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	<title>Richard Barros</title>
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	<description>Negócios, Design e Tecnologia</description>
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	<title>Richard Barros</title>
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		<title>Em design, troque o Intuitivo pelo Racional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[rbhm]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jul 2024 14:22:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Devaneios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em nosso dia a dia, é comum líderes de empresas serem abordados com problemas que precisam de soluções rápidas. “O time vai perder o prazo se não fizermos algo” ou “recebemos um feedback negativo e precisamos agir. O que devemos fazer?” são frases frequentes. Sentindo a necessidade de serem úteis e decisivos, muitos líderes rapidamente</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em nosso dia a dia, é comum líderes de empresas serem abordados com problemas que precisam de soluções rápidas. “O time vai perder o prazo se não fizermos algo” ou “recebemos um feedback negativo e precisamos agir. O que devemos fazer?” são frases frequentes. Sentindo a necessidade de serem<strong> úteis e decisivos</strong>, muitos líderes rapidamente propõem soluções: “Vamos contratar freelancers para terminar o projeto a tempo” ou “vamos oferecer um upgrade gratuito ao cliente”.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-1787 aligncenter" src="https://www.richardbarros.com/wp-content/uploads/2024/07/rabbitvsturtle-570x410.png" alt="" width="570" height="410" />Líderes se tornam eficientes em avaliar rapidamente uma situação e propor soluções razoáveis. Soluções melhores podem existir, mas na maioria dos casos, a rapidez na tomada de decisão é mais valorizada que a perfeição. O problema é resolvido, o bloqueio removido, e tanto o líder quanto a equipe podem voltar ao trabalho com o mínimo de interrupção, certo?</p>
<h4>Pensamento &#8220;Sistema 1&#8221; em Decisões de Produto</h4>
<p>Essa abordagem intuitiva, rápida, e natural, chamada de “pensamentos do Sistema 1”, naturalmente se estende a outras áreas, como decisões de produto. Executivos, muitas vezes com anos de experiência, acreditam ter um bom entendimento do que os clientes precisam e de como o setor funciona. Essa confiança se reflete em um histórico de clientes satisfeitos e crescimento consistente. Por isso, quando um Product Manager (PM) apresenta um problema, como a queda na ativação de contas, o executivo sugere rapidamente uma solução: “Precisamos melhorar o onboarding, vamos criar um assistente de onboarding”.</p>
<p>Essa sugestão vai para o backlog de funcionalidades, e o líder sente que contribuiu decisivamente. O PM, por sua vez, comunica a equipe, que inicia o desenvolvimento, muitas vezes insatisfeita com a solução proposta.</p>
<h4>Designers e o Pensamento &#8220;Sistema 2&#8221;</h4>
<p>Designers, por sua vez, buscam evitar soluções <em><strong>subótimas</strong></em>. Acreditam que a pesquisa trará as respostas certas, tornando impossível para a liderança ignorar seus insights. Perguntas como “de onde veio essa ideia?”, “falamos com usuários?”, &#8220;Qual dor isso está tentando sanar?&#8221; ou “como sabemos que isso é a coisa certa a construir?” são comuns, mas podem ser vistas como irritantes, especialmente se a liderança acredita já ter uma boa solução.</p>
<p>Para evitar ser vistos como obstáculos, designers podem encorajar uma abordagem mais deliberada e analítica, o “pensamento do Sistema 2”. Ao invés de pedir soluções, é mais eficaz apresentar possíveis soluções e o plano para testá-las. Por exemplo: “Temos três soluções potenciais. Vamos criar protótipos leves, testá-los com um pequeno número de usuários e ver qual funciona melhor”.</p>
<h3>Usando Governança para Favorecer o Pensamento &#8220;Sistema 2&#8221;</h3>
<p>Para fomentar o “pensamento do Sistema 2” nas decisões de design e produto, é crucial ajustar os processos de governança e a estrutura organizacional de liderança. Aqui estão algumas práticas e estratégias que podem ajudar:</p>
<h4>1. Estrutura de Reuniões e Discussões</h4>
<p><strong>Reuniões de checkpoints regulares:</strong> Em vez de apenas adicionar soluções ao backlog, organize reuniões regulares focadas em checkpoints dos problemas principais. Essas reuniões devem revisar continuamente os problemas em andamento e explorar diferentes abordagens baseadas em dados e feedback contínuo.</p>
<p><strong>Acompanhe os CP&#8217;s (veja <a href="https://www.homemmaquina.com.br/conheca-o-how-might-we-hmw-ou-como-poderiamos-cps/">HMW</a>) em vez de Backlogs:</strong> Utilize um registro das dores que estão sendo resolvidas, mantenha os problemas centrais visíveis ao longo do ciclo experimental. Isso ajuda a equipe a se concentrar na resolução de problemas ao invés de apenas implementar soluções pré-definidas.</p>
<h4>2. Cultura de Experimentação</h4>
<p><strong>Ciclos de experimentação:</strong> Implemente ciclos de experimentação que permitam a criação de protótipos, testes com usuários reais e análise de dados antes de decidir pela implementação completa de uma solução. Isso promove uma abordagem iterativa e baseada em evidências.</p>
<p><strong>Documentação de Hipóteses e Resultados:</strong> Registre as hipóteses iniciais e os resultados dos experimentos. Essa documentação deve ser revisitada e discutida regularmente para ajustar as estratégias com base em resultados reais, incentivando uma mentalidade de aprendizagem contínua.</p>
<h4>3. Envolvimento da Liderança</h4>
<p><strong>Participação ativa da Liderança:</strong> Envolva os líderes em sessões de brainstorming e revisões de experimentos. Isso os incentiva a pensar de forma mais aprofundada e considerar múltiplas perspectivas antes de tomar decisões.</p>
<p><strong>Formação e capacitação:</strong> Ofereça treinamentos e workshops para a liderança sobre os benefícios e práticas do “pensamento do Sistema 2”. Isso ajuda a criar uma cultura organizacional que valoriza decisões mais deliberadas e baseadas em dados.</p>
<h4>4. Ferramentas de Gestão e Visualização</h4>
<p><strong>Painéis de Controle e Relatórios Visuais:</strong> Utilize ferramentas de visualização de dados para acompanhar o progresso das experiências e os resultados das hipóteses testadas. Painéis de controle claros e acessíveis ajudam a manter a liderança informada e envolvida no processo de decisão.</p>
<p><strong>KPIs e Métricas de Impacto:</strong> Defina KPIs e métricas de sucesso que vão além da entrega de funcionalidades, focando no impacto real das soluções implementadas. Isso orienta a tomada de decisões baseadas em resultados mensuráveis.</p>
<p>Líderes, Heads e CEOs são treinados para operar no estilo reflexivo do “Sistema 1” e geralmente são bons nisso. Como <strong>designers e gestores de produtos</strong>, podemos obter melhores resultados ao mudar os decisores para o “Sistema 2”, que é mais deliberado e analítico. Com decisões e ações guiadas por testes práticos e observações diretas, utilizando frameworks (estruturas ou metodologias) estabelecidos para organizar e orientar esses experimentos.</p>
<p>Isso pode ser feito através de um enquadramento cuidadoso do nosso trabalho e da estruturação das reuniões de decisão para manter os problemas em foco por mais tempo, desencorajando soluções rápidas em favor de abordagens mais consideradas. Implementando ciclos de experimentação, envolvendo a liderança de forma ativa, e utilizando ferramentas de gestão eficazes, podemos criar uma cultura de governança que favorece o pensamento crítico e a tomada de decisões informadas.</p>
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		<title>Business Design como processo de transformação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[rbhm]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Apr 2024 19:58:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Business Design é uma disciplina que combina princípios do design tradicional e estratégias de negócios para criar soluções fora da caixinha e sustentáveis que atendam tanto às necessidades dos clientes quanto aos objetivos comerciais das empresas. Esta abordagem é especialmente relevante em um cenário onde a inovação contínua é crucial para a sobrevivência e</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Business Design é uma disciplina que combina princípios do design tradicional e estratégias de negócios para criar soluções fora da caixinha e sustentáveis que atendam tanto às necessidades dos clientes quanto aos objetivos comerciais das empresas.</p>
<p>Esta abordagem é especialmente relevante em um cenário onde a inovação contínua é crucial para a sobrevivência e o sucesso (ou seja, em quase todo lugar).</p>
<p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1711 aligncenter" src="https://www.richardbarros.com/wp-content/uploads/2024/04/Captura-de-Tela-2024-04-22-as-16.54.25-570x410.png" alt="" width="570" height="410" /></p>
<h3>Um pouco de contexto</h3>
<p>Historicamente, o design de serviços (Service Design) focava principalmente na criação de serviços mais desejáveis, pra competir diretamente com a concorrência e que atendessem às expectativas e necessidades do cliente final de uma forma mais relevante.</p>
<p>Com o tempo, empresas pioneiras como IDEO e Fjord começaram a integrar o design de serviços com a estratégia de negócios, levando ao desenvolvimento dessa disciplina do Business Design. Essa evolução foi impulsionada pela necessidade de não apenas criar serviços atraentes, mas também viáveis e rentáveis economicamente.</p>
<p><strong>O Business Design é fundamentado em três pilares principais:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Negócios user-centered:</strong> Todo projeto de Business Design começa com uma profunda empatia e entendimento das necessidades e desejos dos usuários.</li>
<li><strong>Pensamento Analítico:</strong> Além de centrar-se no usuário, o Business Design requer uma análise rigorosa dos modelos de negócios existentes e potenciais, garantindo que as soluções sejam viáveis do ponto de vista comercial.</li>
<li><strong>Colaboração Interdisciplinar:</strong> A prática envolve a colaboração entre designers, estrategistas de negócios, tecnólogos e outros stakeholders, para criar soluções que sejam inovadoras e executáveis.<br />
Primeiros Passos em um Projeto de Business Design</li>
</ul>
<p><strong>Iniciar um projeto de Business Design geralmente envolve as seguintes etapas:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Definição do problema:</strong> Clarificar qual problema de negócio precisa ser resolvido e por que é importante.</li>
<li><strong>Pesquisa com usuários:</strong> Realizar pesquisas etnográficas e entrevistas com usuários para entender suas necessidades e experiências.</li>
<li><strong>Modelagem do negócio:</strong> Analisar e iterar sobre modelos de negócios possíveis que possam sustentar a solução de design proposta.</li>
<li><strong>Prototipagem e testes:</strong> Desenvolver protótipos rápidos das soluções e testá-los com usuários para iterar com base no feedback.</li>
</ul>
<p><strong>Aplicação prática</strong></p>
<p>O Business Design permite que as organizações se adaptem rapidamente às mudanças de mercado e respondam de forma proativa aos desafios que estão a aparecer. Além disso, ao alinhar as necessidades dos usuários com os objetivos de negócios, as empresas podem criar ofertas que não apenas satisfazem, mas também excedem as expectativas dos clientes, resultando em maior lealdade e crescimento do cliente.</p>
<h3>Aplicações Práticas</h3>
<p>Alguns Exemplos de Sucesso</p>
<ol>
<li><strong>Apple:</strong> A Apple é frequentemente citada como um exemplo de sucesso no Business Design. A empresa não apenas foca em produtos inovadores, mas também em como esses produtos se encaixam em um ecossistema mais amplo que inclui software, hardware e serviços, criando uma experiência de usuário coesa e um modelo de negócio robusto.</li>
<li><strong>Airbnb:</strong> O Airbnb revolucionou o setor de hospedagem ao entender as necessidades tanto de proprietários quanto de viajantes, criando uma plataforma que atende ambos os grupos de forma eficaz e eficiente, demonstrando a importância do Business Design em adaptar serviços tradicionais para o mundo digital.</li>
</ol>
<p><img decoding="async" src="https://i.pinimg.com/736x/8e/60/db/8e60db8ada160eba90266d6ca3d39c1b.jpg" alt="Service Design Overview Model | Service design, Design thinking process, Design thinking" /></p>
<p><strong>Na prática, como funciona?</strong></p>
<ol>
<li><strong>Adotar uma mentalidade de designer:</strong> Encarar cada problema de negócios como uma oportunidade para inovação, utilizando ferramentas de design para explorar soluções criativas.</li>
<li><strong>Focar em prototipar ideias:</strong> Desenvolver protótipos iniciais que possam ser testados e ajustados rapidamente. Sem gastar fortunas nesse processo inicial. Reduzir o risco e permite melhorias contínuas antes do lançamento de qualquer negócio.</li>
<li><strong>Engajar os donos/gestores:</strong> Garantir que todas as partes interessadas, incluindo liderança executiva e potenciais usuários, estejam envolvidas e comprometidas desde o início do projeto.</li>
<li><strong>Medir, medir, medir:</strong> Estabelecer métricas claras para avaliar o sucesso da solução de design, focando tanto em impacto de usuário quanto em retorno de investimento.</li>
</ol>
<p>Incorporar métodos eficazes de gestão e mensuração, como os Objetivos e Resultados-Chave (OKRs) e analisar constantemente o retorno sobre o investimento (ROI) nas iniciativas, podem ser um caminho importante para organizar o início de um projeto assim.</p>
<h3>Usando OKRs no Business Design</h3>
<p><strong>OKRs (Objetivos e Resultados-Chave)</strong> são uma técnica de definição de metas que ajuda as organizações a estabelecer objetivos claros e mensuráveis com resultados específicos que devem ser alcançados dentro de um prazo definido. No contexto do Business Design, OKRs podem direcionar esforços e recursos para as áreas mais impactantes, garantindo que as iniciativas de design estejam alinhadas com os objetivos estratégicos mais amplos da empresa.</p>
<p><strong>Como escrever OKRs eficazes</strong>:</p>
<ol>
<li><strong>Definição de Objetivos</strong>: O objetivo deve ser ambicioso, inspirador e alinhado com a visão de negócio da empresa. Por exemplo, &#8220;Aumentar a satisfação do cliente através de uma experiência de usuário renovada&#8221;.</li>
<li><strong>Resultados-Chave</strong>: Estes são indicadores de progresso quantitativos que demonstram como o objetivo será alcançado. Por exemplo, &#8220;Alcançar uma pontuação de satisfação do cliente de 90%&#8221; ou &#8220;Reduzir as chamadas de suporte técnico em 30%&#8221;.</li>
<li><strong>Iniciativas</strong>: São as tarefas ou projetos que serão realizados para alcançar os resultados-chave. Por exemplo, &#8220;Redesenhar a interface do usuário do produto X&#8221; ou &#8220;Implementar uma nova plataforma de feedback do cliente&#8221;.</li>
</ol>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://miro.medium.com/v2/resize:fit:676/0*5fo7aALEcAikw0gh.png" alt="Por que designers também devem entender de negócios? | by Rafael Marrama | UX Collective &#x1f1e7;&#x1f1f7;" width="469" height="383" /></p>
<p>Ainda, alguns caminhos para prosseguir na evolução, como métodos de inovação focados especificamente em crescimento (growth) e validação de hipóteses. Esses métodos ajudam as empresas a testar a viabilidade de suas ideias e estratégias antes de implementá-las em larga escala, minimizando riscos e otimizando recursos. Aqui estão alguns dos mais eficazes:</p>
<p><strong>Experimentos Lean (Lean Experiments) </strong>Baseiam-se na metodologia Lean Startup, que enfatiza a inovação rápida e eficiente através da iteração contínua de produtos mínimos viáveis (MVPs). Utiliza-se pequenos experimentos para testar hipóteses sobre produtos, serviços ou características específicas, coletando dados valiosos sobre a aceitação do mercado.</p>
<p><strong>Design de Experimentos (DoE)</strong> Uma técnica estatística usada para planejar, conduzir e analisar experimentos de forma sistemática e eficiente. Permite testar simultaneamente várias variáveis para determinar quais fatores têm os maiores efeitos sobre um resultado desejado, ideal para otimizar produtos e processos.</p>
<p><strong>Teste A/B</strong>: Um método comum de validação de hipóteses usado para comparar duas versões de um produto ou serviço para determinar qual delas performa melhor em termos de métricas pré-definidas. Amplamente utilizado em marketing digital, desenvolvimento de produtos e otimização de websites.</p>
<p><strong>Pivotagem</strong>: Processo de mudança estratégica de um aspecto do modelo de negócio, produto ou serviço, baseado em feedbacks e aprendizados obtidos através de testes e experimentos. Ajuda as empresas a adaptarem-se rapidamente às necessidades do mercado sem comprometer recursos substanciais.</p>
<p><strong>Discovery e Customer Validation</strong>: Fases iniciais do processo de desenvolvimento de clientes, conforme descrito por Steve Blank. Envolve entrevistas e interações com potenciais clientes para descobrir problemas significativos e validar se a solução proposta atende a essas necessidades de forma eficaz.</p>
<p><strong>Testes de Usabilidade</strong>: Envolve trazer pessoas reais para testar o produto em condições controladas para observar a usabilidade e a experiência do usuário. Os insights coletados são usados para fazer ajustes rápidos que melhoram a funcionalidade e a aceitação do produto.</p>
<p><strong>Desenvolvimento com Scrum/Agile</strong>: Uma abordagem ágil que permite ao time criar e adaptar produtos rapidamente através de ciclos iterativos e incrementais, conhecidos como sprints. O feedback do cliente é integrado ao final de cada sprint, permitindo a validação contínua das hipóteses de produto.</p>
<p><strong>Método de Mapa de Oportunidades</strong>: Permite identificar e avaliar novas oportunidades de mercado ao mapear necessidades não atendidas dos clientes e possíveis soluções. Auxilia na priorização de hipóteses de inovação com base no potencial de impacto e viabilidade.</p>
<p>Estes métodos não apenas ajudam a validar hipóteses, mas também incentivam uma cultura de inovação orientada por dados e resultados dentro da organização. Adotá-los pode acelerar o crescimento ao identificar e explorar efetivamente oportunidades de mercado de maneira estratégica e informada.</p>
<h3>Adaptabilidade e Seleção Estratégica</h3>
<p>Cada negócio enfrenta desafios únicos e opera em um ambiente distinto. Por isso, é crucial avaliar o contexto e as necessidades específicas da empresa antes de decidir quais métodos de inovação, crescimento e validação de hipóteses implementar. Além disso, o estágio em que o negócio se encontra—seja uma startup em fase inicial ou uma corporação estabelecida buscando inovação—pode significativamente influenciar quais abordagens serão mais eficazes.</p>
<h3>Empatia e Foco no Cliente</h3>
<p>No cerne do Business Design está a empatia pelo cliente—entender profundamente suas necessidades, dores e expectativas. Também é daí que retiro muito do que aprendi nos meus dias de UX Design, Neuromarketing e lidando com os clientes no dia-a-dia da <a href="https://www.homemmaquina.com.br">Homem Máquina</a> como líder e consultor. Esta compreensão é vital para desenvolver soluções que não apenas atendam, mas superem as expectativas dos clientes. Ao manter o foco nas dores e desejos do cliente, é possível criar um caminho mais direto e eficaz para o desenvolvimento de produtos e serviços que gerem valor real e tangível.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-1713 aligncenter" src="https://www.richardbarros.com/wp-content/uploads/2024/04/mvp-team-570x410.png" alt="" width="570" height="410" /></p>
<h3>Mas o início não é complexo&#8230;</h3>
<ol>
<li><strong>Diagnóstico Inicial</strong>: Comece por realizar um diagnóstico claro dos desafios e oportunidades do negócio. Isso inclui entender o mercado, o público-alvo e os principais concorrentes.</li>
<li><strong>Seleção de Métodos</strong>: Escolha métodos e ferramentas que se alinhem com os objetivos específicos do projeto e as capacidades da equipe. Não há necessidade de implementar complexas metodologias de dados se os desafios podem ser abordados com técnicas mais simples e diretas.</li>
<li><strong>Iteração e Flexibilidade</strong>: Esteja aberto para adaptar e mudar de estratégias conforme novos aprendizados surgem. O design de negócios é um processo iterativo que se beneficia da agilidade e capacidade de resposta às mudanças do mercado e feedback dos clientes.</li>
<li><strong>Medição e Ajuste</strong>: Implemente sistemas de feedback e monitoramento para avaliar continuamente o sucesso das iniciativas. Use esses dados para refinar e ajustar abordagens, garantindo que elas permaneçam relevantes e eficazes.</li>
</ol>
<p>Entender uma ampla gama de métodos de inovação é certamente útil, mas a chave para o sucesso no Business Design não está na quantidade de ferramentas utilizadas, e sim na habilidade de escolher e aplicar estrategicamente as mais adequadas. O foco deve sempre estar em criar valor para o cliente (ou pro seu negócio), resolver suas dores de forma eficiente e com empatia nas pessoas que usam. Esta abordagem não só maximiza a eficácia das soluções de design, mas também fortalece a conexão entre a marca e seus clientes, potencializando resultados sustentáveis e de longo prazo para o negócio.</p>
