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	<title type="text">SOS Hollywood</title>
	<subtitle type="text">As aventuras malucas do Barretão em LA!                   Te Cuida, Charlie Harper!</subtitle>

	<updated>2009-05-29T16:44:03Z</updated>
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		<title type="html"><![CDATA[Elo Perdido dá medo]]></title>
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		<published>2009-05-29T16:41:55Z</published>
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		<content type="html" xml:base="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood/2009/05/29/elo-perdido-da-medo/">&lt;p&gt;Ainda não assisti ao novo Elo Perdido (Land of the Lost), mas a contagem regressiva é desanimadora. Primeiro tenho ir até a Paramount para ver Imagine That, novo filme do Eddie Murphy - que não vai falar com a imprensa impressa, só com o pessoal de TV - , e, mais tarde, a trapalhada do Will Ferrell, lá no Chinese Theater. O filme está gastando os tubos em anúncios durante a NBA e parece vexaminoso. Espero muuuuuuuuuuito estar errado, mas sei não. Até gosto do Will, tem seus momentos, mas quando erra, sai de baixo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vou entrevistar o elenco no domingo, depois corro pra conhecer a tal Selena Gomez, do seriadinho Disney Wizards of Waverly Place. Assisti um episódio ontem. É fraaaaaaco. Fim de semana vai ser tenso, muito tenso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O mais divertido vai ser começar a encerar o mundo Disney, pq as coisas encaminharam com uma revista teen e tenho contrato novo! yuppiee! :p&lt;/p&gt;
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		<title type="html"><![CDATA[Daniel Craig: &#8220;Sinto falta de estar em casa, vendo televisão e, de repente, decidir ir ao cinema&#8221;]]></title>
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		<updated>2009-05-27T22:33:52Z</updated>
		<published>2009-05-27T22:32:25Z</published>
		<category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="Cinema" /><category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="Entrevistas" /><category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="Daniel Craig" /><category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="Um Ato de Liberdade" />		<summary type="html"><![CDATA[
Daniel Craig deve estar na lista de rostos mais conhecidos do mundo, perdendo pro Inri Cristo (oi!?) e a Madre Tereza. Hehe. James Bond transformou Craig em astro mundial e, por um lado, tirou uma das coisas que ele mais gosta de fazer na vida: curtir uma sessão de cinema com tranquilidade. 
O astro recebeu [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood/2009/05/27/daniel-craig-um-ato-de-liberdade/">&lt;p&gt;&lt;img src="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood/files/2009/05/defiance-600x400.jpg" alt="Daniel Craig em Um Ato de Coragem" title="Daniel Craig em Um Ato de Liberdade" width="600" height="400" class="alignnone size-medium wp-image-1500" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;B&gt;Daniel Craig&lt;/B&gt; deve estar na lista de rostos mais conhecidos do mundo, perdendo pro Inri Cristo (oi!?) e a Madre Tereza. Hehe. James Bond transformou Craig em astro mundial e, por um lado, tirou uma das coisas que ele mais gosta de fazer na vida: curtir uma sessão de cinema com tranquilidade. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O astro recebeu o &lt;I&gt;&lt;B&gt;SOS Hollywood&lt;/B&gt;&lt;/I&gt; para uma entrevista exclusiva no ano passado, em Los Angeles, para divulgar &lt;B&gt;&lt;I&gt;Um Ato de Liberdade&lt;/I&gt;&lt;/B&gt;, filmão sobre a Segunda Guerra Mundial que está em cartaz nos cinemas brasileiros. Esse papo já foi publicado em Portugal, mas, no Brasil, é inédito. Descubra um pouco mais sobre o sujeito que salvou &lt;B&gt;Jamie Bell&lt;/B&gt; de hipotermia no set e logo mais volta à carga como James Bond. Sério, curto, nem tão grosso, mas direto ao ponto. E ainda foi gente boa para me cumprimentar. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quebra tudo Craig! =D&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span id="more-1501"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;B&gt;Aceitar um roteiro é uma coisa, agora chegar a uma locação extrema como uma floresta congelada no meio do inverno é outra, não?&lt;/B&gt;&lt;br /&gt;
Ficou muito claro nos primeiros minutos que teríamos uma grande responsabilidade ali. Seria muito difícil trabalhar com tanta neve e frio, agora imagine representar pessoas que viveram por anos naquele ambiente? Duvido que conseguisse sobreviver uma semana nessas condições, mesmo com todas as tendas, aquecedores e fogueiras que a equipe mantinha acesa para tentar amenizar. Entretanto, tudo isso foi refletido no filme, afinal, embora por pouco tempo, sofremos os mesmos desafios físicos – frio, umidade e desconforto – que os verdadeiros personagens de “Um Ato de Coragem”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;B&gt;Aprender a falar russo também foi um desafio ou apenas memorizou os diálogos?&lt;/B&gt;&lt;br /&gt;
Aprendi minhas falas pelo aspecto fonético, mas foi o melhor que deu para fazer. Comprei vários daqueles cursos de idiomas em DVD, para tentar aprender em casa, e isso me auxiliou a ficar mais confortável com o idioma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;B&gt;Que tipo de histórias os descendentes dos Bielski te contaram?&lt;/B&gt;&lt;br /&gt;
Uma das coisas mais interessantes dessa situação foi que os irmãos Bielski não falavam sobre o assunto nem entre eles mesmos depois do fim da guerra. Não é novidade saber que gente afetada por situações traumáticas como essa reajam dessa maneira, então o assunto se tornou tabu dentro da família, porém, acredito que houve um pouco em que descendentes tanto deles quanto dos demais sobreviventes queriam descobrir os segredos daquele tempo e saber como foi possível permanecer vivo contra todas as probabilidades. Esse é um aspecto de filmes de guerra com aspecto sócio-político, por assim dizer, deixam passar: celebrar a vitória da Humanidade daquelas pessoas, não apenas ficar lamentando as mortes. Vivi muito disso com meu avô, que evitava a todo custo falar sobre a Segunda Guerra, pois muita coisa ruim acontecia – mesmo em nossas cidades –, pois atitudes extremas, e vergonhosas, em alguns pontos, são necessárias para se continuar vivo. Coisas ruins acontecem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;B&gt;Falando em coisas ruins, você tem muito medo de alguma coisa? Algum limite que só cruzaria numa situação extrema?&lt;/B&gt;&lt;br /&gt;
Sou uma pessoa muito normal nesse aspecto. Acho que tenho os medos que todo mundo tem: temo pela saúde e segurança da minha família, de pessoas queridas e etc. É difícil saber qual seria o limite, mas acho que num caso extremo sempre vai acontecer algo capaz de mudar as perspectivas para que o medo vá embora e a coragem, ou desespero, tome conta. Se deixar eu falo o dia inteiro sobre isso (risos). O grande ponto é mesmo a motivação. Dependendo da razão, sua reação vai ser diferente. Quem luta por vingança vai ter um tipo de medo e tomar certas atitudes assim que ultrapassa suas barreiras morais, agora quem tem algo como paz em mente, vai ver tudo por outra perspectiva e, claro, guiar suas ações por essa ótica. Isso se reflete em Um Ato de Coragem, pois o personagem de Liev [Schreiber] representa o desejo de vingança e agressividade, enquanto Tuvia [personagem de Craig] quer ficar em paz. Me identifico com isso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;B&gt;Qual sua opinião a respeito de armas de fogo no aspecto pessoal e profissional?&lt;/B&gt;&lt;br /&gt;
Bom, armas matam gente. É simples assim. Aquele discurso de que são as pessoas que usam as armas é tudo enrolação. Armas são desenhadas e criadas para matar pessoas e isso, infelizmente, faz parte da nossa cultura, é inegável. Em algumas situações, o uso de armas de fogo é um mal necessário.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;B&gt;Você teria uma?&lt;/B&gt;&lt;br /&gt;
