &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;de 20___.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 12pt 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 12pt 0cm 0pt;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: center 218.45pt; text-align: center;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;_____________________________________&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;__________________________________&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;_____________________________&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;________________________________&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;1ª Testemunha&lt;span style="mso-tab-count: 5;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;2ª Testemunha &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Nome:&amp;nbsp;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Nome: &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;RG:&amp;nbsp;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;RG: &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;CPF:&amp;nbsp;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 3;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;CPF: &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>CESSÃO DE DIREITOS AUTORAIS E PATRIMONIAIS DA OBRA</title><link>http://ricardocortines.blogspot.com/2012/05/cessao-de-direitos-autorais-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Ricardo Cortines Laxe)</author><pubDate>Mon, 21 May 2012 09:10:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6498082124855532193.post-4991749246284503536</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 16pt; line-height: 150%;"&gt;CESSÃO DE DIREITOS AUTORAIS E
PATRIMONIAIS DA OBRA&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;“(NOME
DA OBRA)”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm -32.45pt 0pt -18pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Pelo presente documento,
eu, &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;_________________&lt;/b&gt;, (QUALIFICAÇÃO),
residente e domiciliado na cidade de ____________, na rua ________________________________________________,
RG n° _______________, CPF n° _________________, cedo e transfiro à &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;___________________&lt;/b&gt;, com sede no
Brasil, na ____________________(ENDEREÇO COMPLETO), inscrito no CNPJ _________________,
neste ato representada por seu Presidente &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;______________________________&lt;/b&gt;,
(QUALIFICAÇÃO), residente à ______________(ENDEREÇO COMPLETO), RG n° _______________,
CPF n° _________________, com fulcro na Lei 9.610/98 que regulamenta os
Direitos de Autor e Conexos no Brasil e na Legislação Internacional em vigor,
em caráter definitivo e irrevogável, sem nenhuma retribuição, a título
gratuito, todos os Direitos Autorais e Patrimoniais sobre a obra “_______________”,
podendo a _________________(CESSIONÁRIA), e/ou seus sucessores, fazer desta
obra quantas edições lhe aprouver, inclusive versões da obra em meios
eletrônicos, para qualquer utilização, publicação, distribuição, reprodução,
comunicação ao público, fixação, transmissão, retransmissão em qualquer
suporte, tangível ou intangível, existente ou que venha a existir, em áudio,
vídeo, DVD, HDTV, sendo válida a cessão para todos os países do mundo, para a
publicação em quaisquer meios, inclusive, mas não limitadamente, a meios
físicos e quaisquer meio intangíveis inclusive Internet, podendo o texto ser
armazenado em banco de dados e utilizado da forma que mais convier à ______________ e/ou seus sucessores, podendo inclusive, licenciar a outras
pessoas físicas ou jurídicas, a publicá-las. Esta Cessão possui 3 (três) vias
de igual forma e teor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm -32.45pt 0pt -9pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Rio de Janeiro, &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;de &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;de &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm -32.45pt 0pt -9pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm -32.45pt 0pt -9pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;________________________________________&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;________________________________________&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;
&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;__________________________&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;____________________________&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;1&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;ª.
Testemunha&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;:&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;2ª. Testemunha&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>CONTRATO DE LICENÇA DE EDIÇÃO</title><link>http://ricardocortines.blogspot.com/2012/05/contrato-de-licenca-de-edicao.html</link><author>noreply@blogger.com (Ricardo Cortines Laxe)</author><pubDate>Mon, 21 May 2012 09:01:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6498082124855532193.post-3716254746633724818</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-outline-level: 1; text-align: center;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; line-height: 150%;"&gt;CONTRATO DE LICENÇA DE EDIÇÃO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-outline-level: 1; text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
Pelo presente instrumento
particular,&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
De um lado&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family: Batang;"&gt;_____________________________&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="mso-fareast-font-family: Batang;"&gt;, &lt;/span&gt;com sede no Brasil, na _____________________(endereço
completo), registrada no CNPJ _____________________________________, &lt;span style="mso-fareast-font-family: Batang;"&gt;neste ato representada pelo seu _________________________________________&lt;/span&gt;,
portador da Carteira de Identidade n° _________________ e CPF n° ________________;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
E de outro lado&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="text-transform: uppercase;"&gt;____________________________&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;,
com sede no Brasil, &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;___________________________, inscrito no CNPJ __________________&lt;span style="mso-fareast-font-family: Batang;"&gt;, neste ato representado pelo seu _____________________,
portador da Carteira de Identidade n° __________________ e CPF nº____________________,&lt;/span&gt;
ajustam entre si com fulcro na Lei 9.610/98 que regulamenta os Direitos de
Autor e Conexos no Brasil e legislação interna em vigor, concordando em
executar o seguinte:&lt;span style="mso-fareast-font-family: Batang;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;CLÁUSULA 1ª &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
A _____________________
autoriza o &lt;span style="text-transform: uppercase;"&gt;__________________&lt;/span&gt; a
efetuar a publicação, em língua&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;___________,
da &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Obra&lt;/b&gt; intitulada &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;“____________”(titulo da obra)&lt;/b&gt;, em primeira
edição, traduzida por ____________________(nome do tradutor), originariamente
editada em português sob o título “_________________________”. Outras edições,
dependerão de autorização, por escrito, da _____________________&lt;span style="text-transform: uppercase;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-outline-level: 1; text-align: justify;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;CLÁUSULA 2ª &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
O &lt;span style="text-transform: uppercase;"&gt;______________(licenciada)&lt;/span&gt; imprimirá e
circulará por sua própria conta e risco&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;2.000
(dois mil) exemplares, da mencionada &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Obra.&lt;/b&gt;
Tão logo a obra citada neste contrato saia do prelo, o &lt;span style="text-transform: uppercase;"&gt;___________________________(licenciada)&lt;/span&gt; enviará
gratuitamente, vinte e cinco (25) exemplares à _____________________(LICENCIANTE),
ficando estabelecido que estas remessas representarão a única compensação
devida à _________________(LICENCIANTE).&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-outline-level: 1; text-align: justify;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;CLÁUSULA&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;3ª&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;O &lt;span style="text-transform: uppercase;"&gt;________________(LICENCIADA)&lt;/span&gt;
se compromete a observar as seguintes condições:&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt 36pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;
&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;a)&lt;span style="font-size-adjust: none; font-stretch: normal; font: 7pt/normal &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;mencionar em cada edição se a mesma é primeira,
segunda, etc.;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt 36pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;
&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;b)&lt;span style="font-size-adjust: none; font-stretch: normal; font: 7pt/normal &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;indicar, em cada edição, que os direitos para a mesma
foram cedidos gratuitamente pela ________________(LICENCIANTE), mencionando seu
endereço _____________.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt 36pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;
&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;c)&lt;span style="font-size-adjust: none; font-stretch: normal; font: 7pt/normal &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;manter a clareza possível na edição em que o acima
estipulado constar;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt 36pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;
&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;d)&lt;span style="font-size-adjust: none; font-stretch: normal; font: 7pt/normal &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;os títulos da &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Obra&lt;span style="text-transform: uppercase;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;e seus respectivos capítulos não
poderão ser modificados, salvo por causa de ordem idiomática e com prévia
autorização da _________________(LICENCIANTE);&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt 36pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;
&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;e)&lt;span style="font-size-adjust: none; font-stretch: normal; font: 7pt/normal &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;não se fará subtração ou modificação do texto sob
nenhuma hipótese;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt 36pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;
&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;f)&lt;span style="font-size-adjust: none; font-stretch: normal; font: 7pt/normal &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;quaisquer modificações no projeto gráfico da Obra,
capa, etc, serão submetida ao crivo da ____________________(LICENCIANTE) para
fins de verificação e aprovação;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt 36pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;
&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;g)&lt;span style="font-size-adjust: none; font-stretch: normal; font: 7pt/normal &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;o &lt;span style="text-transform: uppercase;"&gt;________________(LICENCIADA)&lt;/span&gt;
só poderá alterar prefácios, introduções, explicações ou notas modificatórias
que hajam sido aprovadas pela ______________(LICENCIANTE);&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt 36pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;
&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;h)&lt;span style="font-size-adjust: none; font-stretch: normal; font: 7pt/normal &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;nesta edição licenciada não poderá inserir ou suprimir fotos
ou ilustrações sem autorização da _____________(LICENCIANTE);&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt 36pt; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 36.0pt; text-align: justify; text-indent: -18pt;"&gt;
&lt;span style="mso-list: Ignore;"&gt;i)&lt;span style="font-size-adjust: none; font-stretch: normal; font: 7pt/normal &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;não se efetuará na &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Obra&lt;/b&gt;
nenhuma propaganda de qualquer outra obra, salvo em se tratando de obras da __________________(LICENCIANTE).&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-outline-level: 1; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-outline-level: 1; text-align: justify;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;CLÁUSULA 4ª&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
O prazo
convencionado para o lançamento da edição ora autorizada é de 1 (um) ano, a
contar da presente data, ficando automaticamente &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="text-transform: uppercase;"&gt;rescindido&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; e &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="text-transform: uppercase;"&gt;extinto&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;
este contrato, com a caducidade da autorização, pelo simples decurso do prazo
contratual.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Parágrafo Único&lt;/b&gt;: Na hipótese de
falência, insolvência ou qualquer outro motivo que impeça a elaboração da Obra
licenciada fica este contrato rescindido para ambas as partes.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; mso-outline-level: 1; text-align: justify;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;CLÁUSULA 5ª &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
Quaisquer divergências
entre as partes contratantes deverão ser dirimidas por mútuo consenso. Em caso
de dúvidas incontornáveis amigavelmente, fica eleito o foro da cidade do Rio de
Janeiro para ajuizamento de quaisquer ações, renunciando as partes
contratantes, a qualquer outro que lhes possa caber.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
E, por estarem
assim acordes, firmam o presente em três (03) vias de igual teor, para um só
efeito, na presença das testemunhas abaixo.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;
&lt;span style="mso-fareast-font-family: Batang;"&gt;Rio de Janeiro, ....... de ..........................
de 20__.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;
__________________________&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;___________________________&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;
________________________&lt;span style="mso-tab-count: 4;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;_________________________&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; line-height: 150%;"&gt;1ª Testemunha&lt;span style="mso-tab-count: 7;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;2ª
Testemunha&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Como Receber Direito Autoral</title><link>http://ricardocortines.blogspot.com/2012/05/como-receber-direito-autoral.html</link><author>noreply@blogger.com (Ricardo Cortines Laxe)</author><pubDate>Wed, 9 May 2012 09:36:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6498082124855532193.post-2189809450829473654</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;
Aqui você vai conhecer todas as informações e procedimentos necessários 
para receber seu direito autoral. Leia atentamente o texto abaixo e siga o passo 
a passo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 - Antes de qualquer coisa, se você é 
compositor, intérprete, músico, produtor fonográfico ou editora musical, é muito 
importante filiar-se a uma das nove associações (ou sociedades de música) que 
compõem o ECAD. Ele é o representante legal dos associados para arrecadar e 
distribuir os direitos autorais de execução pública musical.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - Após a filiação, você deve cadastrar as músicas de sua 
autoria ou que você interpreta. Cada vez que uma nova música é criada ou 
gravada, você deve cadastrá-la em sua sociedade. É importante, também, informar 
o percentual de participação que cabe a cada um dos autores na criação da 
música, pois é este valor que norteará a distribuição dos direitos autorais de 
execução da respectiva obra. A mesma orientação vale para a gravação de 
fonogramas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - Lembre-se que, caso você tenha 
cedido os direitos de autoria de sua música a terceiros (ex: editora de música), 
parcial ou integralmente, os direitos autorais de execução pública também 
passarão a pertencer-lhes, proporcionalmente ao percentual cedido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 - Mantenha sempre seus dados atualizados, tanto cadastrais 
quanto os de suas obras. As sociedades enviam, periodicamente, as informações de 
seus associados ao ECAD, que possui um banco de dados totalmente informatizado 
para controlar as execuções das músicas em todo o Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 - Muitos autores desconhecem que a distribuição de direitos 
autorais provenientes da execução nas rádios é feita por amostragem, conforme 
critérios seguidos em todo o mundo. Além disso, ela é regionalizada, o que 
significa que os valores arrecadados numa determinada região são distribuídos 
apenas aos titulares de música que tiverem suas obras executadas e captadas 
através de gravação ou envio de planilhas com a programação musical das rádios 
daquela região.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A divisão das regiões segue o critério geográfico 
brasileiro: Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e Norte, sendo gravadas e 
recolhidas as planilhas musicais somente das rádios que efetuam o pagamento do 
direito autoral ao ECAD.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O critério regionalizado da distribuição de 
rádio garante uma distribuição adequada às características culturais de cada 
região, o que resulta numa distribuição mais coerente do direito 
autoral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Constarão da amostragem todas as rádios adimplentes gravadas 
pelo ECAD e pela empresa terceirizada de gravação e identificação de músicas, 
além daquelas que tenham enviado a planilha de programação musical preenchida 
corretamente e dentro do padrão estipulado pelo ECAD. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também são 
regionalizados o ponto autoral e o ponto conexo, que representam o valor de cada 
execução, dependendo da verba arrecadada por região e do tipo de utilização 
musical, ao vivo ou mecânica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A execução da música, somente, não 
caracteriza que o direito autoral será distribuído para seu(s) autor(es). Vários 
fatores são determinantes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Se a música foi captada pelo rodízio de 
amostragem das rádios no período em que foi executada. O rodízio de amostragem é 
composto de captações das programações musicais somente das rádios que pagam 
direito autoral ao ECAD, realizadas de acordo com a arrecadação da região. Isso 
significa que, se a música for executada em várias rádios e a rádio estiver 
efetuando corretamente o pagamento, maior será a probabilidade de ela ser 
captada pelo rodízio de amostragem;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) se as rádios localizadas no 
interior dos Estados enviaram as planilhas com a sua programação musical (a 
captação da programação das rádios nas capitais é efetuada pelo ECAD através de 
sistema automatizado próprio e pela empresa terceirizada contratada para este 
fim);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) se na escuta/identificação das gravações ou nas planilhas 
recebidas, constam ou são divulgados os nomes corretos das músicas e de seus 
respectivos compositores; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6 - Em geral, a 
distribuição dos direitos autorais de execução pública é feita mensalmente, 
trimestralmente ou semestralmente, de acordo com o segmento no qual a música foi 
executada (show, TV, rádio, música ao vivo, sonorização ambiental, etc.). Se uma 
música for executada hoje, não significa que os direitos serão pagos 
imediatamente. Confira, com a sociedade em que você se filiou, os períodos do 
ano em que o ECAD efetua a distribuição dos direitos de cada segmento usuário de 
música.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7 - Os percentuais de distribuição dos 
direitos dos titulares autorais (compositores e editores) e dos titulares 
conexos (produtores fonográficos, intérpretes e músicos acompanhantes) são 
diferentes. Consulte sua sociedade sobre os percentuais que cabem a cada uma das 
categorias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8 - Os direitos autorais de execução 
pública referentes a shows são pagos mensalmente e somente aos autores das 
músicas interpretadas; nesse caso, o intérprete já foi contemplado com o cachê 
pago pelo promotor do evento e só recebe direitos autorais se for, também, autor 
das músicas que interpretar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9 - Antes de se 
apresentar publicamente em shows, confira se o local, casa de espetáculos ou o 
promotor do evento pagam direito autoral. Sua solidariedade com os compositores 
é fundamental para que o pagamento dos direitos autorais seja respeitado por 
todos os usuários de música, o que, infelizmente, ainda não é constante no 
Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10 - Para que o ECAD possa distribuir os 
direitos autorais provenientes de shows e eventos, é necessário que o 
organizador ou promotor envie o roteiro das músicas que serão executadas pelo 
artista, com a correta identificação dos títulos das músicas e seus respectivos 
autores. Somente assim, o ECAD poderá efetuar a distribuição dos direitos 
autorais o mais breve possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;﻿﻿﻿﻿&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Marcas e o Desenvolvimento Tecnológico do País</title><link>http://ricardocortines.blogspot.com/2012/05/marcas-e-o-desenvolvimento-tecnologico.html</link><author>noreply@blogger.com (Ricardo Cortines Laxe)</author><pubDate>Wed, 9 May 2012 09:29:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6498082124855532193.post-2217122317606446798</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;
&lt;div class="texto_direita" style="text-align: justify;"&gt;
Marca é sinal visualmente perceptível, criada para 
caracterizar e distinguir produtos e serviços oferecidos ao público consumidor, 
podendo ser constituída por expressões gráficas, figuras ou pela união desses 
dois elementos, e cuja utilização é regulada pela Lei da Propriedade Industrial 
nº 9.279/96. &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div class="texto_direita" style="text-align: justify;"&gt;
O registro de uma marca deve ser iniciado perante o INPI, 
tão logo for iniciado o negócio a que representará, devendo, previamente, 
verificar-se os requisitos legais para sua concessão, tal como o da 
originalidade. &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div class="texto_direita" style="text-align: justify;"&gt;
A existência de muitas marcas semelhantes, utilizadas em 
atividades também semelhantes, acaba por enfraquecer as empresas que delas se 
utilizam, deixando-as vulneráveis à quebra ou à estagnação econômica, sendo que, 
ao contrário, uma marca fruto da criatividade, distintiva, e devidamente 
protegida, facilita o crescimento do empreendimento, gerando mais empregos, e 
incrementando a economia do país. &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div class="texto_direita" style="text-align: justify;"&gt;
Aliás, a Constitução Federal, em seu art. 5º, inciso 
XXIX, justifica a importância da proteção à propriedade industrial, em virtude 
do interesse social e do desenvolvimento tecnológico e econômico do país, e é a 
partir dessa orientação que encontram-se na Lei da Propriedade Industrial as 
diretrizes para que a administração e o judiciário não admitam a coexistência de 
marcas idênticas ou semelhantes sendo utilizadas em ramos de atividades 
idênticos, semelhantes ou afins.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div class="texto_direita" style="text-align: justify;"&gt;
De acordo com a lei de regência, a marca é um sinal 
visualmente perceptível, o que equivaleria dizer que somente ao sentido da visão 
recairia seu impacto. Entretanto, o resultado auditivo que produz deve ser 
considerado, já que toda expressão gramatical possui uma correspondência 
fonética. Assim, com base na proibição legal do registro de marcas idênticas ou 
semelhantes a outras existentes, pode-se tranqüilamente incluir o resultado 
sonoro, que igualmente constitui elemento de distingüibilidade de uma marca.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div class="texto_direita" style="text-align: justify;"&gt;
