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	<title>Rodrigo Ghedin</title>
	
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	<description>É bacharel em Direito, aficionado por tecnologia e admirador de cultura (in)útil.</description>
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		<title>Promoções de livros (Saraiva e Submarino)</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 12:47:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo P. Ghedin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Promoções]]></category>
		<category><![CDATA[a menina que roubava livros]]></category>
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		<description><![CDATA[

Parece que a proximidade da FLIP esquentou as promoções de livros das lojas virtuais. Submarino e Saraiva estão com ótimas promoções literárias.
No Submarino, Harry Potter continua com aquele descontão camarada: R$ 9,90 cada livro. A coleção completa, contendo os sete livros mais Os contos de Beedle, o Bardo, sai por apenas R$ 79,00, o equivalente [...]]]></description>
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<p>Parece que a proximidade da <abbr title="Festa Literária Internacional de Paraty">FLIP</abbr> esquentou as promoções de livros das lojas virtuais. Submarino e Saraiva estão com ótimas promoções literárias.</p>
<div id="attachment_2116" class="wp-caption alignright" style="width: 231px"><a href="http://www.rodrigoghedin.com.br/go/semana-harry-potter/"><img class="size-full wp-image-2116" title="Harry Potter: R$ 9,90 cada." src="http://www.rodrigoghedin.com.br/wp-content/uploads/2009/07/harry-potter-desconto.jpg" alt="Harry Potter: R$ 9,90 cada." width="221" height="236" /></a><p class="wp-caption-text">Harry Potter: R$ 9,90 cada.</p></div>
<p>No <strong>Submarino</strong>, <a title="Compre livros de Harry Potter, no Submarino." href="http://www.rodrigoghedin.com.br/go/semana-harry-potter/">Harry Potter</a> continua com aquele descontão camarada: R$ 9,90 cada livro. <a title="Compre coleção Harry Potter, no Submarino." href="http://www.submarino.com.br/produto/1/21533327/?franq=173023">A coleção completa</a>, contendo os sete livros mais Os contos de Beedle, o Bardo, sai por apenas <em>R$ 79,00</em>, o equivalente a aproximadamente dois livros se considerarmos os preços regulares.</p>
<p><a title="Compre três livros, pague dois, no Submarino." href="http://www.rodrigoghedin.com.br/go/tres-super-livros/">Outra promoção é a dos três livros</a>. Os títulos dessa custam, com desconto, R$ 15,00 cada, mas na compra de três, o terceiro sai de graça, no esquema leve três, pague dois.  Há bons e/ou famosos títulos disponíveis, como <a title="Compre O curioso caso de Benjamin Button, de F. Scott Fitzgerald, no Submarino." href="http://www.rodrigoghedin.com.br/go/o-curioso-caso-de-benjamin-button-livro/">O curioso caso de Benjamin Button</a>, de F. Scott Fitzgerald; <a title="Compre O pequeno príncipe, de Antoine De Saint-exupery, no Submarino." href="http://www.rodrigoghedin.com.br/go/o-pequeno-principe/">O pequeno príncipe</a>, de Antoine De Saint-exupery; <a title="Compre Marley e eu (edição especial), de John Grogan, no Submarino." href="http://www.rodrigoghedin.com.br/go/marley-e-eu-especial/">Marley e eu (edição especial)</a>, de John Grogan (<a title="Crítica de Marley e eu, de John Grogan." href="http://www.rodrigoghedin.com.br/2009/03/06/marley-e-eu-de-john-grogan/">crítica aqui</a>); <a title="Compre O caçador de pipas, de Khaled Hosseini, no Submarino." href="http://www.rodrigoghedin.com.br/go/o-cacador-de-pipas/">O caçador de pipas</a> e <a title="Compre A cidade do sol, de Khaled Hosseini, no Submarino." href="http://www.rodrigoghedin.com.br/go/a-cidade-do-sol/">A cidade do sol</a>, ambos de Khaled Hosseini; e <a title="Compre A lição final, de Randy Pausch, no Submarino." href="http://www.rodrigoghedin.com.br/go/a-licao-final/">A lição final</a>, de Randy Pausch.</p>
<p>A última promoção no Submarino dá <a title="Compre livros com desconto progressivo, no Submarino." href="http://www.rodrigoghedin.com.br/go/desconto-progressivo-livros/">desconto progressivo na compra de dois ou mais livros</a>, chegando ao máximo de 20% na compra de 4 ou mais. Aqui há vários <em>best sellers</em>, como o recém-lançado <a title="Compre Amanhecer, de Stephenie Meyer, no Submarino." href="http://www.rodrigoghedin.com.br/go/amanhecer/">Amanhecer</a>, de Stephenie Meyer; <a title="Compre Anjos e demônios, de Dan Brown, no Submarino." href="http://www.rodrigoghedin.com.br/go/anjos-e-demonios/">Anjos e demônios</a>, de Dan Brown; e <a title="Compre A menina que roubava livros, de Markus Zusak." href="http://www.rodrigoghedin.com.br/go/a-menina-que-roubava-livros/">A menina que roubava livros</a>, de Markus Zusak (<a title="Crítica de A menina que roubava livros, de Markus Zusak." href="http://www.rodrigoghedin.com.br/2008/12/27/a-menina-que-roubava-livros-de-markus-zusak/">crítica aqui</a>).</p>
<p>Já na <strong>Saraiva</strong>, o leque de promoções é maior &#8211; <a title="Promoções literárias, na Saraiva." href="http://www.livrariasaraiva.com.br/liv/promo/20090701_livros.htm?PAC_ID=26573">são oito simultâneas</a>. A melhor, sem sombra de dúvidas, é a de <a title="Best-sellers por R$ 9,90, na Saraiva." href="http://www.livrariasaraiva.com.br/pesquisaweb/pesquisaweb.dll/pesquisa?FILTRON1=M&amp;ORDEMN2=E&amp;PALAVRASN1=15285&amp;IDBANNER=8806&amp;ID=BD72FF0C7D907011427130411&amp;PAC_ID=26573">livros por R$ 9,90</a>. Dentre os títulos, <a title="Compre O caçador de pipas, de Khaled Hosseini, no Saraiva." href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/produto.dll/detalhe?pro_id=184756&amp;ID=BD72FF0C7D907011427130411&amp;PAC_ID=26573">O caçador de pipas</a>, de Khaled Hosseini; e <a title="Compre A arte da guerra, de Sun Tzu, na Saraiva." href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/produto.dll/detalhe?pro_id=1391401&amp;ID=BD72FF0C7D907011427130411&amp;PAC_ID=26573">A arte da guerra</a>, de Sun Tzu (tem outras cinco ou seis versões, todas pelo mesmo preço). Vale destacar também <a title="Compre livros em pré-venda com desconto, na Saraiva." href="http://www.livrariasaraiva.com.br/pesquisaweb/pesquisaweb.dll/pesquisa?FILTRON1=M&amp;ORDEMN2=E&amp;PALAVRASN1=15290&amp;IDBANNER=8811&amp;ID=BD72FF0C7D907011427130411&amp;PAC_ID=26573">livros em pré-venda com descontos</a>.</p>
