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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;A04DQn0_fyp7ImA9WhRaE00.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-29607797</id><updated>2012-02-15T10:46:13.347-02:00</updated><category term="Beatles" /><category term="Lobão" /><category term="Barão Vermelho" /><category term="Paul McCartney" /><category term="Cazuza" /><category term="Eric Clapton" /><category term="Roberto Frejat" /><category term="Keith Richards" /><category term="Elvis Costello" /><category term="Cranberries" /><category term="Ultraje À Rigor" /><category term="Roger Waters" /><category term="Stravinsky" /><category term="DVD´s" /><category term="Mutantes" /><category term="Derek Taylor" /><category term="Mick Jagger" /><category term="Livros" /><category term="Wings" /><category term="Shows" /><category term="Discos" /><category term="Chet Baker" /><category term="Pink Floyd" /><category term="Van Morrison" /><category term="Beethoven" /><category term="George Harrison" /><category term="John Lennon" /><category term="Haydn" /><category term="Roberto Carlos" /><category term="Syd Barret" /><category term="Ringo Starr" /><category term="Bob Marley" /><category term="Rolling Stones" /><category term="Geral" /><category term="Tom Jobim" /><category term="Brian Jones" /><category term="David Gilmour" /><category term="Deep Purple" /><category term="Nei Lisboa" /><category term="Jovem Guarda" /><category term="Bob Dylan" /><category term="Erasmo Carlos" /><category term="Police" /><category term="Chuck Berry" /><title>Rock'n Geral</title><subtitle type="html">Espaço dedicado ao Rock'n'Roll em geral, à música e tudo aquilo que gira ao seu redor.</subtitle><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://rockngeral.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://rockngeral.blogspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>Robert Moura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01923254662300791116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://1.bp.blogspot.com/-lPKMGf4y1Ys/TyPdJnUB-4I/AAAAAAAAAPs/crpPcQiVRDY/s220/rm.jpg" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>30</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/RocknGeral" /><feedburner:info uri="rockngeral" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><feedburner:emailServiceId>RocknGeral</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><feedburner:browserFriendly></feedburner:browserFriendly><entry gd:etag="W/&quot;A04DQn0-fCp7ImA9WhRaE00.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-29607797.post-331938772729976354</id><published>2012-02-11T09:36:00.000-02:00</published><updated>2012-02-15T10:46:13.354-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-15T10:46:13.354-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Nei Lisboa" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Shows" /><title /><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Só Pra Lembrar: Nei Lisboa – Teatro Renascença, Porto Alegre
18/01/2011&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-GE7MLq_pwoU/TzZTaEy3zuI/AAAAAAAAAQg/rMDKVpE5lqM/s1600/Nei+Lisboa+Teatro+Renascen%C3%A7a+2011.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://3.bp.blogspot.com/-GE7MLq_pwoU/TzZTaEy3zuI/AAAAAAAAAQg/rMDKVpE5lqM/s400/Nei+Lisboa+Teatro+Renascen%C3%A7a+2011.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Eu costumo manter pequenos diários de trabalho e de viagem
eventualmente. No caso de alguns trabalhos específicos como produção de eventos
e gravações a idéia é ter um guia do que foi feito, o período gasto para a
realização da empreitada e ainda um relatório de erros e acertos. Já em relação
às viagens acho que isso se deu por influência dos livros &lt;b&gt;“Diário de Viagem”&lt;/b&gt; de
&lt;b&gt;Albert Camus&lt;/b&gt; e&lt;b&gt; “Pequenas Alegrias”&lt;/b&gt; de &lt;b&gt;Hermann Hesse&lt;/b&gt;. E a coisa funciona bem,
normalmente essas simples anotações me trazem muito mais lembranças do que
fotos ou &lt;i&gt;souvenirs&lt;/i&gt;. Dessa vez para comentar sobre um show do &lt;b&gt;Nei Lisboa&lt;/b&gt; em
janeiro de 2011 procurei umas dessas anotações feitas durante uma viagem a
Porto Alegre e ao invés de escrever uma resenha resolvi postar o que escrevi no
quarto de hotel ao chegar do show numa noite agradável (suportável) de
segunda-feira de verão (quente, quente, quente...aliás, saudades de “Forno”
Alegre). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;“Show do Nei Lisboa, Teatro
Renascença lotado. Jogar em casa normalmente é garantia de casa cheia.
Infelizmente no show dele em BH no ano passado pelo que eu acredito ter sido
resultado de uma má divulgação, a platéia era formada por cerca de apenas 30 pessoas
naquele que foi seu primeiro show na capital mineira, parte dessa mesma turnê intitulada
“Vapor da Estação” celebrando seus 30 anos de carreira. Durante o show, Nei que
estava fazendo aniversário recebeu um bolo trazido por sua filhinha Maria
Clara. Ótimo show, a banda é realmente muito boa. Fiquei na primeira fila bem na posição
central. Assim como em BH tive a oportunidade de levar um dedo de prosa
novamente com ele no final do espetáculo. Durante a conversa me apresentei como um dos dois loucos (o outro era meu amigo Rodrigo “Cassandra”) que ficaram cantando alto e
“interagindo” com ele durante todo o show dele na cidade. Nei se
lembrou que eu havia comentado com ele sobre sua música intitulada “Me Chama de
Robert”, expliquei que me identifiquei com a música antes mesmo de saber qual
era o título que por coincidência levava meu nome e perguntei a origem do
“Robert” como gíria, ele explicou que o tal Robert da canção se tratava de um
americano que morou em Porto Alegre e depois de tomar um porre saiu bêbado cismando
que era “o tal” e falando as bobagens da letra. A brincadeira durou cerca de um
mês e depois ficou esquecida quando o gringo foi embora. Disse ao Nei que era
uma gíria nacional. Descobri isso num show meu quando um integrante de uma
banda amiga subiu ao palco para uma participação e uns amigos dele ficaram zoando
chamando-o de “Robert”, sem entender nada, fui saber depois que se tratava de
uma gíria para pessoas que gostam de “aparecer”. Já tinha ouvido a gíria também
no programa Pânico na TV. Nei achou engraçado e curioso que usassem isso e
disse que nasceu dessa turma dele, no entanto até hoje não sei se a origem é a
mesma. “Convidei-o” para retornar à BH. O show fez parte de uma temporada que
ele costuma fazer em Porto Alegre durante o mês de janeiro tocando no Teatro
Renascença”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Só na hora de preparar o post é que me dei conta que falei
mais sobre a música do que o show em si. Mas a intenção era registrar o &lt;i&gt;feeling&lt;/i&gt; do momento. Segue a letra com a
qual me identifico pela brincadeira e não pela pretensão que ela sugere
em tom irônico (é bom deixar isso claro), assim como o texto em terceira pessoa à
la Edson Arantes do Nascimento falando do Pelé que consta no meu perfil: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; line-height: 19.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-outline-level: 1;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Me chama de Robert &lt;/b&gt;(Nei Lisboa&lt;/i&gt;)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background: white; line-height: 19.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-outline-level: 1;"&gt;
&lt;span style="background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Quando bebo, bebo até cair&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 15pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;
Quando fumo, viro chaminé&lt;br /&gt;
Quando faço amor eu quero mais&lt;br /&gt;
Quando jogo bola, sou Pelé&lt;br /&gt;
Sou fomão&lt;br /&gt;
Eu quero, quero, quero, quero&lt;br /&gt;
Quero tudo prá mim&lt;br /&gt;
Quero mel&lt;br /&gt;
É meu, é mel, é meu, é mel&lt;br /&gt;
É meu mel&lt;br /&gt;
Eu confesso, eu quero é sucesso&lt;br /&gt;
Eu me entorto, depois passo mal&lt;br /&gt;
Eu me atrolho, depois pago o preço&lt;br /&gt;
Eu mereço&lt;br /&gt;
Eu sei que sou&lt;br /&gt;
Que eu sei que sou&lt;br /&gt;
Que eu sei que sou&lt;br /&gt;
A mãe do Brasil&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-DKfLXJrGPS8/TzaFgSFzfiI/AAAAAAAAAQ4/3igWIqvKqQs/s1600/Nei+Lisboa+CD+Vapor+da+Esta%C3%A7%C3%A3o.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-DKfLXJrGPS8/TzaFgSFzfiI/AAAAAAAAAQ4/3igWIqvKqQs/s200/Nei+Lisboa+CD+Vapor+da+Esta%C3%A7%C3%A3o.JPG" width="196" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Na dedicatória na capa do&amp;nbsp;CD, o Nei escreveu: “Super abraço, Pelé!”. Achei bacana isso, só espero que ele não tenha pensando que eu levo essa estória da música (tão) a sério.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-6BUaI5FNMOU/TzaBuThnFXI/AAAAAAAAAQw/WFqIjCWdvH0/s1600/PHOTO00181.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://1.bp.blogspot.com/-6BUaI5FNMOU/TzaBuThnFXI/AAAAAAAAAQw/WFqIjCWdvH0/s400/PHOTO00181.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Nas fotos: Nei Lisboa em ação no palco e ao lado comigo e minha amiga e guia (cultural) em Porto Alegre, Jessica.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29607797-331938772729976354?l=rockngeral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://rockngeral.blogspot.com/feeds/331938772729976354/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29607797&amp;postID=331938772729976354" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/331938772729976354?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/331938772729976354?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://rockngeral.blogspot.com/2012/02/so-pra-lembrar-nei-lisboa-teatro.html" title="" /><author><name>Robert Moura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01923254662300791116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://1.bp.blogspot.com/-lPKMGf4y1Ys/TyPdJnUB-4I/AAAAAAAAAPs/crpPcQiVRDY/s220/rm.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-GE7MLq_pwoU/TzZTaEy3zuI/AAAAAAAAAQg/rMDKVpE5lqM/s72-c/Nei+Lisboa+Teatro+Renascen%C3%A7a+2011.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>3</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CU8DSXgzfyp7ImA9WhRbE0g.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-29607797.post-6057184141109569364</id><published>2012-02-04T07:50:00.000-02:00</published><updated>2012-02-04T09:11:18.687-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-04T09:11:18.687-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Geral" /><title /><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Leitores anônimos&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-D5d_CGaE2nE/TyxHjeb9_nI/AAAAAAAAAQY/MbCnVU1hwxo/s1600/leitor.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="330" src="http://4.bp.blogspot.com/-D5d_CGaE2nE/TyxHjeb9_nI/AAAAAAAAAQY/MbCnVU1hwxo/s400/leitor.gif" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Desde que a plataforma
do blogspot passou a disponibilizar um recurso de estatísticas que mostram as
visitas ao blog criei o hábito de conferir os acessos após cada nova postagem,
o que acabou revelando um número inesperado de visitas. A julgar pelos
comentários sempre presentes do meu amigo Baratta e eventualmente de outros
amigos quando mando o link de alguma postagem específica que possa
interessar-lhes, não pensei que tivesse muitos outros leitores. Não sei se
esses visitantes anônimos que têm entrado no blog são realmente leitores do
rockngeral ou só caíram aqui casualmente e saíram sem ler, pois eu mesmo costumo
dar um giro por outros blogs (alguns eu leio,outros não) nos quais não comento
e nem estão na lista de favoritos da minha página. O também novo recurso de
clicar no link que direciona&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;aleatoriamente&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;para um próximo blog que aparece no alto da página,
responderia por uma parte dos acessos, porém esse link abre o blog na postagem
atual e boa parte das postagens antigas também têm sido visitadas
constantemente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A princípio fiquei
curioso em saber quem seriam essas pessoas até porque as tais estatísticas
apontam certo número de pessoas nos EUA e na Alemanha (?!) que acessam o
rockngeral. Brazucas que moram por lá? Nativos que entram acidentalmente e
provavelmente sem saber português não lêem nada? Isso se mantém fora do meu
alcance e pensando no que acontece com escritores que não sabem exatamente quem
são seus leitores resolvi relaxar e simplesmente manter meu prazer que tem sido
escrever sobre música através de resenhas de discos, shows e livros com um
enfoque crítico, mas me inserindo quase que involuntariamente (inevitavelmente)
nos contextos e de tabela falar um pouco sobre o cotidiano também. De qualquer
forma, se algum dos anônimos quiser se manifestar fique à vontade. &lt;span lang="EN-US"&gt;Let's Rock!...'n Geral.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29607797-6057184141109569364?l=rockngeral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://rockngeral.blogspot.com/feeds/6057184141109569364/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29607797&amp;postID=6057184141109569364" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/6057184141109569364?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/6057184141109569364?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://rockngeral.blogspot.com/2012/02/leitores-anonimos-desde-que.html" title="" /><author><name>Robert Moura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01923254662300791116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://1.bp.blogspot.com/-lPKMGf4y1Ys/TyPdJnUB-4I/AAAAAAAAAPs/crpPcQiVRDY/s220/rm.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-D5d_CGaE2nE/TyxHjeb9_nI/AAAAAAAAAQY/MbCnVU1hwxo/s72-c/leitor.gif" height="72" width="72" /><thr:total>3</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUIAQn0zfip7ImA9WhRUF0k.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-29607797.post-483330293286071618</id><published>2012-01-28T07:50:00.000-02:00</published><updated>2012-01-28T08:45:43.386-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-28T08:45:43.386-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="George Harrison" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Livros" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Eric Clapton" /><title /><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Eric Clapton Por Ele Mesmo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-j8hX28WKpj0/TyMXki6ejpI/AAAAAAAAAPc/7rCWgEe_Mj0/s1600/Eric+Clapton+Por+Ele+Mesmo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-j8hX28WKpj0/TyMXki6ejpI/AAAAAAAAAPc/7rCWgEe_Mj0/s320/Eric+Clapton+Por+Ele+Mesmo.jpg" width="230" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;...fechando a série das minhas "leituras musicais" de
2011...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Essa foi uma releitura, tenho esse livro a um
bom tempo, na pressa de escolher algo para ler durante uma viagem ao Rio de
Janeiro para assistir ao show do próprio &lt;b&gt;Eric
Clapton&lt;/b&gt; saquei-o da estante. A edição é de 1993.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Eric Clapton Por Ele Mesmo&lt;/b&gt; é o vigésimo título de uma série lançada pela
Editora Martin Claret, os demais volumes apresentam outros ícones do mundo das
artes, bem como políticos e pensadores e apesar do que sugere o título, não se
trata de um texto assinado pela personalidade enfocada, o "por ele
mesmo" fica por conta do conteúdo de entrevistas. O livro é uma espécie de
clipping, já que reúne uma coletânea de recortes extraídos de matérias
publicadas em jornais, revistas e outros livros. O texto é disposto em duas
colunas por página numa tentativa de tornar a leitura “fácil” e “agradável”
como diz a nota introdutória da editora que sempre teve um perfil meio
popularesco mesmo, tanto na formatação de texto quanto nas capas dos seus
livros (no caso dessa série até que não chegam a ser das piores, mas como já disse o escritor Hermann Hesse, “as capas servem para expor o livro na vitrine e vender, eles devem ser encadernados”, mas não acho que esse é o caso para as edições da
Martin Claret).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O autor de Eric
Clapton Por Ele Mesmo é na verdade o jornalista e pesquisador Ayrton Mugnaini
Jr., um "velho conhecido meu" por outros livros que ele assina sobre
músicos brasileiros e estrangeiros, bons trabalhos, diga-se de passagem. Ele
escreveu os capítulos “Um Estudo” sobre a carreira e origens musicais de
Clapton, o “Perfil Biográfico” e a “Cronologia”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O capítulo intitulado “Por
Ele Mesmo” é composto por uma série de entrevistas e recortes de declarações de
Clapton à imprensa e como não poderia ser diferente, é a cereja do bolo, contendo
uma longa entrevista à revista Guitar World da época do lançamento do disco &lt;i&gt;Journeyman&lt;/i&gt; (1989). Uma entrevista
publicada originalmente pela Rolling Stone é da época do lançamento de &lt;i&gt;24 Nigths&lt;/i&gt; (1991), álbum duplo ao vivo
com registro de shows no Royal Albert Hall em 1990 e 1991 que coincide com o
período da então recém terminada excursão com &lt;b&gt;George Harrison&lt;/b&gt; no Japão que também rendeu um álbum duplo ao vivo
(e por isso mesmo o ex-beatle acaba sendo o tema principal dessa entrevista), sendo
que isso tudo ainda ocorreu pouco tempo depois da trágica morte de seu filho
Conor de apenas quatro anos que caiu do 53º andar do prédio em que morava com a
mãe em Nova York. A terceira e última dessas entrevistas mais longas foi dada ao jornal O Globo na época de sua primeira vinda ao Brasil em 1991 que também rendeu um
capítulo inteiro intitulado “Clapton No Brasil”. &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Na sequência, tem o capítulo&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;“Por Outros” que apresenta pequenos comentários de críticos, músicos e amigos sobre o
guitarrista. Para fechar, um capítulo de “Curiosidades” e outro com a discografia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O livro resulta num
bom clipping da carreira de Clapton e o trabalho de pesquisa do autor é bastante eficaz (especialmente em se tratando de uma época em que as informações não se encontravam facilmente disponíveis com uma meia dúzia de cliques), para melhorar, esse livro costuma ser encontrado com um preço super em conta.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29607797-483330293286071618?l=rockngeral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://rockngeral.blogspot.com/feeds/483330293286071618/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29607797&amp;postID=483330293286071618" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/483330293286071618?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/483330293286071618?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://rockngeral.blogspot.com/2012/01/eric-clapton-por-ele-mesmo.html" title="" /><author><name>Robert Moura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01923254662300791116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://1.bp.blogspot.com/-lPKMGf4y1Ys/TyPdJnUB-4I/AAAAAAAAAPs/crpPcQiVRDY/s220/rm.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-j8hX28WKpj0/TyMXki6ejpI/AAAAAAAAAPc/7rCWgEe_Mj0/s72-c/Eric+Clapton+Por+Ele+Mesmo.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;D08BRXs6fSp7ImA9WhRUFU0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-29607797.post-6805083926595912102</id><published>2012-01-25T13:37:00.000-02:00</published><updated>2012-01-25T13:37:34.515-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-25T13:37:34.515-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Beethoven" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Livros" /><title /><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;O Livro de Ouro da
História da Música - Otto Maria Carpeaux&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-oKnRoCq2XT8/TyAQ9hmaxOI/AAAAAAAAAPU/Q2aM91tD5eo/s1600/Livro+de+Ouro+da+Hist%25C3%25B3ria+da+M%25C3%25BAsica+Otto+Maria+Carpeaux.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-oKnRoCq2XT8/TyAQ9hmaxOI/AAAAAAAAAPU/Q2aM91tD5eo/s1600/Livro+de+Ouro+da+Hist%25C3%25B3ria+da+M%25C3%25BAsica+Otto+Maria+Carpeaux.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;...ainda repassando minhas "leituras musicais" em 2011...&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ganhei este livro de
presente da minha amiga Jéssica numa madrugada de domingo em janeiro passado, poucos minutos após colocar
os pés na cidade de Porto Alegre pela primeira vez. Desconhecia até então a grandeza da
obra de Carpeaux, mas assim que comecei a lê-lo vi que seria um livro
fundamental em minha vida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Otto Maria Carpeaux&lt;/b&gt;
nasceu em 1900 na Áustria onde se formou em Matemática, Física, Química, Filosofia e
Letras na Faculdade de Viena tendo estudado paralelamente História, Sociologia
e Música (sim, você leu certo e o autor do blog não está louco, ele estudou
isso tudo mesmo). Em 1944 naturalizou-se brasileiro, sendo que chegou aqui em 1939 fugindo da ocupação nazista na Bélgica onde havia se estabelecido em 1938 após exilar-se de sua terra natal pelo mesmo motivo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Publicado originalmente
como &lt;b&gt;Uma Nova História da Música&lt;/b&gt; em 1958 pela Editora Zahar e tendo uma edição
atualizada pelo autor em 1968 quando ainda não tinha o pomposo "livro de
ouro" no título acrescentado futuramente pela Editora Ediouro, mas que faz
jus completo ao trabalho do autor que tem ainda o subtítulo&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;Da Idade Média ao Século XX&lt;/i&gt; já que Carpeaux defende que a música da Antiguidade não teve influência na música ocidental e define a Idade Média como ponto de partida de sua narrativa.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;O livro perpassa a história da música
erudita de maneira muito objetiva sendo que além de narrar os
acontecimentos, Carpeaux acrescenta suas visões críticas (embora ele as
apresente como um consenso) de cada compositor e estilo seguindo com
naturalidade a linha evolutiva da música ocidental.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Assim como foge da
função didática e das explicações técnicas já que como ele mesmo esclarece na
introdução não destinar a obra especificamente ao músico profissional, ele também
evita as explanações "poéticas" tão comuns quando se trata de falar
da maioria dos compositores eruditos que ganham por aí biografias extremamente
romanceadas por alguns autores (Beethoven talvez seja a maior vítima disso). Mesmo com toda sua erudição, a escrita de &amp;nbsp;Carpeaux é simples e direta (porém, repleta de elegância) nesse livro que serve muito bem como um guia de cada estilo e seus principais
compositores.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Nos últimos capítulos
ele inclui uma cronologia de compositores e das obras mais marcantes da
história da música erudita.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mesmo lido há apenas
um ano atrás, tenho o aberto regularmente e revisitado algumas passagens, tornou-se para mim um verdadeiro livro de cabeceira.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29607797-6805083926595912102?l=rockngeral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://rockngeral.blogspot.com/feeds/6805083926595912102/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29607797&amp;postID=6805083926595912102" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/6805083926595912102?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/6805083926595912102?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://rockngeral.blogspot.com/2012/01/o-livro-de-ouro-dahistoria-da-musica.html" title="" /><author><name>Robert Moura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01923254662300791116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://1.bp.blogspot.com/-lPKMGf4y1Ys/TyPdJnUB-4I/AAAAAAAAAPs/crpPcQiVRDY/s220/rm.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-oKnRoCq2XT8/TyAQ9hmaxOI/AAAAAAAAAPU/Q2aM91tD5eo/s72-c/Livro+de+Ouro+da+Hist%25C3%25B3ria+da+M%25C3%25BAsica+Otto+Maria+Carpeaux.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUIEQXkzeCp7ImA9WhRUEUs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-29607797.post-6920023779226783590</id><published>2012-01-21T15:38:00.000-02:00</published><updated>2012-01-21T15:38:20.780-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-21T15:38:20.780-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Paul McCartney" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Livros" /><title /><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Each
One Believing - Paul McCartney On Stage, Off Stage and Backstage&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-s8rwb52VbQg/Txqr6Gfca3I/AAAAAAAAAPE/UHpd76s4f3Q/s1600/Each+One+Believing+Paul+McCartney.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://1.bp.blogspot.com/-s8rwb52VbQg/Txqr6Gfca3I/AAAAAAAAAPE/UHpd76s4f3Q/s400/Each+One+Believing+Paul+McCartney.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;i style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;...continuando a repassar as “leituras musicais” do ano de 2011...&lt;/i&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Each One Believing&lt;/b&gt; é um livro de fotos da
turnê mundial de &lt;b&gt;Paul McCartney&lt;/b&gt; de
2002-03, lançado em 2004 pela Chronicle Books. &lt;b&gt;Bill Bernstein&lt;/b&gt; que trabalha com Paul desde a &lt;b&gt;Get Back Tour&lt;/b&gt; de 1989 é o autor das fotos ao longo das 211 páginas
do livro que mostram Paul, banda e sua&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;enorme&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;equipe (só na montagem de palco
chegam a ser mais de 140 envolvidos) que inclui roadies, técnicos de som, iluminação e vídeo,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;além de&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;seguranças, motoristas, cozinheiros, divulgadores, promotores, entre
outros assessores, nos bastidores e no palco, sem esquecer do público também merecedor de alguns cliques.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Heather Mills&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;, então esposa de Paul, se faz bem presente no livro que tem formato grande (28,5 cm x 23,5 cm)
e como deve ser num livro de fotos, o papel é de alta qualidade numa produção
esmerada em todos os detalhes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Entre os concertos
focalizados estão as apresentações em Nova York no Madison Square Garden em
favor das vítimas do 11 de setembro, no Coliseu em Roma, na Praça Vermelha em
Moscou, em sua cidade natal, Liverpool onde ele encerrou essa empreitada e mais algumas dezenas de shows ao redor do mundo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mesmo se tratando de
um livro de fotografias ele é recheado de textos e entrevistas com Paul, sua
banda formada por &lt;b&gt;Rusty Anderson&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;Brian Ray&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;Abe Laboriel Jr.&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;Paul
"Wix" Wickens&lt;/b&gt; e boa parte do pessoal da equipe que revelam
questões técnicas da produção ao mesmo tempo em que traz casos por vezes banais,
mas que não deixam de ser interessantes para quem já leu tudo (ou quase tudo)
sobre o artista e já não encontra novas informações com frequência. Por
exemplo, você algum dia desconfiaria que Paul e banda pudessem cantar uma música
dos &lt;b&gt;Monkees&lt;/b&gt; como aquecimento de voz antes de entrarem no palco? Esse é o tipo
de curiosidade bacana que o livro tem. Até alguns itens do cardápio vegetariano
preparado pelos cozinheiros que viajam com a tour são citados. As fotos mais
interessantes sem dúvidas são as de bastidores já que Bersntein teve acesso
irrestrito e clicou cenas às quais outras lentes não teriam acesso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;É um belo registro da