Somente com a concessão do registro da marca adquire-se o 
direito de seu uso exclusivo. Durante o processo, o que existe é mera 
expectativa de direito, que, no entanto, marca a anterioridade. Com o 
Certificado de Registro, título que comprova a aquisição da propriedade da 
marca, o empresário está livre para combater a concorrência e investir com maior 
segurança em seu negócio. &lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div class="texto_direita" style="text-align: justify;"&gt;
Somando-se os fatores da originalidade, atratividade, 
qualidade dos produtos e serviços oferecidos, preferência do consumidor, e o 
correto investimento em marketing, chega-se a outro aspecto importante de uma 
marca bem registrada: ela adquire valor econômico, e passa a constituir o ativo 
fixo da empresa, podendo chegar a ser seu maior patrimônio.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;

&lt;/div&gt;
&lt;div class="texto_direita" style="text-align: justify;"&gt;
Existe uma gama de vantagens que podem ser obtidas com o 
investimento e proteção corretos sobre marcas, sendo certo que o empresário deve 
estar ciente que a etapa seguinte à criação da marca, é a submissão dessa ao 
exame criterioso de um profissional da propriedade intelectual, que verificará a 
registrabilidade e a força junto a concorrência, acompanhando-a até sua 
concessão.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>IMPORTÂNCIA DO REGISTRO DA MARCA</title><link>http://ricardocortines.blogspot.com/2011/08/importancia-do-registro-da-marca.html</link><author>noreply@blogger.com (Ricardo Cortines Laxe)</author><pubDate>Wed, 3 Aug 2011 10:26:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6498082124855532193.post-8130087710385215113</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #4c4c4c; font-family: tahoma; font-size: 12px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="color: #4c4c4c; font-family: tahoma, Arial, Verdana; font-size: 12px;"&gt;&lt;span style="color: #4c4c4c;"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;A marca é a principal forma de identificação de um serviço ou produto.É através dela que uma empresa diferencia sua imagem e qualidade das demais. A importância do registro é assegurar ao titular da marca amparos legais contra prováveis copiadores ou mesmo impedir que outras empresas explorem marca e logotipo semelhantes que possam causar confusão aos clientes, além de ser um meio de defesa contra a pirataria.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="western"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Através do registro, é garantida a certeza de proteção e exclusividade de uso de um nome e logotipo em seu ramo de atividade, em todo o país, por um determinado período de tempo. Tamanha é a seriedade da propriedade de um nome a ponto de empresas disputarem judicialmente por uma marca ou oferecer grandes fortunas pela posse de um nome já registrado. Por isso uma marca pode chegar a valer mais que o patrimônio físico de uma empresa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="western"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Mais comum do que se imagina, a cópia idêntica ou parcial de marcas ou logotipos é uma realidade que acaba causando prejuízos financeiros e morais às empresas. Porém o titular de uma marca já depositada no INPI tem alguns meios de defesa tais como indenizações, cessassão de marcas de terceiros e até a exigência de apreensão de materiais.. Nesses casos, a troca de nome deve ser realizada num curto período de tempo e recolhido todo material da marca dita “ofensiva’’. Os custos nessa situação são infinitamente maiores do que se a empresa proibida de divulgação tivesse feito uma busca e depósito de pedido de marca junto ao INPI.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="western"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Não apenas para proibir terceiros de usarem sua marca, o registro auxilia aos que pretendem expandir seus negócios e licenciar terceiros a utilizarem seu nome, como os casos das franquias. Essa licença de uso de marca é bastante rentável ao titular, que pode exigir que seus padrões de qualidade, serviços e visual sejam preservados.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="western" style="color: #4c4c4c; font-family: tahoma, Arial, Verdana; font-size: 12px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Quando bem trabalhada, uma marca é capaz de definir não apenas uma empresa, mas todo um conceito de serviço e até um estilo de vida. O registro vem preservar e proteger esse patrimônio ético que, embora não visível aos olhos, é o primeiro bem de qualquer empresa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>PERGUNTAS E RESPOSTAS</title><link>http://ricardocortines.blogspot.com/2011/08/perguntas-e-respostas.html</link><author>noreply@blogger.com (Ricardo Cortines Laxe)</author><pubDate>Mon, 1 Aug 2011 13:42:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6498082124855532193.post-1585803278012236093</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;1. O que é Direito Autoral?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;É o direito do autor, do criador, do tradutor, do pesquisador, do artista, de controlar o uso que se faz de sua obra. Consolidado na Lei 9.610, de 19 de fevereiro de 1998, garante ao autor os direitos morais e patrimoniais sobre a obra que criou.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&amp;nbsp;A lei de direitos autorais regulamenta no país aquilo que é disposto nos tratados internacionais relacionados ao tema, dos quais o Brasil é signatário.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;2. Quais as novidades trazidas pela Lei 9.610/98?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;A Lei de Direitos Autorais representa um avanço importante na regulamentação dos direitos do autor, em sua definição do que é permitido e proibido a título de reprodução e quais as sanções civis a serem aplicadas aos infratores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;3. O que é reprodução e o que constitui contrafação?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Reprodução é a cópia em um ou mais exemplares de uma obra literária, artística ou científica. Contrafação é a cópia não autorizada de uma obra. Desta forma, toda reprodução é uma cópia, e cópia sem autorização do titular dos direitos autorais e/ou detentor dos direitos de reprodução ou fora das estipulações legais constitui contrafação, ato ilícito civil e penal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;4. O que é permitido?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;De acordo com o disposto no artigo 28 da Lei do Direito Autoral, cabe ao autor o direito exclusivo de utilizar, fruir e dispor da obra literária, artística ou científica. O artigo 29 dispõe que depende de autorização prévia e expressa do autor a utilização da obra, por quaisquer modalidades, dentre elas a reprodução parcial ou integral.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Contudo, essa exclusividade é limitada pelas hipóteses expressamente indicadas no artigo 46 da mesma Lei. Fora dessas exceções legais, e da permissão da cópia para uso privado do copista, a reprodução, sem autorização do titular de direitos autorais ou de seu representante, constitui contrafação passível de punição nas esferas cível e criminal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;5. O que é “pequeno trecho”?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;A Lei não define o que é “pequeno trecho” de uma obra, tampouco versa sobre porcentagem quando trata de pequeno trecho. É importante frisar que pequeno trecho é um fragmento da obra que não contempla sua substância. “Pequeno trecho” não se refere à extensão da reprodução, mas sim ao conteúdo reproduzido. Assim, qualquer intenção de se associar o “pequeno trecho” a 10% ou 15% da totalidade de uma obra integral é descabida. Isto porque é possível que em 10 ou 15% de reprodução esteja contemplada parte substancial da obra protegida.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Em todo caso, ainda que o trecho que se pretenda reproduzir possa ser objeto de consenso como sendo “pequeno trecho”, esta é apenas uma das hipóteses especificadas na lei, mas que precisaria estar atendida simultaneamente às demais. Se qualquer uma das hipóteses não for atendida, a reprodução é simplesmente ilegal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;6. O que é “pirataria editorial”?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;A pirataria intelectual, ou seja, a utilização e reprodução não autorizadas de obras intelectuais (marcas, patentes e obras literárias, artísticas e científicas) com finalidade de lucro geram bilhões de prejuízos aos titulares dos direitos e aos mercados estabelecidos.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;No caso específico da “pirataria editorial”, os prejuízos atingem a todos, principalmente aos autores e editores. Aos autores, porque têm seus direitos intelectuais impunemente violados e seu trabalho usurpado. Aos editores por encontrarem no mercado obras, pelas quais pagaram os direitos autorais e de edição, completamente sem qualidade, reprografadas ilegalmente, o que lhes acarreta sérios e graves prejuízos morais e materiais.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Como bem assegura Plínio Cabral (in “Revolução Tecnológica e Direito Autoral”, Ed. Sagra Luzzatto, 1998, p. 100-101), o ciclo criar, produzir, distribuir se rompe pela ação pirata que atinge o movimento editorial, uma vez que: “A edição de um livro exige muito trabalho e a intervenção de vários setores em sua cadeia produtiva. Ela vai do plantio da árvore até a industrialização da celulose para transformá-la em papel. Elaboração do texto, editoração, composição, revisão, impressão, armazenagem dos estoques, distribuição, transporte, exposição e venda nas livrarias – tudo isto requer um trabalho fantástico que exige grandes investimentos, cujo retorno possibilita a manutenção ativa e ininterrupta do ciclo produtivo”.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;E continua: “O pirata, entretanto, valendo-se (...) de modernos instrumentos tecnológicos, simplesmente adquire um exemplar do livro para depois reproduzi-lo aos milhares e vender, naturalmente a preço muito baixo, para obter um ganho extraordinário, já que nessa operação só teve uma despesa editorial: a compra de um exemplar do livro a ser pirateado”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;7. Além do desrespeito ao Direito Autoral, quais os prejuízos causados pela pirataria?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Em termos concretos, estima-se que o mercado editorial brasileiro perde mais de R$ 1 bilhão/ano por causa da pirataria do livro. Este número foi estimado por meio do consumo médio de cópias não autorizadas, realizado anualmente pelos alunos dos cursos superiores. É um prejuízo expressivo e que tem resultado no fechamento de inúmeras editoras que se especializavam em livros técnicos e didáticos, notadamente da área das ciências humanas, o que acarreta desemprego de centenas de profissionais, tais como autores, ilustradores, designers, tradutores, revisores, agentes literários, empregados das áreas administrativas e de apoio, livreiros e todos aqueles que operam a extensa cadeia da produção, distribuição e comercialização de livros.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;A pirataria editorial é responsável, também, por um outro quadro problemático: as pequenas tiragens dos livros no Brasil. Este fato indica a estagnação do mercado leitor no país, fato que contribui para o aumento do custo do livro. Enquanto as tiragens e o número de vendas de livros praticamente estacionaram, as cópias desses mesmos livros se multiplicaram.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Tudo isto se traduz em pouca atratividade para gerar e publicar conteúdos, o que acabará resultando numa possível interrupção do processo de disseminação do conhecimento acadêmico em língua portuguesa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;8. Quais as punições para quem reproduz ilegalmente obra protegida?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Em 1º de julho de 2003 entrou em vigor a Lei 10.693, que alterou os artigos 184 e 186 do Código Penal e acrescentou parágrafos ao artigo 525 do Código de Processo Penal. Considerada uma nova arma para o combate à pirataria, essa lei representa um grande avanço, já que eleva a pena mínima para os crimes de violação de direito de autor com intuito de lucro – ainda que indireto – para 2 (dois) anos de reclusão.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Com isso, o crime de violação de direito de autor, com finalidade de comércio, deixa de ser considerado crime de menor potencial ofensivo, o que demonstra a seriedade com que passa a ser tratado pela legislação penal. Além da pena de reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa e da apreensão da totalidade dos bens ilicitamente produzidos ou reproduzidos, existe também a possibilidade de apreensão dos equipamentos, suportes e materiais que possibilitaram a sua existência, desde que se destinem à prática do delito.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Na esfera cível, o infrator estará sujeito ao pagamento de indenização que será calculada a partir do prejuízo causado aos ofendidos. Quando esta mensuração não for possível por causa do desconhecimento do número de exemplares contrafeitos, a Lei prevê que o ofensor indenize os ofendidos pagando-lhes o valor de 3.000 (três mil) exemplares por título reproduzido ilegalmente, além dos apreendidos.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Apenas para ilustrar, se um livro de R$ 30,00 (trinta reais) foi reproduzido ilegalmente, além de o copista poder ser penalmente punido com a pena de reclusão de 2 a 4 anos de prisão, ainda poderá ser condenado a pagar indenização que facilmente poderá superar R$ 90.000,00 (noventa mil reais).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;9. Por que esta questão da Propriedade Intelectual tornou-se tão premente no Brasil?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;O Brasil avançou muito nos últimos anos no campo da repressão à violação da Propriedade Intelectual. No caso específico da pirataria, está mais que comprovado o volume das perdas, para os mais diversos setores do País, com o não pagamento dos direitos devidos, encargos e impostos dessa indústria marginal.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Reconhecer o direito de quem cria e de quem produz é um avanço em cidadania e respeito à cultura e à economia do nosso País e do mundo. Neste sentido, o Relatório da CPI da Pirataria de 2004, no capítulo V, que versa sobre os Direitos Autorais e Editoriais, informa que fará uma Indicação ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério da Educação, no sentido de alertar todas as Universidades e Faculdades, por ele credenciadas, que a conduta por elas tolerada é criminosa, além dos malefícios que esse tipo de pirataria traz à disseminação da cultura, à formação do jovem e ao respeito pelos direitos alheios.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Acima de tudo, é necessário lembrar também que a produção de conteúdo intelectual demanda dedicação e sacrifício de outras atividades pelos autores. Como a pirataria vem diminuindo, cada vez mais, a compensação que estes autores tinham através dos seus direitos autorais, diminui também o interesse de bons autores em transformar o seu conhecimento em livros, para permitir o compartilhamento com os estudantes. Se continuar assim, as perspectivas de médio e longo prazo são preocupantes com relação à produção e à publicação futuras de conteúdo intelectual genuinamente brasileiro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;10. Qual o papel do editor e quais os seus direitos e deveres?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;O editor é a pessoa que assume a responsabilidade e riscos de produzir, publicar e distribuir a obra. É a pessoa física ou jurídica a quem se concede o direito exclusivo de reprodução da obra e o dever de divulgá-la, nos limites previstos no contrato de edição. Ele está sempre atento para reconhecer e buscar, para sua área de atuação editorial, o que de melhor se cria e se produz nos principais centros de produção acadêmica e profissional, a partir da seleção da obra que vai editar.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;A ele cabe arcar com os custos de uma boa revisão, tradução, composição, papel, impressão, prefácio, letra, ilustração, capa, assessoria de imprensa etc., além da divulgação e distribuição necessárias para pôr um livro pronto nas lojas e livrarias do País.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;11. Como controlar a pirataria?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;O Brasil está “acordando” para esta luta. Com a lei 10.695, que entrou em vigor em 1º de julho de 2003, percebe-se que o cenário está mudando. Ela estabelece penas mais severas para os crimes de violação de direito de autor. No caso de livros, autores e editores estão se reunindo em entidades, como a ABDR, para defender o que sabem ser justo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;12. Estarei infringindo a Lei se mandar fazer muitas cópias e distribuí-las gratuitamente ou pedir que as devolvam após o uso?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Sim, estará. São permitidas apenas cópias, em um só exemplar, para uso privado do copista, sem intuito de lucro direto ou indireto. Copiar para distribuir, ainda que sem ganho material, é contra a lei e ofende o quesito “uso próprio”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;13. Como fica a questão do direito autoral de um livro que tenha sua edição esgotada?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;O fato de a edição estar esgotada não significa que esta possa ser livremente reproduzida, até porque uma obra pode estar fora de circulação em virtude de problemas de distribuição, em razão de atualização para nova edição ou até desinteresse do autor em uma outra impressão.&amp;nbsp;&amp;nbsp; Para fazer uma analogia muito simples: se o modelo do televisor que você deseja adquirir não é mais fabricado e/ou encontrado no comércio, isto não torna lícito roubar o aparelho de alguém que já o possua. Conforme disposto no § 2º, do artigo 63, da Lei de Direitos Autorais, considera-se esgotada a edição quando restarem em estoque, em poder do editor, exemplares em número inferior a dez por cento (10%) do total da edição. E o artigo 65 esclarece que “esgotada a edição, e o editor, com direito à outra, não a publicar, poderá o autor notificá-lo a que o faça em certo prazo, sob pena de perder aquele direito, além de responder por danos”.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Já o artigo 67 estipula que “se, em virtude de sua natureza, for imprescindível a atualização da obra em novas edições, o editor, negando-se o autor a fazê-la, dela poderá encarregar outrem, mencionando o fato na edição”. Assim, o contrato de edição estipula o prazo e as condições pactuadas com o autor da obra com relação a sua exploração e reprodução, e a Lei fornece os subsídios para que tanto o autor quanto o editor tenham seus direitos e interesses garantidos com relação à questão das novas edições.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Finalmente, de acordo com José de Oliveira Ascensão, (In “Direito Autoral”, Ed. Renovar, 2º ed., pág. 268), em caso de obras já divulgadas, mas que não estão mais no mercado, deveria haver a possibilidade de reprodução para fins justificados que ultrapassem o uso privado. Além disso, esclarece que os fins não seriam justificados se a ausência da obra fosse temporária e as necessidades permitissem esperar pela publicação da obra. No entanto, o ilustre autor adverte: em qualquer caso, porém, deveria ser imposta a remuneração adequada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;14. É possível o professor fotocopiar ilustração ou página de obras para trabalhar com seus alunos em sala de aula, com indicação da fonte?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Arial Narrow', sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Quanto à reprodução de páginas de obra para trabalhar com alunos em sala-de-aula, há a necessidade de autorização do autor, já que tal utilização não está coberta pelo conceito de cópia única nem nas limitações legais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>ALGUMAS DAS MUDANÇAS NO PROJETO LEI APÓS A CONSULTA PUBLICA</title><link>http://ricardocortines.blogspot.com/2011/05/algumas-das-mudancas-no-projeto-lei.html</link><author>noreply@blogger.com (Ricardo Cortines Laxe)</author><pubDate>Tue, 10 May 2011 15:41:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6498082124855532193.post-8011577401067556465</guid><description>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;COMO ERA ART. 5º DA LEI 9.610/98 - CESSÃO DE DIREITOS&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não havia uma definição de "cessão de direitos"&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;COMO FICOU &lt;/b&gt;&lt;b&gt;ART. 5º DA LEI 9.610/98 - CESSÃO DE DIREITOS&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;"Ato por meio do qual se transfere, total ou parcialmente, com exclusividade, a titularidade de direitos autorais, em carater temporário ou definitivo, garantindo ao cessionário a prerrogativa de revindicar para si os direitos patrimoniais dele decorrentes e agir em defesa do objeto da cessão."&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;COMO ERA ART. 46º&amp;nbsp; PARÁGRAFO ÚNICO DA LEI 9.610/98 - LIMITAÇÕES&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;
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&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;Também não constitui ofensas aos direitos autorais a reprodução, distribuição e comunicação ao público de obras protegidas, dispensando-se, inclusive, a previa e expressa autorização do titular e a necessidade de remuneração por parte de quem as utiliza, quando essa utilização for: I. para fins educacionais, didáticos, informativos, de pesquisa ou para uso como recurso criativo; e II. feita na medida justificada para o fim de se atingir, sem prejudicar a exploração normal da obra utilizada e nem causar prejuízo injustificado aos legítimos interesses dos autores."&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;COMO FICOU ART. 46º&amp;nbsp; PARÁGRAFO ÚNICO DA LEI 9.610/98 - LIMITAÇÕES&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;b&gt;COMO ERA ART. 52º B DA LEI 9.610/98 - LICENÇAS&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;"0 presidente da Republica poderá, mediante requerimento de interessado (...), conceder licença não voluntária e não exclusiva para tradução, reprodução, distribuição, edição e exposição de obras literárias, artísticas ou cientificas, desde que a licença atenda necessariamente aos interesses da ciência, da cultura, da educação ou do direito &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;fundamental de acesso à informação(...)”&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;b&gt;COMO FICOU ART. 52º - B DA LEI 9.610/98 - LICENÇAS&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;"&lt;/b&gt;O poder judiciário poderá autorizar o uso de obras literárias ou de artes visuais sempre que, ao exercer seus direitos patrimoniais, o herdeiro ou sucessor do autor da obra exceda manifestamente os limites impostos pelo seu fim econômico ou social, pela boa-fé ou pelos bons costumes, prejudicando o seu acesso ou fruição pela sociedade."&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;COMO ERA ART. 98º - D DA LEI 9.610/98 - GESTÃO COLETIVA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;b&gt;COMO FICOU ART. 98º - D DA LEI 9.610/98 - GESTÃO COLETIVA&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;