Nunca, nunca teria uma arma dentro da minha casa. Para mim é difícil entender a perspectiva norte-americana sobre o porte de arma, que é um direito previsto pela constituição, portanto respeito, mas não pratico. Não vejo porque ter uma arma, afinal, ela não seria usada (risos). Pelo menos não por mim, o único jeito seria alguém encontrá-la e causar uma tragédia ou algum bandido invadir a casa e achar a arma. Em ambos os casos, causaria perdas e coisas ruins. Não quero isso na minha vida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;B&gt;Você também vive envolvido em situações de risco profissionalmente, sejam carros em alta velocidade ou explosões gigantescas. É diferente encarar os efeitos especiais de Bond, onde é tudo controlado em set, e num filme como “Um Ato de Coragem”, que foi feito num cenário real?&lt;/B&gt;&lt;br /&gt;
Por sorte trabalhei com o mesmo cara que fez os efeitos de 007 e em Um Ato de Coragem, então não pensava muito no assunto. Mas numa das cenas que envolve o bombardeio da floresta eu estava escondido atrás de um arbusto e, cerca de 10 metros de distância, estava o técnico com seus detonadores e botões coloridos. Ele não parava de olhar para mim. Fiquei pensando, “por que diabos eu só vejo esse cara quando ele está prestes a me mandar pelos ares ou explodir alguma coisa em cima de mim?” (gargalhadas). Cada filme é diferente, mas ser explodido parece ser parte importante da minha vida nesse momento (risos).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;B&gt;Gosta desse ritmo ou tem outros planos?&lt;/B&gt;&lt;br /&gt;
(risos) Prometo voltar a fazer dramas mais calmos e pensativos em breve.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;B&gt;Por falar em mudanças, qual você notou que sua vida havia mudado definitivamente por conta da fama?&lt;/B&gt;&lt;br /&gt;
Passei a maior parte dos últimos anos tentando fazer de conta que minha vida não mudou nem um pouquinho, para ser sincero. Tento viver da maneira mais normal possível e manter essa influência fora do meu dia-a-dia, mas as coisas mudam, não tem jeito. Muita coisa mudou para melhor, claro, mas perdi muito em contra partida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;B&gt;Perdeu o que, por exemplo?&lt;/B&gt;&lt;br /&gt;
Privacidade, claro. Sinto muita falta de poder andar normalmente pelas ruas e fazer o que tiver vontade, obviamente devo ser grato a esse ponto negativo, pois ele é fruto do sucesso do trabalho e da admiração das pessoas. Mas sinto muita falta disso. Agora, em termos de momento decisivo, acho que ainda não aconteceu. Estou esperando por ele (risos). Será que vai acontecer? (gargalhadas). Penso na vida em termos do ritmo imposto por cada trabalho. Considero meu momento muito mais como um sujeito empregado do que qualquer outra coisa, pois tenho trabalho todos os dias e isso é ótimo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;B&gt;Pretende continuar trabalhando como James Bond?&lt;/B&gt;&lt;br /&gt;
Sim, sim. Gostaria de fazer pelo menos mais um.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;B&gt;Tem boas memórias do tempo em que trabalhou como garçom? Afinal, foi seu único período como “assalariado”, não é?&lt;/B&gt;&lt;br /&gt;
(risos) As memórias são boas, mas parecem distantes agora. Só trabalhei como garçom antes de começar a escola de teatro. Foram cerca de cinco anos trabalhando para pagar as contas e me sustentar. Porém, quando terminei meus estudos decidi que se tivesse que servir mais uma mesa que fosse, desistiria de ser ator, pois estaria fazendo outras coisas para conseguir meu dinheiro. Felizmente consegui me manter trabalhando como ator, ou pedindo emprestado (risos). Mas acho que todo mundo deveria trabalhar como garçom em algum momento da vida (risos).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;B&gt;Você é uma pessoa intensa assim como seus personagens?&lt;/B&gt;&lt;br /&gt;
Não, não sou nem um pouco assim (risos). Curioso que essas são características dos personagens que preciso criar, mas nada a ver comigo. A grande verdade é que, em alguns casos, não sou tão estruturado mentalmente, ou, pelo contrário, sou muito mais complexo que esse ou aquele personagem. Toda essa intensidade a qual você se refere tem a ver com a necessidade do personagem e do roteiro. Simplificando, não sou nenhuma daquelas pessoas e felizmente consigo separar muito bem minha personalidade do meu trabalho. O que vocês vêem é o meu trabalho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;B&gt;Fica difícil fazer essa separação, afinal de contas, em filmes como Road to Perdition, 007, Munich e Um Ato de Coragem seus personagens são sempre altamente intensos, em alguns casos sombrios e obstinados&amp;#8230;&lt;/B&gt;&lt;br /&gt;
Ah, aí é outra história. Adoro personagens sombrios. Não tenho idéia se algum dia conseguirem ser bom fazendo comédia (risos) – deveria tentar isso! Mas esse é um perfil que me deixa à vontade no set e também permite maior realização profissional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;B&gt;Alguns atores comentam técnicas para entrar no clima para criar sujeitos como esses que você tanto gosta: escutam música pesada, lêem poemas de Edgar Alan Poe, e etc. Você tem alguma tática para fazer isso?&lt;/B&gt;&lt;br /&gt;
No caso de Um Ato de Coragem só precisei escutar o que o Liev dizia (risos). Foi uma dinâmica de irmãos, então eles tendem a se irritar. Claro que dedico um tempo a isso, mas basicamente entro no set e reajo aos estímulos – sejam eles atores, cenário ou cenas. Quando tudo está organizado, só é preciso fazer a sua parte e garantir a veracidade do trabalho. A habilidade de escutar as outras pessoas é fundamental na atuação, se você não consegue absorver o que o ambiente lhe fornece, você acaba ficando fora do contexto. Coitado do diretor quando isso acontece (risos).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;B&gt;Há algum sonho que você ainda queria realizar?&lt;/B&gt;&lt;br /&gt;
Depois de trabalhar num filme gigantesco como 007, fica difícil imaginar, pois não há nada melhor para um ator. Tudo acontece ali e o resultado é incrível, mas nada disso muda o fato de que precisamos trabalhar duro para conseguir isso. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;B&gt;E quanto à sua infância, algum sonho desde aquela época?&lt;/B&gt;&lt;br /&gt;
Não sei ao certo o que queria ser quando era bem pequeno, mas desde que me entendo por gente, sonhei em ser ator. Fiz muitas peças na escola, atuava sempre que podia e gastava boa parte do meu tempo dentro de teatros e cinemas. Meus pais tinham amigos no meio artístico, então chances de ter contato não faltaram. É aquela coisa: colocar roupas chamativas e se exibir&amp;#8230; quer mais que isso? (risos).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;B&gt;É isso que te faz feliz hoje em dia?&lt;/B&gt;&lt;br /&gt;
Sim, sem pensar duas vezes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;B&gt;Quais as principais mudanças do tempo em que você era um garoto sonhando com os palcos e hoje com toda essa fama?&lt;/B&gt;&lt;br /&gt;
Quando você é uma criança com uma motivação específica, tudo ligado a esse assunto gera uma memória muito forte. No meu caso, não importava se fosse assistir Bambi, O Mágico de Oz ou E o Vento Levou&amp;#8230;, o efeito era absurdamente marcante e intenso, o que torna isso muito difícil de esquecer. Esses filmes, por exemplo, foram os primeiros que eu assisti e lembro da experiência até hoje, com detalhes. Havia um pequeno cinema na esquina de onde eu morava, o lugar era vazio, literalmente, mas eles exibiam filmes mesmo assim. E não eram filmes velhos ou coisa do gênero, eram longa-metragens novos, mas as cópias eram horríveis. Vi coisas como Blade Runner e aquele monte de filmes do Bill Murray nos anos 80 ali (risos). Eu olhava para aquela telona e pensava: quero fazer isso, quero ser um ator, quero aparecer num desses. Eu ainda quero ser um ator (gargalhadas).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;B&gt;Mas como isso mudou?&lt;/B&gt;&lt;br /&gt;