<p>Lembrando que compras realizadas no Submarino através do livro acima revertem uma pequena comissão para mim. Não é muito, mas ajuda a garantir o passeio do fim de semana <img src='http://www.rodrigoghedin.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> .</p>
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		<item>
		<title>Escrever para o momento ou para a posteridade?</title>
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		<comments>http://www.rodrigoghedin.com.br/2009/06/30/escrever-para-o-momento-ou-para-a-posteridade/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 17:31:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo P. Ghedin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eu e a tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Web life]]></category>
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Robert Scobler tocou num assunto sobre o qual eu nunca tinha parado para pensar, e que é de suma importância em tempos onde a maioria dos bloggers abdicam de seus próprios blogs em prol de ferramentas como Twitter e FriendFeed. Em suma, Scobler diz que, nesses sistemas, o conteúdo produzido &#8220;perde-se&#8221; depois de algum [...]]]></description>
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<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_2109" class="wp-caption alignright" style="width: 170px"><strong></strong><strong><img class="size-full wp-image-2109" title="Twitter." src="http://www.rodrigoghedin.com.br/wp-content/uploads/2009/06/twitter.png" alt="Twitter." width="160" height="224" /></strong><p class="wp-caption-text">Twitter.</p></div>
<p>Robert Scobler <a title="Real-time systems hurting long-term knowledge?" href="http://scobleizer.com/2009/06/28/real-time-systems-hurting-long-term-knowledge/">tocou num assunto</a> sobre o qual eu nunca tinha parado para pensar, e que é de suma importância em tempos onde a maioria dos <em>bloggers</em> abdicam de seus próprios blogs em prol de ferramentas como <a title="Twitter." href="http://twitter.com/">Twitter</a> e <a title="FriendFeed." href="http://friendfeed.com/">FriendFeed</a>. Em suma, Scobler diz que, nesses sistemas, o conteúdo produzido &#8220;perde-se&#8221; depois de algum tempo, simplesmente porque a busca tem prazo de validade.</p>
<p>Confesso que fiquei um tanto surpreso ao ler isso. Aproveitando <a title="Mozilla lança versão final do Firefox 3.5." href="http://www.winajuda.ig.com.br/2009/06/30/mozilla-lanca-versao-final-do-firefox-35/">o lançamento do Firefox 3.5</a>, decidi fazer um teste. No lançamento do Firefox 3.0, a Mozilla fez uma grande campanha para que o programa entrasse no Guinness como o mais baixado do mundo. <a title="Download Day 2008." href="http://www.winajuda.ig.com.br/2008/06/17/firefox-download-day-2008-e-hoje/">Batizou-a de &#8220;Download day&#8221;</a>. A movimentação no Twitter, naquele dia, foi intensa, logo, muito material com os termos &#8220;download day&#8221; foi produzido. Fiz <a title="Download day, no Twitter Search." href="http://search.twitter.com/search?q=%22download+day%22">uma busca por ele</a> no Twitter Search, e o mecanismo retornou quatro páginas de resultados, sendo o último de onze dias atrás. O conteúdo do dia 17 de junho de 2008, o tal download day, ainda está no sistema, mas virtualmente perdido por não ser possível encontrá-lo.</p>
<p>E aí entram os blogs, que de tanto se falar em mídia social, Twitter, orkut, Facebook e etc., ostenta, hoje, uma fisionomia cansada para muitos. Fazendo <a title="Download day e blog, no Google." href="http://www.google.com.br/search?q=%22download+day%22+blog&amp;ie=utf-8&amp;oe=utf-8&amp;aq=t&amp;rls=org.mozilla:pt-BR:official&amp;client=firefox-a">uma pesquisa no Google</a> pelos mesmos termos citados acima, acrescido da palavra &#8220;blog&#8221;, o primeiro resultado <a title="Download Day is here!" href="http://blog.mozilla.com/blog/2008/06/17/download-day-is-here/">é este</a>. Para ficarmos num exemplo mais próximo, uma busca por &#8220;download day&#8221; <a title="Download day, no WinAjuda." href="http://www.winajuda.ig.com.br/index.php?s=%22download+day%22">no WinAjuda</a> retorna quatro <em>posts</em> específicos sobre o assunto desejado.</p>
<p>Microblogs têm a vantagem de serem rápidos. Um link publicado há um minuto pode ganhar o mundo em poucos mais, graças a <em>retweets</em>, <em>trending topics</em> e outras características inerentes ao sistema, que privilegia bom conteúdo, mas trata com descaso coisas antigas &#8211; e entenda como &#8220;antigas&#8221; <em>tweets</em> da semana passada para trás. Enfim, não servem, de maneira alguma, como registro histórico. Se tivesse que escolher um ditado para simplificar essa questão, seria o célebre &#8220;o apressado come cru&#8221;.</p>
<p>No fim das contas, a história se repete: Twitter, FriendFeed, microblogs em geral não são os algozes dos canais mais antigos, como o blog e a &#8220;velha mídia&#8221;. Eles vêm para complementar. Citando exemplo levantado pelo Scoble, alguém consegue achar, no Twitter, o <em>tweet</em> com a foto daquele avião que pousou no rio Hudson, alguns meses atrás? No Google, <a title="Successful Emergency Plane Landing in the Hudson River." href="http://engineering.curiouscatblog.net/2009/01/15/successful-emergency-plane-landing-in-the-hudson-river/">é fácil</a>.</p>
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		<item>
		<title>Crepúsculo, de Stephenie Meyer</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/RodrigoGhedin/~3/qOYNccf3pw0/</link>
		<comments>http://www.rodrigoghedin.com.br/2009/06/27/crepusculo-stephenie-meyer/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2009 12:59:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo P. Ghedin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[bella swan]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[crepúsculo]]></category>
		<category><![CDATA[edward cullen]]></category>
		<category><![CDATA[stephenie meyer]]></category>
		<category><![CDATA[twilight]]></category>

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		<description><![CDATA[

Muita gente torce o nariz para fenômenos literários. Autores vendidos, enredos fraquinhos/comerciais, enfim, sempre têm uma desculpa para ignorar o que está em evidência e, destilando veneno, citar obras obscuras, cult, algumas vezes enfadonhas, vangloriando-se do fato de conseguir ler e gostar de livros às vezes ruins.