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&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Foi incluído um parágrafo único ao texto: "0 direito a prestação de contas poderá ser ." exercido diretamente par qualquer associado ou, indiretamente, por intermédio do Ministério da Cultura."&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>DIREITO E ESPIRITISMO</title><link>http://ricardocortines.blogspot.com/2010/11/direito-e-espiritismo.html</link><author>noreply@blogger.com (Ricardo Cortines Laxe)</author><pubDate>Tue, 23 Nov 2010 09:45:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6498082124855532193.post-7371749895738599426</guid><description>&lt;div class="gmail_quote" style="text-align: justify;"&gt;  &lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="color: #333333; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Uma das grandes conquistas da Humanidade foi a laicização do  Direito que, liberto dos grilhões religiosos, pode florescer como uma construção  humana. Portanto, o presente artigo, ao defender a existência de um Direito  laico e, ao mesmo tempo, tecer algumas relações entre Direito e Espiritismo, não  se pretende doutrinário; e sim crítico e aberto. Também não tem intenção de  proselitismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O principal ponto em comum entre o Direito e o Espiritismo  é o senso de justiça que, enquanto para alguns, é produto cultural, para outros,  é inato ao ser humano. Não vamos adentrar ao mérito dessa questão, mesmo porque,  não há provas de uma ou de outra coisa, e sim meras especulações  filosóficas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para o Espiritismo, a idéia de Justiça é mais ampla do que  para o Direito, pois abrange a possibilidade de sucessivas encarnações para a  sua concretização. Já o Direito, por seu turno, viabiliza a Justiça atendo-se à  existência de apenas uma vida, que é a vida presente. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="color: #333333; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Ora, essa questão  remonta às provas científicas na encarnação, que não são aceitas unanimemente. O  maior expoente da ciência no estudo científico das reencarnações é Ian  Stevenson, da Universidade de Virgínia, nos Estados Unidos, que conseguiu  comprovar centenas de casos de reencarnação em diversos países ocidentais e  orientais. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="color: #333333; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Todavia, outras  centenas de casos estudados ficaram sem comprovação. Assim, a reencarnação, sob  o ponto de vista científico, continua sendo uma possibilidade aceita por alguns  e refutada por outros, permanecendo mais como uma questão de fé do que de  ciência. Cumpre observar, todavia, que não apenas o Espiritismo é  reencarnacionista, mas também uma variada de gama de outras religiões,  principalmente orientais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pois bem. Tomemos como possível a existência  de sucessivas reencarnações da alma, a fim de que possamos analisar a idéia  espírita de Justiça. Allan Kardec, no &lt;i&gt;“Livro dos Espíritos”, &lt;/i&gt;questão 875,  pergunta aos espíritos como se deve definir a Justiça, ao que respondem: &lt;i&gt;“A  Justiça consiste no respeito aos direitos de cada um”. &lt;/i&gt;Ora, essa definição  não está inconforme com o Direito posto, ao longo dos séculos da história da  Humanidade. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="color: #333333; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Continuando,  pergunta Kardec o que determina esses direitos, e os espíritos respondem que  &lt;i&gt;“são determinados por duas coisas: a lei humana e a lei natural. Como os  homens fizeram leis apropriadas aos seus costumes e ao seu caráter, essas leis  podem variar com o progresso (...). O direito dos homens, portanto, nem sempre é  conforme a Justiça. Só regula algumas relações sociais, enquanto na vida privada  há uma infinidade de atos que são de competência exclusiva do tribunal da  consciência”.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas interpretações mais conservadoras da doutrina  espírita entendem que se deve suportar as dores do mundo como obra da Justiça,  decorrentes de atos faltosos da vida pregressa. Isso levava a um tipo de  resignação descabida em nossos dias, quando a evolução da Humanidade nos ensina  a lutar pelos nossos direitos. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="color: #333333; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Assim, as correntes  mais recentes da hermenêutica espírita põem a ênfase sobre o livre-arbítrio do  homem, para reivindicar o que lhe for de direito e assim ir tecendo a sua  história, com liberdade de decisão.&amp;nbsp; O mesmo se aplica aos operadores do  Direito, que não devem se resignar diante das injustiças, mas sim trabalhar para  construir o que for justo, em conformidade com a época e com o lugar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A  relação entre Direito e Espiritismo, no Brasil, é patente. Uma rápida busca  desses vocábulos na internet nos trará milhões de resultados. Com efeito, o  Espiritismo desenvolveu-se no Brasil mais do que em qualquer outro país do  mundo, mormente entre os anos 30 e 50 do século passado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Várias vezes os  tribunais brasileiros aceitaram o Espiritismo, em questões inclusive  controversas, como por exemplo, a admissão de psicografias como meio de prova em  Juízo. Sobre esse assunto, assevera Alaíde Barbosa dos Santos Filha, no volume 1  da revista eletrônica ‘Fonte do Direito´, que as psicografias podem ser aceitas  como meio de prova judicial, desde que se faça um exame grafotécnico das mesmas,  para comprovar se a caligrafia do suposto espírito manifestante coincide com a  da referida pessoa, em vida. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="color: #333333; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Porém, muitas vezes  nas psicografias a caligrafia é mesmo a do médium, e não do suposto espírito  desencarnado. Por essa razão, quer nos parecer que as psicografias não  constituem um meio de prova admissível judicialmente, inclusive porque não se  pode provar cientificamente a existência de espíritos, tampouco a sua  manifestação entre nós. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="color: #333333; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Essa é uma questão  de fé, para a qual a ciência não apresenta respostas ou comprovação. Contudo,  não obstante as controvérsias, podemos concluir que há elementos teóricos  suficientes para a formulação de uma Teoria Espírita da Justiça, assim como  também há, em outras religiões, elementos dos quais se pode haurir teorias que  versem sobre a Justiça e sobre o Direito. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>LEI 9.610/98</title><link>http://ricardocortines.blogspot.com/2010/02/lei-961098.html</link><author>noreply@blogger.com (Ricardo Cortines Laxe)</author><pubDate>Sun, 28 Feb 2010 08:31:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6498082124855532193.post-8864805660360991858</guid><description>&lt;div style="color: black; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;b&gt;&lt;big&gt;&lt;big&gt;Presidência      da República&lt;/big&gt;&lt;/big&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;b&gt;      &lt;big&gt;Casa Civil&lt;/big&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;b&gt;&lt;big&gt;      &lt;/big&gt;Subchefia para Assuntos Jurídicos&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;b&gt;LEI  Nº 9.610/98, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="color: black; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;O  PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e  eu sanciono a seguinte Lei: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Título I &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Disposições  Preliminares &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 1º Esta Lei regula os direitos  autorais, entendendo-se sob esta denominação os direitos de autor e os  que lhes são conexos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 2º Os estrangeiros  domiciliados no exterior gozarão da proteção assegurada nos acordos,  convenções e tratados em vigor no Brasil. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parágrafo  único. Aplica-se o disposto nesta Lei aos nacionais ou pessoas  domiciliadas em país que assegure aos brasileiros ou pessoas  domiciliadas no Brasil a reciprocidade na proteção aos direitos autorais  ou equivalentes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 3º Os direitos autorais  reputam-se, para os efeitos legais, bens móveis. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  4º Interpretam-se restritivamente os negócios jurídicos sobre os  direitos autorais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 5º Para os efeitos desta Lei,  considera-se: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I - publicação - o oferecimento de obra  literária, artística ou científica ao conhecimento do público, com o  consentimento do autor, ou de qualquer outro titular de direito de  autor, por qualquer forma ou processo; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
II -  transmissão ou emissão - a difusão de sons ou de sons e imagens, por  meio de ondas radioelétricas; sinais de satélite; fio, cabo ou outro  condutor; meios óticos ou qualquer outro processo eletromagnético; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
III  - retransmissão - a emissão simultânea da transmissão de uma empresa  por outra; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IV - distribuição - a colocação à  disposição do público do original ou cópia de obras literárias,  artísticas ou científicas, interpretações ou execuções fixadas e  fonogramas, mediante a venda, locação ou qualquer outra forma de  transferência de propriedade ou posse; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
V - comunicação  ao público - ato mediante o qual a obra é colocada ao alcance do  público, por qualquer meio ou procedimento e que não consista na  distribuição de exemplares; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VI - reprodução - a cópia  de um ou vários exemplares de uma obra literária, artística ou  científica ou de um fonograma, de qualquer forma tangível, incluindo  qualquer armazenamento permanente ou temporário por meios eletrônicos ou  qualquer outro meio de fixação que venha a ser desenvolvido; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VII  - contrafação - a reprodução não autorizada; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VIII -  obra: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) em co-autoria - quando é criada em comum, por  dois ou mais autores; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) anônima - quando não se  indica o nome do autor, por sua vontade ou por ser desconhecido; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c)  pseudônima - quando o autor se oculta sob nome suposto; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d)  inédita - a que não haja sido objeto de publicação; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e)  póstuma - a que se publique após a morte do autor; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
f)  originária - a criação primígena; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
g) derivada - a  que, constituindo criação intelectual nova, resulta da transformação de  obra originária; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
h) coletiva - a criada por  iniciativa, organização e responsabilidade de uma pessoa física ou  jurídica, que a publica sob seu nome ou marca e que é constituída pela  participação de diferentes autores, cujas contribuições se fundem numa  criação autônoma; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
i) audiovisual - a que resulta da  fixação de imagens com ou sem som, que tenha a finalidade de criar, por  meio de sua reprodução, a impressão de movimento, independentemente dos  processos de sua captação, do suporte usado inicial ou posteriormente  para fixá-lo, bem como dos meios utilizados para sua veiculação; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IX  - fonograma - toda fixação de sons de uma execução ou interpretação ou  de outros sons, ou de uma representação de sons que não seja uma fixação  incluída em uma obra audiovisual; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
X - editor - a  pessoa física ou jurídica à qual se atribui o direito exclusivo de  reprodução da obra e o dever de divulgá-la, nos limites previstos no  contrato de edição; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
XI - produtor - a pessoa física ou  jurídica que toma a iniciativa e tem a responsabilidade econômica da  primeira fixação do fonograma ou da obra audiovisual, qualquer que seja a  natureza do suporte utilizado; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
XII - radiodifusão - a  transmissão sem fio, inclusive por satélites, de sons ou imagens e sons  ou das representações desses, para recepção ao público e a transmissão  de sinais codificados, quando os meios de decodificação sejam oferecidos  ao público pelo organismo de radiodifusão ou com seu consentimento; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
XIII  - artistas intérpretes ou executantes - todos os atores, cantores,  músicos, bailarinos ou outras pessoas que representem um papel, cantem,  recitem, declamem, interpretem ou executem em qualquer forma obras  literárias ou artísticas ou expressões do folclore. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  6º Não serão de domínio da União, dos Estados, do Distrito Federal ou  dos Municípios as obras por eles simplesmente subvencionadas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Título  II &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Das Obras Intelectuais &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capítulo I  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Das Obras Protegidas &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 7º São  obras intelectuais protegidas as criações do espírito, expressas por  qualquer meio ou fixadas em qualquer suporte, tangível ou intangível,  conhecido ou que se invente no futuro, tais como: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I -  os textos de obras literárias, artísticas ou científicas; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
II  - as conferências, alocuções, sermões e outras obras da mesma natureza;  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
III - as obras dramáticas e dramático-musicais; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IV  - as obras coreográficas e pantomímicas, cuja execução cênica se fixe  por escrito ou por outra qualquer forma; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
V - as  composições musicais, tenham ou não letra; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VI - as  obras audiovisuais, sonorizadas ou não, inclusive as cinematográficas; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VII  - as obras fotográficas e as produzidas por qualquer processo análogo  ao da fotografia; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VIII - as obras de desenho, pintura,  gravura, escultura, litografia e arte cinética; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IX -  as ilustrações, cartas geográficas e outras obras da mesma natureza; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
X  - os projetos, esboços e obras plásticas concernentes à geografia,  engenharia, topografia, arquitetura, paisagismo, cenografia e ciência; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
XI  - as adaptações, traduções e outras transformações de obras originais,  apresentadas como criação intelectual nova; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
XII - os  programas de computador; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
XIII - as coletâneas ou  compilações, antologias, enciclopédias, dicionários, bases de dados e  outras obras, que, por sua seleção, organização ou disposição de seu  conteúdo, constituam uma criação intelectual. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§ 1º Os  programas de computador são objeto de legislação específica, observadas  as disposições desta Lei que lhes sejam aplicáveis. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§  2º A proteção concedida no inciso XIII não abarca os dados ou materiais  em si mesmos e se entende sem prejuízo de quaisquer direitos autorais  que subsistam a respeito dos dados ou materiais contidos nas obras. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§  3º No domínio das ciências, a proteção recairá sobre a forma literária  ou artística, não abrangendo o seu conteúdo científico ou técnico, sem  prejuízo dos direitos que protegem os demais campos da propriedade  imaterial. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 8º Não são objeto de proteção como  direitos autorais de que trata esta Lei: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I - as  idéias, procedimentos normativos, sistemas, métodos, projetos ou  conceitos matemáticos como tais; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
II - os esquemas,  planos ou regras para realizar atos mentais, jogos ou negócios; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
III  - os formulários em branco para serem preenchidos por qualquer tipo de  informação, científica ou não, e suas instruções; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IV -  os textos de tratados ou convenções, leis, decretos, regulamentos,  decisões judiciais e demais atos oficiais; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
V - as  informações de uso comum tais como calendários, agendas, cadastros ou  legendas; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VI - os nomes e títulos isolados; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VII  - o aproveitamento industrial ou comercial das idéias contidas nas  obras. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 9º À cópia de obra de arte plástica feita  pelo próprio autor é assegurada a mesma proteção de que goza o original.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 10. A proteção à obra intelectual abrange o seu  título, se original e inconfundível com o de obra do mesmo gênero,  divulgada anteriormente por outro autor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parágrafo  único. O título de publicações periódicas, inclusive jornais, é  protegido até um ano após a saída do seu último número, salvo se forem  anuais, caso em que esse prazo se elevará a dois anos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capítulo  II &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da Autoria das Obras Intelectuais &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  11. Autor é a pessoa física criadora de obra literária, artística ou  científica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parágrafo único. A proteção concedida ao  autor poderá aplicar-se às pessoas jurídicas nos casos previstos nesta  Lei. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 12. Para se identificar como autor, poderá o  criador da obra literária, artística ou científica usar de seu nome  civil, completo ou abreviado até por suas iniciais, de pseudônimo ou  qualquer outro sinal convencional. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 13.  Considera-se autor da obra intelectual, não havendo prova em contrário,  aquele que, por uma das modalidades de identificação referidas no artigo  anterior, tiver, em conformidade com o uso, indicada ou anunciada essa  qualidade na sua utilização. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 14. É titular de  direitos de autor quem adapta, traduz, arranja ou orquestra obra caída  no domínio público, não podendo opor-se a outra adaptação, arranjo,  orquestração ou tradução, salvo se for cópia da sua. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  15. A co-autoria da obra é atribuída àqueles em cujo nome, pseudônimo  ou sinal convencional for utilizada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§ 1º Não se  considera co-autor quem simplesmente auxiliou o autor na produção da  obra literária, artística ou científica, revendo-a, atualizando-a, bem  como fiscalizando ou dirigindo sua edição ou apresentação por qualquer  meio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§ 2º Ao co-autor, cuja contribuição possa ser  utilizada separadamente, são asseguradas todas as faculdades inerentes à  sua criação como obra individual, vedada, porém, a utilização que possa  acarretar prejuízo à exploração da obra comum. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  16. São co-autores da obra audiovisual o autor do assunto ou argumento  literário, musical ou lítero-musical e o diretor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parágrafo  único. Consideram-se co-autores de desenhos animados os que criam os  desenhos utilizados na obra audiovisual. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 17. É  assegurada a proteção às participações individuais em obras coletivas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§  1º Qualquer dos participantes, no exercício de seus direitos morais,  poderá proibir que se indique ou anuncie seu nome na obra coletiva, sem  prejuízo do direito de haver a remuneração contratada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§  2º Cabe ao organizador a titularidade dos direitos patrimoniais sobre o  conjunto da obra coletiva. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§ 3º O contrato com o  organizador especificará a contribuição do participante, o prazo para  entrega ou realização, a remuneração e demais condições para sua  execução. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capítulo III &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Do Registro  das Obras Intelectuais &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 18. A proteção aos  direitos de que trata esta Lei independe de registro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  19. É facultado ao autor registrar a sua obra no órgão público definido  no caput e no § 1º do art. 17 da Lei nº 5.988, de 14 de dezembro de  1973. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 20. Para os serviços de registro previstos  nesta Lei será cobrada retribuição, cujo valor e processo de  recolhimento serão estabelecidos por ato do titular do órgão da  administração pública federal a que estiver vinculado o registro das  obras intelectuais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 21. Os serviços de registro  de que trata esta Lei serão organizados conforme preceitua o § 2º do  art. 17 da Lei nº 5.988, de 14 de dezembro de 1973. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Título  III &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dos Direitos do Autor &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capítulo I  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Disposições Preliminares &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 22.  Pertencem ao autor os direitos morais e patrimoniais sobre a obra que  criou. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 23. Os co-autores da obra intelectual  exercerão, de comum acordo, os seus direitos, salvo convenção em  contrário. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capítulo II &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dos Direitos  Morais do Autor &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 24. São direitos morais do autor:  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I - o de reivindicar, a qualquer tempo, a autoria da  obra; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
II - o de ter seu nome, pseudônimo ou sinal  convencional indicado ou anunciado, como sendo o do autor, na utilização  de sua obra; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
III - o de conservar a obra inédita; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IV  - o de assegurar a integridade da obra, opondo-se a quaisquer  modificações ou à prática de atos que, de qualquer forma, possam  prejudicá-la ou atingi-lo, como autor, em sua reputação ou honra; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
V  - o de modificar a obra, antes ou depois de utilizada; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VI  - o de retirar de circulação a obra ou de suspender qualquer forma de  utilização já autorizada, quando a circulação ou utilização implicarem  afronta à sua reputação e imagem; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VII - o de ter  acesso a exemplar único e raro da obra, quando se encontre legitimamente  em poder de outrem, para o fim de, por meio de processo fotográfico ou  assemelhado, ou audiovisual, preservar sua memória, de forma que cause o  menor inconveniente possível a seu detentor, que, em todo caso, será  indenizado de qualquer dano ou prejuízo que lhe seja causado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§  1º Por morte do autor, transmitem-se a seus sucessores os direitos a  que se referem os incisos I a IV. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§ 2º Compete ao  Estado a defesa da integridade e autoria da obra caída em domínio  público. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§ 3º Nos casos dos incisos V e VI,  ressalvam-se as prévias indenizações a terceiros, quando couberem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  25. Cabe exclusivamente ao diretor o exercício dos direitos morais  sobre a obra audiovisual. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 26. O autor poderá  repudiar a autoria de projeto arquitetônico alterado sem o seu  consentimento durante a execução ou após a conclusão da construção. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parágrafo  único. O proprietário da construção responde pelos danos que causar ao  autor sempre que, após o repúdio, der como sendo daquele a autoria do  projeto repudiado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 27. Os direitos morais do  autor são inalienáveis e irrenunciáveis. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capítulo III &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dos  Direitos Patrimoniais do Autor e de sua Duração &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  28. Cabe ao autor o direito exclusivo de utilizar, fruir e dispor da  obra literária, artística ou científica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 29.  Depende de autorização prévia e expressa do autor a utilização da obra,  por quaisquer modalidades, tais como: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I - a reprodução  parcial ou integral; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
II - a edição; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
III  - a adaptação, o arranjo musical e quaisquer outras transformações; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IV  - a tradução para qualquer idioma; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