Começa pelo fato de eu ainda amar assistir filmes e não posso. Gasto um dinheirão com DVDs, por exemplo. Dou uma escapulida sempre que posso, pois sentar numa poltrona cercado por um monte de desconhecidos é uma experiência coletiva fascinante, especialmente naquelas seções onde as pessoas estão tão envolvidas que elas gritam e reagem o tempo todo. Sinto falta de estar em casa, vendo televisão e, de repente, decidir ir ao cinema. Hoje em dia preciso acionar uma equipe gigante para sair de casa. Parece uma operação militar, que precisa de planejamento e aprovação, especialmente quando 007 está em cartaz.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;B&gt;Quando foi a última vez que você conseguiu ir ao cinema sem precisar fugir dos fotógrafos e fãs?&lt;/B&gt;&lt;br /&gt;
Faz um tempinho já, mais um menos um ano atrás. Consegui entrar no cinema numa cidadezinha perto de Los Angeles para assistir Hellboy 2 – The Golden Army (risos), era o que estava passando. O mais engraçado foi uma pessoa chegar perto de mim e dizer: “já lhe disseram que pareces demais com Daniel Craig?”. Eu disse que acontecia comigo o tempo todo, ri e fui embora. Foi engraçado, pois estávamos num lugar tão fora do eixo das estrelas, que ninguém imaginaria que seria eu mesmo. Adorei isso, sei que sempre posso voltar lá e assistir o que quiser e ninguém vai me perseguir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;B&gt;Qual é a melhor coisa da fama provocada por James Bond?&lt;/B&gt;&lt;br /&gt;
Eu viajo para todo canto do mundo. É exaustivo, mas poder sentar num quarto de hotel no Japão, com uma vista magnífica e conhecendo um povo fantástico, assim como tantos outros lugares que visitei é simplesmente sensacional. É um ótimo momento da minha vida e não vejo razão para não aproveitar as vantagens e ficar feliz.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;B&gt;A temporada dos prêmios está chegando. Você se preocupa com Oscars, BAFTAS, Palma D’or?&lt;/B&gt;&lt;br /&gt;
Não, se preocupar com isso é problema de outra pessoa. Meu trabalho já está feito.&lt;/p&gt;
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		<title type="html"><![CDATA[[SOS Cast] Leonard Nimoy é entrevistado e CANTA!]]></title>
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		<updated>2009-05-25T21:25:14Z</updated>
		<published>2009-05-25T21:23:15Z</published>
		<category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="Animação" /><category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="Cinema" /><category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="SOS Cast" /><category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="Fringe" /><category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="Jamie Foxx" /><category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="Leonard Nimoy" /><category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="The Big Bang Theory" />		<summary type="html"><![CDATA[
Leonard Nimoy, Jamie Foxx são os entrevistados do segundo capítulo do SOS Hollywood versão PodCast. Confira comentários sobre UP - Altas Aventuras, 24 Horas, House e The Big Band Theory.

Terremotos, finais de temporada, filmes maravilhosos e péssimos, tudo isso aconteceu nessa semana. Então lá vai mais uma edição do SOSCast, com entrevistas em áudio com [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood/2009/05/25/sos-cast2/">&lt;p&gt;&lt;img src="http://soshollywood.wordpress.com/files/2009/05/nimoy.jpg" alt="nimoy" title="nimoy" width="500" height="365" class="aligncenter size-full wp-image-218" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Leonard Nimoy&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Jamie Foxx&lt;/strong&gt; são os entrevistados do segundo capítulo do SOS Hollywood versão PodCast. Confira comentários sobre &lt;strong&gt;UP - Altas Aventuras&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;24 Horas&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;House &lt;/strong&gt;e &lt;strong&gt;The Big Band Theory&lt;/strong&gt;.
&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Terremotos, finais de temporada, filmes maravilhosos e péssimos, tudo isso aconteceu nessa semana. Então lá vai mais uma edição do &lt;strong&gt;SOSCast&lt;/strong&gt;, com entrevistas em áudio com &lt;strong&gt;Leonard Nimoy&lt;/strong&gt; e&lt;strong&gt; Jamie Foxx&lt;/strong&gt;, além de trilha sonora do próprio Nimoy, Survivor e uma surpresa saída da trilha de &lt;em&gt;Finding Forrester&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span id="more-1496"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nessa edição, falo sobre Leonard Nimoy participar em &lt;strong&gt;Fringe &lt;/strong&gt;e, quem sabem, &lt;strong&gt;The Big Bang Theory&lt;/strong&gt;; Jamie Foxx abrindo o coração sobre Mike Tyson; prévia do filme &lt;strong&gt;UP - Altas Aventuras&lt;/strong&gt;; e comentários sobre os finais de temporada de &lt;strong&gt;24 Horas&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;House&lt;/strong&gt;. É informação que não acaba mais. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Gostaria de aproveitar para aproveitar a todos que escutaram o primeiro capítulo. Foram mais de &lt;strong&gt;700 downloads&lt;/strong&gt; em uma semana! Vocês foram fantásticos! =D Apertem o Play e divirtam-se!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;ps.: Correção: Joe Wright dirigiu &lt;strong&gt;Orgulho e Preconceito&lt;/strong&gt;, não &lt;em&gt;Razão e Sensibilidade&lt;/em&gt;, como foi dito no podcast. Malditos filmes da Jane Austin. =D&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Duração: 32 min&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;ENDEREÇO DIRETO DO PODCAST&lt;br /&gt;
Clique aqui: &lt;a href="http://soscast.mevio.com/"&gt;http://soscast.mevio.com/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;SUGESTÕES, CRÍTICAS, PIADAS RUINS, DECLARAÇÕES DE AMOR&lt;br /&gt;
Envie e-mails para: barretao@judao.com.br&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;NO TWITTER:&lt;br /&gt;
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&lt;p&gt;RSS e iTunes&lt;br /&gt;
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&lt;p&gt;INFORMAÇÕES&lt;br /&gt;
Aperte o botão PLAY abaixo ou &lt;a href="http://m.podshow.com/media/21630/episodes/156082/soscast-156082-05-23-2009.mp3"&gt;&lt;strong&gt;BAIXE AQUI&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; (clique com o botão direito do mouse no link e escolha a opção Salvar Destino Como) o arquivo no formato MP3.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="visibility:hidden;width:0px;height:0px;" border=0 width=0 height=0 src="http://counters.gigya.com/wildfire/IMP/CXNID=2000002.0NXC/bT*xJmx*PTEyNDMyMjUyMzA3ODYmcHQ9MTI*MzIyNTIzNjk2NSZwPTQ*MTQ*MiZkPSZnPTImdD*mbz*4MWU5OWY*MjUzN2U*NGUwOTc3YTQ1YzVhNzFlZTU5YSZvZj*w.gif" /&gt;&lt;object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000"codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=9,0,0,0" width="600" height="336" id="MevioWM" align="middle"&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="never" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.mevio.com/widgets/mwm/MevioWM.swf" /&gt;&lt;param name="quality" value="high" /&gt;&lt;param name="FlashVars"     value="distribConfig=http://www.mevio.com/widgets/configFiles/distribconfig_mwm_pcw_default.xml&amp;#038;autoPlay=false&amp;#038;container=false&amp;#038;rssFeed=/%3FsId=21630%26sMediaId=6677034%26format=json&amp;#038;playerIdleEnabled=false" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#000000" /&gt;&lt;embed src="http://www.mevio.com/widgets/mwm/MevioWM.swf"quality="high"bgcolor="#000000"width="600" height="336" FlashVars="distribConfig=http://www.mevio.com/widgets/configFiles/distribconfig_mwm_pcw_default.xml&amp;#038;autoPlay=false&amp;#038;6container=false&amp;#038;rssFeed=/%3FsId=21630%26sMediaId=6677034%26format=json&amp;#038;playerIdleEnabled=false"name="MevioWM"align="middle"allowScriptAccess="never"allowFullScreen="true"type="application/x-shockwave-flash"pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;
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		<title type="html"><![CDATA[Um Ato de Coragem: O Outro Lado da Moeda]]></title>
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		<updated>2009-05-21T20:20:55Z</updated>
		<published>2009-05-21T20:20:55Z</published>
		<category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="Cinema" /><category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="Entrevista" />		<summary type="html"><![CDATA[
Edward Zwick revigora gênero dos filmes sobre Holocausto com coragem e grande elenco.