Não posso me enquadrar nesse grupo. Leio coisas ruins [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<div id="attachment_2096" class="wp-caption alignright" style="width: 210px"><img class="size-full wp-image-2096" title="Crepúsculo, de Stephenie Meyer." src="http://www.rodrigoghedin.com.br/wp-content/uploads/2009/06/crepusculo.jpg" alt="Crepúsculo, de Stephenie Meyer." width="200" height="289" /><p class="wp-caption-text">Crepúsculo, de Stephenie Meyer.</p></div>
<p>Muita gente torce o nariz para fenômenos literários. Autores vendidos, enredos fraquinhos/comerciais, enfim, sempre têm uma desculpa para ignorar o que está em evidência e, destilando veneno, citar obras obscuras, <em>cult</em>, algumas vezes enfadonhas, vangloriando-se do fato de conseguir ler e gostar de livros às vezes ruins.</p>
<p>Não posso me enquadrar nesse grupo. Leio coisas ruins também, mas não deixo de lado os livros que, dali a alguns meses, tornam-se filmes e viram sinônimo de cultura de massa. Afinal, tornei-me um leitor assíduo com&#8230; Harry Potter. Antes, apenas livros esparsos, Coleção Vagalume, alguns clássicos nacionais (a pedido da escola), e por aí vai. E é justamente por essa ausência de preconceito que recentemente encarei <strong>Crepúsculo</strong> (<em>Intrínseca, 2008, 2ª edição, ISBN 978-85-98078-30-4</em>), livro de estreia de Stephenie Meyer.</p>
<p>Envolvendo vampiros, lobos e outras criaturas fantasiosas, Crepúsculo mostra o primeiro amor de Bella Swan e do vampiro Edward Cullen. E&#8230; bom, é basicamente isso durante o livro inteiro, que se enrola no dilema ético-gastronômico do jovem Cullen, que, ao mesmo tempo em que diz amar Bella, controla seus instintos a fim de evitar que faça da namoradinha sua janta.</p>
<p>Os vampiros, seres imaginários que há tanto tempo assustam e fascinam, têm características pouco comuns dentro da mitologia do personagem. Esse detalhe enfurece fãs mais radicais do vampiro clássico, mas é uma licença poética, no geral, digerível. Algumas, como brilhar no sol ao invés de se queimar, com certa dificuldade, mas tudo bem.</p>
<p>A lenga-lenga entre Bella e Edward é maçante, e a (falta de) dinâmica de Meyer não ajuda muito. A cada fala, a autora acrescenta algumas palavras descrevendo cada personagem. Algo mais ou menos assim:</p>
<blockquote><p>- Oi, tudo bem? &#8211; Perguntou ele cheio de si, com aquele sorriso torto e blablablá.</p></blockquote>
<p>É meio que a versão literária da direção das novelas da Globo. A devoção exagerada de Bella a Edward também irrita em certo ponto. Até entendo que é o primeiro amor, que o cara é um vampiro, dirige a 240 Km/h sem olhar pra pista e consegue parar uma Kombi em movimento com um braço; são coisas legais, mas, calma lá, tudo tem limite. Louis Lane namora o Super-Homem, mas nem por isso fica babando em cima dele o dia inteiro &#8211; é quase o contrário.</p>
<p>Some-se a isso diálogos enfadonhos, do tipo &#8220;eu te amo mais que você&#8221;, e a leitura torna-se arrastada. O clímax é confuso, curto, e quando tem-se a sensação de que finalmente os vampiros vão cair no pau, não é bem isso o que acontece.</p>
<p>Crepúsculo é bem fraquinho. Fala de amor, vampiros e põe um príncipe encantado sem cavalo branco e com jeitão de malvado que impressiona pré-adolescentes. Bem ou mal, talvez esteja aí o segredo do sucesso.</p>
<div id="submarino">
<h3>Compre no Submarino</h3>
<table border="0">
<tr>
<td width="125" valign="top"><a title="Crepúsculo, de Stephenie Meyer." href="http://www.rodrigoghedin.com.br/go/crepusculo/"><img src="http://www.rodrigoghedin.com.br/wp-content/uploads/2009/06/crepusculo-cover.jpg" alt="Crepúsculo, de Stephenie Meyer." title="Crepúsculo, de Stephenie Meyer." width="96" height="138" class="alignnone size-full wp-image-2095" /><br /><strong>Crepúsculo</strong>, de Stephenie Meyer.</a></td>
<td width="125" valign="top"><a title="Lua nova, de Stephenie Meyer." href="http://www.rodrigoghedin.com.br/go/lua-nova/"><img src="http://www.rodrigoghedin.com.br/wp-content/uploads/2009/06/lua-nova-cover.jpg" alt="Lua nova, de Stephenie Meyer." title="Lua nova, de Stephenie Meyer." width="95" height="138" class="alignnone size-full wp-image-2104" /><br /><strong>Lua nova</strong>, de Stephenie Meyer.</a></td>
<td width="125" valign="top"><a title="Amanhecer, de Stephenie Meyer." href="http://www.rodrigoghedin.com.br/go/amanhecer/"><img src="http://www.rodrigoghedin.com.br/wp-content/uploads/2009/06/amanhecer-cover.jpg" alt="Amanhecer, de Stephenie Meyer." title="Amanhecer, de Stephenie Meyer." width="95" height="138" class="size-full wp-image-2097" /><br /> <strong>Amanhecer</strong>, de Stephenie Meyer.</a></td>
<td width="125" valign="top"><a title="Crepúsculo, de Catherine Hardwicke." href="http://www.rodrigoghedin.com.br/go/crepusculo-filme/"><img src="http://www.rodrigoghedin.com.br/wp-content/uploads/2009/06/crepusculo-filme.jpg" alt="Crepúsculo, de Catherine Hardwicke." title="Crepúsculo, de Catherine Hardwicke." width="138" height="138" class="alignnone size-full wp-image-2099" /><br /> <strong>Crepúsculo</strong>, de Catherine Hardwicke.</a></td>
</tr>
</table>
</div>
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		<item>
		<title>Tradução do K2 (pt_Br)</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/RodrigoGhedin/~3/SW73Wz8Z7xA/</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 01:08:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo P. Ghedin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eu e a tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Eu micreiro]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
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		<description><![CDATA[

Se você usa o tema K2 em seu blog movido pelo WordPress, talvez esse post lhe interesse. Tirei um tempinho e traduzi o tema usando o método oficial, que permite redistribuição do arquivo. Assim, caso queira traduzir seu blog com alguns cliques para o português do Brasil, basta pegar seu arquivo de tradução e seguir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p>Se você usa o tema <a title="K2." href="http://getk2.com/"><strong>K2</strong></a> em seu blog movido pelo <a title="WordPress." href="http://wordpress.org/">WordPress</a>, talvez esse post lhe interesse. Tirei um tempinho e traduzi o tema usando o método oficial, que permite redistribuição do arquivo. Assim, caso queira traduzir seu blog com alguns cliques para o <strong>português do Brasil</strong>, basta pegar seu arquivo de tradução e seguir as instruções. <a title="Tradução K2 (pt_Br)." href="http://www.rodrigoghedin.com.br/traducao-k2-pt-br/">Está tudo nesta página</a>.</p>
<p>Ainda contém alguns <em>bugs</em> e errinhos de tradução/contexto, mas, para uma versão inicial, está de bom tamanho. Ah, caso use e encontre os tais erros, por favor, reporte via <a title="Contato." href="http://www.rodrigoghedin.com.br/contato/">formulário de contato</a>. Obrigado!</p>
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		<title>Imagens azuis no cabeçalho</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Jun 2009 12:11:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo P. Ghedin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Webdesign]]></category>
		<category><![CDATA[azul]]></category>
		<category><![CDATA[blue]]></category>
		<category><![CDATA[creative commons]]></category>
		<category><![CDATA[flickr]]></category>
		<category><![CDATA[k2]]></category>
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		<description><![CDATA[

Ao trocar o tema do blog (é, mais uma vez), aproveitei uma feature nativa do K2, tema atual, e coloquei imagens aleatórias no topo. Algo que fazemos, eu e o resto da equipe, no Noroestão, e que sempre chama a atenção. E gasta mais banda do site, já que 99% dos leitores que descobrem esse [...]]]></description>
