<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="no"?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><rss xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" version="2.0"><channel><title>São João del-Rei Alternativa</title><description>Blog destinado a relatar experiências e impressões obtidas no estágio no site Sãojoãohoje.com.br e no curso de Jornalismo da Universidade Federal de São João del-Rei.
Sobretudo, este espaço dedica-se ao aprendizado do jornalismo e é um espaço aberto à reflexão acerca da mídia regional.

marceloalves.ufsj@hotmail.com</description><managingEditor>noreply@blogger.com (Marcel Alves)</managingEditor><pubDate>Mon, 13 Apr 2026 03:55:16 -0300</pubDate><generator>Blogger http://www.blogger.com</generator><openSearch:totalResults xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">147</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">25</openSearch:itemsPerPage><link>http://sjdralternativa.blogspot.com/</link><language>en-us</language><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:summary>Blog destinado a relatar experiências e impressões obtidas no estágio no site Sãojoãohoje.com.br e no curso de Jornalismo da Universidade Federal de São João del-Rei. Sobretudo, este espaço dedica-se ao aprendizado do jornalismo e é um espaço aberto à reflexão acerca da mídia regional. marceloalves.ufsj@hotmail.com</itunes:summary><itunes:subtitle>Blog destinado a relatar experiências e impressões obtidas no estágio no site Sãojoãohoje.com.br e no curso de Jornalismo da Universidade Federal de São João del-Rei. Sobretudo, este espaço dedica-se ao aprendizado do jornalismo e é um espaço aberto à ref</itunes:subtitle><itunes:category text="News &amp; Politics"/><itunes:owner><itunes:email>noreply@blogger.com</itunes:email></itunes:owner><item><title>Happy Hour promove atividades em sete cidades da região das Vertentes</title><link>http://sjdralternativa.blogspot.com/2012/11/happy-hour-promove-atividades-em-sete.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcel Alves)</author><pubDate>Wed, 21 Nov 2012 17:13:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6523451881062025348.post-4349355653715802494</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
São João del-Rei, Tiradentes, Ritápolis, Prados, Resende Costa, Dores de Campo, Barroso. Esses são os municípios que terão estabelecimentos participantes do Festival de Cultura e Gastronomia Happy Hour. A programação irá criar roteiros de visitação e distribuir as atrações artísticas pelos bares e restaurantes durante o mês de janeiro de 2013.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São João del-Rei será o polo do evento, com 20 estabelecimentos cadastrados. A cidade tem história marcada pela exploração aurífera de Minas Gerais e foi importante centro político e econômico do estado. Local de muitas lendas, personagens memoráveis e instituições centenárias que se mantêm fortes até os dias atuais, São João foi escolhida Capital Brasileira da Cultura de 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tiradentes se destaca pela efervescência cultural, pela cadeia de restaurantes, pousadas e hotéis e pela serra de São José. Sede de eventos com abrangência internacional, a cidade é conhecida pela riqueza gastronômica e por seu cenário cinematográfico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ritápolis é a terra de nascimento e batismo de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes. A Fazenda do Pombal, considerada patrimônio histórico nacional, foi disputada entre os municípios de São João del-Rei e São José del-Rei (atual Tiradentes). O local tem belos ribeirões e cachoeiras e vive, sobretudo, da agropecuária e da produção de laticínios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prados tem 8.395 habitantes e é reconhecida pelas festas religiosas e pela preservação do casario colonial. Além disso, o distrito Vitoriano Veloso, conhecido como Bichinho, oferece aos turistas muitas opções em artesanato e iguarias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resende Costa concentra grande quantidade de produtores de artesanato. Dentre eles, sobressai a qualidade e a distinção do tear: almofadas, tapetes, colchas, mantas para sofá, toalha de mesa, jogos americanos e cortinas são vendidos em lojas de todo o Brasil. O município ainda possui belo conjunto arquitetônico e cachoeiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dores de Campo fica a 40 quilômetros de São João del-Rei. É uma pequena cidade que se especializa em artefatos de couro, com várias selarias e produção de selas, arreios, barrigueiras, baxeiros entre outros. As selarias estão espalhadas pelo município e empregam boa parte da população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Barroso é uma cidade que vem crescendo impulsionada pela indústria de cimento o que atrai pessoas de diversas áreas em busca de oportunidades de emprego. O município também ostenta várias iguarias gastronômicas como o delicioso "Chico Paio", um caldo de feijão branco, com frango, bacon e linguiça calabresa.&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Marcelo Alves&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>No dia 02 começam as inscrições para os concursos culturais do Festival Happy Hour</title><link>http://sjdralternativa.blogspot.com/2012/10/no-dia-02-comecam-as-inscricoes-para-os.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcel Alves)</author><pubDate>Tue, 30 Oct 2012 17:39:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6523451881062025348.post-1757322068316362479</guid><description>&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O Festival de Cultura e Gastronomia Happy Hour abre inscrições para os concursos culturais no dia 02 de novembro, sexta-feira. Entre as modalidades estão Música, Fotografia, Literatura e Artes Visuais. Nessa sexta-feira, também será divulgado o edital dos concursos gastronômicos, contendo as orientações aos bares e aos restaurantes participantes. As inscrições e os editais podem ser acessados no site http://www.festivalhappyhour.com.br&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O festival promove uma série de atividades, que têm a finalidade de estimular o turismo, a profissionalização, a economia e as artes da região. Dessa forma, o roteiro gastronômico do Happy Hour incentiva os bares e restaurantes a ousarem na criatividade de sua culinária. Enquanto que o lado cultural organiza concursos para divulgar músicos, fotógrafos, caricaturistas, contadores de história e poetas locais.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Realizado pela Inovità Imagem e Produção, com patrocínio da Associação Comercial e Industrial de São João del-Rei (ACI del-Rei), o Festival Happy Hour acontece entre 1º de janeiro e 1º de fevereiro de 2013.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Festival de Cultura e Gastronomia Happy Hour&lt;br /&gt;
Realização: Inovità&lt;br /&gt;
Patrocínio: ACI del-Rei&lt;br /&gt;
Assessoria de Imprensa: Marcelo Alves&lt;br /&gt;
marceloalves.ufsj@hotmail.com&lt;br /&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Marcelo Alves&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Festival Happy Hour promove roteiro gastronômico e cultural em São João</title><link>http://sjdralternativa.blogspot.com/2012/10/festival-happy-hour-promove-roteiro.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcel Alves)</author><pubDate>Tue, 30 Oct 2012 17:38:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6523451881062025348.post-2165321607096619965</guid><description>&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Competições de petiscos e pratos, música, fotografia, literatura, descontração e boas histórias. Com essa proposta, o Festival de Cultura e Gastronomia Happy Hour, irá movimentar o Campo das Vertentes durante janeiro de 2013. O evento, realizado pela Inovità, promove uma série de atividades, que têm a finalidade de estimular o turismo, a profissionalização, a economia e as artes da região.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O roteiro gastronômico do Happy Hour incentiva os bares e restaurantes a ousarem na criatividade de sua culinária e ressalta as particularidades dos chefes. O lado cultural do festival organiza concursos para divulgar músicos, fotógrafos, caricaturistas, contadores de história e poetas locais.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Segundo o diretor geral do evento, Adriano Margotti, a intenção é aumentar o fluxo de clientes nos estabelecimentos, agregando atrações que atraiam maior público. “A cultura de São João e das cidades vizinhas é muito rica. Trabalhamos com essas especificidades para tornar os bares e restaurantes mais completos ao atender e entreter seus consumidores”, explica.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O gerente da Associação Comercial e Industrial de São João del-Rei (ACI del-Rei), Dayvison Costa, aposta no sucesso do festival. “Há muito tempo, a região demandava a iniciativa de um festival desse aspecto. Pretendemos tornar o potencial gastronômico da cidade mais difundido em nível nacional”.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Festival de Cultura e Gastronomia Happy Hour&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
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&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
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&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Assessoria de Imprensa: Marcelo Alves&lt;br /&gt;
marceloalves.ufsj@hotmail.com&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Marcelo Alves&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">4</thr:total></item><item><title>Associação Comercial patrocina o Festival Happy Hour</title><link>http://sjdralternativa.blogspot.com/2012/10/associacao-comercial-patrocina-o.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcel Alves)</author><pubDate>Thu, 25 Oct 2012 13:43:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6523451881062025348.post-8157084421731017374</guid><description>&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://www.festivalhappyhour.com.br/imagens/logofestivalhappyhour.png" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.festivalhappyhour.com.br/imagens/apresentacao.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://www.festivalhappyhour.com.br/imagens/apresentacao.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;img border="0" height="115" src="http://www.festivalhappyhour.com.br/imagens/logofestivalhappyhour.png" width="320" /&gt;O Festival de Cultura e Gastronomia Happy Hour, realizado pela Inovità, tem o objetivo de promover um circuito cultural nos bares e restaurantes da região das Vertentes durante o mês de janeiro de 2013. Com patrocínio da Associação Comercial e Industrial de São João del-Rei (ACI del-Rei), a intenção é oferecer ocasiões de descontração, relaxamento e entretenimento após a pesada rotina de trabalho.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
As atividades do evento, nesse sentido, abrangem concursos culturais e gastronômicos. O gerente da ACI e consultor do Núcleo del-Rei Sabores, Dayvison Costa, aposta no sucesso do festival. “Há muito tempo, esse grupo demandava a iniciativa de um festival gastronômico permanente no município. Pretendemos tornar o potencial gastronômico da cidade mais difundido em nível nacional”.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Segundo ele, o Happy Hour vai trazer um fluxo de turistas e consumidores alto para a região, aliando a programação cultural com os concursos gastronômicos. “A expectativa é a melhor possível. Acreditamos que vai dar muito certo. Estamos apostando nisso e pretendemos manter essa parceria para as outras edições”.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://www.festivalhappyhour.com.br/"&gt;http://www.festivalhappyhour.com.br&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://www.facebook.com/FestivalHappyHour"&gt;http://www.facebook.com/FestivalHappyHour&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Marcelo Alves&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>4º Canta del-Rei abre inscrições para corais</title><link>http://sjdralternativa.blogspot.com/2012/10/4-canta-del-rei-abre-inscricoes-para.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcel Alves)</author><pubDate>Sun, 14 Oct 2012 18:54:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6523451881062025348.post-72582679654287213</guid><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;A partir do dia 10 de outubro, o 4º Festival
Nacional de Corais de São João del-Rei (Canta del-Rei) recebe inscrições de
coros do país inteiro. Os grupos musicais interessados em participar do evento
devem se cadastrar pelo site &lt;a href="http://www.cantadelrei.com.br/"&gt;www.cantadelrei.com.br&lt;/a&gt;.
O festival acontece de 24 de maio a 02 de junho de 2013, com diversos recitais,
serestas, oficinas e muitas novidades. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;O homenageado da quarta edição do Canta del-Rei é Abgar
Campos Tirado. O professor e músico são-joanense se destaca pela sólida
carreira e pelas composições para concertos e liturgia. Sua obra foi
evidenciada, também, fora do Brasil, em países como Argentina, Estados Unidos, Itália
e na Cidade do Vaticano.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;Segundo o diretor geral, Adriano Margotti, o
festival deve dobrar de tamanho em 2013. A intenção é estender as apresentações
durante 10 dias, em vez de quatro, e atrair 80 corais de todo o Brasil para São
João del-Rei. “Trabalhamos com um projeto mais completo para o próximo ano.
Teremos maior número de recitais, além de oficinas para regentes e coralistas e
intervenções pela cidade”, reforça. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;Adriano ressalta o caráter cultural e turístico do
festival, que promove o intercâmbio de técnica e repertório entre músicos de
diversos estados brasileiros. “Pretendemos oferecer cultura de qualidade
gratuita para a população e movimentar restaurantes, hotéis e pousadas
conveniados, gerando retorno financeiro para o município”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;As inscrições para o 4º Canta del-Rei encerram-se em
19 de abril de 2013. No site do festival, os coordenadores dos corais encontram
o regulamento e a ficha de inscrição. O grupo deve preencher e enviá-la para
atendimento@cantadelrei.com.br junto com uma foto e comprovante de depósito no
valor de R$100,00.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 35.4pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 35.4pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;4º Festival Nacional de Corais de São João del-Rei.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 35.4pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;De 24 de maio a 02 de junho de 2013.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 35.4pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;Produção: Inovità.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 35.4pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;Assessoria de Imprensa: Marcelo Alves.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Marcelo Alves&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgGYCyiPUo10dObhd4S1cKLnlcfdtfF510ib90vkDmmvVEm4uBLhIoDVnnnAX4Nqx-MzQtPDYnBDysHAvlHbXHv5VTDK5T7lbYNVmmXBjmBEquEbd6PIX95X22CbeUeeDEWe3HykNjiknUe/s72-c/logo.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>300 famílias são despejadas em Itabira (MG)</title><link>http://sjdralternativa.blogspot.com/2011/08/300-familias-sao-despejadas-em-itabira.html</link><category>Cidade</category><author>noreply@blogger.com (Marcel Alves)</author><pubDate>Thu, 4 Aug 2011 22:38:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6523451881062025348.post-2355274286960661934</guid><description>&lt;div class="yiv1653515257western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Como  prediziam textos publicados em diversos sítios da internet, no dia  primeiro de Agosto de 2011 concretizou-se o despejo de 296 famílias de  uma comunidade na cidade de Itabira, Minas Gerais. Um ofício enviado  pelo Ministério Público Federal ao Governo do estado exemplifica a  irregularidade da ação: um processo de despejo não pode resultar em  pessoas e famílias desabrigadas. &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg6SoJMYCzfeB0aI8QOqFIQPycK1YninCnH7cESCVUKX-dWTx2eV-Wv8aZzu-iaPTfmLDQi6v5kSGgttlH7SoUBUT_Hp-6phlC1enuURg8XW0bvb9ckVHsG9wapsUzYyhlMpkWteL_2L1A/s1600/01082011459.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg6SoJMYCzfeB0aI8QOqFIQPycK1YninCnH7cESCVUKX-dWTx2eV-Wv8aZzu-iaPTfmLDQi6v5kSGgttlH7SoUBUT_Hp-6phlC1enuURg8XW0bvb9ckVHsG9wapsUzYyhlMpkWteL_2L1A/s400/01082011459.jpg" border="0" width="400" height="222" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1653515257western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1653515257western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;Despejo da comunidade Carlos Drummond em Itabira&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1653515257western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1653515257western" style="border: medium none; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;Há  72 dias manifestantes estão acampados em frente à prefeitura de  Itabira, Minas Gerais, reivindicam maior atenção à comunidade de Carlos  Drummond. O bairro passa por um processo de despejo anunciado  oficialmente no dia 24 de Maio e que tinha como prazo máximo o primeiro  dia de Agosto. O acampamento em frente ao prédio público intencionava  pressionar o governo municipal por uma renegociação em que fosse  garantido o direito à moradia para a população de Drummond. Propostas  iniciais rejeitadas, restou a preocupação com a situação do pós-despejo,  que começa com sérios problemas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1653515257western" style="border: medium none; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;Desde  o ano 2000 o bairro Carlos Drummond foi sendo ocupado por famílias que,  de acordo com cadastro da Assistência Social, em 15 de Julho de 2011  totalizavam 296 com renda de zero a três salários mínimos. O terreno,  que há quatro décadas se &lt;span style="background-color: black; color: white;"&gt;encontrava&lt;/span&gt;  em desuso, é de propriedade da família Rosa e sua reintegração foi  requisitada pela primeira vez no mesmo ano do início da ocupação. Porém,  através de um requerimento o advogado dos proprietários apresentou  desistência de continuidade do processo. Novamente aberto em 2007,  tramitou até Março deste ano, quando foram extintas todas as formas  possíveis de protelação e a ordem de despejo foi dada.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1653515257western" style="background: none repeat scroll 0% 0% rgb(255, 255, 255); border: medium none; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: black; color: white;"&gt;Diversos  movimentos sociais, líderes religiosos e associações profissionais  ofereceram ajuda aos moradores de Drummond, tanto em textos de apoio,  como por meio de ações. Destaca-se a atitude de Padre José Geraldo que  manteve um jejum de 13 dias pedindo maior atenção do poder público.  “Iniciei o jejum para sensibilizar as autoridades locais a fim de que  façam alguma coisa no sentido de dar segurança a essas famílias,  garantindo, ao menos, uma área em que elas possam reconstruir suas  casas.” [1]&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1653515257western" style="border: medium none; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi5SaYmBDhThQBesHXdTqjlLWa2aBrFnE209mDWplo1MzP6HfvgeNnTNm2bmgs9kbHQTEijOOGXsZHe1TdFU0l8zjyWNVfkG6lGDh3aovBOSX5V8nCw67jM2OxOo3802gRdUv1XO4zhgng/s1600/01082011482.