Se contada diversas vezes, e com convicção, uma mentira pode se tornar uma verdade. Se contada do mesmo jeito, ao longo de mais de 60 anos, uma história pode se distanciar de seu momento de inscrição e perpetuar apenas uma versão dos fatos. [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood/2009/05/21/um-ato-de-coragem-o-outro-lado-da-moeda/">&lt;p&gt;&lt;img class="aligncenter size-full wp-image-202" title="defiance_02" src="http://soshollywood.wordpress.com/files/2009/05/defiance_02.jpg" alt="defiance_02" width="600" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;Edward Zwick revigora gênero dos filmes sobre Holocausto com coragem e grande elenco.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Se contada diversas vezes, e com convicção, uma mentira pode se tornar uma verdade. Se contada do mesmo jeito, ao longo de mais de 60 anos, uma história pode se distanciar de seu momento de inscrição e perpetuar apenas uma versão dos fatos. Seguido pela invasão da Normandia no Dia D, o Holocausto é o segundo assunto mais retratado em filmes sobre a Segunda Guerra Mundial, porém, diferente da pluralidade de aspectos abordados nos longas e séries militarizados, o extermínio dos judeus via suas pessoas modificadas, mas sempre sob o mesmo ponto de vista: do sofrimento e morte. Edward Zwick desafia esse estereótipo com &lt;strong&gt;Um Ato de Coragem &lt;/strong&gt;(Defiance), que revigora os filmes do gênero com a ajuda de Daniel Craig e Jamie Bell.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span id="more-1479"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim como todo grande filme sobre o Holocausto, &lt;strong&gt;Um Ato de Coragem&lt;/strong&gt; segue os passos de uma história real. Os &lt;strong&gt;Irmãos Bielski &lt;/strong&gt;foram judeus sobreviventes do avanço nazista no leste europeu e organizaram um dos maiores focos de resistência na Bielorussia onde, assim como em diversas localidades, os judeus resistiram à ocupação alemã. Pela primeira vez, em muitos anos, sai a mesmice do sofrimento passivo e entra a luta armada. “Tenho um mapa com os focos de resistência e eram numerosos na região”, comenta Edward Zwick, em entrevista ao &lt;strong&gt;SOS Hollywood&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Não pretendo iniciar nenhuma tendência, mas está mais do que na hora de deixar de falar só do sofrimento e honrar também aqueles que lutaram”. O longa-metragem é inspirado no livro &lt;strong&gt;Defiance: the Bielski Brothers&lt;/strong&gt;, de Nechama Tec.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tuvia (Daniel Craig), Zus (Liev Schreiber) e Asael Bielski (Jamie Bell) são os irmãos do título do romance. Personagens históricos, cujas famílias colaboraram para a produção do filme, eles criaram um dos maiores exemplos de luta pela sobrevivência. Muito mais que contra-atacar os ocupantes, seus atos salvaram a vida de mais de mil pessoas perseguidas pelo regime nazista. Reunidos numa mini cidade itinerante nas florestas, o grupo se esforça para manter a Humanidade e sanidade em meio às privações de um inverno rigoroso e, claro, os ataques das forças alemãs.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A narrativa é intensa. As diferenças entre os irmãos espelham os problemas que os sobreviventes enfrentarão: luta por poder, insatisfação, medo e tristeza. Tudo misturado com a tensão constante provocada pela existência de um inimigo violento e pro-ativo, plenamente capaz de eliminar o grupo com um golpe bem dado. Zwick não se preocupa necessariamente com a dor daqueles judeus, é sua resistência, seu desafio às probabilidades que guiam o caminho de &lt;em&gt;Defiance&lt;/em&gt;. “Se manter humano em meio a tanta privação, tragédia e medo é tarefa tão grande quanto sobreviver aos principais extermínios étnicos do período”, afirma o diretor, experiente produtor de televisão e responsável por filmes como&lt;em&gt; Lendas da Paixão &lt;/em&gt;e o irreparável &lt;em&gt;O Último Samurai&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Defiance é um exercício de releitura. Tanto equipe quanto espectador precisaram deixar de lado pré-conceitos sobre o tema. Nada do nazista malvado e cruel, tampouco da família que sofre constantemente até o destino final em Auschwitz. Estamos diante de um teste de força. Para isso, nada melhor que Daniel Craig e seu jeito bronco para liderar o bando. Situações extremas requerem pessoas extremas no comando. Conhecido por ter unido o grupo de atores e técnicos durante o forte inverno que enfrentaram durante as filmagens, Craig estendeu a responsabilidade a atores como o jovem Jamie Bell. “Ele sempre se preocupou com a saúde de todo mundo, queria saber se estávamos encarando bem o frio e, numa cena durante o inverno, viu que eu estava muito gelado, notou a cor dos meus lábios – que estavam naturalmente roxos – e interrompeu as filmagens; me salvou de hipotermia”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Tudo que aprendi sobre a vida dos Bieslki, com suas famílias e investigando essa história, me faz valorizar a vida humana e entender por que nunca posso deixar de acreditar em nossa força de vontade”, comentou Daniel Craig a este repórter enquanto também assumia sentir falta de sua privacidade. “Assim como aqueles sobreviventes, às vezes, só quero ter uma vida normal e poder entrar num cinema a hora que bem entender para curtir um bom filme”. Craig teve aulas de russo para garantir autenticidade a seu personagem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Defiance é um filme corajoso. Correu riscos de provocar a comunidade judaica com seu discurso “agora vamos falar de quem lutou”, risco que Zwick estava mais que disposto a encarar; agradou com trilha sonora indicada ao Oscar; e mostra que, por mais que os filmes de guerra pareçam repetitivos, ainda existem histórias – heróicas e relevantes – a serem contadas. Essa é apenas uma delas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como filme de gênero, tem seus elementos em comum, afinal de contas, todos se passam dentro de uma mesma realidade e momento histórico, e &lt;em&gt;Defiance &lt;/em&gt;não foge à regra. Seu diferencial está em uma realização competente, fotografia que valorizou a beleza da floresta sem comprometer as minúcias inerentes a cada personagem e ação intensa em momentos estratégicos para evitar a composição inteiramente dramática. Sem dúvida, um ótimo jeito de conhecer mais um aspecto da Segunda Guerra Mundial, que parece nunca cessar como fonte de grandes histórias.&lt;/p&gt;
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		<title type="html"><![CDATA[Os Caça-Fantasmas 3: Dan Aykroyd confirma!]]></title>
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		<updated>2009-05-21T20:20:11Z</updated>
		<published>2009-05-19T20:19:42Z</published>
		<category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="Cinema" /><category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="Livin la Vida LA" />		<summary type="html"><![CDATA[
Vai acontecer. O roteiro está quase pronto e [Bill] Murray já disse que interpreta Venkman. - Dan Aykroyd