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<p>Ao trocar o tema do blog (é, mais uma vez), aproveitei uma <em>feature</em> nativa do <a title="K2." href="http://getk2.com/">K2</a>, tema atual, e coloquei imagens aleatórias no topo. Algo que fazemos, eu e o resto da equipe, no <a title="Noroestão." href="http://www.noroestao.com.br/">Noroestão</a>, e que sempre chama a atenção. E gasta mais banda do site, já que 99% dos leitores que descobrem esse detalhe dão <em>refresh</em> na página várias vezes até ver todas as imagens. Pode fazer aqui, afinal, se tem alguma coisa que a <span style="text-decoration: line-through;">Nightmarehost</span> <a title="Dreamhost." href="http://www.dreamhost.com/">Dreamhost</a> oferece de bom, é a transferência de dados praticamente ilimitada.</p>
<p>Como o K2 tem muitos elementos azuis, procurei me ater a essa tonalidade na hora de buscar as imagens do cabeçalho. Porém, antes de sair à busca, havia tentado implementar este <a title="Time-based Header Images." href="http://getk2.com/forum/showthread.php?t=6394"><em>script</em></a>, que faz com que imagens específicas, escolhidas por mim, apareçam em determinados dias do ano, como Natal, ano novo e meu aniversário (anote a data e encomende o presente: 8 de novembro). Ainda não sei o que fiz de errado, mas o <em>script</em> não funcionou, de modo que me contentei em usar apenas imagens aleatórias mesmo.</p>
<p>Voltando a elas, aliás, a ideia era concentrar-se no azul, para combinar com o restante do <em>layout</em>. E como não quero andar fora da legalidade, lembrei de um recurso novo da busca de imagens do <a title="Yahoo! Images." href="http://images.search.yahoo.com/">Yahoo!</a>: <a title="Busca de imagens sob licença da Creative Commons." href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/05/27/busca-de-images-sob-licenca-da-creative-commons/">filtro de imagens licenciadas sob Creative Commons</a>. Busquei por &#8220;blue&#8221; (azul, em inglês), e muitos resultados apareceram, a maioria, se não todos, do <a title="Flickr,." href="http://flickr.com/">Flickr</a>, rede social de fotografos também da Yahoo!. Depois disso, tive o trabalho de encontrar as mais legais, cortá-las no tamanho correto (780&#215;200), e mandá-las para o servidor. E agora, tenho o trabalho de satisfazer a curiosidade dos leitores, e colocar todas as imagens armazenadas, com os respectivos links aos fotógrafos que gentilmente as disponibilizaram na Internet sob Creative Commons.</p>
<p>Para não quebrar o <em>layout</em>, redimensionei as imagens. Clique nelas (com o botão do meio, para abrir em outra página) para ir às respectivas páginas no Flickr.</p>
<div id="attachment_2069" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.flickr.com/photos/rickels/2759128129/"><img class="size-full wp-image-2069" title="Blue." src="http://www.rodrigoghedin.com.br/wp-content/uploads/2009/06/header-mini.jpg" alt="Blue." width="500" height="128" /></a><p class="wp-caption-text">Blue.</p></div>
<p><a title="Blue, no Flickr." href="http://www.flickr.com/photos/rickels/2759128129/"><strong>Blue</strong></a>. Foi a primeira que achei, e, caso não houvesse o sistema de imagens aleatórias, a que ficaria no cabeçalho do blog. O efeito desfocado em parte da imagem é bem legal.</p>
<div id="attachment_2070" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-2070" title="Windows 7." src="http://www.rodrigoghedin.com.br/wp-content/uploads/2009/06/windows7-mini.jpg" alt="Windows 7." width="500" height="128" /><p class="wp-caption-text">Windows 7.</p></div>
<p><a title="Wallpapers inspirados no logo do Windows 7." href="http://www.winajuda.ig.com.br/2009/05/26/wallpapers-inspirados-no-logo-do-windows-7/"><strong>Windows 7</strong></a>. Um dos <em>wallpapers</em> baseados em imagens de divulgação bastante preliminares do Windows 7, novo sistema operacional da Microsoft com lançamento previsto para 22 de outubro.</p>
<div id="attachment_2071" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.flickr.com/photos/splorp/42799620/"><img class="size-full wp-image-2071" title="Blue wall." src="http://www.rodrigoghedin.com.br/wp-content/uploads/2009/06/canos-mini.jpg" alt="Blue wall." width="500" height="128" /></a><p class="wp-caption-text">Blue wall.</p></div>
<p><a title="Blue wall." href="http://www.flickr.com/photos/splorp/42799620/"><strong>Blue wall</strong></a>. Uma parede azul, com alguns canos à mostra. Achei simples e, justamente por isso, bonito, embora a textura da parede tenha detonado fontes menores do cabeçalho do blog.</p>
<div id="attachment_2072" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.flickr.com/photos/randombits/2409704888/"><img class="size-full wp-image-2072" title="Blue lagoon." src="http://www.rodrigoghedin.com.br/wp-content/uploads/2009/06/agua-mini.jpg" alt="Blue lagoon." width="500" height="128" /></a><p class="wp-caption-text">Blue lagoon.</p></div>
<p><a title="Blue lagoon, no Flickr." href="http://www.flickr.com/photos/randombits/2409704888/"><strong>Blue lagoon</strong></a>. A foto mais &#8220;amadora&#8221;, por assim dizer. O detalhe da pessoa refletida na beirada do lago me conquistou. Poderia estar num tamanho maior; dá para contar nos dedos quem ainda usa resolução 800&#215;600&#8230;</p>
<div id="attachment_2073" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.flickr.com/photos/hiromy/2283254756/"><img class="size-full wp-image-2073" title="Blue." src="http://www.rodrigoghedin.com.br/wp-content/uploads/2009/06/hoje-mini.jpg" alt="Blue." width="500" height="128" /></a><p class="wp-caption-text">Blue.</p></div>
<p><a title="Blue." href="http://www.flickr.com/photos/hiromy/2283254756/"><strong>Blue</strong></a>. Clima de Natal, frio, cafeteria ao fundo&#8230; Tem coisa melhor?</p>
<div id="attachment_2074" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.flickr.com/photos/bies/20682481/"><img class="size-full wp-image-2074" title="blue." src="http://www.rodrigoghedin.com.br/wp-content/uploads/2009/06/casa-mini.jpg" alt="blue." width="500" height="128" /></a><p class="wp-caption-text">blue.</p></div>
<p><a title="Blue." href="http://www.flickr.com/photos/bies/20682481/"><strong>Blue</strong></a>. Casinha em estilo antigo, bem simpática. Tive que fazer alguns ajustes na imagem, já que na forma original as cores eram muito claras, acabando com o contraste entre o fundo e as palavras do cabeçalho.</p>
<div id="attachment_2075" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.flickr.com/photos/min_master/3546391444/"><img class="size-full wp-image-2075" title="Blue." src="http://www.rodrigoghedin.com.br/wp-content/uploads/2009/06/buildings-mini.jpg" alt="Blue." width="500" height="128" /></a><p class="wp-caption-text">Blue.</p></div>
<p><a title="Blue, no Flickr." href="http://www.flickr.com/photos/min_master/3546391444/"><strong>Blue</strong></a>. Prédios em construção ao fundo, e outros já prontos no primeiro plano. Um detalhe legal é que o tom mais forte dos prédios em primeiro plano servem de um fundo para os itens do menu do cabeçalho. A propósito, bela imagem.</p>
<p>E, por ora, são essas. Encontrei várias outras no caminho, mas algumas dispensei por não se adequarem bem no tamanho pedido, outras por não baterem com a fonte branca dos textos do cabeçalho. De qualquer maneira, gostei do resultado, e na medida em que encontrar mais imagens em minhas andanças pela Internet, abastecerei a pasta de imagens &#8211; só que, essas, vocês terão que achar por conta própria.</p>
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		<title>O vídeo legendado de Hitler</title>