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi5SaYmBDhThQBesHXdTqjlLWa2aBrFnE209mDWplo1MzP6HfvgeNnTNm2bmgs9kbHQTEijOOGXsZHe1TdFU0l8zjyWNVfkG6lGDh3aovBOSX5V8nCw67jM2OxOo3802gRdUv1XO4zhgng/s320/01082011482.jpg" border="0" width="320" height="179" /&gt;&lt;/a&gt;O  Brigadas Populares e Dandara (ocupação urbana de Belo Horizonte),  também se disponibilizaram, tanto para uma possível organização de  resistência quanto para garantir que a desocupação fosse realizada de  forma pacífica e justa. A população, recebendo dos meios de comunicação  da cidade instruções de deixarem suas casas antes que a polícia  colocasse em prática o despejo compulsório [2], que poderia e  provavelmente culminaria em violência, não optou pela resistência  coletiva. A ação de despejo estava marcada para o dia 1º de Agosto. No  entanto, no dia 28 de Julho, quinta-feira, as famílias começaram a  deixar suas casas voluntariamente.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1653515257western" style="border: medium none; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;Ainda  assim a presença da polícia foi massiva no dia 2 de Agosto,  terça-feira, data máxima para os moradores se retirarem do local. Foi  planejada a utilização de 400 homens para a ação. Estavam presentes a  Polícia Militar com batalhões especializados de Ipatinga e Belo  Horizonte,&lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt; o Choque da Polícia Militar&lt;/span&gt;,  o Grupo de Ações Táticas Especiais (GATE) e um helicóptero para reforço  aéreo. À essa altura apenas cinco famílias permaneciam em suas casas à  espera da liberação do caminhão para a mudança. Nenhuma delas ofereceu  resistência.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1653515257western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;De  acordo com ofício enviado pelo Ministério Público Federal à Prefeitura  de Itabira e ao Governo do Estado [3], o despejo infringia vários  acordos internacionais que priorizam o cumprimento de direitos humanos  universais. Na ação policial, foram também desrespeitados tratados como o  bloqueio de alguns observadores que pretendiam garantir a não  utilização de violência contra os moradores, assim como auxiliar no  carregamento dos caminhões.&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1653515257western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;Depois do despejo, os problemas caem onde era planejado&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1653515257western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1653515257western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;O  bairro se transformou em uma cena literalmente arruinada, com as  construções já sem telhas, janelas e mobília. A única movimentação  restante era dos grupos policiais que &lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;passarão a fazer a segurança do terreno&lt;/span&gt;, para que não possa ser alvo de uma nova ocupação. Assim como permaneciam policiais também na &lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;avenida Mauro Ribeiro,&lt;/span&gt; na porta de um prédio recém construído, de propriedade do atual prefeito João Izael.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1653515257western" style="border: medium none; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;Alguns  moradores foram para casas de parentes, outros para a rua e parte deles  seguiram para abrigos organizados pela prefeitura. A seleção de quais  famílias seriam alojadas foi feita através do cadastro &lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;no programa Minha Casa Minha Vida. A estas, que precisaram comprovar uma renda mínima, &lt;/span&gt;foi  garantido o abrigo. As demais não foram enquadradas como  responsabilidade do governo municipal. Houve também a tentativa de  distribuição de “bolsa-aluguel”, que se mostrou ineficiente pela falta  de disponibilização repentina de tamanha quantidade de imóveis para  locação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1653515257western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;No  primeiro dos abrigos, o galpão Fio de Ouro, foi construído uma espécie  de labirinto de madeirite, onde cada cubículo corresponde a um  ‘apartamento’ de cozinha e dois ou três quartos. O galpão tem 10  banheiros, 40 famílias e um sistema de vigilância fabril, onde o  coordenador tem ampla visão superior de todos os ‘boxes’ e pessoas. &lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1653515257western" style="border: medium none; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgWVcxh9M1y4HbVVlnCpo46mF0YstpJa2Cy5OsAgfxzE99FVhCQ4H8KawaqCX4R7UG2SxY-Pr3BYBSVgsW4R2YcGOiU_SFUcCs75pQZ9y1-MchrmPOdaCew1LXOGI9W8YQDLFyRnsZKBmo/s1600/01082011583.jpg" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgWVcxh9M1y4HbVVlnCpo46mF0YstpJa2Cy5OsAgfxzE99FVhCQ4H8KawaqCX4R7UG2SxY-Pr3BYBSVgsW4R2YcGOiU_SFUcCs75pQZ9y1-MchrmPOdaCew1LXOGI9W8YQDLFyRnsZKBmo/s320/01082011583.jpg" border="0" width="179" height="320" /&gt;&lt;/a&gt;O  mesmo não acontece no ginásio do Gabiroba. Lá, as famílias foram  alojadas em uma quadra sem nenhum tipo de divisão e possuem dois  banheiros para 50 famílias. Pretende ser uma situação de uma semana até  que no Ginásio Brazuca seja instalado a mesma estrutura do Fio de Ouro e  o abrigo se transfira.&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1653515257western" style="border: medium none; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;O intuito é de que essa situação permaneça por aproximadamente um ano, até que o &lt;span style="background: none repeat scroll 0% 0% transparent;"&gt;Governo Federal &lt;/span&gt;tenha  condição de englobar no programa Minha Casa Minha Vida as 90 famílias. O  acampamento em frente à prefeitura segue firme, embora possa ser também  “despejado” a qualquer momento. A administração municipal já havia  requisitado a retirada dos manifestantes, mas perdeu na justiça e foi  permitida a ocupação da praça enquanto o despejo da comunidade não  acontecia.&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1653515257western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1653515257western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;À  firmeza dos militantes que lutam agora por alojamentos dignos e pela  obrigatoriedade do poder público conceder, como prometido, terreno e  material para a construção de moradias para os que acaba de desabrigar.&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1653515257western" id="yui_3_2_0_5_1312483823762167" style="margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;Rafaella Dotta &lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1653515257western" style="border: medium none; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;Estudante de Jornalismo da Universidade Federal de São João Del Rei&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1653515257western" style="border: medium none; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1653515257western" style="border: medium none; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;[1]  Parte de entrevista do Padre José Geraldo de Melo, vigário episcopal da  Região Pastoral I da Diocese de Cel. Fabriciano e Itabira-MG, concedida  a IHU On-Line (Instituto Humanitas Unisinos - IHU, da Universidade do  Vale do Rio dos Sinos – Unisinos, em São Leopoldo, RS), publicada no dia  21/06/2011.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1653515257western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1653515257western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;em&gt;[2]  Como prova uma declaração dada à imprensa pelo comandante do 26º  Batalhão de Polícia Militar, tenente-coronel Edvânio Rosa Carneiro, que  comanda a região de Itabira: “Estamos com todo o planejamento pronto”. E  ainda, "espera que os moradores saiam por livre e espontânea vontade.  Se as famílias não saírem, a PM vai agir imediatamente após o fim do  prazo", publicado em 01/06/2011.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1653515257western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="yiv1653515257western" style="margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;[3] &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;As  remoções e os despejos forçados são considerados ilegais quando  realizados com o uso de força física ou violência (…) Nenhuma remoção  deve ser realizada sem o acompanhamento de funcionários públicos  devidamente identificados, que devem efetivamente zelar pela segurança  da população que está sendo removida; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Observadores  independentes devidamente identificados devem estar presentes para  garantir que não sejam utilizadas força, violência ou intimidação;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; (...) A remoção não pode: fazer uso da violência e da &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;intimidação&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;, em nenhuma circunstância; Ser realizada de forma discriminatória ou replicar padrões discriminatórios; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Resultar em pessoas e famílias desabrigadas&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Destruir os bens das famílias afetadas&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;;  Ignorar a situação específica de mulheres e grupos em condição de  vulnerabilidade (idosos e crianças, assim como outros). (grifo nosso)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Marcelo Alves&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg6SoJMYCzfeB0aI8QOqFIQPycK1YninCnH7cESCVUKX-dWTx2eV-Wv8aZzu-iaPTfmLDQi6v5kSGgttlH7SoUBUT_Hp-6phlC1enuURg8XW0bvb9ckVHsG9wapsUzYyhlMpkWteL_2L1A/s72-c/01082011459.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">18</thr:total></item><item><title>Inflexões teóricas na Comunicação Organizacional</title><link>http://sjdralternativa.blogspot.com/2011/08/inflexoes-teoricas-na-comunicacao.html</link><category>Comunicação Organizacional</category><author>noreply@blogger.com (Marcel Alves)</author><pubDate>Mon, 1 Aug 2011 01:21:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6523451881062025348.post-3568988875514710027</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os profissionais de comunicação enfrentam dificuldades para chegar aos postos mais elevados da hierarquia empresarial, concentrar poder, participar da criação e execução de estratégias e assumir posição central, mediando os processos internos e a relação com o público externo. Essa situação ocorre tanto por resistência estrutural em admitir e acompanhar em profundidade as transformações sociais do campo, certo temor em perder legitimidade frente às novas metodologias e, também, por uma análise acadêmica conjuntural um tanto imprecisa e unidisciplinar.&lt;br /&gt;O avanço que as teorias do campo da filosofia, sociologia e comunicação, aliado às novas tecnologias e às transformações velozes pelas quais as sociedades vêm passando engendram um cenário de profunda incerteza. Podemos buscar em Bauman um cenário pós-moderno [apesar de todas as incongruências do conceito] em que as pessoas se tornam cada vez mais individualistas, preocupadas em aproveitar o tempo efêmero de vida e a eliminação de barreiras espaço-temporais fortalece o capital globalizado e padrões de consumo/entretenimento/comportamento quase que universais.&lt;br /&gt;São muitos os teóricos que se esforçam em avaliar a pós-modernidade, cabe citar, ainda Harvey, que atenta para a deslocalização do trabalho e a incorporação de ideias às empresas e seus produtos, que se tornam mais uma maneira de estar em sociedade, pertencer a grupos, valorizar rituais e, como Canclini ressalta, exercer a cidadania. Nesse contexto, o solo teórico se encontra cada vez mais perigoso, movediço, muitas vezes, indo do pessimismo extremo ao otimismo utópico.&lt;br /&gt;Creio que, pelo menos as poucas leituras que tive até agora, parte da literatura da comunicação empresarial se perde em tipos ideais de ações, metodologias, procedimentos e estratégias. Canclini afirma que a modernização aconteceu, e ainda acontece, de forma particular em cada realidade social, se imbricando com as características histórico-sociais do lugar, em um processo criativo que não elimina as estruturas tradicionais: entra em confluência com as condições do meio, criando interações específicas.&lt;br /&gt;Acho que isso atinge um pouco o campo da comunicação, a literatura prega a interação entre administração/marketing/comunicação. As transformações sociais também incentivam o processo. No entanto, as estruturas hierarquias e tradicionais impõem resistências às novidades, frequentemente encontrando meios de seguir as inovações de forma incompleta, garantindo sua posição social historicamente construída.&lt;br /&gt;De acordo com Bourdieu (1989), o mundo é representado em várias dimensões de espaço social. Esse espaço pode ser descrito como um campo de forças: “um conjunto de relações de força objetivas impostas a todos os que entrem nesse campo e irredutíveis às intenções dos agentes individuais ou mesmo às interações diretas entre os agentes” (BOURDIEU, 1989, p.133) Grifo do autor.&lt;br /&gt;Os agentes que se encontram no campo são regidos por um conjunto de regras e convenções socialmente estabelecidas. A posição dos indivíduos é determinada pelo espaço e poder obtidos, o que os submete a tensões internas em busca de prestígio e reconhecimento. Os agentes buscam acumular os poderes que cada campo lhes propicia, “seja, sobretudo, o capital econômico – nas suas diferentes espécies -, o capital cultural e o capital social e também o capital simbólico, geralmente chamado de prestigio, reputação, fama” (BOURDIEU, 1989, p.135).&lt;br /&gt;Esses agentes sociais entram em conflito dentro de cada campo em busca de reconhecimento, capital social, legitimação, posição considerada invejável, etc. O que acontece, penso eu, é um choque entre os administradores tradicionais e clássicos, que resistem em seguir as novas tendências temendo perder lugar na hierarquia para os novos comunicadores, mais antenados à rápida velocidade das mudanças.&lt;br /&gt;Eles seguem uma visão parcial, na qual a mudança e a modernização destroem todo o funcionamento social historicamente constituído e tentam preservar sua posição renegando em parte as tendências. Contudo, como a sociedade também foi atingida pelas mudanças, as pessoas cobram das empresas uma consciência cidadã, em que a instituição faz parte do conjunto social e deve cooperar para o progresso coletivo.&lt;br /&gt;Nesse sentido, os chefes se sentem encurralados, precisam dar uma resposta à sociedade e à imprensa, sofrendo o risco de perder faturamento e mercado. Penso que a alternativa adotada seja uma fuga parcial. Para isso, é importante abordar os conceitos de espetáculo e simulacro, de Debord e Baudrillard. Para eles, as mudanças sociais trazem uma interação baseada em imagens, simulacros que pouco têm a ver com a realidade e não representam as contradições e profundidade dos fatos.&lt;br /&gt;Bom, tenho uma série de críticas a esses conceitos, são aplicáveis, mas generalistas. Mesmo assim, acho que acontece algo parecido com isso, as alternativas geradas pelos chefes atuam como simulacros, em função de ludibriar e opinião pública e retomar o controle do campo, sem realizar mudanças profundas que poderiam alterar toda uma constituição social já estabelecida. Claro que essas estratégias não são totalmente eficazes. Levando em conta o caso da Monsanto, um pesquisador com um mínimo de curiosidade e senso crítico não demora a achar diversos sites mundiais contestando os posicionamentos da empresa. Mas, considerando a representatividade econômica da entidade, concluímos que as estratégias mais espetaculares que concretas de sustentabilidade divulgadas no site funcionam; seja porque muita gente não liga para danos à natureza e à sociedade e quer lucrar a qualquer custo ou ainda não tem consciência da pluralidade de opiniões existente na sociedade e, sobretudo, do que a teoria da complexidade prega: as relações sociais são perpassadas por diversas causas que se interrelacionam em nós, nunca de forma monocausal.&lt;br /&gt;Acho que a mudança disso parte de uma integração de ações. A construção da realidade é social e deve existir na atuação de diversas frentes. Assim: educação da população para a constituição de uma opinião pública crítica e plural, fortalecimento da relação universidade/mercado/comunidade; pressão de grupos, boicote coletivo a empresas negativas, etc.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Marcelo Alves&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Quebrando paradigmas: uma visão educativa sobre videogames</title><link>http://sjdralternativa.blogspot.com/2011/07/quebrando-paradigmas-uma-visao.html</link><category>Cultura</category><author>noreply@blogger.com (Marcel Alves)</author><pubDate>Fri, 15 Jul 2011 21:09:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6523451881062025348.post-8363827412146060324</guid><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://007blog.net/fotos/2009/03/mercado-de-jogos-eletronicos-cresce-no-brasil-apesar-da-crise.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 265px; height: 199px;" src="http://007blog.net/fotos/2009/03/mercado-de-jogos-eletronicos-cresce-no-brasil-apesar-da-crise.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Marcelo Alves&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cultura popular está fazendo a audiência mais inteligente. Os videogames promovem desenvolvimento mental muito além do que é ensinado nas escolas e nos livros. As frases são duas das conclusões a que Steven Johnson chega em seu livro, Everything bad is good for you: how popular culture is making us smarter. Muito mais do que pura retórica ou jogos de palavras, o autor desenvolve um estudo sério e multidisciplinar, abordando neurociência, tecnologia, narrativa literária e crítica da cultura, para embasar seus escritos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou me concentrar, nesse texto, em explicar os benefícios de videogames, seguindo o primeiro capítulo do livro. Johnson acredita que as novas tecnologias estão modificando a constituição mental das crianças contemporâneas de uma forma positiva. A mídia estimula uma forma de exercício mental, não presente nos modos tradicionais de ensino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para não receber pedradas, destaco, desde já, que esse desenvolvimento de que o autor fala é diferente do aprendizado escolar tradicional. Segundo ele, o problema é que a cultura elitista dominante na sociedade privilegia apenas os conhecimentos letrados, em exclusão às possibilidades audiovisuais populares, consideradas como não produtivas, retrógradas, superficiais e de menor valor. “A cultura popular têm se tornado muito complexa nas últimas décadas, exercitando nossas mentes e poderosas e novas formas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Jogo&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.animacao3d.com.br/blog/wp-content/street-fighter-ii1.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 351px; height: 225px;" src="http://www.animacao3d.com.br/blog/wp-content/street-fighter-ii1.