tour. Nas últimas páginas o livro tem uma espécie de guia com alguns termos
usados por Paul e equipe no dia-a-dia das turnês. Um exemplo? TOUR VIRGIN: é
usado para designar um membro da equipe que está participando de uma turnê com eles pela primeira vez. E o livro praticamente faz com o que leitor se sinta assim
acompanhando o "por trás do palco" de uma tour do velho Macca.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Ff4D8tdoEEw/Txqr_LgOhII/AAAAAAAAAPM/3Xh58m9AoE4/s1600/Paul+and+band+backstage.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="267" src="http://2.bp.blogspot.com/-Ff4D8tdoEEw/Txqr_LgOhII/AAAAAAAAAPM/3Xh58m9AoE4/s400/Paul+and+band+backstage.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Só para constar: não
levem em consideração a péssima qualidade de definição da foto acima extraída do
livro, ela é resultado de um Print Screen
e de uma edição no ruim e velho Paint, a qualidade no livro é de primeiríssima.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29607797-6920023779226783590?l=rockngeral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://rockngeral.blogspot.com/feeds/6920023779226783590/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29607797&amp;postID=6920023779226783590" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/6920023779226783590?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/6920023779226783590?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://rockngeral.blogspot.com/2012/01/eachone-believing-paul-mccartney-on.html" title="" /><author><name>Robert Moura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01923254662300791116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://1.bp.blogspot.com/-lPKMGf4y1Ys/TyPdJnUB-4I/AAAAAAAAAPs/crpPcQiVRDY/s220/rm.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-s8rwb52VbQg/Txqr6Gfca3I/AAAAAAAAAPE/UHpd76s4f3Q/s72-c/Each+One+Believing+Paul+McCartney.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak4NSH4zfip7ImA9WhRUFEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-29607797.post-3878184364055214739</id><published>2012-01-18T17:06:00.000-02:00</published><updated>2012-01-24T13:29:59.086-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-24T13:29:59.086-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Nei Lisboa" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Paul McCartney" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Discos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Beethoven" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Stravinsky" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Haydn" /><title /><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;2011 - Os Discos do
Ano&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-eji0tqj6q_I/Txb79GpnbgI/AAAAAAAAAOc/OmpQDWySESE/s1600/12012012photo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://4.bp.blogspot.com/-eji0tqj6q_I/Txb79GpnbgI/AAAAAAAAAOc/OmpQDWySESE/s400/12012012photo.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; text-align: justify;"&gt;Não se deixe levar
pelo título enganoso deste post, ele está longe de ser uma daquelas listas picaretas de “melhores” do ano, o fato é que resolvi conferir o que teve de
lançamentos de discos em 2011 e descobri (eu já sabia) que além de não ouvir
quase nada do que rola na atualidade (até os lançamentos de alguns prediletos
da casa ainda não caíram em minhas mãos como o disco do Clapton com Wynton
Marsalis e o ballet Ocean´s Kingdom composto por Paul McCartney), o Rock se fez
mais presente em livros e shows do que discos em minha vida em 2011, mas a idéia aqui não é outra senão apresentar os discos que me
pintaram no ano que se passou, independente do ano em que foram lançados. A
lista dos que me lembrei de ter adquirido e valem a pena ser citados e
convidados a serem ouvidos é essa:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Nei Lisboa - Vapor da
Estação (ao vivo) - 2010&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-w4Swf8CvyXc/Txb8DNmu1rI/AAAAAAAAAOs/gu9WR_wDGAI/s1600/cd+promo+vapor+da+esta%25C3%25A7%25C3%25A3o+nei+lisboa.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-w4Swf8CvyXc/Txb8DNmu1rI/AAAAAAAAAOs/gu9WR_wDGAI/s200/cd+promo+vapor+da+esta%25C3%25A7%25C3%25A3o+nei+lisboa.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;CD promocional lançado
em comemoração aos trinta anos de carreira do músico gaúcho &amp;nbsp;&lt;b&gt;Nei Lisboa&lt;/b&gt; juntamente com a turnê de mesmo
nome, a qual assisti a duas apresentações, uma em BH em 2010 e outra em 2011 em
Porto Alegre que em breve será comentada aqui na lista dos shows que vi no ano
passado. O show que consta no disco foi gravado dentro do Projeto Toca Brasil
em São Paulo no ano de 2004 e traz canções como &lt;i&gt;Telhados de Paris, Baladas,
Dirá, Dirás, Pra Te Lembrar&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Cena Beatnik&lt;/i&gt;, a única faixa inédita do disco é
&lt;i&gt;Vapor da Estação&lt;/i&gt; e foi gravada em estúdio em Porto Alegre em 2010. Pop,
regional e minimalista. Nei é genial. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Obs: esse cd se trata
de um disco de divulgação para a imprensa e foi vendido apenas em alguns shows
do Nei, portanto não sei se ainda tem como adquiri-lo facilmente. De qualquer
forma os que se interessarem dêem uma passada no site oficial: &lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;a href="http://www.neilisboa.com.br/"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;http://www.neilisboa.com.br/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Beethoven - Complete Works (box com 85
cd's) 2011 - Brilliant Classics&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-We2NDbYFx8k/Txb8AFstSRI/AAAAAAAAAOk/wNLYgNGClXU/s1600/Beethoven+Complete+Works+on+cd.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="204" src="http://4.bp.blogspot.com/-We2NDbYFx8k/Txb8AFstSRI/AAAAAAAAAOk/wNLYgNGClXU/s320/Beethoven+Complete+Works+on+cd.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Um desejo antigo era
adquirir a obra completa do meu compositor predileto e uma barganha num site
gringo ajudou a resolver o problema. Só não sobrou tempo ainda para ouvir tudo
como se deve, mas do que ouvi posso destacar a presença dos pianistas Alfred
Brendel, Clara Haskil e Friedrich Gulda, o violinista Arthur Grumiaux e o
violoncelista Heinrich Schiff. Além das obras mais consagradas pelas quais o compositor
é conhecido como as suas sinfonias, quartetos de cordas, as sonatas e concertos
com grande destaque para o piano, violino e violoncelo, foi uma grata surpresa
tomar conhecimento de algumas obras "menores" de sua lavra como umas
peças vocais curtas (que não são necessariamente o ponto alto de sua obra) das
quais eu destaco as &lt;i&gt;Irish Songs&lt;/i&gt;, algumas composições para grupo de sopros e o
uso de bandolim na obra do grande mestre que eu também desconhecia. De repente,
quando terminar de ouvir os discos volto a comentá-los aqui.&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Joseph Haydn - Signature Classics (box com 5 cd's)
2008 C&amp;amp;B Productions&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-b9SPg7-7PVI/Txb8LunAeyI/AAAAAAAAAO8/mswsbktgRPI/s1600/Joseph+Haydn+Signature+Classics.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-b9SPg7-7PVI/Txb8LunAeyI/AAAAAAAAAO8/mswsbktgRPI/s200/Joseph+Haydn+Signature+Classics.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Espécie de Greatest
Hits do compositor esse box reúne algumas das sinfonias mais conhecidas de
&lt;b&gt;Haydn&lt;/b&gt;, um dos mestres (pero, no mucho) de Beethoven. Entre as obras, as
sinfonias: &lt;i&gt;L' Impériale N. 53 em D, Suprise N.94 em G, La Poule em Gm, The
Clock N.1O1 &lt;/i&gt;e a&lt;i&gt; London Symphony N.104 em D&lt;/i&gt;; e o &lt;i&gt;Quartetos de Cordas N.62 em C
"Emperor Quartet"&lt;/i&gt;. Na interpretação, o Caspar Salo Quartet, a
Orquestra Sinfônica de Berlin que aparece numa série de danças germânicas e
London Festival Orchestra, entre outras orquestras&amp;nbsp;europeias. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Works Of&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Stravinsky&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;- Sony Classics (box com
22 cd's) 2007&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ZPE2qototcI/Txb8GIaI2wI/AAAAAAAAAO0/F5qPUbfp4Bo/s1600/Works+Igor+Stravinsky.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-ZPE2qototcI/Txb8GIaI2wI/AAAAAAAAAO0/F5qPUbfp4Bo/s200/Works+Igor+Stravinsky.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Presente da mamãe,
esse é outro achado, a obra completa do compositor &lt;b&gt;Igor Stravinsky &lt;/b&gt;regida por
ele mesmo em sua quase totalidade e com sua presença ao piano em algumas peças.
Para os estudantes de música os trechos de alguns ensaios são um ótimo bônus
que mostram Stravinsky corrigindo algumas interpretações dos músicos e sugerindo
como deve soar o fraseado de determinadas passagens. Na maior parte das obras a
orquestra é a Columbia Symphony Orchestra com destaque para CBC Symphony
Orchestra que também aparece com frequência e a Royal Philharmonic Orchestra na ópera&amp;nbsp;&lt;i&gt;The Rake's Progress&lt;/i&gt;. Quando Stravinsky não comanda a batuta quem rege é seu
amigo Robert Craft. Os notórios ballets, &lt;i&gt;The Firebird, Petrushka&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Le
Sacre du Printemps&lt;/i&gt; dispensam comentários, pelo menos os meus, que cito aqui a
&lt;i&gt;Sinfonia em E-flat Op.1&lt;/i&gt; e as &lt;i&gt;Miniature Masterpieces&lt;/i&gt; entre as que mais me
agradaram no pacote que ainda também não terminei de ouvir. Ah, não poderia
deixar de destacar a presença do grandessíssimo violonista brasileiro Laurindo
de Almeida na série &lt;i&gt;Four Songs&lt;/i&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Paul McCartney - RAM - 1971 EMI&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-bsJMFr2OCfQ/Txb7x5pz5jI/AAAAAAAAAOU/V_5NVbk9bKw/s1600/Ram+Paul+McCartney.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-bsJMFr2OCfQ/Txb7x5pz5jI/AAAAAAAAAOU/V_5NVbk9bKw/s200/Ram+Paul+McCartney.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ok, minha lista de
discos de 2011 inclui um álbum lançado 40 anos antes, mas eu disse que era
simplesmente uma lista de discos adquiridos no ano, né? E por ironia quase que
eu não incluía um disco de rock no pacote. Esse foi um presente do Sr.
Francisco que é um velho bêbado que costuma frequentar os mesmos “butecos” (e
por coincidência também as mesmas mesas de “buteco”) que eu. Disco do cara
provavelmente mais citado neste blog, veio em boa hora numa edição em vinil que
já tinha espaço reservado na estante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;Too Many People, Heart
Of The Country, Uncle Albert/Admiral Halsey&lt;/i&gt; com arranjo do velho parceiro
George Martin (que acabou por ganhar o Grammy de melhor arranjo pop do ano)
estão nele, além de uma das minhas canções prediletas e pouco lembradas de
Paul: &lt;i&gt;Dear Boy&lt;/i&gt;. De quebra uma daquelas baladas como só Paul sabe fazer,&amp;nbsp;&lt;i&gt;The Back
Seat Of My Car&lt;/i&gt; na qual o baterista Denny Seiwell que considera Ram o melhor
disco já produzido por Paul, diz ter se inspirado na música brasileira para
gravá-la.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em tempo: a expressão
Ram On, título de uma das músicas do álbum Ram (carneiro em inglês, o bichinho que Paulie segura na capa do disco) significa
"entrar de cabeça", "ir fundo", "meter a cara",
"ser positivo" então essa fica sendo a mensagem (ainda que tardia)
aos leitores do rockngeral para o ano que se inicia... e paciência, muita paciência...
aliás, quem tiver p'ra vender me avise que eu 'to comprando.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29607797-3878184364055214739?l=rockngeral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://rockngeral.blogspot.com/feeds/3878184364055214739/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29607797&amp;postID=3878184364055214739" title="5 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/3878184364055214739?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/3878184364055214739?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://rockngeral.blogspot.com/2012/01/2011-os-discos-doano-nao-se-deixe.html" title="" /><author><name>Robert Moura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01923254662300791116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://1.bp.blogspot.com/-lPKMGf4y1Ys/TyPdJnUB-4I/AAAAAAAAAPs/crpPcQiVRDY/s220/rm.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-eji0tqj6q_I/Txb79GpnbgI/AAAAAAAAAOc/OmpQDWySESE/s72-c/12012012photo.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>5</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkAFRX0-eSp7ImA9WhRUF0g.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-29607797.post-5382051917466865612</id><published>2012-01-14T10:46:00.000-02:00</published><updated>2012-01-28T09:38:34.351-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-28T09:38:34.351-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Lobão" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Keith Richards" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Livros" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Eric Clapton" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Beatles" /><title /><content type="html">&lt;b style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;50 Anos a
Mil – A doce vida bandida de Lobão&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-m0NBxuD_Rjs/TxF3kKTN3wI/AAAAAAAAAOM/UuMm1Yoig1c/s1600/50+anos+a+mil+Lob%25C3%25A3o.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://4.bp.blogspot.com/-m0NBxuD_Rjs/TxF3kKTN3wI/AAAAAAAAAOM/UuMm1Yoig1c/s400/50+anos+a+mil+Lob%25C3%25A3o.jpg" width="263" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O livro
&lt;b&gt;50 Anos A Mil&lt;/b&gt;, autobiografia de &lt;b&gt;Lobão&lt;/b&gt; publicado pela Nova Fronteira pode
figurar tranquilamente ao lado das autobiografias de Keith Richards e Eric
Clapton (ambas já comentadas aqui, sendo que o próprio Lobão citou o livro
assinado por Clapton como uma influência para escrever sua biografia) no que
tange a sinceridade empregada por ele para contar sua história.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Lobão que
sempre foi um cara bom no uso das palavras não decepcionou e escreveu um livro
realmente digno de nota em parceria com o jornalista Cláudio Tognolli que
também é responsável pelo trabalho de pesquisa das matérias publicadas na
imprensa inseridas no livro que confirmam a veracidade da história (em boa
parte quase inacreditável mesmo) contada por Lobão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Nunca
tinha lido uma biografia com a qual me sentisse tão envolvido com os fatos
porque apesar das quase duas décadas de diferença de idade em relação ao
músico, acompanhei toda sua trajetória a partir do estouro da música &lt;i&gt;Me Chama&lt;/i&gt;
em 1984, passando pelos lançamentos de todos os discos subseqüentes como o
marcante &lt;b&gt;Vida Bandida&lt;/b&gt; (que ganhei de presente de um amigo de colégio), as
prisões, a apresentação polêmica no Rock In Rio II, a briga com as gravadoras,
o lançamento do emblemático &lt;b&gt;A Vida É Doce&lt;/b&gt; pela sua gravadora Universo Paralelo (quando
assisti a uma palestra sua em Belo Horizonte e até dei uma "palinha"
com ele, lembrando a letra de &lt;i&gt;Help!&lt;/i&gt; dos Beatles). Enfim, a cada nova estória
desse período para cá eu me inseria no contexto lembrando o que estava fazendo
na época, recordando muitas de suas canções, várias inclusive que eu costumava
tocar no violão como &lt;i&gt;Chorando no Campo, Por Tudo Que For, Sem Você Não Dá,
Decadence Avec Elegance, Tudo Veludo&lt;/i&gt; e por mais tristes e cruéis que possam ser
algumas passagens da vida de Lobão na maior parte do tempo me vinham boas lembranças
e pela impressão deixada pelo livro para ele também foi assim. Vida bandida! Vida
louca, vida breve! Dolce Vita! A vida é doce...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29607797-5382051917466865612?l=rockngeral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://rockngeral.blogspot.com/feeds/5382051917466865612/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29607797&amp;postID=5382051917466865612" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/5382051917466865612?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/5382051917466865612?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://rockngeral.blogspot.com/2012/01/50-anos-amil-doce-vida-bandida-de-lobao.html" title="" /><author><name>Robert Moura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01923254662300791116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://1.bp.blogspot.com/-lPKMGf4y1Ys/TyPdJnUB-4I/AAAAAAAAAPs/crpPcQiVRDY/s220/rm.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-m0NBxuD_Rjs/TxF3kKTN3wI/AAAAAAAAAOM/UuMm1Yoig1c/s72-c/50+anos+a+mil+Lob%25C3%25A3o.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUYARXw9fSp7ImA9WhRVEkw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-29607797.post-5103169391577893944</id><published>2012-01-07T11:38:00.000-02:00</published><updated>2012-01-10T15:39:04.265-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-10T15:39:04.265-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Paul McCartney" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Mick Jagger" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Bob Marley" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Rolling Stones" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Keith Richards" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Chuck Berry" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Livros" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Brian Jones" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Eric Clapton" /><title /><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Vida - Keith Richards
(ou Manual de Sobrevivência de um Rolling
Stone)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-rjRTitiyYcU/TwhJAg62f8I/AAAAAAAAAOE/Memp7HpG49I/s1600/Vida+Life+Keith+Richards.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://3.bp.blogspot.com/-rjRTitiyYcU/TwhJAg62f8I/AAAAAAAAAOE/Memp7HpG49I/s400/Vida+Life+Keith+Richards.jpg" width="280" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Na tentativa de tirar o atraso do blog que ficou
praticamente parado durante todo o ano de 2011 darei uma repassada aqui em
alguns shows, lançamentos de discos, livros e acontecimentos no universo do
rock e da música em geral ocorridos nesse período. Em alguns casos é só para
lembrar, em outros como nos discos e livros fica a dica para quem ainda não
ouviu ou leu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Começo então com uma das melhores leituras do ano que foi a
autobiografia de &lt;b&gt;Keith Richards&lt;/b&gt; que
embora lançada no fim de 2010, eu li em 2011. Com o título simples e incisivo
de &lt;b&gt;Vida&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;Life &lt;/i&gt;no original editado pela Little, Brown &amp;amp; Company), o livro foi lançado no Brasil pela Editora Globo. Numa narrativa muito boa (coordenada por James Fox) e recheada de detalhes, ele
conta a sua história e a dos Rolling Stones como nenhum biógrafo poderia fazer, do ângulo
de quem viu os acontecimentos de dentro; cheio de humor e da boa malandragem
que a vida o ensinou. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mesmo abordando muito o lado pessoal (por mais que eu leia
biografias com certa freqüência esse aspecto não costuma ser o que mais me
interessa a não ser quando os fatos citados realmente influem e refletem no
trabalho do biografado ou fornecem pistas para compreensão de sua obra), Keith
capricha nas informações sobre composições e nas gravações da banda, seu estilo
de tocar guitarra e ainda alguns dos equipamentos usados por ele. Sem fazer
restrições ele solta tudo, desfaz o mito de Brian Jones, fala das drogas de uma
maneira aberta e honesta, assim como Clapton fez em seu livro que ao contrário
do que se possa pensar, em ambos os casos está muito longe de estimular o seu
uso (os dois viveram longos dramas para se livrarem do vício em heroína). Todas
as polêmicas em que se envolveu na vida estão lá, as prisões, o casamento conturbado
com Anita Pallenberg, as loucuras nas estradas numa época em que os esquemas de
segurança eram bem diferentes de hoje, as lendas sobre as supostas trocas de
sangue que ele teria realizado (confesso que eu mesmo cheguei a acreditar nisso
durante um bom tempo). Ele ainda discorre sobre os desentendimentos com o amigo e parceiro de banda Mick Jagger, mostra um lado talvez inesperado de personalidades como Chuck
Berry e Bob Marley e revela a parceria numa canção que começou a fazer com Paul
McCartney há poucos anos atrás que acabou esquecida por eles. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Juntando tudo, o que temos é quase um manual de
sobrevivência de Mr. Keith Richards (mas não vá tentar usá-lo, tenho a
impressão que não daria certo com mais ninguém). Ele jura na orelha do livro
que não se esqueceu de nada. Uma pena. Bem que ele poderia se lembrar de mais
estórias para contar numa versão atualizada do livro.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29607797-5103169391577893944?l=rockngeral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://rockngeral.blogspot.com/feeds/5103169391577893944/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29607797&amp;postID=5103169391577893944" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/5103169391577893944?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/5103169391577893944?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://rockngeral.blogspot.com/2012/01/vida-keith-richardsou-manual-de.html" title="" /><author><name>Robert Moura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01923254662300791116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://1.bp.blogspot.com/-lPKMGf4y1Ys/TyPdJnUB-4I/AAAAAAAAAPs/crpPcQiVRDY/s220/rm.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-rjRTitiyYcU/TwhJAg62f8I/AAAAAAAAAOE/Memp7HpG49I/s72-c/Vida+Life+Keith+Richards.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0IHRn44fip7ImA9WhRWGUg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-29607797.post-157998748419786610</id><published>2011-12-31T11:00:00.000-02:00</published><updated>2012-01-07T13:52:17.036-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-07T13:52:17.036-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Elvis Costello" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="DVD´s" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Chet Baker" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Van Morrison" /><title /><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;Um Fim De Semana com Chet Baker&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-3HEp1_0r6wE/Tv8FuLqGgEI/AAAAAAAAANc/an2Y6AdPmLA/s1600/chet+baker.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="275" src="http://1.bp.blogspot.com/-3HEp1_0r6wE/Tv8FuLqGgEI/AAAAAAAAANc/an2Y6AdPmLA/s400/chet+baker.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Num fim de
semana caseiro no mês passado acabei assistindo quatro DVD´s de Chet Baker
quase sem pausa . Três deles são dedicados a shows e um se trata do
documentário Let´s Get Lost sobre a vida do músico. Uma verdadeira pletora de
pérolas musicais de comovente emoção, ainda mais quando se vê em tão curto
tempo um vídeo em que ele aparece razoavelmente jovem e aparentando estar bem
fisicamente e noutro instante o encontramos já extremamente debilitado devido
aos abusos com o uso de drogas que cometeu durante toda a vida e aparentando
ter pelo menos 20 anos a mais do que a sua idade real, porém, em ambos os casos
o músico consegue deixar fluir sua arte com genialidade. Chet é um dos casos
não muito comuns em que um grande instrumentista se mostra também um cantor
excepcional. Ele é um tipo de gênio ao qual ninguém, nem mesmo o mais leigo dos
mortais (estou falando de mim mesmo), consegue passar indiferente à sua arte,
assim como quando se vê um quadro de Picasso ou uma obra de Niemeyer.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Os títulos em
questão: &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Live ’64
&amp;amp; ‘79&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-uzrSGnqyme0/Tv8F9UFN3BI/AAAAAAAAANk/PVFYTw7aHg0/s1600/6479.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-uzrSGnqyme0/Tv8F9UFN3BI/AAAAAAAAANk/PVFYTw7aHg0/s200/6479.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;O primeiro
show foi gravado para a TV belga e se trata do programa Jazz Pour Tous. Quando
o vídeo começa tem-se a impressão que se trata de uma cena de um filme, você
fica esperando os atores entrarem, mas a atuação impecável fica mesmo por conta
de Chet e sua banda que conta com René Urtreger ao piano, Luigi Trussardi no
baixo e Franco Manzacchi na bateria e Jacques Pelzer no sax alto e flauta. Um
pecado dizer isso, mas esse vídeo vale até sem o som, a fotografia e os
enquadramentos produzem belíssimas imagens não muito comuns de se verem se
tratando de um programa televisivo. O segundo show traz uma perfomance gravada
em 1979 acompanhada de uma entrevista onde ele confessa logo no início que não
gosta de rock (o rockngeral entende e o perdoa), mas isso não impediu que anos
mais tarde ele gravasse com o rockeiro punk Elvis Costello que inclusive
participa de um dos shows da lista que se segue. A banda que o acompanha é o
Chet Baker Quartet com a incomum formação de trompete, piano(Michel Grailler),
baixo (Jean Luis Reassenfosser) e vibrafone (Wolfgang Lackschmid).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="EN-US" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Live At Ronnie Scott´s (1986)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span lang="EN-US" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-GVsRiu7vAc8/Tv8F-bdR3KI/AAAAAAAAAN0/RNfzHU4ECSs/s1600/Chetscott%25C2%25B4s.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-GVsRiu7vAc8/Tv8F-bdR3KI/AAAAAAAAAN0/RNfzHU4ECSs/s200/Chetscott%25C2%25B4s.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Para mim o
mais tocante do pacote, a começar pela abertura com uma grande dose de
dramaticidade em que a câmera se concentra por alguns segundos no rosto
extremamente triste e debilitado do músico antes que ele toque as primeiras
notas. Acompanhado pelo piano de Michel Graillier e o baixo Riccardo Del Fra,
ele recebe as participações especiais de Van Morrison e Elvis Costello. Esse
DVD também traz uma entrevista com o músico. Singelo e sublime.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;The Complete
Tokyo (1987)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-DmRF8845sp8/Tv8F91ObOBI/AAAAAAAAANs/NIWXuKXBjBo/s1600/Chetokyo.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-DmRF8845sp8/Tv8F91ObOBI/AAAAAAAAANs/NIWXuKXBjBo/s200/Chetokyo.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Mais uma vez
em formato quarteto, dessa vez mais tradicional formado por Harold Danko na
bateria, Hein Van de Geijn no baixo e John Engels ao piano, Chet faz uma de
suas últimas perfomances pouco antes de sua morte trágica em 1988, quando caiu
(ou se atirou) de um quarto de hotel em Amsterdã.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Let´s Get
Lost&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-N55SogoiCSQ/Tv8F-rfvCpI/AAAAAAAAAN8/LWByHi8qQlw/s1600/Let%25C2%25B4s+Get+Lost.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-N55SogoiCSQ/Tv8F-rfvCpI/AAAAAAAAAN8/LWByHi8qQlw/s200/Let%25C2%25B4s+Get+Lost.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Por fim, o
documentário Let´s Get Lost de Bruce Weber, todo em preto e branco mostra a
trajetória tensa que foi a vida de Chet Baker com entrevistas com o próprio,
além de familiares, amigos, músicos e produtores. Cenas e mais cenas preciosas
de arquivo, do músico no dia-a-dia e nas últimas gravações. Mais que um
documento musical, esse é um grande documento humano. Weber mostra com
imparcialidade o lado bom e o não tão louvável do homem Chesney Henry Baker Jr.