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		<comments>http://www.rodrigoghedin.com.br/2009/06/12/o-video-legendado-de-hitler/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 12:22:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo P. Ghedin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eu e a tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Web life]]></category>
		<category><![CDATA[a queda]]></category>
		<category><![CDATA[bruno ganz]]></category>
		<category><![CDATA[downfall]]></category>
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		<category><![CDATA[humor]]></category>
		<category><![CDATA[legenda]]></category>
		<category><![CDATA[viral]]></category>
		<category><![CDATA[virtualdub]]></category>

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		<description><![CDATA[

Viral. Se antes essa palavra só se resumia a doenças causadas por vírus, hoje, na Internet, ela é mais associada a campanhas que se propagam espontaneamente do que às viroses propriamente ditas. Publicidade online movimenta muito dinheiro, e ações virais, embora na maioria dos casos surjam sem pretensões financeiras (sem pretensão alguma, para ser mais [...]]]></description>
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<p><strong>Viral</strong>. Se antes essa palavra só se resumia a doenças causadas por vírus, hoje, na Internet, ela é mais associada a campanhas que se propagam espontaneamente do que às viroses propriamente ditas. Publicidade online movimenta muito dinheiro, e ações virais, embora na maioria dos casos surjam sem pretensões financeiras (sem pretensão alguma, para ser mais exato), é o filão da vez nas agências de publicidade.</p>
<p>Um que chama bastante a atenção é a redublagem de um trecho do filme <a title="Der Untergang." href="http://www.imdb.com/title/tt0363163/">A Queda</a>, no qual Bruno Ganz interpreta o maquiavelico Adolf Hitler nos seus últimos momentos. A cena em questão mostra a decepção do <em>Führer</em> ao constatar que a II Guerra Mundial estava perdida para os Aliados. Esta é a cena original:</p>
<div style="margin-bottom:12px; text-align:center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="303" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/gYF168YHWKw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="303" src="http://www.youtube.com/v/gYF168YHWKw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
<p>Como alemão provavelmente não é o idioma mais comum e fácil de entender do mundo, alguém teve a brilhante ideia de pegar esse trecho e legendá-lo&#8230; livremente. Segundo <a title="Strange Web Trends: Nazi Re-Subtitles." href="http://newteevee.com/2008/01/30/strange-web-trends-nazi-re-subtitles/">este artigo do NewTeeVee</a>, o primeiro vídeo do tipo falava sobre um carro roubado. Confira (legendas em inglês):</p>
<div style="margin-bottom:12px; text-align:center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="303" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/T8dl4faCpJE&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="303" src="http://www.youtube.com/v/T8dl4faCpJE&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
<p>Dali para frente, a coisa &#8220;pegou&#8221;, ou, dentro do contexto, o viral começou a se disseminar. Algumas características de Hitler, como sua impaciência e raiva, casam perfeitamente com as de muitos <em>fanboys</em>, pessoas que defendem algo ou alguma coisa, geralmente uma marca ou produto, como se fossem suas mães. Dali até aparecer uma versão baseada em <em>fanboys</em>, não demorou muito. Além dessa faceta, outra bastante recorrente nas legendas é a indignação com alguma empresa ou produto. O primeiro dessa fase foi uma legenda baseada na no banimento de usuários com consoles Xbox 360 <em>chipados</em> da Xbox Live, rede de jogos da Microsoft:</p>
<div style="margin-bottom:12px; text-align:center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="303" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/sfkDxF2kn1I&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="303" src="http://www.youtube.com/v/sfkDxF2kn1I&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
<p>Ainda de acordo com o NewTeeVee, a mania de legendar essa cena estourou com a intervenção do <a title="Cracked.com" href="http://www.cracked.com/">Cracked.com</a>, um dos sites de humor mais famosos do mundo, que fez o trabalho relacionado a uma derrota dos Cowboys no campeonato de futebol americano dos EUA. Vasculhei o site à procura do vídeo, mas infelizmente não consegui encontrá-lo.</p>
<p>A verdade é que, hoje, existem dezenas, talvez centenas de vídeos com a mesma cena, mas legendas das mais variadas. Uma das mais recentes, e que me motivou a fazer essa pequena pesquisa, é sobre <a title="Valve anuncia Left 4 Dead 2." href="http://www.campominado.com.br/noticias-e-novidades/valve-anuncia-left-4-dead-2"><strong>Left 4 Dead 2</strong></a>, jogo da Valve que sairá menos de um ano após o lançamento do original, o que <a title="Fãs enfurecidos são mais assustadores que zumbis." href="http://www.campominado.com.br/noticias-e-novidades/fas-enfurecidos-sao-mais-assustadores-que-zumbis">causou indignação</a> numa boa parcela dos fãs da franquia. As duas legendas que vi são hilárias, mas, como a maioria delas, só é percebida por quem conhece o contexto da situação:</p>
<div style="margin-bottom:12px; text-align:center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="303" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/GQe4tlsfRbY&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;hl=pt-br&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="303" src="http://www.youtube.com/v/GQe4tlsfRbY&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;hl=pt-br&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
<div style="margin-bottom:12px; text-align:center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="303" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/pb0pF8d0Rxc&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;hl=pt-br&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="303" src="http://www.youtube.com/v/pb0pF8d0Rxc&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;hl=pt-br&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
<p>Há algumas versões em português. Essa, sobre gastos do governo, é bem divertida:</p>
<div style="margin-bottom:12px; text-align:center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="303" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/zBytk0klBs0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="303" src="http://www.youtube.com/v/zBytk0klBs0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
<p>De qualquer maneira, as melhores estão no idioma do Tio Sam. Como esta abaixo, onde Hitler descobre que estão sacanaeando suas falas. Afinal, sempre dá para fazer piada de piada, né?</p>
<div style="margin-bottom:12px; text-align:center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="303" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/OL3L1wnpVb8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="303" src="http://www.youtube.com/v/OL3L1wnpVb8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
<p><strong>E como fazer sua própria legenda?</strong> O procedimento é simples, porém cansativo. Antes de qualquer coisa, é preciso um roteiro. Depois, baixe <a title="Hitler Original Bunker Scene No Subtitles." href="http://www.youtube.com/watch?v=gYF168YHWKw">o vídeo original, sem legendas</a>, do YouTube, usando a melhor técnica que você conhece. Particularmente, gosto de usar o <a title="Baixe vídeos do YouTube sem programas e em vários formatos." href="http://www.winajuda.ig.com.br/2009/01/02/baixar-videos-youtube-sem-programas-e-em-varios-formatos/">KickYouTube</a>. Em seguida, é preciso criar a legenda. O próprio Google disponibiliza <a title="Google lança ferramenta online para criação de legendas em vídeos do YouTube." href="http://www.fayerwayer.com.br/2009/04/google-lanca-ferramenta-online-para-criacao-de-legendas-em-videos-do-youtube/">uma ferramenta para tal</a>, além de permitir a integração de legendas no formato <em>*.sub</em> automaticamente em vídeos seus. No entanto, para um resultado mais profissional, o ideal é criar a legenda no Bloco de notas mesmo (pegue uma pronta como base) ou em programas específicos, e depois integrá-la ao vídeo com a ajuda de programas como o VirtualDub (<a title="How to add permanent subtitles with VobSub." href="http://forum.videohelp.com/topic87065.html">aqui tem um tutorial completo</a>). Como dito, não é uma das coisas mais legais de se fazer na vida, mas o resultado compensa.</p>