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;s&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Os livros e as tecnologias escritas não são desacreditadas. Johnson afirma que os leitores apuram as capacidades de atenção, memória, imaginação, entendimento e relação entre conteúdos. Contudo, a cultura popular não literária se foca em habilidades diferentes e não menos importantes. A mídia e muitos escritores ainda tratam o assunto de forma superficial. No máximo se arriscam a dizer que os jogos melhoram a precisão manual, treinam os olhos a coordenação motora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão tem muito mais aspectos que isso. Os videogames nos fazem aprender sem nos darmos conta. Entendemos em pouco tempo de relações sociais, princípios de economia, matemática, física e outros assuntos. Às vezes com mais eficiência que em uma sala de aula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Recompensa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;De início, ele fala algo que é senso comum para muitos gamers: não se joga buscando diversão. Na maior parte de um jogo, nosso personagem está preso, não sabemos o que fazer, treinamos horas e horas para subir de nível e ganhar novas habilidades. Adiciono, aqui, que obviamente há plataformas destinadas basicamente à diversão, quase sem necessitar de engajamento intelectual algum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então o que buscam os players? O autor cita pesquisas recentes em neurociência que demonstram como games conseguem estimular o sistema de dopamina do cérebro, estimulando o sistema de recompensas. Nos jogos, diferentemente da vida cotidiana, a recompensa está certamente presente, batalhamos muito, mas sabemos que nosso caráter, carro, jogador, ficará melhor. “No mundo dos jogos, a recompensa está em qualquer lugar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Habilidades&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Jogos eletrônicos são permanentes tarefas de paciência e ansiedade. O que os jogadores almejam é o próximo desafio, a nova fase, as dificuldades que estão por vir. “Eles não procuram conselhos morais, lições de vida ou personagens ricos psicologicamente”. Em seu desenvolvimento, o jogo ensina mais sobre como pesar a consequência das escolhas que a família e o sistema educacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É essencial aprender a analisar situações, estipular resultados a longo-prazo e testar hipóteses para tomar o caminho adequado, que nos t&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://ww.exkola.com.br/site/files/carreira/carreira-152.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 427px; height: 240px;" src="http://ww.exkola.com.br/site/files/carreira/carreira-152.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;rará mais benefícios no futuro. Isso fica claro na formação de uma equipe em simuladores de RPG e de futebol, automobilismo, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra característica importante é que o mundo virtual não é composto de regras fixas, dadas e inalteráveis. O jogador cai num mundo de múltiplas possibilidades, sabendo pouco de seu funcionamento. O desafio maior é captar a jogabilidade, aprender as regras e usá-las em proveito próprio ou do grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Probing e telescoping&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Steven Jonhson explica que no aprendizado dessas regras estão contidos os fundamentos básicos da ciência: sondagem, hipótese, teste e reformulação da tese. E pegamos isso, muitas das vezes, de forma semiconsciente: testando combinações de poderes, formações, peças, aplicando a ideia e mensurando os resultados. Ele nomeia essa capacidade de probing. Nessa característica, se incluem todos os aspectos do jogo que simulam o mundo real: economia da cidade, entre equipes, velocidade de carros, estabilidade, relações sociais, entre outros. Quem nunca viu isso na franquia The Sims.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os gamers têm claros na mente os objetivos do jogo. Muito além de salvar a princesa, matar o vilão, chegar em primeiro na corrida ou ganhar o campeonato, o desenvolvimento do game possui diversos sub-objetivos com os quais devemos nos preocupar. Isso desenvolve no player a capacidade de elencar tarefas, estipular metas, organizar ações e estipular uma hierarquia. Johnson chama isso de telescoping.  “Eu diria que os desafios cognitivos de videogames são muito mais úteis comparados a outros gêneros educacionais que, sem dúvida, vão o lembrar de seus anos escolares”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;MTV e Multitask&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O escritor ainda aborda o efeito MTV. Esse canal instaurou a lógica dos vídeoclipes, as imagens rápidas intercaladas que passam diante dos espectadores em um fluxo rápido e contínuo. Diferentemente de pensadores tradicionais, que afirmam que a velocidade elimina a possibilidade de pensamento, isso fez com que a audiência aprendesse a estética do caos: experimenta a desordem e cria uma lógica para tudo aquilo que está sendo apresentado. “Não é tolerar ou estetizar o caos, é encontrar ordem e significado no mundo e tomar decisões que ajudam a criar essa ordem”.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhtvKWZ2K_rqfUSq4VnxjdUTrUt_cUHFCmDCyCLEhNG3cV8M8Vw7DO0tNaLCeIQOsBEs0GClOe-p6nrYyZ6oZAZjb-koI8_fYZx6xJkx4oyuxLKi3aTf44XhwK4yx0ssgwkcqaXgH8GCUOp/s1600/fotografia-em-jogos-eletronicos-parte1-04.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 430px; height: 344px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhtvKWZ2K_rqfUSq4VnxjdUTrUt_cUHFCmDCyCLEhNG3cV8M8Vw7DO0tNaLCeIQOsBEs0GClOe-p6nrYyZ6oZAZjb-koI8_fYZx6xJkx4oyuxLKi3aTf44XhwK4yx0ssgwkcqaXgH8GCUOp/s1600/fotografia-em-jogos-eletronicos-parte1-04.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Além disso, outra característica presente nos jogos e nas novas tecnologias é a capacidade de operar diversos dispositivos ao mesmo tempo e prestar atenção em várias plataformas. “Linda Stone cunhou o termo: atenção contino-parcial. Você presta atenção, mas só parcialmente.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fio da meada&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Os videogames nos trazem experiências novas, impossíveis em plataformas tradicionais. O personagem é peça criativa e participativa do enredo, colaborando com sua própria organização de jogo, entrando em contato com outros jogadores, fazendo relações pessoais, aprendendo sistemas de troca e confiança. A complexidade desses jogos costuma ser altíssima, com emulação precisa da realidade. A bola no futebol corre mais na chuva, os jogadores se cansam, se machucam. O time precisa ser administrado, buscar financiamento, negociar patrocínios e jogadores. O carro tem que ser ajustado de acordo com as condições da pista...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obviamente que não são todos os jogos ou todos os jogadores que apreendem essa nova realidade. Muitos não passam do “início rápido”, jogando partidas desconexas, corridas rápidas e lutas sem continuidade. Mas não podemos ignorar as possibilidades de desenvolvimento mental que esses games propiciam, se tornando cada vez mais difíceis e complexos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Marcelo Alves&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhtvKWZ2K_rqfUSq4VnxjdUTrUt_cUHFCmDCyCLEhNG3cV8M8Vw7DO0tNaLCeIQOsBEs0GClOe-p6nrYyZ6oZAZjb-koI8_fYZx6xJkx4oyuxLKi3aTf44XhwK4yx0ssgwkcqaXgH8GCUOp/s72-c/fotografia-em-jogos-eletronicos-parte1-04.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>2378: a viagem no tempo invertido</title><link>http://sjdralternativa.blogspot.com/2011/07/2378-viagem-no-tempo-invertido.html</link><category>Cultura</category><author>noreply@blogger.com (Marcel Alves)</author><pubDate>Thu, 14 Jul 2011 18:45:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6523451881062025348.post-5959581090075018401</guid><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.oesquema.com.br/conector/wp-content/uploads/2009/06/74.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 500px; height: 335px;" src="http://www.oesquema.com.br/conector/wp-content/uploads/2009/06/74.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Marcelo Alves&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estou lendo o interessantísimo livro de Steven Johnson, Everything Bad is Good for You. A tese do autor é de que os programas televisivos, bem como jogos e a internet não instilam idiotice e passividade na sociedade, mas fazem parte de uma nova cultura popular contemporânea que desafia intelectualmente cada vez mais os espectadores. Farei uma resenha e uma análise desse livro mais a frente, estou nas primeiras paginas, lendo com intensiva curiosidade e quebrando diversos paradigmas que tinha na cabeça sobre esses programas. Ainda não sei onde tudo isso chegará.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Destaco, aqui, apenas uma parte que muito me chama a atenção por sua pertinência e irreverência intelectual. Johnson cita Marshall McLuhan para argumentar que as novas mídias já nascem com uma análise preconceituosa e reducionista, feita por aqueles acostumados às tradicionais formas de veicular símbolos. Par ilustrar isso, o autor sugere uma crítica em uma sociedade em que livros fossem inventados após os videogames. Essa é uma tradução aproximada do texto presente no livro e que ele diz que seria comum nesse cenário hipotético:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;(Original no livro em inglês)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ler livros cronicamente desestimula os sentidos. De forma diferente à longa tradição de jogos – que engaja a criança em um vívido e tridimensional mundo cheio com imagens velozes e fundos musicais, navegado e controlado por complexos movimentos musculares – livros são, simplesmente, uma barra de linhas em seguida numa página. Apenas uma pequena porção do cérebro se implica no processamento da linguagem escrita, enquanto jogos usam todas as partes do cérebro destinadas a sentidos e a movimentação.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://img220.imageshack.us/img220/2756/42778747.png"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 422px; height: 316px;" src="http://img220.imageshack.us/img220/2756/42778747.png" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Livros são tragicamente isolantes. Enquanto jogos tem, por muitos anos, estimulado os jovens em complexas relações sociais com seus parceiros, criando e explorando mundo em conjunto, livros forçam as crianças a ficar quietas em um local distante, sem a interação com outras crianças. Essas ‘novas bibliotecas’ que apareceram nos anos recentes para facilitar as atividades dos leitores são assombrosas: dúzias de jovens crianças, normalmente tão vívidas e socialmente interativas, sentadas sozinhas em cubículos, lendo silenciosamente, esquecidas de seus parceiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas crianças gostam de ler livros, claro, e, sem dúvida, alguns voos escapistas das leituras têm seus méritos. Mas, para uma considerável parcela da população, livros são discriminatórios e reducionistas. Estudos recentes mostram que 10 milhões de leitores americanos sofrem de dislexia – uma condição que nem existia até o texto impresso aparecer e estigmatizar seus leitores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, talvez, a propriedade perigosa mais importante desses livros seja o fato de que você tem de seguir um caminho narrativo linear. Você não pode controlar as narrativas de nenhuma forma – simplesmente senta e tem a história ditada. Para aqueles que cresceram em narrativas interativas, essa propriedade é impressionante. Como alguém pode embarcar em uma aventura totalmente coreografada por outra pessoa? Mas a geração de hoje embarca em tais aventuras diversas vezes por dia. Isso arrisca instilar a passividade geral em nossas crianças, fazendo-as sentir como se elas tivessem menos poder frente às circunstâncias. Ler não é uma atividade, um processo participativo: é um ato submissivo. Os leitores de livro da nova e mais jovem geração estão aprendendo a ‘seguir o roteiro’, em vez de tomarem a liderança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;(Fim da tradução)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Belo golpe na cultura letrada e intelectualóide que se arrasta pelos séculos dominando, subjugando e diminuindo o valor da cultura popular e suas características.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Marcelo Alves&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>Profissional de psicologia pode atuar em várias áreas</title><link>http://sjdralternativa.blogspot.com/2011/07/profissional-de-psicologia-pode-atuar.html</link><category>Psicologia</category><author>noreply@blogger.com (Marcel Alves)</author><pubDate>Mon, 11 Jul 2011 18:12:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6523451881062025348.post-4282459095435467637</guid><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.portalsaude.net/simbolo_psicologia_01.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 303px; height: 406px;" src="http://www.portalsaude.net/simbolo_psicologia_01.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;João Eurico e Marcelo Alves&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O curso acadêmico de Psicologia oferece ao aluno uma variada gama de áreas e perspectivas de abordagem. As diversas correntes filosóficas são muitas, as mais conhecidas são: behaviourista, cognitiva, humanista, sociocultural, fenomenológico-existencialista e psicanalista. Além disso, há a intervenção médica, por meio da psiquiatria. Esta é uma especialidade médica, na qual os pacientes são tratados com psicoterapias e medicamentos.&lt;br /&gt;A atuação do psicólogo também é diversificada. Em sua formação, o estudante tem matérias de psicologia do esporte, clínica, hospitalar, social, escolar e organizacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Psicologia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O coordenador do curso de Psicologia da UFSJ, Wilson Camilo Chaves, explica que as possibilidades de formação têm teorias e campos de trabalho específicos. A psicologia educacional, por exemplo, lida com o ambiente escolar, relação professor/aluno e dificuldades de aprendizagem. “É um trabalho facilitador dos processos na escola”, diz Camilo Chaves.&lt;br /&gt;A psicologia organizacional, por outro lado, cuida da saúde do trabalhador e amplia as relações nas empresas. Nas instituições, as funções do psicólogo abrangem mais do que as decisões sobre os cargos ou treinamentos e desenvolvimentos de pessoal.&lt;br /&gt;Há atividades que são próprias especificas do psicólogo, como recursos humanos, área clinica e alguns testes. “São testes projetivos, que compõem uma avaliação vocacional, profissional. Junto com as entrevistas, o profissional aplica esses testes para uma seleção empresarial, por exemplo”, justifica o coordenador do curso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Clínica&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.extranet.ceuma.br/sitenovo/fotosestaticas/uniclinicas_psicologia.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 410px; height: 271px;" src="http://www.extranet.ceuma.br/sitenovo/fotosestaticas/uniclinicas_psicologia.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Para atuar na área clínica, o psicólogo complementa a sua formação com cursos (especialização, pós-graduação stricto sensu e lato sensu). O profissional utiliza a psicoterapia, um conjunto de técnicas e meios, para analisar e intervir nos problemas emocionais, comportamentais e/ou transtornos mentais dos pacientes. “Não trabalha [o psicólogo] só com o sujeito, mas também com o grupo, com a família, no atendimento aos pais, aos casais. É um trabalho de consultório. O tratamento pode ter um tempo estabelecido, com um número de sessões, tem também a psicanálise e a psicoterapia fenomenológica existencial, onde você não tem como determinar um tempo”, explica Camilo Chaves.&lt;br /&gt;Na perspectiva cognitiva comportamental, a terapia é determinada de maneira racionalizada, por meio de passos e intervenções específicos. “Se um sujeito está com algum pânico ou uma fobia, o trabalho é feito com sessões visando à mudança de comportamento”, diz.&lt;br /&gt;Em outros pontos de vista nem sempre é assim, não se trata o sintoma, mas o sujeito em sua singularidade, sua diferença. “Como faz a psicanálise, em que o sintoma não é para ser resolvido, mas é feito o reposicionamento do comportamento em frente ao sintoma”, elucida Camilo.&lt;br /&gt;Há, ainda, a psicologia social que trabalha com comunidades, programas de saúde, tribunais de justiça, ou seja, “a psicologia social entende mais a interação do fenômeno social, numa perspectiva psicossociológica”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.mundodastribos.com/wp-content/uploads/2010/02/faculdade-de-psicologia-a-distancia-gratis-cursos-ead.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 335px; height: 300px;" src="http://www.mundodastribos.com/wp-content/uploads/2010/02/faculdade-de-psicologia-a-distancia-gratis-cursos-ead.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Psicanálise&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O psicanalista é um profissional de nível superior, muitas vezes psicólogo ou médico, que faz, posteriormente, um curso numa instituição psicanalítica e submete-se à Psicanálise. Na Psicanálise, são utilizadas as teorias da personalidade e métodos de tratamento introduzidos por Sigmund Freud. Embora, muito difundida, a Psicanálise não tem reconhecimento científico. “A psicanálise se firmou com uma abordagem sobre o sofrimento psíquico não como doença, mas elaborar a conversa, numa maneira muito singular de intervenção”, comenta o coordenador do curso de psicologia.&lt;br /&gt;Do ponto de vista psicanalítico, o sujeito se estrutura a partir de uma ausência. Com a ideia do inconsciente, a partir de Freud, alarga-se a perspectiva da consciência, no sentido de que o psíquico é em si inconsciente. “Por mais que a gente faça avanços, o homem ainda não resolveu grandes problemas, os problemas ainda são os mesmos. A questão da sexualidade, da morte, são questões humanas que não tem resposta de maneira definitiva”, argumenta Camilo Chaves.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Psiquiatria&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O profissional formado em medicina faz mais dois anos de residência em psiquiatria. O psiquiatra pode tratar psicopatologias por meio de terapias ou administrado fármacos. “Do ponto de vista psiquiátrico, é complicado porque o fenômeno psíquico não é da mesma natureza que o fenômeno físico, fisiológico. Às vezes, a abordagem entende que o psicofísico e o psicológico como uma interação da mesma natureza. É outra especificidade, é como se você pudesse tratar o psíquico como se tratasse o físico”, critica o psicólogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Escolha&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O aluno do 7º período de psicologia, Rodrigo Afonso Nogueira, afirma que possui mais afinidade com a perspectiva psicanalítica por ser mais coerente. “Mas não podemos nos focar apenas em uma área, o curso é muito amplo e possibilita muitas alternativas”, diz.&lt;br /&gt;Anna Castro, do 3º período, considera a psicanálise uma área “extremamente válida, mas é preciso tomar muito cuidado com as generalizações, e entender que o contexto histórico-social é determinante na aplicação do tratamento e do diagnóstico”, avalia. Ela argumenta que escolheu a Psicologia por ser “muito mais ampla, pois estuda o comportamento e o psiquismo humano através de diferentes perspectivas (como a evolucionista, a humanista, a cognitiva e a sociocultural)”, justifica Anna.