<p>O Business Design é mais do que uma metodologia; é uma filosofia que coloca o design no coração da estratégia de negócios. Ao adotar essa abordagem, as empresas podem não apenas inovar mas também criar soluções sustentáveis que proporcionam valor significativo tanto para os usuários quanto para a organização. Implementar o Business Design requer uma combinação de empatia, criatividade, análise estratégica e compromisso colaborativo, tudo com o objetivo de transformar grandes ideias em realidades de negócios lucrativas e duradouras.</p>
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			</item>
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		<title>UX para Painéis Administrativos ou Dashboards</title>
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		<dc:creator><![CDATA[rbhm]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Apr 2024 20:25:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dashboards, como ferramentas visuais de apresentação de dados, desempenham um papel fundamental ao fornecer uma visão consolidada das informações mais importantes para alcançar objetivos específicos. Eles permitem monitoramentos rápidos e informados, ajudando na otimização da tomada de decisões em diversas áreas como negócios, finanças, educação, saúde e esportes. Este artigo explora as práticas essenciais na</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dashboards, como ferramentas visuais de apresentação de dados, desempenham um papel fundamental ao fornecer uma visão consolidada das informações mais importantes para alcançar objetivos específicos. Eles permitem monitoramentos rápidos e informados, ajudando na otimização da tomada de decisões em diversas áreas como negócios, finanças, educação, saúde e esportes. Este artigo explora as práticas essenciais na criação de dashboards eficazes, abrangendo a seleção de métricas, gráficos e layouts adequados para uma comunicação de dados clara e eficiente.</p>
<h3>1. Definição e Importância dos Dashboards</h3>
<p>Um dashboard é mais do que apenas uma tela de dados; é uma interface estratégica que apresenta métricas e KPIs (Indicadores Chave de Desempenho) essenciais para monitorar a saúde e o progresso de diferentes aspectos de uma organização. Ele fornece uma visão rápida e abrangente, permitindo que gestores e stakeholders façam intervenções rápidas e baseadas em dados.</p>
<h3>2. Como Escolher as Métricas Certas</h3>
<p><strong>Seleção de Métricas:</strong> A escolha das métricas é fundamental para o sucesso de um dashboard. Métricas devem ser relevantes, significativas, acionáveis e comparáveis, alinhadas aos objetivos estratégicos da empresa. Por exemplo, se o objetivo é monitorar a eficiência operacional, métricas como tempo de ciclo, taxa de defeitos e índices de satisfação do cliente podem ser cruciais.</p>
<ul>
<li>Exemplo, para um dashboard focado em finanças, métricas como ROI (Retorno sobre Investimento), lucratividade e margem de lucro são essenciais. Deve-se evitar a utilização de muitas ou poucas métricas, o que pode levar à sobrecarga de informações ou falta de insights necessários. A granularidade das métricas também deve ser considerada, decidindo-se entre visões gerais ou detalhadas, dependendo do público-alvo.</li>
</ul>
<h3>3. Escolhendo os Gráficos Apropriados</h3>
<p><strong>Seleção de Gráficos:</strong> A visualização de dados por meio de gráficos é uma técnica poderosa para revelar padrões e tendências. A escolha do tipo de gráfico depende do tipo de dado e do insight que se deseja transmitir.</p>
<ul>
<li>Exemplo, para distribuição de dados, gráficos de barras e linhas são preferíveis por sua clareza e facilidade de leitura. Gráficos de pizza, embora populares, podem ser enganosos se contiverem muitas categorias e devem ser usados com cautela. Gráficos devem ser consistentes, claros e envolventes, com atenção especial a evitar formatos que possam distorcer a interpretação, como gráficos 3D ou gráficos empilhados complexos.</li>
</ul>
<h3>4. Layouts Eficientes para Dashboards</h3>
<p><strong>Organização do Layout:</strong> O layout de um dashboard deve facilitar a navegação e a compreensão das informações, utilizando elementos como grades, cabeçalhos e barras laterais para organizar visualmente os dados.</p>
<ul>
<li>Exemplo, um dashboard para monitoramento de desempenho de vendas pode utilizar uma barra lateral para filtros e seletores, enquanto o corpo principal apresenta gráficos de tendências de vendas ao longo do tempo e comparações de desempenho por regiões. Deve-se utilizar um sistema de grade para alinhar elementos consistentemente e utilizar espaços em branco para evitar desordem visual. Filtros e seletores permitem personalização e interação mais profunda com o dashboard, melhorando a experiência do usuário.</li>
</ul>
<h3>5. Práticas Recomendadas para a Criação de Dashboards</h3>
<p><strong>Fundamentos de Design e Usabilidade:</strong> Ao projetar dashboards, é crucial que os designers utilizem práticas que promovam a facilidade de uso e a eficácia na comunicação de dados. Isso inclui a aplicação da psicologia das cores para orientar os olhos dos usuários de forma intuitiva e o uso parcimonioso de elementos visuais para evitar sobrecarga informativa.</p>
<ul>
<li>Exemplo, utilizar cores contrastantes para diferenciar rapidamente entre métricas de desempenho positivas e negativas, como verde para indicadores dentro das metas e vermelho para alertas de desempenho abaixo do esperado. As cores não apenas embelezam o dashboard, mas também funcionam como um guia rápido para a interpretação dos dados, com cada tonalidade tendo um propósito claro e pré-definido.</li>
</ul>
<p><strong>Integração e Interatividade:</strong> Um dashboard não deve ser uma ferramenta estática. A capacidade de interagir com os dados, como filtrar períodos de tempo, segmentos de mercado, ou mesmo perfurar camadas mais profundas de informação (drill down), enriquece a experiência do usuário e torna a ferramenta mais adaptativa às necessidades individuais.</p>
<ul>
<li>Exemplo, um dashboard de análise de vendas pode permitir que os usuários cliquem em um gráfico de vendas trimestrais para ver os números mensais ou semanais, proporcionando um nível de detalhe mais granular quando necessário. A implementação de funcionalidades interativas deve ser feita de maneira que não comprometa a clareza ou o desempenho do dashboard. Testes de usabilidade são essenciais para garantir que essas funcionalidades sejam intuitivas e úteis.</li>
</ul>
<h3>6. Manutenção e Atualização de Dashboards</h3>
<p><strong>Revisão e Ajustes Contínuos:</strong> Para manter a relevância e a precisão, os dashboards devem ser periodicamente revisados e ajustados. Isso inclui a atualização de métricas conforme objetivos empresariais evoluem e a verificação da integridade dos dados para garantir que as decisões sejam baseadas em informações precisas e atualizadas.</p>
<ul>
<li>Exemplo, verificar trimestralmente se as fontes de dados estão integrais e se as métricas ainda refletem os KPIs desejados da empresa. A manutenção deve ser acompanhada por registros de alterações para que os usuários entendam as mudanças realizadas e como isso pode afetar a análise dos dados.</li>
</ul>
<h3>7. Compartilhamento e Colaboração Através de Dashboards</h3>
<p><strong>Fomentando a Comunicação e o Alinhamento Estratégico:</strong> Dashboards excelentes são aqueles que facilitam a comunicação e a colaboração entre equipes. Ao compartilhar dashboards dentro de uma organização, é possível promover um entendimento comum e alinhar estratégias em diferentes departamentos.</p>
<ul>
<li>Exemplo, um dashboard de operações que é acessível tanto pela equipe de produção quanto pelas equipes de vendas e marketing para sincronizar esforços e otimizar o estoque com base nas tendências de demanda. As permissões de acesso devem ser cuidadosamente gerenciadas para garantir que informações sensíveis sejam protegidas, enquanto se promove a transparência onde ela é benéfica.</li>
</ul>
<h3>Conclusão</h3>
<p>Dashboards são ferramentas poderosas de gestão e análise que, quando bem projetadas, não apenas simplificam a visualização de grandes volumes de dados, mas também capacitam os tomadores de decisão a agir de forma rápida e fundamentada. Seguindo as práticas recomendadas de design, seleção de métricas, escolha de gráficos, e planejamento de layout, as empresas podem maximizar o potencial de seus dashboards para impulsionar o sucesso organizacional.</p>
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		<title>Sobre design e UX para produtos digitais de nicho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[rbhm]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2024 17:08:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Devaneios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pela minha experiência, percebo que os designs mais inspiradores e autênticos surgiram de lugares explorados inicialmente em mercados extremamente nichados. Por muito tempo, designers, incluindo eu, seguiram os gigantes da tecnologia como modelos a serem imitados, seja no design de um simples elemento de UI, um site de marketing ou na busca por inspiração. Contudo,</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pela minha experiência, percebo que os designs mais inspiradores e autênticos surgiram de lugares explorados inicialmente em mercados extremamente nichados. Por muito tempo, designers, incluindo eu, seguiram os gigantes da tecnologia como modelos a serem imitados, seja no design de um simples elemento de UI, um site de marketing ou na busca por inspiração. Contudo, os produtos populares desses gigantes não apenas dominam a web, mas também se estabelecem como dogmas no campo do design de produtos, atuando como definidores de tendências de maneira geral (veja, Google, Appel, Airbnb, etc).</p>
<p>O mercado dessas &#8220;startups globais&#8221; desempenhou um papel significativo na formação da comunidade de design de produtos, transformando uma pequena comunidade em uma disciplina genuína. No entanto, à medida que essa cultura amadurece, acredito que também começa a desenvolver maus hábitos, levando a críticas sobre a perda de criatividade na comunidade de design. É possível perceber que essas plataformas cada vez mais se tornam previsíveis e iguais, as vezes visando apenas capturar a atenção dos usuários.</p>
<p>Essa estagnação nos leva a uma era de monotonia, onde a inovação declina e a padronização se torna uma consequência inevitável em qualquer campo emergente em combinação com uma tecnologia em busca de propósito. No entanto, recentemente, comecei a observar mais produtos adotando uma direção de design distinta, muitas vezes estranha, mas notavelmente de nicho. Esse movimento de design de produtos de nicho geralmente se reflete em produtos que são:</p>
<p><strong>Elaborados com uma abordagem inovadora e conceitualmente sólida, são o resultado do compromisso de pequenos grupos ou pessoas individuais, destinados a atender necessidades de nichos de mercado muito específicos, oferecendo soluções personalizadas e distintas.</strong></p>
<p>Nessa busca pela autenticidade em um projeto design, descobri que as melhores joias estão escondidas nos cantos remotos da galáxia da internet, longe da cultura mainstream. Há uma força muito grande vindo da mudança de comportamento que já vem sendo provocada pelo consumo de mídia das novas gerações, seja a Geração Z ou até mesmo da Alpha.</p>
<p>Sabe, eu ando percebendo que muitos produtos, que a gente sempre viu como o padrão de como as coisas devem funcionar, estão começando a perder a graça e sendo desafiados a se renovarem. Tem uma galera nova chegando com gostos diferentes, e isso tá mexendo com o jeito que as startups pensam o design. Todo mundo quer crescer, né? Crescimento é tipo o sonho de ouro da indústria. Mas, olha só a ironia, às vezes ele acaba mais atrapalhando do que ajudando.</p>
<p>No mundo das startups, à medida que as empresas crescem, elas se movem de um estado de &#8220;apenas para fãs&#8221; para um &#8220;produto para todos&#8221;, passando por mudanças dramáticas. Esse deslocamento muitas vezes prejudica a essência do produto, tornando-o disperso e deixando o público questionar seu propósito e valores.</p>
<p>Mas e se as empresas permanecessem no modo &#8220;apenas para fãs&#8221;? Teríamos não apenas um design excepcional evoluindo, mas também pequenos gigantes prosperando — negócios que visam ao carisma em vez do crescimento.</p>
<p>Ao olhar para startups com uma visão mais humilde e realista, comecei a descobrir o mundo mais calmo da tecnologia, onde bootstrappers, criadores independentes e até empresas tradicionalmente semi-financiadas desafiam o status quo do design de produtos.</p>
<p>Há muitos negócios buscando autenticidade em vez de crescimento a todo custo que estão naturalmente em uma posição que permite um tipo raro de liberdade. É a liberdade que permite, ou mesmo força, os criadores a se afastarem de tendências e padrões de design desgastados, onde a inovação acontece.</p>
<p>E hoje em dia, me pergunto se o cenário é de todo mundo estar na corrida pra ganhar a disputa pela atenção do público. O desafio é inovar no design de produtos menores e mais específicos para satisfazer o que as novas gerações querem? Os grandes barcos que querem atender a todos os usuários vão conseguir mudar rápido para se adaptar aos novos modelos de consumo?</p>
<p><strong>Agora alguns cents sobre o que penso sobre nosso futuro como UX designers..</strong></p>
<p>Entendo que mesmo as grandes empresas precisam abraçar a ideia de desenvolver produtos menores, direcionados a públicos específicos. Ignorar o conflito geracional e acreditar que apenas sites responsivos são suficientes, dependendo do mercado e da geração que você quer alcançar, é um erro. Aqui vai a minha visão de como as empresas podem se adaptar usando o design de nicho e estratégias de cauda longa em projetos de UX:</p>
<p>Para <strong>se conectar verdadeiramente com o público</strong>, será necessário considerar personas mais detalhadas e para cada nicho. Entender profundamente seus interesses, desafios e comportamentos online ajuda a moldar produtos que realmente ressoem com eles.</p>
<p><strong>Personalização</strong> (eventualmente com inteligência artificial), ou seja, em vez de tentar ser tudo para todos, especialize-se. Oferecer recursos que atendam exatamente ao que seu nicho precisa. Isso não só otimiza a experiência do usuário, mas também agrega valor imenso ao seu produto.</p>
<p><strong>Valorizar mais feedback e experimentação</strong> sobre mercado de nicho demanda uma abordagem iterativa ao design, com base no feedback REAL dos usuários. Versões beta e ajustes contínuos são essenciais para afinar o produto às necessidades do público, de preferencia em ciclos muito curtos e contínuos. Isso significa estar aberto a mudanças e adaptar-se conforme o necessário, criando uma solução que verdadeiramente atenda ao seu nicho &#8211; sem perder o controle do custo do projeto.</p>
<p>Para empresas de todos os tamanho, entender e aplicar essas estratégias significa <strong>reconhecer a importância de atender às necessidades de mercados específicos</strong>, mesmo dentro de um modelo de negócios robusto. É crucial adaptar-se, oferecendo produtos que não apenas preencham um espaço no mercado, mas que também se destaquem pela qualidade e relevância, garantindo uma experiência de usuário sem igual.</p>
<p>Gostei de abrir essa discussão depois de ler o excelente artigo Niche product design da UX Planet (<a href="https://uxplanet.org/niche-product-design-7127f86cf108">https://uxplanet.org/niche-product-design-7127f86cf108</a>)</p>
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		<title>Leituras que recomendo sobre design, negócios e outros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[rbhm]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Feb 2024 22:26:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Devaneios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dicas de livros! Ler sempre foi, na minha opinião, um dos melhores estímulos para nos aprofundarmos em assuntos diversos, nos tornando pessoas e profissionais mais completos. É por meio da leitura que criamos um repertório rico e diversificado para utilizarmos no nosso dia a dia, enfrentando desafios com criatividade e perspicácia. Essa jornada de conhecimento</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dicas de livros!</strong> Ler sempre foi, na minha opinião, um dos melhores estímulos para nos aprofundarmos em assuntos diversos, nos tornando pessoas e profissionais mais completos. É por meio da leitura que criamos um repertório rico e diversificado para utilizarmos no nosso dia a dia, enfrentando desafios com criatividade e perspicácia.</p>
<p>Essa jornada de conhecimento é pavimentada por inúmeras páginas que fizeram ser quem eu sou, cada uma oferecendo visões e aprendizados únicos que trago comigo por muitos anos. Estou compartilhando essa lista de livros que realmente marcaram minha trajetória profissional e pessoal com o intuito de contribuir um pouco para quem também está trilhando um caminho profissional ao menos tangencial.</p>
<p>(Fique a vontade para indicar alguns nos comentários também <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.1.0/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> )</p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft" src="https://m.media-amazon.com/images/I/81tWoOTqAPL._AC_UF1000,1000_QL80_.jpg" alt="Sketching User Experiences: Getting the Design Right and the Right Design | Amazon.com.br" width="99" height="122" />1. Sketching User Experiences: Getting the Design Right and the Right Design</strong></p>
<p>Livro de Bill Buxton (2007 &#8211; <a href="https://a.co/d/aih8DhW">compre aqui</a>)<strong>:</strong> Buxton explora a importância do esboço no desenvolvimento de experiência de usuário, argumentando que o processo criativo começa muito antes do design final. Essencial para designers ou desenvolvedores (eu ainda era mais dev que designer na época que li), este livro enfatiza a importância da experimentação e da iteração rápida, essenciais para o sucesso no UX e foi um dos primeiros contatos que tive com o assunto mais de 15 anos atrás.</p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft" src="https://media.wiley.com/product_data/coverImage300/71/11187665/1118766571.jpg" alt="About Face: The Essentials of Interaction Design, 4th Edition | Wiley" width="100" height="124" />2. About Face: The Essentials of Interaction Design</strong></p>
<p>Alan Cooper, Robert Reimann, David Cronin, e Christopher Noessel (4ª Edição, 2014 &#8211; <a href="https://www.amazon.com.br/About-Face-Essentials-Interaction-Design/dp/1118766571/ref=asc_df_1118766571/?tag=googleshopp00-20&amp;linkCode=df0&amp;hvadid=379787788238&amp;hvpos=&amp;hvnetw=g&amp;hvrand=3182406562748358182&amp;hvpone=&amp;hvptwo=&amp;hvqmt=&amp;hvdev=c&amp;hvdvcmdl=&amp;hvlocint=&amp;hvlocphy=1001655&amp;hvtargid=pla-436011679353&amp;psc=1&amp;mcid=e7a22a5edad6338ba1781ba97b533ea1&amp;_encoding=UTF8&amp;tag=richardbarr01-20&amp;linkCode=ur2&amp;linkId=9052b561dd30cf4afcc2a882e49ca29b&amp;camp=1789&amp;creative=9325">compre aqui</a>): Clássico. Um guia completo sobre design de interação que abrange desde a concepção até a implementação de interfaces digitais mais intuitivas. Fundamental para quem deseja aprofundar-se em UX Design, o livro oferece insights práticos sobre como criar produtos mais humanos e acessíveis e muitos exemplos de como impactar positivamente a experiência das pessoas.</p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft" src="https://cdn.dooca.store/81243/products/dcjdt1xu4oyjsgc4itkxqeub3ynkat0y79tk.jpg?v=1671467435" alt="Rápido E Devagar - Daniel Kahneman - Livro Físico | Livraria Enjoy" width="99" height="159" />3. Rápido e Devagar: Duas Formas de Pensar</strong></p>
<p>Daniel Kahneman (2011 &#8211; <a href="https://www.amazon.com.br/R%25C3%25A1pido-devagar-Daniel-Kahneman/dp/853900383X?&amp;_encoding=UTF8&amp;tag=richardbarr01-20&amp;linkCode=ur2&amp;linkId=e82abce1079499362111dc7bf8344dea&amp;camp=1789&amp;creative=9325">compre aqui</a>): Kahneman apresenta uma análise profunda sobre como nossa mente funciona, diferenciando o pensamento rápido, intuitivo, do pensamento lento, lógico e deliberado. Compreender esses dois modos de pensar foi crucial tanto como profissional, entendendo nossas tomadas de decisão, quanto na forma como interagia com o mundo ao meu redor em geral, na própria expectativa das pessoas sobre meus projetos de <em>user experience</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft" src="https://encrypted-tbn2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcSG8thy6Fb54z-yfX1XrtCLZxO03SnHYjM8iQMv0sL9X_IrJUhu" width="92" height="148" />4. Web Form Design: Filling in the Blanks</strong></p>