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		<title>Paradinha é o caramba!</title>
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		<comments>http://www.rodrigoghedin.com.br/2009/06/04/paradinha-e-o-caramba/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 00:23:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo P. Ghedin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eu e eu mesmo]]></category>
		<category><![CDATA[futebol]]></category>
		<category><![CDATA[galvão]]></category>
		<category><![CDATA[goleiro]]></category>
		<category><![CDATA[paradinha]]></category>
		<category><![CDATA[pênalti]]></category>
		<category><![CDATA[pelé]]></category>
		<category><![CDATA[regra]]></category>

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		<description><![CDATA[


Sempre ouvi Galvão gritando &#8220;pênalti é loteria!&#8221; em finais decididas nos pênaltis, e em cobranças decisivas durante os jogos. Embora técnica conte bastante, havia um quê de verdade no bordão do caricato narrador Global. Afinal, às vezes, por melhor que o artilheiro batesse uma penalidade, um pulo certeiro do goleiro era suficiente para buscar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<div style="margin-bottom:12px; text-align:center;"><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/bxBnZKx4sT4&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/bxBnZKx4sT4&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></div>
<p>Sempre ouvi Galvão gritando &#8220;pênalti é loteria!&#8221; em finais decididas nos pênaltis, e em cobranças decisivas durante os jogos. Embora técnica conte bastante, havia um quê de verdade no bordão do caricato narrador Global. Afinal, às vezes, por melhor que o artilheiro batesse uma penalidade, um pulo certeiro do goleiro era suficiente para buscar a bola no ângulo. Residia aí a loteria bradada por Galvão, e em grande parte, a graça e a expectativa de tirar o fôlego que esse lance do futebol causava.</p>
<p>Dizem que Pelé é o pai dessa praga. Se foi ou não, não sei; sei que, hoje, a tal paradinha, uma das coisas mais desleais do futebol, virou isso, uma praga. Se antes cobranças &#8220;em dois tempos&#8221; eram raras, hoje é o contrário. É raro encontrar um jogador que bata o pênalti sem frescura, direto, como todo bom e emocionante pênalti deve ser.</p>
<p>É desleal porque tira não só a magia da loteria, mas também porque acaba com quaisquer chances do goleiro agarrar a bola. É como se o batedor utilizasse um <em>cheat</em>, que lhe permita saber, com antecedência, em qual canto o goleiro pulará. Pensando bem, não é &#8220;como se&#8221;, é isso que acontece de fato &#8211; dá uma olhada no vídeo acima.</p>
<p>Questões éticas à parte, a paradinha é feia. O telespectador, o torcedor, espera um chute seco, bem colocado ou com força, bem batido a ponto de não dar chances ao goleiro, ainda que ele pule no canto certo. Essa disputa desleal entre craque e goleiro fica desnivelada. Teria graça assistir a uma luta entre eu e o Myke Tyson? Não.</p>
<p>O pior mesmo é saber que a paradinha é permitida. Sérgio Corrêa, presidente da Comissão Nacional de Arbitragem, <a title="Acabou a polêmica! Paradinha no pênalti é liberada." href="http://www.futebolinterior.com.br/news.php?id_news=56039">disse o seguinte</a>:</p>
<blockquote><p>O ato de fintar é permitido pela regra. Está nas diretrizes para árbitros, os jogadores têm direito de fazer isso. O jogador só não pode passar o pé sobre a bola. Nós não inventamos [regra], nós não criamos. Além disso, o goleiro tem o direito de dar um passo para impulso, mas também não pode exagerar.</p></blockquote>
<p>Estou longe de ser um especialista em futebol e regras, mas até onde compreendo, discordo dessa analogia à finta. Finta ocorre com a bola rolando, o que não é o caso do pênalti. Ora, o jogador já tem a vantagem de estar a poucos metros do gol, sem barreira, precisa de mais o quê? Só falta tirarem o goleiro de baixo da baliza.</p>
<p>***</p>
<p>Vale a pena ler <a title="Paradinha ou pit stop?" href="http://olharcronicoesportivo.blogspot.com/2008/06/paradinha-ou-pit-stop.html">o desabafo do Emerson</a>, de quase um ano, sobre essa aberração da paradinha. Comungo com ele a impressão de que paradinha é coisa de brasileiro. Gostaria muito de ver a interpretação de um juiz europeu sobre as tais paradinhas tupiniquins&#8230;</p>
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		<title>Existe vida além do Google</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 16:09:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo P. Ghedin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eu e a tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Web life]]></category>
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Concorrência é boa e tudo mundo se beneficia. Se até algum tempo atrás o Google era soberano nas buscas, hoje o cenário começa a mudar.
O Twitter está aí, e sua busca em tempo real bate num ponto onde o Google, mesmo tendo melhorado muito de uns tempos para cá, ainda peca: velocidade de indexação. São [...]]]></description>
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<p>Concorrência é boa e tudo mundo se beneficia. Se até algum tempo atrás o <a title="Google." href="http://www.google.com/">Google</a> era soberano nas buscas, hoje o cenário começa a mudar.</p>
<p>O <strong><a title="Twitter." href="http://twitter.com/">Twitter</a></strong> está aí, e sua busca em tempo real bate num ponto onde o Google, mesmo tendo melhorado muito de uns tempos para cá, ainda peca: velocidade de indexação. São sistemas de busca diferentes e, na mesma proporção, com propósitos diferentes, mas dada a popularidade que o Twitter alcançou (com méritos, diga-se de passagem), quem quiser saber as últimas informações sobre, por exemplo, o desaparecimento do A330 da Air France, corre para o <a title="Twitter Search." href="http://search.twitter.com/"><strong>Twitter Search</strong></a>, não para o Google.</p>
<p>Nesse contexto, surgiu, com <a title="Twitter search engine Topsy launches with $15M." href="http://venturebeat.com/2009/06/01/twitter-search-engine-topsy-launches-with-15m/">investimentos na casa dos U$ 15 milhões</a>, o <strong><a title="Topsy." href="http://topsy.com/">Topsy</a></strong>, um mecanismo de busca com roupagem tradicional, mas baseado no Twitter. O Topsy tem cara tradicional, mas a métrica usada para definir o que é mais relevante, quais URLs são as melhores, é o Twitter. A URL que for mais citada em conjunto com determinado termo, sobe no ranking. Essa é a diferença fundamental em relação ao Google, e o que talvez faça seu sucesso &#8211; embora ninguém saiba, ainda, como irão gerar renda através do sistema.</p>
<p>Saindo do Twitter, vem o <strong><a title="Wolfram|Alpha." href="http://www.wolframalpha.com/">Wolfram|Alpha</a></strong>, um motor de conhecimento computacional, baseado em informações de autoridades e objetivas. Não é <em>Google -killer</em>, como muitos aclamaram antes do lançamento. Ele se insere num contexto diferente, e <a title="Meus testes com o Wolfram Alpha." href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2009/05/18/meus-testes-com-o-wolfram-alpha/">tem seu valor</a>, justamente por se diferenciar do Google em se tratando de finalidade.</p>