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Marcelo Alves&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total></item><item><title>Democratização do acesso: entre o lobby empresarial, a defesa do produtor e o uso social</title><link>http://sjdralternativa.blogspot.com/2011/07/democratizacao-do-acesso-entre-o-lobby.html</link><category>Cibercultura</category><author>noreply@blogger.com (Marcel Alves)</author><pubDate>Sun, 10 Jul 2011 18:08:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6523451881062025348.post-2459052720589503550</guid><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.pro-rede.com/site/images/stories/servicos/acesso_internet.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 400px; height: 325px;" src="http://www.pro-rede.com/site/images/stories/servicos/acesso_internet.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Marcelo Alves&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;“Restabelecer o equilíbrio entre a remuneração dos intermediários, as condições de criatividade dos que inovam, e a ampliação do acesso planetário aos resultados – objetivo estratégico de todo o processo –  é o desafio que temos de enfrentar”&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ladislau Dowbor, 2009&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;São acalorados os debates sobre democratização do acesso, conhecimento coletivo, copyright, creatives commons, copyleft, indústrias de filmes e de músicas, bem como obras acadêmicas, patentes, informação e literatura. O professor doutor em Ciências Econômicas pela Escola Central de Planejamento e Estatística de Varsóvia, Ladislau Dowbor, é uma das mentes brasileiras mais comprometidas com a defesa da livre distribuição do conhecimento da e cultura na era cibernética.&lt;br /&gt;A tese do professor segue trabalhos publicados por Lawrence Lessig, James Boyle, Joseph Stiglitz, André Gorz, Jeremy Rikin, Eric Raymond, Manuel Castells, Pierre Lévy, entre outros. O grupo de acadêmicos defende que a democratização da cultura e da educação é primordial para garantir a igualdade entre as nações, significando avanço coletivo em ciência, arte, tecnologia, economia e política.&lt;br /&gt;Contudo, Dowbor ressalta que as indústrias de entretenimento (cinema, música, informação), constituem grupos de lobby para pressionar parlamentos a criar legislações que impeçam a difusão do material na internet e na sociedade, criminalizando downloads e qualquer distribuição de conteúdo que não respeite a lei de Direito Autoral. “Em vez de se adequarem às novas tecnologias, sentem-se ameaçados, e buscam travar o uso das tecnologias de acesso, acusando quem as usa de pirataria, e até de falta de ética” (p.2).&lt;br /&gt;O professor faz uma análise lúcida e documentada da situação. A legislação corrente permite que uma obra caia em domínio público 70 anos depois da morte do autor. Isso garante o monopólio da exploração mercadológica e artística do conteúdo, que é vendido em lojas especializadas por uma quantia muito superior ao custo de produção e distribuição reais. Esse valor, contudo, não é revertido para o criador. Fica com os intermediários, as organizações culturais, que, na prática, apenas disponibilizam o suporte material e cuidam de toda a logística de marketing, publicidade e distribuição.&lt;br /&gt;Dowbor argumenta que essa lógica nunca fez sentido e, com as mudanças sociais trazidas pela internet, se torna ainda mais anacrônica e irreal. A exploração comercial dos produtos culturais se limita a pouco tempo: a cultura se torna cada vez mais rápida e mutável, as modas vêm e vão em curto prazo de tempo. Com isso, as empresas vendem os filmes, músicas, livros, em até cinco anos, no máximo 10. Isso é fácil de ser comprovado: os best-sellers são preferidos pelas indústrias e ganham mais edições do que os clássicos, long-sellers.&lt;br /&gt;Acontece que, a febre de consumo não dura muito. Quem lembra qual o livro/cd/filme estava na prateleira de mais vendidos em 2001? Quem ainda os compra? Quais ainda estão nessa prateleira em 2011? “A solução não é liquidar os direitos de propriedade intelectual, mas limitá-los a 5 anos  prorrogáveis por mais 5 pelo dono dos direitos, caso ache que vale a pena” (p.3).&lt;br /&gt;Isso sem considerar a inúmera quantidade de obras que não ganha nova versão e se torna raridade em sebos ou no submundo da cultura: obras em que os donos do direito de cópia já faleceram e seus herdeiros não são encontrados ou brigam pela partilha da herança; ou mesmo quando a empresa não considera viáveis os custos de uma nova edição porque não teria novo sucesso de vendas. “O uso educacional e científico sem fins lucrativos deve ser liberado. O uso pessoal e interpessoal não comercial deve ser facilitado” (p.3).&lt;br /&gt;Com isso, grande parte da produção cultural fica inacessível com o passar dos anos para proteger os direitos econômicos de pequenos grupos de empresários – note-se: não dos artistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;E o lucro?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A essa pergunta, o professor responde provocativamente: “é curioso constatar a fragilidade dos argumentos segundo os quais a livre disponibilização dos livros impede a sua venda” (p.4). Em seu texto, ele lista diversas experiências de autores que disponibilizaram suas obras livremente na internet e, hoje, são conhecidos por um público bem maior e fazem dinheiro ministrando palestras, concertos, aul&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiN3YAYvGPPvTyapcoPSx7tSDER7_lUWKV1QDBF6FXlVztNxewh2J6vxqKQ9Z7w_TtJdkKHfDtM4N6r8uWStd00wXKfRBhqZUjcvZCrrea4UdGA86y_kp-m1wx6DArZjk2Sms83SmnxphQ/s400/wifi.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 352px; height: 344px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiN3YAYvGPPvTyapcoPSx7tSDER7_lUWKV1QDBF6FXlVztNxewh2J6vxqKQ9Z7w_TtJdkKHfDtM4N6r8uWStd00wXKfRBhqZUjcvZCrrea4UdGA86y_kp-m1wx6DArZjk2Sms83SmnxphQ/s400/wifi.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;as e coletando publicidades. Isso sem falar no aumento de vendas que esse reconhecimento democrático e massivo que os downloads proporcionam. “A verdade é que o contexto da economia criativa mudou radicalmente, pois ainda que haja custos na produção de uma obra criativa, uma vez criada, esta obra pode se tornar em fator de enriquecimento de toda a humanidade, já que a disponibilização é praticamente gratuita” (p. 5).&lt;br /&gt;As empresas não estudam formas de se moldar em face às transformações sociais. Por outro lado, pressionam o governo a fim de controlar e frear essas modificações em benefício próprio, ignorando os usos sociais da arte e do conhecimento. Segundo o economista vencedor do Prêmio Nobel, Lawrence Lessig, a economia da informação e do conhecimento deve respeitar critérios mais democráticos e flexíveis, que retratem a realidade da sociedade contemporânea.&lt;br /&gt;Os autores descrevem que as indústrias culturais aplicam relações e práticas de produção que remetem à Revolução Industrial de 1850. Com isso, eles tratam o acesso às obras e ao conhecimento como uma mercadoria tradicional: tentam limitar o consumo de bens simbólicos, criando a falsa sensação de limitação e, consequentemente, de valor econômico incorporado. Desnecessário relembrar em profundidade a discussão foucaultiana sobre os autores.&lt;br /&gt;Tais práticas são surreais, se levado em conta o contexto contemporâneo. O conhecimento, em suas características, não é uma manufatura findável. Pelo contrário, a divisão do conhecimento estimula o aparecimento de novas obras, ideias inovadoras e mais conhecimento. Além disso, explicam Stiglitz e Benkler, que os bens simbólicos incorporam valores, usos sociais e ideias. Não são considerados apenas pelo seu valor de produção/mercado. “Interessa-nos o fato do valor agregado de um produto residir cada vez mais no conhecimento incorporado” (p.7).&lt;br /&gt;Em termos gerais, portanto, a sociedade do conhecimento acomoda-se mal da apropriação privada: envolve um produto que, quando socializado, se multiplica. É por isso, inclusive, que nos copyrights  e patentes, só se fala em propriedade temporária. No entanto, o valor agregado ao produto pelo conhecimento incorporado só se transforma em preço, e consequentemente em lucro maior, quando este conhecimento é impedido de se difundir. Quando um bem é abundante, só a escassez gera valor de venda (p.8).&lt;br /&gt;Com isso, cria-se uma tensão entre duas lógicas: a sociedade do conhecimento e o sistema de leis que foram criados em séculos passados. “Por simples natureza técnica do processo, a aplicação à era do conhecimento das leis da reprodução da era industrial trava o acesso” (p.8). Isso trava, no final das contas, o progresso científico da humanidade e a troca de tecnologia/sabedoria entre culturas e países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ideologia e hegemonia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Não é necessário muito para entendermos que a lógica defende os interesses das elites tradicionais que comandam o mundo desde as revoluções burguesas. As leis de copyright protegem, na verdade, o capital de poucos e prejudica a sociedade e, me permito dizer, toda a eficácia da globalização, em seus valores, premissas e possibilidades.&lt;br /&gt;Analisado de uma forma mundial, a desigualdade entre as nações se torna ponto fundamental de todo o processo. O conhecimento institui as bases do progresso econômico, muito mais do que a acumulação do capital, que a crise de 2008 provou soçobrar facilmente com a repetição de formas de exploração e rentabilidade que se aproveitam de realidades econômicas de países “subordinados”. “O direito de propriedade intelectual não está baseado no direito natural de propriedade, mas no seu potencial de estimular a criatividade futura” (p.9).&lt;br /&gt;&lt;img src="file:///C:/Users/MARCEL%7E1/AppData/Local/Temp/moz-screenshot.png" alt="" /&gt;&lt;img src="file:///C:/Users/MARCEL%7E1/AppData/Local/Temp/moz-screenshot-1.png" alt="" /&gt;&lt;a href="http://www.lucasamorim.net.br/wp-content/uploads/2010/12/internet.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 419px; height: 336px;" src="http://www.lucasamorim.net.br/wp-content/uploads/2010/12/internet.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Os autores explicam que “o conhecimento não nasce isolado. Toda inovação se apóia em milhares de avanços em outros períodos, em outros países” (p. 10). A inovação, diz Dowbor, é um processo socialmente construído, que se ampara em todo o conhecimento elaborado pela sociedade, desde às primeiras tecnologias no neolítico. O jurista, James Boyle, fundador dos Creative Commons, nos mostra que as nações hegemônicas se apropriam desse conhecimento de forma gratuita e cobram pelo produto elaborado no final, ele chama esse processo de “enclosure movement”.&lt;br /&gt;As minorias que se apropriam de uma exorbitante parcela da riqueza gerada pela sociedade, apresentam-se como “inovadores”, “capitães da indústria”, “empreendedores” e outros qualificativos simpáticos, mas a realidade é que conforme cresce de maneira impressionante, durante o último século, o conhecimento acumulado e o nível científico geral da sociedade, a porcentagem de idéias que estas elites acrescentam no estoque geral é mínimo, enquanto a sua apropriação tornou-se absolutamente gigantesca, porque colocam um pedágio no produto final que vai ao mercado (DOWBOR, p. 11, 2009).&lt;br /&gt;Esse movimento preserva a riqueza dos países hegemônicos e torna ainda maior o abismo que os separa das “nações em desenvolvimento”. Interessante destacar o quão hipócritas soam as publicidades de responsabilidade social e fomentação da cultura que as grandes empresas veiculam com grande estardalhaço, enquanto seus grupos de pressão travam o acesso democrático à cultura.&lt;br /&gt;Controle dos veículos&lt;br /&gt;Acontece que grande parte dos órgãos de distribuição pré-internet são controlados por esses grupos elitistas que primam pelo enriquecimento particular. Os meios de comunicação, por exemplo, recebem as concessões estatais para funcionar e ignoram sua função social, limitando-se a uma pseudo-prestação de serviço, a qual eles ainda se gabam por fazer. As gigantes recebem os direitos de transmissão, não recebem fiscalização, monopolizam o agendamento de assuntos na sociedade e, apesar de se dizerem “defensoras” da liberdade, impedem a fundação de órgãos comunitários para que as diversidades de opinião sejam expressas.&lt;br /&gt;“O primeiro fato é que a emissão de curto alcance (low power radio service) é perfeitamente possível, e não deveria ser condenada como pirataria” (p. 13). Importante lembrar aqui da criminalização que a lei brasileira faz das rádios comunitárias de baixo alcance. “A comunicação passou a ser interativa, e a própria grande mídia, que através da ABERT (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV) combate qualquer tentativa de democratização do acesso, criminalizando as rádios comunitárias, terá de começar a pensar o seu futuro de maneira criativa” (p. 24).&lt;br /&gt;Nas telecomunicações, o exemplo de Philadelphia é exemplo claro da ação das empresas. A tecnologia de rede wireless municipal, cobrindo toda a cidade, é barata. Na cidade, o projeto de “municipal mesh Wi-fi networking” custaria aos usuários a bagatela de 10 dólares, por uma transmissão de 1 mb/segundo. Muito inferior aos 45 dólares que a empresa local de internet cobra por sua banda-larga. São essas companhias que travam a expansão dessa tecnologia, que beneficia os cidadãos reduzindo os custos de conexão, mas mina os negócios particulares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://dnl2010.files.wordpress.com/2010/07/acesso-restrito-thumb5195635.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 300px; height: 300px;" src="http://dnl2010.files.wordpress.com/2010/07/acesso-restrito-thumb5195635.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Limitar e distinguir o abundante&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Rifkin, em A Era do Acesso, descreve que hoje os produtos simbólicos não respeitam mais a lógica produtores/compradores, mas fornecedores/usuários. As pessoas pagam pela utilização de determinados serviços, comunicação, lazer. “O acesso gratuito ao mar não enche os bolsos de ninguém. Fechemos pois as praias” (p. 14).&lt;br /&gt;O capitalismo cria escassez de atos que eram gratuitos para elevar os preços de cobrança. “Ficamos cada vez mais presos na corrida pelo aumento da nossa renda mensal, sem a qual nos veremos privados de uma série de serviços essenciais, inclusive a participação na cultura que nos cerca” (p.15). Dowbor chama isso, de forma muito lúcida, de “pay-per-life”.&lt;br /&gt;O direito dos autores é apenas uma falácia que as empresas evocam, junto com a ética, decaída e anacrônica, para, no fundo, defender o monopólio da exploração comercial dos bens simbólicos. “O receio é que o foco nos lucros para as corporações ricas represente uma sentença de morte para os muito pobres no mundo em desenvolvimento” (p. 15).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Referência &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;DOWBOR, Landislau. Da propriedade intelectual à economia do conhecimento. Outubro, 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Marcelo Alves&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiN3YAYvGPPvTyapcoPSx7tSDER7_lUWKV1QDBF6FXlVztNxewh2J6vxqKQ9Z7w_TtJdkKHfDtM4N6r8uWStd00wXKfRBhqZUjcvZCrrea4UdGA86y_kp-m1wx6DArZjk2Sms83SmnxphQ/s72-c/wifi.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Debate analisa o livro Por Uma Vida Melhor</title><link>http://sjdralternativa.blogspot.com/2011/06/debate-analisa-o-livro-por-uma-vida.html</link><category>Educação</category><author>noreply@blogger.com (Marcel Alves)</author><pubDate>Wed, 22 Jun 2011 08:37:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6523451881062025348.post-1138890031273133655</guid><description>&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjJoUxMSE5GlKpugJt5Vr_M7S_XqfN_-fy8ICKIMuUqp1zAova5L1pkLZjSSJz_eaMzASHUTDwkqIhhPPRvhrYLryv0Z6ne1XKiCjDcEdYMUZ21aRc0ezLxuZ5umlAR1pKYkyWjRKIVo7g/s1600/DSC04380.JPG"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjJoUxMSE5GlKpugJt5Vr_M7S_XqfN_-fy8ICKIMuUqp1zAova5L1pkLZjSSJz_eaMzASHUTDwkqIhhPPRvhrYLryv0Z6ne1XKiCjDcEdYMUZ21aRc0ezLxuZ5umlAR1pKYkyWjRKIVo7g/s320/DSC04380.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5621005196039615554" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 36pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;Marcelo Alves e Vinicius Tobias&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 36pt; line-height: 150%;"&gt; Desmistificar as &lt;a href="http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/livro-didatico-faz-a-apologia-do-erro-exponho-a-essencia-da-picaretagem-teorica-e-da-malvadeza-dessa-gente/"&gt;análises descontextualizadas feitas por órgãos da imprensa&lt;/a&gt; sobre o livro didático,&lt;i style=""&gt; &lt;a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2011-05-19/confira-trechos-do-livro-por-uma-vida-melhor-que-tratam-da-chamada-%E2%80%9Cnorma-popular%E2%80%9D"&gt;Por uma vida melhor&lt;/a&gt;,&lt;/i&gt; de Heloísa Ramos. Essa foi a finalidade do debate promovido pelo projeto &lt;a href="http://5cultural.blogspot.com/"&gt;5ª Cultural&lt;/a&gt;, &lt;i style=""&gt;Por uma língua melhor?,&lt;/i&gt;que aconteceu hoje, 20 de junho, no Anfiteatro do &lt;a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;amp;source=web&amp;amp;cd=1&amp;amp;ved=0CBgQFjAA&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fportal.ufsj.edu.br%2FPaginas_Tematicas_Publicadas%2F11.21.305.402.500.php&amp;amp;ei=g-X_TauFLqjL0QH7sMDcAw&amp;amp;usg=AFQjCNGonKxj6ncLjxq5zvwrwCX4Yh6Hbg"&gt;campus Dom Bosco&lt;/a&gt; da UFSJ. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 36pt; line-height: 150%;"&gt;O professor do curso de &lt;a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;amp;source=web&amp;amp;cd=1&amp;amp;ved=0CBgQFjAA&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.ufsj.edu.br%2Fcolet%2F&amp;amp;ei=oOP_TZuILI2s0AHo2emXDg&amp;amp;usg=AFQjCNGnl8ylLrqBflKWekA7NsF_7t8O7Q"&gt;Letras da UFSJ&lt;/a&gt;, José Antônio Oliveira de Resende, argumenta que &lt;i style=""&gt;Por uma vida melhor&lt;/i&gt; faz menção a uma variedade &lt;a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;amp;source=web&amp;amp;cd=2&amp;amp;ved=0CB8QFjAB&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.helomartins.com.br%2Ftemas%2Fsociolinguistica.html&amp;amp;ei=2-T_TdezJ4jZ0QHSkrXeAw&amp;amp;usg=AFQjCNFpp6fWMod2q4z8-kbKtNhNq93T5Q"&gt;linguística&lt;/a&gt;. “Ele não ensina a falar errado. Defende a &lt;a href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;amp;source=web&amp;amp;cd=2&amp;amp;ved=0CC8QFjAB&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.normaculta.com.br%2F&amp;amp;ei=-eT_TbXdLIjg0QHzw43iAw&amp;amp;usg=AFQjCNGXOZzbTSSYdrlocmdSKKxX70jB5Q"&gt;norma culta&lt;/a&gt;, mas ressalta que existem outras maneiras de falar, adequadas em certos meios”, diz.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 36pt; line-height: 150%;"&gt;O aluno do 7° período de Letras, Helthon Resende de Andrade, que também participou da mesa-redonda, afirma que as &lt;a href="http://colunistas.ig.com.br/poderonline/2011/05/12/livro-usado-pelo-mec-ensina-aluno-a-falar-errado/"&gt;críticas&lt;/a&gt; foram levianas e sem embasamento. “&lt;a href="http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/as-licoes-do-livro-que-desensina"&gt;Analisaram&lt;/a&gt; apenas o primeiro capítulo, com informações incoerentes e imprecisas”, critica.