Muitos rumores, confirmações de executivos e desmentidos cercam a eventual continuação de Os Caça-Fantasmas. Não tenho mais dúvidas hoje, pois ouvi Dan Aykroyd confirmando o filme e garantindo a presenta de Bill Murray no elenco. A entrevista acontece [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood/2009/05/19/os-caca-fantasmas-3-dan-aykroyd-confirma/">&lt;p&gt;&lt;img src="http://soshollywood.wordpress.com/files/2009/05/ghostbusters.jpg" alt="ghostbusters" title="ghostbusters" width="450" height="326" class="aligncenter size-full wp-image-194" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;Vai acontecer. O roteiro está quase pronto e [Bill] Murray já disse que interpreta Venkman. - Dan Aykroyd&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Muitos rumores, confirmações de executivos e desmentidos cercam a eventual continuação de &lt;strong&gt;Os Caça-Fantasmas&lt;/strong&gt;. Não tenho mais dúvidas hoje, pois ouvi &lt;strong&gt;Dan Aykroyd&lt;/strong&gt; confirmando o filme e garantindo a presenta de Bill Murray no elenco. A entrevista acontece hoje, ao vivo, pela rádio KLOS, de Los Angeles.&lt;br /&gt;
&lt;span id="more-1476"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
 &amp;#8220;É verdade&amp;#8221;, disse Aykroyd, quando perguntado sobre os rumores e vai-e-vem, no final da entrevista, depois de passar cerca de meia hora falando sobre sua carreira humorística, SNL, George Carlin e outros momentos importantes de sua jornada. &amp;#8220;Os roteiristas são muito bons, escreveram Ano Um [Gene Stupnitsky e Lee Eisenberg], com Jack Black, e adorei o conceito da história. De verdade, gostei muito&amp;#8221;. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ele confirmou que Bill Murray há topou reviver o Dr. Peter Venkman. &amp;#8220;Murray vai fazer Venkman e andou me ligando para falar a respeito&amp;#8221;, comentou Aykroyd. E como Harold Ramis, também conhecido como Dr. Egon Spengler vai dirigir, não resta dúvidas sobre a presença do personagem. Mas eu quero mesmo é saber como vai ser o Ecto 1, que, na verdade, deveria ser o MESMO carro. E a escalação da Janine! &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Bom, para bem ou para mal, &lt;strong&gt;Os Caça-Fantasmas 3&lt;/strong&gt; sai da categoria rumor e entra na fila do hype para 2012. Em Dan Aykroyd eu confio. Teria perguntado isso diretamente, já que concedeu entrevistas em Nova Iorque dias atrás, mas a Sony é muquirana e não quis bancar a viagem. Sabe do melhor? Aykroyd vai autografar garrafas de vodka que ele produz, a Crystal Head Vodka, num supermercado em Huntington Beach. Pensei seriamente em ir até lá, mas além de cada garrafa custar US$ 45.99, preciso comparecer às entrevistas com os Wayans Brothers, por conta de &lt;em&gt;Ela Dança Com Meu Ganso&lt;/em&gt; (&lt;em&gt;Dance Flick&lt;/em&gt;), uma das piores compilações de cena que tem a audácia de se chamar de filme. Fiquem longe disso! &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pensando bem, acho que dá tempo de entrevistar os Wayans e depois ir encontrar o Blues Brother! =D&lt;/p&gt;
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		<title type="html"><![CDATA[Terremoto em Los Angeles]]></title>
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		<updated>2009-05-21T20:19:00Z</updated>
		<published>2009-05-17T20:18:26Z</published>
		<category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="Livin la Vida LA" /><category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="Pessoal" />		<summary type="html"><![CDATA[TERREMOTO EM LOS ANGELES! Foi a mensagem que digitei no Twitter enquanto Los Angeles ainda tremia.
Exatamente às 20h39, do domingo, a terra tremeu em Los Angeles. Mais um susto, mas, desta vez, um fenômeno virtual. Estava escrevendo um texto sobre Defiance, filme com Daniel Craig que está em cartaz no Brasil, enquanto Ariel brincava ao [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood/2009/05/17/terremoto-em-los-angeles/">&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;TERREMOTO EM LOS ANGELES! Foi a mensagem que digitei no Twitter enquanto Los Angeles ainda tremia.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Exatamente às 20h39, do domingo, a terra tremeu em Los Angeles. Mais um susto, mas, desta vez, um fenômeno virtual. Estava escrevendo um texto sobre &lt;em&gt;Defiance&lt;/em&gt;, filme com Daniel Craig que está em cartaz no Brasil, enquanto Ariel brincava ao meu lado. Lu estava na sala. A terra começou a tremer e continuaria por 15 segundos, que pareceram minutos.&lt;br /&gt;
&lt;span id="more-1474"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Senti a cadeira giratória oscilar para a direita, logo a persiana começava a vibrar e veio um dos sons mais apavorantes que já ouvi até hoje: as paredes rangeram. Podia ouvir a estrutura reclamar da pressão provada pelos 5.0 graus de magnitude que atingiram o Sul da Califórnia, nesse dia. O epicentro foi registrado em Inglewood, há cerca de 26 milhas daqui, mas todo mundo sentiu.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como estava trabalhando, estava com o Twitter aberto. Tive o sangue frio de digitar a seguinte frase, antes de agarrar minha família: &amp;#8220;TERREMOTO EM LOS ANGELES! PQP!&amp;#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tremor passou. Sentimos duas afterwaves, mais leves, mas ainda assim preocupantes. E, minutos depois, quando voltei ao computador, após checar a TV para mais informações, descobri que havia sido o primeiro brasileiro a enviar uma mensagem no Twitter sobre o acontecimento. Literalmente, cobertura instantânea e simultânea. Foi assustador.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Claro que isso não muda a vida de ninguém, mas o fato de que um sistema de chat (também contei pra amigos via MSN e GTalk) como o Twitter consiga dar informações mais rápidas do que as grandes redes de TV. Os portais da internet nem se fala. Demoraram muito para atualizar, afinal, escrever um texto com esse, apurar as informações e ter algo a dizer de modo certeiro torna o processo mais lendo, e necessário.&lt;br /&gt;
Entretanto, para mim, as coisas mudaram. Afinal, cobrir um terremoto, ao vivo, não é qualquer um que pode se gabar. Espero nunca passar por isso novamente, mas, se tiver que passar, que esteja transmitindo para muito mais que meus 330 seguidos no Twitter.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A internet foi invadida com informações sobre o tremor. Pessoas saíam às ruas para ver quem mais estava preocupado. O noticiário é razão: toda vez que a terra treme, alguém menciona o &amp;#8220;Big One&amp;#8221;, que pode afetar a Falha de San Andreas e causar a grande ruptura na Califórnia. O abalo foi médio, mas causa medo na população. Muito mais que crise financeira ou gripe suína, terremotos são a verdadeira preocupação dos moradores da região. E hoje, depois de ter enfrentado três deles, entendo perfeitamente.&lt;/p&gt;
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		<title type="html"><![CDATA[[SOSCast] Agora vai!]]></title>
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		<updated>2009-05-21T20:17:56Z</updated>
		<published>2009-05-16T20:15:07Z</published>
		<category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="Cinema" /><category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="SOS Cast" />		<summary type="html"><![CDATA[
Michael Bay, Lorenzo Di Bonaventura e Star Trek são os assuntos da semana. Na trilha sonora, David Bowie, Green Day e algumas surpresinhas nérdicas.