<p>E alternativa específica para o Google? Além do próprio <a title="Yahoo! Search." href="http://search.yahoo.com/">Yahoo!</a>, que apesar dos pesares, segue na vice-liderança dos buscadores tradicionais, o <strong><a title="Bing." href="http://www.bing.com/">Bing</a></strong> estreou hoje, prometendo muito e com calorosa recepção da crítica. Criado pela Microsoft, o Bing foca bastante em dois aspectos: verticalização e relevância. Disponível totalmente apenas nos EUA, por enquanto, ele mostra ganhos reais em relação à interface do Google, e promete, finalmente, incomodar, já que seus &#8220;antepassados&#8221;, MSN Search e Live Search, nunca fizeram cócegas no reinado de Mountain View.</p>
<p>Acho engraçado quem diz que nunca abandonará o Google. Não pelo serviço em si, que é muito bom, mas pela certeza de que algo, especialmente num ambiente tão mutável como a Internet, seja definitivo. Esses discurso de fidelidade pode valer para time de futebol, mas para serviços web, acho um pouco forçado. Afinal, o Google de hoje pode ser o Live Search de amanhã &#8211; e vice-versa.</p>
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		<title>1984, de George Orwell</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2009 11:40:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo P. Ghedin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[1984]]></category>
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 maioria dos que votaram na última final do Big Brother Brasil (quem ganhou mesmo?) provavelmente não sabe, mas o nome do programa é uma referência a 1984 (Companhia Editora Nacional, 2005, 29ª edição, ISBN 85-04-00611-5), a obra-prima do britânico George Orwell. Só que diferentemente do entretenimento barato que o programa televisivo propõe, 1984 é [...]]]></description>
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<p><div id="attachment_2034" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img src="http://www.rodrigoghedin.com.br/wp-content/uploads/2009/05/1984.jpg" alt="1984, de George Orwell." title="1984, de George Orwell." width="300" height="404" class="size-full wp-image-2034" /><p class="wp-caption-text">1984, de George Orwell.</p></div>A maioria dos que votaram na última final do Big Brother Brasil (quem ganhou mesmo?) provavelmente não sabe, mas o nome do programa é uma referência a <strong>1984</strong> (<em>Companhia Editora Nacional, 2005, 29ª edição, ISBN 85-04-00611-5</em>), a obra-prima do britânico George Orwell. Só que diferentemente do entretenimento barato que o programa televisivo propõe, 1984 é uma metralhadora de dúvidas e questões tão profundas quanto a própria existência humana, e o Big Brother de lá é uma espécie de Deus, que por todos zela e a todos observa.</p>
<p>Soa meio grandiosa essa definição, mas ao colocar o leitor num mundo caótico, pós-revolução e num regime absoluto que faz a ditadura brasileira (pelo pouco que conheço) parecer um paraíso da liberdade, Orwell levanta dilemas filosóficos que renderiam papos infinitos em qualquer roda de amigos.</p>
<p>1984 mostra a vida na Oceania, um dos três países do mundo, regime pelo Ingsoc, abreviatura para socialismo inglês, que visa suprimir todo e qualque traço de livre arbítrio dos cidadãos, visando a manutenção do poder. Para tal, o Partido, que governa a Oceania, faz uso de tudo o que está ao seu alcance, da Polícia do Pensamento às teletelas, e suprime o que for necessário a fim de evitar, vaporizando quaisquer uns que impliquem desconfiança e/ou traços revolucionários.</p>
<p>Orwell narra com detalhes a estrutura da sociedade, e ao colocar o leitor em contato com <em>o livro</em>, uma espécie de manual revolucionário e secreto que mostra, sem meias palavras, a podridão do sistema, ganha a liberdade de esmiuçar a ingsoc e esclarecer detalhes imprescindíveis para a compreensão da magnitude do que o livro se propõe a contar. Imagine-se vigiado vinte e quatro horas por dia, vivendo num local miserável e sem perspectivas de melhoria, sem vínculos históricos graças às modificações constantes e descaradas do Partido em eventos do passado, numa sociedade que prega o ódio contra opositores e países vizinhos como a base da vida. Isso é 1984. <em>&#8220;Guerra é paz, ignorância é escravidão, ignorância é força&#8221;</em>.</p>
<p>Apesar de antigo (foi escrito em 1948), 1984 é muito atual, e em menor escala, muitos dos artifícios mostrados no livro são corriqueiros em nosso dia-a-dia. O passado dos políticos, por exemplo, meio que se apagam, em parte graças à memória curta da população, n&#8217;outra, graças a campanhas de marketing dos deles próprios. Números grandiosos, geralmente cifras relacionadas a investimentos, são usados a torto e a direito pelo governo para justificar sua permanência no poder, uma contraprestação capenga pela confiança neles depositada. Estamos longe de uma sociedade tal qual a oceânica, mas alguns traços são tão evidentes que, por vezes, realidade e ficção confundem-se.</p>
<p>1984 é leitura obrigatória para qualquer um que se considere um ser pensante e, acima disso, crítico, além de ser muitíssimo bem escrito e de leitura fluída.</p>
<p>E lembre-se: 2 + 2 = 4.</p>
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<table border="0">
<tr>
<td width="125" valign="top"><a title="1984, de George Orwell." href="http://www.rodrigoghedin.com.br/go/1984/"><img src="http://www.rodrigoghedin.com.br/wp-content/uploads/2009/05/1984-capa.jpg" alt="1984, de George Orwell." title="1984, de George Orwell." width="102" height="138" class="alignnone size-full wp-image-2035" /><br /><strong>1984</strong>, de George Orwell.</a></td>
<td width="125"><a title="A revolução dos bichos, de George Orwell." href="http://www.rodrigoghedin.com.br/go/a-revolucao-dos-bichos/"><img src="http://www.rodrigoghedin.com.br/wp-content/uploads/2009/05/revolucao-dos-bichos.jpg" alt="A revolução dos bichos, de George Orwell." title="A revolução dos bichos, de George Orwell." width="98" height="138" class="alignnone size-full wp-image-2036" /><br /> <strong>A revolução dos bichos</strong>, de George Orwell.</a></td>
<td width="125" valign="top"><a title="Laranja mecânica, de Anthony Burgess." href="http://www.rodrigoghedin.com.br/go/laranja-mecanica/"><img src="http://www.rodrigoghedin.com.br/wp-content/uploads/2009/05/laranja-mecanica.jpg" alt="Laranja mecânica, de Anthony Burgess." title="Laranja mecânica, de Anthony Burgess." width="90" height="138" class="alignnone size-full wp-image-2037" /><br /> <strong>Laranja mecânica</strong>, de Anthony Burgess.</a></td>
<td width="125" valign="top"><a title="Admirável mundo novo, de Aldous Huxley." href="http://www.rodrigoghedin.com.br/go/blog-de-papel/"><img src="http://www.rodrigoghedin.com.br/wp-content/uploads/2009/05/admiravel-mundo-novo.jpg" alt="Admirável mundo novo, de Aldous Huxley." title="Admirável mundo novo, de Aldous Huxley." width="90" height="138" class="alignnone size-full wp-image-2038" /><br /> <strong>Admirável mundo novo</strong>, de Aldous Huxley.</a></td>
</tr>
</table>
</div>
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		<item>
		<title>X-Men Origens: Wolverine</title>
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		<pubDate>Mon, 25 May 2009 14:22:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo P. Ghedin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[censura]]></category>
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		<description><![CDATA[

É uma lógica simples na teoria: se algo faz sucesso e, consequentemente, gera dinheiro, vamos investir mais nesse algo, certo? Errado. Na prática a coisa é um pouquinho mais complicada, e essa regra não se aplica a tudo. Como Wolverine.