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Marcelo Alves&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjJoUxMSE5GlKpugJt5Vr_M7S_XqfN_-fy8ICKIMuUqp1zAova5L1pkLZjSSJz_eaMzASHUTDwkqIhhPPRvhrYLryv0Z6ne1XKiCjDcEdYMUZ21aRc0ezLxuZ5umlAR1pKYkyWjRKIVo7g/s72-c/DSC04380.JPG" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Luta, abandono e perseverança</title><link>http://sjdralternativa.blogspot.com/2011/06/luta-abandono-e-perseveranca.html</link><category>Cultura</category><author>noreply@blogger.com (Marcel Alves)</author><pubDate>Fri, 17 Jun 2011 14:14:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6523451881062025348.post-7324084016759521925</guid><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgxh1qgSDUVd4aSNeLlk7N_tXYmPebEOpY5LdMc8DzKGIour9ltpRqK0JfFKmURDlKqcLBP4LRD9kxvRC_fX7VhHi36tgm5gTSscsar1WHvaXyzjDkhXQJZt_Tv4fpT6KaWAsndne0IqVrz/s1600/_MG_6195.JPG"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 214px; height: 320px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgxh1qgSDUVd4aSNeLlk7N_tXYmPebEOpY5LdMc8DzKGIour9ltpRqK0JfFKmURDlKqcLBP4LRD9kxvRC_fX7VhHi36tgm5gTSscsar1WHvaXyzjDkhXQJZt_Tv4fpT6KaWAsndne0IqVrz/s320/_MG_6195.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5619241458975115746" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Um retrato das manifestações culturais afro-descendentes em São João del-Rei&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Marcelo Alves&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Linguagem dos sinos, a Maria Fumaça com bitola de 32 milímetros, a única em funcionamento no mundo, as orquestras mais antigas do Brasil, as imponentes igrejas barrocas, a arquitetura variada. Esses elementos são parte das tradições de São João del-Rei. Parte. Ou, pelo menos, o que é comentado, divulgado, patrocinado e preservado. Do alto dos montes, da periferia e dos recantos da cidade ecoam, ainda, os batuques dos negros de descendentes de escravos e as rezas de Candomblé e Umbanda.&lt;br /&gt;Abandonados pelo poder público, os movimentos como Congado, Candomblé e grupos de inculturação vão tentando sobreviver. Na luta do dia-a-dia, a memória e a identidade negras são preservadas por pequenos círculos de amigos que investem dinheiro do próprio bolso em vestimentas, em instrumentos, em consertos, em oficinas e em despesas com a sede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Raízes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o folclorista, Ulisses Passarelli, a cultura negra está presente em São João desde suas origens. O Arraial das Mortes foi formado no ciclo do ouro. A economia era movimentada pela mineração e os garimpos, explorados com a força braçal dos escravos africanos. “Em 1704, foram descobertas as minas e, em 1705, começou a extração”, conta o folclorista. Por algum tempo, a Igreja de Nossa Senhora do Rosário centralizou as tradições africanas. “Em torno dela é que os negros faziam suas comemorações”, diz Passarelli.&lt;br /&gt;Há poucos estudos sobre o desenvolvimento das manifestações afro na cidade. Sobraram apenas as memórias dos movimentos mais antigos e ensinamentos orais transmitidos de pai para filho. É o que conta o presidente da Associação de Congado Santa Ifigênia, Nivaldo Neves, do Bairro São Geraldo. Ele afirma que, na década de 40, existiam grupos de Congado no bairro do Tijuco e na região de Santa Cruz de Minas.&lt;br /&gt;“Teve uma época que se dançou no Centro, na Igreja do Rosário. Mas isso foi se perdendo por falta de incentivo e adeptos”, comenta Neves. Nivaldo garante que o Grupo de Congado Nossa Senhora do Rosário, do Rio das Mortes, tem mais de 200 anos, passando as atividades de pai para filho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Reconhecimento (ou falta de)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;“O Congado é a maior expressão da cultura afro na região”, informa Ulisses Passarelli. Os líderes dos grupos são categóricos ao falar sobre subvenção municipal. “Para perpetuar a tradição, precisamos de incentivos. Mas como não há uma política voltada para isso. Aí, o jovem fica perdido ou, senão, participa e desanima”, argumenta o presidente da Associação de Congado do São Geraldo.&lt;br /&gt;Nesse sentido, o secretário de Cultura e Turismo, Ralph Araújo Justino, reconhece que o poder público está em débito com os grupos afro-descendentes. “Precisamos ajudá-los, mas não fizemos nada, até agora. As dificuldades da prefeitura são muito grandes. Pretendemos, a partir de 2011, convocar o pessoal da cultura afro para poder ter uma atuação mais próxima, inclusive com verba do Fundo de Cultura”, afirma.&lt;br /&gt;O diretor técnico do escritório do IPHAN em São João, Mario Ferrari, informou que o instituto não tem nenhuma política municipal voltada para essas manifestações. “Não temos nenhum projeto de apoio, infelizmente”, lamenta.&lt;br /&gt;Mesmo assim, os grupos vão se mantendo com a ajuda da comunidade, com doações e às despesas de seus integrantes. A presidente do Grupo de Inculturação Afro-descendente Raízes da Terra, Vicentina Neves, relatou que chegou a buscar apoio na Secretaria de Cultura. “Mas eles não nos valorizam. Usam, mas não valorizam”, desabafa.“Não só a afro, mas a cultura folclórica também está abandonada”, sentencia Ulisses Passarelli.&lt;br /&gt;Segundo Nivaldo Neves, os movimentos precisam de um local para oferecer oficinas de pintura, alfabetização, aulas de informática e acompanhamento social. “Hoje estamos tentando adquirir um terreno na prefeitura para fazer as atividades. Temos CNPJ, tudo direitinho e legalizado para receber verba, mas não temos nenhum tipo de apoio da prefeitura”, diz o congadeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Escola e sociedade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;As escolas trabalham conteúdo afro no final do ano, perto da data da morte de Zumbi. O restante dos anos não se fala sobre a c&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgko0BygF5eN7fiLC1qSEA9MAUWMy9E53Kxn1OFc5laiBCylvrjsJFgHHg-Qvx7WFdGbdLszKSG5ypLMkOnIC6MT0u7Q8NtyGy68q1dbly1xgvQb-0QHHLVw7_EI9ncsoNTroty7blAZAJX/s1600/_MG_6370.JPG"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 320px; height: 214px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgko0BygF5eN7fiLC1qSEA9MAUWMy9E53Kxn1OFc5laiBCylvrjsJFgHHg-Qvx7WFdGbdLszKSG5ypLMkOnIC6MT0u7Q8NtyGy68q1dbly1xgvQb-0QHHLVw7_EI9ncsoNTroty7blAZAJX/s320/_MG_6370.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5619241467045682082" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;ultura afro. Muitas vezes, os professores não estão adequados a esse trabalho. “Vemos muito preconceito dentro das escolas. Ouvimos relatos de meninos contando que os chamam de macumbeiros na escola por serem inseridos em religião de matriz africana.”, diz Nivaldo Neves.&lt;br /&gt;Dona Vicentina conta que a UFSJ é a única instituição que tenta apoiar os grupos, oferecendo espaço e acompanhamento por meio de cursos. Mas ela ressalta que isso é insuficiente. “A UFSJ nos ofereceu espaço, mas lá descentraliza o movimento, perderíamos nossas raízes do São Geraldo”, afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Inculturação, o paradoxo católico&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Com a indiferença das instituições laicas, os movimentos afro se voltam para a Igreja. Dona Vicentina afirma que algumas paróquias abrem as portas para os grupos. Nivaldo e Ulisses lembram, por outro lado, que a aceitação é recente. “Quando começamos, em 94, não éramos reconhecidos pela Igreja. Com o tempo, conseguimos entrar”, confirma o congadeiro.&lt;br /&gt;Certas paróquias realizam as missas inculturadas. O vigário geral da paróquia de Nossa Senhora da França de Resende Costa, Raimundo Inácio da Silva, explica que a missa inculturada é uma forma de resgatar a riqueza da cultura afro-descendente. “Celebramos a Missa Romana, com introduções de elementos afro”, diz.&lt;br /&gt;A Festa do Divino e a Festa de Nossa Senhora do Rosário permitem o desfile de grupos de congado e de cantos africanos. No entanto, o pároco que nem todos os elementos da crença são autorizados. “É fonte de estudo aquilo que pode ser colocado e aquilo que não pode. Há ritos de outras divindades que não batem bem com o catolicismo. Temos cuidado ao analisar o que pode ser acrescentado na liturgia afro para não virar uma mistura de catolicismo, umbanda, candomblé”, comenta Raimundo da Silva.&lt;br /&gt;A Igreja preserva no momento em que abre as portas e permite que as manifestações aconteçam, enfatiza Ulisses Passarelli. “Mas uma coisa é missa inculturada, outra, é uma sessão de Candomblé, Umbanda ou de Quimbanda. São coisas diferentes. Não vão se estabelecer um dentro do outro”, atenta. Esse momento ecumênico é importante no momento em que respeita as diferenças. Isso permite com que as pessoas conheçam a cultura da periferia.&lt;br /&gt;“A Igreja descaracteriza quando cria amarras para a tradição, quando proíbe que certa coisa aconteça ou define como deve acontecer”, critica o folclorista. A Igreja não pode interferir na manifestação, precisa trabalhar em conjunto e não estipular normas. “Ao mesmo tempo em que a Igreja ajuda a preservar, ela descaracteriza. Sempre foi assim. Isso, eu não sei se muda”, opina. “Dos males o menor, porque houve tempo em que eram proibidas certas manifestações”, acrescenta.&lt;br /&gt;São João abriga também terreiros de Candomblé, Umbanda e Quimbanda. O babalorixá do terreiro do Alto das Mercês, Edimar _______, propõe a inclusão do negro “Mostrar que o Candomblé não é só uma religião, mas uma cultura, um ritmo e uma arte. O candomblé é um museu vivo de cultura imaterial”.&lt;br /&gt;“No princípio, sofremos muita marginalização. Porque, em São João, predomina uma religião de origem portuguesa. Tudo que é oriundo do negro ainda sofre uma discriminação muito grande, apesar de ter pessoas aberta ao diálogo”, enfatiza o babalorixá.&lt;br /&gt;O terreiro foi reaberto há três anos. Contudo, ainda não foi  regularizado por falta de verbas. Essas casas são, geralmente, instaladas em bairros mais pobres e marginalizados. “Essas comunidades são mais receptivas. Não temos espaço no Centro, onde predomina o cristianismo. Hoje a marginalização do rito é bem menor por causa dos direitos humanos garantidos pela Constituição e pela Justiça. Mesmo assim, ainda há discriminação”, conta Edimar.&lt;br /&gt;A relação com dos terreiros com a religião católica varia entre as paróquias, de acordo com Edimar. “O que difere muito dos evangélicos, que não tem a tolerância de alguns segmentos da Igreja Católica”. Porém, o babalorixá explica que os afro-descendentes foram levados a abandonar suas tradições. “Já é discriminado por ser negro e, também, por sua religião. Muitos tentam branquear sua negritude e os aspectos de sua cultura”, afirma.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Marcelo Alves&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgxh1qgSDUVd4aSNeLlk7N_tXYmPebEOpY5LdMc8DzKGIour9ltpRqK0JfFKmURDlKqcLBP4LRD9kxvRC_fX7VhHi36tgm5gTSscsar1WHvaXyzjDkhXQJZt_Tv4fpT6KaWAsndne0IqVrz/s72-c/_MG_6195.JPG" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>Oficinas da 5ª Cultural estimulam formação de professores</title><link>http://sjdralternativa.blogspot.com/2011/06/oficinas-da-5-cultural-estimulam.html</link><category>Cultura</category><author>noreply@blogger.com (Marcel Alves)</author><pubDate>Tue, 14 Jun 2011 11:20:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6523451881062025348.post-6000501532860256500</guid><description>&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiAWIMEDBHdp1_8YXhb7NjoCc3ZIK7aUxUaUtFRi6Vam_TibXSSWSM0r_kQ7ek1WbFQ6Z1Iorb2tQz21nWGmbR1JJlv_Q5PsAjrWAUr72OakndLoTof39eiCL77oBiVfMk9PZsXu-Eu5r0/s1600/_Oficinas.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 214px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiAWIMEDBHdp1_8YXhb7NjoCc3ZIK7aUxUaUtFRi6Vam_TibXSSWSM0r_kQ7ek1WbFQ6Z1Iorb2tQz21nWGmbR1JJlv_Q5PsAjrWAUr72OakndLoTof39eiCL77oBiVfMk9PZsXu-Eu5r0/s320/_Oficinas.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5618079989495253362" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Marcelo Alves e Vinicius Tobias&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A primeira oficina ocorreu dia 08: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Todo dia, toda hora tem: história, música e teatro na escola&lt;/span&gt;.  Segundo o oficineiro, Carlos Roberto de Souza, o objetivo foi mostrar  aos futuros professores as possibilidades da contação de histórias em  sala de aula. “Os aspectos lúdicos das narrativas podem ser usados na  educação infantil para estimular a percepção sensorial e musical das  crianças”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Música popular e moderna, e poesia brasileira: tradições e contradições&lt;/span&gt;  foi ministrada nos dias 09 e 10. Para Igor Alves, aluno de Letras e  responsável pela oficina, o mini-curso explorou os horizontes atuais do  lirismo brasileiro e proporcionou novos debates, “que nem sempre são  abordados na graduação”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O participante e aluno de história,  Rafael Teodoro Teixeira, gostou dos mini-cursos. “Aprendi novas formas  de contextualizar o ensino que acredito que vai ser muito útil para  mim”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Marcelo Alves&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiAWIMEDBHdp1_8YXhb7NjoCc3ZIK7aUxUaUtFRi6Vam_TibXSSWSM0r_kQ7ek1WbFQ6Z1Iorb2tQz21nWGmbR1JJlv_Q5PsAjrWAUr72OakndLoTof39eiCL77oBiVfMk9PZsXu-Eu5r0/s72-c/_Oficinas.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Acessibilidade é precária em São João</title><link>http://sjdralternativa.blogspot.com/2011/06/acessibilidade-e-precaria-em-sao-joao.html</link><category>Cidade</category><author>noreply@blogger.com (Marcel Alves)</author><pubDate>Wed, 8 Jun 2011 02:09:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6523451881062025348.post-6692675459929505551</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh_disffFYRvgnbs_huG6mpmnQ0YyfRpMaf7ORfR1NE7kVRAWGz1XIunstxTaZqNeLdTC-CnDdf_JfSAGdJomgkX5zCsp2kXoDk4ae5TDCjhtMrfi-O6EpFvKbL18I6ry7FeGm5t3yOdAg/s1600/DSC04186.JPG"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh_disffFYRvgnbs_huG6mpmnQ0YyfRpMaf7ORfR1NE7kVRAWGz1XIunstxTaZqNeLdTC-CnDdf_JfSAGdJomgkX5zCsp2kXoDk4ae5TDCjhtMrfi-O6EpFvKbL18I6ry7FeGm5t3yOdAg/s320/DSC04186.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5607852387276810370" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;* Marcelo Alves e Vinicius Tobias&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De  acordo com o Censo/2010, São João del-Rei possui 976 pessoas com mais  de 80 anos, a denominada 4ª idade. Esses cidadãos sofrem de doenças que  dificultam a mobilidade e a autonomia. A cidade acessível, segundo  definição do Estatuto do Idoso, é a que garante a toda sociedade a  faculdade de ir, vir e estar nos locais públicos comunitários.&lt;br /&gt;A  pedagoga especialista em gerontologia, Maria José Cassiano de Oliveira,  acredita que esse não é o caso de São João del-Rei. Para ela, o  município não possui políticas de integração dos mais velhos. “A  acessibilidade é um dos aspectos mais trágicos. Os idosos não têm como  atravessar as ruas, pois os semáforos mudam muito rápido. Não há praças  suficientes para convivência, as calçadas dificultam a caminhada e  faltam banheiros públicos”, reclama a pedagoga.&lt;br /&gt;A arquiteta e mestra em gerontologia, Adriana de Almeida Prado, aponta que as cidades precisam desenvolver &lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhIN3awSPP18BEE5WLHjCC6CiQA1qK9yiblypXid2P8C3yOhJQAB_2rEvUn76nXhHogsfAZ_7rL3w-5FyZfUSoM3xwKTzSBINkEV7vv6He2e8CC4IWC2kO9-FGePNBmIXYQq70KVY677l0/s1600/DSC04191.JPG"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhIN3awSPP18BEE5WLHjCC6CiQA1qK9yiblypXid2P8C3yOhJQAB_2rEvUn76nXhHogsfAZ_7rL3w-5FyZfUSoM3xwKTzSBINkEV7vv6He2e8CC4IWC2kO9-FGePNBmIXYQq70KVY677l0/s320/DSC04191.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5607852380749155378" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;políticas  voltadas para “o acesso de todos a prédios e espaços públicos; cuidar  para que não haja obstáculos de mobilidade, projetar edifícios  multigeracionais e veículos que minimizem as dificuldades de pessoas com  idade e deficiências”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dificuldades&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;São  comuns a muitos cidadãos com mais de 80 anos os problemas com  mobilidade e acesso a prédios públicos em São João. Nesse sentido, Maria  Cristina Lima, de 80 anos, diz que enfrenta obstáculos diariamente.  “Saio muito de casa, vou à missa todos os dias, pego ônibus. A pessoa  mais idosa tem mais dificuldade, mas ainda conseguimos passear. Temos  que ter muito cuidado, porque é muito perigoso, podemos cair e quebrar  algum osso. Andar na rua é complicado, porque os carros não respeitam”,  afirma Maria Lima.&lt;br /&gt;Zeni Cordeiro, de 81 anos, comenta que ficou mais  caseira com a idade. “Assisto à missa na televisão, não vou à igreja  porque é muito longe da minha casa e não aguento andar muito. Ela também  sente insegurança para atravessar as ruas e reclama da velocidade dos  sinais. “Os carros não respeitam e eu desequilibro. Cismo que vou cair”,  diz.&lt;br /&gt;As cidades devem manter calçadas com piso estável, reto e com  superfície antiderrapante, informa a arquiteta Adriana de Almeida. O que  é um desafio para cidades históricas, com ruas estreitas e irregulares.  A pedagoga Maria Cassiano conta que “as pessoas tropeçam muito nos  paralelepípedos. As quedas para os idosos costumam a ser muito  perigosas”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Transporte público&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A circulação por transporte coletivo também não está totalmente adequada, afirma a gerontóloga. “Só que&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgsNzcLHPS_X0pRUneoCp7A5n8Qbzc1nLwnisTIThs3uO2w_fbmnQH6T8xkO9PdUuZaLAWVtGpS6-myIldouOii8fRnh-1MNreY1DRAiUjZ9Pj-3ad0gNA1dGla5zepth9hy4a2N9R6LFY/s1600/DSC04174.JPG"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgsNzcLHPS_X0pRUneoCp7A5n8Qbzc1nLwnisTIThs3uO2w_fbmnQH6T8xkO9PdUuZaLAWVtGpS6-myIldouOii8fRnh-1MNreY1DRAiUjZ9Pj-3ad0gNA1dGla5zepth9hy4a2N9R6LFY/s320/DSC04174.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5607852389685752146" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;m  dá conta das atividades diárias consegue pegar um ônibus. Mas com muita  dificuldade ainda, as pessoas não têm consciência de que devem que  ceder os lugares da frente. Os assentos reservados não bastam. Os  motoristas não foram capacitados para receber as pessoas mais velhas e  apenas alguns ônibus têm degraus rebaixados”, declara Maria Cassiano.&lt;br /&gt;Marcia  Leila de Castro Pellegrinelli, de 81 anos, aponta que o mais difícil  para os idosos é a ausência de um transporte coletivo específico.  “Deveria ter um transporte para os idosos em cada bairro. Os espetáculos  religiosos, por exemplo, a gente perde porque são à noite. E  acrescenta: “Acho muito importante que a comunidade desenvolva  alternativas e a Prefeitura deveria tem uma van”. Jandira Pereira Lima,  de 90 anos, conta que os filhos a proibiram de andar de ônibus por  precaução. “Eu ando para lá e para cá de carro, só ando a pé perto de  casa”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Espaços públicos&lt;/span&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhsgb2TfYc6QXrd3zw795jLtUrbyNG5A6edoBj_HzNAgnt6Ti1bCu67fvd6NXNHp2ZDOAYLTVP9MdnVsjQzkXGsQLaTfceR1OnSYyCeo6MKYL2odIjfSAlMvAK7agf9iwzPhlXP2yPCLKw/s1600/DSC04260.JPG"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhsgb2TfYc6QXrd3zw795jLtUrbyNG5A6edoBj_HzNAgnt6Ti1bCu67fvd6NXNHp2ZDOAYLTVP9MdnVsjQzkXGsQLaTfceR1OnSYyCeo6MKYL2odIjfSAlMvAK7agf9iwzPhlXP2yPCLKw/s320/DSC04260.