e a genialidade do artista Chet Baker. Se você não curte jazz, mas gosta de
filmes e boas estórias, pode ver esse documentário só por isso. Mas eu tenho
certeza que não vai passar batido por Chet Baker. Não mesmo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29607797-157998748419786610?l=rockngeral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://rockngeral.blogspot.com/feeds/157998748419786610/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29607797&amp;postID=157998748419786610" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/157998748419786610?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/157998748419786610?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://rockngeral.blogspot.com/2011/12/um-fim-de-semana-com-chet-baker-num-fim.html" title="" /><author><name>Robert Moura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01923254662300791116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://1.bp.blogspot.com/-lPKMGf4y1Ys/TyPdJnUB-4I/AAAAAAAAAPs/crpPcQiVRDY/s220/rm.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-3HEp1_0r6wE/Tv8FuLqGgEI/AAAAAAAAANc/an2Y6AdPmLA/s72-c/chet+baker.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEABSH4yfSp7ImA9WhRWGUg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-29607797.post-5484518213625146439</id><published>2011-12-20T17:08:00.000-02:00</published><updated>2012-01-07T14:12:39.095-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-07T14:12:39.095-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="George Harrison" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Derek Taylor" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Paul McCartney" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="John Lennon" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Wings" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Livros" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Beatles" /><title /><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;I Me Mine - A "Autobiografia" de George Harrison&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-JhdjeM1yUeA/TvDVSMqUpGI/AAAAAAAAANQ/ZCQJlfh4JGg/s1600/1George-Harrison-I-Me-Mine-390599.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://4.bp.blogspot.com/-JhdjeM1yUeA/TvDVSMqUpGI/AAAAAAAAANQ/ZCQJlfh4JGg/s400/1George-Harrison-I-Me-Mine-390599.jpg" width="260" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A leitura da vez é a autobiografia de &lt;b&gt;George Harrison&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;I Me Mine&lt;/b&gt;,
lançada originalmente pela Genesis Publications em 1980 numa edição limitada de apenas duas mil cópias e
tem seu título emprestado de uma de suas canções da fase-beatle, lançada no
disco &lt;b&gt;Let It Be&lt;/b&gt;, a edição que chegou às minhas mãos é a de 2002 lançada pela
Chronicle Books e tem uma introdução assinada pela sua viúva &lt;b&gt;Olivia Harrison&lt;/b&gt; . O
livro não chega a ser mesmo o que se poderia chamar de uma biografia, o texto
não é muito linear e embora siga uma ordem cronológica, George pula fases e
acontecimentos importantes. Ele consiste em três partes sendo que na primeira
George narra para seu ghost-writer &lt;b&gt;Derek Taylor&lt;/b&gt;, ex-assessor de impressa dos
&lt;b&gt;Beatles&lt;/b&gt; os fatos que ele queria desabafar da sua vida. Derek Taylor adiciona
notas no decorrer da narrativa esclarecendo alguns detalhes e dando uma visão
mais histórica dos fatos. Sobre os Beatles, George deve ter suposto que todo
mundo já sabe tudo e se resumiu mais aos bastidores e mostrar o lado chato da
Beatlemania para quem era um beatle. Nesse caso, o beatle que provavelmente se
divertiu menos com aquilo tudo. (&lt;i&gt;Realmente
deve ser horrível ganhar milhões de dólares, conquistar número igual de
admiradores do seu trabalho que exaltam sua genialidade e ter um monte de
garotas lindas correndo atrás de você por todos os cantos. Pensando nisso eu
até desmanchei uma banda que eu tinha há uns anos atrás quando o risco dela se
tornar um sucesso mundial se tornou iminente. Quem pensa diferente do George e
de mim é seu ex-parceiro de banda &lt;b&gt;Paul McCartney &lt;/b&gt;que não satisfeito com os
resultados da Beatlemania, criou os &lt;b&gt;Wings&lt;/b&gt; depois do fim dos Beatles que
resultou na Wingsmania, e continua a carreira solo difundindo a Maccamania em
qualquer país onde ele pise para fazer um concerto. Pobre Paul, deve ser um
saco levar a vida assim&lt;/i&gt;). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Brincadeiras à parte, é muito honesto quando George reclama
de algumas situações que eles passaram como o caso de Manila, nas Filipinas, quando
foram quase linchados por não comparecem a uma festa da família real; os
eventos formais que eles tinham que comparecer, as autoridades que eram
obrigados a receber, a falta de liberdade para sair normalmente às ruas sem o
assédio louco das fãs e todo tipo de pressão que eles sofriam que culminou na sua
frase: “eles (o público) nos deram seu dinheiro e nós lhes demos nossos
sistemas nervosos”. Enfim, é o preço que se paga.&amp;nbsp; Será que ele abriria mão de todo o lance
beatle para ser um simples herói da classe trabalhadora inglesa? Ou trocaria os
rendimentos de um músico mundialmente famoso pelos de um jardineiro (que era
seu grande hobby) como ele gostava de se auto-intitular? Abandonaria os jardins-quase-da-babilônia
da sua casa-mansão-quase-castelo pelo quintal da casa da Rua Arnold Grove para
viver feliz no anonimato? Todas as coisas passam e nenhuma delas é perfeita,
George. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No mais, ele fala da Índia pela questão espiritual (tem
também um trecho muito bom aonde ele comenta sobre seus estudos de cítara e das
técnicas para se tocar o instrumento), do relacionamento com os humoristas do Monty Pyton que não por acaso são as passagens mais leves e alegres da narrativa e um pouco de Fórmula 1 nas pouco mais de
60 páginas reservadas a tal autobiografia que parece mais com trechos editados
de uma entrevista do que um livro em si, porém, suficiente para ele reclamar
tanto do lado chato que a popularidade rende que já estava quase me sentindo
culpado por ser beatlemaníaco, fico aliviado de pelo menos nunca ter cruzado com
ele e o incomodado pedido um autógrafo ou tentando explicar em 15 segundos como
sua música foi importante para mim. Sem se preocupar com detalhes, ele corta da
fase Hamburgo direto para a Beatlemania nos EUA, não comenta sobre processos de
gravação, não aborda quase nada da carreira solo, enfim tudo soa muito vago e
superficial para um livro que pretendia ser uma biografia, até porque nem mesmo
da sua vida ele fala muito. E o &lt;b&gt;John Lennon&lt;/b&gt; ainda ficou sentido por achar que
não teve seu nome citado como deveria no livro, mas ele aparece lá mais do que
qualquer um dos outros Beatles e das duas esposas do George ou seu filho &lt;b&gt;Dhani&lt;/b&gt;.
O texto é entremeado com alguns belos desenhos que são um ponto positivo do
livro, eles mostram desde localidades das cidades de Liverpool e Londres a violões
e figuras orientais, sobra espaço até para um Porsche de George. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A segunda parte é dedicada às fotografias, uma sequência de
imagens em preto e branco, com algumas fotos raras do arquivo pessoal do músico.
Mas o grande valor desse livro está mesmo na terceira parte, um capítulo com todas suas letras comentadas por ele mesmo que revela uma série de fatos interessantes
acerca das canções, pena que por ter sido escrito em 1980 e não tenha tido uma
versão atualizada não contenha comentários sobre as canções dos trabalhos
subseqüentes de George. Um detalhe especial são as reproduções de todas as letras nos originais escritos à mão por George, "Don´t Bother Me" e "Think For Yourself" foram reescritas por ele na época do lançamento porque ele não disponibilizava mais dos seus originais. Em alguns casos, as folhas originais mostram alguns desenhos de George que carregam alguma relação com o conteúdo da letras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O capítulo da “autobiografia” acaba deixando uma sensação triste que eu sempre tive de um George rancoroso (como acho que também sou) embora
aparentemente espiritualizado (como acho que também sou). Penso que ele passou
todo esse tempo procurando um pouco de paz e harmonia para sobreviver nesse
mundo cão, espero que tenha encontrado nas quase duas décadas de vida seguintes
ao livro e onde estiver agora. Hare Khrisna.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29607797-5484518213625146439?l=rockngeral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://rockngeral.blogspot.com/feeds/5484518213625146439/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29607797&amp;postID=5484518213625146439" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/5484518213625146439?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/5484518213625146439?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://rockngeral.blogspot.com/2011/12/i-me-mine-autobiografia-de-george.html" title="" /><author><name>Robert Moura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01923254662300791116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://1.bp.blogspot.com/-lPKMGf4y1Ys/TyPdJnUB-4I/AAAAAAAAAPs/crpPcQiVRDY/s220/rm.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-JhdjeM1yUeA/TvDVSMqUpGI/AAAAAAAAANQ/ZCQJlfh4JGg/s72-c/1George-Harrison-I-Me-Mine-390599.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>3</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0ANQHs4fSp7ImA9WhRWGUg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-29607797.post-8994209375371322915</id><published>2011-12-10T08:16:00.004-02:00</published><updated>2012-01-07T13:56:31.535-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-07T13:56:31.535-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Geral" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Tom Jobim" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Police" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="John Lennon" /><title /><content type="html">&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: bold;"&gt;Feriado em BH&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Aq2Ru9t7PFo/TuMy7eONqeI/AAAAAAAAANI/Y5inTHtpVd4/s1600/08122011%2528004%2529ed.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5684443151978047970" src="http://4.bp.blogspot.com/-Aq2Ru9t7PFo/TuMy7eONqeI/AAAAAAAAANI/Y5inTHtpVd4/s400/08122011%2528004%2529ed.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 300px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 400px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Oito de dezembro.  Relembro aqui mais uma vez do dia das mortes de John e Tom e do show do Police no Maracanã em 2007. Dessa vez longe da cidade maravilhosa, me encontro na minha amada/odiada Belo Horizonte. Feriado, dia da padroeira da cidade, Nossa Senhora da Conceição, apesar disso, um dia de trabalho para mim. Eu gosto de BH em dia de feriado, cidade vazia, ruas com pouco movimento, trânsito quase parado, é bom para quem gosta de vagar pelas ruas e ver coisas que não se vê na correria dos dias comuns. Depois da labuta, preguiça de voltar para casa, o clima sugere um “buteco” no fim da tarde e lá vou. Rua da Bahia no centro, um bar que embora tenha sido o mais freqüentado nos últimos tempos eu nem sei o nome e não faço força para saber, para mim é o bar da Bahia e pronto. É assim que os amigos que o freqüentam comigo também o chamam. Porém, hoje a cerveja é solitária, como gosto de beber às vezes. Sentado, cerveja servida, Miles Davis no &lt;span style="font-style: italic;"&gt;headphone&lt;/span&gt; e umas mexidas na internet pelo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;smartphone&lt;/span&gt;, coisa inimaginável para mim até uns poucos meses atrás, quando nem sequer usava celular (ainda prefiro o nome do bichinho no português de Portugal, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“telemóvel”&lt;/span&gt;, tentei adotar o termo aqui, mas sempre soa estranho pros outros e eu ainda precisava explicar às vezes o que era). Sozinho sempre se observa mais, o movimento das outras mesas, os prédios do outro lado da rua e a gente mesmo. O garçom pergunta pelo amigo que entre outros sempre vai lá comigo, explico que hoje eu tinha ido por acaso, no último minuto antes de pegar o ônibus de volta para casa. Vem-me em mente a idéia de fazer uma música falando de um feriado em BH, o começo da letra me surge na cabeça, mas não tenho ânimo para continuar, penso que se meu amigo e parceiro musical Eduardo estivesse presente provavelmente faríamos a letra na hora como já fizemos outras vezes em mesa de bar e esse tema inclusive seria perfeito para ele, acho que ele entenderia (entende) muito bem o que eu gostaria de dizer nessa letra e tentarei dizer nesse texto, embora ache que não dá para exprimir de forma muito direta sem empréstimos poéticos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De repente, bate uma saudade da Praça da Liberdade, penso comigo: “feriado, deve estar vazia com uma meia dúzia de punks por lá tocando violão no coreto”, como não custava muito chegar até lá, bastava subir alguns quarteirões a mais da rua, me pus a andar. No caminho, opa, um engarrafamento! Hein? Feriado em BH e um engarrafamento enorme? Mais para cima vejo um bom número de pessoas descendo a rua e avistando a praça de longe me dei conta da recém inaugurada iluminação de natal. Ah tá, todo mundo aproveitou o feriado para ir lá ver, e até que o trem ficou bonito, segurei meu lado chato para não ficar questionando quanto custou aquilo tudo, em algumas árvores umas luzes fazem um efeito de neve caindo (o eterno desejo caboclo de ser europeu, norte-americano ou qualquer país “chique” onde neve). Devido aos efeitos diuréticos da cerveja precisei de um banheiro, dei umas duas voltas pela praça procurando um sanitário químico e não achei nenhum, se tinha, estava bem escondido, tão bem escondido quanto o governador que se mandou do Palácio do Governo que fica na praça para a tal Cidade Administrativa lá nos confins do Judas, perto da cidade e Aeroporto de Confins. Super estratégico, fica longe do povo, das manifestações e ainda é uma ótima rota de fuga caso seja necessária algum dia. Enfim, a procura por um banheiro acabou me levando até a Biblioteca Pública que também fica pertinho da praça e devido a alguma atividade especial estava aberta àquela hora da noite. Estava com saudades de lá também, não do banheiro, mas da biblioteca, costumava passar um bom tempo durante a adolescência lá, hoje tento ir, mas o tempo não permite muito e os curtos rendimentos do trabalho pelo menos têm dado para comprar alguns livros que normalmente eu tomaria emprestados lá, ainda que também gostasse de freqüentar a sala de jornais e revistas e ficar lendo por lá. É um dos lugares que mais gosto na cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No retorno até a praça testemunho a enorme presença de camisas do Cruzeiro em detrimento de nenhuma do Atlético-MG, reflexos da histórica goleada de 6 a 1 aplicada pelo time celeste sobre o arqui-rival no fim de semana na última rodada do Campeonato Brasileiro. Aparecem duas camisas do Grêmio e uma do Corinthians que se sagrou campeão esse ano no dia da morte de um de seus (e meus) maiores ídolos, o Dr. Sócrates...grande perda. Junto com o Zico ele foi um dos grandes heróis da minha infância que não jogou no meu time (o Cruzeiro Esporte Clube para quem não sabe). É a vida. Pego outra cerveja, como um acarajé nada baiano e volto para casa quase triste. Quase feliz.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29607797-8994209375371322915?l=rockngeral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://rockngeral.blogspot.com/feeds/8994209375371322915/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29607797&amp;postID=8994209375371322915" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/8994209375371322915?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/8994209375371322915?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://rockngeral.blogspot.com/2011/12/feriado-em-bh-oito-de-dezembro.html" title="" /><author><name>Robert Moura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01923254662300791116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://1.bp.blogspot.com/-lPKMGf4y1Ys/TyPdJnUB-4I/AAAAAAAAAPs/crpPcQiVRDY/s220/rm.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-Aq2Ru9t7PFo/TuMy7eONqeI/AAAAAAAAANI/Y5inTHtpVd4/s72-c/08122011%2528004%2529ed.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>3</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkACSXs4eSp7ImA9WhRUF0g.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-29607797.post-3124565206421363465</id><published>2010-11-28T20:03:00.021-02:00</published><updated>2012-01-28T09:39:28.531-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-28T09:39:28.531-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="George Harrison" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Paul McCartney" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Roberto Carlos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="John Lennon" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Rolling Stones" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Wings" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Shows" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Beatles" /><title /><content type="html">&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O Lutador&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_d8FfJnEQ-YU/TPLc2KA0F_I/AAAAAAAAAMQ/JRZU905SLSs/s1600/paul_620x465daigo%2B%2Boliva%2Bg1.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5544736914205317106" src="http://1.bp.blogspot.com/_d8FfJnEQ-YU/TPLc2KA0F_I/AAAAAAAAAMQ/JRZU905SLSs/s400/paul_620x465daigo%2B%2Boliva%2Bg1.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 300px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 400px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Tentar descrever o show de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Paul McCartney&lt;/span&gt; com palavras é uma coisa extremamente vã, assim como o poeta &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Carlos Drummond de Andrade&lt;/span&gt; dizia que lutar com palavras era uma luta vã, mas, no entanto lutava, eu lutarei aqui para tentar descrever com minhas palavras como foi o show. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiro sou obrigado a lembrar que quinze anos separavam essa à minha primeira ida à cidade de São Paulo quando estive no Estádio do Pacaembu em janeiro de 1995 para assistir ao primeiro show no Brasil dos conterrâneos de Sir Paul, os &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Rolling Stones&lt;/span&gt;. Era a turnê Voodoo Lounge e o show foi fantástico, o primeiro grande show internacional que eu vi. Dois anos antes Paul havia passado pelo Brasil com a New World Tour e eu não me perdoava por ter perdido, na verdade também não me perdoava por ter perdido seu show no Maracanã em 1990 apesar da pouca idade em ambas as ocasiões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O tempo passa. São Paulo, 21 de novembro de 2010, por volta de 17h30min no horário de verão brasileiro, estou dentro do Morumbi, tenso, emocionado, faltam cerca de quatro horas para Paul entrar no palco, não acredito que estou aqui para ver um show dele, olho pro palco, pros equipamentos, penso: Caramba! Chegou minha vez&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O show começou com o tradicional vídeo de introdução mostrando fases de toda a carreira de Paul McCartney e fatos da história mundial durante sua jornada musical. Achei um pouco longo, em parte pela expectativa de ver o show começar e talvez porque tivesse pouco movimento sendo que ele consistia em fotos e recortes de jornais acompanhados de versões remixadas de algumas de suas canções. Achava bem mais bacana o vídeo da New World Tour, mas enfim, nada que desabonasse o show, foi legal ficar tentando reconhecer quem era quem nas fotos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Finda o vídeo e eis que ele surge no palco calçando uma botinha-beatle, usando uma calça preta, camisa branca, suspensório e o blazer azul que pegou emprestado com o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Rei Roberto Carlos&lt;/span&gt; (o blazer roxo que ele usou em Porto Alegre e na segunda apresentação em Sampa estava na tinturaria) e deixa a todos atônitos, acredito que especialmente àqueles que como eu nunca o tinha visto ao vivo. Sim, logo ali na frente, no palco, estava &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;James Paul McCartney&lt;/span&gt;, a lenda entre as lendas do rock, o cara responsável por todas aquelas canções e gravações magistrais que mudaram a história da música popular seja em carreira solo, com os &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Wings&lt;/span&gt; ou com aquela outra banda com a qual ele começou sua carreira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para começo de conversa, ele abriu o show com a canção que eu esperava, o medley &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Venus And Mars/Rockshow&lt;/span&gt;. Como ele também abriu outros shows dessa turnê e da anterior com &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Magical Mystery Tour&lt;/span&gt; (como aconteceu na apresentação da noite seguinte em São Paulo) eu fiquei com receio de não ter o prazer de ouvir esse medley magistral na abertura do show, embora também goste muito de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Magical Mystery Tour&lt;/span&gt;. Foi só Brian dedilhar os primeiros acordes no violão para a platéia enlouquecer mais do que já estava só de ver Paul e a banda no palco. Na sequência eles emendaram &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Jet&lt;/span&gt;, outra pancada sonora da fase Wings. Logo depois veio &lt;span style="font-style: italic;"&gt;All My Loving&lt;/span&gt;, a primeira canção dos &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Beatles&lt;/span&gt; que foi sucedida por Letting Go, outro grande rock dos Wings que nunca me soou tão bem quanto nessa versão. Aliás, a banda atual formada por &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Abe Laboriel Jr.&lt;/span&gt; (bateria e vocais), &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Paul “Wix” Wickens&lt;/span&gt; (teclados, vocais e eventualmente um violão), &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Brian Ray&lt;/span&gt; (guitarra, baixo e violão) e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Rusty Anderson&lt;/span&gt; (guitarra, violão e vocais), além de Paul (baixo, piano, violão, ukelele e bandolim) soa bem pesada, com uma pegada mais pra Wings do que para Beatles, ao contrário da banda que acompanhou Paul na &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Get Back Tour&lt;/span&gt; (1989/90) e na &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;New World Tour&lt;/span&gt; (1993) e talvez por isso mesmo Paul McCartney tenha dito que as canções dos Wings algumas vezes têm sido mais bem recebidas pelo público do que as dos Beatles. Que o leitor não imagine que as músicas dos Beatles não soem bem com a banda, muito pelo contrário, mas em termos de fidelidade sonora, realmente as músicas dos Wings soam mais próximas do Rock´n´Roll produzido por Paul durante os anos 1970. D&lt;span style="font-style: italic;"&gt;rive My Car&lt;/span&gt; precedeu &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Highway&lt;/span&gt; do projeto paralelo &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fireman&lt;/span&gt; (mais uma das incursões de Paul pelo universo da música experimental/eletrônica, dessa vez em parceria com o produtor &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Youth&lt;/span&gt;). &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Let Me Roll It&lt;/span&gt; fez com que Paul abandonasse o seu indefectível baixo Hofner em favor da guitarra pela primeira vez no show e foi outra que há tempos não ouvia com tanta empolgação. Depois ele sentou-se ao piano para convidar a platéia a uma viagem aos anos 1960, era uma chamada para entoar uma de suas mais belas baladas, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;The Long And Widing Road&lt;/span&gt;. Ainda ao piano dedicou a música que viria aos fãs dos Wings (como se já não tivesse tocado e ainda fosse tocar várias outras músicas dessa fase), acabei esquecendo que ele vinha executando &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Nineteen Hundred And Eigthy Five&lt;/span&gt; durante a turnê e fui pego de surpresa pela introdução da canção, motivo para subir mais um grau no nível de empolgação. Também ao piano e do repertório do Wings veio &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Let ‘Em In&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;My Love&lt;/span&gt;, feita para sua “gatinha, Linda”, como ele disse, esposa e parceira na banda e em toda a carreira solo até sua morte em 1998. De violão em punho atacou a introdução de I&lt;span style="font-style: italic;"&gt;´ve Just Seen a Face&lt;/span&gt; que arrepiou logo no primeiro acorde da introdução, impressionante o poder de comoção que Paul consegue &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_d8FfJnEQ-YU/TPLdSofoSGI/AAAAAAAAAMY/yjBhPK3ge4I/s1600/pm.