<p>Luke Wroblewski (2008 &#8211; <a href="https://www.amazon.com.br/Web-Form-Design-Luke-Wroblewski/dp/1933820241?&amp;_encoding=UTF8&amp;tag=richardbarr01-20&amp;linkCode=ur2&amp;linkId=45524d9c047bf9ebe4be0b74d2545a72&amp;camp=1789&amp;creative=9325">compre aqui</a>): Conheci o lukew pelo twitter e quando vi seu livro publicado pela Rosenfeld Media, que foca nos princípios e práticas para criar formulários web de alta eficácia, não resisti. Ele é um grande estudioso de usabilidade e considero uma leitura fundamental para entender como os formulários influenciam a interação do usuário e como otimizá-los para melhorar a experiência geral. Sim, é um livro que detalha profundamente decisões de design de formulários.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft" src="https://m.media-amazon.com/images/I/5190h6b3GdL.jpg" alt="Design de Navegação Web: Otimizando a Experiência do Usuário eBook : Kalbach, James: Amazon.com.br: Loja Kindle" width="93" height="133" />5. Designing Web Navigation: Optimizing the User Experience</strong></p>
<p>James Kalbach (2007 &#8211; <a href="https://www.amazon.com.br/Designing-Web-Navigation-James-Kalbach/dp/0596528108?&amp;_encoding=UTF8&amp;tag=richardbarr01-20&amp;linkCode=ur2&amp;linkId=8b7fde60b0be52beb69dd947b2496efa&amp;camp=1789&amp;creative=9325">compre aqui</a>): Este foi um dos que me deram mais ferramentas técnicas de UX, é abrangente e bem prático (só não sei se ainda está tão atualizado). Kalbach oferece insights sobre a criação de sistemas de navegação web que melhoram significativamente a usabilidade dos sites. Descreve principalmente conceitos de arquitetura da informação e design de navegação e seus aspectos fundamentais para o design web.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft" src="https://m.media-amazon.com/images/I/61EoyT7yyAL._AC_UF350,350_QL50_.jpg" alt="Ferramentas dos titãs: As estratégias, hábitos e rotinas de bilionários, celebridades e atletas de elite | Amazon.com.br" width="91" height="131" />6. Ferramentas dos Titãs</strong></p>
<p>Tim Ferriss (2016 &#8211; <a href="https://www.amazon.com.br/Ferramentas-dos-Tit%25C3%25A3s-Tim-Ferriss/dp/8551002511?&amp;_encoding=UTF8&amp;tag=richardbarr01-20&amp;linkCode=ur2&amp;linkId=0496269b2364cf8e655c7942ae2ba1fe&amp;camp=1789&amp;creative=9325">compre aqui</a>): Ferriss compila ensinamentos e hábitos de sucesso de pessoas notáveis e acima da média em diversas áreas, oferecendo um arsenal de dicas para a vida e carreira, mas com foco em rotinas e pequenos hábitos em vez de descambar pro lado coach da abordagem. Uma fonte de inspiração e orientação, este livro foi muita inspiração pessoal e profissional para mim, com estratégias de pessoas admiráveis que atingiram o ápice em diversas áreas em negócios, esportes, marketing, etc.</p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft" src="https://m.media-amazon.com/images/I/9160bSvw-RL._AC_UF1000,1000_QL80_.jpg" alt="Geração de modelo de negócios | Amazon.com.br" width="101" height="78" />7. Business Model Generation: Inovação em Modelos de Negócios</strong></p>
<p>Alexander Osterwalder e Yves Pigneur (2010 &#8211; <a href="https://www.amazon.com.br/Business-Model-Generation-Inova%25C3%25A7%25C3%25A3o-Neg%25C3%25B3cios/dp/857608550X/ref=sr_1_1?adgrpid=106679035586&amp;dib=eyJ2IjoiMSJ9.etBISSQkJ2Tah3c5iowlU5xYEoB8ZwQrFTHdOET7ufVA2Ya9_Tt0T4tbhJxx8zGcd7qrdCI3gfWCTYRc4UTnYBBvmBYIJGu9LkAXqAjYa1AmAVYixAC6kttGZrReg1l5b4efVoCXzRnbhZ53k2wN_UJvg_tyPRUJrE_QPlFCHoRgWP_vueWoHPj3L-D0T3erecn15nKsGe3HR2BnizzcwxjmNXmt753pva9qphI5K3t0JSqb0nxnkFTMS9GiCSbftgzsr_fgGiiLJAVrrSZO3KwuDp_b9UL4ufVFkOWqTFI.qQu_hz1-RFBdeLzJJz8B-Mz7w8vaNfFbNIdQHxRZ0ZY&amp;dib_tag=se&amp;gclid=CjwKCAiAuNGuBhAkEiwAGId4aofku2pjCG826X-B3qennpAIMAT7YBBZR5QOYd-fL9vR4_oPenL0FhoCJjYQAvD_BwE&amp;hvadid=595885638215&amp;hvdev=c&amp;hvlocphy=1001655&amp;hvnetw=g&amp;hvqmt=e&amp;hvrand=1928255328745814773&amp;hvtargid=kwd-376816451736&amp;hydadcr=16137_13545511&amp;keywords=model+business+generation&amp;qid=1708466870&amp;sr=8-1&amp;_encoding=UTF8&amp;tag=richardbarr01-20&amp;linkCode=ur2&amp;linkId=53e1e3ce766fe95076eeed8b2fc62bf7&amp;camp=1789&amp;creative=9325">compre aqui</a>): Uma abordagem prática e visual para desenvolver modelos de negócios inovadores e sustentáveis. Indispensável para empreendedores e gestores, ensina a pensar fora da caixa e a inovar no modelo de negócios, chave para o sucesso no mercado atual. O mais legal é a forma como foi criado, em um processo de criação altamente colaborativo.</p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft" src="https://d1pkzhm5uq4mnt.cloudfront.net/imagens/capas/_ce6009056d5a192001c33f31bd1af8515f208272.jpg" alt="Livro: Isto é Design Thinking de Serviços - Fundamentos, Ferramentas, Casos - Marc Stickdorn | Estante Virtual" width="101" height="152" />8. Isso é Design Thinking de Serviços</strong></p>
<p>Marc Stickdorn e Jakob Schneider (2011 &#8211; <a href="https://www.amazon.com.br/Isto-Design-Thinking-Servi%25C3%25A7os-Fundamentos/dp/8582602170/ref=asc_df_8582602170/?linkCode=df0&amp;hvadid=379805025824&amp;hvpos=&amp;hvnetw=g&amp;hvrand=13272769519951310317&amp;hvpone=&amp;hvptwo=&amp;hvqmt=&amp;hvdev=c&amp;hvdvcmdl=&amp;hvlocint=&amp;hvlocphy=1001655&amp;hvtargid=pla-811463053170&amp;psc=1&amp;mcid=64d94c7134df39e6bd5ecc9372647de1&amp;_encoding=UTF8&amp;tag=richardbarr01-20&amp;linkCode=ur2&amp;linkId=60a8e91c8a9b0b5cb5d4ec2191d2a16c&amp;camp=1789&amp;creative=9325">compre aqui</a>): O livro desmistifica o design thinking aplicado ao desenvolvimento de serviços (digitais principalmente), oferecendo métodos e ferramentas práticas. Oferece uma perspectiva essencial para designers e profissionais de negócios interessados em criar serviços inovadores e centrados no usuário. Esse aqui me ajudou muito no lado mais consultoria da <a href="https://www.homemmaquina.com.br">Homem Máquina</a> com o negócio dos nossos clientes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft" src="https://images.dlivros.org/Nicholar-Carr/geracao-superficial-nicholar-carr_large.webp" alt="Baixar livro A Geração Superficial - Nicholar Carr PDF ePub Mobi" width="100" height="147" />9. A Geração Superficial: O Que a Internet Está Fazendo Com Os Nossos Cérebros</strong></p>
<p>Nicholas G. Carr (2010 &#8211; <a href="https://www.amazon.com.br/Geracao-Superficial-Internet-Fazendo-Cerebros/dp/8522010056/ref=sr_1_2?__mk_pt_BR=%25C3%2585M%25C3%2585%25C5%25BD%25C3%2595%25C3%2591&amp;crid=3OK53IKLMM9BY&amp;dib=eyJ2IjoiMSJ9.YjIvNDjhfwt699uu3BiEJOpxBJfIhSYYztM3RLORzrVWF3Q-QLF5NfFyECE8nuq5CeGI4BEkcZX_2Z9ttl-jWXjP4awxsqA7hU41VgOdcE8SQj3AC2jVWm-8AfNci3CpnlSUxvM8spIjAi-5OVV_FGyXABa01ExiZ6k-ljVNGyuvNl8v1y0YAOgsWv-az_ieXYPEP5SyPEC851Qr6nvinqnaNeTzfLcYHPhtheIIv4Y.Uz4UMS8YNe5EUZJi_9Ay9L67i6AE9Xb4NVfXFNXB4FM&amp;dib_tag=se&amp;keywords=gera%25C3%25A7%25C3%25A3o+superficial&amp;qid=1708466737&amp;s=books&amp;sprefix=gera%25C3%25A7%25C3%25A3o+superficial%252Cstripbooks%252C294&amp;sr=1-2&amp;_encoding=UTF8&amp;tag=richardbarr01-20&amp;linkCode=ur2&amp;linkId=31415dca18d94267e864cb9753f85353&amp;camp=1789&amp;creative=9325">compre aqui</a>): &#8220;A Geração Superficial&#8221; é um exame meticuloso de Nicholas G. Carr sobre as transformações cognitivas trazidas pela nossa imersão na internet (neurociência pura!). No centro deste livro, Carr debate como a ubiquidade da tecnologia digital está não apenas alterando nossas práticas de leitura e absorção de informação, mas também reconfigurando profundamente nossa capacidade de concentração, reflexão e até a estrutura do nosso pensamento. Em um momento de minha vida onde a reflexão sobre o impacto da tecnologia se tornou permanente, este livro serviu como um chamado à consciência, incentivando-me a repensar minha relação com o mundo digital (e continua fomentando isso até hoje).</p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft" src="https://livrista.com.br/thumb/l600/capas/2015/17048/19956.jpg" alt="O poder das conexões A importância do networking e como ele molda nossas vidas - Nicholas A. Christakis; James H. Fowler" width="107" height="154" />10.</strong> <strong>O Poder das Conexões: A Importância do Networking e Como Ele Molda Nossas Vidas</strong></p>
<p>Nicholas A. Christakis: &#8220;O Poder das Conexões&#8221; de Nicholas A. Christakis (<a href="https://www.amazon.com.br/Poder-das-Conex%25C3%25B5es-Nicholas-Christakis/dp/8535230475?&amp;_encoding=UTF8&amp;tag=richardbarr01-20&amp;linkCode=ur2&amp;linkId=9af801464014f7e03bd6e9eeb3238778&amp;camp=1789&amp;creative=9325">compre aqui</a>) é uma obra reveladora que desvenda a ciência por trás das redes sociais e o impacto do networking em nossas vidas. Ao explorar como estamos intrinsecamente conectados e como essas conexões influenciam desde nossas decisões pessoais até grandes mudanças sociais. Ele proporciona um olhar profundo sobre a natureza humana e a importância fundamental das relações. Durante um período em que a compreensão das dinâmicas de rede se tornou crucial para mim, este livro destacou-se como um guia essencial, mostrando como o networking não apenas molda nossas vidas profissionais, mas também afeta nosso bem-estar e felicidade de maneira profunda (também pela curiosidade de ver como ele desenvolveu o estudo). Através de uma combinação de pesquisa rigorosa e insights aplicáveis, &#8220;O Poder das Conexões&#8221; me inspirou a cultivar e valorizar todos os tipos de rede que faço parte, reconhecendo-as como pilares de sucesso ou mesmo somente para questioná-las.</p>
<h3>Algumas menções honrosas</h3>
<p>Além dos títulos focados em design, negócios e psicologia, há livros fora da minha área profissional que também exerceram papeis significativos na moldagem do meu caráter e na ampliação da minha visão de mundo. Entre eles, as obras de Isaac Asimov, como &#8220;<a href="https://www.amazon.com.br/Eu-Robo-Isaac-Asimov/dp/8576572001/ref=sr_1_1?__mk_pt_BR=%25C3%2585M%25C3%2585%25C5%25BD%25C3%2595%25C3%2591&amp;crid=3Q9HUP8MS0ONM&amp;dib=eyJ2IjoiMSJ9.enc8LguJY9_xkdwFVV5Bp3DKk_zyxOXOj3iD8Vdm1jOTHAKTYk-GXsJRcrUEDyNE3Ra_7JcfPVqHd7gYKKo9Tg5PuTtcvdVDi-dXT_rQbA0pO-FIfttnEOd6ShWWi2lMvZToqN2NdGxGCu9XrGjkdiFJzk6vZjcBg70gqeNcqaRw08dX5eCXvnxG0TEVW1Heo_c8EspL10s4M-LPdcBIorJbqO0hLYMv_JK4DvTwvAM.9Qt7EXiHDJAFRGYvz6WvY_8Zwr0yZVnQuJpxKRmyWww&amp;dib_tag=se&amp;keywords=eu+robo&amp;qid=1708467461&amp;s=books&amp;sprefix=eu+ro%252Cstripbooks%252C517&amp;sr=1-1&amp;_encoding=UTF8&amp;tag=richardbarr01-20&amp;linkCode=ur2&amp;linkId=6cf1032f119c7276f0be0964114c8bc4&amp;camp=1789&amp;creative=9325">Eu, Robô</a>&#8221; ou &#8220;<a href="https://www.amazon.com.br/fim-eternidade-Isaac-Asimov-ebook/dp/B015EEAIH6/ref=sr_1_1?__mk_pt_BR=%25C3%2585M%25C3%2585%25C5%25BD%25C3%2595%25C3%2591&amp;crid=3K7KBT0WK0QC&amp;dib=eyJ2IjoiMSJ9.n_kHQa89Y6lCzVHKQR-qOTpLIwgHjWJQ2GjtDnnnoIng5kaSD4R4nCbdjsPBn3XgDPut_6b72ZvKFtxsMlgIZAtb6dTV_-9McOFbY6wRJwbQ5tYcILpmNBEUp4bWTyaOPCwcZXNZ_yTh_kbHBBLz8uVW4hxUH-RtmXmf8zjNqc6Ky6zFZ-xxJHW56-9mwsYKDlQJJkiY_j3cn76RB6jLwCj5zhkoyHxiFjrWl1e3lE8.3coSokiRpxlPyd-Asey0SIX9RGhO1FgN52t0ENa0Eqw&amp;dib_tag=se&amp;keywords=fim+da+eternidade&amp;qid=1708467502&amp;s=books&amp;sprefix=fim+da+eternidade%252Cstripbooks%252C313&amp;sr=1-1&amp;_encoding=UTF8&amp;tag=richardbarr01-20&amp;linkCode=ur2&amp;linkId=984f51cbd5b96fe3b55aea641e383c46&amp;camp=1789&amp;creative=9325">O Fim da Eternidade</a>&#8220;, destacam-se por explorar com profundidade questões éticas e filosóficas através da ficção científica, abordando temas como a relação entre humanos e máquinas e a complexidade das intervenções no tempo, respectivamente.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft" src="https://umlivro.vteximg.com.br/arquivos/ids/1695345-1000-1000/9788576572008.jpg?v=638361810810930000" alt="Eu, Robô - umlivro" width="147" height="147" /></p>
<p>Essas narrativas não só aguçaram minha imaginação, mas também instigaram reflexões sobre a responsabilidade e as implicações de nossas ações no tecido da realidade e nas vidas artificiais que temos por conta dessa relação com o virtual / digital.</p>
<p>Por outro lado, &#8220;<a href="https://www.amazon.com.br/Trabalhe-horas-por-semana-revista/dp/8542206800/ref=sr_1_2?__mk_pt_BR=%25C3%2585M%25C3%2585%25C5%25BD%25C3%2595%25C3%2591&amp;crid=28XL7ZWOJRKL2&amp;dib=eyJ2IjoiMSJ9.HnxouyBhA7d-7JuYf0GV5610gcpg-ZZhdfw06j8vPax9wkORmnFcTEQdT7xLet7drloWJqyPMoZE04RsVbH2lxGFEdhiblspdl2qZNxH7WrA9qTp_Zq1lIBJHfvXAchAbgiXiKbh7JRRp3fiGjsFIxMVu4YusmIR4mieuFCfAcTb-4SWEkG1qY5cEf8KtNLw2IK1sqbi2UOMBR4HNpew1mmGDL8sVzsOtfM63FHNnPA.ZPE7q_IDUUScbctBKkOrHxvJ0KXNH5wMVzr5jSbsM9g&amp;dib_tag=se&amp;keywords=trabalhe+4+horas+por+semana&amp;qid=1708467578&amp;s=books&amp;sprefix=trabalhe+4+horas+por+semana%252Cstripbooks%252C258&amp;sr=1-2&amp;_encoding=UTF8&amp;tag=richardbarr01-20&amp;linkCode=ur2&amp;linkId=80330f6e1a4d836d9d3500d2c7e1ad03&amp;camp=1789&amp;creative=9325">Trabalhe 4 Horas por Semana</a>&#8221; de Tim Ferriss, embora tenha esse nome meio caça-níquel e pode parecer pretencioso, na verdade expandiu muito minha compreensão sobre liberdade, eficiência e o desafio das convenções sobre carreira e sucesso, introduzindo a ideia de que podemos viver melhor aproveitando oportunidades oriundas das novas relações de trabalho (novas pós 2010, ok?).</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright" src="https://images-americanas.b2w.io/produtos/5552018/imagens/livro-o-mundo-assombrado-pelos-demonios/5552018_1_xlarge.jpg" alt="Livro - O mundo assombrado pelos demônios em Promoção na Americanas" width="138" height="138" />Já &#8220;<a href="https://www.amazon.com.br/mundo-assombrado-pelos-dem%25C3%25B4nios/dp/853590834X/ref=sr_1_1?__mk_pt_BR=%25C3%2585M%25C3%2585%25C5%25BD%25C3%2595%25C3%2591&amp;crid=2H8VXQBBRI0H3&amp;dib=eyJ2IjoiMSJ9.MMvGqiulxa9lNl4R7TemjoSaTzPk2NWxHdJwSqo1PLf_ewR6ym63x7-z0ssllIHNsOZhmVPrS5HP30GQf8xPZddfaYJ-gbunUEVdTTigkJkcsFMDBBYyAnRexgLYgfK28EeVzbjOVoKhZPlF6d5q1Tvj5gdw4tzKYkTIUmIb0QWyU1J2Bgy4e2NBjZhBU4ykB4Het1l61L-gL-65vy7bNwQbvuJMaG8zUuEhq9NAiNs.8hyD1V8WrZUJtWc9l5SPGkGCWBH0IhPRoZtTTin3AJw&amp;dib_tag=se&amp;keywords=mundo+assombrado+pelos+demonios&amp;qid=1708467641&amp;s=books&amp;sprefix=mundo+assombrado+pelos+demoni%252Cstripbooks%252C252&amp;sr=1-1&amp;_encoding=UTF8&amp;tag=richardbarr01-20&amp;linkCode=ur2&amp;linkId=6d5aee5feda28a52025cf5fc6f5cdb39&amp;camp=1789&amp;creative=9325">O Mundo Assombrado pelos Demônios</a>&#8221; do Carl Sagan, com sua defesa apaixonada do pensamento crítico e do método científico, reforçou minha valorização pela ciência como uma luz contra as trevas da ignorância e da superstição, também por entender o quanto é importante validar hipóteses e trazer racionalidade para nosso dia-a-dia.</p>
<p>Cada um desses livros, à sua maneira, contribuiu para a formação de um caráter que valoriza a curiosidade, a ética, a eficiência e o questionamento crítico, influenciando não só como vejo o mundo, mas também como escolho agir nele.</p>
<p>Novamente, espero ter inspirado você que chegou aqui e aguardo a suas próprias recomendações!</p>
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		<title>Estratégias para iniciar um novo negócio digital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[rbhm]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Feb 2024 16:34:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje gostaria de trazer uma discussão sobre a importância de adotar estratégias de design e tecnologia adequadas, além de escolher o fornecedor ideal para o seu projeto de plataforma digital. Eu já trabalho há mais de 20 anos com projetos digitais e há mais de 10 na Homem Máquina direcionando clientes em diversos estágios de</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje gostaria de trazer uma discussão sobre a importância de adotar estratégias de design e tecnologia adequadas, além de escolher o fornecedor ideal para o seu projeto de plataforma digital. Eu já trabalho há mais de 20 anos com projetos digitais e há mais de 10 na <a href="https://www.homemmaquina.com.br">Homem Máquina</a> direcionando clientes em diversos estágios de maturidade. Esta jornada, embora complexa, é repleta de oportunidades para inovar e criar soluções significativas que podem transformar a sua vida (como líder ou investidor) e também das pessoas que irão se beneficiar do seu produto.</p>
<h3>1. A Estratégia de Design no Centro</h3>
<p>A concepção de um produto digital começa com uma estratégia de design robusta. O design deve ser pensado como uma solução para criar experiências de usuário que sejam não apenas funcionais, mas também envolventes e intuitivas. A chave está em entender profundamente as necessidades, motivações e comportamentos do seu público-alvo. Por meio de pesquisa de usuário, prototipagem e testes iterativos, é possível refinar o produto de forma a atender melhor aos usuários finais. Além disso, a inclusão e acessibilidade devem ser consideradas essenciais, garantindo que o produto seja acessível a uma ampla diversidade de usuários.</p>
<p>Esse processo de ir e vir do <em><strong>Lean UX</strong></em>, por exemplo, de criar experiências de usuário melhores e mais eficientes com foco na aprendizagem rápida através de ciclos curtos de design, teste e feedback, minimizando o desperdício de recursos, permite seguir o caminho testando e ajustando o produto o tempo todo. Isso faz com que ele fique cada vez melhor e mais sintonizado com o que os usuários desejam.</p>
<ul>
<li><strong>Pesquisa de User Experience (UX)</strong>: É fundamental iniciar com uma compreensão profunda dos usuários, identificando suas necessidades, comportamentos e valores. Este conhecimento baseia-se na essência de criar produtos que verdadeiramente ressoem com o seu público.</li>
<li><strong>Prototipagem:</strong> A criação de versões preliminares do seu produto permite um teste prático com usuários reais. Essa etapa é crucial para iterar e refinar o produto, baseando-se diretamente no feedback dos usuários, garantindo um desenvolvimento orientado pelas necessidades reais e validações rápidas e de baixo custo.</li>
<li><strong>Design Inclusivo:</strong> O compromisso com um design inclusivo assegura que o produto final seja acessível e utilizável por uma diversidade de usuários, abrangendo diferentes habilidades e contextos. Este princípio é essencial para promover a igualdade de acesso e a experiência do usuário sem barreiras.</li>
</ul>
<h3>2. Escolhendo a Tecnologia Certa</h3>
<p>Ao selecionar tecnologia para seu produto digital, opte por soluções que atendam às necessidades atuais e possuam a flexibilidade para se adaptar e crescer com seu negócio. É importante considerar o estágio atual de desenvolvimento e olhar para o futuro, avaliando a robustez da tecnologia, o apoio da comunidade e quão bem ela se integra com sistemas já em uso. Além disso, ao definir o escopo do seu produto mínimo viável (MVP), lembre-se de que menos é mais. Iniciar com uma versão <em><strong>realmente mais enxuta</strong></em> pode ser mais eficaz, permitindo ajustes baseados em feedback real de usuários mais rapidamente.</p>
<ul>
<li><strong>Esteja pronto para crescer:</strong> Escolha tecnologias que possam crescer com você. Isso significa que, conforme seu negócio expande, a tecnologia também pode acompanhar sem grandes dores de cabeça.</li>
<li><strong>Jogar bem juntos:</strong> Certifique-se de que a nova tecnologia que você está pensando em usar vai se dar bem com o que você já tem. Isso vai facilitar a vida de todo mundo.</li>
<li><strong>Ajuda quando você precisa:</strong> Dê uma olhada se tem uma comunidade ativa por trás da tecnologia. Uma comunidade forte e um bom suporte podem salvar o dia se você encontrar algum desafio pelo caminho, até mesmo ao precisar escalar o time com urgência.</li>
<li><strong>Pensando no futuro:</strong> Vale a pena? Confira se o que você está escolhendo não vai só funcionar bem agora, mas também seja uma boa escolha no longo prazo, considerando manutenção e atualizações (é claro, se valer a pena o investimento).</li>
</ul>
<h3>3. A Importância de Escolher o Fornecedor Ideal</h3>
<p>A escolha do fornecedor ou <em><strong>CTO</strong></em> é um aspecto crucial e pode determinar o sucesso do seu projeto. É importante buscar por fornecedores que possuam uma combinação de expertise técnica comprovada e uma cultura empresarial que se alinhe aos valores do seu projeto. A flexibilidade e a capacidade de inovação do fornecedor também são critérios importantes, assegurando que o parceiro escolhido possa contribuir com insights valiosos e adaptar-se às necessidades em evolução do seu projeto.</p>
<p>Concentre-se em estabelecer uma comunicação clara e objetivos alinhados desde o início com quem vai cuidar da tecnologia. Uma parceria bem-sucedida depende da transparência sobre expectativas, prazos e metas. Priorize fornecedores que demonstram uma abordagem colaborativa e estão dispostos a entender profundamente os objetivos do seu negócio. Também estabeleça acordos de escopo aberto, porém defina os desejos o máximo que conseguir, eu gosto de usar a medotologia do &#8220;How Might We&#8221; (HMW) ou &#8220;Como poderíamos&#8221; que incentiva a exploração criativa de soluções, questionando de forma aberta e otimista como podemos superar desafios específicos.</p>
<ul>
<li><strong>Escolha quem sabe o que faz:</strong> Dê uma olhada no que o fornecedor já fez antes. Se eles têm um bom histórico em entregar o que prometem, especialmente em projetos parecidos com o seu, isso é um bom sinal</li>
<li><strong>Valores que combinam:</strong> Ter certeza de que você e seu fornecedor estão na mesma página quanto ao que é importante significa que vocês vão trabalhar juntos de forma mais harmoniosa e ética.</li>
<li><strong>Prontos para qualquer coisa:</strong> Seu projeto pode mudar (e provavelmente vai). Então, é essencial escolher um fornecedor que possa se adaptar e crescer com você, atendendo às suas necessidades mesmo quando elas evoluírem.</li>