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5607852375783022418" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Os  poderes Executivo e Legislativo não dão o exemplo. O prédio da  Prefeitura tem dois andares. Uma escada íngreme é a única ligação entre  eles e não há projeto de adequação para idosos e deficientes físicos. O  edifício da administração, que centraliza as Secretarias mais  importantes, também não possui elevador. “Vocês nem imaginam as  dificuldades para os idosos irem aos espaços de representação  reivindicar seus direitos, como a Câmara de Vereadores e a Prefeitura. O  acesso é bem complicado, com escadas muito inclinadas, que  impossibilitam a subida do idoso”, declara Maria Cassiano.&lt;br /&gt;A  assessoria de imprensa da Prefeitura afirmou que deve partir do  Legislativo uma lei que obrigue os prédios municipais a terem opções de  acessibilidade. O setor também se disponibilizou a fazer um levantamento  dos prédios públicos que oferecem acessibilidade. Contudo, mais de uma  semana após a requisição, não deu resposta. Apenas os prédios mais  novos, como o Fórum, o Ministério Público e o Batalhão da Polícia  Militar foram projetados de acordo com as necessidades dos idosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen='allowfullscreen' webkitallowfullscreen='webkitallowfullscreen' mozallowfullscreen='mozallowfullscreen' width='320' height='266' src='https://www.blogger.com/video.g?token=AD6v5dwXdIFMDFm2RJU_ZKvpadyy2hJCQZPV5vYzBM-e-NxgHSYjHNoo_Yhcm-JRVNqRC4lNwTj-m7oefeM_DEx4wQ' class='b-hbp-video b-uploaded' frameborder='0'&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Marcelo Alves&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh_disffFYRvgnbs_huG6mpmnQ0YyfRpMaf7ORfR1NE7kVRAWGz1XIunstxTaZqNeLdTC-CnDdf_JfSAGdJomgkX5zCsp2kXoDk4ae5TDCjhtMrfi-O6EpFvKbL18I6ry7FeGm5t3yOdAg/s72-c/DSC04186.JPG" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Ocupação desordenada da margem do Córrego dos Lenheiros é a principal causa das enchentes</title><link>http://sjdralternativa.blogspot.com/2011/06/ocupacao-desordenada-da-margem-do.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcel Alves)</author><pubDate>Wed, 8 Jun 2011 02:06:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6523451881062025348.post-4190022885077523120</guid><description>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Fenômeno histórico é fruto da falta de projetos e de informação do Executivo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;João Eurico, Marcelo Alves&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;São João del-Rei há muito tempo sofre com o problema das enchentes. Por falta de informação ou por omissão do poder público, a área urbana cresceu descontroladamente. Isso danificou o funcionamento do Rio das Mortes e do Córrego do Lenheiro, consequentemente, causando os alagamentos nas casas situadas às margens. É isso que a pesquisa intitulada Impactos Ambientais Urbanos Provocados pela Ocupação da Planície Fluvial e do Entorno do Rio das Mortes e seus Afluentes, comprova.&lt;br /&gt;O estudo foi coordenado pelo professor e doutor em Geografia e Análise Ambiental da UFSJ, Vicente de Paula Leão, e contou com o auxilio da bolsista Raquel Cassia. Segundo Vicente, a ideia da pesquisa surgiu a partir de seus vinte anos de observações do fenômeno das enchentes na cidade. Isso, somado ao interesse do professor em geografia física e urbana, resultou em uma pesquisa essencial para a comunidade são-joanense.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ocupação desorganizada&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O pesquisador explica que o tema sempre foi tratado de maneira equivocada, tanto pelos habitantes da cidade quanto pelo meio acadêmico. “Alguns cidadãos acham que o fenômeno tem a ver com tromba d’água”. O que é incorreto, “visto que este é um jargão jornalístico do litoral. Já o meio acadêmico sempre discutiu o assunto de maneira muito superficial. A ideia da pesquisa é demonstrar os impactos ambientais urbanos que causam enchentes”.&lt;br /&gt;Segundo Vicente, as pessoas costumam associar as enchentes às chuvas fortes, o que não é totalmente verdade. Ele explica que a causa está na urbanização desorganizada, que danifica a circulação correta do fluxo de água. “São vários os problemas causados pela ocupação humana: as construções em lugares inadequados reduzem o leito do rio; o asfalto diminui a impermeabilização do solo; a agricultura imprópria despeja sedimentos no rio; a mata ciliar, que ajuda na absorção da água é cortada. Então, são vários fatores que quando somados às chuvas fortes causam as enchentes”, explica.&lt;br /&gt;Vicente ilustra o problema da ocupação humana desordenada usando do Google Earth (sistema de captação de imagens aéreas por satélites) como exemplo: “ao olharmos o bairro de Nossa Senhora de Fátima e a cidade de Santa Cruz de Minas, percebe-se que estão construídos em boa parte na planície de inundação do Córrego do Lenheiros. Então, um fenômeno que seria normal para um rio, que é quando suas águas sobem, acabou se tornando um problema”. Ele enfatiza que a subida do rio, em condições adequadas, é fundamental para o meio ambiente, para a fertilização do solo por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Despreparo &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O doutor em Geografia afirma que o Brasil é um país tropical, e que, consequentemente, são comuns em seu território chuvas torrenciais – muita chuva num curto período de tempo, e que por isso deveríamos estar sempre preparados. Vicente também alerta para o oportunismo de políticos em épocas de enchente: “depois que o estrago está feito, sempre aparece um político para dizer que o problema é a chuva forte, e que consertará o problema. Olhe por exemplo o Canadá: você não vê as nevadas causando tantos problemas por lá, porque eles estão preparados para este tipo de situação”.&lt;br /&gt;As enchentes não podem ser simplesmente arrumadas de uma hora para outra, e que “o correto seria que houvesse ao menos um sistema de alerta à população, um programa de prevenção de doenças, enfim, um auxílio maior às vítimas das alagações. E não políticos falando sobre coisas impossíveis de serem feitas”, orienta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Cidade e campo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa demonstra que o problema das enchentes em São João del-Rei ocorre por fatores que envolvem tanto da zona rural quanto da urbana. Segundo o professor, quando a agricultura é feita de forma errada, as chuvas passam pelo relevo arado e levam os sedimentos ao rio. O que diminui o volume de água comportável, facilitando a inundação. Efeito semelhante ocorre na cidade, quando as partes mais altas são desmatadas e deixam o relevo desprotegido, então quando chove forte desce uma enorme quantidade de terra dos morros, que também acumulam sedimentos no rio.&lt;br /&gt;Segundo Vicente, as áreas perto de rios serem menos valorizadas, o que acaba atraindo ainda mais construções: “aqui em São João os terrenos e casas em locais centrais estão muito caros, o que obriga a população mais carente a se alojar onde pode”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Alternativas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Vicente explica que não existe uma solução propriamente dita para o dano já causado na ocupação inadequada dos leitos Segundo ele, não seria viável simplesmente retirar as construções das margens do rio, já que existem histórias pessoais ligadas àquelas casas. “O que deveria existir é um trabalho de preservação da mata ciliar, para diminuir o assoreamento e o lixo jogado nos rios e nas ruas da cidade, lixo que acaba entupindo bueiros e aumentando o problema. As escolas também deveriam ter um papel educativo, com o uso de material apropriado, para mostrar à comunidade as causas do problema. Senão fica difícil para as pessoas entenderem, por exemplo, que o asfalto do bairro Senhor dos montes esta relacionado às enchentes do Nossa Senhora de Fátima”.&lt;br /&gt;O professor afirma que a Universidade ainda é muito distante da comunidade e do poder público. Quanto à pesquisa, por exemplo, Vicente disse que a prefeitura não foi receptiva quanto aos estudos, demostrando dificuldade de acesso aos dados, “ou porque a pessoa desconhece ou porque não tem vontade de mostrar mesmo”.&lt;br /&gt;Concluindo, o pesquisador defende que enquanto a sociedade não mostrar que esta atenta as questões ambientais e que isto ira orientar o foco dela, não será feita muita coisa à respeito. Segundo ele, do jeito que vão as coisas “os políticos vão continuar não se preocupando com o meio ambiente”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Marcelo Alves&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Especialistas alertam para uso incorreto de antidepressivos</title><link>http://sjdralternativa.blogspot.com/2011/05/ainda-que-alvo-de-controversias.html</link><category>Ciência</category><author>noreply@blogger.com (Marcel Alves)</author><pubDate>Mon, 16 May 2011 11:34:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6523451881062025348.post-6144751108229549471</guid><description>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ainda que alvo de controvérsias, antidepressivos são muito procurados, mesmo por pessoas que não entendem o seu funcionamento&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;João Eurico, Marcelo Alves, Pedro Inácio&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os antidepressivos são os remédios mais vendidos no mundo, segundo a OMS. Em São João del-Rei, a procuram por esse psicotrópico também é alta. O farmacêutico Paulo Giarola informa que o medicamento é vendido rapidamente nas farmácias, bastando ter estoque dos remédios indicados. “Tendo na prateleira, eu tenho venda”. No entanto, aplicação desse remédio deve seguir diversas cautelas.&lt;br /&gt;Os antidepressivos são um conjunto de substâncias químicas que tratam as manifestações somáticas e neurofisiológicas presentes nos estados depressivos e agem sobre o humor. A depressão é apontada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como a quinta maior questão de saúde pública. Os números da entidade apontam que a depressão atinge 17 milhões apenas no Brasil e 50% das pessoas que tiveram a doença são diagnosticados incorretamente.&lt;br /&gt;A psicóloga Claudia Márcia Miranda de Paiva, professora e pesquisadora do curso de Psicologia da UFSJ, chama a atenção para a banalização do antidepressivo e seu uso sem acompanhamento médico adequado. “Muitas pessoas chegam à clínica pedindo o antidepressivo, sem necessidade. Mas a prescrição depende da ética médica. Não sou contra o uso de psicotrópicos, mas acredito que o seu uso está banalizado. A pessoa perde um ente querido e alguém diz ‘olha, toma esse remedinho aqui, vai te fazer sentir melhor’”, explica a pesquisadora.&lt;br /&gt;A procura pelos antidepressivos é bem alta em São João. O farmacêutico Paulo Giarola informa que o medicamento é vendido rapidamente nas farmácias, bastando ter estoque dos remédios indicados. “Tendo na prateleira, eu tenho venda”. Ele alerta, ainda, para o fato de que muitas pessoas vão constantemente à farmácia tentar comprar o remédio sem a prescrição médica. “Muita gente adquire o hábito de tomar o antidepressivo sem acompanhamento profissional. Às vezes, ela necessita do medicamento para se sentir bem, mesmo sem precisar dele”, comenta.&lt;br /&gt;No entanto, as posições dos profissionais sobre o tema tendem a diferir muito. O psiquiatra Reinaldo Moreno explica que não é para qualquer caso de depressão que os antidepressivos são recomendados. O médico informa que existem dois tipos de depressão: a reativa e a orgânica ou maior.&lt;br /&gt;A reativa ocorre quando a pessoa se sente mal em decorrência de algum fato ocorrido de forma circunstancial, como a perda do emprego, fim de um relacionamento, morte de alguém próximo. Para este tipo de depressão, segundo o psiquiatra, é recomendada a psicoterapia, e não a medicação. Moreno esclarece que, já para o tipo orgânico, ou seja, aqueles que são geneticamente propensos à depressão, são indicados a psicoterapia e os antidepressivos e, mesmo assim, apenas o estritamente necessário para o tratamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sociedade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Cláudia Márcia explica que os seres humanos sofrem uma variação de humor muito grande. Ela argumenta que as pessoas precisam aprender a conviver com isso, a se conhecerem melhor a fim de aprenderem com essas situações e se reinventarem. “Mas essa cultura de estar sempre alegre, para cima e bem disposto leva as pessoas a procurarem as famosas ‘pílulas da felicidade’”, diz a psicóloga.&lt;br /&gt;A psicóloga acredita que essa banalização é acentuada pela propaganda que as indústrias farmacêuticas fazem dessas drogas. “Como, por exemplo, a fluoxetina, o conhecido Prozac, que fala coisas do tipo, ‘os tempos de depressão acabaram, experimente a felicidade que podemos lhe proporcionar’”, comenta. Ela afirma que, para muitos casos, a psicoterapia seria uma saída mais adequada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Legislação&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Os antidepressivos não podem ser comercializados sem receita médica. Reinaldo Moreno, explica que, ao ser medicado, o paciente encontra-se em estado de melhora em 10 a 15 dias, e a dosagem indicada será constantemente vigiado pelo médico. “Um profissional experiente indicará apenas o necessário e, por se tratar de substâncias de uso controlado, é realmente improvável que o paciente consiga o remédio de outras formas que não na farmácia, de posse da receita. Comprar remédios ilegalmente hoje em dia é muito difícil”, diz Reinaldo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dependência&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Os psicotrópicos causam variações de humor. Cláudia Márcia explica que, se houver um uso descontrolado, eles produzem uma dependência moderada, além de uma tolerância. “O uso crônico muda as estruturas responsáveis pelo funcionamento do corpo. O efeito que o medicamento tinha no início vai diminuir ao longo do tempo, o que leva a pessoa a aumentar a dose. Quando o médico prescreve o antidepressivo, ele faz um acompanhamento do paciente que visa à diminuição da dosagem”, esclarece a psicóloga.&lt;br /&gt;De acordo com Reinaldo Moreno, os usuários de antidepressivos não se tornam dependentes químicos, pois, segundo o psiquiatra, tais substâncias não causam esse efeito. “As pessoas confundem vício com necessidade médica. Pode ser que o paciente precise usar da medicação por longo período, mas isso não faz dele um viciado, e sim um doente em recuperação”.&lt;br /&gt;O psiquiatra esclarece que há casos de paciente do tipo orgânico que precisam tomar medicação para o resto da vida, mas que isso deve ser comparado com, por exemplo, alguém que sofre de pressão alta e toma medicamentos. “O doente não tem culpa de seu estado, e, no caso da depressão maior, a medicação deve ser vista como algo natural para a boa vivência da pessoa”, explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Marcelo Alves&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Restaurante une tradição italiana com costumes mineiros</title><link>http://sjdralternativa.blogspot.com/2011/04/restaurante-une-tradicao-italiana-com.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcel Alves)</author><pubDate>Fri, 22 Apr 2011 20:26:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6523451881062025348.post-7463886343665030322</guid><description>&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjR9CD1fq-e4py22r38uq5g2EAsbnOij5qmgcTMYSYUQoG-6oz1r8Z-LbtdKdndt0Qe7vakIT0oCSNba0HSgPJrWQPHaKRj-WuybjvzJU5sK2yFWbL7t_7pbKgg75nL8T7yThW-rOESM50/s1600/DSC03959.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5597055273299907058" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjR9CD1fq-e4py22r38uq5g2EAsbnOij5qmgcTMYSYUQoG-6oz1r8Z-LbtdKdndt0Qe7vakIT0oCSNba0HSgPJrWQPHaKRj-WuybjvzJU5sK2yFWbL7t_7pbKgg75nL8T7yThW-rOESM50/s320/DSC03959.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Marcelo Alves e Vinicius Tobias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A  massa do Restaurante da Filó preserva e conta 123 anos de histórias de  imigrantes italianos que vieram para o Brasil, fugidos da pobreza e da  fome na Europa. Passado de mãe para filha, o macarrão caseiro era feito  pelas mulheres em ocasiões especiais, como casamentos, batizados,  reuniões. Após quatro gerações de vivência na Colônia do Felizardo, a  família Taroco, vinda da cidade de Verona, Itália, foi incorporando  ingredientes da cultura mineira e mesclando costumes. A interação criou  um modo de cozinhar que reúne elementos da Itália com temperos e ervas  de Minas Gerais. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A  família Taroco imigrou para São João del-Rei na década de 1890 e  construiu suas casas em terrenos cedidos pelo o governo para os  imigrantes. Eles vieram num contexto pós-escravidão e eram  sub-empregados em fazendas da região em troca de comida e proteção.  Representante da quarta-geração da família, Valéria Taroco conta que  muitos se revoltavam pela pesada carga de trabalhos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em  reuniões familiares, os pratos italianos eram preparados pelas  mulheres, tradição preservada com o passar dos anos. “As receitas vieram  do aprendizado que adquiri com minha avó”, relata Valéria. Ela afirma  que a família italiana foi se misturando com os mineiros. “Meus tios  casaram com brasileiras, italiano gosta de morena e ficou essa mistura”,  diz. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEis3c3ZFM_w6YNr_fe8kNl096CVximQtewvCXjV0HWL28gn3NgaEF8AYLC4hspo3pG1PCaOYg96O5hq9tVVOo0HD-owlq_aXciKDOVkEKmmPiajMae-I0Whru98tF7-Bu0a3GTRbgjrV5U/s1600/Restaurante+da+Fil%25C3%25B3+%25287%2529.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5597056473048619058" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEis3c3ZFM_w6YNr_fe8kNl096CVximQtewvCXjV0HWL28gn3NgaEF8AYLC4hspo3pG1PCaOYg96O5hq9tVVOo0HD-owlq_aXciKDOVkEKmmPiajMae-I0Whru98tF7-Bu0a3GTRbgjrV5U/s320/Restaurante+da+Fil%25C3%25B3+%25287%2529.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com  isso, a culinária foi adquirindo elementos novos. “Fazemos frango com  ora-pro-nobis, feijoada, torresmo e quiabo. Mas a parte mais forte é a  massa”, explica a cozinheira. Os temperos são herança de família, “mas  tem algumas ervas que uso como o alho-poró e o orégano que vieram da  culinária mineira. Fizemos a misturinha, um pouco de cada lado para  ficar um pouco mineiro, um pouco italiano”. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A  produtora cultural, Alzira Agostini Haddad, é fã das comidas preparadas  por Valéria Taroco. Ela fez questão de elogiar o restaurante e destacar  a qualidade dos pratos. “A Valéria busca preservar a receita italiana e  tem um local bem gostoso - a casa dela - onde podemos passar bons  momentos comendo uma comidinha caseira de fogão a lenha”, enfatizou  Haddad. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Restaurante &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O  local onde são servidas as delícias é um ambiente espaçoso, caseiro e  atendimento personalizado. O restaurante, que abre sábados, domingos e  feriados, produz sua própria massa, de receita tradicional, trazida  direto da Itália. Lá são servidos pratos diversos, como lasanha,  capelete, rondeli, caneloni e risotos para todos os gostos. Os  vegetarianos não foram esquecidos e possuem opções especiais. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;“É  um trabalho de segunda a sexta para produzir a massa do almoço de  sábado e domingo” declara Valéria Taroco, comandando a sua aconchegante  cozinha. “A gente tem que apertar a massa, deixar descansar, esticá-la e  molda-la, além de fazer os recheios e os molhos no dia em que  servimos.” &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh25ihUyIIiNZF5IWVpZbnaydem1rQfgwv0DrjWqmjWkrumd9h2M8_Rum2Ddr83O-xWdt9iZMiUOwdY3S5ta3HRoKAEGAZD7vwXgmOyrjSeOOW0qy1QWIaLSycg1JJjgrVmZINrsTdbHTg/s1600/4+Gera%25C3%25A7%25C3%25B5es+Lidia+Helena%252C+Val%25C3%25A9ria+%2528Fil%25C3%25B3%2529%252C+Tia+Lena+e+V%25C3%25B3+Maria.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5597056646071778546" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px" alt="" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh25ihUyIIiNZF5IWVpZbnaydem1rQfgwv0DrjWqmjWkrumd9h2M8_Rum2Ddr83O-xWdt9iZMiUOwdY3S5ta3HRoKAEGAZD7vwXgmOyrjSeOOW0qy1QWIaLSycg1JJjgrVmZINrsTdbHTg/s320/4+Gera%25C3%25A7%25C3%25B5es+Lidia+Helena%252C+Val%25C3%25A9ria+%2528Fil%25C3%25B3%2529%252C+Tia+Lena+e+V%25C3%25B3+Maria.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Produção familiar&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Isso  tudo é produzido em um ambiente aconchegante e familiar, onde trabalham  sua tia, avó, filha e amigas. As rotinas de criação são bastante  barulhentas, com o rádio alto as mulheres põem a conversa em dia com  muita animação. Uma boa vontade que carece à boa culinária. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Valéria  conta que a massa tradicional é batida e esticada em tabuleiro de  madeira e não de cimento, “isso influi na textura e no gosto da massa”.  Os homens não escapam do trabalho. A eles é designada a tarefa de  preparar o risoto, como bons mineiros descendentes de italianos, eles se  reúnem e cozinham entre gargalhadas e muita cachaça. A aguardente,  inclusive, é servida de graça e também é produzida em um alambique da  família. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Local&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para  desfrutar das delícias caseiras, o visitante deve ir à Colônia do  Giarola, virar à direita depois da ponte e percorrer a estrada de terra  cercada de árvores por um quilômetro até encontrar a casa colonial onde  fica o restaurante. Para entrar em contato com a Filó, o telefone é  9941-4720, ou entrar em contanto pelo e-mail &lt;a href="mailto:restaurantedafilo@hotmail.com"&gt;restaurantedafilo@hotmail.com&lt;/a&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Marcelo Alves&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjR9CD1fq-e4py22r38uq5g2EAsbnOij5qmgcTMYSYUQoG-6oz1r8Z-LbtdKdndt0Qe7vakIT0oCSNba0HSgPJrWQPHaKRj-WuybjvzJU5sK2yFWbL7t_7pbKgg75nL8T7yThW-rOESM50/s72-c/DSC03959.JPG" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Damae abre cerca de 20 buracos por dia para manutenção de rede de água</title><link>http://sjdralternativa.blogspot.com/2011/03/damae-abre-cerca-de-20-buracos-por-dia.html</link><category>Cidade</category><author>noreply@blogger.com (Marcel Alves)</author><pubDate>Thu, 31 Mar 2011 11:30:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6523451881062025348.post-7376283258922488074</guid><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh_6DJ2E-XM4jF-yYoHA-JK6QMXtJ09Scf_rTAdMS7N1haxTdE1eaqS-FIXXBiRcwQW_6qplL8u4bkRJzTVMO9gG31_lLFkWxEos6gL0R6VkwPxw9Y8KA7kGxbi9zFwwKmxwl8UHGWvwWkN/s1600/100_0413.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 240px; height: 320px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh_6DJ2E-XM4jF-yYoHA-JK6QMXtJ09Scf_rTAdMS7N1haxTdE1eaqS-FIXXBiRcwQW_6qplL8u4bkRJzTVMO9gG31_lLFkWxEos6gL0R6VkwPxw9Y8KA7kGxbi9zFwwKmxwl8UHGWvwWkN/s320/100_0413.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5590251842532888658" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Setenta mil reais do orçamento da Prefeitura vão para o esgoto todo mês.  O diretor do Damae (Departamento Autônomo Municipal de Água e Esgoto), Jorge Hannas Salim, afirma que 14% do orçamento do Damae são gastos em reparos na rede de água e esgoto e apenas 10% são investidos em saneamento básico. Além do alto valor, as constantes manutenções geram desconforto nos moradores e nos motoristas da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.4shared.com/embed/555708978/1250f9b1" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" height="200" width="320"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Jorge Hannas, são abertos, diariamente, uma média de 20 buracos em São João del-Rei. Ele atribuiu à freqüência dos reparos à “precariedade das redes de água. Na maioria das vezes, fazemos o reparo em um dia e, no outro, o cano arrebenta no mesmo local. Então vira uma coisa praticamente contínua”, declarou o diretor do Damae.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Manutenção&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Os problemas nas vias de água são causados pelo trânsito de veículos pesados. As tubulações são antigas, de ferro fundido e as junções são de chumbo. Elas não foram projetadas para suportar o tráfego atual. “Há uma circulação de automóveis leves e pesados muito grande no município. Mas, na colocação da rede, não houve preparação para isso”, disse Hannas.&lt;br /&gt;Quando um cano trinca, os moradores avisam o Damae, que envia uma das oito equipes para fazer a avaliação e a manutenção do local. O serviço é terceirizado, já que a autarquia não possui todos os funcionários necessários para as obras, como calceteiro e máquinas de pavimentação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Definitivo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Hannas declarou que, enquanto o Damae gerir o saneamento básico de São João, esse abre e fecha de rua irá continuar. A autarquia não possui verba para a troca completa das vias de água, estimada em R$ 55 milhões de reais.  A solução, segundo Hannas, seria privatizar a autarquia.&lt;br /&gt;Uma saída diferente seria um projeto de capitalização da autarquia, argumenta o vice-presidente da Associação dos Moradores Amigos de São João del-Rei (Amas del-Rei), Edmilson Resende Salles. “Critico muito o Damae por sua estrutura obsoleta e sua falta de planejamento”, disse.&lt;br /&gt;Ele acredita que, mesmo com a atual arrecadação é possível começar a fazer um trabalho de substituição do encanamento, “principalmente no Centro”. Ele aconselhou a aumentar o investimento, por meio de um trabalho de capitalização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Transtornos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A técnica em Enfermagem, Cláudia Oliveira dos Santos, 31, afirmou que passa todos os dias pela Avenida Tiradentes e frequentemente encontra obras de manutenção de rede de esgoto. “Aqui já tem uma circulação de automóveis muito grande em horário de pico. Então, quando tem alguma obra, o trânsito piora bastante. Fica complicado”, reclamou a motorista.&lt;br /&gt;Outro condutor, Fernando Rodrigues da Silva, 44, se mostrou irritado com o buraco aberto. Ele afirmou que, embora de as manutenções sejam feitas rapidamente, elas acontecem constantemente. “O pior é que o asfalto fica todo irregular. Não colocam o asfalto de novo e fica um buraco desnível de terra ou um remendo de paralelepípedos no lugar”, declarou o empresário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;"Créditos da foto para Vinicius Tobias. Já queria fazer essa matéria há muito tempo. Creio que há mais de 10, 20 anos essa situação se repete e me recuso a acreditar que nada pode ser feito. Que, por mais brilhante que seja a administração, a situação não mudaria. Pouco a pouco, tudo se resolve. Principalemente com um plano de hidormetração paulatina e troca de encanamento das áreas mais prejudiciais. Falta vontade política, visto que o Damae poderia ter recursos para fazer as mudanças necessárias. Mas se não e do interesse do Sr. Prefeito, fica difícil."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Marcelo Alves&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh_6DJ2E-XM4jF-yYoHA-JK6QMXtJ09Scf_rTAdMS7N1haxTdE1eaqS-FIXXBiRcwQW_6qplL8u4bkRJzTVMO9gG31_lLFkWxEos6gL0R6VkwPxw9Y8KA7kGxbi9zFwwKmxwl8UHGWvwWkN/s72-c/100_0413.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Projeto pretende lançar um livro sobre correspondência do escritor são-joanense</title><link>http://sjdralternativa.blogspot.com/2011/03/projeto-pretende-lancar-um-livro-sobre.html</link><category>Cultura</category><author>noreply@blogger.com (Marcel Alves)</author><pubDate>Thu, 31 Mar 2011 11:29:00 -0300</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6523451881062025348.post-6762673249828894060</guid><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg_L74NFx2O5mwifNVfbo5qgHR_vAhqAWJKsgrPVPo6PANxuN8OhUt4oLdwhE1DDbdPzkJDD6rfbcBytBhmL8KoKx-AfrDezz-_X8kiCi01vMLKyc7eWaa8rOyQhck2XGa3Zdia7JzDT6nM/s1600/otto_velho.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 201px; height: 250px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg_L74NFx2O5mwifNVfbo5qgHR_vAhqAWJKsgrPVPo6PANxuN8OhUt4oLdwhE1DDbdPzkJDD6rfbcBytBhmL8KoKx-AfrDezz-_X8kiCi01vMLKyc7eWaa8rOyQhck2XGa3Zdia7JzDT6nM/s320/otto_velho.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5590249516479620130" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O escritor são-joanense, Otto Lara de Resende, foi um dos mais importantes escritores de Minas Gerais. Célebre por seus livros, poemas e notícias em jornais e revistas, Lara conquistou amizades de grandes nomes como Hélio Pellegrino, Fernando Sabino e Paulo Mendes Campos, formando o chamado “quarteto mineiro”. Com isso em mente, o pesquisador Adriano de Paula Rabelo, doutor em Literatura Brasileira pela Universidade de São Paulo (USP), teve a ideia de homenagear os 90 anos, que Lara completaria em 2012, analisando sua correspondência postal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Otto Lara completaria 90 anos em 2021&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A presidente do Instituto Artefato Cultural, Cristiane de Andrade Carvalho, contou que o projeto tem o objetivo de publicar um livro-estudo das cartas do escritor. Segundo ela, a correspondência mantida com literatos brasileiros é “uma importante fonte de informações sobre: política, literatura, história e o mais interessante: a amizade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cristiane Carvalho enfatiza que Otto Lara é um dos intelectuais mais injustiçados do Brasil, pois sua vida e obra não são muito conhecidas pelo grande público. “Entendemos que o Otto merece, por causa da sua importante atuação no cenário cultural brasileiro”, reforçou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Viabilidade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O projeto consiste em pesquisar o acervo de Otto Lara Resende e trazer a público o resultado dessa pesquisa, por meio de um livro. O Instituto Moreira Salles, guardião de parte desse acervo, apontou a possibilidade de realizar a edição. “Mas ainda estamos na fase de contatos para financiamento desta pesquisa”, disse&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A entidade está tentando negociar patrocínio e apoio cultural, que pode ser de uma ou mais empresas, parceiros, poder público. Cristiane informou que estima um valor em torno de R$ 350 mil “para despesas com a remuneração da equipe de pesquisadores, transporte, alimentação e divulgação do projeto com assessoria de comunicação”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do Instituto Moreira Salles, o projeto será cadastrado no Programa de Ação Cultural de São Paulo (ProAC – ICMS), para obtenção de apoio. Cristiane ressaltou que seria muito significativo realizar parceria com empresa ou poder público de São João del-Rei. “Acredito que os jovens mineiros sejam os grandes e mais importantes beneficiados com este projeto”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto ainda está no início. Os organizadores gostariam de distribuir o livro em 2012; se for possível, no dia 1º de maio, dia do 90º aniversário do escritor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;"Bom, depois de um longo e tenebroso hiato, voltei a postar no blog. Saí da Folha e estou tocando outros projetos, como um site de notícias online, iniciação científica, mobilização acadêmica e cursos de línguas. Portanto, devo diminuir a frequencia das postagens, mas não muito. Essa matéria me caiu no colo, no email na verdade. Cristina me procurou perguntando se eu conhecia alguem da prefeitura que poderia mediar uma parceria, eu passei os contatos que tinha e pedi uma entrevista. Ela me foi solicita e atenciosa, enviando as respostas com detalhes e em curto prazo, o que é raro. O projeto é bem interessante e torço para que se concretize com o apoio de órgãos públicos são-joanenses. Afinal, já passou da hora de a Prefeitura investir em ideias culturais bacanas e assumir seu posto como agente fomentador cultural..."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Marcelo Alves&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg_L74NFx2O5mwifNVfbo5qgHR_vAhqAWJKsgrPVPo6PANxuN8OhUt4oLdwhE1DDbdPzkJDD6rfbcBytBhmL8KoKx-AfrDezz-_X8kiCi01vMLKyc7eWaa8rOyQhck2XGa3Zdia7JzDT6nM/s72-c/otto_velho.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>FrutificaMinas chega a São João del-Rei</title><link>http://sjdralternativa.blogspot.com/2010/12/frutificaminas-chega-sao-joao-del-rei.html</link><category>Cidade</category><author>noreply@blogger.com (Marcel Alves)</author><pubDate>Mon, 6 Dec 2010 10:32:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6523451881062025348.post-1349591083685261936</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiarOqZFlJbiNbQ62ShrACihzagnal4GNLZxYK4v1HM0E6mKv2hZdhhZOmjy4-DGqmjWHlKvoLmU_67WfDMdlDN7-HeM3zOT7EurOC1A167SaMTUZe3111RoKREkmbWTag3O4ri9IgSOO4_/s1600/DSC03653.JPG"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiarOqZFlJbiNbQ62ShrACihzagnal4GNLZxYK4v1HM0E6mKv2hZdhhZOmjy4-DGqmjWHlKvoLmU_67WfDMdlDN7-HeM3zOT7EurOC1A167SaMTUZe3111RoKREkmbWTag3O4ri9IgSOO4_/s320/DSC03653.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5547547411602997426" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;São João del-Rei é uma das cinco cidades mineiras pioneiras na implantação do Circuito FruticaMinas, organizado pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) e pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa). O objetivo do programa é aumentar a produção e melhorar a qualidade das frutas produzidas em Minas Gerais. Mais de 100 pessoas participaram do encontro para divulgação do Circuito nesta região, dia 24, no anfiteatro do campus Dom Bosco da UFSJ.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O evento passou pelas cinco maiores regiões produtoras de frutas em Minas: Brumadinho, Janaúba, Uberlândia, Caxambu e, fechando, em São João del-Rei. O Circuito deverá ser ampliado em 2011, contendo 10 etapas, incluindo, novamente, esta cidade.&lt;br /&gt;O coordenador técnico de Fruticultura da Emater-MG, Dany Sanábio,  contou que  o FrutificaMinas surgiu da intenção de fortalecer a produção de frutas no Estado. “Percebemos que a fruticultura tem possibilidade de se desenvolver muito em Minas por causa de fatores como clima, solo, abastecimento de água”, observou Sanábio.&lt;br /&gt;Porém, Minas é altamente dependente de outras regiões para seu abastecimento de frutas. Apenas 35% do que é comercializado no Ceasa-MG vem dos municípios mineiros. “Gostaríamos de reverter esse número, ou pelo menos equilibrar. Há um potencial muito grande para o desenvolvimento”, disse o coordenador de Fruticultura da Emater.&lt;br /&gt;O programa é generalizado: incentiva a plantação de qualquer tipo de fruta. Minas é auto-suficiente em banana e o maior Estado produtor de abacaxi. “Ao passo que somos altamente dependentes da importação de laranjas”, comentou Deny.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Etapa São João del-Rei&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Segundo Dany Sanábio, São João del-Rei foi escolhida como uma das etapas do Circuito por seu uma cidade polo que já tem uma fruticultura desenvolvida. Os produtores tiveram a oportunidade de trocar experiências, esclarecer dúvidas, se informarem sobre as mudanças no mercado e as novidades de pesquisas e de novas tecnologias.&lt;br /&gt;Com o apoio da Secretaria Municipal de Agropecuária e Abastecimento, o FrutificaMinas Etapa São João ressaltou a importância de variar a produção rural. “A região é muito focada na produção de leite, mas o produtor tem que diversificar seu plano de trabalho e propriedade”, orientou o secretário Marcus Fróis.&lt;br /&gt;De acordo com ele, a fruta não é muito visada na cidade. “Os produtores não têm muito conhecimento. A cidade é muito fraca em produção de fruta”, comentou. E acrescentou: “A fruta é muito consumida na merenda escolar são-joanense. O fruticultor vai poder ter a fruta em casa e, ainda, vender à Prefeitura”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Agricultura familiar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O secretário de Agropecuária afirmou, ainda, que o evento é direcionado especialmente aos pequenos produtores. É muito importante, disse, que as propriedades de médio e pequeno porte se voltem para o plantio de frutas, que “não precisam de muito espaço para se ter uma boa produção. O mercado de comercialização é amplo e oferece muitas alternativas”, contou.