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5544737403423967330" src="http://3.bp.blogspot.com/_d8FfJnEQ-YU/TPLdSofoSGI/AAAAAAAAAMY/yjBhPK3ge4I/s400/pm.JPG" style="cursor: hand; cursor: pointer; float: right; height: 400px; margin: 0 0 10px 10px; width: 239px;" /&gt;&lt;/a&gt;ter com sua música. O set acústico ainda rendeu &lt;span style="font-style: italic;"&gt;And I Love Her&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Blackbird&lt;/span&gt; e a homenagem a John na canção &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Here Today&lt;/span&gt; quando Paul pareceu ter se emocionado além do normal com a marcação de palmas iniciada pela platéia da arquibancada. Impressionante, essa era ainda apenas a décima quinta canção da noite e o todos já estavam mais que arrebatados. O baterista Abe arrancou risadas da galera ao ensaiar umas dancinhas durante &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Dance Tonight&lt;/span&gt;, sem descuidar do bumbo da bateria que continuava tocando enquanto mostrava seu potencial de dançarino. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mrs. Vanderbilt&lt;/span&gt;, outra pérola do disco &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Band On The Run&lt;/span&gt; que está sendo relançado numa nova masterização veio em seguida com direito a pulinhos empolgados de Paul durante o refrão. Para se recuperar do exercício extra, tocou a balada &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Eleanor Rigby&lt;/span&gt;, mais uma preciosidade musical que ele tem na manga. Com o ukelele ganhado de presente de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;George Harrison&lt;/span&gt;, Paul iniciou a versão intimista de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Something&lt;/span&gt; que vem fazendo há algum tempo para depois a banda se juntar a ele provocando uma catarse no público que ainda se somou com as imagens de fotos de George no telão. A comoção é total. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Sing The Changes&lt;/span&gt; também do segundo disco do Fireman é outra música que acabou parecendo mais um rock tradicional da carreira de Paul ao vivo do que parte de um projeto experimental assim como &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Highway&lt;/span&gt;. Entre tantas faixas de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Band On The Run&lt;/span&gt; não poderia faltar claro a música título, uma mini-suíte impecável. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ob-La-Di, Ob-La-Da&lt;/span&gt; que está sendo tocada por ele ao vivo pela primeira vez é tão contagiante que me fez pensar porque não havia sido tocada antes em outras turnês, parecia ser uma escolha tão óbvia pra um show. Daí para frente só deu Beatles: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Back In The USSR&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;I´ve Got A Feeling&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Paperback Writer&lt;/span&gt; (tocada com a mesma guitarra Epiphone Casino com a qual foi gravada por Paul em 1966), &lt;span style="font-style: italic;"&gt;A Day In The Life&lt;/span&gt; (emendando com &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Give Peace A Chance&lt;/span&gt; de John quando balões brancos surgiram no meio da platéia num ato combinado voluntariamente pelos fãs via internet) e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Let It Be&lt;/span&gt; até chegar à perfomance apoteótica de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Live And Let Die&lt;/span&gt; dos Wings com as explosões e fogos de artifícios. Para fechar, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Hey Jude&lt;/span&gt; que me pareceu a versão mais curta já tocada por ele em um show. Será que foi por eu estava lá que pareceu tão curta? A impressão não foi só minha. Pronto, finalizo aqui o enorme parágrafo para você ter uma idéia da sequência eletrizante de até então aproximadamente duas horas e vinte minutos de show. A banda agradeceu ao público e deixou o palco para...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
...voltarem logo em seguida para o bis que se iniciou com &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Day Tripper&lt;/span&gt; numa versão um pouco mais pesada que a original (como, aliás, já disse, soam as canções dos Beatles com a banda atual de Paul que já está com ele há dez anos), e depois teve &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Lady Madonn&lt;/span&gt;a e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Get Back&lt;/span&gt;. Sobrou tempo ainda para ele brincar e improvisar uma musiquinha com o nome de São Paulo. Pausa para respirar, tomar uma aguinha, quem sabe e...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
...Paul de volta ao palco com seu violão Epiphone Texan toca &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Yesterday&lt;/span&gt; acompanhado apenas pelos teclados de Wix que reproduzem o arranjo de quartetos de cordas escrito por &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;George Martin&lt;/span&gt; para canção originalmente gravada em 1965. Quando qualquer ser humano normal já teria aberto o bico depois de mais de duas horas e meia de show Paul tocou e principalmente cantou &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Helter Skelter&lt;/span&gt;, com aquela melodia alta e berrada como só ele consegue fazer. Ainda teve S&lt;span style="font-style: italic;"&gt;gt. Peppers Lonely Hearts Club Band (reprise) /The End&lt;/span&gt; para fechar a noite. Eu fiquei pensando que por ter sido um show tão bom, este deveria ter sido o melhor de TODA A CARREIRA dele (na verdade devo ter pensado assim porque eu estava lá pela primeira vez), mas, acho que foi um ledo engano, é impressionante, mas ele deve ser genial assim todas as noites. Na saída do palco Paul ainda tropeçou numa caixa de som e tomou um tombo que deixou a todos apreensivos por alguns segundos, porém ele levantou-se e continuou correndo e acenando para os fãs. Eu já tinha ficado bem preocupado que acontecesse um acidente assim com ele antes durante um pique que ele deu de um lado a outro do palco, mas no fim das contas o “véio” Macca parece estar bem melhor que o “véio” Moura e boa parte do público mais jovem que ele que estava lá, afinal ele parece até ter se cansado menos que nós que estávamos apenas assistindo. Eu desafio qualquer um aí a fazer isso e caso consiga, quero ver fazer aos 68 anos de idade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até a próxima, Paul!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PS.: Em alguns momentos durante o show obviamente começam a passar aqueles filminhos na cabeça, lembrando canções e fatos ligados a elas, um desses momentos foi quando me lembrei da primeira coisa que tive dos Beatles, uma fitinha k7 gravada de programas de rádio e numerada por mim como 000.000.1.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ah, o título da postagem é inspirado no poema de mesmo nome de Carlos Drummond de Andrade, cujos primeiros versos são citados no primeiro parágrafo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_d8FfJnEQ-YU/TPLeJFZlbbI/AAAAAAAAAMg/VBqaDGozHV4/s1600/PHTO0005.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5544738338896178610" src="http://2.bp.blogspot.com/_d8FfJnEQ-YU/TPLeJFZlbbI/AAAAAAAAAMg/VBqaDGozHV4/s320/PHTO0005.JPG" style="cursor: hand; cursor: pointer; float: left; height: 240px; margin: 0 10px 10px 0; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;Dedicado aos parceiros desse e vários outros shows: André "Geléia" Guimarães, Francisco "Pan" Falabella, Adinam Franco Gonçalves, Eduardo "Frejat" Dornelas, Natália Santana, Leandro "Parmalat" Leroy, Baratta e a todos que estiveram no show e aos que infelizmente não puderam ir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fotos: 1.internet;2.Robert Moura; 3.André Guimarães clica o autor do blog imitando o gesto de Paul no pôster da turnê instalado no Morumbi com uma de suas camisas do Rei Roberto Carlos sempre presentes em show de Rock pelo Brasil afora.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29607797-3124565206421363465?l=rockngeral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://rockngeral.blogspot.com/feeds/3124565206421363465/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29607797&amp;postID=3124565206421363465" title="4 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/3124565206421363465?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/3124565206421363465?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://rockngeral.blogspot.com/2010/11/o-lutador-tentar-descrever-o-show-de.html" title="" /><author><name>Robert Moura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01923254662300791116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://1.bp.blogspot.com/-lPKMGf4y1Ys/TyPdJnUB-4I/AAAAAAAAAPs/crpPcQiVRDY/s220/rm.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_d8FfJnEQ-YU/TPLc2KA0F_I/AAAAAAAAAMQ/JRZU905SLSs/s72-c/paul_620x465daigo%2B%2Boliva%2Bg1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>4</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0QEQHg6cCp7ImA9WhRWGUg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-29607797.post-9105397490383739592</id><published>2010-02-07T23:23:00.011-02:00</published><updated>2012-01-07T13:48:21.618-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-07T13:48:21.618-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Shows" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cranberries" /><title /><content type="html">&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;It´s Not My Imagination - The Cranberries em Belo Horizonte 31 de janeiro de 2010&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_d8FfJnEQ-YU/S29yoFX7vwI/AAAAAAAAALM/DF4Mg_FWAFk/s1600-h/03.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5435689308222373634" src="http://1.bp.blogspot.com/_d8FfJnEQ-YU/S29yoFX7vwI/AAAAAAAAALM/DF4Mg_FWAFk/s400/03.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 300px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 400px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
It´s not my imagination (isso não é minha imaginação), a frase estampada na camiseta de um fã-clube brasileiro e que faz trocadilho com uma canção da banda representa bem a feliz incredulidade com que a turnê brasileira foi recebida pelos fãs, a surpresa maior se deve ao fato de que a vocalista Dolores O´riordan acabara de lançar seu segundo disco solo e a banda estava parada desde 2001. Para quem, assim como eu esperava a banda por aqui há 15 anos ou mais e que praticamente não via muito probabilidade deles voltarem à ativa e muito menos tocar no Brasil, vê-los em Belo Horizonte (que não costuma receber muito shows internacionais, embora isso venha mudando um pouco) foi um choque maior ainda, difícil mesmo acreditar que não era apenas imaginação, mas,  os Cranberries desembarcaram no Brasil e fizeram um belíssimo show na minha amada-odiada Beagá.&lt;br /&gt;
Um domingo que começou atípico para mim, saído de casa com um mau-humor tremendo e com certo mal-estar, apesar de estar indo pra um show há tanto tempo esperado (a vocalista da banda, Dolores passou pelo Brasil em 2007, mas não pude assisti-la). Casa cheia com lotação esgotada. Eu mesmo não me lembrava (ou imaginava) que a banda tinha tanto prestígio aqui, o que me fez passar uns dias apreensivos depois de ter comprado o ingresso no início das vendas com receio que o show pudesse ser cancelado. Graças a Deus, Belo Horizonte mostrou que ainda é uma cidade roqueira. E digo roqueira mesmo porque o show do Cranberries foi muito rock´n´roll, confesso que eu mesmo não imaginava que eles fossem assim ao vivo, não tem DVD, Blu-ray, tela de 100 polegadas, imagem 300D, som 7000.1 que reproduza a sensação de ver um show ao vivo de verdade. Eu mesmo poderia ver até então a banda como sendo mais pop, mas nada disso, o som, a presença de palco de Dolores, a sinceridade, o espírito são definitivamente rock´n´roll e quando falo rock´n´roll, meus amigos, não estou falando de quatro caras cabeludos vestidos de preto no palco batendo a cabeça, estou falando daquilo que rolou lá atrás, no começo de tudo ou um pouco mais à frente, no princípio do fim.&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_d8FfJnEQ-YU/S29z85BgxbI/AAAAAAAAALc/TsOKQy6f9-8/s1600-h/26.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5435690765195986354" src="http://1.bp.blogspot.com/_d8FfJnEQ-YU/S29z85BgxbI/AAAAAAAAALc/TsOKQy6f9-8/s320/26.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; float: left; height: 240px; margin: 0 10px 10px 0; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;Eles entraram no palco às 20h28min (no relógio da minha amiga Mariana), abrindo com a música &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“How”&lt;/span&gt;, do primeiro álbum da banda, Dolores surgiu enrolada numa bandeira das Minas Gerais que por mais que eu sempre tivesse achado bela, nunca me deixou tão emocionado e orgulhoso, algo que já bastaria para conquistar a audiência, porém, esse não foi nem de longe um dos seus maiores trunfos no show. A moça realmente (en) canta, soltou sua voz que ecoou por todo o ginásio do jeitinho que a gente ouve nos discos, até os gritinhos roucos do fim das frases numa regularidade e precisão impressionante que se manteve até o fim do show, para não falar das suas famosas “dancinhas” frenéticas meio desajeitadas que por isso mesmo se tornam tão graciosas.  &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Animal Instinct”&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Linger”&lt;/span&gt;, o maior hit da banda mantiveram a empolgação da primeira música.&lt;span style="font-style: italic;"&gt; “Ordinary Day”&lt;/span&gt; do primeiro álbum solo de Dolores veio na sequência que abriu caminho para &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Wanted”&lt;/span&gt;, uma das minhas prediletas. Depois, duas belas baladas da banda &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“You and Me”&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Dreaming My Dreams”&lt;/span&gt; que Dolores cantou mantendo o público hipnotizado a sua frente (pelo menos eu estava). &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“When You´re Gone”&lt;/span&gt; também empolgou logo nas primeiras notas dedilhadas na guitarra por Noel Hogan. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Daffodil Lament”&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“I Can´t Be With You”&lt;/span&gt; (outra das minhas prediletas) antecederam &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Pretty”&lt;/span&gt;. Em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Ode To My Family”&lt;/span&gt;, Dolores desceu do palco e cantou próxima a grade de segurança, o que permitiu alguns afagos e apertos de mão do público, carismática ao extremo, mantinha aquele “dedo em V hippie” enquanto cantava vários versos ao longo do show ou quando parava para agradecer ao público que ela chamou de brilhante e não deixou de elogiar nem as churrascarias brasileiras que conheceu. Vieram então, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Free To Decide”&lt;/span&gt;, e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Waltzing Back”&lt;/span&gt; com uma perfomance adorável de Dolores valsando (passeando pelo palco) com a capa que fazia parte de sua roupa aberta como se fossem asas e como se ela mesma fosse uma borboleta voando pelos campos entre flores, distribuindo graça e ternura (tá ok, só eu que devo ter imaginado isso). &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Switch Off The Moment”&lt;/span&gt;, também da carreira solo dela antecedeu a catarse que se deu com &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Salvation”&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Ridiculous Toughts”&lt;/span&gt; e  &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Zombie”&lt;/span&gt; que encerrou o show. Encerrou até o bis, porque eles voltaram para tocar &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Empty”&lt;/span&gt; (da lista de prediletas também, que inclusive acabou com a minha voz que insistia em tentar acompanhá-la cantando em falsete).  Eu confesso que apesar de achar os músicos da banda apenas regulares, caso do guitarrista Noel Hogan e de seu irmão, o baixista Mike Hogan, com exceção do excelente baterista Fergal Lawler, senti que as músicas da carreira solo de Dolores soaram bem melhores com os Cranberries do que nos seus discos solos e esse foi o caso de&lt;span style="font-style: italic;"&gt; “Journey”&lt;/span&gt; que também levantou a galera. Vale lembrar ainda que o tecladista Denny Demarchi que participou dos discos solos de Dolores completou a banda tocando teclados e guitarra em algumas canções. Na hora em que você já perdeu a noção do repertório e de alguma música que queria ouvir em especial eles mandaram &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Promisses”&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Dreams”&lt;/span&gt; para fechar. Sendo uma banda com apenas cinco álbuns lançados (e uma coletânea com duas inéditas) eles ainda puderam se dar ao luxo de deixar de fora hits como &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Just My Imagination”&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Analyse”&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Stars”&lt;/span&gt;.&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_d8FfJnEQ-YU/S29zcIMcDFI/AAAAAAAAALU/ZeJVEjiiXGk/s1600-h/17.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5435690202332662866" src="http://2.bp.blogspot.com/_d8FfJnEQ-YU/S29zcIMcDFI/AAAAAAAAALU/ZeJVEjiiXGk/s320/17.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; float: right; height: 226px; margin: 0 0 10px 10px; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
No fim das contas um grandíssimo show, melhor que o esperado, e se usei tantas vezes o termo rock´n´roll no texto, repito-o mais uma vez, THE CRANBERRIES É MUITO ROCK´N´ROLL!!! E é ao vivo que essas coisas ressaltam, Dolores parece superar sua própria timidez para compensar a dos rapazes da banda que ás vezes dão a impressão que até vão se esconder atrás dos amplificadores de tão discretos no palco. Um belo final para um dia que pareceria ser insuportável (e para que servem shows de rock´n´roll senão para nos trazer um pouco de alívio, não é?). Quanto à Dolores, dá para gastar com ela todos aqueles adjetivos que você guarda para dizer para uma mulher  especial: Musa. Linda. Maravilhosa.  Perfeita.  E se ela não fosse minha cantora predileta quando eu cheguei lá para assistir ao show, provavelmente teria se tornado quando eu saí.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_d8FfJnEQ-YU/S292DV1q4DI/AAAAAAAAALk/csKPQQI80RI/s1600-h/42925.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5435693075033415730" src="http://1.bp.blogspot.com/_d8FfJnEQ-YU/S292DV1q4DI/AAAAAAAAALk/csKPQQI80RI/s200/42925.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; float: left; height: 134px; margin: 0 10px 10px 0; width: 200px;" /&gt;&lt;/a&gt;Fotos: Priscila, na última, a própria e o cruzeirense que vos escreve clicados por um site de BH.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lá fora, quando minha amiga Priscila convidou-me a olhar a lua cheia, pensei no quanto as duas estavam belas e branquinhas. Feito a Dolores.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29607797-9105397490383739592?l=rockngeral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://rockngeral.blogspot.com/feeds/9105397490383739592/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29607797&amp;postID=9105397490383739592" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/9105397490383739592?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/9105397490383739592?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://rockngeral.blogspot.com/2010/02/its-not-my-imagination-cranberries-em.html" title="" /><author><name>Robert Moura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01923254662300791116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://1.bp.blogspot.com/-lPKMGf4y1Ys/TyPdJnUB-4I/AAAAAAAAAPs/crpPcQiVRDY/s220/rm.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_d8FfJnEQ-YU/S29yoFX7vwI/AAAAAAAAALM/DF4Mg_FWAFk/s72-c/03.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0UHSX05cSp7ImA9WhRWGUg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-29607797.post-1779154741959424515</id><published>2010-01-06T01:02:00.028-02:00</published><updated>2012-01-07T13:47:18.329-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-07T13:47:18.329-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Geral" /><title /><content type="html">&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;"Desculpa de Boris" (ainda sobre o caso dos garis)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.youtube.com/watch?v=AXg6L9OtMTY&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vi o vídeo com a ofensa do jornalista Boris Casoy aos garis que desejavam feliz 2010 na vinheta da Rede Bandeirantes, li o texto da minha amiga Jéssica (http://revue-du-cinema.blogspot.com/2010/01/o-eterno-baile-de-mascaras-brasileiro.html), assisti ao vídeo com o pedido de "desculpa" de Boris Casoy, fui dormir e acordei com a mesma resignação que me fez escrever este comentário:&lt;br /&gt;
Depois de ver a vinheta da emissora em que os dois garis desejam feliz ano novo aos telespectadores, o apresentador do Jornal da Band solta as frases: "Que merda, dois lixeiros desejando felicidades...do alto de suas vassouras, o mais baixo da escala de trabalho..." no meio a também apresentadora Millena Machado solta um risadinha como que em apoio às palavras.  Em uma entrevista à Folha Online ele se desculpou por não saber que o microfone estava ligado e por ter dito segundo ele, a tal "frase infeliz", como se o erro consistisse simplesmente nisso, quase transmitindo a culpa ao operador de áudio. Parecia que o erro não era o que havia dito (e pensa!) e sim que aquilo tinha ido ao ar, no dia seguinte durante o Jornal o apresentador se "desculpou" com o público de uma maneira que me deixou mais abismado ainda, com a voz indiferente como se estivesse lendo uma notícia qualquer durante o programa ele fez seu pronunciamento pedindo a desculpa mais esfarrapada que eu já vi alguém pedir na vida, nem mesmo alterou sua expressão facial, um pedido de desculpas que não mostrou o mínimo arrependimento, como se estivesse apenas cumprindo uma ordem superior (de alguém um nível acima do seu na escala de trabalho), manteve a arrogância e o nariz em pé.  A mesma Folha Online tinha tratado o caso da ofensa simplesmente como uma gafe. Não, não e não. Isto não é uma gafe! Isto é um ato crucial de preconceito mesmo e era o que a manchete deveria estampar. Se a questão é o nível na escala de trabalho, talvez o jornalista respeite mais alguns políticos e empresários sobre os quais ele noticia diariamente casos de corrupção, corrupção essa que tira a possibilidade de mais qualidade de vida aos garis e tantos outros em seus níveis mais baixos na escala de trabalho.&lt;br /&gt;