Começa hoje um novo podcast semanal do SOS Hollywood. Misturando opinião e músicas com temática nerd ou cinematográfica, o SOSCast tem por objetivo comentar algumas das declarações mais relevantes da semana aqui [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood/2009/05/16/soscast-agora-vai/">&lt;p&gt;&lt;img src="http://soshollywood.wordpress.com/files/2009/04/startrek1.jpg" alt="startrek1" title="startrek1" width="600" class="aligncenter size-full wp-image-7" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;Michael Bay, Lorenzo Di Bonaventura e Star Trek são os assuntos da semana. Na trilha sonora, David Bowie, Green Day e algumas surpresinhas nérdicas.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Começa hoje um novo podcast semanal do &lt;strong&gt;SOS Hollywood&lt;/strong&gt;. Misturando opinião e músicas com temática nerd ou cinematográfica, o SOSCast tem por objetivo comentar algumas das declarações mais relevantes da semana aqui em Los Angeles, quase todas, claro, exclusivas. A tendência é de que fique mais dinâmico nas próximas semanas, ou seja, menos falação e mais novidade, mas precisava começar de algum modo, então ficou assim. Espero que gostem. Superobrigado ao R0cc0 (@r0cc0), que editou o danado. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O retorno de vocês é fundamental para saber o que e como melhorar o SOS Cast, portanto, deixem seus comentários por email pelo barretao@judao.com.br ou pelo Twitter: @soshollywood.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Grande abraço e até a semana que vem!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;ps.: se não fiz nenhuma bobagem, é só clicar no Play aí embaixo ou &lt;a href="http://m.podshow.com/media/21630/episodes/154889/soscast-154889-05-16-2009.mp3"&gt;aqui&lt;/a&gt;, para fazer o download.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;ps2.: para cadastrar o RSS, use esse endereço: &lt;a href="http://www.mevio.com/feeds/soscast.xml"&gt;http://www.mevio.com/feeds/soscast.xml &lt;/a&gt;. Não sei configurar a versão pro Itunes, se alguém quiser ajudar, agradeço.&lt;br /&gt;
&lt;center&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="visibility:hidden;width:0;height:0;" border="0" width="0" height="0" src="http://counters.gigya.com/wildfire/IMP/CXNID=2000002.0NXC/bHQ9MTI*MjUyMTk5OTc2MiZwdD*xMjQyNTIyMDI1MTE3JnA9NDQxNDQyJmQ9Jm49d29yZHByZXNzJmc9MiZ*PSZvPTgxZTk5ZjQyNTM3ZTQ*ZTA5NzdhNDVjNWE3MWVlNTlhJm9mPTA=.gif" /&gt;&lt;iframe frameborder="0" width="428" height="243" src="http://wpcomwidgets.com/?width=420&amp;amp;height=235&amp;amp;src=http%3A%2F%2Fwww.mevio.com%2Fwidgets%2Fmwm%2FMevioWM.swf&amp;amp;quality=high&amp;amp;flashvars=distribConfig%3Dhttp%3A%2F%2Fwww.mevio.com%2Fwidgets%2FconfigFiles%2Fdistribconfig_mwm_pcw_default.xml%26autoPlay%3Dfalse%26container%3Dfalse%26rssFeed%3D%2F%253FsId%3D21630%2526sMediaId%3D6651269%2526format%3Djson%26playerIdleEnabled%3Dfalse&amp;amp;wmode=tranparent&amp;amp;_tag=gigya&amp;amp;_hash=4575ef64cd676e55b6e2249f25ca24e8" id="4575ef64cd676e55b6e2249f25ca24e8"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/center&gt;&lt;/p&gt;
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		<author>
			<name>Barret�o</name>
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					</author>
		<title type="html"><![CDATA[Zachary Quinto: Parte Vulcano, Parte Psicopata]]></title>
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		<updated>2009-05-11T18:38:39Z</updated>
		<published>2009-05-11T17:54:26Z</published>
		<category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="Cinema" /><category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="Entrevista" /><category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="Guerra nas Estrelas" /><category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="Heroes" /><category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="JJ Abrams" /><category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="Jornada nas Estrelas" /><category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="Kirk" /><category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="Leonard Nimoy" /><category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="Spock" /><category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="Star Trek" /><category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="Star Wars" /><category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="Sylar" /><category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="Televisão" /><category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="Zachary Quinto" />		<summary type="html"><![CDATA[
Agora que Sylar encontrou seu caminho, não há mais volta para ele.
- Zachary Quinto 
Disparado um dos melhores atores do elenco de Heroes, Zachary Quinto recebeu o SOS Hollywood para uma entrevista exclusiva para falar sobre Spock, Sylar, amizade com Leonard Nimoy e contar um pouco mais sobre o homem por trás de dois dos [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood/2009/05/11/zachary-quinto-parte-vulcano-parte-psicopata/">&lt;p&gt;&lt;img src="http://soshollywood.wordpress.com/files/2009/05/zachary_03_002_v01.jpg" alt="Zachary_03_002_v01" title="Zachary_03_002_v01" width="600" class="aligncenter size-full wp-image-162" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;Agora que Sylar encontrou seu caminho, não há mais volta para ele.&lt;br /&gt;
- Zachary Quinto &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Disparado um dos melhores atores do elenco de &lt;strong&gt;Heroes&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Zachary Quinto&lt;/strong&gt; recebeu o &lt;strong&gt;SOS Hollywood&lt;/strong&gt; para uma entrevista exclusiva para falar sobre Spock, Sylar, amizade com Leonard Nimoy e contar um pouco mais sobre o homem por trás de dois dos personagens mais comentados nesse ano. Afinal, Sylar é vilão ou herói? E como o novo Spock encara seu papel em &lt;strong&gt;Star Trek&lt;/strong&gt;?&lt;br /&gt;
&lt;span id="more-1459"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
Com seu jeito altamente descontraído, simpático e inteligente, Quinto mostra uma das razões pelas quais chama atenção em tudo que fez: adora atuação. Treinado em teatro e devoto de atuações apaixonantes, o ator vive um estilo de vida sossegado, fora dos holofotes - a não ser que seja para promover seus trabalhos - e aposta nos amigos como grande arma para se manter são no meio de tanto estrelismo. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acompanhe o bate-papo e entre na mente do psicopata mutante mais famoso da atualidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
O que você ama na atuação? Você sempre aparenta ser muito apaixonado.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Adoro o senso de imersão, de precisar entender a psicologia e os pontos de vista do personagem. E fazer tudo que posso para incorporar essa personalidade. Essa possibilidade me atrai desde a infância. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Houve algum momento transformador ou marcante que iniciou sua carreira propriamente dita?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Foi uma evolução, na verdade. Minha infância foi muito imaginativa e criativa. Vivia brincando mo mato, construindo fortes, combatendo inimigos apavorantes e etc. Sempre tive interesse nas possibilidades da imaginação. Conforme fui crescendo, entendi que isso poderia ser levado mais a sério. Em termos de filmes, acho que &lt;strong&gt;A Ira de Khan &lt;/strong&gt;ou mesmo &lt;strong&gt;Guerra nas Estrelas&lt;/strong&gt; despertaram grande paixão por conta do conceito de fantasia e aventura, porém, o teatro tem mais culpa. Fiz minhas primeiras peças entre os 8 e 9 anos e comecei a estudar para valer aos 12 e foi a partir daí que atuação passou a evoluir de hobby para uma verdadeira vocação.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
Sua família sempre apoiou?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
(risos) Rolava um ceticismo sobre a idéia, mas aí comecei a convencer todo mundo do que eu era capaz e as coisas melhoraram (risos).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Quando conseguiu convencê-los?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
As peças de escola eram mesmo um hobby, ensaiava depois das aulas e me divertia fazendo aquilo. Entretanto, elas me levaram a ser aceito por um programa teatral juvenil muito famoso na Pensilvânia [que admite cerca de 30 alunos por ano] e, naquele momento, minha família realmente compreendeu que a coisa era séria. O mais importante foi terem notado que havia comprometimento, esforço e paixão envolvido em tudo aquilo. Daí para a frente tive todo o apoio do mundo, inclusive durante os anos de faculdade [onde o ator estudou artes dramáticas].&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você sempre foi calmo e centrado assim desde a infância? É difícil não notar que você escolhe suas palavras muito bem, nunca se precipita numa conversa&amp;#8230;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