V - a inclusão em  fonograma ou produção audiovisual; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VI - a  distribuição, quando não intrínseca ao contrato firmado pelo autor com  terceiros para uso ou exploração da obra; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VII - a  distribuição para oferta de obras ou produções mediante cabo, fibra  ótica, satélite, ondas ou qualquer outro sistema que permita ao usuário  realizar a seleção da obra ou produção para percebê-la em um tempo e  lugar previamente determinados por quem formula a demanda, e nos casos  em que o acesso às obras ou produções se faça por qualquer sistema que  importe em pagamento pelo usuário; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VIII - a  utilização, direta ou indireta, da obra literária, artística ou  científica, mediante: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) representação, recitação ou  declamação; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) execução musical; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c)  emprego de alto-falante ou de sistemas análogos; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d)  radiodifusão sonora ou televisiva; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e) captação de  transmissão de radiodifusão em locais de freqüência coletiva; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
f)  sonorização ambiental; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
g) a exibição audiovisual,  cinematográfica ou por processo assemelhado; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
h)  emprego de satélites artificiais; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
i) emprego de  sistemas óticos, fios telefônicos ou não, cabos de qualquer tipo e meios  de comunicação similares que venham a ser adotados; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
j)  exposição de obras de artes plásticas e figurativas; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IX  - a inclusão em base de dados, o armazenamento em computador, a  microfilmagem e as demais formas de arquivamento do gênero; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
X  - quaisquer outras modalidades de utilização existentes ou que venham a  ser inventadas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 30. No exercício do direito de  reprodução, o titular dos direitos autorais poderá colocar à disposição  do público a obra, na forma, local e pelo tempo que desejar, a título  oneroso ou gratuito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§ 1º O direito de exclusividade  de reprodução não será aplicável quando ela for temporária e apenas  tiver o propósito de tornar a obra, fonograma ou interpretação  perceptível em meio eletrônico ou quando for de natureza transitória e  incidental, desde que ocorra no curso do uso devidamente autorizado da  obra, pelo titular. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§ 2º Em qualquer modalidade de  reprodução, a quantidade de exemplares será informada e controlada,  cabendo a quem reproduzir a obra a responsabilidade de manter os  registros que permitam, ao autor, a fiscalização do aproveitamento  econômico da exploração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 31. As diversas  modalidades de utilização de obras literárias, artísticas ou científicas  ou de fonogramas são independentes entre si, e a autorização concedida  pelo autor, ou pelo produtor, respectivamente, não se estende a  quaisquer das demais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 32. Quando uma obra feita  em regime de co-autoria não for divisível, nenhum dos co-autores, sob  pena de responder por perdas e danos, poderá, sem consentimento dos  demais, publicá-la ou autorizar-lhe a publicação, salvo na coleção de  suas obras completas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§ 1º Havendo divergência, os  co-autores decidirão por maioria. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§ 2º Ao co-autor  dissidente é assegurado o direito de não contribuir para as despesas de  publicação, renunciando a sua parte nos lucros, e o de vedar que se  inscreva seu nome na obra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§ 3º Cada co-autor pode,  individualmente, sem aquiescência dos outros, registrar a obra e  defender os próprios direitos contra terceiros. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  33. Ninguém pode reproduzir obra que não pertença ao domínio público, a  pretexto de anotá-la, comentá-la ou melhorá-la, sem permissão do autor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parágrafo  único. Os comentários ou anotações poderão ser publicados  separadamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 34. As cartas missivas, cuja  publicação está condicionada à permissão do autor, poderão ser juntadas  como documento de prova em processos administrativos e judiciais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  35. Quando o autor, em virtude de revisão, tiver dado à obra versão  definitiva, não poderão seus sucessores reproduzir versões anteriores. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  36. O direito de utilização econômica dos escritos publicados pela  imprensa, diária ou periódica, com exceção dos assinados ou que  apresentem sinal de reserva, pertence ao editor, salvo convenção em  contrário. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parágrafo único. A autorização para  utilização econômica de artigos assinados, para publicação em diários e  periódicos, não produz efeito além do prazo da periodicidade acrescido  de vinte dias, a contar de sua publicação, findo o qual recobra o autor o  seu direito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 37. A aquisição do original de uma  obra, ou de exemplar, não confere ao adquirente qualquer dos direitos  patrimoniais do autor, salvo convenção em contrário entre as partes e os  casos previstos nesta Lei. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 38. O autor tem o  direito, irrenunciável e inalienável, de perceber, no mínimo, cinco por  cento sobre o aumento do preço eventualmente verificável em cada revenda  de obra de arte ou manuscrito, sendo originais, que houver alienado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parágrafo  único. Caso o autor não perceba o seu direito de seqüência no ato da  revenda, o vendedor é considerado depositário da quantia a ele devida,  salvo se a operação for realizada por leiloeiro, quando será este o  depositário. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 39. Os direitos patrimoniais do  autor, excetuados os rendimentos resultantes de sua exploração, não se  comunicam, salvo pacto antenupcial em contrário. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  40. Tratando-se de obra anônima ou pseudônima, caberá a quem publicá-la o  exercício dos direitos patrimoniais do autor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parágrafo  único. O autor que se der a conhecer assumirá o exercício dos direitos  patrimoniais, ressalvados os direitos adquiridos por terceiros. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  41. Os direitos patrimoniais do autor perduram por setenta anos  contados de 1° de janeiro do ano subseqüente ao de seu falecimento,  obedecida a ordem sucessória da lei civil. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parágrafo  único. Aplica-se às obras póstumas o prazo de proteção a que alude o  caput deste artigo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 42. Quando a obra literária,  artística ou científica realizada em co-autoria for indivisível, o prazo  previsto no artigo anterior será contado da morte do último dos  co-autores sobreviventes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parágrafo único.  Acrescer-se-ão aos dos sobreviventes os direitos do co-autor que falecer  sem sucessores. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 43. Será de setenta anos o prazo  de proteção aos direitos patrimoniais sobre as obras anônimas ou  pseudônimas, contado de 1° de janeiro do ano imediatamente posterior ao  da primeira publicação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parágrafo único. Aplicar-se-á o  disposto no art. 41 e seu parágrafo único, sempre que o autor se der a  conhecer antes do termo do prazo previsto no caput deste artigo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  44. O prazo de proteção aos direitos patrimoniais sobre obras  audiovisuais e fotográficas será de setenta anos, a contar de 1° de  janeiro do ano subseqüente ao de sua divulgação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  45. Além das obras em relação às quais decorreu o prazo de proteção aos  direitos patrimoniais, pertencem ao domínio público: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I  - as de autores falecidos que não tenham deixado sucessores; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
II  - as de autor desconhecido, ressalvada a proteção legal aos  conhecimentos étnicos e tradicionais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capítulo IV &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Das  Limitações aos Direitos Autorais &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 46. Não  constitui ofensa aos direitos autorais: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I - a  reprodução: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) na imprensa diária ou periódica, de  notícia ou de artigo informativo, publicado em diários ou periódicos,  com a menção do nome do autor, se assinados, e da publicação de onde  foram transcritos; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) em diários ou periódicos, de  discursos pronunciados em reuniões públicas de qualquer natureza; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c)  de retratos, ou de outra forma de representação da imagem, feitos sob  encomenda, quando realizada pelo proprietário do objeto encomendado, não  havendo a oposição da pessoa neles representada ou de seus herdeiros; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d)  de obras literárias, artísticas ou científicas, para uso exclusivo de  deficientes visuais, sempre que a reprodução, sem fins comerciais, seja  feita mediante o sistema Braille ou outro procedimento em qualquer  suporte para esses destinatários; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
II - a reprodução,  em um só exemplar de pequenos trechos, para uso privado do copista,  desde que feita por este, sem intuito de lucro; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
III - a  citação em livros, jornais, revistas ou qualquer outro meio de  comunicação, de passagens de qualquer obra, para fins de estudo, crítica  ou polêmica, na medida justificada para o fim a atingir, indicando-se o  nome do autor e a origem da obra; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IV - o apanhado de  lições em estabelecimentos de ensino por aqueles a quem elas se dirigem,  vedada sua publicação, integral ou parcial, sem autorização prévia e  expressa de quem as ministrou; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
V - a utilização de  obras literárias, artísticas ou científicas, fonogramas e transmissão de  rádio e televisão em estabelecimentos comerciais, exclusivamente para  demonstração à clientela, desde que esses estabelecimentos comercializem  os suportes ou equipamentos que permitam a sua utilização; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VI  - a representação teatral e a execução musical, quando realizadas no  recesso familiar ou, para fins exclusivamente didáticos, nos  estabelecimentos de ensino, não havendo em qualquer caso intuito de  lucro; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VII - a utilização de obras literárias,  artísticas ou científicas para produzir prova judiciária ou  administrativa; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VIII - a reprodução, em quaisquer  obras, de pequenos trechos de obras preexistentes, de qualquer natureza,  ou de obra integral, quando de artes plásticas, sempre que a reprodução  em si não seja o objetivo principal da obra nova e que não prejudique a  exploração normal da obra reproduzida nem cause um prejuízo  injustificado aos legítimos interesses dos autores. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  47. São livres as paráfrases e paródias que não forem verdadeiras  reproduções da obra originária nem lhe implicarem descrédito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  48. As obras situadas permanentemente em logradouros públicos podem ser  representadas livremente, por meio de pinturas, desenhos, fotografias e  procedimentos audiovisuais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capítulo V &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da  Transferência dos Direitos de Autor &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 49. Os  direitos de autor poderão ser total ou parcialmente transferidos a  terceiros, por ele ou por seus sucessores, a título universal ou  singular, pessoalmente ou por meio de representantes com poderes  especiais, por meio de licenciamento, concessão, cessão ou por outros  meios admitidos em Direito, obedecidas as seguintes limitações: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I  - a transmissão total compreende todos os direitos de autor, salvo os  de natureza moral e os expressamente excluídos por lei; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
II  - somente se admitirá transmissão total e definitiva dos direitos  mediante estipulação contratual escrita; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
III - na  hipótese de não haver estipulação contratual escrita, o prazo máximo  será de cinco anos; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IV - a cessão será válida  unicamente para o país em que se firmou o contrato, salvo estipulação em  contrário; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
V - a cessão só se operará para  modalidades de utilização já existentes à data do contrato; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VI  - não havendo especificações quanto à modalidade de utilização, o  contrato será interpretado restritivamente, entendendo-se como limitada  apenas a uma que seja aquela indispensável ao cumprimento da finalidade  do contrato. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 50. A cessão total ou parcial dos  direitos de autor, que se fará sempre por escrito, presume-se onerosa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§  1º Poderá a cessão ser averbada à margem do registro a que se refere o  art. 19 desta Lei, ou, não estando a obra registrada, poderá o  instrumento ser registrado em Cartório de Títulos e Documentos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§  2º Constarão do instrumento de cessão como elementos essenciais seu  objeto e as condições de exercício do direito quanto a tempo, lugar e  preço. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 51. A cessão dos direitos de autor sobre  obras futuras abrangerá, no máximo, o período de cinco anos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parágrafo  único. O prazo será reduzido a cinco anos sempre que indeterminado ou  superior, diminuindo-se, na devida proporção, o preço estipulado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  52. A omissão do nome do autor, ou de co-autor, na divulgação da obra  não presume o anonimato ou a cessão de seus direitos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Título  IV &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da Utilização de Obras Intelectuais e dos  Fonogramas &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capítulo I &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da Edição &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  53. Mediante contrato de edição, o editor, obrigando-se a reproduzir e a  divulgar a obra literária, artística ou científica, fica autorizado, em  caráter de exclusividade, a publicá-la e a explorá-la pelo prazo e nas  condições pactuadas com o autor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parágrafo único. Em  cada exemplar da obra o editor mencionará: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I - o  título da obra e seu autor; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
II - no caso de tradução, o  título original e o nome do tradutor; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
III - o ano de  publicação; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IV - o seu nome ou marca que o  identifique. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 54. Pelo mesmo contrato pode o autor  obrigar-se à feitura de obra literária, artística ou científica em cuja  publicação e divulgação se empenha o editor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 55.  Em caso de falecimento ou de impedimento do autor para concluir a obra,  o editor poderá: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I - considerar resolvido o contrato,  mesmo que tenha sido entregue parte considerável da obra; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
II  - editar a obra, sendo autônoma, mediante pagamento proporcional do  preço; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
III - mandar que outro a termine, desde que  consintam os sucessores e seja o fato indicado na edição. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parágrafo  único. É vedada a publicação parcial, se o autor manifestou a vontade  de só publicá-la por inteiro ou se assim o decidirem seus sucessores. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  56. Entende-se que o contrato versa apenas sobre uma edição, se não  houver cláusula expressa em contrário. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parágrafo  único. No silêncio do contrato, considera-se que cada edição se  constitui de três mil exemplares. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 57. O preço da  retribuição será arbitrado, com base nos usos e costumes, sempre que no  contrato não a tiver estipulado expressamente o autor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  58. Se os originais forem entregues em desacordo com o ajustado e o  editor não os recusar nos trinta dias seguintes ao do recebimento,  ter-se-ão por aceitas as alterações introduzidas pelo autor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  59. Quaisquer que sejam as condições do contrato, o editor é obrigado a  facultar ao autor o exame da escrituração na parte que lhe corresponde,  bem como a informá-lo sobre o estado da edição. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  60. Ao editor compete fixar o preço da venda, sem, todavia, poder  elevá-lo a ponto de embaraçar a circulação da obra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  61. O editor será obrigado a prestar contas mensais ao autor sempre que  a retribuição deste estiver condicionada à venda da obra, salvo se  prazo diferente houver sido convencionado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 62. A  obra deverá ser editada em dois anos da celebração do contrato, salvo  prazo diverso estipulado em convenção. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parágrafo  único. Não havendo edição da obra no prazo legal ou contratual, poderá  ser rescindido o contrato, respondendo o editor por danos causados. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  63. Enquanto não se esgotarem as edições a que tiver direito o editor,  não poderá o autor dispor de sua obra, cabendo ao editor o ônus da  prova. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§ 1º Na vigência do contrato de edição, assiste  ao editor o direito de exigir que se retire de circulação edição da  mesma obra feita por outrem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§ 2º Considera-se  esgotada a edição quando restarem em estoque, em poder do editor,  exemplares em número inferior a dez por cento do total da edição. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  64. Somente decorrido um ano de lançamento da edição, o editor poderá  vender, como saldo, os exemplares restantes, desde que o autor seja  notificado de que, no prazo de trinta dias, terá prioridade na aquisição  dos referidos exemplares pelo preço de saldo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  65. Esgotada a edição, e o editor, com direito a outra, não a publicar,  poderá o autor notificá-lo a que o faça em certo prazo, sob pena de  perder aquele direito, além de responder por danos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  66. O autor tem o direito de fazer, nas edições sucessivas de suas  obras, as emendas e alterações que bem lhe aprouver. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parágrafo  único. O editor poderá opor-se às alterações que lhe prejudiquem os  interesses, ofendam sua reputação ou aumentem sua responsabilidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  67. Se, em virtude de sua natureza, for imprescindível a atualização da  obra em novas edições, o editor, negando-se o autor a fazê-la, dela  poderá encarregar outrem, mencionando o fato na edição. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capítulo  II &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da Comunicação ao Público &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  68. Sem prévia e expressa autorização do autor ou titular, não poderão  ser utilizadas obras teatrais, composições musicais ou lítero-musicais e  fonogramas, em representações e execuções públicas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§  1º Considera-se representação pública a utilização de obras teatrais no  gênero drama, tragédia, comédia, ópera, opereta, balé, pantomimas e  assemelhadas, musicadas ou não, mediante a participação de artistas,  remunerados ou não, em locais de freqüência coletiva ou pela  radiodifusão, transmissão e exibição cinematográfica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§  2º Considera-se execução pública a utilização de composições musicais  ou lítero-musicais, mediante a participação de artistas, remunerados ou  não, ou a utilização de fonogramas e obras audiovisuais, em locais de  freqüência coletiva, por quaisquer processos, inclusive a radiodifusão  ou transmissão por qualquer modalidade, e a exibição cinematográfica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§  3º Consideram-se locais de freqüência coletiva os teatros, cinemas,  salões de baile ou concertos, boates, bares, clubes ou associações de  qualquer natureza, lojas, estabelecimentos comerciais e industriais,  estádios, circos, feiras, restaurantes, hotéis, motéis, clínicas,  hospitais, órgãos públicos da administração direta ou indireta,  fundacionais e estatais, meios de transporte de passageiros terrestre,  marítimo, fluvial ou aéreo, ou onde quer que se representem, executem ou  transmitam obras literárias, artísticas ou científicas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§  4º Previamente à realização da execução pública, o empresário deverá  apresentar ao escritório central, previsto no art. 99, a comprovação dos  recolhimentos relativos aos direitos autorais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§ 5º  Quando a remuneração depender da freqüência do público, poderá o  empresário, por convênio com o escritório central, pagar o preço após a  realização da execução pública. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§ 6º O empresário  entregará ao escritório central, imediatamente após a execução pública  ou transmissão, relação completa das obras e fonogramas utilizados,  indicando os nomes dos respectivos autores, artistas e produtores. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§  7º As empresas cinematográficas e de radiodifusão manterão à imediata  disposição dos interessados, cópia autêntica dos contratos, ajustes ou  acordos, individuais ou coletivos, autorizando e disciplinando a  remuneração por execução pública das obras musicais e fonogramas  contidas em seus programas ou obras audiovisuais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  69. O autor, observados os usos locais, notificará o empresário do  prazo para a representação ou execução, salvo prévia estipulação  convencional. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 70. Ao autor assiste o direito de  opor-se à representação ou execução que não seja suficientemente  ensaiada, bem como fiscalizá-la, tendo, para isso, livre acesso durante  as representações ou execuções, no local onde se realizam. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  71. O autor da obra não pode alterar-lhe a substância, sem acordo com o  empresário que a faz representar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 72. O  empresário, sem licença do autor, não pode entregar a obra a pessoa  estranha à representação ou à execução. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 73. Os  principais intérpretes e os diretores de orquestras ou coro, escolhidos  de comum acordo pelo autor e pelo produtor, não podem ser substituídos  por ordem deste, sem que aquele consinta. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 74. O  autor de obra teatral, ao autorizar a sua tradução ou adaptação, poderá  fixar prazo para utilização dela em representações públicas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parágrafo  único. Após o decurso do prazo a que se refere este artigo, não poderá  opor-se o tradutor ou adaptador à utilização de outra tradução ou  adaptação autorizada, salvo se for cópia da sua. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  75. Autorizada a representação de obra teatral feita em co-autoria, não  poderá qualquer dos co-autores revogar a autorização dada, provocando a  suspensão da temporada contratualmente ajustada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  76. É impenhorável a parte do produto dos espetáculos reservada ao autor  e aos artistas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capítulo III &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da  Utilização da Obra de Arte Plástica &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 77. Salvo  convenção em contrário, o autor de obra de arte plástica, ao alienar o  objeto em que ela se materializa, transmite o direito de expô-la, mas  não transmite ao adquirente o direito de reproduzi-la. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  78. A autorização para reproduzir obra de arte plástica, por qualquer  processo, deve se fazer por escrito e se presume onerosa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capítulo  IV &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da Utilização da Obra Fotográfica &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  79. O autor de obra fotográfica tem direito a reproduzi-la e colocá-la à  venda, observadas as restrições à exposição, reprodução e venda de  retratos, e sem prejuízo dos direitos de autor sobre a obra fotografada,  se de artes plásticas protegidas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§ 1º A fotografia,  quando utilizada por terceiros, indicará de forma legível o nome do seu  autor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§ 2º É vedada a reprodução de obra fotográfica  que não esteja em absoluta consonância com o original, salvo prévia  autorização do autor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capítulo V &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da  Utilização de Fonograma &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 80. Ao publicar o  fonograma, o produtor mencionará em cada exemplar: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I -  o título da obra incluída e seu autor; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