<li><strong>Inovação na veia:</strong> Parceiros que não têm medo de inovar trazem novas ideias e podem ajudar seu projeto a se destacar. Procure por fornecedores que estão sempre buscando maneiras de fazer as coisas de forma diferente e melhor.</li>
</ul>
<h3>4. Estratégias de Investimento e Desenvolvimento</h3>
<p>Ao investir no desenvolvimento de um produto digital, é fundamental realizar uma validação de mercado para assegurar a demanda pelo produto. Além disso, o modelo de negócio e as estratégias de monetização devem ser cuidadosamente planejados para sustentar o crescimento a longo prazo. A agilidade e a flexibilidade na estratégia de desenvolvimento permitem que o produto se adapte às mudanças de mercado e tecnologia, mantendo-se relevante e competitivo.</p>
<ul>
<li><strong>Checar antes de mergulhar:</strong> Antes de colocar seu produto no mercado, dê uma boa olhada para ver se as pessoas realmente querem o que você está oferecendo. Uma pesquisa rápida pode salvar você de dores de cabeça mais tarde</li>
<li><strong>Show me the money:</strong> Pense bem sobre como seu produto vai fazer dinheiro. É importante ter um plano claro para que seu negócio não só comece com o pé direito, mas continue crescendo forte no futuro</li>
<li><strong>Estar pronto para dançar:</strong> O mundo muda rápido, e seu produto também precisa. Esteja sempre pronto para ouvir o que seus usuários estão dizendo e fazer mudanças se algo não estiver funcionando como esperado.</li>
</ul>
<p>Criar produtos digitais é uma arte que combina design inovador, tecnologia avançada e uma seleção atenta de parceiros. Com um entendimento profundo de quem são seus usuários e o que eles realmente desejam, você estabelece o alicerce para um produto de sucesso. Adicionando a isso uma tecnologia robusta e colaborações estratégicas, você não só atende às expectativas do mercado, mas vai além, oferecendo experiências memoráveis aos usuários.</p>
<p>Espero que essas dicas sejam um farol na sua aventura de criação, e estou empolgado para descobrir as soluções criativas que surgirão do seu esforço.</p>
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		<title>Mais um pouco sobre Psicologia e UX</title>
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		<dc:creator><![CDATA[rbhm]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Feb 2024 15:31:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A integração da psicologia com o design de experiência do usuário (UX) representa uma amálgama, uma liga entre duas disciplinas que estão diretamente interrelacionadas. A psicologia do próprio design de user experiences se fundamenta na premissa de que para criar interfaces eficazes e agradáveis, é crucial compreender profundamente as motivações, emoções e comportamentos das pessoas</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A integração da psicologia com o design de experiência do usuário (UX) representa uma amálgama, uma liga entre duas disciplinas que estão diretamente interrelacionadas.</p>
<p>A psicologia do próprio design de <em>user experiences</em> se fundamenta na premissa de que para criar interfaces eficazes e agradáveis, é crucial compreender profundamente as motivações, emoções e comportamentos das pessoas que irão vivenciar essas experiências. A interação com serviços digitais vai além da simples execução de tarefas; ela engaja os usuários em um nível emocional, influenciando suas percepções e decisões. Portanto, ao considerar aspectos como carga cognitiva, viés cognitivo e a estética da interface, os designers podem criar experiências mais intuitivas e satisfatórias.</p>
<p><strong>A importância da experiência psicológica no design de UX é evidente quando consideramos a complexidade das interações humanas com a tecnologia.</strong> A experiência do usuário abrange toda a jornada do usuário com um produto ou serviço, incluindo suas reações emocionais e comportamentais. Assim, a aplicação de princípios da psicologia e neurociência permitem aos designers conseguir antecipar e, de certa forma, moldar essas reações, criando produtos que não apenas atendem às necessidades funcionais dos usuários mas também promovem bem-estar e satisfação.</p>
<p>Como você pode perceber, há uma <strong>responsabilidade imensa</strong> aqui sobre como conduzir projetos que tenham um impacto desse tamanho na vida das pessoas. Esta responsabilidade envolve também a tentativa de garantir que as experiências digitais contribuam positivamente para a saúde mental e emocional dos usuários. Os designers de UX estão, portanto, à frente de uma prática que tem o potencial não só de satisfazer necessidades, mas também de enriquecer vidas, exigindo uma consideração cuidadosa das implicações éticas e morais em suas própria decisões de projeto.</p>
<p>Entender um pouco mais de TCC (Terapia Cognitiva-Comportamental), com seu foco na modificação de padrões de pensamento e comportamento, me deu um pouco de repertório para alguns caminhos do que faço com meu trabalho como Designer. Pessoas formam hábitos e tomam decisões, os designers podem aplicar estratégias de reforço positivo, minimizar a aversão à perda e promover a formação de hábitos saudáveis. Além disso, a consideração de provas sociais e o aumento do controle do usuário sobre a interface podem reforçar o engajamento e a fidelidade à marca.</p>
<p>Desta forma, enfrentamos um <strong>grande desafio: a pressão dos negócios para serem lucrativos e eficientes</strong>. Esta pressão pode, às vezes, levar à negligência das necessidades e bem-estar das pessoas envolvidas, desde os designers e desenvolvedores até os gestores de projeto e usuários finais. Portanto, precisamos pensar: até onde estamos dispostos a ir? Queremos apenas criar um caminho fácil e agradável para nossos clientes concluirem seu objetivo, ou faremos todo o possível para levá-los a gastar mais tempo e dinheiro com o nosso projeto?</p>
<p>A implementação eficaz de princípios da psicologia no design de UX requer uma abordagem holística, que inclui pesquisa aprofundada sobre o comportamento do usuário, empatia no desenvolvimento de soluções e a valorização da estética. Mas entra neste ponto uma nova questão: a ética.</p>
<p>A <strong>ética no design de UX</strong> vai além da conformidade legal; trata-se de uma reflexão profunda sobre como nossas criações afetam os indivíduos e a sociedade como um todo. Isso inclui considerar o poder econômico do serviço que será utilizado, a forma como nosso projeto impacta a autonomia e a liberdade das pessoas nesse processo, a garantia de privacidade e segurança dos dados particulares, assim como garantir que nossos produtos sejam acessíveis a todos. Ao adotar uma postura ética, podemos criar soluções que respeitem a dignidade e os direitos dos usuários, fortalecendo a confiança e a relação entre marcas e consumidores.</p>
<p>Ao explorarmos esses temas, é um desafio lembrarmos sempre sobre o impacto profundo de nossas decisões de design, não apenas nas métricas de sucesso dos negócios, mas na qualidade de vida das pessoas que interagem com nossos produtos. Portanto, estudar áreas da psicologia e neuromarketing é uma necessidade, mas também uma responsabilidade para os profissionais de UX que aspiram a promover mudanças positivas na sociedade por meio de projetos de inovação sustentáveis e éticos.</p>
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		<title>Algumas questões sobre IA e Acessibilidade Digital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[rbhm]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jan 2024 19:22:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como um designer profissional, apaixonado por criar experiências digitais inclusivas, frequentemente reflito sobre a importância de entender a história. Especificamente no mundo do design UX, isso se torna essencial ao considerarmos a trajetória da acessibilidade. Compreender esse passado nos ajuda a entender onde estamos, o progresso que fizemos e para onde podemos avançar. A acessibilidade</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Como um designer profissional, apaixonado por criar experiências digitais inclusivas, frequentemente reflito sobre a importância de entender a história. Especificamente no mundo do design UX, isso se torna essencial ao considerarmos a trajetória da acessibilidade. Compreender esse passado nos ajuda a entender onde estamos, o progresso que fizemos e para onde podemos avançar.</p>
<p>A acessibilidade digital vai além de ser um recurso adicional; é um direito, essencial para todos, independente das necessidades de cada um. No Brasil, cerca de 18,6 milhões de pessoas, ou aproximadamente 9% da população, <a href="https://www.gov.br/mdh/pt-br/assuntos/noticias/2023/julho/brasil-tem-18-6-milhoes-de-pessoas-com-deficiencia-indica-pesquisa-divulgada-pelo-ibge-e-mdhc">vivem com algum tipo de deficiência</a>. Essas pessoas, assim como muitas outras, precisam usar produtos digitais efetivamente. A ausência de acessibilidade representa oportunidades perdidas, limita o uso e gera desconfortos dos mais diversos tipos para quem interage com serviços digitais.</p>
<p>Um bom design deve servir a todos. Se queremos que nossos designs sejam perenes, a acessibilidade é vital. Ainda assim, o estado atual da acessibilidade digital de um projeto sermpre será um trabalho contínuo.</p>
<div id="attachment_1611" style="width: 855px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1611" class="wp-image-1611 size-large" src="https://www.richardbarros.com/wp-content/uploads/2024/01/DALL·E-2024-01-16-16.22.40-An-impressionist-style-painting-as-if-taken-from-the-perspective-of-a-passerby-who-glimpses-a-friendly-minimalist-robot-at-a-Brazilian-farm.-The-rob-1170x669.png" alt="Foto gerada pelo DALL-E - ChatGPT 4" width="845" height="483" srcset="https://www.richardbarros.com/wp-content/uploads/2024/01/DALL·E-2024-01-16-16.22.40-An-impressionist-style-painting-as-if-taken-from-the-perspective-of-a-passerby-who-glimpses-a-friendly-minimalist-robot-at-a-Brazilian-farm.-The-rob-1170x669.png 1170w, https://www.richardbarros.com/wp-content/uploads/2024/01/DALL·E-2024-01-16-16.22.40-An-impressionist-style-painting-as-if-taken-from-the-perspective-of-a-passerby-who-glimpses-a-friendly-minimalist-robot-at-a-Brazilian-farm.-The-rob-768x439.png 768w, https://www.richardbarros.com/wp-content/uploads/2024/01/DALL·E-2024-01-16-16.22.40-An-impressionist-style-painting-as-if-taken-from-the-perspective-of-a-passerby-who-glimpses-a-friendly-minimalist-robot-at-a-Brazilian-farm.-The-rob-1536x878.png 1536w, https://www.richardbarros.com/wp-content/uploads/2024/01/DALL·E-2024-01-16-16.22.40-An-impressionist-style-painting-as-if-taken-from-the-perspective-of-a-passerby-who-glimpses-a-friendly-minimalist-robot-at-a-Brazilian-farm.-The-rob-585x334.png 585w, https://www.richardbarros.com/wp-content/uploads/2024/01/DALL·E-2024-01-16-16.22.40-An-impressionist-style-painting-as-if-taken-from-the-perspective-of-a-passerby-who-glimpses-a-friendly-minimalist-robot-at-a-Brazilian-farm.-The-rob.png 1792w" sizes="(max-width: 845px) 100vw, 845px" /><p id="caption-attachment-1611" class="wp-caption-text">Foto gerada pelo DALL-E &#8211; ChatGPT</p></div>
<p><strong>Desafios atuais da Acessibilidade Digital</strong></p>
<p>Enfrentamos desafios que vão desde telas sensíveis ao toque inadequadas para pessoas com destreza manual limitada, a problemas com o tamanho do texto e controle de descrição em áudio. A falta de cuidado com problemas físicos como baixa visão ou surdez até pessoas que tenham algum grau de dificuldade em desempenhar interações complexas. Além disso, tecnologias como JavaScript que nem sempre irão funcionar bem com leitores de tela por padrão, comprometendo a experiência de usuários com deficiências visuais.</p>
<p><strong>Acessibilidade digital e a Legislação no Brasil</strong></p>
<p>A história legal da acessibilidade no Brasil reflete uma evolução significativa. A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, sancionada em 2015, destaca-se como um marco legislativo. Essa lei aborda várias facetas da inclusão, desde acessibilidade arquitetônica até inclusão digital, enfatizando a importância de criar espaços e serviços acessíveis para todos. Ela representa um passo fundamental no compromisso do país com os direitos das pessoas com deficiência.</p>
<p><strong>Progresso da Acessibilidade Digital</strong></p>
<p>Com a legislação em vigor, o desafio agora é garantir sua aplicação efetiva. Como designers e pesquisadores de UX no Brasil, temos a responsabilidade de conhecer e aplicar esses padrões em nosso trabalho. Ao projetar com a acessibilidade em mente, estamos não apenas cumprindo uma obrigação legal, mas também promovendo uma inclusão mais ampla.</p>
<p>A evolução da acessibilidade digital no Brasil é um reflexo do progresso que fizemos como sociedade, mas também um lembrete do trabalho que ainda precisa ser feito. É crucial que continuemos a nos educar e a atualizar nossas práticas para garantir que a tecnologia seja acessível a todos, respeitando os direitos e a dignidade de cada indivíduo.</p>
<p><strong>Como começar com Acessibilidade Digital</strong></p>
<ol>
<li><strong>Boas Práticas de Acessibilidade Digital em projetos web</strong>:
<ul>
<li><strong>Uso de cabeçalhos e títulos</strong>: Estruturar o conteúdo de forma clara, utilizando cabeçalhos e títulos para facilitar a navegação.</li>
<li><strong>Alternativas textuais para Imagens</strong>: Fornecer descrições textuais para imagens e elementos visuais.</li>
<li><strong>Atributos e descrições para links</strong>: Utilizar textos descritivos nos links para facilitar a compreensão do destino ou função do link.</li>
<li><strong>Legendas e transcrições para conteúdo em áudio e vídeo</strong>: Oferecer legendas e transcrições detalhadas para conteúdos multimídia.</li>
<li><strong>Cores e contraste adequados</strong>: Escolher cores com contraste suficiente para facilitar a leitura e evitar o uso de cores como único meio de transmitir informações.</li>
<li><strong>Navegação por teclado</strong>: Garantir que todos os elementos interativos sejam acessíveis por teclado.</li>
<li><strong>Linguagem simples e clara</strong>: Evitar jargões e termos técnicos, optando por uma linguagem acessível.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Desafios da Inclusão Digital para a Terceira Idade</strong>:
<ul>
<li><strong>Presbiopia e Perdas visuais</strong>: Adaptações para dificuldades visuais comuns, como fontes maiores e contraste adequado sempre que possível.</li>
<li><strong>Problemas de coordenação motora</strong>: Implementação de tecnologias assistivas para pessoas com dificuldades motoras, botões com ao menos <a href="https://www.accessguide.io/guide/large-target-size#:~:text=Large%20buttons%20(44%20px)%20are,to%20see%20and%20interact%20with.">44px de tamanho de tela</a>.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Diretrizes WCAG</strong>:
<ul>
<li>Seguir as Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web (<a href="https://www.w3.org/Translations/WCAG20-pt-br/">WCAG</a>), que oferecem um conjunto de práticas recomendadas para garantir que os sites sejam acessíveis em diferentes níveis.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Situação Atual no Brasil</strong>:
<ul>
<li>Apesar da legislação, menos de 1% dos sites brasileiros implementam a acessibilidade digital efetivamente. É vital que as organizações comecem a promover mudanças para transformar esse cenário.</li>
</ul>
</li>
</ol>
<p>O campo do design de experiência do usuário (UX) tem sido marcado por pontos de virada significativos nas eras recentes, refletindo a rápida evolução da tecnologia e a mudança nas expectativas dos usuários. Vou destacar três momentos essenciais que representam essas transformações.</p>
<p><strong>1. A Era da Mobilidade</strong>: Com a popularização dos smartphones e tablets, houve uma mudança dramática na abordagem do UX design. O foco mudou para a criação de interfaces que funcionassem eficientemente em telas menores e que fossem otimizadas para toque, em vez de cliques do mouse. Esse período desafiou os designers a repensar a usabilidade e a acessibilidade, enfatizando designs responsivos e adaptativos.</p>
<p><strong>2. O Impacto das Redes Sociais</strong>: As redes sociais trouxeram uma nova dimensão para o UX design, enfatizando a importância da interatividade e do engajamento do usuário. Os designers passaram a integrar elementos sociais nas interfaces, facilitando o compartilhamento e a comunicação. Isso também levou à necessidade de designs mais intuitivos e focados na integração de múltiplos serviços, experiências cross-device, criando um ambiente mais envolvente e conectado.</p>
<p><strong>3. Avanços na Inteligência Artificial e Machine Learning</strong>: A integração de IA e machine learning no UX design marcou outro ponto crucial. Essas tecnologias permitiram a criação de interfaces mais personalizadas e adaptativas, que aprendem com as interações do usuário e se ajustam para melhor atender às suas necessidades. Isso representou um salto significativo na personalização da experiência do usuário, abrindo caminho para interfaces mais inteligentes e proativas.</p>
<p><strong>Mais um pouco sobre inteligência artificial e acessibilidade</strong></p>
<p>Hoje o nosso ponto de virada está um pouco mais delicado. É essencial considerar cuidados específicos para garantir um design inclusivo e a IA tem o potencial de revolucionar a acessibilidade, mas entendo que vai exigir uma abordagem muito mais cuidadosa e consciente dos UX Designers em alguns aspectos.</p>
<p>Primeiramente, é crucial garantir que os sistemas de IA sejam treinados com dados diversificados e inclusivos. Isso evita o viés em sistemas de aprendizado de máquina, que podem resultar em produtos digitais que não consideram adequadamente as necessidades de todos os usuários, especialmente aqueles com deficiências e até alguns problemas ao ignorar etnia ou gênero. Por exemplo, um assistente de voz que não é treinado para entender variações no discurso, como as que podem ser encontradas em usuários com impedimentos de fala, pode não ser acessível para todos, ao mesmo tempo que o retorno dos inputs também podem trazer somente discursos que contemplem somente a maioria.</p>
<p>Além disso, o design inclusivo na era da IA exige uma ênfase contínua na privacidade e na ética. Como a IA pode coletar e processar grandes quantidades de dados pessoais, os designers devem garantir que as informações dos usuários sejam protegidas e usadas de maneira responsável. Isso é particularmente importante para usuários com deficiências, que podem depender fortemente de tecnologias assistivas baseadas em IA e, portanto, podem ser mais vulneráveis a violações de privacidade. A transparência sobre como os dados são coletados, usados e protegidos é fundamental para manter a confiança do usuário e assegurar uma experiência inclusiva e segura.</p>
<p>Acredito que ainda há muito para desenvolver nesse assunto e confesso que é algo que começa a me preocupar por conta da ausencia de controle sobre o resultado dos modelos neurais das AI. A era atual com IA no design de UX apresenta oportunidades incríveis para melhorar a acessibilidade, mas também exige um compromisso firme com a inclusão, a privacidade e a ética. Ao manter esses valores no centro do design de produtos digitais, podemos garantir que as tecnologias emergentes sejam acessíveis e benéficas para todos.</p>
<p>Volto aqui ao blog depois de alguns anos, olhando novamente para o passado e para futuro. Sinto que é vital continuar colaborando, inovando e compartilhando conhecimentos sobre essas discussões. Cada passo que damos como UX Designers em direção a um mundo mais inclusivo e acessível não beneficia apenas um grupo específico de usuários, mas enriquece toda a sociedade.</p>
<p>Ps. Este artigo foi escrito totalmente por mim, aprimorado com recursos de inteligência artificial e depois aprimorado novamente por mim em um trabalho de aproximadamente 2 horas.</p>
<p>Se quiser baixe o Guia de Boas Práticas para Acessibilidade Digital (do <a href="https://www.gov.br/governodigital/pt-br/acessibilidade-digital/guiaboaspraaticasparaacessibilidadedigital.pdf" target="_new" rel="noopener">Governo Brasileiro</a>) e for uma pessoa curiosa, veja aqui <a href="https://www.richardbarros.com/acessibilidade/acessibilidade-para-dispositivos-limitados/">um artigo que escrevi em 2008(!)</a> sobre Acessibilidade digital.</p>
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		<title>Métricas, Contexto e UX</title>
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		<dc:creator><![CDATA[rbhm]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2020 23:02:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em busca de reduzir riscos de projeto e na direção de ter sob controle o comportamento das pessoas nos produtos dos clientes da Homem Máquina, tentamos levantar as métricas mais importantes, avaliar o fluxo de uso e a performance das experiências que temos produzido diariamente por aqui. Para quem trabalhou com produtos web tanto em</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em busca de reduzir riscos de projeto e na direção de ter sob controle o comportamento das pessoas nos produtos dos clientes da <a href="http://www.homemmaquina.com.br">Homem Máquina</a>, tentamos levantar as métricas mais importantes, avaliar o fluxo de uso e a performance das experiências que temos produzido diariamente por aqui.</p>