Feliz 2010, Seu Boris, está feito o pedido de desculpas e eu não o aceito, e mais, daqui por diante para que uma atitude estúpida como essa não seja esquecida usarei a expressão "Desculpa de Boris" toda vez que perceber alguém pedindo desculpas por simples obrigação e que não represente o seu sentimento ou arrependimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em tempo: esse mesmo ano eu achei maravilhosa uma propaganda de uma emissora de TV mineira em que um gari desejava feliz ano novo a população e pedia a contribuição do povo em não sujar e poluir a orla da Lagoa da Pampulha em Belo Horizonte durante uma tradicional queima de fogos do réveillon.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29607797-1779154741959424515?l=rockngeral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://rockngeral.blogspot.com/feeds/1779154741959424515/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29607797&amp;postID=1779154741959424515" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/1779154741959424515?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/1779154741959424515?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://rockngeral.blogspot.com/2010/01/desculpa-de-boris-ainda-sobre-o-caso.html" title="" /><author><name>Robert Moura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01923254662300791116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://1.bp.blogspot.com/-lPKMGf4y1Ys/TyPdJnUB-4I/AAAAAAAAAPs/crpPcQiVRDY/s220/rm.jpg" /></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ck4AQXs5cSp7ImA9WhRUF0g.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-29607797.post-2723141128598667772</id><published>2009-04-03T19:56:00.030-03:00</published><updated>2012-01-28T09:42:20.529-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-28T09:42:20.529-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="George Harrison" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Paul McCartney" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Erasmo Carlos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Discos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Roberto Carlos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="John Lennon" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Beatles" /><title /><content type="html">&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;                                             O "Álbum-Beatle" &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;de Roberto Carlos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_d8FfJnEQ-YU/SdgWoSUjEsI/AAAAAAAAAKQ/TgVo9K1bzdA/s1600-h/1966.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5321027841106842306" src="http://3.bp.blogspot.com/_d8FfJnEQ-YU/SdgWoSUjEsI/AAAAAAAAAKQ/TgVo9K1bzdA/s400/1966.JPG" style="cursor: pointer; display: block; height: 400px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 397px;" /&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CRobert%5CConfigura%C3%A7%C3%B5es%20locais%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;o:smarttagtype name="PersonName" namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;o:smarttagtype name="metricconverter" namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;style&gt;
 &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal  {mso-style-parent:"";  margin:0cm;  margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:12.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1  {size:595.3pt 841.9pt;  margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;  mso-header-margin:35.4pt;  mso-footer-margin:35.4pt;  mso-paper-source:0;} div.Section1  {page:Section1;} --&gt; 
&lt;/style&gt;  &lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Sempre que se faz uma lista dos discos mais importantes da história do rock brasileiro é comum que sejam citados dois álbuns gravados por &lt;b&gt;Roberto Carlos&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;“Jovem Guarda”&lt;/b&gt; de 1965 ou &lt;b&gt;“Roberto Carlos &lt;/b&gt;&lt;st1:personname productid="Em Ritmo De Aventura" st="on"&gt;&lt;b&gt;Em  Ritmo De Aventura&lt;/b&gt;&lt;/st1:personname&gt;&lt;b&gt;”&lt;/b&gt; 1967. Dois grandes discos, sem dúvidas, porém, entre esses dois anos o cantor lançou outro grande LP comumente ignorado em favor desses. É o disco de 1966 que aqui chamo de &lt;b&gt;“O Álbum-Beatle de Roberto Carlos”&lt;/b&gt;. Esse é o primeiro disco no qual transparece a influência do quarteto de Liverpool na obra do Rei, desde a capa inspirada no disco &lt;b&gt;“With The Beatles”&lt;/b&gt; lançado na Inglaterra em 1963, o que denuncia uma influência tardia já que a base do disco de &lt;b&gt;Roberto Carlos&lt;/b&gt; prevalece o rock chamado de Iê, Iê, Iê e na época os &lt;b&gt;Beatles&lt;/b&gt; já estavam partindo para outros caminhos e experimentações sonoras (vide os discos &lt;b&gt;“Rubber Soul”&lt;/b&gt; de 1965 e &lt;b&gt;“Revolver” &lt;/b&gt;de 1966). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O faixa de abertura é &lt;i&gt;“Eu te darei o céu”&lt;/i&gt;, considerada por alguns uma possível resposta de &lt;b&gt;Roberto&lt;/b&gt; à canção do ano anterior &lt;i&gt;“Quero que vá tudo pro inferno”&lt;/i&gt; embora o autor da canção (em parceria com &lt;b&gt;Erasmo Carlos&lt;/b&gt;) afirme que não teve nada a ver. A frase de guitarra na introdução da canção lembra as sonoridades que os &lt;b&gt;Beatles&lt;/b&gt; e os &lt;b&gt;Byrds&lt;/b&gt; haviam produzido, aliás, as guitarras do disco puxam bastante para as gravações realizadas pelos FabFour entre 1964/65. A mudança da tonalidade maior para a menor na terceira parte quando canta: “Toda minha vida eu já te dei..."lembra a variação de acordes explorada pelos Beatles em &lt;i&gt;“From Me To You”&lt;/i&gt; no trecho: I got arms that long to hold you...” quando a mesma tem uma modulação maior para menor. A condução feita no violão e o solo de &lt;i&gt;“Nossa Canção”&lt;/i&gt; (&lt;b&gt;Luiz Ayrão&lt;/b&gt;) têm ecos no elegante solo de violão executado por &lt;b&gt;George Harrison&lt;/b&gt; na regravação da música &lt;i&gt;“Till There As You”&lt;/i&gt; feita pelos &lt;b&gt;Beatles&lt;/b&gt;, sendo essa música ainda uma das mais belas interpretações dos primeiros discos de &lt;b&gt;Roberto Carlos&lt;/b&gt;. &lt;i&gt;“Querem acabar comigo”&lt;/i&gt;, composição solitária de &lt;b&gt;Roberto Carlos&lt;/b&gt;, é um caso à parte, de uma originalidade incrível, desde a letra em tom de autodefesa depois disfarçada em uma canção de amor (“Querem acabar comigo nem eu mesmo sei porque...enquanto eu tiver você aqui, ninguém poderá me destruir”), passando pelo arranjo bem ousado e moderno para a época sobretudo a condução dos tambores, tendo grande destaque também o órgão tocado por &lt;b&gt;Lafayette&lt;/b&gt;, aliás esse na verdade era um dos grandes diferenciais na sonoridade de &lt;b&gt;RC&lt;/b&gt; para os &lt;b&gt;Beatles&lt;/b&gt;, que se baseavam mais nas cordas sendo ainda que frequentemente Roberto se utilizava dos metais que por acaso (ou não) quase não aparecem nesse disco ao contrário de TODOS os&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_d8FfJnEQ-YU/SdgXeBxkZeI/AAAAAAAAAKY/6QK0JsZqwjs/s1600-h/1.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5321028764378097122" src="http://3.bp.blogspot.com/_d8FfJnEQ-YU/SdgXeBxkZeI/AAAAAAAAAKY/6QK0JsZqwjs/s320/1.jpg" style="cursor: pointer; float: right; height: 320px; margin: 0pt 0pt 10px 10px; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt; anteriores e posteriores. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Na seqüência a regravação da bela balada &lt;i&gt;“Esqueça”&lt;/i&gt; (&lt;i&gt;“Forget Him”&lt;/i&gt;) de &lt;b&gt;M&lt;/b&gt;&lt;b&gt;ar&lt;/b&gt;&lt;b&gt;k&lt;/b&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Antho&lt;/b&gt;&lt;b&gt;ny&lt;/b&gt; versionada para o português por &lt;b&gt;Roberto Corte Real&lt;/b&gt; com uma levada no melhor estilo &lt;i&gt;“Things We Said&lt;/i&gt;&lt;i&gt; Today”&lt;/i&gt;, canção de &lt;b&gt;Lennon-McCartney&lt;/b&gt; incluída na trilha sonora do disco &lt;b&gt;“A Hard Day´s Nigth”&lt;/b&gt; 1964 (no Brasil, &lt;i&gt;“Os Reis do Iê, Iê, Iê”&lt;/i&gt;), este álbum contém ainda a música &lt;i&gt;“And I Love Her”&lt;/i&gt; que foi gravada por &lt;b&gt;R&lt;/b&gt;&lt;b&gt;oberto Carlos&lt;/b&gt; vinte anos depois como &lt;i&gt;“Eu Te Amo”&lt;/i&gt; em versão de sua própria autoria, sendo até então a única gravação efetuada por ele de uma canção dos &lt;b&gt;Beatles&lt;/b&gt;. &lt;i&gt;“Negro Gato”&lt;/i&gt; de &lt;b&gt;Getúlio Côrtes&lt;/b&gt;, descaradamente inspirada na composição&lt;i&gt; “Three Cool Cats”&lt;/i&gt; da dupla de compositores &lt;b&gt;Jerry Leiber&lt;/b&gt; e&lt;b&gt; Mike Stolle&lt;/b&gt;&lt;b&gt;r&lt;/b&gt; (responsáveis por diversos clássicos do Rock´n´ Roll) é uma das mais vibrantes e roqueiras gravações de &lt;b&gt;RC&lt;/b&gt;, a guitarra sensacional gravada pelo músico &lt;b&gt;Gato&lt;/b&gt; dá a tônica da canção junto com os berros de&lt;b&gt; Roberto Ca&lt;/b&gt;&lt;b&gt;rlos&lt;/b&gt;. Detalhe: a música &lt;i&gt;“Three Cool Cats”&lt;/i&gt; fazia parte do repertório dos&lt;b&gt; Beatles&lt;/b&gt; antes da fama e está presente no disco &lt;b&gt;“Anthology &lt;/b&gt;&lt;st1:metricconverter productid="1”" st="on"&gt;&lt;b&gt;1&lt;/b&gt;”&lt;/st1:metricconverter&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;de 1995 com a versão interpretada por eles em um teste para a gravadora Decca. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Fechando o primeiro lado A, &lt;i&gt;“Eu estou apaixonado por você”&lt;/i&gt; com uma sonoridade mais latina que apesar da letra ingênua pode ser vista como um embrião da fase “latin lover” que o cantor viveu no final dos anos 1970 com uma interpretação sensual feita com uma voz quase gemida. O solo de gaita nessa faixa seria por influência de &lt;b&gt;John Lennon&lt;/b&gt;, vide as canções &lt;i&gt;"Love Me Do", "Please, Please Me", "I Should Have Know Better"&lt;/i&gt;, entre outras músicas dos &lt;b&gt;Beatles&lt;/b&gt; que o músico toca esse instrumento?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O lado B abre com a faixa &lt;i&gt;“Namoradinha de um amigo meu”&lt;/i&gt; assinada somente por &lt;b&gt;Roberto Carlos&lt;/b&gt; (embora ele tenha dito numa entrevista que &lt;b&gt;Erasmo&lt;/b&gt; tenha modificado algumas coisas) e que por ironia do destino foi escrita para uma banda chamada &lt;b&gt;Beatniks&lt;/b&gt; gravar, porém eles finalizaram o disco antes que &lt;b&gt;Roberto&lt;/b&gt; tivesse enviado-lhes a música. Mais uma vez o órgão prevalece na condução da música. &lt;i&gt;“O Gênio” &lt;/i&gt;também de &lt;b&gt;Getúlio Côrtes&lt;/b&gt; tem novamente ritmo pulsante e guitarras na linha de frente e é a única faixa que apresenta um solo de saxofone no disco. A balada &lt;i&gt;“Não Precisas Chorar”&lt;/i&gt; de &lt;b&gt;Edson Ribeiro&lt;/b&gt; também apresenta boas frases de guitarra, sem&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_d8FfJnEQ-YU/SdgYSUJa5RI/AAAAAAAAAKg/W48CVQCYcq0/s1600-h/Anos+60+-+rickembacker.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5321029662663173394" src="http://2.bp.blogspot.com/_d8FfJnEQ-YU/SdgYSUJa5RI/AAAAAAAAAKg/W48CVQCYcq0/s320/Anos+60+-+rickembacker.jpg" style="cursor: pointer; float: left; height: 320px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 287px;" /&gt;&lt;/a&gt;pre com uma sonoridade bem beatle. O “Golden Boy” &lt;b&gt;Renato Corrêa&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;Donaldson Gonçalves&lt;/b&gt; assinam um dos maiores clássicos do repertório roqueiro do Rei, &lt;i&gt;“É Papo Firme”&lt;/i&gt; que narra o comportamento de uma garota “prafrentex” “que gostava de gíria e muito embalo”, mais uma vez a guitarra faz o papel principal, desde sua interessante divisão de tempo na introdução até o solo cheio de energia, durante toda a música a guitarra dialoga com o órgão nos intervalos das frases cantadas por &lt;b&gt;RC&lt;/b&gt;. &lt;i&gt;“Esperando Por Você”&lt;/i&gt; da compositora&lt;b&gt; Helena dos Sa&lt;/b&gt;&lt;b&gt;ntos&lt;/b&gt; têm como destaque essa dobradinha guitarra-órgão. Para fechar &lt;i&gt;“Ar de Moço Bom”&lt;/i&gt; de &lt;b&gt;Othon Russo&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;Niquinho&lt;/b&gt; que&lt;b&gt; Roberto&lt;/b&gt; canta com voz macia do jeito que manda o figurino de um bom rapaz. Esse disco mostra claramente que a influência dos &lt;b&gt;Beatles&lt;/b&gt; sobre o Rei do Iê, Iê, Iê foi muito além dos terninhos que ele usava no programa &lt;b&gt;Jovem Guarda&lt;/b&gt;. &lt;b&gt;Roberto &lt;/b&gt;consegue mostrar que existe uma diferença entre ser influenciado e simplesmente copiar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Fotos: capas de Roberto Carlos (1966) e With The Beatles(1963) e Roberto Carlos tocando uma guitarra Rickembacker de 12 cordas popularizada pelo uso de George Harrison.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CRobert%5CConfigura%C3%A7%C3%B5es%20locais%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;o:smarttagtype name="PersonName" namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;style&gt;
 &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal  {mso-style-parent:"";  margin:0cm;  margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:12.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1  {size:595.3pt 841.9pt;  margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;  mso-header-margin:35.4pt;  mso-footer-margin:35.4pt;  mso-paper-source:0;} div.Section1  {page:Section1;} --
&lt;/style&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;style&gt;
 &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal  {mso-style-parent:"";  margin:0cm;  margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:12.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1  {size:595.3pt 841.9pt;  margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;  mso-header-margin:35.4pt;  mso-footer-margin:35.4pt;  mso-paper-source
&lt;/style&gt;&lt;span style="font-family: 'times new roman'; font-size: 100%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29607797-2723141128598667772?l=rockngeral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://rockngeral.blogspot.com/feeds/2723141128598667772/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29607797&amp;postID=2723141128598667772" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/2723141128598667772?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/2723141128598667772?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://rockngeral.blogspot.com/2009/04/o-album-beatle-de-roberto-carlos-normal.html" title="" /><author><name>Robert Moura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01923254662300791116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://1.bp.blogspot.com/-lPKMGf4y1Ys/TyPdJnUB-4I/AAAAAAAAAPs/crpPcQiVRDY/s220/rm.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_d8FfJnEQ-YU/SdgWoSUjEsI/AAAAAAAAAKQ/TgVo9K1bzdA/s72-c/1966.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ck4MSHw6eSp7ImA9WhRUF0g.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-29607797.post-2055579752551285818</id><published>2008-07-14T21:56:00.012-03:00</published><updated>2012-01-28T09:43:09.211-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-28T09:43:09.211-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Barão Vermelho" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Ultraje À Rigor" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Shows" /><title /><content type="html">&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O Mundo Encantado do Ultraje À Rigor (ou Roger Pan na Terra do Nunca)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/SHv7pZKL81I/AAAAAAAAAEg/Rl7hnxm5Th8/s1600-h/DSC04355.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5223044881413043026" src="http://bp1.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/SHv7pZKL81I/AAAAAAAAAEg/Rl7hnxm5Th8/s400/DSC04355.JPG" style="cursor: pointer; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;
&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Belo Horizonte, 12 de Julho de 2008&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="font-weight: bold;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;A banda &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ultraje À Rigor&lt;/span&gt; passou por BH nesse fim de semana e eu meio que caí de pára-quedas no show dos caras,  depois de sair de uma sessão de cinema, na qual vi o filme &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“Pequenas Histórias”&lt;/span&gt; de Helvécio Ratton (recomendo aos leitores!!!), resolvi dar uma volta solitária pela cidade, porém, encontrei casualmente com minha amiga Natália num bar e ela acabou me convencendo a ir ao show do Ultraje (eu tinha a intenção de ir  ao do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Lulu Santos&lt;/span&gt; caso fosse a algum show nesse dia).  Para variar, a mesma estória de sempre na hora de comprar o ingresso, já haviam esgotado as entradas e eu me recusava a pagar o preço caro cobrado pelos cambistas, mas com a filosofia do “deixar fluir” (quem leu aqui sobre o show dos &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mutantes&lt;/span&gt; vai entender) consegui o que imagino ter sido o último ingresso vendido naquela noite de um sujeito que parece ter levado um bolo de alguém. Lá dentro encontramos com nosso brother Gabriel e foi só deixar rolar o som...&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
O Ultraje subiu ao palco com Roger Moreira (o eterno Ultraje) na guitarra e voz, o também velho de guerra Sérgio Serra na guitarra, Mingau no baixo, Bacalhau na bateria, Manito (Os Incríveis) no sax e percussão e desfilou uma série crescente de hits: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Zoraide, Rebelde Sem Causa, Inútil, Jesse Go, Eu Me Amo, Independente Futebol Clube, Mim Quer Tocar, Eu Gosto de Mulher, Ciúme, Nós Vamos Invadir Sua Praia, Terceiro, Sexo!!, Pelado, Maximillian Sheldon, Filha da Puta, Volta Comigo, O Chiclete, Marylou, Nada A Declarar &lt;/span&gt;e seus tradicionais covers dos anos 50 e 60 &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Let´s Twist Again, Barbara Anne&lt;/span&gt; (que ficou só na introdução porque Roger se deu conta que o cara que fazia o vocal agudo não estava no show), e uma inesperada &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Paranoid&lt;/span&gt; do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Black Sabbath&lt;/span&gt; em nome do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dia Mundial do Rock&lt;/span&gt; (depois da meia noite), o que me fez ficar pensando como o rádio antigamente era muito mais variado permitindo a uma banda do rock nacional ter tantos êxitos no dial junto com artistas dos mais variados estilo ao contrário da mesmice que acontece hoje com uma ou duas duplas sertanejas mais uma banda de axé sendo executadas até a exaustão e substituídas por outras do mesmo naipe duas semanas depois. As músicas do Ultraje ainda estão na boca de todo mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/SHwBfSP2hcI/AAAAAAAAAE4/b_sgAh6dFlM/s1600-h/DSC04356.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5223051304828831170" src="http://bp1.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/SHwBfSP2hcI/AAAAAAAAAE4/b_sgAh6dFlM/s320/DSC04356.JPG" style="cursor: pointer; float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Quanto ao show em si foi muito bacana ver a casa lotada para receber a banda e a energia que Roger esbanja aos 51 anos de idade, também deu para entender porque Sérgio Serra saiu do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Barão Vermelho&lt;/span&gt;, segundo consta, Frejat odiava seus solos longos, Serra parecia um adolescente querendo mostrar aos amigos do bairro que sabia tocar insistindo em não calar sua guitarra nem nos intervalos das músicas ou durante alguns minutos em que Roger afinava sua guitarra, solava atropelando os vocais de Roger e por aí vai... nada que desabonasse o show, teve quem curtiu muito esses solos dele. Em alguns momentos me senti teletransportado aos anos 80 (por acaso esse show fazia parte de uma festa dos anos 80, mas não me recordava disso durante a noite). Outro momento bacana foi a participação especial do presidente de um fã-clube da banda tocando a música &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mauro Bundinha&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;
Roger cantando esse repertório parece um Peter Pan, um cara que não quer “crescer” e o Ultraje uma banda nada pretensiosa que se recusa a evoluir.  Não sei o porquê mais alguma coisa me diz que isso é ROCK´N´ROLL!!!&lt;/div&gt;
&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/SHwCo4xYtLI/AAAAAAAAAFA/n6qxiJ1q-MM/s1600-h/DSC04359.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5223052569300481202" src="http://bp1.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/SHwCo4xYtLI/AAAAAAAAAFA/n6qxiJ1q-MM/s320/DSC04359.JPG" style="cursor: pointer; float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fotos: Natália Santana; na última, a fotográfa, Gabriel (de boné camuflado), Eduardo(de barba) e o autor do blog se preparam para soltar a voz no refrão de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Filha da Puta&lt;/span&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29607797-2055579752551285818?l=rockngeral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://rockngeral.blogspot.com/feeds/2055579752551285818/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29607797&amp;postID=2055579752551285818" title="5 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/2055579752551285818?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/2055579752551285818?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://rockngeral.blogspot.com/2008/07/o-mundo-encantado-do-ultraje-rigor-ou.html" title="" /><author><name>Robert Moura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01923254662300791116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://1.bp.blogspot.com/-lPKMGf4y1Ys/TyPdJnUB-4I/AAAAAAAAAPs/crpPcQiVRDY/s220/rm.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://bp1.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/SHv7pZKL81I/AAAAAAAAAEg/Rl7hnxm5Th8/s72-c/DSC04355.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>5</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0cBR3s7fCp7ImA9WhRUF0g.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-29607797.post-5221613858777308281</id><published>2008-04-28T18:15:00.008-03:00</published><updated>2012-01-28T09:44:16.504-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-28T09:44:16.504-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Paul McCartney" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Erasmo Carlos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Roberto Carlos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Rolling Stones" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Shows" /><title /><content type="html">&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Erasmo Carlos: 66 anos de idade, 50 de amizade com Roberto Carlos  e toda a eternidade do Rock´n´Roll&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/SBZI7IjjbNI/AAAAAAAAAEQ/N8JwByYyJJw/s1600-h/Erasmo+4.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5194419400964533458" src="http://bp3.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/SBZI7IjjbNI/AAAAAAAAAEQ/N8JwByYyJJw/s400/Erasmo+4.JPG" style="cursor: pointer; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Às vezes a gente pensa que já viu tudo na vida e de repente eis que somos surpreendidos. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Erasmo Carlos&lt;/span&gt;, o eterno &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Tremendão&lt;/span&gt; me fez sentir essa sensação novamente durante seu show na última sexta-feira, dia 23 de abril. Cheguei à casa de shows e achei o movimento muito pequeno, quando entrei a impressão se confirmou, a platéia não estava tão grande, não me parecia um volume que fizesse jus a grandeza do artista. Porém bastou a banda atacar a introdução e Erasmo pôr os pés no palco para que qualquer imagem negativa se desfizesse, o público não era pequeno, era SELETO. Erasmo foi acompanhando em coro durante o show em todas as canções apresentadas e aplaudido calorosamente ao fim de cada uma delas. Abriu a noite com &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Bicho de Estimação”&lt;/span&gt;, do cd &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pra Falar de Amor&lt;/span&gt;, desse disco também apresentou a canção &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Mais um na multidão”&lt;/span&gt;, gravada em dueto com a cantora &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Marisa Monte&lt;/span&gt;, na seqüência veio &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Mesmo Que Seja Eu”&lt;/span&gt;. Cantou o amor às mulheres com suas clássicas &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Mulher (Sexo Frágil)”&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Minha Superstar”&lt;/span&gt; e; em tempos de aquecimento global lembrou de sua &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Panorama Ecológico”&lt;/span&gt; e o fato dele e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Roberto Carlos&lt;/span&gt; estarem ligados em ecologia desde 1972.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