II - o nome ou  pseudônimo do intérprete; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
III - o ano de publicação; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IV  - o seu nome ou marca que o identifique. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capítulo VI &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da  Utilização da Obra Audiovisual &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 81. A autorização  do autor e do intérprete de obra literária, artística ou científica  para produção audiovisual implica, salvo disposição em contrário,  consentimento para sua utilização econômica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§ 1º A  exclusividade da autorização depende de cláusula expressa e cessa dez  anos após a celebração do contrato. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§ 2º Em cada cópia  da obra audiovisual, mencionará o produtor: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I - o  título da obra audiovisual; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
II - os nomes ou  pseudônimos do diretor e dos demais co-autores; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
III - o  título da obra adaptada e seu autor, se for o caso; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IV  - os artistas intérpretes; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
V - o ano de publicação; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VI  - o seu nome ou marca que o identifique. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VII - o nome  dos dubladores. (Incluído pela Lei nº 12.091, de 2009) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  82. O contrato de produção audiovisual deve estabelecer: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I  - a remuneração devida pelo produtor aos co-autores da obra e aos  artistas intérpretes e executantes, bem como o tempo, lugar e forma de  pagamento; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
II - o prazo de conclusão da obra; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
III  - a responsabilidade do produtor para com os co-autores, artistas  intérpretes ou executantes, no caso de co-produção. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  83. O participante da produção da obra audiovisual que interromper,  temporária ou definitivamente, sua atuação, não poderá opor-se a que  esta seja utilizada na obra nem a que terceiro o substitua, resguardados  os direitos que adquiriu quanto à parte já executada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  84. Caso a remuneração dos co-autores da obra audiovisual dependa dos  rendimentos de sua utilização econômica, o produtor lhes prestará contas  semestralmente, se outro prazo não houver sido pactuado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  85. Não havendo disposição em contrário, poderão os co-autores da obra  audiovisual utilizar-se, em gênero diverso, da parte que constitua sua  contribuição pessoal. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parágrafo único. Se o produtor  não concluir a obra audiovisual no prazo ajustado ou não iniciar sua  exploração dentro de dois anos, a contar de sua conclusão, a utilização a  que se refere este artigo será livre. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 86. Os  direitos autorais de execução musical relativos a obras musicais,  lítero-musicais e fonogramas incluídos em obras audiovisuais serão  devidos aos seus titulares pelos responsáveis dos locais ou  estabelecimentos a que alude o § 3o do art. 68 desta Lei, que as  exibirem, ou pelas emissoras de televisão que as transmitirem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capítulo  VII &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da Utilização de Bases de Dados &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  87. O titular do direito patrimonial sobre uma base de dados terá o  direito exclusivo, a respeito da forma de expressão da estrutura da  referida base, de autorizar ou proibir: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I - sua  reprodução total ou parcial, por qualquer meio ou processo; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
II  - sua tradução, adaptação, reordenação ou qualquer outra modificação; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
III  - a distribuição do original ou cópias da base de dados ou a sua  comunicação ao público; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IV - a reprodução,  distribuição ou comunicação ao público dos resultados das operações  mencionadas no inciso II deste artigo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capítulo VIII &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da  Utilização da Obra Coletiva &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 88. Ao publicar a  obra coletiva, o organizador mencionará em cada exemplar: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I  - o título da obra; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
II - a relação de todos os  participantes, em ordem alfabética, se outra não houver sido  convencionada; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
III - o ano de publicação; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IV  - o seu nome ou marca que o identifique. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parágrafo  único. Para valer-se do disposto no § 1º do art. 17, deverá o  participante notificar o organizador, por escrito, até a entrega de sua  participação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Título V &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dos Direitos  Conexos &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capítulo I &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Disposições  Preliminares &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 89. As normas relativas aos direitos  de autor aplicam-se, no que couber, aos direitos dos artistas  intérpretes ou executantes, dos produtores fonográficos e das empresas  de radiodifusão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parágrafo único. A proteção desta Lei  aos direitos previstos neste artigo deixa intactas e não afeta as  garantias asseguradas aos autores das obras literárias, artísticas ou  científicas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capítulo II &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dos  Direitos dos Artistas Intérpretes ou Executantes &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  90. Tem o artista intérprete ou executante o direito exclusivo de, a  título oneroso ou gratuito, autorizar ou proibir: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I - a  fixação de suas interpretações ou execuções; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
II - a  reprodução, a execução pública e a locação das suas interpretações ou  execuções fixadas; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
III - a radiodifusão das suas  interpretações ou execuções, fixadas ou não; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IV - a  colocação à disposição do público de suas interpretações ou execuções,  de maneira que qualquer pessoa a elas possa ter acesso, no tempo e no  lugar que individualmente escolherem; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
V - qualquer  outra modalidade de utilização de suas interpretações ou execuções. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§  1º Quando na interpretação ou na execução participarem vários artistas,  seus direitos serão exercidos pelo diretor do conjunto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§  2º A proteção aos artistas intérpretes ou executantes estende-se à  reprodução da voz e imagem, quando associadas às suas atuações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  91. As empresas de radiodifusão poderão realizar fixações de  interpretação ou execução de artistas que as tenham permitido para  utilização em determinado número de emissões, facultada sua conservação  em arquivo público. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parágrafo único. A reutilização  subseqüente da fixação, no País ou no exterior, somente será lícita  mediante autorização escrita dos titulares de bens intelectuais  incluídos no programa, devida uma remuneração adicional aos titulares  para cada nova utilização. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 92. Aos intérpretes  cabem os direitos morais de integridade e paternidade de suas  interpretações, inclusive depois da cessão dos direitos patrimoniais,  sem prejuízo da redução, compactação, edição ou dublagem da obra de que  tenham participado, sob a responsabilidade do produtor, que não poderá  desfigurar a interpretação do artista. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parágrafo  único. O falecimento de qualquer participante de obra audiovisual,  concluída ou não, não obsta sua exibição e aproveitamento econômico, nem  exige autorização adicional, sendo a remuneração prevista para o  falecido, nos termos do contrato e da lei, efetuada a favor do espólio  ou dos sucessores. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capítulo III &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dos  Direitos dos Produtores Fonográficos &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 93. O  produtor de fonogramas tem o direito exclusivo de, a título oneroso ou  gratuito, autorizar-lhes ou proibir-lhes: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I - a  reprodução direta ou indireta, total ou parcial; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
II - a  distribuição por meio da venda ou locação de exemplares da reprodução; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
III  - a comunicação ao público por meio da execução pública, inclusive pela  radiodifusão; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IV - (VETADO) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
V -  quaisquer outras modalidades de utilização, existentes ou que venham a  ser inventadas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 94. Cabe ao produtor fonográfico  perceber dos usuários a que se refere o art. 68, e parágrafos, desta Lei  os proventos pecuniários resultantes da execução pública dos fonogramas  e reparti-los com os artistas, na forma convencionada entre eles ou  suas associações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capítulo IV &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dos  Direitos das Empresas de Radiodifusão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 95. Cabe às  empresas de radiodifusão o direito exclusivo de autorizar ou proibir a  retransmissão, fixação e reprodução de suas emissões, bem como a  comunicação ao público, pela televisão, em locais de freqüência  coletiva, sem prejuízo dos direitos dos titulares de bens intelectuais  incluídos na programação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capítulo V &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da  Duração dos Direitos Conexos &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 96. É de setenta  anos o prazo de proteção aos direitos conexos, contados a partir de 1º  de janeiro do ano subseqüente à fixação, para os fonogramas; à  transmissão, para as emissões das empresas de radiodifusão; e à execução  e representação pública, para os demais casos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Título  VI &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Das Associações de Titulares de Direitos de Autor e  dos que lhes são Conexos &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 97. Para o exercício e  defesa de seus direitos, podem os autores e os titulares de direitos  conexos associar-se sem intuito de lucro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§ 1º É  vedado pertencer a mais de uma associação para a gestão coletiva de  direitos da mesma natureza. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§ 2º Pode o titular  transferir-se, a qualquer momento, para outra associação, devendo  comunicar o fato, por escrito, à associação de origem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§  3º As associações com sede no exterior far-se-ão representar, no País,  por associações nacionais constituídas na forma prevista nesta Lei. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  98. Com o ato de filiação, as associações tornam-se mandatárias de seus  associados para a prática de todos os atos necessários à defesa  judicial ou extrajudicial de seus direitos autorais, bem como para sua  cobrança. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parágrafo único. Os titulares de direitos  autorais poderão praticar, pessoalmente, os atos referidos neste artigo,  mediante comunicação prévia à associação a que estiverem filiados. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  99. As associações manterão um único escritório central para a  arrecadação e distribuição, em comum, dos direitos relativos à execução  pública das obras musicais e lítero-musicais e de fonogramas, inclusive  por meio da radiodifusão e transmissão por qualquer modalidade, e da  exibição de obras audiovisuais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§ 1º O escritório  central organizado na forma prevista neste artigo não terá finalidade de  lucro e será dirigido e administrado pelas associações que o integrem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§  2º O escritório central e as associações a que se refere este Título  atuarão em juízo e fora dele em seus próprios nomes como substitutos  processuais dos titulares a eles vinculados. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§ 3º O  recolhimento de quaisquer valores pelo escritório central somente se  fará por depósito bancário. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§ 4º O escritório central  poderá manter fiscais, aos quais é vedado receber do empresário  numerário a qualquer título. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§ 5º A inobservância da  norma do parágrafo anterior tornará o faltoso inabilitado à função de  fiscal, sem prejuízo das sanções civis e penais cabíveis. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  100. O sindicato ou associação profissional que congregue não menos de  um terço dos filiados de uma associação autoral poderá, uma vez por ano,  após notificação, com oito dias de antecedência, fiscalizar, por  intermédio de auditor, a exatidão das contas prestadas a seus  representados. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Título VII &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Das  Sanções às Violações dos Direitos Autorais &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capítulo I &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Disposição  Preliminar &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 101. As sanções civis de que trata  este Capítulo aplicam-se sem prejuízo das penas cabíveis. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capítulo  II &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Das Sanções Civis &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 102. O  titular cuja obra seja fraudulentamente reproduzida, divulgada ou de  qualquer forma utilizada, poderá requerer a apreensão dos exemplares  reproduzidos ou a suspensão da divulgação, sem prejuízo da indenização  cabível. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 103. Quem editar obra literária,  artística ou científica, sem autorização do titular, perderá para este  os exemplares que se apreenderem e pagar-lhe-á o preço dos que tiver  vendido. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parágrafo único. Não se conhecendo o número  de exemplares que constituem a edição fraudulenta, pagará o transgressor  o valor de três mil exemplares, além dos apreendidos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  104. Quem vender, expuser a venda, ocultar, adquirir, distribuir, tiver  em depósito ou utilizar obra ou fonograma reproduzidos com fraude, com a  finalidade de vender, obter ganho, vantagem, proveito, lucro direto ou  indireto, para si ou para outrem, será solidariamente responsável com o  contrafator, nos termos dos artigos precedentes, respondendo como  contrafatores o importador e o distribuidor em caso de reprodução no  exterior. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 105. A transmissão e a retransmissão,  por qualquer meio ou processo, e a comunicação ao público de obras  artísticas, literárias e científicas, de interpretações e de fonogramas,  realizadas mediante violação aos direitos de seus titulares, deverão  ser imediatamente suspensas ou interrompidas pela autoridade judicial  competente, sem prejuízo da multa diária pelo descumprimento e das  demais indenizações cabíveis, independentemente das sanções penais  aplicáveis; caso se comprove que o infrator é reincidente na violação  aos direitos dos titulares de direitos de autor e conexos, o valor da  multa poderá ser aumentado até o dobro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 106. A  sentença condenatória poderá determinar a destruição de todos os  exemplares ilícitos, bem como as matrizes, moldes, negativos e demais  elementos utilizados para praticar o ilícito civil, assim como a perda  de máquinas, equipamentos e insumos destinados a tal fim ou, servindo  eles unicamente para o fim ilícito, sua destruição. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  107. Independentemente da perda dos equipamentos utilizados, responderá  por perdas e danos, nunca inferiores ao valor que resultaria da  aplicação do disposto no art. 103 e seu parágrafo único, quem: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I  - alterar, suprimir, modificar ou inutilizar, de qualquer maneira,  dispositivos técnicos introduzidos nos exemplares das obras e produções  protegidas para evitar ou restringir sua cópia; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
II -  alterar, suprimir ou inutilizar, de qualquer maneira, os sinais  codificados destinados a restringir a comunicação ao público de obras,  produções ou emissões protegidas ou a evitar a sua cópia; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
III  - suprimir ou alterar, sem autorização, qualquer informação sobre a  gestão de direitos; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IV - distribuir, importar para  distribuição, emitir, comunicar ou puser à disposição do público, sem  autorização, obras, interpretações ou execuções, exemplares de  interpretações fixadas em fonogramas e emissões, sabendo que a  informação sobre a gestão de direitos, sinais codificados e dispositivos  técnicos foram suprimidos ou alterados sem autorização. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  108. Quem, na utilização, por qualquer modalidade, de obra intelectual,  deixar de indicar ou de anunciar, como tal, o nome, pseudônimo ou sinal  convencional do autor e do intérprete, além de responder por danos  morais, está obrigado a divulgar-lhes a identidade da seguinte forma: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I  - tratando-se de empresa de radiodifusão, no mesmo horário em que tiver  ocorrido a infração, por três dias consecutivos; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
II -  tratando-se de publicação gráfica ou fonográfica, mediante inclusão de  errata nos exemplares ainda não distribuídos, sem prejuízo de  comunicação, com destaque, por três vezes consecutivas em jornal de  grande circulação, dos domicílios do autor, do intérprete e do editor ou  produtor; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
III - tratando-se de outra forma de  utilização, por intermédio da imprensa, na forma a que se refere o  inciso anterior. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 109. A execução pública feita em  desacordo com os arts. 68, 97, 98 e 99 desta Lei sujeitará os  responsáveis a multa de vinte vezes o valor que deveria ser  originariamente pago. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 110. Pela violação de  direitos autorais nos espetáculos e audições públicas, realizados nos  locais ou estabelecimentos a que alude o art. 68, seus proprietários,  diretores, gerentes, empresários e arrendatários respondem  solidariamente com os organizadores dos espetáculos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capítulo  III &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da Prescrição da Ação &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 111.  (VETADO)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Título VIII &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Disposições  Finais e Transitórias &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 112. Se uma obra, em  conseqüência de ter expirado o prazo de proteção que lhe era  anteriormente reconhecido pelo parágrafo 2º do art. 42 da Lei nº 5.988,  de 14 de dezembro de 1973, caiu no domínio público, não terá o prazo de  proteção dos direitos patrimoniais ampliado por força do art. 41 desta  Lei. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 113. Os fonogramas, os livros e as obras  audiovisuais sujeitar-se-ão a selos ou sinais de identificação sob a  responsabilidade do produtor, distribuidor ou importador, sem ônus para o  consumidor, com o fim de atestar o cumprimento das normas legais  vigentes, conforme dispuser o regulamento. (Regulamento) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  114. Esta Lei entra em vigor cento e vinte dias após sua publicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art.  115. Ficam revogados os arts. 649 a 673 e 1.346 a 1.362 do Código Civil  e as Leis nºs 4.944, de 6 de abril de 1966; 5.988, de 14 de dezembro de  1973, excetuando-se o art. 17 e seus §§ 1º e 2º; 6.800, de 25 de junho  de 1980; 7.123, de 12 de setembro de 1983; 9.045, de 18 de maio de 1995,  e demais disposições em contrário, mantidos em vigor as Leis nºs 6.533,  de 24 de maio de 1978 e 6.615, de 16 de dezembro de 1978.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.planalto.gov.br/CCIVIL/Leis/L6615.htm"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Brasília, 19 de fevereiro de 1998; 177º da  Independência e 110º da República. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
FERNANDO HENRIQUE  CARDOSO&lt;br /&gt;
Francisco Weffort</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>DIREITO AUTORAL</title><link>http://ricardocortines.blogspot.com/2010/02/direito-autoral.html</link><author>noreply@blogger.com (Ricardo Cortines Laxe)</author><pubDate>Sat, 6 Feb 2010 16:01:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6498082124855532193.post-2988011631166419560</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os seres humanos começaram a se comunicar por meio de gritos, gestos e expressões corporais e finalmente chegaram à palavra. Surgiram, então, a representação gráfica, os hieróglifos, a fixação de imagens, os símbolos abstratos, a música, os escritos em geral, que passavam pessoalmente de&lt;br /&gt;