<p>Para quem trabalhou com produtos web tanto em 2000 quando em 2010, a percepcão sobre o controle de eventos de comportamento (clicks, scrolls, acessos, tempo de página, resposta de servidor, sessão e assim por diante) evoluiu muito ainda mesmo no espaço recente dos últimos anos.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://www.richardbarros.com/wp-content/uploads/2020/06/Captura-de-Tela-2020-06-05-às-19.54.59-750x422.png" alt="" class="wp-image-1191"/></figure></div>


<p>Hoje a gente consegue obter em tempo real dados técnicos de comportamento (através do <a href="http://www.google.com/analytics">Google Analytics</a>), de comportamento de tela e interface (através de ferramentas como <a href="http://www.hotjar.com">Hotjar</a>) e ainda procurar por métricas mais específicas para comportamento mobile, resultados de campanhas de marketing, taxas de conversão de formulários, testes A/B e por aí vai..</p>



<p>Quando temos o viés de medir a performance de um produto ou de uma campanha, é muito natural perceber que esses números podem trazer muitos dados relevantes sobre como aquele serviço está sendo consumido, mas quando se trata de avaliar o comportamento de uma pessoa, que números poderiam nos passar informações realmente relevantes sobre as motivações e frustrações de alguém passando por uma experiência de uso?</p>