O momento de maior emoção do show foi exatamente uma homenagem que Erasmo fez a Roberto, no meio do espetáculo ele lembrou que eles se conheceram há exatos 50 anos, às vésperas de um show de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Bill Halley&lt;/span&gt; no Maracanãzinho quando Roberto foi levado por um amigo à casa de Erasmo pela necessidade de conseguir uma letra de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Elvis Presley&lt;/span&gt; para cantar no pré-show do roqueiro americano. Somente com o acompanhamento dos teclados, Erasmo acendeu uma vela e entoou um medley com algumas das maiores composições da dupla lançadas pelo parceiro Roberto, entre elas &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Desabafo”&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Café da Manhã”&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Olha”&lt;/span&gt;(que já havia sido apresentada na íntegra), &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Detalhes”&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Cavalgada”&lt;/span&gt;. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Cássia Eller&lt;/span&gt; também foi homenageada na canção &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Nasci Para Chorar” &lt;/span&gt;versão que Erasmo assinou em 1964 e foi lançada por Roberto e que havia sido gravada pela cantora pouco tempo antes de sua morte para inclusão na trilha sonora do filme &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Houve Uma Vez Dois Verões&lt;/span&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Também fizeram parte do repertório as canções &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Além do Horizonte”&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Pega na Mentira”&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Amar Pra Viver ou Morrer de Amor”&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Sou Uma Criança Não Entendo Nada”&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Gatinha Manhosa”&lt;/span&gt;, e obviamente seu maior sucesso não poderia faltar, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Sentado A Beira Do Caminho”&lt;/span&gt; na qual o artista se acompanhou ao violão, assim como em &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“O Calhambeque”&lt;/span&gt; outra versão que escreveu e foi um dos primeiros  sucessos de Roberto Carlos.&lt;/div&gt;
&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/SBZJZ4jjbOI/AAAAAAAAAEY/8ZJ3V-9JZ3U/s1600-h/Erasmo+3.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5194419929245510882" src="http://bp2.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/SBZJZ4jjbOI/AAAAAAAAAEY/8ZJ3V-9JZ3U/s400/Erasmo+3.JPG" style="cursor: pointer; float: left; height: 256px; margin: 0pt 10px 10px 0pt; width: 296px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Na última parte do show Erasmo mandou ver no Rock´n´Roll nas canções: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Eu Sou Terrível”&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Lobo Mau”&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Minha Fama de Mau”&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Vem Quente Que Eu Estou Fervendo”&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Splish, Splash”&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“O Terror Dos Namorados”&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“É Proibido Fumar”&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Festa De Arromba”&lt;/span&gt; que provaram que ele merece mesmo o título de pai do Rock Brasileiro ao colocar para fora toda energia que um show de rock não dispensa. Erasmo contou com a força de sua banda que literalmente senta pau no Rock composta pelo grande guitarrista Rick Ferreira (Rick´n´Roll como diz Erasmo), o tecladista José Lourenço que também é o diretor musical, Alexandre Cavallo no contrabaixo, Sérgio Nacife na batera, Marcos Neto nos violões e teclados, Percy na guitarra e Daniel Dantas sax e flauta. Vale ainda destacar o som que estava excelente, fato raro &lt;st1:personname productid="em ginásios. Erasmo" st="on"&gt;em ginásios. Erasmo&lt;/st1:personname&gt; mostrou que está em plena forma aos 66 anos de idade assim como alguns de seus companheiros de geração como &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Paul McCartney&lt;/span&gt; e os &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Rolling Stone&lt;/span&gt;s. Então Let´s Rock, Tremendão porque tem uma molecada aí que ainda precisa aprender o que é Rock´n´Roll!!!&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;/div&gt;
Obs: as fotos não são referentes ao show em questão.&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Em tempo: Erasmo Carlos recebeu um Tributo virtual do qual participaram várias bandas e artistas brasileiros e entre eles o autor desse blog. Conheça o projeto:&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;a href="http://projetotremendao.blogspot.com/"&gt;http://projetotremendao.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29607797-5221613858777308281?l=rockngeral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://rockngeral.blogspot.com/feeds/5221613858777308281/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29607797&amp;postID=5221613858777308281" title="6 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/5221613858777308281?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/5221613858777308281?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://rockngeral.blogspot.com/2008/04/erasmo-carlos-66-anos-de-idade-50-de.html" title="" /><author><name>Robert Moura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01923254662300791116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://1.bp.blogspot.com/-lPKMGf4y1Ys/TyPdJnUB-4I/AAAAAAAAAPs/crpPcQiVRDY/s220/rm.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://bp3.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/SBZI7IjjbNI/AAAAAAAAAEQ/N8JwByYyJJw/s72-c/Erasmo+4.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>6</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkMGRH8-eSp7ImA9WhRWGUg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-29607797.post-2783699259904171311</id><published>2008-01-26T15:38:00.002-02:00</published><updated>2012-01-07T13:33:45.151-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-07T13:33:45.151-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="George Harrison" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Livros" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Eric Clapton" /><title /><content type="html">&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Eric Clapton - A Autobiografia  (ou O Evangelho Segundo O Pai de Jesus Cristo)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/R5t1of-eMZI/AAAAAAAAAEA/KYwnJ8qA_rk/s1600-h/21236187_40.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5159847136721777042" src="http://bp0.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/R5t1of-eMZI/AAAAAAAAAEA/KYwnJ8qA_rk/s400/21236187_40.JPG" style="cursor: pointer; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/R5ty2P-eMYI/AAAAAAAAAD4/ayzJS2LHFrE/s1600-h/21236187_4.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A Autobiografia de Eric Clapton &lt;/span&gt;(Ed. Planeta) registra detalhes de sua trajetória profissional, alguns por demais conhecidos do público, mas nunca deixa de ser interessante conhecer a visão pessoal de quem realmente viveu os fatos ou como se deram certas transformações e; ao mesmo tempo é um relato comovente de sua vida pessoal. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
No que tange a vida artística, Clapton discorre sobre o amor à música e à guitarra, seus grandes mestres do blues, as bandas que integrou: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Yardbirds&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;John Mayall and The BluesBreakers&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Cream&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Blind Faith&lt;/span&gt; e a carreira solo, fala ainda dos amigos músicos, um destaque é &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;George Harrison&lt;/span&gt; com quem dividiu o amor à música, à guitarra e uma esposa. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
O que sempre interessou ao guitarrista foi mesmo tocar, não deixando boas impressões de todo o resto que circula ao redor do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;showbussinness&lt;/span&gt;. As drogas, farras e bebedeiras não parecem de maneira alguma representar os melhores dias de sua vida.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Clapton fala abertamente de todas as loucuras e dores vividas, desde a confusa relação com a mãe de quem acreditava ser irmão tendo sido criado por seus avós como se esses fossem seus pais; passando pelos atordoados relacionamentos amorosos; o inferno das drogas que quase o tiraram de circulação por algumas vezes; o alcoolismo e todo seu trabalho de recuperação e; a traumática morte de seu filho Conor. O maior foco do livro é mesmo o lado humano daquele que ficou conhecido pelo apelido de “Deus”, expondo todas as suas fragilidades de maneira bem direta e crua. Eric Clapton nunca teve vocação para rockstar ainda que hoje seja uma das maiores lendas (vivas) da história da música popular. No final do livro ao concluir que finalmente conseguiu constituir uma família após os 50 anos de idade casando com a jovem Melia que tem quase metade de sua idade e com quem teve três filhas (ele tem mais uma filha fruto de relacionamento anterior ao casamento), Clapton deixa escapar o sentimento que isso sempre fora o que ele realmente quisera ter durante toda a vida, uma família e um lar (com direito a boas caçadas e pescarias nas horas de lazer). Algo deveras simples (e difícil) para quem foi (é) considerado Deus.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29607797-2783699259904171311?l=rockngeral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://rockngeral.blogspot.com/feeds/2783699259904171311/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29607797&amp;postID=2783699259904171311" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/2783699259904171311?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/2783699259904171311?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://rockngeral.blogspot.com/2008/01/eric-clapton-autobiografia-ou-o.html" title="" /><author><name>Robert Moura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01923254662300791116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://1.bp.blogspot.com/-lPKMGf4y1Ys/TyPdJnUB-4I/AAAAAAAAAPs/crpPcQiVRDY/s220/rm.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://bp0.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/R5t1of-eMZI/AAAAAAAAAEA/KYwnJ8qA_rk/s72-c/21236187_40.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>3</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0YFQH46fyp7ImA9WhRUF0g.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-29607797.post-4158787226308239253</id><published>2008-01-07T12:14:00.001-02:00</published><updated>2012-01-28T09:45:11.017-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-28T09:45:11.017-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Barão Vermelho" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Roberto Frejat" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Shows" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Livros" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cazuza" /><title /><content type="html">&lt;strong&gt;BARÃO VERMELHO – POR QUE A GENTE É ASSIM&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A maior banda de Rock´n´Roll do Brasil registra sua história em livro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5152739956607641650" src="http://bp3.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/R4I1sK2PaDI/AAAAAAAAADI/06DAXWHMAik/s320/12_MVG_cult_barao.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;br /&gt;
O lançamento do livro &lt;strong&gt;Barão Vermelho – Por Que A Gente É Assim,&lt;/strong&gt; escrito pelo baterista Guto Goffi em parceria com Ezequiel Neves e o jornalista Ricardo Pinto rendeu um super show em formato jam session no Circo Voador no dia 11 de dezembro de 2007, com os integrantes que já passaram pela banda, trazendo ao palco todas suas formações, exceto claro, a ausência de Cazuza. A noite foi aberta com uma sessão de autógrafos que contou com os autores e os integrantes atuais da banda embora o Barão esteja novamente “dando um tempo” enquanto os integrantes se dedicam a projetos individuais. Guto bancou o apresentador sempre convidado os integrantes ao palco num show com um clima intimista e totalmente alto astral que começou com a formação que contava com ele mesmo na bateria, Maurício Barros com quem iniciou a banda nos teclados, Tony Rockeiro na guitarra e Cláudio Kayath no baixo que foi a formação pré-histórica da banda. Eles fizeram um número instrumental improvisado. Foram convidados ao palco então o baixista Dé, e Frejat anunciado por Guto como o principal compositor da história da banda. Aí rolaram canções sempre seguindo a ordem cronológica dos discos e suas formações na época. &lt;em&gt;“Bilhetinho Azul”&lt;/em&gt; essa apenas com acompanhamento instrumental da guitarra de Frejat na primeira parte e os &lt;a href="http://bp0.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/R4I2Qa2PaEI/AAAAAAAAADQ/7gVpK1O8GGo/s1600-h/P1010103.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5152740579377899586" src="http://bp0.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/R4I2Qa2PaEI/AAAAAAAAADQ/7gVpK1O8GGo/s320/P1010103.JPG" style="cursor: hand; float: right; margin: 0px 0px 10px 10px;" /&gt;&lt;/a&gt;demais integrantes fazendo os backing vocals para assumirem seus respectivos instrumentos na segunda parte da canção. &lt;em&gt;“Posando de Star”&lt;/em&gt; teve Dé no vocal, Sérgio Serra foi chamado ao palco para as canções &lt;em&gt;“Billy Negão”&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;“Ponto Fraco”&lt;/em&gt; ainda do primeiro disco da banda auto intitulado &lt;strong&gt;“Barão Vermelho”&lt;/strong&gt; de 1982. Do álbum &lt;strong&gt;“Maior Abandonado”&lt;/strong&gt; tocaram a faixa título e &lt;em&gt;“Bete Balanço”&lt;/em&gt;. Na seqüência tocaram “&lt;strong&gt;Declare Guerra”&lt;/strong&gt; do álbum homônimo, deixando o álbum &lt;strong&gt;“Rock´n Geral”&lt;/strong&gt; de fora. Sem o tecladista Maurício Barros que havia deixado a banda na ocasião do lançamento de &lt;strong&gt;“Carnaval”&lt;/strong&gt; entra em cena “a guitarra inspirada” Fernando Magalhães e o percussionista Peninha, executaram &lt;em&gt;“O que você faz á noite”,&lt;/em&gt; parceria de Dé com o Engenheiro do Hawaii Humberto Gessinger. Direto para o disco &lt;strong&gt;“Na Calada da Noite”&lt;/strong&gt; (o álbum anterior havia sido o &lt;strong&gt;“Ao Vivo”&lt;/strong&gt; com os sucessos do grupo) tocaram agora com a presença do baixista Dadi, depois de Dé ter abandonado o barco e o retorno de Maurício Barros, &lt;em&gt;“Tão Longe de Tudo”&lt;/em&gt; (com direito ao solo de baixo de Dadi) e &lt;em&gt;“O Poeta Está Vivo”.&lt;/em&gt; Para a seqüência do show entra no palco o baixista Rodrigo Santos que assumiu as quatro cordas com saída do “leãozinho” Dadi que foi prestar seus serviços ao mano Caetano. &lt;em&gt;“Pedra, Flor e Espinho”&lt;/em&gt; foi a escolhida do disco “Supermercados da Vida”. De “Carne Crua” mandaram &lt;em&gt;“Meus Bons Amigos”&lt;/em&gt;. Pulando também o disco &lt;strong&gt;“Álbum”&lt;/strong&gt; de releituras, tocaram &lt;em&gt;“Por Você”&lt;/em&gt; do disco &lt;strong&gt;“Puro Êxtase”&lt;/strong&gt;, curiosamente não tocaram nenhuma do disco &lt;strong&gt;“Barão Vermelho”&lt;/strong&gt; de 2004. Para fechar, &lt;em&gt;“Pense e Dance”&lt;/em&gt; (com os três baixistas que passaram pela banda tocando juntos) e &lt;em&gt;“Pro Dia Nascer Feliz”&lt;/em&gt; com participação de Sérgio Serra deixando a banda também com três guitarras. Depois passaram pelo palco mini-shows com os projetos paralelos de cada integrante (exceto Frejat), Rodrigo mostrou seu projeto solo e também tocou com “Os Britos” (um cover de Beatles totalmente descompromissado) que tem Guto na bateria e o “Kid Abelha” George Israel na guitarra. Fernando apresentou canções instrumentais de seu cd virtual. Maurício também divulgou seu trabalho solo assim como Dadi que encerrou a noite com muita digniDADI (péssimo trocadilho, Guto, hauahuahuahua) já para &lt;a href="http://bp2.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/R4I3B62PaGI/AAAAAAAAADg/It8kpoqD8Cg/s1600-h/P1010105.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5152741429781424226" src="http://bp2.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/R4I3B62PaGI/AAAAAAAAADg/It8kpoqD8Cg/s320/P1010105.JPG" style="cursor: hand; float: left; margin: 0px 10px 10px 0px;" /&gt;&lt;/a&gt;poucos presentes, embora o Circo estive lotado durante a apresentação do Barão.&lt;br /&gt;
Então vamos ao livro que tem orelha assinada por Ney Matogrosso um dos responsáveis pelo aparecimento do Barão no cenário nacional ao regravar a música &lt;em&gt;“Pro Dia Nascer Feliz”.&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;“Barão Vermelho Por que a gente assim”&lt;/strong&gt; tem seu título emprestado da canção assinada em parceria por Cazuza e Frejat e lançada no segundo álbum da banda &lt;strong&gt;“Barão Vermelho 2”&lt;/strong&gt; e começa exatamente no momento em que Guto Goffi e Maurício Barros decidem montar uma banda, o livro é entremeado por recortes de jornais e revistas; e fotos históricas e raras da banda. Fala de todos os discos lançados (eu acho que isso poderia ter sido mais bem explorado com um faixa a faixa mesmo); os shows mais importantes, desde os primórdios no Circo Voador, aos grandes festivais, como o Rock In Rio I e III (não deixando de citar a segunda edição do festival que eles se recusaram a participar devido ao tratamento dada as bandas brasileiras como a impossibilidade de passar o som), Hollywood Rock ou a abertura para os Rolling Stones em 1995 (que tive a honra de ver naquele dia chuvoso no Pacaembu, ouvir &lt;em&gt;“Quando”&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;“Quem &lt;a href="http://bp0.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/R4I2xa2PaFI/AAAAAAAAADY/lgeOkAzlXSE/s1600-h/P1010105.JPG"&gt;&lt;/a&gt;me olha só”&lt;/em&gt; debaixo daquela chuva que durou mais de seis horas foi algo único); juntando-se a isso as furadas turnês em território norte-americano.&lt;br /&gt;
Os escritos revelam as polêmicas e envolvimentos com drogas como a prisão, as trocas de &lt;a href="http://bp2.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/R4I4B62PaII/AAAAAAAAADw/IWrNwCPg6xE/s1600-h/P1010098.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5152742529293052034" src="http://bp2.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/R4I4B62PaII/AAAAAAAAADw/IWrNwCPg6xE/s320/P1010098.JPG" style="cursor: hand; float: right; margin: 0px 0px 10px 10px;" /&gt;&lt;/a&gt;integrantes desde a traumática saída de Cazuza e todas as loucuras que podem ser vividas por uma banda de Rock´n´Roll nas estradas da vida. Embora curiosamente muito à vontade para falarem de drogas, o sexo parece ter sido o grande tabu para os hoje barões senhores e pais de família já que nada aparece sobre isso no livro, a não ser por algumas citações sobre casos de Cazuza (não que eu tenha maiores interesses na vida sexual dos barões ou que biografias devam ter seção de fofocas, mas é interessante constatar como as drogas são tratadas com tamanha naturalidade e nenhuma responsabilidade social enquanto sexo permanece um tabu).&lt;br /&gt;
No mais, o livro é ótimo e seria interessante termos mais publicações assim mostrando a história da nossa música e também é bom ter um pouco de acesso e saber como funciona a chamada indústria fonográfica brasileira (“pornográfica” como eles chamam no livro). Vida longa ao Rock´n´Roll, vida longa ao Barão Vermelho!!!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fotos: a capa do livro; e no palco do Circo Voador: Frejat, Dé, Maurício e Guto; Frejat ; Frejat, Guto, Ezequiel Neves e Rodrigo Pinto na sessão de autográfos. Fotos by Bruna Mariana&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29607797-4158787226308239253?l=rockngeral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://rockngeral.blogspot.com/feeds/4158787226308239253/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29607797&amp;postID=4158787226308239253" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/4158787226308239253?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/4158787226308239253?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://rockngeral.blogspot.com/2008/01/baro-vermelho-por-que-gente-assim-maior.html" title="" /><author><name>Robert Moura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01923254662300791116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://1.bp.blogspot.com/-lPKMGf4y1Ys/TyPdJnUB-4I/AAAAAAAAAPs/crpPcQiVRDY/s220/rm.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://bp3.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/R4I1sK2PaDI/AAAAAAAAADI/06DAXWHMAik/s72-c/12_MVG_cult_barao.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0YAQHszfSp7ImA9WhRUF0g.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-29607797.post-852152793846494116</id><published>2007-12-15T19:09:00.001-02:00</published><updated>2012-01-28T09:45:41.585-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-28T09:45:41.585-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Tom Jobim" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Police" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="John Lennon" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Shows" /><title /><content type="html">&lt;strong&gt;The Police para quem precisa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5144313359621908418" src="http://bp3.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/R2RFvq2PZ8I/AAAAAAAAACQ/HaeAQmSKFKU/s400/pag_tela2_01.jpg" style="cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;Oito de dezembro, fatídico dia do assassinato de John Lennon em 1980 e da morte de Tom Jobim em 1994, a partir de 2007 a data passa a ter um significado musical positivo, pelo menos para mim e para quem teve a oportunidade de estar presente no maravilhoso show do The Police no Rio de Janeiro. Que porrada na cara!!! Depois de apagarem as luzes e os alto-falantes ecoarem a voz de Bob Marley cantando &lt;em&gt;“Get Up, Stand Up”&lt;/em&gt;, às 21h30min em ponto eles entraram no palco como previsto (ah, se os shows brasileiros tivessem essa pontualidade). Antes passei pelo martírio que foi entrar no Estádio Jornalista Mário Filho, vulgo Maracanã (ah, se os shows brasileiros NÃO tivessem essa desorganização). Já acostumado com esse tipo de situação procurei manter o bom humor.&lt;br /&gt;