geração para geração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na antiga Grécia, surge a revolução da palavra escrita, e como observa Eric A. Havelock:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"A introdução das letras gregas na escrita, em algum momento por volta de 700 a.C., deveria alterar a natureza da cultura humana, criando um abismo entre todas as sociedades alfabéticas e suas precursoras. Os gregos não inventaram um alfabeto: eles inventaram a cultura letrada do pensamento moderno."&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já em Roma, as obras eram reproduzi das por meio de cópias manuscritas, e apenas os copistas eram remunerados pelo seu trabalho, na realidade, verdadeiras criações artísticas. Os autores nada recebiam: só lhes eram reconhecidas a glória e as honras, e isso quando lhes respeitavam a paternidade e a fidelidade ao texto original. Embora ainda não existisse qualquer legislação de proteção ao que viria a ser o direito dos autores, punindo-se os infratores apenas por danos patrimoniais, as sanções morais já estavam presentes condenando os infratores, o que os desqualificava no ambiente intelectual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A grande revolução tecnológica surgiu com Gutenberg (final do século XV), que inventou os tipos móveis (tipografia), permitindo, dessa forma, que as idéias e suas expressões pudessem atingir uma divulgação em escala industrial. Aí, sim, aflora realmente o problema da proteção jurídica do direito autoral, principalmente no que se refere à remuneração dos autores e ao direito de se reproduzirem e utilizarem suas obras, agora mecanicamente copiadas em grandes quantidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O diploma legal que atualmente regula no Brasil os direitos de autor e os direitos que Ihes são conexos éa LDA (lei n° 9.610 de 19/02/1998). Antes da Lei&amp;nbsp;5.988 de 14/i2/1973, que vigorou até a promulgação da atual LDA, uma enorme quantidade de decretos, leis especiais e dispositivos constitucionais já havia tratado do tema, de maneira não sistemática, o que sempre gerou problemas e até hoje, por vezes, tem sido motivo de dúvidas e interpretações conflitantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O jurista Eduardo J. V. Mansol explica de forma sucinta a evolução histórica do direito autoral no nosso país, o que merece registro:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"A primeira disposição legal que contém uma manifestação a respeito encontra-se na lei de 11 de agosto de 1827, que instituiu os cursos jurídicos no Brasil. Os mestres nomeados deveriam encaminhar às Assembléias Gerais os seus compêndios das matérias que lecionavam, a fim de receberem ou não aprovação, com a qual&lt;br /&gt;
gozariam, também, do privilégio de sua publicação por dez anos. Tratava-se, no entanto, de um direito aplicável apenas 'intra muros" nas Faculdades de Direito de Olinda e São Paulo, não alcançando os demais autores brasileiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1830, com a promulgação do Código Criminal, surgiu a primeira regulamentação geral da matéria, não obstante de natureza penal. Suas normas visavam apenas à proibição da contrafação, sem conferir verdadeiros direitos autorais civis. No mesmo sentido foram as regras do Código Penal que veio a seguir, em 1890.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi apenas em 1891, com a primeira Constituição Republicana, que o Brasil editou normas positivas de direito autoral, como garantia constitucional, conforme o parágrafo 626 do art. 72 da Constituição Federal, nos seguintes termos: "Aos autores de obras literárias e artísticas é garantido o direito exclusivo de reproduzi-Ias pela imprensa ou por qualquer outro processo mecânico. Os herdeiros dos autores gozarão desse direito pelo tempo que a lei determinar". Essa lei foi publicada cinco anos após, sob o nº 496, em 01 de agosto de 1896, graças aos esforços de Medeiros Albuquerque, que lhe emprestou o nome. Todavia, a lei Medeiros Albuquerque foi ., retrógrada em vários aspectos em relação ao direito autoral europeu, I principalmente porque exigia o registro da obra, como condição de sua protegibilidade, e conferia sua proteção apenas por 50 anos contados da primeira publicação (dez anos no caso de tradução, sendo certo, portanto, que tradutores já eram considerados titulares de direitos autorais desde então, nada obstante, também, desde então jamais eles tivessem tido plena consciência disso, como até hoje).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A lei Medeiros Albuquerque teve vigência até o advento do Código Civil, em janeiro de 1917. Então, o direito autoral brasileiro conseguiu algum progresso estrutural, embora tivesse perdido sua autonomia legislativa, porque passou a ser considerado simplesmente uma espécie de propriedade: "Propriedade Literária, Científica e Artística".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O contrato de edição teve regulamentação especial, no livro do Direito das Obrigações, de modo bastante eficiente, a ponto de suas regras estarem praticamente transpostas para a lei nº 5.988 de 14/12/1973, que atualmente está vigorando. (N.A.: Revogada pela lei nº 9.610 de 19/02/1998.)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A perda de sua autonomia legislativa atrasou o desenvolvimento científico do direito autoral no Brasil. Por isso, ainda agora, que ele já está plenamente desligado do corpo do Código Civil, a jurisprudência lhe aplica, sem nenhum temperamento, os institutos próprios do Direito Civil, prejudicando, muitas vezes, a sanção que se haveria de impor às violações dos direitos autorais."&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pode-se registrar como Direito Autoral:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Toda criação do espírito e sua cristalização são registráveis como direito autoral. Sendo assim, os livros, brochuras, folhetos, alocuções, cartas-missivas, conferências, sermões e quaisquer outros escritos; além de obras dramáticas e dramático-musicais, as coreográficas e pantomímicas, cuja execução fixe por escrito ou por qualquer outra forma. As composições musicais que tenham ou não letras e partituras, as obras fotográficas, as obras audiovisuais (sonorizadas ou não) enfim, toda criação do expressada e materializada por uma forma pode ser registrada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Das documentações:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lei nº 9.610 de 19/02/1998, Art. 5.º - Quando o pedido de registro for formalizado por procurador, é indispensável à anexação de procuração específica firmada pelo autor, com firma reconhecida, e ainda deverão constar no requerimento assinado pelo procurador os dados sobre o autor original da obra: nome completo, cópia do CIC e RG, pseudônimo (se tiver, ou sinal convencionado), dia-mês-ano do nascimento, n.º da carteira de identidade, naturalidade, nacionalidade, residência completa (com CEP com 8 dígitos). O comunicado para o cumprimento das exigências feitas pelo Escritório no processo de registro será encaminhado ao procurador, desde que conste do requerimento do depósito do pedido de registro, o Instrumento de Mandato (procuração) com endereço completo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Do depósito do pedido de registro&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O requerente é inteiramente responsável pelas informações prestadas, como a originalidade e autoria da obra. Portanto, autor é a pessoa física criadora da obra literária, artística ou científica (Capítulo II da Lei nº 9.610/98);&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se houver cessão de direitos patrimoniais, há a necessidade do Contrato de Cessão de Direitos Autorais Patrimoniais original, constando seu objeto e as condições do direito quanto a tempo, lugar e preço (Arts. 49 e 50 da Lei 9.610/98).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na recepção do requerimento na sede do Escritório de Direitos Autorais e nas suas Representações, será fornecido como comprovante do recebimento do pedido de registro da obra um protocolo com um número seqüencial, data e horário, correspondentes à entrega da obra, e os respectivos recibos de pagamento. Este protocolo servirá para o acompanhamento do processo de pedido de registro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tabela de Gênero das Obras:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;01 - Poesia&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;02 - Romance&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;03 - Didático/Pedagógico&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;04 – Música (partituras/letras)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;05 - Teatro&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;06 - Técnico/Científico&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;07 - Teses/Monografia&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;08 - Contos/Crônica&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;09 - Histórias em quadrinhos&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;10 - Cinema/TV&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;11 - Místico/Esotérico&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;12 - Religioso&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;13 - Político/Filosófico&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;14 - Personagem/Desenho&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;15 - Biografia&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;16 - Publicidade&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;17 - Periódico&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;99 - Outros&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Observações importantes:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;I – para desenho e personagens: apresentar descrição física e psicológica;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;II – para fotografias: apresentar descrição da imagem por categorias (panorâmica,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;publicitária, paisagem, abstrata e/ou retrato).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;III - Quando se tratar de logotipos, acompanhados de títulos da obra (nome), a proteção reconhecida pelo registro lavrado pelo Escritório de Direitos Autorais, referir-se-á unicamente aos direitos morais e patrimoniais dos desenhos, não constituindo os direitos sobre a marca e/ou slogan;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;IV - O Pedido de Registro de web sites deverá vir acompanhado de uma cópia impressa do mesmo; (caso houver apresentação de marca no web site, há necessidade de anexar o certificado de registro da mesma)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;V - O argumento (ou roteiro) para televisão ou cinema deverá conter: a temporalidade, a localização, o perfil de cada personagem e o percurso da ação;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;VI - As obras intelectuais derivadas — adaptações, arranjos musicais, traduções, reproduções parciais ou totais e quaisquer outras transformações levadas a registro, deverão estar acompanhadas de prévia e expressa autorização (original com firma reconhecida ou cópia autenticada) do(s) autor(es) originário(s), ou titula(res) dos direitos patrimoniais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;VII – Poderão ser registradas várias letras de músicas em uma só pasta (sem partituras), assim como poderão ser registradas várias partituras (sem letras) e também podem ser registradas várias letras e suas respectivas partituras em uma só pasta, assim como o registro de uma letra (individualmente) e uma partitura (individualmente).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;DO FLUXO PROCESSUAL&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Após o recebimento do pedido e o devido cadastramento, as obras serão submetidas ao Setor de Análise, que determinará a necessidade de eventuais esclarecimentos e /ou exigências de documentação. O exame da registrabilidade se restringe a garantir que estejam observados os aspectos relacionados com a documentação formal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O prazo para o cumprimento das exigências eventualmente formuladas será de 60 (sessenta) dias, contados a partir do recebimento da respectiva notificação pelo requerente (via AR).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A ausência de manifestação do autor ou titular quanto às exigências feitas será considerada renúncia ao registro, acarretando no indeferimento da obra depositada. A mesma será picotada e descartada pelo Escritório de Direitos Autorais/FBN, decorridos 5 (cinco) anos, a contar da data de indeferimento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O recurso administrativo contra o ato denegatório de registro (indeferimento) deverá ser interposto ao Escritório de Direitos Autorais, no prazo de 30 (trinta) dias, a contar do recebimento da Carta de Indeferimento com Aviso de Recebimento (AR).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em grau administrativo, somente poderá ser interposto um único recurso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No caso do requerente continuar com interesse no registro da obra, deverá entrar&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;com um novo pedido.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As obras intelectuais serão consideradas registradas assim que for deferido o Pedido de Registro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As obras às quais forem consignados registros ficarão sob a guarda do Escritório de Direitos Autorais/FBN em definitivo. Portanto, o requerente deve sempre manter consigo o original de sua criação.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O registro estabelece uma presunção de anterioridade em relação a outros, dotados de características similares, tendo em vista ser declaratório e não constitutivo de direito.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;DO CERTIFICADO DE REGISTRO E SEU TRASLADO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Certificado de Registro (traslado) expedido pelo Escritório de Direitos Autorais/FBN protege a exclusividade da forma de expressão, e não as idéias contidas na obra.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;DISPOSITIVOS GERAIS&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O autor menor de 18 anos de idade será assistido por seu responsável (pai/mãe ou representante legal), que assinará o requerimento anotando de forma legível o seu nome, e os dados de sua carteira de identidade, no campo destinado à autorização para autores/requerentes menores de 18 anos (o campo para a assinatura do responsável, encontra-se no verso do formulário).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na transferência dos Direitos de Autor, somente o Direito Patrimonial poderá ser transferido por meio de cessão, licenciamento, concessão e outros meios admitidos em Direito, uma vez que o direito moral é inalienável e irrenunciável (art. 27 da Lei n.º 9.610/98).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Da Validade, Lei 9610/98, Art. 41, in verbis:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Art. 41. Os direitos patrimoniais do autor perduram por setenta anos contados de 1° de janeiro do ano subseqüente ao de seu falecimento, obedecida a ordem sucessória da lei civil.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CÓDIGO PENAL - DECRETO- LEI No 2.848, DE 7 DE DEZEMBRO DE 1940.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dos crimes contra a propriedade intelectual&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Violação de direito autoral (Redação dada pela Lei nº 10.695, de 1º.7.2003)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Art. 184. Violar direitos de autor e os que lhe são conexos:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pena - detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;§ 1o Se a violação consistir em reprodução total ou parcial, com intuito de lucro direto ou indireto, por qualquer meio ou processo, de obra intelectual, interpretação, execução ou fonograma, sem autorização expressa do autor, do artista intérprete ou executante, do produtor, conforme o caso, ou de quem os represente:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pena - reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;§ 2o Na mesma pena do § 1o incorre quem, com o intuito de lucro direto ou indireto, distribui, vende, expõe à venda, aluga, introduz no País, adquire, oculta, tem em depósito, original ou cópia de obra intelectual ou fonograma reproduzido com violação do direito de autor, do direito de artista intérprete ou executante ou do direito do produtor de fonograma, ou, ainda, aluga original ou cópia de obra intelectual ou fonograma, sem a expressa autorização dos titulares dos direitos ou de quem os represente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;§ 3o Se a violação consistir no oferecimento ao público, mediante cabo, fibra ótica, satélite, ondas ou qualquer outro sistema que permita ao usuário realizar a seleção da obra ou produção para recebê-la em um tempo e lugar previamente determinados por quem formula a demanda, com intuito de lucro, direto ou indireto, sem autorização expressa, conforme o caso, do autor, do artista intérprete ou executante, do produtor de fonograma, ou de quem os represente:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pena - reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;§ 4o O disposto nos §§ 1o, 2o e 3o não se aplica quando se tratar de exceção ou limitação ao direito de autor ou os que lhe são conexos, em conformidade com o previsto na Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998, nem a cópia de obra intelectual ou fonograma, em um só exemplar, para uso privado do copista, sem intuito de lucro direto ou indireto.&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Espiritismo, Direitos Autorais e Publicação Eletrônica</title><link>http://ricardocortines.blogspot.com/2010/01/marca-de-alto-renome-e-resolucao-inpi-n.html</link><author>noreply@blogger.com (Ricardo Cortines Laxe)</author><pubDate>Sun, 10 Jan 2010 12:53:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6498082124855532193.post-389500096351987234</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O estabelecimento da Internet como meio de publicação e divulgação de  informações vem causando grandes discussões a respeito do tema dos &lt;b&gt;direitos autorais&lt;/b&gt;. Em se tratando da Doutrina Espírita, o tema tem uma dimensão especial.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A publicação dos livros espíritas é peça fundamental na forma como a  Doutrina se estabeleceu, principalmente no Brasil. As obras impressas  são sem dúvida a principal porta de entrada para novos adeptos, pessoas  que muitas vezes adquirem um livro espírita por curiosidade, e que  depois se aprofundam no tema adquirindo outros livros em sequência. Além  disso, a receita proveniente da edição destas obras é importante para a  sustentação da atividade de diversos núcleos. É uma forma válida de  doação, à qual já está associado todo um sistema de operação, que  envolve ainda as editoras e núcleos espíritas. Há pessoas que não se  sentem confortáveis com a extensão que esta indústria alcança;  independente destas opiniões, porém, há que lembrar que a indústria hoje  existente já prestou, e continua prestando, serviços relevantes para a  comunidade espírita brasileira. Sendo assim, este não será o foco da  discussão atual &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um fato, porém, paira sobre toda esta questão: o sistema atual não  se presta bem a uma exploração total das potencialidades da Internet  como mídia. Livros eletrônicos são notoriamente fáceis de copiar, sem  que o autor, ou o detentor dos direitos autorais, receba alguma coisa  por isso. Assim, independente das motivações pelas quais a publicação  impressa venha sendo feita, há uma barreira econômica significativa para  a adoção da Internet como mídia de divulgação e estudo da Doutrina  Espírita. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pessoalmente, acredito que a Internet permitiria um contato mais  rico com a obra espírita. Seria possível elaborar cursos interativos,  por exemplo, uma discussão da obra de André Luiz, apontando links  relevantes entre os diverentes textos, e com comentários feitos por  autores reconhecidos. Os livros de referência poderiam ser  disponibilizados em hipertexto, em versões de fácil consulta. Relatos  específicos poderiam ser colecionados e indexados para pesquisa rápida.  Tudo isso pode ser feito, de forma totalmente voluntária e colaborativa,  usando para isso não apenas os recursos técnicos da rede, mas também a  sua estrutura social, que foge de todos os parâmetros tradicionais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Finalmente, resta um ponto frequentemente lembrado, a este respeito,  que é a credibilidade (ou a possível 'falseabilidade') das informações  disponíveis na Internet. Pois bem. Não há nenhum segmento mais zeloso  quanto à credibilidade (pelo menos neste mundo) do que as instituições  financeiras, e elas estão todas usando a Internet, assim como inúmeros  jornais e revistas. O problema da credibilidade pode ser resolvido e  atacado de inúmeras formas, seja através da tecnologia, seja através da  divulgação. E mais importante: a ausência de informações claras da  Doutrina Espírita na Internet abre sim, espaço para que outros tipos de  informação, ou 'desinformação', sejam espalhados pela rede. Este é um  risco muito maior do que qualquer outro que possa ser assumido através  da livre publicação do material espírita. &lt;/div&gt;&lt;img height="24" hidden="true" id="myFxSearchImg" src="data:image/png;base64,iVBORw0KGgoAAAANSUhEUgAAABgAAAAYCAYAAADgdz34AAADsElEQVR4nK2VTW9VVRSGn33OPgWpYLARbKWhQlCHTogoSkjEkQwclEQcNJEwlfgD/AM6NBo1xjhx5LyJ0cYEDHGkJqhtBGKUpm3SFii3vb2956wPB/t+9raEgSs52fuus89613rftdcNH8/c9q9++oe/Vzb5P+3McyNcfm2CcPj9af9w6gwjTwzvethx3Bx3x8xwd1wNM8dMcTNUHTfFLPnX6nVmZpeIYwf3cWD/PhbrvlPkblAzVFurKS6GmmGqqComaS+qmBoTI0Ncu3mXuGvWnrJ+ZSxweDgnkHf8ndVTdbiT3M7cQp2Z31dRTecHAfqydp4ejhwazh6Zezfnu98E1WIQwB3crEuJ2Y45PBTAQUVR9X4At66AppoEVO1Q8sgAOKJJjw6Am6OquDmvHskZ3R87gW+vlHz98zpmiqphkkRVbQtsfPTOC30lJKFbFTgp83bWh7Zx/uX1B6w3hI3NkkZTqEpBRDBRzG2AQHcwcYwEkOGkTERREbLQ/8HxJwuW7zdYrzfZ2iopy4qqEspKaDYravVm33k1R91Q69FA1VBRzFIVvXbx5AgXT44A8MWP81yfu0utIR2aVK3vfCnGrcUNxp8a7gKYKiLCvY2SUvo/aNtnM3e49ucK9S3p0aDdaT0UAVsKi2tVi6IWwNL9JvdqTdihaz79/l+u/rHMxmaJVMLkS2OoKKLWacdeE3IsSxctc2D5Qcl6vUlVVgNt+fkPPcFFmTw1xruvT7SCd7nuVhDQvECzJH90h0azRKoKFRkAmP5lKTWAGRdefoZL554FQNUxB92WvYeA5UN4PtSqwB2phKqsqMpBgAunRhFR3j49zuU3jnX8k6fHEQKXzh1jbmGDuYU6s4t1rt6socUeLLZHhYO2AHSHmzt19ihTZ48O8Hzl/AmunD/BjTvrvPfNX3hWsNpwJCvwYm+ngug4UilSCSq6k8YPtxDwfA+WRawIWFbgscDiULcCEaWqBFOlrLazurupOSHLqGnEKJAY8TwBEHumqUirAjNm52vEPPRV4p01XXMPAQhUBjcWm9QZwijwokgAeYHlHYA06KR1cT6ZvoV56pDUJQEjw0KeaMgj1hPEY4vz2A4eW0/e1qA7KtQdsxTYAG0H3iG4xyK1Y+xm7XmEPOJZDiENzLi2WZHngeOjj2Pe+sMg4GRYyLAsx7ME4FnsyTD9pr0PEc8zPGRAwKXBkYOPEd96cZRvf11g9MDe7e3R4Z4Q+vyEnn3P4t0XzK/W+ODN5/kPfRLewAJVEQ0AAAAASUVORK5CYII%3D" style="border: medium none; display: none; opacity: 0.6; position: absolute; z-index: 2147483647;" width="24" /&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>REFORMA DA LEI DO DIREITO AUTORAL PREVÊ CÓPIA PRIVADA E OFICIALIZA MASHUP</title><link>http://ricardocortines.blogspot.com/2009/11/reforma-da-lei-do-direito-autoral-preve.html</link><author>noreply@blogger.com (Ricardo Cortines Laxe)</author><pubDate>Mon, 23 Nov 2009 18:56:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6498082124855532193.post-716763579527569460</guid><description>&lt;h2 class="hdois-desc-noticia" style="text-align: justify;"&gt;Primeiro esboço da reforma na Lei do Direito Autoral permite cópia privada de CD ou DVD para consumo próprio e distribuição de obras fora de catálogo.&lt;/h2&gt;&lt;span class="tweetmeme"&gt;                           &lt;!-- tweetmeme --&gt;                           &lt;script type="text/javascript"&gt;
tweetmeme_source = 'idgnow';
&lt;/script&gt;                           &lt;script src="http://tweetmeme.com/i/scripts/button.js" type="text/javascript"&gt;