<h4 class="wp-block-heading" id="c344"><strong>Nem toda métrica é uma métrica relevante</strong></h4>



<p><strong>Quando o viés é de comportamento de uso, contexto é tudo.</strong> Uma métrica pode significar duas coisas completamente diferentes se forem avaliadas em contextos distintos.</p>



<p>Um alto número de acessos no seu site pode parecer um sinal de sucesso para a sua plataforma enquanto o mesmo número para o time de tecnologia pode significar um alerta de sobreuso de recursos computacionais. Através de uma métrica como a <strong>média de duração de uma sessão</strong>, por exemplo, pode parecer um número ótimo para uma página com artigos científicos, mas se for uma página de dúvidas ou suporte, talvez seja um indicativo de que o conteúdo não esteja tão fácil de entender como imaginado.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.richardbarros.com/wp-content/uploads/2020/06/Captura-de-Tela-2020-06-05-às-19.54.52-750x414.png" alt="" class="wp-image-1192" width="538" height="296"/></figure></div>


<h4 class="wp-block-heading">Sobre métricas de UX</h4>



<p>Existem métricas de comportamento que podem ser mineradas nas cavernas de bigdata das ferramentas de analytics, mas também existem métricas que podem ser obtidas através de pesquisa e cruzamento de dados mais abstratos.</p>



<p>Antes de começar a medir o seu trabalho, é importante você ter uma ideia da direção que você quer tomar (se quiser eu falo um pouco sobre isso no meu <a href="https://www.www.richardbarros.com/pessoal/como-uso-roadmaps-para-tudo-na-vida/">artigo sobre como uso roadmaps</a>). Para isso, determine as dimensões que você vai utilizar para os números que recolher. </p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Período de tempo</strong> &#8211; a métrica é um retrato de que período?</li>



<li><strong>Benchmark</strong> &#8211; a métrica será avaliada em comparação com o que?</li>



<li><strong>Motivo</strong> &#8211; porque essa métrica é importante no roadmap?</li>



<li><strong>Ação associada</strong> &#8211; O que vamos fazer se o resultado estiver abaixo, dentro ou acima do esperado?</li>
</ol>



<p>Esses ítens vão ajudar a dar contexto para os números que são levantados pelas ferramentas de pesquisa e analytics. Somente quando temos as respostas acima em mãos que vamos poder prosseguir, olhar para o painel de números e avaliar oportunidade relevantes de levantamento de métricas.</p>



<p>Geralmente pesquisas e dados são separados em indicadores qualitativos e quantitativos. Mas no meu dia-a-dia costumo separar os índices de acordo com as 3 categorias a seguir:</p>



<h4 class="wp-block-heading">1. Métricas automatizadas</h4>



<p>São os números de rastreamento encontrados facilmente em ferramentas de analytics. Indicadores que podem ser obtidos por software ou robôs construídos especificamente para este fim. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://media-s3-us-east-1.ceros.com/ceros-marketing/images/2018/10/02/269c722f43624c61b486ebc205bdd03a/google-analytics-new-home-and-navigation.png" alt="The Power of Interactive Landing Pages - Ceros Resources" width="440" height="273"/></figure></div>


<p>Exemplos: Total de clicks, taxa de abertura, custo de aquisição de cliente, tempo de página, quantidade de scroll em cada página, bounce rate, churn rate, etc</p>



<h4 class="wp-block-heading">2. Métricas humanas</h4>



<p>São inclinações positivas ou negativas e nem sempre são medições exatas, mas podem passar sentimentos, interesse, opiniões abstratas e sentimentos sobre a experiência com um produto.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="512" height="347" src="https://www.richardbarros.com/wp-content/uploads/2020/06/image.png" alt="" class="wp-image-1195"/></figure></div>


<p>Exemplo: Respostas para um formulário de satisfação, NPS, pesquisa sobre os produtos da concorrência, recomendações positivas ou negativas sobre um fluxo de uso, registros sobre um teste de usabilidade e assim por diante..</p>



<h4 class="wp-block-heading">3. Métricas cruzadas</h4>



<p>Essas métricas reunem informações cruzadas entre duas ou mais métricas, ou mesmo uma comparação de um benchmark com um conjunto de métricas secundárias. As métricas cruzadas trazem contexto ao projeto e é o momento que você processa os números sem tratamento em informações realmente relevantes para alimentar as decisões de projeto.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://miro.medium.com/max/1700/1*7q-Ja8BDRxWOptFAEEguZQ.png" alt="Life mapping vs. health tracking - Pictal Health - Medium" width="384" height="296"/></figure></div>


<p>Exemplo: 70% dos usuários que usam a plataforma diariamente leram 3 ou mais artigos por semana. Das pessoas que também usam um produto do concorrente, 23% sentiu vontade de usar nosso produto novamente. O tempo de preenchimento de formulário reduziu em 1 minuto para novos usuários vindo de uma campanha orgânica de fundo de funil.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Métricas + Contexto</h4>



<p>Entregar números tratados e com contexto aumenta a relevância dos indicadores, facilita o envolvimento de todos os envolvidos no projeto e também amplia consideravelmente a percepção das pessoas sobre problemas e soluções para o todo. </p>



<p>Além de existirem diversos frameworks para lidar com medição de projetos de design, ainda temos uma quantidade infinita de métricas para lidar diariamente. Definir métricas cruzadas, e com contexto relevante, certamente vai ajudar a tomar decisões mais assertivas e de menor risco no desenvolvimento de produtos e serviços digitais.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sobre o nível de maturidade UX das empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[rbhm]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2020 15:44:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eu trabalho com projetos digitais e design há mais de 15 anos. Como trabalho na minha própria consultoria e também sou responsável pelo comercial da empresa, sempre foi difícil vender design digital para empresas que não entendiam a importância dele. Por muitos anos fui um resolvedor de problemas e, pela dificuldade de conseguir clientes no</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Eu trabalho com projetos digitais e design há mais de 15 anos. Como trabalho na minha própria consultoria e também sou responsável pelo comercial da empresa, sempre foi difícil vender design digital para empresas que não entendiam a importância dele. </p>



<p>Por muitos anos fui um resolvedor de problemas e, pela dificuldade de conseguir clientes no início, sempre trabalhei somente nos projetos que apareciam. Fazia um site aqui, uma ferramenta alí, as vezes projetos de software, as vezes projetos de marketing. Nenhum foco.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="573" height="436" src="https://www.richardbarros.com/wp-content/uploads/2020/05/image-3.png" alt="" class="wp-image-1165"/><figcaption>Primeiro escritório da Homem Máquina, em 2011</figcaption></figure></div>



<h3 class="wp-block-heading">Dificuldades em vender design</h3>



<p>Mas a minha especialidade sempre foi Usabilidade e Acessibilidade para projetos web. Dei sorte de conseguir trabalhos interessantes de consultoria logo no início da minha empresa, a <a href="https://www.homemmaquina.com.br">Homem Máquina</a>, mas acho que isso se deu mais pelos amigos que tinha e pelo networking que vinha fazendo na época. Ou seja, comecei com projetos pontuais e também que não durariam muito.</p>



<p>Em um determinado momento eu tive que parar e repensar esse modelo. Se eu focasse em trabalhar somente com Experiência do Usuário (UX Design), que era meu objetivo, eu ia ficar muito tempo sem faturar. Se eu trabalhasse fazendo sites e ferramentas sem um foco específico, eu ia ficar cada vez mais distante do meu propósito e também não queria isso.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Entendendo os níveis de maturidade em UX</h3>



<p>Alguns anos atrás comecei a perceber que só iria comprar Design quem realmente entendesse o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Retorno_sobre_o_investimento">ROI</a> do Design. É um investimento relativamente alto e não é para qualquer empresa.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.richardbarros.com/wp-content/uploads/2020/05/image-1-e1590853443748.png" alt="" class="wp-image-1162" width="533" height="384"/><figcaption>Escritório da Homem Máquina em 2016</figcaption></figure></div>



<p>Foi quando tive contato com os primeiros estudos sobre a maturidade de design dentro das empresas. São 5 níveis de maturidades na prática do UX Design, de acordo com o&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="https://s3.amazonaws.com/designco-web-assets/uploads/2019/01/The-New-Design-Frontier-from-InVision-012919.pdf?utm_campaign=Design%20Maturity" target="_blank">The New Design Frontier</a>.</p>



<p>Esse estudo avaliou respostas de empresas Nível 1 (mais baixo) e Nível 5 (mais alto) a respeito do impacto de uma equipe de Design nos seus processos e descobriu que existem grandes diferenças entre os níveis.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://miro.medium.com/max/652/0*GRWExFg6aMVVQLO3.JPG" alt="O gráfico acima mostra a posição de empresas de Nível 1 a 5 em relação aos benefícios percebidos quando se tem uma equipe de Design e adoção de práticas de Design"/><figcaption>Posição de empresas de Nível 1 a 5 em relação aos benefícios percebidos do Design</figcaption></figure></div>



<p>Resumindo, os 5 níveis são: Produtores (Nível 1); Conectores (Nível 2); Arquitetos (Nível 3); Cientistas (Nível 4); e Visionários (Nível 5).</p>



<p>No nível 1 (Produtores), as empresas praticam design, buscam boas soluções <strong>visuais</strong>, mas <strong>negligenciam processos, ferramentas e colaboração</strong> entre profissionais e equipes. Essa falta de atenção gera <strong>desconexão entre o que os Designers que projetam e o que os desenvolvedores criam</strong>. Falta comunicação entre necessidades reais do negócio, da tecnologia e das pessoas que vão utilizar o produto/serviço.</p>