Logo na primeira música do show &lt;em&gt;"Message In A Bottle"&lt;/em&gt; a banda já mostrou a que veio e &lt;a href="http://bp0.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/R2RH_62PaBI/AAAAAAAAAC4/-u_Zcht9nCg/s1600-h/police_rio_f_021.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5144315837818038290" src="http://bp0.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/R2RH_62PaBI/AAAAAAAAAC4/-u_Zcht9nCg/s320/police_rio_f_021.jpg" style="cursor: hand; float: right; margin: 0px 0px 10px 10px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/R2RGLK2PZ9I/AAAAAAAAACY/4MBh2OC5Zjo/s1600-h/police_rio_f_021.jpg"&gt;&lt;/a&gt;sinceramente só essa abertura já teria valido o show. Na sequência vieram &lt;em&gt;"Sincronicity II"&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;"Walkin On The Moon"&lt;/em&gt; que seguraram o clima empolgado da primeira canção e depois &lt;em&gt;"Voices Inside My Head", "When The World Is Running Down"&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;"Don´t Close To Me"&lt;/em&gt; enquanto a banda desfilava toda a sua elegância musical. Sting arriscava umas frases em português nos intervalos das canções como: "obrigado", “que saudade do Brasil” ou "vocês querem cantar comigo?", até com certa fluência, incomum nos roqueiros ingleses que baixam na terra de Machado de Assis, por certo, resultado do antigo namoro com o Brasil através das amizades com o já citado compositor Tom Jobim ou os tempos de Floresta Amazônica com o Cacique Raoni. E o deleite seguia com &lt;em&gt;"Driven To Tears", "Hole In My Life", "Truth Hits Everybody".&lt;/em&gt; Apesar do longo intervalo de mais de vinte anos a banda manteve no palco uma unidade ímpar numa combinação perfeita de técnica e emoção, com a bateria precisa de Copeland, os grooves de baixo marcantes e dançantes de Sting, e as belas texturas e solos de guitarra de Summers, tudo executado de forma bastante sedutora. Dispensáveis comentários para o equipamento, som, telões e todo o aparato técnico.&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/R2RGrK2PZ-I/AAAAAAAAACg/D0FMaaT7M-c/s1600-h/police_rio_f_023.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/R2RIUq2PaCI/AAAAAAAAADA/tXZtS62Lkj8/s1600-h/police_rio_f_023.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5144316194300323874" src="http://bp3.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/R2RIUq2PaCI/AAAAAAAAADA/tXZtS62Lkj8/s320/police_rio_f_023.jpg" style="cursor: hand; float: left; margin: 0px 10px 10px 0px;" /&gt;&lt;/a&gt;Outra coisa que descobri ou só agora me liguei para isso, é o fato de como o show deve ser diferente de acordo com o local na platéia que você se encontra, não apenas pela visibilidade do palco ou pelo som, mas sim pelas pessoas ao redor, nesse aspecto eu imagino que não haveria em todo o Estádio posicionamento melhor, cercado por verdadeiros fãs da banda que dançavam e cantavam todas as canções, entre elas uma garotinha de uns 12 anos e uma italianinha para lá de empolgada. Lulu Santos estava certo: “cada público tem o show que merece!”. Acho que os únicos que não mereciam é a já comum área VIP (formada por pseudo-celebridades que sequer conhecem o trabalho dos artistas e vão mais para aparecer na coluna social no dia seguinte ou em matérias tolas na TV dizendo que não conheciam a banda, ou cantando uma frase errada de uma canção que por ventura tenha sido tema de novela) que ficou numa posição privilegiada não permitindo um acesso muito próximo ao palco dos admiradores reais e que&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/R2RHIK2PZ_I/AAAAAAAAACo/WlV-ZNvxKLU/s1600-h/police_rio_f_020.jpg"&gt;&lt;/a&gt; pagaram um alto preço pelo ingresso embora cada centavo tenha valido a pena. &lt;a href="http://bp0.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/R2RHo62PaAI/AAAAAAAAACw/G3ttfz57tL0/s1600-h/police_rio_f_020.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5144315442681047042" src="http://bp0.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/R2RHo62PaAI/AAAAAAAAACw/G3ttfz57tL0/s320/police_rio_f_020.jpg" style="cursor: hand; float: right; margin: 0px 0px 10px 10px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
A banda ainda tocou uma saraivada de hits alucinantes um após o outro, “&lt;em&gt;Every Little Thing She Does Is Magic”&lt;/em&gt; (minha predileta), &lt;em&gt;“Wrapped Around Your Finger”, “De Do Do Do De Da Da Da”, “Invisible Sun”, “Walking In Your Footsteps”, “Can't Stand Losing You”, “Roxanne”, “King Of Pain”&lt;/em&gt; (numa versão que superou de longe a original) e &lt;em&gt;“So Lonely”&lt;/em&gt; para encerrar no bis com &lt;em&gt;“Every Breathe You Take”&lt;/em&gt; sempre com os improvisos que só um trio tem liberdade pra fazer, e mais do que liberdade eles têm uma extrema competência. Ainda que pareça clichê, no show realizado no Rio durante o verão, tudo cheirava a alegria, carnaval e sensualidade. Se dois amigos chamaram o show de Roger Waters em fevereiro de orgasmo estético posso afirmar que esse show também foi um orgasmo, mas sexual mesmo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29607797-852152793846494116?l=rockngeral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://rockngeral.blogspot.com/feeds/852152793846494116/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29607797&amp;postID=852152793846494116" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/852152793846494116?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/852152793846494116?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://rockngeral.blogspot.com/2007/12/police-para-quem-precisa-oito-de.html" title="" /><author><name>Robert Moura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01923254662300791116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://1.bp.blogspot.com/-lPKMGf4y1Ys/TyPdJnUB-4I/AAAAAAAAAPs/crpPcQiVRDY/s220/rm.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://bp3.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/R2RFvq2PZ8I/AAAAAAAAACQ/HaeAQmSKFKU/s72-c/pag_tela2_01.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0YCRXw_cCp7ImA9WhRUF0g.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-29607797.post-1698861303232760437</id><published>2007-08-30T20:58:00.003-03:00</published><updated>2012-01-28T09:46:04.248-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-28T09:46:04.248-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Mutantes" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Shows" /><title /><content type="html">&lt;b&gt;Deixando Fluir – Show dos Mutantes &lt;/b&gt;&lt;st1:personname productid="em Belo Horizonte" st="on"&gt;&lt;st1:personname productid="em Belo Horizonte" st="on" style="font-weight: bold;"&gt;em  Belo Horizonte&lt;/st1:personname&gt;&lt;/st1:personname&gt;&lt;b&gt; 05 de julho de 2007&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/RtdjoL9uUvI/AAAAAAAAACA/jHQCd7yRPBk/s1600-h/mutantes.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5104658244705342194" src="http://bp3.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/RtdjoL9uUvI/AAAAAAAAACA/jHQCd7yRPBk/s400/mutantes.jpg" style="cursor: pointer; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Confesso que nunca fui fã dos &lt;b&gt;Mutantes&lt;/b&gt;, gosto de uma canção ou outra, a banda sempre me pareceu exageradamente pretensiosa, muito embora eu sempre tenha nutrido interesse pelo trabalho do guitarrista Sérgio Dias por mais contraditório que isso possa parecer. Curto algumas coisas da mala Rita Lee, mais o pop dos anos 80 do que o rock dos 70 embora tenha vários bons momentos, mas por algum motivo resolvi ir ao show da formação atual (ingresso barato talvez) que me pareceu não agradar muito aos fãs de plantão (normal). Ah, para fechar o pacote, também nunca admirei nem um pouquinho (mas nem um pouquinho mesmo) a Zélia Duncan, atual vocalista. Apesar de tudo vi uns trechos do show em Londres na tevê e agradei. Depois de um desencontro na hora de comprar os ingressos por parte da minha amiga Natália, descobri que já haviam esgotado. Por mim tudo bem, eu não fazia questão realmente de ver o show e decidi mesmo ficar em casa. Às 18 horas, a Camila (outra amiga, mala igual a Rita Lee) me liga e propõe que a gente vá ao show pois sempre rola uns ingressos na porta, sabe como é...e seguindo a minha filosofia atual de deixar fluir, resolvi ir ao tal do show.&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;  &lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Ok, porta do local, “relax”, compro minha primeira lata de cerveja, a espera que o ingresso "venha" as minhas mãos. Vejo uma garota que por instantes penso ser uma conhecida, não era, o que não impediu que ela fosse amiga da minha amiga Natália que acabara de chegar no exato momento que ela negociava um ingresso com uma senhora que tinha dois sobrando (uma grande empresa patrocinava o show e havia distribuído alguns gratuitamente para os seus clientes) e por acaso um desses viria a ser minha entrada para o show.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;  &lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Pronto. Lá dentro, a banda no palco; tento me situar e me encontrar naquele lugar, me sentindo totalmente um estranho no ninho por não ser fã da banda, tão pouco me identificar com o público, mas a idéia era deixar fluir. Um som embolado no começo não ajudava na percepção dos detalhes do que a banda tocava. Como eu desconfiava, a presença da vocalista Zélia Duncan não era nem um pouco justificável (musicalmente, pelo menos) a não ser por sua presença de palco, animação e sorriso simpático. A participação mais espiritual do que musical de Arnaldo Baptista (por acaso aniversariando no dia) já que um segundo tecladista se encarregava do "trabalho pesado" e seu microfone estava num volume baixo que escondia as notas desafinadas. Sobrou então para o senhor Sérgio Dias, grande motivo de minha ida ao espetáculo na verdade, que literalmente deu um show na guitarra (sua Régulus) com suas frases e timbres criativos. A banda se completa com o antigo baterista Dinho, a percussionista Simone Soul e a garota do backing vocal cujo nome não sei e que talvez não tenha assumido as primeiras vozes para não soar como uma cover da Rita. Lá pela terceira música comecei a entrar no clima ainda que permanecesse totalmente estático no meu lugar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;  &lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Grandes momentos foram garantidos com a performance de canções como&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;i&gt;“El Justiciero”&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;“Cantor de Mambo”&lt;/i&gt;,&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;“Baby”&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;“Top Top”&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;“Desculpe, Baby”&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;“Fuga Nº. II”&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;“Balada do Louco”&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;“Meio Desligado”&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;“Minha Menina”&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;“Bat Macumba”&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;“Panis Et Circensis”&lt;/i&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;u1:p&gt;&lt;/u1:p&gt;  &lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Para meu espanto foi um belíssimo show, emocionate mesmo e a impressão que eu tive foi que assim como eu, a banda estava simplesmente deixando fluir...&lt;/div&gt;
&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/Rtdj579uUwI/AAAAAAAAACI/YitPDxF0oj8/s1600-h/Mutantes+05-07-07_2248.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5104658549648020226" src="http://bp2.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/Rtdj579uUwI/AAAAAAAAACI/YitPDxF0oj8/s400/Mutantes+05-07-07_2248.jpg" style="cursor: pointer; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;
A banda agradece ao público e Arnaldo faz suas flexões.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29607797-1698861303232760437?l=rockngeral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://rockngeral.blogspot.com/feeds/1698861303232760437/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29607797&amp;postID=1698861303232760437" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/1698861303232760437?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/1698861303232760437?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://rockngeral.blogspot.com/2007/08/deixando-fluir-show-dos-mutantes-em.html" title="" /><author><name>Robert Moura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01923254662300791116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://1.bp.blogspot.com/-lPKMGf4y1Ys/TyPdJnUB-4I/AAAAAAAAAPs/crpPcQiVRDY/s220/rm.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://bp3.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/RtdjoL9uUvI/AAAAAAAAACA/jHQCd7yRPBk/s72-c/mutantes.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkQEQ3g9eip7ImA9WhRWGUg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-29607797.post-4215622026081096273</id><published>2007-07-30T16:31:00.003-03:00</published><updated>2012-01-07T13:31:42.662-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-07T13:31:42.662-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Roberto Carlos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Barão Vermelho" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Roberto Frejat" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Shows" /><title /><content type="html">&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Roberto Frejat: Show em Belo Horizonte 14 de julho de 2007&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/Rq4_WQ3RXHI/AAAAAAAAAAc/YYnCMET6jdc/s1600-h/frejat01.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5093077880319073394" src="http://bp2.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/Rq4_WQ3RXHI/AAAAAAAAAAc/YYnCMET6jdc/s320/frejat01.jpg" style="cursor: pointer; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;Eu costumo dizer que se existe uma banda de Rock´n´Roll no Brasil essa banda chama-se &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Barão Vermelho,&lt;/span&gt; formada no início dos anos 80 por cinco garotos cariocas, o Barão já completou mais de duas décadas de existência, passando por mudanças de integrantes e sobretudo superando a saída do vocalista e compositor Cazuza após o terceiro disco &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“Maior Abandonado”&lt;/span&gt;. Depois de uma pausa após o lançamento de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“Balada MTV”&lt;/span&gt; em 1999 quando os integrantes se dedicaram a projetos solos, gravando, produzindo e tocando com outros artistas, a banda retornou com tudo em 2004 com o disco auto-intitulado &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“Barão Vermelho”&lt;/span&gt;, também nome do primeiro álbum lançado em 1982.     &lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Frejat que durante essa pausa lançou dois discos (&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“Amor pra recomeçar”&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“Sobre Nós 2 e o Resto do Mundo”&lt;/span&gt;) retorna agora nesse segundo intervalo na obra do Barão ao seu projeto solo com um enfoque um pouco mais pop e romântico (engana-se quem possa imaginar que ele caia nas baladas água com açúcar, Frejat ainda que possa querer evitar mantém sua pegada e atitude roqueira). Tive o prazer de assisti-lo pela primeira vez na abertura do show de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Eric Clapton&lt;/span&gt; na Praça da Apoteose no Rio de Janeiro em 2001 e agora mais uma vez &lt;st1:personname productid="em Belo Horizonte" st="on"&gt;em Belo Horizonte&lt;/st1:personname&gt; em show ocorrido no último dia 14 de julho, acompanhado de uma banda competente formada pelos músicos, Billy Brandão (guitarra), Marcelo Costa (bateria), Bruno Migliari (baixo) e o eterno companheiro de Barão, Maurício Barros nos teclados, Frejat desfilou alguns sucessos da carreira solo (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Sobre Nós 2 e o Resto do Mundo”&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Segredos”&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Túnel Do Tempo”&lt;/span&gt;) do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Barão &lt;/span&gt;(&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Bete Balanço”&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Por Você”&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“A Chave da Porta da Frente”&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“O Poeta Está Vivo”&lt;/span&gt;) composições suas gravadas por outros artistas (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Malandragem”&lt;/span&gt;) e canções de outros compositores, caso do clássico da música brasileira composto por Pixinguinha e João de Barro, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Carinhoso”&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Ainda é Cedo”&lt;/span&gt; da Legião Urbana e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Carpinteiro do Universo” &lt;/span&gt;de Raul Seixas e Marcelo Nova tocada num momento intimista voz e violão em que o destaque ficou com a música&lt;span style="font-style: italic;"&gt; “Como é grande o meu amor por você”&lt;/span&gt; do Rei Roberto Carlos. Frejat perguntou a platéia se gostariam de ouvir Roberto Carlos, ao que me pareceu, a maioria disse não, como não entendeu (ou fingiu não entender) ele respondeu que iria tocar e começou: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;"eu tenho tanto pra lhe falar...”&lt;/span&gt; os outros versos foram cantados por TODO o público de maneira emocionada e ainda recebeu o aplauso mais caloroso de toda a apresentação com a aprovação mais uma vez de Frejat dizendo: “O Robertão é demais!!!”. No bis ele retornou e declarou: “vou tocar mais uma do Roberto Carlos” e soltou uma versão muitíssimo interessante de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Só vou gostar de quem gosta de mim”&lt;/span&gt; de Rossini Pinto, registrada pelo Rei no mesmo disco da canção já citada, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Roberto Carlos em Ritmo de Aventura&lt;/span&gt;, trilha sonora da primeira fita estrelada pelo cantor nos cinemas.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Dá para perceber que Frejat leva em diante um trabalho tranqüilo, menos pretensioso (no bom sentido) que o gigante Barão Vermelho, coisa de quem sabe o que faz e não precisa provar mais nada, nem mesmo que tem competência para se desligar da banda e levar em frente um carreira solo vitoriosa.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Ah, apesar de tudo, espero ver o Barão nos palcos novamente...&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/Rq5ApQ3RXII/AAAAAAAAAAk/OBKG8YcAq_Y/s1600-h/frejar+amor+pra+recome%C3%A7ar.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5093079306248215682" src="http://bp2.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/Rq5ApQ3RXII/AAAAAAAAAAk/OBKG8YcAq_Y/s320/frejar+amor+pra+recome%C3%A7ar.jpg" style="cursor: pointer; float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/Rq5A0g3RXJI/AAAAAAAAAAs/ZfiWLXu6D3M/s1600-h/frejat+sobre-nos-dois-e-o-resto-do-mundo-W200.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5093079499521744018" src="http://bp3.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/Rq5A0g3RXJI/AAAAAAAAAAs/ZfiWLXu6D3M/s320/frejat+sobre-nos-dois-e-o-resto-do-mundo-W200.jpg" style="cursor: pointer; float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px;" /&gt;&lt;/a&gt;Fotos: à esquerda, Amor pra recomeçar&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
e à direita Sobre Nós 2 e o Resto do Mundo.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;/div&gt;
Obs: a foto no alto não é do show aqui citado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29607797-4215622026081096273?l=rockngeral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://rockngeral.blogspot.com/feeds/4215622026081096273/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29607797&amp;postID=4215622026081096273" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/4215622026081096273?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/4215622026081096273?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://rockngeral.blogspot.com/2007/07/roberto-frejat-show-em-belo-horizonte.html" title="" /><author><name>Robert Moura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01923254662300791116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://1.bp.blogspot.com/-lPKMGf4y1Ys/TyPdJnUB-4I/AAAAAAAAAPs/crpPcQiVRDY/s220/rm.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://bp2.blogger.com/_d8FfJnEQ-YU/Rq4_WQ3RXHI/AAAAAAAAAAc/YYnCMET6jdc/s72-c/frejat01.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0YNRn4_eCp7ImA9WhRUF0g.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-29607797.post-117520848608484180</id><published>2007-03-29T19:46:00.001-03:00</published><updated>2012-01-28T09:46:37.040-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-28T09:46:37.040-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pink Floyd" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Roger Waters" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Shows" /><title /><content type="html">&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O Lado Escuro da Bola (O show de Roger Waters na Praça da Apoteose e um Flamengo  e Vasco às vésperas do gol mil de Romário)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5372/3158/1600/777970/Roger%20Rom%3F%3Frio.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5372/3158/400/876011/Roger%20Rom%3F%3Frio.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rio de Janeiro, Praça da Apoteose, sexta-feira, 23 de março de 2007, segunda turnê do Roger Waters passando pelo Brasil. Mesmíssima cidade do Rio de Janeiro, Estádio do Maracanã, domingo, 25 de março, Flamengo e Vasco, Romário a dois gols do milésimo. Às 21:30 pontualmente, o grandalhão inglês sobe ao palco e  põe a bola para rolar ao som de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“In The Flash”&lt;/span&gt;, e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Mother”&lt;/span&gt;, duas canções do álbum &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;The Wall&lt;/span&gt;. Às 18:10 no Maracanã todos os holofotes se concentram no baixinho carioca, as torcidas de Flamengo e Vasco cantam hinos diferentes mas não desafinam. &lt;br /&gt;
No meio do gramado antes da bola rolar já era possível ver o brilho louco nos olhos do jogador vascaíno e não seria estranho se Roger Waters dedicasse-lhe os versos de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Shine on You Crazy Diamond”&lt;/span&gt; (“Remember when you were young, you shine like the sun, shine on you crazy diamond.”, Lembre-se de quando você era jovem,você brilhava como o sol, continue a brilhar, louco diamante”). O diamante continuaria a brilhar…no telão do show, a imagem do jovem Syd Barrett emociona a multidão na apresentação da canção...&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5372/3158/1600/142067/rw.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5372/3158/320/680851/rw.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; float: right; margin: 0 0 10px 10px;" /&gt;&lt;/a&gt;um acorde de sol maior anuncia &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Wish You Were Here”&lt;/span&gt; com sua inconfundível introdução.&lt;br /&gt;