&lt;/script&gt;                           &lt;!-- //tweetmeme --&gt;                           &lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                            O Ministério da Cultura (MinC) apresentou nesta segunda-feira (09/11) o primeiro rascunho das alterações que pretende transformar em Projeto de Lei para reformar a Lei de Direito Autoral, conhecida pelo número 9.610/98, com nova redação que descriminaliza a cópia privada e oficializa mashups musicais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A revisão da Lei dos Direitos Autorais é desdobramento da atuação do &lt;span class="link-external"&gt;&lt;a href="http://blogs.cultura.gov.br/direitoautoral/" target="_blank"&gt;Fórum Nacional de Direito Autoral&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;, criado pelo MinC em dezembro de 2007, e compila sugestões acumuladas em seminários promovidos pelo ministério no setor com artistas, grupos de classe, acadêmicos e profissionais do mercado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As mudanças representam "uma necessária discussão, já que a legislação (brasileira) se mostra deficitária para a aplicação dos direitos autorais no Brasil" e procuram "equilibrar tanto o direito autoral e patrimonial como o acesso dos brasileiros" à cultura, afirmou o Ministro da Cultura, Juca Ferreira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O documento foi apresentado durante a abertura do terceiro Congresso de Direito de Autor e Interesse Público, promovido pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) com apoio do MinC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre as propostas de reforma mais generalistas, o texto prevê a criação do Instituto Brasileiro de Direito Autoral (IBDA), órgão que deverá "supervisionar, regular e promover a gestão coletiva de direitos autorais", torna mais claro o licenciamento de obras e promove roteiristas e responsáveis pela trilha sonora de obras audiovisuais a autores passíveis de recebimento de direito autoral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No que diz respeito à tecnologia, o esboço da reforma no direito autoral, principalmente, questões envolvendo distribuição de conteúdo pela internet. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As principais mudanças que afetam a maneira como os brasileiros usam tecnologia estão nos painéis cinco e seis do rascunho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O MinC proporá que a cópia privada de qualquer tipo de obra digital seja permitida sem a autorização expressa ou remuneração ao titular para uso privado e desde que seja apenas um exemplar, além de permitir o uso do conteúdo original em outra mídia que não aquela que o consumidor comprou originalmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na prática, quem comprou um DVD ou um CD poderá criar uma cópia de backup para uso próprio ou então poderá repassar o filme ou as músicas para o computador, trocando o suporte físico (como o disco plástico do CD ou DVD) pelo digital (esteja o arquivo em MP3, WMA e OGG ou AVI e MPEG).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O MinC admite que a oficialização da cópia privada prevê uma remuneração compensatória aos detentores do direito autoral, que ainda deverá ser discutida e instituída por meio de uma lei específica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O novo texto pretende também permitir "a reprodução, sem finalidade comercial, de obra literária, fonograma ou obra audiovisual, cuja última publicação não conste mais em catálogo do responsável por sua exploração econômica".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O artigo justificaria, por exemplo, a existência de blogs brasileiros que oferecem discos musicais antigos não editados pelas gravadoras, como faz o &lt;span class="link-external"&gt;&lt;a href="http://www.umquetenha.org/" target="_blank"&gt;Um Que Tenha&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;, mantido por Fulano Sicrano, persona online de um administrador que digitaliza e publica &lt;a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/09/10/site-musical-sofre-pressao-do-google-sai-do-ar-e-agora-volta-em-servidor-proprio/"&gt;versões digitais de LPs&lt;/a&gt; que se encontram fora de catálogo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A reforma prevê ainda "a utilização (...) de pequenos trechos de obras preexistentes, sempre que a utilização em si não seja o objetivo principal da obra nova e que não prejudique a exploração normal da obra reproduzida", dando respaldo legal à criação de &lt;a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2007/05/24/idgnoticia.2007-05-24.3179902089/"&gt;mashups&lt;/a&gt; musicais ou visuais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mashup funde elementos de diferentes músicas, seja a batida, um instrumentou ou o vocal, para a criação de uma nova faixa. Entre os artistas que produzem faixas do tipo, destacam-se nomes como &lt;span class="link-external"&gt;&lt;a href="http://www.myspace.com/girltalk" target="_blank"&gt;Girl Talk&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;, &lt;span class="link-external"&gt;&lt;a href="http://lazerwolf.com/" target="_blank"&gt;Super Mash Bros&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;, &lt;span class="link-external"&gt;&lt;a href="http://www.partyben.com/" target="_blank"&gt;Party Ben &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;e&lt;span class="link-external"&gt;&lt;a href="http://www.aplusd.net/" target="_blank"&gt; A Plus D&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;, além dos brasileiros  &lt;span class="link-external"&gt;&lt;a href="http://www.myspace.com/thetwelves" target="_blank"&gt;The Twelves&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Museus, bibliotecas e centros de documentações também terão permissão para digitalizarem e colocarem à disposição na internet, para consulta, investigação ou estudo, obras que façam parte de seus acervos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo o ministro Juca Ferreira, o MinC compilará os debates no congresso para finalizar a versão do Projeto de Lei que deverá ir para consulta pública antes de ser encaminhado para o Congresso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ministro não citou qualquer prazo para que o texto seja finalizado.&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>CRIAÇÃO PUBLICITÁRIA E A LEI AUTORAL</title><link>http://ricardocortines.blogspot.com/2009/09/criacao-publicitaria-e-lei-autoral.html</link><author>noreply@blogger.com (Ricardo Cortines Laxe)</author><pubDate>Mon, 28 Sep 2009 09:36:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6498082124855532193.post-8963754329793052332</guid><description>&lt;div class="texto_direita"&gt;I – A CRIAÇÃO                        PUBLICITÁRIA E A PROTEÇÃO AUTORAL&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="texto_direita" style="text-align: justify;"&gt;A mensagem publicitária tem                        por objetivo chamar a atenção do público                        e, em seguida, despertar-lhe a curiosidade e o interesse                        para o produto e/ou serviço divulgado.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="texto_direita" style="text-align: justify;"&gt;Assim, a agência de propaganda                        faz o prévio estudo do produto/serviço do                        Cliente Anunciante a ser divulgado e, com base em elementos                        técnicos, cria materiais publicitários personalizados,                        uma vez que o Anunciante possui suas próprias características,                        ou seja, deficiências e qualidades que o diferem junto                        ao público consumidor. Tais materiais são                        transmitidos de forma a dar maior ênfase às                        qualificações e aos diferenciais dos produtos                        e/ou serviços ofertados, causando-lhe empatia no                        mercado, de molde a ser consumido.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="texto_direita" style="text-align: justify;"&gt;Carlos Alberto Bittar conceitua a                        obra publicitária como “criação                        intelectual, de regra breve e expressiva, que se destina                        a promover a comunicação ao público                        de determinado produto ou serviço. Contém                        sempre uma mensagem, voltada para a sensibilização                        do público”. (Direito de Autor na Obra Publicitária,                        Ed. Revista dos Tribunais, 1981, p. 117).&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="texto_direita" style="text-align: justify;"&gt;Para que a obra publicitária                        venha a ser protegida pela lei autoral – decorrendo                        daí as vedações de seu uso por quem                        não estiver autorizado – se faz necessário                        que estejam presentes os elementos de criatividade e originalidade,                        como obra intelectual que é.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="texto_direita" style="text-align: justify;"&gt;Marco Antonio Marcondes Pereira                        ensina que: “ (...) pode-se afirmar que a publicidade                        enquanto “obra complexa” representa um feixe                        de direitos protegíveis pelo direito autoral, mas                        enquanto pura mensagem comercial de produtos ou serviços                        do anunciante, com contornos singelos da abordagem da massa                        consumidora, tem proteção nas regras de concorrência                        desleal, as quais podem atingir qualquer pessoa que tenham                        agido em desconformidade com a boa-fé ou correção                        profissional. Noutras palavras, o mínimo que se confere                        à publicidade comercial contra a imitação                        é a representação pela concorrência                        desleal”. (Concorrência Desleal por meio da                        Publicidade (Editora Juarez de Oliveira, 2001).&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É importante frisar,                        porém, que ainda que o anúncio publicitário                        não contenha os requisitos supra citados –                        e, conseqüentemente, não esteja sob o pálio                        da lei autoral – o Cliente Anunciante fica impedido                        de utilizar referido anúncio em caso de rescisão                        contratual.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É o que dispõe                        o artigo 9º, inciso V, do Decreto 57.690/66, que regulamenta                        a Lei nº 4.680/65 (Legislação da Propaganda),                        a saber:&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="texto_direita"&gt;“Art. 9º - Nas relações                        entre a Agência e o Cliente serão observados                        os seguintes princípios básicos:&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="texto_direita"&gt;.............................&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;V – Para a rescisão ou suspensão da                        propaganda, a parte interessada avisará a outra do                        seu propósito, com a antecedência mínima                        de 60 (sessenta) dias, sob pena de responder por perdas                        e danos, ficando o Cliente impedido de utilizar-se de quaisquer                        anúncios ou trabalhos criados pela Agência                        e esta, por sua vez, proibida durante 60 (sessenta) dias,                        de aceitar propaganda de mercadoria, produto ou serviço                        semelhantes à rescindida ou suspensa.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="texto_direita" style="text-align: justify;"&gt;II - TITULARIDADE DOS DIREITOS AUTORAIS                        SOBRE A CRIAÇÃO PUBLICITÁRIA&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="texto_direita" style="text-align: justify;"&gt;Como se disse, compete à agência                        de publicidade a iniciativa de criar, desenvolver e produzir                        a obra publicitária, de modo que muitas vezes pode                        se valer de criações intelectuais e de direitos                        de terceiros – sejam pessoas físicas, sejam                        jurídicas – para a composição                        da obra publicitária final, como por exemplo, de                        fotógrafos para a produção de anúncios                        impressos, de empresas produtoras de imagens para filmes                        publicitários, de empresas produtoras de som para                        execução de “jingles” publicitários,                        bem assim de modelos, de atores, etc...&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="texto_direita" style="text-align: justify;"&gt;Portanto, a obra publicitária                        enquadra-se como “coletiva”, segundo definição                        dada pelo art. 5º, inciso VIII, alínea “h”                        da Lei 9.610/98, que regula os direitos autorais e o que                        lhe são conexos:&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="texto_direita" style="text-align: justify;"&gt;“Coletiva: a criada por iniciativa,                        organização e responsabilidade de uma pessoa                        física ou jurídica, que a publica sob seu                        nome ou marca e que é constituída pela participação                        de diferentes autores, cujas contribuições                        se fundem numa criação autônoma”.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="texto_direita" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
Considerando que a agência atua como uma empresa organizadora                        das atividades destinadas à composição                        de uma obra coletiva, os direitos autorais de ordem patrimonial                        sobre as obras intelectuais criadas e desenvolvidas por                        seu intermédio, sob sua orientação                        e fiscalização, são de sua titularidade,                        ficando os direitos autorais morais resguardados aos criadores,                        pessoas físicas, face ao seu caráter personalíssimo.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="texto_direita" style="text-align: justify;"&gt;É o que estabelece o artigo                        17, parágrafo segundo, dessa mesma lei:&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="texto_direita"&gt;“Art. 17 – É assegurada                        a proteção às participações                        individuais em obras coletivas.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="texto_direita"&gt;............................................................................................&lt;br /&gt;
§ 2º Cabe ao organizador a titularidade dos direitos                        patrimoniais sobre o conjunto da obra coletiva” .&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A esse respeito, Carlos Alberto                        Bittar, diz que “ a regra é a da existência                        da obra coletiva, porque de iniciativa da agência,                        que mantém sob emprego os vários elaboradores                        nela utilizados, configurando a obra final (texto, jingle,                        filme etc) conjunto incindível, no qual não                        de pode individualizar a contribuição de cada                        um”. Diz, ainda, referido autor: “ Também                        quando, no contexto de uma obra coletiva, houver criação                        estética autônoma individualizada – p.                        ex., em um anúncio feito em tela, a pintura idealizada                        ou executada por um só artista; em um jingle, a composição                        musical criada por um só Autor – prevalecerá                        a orientação referida quanto a essa obra em                        si, destacável do conjunto, sem prejuízo do                        direito sobre o conjunto”. (O Direito de Autor nos                        Meios Modernos de Comunicação). &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="texto_direita" style="text-align: justify;"&gt;O filme publicitário, enquanto                        considerado obra audiovisual, recebeu tratamento específico                        pela citada lei autoral.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É que o filme publicitário                        se compõe: a)pela criação do roteiro/briefing                        por publicitários da agência de publicidade;                        b)pela execução do roteiro realizada pela                        produtora cinematográfica sob a direção                        do diretor e, c)algumas vezes, pela trilha sonora desenvolvida                        pela produtora de som.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="texto_direita" style="text-align: justify;"&gt;Todavia, o artigo 16 da Lei 9.610/98                        é expresso ao reconhecer que “são co-autores                        da obra audiovisual o autor do assunto ou argumento literário,                        musical ou litero-musical e o editor”, alterando a                        lei anterior (L. 5.988/73) que também indicava o                        produtor como co-autor da obra audiovisual.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="texto_direita" style="text-align: justify;"&gt;Não é raro que a Produtora                        participe de forma criativa na produção do                        roteiro criado pela agência de publicidade, de modo                        que, nesse caso, poderá ser considerada co-autora                        dos direitos autorais do filme publicitário.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É curial observar que,                        ao Cliente Anunciante não cabe qualquer titularidade                        sobre a obra publicitária, salvo se os direitos patrimoniais                        forem cedidos pelos titulares originais através de                        contrato de cessão de direitos. A lei permite outrossim,                        que essa cessão de direitos autorais seja prevista                        em contrato de trabalho, via do qual o funcionário/criador                        transfere a titularidade dos direitos autorais patrimoniais                        sobre os trabalhos que por ele sejam criados, por prazo                        não superior a 5 (cinco) anos ou durante o período                        do tempo do vínculo laboral, se inferior tal prazo                        (art. 51). &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="texto_direita"&gt;III – O REGISTRO NA ABP&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="texto_direita" style="text-align: justify;"&gt;A expressão de propaganda,                        ou “slogan”, tem como função estimular                        e incentivar o público ao consumo de determinado                        produto ou serviço.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="texto_direita" style="text-align: justify;"&gt;O antigo Código da Propriedade                        Industrial (L. 5.772/71), hoje revogado, previa a possibilidade                        de proteção de sinal ou expressão de                        propaganda, definidos como “toda legenda, anuncio,                        reclame, frase, palavra, combinação de palavras,                        desenhos, gravuras, originais e característicos que                        se destinem a emprego como meio de recomendar quaisquer                        atividades lícitas, realçar qualidades de                        produtos, mercadorias ou serviços, ou atrair a atenção                        dos consumidores ou usuários” . Os respectivos                        registros eram efetuados junto ao INPI (Instituto Nacional                        da Propriedade Industrial).&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="texto_direita" style="text-align: justify;"&gt;Após ser sancionada a Lei                        nº 9.279/96 – qual seja, a atual Lei da Propriedade                        Industrial - ficaram sem previsão de registro as                        expressões ou sinais de propaganda, embora essa mesma                        lei deixe claro que o uso não autorizado de expressão                        de propaganda de terceiro seja considerado crime de concorrência                        desleal.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="texto_direita" style="text-align: justify;"&gt;Desde então, as Agências                        de Publicidade e os Clientes Anunciantes se tornaram inseguros,                        e ressentiam da falta de uma modalidade de registro para                        proteger suas criações.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="texto_direita" style="text-align: justify;"&gt;Alguns operadores do direito entendem                        que tal registro é desnecessário, porquanto                        as expressões e sinais de propaganda são obras                        intelectuais publicitárias, protegidas pela Lei autoral,                        de modo que independeriam de registro, haja vista que o                        registro autoral é meramente declaratório,                        e não constitutivo de direito. (art. L. 9.610/98).&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="texto_direita" style="text-align: justify;"&gt;Outros operadores entendem que,                        em alguns casos é possível obter a proteção                        registrando a expressão de propaganda como marca.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="texto_direita" style="text-align: justify;"&gt;Para atender as agências de                        publicidade que sempre buscaram proteção mais                        eficaz para seus slogans, a ABP – Associação                        Brasileira de Publicidade criou um mecanismo de depósito,                        visando resguardar a autoria de sinais de propaganda, bem                        como a autoria de “conceitos”, “idéias”                        e tudo que faça parte de uma campanha publicitária.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="texto_direita" style="text-align: justify;"&gt;Segundo Armando Strozemberg, atual                        Presidente de referida Associação, a agência                        terá um comprovante de que determinada idéia                        é sua, mesmo antes de ela ter sido veiculada em qualquer                        campanha. Afirma, também, que esse sistema facilitará                        o trabalho do CONAR em casos de julgamentos acerca da anterioridade,                        servirá, ainda, como valioso subsidio para decisões                        judiciais sobre o tema, além de resguardar a titularidade                        de conceitos apresentados para Anunciantes em caso de concorrências                        e licitações para seleção de                        agências.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="texto_direita" style="text-align: justify;"&gt;Essa, entrementes, é uma                        iniciativa bastante polêmica, especialmente no que                        diz respeito à possibilidade de registro de “idéia”                        e/ou “conceito” publicitário, uma vez                        que a Lei 9.610/98 é expressamente clara ao proibir                        que seja conferida proteção à idéias                        e conceitos abstratos.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;João Luiz Faria Netto                        esclarece que “ É preciso não confundir                        a ‘idéia publicitária’, que a                        legislação que regulamenta a atividade publicitária                        no país assegura ser, por presunção,                        da Agência, como obra coletiva, da simples idéia                        que, em boa hora, a legislação de direito                        autoral diz não ser objeto de proteção                        como direito autoral. Na publicidade, a idéia, segundo                        a tradição, é trabalho elaborado, tornado                        coisa, isto é, a peça publicitária                        que, aliás, não faz parte da relação                        das obras protegidas pela Lei nº 9.610/98, que trata                        dos direitos autorais e dos que lhe são conexos”.                        (sic) (“proteção Necessária,                        Jornal do Brasil, 18.02.04, p. A11). Ao contrário                        do que se idealizou, não foi obtido o credenciamento                        dessa associação no governo – a decisão                        foi no sentido de que a ABP não pode ser órgão                        público depositário – de modo que não                        há qualquer garantia perante os Tribunais de que                        a titularidade de um slogan ou sinal de propaganda depositados                        na ABP serão reconhecidos. Diante disso, recomenda-se                        que as Agências de Publicidade e Cliente Anunciantes                        tentem efetuar o registro da expressão de propaganda                        como marca no Instituto Nacional da Propriedade Industrial,                        ou como obras intelectuais na Fundação da                        Biblioteca Nacional, que possuem uma sistemática                        oficial de registro. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>O QUE É PROTEGÍVEL COMO DIREITOS AUTORAIS</title><link>http://ricardocortines.blogspot.com/2009/09/o-que-e-protegivel-como-direitos_25.html</link><author>noreply@blogger.com (Ricardo Cortines Laxe)</author><pubDate>Fri, 25 Sep 2009 11:17:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6498082124855532193.post-1380187556570477416</guid><description>São obras intelectuais protegidas as criações do espírito, expressas por qualquer meio ou fixadas em qualquer suporte, tangível ou intangível, conhecido ou que se invente no futuro, tais como:&lt;br /&gt;
• Os textos de obras literárias, artísticas ou científicas;&lt;br /&gt;
• As conferências, alocuções, sermões e outras obras da mesma natureza;&lt;br /&gt;
• As obras dramáticas e dramático-musicais;&lt;br /&gt;
• As obras coreográficas e pantomímicas, cuja execução cênica se fixe por escrito ou por outra qualquer forma;&lt;br /&gt;
• As composições musicais, tenham ou não letra;&lt;br /&gt;
• As obras audiovisuais, sonorizadas ou não, inclusive as cinematográficas;&lt;br /&gt;
• As obras fotográficas e as produzidas por qualquer processo análogo ao da fotografia;&lt;br /&gt;
• As obras de desenho, pintura, gravura, escultura, litografia e arte cinética;&lt;br /&gt;
• As ilustrações, cartas geográficas e outras obras da mesma natureza;&lt;br /&gt;
• Os projetos, esboços e obras plásticas concernentes à geografia, engenharia, topografia, arquitetura, paisagismo, cenografia e ciência;&lt;br /&gt;
• As adaptações, traduções e outras transformações de obras originais, apresentadas como criação intelectual nova;&lt;br /&gt;
• Os programas de computador, estes por sua vez, são objeto de legislação específica, observadas as disposições desta Lei que lhes sejam aplicáveis.</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>O QUE NÃO É PROTEGÍVEL COMO DIREITOS AUTORAIS</title><link>http://ricardocortines.blogspot.com/2009/09/o-que-nao-e-protegivel-como-direitos_25.html</link><author>noreply@blogger.com (Ricardo Cortines Laxe)</author><pubDate>Fri, 25 Sep 2009 11:16:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6498082124855532193.post-433826785185731943</guid><description>&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 10" name="Generator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 10" name="Originator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Crlaxe%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;style&gt;
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--&gt;
&lt;/style&gt;  &lt;br /&gt;
Determina a LEI 9.610/98, que não são objetos de proteção como direitos autorais as:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