<p>No nível 2 (Conectores), as empresas já entendem que precisam de um projeto, fazem levantamento de dados, organizam seus processos até certo ponto. Mas ainda precisam <strong>criar sistemas, envolver todos os profissionais, fazer com que os projetos sejam mais colaborativos entre as áreas da empresa com uma abordagem mais sistemática (Designers, Engenheiros, Gerentes de Produto, Marketing).</strong></p>



<p>No nível 3 (Arquitetos), a função de <strong>UI/UX Design já é considerada desde o dia 0 do projeto. Os profissionais vão além dos processos básicos e passam a ter mais clareza de funções, responsabilidade conjunta e maior documentação de suas práticas de Design.</strong> No caso de empresas que trabalham com metodologia ágil, os designers já participam ativamente das decisões em cada sprint e são consultados com frequência por todas as áreas.</p>



<p>No nível 4 (Cientistas), <strong>as operações de Design são totalmente formalizadas. Além disso, os executivos evangelizam a área, declarando sua importância e monitorando seu impacto para a empresa.</strong> Aqui, geralmente já há um projeto de Design System, o resultado do trabalho de Design é medido de perto, tanto no impacto da produção do time de tecnologia quanto na manutenção ágil de funcionalidades, testes de hipóteses e analytics de comportamento do cliente.</p>



<p>No nível 5 (Visionários), o time de UX é <strong>completamente integrado com a área de negócios</strong>. Existem profissionais tomando<strong> decisões estratégicas e visando ajustes de performance e lucratividade </strong>enquanto existem profissionais <strong>tomando decisões de fluxo e usabilidade em cada ponto de experiência do produto</strong>. Neste momento <strong>UX faz parte da cultura da empresa</strong>. Geralmente companhias de grande porte encontram mais dificuldades do que as pequenas para chegar ao Nível 5 de maturidade em Design, justamente pela maior complexidade de atingir todas as áreas simultaneamente.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="596" height="441" src="https://www.richardbarros.com/wp-content/uploads/2020/05/image-6.png" alt="" class="wp-image-1169"/><figcaption>Exemplo de projeto de design estratégico: UX Discover</figcaption></figure></div>



<p>Após entender que existem pelo menos esses 5 níveis de maturidade para uma empresa aplicar Design em seus produtos e serviços, fica muito mais fácil entender quais são as suas expectativas sobre o serviço que a empresa está buscando.</p>



<p>É muito comum alguém me procurar hoje para uma consultoria de (ux) design querendo um produto como o <a href="http://www.nubank.com.br">NuBank</a> ou como o <a href="http://www.contaazul.com.br">Conta Azul</a>. Admiro muito o trabalho realizado pelos times de design dessas empresas, mas se você não possui a maturidade de design em todos os seus processos como essas empresas possuem, sinto muito lhe trazer más notícias, você nunca terá um produto como o deles.</p>



<p>O que eu faço, como designer e como diretor comercial, é entender antes de tudo em que nível de maturidade está o cliente e aí sim, fica muito mais fácil entender o tipo de serviço que cabe para aquele momento do cliente. </p>



<h3 class="wp-block-heading">Como contratar uma consultoria de Design?</h3>



<p>Entenda o que você realmente quer com a consultoria. Você precisa de um produto bonito? Você consegue ter uma visão mais longo prazo da manutenção desse produto? Você poderia investir em pesquisa, validação de fluxos de experiência, processos de design, integração entre times de design e tecnologia?</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Entenda (com humildade) em que nível de maturidade de design você está;</li><li>Reduza os riscos do seu investimento organizando seus processos antes de iniciar a contratação;</li><li>Faça um mínimo planejamento de evolução (ex. Nível 1 para Nível 2; Nível 3 para Nível 4) no médio prazo;</li><li>Entenda cada entregável do seu consultor ou agência de design;</li><li>Saiba a hora de valorizar telas e a hora de valorizar estratégia;</li></ul>



<p>É curioso como quanto mais estratégico é um projeto de design menos importa para o executivo a linha visual do seu produto. Você passa a confiar em seu time, desde que tudo esteja alinhado entre sua comunicação, seu negócio e as premissas do serviço. Se você precisar de alguma ajuda com isso, me mande <a href="http://www.homemmaquina.com.br/contato/">uma mensagem</a>. </p>
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		<title>Como uso Roadmaps para organizar tudo na minha vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[rbhm]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2020 23:05:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Roadmap é um roteiro para ajudar a organizar qualquer projeto. É usado para ajudar a descobrir onde você quer chegar e como fazer para chegar lá. É um resumo visual de alto nível que mapeia sua intenção com o projeto e a direção que você quer seguir ao longo do tempo. O Roadmap estabelece</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O <strong>Roadmap</strong> é um roteiro para ajudar a organizar qualquer projeto. É usado para ajudar a descobrir onde você quer chegar e como fazer para chegar lá.</p>



<p>É um resumo visual de alto nível que mapeia sua intenção com o projeto e a direção que você quer seguir ao longo do tempo. O Roadmap estabelece o <strong>PORQUÊ</strong> e o <strong>QUE</strong> está por trás do projeto que você está criando.</p>



<p>O objetivo de desenvolver um roadmap logo no início do seu projeto é de Redução de Riscos. Ao descrever visualmente a sua visão estratégica para cada fase que virá a seguir, você consegue rapidamente alinhar as expectativas entre todos os interessados no seu projeto e os agentes que vão ajudar na execução das tarefas e na evolução dele.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.richardbarros.com/wp-content/uploads/2020/05/roadma.png" alt="" class="wp-image-1147" width="674" height="199"/></figure></div>



<p>Com esse <strong>mapa visual</strong> da estrada que vai percorrer é possível entender rapidamente seus objetivos e as expectativas de todos os envolvidos no projetos. Ao alinhar essas diferentes visões rapidamente você consegue, de forma coordenada, reduzir riscos e responder 3 perguntas importantíssimas logo na concepção do projeto:&nbsp;<strong>“onde estamos?”, “ onde queremos chegar?” e “como chegaremos?”.</strong> </p>



<p>Observe que roadmaps podem ser usados para qualquer tipo de projeto. Essas perguntas podem ajudar seu trabalho seja ele para projetos de Marketing, de TI, de design, de gestão ou mesmo para sua própria organização pessoal.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O que é importante na construção de um roadmap?</h4>



<p>Na era do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Desenvolvimento_%C3%A1gil_de_software">desenvolvimento ágil</a> um roadmap precisa ser atualizado com frequência para evitar surpresas desagradáveis no futuro. Desta forma, ele se tornou um documento vivo, com ciclos curtos de entregas e sendo adaptado sempre que possível.</p>



<p>Para planejar o seu mapa, tenha em mente as informações a seguir:</p>



<ol class="wp-block-list"><li><strong>Objetivo.</strong> O que você deseja alcançar ao fim do projeto?</li><li><strong>Métrica-chave.</strong> Qual métrica vai ajudar você a medir a evolução do seu percurso até o objetivo?</li><li><strong>Prazo.</strong> Qual a data limite para você chegar ao seu objetivo?</li><li><strong>Escopo. </strong>O que você deseja construir durante o período.</li><li><strong>Entregas / Ciclos. </strong>Divida seu roadmap em ciclos de trabalho e garanta que o projeto está sendo construído em velocidade saudável e condizente com o objetivo final.</li></ol>



<p>Depois de alinhar as expectativas entre todos os interessados do projeto o roadmap é construído e o responsável por ele deve manter todo mundo alinhado sobre <strong>O QUE</strong> será entregue e <strong>QUANDO</strong> será entregue em cada ciclo até a conclusão do projeto.</p>



<p>Para que as informações sejam concisas com as necessidades do projeto, algumas etapas devem ser consideradas:</p>



<ol class="wp-block-list"><li><strong>Pesquisa</strong>: Compreender seus usuários/clientes/(você mesmo?) e mapear suas dores e necessidades.</li><li><strong>Benchmark</strong>: Ver o que as outras pessoas também estão fazendo e tentar aprender com isso.</li><li><strong>Mapeamento de serviço</strong>: Entender o escopo necessário e priorizar para conseguir mais resultados em menos tempo (eu tenho um artigo sobre <a href="https://www.www.richardbarros.com/artigos/como-aprender-muito-rapido-usando-a-lei-de-paretto-e-a-regra-das-10-000-horas/">Pareto e 10.000 horas</a> que pode ser útil)</li><li><strong>Custo</strong>. Quanto de recursos (tempo e dinheiro) você tem disponível para a execução desse projeto.</li></ol>



<h2 class="wp-block-heading">Roadmap alinhado com OKR</h2>



<p>OKR (<a href="https://en.wikipedia.org/wiki/OKR">Objective Key and Results</a>) é uma metodologia criada por <em>Andy Grove</em> na Intel mas que se popularizou mais recentemente pela utilização dentro dos processos de desenvolvimento de software na Google. </p>



<p>Ela é baseada em dois princípios básicos: <strong>1. Diga às pessoas o que você precisa que elas façam</strong> e <strong>2. Se comprometa em medir seus resultados</strong> (sem importar exatamente em como ela fez para chegar até lá). Resumidamente, você define seu <strong>Objetivo</strong> e a <strong>Métrica-chave</strong> que vai comprovar se ele foi alcançado com sucesso ou não.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://www.richardbarros.com/wp-content/uploads/2020/05/desk-1-750x342.jpeg" alt="" class="wp-image-1150"/></figure></div>



<p>Primeiro, <strong>Longo prazo</strong>: A maneira mais produtiva que encontrei até hoje de trabalhar com <strong>roadmaps</strong> foi utilizá-lo como um plano de trabalho <em>(exemplo: qual o objetivo desejado para um projeto de 1 ano</em>?) e entender onde você quer chegar no longo prazo (tenha em vista que ele precisa ser atualizado e se adaptar a novos cenários constantemente). </p>



<p>Em seguida, <strong>Médio prazo:</strong> Com o roadmap de longo prazo definido, eu o divido em ciclos menores (exemplo: o projeto de 1 ano terá 4 ciclos de 3 meses) e assim conseguimos ter uma visão do horizonte (nosso objetivo-pai) sem desvirtuar o caminho do nosso trabalho do dia-a-dia.</p>



<p>Por fim,<strong> Curto prazo</strong>: Utilizar a ferramenta <strong>OKR</strong> para medir o sucesso e acompanhar de perto cada tarefa ou <em>sprint</em>, semana a semana. Por exemplo: <em>Meu trabalho dessa semana está trazendo resultados positivos? Estou trabalhando na direção de atender meu ciclo trimestral? O ciclo trimestral está dentro do prazo e progredindo conforme o objetivo-pai?</em></p>



<p>É uma metodologia muito simples, mas que te ajuda a manter a visão de curto, médio e longo prazo simultaneamente. Isso é o mais importante. Mantém você com FOCO nas suas tarefas de baixo nível enquanto tem certeza de que está trabalhando na direção do seu objetivo maior.</p>



<p>Eu penso dessa forma em vários aspectos da minha vida e, apesar de serem principalmente ferramentas de produtividade pra projetos de produto e software, me ajuda muito a me manter na linha para priorizar meus objetivos pessoais e, principalmente, respeitar o meu próprio tempo.  Espero que ajude <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.1.0/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
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		<title>Design orientado a estigmergia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[rbhm]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 May 2020 22:24:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você, caso seja alguém que trabalhe em áreas criativas, provavelmente já se deparou com esse meme abaixo. Você vê a comparação rápida entre alguém que planeja uma solução (o designer) e as pessoas ignorando o projeto e criando o seu próprio caminho (a experiência do usuário). A sátira está na pretensão dos designers criarem um</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Você, caso seja alguém que trabalhe em áreas criativas, provavelmente já se deparou com esse <em>meme</em> abaixo. Você vê a comparação rápida entre alguém que planeja uma solução (o designer) e as pessoas ignorando o projeto e criando o seu próprio caminho (a experiência do usuário).</p>



<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-1693 aligncenter" src="https://www.richardbarros.com/wp-content/uploads/2020/05/Captura-de-Tela-2024-02-29-as-09.29.39.png" alt="" width="538" height="354" /></figure>
</div>



<p>A sátira está na pretensão dos designers criarem um caminho sem pesquisar e analisar seu real comportamento do dia-a-dia. O planejamento não conta com o fato de que as pessoas simplesmente não querem passar por ali. O argumento é de que o design que não pensa nas pessoas é um mau design e o projeto falha.</p>



<p>Ok. Estou explicando uma piada. Mas estou colocando essa discussão aqui na mesa porque apareceu na minha timeline essa semana uma atualização do meme:</p>

<p>&nbsp;</p>
<!-- /wp:post-content -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Aqui o meme é &#8220;corrigido&#8221;. Uma nova piada, mas o resultado claro de um trabalho quando o User Experience é considerado antes da concepção do projeto. Na verdade talvez nem houvesse projeto se não fosse percebida a necessidade real das pessoas. E essa é toda a beleza da coisa. Design ruim é sobreposto pela experiência de uso (primeiro meme) que provoca um projeto de reação às reais necessidades das pessoas. Um modelo constante, cíclico e que funciona.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Com um olhar holístico, é a percepção de uma sociedade se auto-organizando, como a estigmergia.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:heading {"level":4} -->
<h4>Design vs Estigmergia</h4>
<!-- /wp:heading -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Estigmergia é o mecanismo que permite a coordenação dos agentes de maneira indireta; Um comportamento estigmérico consiste em:</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:list {"ordered":true} -->
<ol>
<li>O agente se comunica com os demais alterando o estado do ambiente (o caminho feito pelas pessoas no campo);</li>
<li>O agente toma decisões baseando-se no estado atual do ambiente (o caminho é reforçado pelas outras pessoas até virar um projeto organizado de pavimentação).</li>
</ol>
<!-- /wp:list -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A Estigmergia é um conceito introduzido por <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pierre-Paul_Grass%C3%A9">Pierre-Paul Grassé</a>, um estudioso de <strong>formigas</strong>, para explicar como elas realizavam suas tarefas como <strong>insetos sociais</strong>, sem a necessidade de uma rainha, planeamento prévio ou qualquer gestão centralizada. As sociedades das formigas são auto-organizadas em estruturas que parecem inteligentes, embora não possuam qualquer tipo de controle e comunicação hierárquica.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:image {"align":"center","id":1123,"width":572,"height":389,"sizeSlug":"large"} -->
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1123 aligncenter" src="https://www.richardbarros.com/wp-content/uploads/2020/05/martrop.jpg" alt="" width="572" height="389" />
<figcaption>Sociedades auto-organizadas</figcaption>
</figure>
</div>
<!-- /wp:image -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>O UX Research, por exemplo, é uma das disciplinas que ajudam a entender melhor como as pessoas se comportam. Vamos atrás de entender suas motivações, seu dia-a-dia, pesquisando comportamento e também reagindo às formas como os agentes se relacionam com os ambientes.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>A estigmergia adiciona um olhar interessante a essas discussões sobre como compreender o comportamento e co-criar com os agentes do ambiente para qual estamos projetando. Às vezes projetamos com o olhar fechado no indivíduo, mas as reações interconectadas das pessoas podem ser mais importantes que isso.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>Nesse caso ter um olhar abrangente sobre como aquele grupo vai perceber nosso serviço fará toda a diferença.</p>
<!-- /wp:paragraph -->

<!-- wp:paragraph -->
<p>&nbsp;</p>
<!-- /wp:paragraph --><p>The post <a href="https://www.richardbarros.com/artigos/design-orientado-a-estigmergia/">Design orientado a estigmergia</a> appeared first on <a href="https://www.richardbarros.com">Richard Barros</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como criar a proposta de valor do seu negócio?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[rbhm]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2020 20:39:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Comece pelo Porquê. Quando começamos com as perguntas erradas até as respostas certas acabarão nos levando na direção errada, cedo ou tarde. Você colocaria o dedo na tomada? Só para experimentar? Acredito que não, mas por que? Existe uma questão importante na forma como nosso cérebro interpreta as mensagens que chegam até a gente. Informações</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Comece pelo Porquê. Quando começamos com as perguntas erradas até as respostas certas acabarão nos levando na direção errada, cedo ou tarde. </p>



<p>Você colocaria o dedo na tomada? Só para experimentar? Acredito que não, mas por que? </p>