O Flamengo domina o jogo, ataca, mas sem muita objetividade. Roger é mais direto, sabe exatamente o que quer, ataca, protesta, denuncia a guerra, a violência, é político.Um enorme porco inflável como o da capa do disco &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Animals&lt;/span&gt; surge no céu com frases de protesto pixadas em seu corpo como: "O medo constrói muralhas","Bush, não estamos à venda","All we need is education".&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Leaving Beirut” &lt;/span&gt;(composta por Waters na turnê anterior num quarto de hotel da cidade maravilhosa) crítica um certo texano de nome George. Romário também é político, politicamente incorreto, deliciosamente incorreto, em outro contexto, é claro. &lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5372/3158/1600/504664/rw%20porco.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5372/3158/320/590755/rw%20porco.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; float: left; margin: 0 10px 10px 0;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Durante a canção &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Perfect Sense”&lt;/span&gt;, uma explosão do gerador de energia no exato momento que o telão mostrava um estádio de futebol explodindo confunde tudo, explica tudo, o Maracanã repetiria essa cena no domingo futebolístico.&lt;br /&gt;
Termina o primeiro tempo do show, os músicos vão para o vestiário; Romário vai descansar no camarim para ao retornar ao palco em busca dos gols...&lt;br /&gt;
Na Apoteose uma lua cheia vai crescendo no telão, e a banda volta para o grande momento do espetáculo a execução na íntegra da obra-prima mor do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pink Floyd&lt;/span&gt;, o disco &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;The Dark Side Of The Moon&lt;/span&gt; que também batiza a turnê; o Vasco ganha por 2x0, mas Romário ainda não fez nenhum... Uma a uma vão sendo tocadas com perfeição as canções do álbum; no futebol não há como ser perfeito o tempo todo, Roger joga com a torcida toda a seu favor, os flamenguistas estão contra Romário, e eu que gostaria de ver uma vitória do Mengão por 3x2 (com os dois gols do Baixinho), não acredito no placar...&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5372/3158/1600/491726/483359-9269-ga.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5372/3158/320/923589/483359-9269-ga.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; float: left; margin: 0 10px 10px 0;" /&gt;&lt;/a&gt;Enquanto a interpretação sensacional da vocalista Katie Kissoon para a canção &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“The Great Gig In The Sky&lt;/span&gt;” parece representar a agonia rubro-negra, o êxtase da música &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Eclipse”&lt;/span&gt; anuncia o dia perfeito para o Vasco quando Romário dentro da pequena área (sua sala de estar) toca a bola para o fundo da rede, a platéia vascaína delira,comemora, se alegra, os flamenguistas se entristecem, parecem chorar ao mesmo tempo em que admiram o homem, a torcida de Waters experimenta todas essas emoções ao mesmo tempo. &lt;br /&gt;
O show chega ao fim, a banda se despede. O juiz apita final de jogo. Waters volta para o bis. Romário não dá bis dessa vez, o público se contenta com o nono centésimo nonagésimo nono gol.  Crianças do coral da Escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro são convidadas ao palco para cantar &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Another brick in the Wall”&lt;/span&gt;. Roger é simpático, distribui beijos e abraços a cada uma delas ao fim da canção. Música, futebol, emoção,  arte e magia, direto do lado escuro da lua/bola...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Set List&lt;br /&gt;
Primeiro tempo:&lt;br /&gt;
In the Flesh &lt;br /&gt;
Mother &lt;br /&gt;
Set the Controls for the Heart of the Sun &lt;br /&gt;
Shine On You Crazy Diamond (Parts I - V) (abridged) &lt;br /&gt;
Have a Cigar &lt;br /&gt;
Wish You Were Here &lt;br /&gt;
Southampton Dock &lt;br /&gt;
The Fletcher Memorial Home &lt;br /&gt;
Perfect Sense, Parts 1 and 2 &lt;br /&gt;
Leaving Beirut &lt;br /&gt;
Sheep &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo tempo: The Dark Side Of The Moon&lt;br /&gt;
Speak to Me &lt;br /&gt;
Breathe On the Run &lt;br /&gt;
Time &lt;br /&gt;
Breathe (Reprise) &lt;br /&gt;
The Great Gig in the Sky &lt;br /&gt;
Money Us and Them &lt;br /&gt;
Any Colour You Like &lt;br /&gt;
Brain Damage &lt;br /&gt;
Eclipse &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Prorrogação:&lt;br /&gt;
The Happiest Days of Our Lives &lt;br /&gt;
Another Brick in the Wall, Part II &lt;br /&gt;
Vera &lt;br /&gt;
Bring the Boys Back Home &lt;br /&gt;
Comfortably Numb &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Time De Waters:&lt;br /&gt;
Snowy White – Guitarra&lt;br /&gt;
Andy Fairwether-Low _ Guitarra e vocais&lt;br /&gt;
Dave Kilminster – Guitarra&lt;br /&gt;
Jon Carin – Teclados e vocais&lt;br /&gt;
Graham Bond – Bateria&lt;br /&gt;
Harry Waters (órgão Hammond)&lt;br /&gt;
Ian Richie (saxofone)&lt;br /&gt;
Katie Kissoon, PP Arnold e Carol Kenyon - Vocais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
FICHA TÉCNICA VASCO 3 X 0 FLAMENGO &lt;br /&gt;
Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ) &lt;br /&gt;
Data: 25 de março de 2007, domingo &lt;br /&gt;
Horário: 18h10 (de Brasília) &lt;br /&gt;
Renda: R$ 727.050,00 &lt;br /&gt;
Público: 43.103 (os 3 eram Pan, Frejat e eu)&lt;br /&gt;
Árbitro: Gutemberg de Paula&lt;br /&gt;
Assistentes: Manoel do Couto Ferreira Pires e Carlos Henrique Alves de Lima&lt;br /&gt;
Cartões amarelos: Sandro, Dudar, Fábio Braz, Abedi (Vasco); Renato, Souza (Flamengo)&lt;br /&gt;
Cartões vermelhos: Fábio Braz (Vasco); Leonardo Moura (Flamengo) &lt;br /&gt;
Gols:&lt;br /&gt;
VASCO: Leandro Amaral aos 42 minutos do primeiro tempo; Abedi aos três e Romário aos 33 minutos do segundo tempo &lt;br /&gt;
VASCO: Cássio; Wagner Diniz, Fábio Braz, Dudar e Sandro (André Dias); Roberto Lopes, Amaral, Abedi (Conca) e Morais (Renato); Leandro Amaral e Romário&lt;br /&gt;
Técnico: Renato Gaúcho &lt;br /&gt;
FLAMENGO: Bruno; Leonardo Moura, Irineu, Ronaldo Angelim e Juan; Paulinho, Renato, Renato Augusto e Juninho Paulista; Roni (Jailton) e Souza (Leonardo)&lt;br /&gt;
Técnico: Ney Franco &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
P.S. encontros acidental-normais com amigos de Belo Horizonte e com o carioca Michael Meneses na saída do show...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Post dedicado à Natália, Gabriel, Pan, Geléia e Frejat.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fotos dos clássicos (o do futebol e o da música)..na última, Francisco Falabella, Robert Moura e André Guimarães no show.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5372/3158/1600/98201/Show%20Roger%20Waters.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5372/3158/320/921510/Show%20Roger%20Waters.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29607797-117520848608484180?l=rockngeral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://rockngeral.blogspot.com/feeds/117520848608484180/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29607797&amp;postID=117520848608484180" title="8 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/117520848608484180?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/117520848608484180?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://rockngeral.blogspot.com/2007/03/o-lado-escuro-da-bola-o-show-de-roger.html" title="" /><author><name>Robert Moura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01923254662300791116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://1.bp.blogspot.com/-lPKMGf4y1Ys/TyPdJnUB-4I/AAAAAAAAAPs/crpPcQiVRDY/s220/rm.jpg" /></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0UCSXs7eSp7ImA9WhRUF0g.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-29607797.post-117339646646486536</id><published>2007-03-08T20:01:00.001-03:00</published><updated>2012-01-28T09:47:48.501-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-28T09:47:48.501-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Paul McCartney" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Beethoven" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="DVD´s" /><title /><content type="html">&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5372/3158/1600/415462/space%20withim%20us.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5372/3158/320/589414/space%20withim%20us.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;The Space Within Us - Paul McCartney&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Workaholic&lt;/span&gt;. Essa é uma boa expressão para se definir Paul McCartney, ele mesmo já se declarou viciado em trabalho, e não é difícil comprovar esse fato observando a quantidade de feitos que o mais ativo dos Beatles vem produzindo ao longo de sua carreira. No mais recente, o DVD &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;The Space Within Us&lt;/span&gt;, a exemplo do anterior &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Back In The US&lt;/span&gt;, temos as imagens de shows intercaladas com depoimentos e bastidores, sobrando ainda passagens de sons, o vídeo usado para a entrada de Paul no palco e um &lt;span style="font-style: italic;"&gt;making of&lt;/span&gt; nos bônus até porque o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;workaholic &lt;/span&gt;McCartney adora se mostrar trabalhando. Entre os depoimentos de fãs e famosos, só declarações que massageiam o ego do vaidoso Paul (pelo menos ele tem motivos para o sê-lo), desde o ex-presidente norte-americano Bill Clinton, passando por Lenny Kravitz, Paul Stanley (Kiss), Eddie Vedder (Pearl Jam), e o pessoal da produção; em alguns momentos o ator Jack Nicholson aparece vibrando como se estive em um jogo do seu Los Angeles Lakers; e por ali desfilam Beyoncé, Jay-Z, Steven Tyler (Aerosmith), James Taylor, Herbie Hancock até o celébre cantor de jazz Tony Bennett que ao ouvir Paul solfejar uma canção no backstage declara que não canta tão bem assim como Paul. Vai saber...&lt;br /&gt;
Extremamente á vontade Paul brinca até com o tombo que levou na segunda noite da turnê em Tampa na Flórida quando caiu no buraco de onde subia o piano. As câmeras todo o tempo mostram closes do público acusando a diversidade de fãs que o homem coleciona, famílias inteiras, duas, três gerações, todas as etnias aparecem sorridentes, chorando de emoção, dançando, cantando, enfim, fazendo aquilo que boas canções despertam.&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5372/3158/1600/151492/space%203.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5372/3158/320/619271/space%203.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; float: right; margin: 0 0 10px 10px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
O título que sugere uma viagem ao nosso íntimo também se aplica ao espaço sideral, o chamariz do título se refere ao fato de astronautas da NASA terem sido acordados ao som de uma canção dos Beatles (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;"Good Day Sunshine"&lt;/span&gt;) quando retornavam á Terra, tendo ainda as cenas de Paul tocando ao vivo para os astronautas na Estação Espacial Internacional.&lt;br /&gt;
Para os fãs as cerejas do bolo são as canções dos &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;FabFour&lt;/span&gt; que ainda não haviam sido tocadas ao vivo (sempre tem uma) &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“I´ll Get You&lt;/span&gt;”, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Please, Please Me”&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Fixing in a Hole”&lt;/span&gt; , &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“I Will”&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“She Came Through The Bedroom Window”&lt;/span&gt; e ainda a canção &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Too Many People”&lt;/span&gt; dos &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Wings&lt;/span&gt;. As canções do último álbum de estúdio, o excelente &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“Chaos and Creation In The Backyard”&lt;/span&gt;, reforçam as novidades para quem já vive no encalço dos vídeos lançados pelo artista, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Fine Line”&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“English Tea”&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Follow Me”&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Jenny Wren”&lt;/span&gt;; já &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Friends To Go”&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“How Kind Of You”&lt;/span&gt; são mostradas durante passagens de som.&lt;br /&gt;
Outro detalhe denunciado no vídeo é a separação de Paul da ex-modelo Heather Mills, logo no início Paul aparece caminhando sozinho e fazendo divagações a respeito da imaginação, da infância, do espaço e da realidade, no DVD anterior, Heather estava ao seu lado todo o tempo qual uma Yoko Ono e seu John Lennon, no final eis novamente o Paul solitário caminhando em uma longa e sinuosa estrada no campo. Enquanto teóricos tentam provar o poder terapêutico da música, Paul parece estar se auto medicando com suas canções e com seu trabalho.&lt;br /&gt;
Comparado aos gênios da composição como Bach e Beethoven, Paul prefere se declarar um trabalhador... E quem disse que eles não eram trabalhadores? E quem disse que Paul não é um gênio?&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5372/3158/1600/517086/Paul%20NY%204%2010%2005.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5372/3158/320/205850/Paul%20NY%204%2010%2005.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fotos: Capa do DVD The Space Within Us, Paul e os astronautas Bill e Valery (no telão) e Paul e seu legendário Hofner Bass&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29607797-117339646646486536?l=rockngeral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://rockngeral.blogspot.com/feeds/117339646646486536/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29607797&amp;postID=117339646646486536" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/117339646646486536?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/117339646646486536?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://rockngeral.blogspot.com/2007/03/space-within-us-paul-mccartney.html" title="" /><author><name>Robert Moura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01923254662300791116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://1.bp.blogspot.com/-lPKMGf4y1Ys/TyPdJnUB-4I/AAAAAAAAAPs/crpPcQiVRDY/s220/rm.jpg" /></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0QHRXs6cCp7ImA9WhRUF0g.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-29607797.post-117120148253720807</id><published>2007-02-11T10:52:00.003-02:00</published><updated>2012-01-28T09:48:54.518-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-28T09:48:54.518-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Erasmo Carlos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Roberto Carlos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Barão Vermelho" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Livros" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Jovem Guarda" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Beatles" /><title /><content type="html">&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Jovem Guarda: Rock brasileiro, o começo de tudo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5372/3158/1600/24795/RC-444.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5372/3158/400/317073/RC-444.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“É Preciso Saber Viver”&lt;/span&gt; (Titãs), &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Devolva-me”&lt;/span&gt; (Adriana Calcanhoto),&lt;span style="font-style: italic;"&gt;” Negro Gato” &lt;/span&gt;(Marisa Monte), &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Eu Sou Terrível”&lt;/span&gt;, “Pare o Casamento” (Kid Abelha), &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Quando”&lt;/span&gt;,&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“ Pode Vir Quente Que Eu Estou Fervendo”&lt;/span&gt; (Barão Vermelho), &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“É Proibido Fumar”&lt;/span&gt; (Skank), &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Se Você Pensa”&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“O Calhambeque” &lt;/span&gt;(Lulu Santos), &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Era Um Garoto Que Como Eu Amava Os Beatles e os Rolling Stones”&lt;/span&gt; (Engenheiros do Hawaii); o que essas canções carregam em comum???&lt;br /&gt;
Simplesmente o fato de terem sido compostas, gravadas, lançadas ou versionadas para o português por cantores ou compositores da chamada &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Jovem Guarda&lt;/span&gt;, programa de TV da emissora Record que entre 1965 e 1968 liderou audiência no país e propiciou o primeiro grande momento de cultura de massa por aqui. Essas regravações (citando apenas algumas mais recentes) mostram a permanência e a importância da &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Jovem Guarda&lt;/span&gt;. O que era para ser um simples programa exibido nas tardes de domingo para substituir a proibição dos jogos de futebol é considerado hoje como um movimento ou ainda um estilo de música, também chamado &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Iê, Iê, Iê&lt;/span&gt;, este nome por sua vez veio dos críticos norte-americanos que por não aceitarem os Beatles como uma banda de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Rock´n´Roll&lt;/span&gt;, intitulavam sua música de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Yeah, Yeah, Yeah&lt;/span&gt;, baseado nos refrões das canções &lt;span style="font-style: italic;"&gt;“She Loves You”&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;”It Won´t Be Long”&lt;/span&gt;(o filme &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A Hard Day´s Night&lt;/span&gt; foi batizado aqui de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os Reis do Iê, Iê, Iê&lt;/span&gt;). A realidade é que o Rock nunca mais foi o mesmo depois dos Beatles, nem a música brasileira a mesma depois da Jovem Guarda.&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5372/3158/1600/238473/RC-317.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5372/3158/400/676011/RC-317.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; float: right; margin: 0 0 10px 10px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Encabeçado por Roberto Carlos (o Brasa), Erasmo Carlos (o Tremendão) e Wanderléa (a Ternurinha), o programa reunia a turma que vinha fazendo rock por aqui, claro que assim como os Beatles na Inglaterra tiveram suas influências do rock americano misturadas à sua própria cultura, não poderia ser diferente aqui ou em qualquer outro país onde o rock bateu, basta reparar as diferenças entre uma valsa francesa, uma alemã e outra brasileira, por exemplo. Então, era natural que esses artistas ao fazerem rock incorporassem elementos da nossa música, como as canções românticas dor-de-cotovelo, baladas, samba e da própria bossa nova. E através dessa mistura, pela primeira vez o Brasil teve uma música jovem, feita por jovens e para jovens. Entre os artistas que participaram dessa história são destacados os nomes, além dos três já citados: Eduardo Araújo, Silvinha, Ronnie Von, Jorge Ben, Waldirene, Ed Wilson, Jerry Adriani, Antônio Marcos, Martinha, Sérgio Reis, Rosemary, Leno e Lílian, Os Vips, Golden Boys, Trio Esperança, Vanusa, e as bandas Renato e Seus Blue Caps, Fevers, Os Incríveis, Jet Black´s, The Jordans, The Youngsters.&lt;br /&gt;
A Jovem Guarda além de música lançava também moda, as roupas dos astros eram imitadas, suas gírias (“papo firme”, “broto”, “é uma brasa, mora?”, entre outras) repetidas nas ruas e; algumas, assim como as canções resistem ainda hoje, 40 anos depois. Exatamente para conhecer, ou simplesmente relembrar essa época que no fundo parece jamais ter sido esquecida, ainda que estejamos falando de um país com fama de não ter memória, dois livros foram lançados no ano passado, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Jovem Guarda Em Ritmo De Aventura&lt;/span&gt;, (Editora 34) de Marcelo Fróes, nos apresenta o antes, durante e depois da Jovem Guarda, de onde veio, o que fez e para onde foi cada um dos artistas que ajudaram a escrever essas páginas da música brasileira. Já o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Almanaque da Jovem Guarda (Nos Embalos De Uma Década Cheia De Brasa, Mora?&lt;/span&gt;, Ed. Ediouro) de Ricardo Pugialli, também autor do livro &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“Os Embalos Da Jovem Guarda”&lt;/span&gt; mostra essa mesma história, porém como o título sugere, através de recortes, fotos e notas da imprensa, e no fim ainda conta com &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“Os Arquivos Secretos da Jovem Guarda”&lt;/span&gt; que tem até notas de um caderninho em formato de diário que Roberto Carlos manteve no ano de 1959, quando cantava bossa nova na boate Plaza em Copacabana. Os dois autores também já um escreveram um ótimo livro em parceria sobre os Beatles (Os Anos da Beatlemania), infelizmente fora de catalógo. Fica então aí a dica desses dois livros para quem quer conhecer melhor a história do rock na música popular brasileira. Como disse certa vez Eduardo Araújo: nem tudo que reluz é ouro, mas a Jovem Guarda teve momentos de autêntico Rock´n´Roll!!!&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5372/3158/1600/423972/livro-jovem_guarda_em_ritmo_de_aventura.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5372/3158/400/868270/livro-jovem_guarda_em_ritmo_de_aventura.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; float: left; margin: 0 10px 10px 0;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5372/3158/1600/999375/almanaqueJG.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/5372/3158/320/991751/almanaqueJG.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; float: right; margin: 0 0 10px 10px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fotos:Calhambeque(Esq. para dir.) Martinha, Erasmo Carlos, Roberto Carlos, Wanderley Cardoso, Eduardo Araújo e Wanderléa.&lt;br /&gt;
No palco do Jovem Guarda: Erasmo Carlos á esquerda e Roberto Carlos (guitarra) Wanderlá(a dire. de calça,)banda e dançarinas.&lt;br /&gt;
capas dos livros: Jovem guarda em Ritmo de Aventura e Almanaque da Jovem Guarda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Post dedicado ao Leonardo Ribeiro (pelo interesse, valeu Brother) e Jéssica Bandeira (garotinha papo firme)...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dicas de sites sobre os autores e os livros:&lt;br /&gt;
http://www.jovemguarda.com.br/&lt;br /&gt;
www.tucunare.bio.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/29607797-117120148253720807?l=rockngeral.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://rockngeral.blogspot.com/feeds/117120148253720807/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=29607797&amp;postID=117120148253720807" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/117120148253720807?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/29607797/posts/default/117120148253720807?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://rockngeral.blogspot.com/2007/02/jovem-guarda-rock-brasileiro-o-comeo.html" title="" /><author><name>Robert Moura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01923254662300791116</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="31" height="21" src="http://1.bp.blogspot.com/-lPKMGf4y1Ys/TyPdJnUB-4I/AAAAAAAAAPs/crpPcQiVRDY/s220/rm.jpg" /></author><thr:total>2</thr:total></entry></feed>