• As idéias, procedimentos normativos, sistemas, métodos, projetos ou conceitos matemáticos como tais;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
• Os esquemas, planos ou regras para realizar atos mentais, jogos ou negócios;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
• Os formulários em branco para serem preenchidos por qualquer tipo de informação, científica ou não, e suas instruções;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
• Os textos de tratados ou convenções, leis, decretos, regulamentos, decisões judiciais e demais atos oficiais;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
• As informações de uso comum tais como calendários, agendas, cadastros ou legendas;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
• Os nomes e títulos isolados;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
• O aproveitamento industrial ou comercial das idéias contidas nas obras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>MARCAS E PATENTES</title><link>http://ricardocortines.blogspot.com/2009/09/marcas-e-patentes_743.html</link><author>noreply@blogger.com (Ricardo Cortines Laxe)</author><pubDate>Fri, 25 Sep 2009 11:03:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6498082124855532193.post-1559429366253679783</guid><description>&lt;meta content="text/html; charset=utf-8" http-equiv="Content-Type"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Word.Document" name="ProgId"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 10" name="Generator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;meta content="Microsoft Word 10" name="Originator"&gt;&lt;/meta&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Crlaxe%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;style&gt;
&lt;!--
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&lt;/style&gt;  &lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Tem a presente a finalidade de informá-los da importância do registro de marca. &lt;/span&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Como já é de seu conhecimento, a marca é o sinal ou expressão destinado a individualizar os produtos ou serviços de uma empresa, identificando-os de seus concorrentes. Mas a marca só confere a si um valor real desde que registrada no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial), o que lhe garante exclusividade e, por conseguinte, proteção.&lt;/span&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Importante destacar que o uso de determinada marca por uma empresa não garante sua proteção absoluta. Se exige o registro no INPI, para validade dos direitos relativos à sua propriedade, para identificar a indústria, o comércio, os produtos ou serviços prestados pela sociedade. &lt;/span&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Criado pela Lei nº 5.648 de 11/12/70, o INPI é uma Autarquia Federal vinculada ao Ministério da Indústria, Comércio e do Turismo. &lt;/span&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;De acordo com a Lei nº 9.279 de 14/05/96 (Lei da Propriedade Industrial) e o Ato Normativo do INPI nº 150 de 09/09/99 foi instituída a classificação internacional de produtos e serviços para registro de marcas, adotando a classificação de Nice, acompanhada de normais gerais e de notas explicativas, contendo 42 classes. &lt;/span&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Para que possamos efetuar o registro da marca, é necessário que passemos por algumas etapas, que estarão detalhadas abaixo:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Fase 1: BUSCA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;  &lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Uma pesquisa da marca, por classe de produto ou serviço, junto ao Banco de Dados do INPI, para levantamento das anterioridades ou colidências que eventualmente existam, e que possam impedir o êxito de seus pedidos de registro. O resultado da busca é obtido em 24 horas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Fase 2: DEPÓSITO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Caso o resultado da busca não apresente nenhuma colidência ou anterioridade, partiremos para o depósito da marca, que pode ser feito imediatamente após o resultado das buscas, mediante a entrega dos documentos abaixo: &lt;/span&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;- Cópia autenticada do Cartão do CNPJ; &lt;br /&gt;
- Cópia autenticada do Contrato/Estatuto Social e Alterações; &lt;br /&gt;
- Procurações (padrão) assinadas; &lt;br /&gt;
- Logotipo ou nome a serem registrados; &lt;br /&gt;
- Declaração de Micro Empresa (se for o caso). &lt;/span&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Após o depósito, imediatamente (04 dias) será encaminhado o protocolo original do pedido de registro da marca. &lt;/span&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;São três os tipos de marcas registráveis junto ao INPI, a saber: &lt;/span&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;- Marca Nominativa - apenas o nome, em caracteres de imprensa normal; &lt;br /&gt;
- Marca Figurativa - apenas a figura, sem qualquer letra;&lt;br /&gt;
- Marca Mista- um nome com letras estilizadas ou a união de um nome a uma figura.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Fase 3: PUBLICAÇÃO DO PEDIDO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;  &lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Após o depósito, verificada a presença dos os requisitos necessários (exame formal), dá-se início ao trâmite do pedido de registro dentro do INPI, que irá promover a publicação do pedido na Revista da Propriedade Industrial (RPI), na forma do artigo 158 da LPI, inicia-se, então, um prazo de 60 dias para eventuais interposições de oposições por parte de terceiros que se sintam prejudicados, com possibilidade de defesa. Na publicação, efetuamos a cobrança de honorários.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Fase 4: DEFERIMENTO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;  &lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Após a publicação, havendo ou não oposições, o pedido de registro será submetido a exame de registrabilidade, e caso cumpra estes requisitos será publicado o seu deferimento em RPI. &lt;/span&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Diante do Deferimento, inicia-se um prazo de 60 dias, para que o titular efetue o recolhimento e a comprovação da retribuição relativa a proteção do primeiro decênio, para expedição do certificado do registro da marca, com validade de 10 anos em todo o território nacional.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Fase 5: REGISTRO CONCEDIDO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Após cerca de 6 meses do recolhimento das taxas previstas na fase anterior, será concedido o registro através de nova publicação em RPI. Isto significa que o INPI concedeu o direito de utilização da marca requerida com exclusividade na classe indicada. Porém, ainda abre-se um prazo para que terceiros que se julguem prejudicados iniciem um procedimento de nulidade administrativa do processo. Nesse caso, caberá uma contestação, sempre dentro do prazo estipulado, que é de 60 dias a contar da data da publicação na RPI.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Fase 6: ACOMPANHAMENTO E PRORROGAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;  &lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Após a concessão do registro faz-se necessário o acompanhamento de sua marca durante o primeiro decênio. Este acompanhamento é feito semanalmente através da leitura da RPI. &lt;/span&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Para esse acompanhamento, cobramos honorários por ocasião da entrega do certificado. De se frisar, esse pagamento visa acompanhar por 10 anos o registro com o aviso oportuno da época da prorrogação e eventuais movimentações processuais havidas nesse período.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;OUTRAS FASES&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;  &lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Cumpre salientar que a descrição acima é para o andamento normal de um pedido de registro de marca, entretanto, o processo poderá sofrer exigências, oposições e recursos ou até mesmo ser considerado momentaneamente irregistrável ou indeferido, sendo que para cada uma destas situações é cabível uma determinada providência, que terá custo extra, consoante a tabela de taxas e honorários vigente na época da autorização do serviço.&lt;/span&gt;&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>REGISTRO DE MARCAS</title><link>http://ricardocortines.blogspot.com/2009/09/registro-de-marcas.html</link><author>noreply@blogger.com (Ricardo Cortines Laxe)</author><pubDate>Tue, 22 Sep 2009 09:17:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6498082124855532193.post-5498760003650788386</guid><description>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;É um sinal ou símbolo visualmente perceptível que tanto pode ser uma denominação; uma figura, logotipo ou emblema ou, ainda, uma combinação destes elementos.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;h4&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Por que registrar&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/h4&gt;&lt;div class="style1" style="text-align: justify;"&gt;Apesar de não ser obrigatório, o registro da marca no Instituto Nacional da Propriedade Industrial – INPI - garante direitos específicos. Se você possui algum negócio, provavelmente seus produtos ou serviços devem ter uma marca. Então, imagine deixar de registrá-la e, tempos depois, saber que seus concorrentes estão imitando a sua marca, desviando a sua clientela e, conseqüentemente, prejudicando os seus lucros? Com a marca registrada, você tem garantias contra seu uso indevido, resguardando-se contra a concorrência desleal e atos de má-fé praticados por terceiros. É um respaldo legal que constrói valor para a marca, fornece mais segurança à sua atuação no mercado, além de&amp;nbsp;viabilizar transações comerciais nas quais sua marca é o maior objeto de negociação.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="style1" style="text-align: justify;"&gt;Diante de um&amp;nbsp;cenário cada vez mais competitivo, registrar sua marca é o principal passo para garantir seus direitos no mercado. E lembre-se: é mais fácil para os concorrentes imitar a sua marca do que reproduzir seu produto ou serviço. Portanto, proteja-se.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;h4 class="style1"&gt;Quem pode registrar&lt;/h4&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;Qualquer pessoa, física ou jurídica, de direito público ou privado, nacional ou estrangeira, desde que comprove perante o INPI que atua na área dos produtos ou serviços que serão identificados pela marca a ser protegida.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;No caso de titulares estrangeiros, a pessoa (física ou jurídica) é obrigada a constituir e manter um procurador no Brasil, com poderes para representá-la administrativa e judicialmente.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;h4 class="style1"&gt;Classificação de Produtos e Serviços&lt;/h4&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;Trata-se da divisão de produtos e serviços em classes, de acordo com a sua natureza. A classificação de produtos e serviços tem o objetivo de simplificar o exame dos pedidos de registro de marca.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;Cada pedido de registro de marca só pode reivindicar proteção para produtos ou serviços de uma única classe. Assim, para os produtos ou serviços a serem identificados pela marca que se insiram em mais de uma classe, serão necessários tantos pedidos de registro quanto forem as classes de interesse – ou seja, um pedido por classe.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;h4&gt;Natureza das Marcas&lt;/h4&gt;&lt;div style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;A natureza de uma marca diz respeito à sua origem e ao seu uso. No que tange à origem, existem marcas brasileiras e marcas estrangeiras. No que concerne ao seu uso, as marcas podem se distinguir de acordo com o quadro abaixo:&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" height="126" src="http://www.dmark.com.br/conteudo/Image/natureza_marcas.jpg" width="420" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;h4 class="style1"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/h4&gt;&lt;h4 class="style1"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/h4&gt;&lt;h4 class="style1"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/h4&gt;&lt;h4 class="style1"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/h4&gt;&lt;h4 class="style1"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Marca de Alto Renome&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/h4&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;É a marca que possui grande penetração no mercado e um alto grau de conhecimento e prestígio pelo público, quer seja em razão da reconhecida qualidade decorrente de investimentos em pesquisa e tecnologia, quer seja pelo seu uso reiterado da marca e pelos investimentos em marketing e propaganda que permita a marca extrapolar a esfera de público consumidor de sua atividade originária e principal.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;A marca registrada no Brasil considerada de alto renome será assegurada proteção especial, em todos os ramos de atividade.&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;h4 class="style1"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Marca Notoriamente Conhecida&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/h4&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt; font-weight: normal;"&gt;A marca notoriamente conhecida em seu ramo de atividade nos termos do Art. 6º.bis da Convenção da União de Paris para proteção da Propriedade Industrial, goza de proteção especial, independente de estar previamente depositada no Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;h4 class="style1"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Formas de Apresentação das Marcas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/h4&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;As marcas possuem diversas formas de apresentação. Não são apenas nomes; nem apenas figuras. Entretanto, de acordo com a lei brasileira, não se pode proteger sinais que não sejam visualmente perceptíveis. Assim, um som, ou ainda um aroma, não encontram amparo legal como marca. A seguir, um quadro apresentando as principais características de cada forma de apresentação:&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" height="170" src="http://www.dmark.com.br/conteudo/Image/formas_marcas.jpg" width="420" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1=""&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;Finalidade e Utilidade das Marcas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" height="42" src="http://www.dmark.com.br/conteudo/Image/finalidade_marcas.jpg" width="420" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;h4 class="style1"&gt;&amp;nbsp;&lt;/h4&gt;&lt;h4 class="style1"&gt;&amp;nbsp;&lt;/h4&gt;&lt;h4 class="style1"&gt;FLUXOGRAMA DO PROCESSO:&lt;/h4&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1=""&gt;&lt;a class="thumb" href="http://www.dmark.com.br/conteudo/Image/fluxograma_marcas.jpg" rel="shadowbox[ser]" title=""&gt;&lt;img alt="" height="466" src="http://www.dmark.com.br/conteudo/Image/fluxograma_marcas.jpg" width="560" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;BUSCA DE ANTERIORIDADE:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;Instrumento indispensável na obtenção de informações sobre a viabilidade do requerimento da marca. Deve ser realizada por profissional habilitado.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;REQUERIMENTO DO PROCESSO:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;Ato de protocolar o pedido de registro da marca junto ao INPI – Instituto Nacional da Propriedade Industrial - recebendo o número individual para seu acompanhamento junto ao Órgão Federal.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;PUBLICAÇÃO DO PEDIDO:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;O Processo será publicado na Revista da Propriedade Industrial (RPI), para o conhecimento público, em que se inicia o prazo para eventuais Oposições de Terceiros.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;EXAME DO PEDIDO:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;Julgamento do Examinador do INPI sobre a viabilidade da obtenção do registro, publicando em caso de aprovação o DEFERIMENTO e em caso contrário o INDEFERIMENTO do processo.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;DEFERIMENTO:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;Ato de aprovação o pedido de registro. Inicia-se na data da publicação o prazo legal para o recolhimento das taxas de conclusão do processo.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CONCESSÃO DO REGISTRO:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;Marca Registrada. Início do prazo de vigência do registro - 10 Anos.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;OPOSIÇÃO:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;Contestação apresentada por Terceiros contra o pedido de registro da marca.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;MANIFESTAÇÃO SOBRE OPOSIÇÃO:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;Apresentação das Razões de defesa à Oposição.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;INDEFERIMENTO:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;Quando são identificados impedimentos legais para a obtenção do registro. Início do prazo para apresentação de recurso contra a decisão indicada.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;RECURSO:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;Apresentação das razões contrárias à decisão indicada pelo Instituto.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;PAN – PROCESSO ADMINISTRATIVO DE NULIDADE:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;A partir da publicação da concessão do registro, inicia-se o prazo para que terceiros com legítimo interesse apresentem contestações com a finalidade de anular o registro da marca.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;MANIFESTAÇÃO SOBRE NULIDADE:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;Apresentação de defesa sobre as contestações da nulidade.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CADUCIDADE&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;A partir do quinto ano de vigência do registro, qualquer interessado poderá encaminhar a caducidade, a fim de obter a extinção do mesmo por falta de uso efetivo da marca originalmente concedida.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;MANIFESTÇÃO SOBRE CADUCIDADE:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;Apresentação de documentos que comprovem o uso efetivo. Não ocorrerá caducidade caso o titular justificar o desuso da marca por razões legítimas.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CADUCIDADE DECLARADA / RECURSO:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;Quando é publicada a decisão favorável a extinção do registro. Inicia-se o prazo para apresentar o recurso contra a decisão indicada.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;MANTIDO O REGISTRO:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;Decisão pela manutenção do registro, permanecendo a sua vigência.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;SOBRESTAMENTO:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;É a indicação de um possível impedimento para a concessão do registro.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;EXIGÊNCIAS:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;Solicitações ou esclarecimentos a pedido do INPI em qualquer fase administrativa do processo/registro.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;h4 class="style1"&gt;ARQUIVAMENTO:&lt;/h4&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;Processo arquivado. Final da fase administrativa.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;Responsável pelos Registros de Marcas no Brasil&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;INPI – Instituto Nacional da Propriedade Industrial - é a autarquia federal competente para conceder registros de marcas, criada pela lei 5.648 de 11/12/1970, regulada pelo decreto 68.104, de 22/01/1971.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;Legislação Reguladora&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="text-align: justify;"&gt;Lei número 9.279 de 14 de Maio de 1996.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1=""&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-size: 10pt;"&gt;CRIMES CONTRA AS MARCAS:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1=""&gt;Art. 189. Comete crime contra registro de marca quem:&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="margin-left: 106.2pt;"&gt;I - reproduz, sem autorização do titular, no todo ou em parte, marca registrada, ou imita-a de modo que possa induzir confusão; ou&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="margin-left: 106.2pt;"&gt;II - altera marca registrada de outrem já aposta em produto colocado no mercado.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="margin-left: 106.2pt;"&gt;Pena - detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1=""&gt;Art. 190. Comete crime contra registro de marca quem importa, exporta, vende, oferece ou expõe à venda, oculta ou tem em estoque:&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="margin-left: 106.2pt;"&gt;I - produto assinalado com marca ilicitamente reproduzida ou imitada, de outrem, no todo ou em parte; ou&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="margin-left: 106.2pt;"&gt;II - produto de sua indústria ou comércio, contido em vasilhame, recipiente ou embalagem que contenha marca legítima de outrem.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style1="" style="margin-left: 106.2pt;"&gt;Pena - detenção, de 1 (um) a 3 (três) meses, ou multa.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>MARCA COMUNITÁRIA</title><link>http://ricardocortines.blogspot.com/2009/09/marca-comunitaria.html</link><author>noreply@blogger.com (Ricardo Cortines Laxe)</author><pubDate>Tue, 22 Sep 2009 09:15:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6498082124855532193.post-4553221911224324040</guid><description>A marca  comunitária permite, através de um procedimento único junto do Instituto de  Harmonização do Mercado Interno (IHMI) &lt;a href="http://oami.europa.eu/"&gt;(ES) (DE) (EN) (FR) (IT) &lt;/a&gt;,  registar uma marca que beneficiará de proteção uniforme e produzirá efeitos em  todo o território comunitário.&lt;br /&gt;
Este é um sistema que permite a concessão de marcas comunitárias pelo Instituto de Harmonização no Mercado Interno (IHMI). Com base num &lt;strong&gt;pedido único&lt;/strong&gt;, a  apresentar ao IHMI, a marca tem um &lt;strong&gt;caráter unitário&lt;/strong&gt;, no sentido de que  produz os mesmos efeitos no conjunto da Comunidade Européia.&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;Direito de marcas&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;Podem constituir marcas comunitárias todos os sinais suscetíveis de representação gráfica (nomeadamente palavras, desenhos, letras, algarismos, a forma do produto ou do seu acondicionamento) desde que esses sinais sejam adequados para distinguir os produtos ou serviços de uma empresa dos de outras empresas.&lt;br /&gt;
A marca comunitária confere ao seu titular um &lt;strong&gt;direito exclusivo&lt;/strong&gt;.  O titular fica habilitado a proibir um terceiro de utilizar para fins  comerciais:&lt;br /&gt;
&lt;ul type="disc"&gt;&lt;li&gt;Um       sinal idêntico à marca comunitária para produtos ou serviços idênticos       àqueles para os quais esta foi registada.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Um       sinal que dê margem à confusão do público em relação à marca.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Um sinal idêntico ou similar à marca comunitária, para produtos ou serviços que não sejam similares àqueles para os quais a marca comunitária foi registrada, sempre que o uso do sinal tire partido do caráter distintivo ou do prestígio da marca.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;Durante 5 anos a contar do respectivo registro, a marca comunitária deve ser objeto, por parte do titular, de uma utilização efetiva na Comunidade para os produtos e os serviços para os quais estiver registrada.&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;Pedido de marca comunitária&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;Quem tenha depositado uma marca num dos Estados partes na Convenção de Paris goza, para efetuar o depósito de um pedido de marca comunitária para a mesma marca, de um direito de prioridade, durante um prazo de 6 meses a contar da data de depósito do primeiro pedido. &lt;br /&gt;
O titular de uma marca anterior, registrada num Estado que deposite um pedido de marca idêntica para registro como marca comunitária, pode prevalecer-se da antiguidade da marca nacional anterior.&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;Prazo de validade e renovação&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;O  prazo de validade do registro da marca comunitária é de &lt;strong&gt;10 anos&lt;/strong&gt; a contar da data de depósito do  pedido. O registro pode ser renovado por períodos de dez anos.</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item></channel></rss>