<p>Existe uma questão importante na forma como nosso cérebro interpreta as mensagens que chegam até a gente. Informações que são rápidas de se absorver são automaticamente processadas e nós temos uma reação praticamente instantânea. Geralmente reagimos de forma automática quando sabemos que uma coisa é boa, que é ruim, que é uma verdade ou que é uma mentira.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.richardbarros.com/wp-content/uploads/2020/05/lado-direito-do-cerebro-750x571.jpg" alt="" class="wp-image-1088" width="504" height="384"/><figcaption>Lados direito e esquerdo do cérebro produzem sinais diferentes</figcaption></figure></div>



<p>Mas também existe uma maneira mais demorada de reagir. Quando temos que parar para analisar mais friamente e também quando percebemos que aquela informação pode ter mais a nos ensinar e que, talvez, valha a pena  gastarmos um pouco mais de energia para pensar duas vezes nos benefícios e malefícios da nossa reação. E aí nossa reação passa a não ser tão automática assim.. a gente pára. a gente pensa.</p>



<p>Quando recebemos uma mensagem, rapidamente classificamos essa mensagem dentro de um dos nossos padrões e decidimos: pensaremos rápido ou pensaremos devagar? Isso tudo acontece numa fração de segundo dentro do nosso cérebro.</p>



<p>É importante saber disso quando estamos tentando criar  <strong>Mensagens</strong> e <strong>Proposta de Valor</strong>.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Comece pelo porquê.</h4>



<p>Quando uma <strong>mensagem</strong> chega até você de um jeito óbvio e que você já conhece, você pensa nela do jeito <strong>rápido</strong>. Mas se chega de uma maneira mais abstrata, com conceito e com riqueza, naturalmente você vai estar mais inclinado a reagir a ela repensando seus conceitos, repensando suas crenças. Isso é muito bem descrito nos livros &#8220;<a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/854310663X/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;tag=richardbarr01-20&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;linkCode=as2&amp;creativeASIN=854310663X&amp;linkId=b368faf0f67f791a6e1acf6c85c10ee2">Comece Pelo Porquê</a>&#8221; do Simon Sinek e também no &#8220;<a href="https://www.amazon.com.br/gp/product/853900383X/ref=as_li_tl?ie=UTF8&amp;tag=richardbarr01-20&amp;camp=1789&amp;creative=9325&amp;linkCode=as2&amp;creativeASIN=853900383X&amp;linkId=321a4d52770dc0f8d114e3fafb2c2b59">Rápido e Devagar: Duas Formas de Pensar</a>&#8221; do Daniel Kahneman. A forma Devagar de pensar é manual, precisa de mais atenção, interpretação e usa mais energia.</p>



<p><strong>Quando você cria uma mensagem abstrata, você consegue mais atenção das pessoas.</strong> Quem ouve precisa parar, pensar e aí sim entender o que você quer dizer com aquilo. Nesse mundo de overdose de informação acaba que esse processo mais lento faz com que sua mensagem seja absorvida com mais qualidade. É esse ponto do livro &#8220;comece pelo porquê&#8221; que eu gostaria de apresentar aqui e como isso é importante para você criar a proposta de valor do seu negócio.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://www.ignitiaoffice.com/wp-content/uploads/2017/12/Sinek-1-300x293.jpg" alt="Simon Sinek, How Great Leaders Inspire Action - Ignitia Office"/></figure></div>



<p>Sinek quer ressaltar que quando queremos compreender algum processo, focamos no método de obtenção de respostas, visando garantir que cheguemos a elas por meio de evidências concretas. Mas nada disso adianta se chegarmos lá fazendo perguntas erradas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">O que é o modelo &#8220;Start With Why&#8221;? </h4>



<p>Quando você está desenvolvendo um produto, criando uma mensagem e um conceito para ele, procure entende <strong>O QUE</strong> ele é, <strong>COMO</strong> ele funciona e o <strong>PORQUÊ </strong>ele existe. Ao tentar oferecer uma ideia, você pode começar falando: &#8220;Veja esse meu tênis (<strong>O QUE</strong>), ele tem amortecedores e conecta num aplicativo (<strong>COMO</strong>) e estou usando para ficar mais saudável (<strong>PORQUÊ)</strong>&#8220;.</p>



<p>A questão aqui é, quando você deseja criar uma mensagem marcante, seja para seus clientes ou mesmo para melhorar a própria qualidade da sua retórica, esse modelo OQUE &gt; COMO &gt; PORQUE não funciona tão bem, justamente porque você está enviando para o seu receptor uma mensagem que ele já viu por aí. Além disso, ele vai reagir usando o lado do cérebro mais rápido, e automaticamente você está confrontando todas as outras ideias e preconceitos que aquela pessoa tem com tênis, amortecedores e aplicativos fitness, por exemplo.</p>



<p>Se a sua <strong>proposta de valor</strong> segue o caminho inverso (PORQUE &gt; COMO &gt; OQUE), você desperta mais curiosidade, você desperta mais interesse, desejo e as pessoas (as vezes inconscientemente) acabam parando para ouvir de verdade o que você tem para dizer.  </p>



<h4 class="wp-block-heading">Um rápido exercício.</h4>



<p>Existem produtos excepcionais e todos eles estão tentando te vender uma ideia. Agora que você entende um pouco melhor como funciona o modelo da retórica &#8220;comece pelo porquê&#8221;, gostaria de sugerir uma comparação entre grandes marcas que se destacam com inovação e marcas que talvez nem tanto. </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.richardbarros.com/wp-content/uploads/2020/05/Artboard-Copy-1-750x498.jpg" alt="" class="wp-image-1099" width="555" height="369"/><figcaption>Página de venda do iPhone SE</figcaption></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.richardbarros.com/wp-content/uploads/2020/05/Artboard-Copy-2-1-750x498.jpg" alt="" class="wp-image-1100" width="553" height="367"/><figcaption>NikePlus</figcaption></figure></div>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://www.richardbarros.com/wp-content/uploads/2020/05/Artboard-1-750x498.jpg" alt="" class="wp-image-1101" width="555" height="369"/><figcaption>Página inicial da Dell</figcaption></figure></div>



<h4 class="wp-block-heading">Afinal, como criar uma proposta de valor para meu negócio?</h4>



<p>Toda essa contextualização para conseguirmos concluir que O QUE fazemos nem sempre é o mais importante. Qual o seu propósito? Porque seu produto ou seu serviço existe? Como ele funciona e como ele vai fazer as pessoas se sentirem melhor? Essas perguntas quase sempre são mais importantes de se fazer primeiro.</p>



<p>Depois que você conseguir entender O QUE você faz, COMO você faz e PORQUE você faz, aí sim você consegue entender a sua proposta de valor e aí, quando você for contar isso pro mundo, comece pelo PORQUÊ.</p>
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		<item>
		<title>Como funciona o meu trabalho de Home Office</title>
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		<dc:creator><![CDATA[rbhm]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2020 15:46:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O trabalho homeoffice (trabalhar remotamente) pode ser motivado por uma situação excepcional, como uma dificuldade de se deslocar para o escritório, ou mesmo por uma situação crítica e emergencial, como está sendo o caso da pandemia do covid-19. Quando você muda a sua rotina precisa se adaptar a novos hábitos e uma nova organização de</p>
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<p>O trabalho homeoffice (trabalhar remotamente) pode ser motivado por uma situação excepcional, como uma dificuldade de se deslocar para o escritório, ou mesmo por uma situação crítica e emergencial, como está sendo o caso da pandemia do covid-19. </p>



<p>Quando você muda a sua rotina precisa se adaptar a novos hábitos e uma nova organização de trabalho. Muitas das pessoas que estão trabalhando remoto hoje foram colocadas nessa situação contra sua própria vontade e estão precisado se adaptar rápido a esse modelo de trabalho.</p>



<p>Por sorte já havíamos tomado a decisão de transformar o trabalho da <a href="https://www.homemmaquina.com.br">Homem Máquina</a> para um modelo 100% remoto e eu acabei estudando e me preparando para isso um pouco antes de todos nós sermos jogados obrigatoriamente nesse modelo de trabalho.</p>



<p>Então acabei conseguindo viabilizar e testar o modelo com mais calma. Eu cheguei a ficar com um pouco de receio de como o time iria receber a notícia, mas eles aceitaram muito bem e o modelo começou a fluir muito bem desde o início.</p>



<p>Por conta disso, vou dividir aqui um pouco como nossa rotina se transformou, as ferramentas que estamos usando e como a gente feito os alinhamentos diários.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="558" height="339" src="https://www.richardbarros.com/wp-content/uploads/2020/05/Artboard.png" alt="" class="wp-image-985"/><figcaption>Daily da Homem Máquina</figcaption></figure></div>



<h4 class="wp-block-heading">1. Novos rituais</h4>



<p>A primeira decisão que tomamos foi a de criar novos rituais para alinhar o trabalho. À primeira vista parecia exagerado, mas foi essencial pra manter todo mundo alinhado com o que tava acontecendo e os impedimentos do dia-a-dia. Todos os dias temos dois encontros: um às 9h30 (Daily) e um encontro às 17h30 (Review). Somos 6 diariamente no time participando das principais decisões e os encontros com essas pessoas duram em média 20 minutos, seguindo o roteiro da <em>daily</em> da metodologia <em><strong>SCRUM</strong></em>, com 3 perguntas:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>O que eu fiz ontem?</li><li>Eu tive algum impedimento?</li><li>O que eu pretendo fazer hoje?</li></ul>



<p>O encontro de 17h30 não segue exatamente as regras da Daily e decidimos chamá-lo de Review. Os reviews seguem um caminho mais livre de regras e acabou se tornando na maior parte das vezes uma confraternização para encerrar o dia de trabalho.</p>



<h4 class="wp-block-heading">2. Ferramentas de Comunicação</h4>



<p>Para nossa comunicação, além do E-Mail (Usamos o <a href="https://gsuite.google.com.br/intl/pt-BR/">GSuite</a>) para troca de documentos e para registrar informações relevantes sobre os projetos, também já usávamos a plataforma <a href="http://www.slack.com">Slack</a> com bastante frequência para conversar e trocar informações mais ágeis sobre os projetos em andamento.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://cdn.pocket-lint.com/r/s/1200x/assets/images/150925-apps-feature-what-is-slack-and-how-does-it-work-plus-plenty-of-slack-tips-and-tricks-image1-m1j0yhalq4.jpg" alt="O que é Slack e como funciona? Além de muitas dicas e truques S" width="676" height="451"/><figcaption>Plataforma Slack</figcaption></figure></div>



<p>As vídeoconferências são feitas hora pelo próprio <a href="http://meet.google.com">Google Meet</a>, que cria os links para reuniões automaticamente ao adicioná-las na agenda, hora pelo <a href="http://www.whereby.com">Whereby</a> (antigo Appear.in). A vantagem desse último é que as salas são mais efêmeras: é só entrar no link, conversar rapidamente e sair, tudo gratuito.</p>



<p>Inevitavelmente a gente tem que se adaptar ao cenário do cliente em alguns casos e, mesmo um pouco contra minha vontade, nós também temos alguns grupos de trabalho no <a href="http://www.whatsapp.com">Whatsapp</a> para agilizar a comunicação.</p>



<h4 class="wp-block-heading">3. Ferramentas de Colaboração</h4>



<p>A gente lida com muito Design e produção de código aqui. Não vou entrar muito em detalhes porque pode não ser o caso para o seu contexto, mas hoje quase todas essas ferramentas são online. O mais importante pra gente é possuir um sistema de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sistema_de_controle_de_vers%C3%B5es">Controle de Versão</a>, que vai proteger o histórico de alteração de todos os arquivos e deixar tudo guardado em um ambiente seguro na nuvem.</p>



<p>Algumas ferramentas com colaboração online e controle de versão que usamos:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Documentos: <a href="http://drive.google.com">Google Drive</a> (Planilhas, Apresentações, Relatórios)</li><li>Design: <a href="http://www.sketchapp.com">Sketch</a>, <a href="http://abstract.com">Abstract</a>, <a href="http://zeplin.io">Zeplin</a></li><li>Programação: <a href="http://github.com">Github</a>, <a href="http://www.gitkraken.com">Gitkraken</a>, <a href="http://docker.com">Docker</a></li><li>Projetos: <a href="http://monday.com">Monday</a></li><li>Controle de Tarefas: <a href="http://notion.so">Notion</a>, <a href="http://todo.microsoft.com">Microsoft To Do</a></li></ul>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://res.cloudinary.com/practicaldev/image/fetch/s--FhcOdjqg--/c_limit%2Cf_auto%2Cfl_progressive%2Cq_66%2Cw_880/https://thepracticaldev.s3.amazonaws.com/i/q02ixz9hf2t2xy0cegxt.gif" alt="What is GitKraken? and what are its most important characteristics ..." width="593" height="360"/><figcaption>Controle de versão com Github + Gitkraken</figcaption></figure></div>



<h4 class="wp-block-heading">Conclusão</h4>



<p>A gente não é obrigado a ser super produtivo o tempo todo, ainda mais nesse cenário turvo em que estamos, mas com um pouquinho de organização as coisas ficam mais fáceis e você pode conseguir separar bem trabalho e vida pessoal mesmo dentro de um regime 100% home office.</p>



<p>PS. Só uma curiosidade: &#8220;HOME OFFICE&#8221; é um termo inventado e usado somente no Brasil. Lá no exterior (e se você for falar em inglês, o correto seria &#8220;working from home&#8221; ou &#8220;working remotely&#8221; : )</p>
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		<title>Algumas dicas para novos empreendedores (de alguém que faz isso há 10 anos)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[rbhm]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2020 13:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Olho pra trás e vejo muita coisa que consegui construir na minha empresa, a @homemmaquina. Nesses tempos estranhos que estamos saltam a vista algumas lições muito simples, mas que fizeram toda a diferença pra estar aqui contando essa história quase 10 anos depois. Na última semana atualizei minha conta no twitter com alguns dos pontos</p>
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<p>Olho pra trás e vejo muita coisa que consegui construir na minha empresa, a <a href="https://twitter.com/homemmaquina">@</a><a href="https://www.homemmaquina.com.br">homemmaquina</a>. Nesses tempos estranhos que estamos saltam a vista algumas lições muito simples, mas que fizeram toda a diferença pra estar aqui contando essa história quase 10 anos depois. </p>



<p>Na última semana atualizei minha conta <a rel="noreferrer noopener" href="http://www.twitter.com/richardbarros" target="_blank">no twitter</a> com alguns dos pontos que foram decisivos para estar aqui. Infelizmente alguns deles eu levei tempo demais para perceber ou começar a praticar. Por isso acredito que essa lista vai ser útil para quem está começando a empreender ou se aventurar como um profissional autônomo. </p>



<h3 class="wp-block-heading">1. &#8220;Despesa é igual unha, tem que cortar toda semana.</h3>



<p>Ta bom que não precisa ser exatamente toda semana, mas tenho datas específicas para rever custos com serviços, fornecedores, as faturas de cartão etc.. se você não acompanhar de perto perde o controle fácil.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Diversificação.</h3>



<p>A gente trabalha com serviços de design e tecnologia. Geralmente projetos de iní­cio meio e fim. Mas é importante entender a diferença. Alguns menores, outros maiores, tem &#8220;sprints&#8221; e tem recorrentes. Cada fatia é importante e recebe uma estratégia diferente.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Recorrência.</h3>



<p>Os projetos pagos mensalmente fazem toda a diferença pro fluxo de caixa. Até hoje não sei porque demorei tanto pra entender e implementar isso. Depois que você se liga é óbvio. Receber retiradas proporcionais ao total do projeto e constantes salva.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Desbravar o mundo fora das indicações.</h3>



<p>Me mantive por muito tempo só trabalhando com clientes indicados por clientes. Mas quando isso é 80%+ dos clientes que você tem, talvez você nem tenha ideia do que pode conquistar com um mí­nimo investimento em marketing. Invista.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Margem.</h3>



<p>Meu maior desafio.. trabalhar com serviços e consultoria não te dá muita margem. Pra ganhar mais você tem que trabalhar mais quase sempre. Isso só mudou depois que entendi os conceitos de serviços Repetíveis e produtos Escaláveis</p>



<p>Essas <strong>dicas para quem quer começar a empreender</strong> vieram da nostalgia que tive nas últimas semanas porque a <a href="https://twitter.com/homemmaquina">@homemmaquina</a> vai fazer 10 aninhos esse ano. Muito louco olhar pra trás e ver todas as escolhas que tomei, as pessoas fodas que fizeram parte disso e tudo que a empresa se tornou.. espero este texto seja útil pra você de alguma forma.</p>
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