X-Men Origens: Wolverine (X-Men Origins: Wolverine, EUA, 2009) é um exemplo claro disso. A Fox, com [...]]]></description>
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<div id="attachment_2020" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-2020" title="X-Men Origens: Wolverine." src="http://www.rodrigoghedin.com.br/wp-content/uploads/2009/05/x-men-origins-wolverine.jpg" alt="X-Men Origens: Wolverine." width="500" height="400" /><p class="wp-caption-text">X-Men Origens: Wolverine.</p></div>
<p>É uma lógica simples na teoria: se algo faz sucesso e, consequentemente, gera dinheiro, vamos investir mais nesse algo, certo? Errado. Na prática a coisa é um pouquinho mais complicada, e essa regra não se aplica a tudo. Como Wolverine.</p>
<p><strong>X-Men Origens: Wolverine</strong> (<em><a title="X-Men Origins: Wolverine, no IMDb." href="http://www.imdb.com/title/tt0458525/">X-Men Origins: Wolverine</a>, EUA, 2009</em>) é um exemplo claro disso. A Fox, com toda sua sapiência, pegou o mutante mais carismático, adorado e, não por coincidência, melhor representado nos três filmes dos X-Men, e decidiu criar um filme solo, focando, como o nome sugere, as origens do personagem. Poderia sair algo legal, já que a origem de Wolverine é bastante instigante. Mas o tiro saiu pela culatra, e no fim, quem for ao cinema verá mais um caça-níquel totalmente dispensável.</p>
<p>A coisa mais irritante do filme, porém, é a classificação PG-13, que significa que o filme é indicado para maiores de 13 anos, ou, em outras palavras, que o espectador assistirá a mortes sem sangue. Nada de sangue num filme do Wolverine. Já começaram errado&#8230;</p>
<p>Ainda no plano dos bastidores, a direção também não colabora. Michael Bay faz escola, e as lutas ocorrem sempre em locais escuros, com pouca luz e o câmera man parece ter mal de Parkinson (com todo respeito aos portadores da doença). Gavin Hood, diretor de Wolverine, não se arrisca, fica no básico, e mesmo nele faz muita caca nos momentos mais empolgantes.</p>
<p>Algumas coisas são tão desnecessárias, que chegam a irritar. As mudanças profundas no experimento Arma X, o samba do crioulo doido na aparição de duzentos mutantes, furos risíveis na cronologia se, conforme a Fox deseja, considerarmos este parte integrante da trilogia dos X-Men. Isso sem falar no Deadpool que, embora não conheça muito dos gibis, definitivamente não tem nada a ver com a aberração que aparece no final (não considere isso um <em>spoiler</em>, ok?). O motivo da perda de memória de Logan? Nem vou comentar.</p>
<p>O próprio Wolverine, ou Logan, ou James. Hugh Jackman definitivamente nasceu para interpretar o herói nas telonas, mas a produção e o roteiro não representam o que ele é, ou deveria ser. Logan é&#8230; violento. E isso, em momento algum do filme, transparece. Traçando uma analogia, é como se a Ana Maria Braga fizesse seu programa com a geladeira vazia. Falta alguma coisa, e não qualquer coisa, mas o principal.</p>
<p>A Fox merece algum respeito por ter revigorado o filão dos filmes de super heróis, no já longínquo ano 2000, com o primeiro <strong>X-Men</strong>. Foi um filme que marcou época, e possibilitou a outros heróis, tanto da Marvel, quanto da DC, ganharem a primeira ou novas chances no cinema. Mas hoje, nove anos depois, Iron Man, Spider-Man e The Dark Night existem, de modo que o público não aceita mais qualquer coisa. O filme solo do Wolverine pode até ser bom se comparado com o primeiro X-Men, mas perto dos três supracitados, é, no mínimo, ruim.</p>
<p>Dizem que esse projeto Origens é bem grandioso, e que outros mutantes ganharão filmes solo, contando suas origens. Estariam na fila <strong>Magneto</strong> e <strong>Deadpool</strong>. Sugestão: parem com isso. Funcionou mais ou menos bem com Wolverine porque&#8230; bem, porque é o Wolverine. Filme solo do Deadpool? Quem vem depois? Groxo?</p>
<p>Outras análises:</p>
<ul>
<li><a title="Análise do Cinema e argumento." href="http://cinemaeargumento.wordpress.com/2009/05/23/x-men-origens-wolverine/">Cinema e argumento</a>;</li>
<li><a title="Análise do Cinema Notebook." href="http://cinemanotebook.blogspot.com/2009/05/x-men-origins-wolverine-2009.html">Cinema Notebook</a></li>
<li><a title="Análise do Cinema Notebook." href="http://cinemanotebook.blogspot.com/2009/05/x-men-origins-wolverine-2009.html"></a><a title="Análise do Judão." href="http://www.judao.com.br/cinema/x-men-origens-wolverine/">Judão</a>;</li>
<li><a title="Wolverine? Eu passo." href="http://soshollywood.wordpress.com/2009/04/28/wolverine/">S.O.S. Hollywood</a>.</li>
</ul>
<p>***</p>
<p>Bônus: quer ver coisas legais e que preservam a essência de Wolverine? Duas sugestões, então.</p>
<p>A primeira é o curta-metragem <strong>Hulk vs. Wolverine</strong>, desenho da Marvel simplesmente destruidor. É o primeiro vídeo que vejo, incluindo filmes, no qual Logan usa suas garras sem medo da censura. A animação é belíssima, a adrenalina é alta, os personagens bastante fieis aos originais, e&#8230; enfim, imperdível. Confira o <em>trailer</em> (e fuja de Hulk vs. Thor, que é uma bosta):</p>
<div style="margin-bottom:12px; text-align:center;"><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/YY6zSRKA7xY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/YY6zSRKA7xY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></div>
<p>A outra é justamente o <strong>jogo</strong> baseado no filme <strong>X-Men Origens: Wolverine</strong>. Achei que nunca fosse dizer isso, mas é o raríssimo caso, primeiro que chega a meu conhecimento, de um game baseado em filme ser melhor que a obra original. O jogo tem censura Mature (18+), e usa e abusa de sangue, mutilações e outras traquinagens do tipo. Sem falar nos gráficos, que são soberbos, no áudio super legal (aparentemente, a dublagem foi feita pelos atores do filme), e a jogabilidade competente. Em breve sai uma <em>review</em> no <a title="Campo Minado." href="http://www.campominado.com.br/">Campo Minado</a>.</p>
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<tbody>
<tr>
<td style="width: 135px;"><a title="X-Men Origens: Wolverine, de Gavin Hood." href="http://www.rodrigoghedin.com.br/go/x-men-origens-wolverine/"><img src="http://www.rodrigoghedin.com.br/wp-content/uploads/2009/05/x-men-origins-wolverine-cover.jpg" alt="X-Men Origens: Wolverine, de Gavin Hood." title="X-Men Origens: Wolverine, de Gavin Hood." width="100" height="138" class="size-full wp-image-2025" /><br /><strong>X-Men Origens: Wolverine</strong>, de Gavin Hood</a></td>
<td style="width: 135px;" valign="top"><a title="Trilogia X-Men, de Bryan Singer e Bratt Ratner." href="http://www.rodrigoghedin.com.br/go/trilogia-x-men/"><img src="http://www.rodrigoghedin.com.br/wp-content/uploads/2009/04/x-men-trilogia.jpg" alt="Trilogia X-Men, de Bryan Singer e Bratt Ratner." title="Trilogia X-Men, de Bryan Singer e Bratt Ratner." width="91" height="138" class="alignnone size-full wp-image-1767" /><br /><strong>Trilogia X-Men</strong>, de Bryan Singer e Bratt Ratner.</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
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