 Sempre fui uma criança precoce, então fui assimilando essa postura ao longo dos anos, por normalmente me relacionar com pessoas mais velhas. Sempre. Aliás, isso acontece ainda hoje. Algo da experiência dessas pessoas desperta muito interesse em mim. Entretanto, os últimos cinco anos me permitiram encontrar grande equilíbrio pessoal e isso, sem dúvida, transparece na atuação e na minha postura pessoal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;E você conseguiu fazer isso mesmo com tanta pressão por conta da fama, do lançamento de &lt;strong&gt;Heroes &lt;/strong&gt;e, agora, &lt;strong&gt;Star Trek&lt;/strong&gt;. A “Hollywood Experience” foi um problema para você?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Gosto de alguns aspectos dessa coisa toda, enquanto ignoro outros totalmente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Exemplos&amp;#8230;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Adoro participar de eventos relacionados aos projetos em que estou envolvido, como festas promocionais, ações para algum público específico, lugares onde reencontro com colegas de trabalho fora do ambiente profissional. Isso é bom. Por outro lado, não gosto de visitar boates, curtir a noite e coisa do tipo, pois não quero atrair esse tipo de atenção, que pode ser negativa, para a minha vida. Tenho muito interesse em estreitar minhas relações com gente com quem trabalho, com gente interessante com quem possa trabalhar algum dia. Isso é divertido para mim. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Chegou a tentar esse tipo de vida social e não funcionou ou nunca teve interesse mesmo?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Chega um ponto em que convites começam a aparecer aos montes e é preciso exercer cautela. Alguns valem a pena, sem dúvida. Acredito que se tivesse vivido isso há alguns anos, até teria interesse em curtir desse modo, mas não é a realidade de hoje. Pelo menos a minha. No fim das contas, a “Hollywood Experience” é algo incrivelmente intangível e muito efêmera. Portanto, qualquer tentativa de viver conectado a isso o tempo todo e tentar se definir por essa postura provoca um sentimento de vazio na vida da pessoa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;E no seu caso, acima de tudo, ainda existe a questão de sua fama veio acoplada a um “bad guy”. Você é uma antítese total desse meio, então? Famoso como vilão, mantém os pés no chão o tempo todo&amp;#8230;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Bom, muito disso tem a ver com o fato de eu não ter mais 20 anos. Se toda essa exposição tivesse acontecido naquela época, talvez minhas reações pudessem ser totalmente diferentes. Deve ser muito difícil encarar tudo isso quando você ainda não se conhece direito. Tenho certeza de que teria passado pela mesma jornada de autodestruição que muitos jovens atores passam hoje em dia, se isso tivesse acontecido há dez anos [Zachary tem 32 anos de idade].&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
Quando esse período de amadurecimento - os cinco anos - começou?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
(risos) Esse número é um pouco genérico, na verdade. O momento da escalação para Heroes foi um momento importante, pois, pela primeira vez notei que minha carreira estava prestes a mudar, porém, com &lt;strong&gt;Star Trek&lt;/strong&gt;, tenho certeza de que tudo vai mudar e muuuuuuito. Essa evolução acontece pelo acréscimo de experiências. Nunca teria conseguido Spock, sem ter feito Sylar antes, pelo menos é assim que funciona para mim. Evoluí muito a partir dos 25 anos. Olha o clichê: sou uma pessoa totalmente diferente. (risos).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;E isso acaba influenciando seus personagens? Sylar está passando por uma certa evolução e seu Spock está nessa fase complicada dos 20 e poucos anos&amp;#8230;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Há um pouco disso sim, mas tenho o hábito de seguir os roteiros que recebo da forma mais fiel possível, que é a função do ator. Gosto muito desse momento de Sylar. Ele busca essa identidade desde o princípio e, acredito, finalmente tenha encontrado. Uma vez definido, não há mais volta, pelo menos no caso dele. Não sei se os roteiristas pensam assim, mas é como eu vejo. Já Spock vive constantemente o dilema de ser um mestiço. Pude inserir bastante energia, força e, até onde o personagem permite, emoção. Ele é muito mais instável do que aparenta, especialmente na juventude. Conhecer Nimoy foi algo fundamental nesse aspecto e, não sei se somente pelo laço do personagem, mas acabamos nos tornando amigos e isso foi fantástico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que funciona mais para Sylar: vilão, herói, um pouco dos sois?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
(pausa) Acredito que tudo que ele passou seja válido e interessante. Mas devo admitir que ele encontra o melhor de sua forma quando está em contato com o lado negro. Há um poder sedutor nessa perspectiva. Isso o torna atrativo e carismático, dramaticamente. Não é possível construir um personagem de televisão sempre com a mesma perspectiva, ou perfil pessoal, portanto, todas as outras nuanças da personalidade dele se somam para definirmos o verdadeiro Sylar. Sempre tenho a impressão de que o pessoal gosta mais quando ele resolve ser mal.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
Você ainda está num momento de descobertas pessoais, como seus personagens?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Espero sempre estar nesse momento de descobertas. Ser uma pessoa de mente aberta às novidades é inestimável e, felizmente, posso agregar novos conceitos e informações à minha vida diariamente. Essa é uma das coisas fantásticas sobre Leonard [Nimoy], pois ele sempre está se redescobrindo, reinventando, tentando algo novo. É algo impressionante e farei o máximo para seguir esse modelo, sempre que possível.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="http://soshollywood.wordpress.com/files/2009/05/zachary_03_022_v02.jpg" alt="Zachary_03_022_v02" title="Zachary_03_022_v02" width="600" class="aligncenter size-full wp-image-163" /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Construir um personagem no cinema é muito diferente do que na TV? Todo mundo conhece Spock, mas ninguém ainda tem muita idéia de como será o “seu” Spock&amp;#8230;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
É sim. Em &lt;strong&gt;Heroes&lt;/strong&gt;, filmamos cerca de nove páginas por dia, quando tudo dá certo. Em &lt;strong&gt;Star Trek&lt;/strong&gt;, houve dias em que filmamos apenas uma página. Há tanto tempo a mais na TV e isso possibilita maior reflexão sobre o personagem, além do fato de que o “tempo de vida” desse sujeito é mais amplo, alguns momentos ou pensamentos podem tomar um episódio inteiro para serem desenvolvidos. Isso pode levar anos. Já no cinema, esse período é contido naquelas duas horas. Há um começo, meio e fim e tudo acontece de maneira mais concentrada. Digamos que se tratem de duas sensibilidades diferentes.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
E o quão autêntico se pode ser ao reimagina alguém como Spock?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Meu objetivo é ser o tão autêntico possível de acordo com o estado de espírito e as emoções que personagem requer. Esse nível de autenticidade começa a ser definido quando encaro perfeitamente o fato de que nunca serei Leonard Nimoy ou farei o mesmo trabalho que ele. Spock original ajudou a moldar o mundo em que vivemos hoje, então ele é imbatível. O jeito mais honesto, e autêntico, de realizar esse trabalho é respeitar o momento pelo qual Spock está passando e qual sua função naquela tripulação de novatos. Cada um desses elementos fez sentido para mim, então foi no que acreditei durante cada momento das filmagens e, assim, pude contribuir da melhor maneira possível. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Existe pressão externa dentro do set de Heroes, especialmente por conta da influência da audiência e dos interresses do canal?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Não ligo muito para opiniões externas, sabe. Muita gente criticou os roteiros da segunda temporada, mas meu trabalho é fazer o melhor que posso, com o material que recebo. Continuo muito interessado em desenvolver Sylar e dar a maior credibilidade possível à série. A natureza da televisão prevê todo tipo de interferência e há tanta gente dando opinião, que manter os rumos é sempre complicado. Acredito que Heroes exista dentro de uma dinâmica positiva e que permite muita criatividade, sem grandes influências do canal, mas ninguém está livre disso. Pressões sempre vão existir, seja por problemas financeiros, audiência ou outros interesses comerciais. Mudanças acontecem, sempre conversamos sobre o que está funcionando, ou não. Por isso acredito que cada um deva fazer sua parte e permitir que o trabalho evolua. Ainda bem que só atuo. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Defina um dia perfeito &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Humm..&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sem jornalistas por perto, acredito.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
(gargalhadas) Bom começo (gargalhadas).  Depende, mas precisa acontecer em Nova Iorque. Sou apaixonado por aquele lugar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mesmo tendo tentado destruí-la na primeira temporada de Heroes.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
(risos) Ossos do ofício (risos). A culpa não foi minha. Então, provavelmente acordaria por volta de 9h, gastaria um tempinho fazendo as cruzadinhas e depois tomar café da manhã com alguns amigos. Depois disso, o inevitável seria passear um pouco e almoçar com amigos, e visitar o Central Park. Contando que seja Primavera. Nada de neve. De preferência. Passear sozinho é uma boa, mas meu cachorro seria ótima companhia. Perderia horas só passando entre as árvores e apreciando o dia. Mais tarde, um bom jantar e provavelmente assistir a uma peça teatral nova e encerrar a noite em alguma vinoteca em West Village, antes de cair na cama.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Humm, interessante notar que um dia perfeito não envolveria romance, apenas amigos e o cachorro.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Humm, é. Gosto de solidão. Ficar sozinho é difícil hoje em dia, por conta de tanto trabalho, então faço o que posso para apreciar esses momentos de contemplação e tranqüilidade. Dou muito valor ao meu tempo individual. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Você pensa muito na sua vida, trabalho ou apenas relaxa?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Sou muito geminiano nesse aspecto. Penso em extremos. Posso sair disposto a seguir totalmente a maré e ver até onde o acaso vai me levar, ou então saio de casa totalmente decidido a realizar alguma tarefa específica. Depende do que acontece ao meu redor. Nesse momento, estou muito ocupado e com muitas decisões em andamento, então preciso de bastante concentração para não fazer besteira. Gosto disso, mas nunca dispensaria um dia de folga no Central Park (risos).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="http://soshollywood.wordpress.com/files/2009/05/dsc05372.jpg" alt="DSC05372" title="DSC05372" width="600" class="aligncenter size-full wp-image-164" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/SOS-Hollywood/~4/3rJ2pGiVLHU" height="1" width="1"/&gt;</content>
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		<author>
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		<title type="html"><![CDATA[Novo Endereço]]></title>
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		<updated>2009-05-25T05:17:58Z</updated>
		<published>2009-05-06T16:15:40Z</published>
		<category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="Cinema" />		<summary type="html"><![CDATA[Pessoal, anotem o novo endereço oficial do SOS Hollywood: http://www.sosholllywood.com
Estou em operação na wordpress até o Borbs resolver todos os problemas, coisa que já está em andamento, mas de qq forma, visitem o novo endereço que já tem crítica de Star Trek, matérias sobre Wolverine e até texto sobre o Bats Day, reunião de góticos [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood/2009/05/06/novo-endereco/">&lt;p&gt;Pessoal, anotem o novo endereço oficial do SOS Hollywood: http://www.sosholllywood.com&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estou em operação na wordpress até o Borbs resolver todos os problemas, coisa que já está em andamento, mas de qq forma, visitem o novo endereço que já tem crítica de Star Trek, matérias sobre Wolverine e até texto sobre o Bats Day, reunião de góticos dentro da Disneylândia! Amanhã, entrevistas com o elenco de Star Trek!&lt;/p&gt;
&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/SOS-Hollywood/~4/sPISBafXVi8" height="1" width="1"/&gt;</content>
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		<author>
			<name>Barret�o</name>
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					</author>
		<title type="html"><![CDATA[Dia Gótico na Disneylândia!]]></title>
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		<updated>2009-05-11T18:36:02Z</updated>
		<published>2009-05-04T17:44:49Z</published>
		<category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="Livin la Vida LA" /><category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="Anne Rice" /><category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="Baby Consuelo" /><category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="Bats Day" /><category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="Crepúsculo" /><category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="Disneylândia" /><category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="Gótico" /><category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="Mickey Mouse" /><category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="Pepeu Gomes" /><category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="Star Tours" /><category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="Twilight" /><category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="Vampiros" /><category scheme="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood" term="Walt Disney World" />		<summary type="html"><![CDATA[
Bats Day reúne milhares de góticos, vampiros e outros adoradores do lado sombrio da vida na Disney de Anaheim! SOS Hollywood foi lá conferir.
O dia de Sol parecia ideal para uma visita do Reino de Mickey Mouse, no último domingo, mas bastou chegar ao estacionamento do parque temático para notar algo diferente no ar. Em [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://www.judaoblogs.com.br/hollywood/2009/05/04/dia-gotico-na-disneylandia/">&lt;p&gt;&lt;img class="aligncenter size-full wp-image-149" title="dsc05516" src="http://soshollywood.wordpress.com/files/2009/05/dsc05516.jpg" alt="dsc05516" width="600" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;Bats Day reúne milhares de góticos, vampiros e outros adoradores do lado sombrio da vida na Disney de Anaheim! SOS Hollywood foi lá conferir.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;O dia de Sol parecia ideal para uma visita do Reino de Mickey Mouse, no último domingo, mas bastou chegar ao estacionamento do parque temático para notar algo diferente no ar. Em vez dos grupos escolares, chapéus com orelhas de rato e criancinhas pulando felizes da vida, casacos negros, vestidos coloniais, presas de vampiros e penteados para lá de chamativos tomavam o clima. Era apenas um prelúdio para o que aguardava os visitantes do Disneylândia, que recebeu mais uma edição do &lt;a href="http://www.batsday.net" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Bats Day&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. Mickey e turma perderam seu reinado e de uma coisa ninguém pode reclamar, esse pessoal tem estilo!&lt;br /&gt;
&lt;span id="more-1457"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Criado em 1999, o &lt;strong&gt;Bats Day&lt;/strong&gt; reúne a comunidade gótica da Califórnia num fim de semana temático dentro da Disney. Foi inevitável pensar na célebre história de Pepeu Gomez e Baby Consuelo, que foram barrados na Disneylândia por conta de seu visual “chamativo”. Os tempos são outros e os cabelos coloridos do casal brazuca não causariam nenhum impacto hoje, especialmente se comparados ao menos produzido dos participantes do evento. Foram mais de 10 mil participantes em dois dias de “reunião”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A maior concentração aconteceu na área que simula Nova Orleans, ponto de encontro dos fãs mais ligados ao vampirismo e à obra de Anne Rice. Com seus motivos franceses e remanescentes da guerra de Independência, a cidade da Louisiana é cenário ideal para que capas, cartolas, maquiagem pesada e, claro, presas se encaixem perfeitamente em meio a brinquedos. Menos trabalho para os mascotes do parque, com certeza, que dividiam a atenção com os paramentados. Aliás, o pessoal mostrou grande noção social ao não visitar as áreas predominantemente infantis, como Toon’s Town e Fantasy Land.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além das vestimentas temáticas que o pessoal usa em bailes góticos e, na maioria dos casos, no dia a dia, o evento criou um item curioso: em vez do chapéu com as orelhas de Mickey, duas asinhas de morcego. Afinal, bom-humor é tudo nessas horas, não? Os figurinos impressionavam, mas, em alguns casos, grupos pareciam grupos de fãs supercrescidos de &lt;em&gt;Crepúsculo&lt;/em&gt;, ou versões mais soturnas de personagens de animê – com clara influência de elementos steampunk. Todos os estilos eram bem vindos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sem dúvida, o momento mais curioso foi dar de cara com cerca de 300 góticos em frente ao castelo da Bela Adormecida, que toma conta do visual no centro do parque. Com certeza, se o Príncipe da história estivesse de plantão nesse fim de semana, teria tido trabalho para espantar todo esse povo de lá.   Esse é o sonho de consumo de qualquer fã-clube: poder tomar um local como a Disney de assalto e marcar presença sem a menor sombra de dúvidas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os fãs de &lt;em&gt;Guerra nas Estrelas&lt;/em&gt; adorariam fazer isso, com certeza, especialmente pela existência da gigantesca – e com pouca oferta – loja temática, ao lado do Star Tours. De qualquer forma, Pepeu e Baby poderiam retornar felizes à Disney para, dessa vez, descobrir que são muito bem-vindos na Disneylândia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Falando nisso, Baby Consuelo canta como foi sua experiência nos portões do parque.&lt;br /&gt;
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=BmB394dqT_o&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1]&lt;/p&gt;
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