&lt;br /&gt;O presidente da Associação de Produtores Rurais e Agricultura Familiar das Colônias (Aprafac), Adriano Ribeiro Almeida, relatou que os produtores encontram dificuldade para comprarem mudas de qualidade ou para terem informações a respeito do clima e do comércio do produto. “Este evento é importante porque traz novas informações e faz com que as pessoas abram a mente para essa nova área”, elogiou o produtor rural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ampliação em 2011&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;É o primeiro ano que o FrutificaMinas acontece. O investimento por parte do Estado foi pequeno. Mas, segundo o coordenador técnico de Fruticultura da Emater, será disponibilizado um aporte maior de recursos para a realização do Circuito em 2011. “Esse ano fizemos o evento com esforço. Ano que vem, pretendemos conseguir mais patrocinadores, apoio de empresas para não sobrecarregar as Prefeituras”, adiantou Dany Sanábio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Marcelo Alves&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiarOqZFlJbiNbQ62ShrACihzagnal4GNLZxYK4v1HM0E6mKv2hZdhhZOmjy4-DGqmjWHlKvoLmU_67WfDMdlDN7-HeM3zOT7EurOC1A167SaMTUZe3111RoKREkmbWTag3O4ri9IgSOO4_/s72-c/DSC03653.JPG" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Rio</title><link>http://sjdralternativa.blogspot.com/2010/11/rio.html</link><category>Cidade</category><author>noreply@blogger.com (Marcel Alves)</author><pubDate>Tue, 30 Nov 2010 11:07:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6523451881062025348.post-6828945216529853549</guid><description>Reproduzo aqui dois textos do Viva Favela 2.0 a respeito das operações policiais no RJ:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Rio de Janeiro: moradores de favela ou asfalto acuados pelo medo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;por Doncdd - 25/11/2010&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Cidade de Deus | RJ&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;Como morador da comunidade da Cidade de Deus, tenho acompanhado todos os noticiários no que diz respeito aos acontecimentos de violência do crime organizado em resposta às políticas de segurança pública do nosso atual governador. Preciso muito saber de tudo, pois sou cidadão de bem e acredito que quem esta no "MEIO" desse fogo cruzado são pessoas como eu e que estão dentro das favelas e que não têm muita parcela de culpa por essa situação ou quem sabe nenhuma. O Rio de Janeiro é uma cidade com muitos contrastes sociais e desigualdades. Essas coisas geram o que estamos vivendo; isso é FATO em qualquer parte do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ensino falido, saúde falida, segurança falida, estado FALIDO... Verdadeiro clima de guerra civil... O Rio de Janeiro hoje parece um BARRIL DE PÓLVORA. Creio que isso que esta acontecendo é só a PONTINHA do ICEBERG. Não estou querendo dizer que estou APAVORADO... Mas, tampar o sol com a peneira não é possível; Creio que "OS MAIORES FINANCIADORES E COLABORADORES" para essa situação (não estou dizendo que sou eu ou você) ainda não se deram conta do "MONSTRO" que criaram com toda essa desigualdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro fato é que estava vendo um telejornal e estava ouvindo a opinião de ANTROPÓLOGOS e SOCIÓLOGOS sobre a "REAÇÃO" violenta do crime, quando percebi que eles FOCARAM apenas o FATO dos CARROS e ÔNIBUS estarem sendo INCENDIADOS, ou seja, os ATOS TERRORISTAS, apenas isso; Todos só falaram dos CARROS... Aí eu pergunto: e as VIDAS? Não são importantes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito se fala em UPP, UPA e etc... Mas eu encaro isso tudo como um verdadeiro "CARNAVAL POLÍTICO". Eu sou uma pessoa muito ROMÂNTICA, amo as coisas quando são feitas de "CORAÇÃO" e com "CARINHO" e com "AMOR ao PRÓXIMO" de VERDADE e sem interesses, seja lá qual for. Muita gente elogia essa política de segurança de UPP nas comunidades. Faltava policiamento? SIM, faltava, como falta na Zona Sul e na Zona Norte. Mas, NA REAL! Eu acho que isso é "ENXUGAR GELO". O problema não está dentro das comunidades. Ele está nas ESTRADAS QUE CORTAM O PAIS, NOS AEROPORTOS E NOS PORTOS... Tem que criar policiamento de verdade para esses locais também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já escutei dizer que o ROMANTISMO está fora de moda. Eu acho que é por isso que existem políticos, e que alguns deles vivem e se mantém na política pelas NECESSIDADES dos menos favorecidos. Isso me deixa meio pra baixo e com um sentimento de IMPOTÊNCIA em poder fazer pouco para que elas possam enxergar isso. NEGAR ENSINO DE  QUALIDADE e SAÚDE DE QUALIDADE, acredito que sirva para manter essa situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dia 23/11, estava lendo num jornal que o governador e o secretário de segurança SUSPENDERAM e CANCELARAM as FOLGAS dos policias e ainda sem certeza pretendem convocar os que estão de férias para trabalhar. E mais: além disso, remanejar os que trabalham em repartições públicas para as ruas, isso devido aos atuais acontecimentos. De IMEDIATO, isso passou despercebido quando li a notícia, mas quando fiquei sabendo de um caso de ABUSO DE AUTORIDADE (LEI Nº 4.898, DE 9 DE DEZEMBRO DE 1965), ou melhor, AGRESSÃO FÍSICA (tapas na cara de um jovem que portava maconha e ainda fez o mesmo comer a "DROGA"...??? -Estranho, droga não pode ser ingerida). Aqui na CDD por Agentes da Policia Militar pertencentes a UPP local é que CAIU A FICHA sobre essa atitude DESESPERADA do governador e do secretario de segurança e as "CONSEQUENCIAS" que isso vai trazer para os moradores de FAVELAS. Digo mais: os jovens que geralmente são os mais vulneráveis e mais visados para esse tipo de atitude, eu acredito que teremos "POLICIAIS MUITO MAIS TRUCULENTOS" por ai devido a isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu que sou um "Cidadão de Bem" sinceramente estou muito preocupado com isso e com a minha "INTEGRIDADE FÍSICA" e dos moradores da minha comunidade e de todas do Rio de Janeiro. Se essa decisão for para o mês de dezembro todo creio que a ESTATISTÍCA DE ABUSOS DE AUTORIDADE (estou falando "POR BAIXO") vão aumentar e muito. E tem mais: fico imaginando esses "AGENTES ARMADOS" com poucas HORAS DE REPOUSO em OPERAÇÕES NAS COMUNIDADES E NAS RUAS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, enquanto o governo tenta organizar o caos para que até 2014 e 2016 a cidade esteja em plena ordem, vamos seguindo sendo reféns do medo e da insegurança sendo no ASFALTO ou na FAVELA. Creio que não temos mais pra onde correr.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;________________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Heróis e bandidos: a narrativa midiática sobre a repressão ao crime organizado&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;                       &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;por franrodrigues - 29/11/2010&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;GOIÂNIA | GO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Se no dia a dia, a cobertura jornalística das periferias já se resume à violência e criminalidade, o que esperar dos jornais mediante o drástico enfrentamento entre polícia e crime organizado que o Rio de Janeiro vivenciou na 2ª quinzena de novembro? Uma terceira edição de ‘Tropa de Elite’, dizem os que viram nas telas do cinema uma versão fictícia da realidade que agora salta dos televisores e páginas da imprensa do mundo todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O complexo de favelas do Morro do Alemão, principal reduto dos traficantes no Rio de Janeiro, sempre aparecia na mídia em função de atividades difusas da polícia e do tráfico de drogas.  No recente episódio da ocupação policial, essas favelas se tornaram, agora de forma concentrada, palco de um espetáculo sangrento que nada fica devendo para as coberturas de guerra. Em coletes à prova de balas, repórteres falavam sobre armamentos e táticas de ataque; entrevistaram comandantes da polícia e do Exército; mostraram o desespero de quem vive em meio ao que se chamou de Guerra Civil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No sofá de casa, o espectador recebeu um circo de horrores, que envolveu o exibicionismo bélico de ambos os lados. Tiroteios, incêndios, bombas, gritos, medo e a constante atualização do número de mortos e feridos. Cada passo da polícia foi narrado, ganhando contornos de heroísmo: apreensões de drogas e armas, revistas, prisões, carros blindados e anfíbios, helicópteros e, claro, o apoio da população. As imagens e textos da cobertura midiática foram enfáticos em demonstrar a capacidade do Estado em suplantar a violência no morro e a eficiência das operações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em que pesem as desigualdades sociais que tanto contribuem para esse quadro, é indiscutível que os traficantes devem ser presos e responsabilizados por seus crimes – com a ressalva de que sejam sempre respeitados os Direitos Humanos. É também inegável que pacificar as comunidades e torná-las livres do tráfico sejam medidas essenciais e que o trabalho da polícia é garantir a segurança da sociedade, tendo, para isso, que enfrentar poderes paralelos que se valem da violência. Até concordo que haja aí o mérito dos profissionais que se arriscam em nome da paz e da tranquilidade de outrem. O que, contudo, ficou ofuscado em meio a tantos holofotes foi o porquê desse controle ter demorado tanto, ao ponto de um enfrentamento tão violento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pergunta que fica nesse caso não é sobre o paradeiro dos bandidos, mas acerca de seus rivais e arque-inimigos, valendo-me da linguagem dos quadrinhos, que muito se assemelha ao discurso da mídia nessa situação. Afinal, onde estava a polícia enquanto esses poderes eram construídos? Onde estavam os heróis que não impediram a consolidação desse exército do tráfico, dos impérios dos traficantes nas favelas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inserir essas perguntas à cobertura midiática implica em desconstruir a dualidade herói-bandido, tão importante na cultura do espetáculo, e considerar a responsabilidade da própria Polícia, pela corrupção e pela omissão, na existência desse cenário de guerra. As pessoas que comemoram as mortes e os tanques de guerra na favela; que julgam a letacidade das ações policiais como critério de eficiência das Políticas de Segurança Pública e que enaltecem os resultados desse enfrentamento precisam ter em mente um quadro mais complexo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não podemos esquecer que a polícia, não em sua totalidade, vendeu a preços altos seu silêncio e condescendência com o crime e participou nos lucros das atividades criminosas. A polícia que criminaliza a pobreza e contra ela exerce uma força abusiva não pode ser considerada heróica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;http://www.vivafavela.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Marcelo Alves&lt;/div&gt;</description><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Festa de Congado: Inculturação e resistência</title><link>http://sjdralternativa.blogspot.com/2010/11/festa-de-congado-inculturacao-e.html</link><category>Cultura</category><category>Religião</category><author>noreply@blogger.com (Marcel Alves)</author><pubDate>Fri, 19 Nov 2010 15:36:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6523451881062025348.post-130789557811258816</guid><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj6Ck1w-8uL2EcCf1EFY8vLjhRjzM28m_fByAMZh64cUfIHHqvQ_D7JXbVCrsCnUDAnSygnq9iunv3p9xMvLn7_AGbJfE9njvq1iEJ9Mp-WM9pCK2Y4QO4eTlTcxZ50Pv_trh8JOm9jwWMd/s1600/Photo7.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 214px; height: 320px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj6Ck1w-8uL2EcCf1EFY8vLjhRjzM28m_fByAMZh64cUfIHHqvQ_D7JXbVCrsCnUDAnSygnq9iunv3p9xMvLn7_AGbJfE9njvq1iEJ9Mp-WM9pCK2Y4QO4eTlTcxZ50Pv_trh8JOm9jwWMd/s320/Photo7.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5541319143357347938" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Os tambores tocam ao longe. Em meio às homenagens a Nossa Senhora do Rosário, grupos afro-descendentes cantam a memória de seus antepassados, curam suas dores e pedem proteção. O batuque afasta a chuva, que teimava em querem chegar, e o sol abre espaço entre as nuvens, secando as gotas d’água que caíram minutos antes. As pessoas começam a dançar e, às 13 horas, as bandas de Congado já encheram as ruas tortuosas e inclinadas de Resende Costa. As senhoras debruçam-se nas janelas, donas-de-casa interromperam o serviço e crianças perguntam, maravilhadas, o significado de tanta música e dança.&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os 26 grupos carregam seus estandartes, batuques, bumbos, violas, sanfonas e demais instrumentos. Integrantes pulam e dançavam freneticamente. Misturados em uma mesma banda, figuram crianças, jovens, adultos e idosos com mais de 70 anos. A Festa abençoa a pluralidade de pensamentos, raças, idades e cultos. Juntam-se mais turistas, congadeiros e curiosos à comemoração, alguns se escondem da luz ardida do sol, outros acompanham os desfiles. Visto de cima, o&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgp-05Sv_5Xqi2-idNmVvC-gxWZCnoViw-qwSE1MPT62PcKY3FUzZfJEIe_dTbHGoH7xnSa4RrfiV6_jWGCP-HffL-IHinUszGMKBQr6-5P-TKs4wEEIYWe0pGcK0RtqE43fZnB-gffwQpf/s1600/Photo3+%25282%2529.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 320px; height: 213px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgp-05Sv_5Xqi2-idNmVvC-gxWZCnoViw-qwSE1MPT62PcKY3FUzZfJEIe_dTbHGoH7xnSa4RrfiV6_jWGCP-HffL-IHinUszGMKBQr6-5P-TKs4wEEIYWe0pGcK0RtqE43fZnB-gffwQpf/s320/Photo3+%25282%2529.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5541319117317692194" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; cenário tem as belas igrejas de Resende Costa, um céu que vai, lentamente, se livrando das nuvens e, na aglomeração, cores de uniformes vermelhos, brancos, azuis, verdes, roxos e amarelos.&lt;br /&gt;Os congadeiros vestem-se com asseio, cada grupo traja seu uniforme de festa, com chapéus, ornamentações, fitas e adereços. Algumas mulheres trajam vestidos longos, brancos e têm o cabelo preso, enquanto os mais velhos se apresentam com ternos e gravatas. Crianças erguem imagens de santos protetores, com muitas rosas e enfeites.&lt;br /&gt;O capitão do Grupo de Congado Catupé Cacu&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhpdwouUEM4DzcsLQ2el7dKo5ndaXDPHggl9JzWqLPG5-3FGRUGAm4W7Tot3jQToITri_4WRsiiSGxMKsfLZ-ZUNX2C6F1QIkJMsJ5RpqhdScg83n61CdgM6bk-e4eBV8q0SHDmftixlzX9/s1600/Photo5.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 320px; height: 214px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhpdwouUEM4DzcsLQ2el7dKo5ndaXDPHggl9JzWqLPG5-3FGRUGAm4W7Tot3jQToITri_4WRsiiSGxMKsfLZ-ZUNX2C6F1QIkJMsJ5RpqhdScg83n61CdgM6bk-e4eBV8q0SHDmftixlzX9/s320/Photo5.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5541316949905217058" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;nda, Francisco Valentim, de 86 anos, sobe o morro entoando cantigas de escravos, mitos de guerrilheiros africanos e aparições míticas de santos. Sua voz não enfraquece minuto algum, ele homenageia seus tataravôs e sua comunidade. “O Congado é uma dança de fé, vinda dos antepassados, deixada para mim pelos avôs dos meus avôs. A Congada, para mim, é uma religião e uma obrigação. Eu acredito muito em nossa tradição, em São Benedito e em Nossa Senhora do Rosário”, contou o capitão.&lt;br /&gt;Chama a atenção uma banda grande, com muitos instrumentos. Arma-se uma roda ao lado da Igreja de Nossa Senhora do Rosário, congadeiros e congadeiras, vestidos de preto e branco, tocam e dançam em movimentos circulares. O capitão, com um sorriso no rosto, abre um corredor ao meio, onde passam meninos e meninas fazendo com os pés uma coreografia e são muito aplaudidos.&lt;br /&gt;Um senhor faz movimentos em zigue-e-zague, tocando um bumbo do outro lado da igreja. Ele puxa uma banda, toda vestida com ternos brancos, quepes de marinheiro e fitas coloridas. &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgRCJ1MVpJ4nwP8ym8urYqOlKL4Remss1gND-MKZU2z8C_3J7Qt8ht9FzLvFIpX2XcDi50vRQBkW4J6tXcOFfTE4AFtnQ6Y41RioM_QQq8G3su4btX55ga6ePnKV-NnuzdKF6nTiF7V20eX/s1600/Photo2+%25282%2529.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 214px; height: 320px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgRCJ1MVpJ4nwP8ym8urYqOlKL4Remss1gND-MKZU2z8C_3J7Qt8ht9FzLvFIpX2XcDi50vRQBkW4J6tXcOFfTE4AFtnQ6Y41RioM_QQq8G3su4btX55ga6ePnKV-NnuzdKF6nTiF7V20eX/s320/Photo2+%25282%2529.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5541319097965256018" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Segundo o capitão do Grupo de Congado Marujo Marinheiro Sereia do Mar, Carlos Evandro do Nascimento, “a música representa as tradições africanas de raiz. São de cativeiro, época da escravidão. Isso mexe com o nosso sentimento. Dessa forma resgatamos aqueles elementos que estavam ficando para trás. Marujo é usado porque os escravos vinham para o Brasil dentro de navios negreiros, usamos roupas em sua homenagem”.&lt;br /&gt;Maria Aparecida, de 75 anos, admira da janela de sua casa os grupos passarem. “Vejo esse festa daqui há muito tempo. Há cada dia que passa, ela melhora. A irmandade do Rosário convida muitos ternos de outras cidades para dançar nesse dia. Sempre fico admirada porque gosto muito”. No interior de sua residência, ela mostra uma das congadeiras mais tradicionais de Resende Costa, Duca. Ela tem 104 anos e já não acompanha mais a festa por problemas de saúde. Mas Aparecida conta que, alguns anos atrás, Duca ficava na porta da casa dançando ao som dos tambores e era cumprimentada por todos os capitães.&lt;br /&gt;A Rainha Conga, Maria Cristina, de 77 anos, vai subindo a rua, atrás de uma Banda. Ela lembra que é Rainha há 45 anos e participa de vários grupos de Minas Gerais. “Fico muito feliz de encontrar essas pessoas tão maravilhosas e fazer tantas amizades. Há cada ano, é mais alegria. É uma festa da época dos escravos. Como Rainha Conga, eu me considero escrava”.&lt;br /&gt;À tarde, o tempo quente não espanta as Bandas. Elas já se espalharam pela a cidade. De todos os cantos se ouvem tambores, o trânsito foi interrompido e os grupos passam, um atrás do outro, saudando os cidadãos e convidando-os a se juntarem. As bandeiras são beijadas por algumas pessoas. Resende Costa saúda os congadeiros, guardiões de uma tradição tão antiga quanto a chegada dos africanos no Brasil, defensores e patronos da cultura brasileira;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Box: Religião&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A imagem de Nossa Senhora do Rosário representa a proteção. Quando os negros chegaram ao Brasil, eles se apegaram à devoção para ajudar a passar as tormentas da escravidão. “Mantemos essa homenagem a ela até hoje”, afirma o vice-presidente Antonio Carl&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhEac2t2i2Fv58CTm3OrPiqEMh-9ZHokrg7bJNWabeZsfaI1DymbQcNDHS5PNvThImJiNopr2abE1CE7M2fwTofWEA1wBRaHXNJibC9qpexWk1LRWQxas8gDiba5zoOCCGnjFDxp6sQITWR/s1600/Photo4+%25282%2529.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 320px; height: 214px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhEac2t2i2Fv58CTm3OrPiqEMh-9ZHokrg7bJNWabeZsfaI1DymbQcNDHS5PNvThImJiNopr2abE1CE7M2fwTofWEA1wBRaHXNJibC9qpexWk1LRWQxas8gDiba5zoOCCGnjFDxp6sQITWR/s320/Photo4+%25282%2529.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5541316941370557890" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;os da Silva da Banda de Congado de Marujo de Nossa Senhora do Rosário e Santa Ifigênia, de Congonhas.&lt;br /&gt;Para o capitão da Banda de Marujo, Carlos Evandro, Nossa Senhora do Rosário representa tudo, é um laço de fé e humildade. “Quando saímos para festejar sua santidade, dá vontade de chorar, ficamos muito emocionados, porque sabemos que ela está alegre por estarmos reunidos em seu nome”, disse.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Box: Organização&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Para manter a tradição vida, muitos grupos enfrentam dificuldades relativas ao financiamento e desconstrução de suas comunidades. Alguns vão perdendo componentes porque os jovens se interessam menos pela tradição. No entanto, criar associações foi um modo que os capitães encontraram para receber repasses, comprar instrumentos, roupas e pagar o transporte das bandas. Antônio Carlos relata que os integrantes fazem os tambores e pega&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgYUX-ZxS7PWXMSsQRZWQfY0KoPmQ0-4jYpLz7gzSAYNEIMUA3BseUVI3D3LOru63-Fkdd2kaQhufotqXYiLHo1sYXpmpyTHufqhVnBBjWJQybLjglGPBF1QLFRzBTgKJ-6i3JLB7Paxl58/s1600/Photo3.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 213px; height: 320px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgYUX-ZxS7PWXMSsQRZWQfY0KoPmQ0-4jYpLz7gzSAYNEIMUA3BseUVI3D3LOru63-Fkdd2kaQhufotqXYiLHo1sYXpmpyTHufqhVnBBjWJQybLjglGPBF1QLFRzBTgKJ-6i3JLB7Paxl58/s320/Photo3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5541316923528958658" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;m donativos. Depois de registrar o grupo, passaram a receber subvenção municipal e estadual. “Agora, estamos lutando para obter a federal para podermos nos organizar melhor e divulgar nossas tradições. Nós temos oficinas de Congado, ensinamos afazer instrumentos, estandartes, roupas”, afirmou.&lt;br /&gt;O capitão do Grupo de Congada Santa Ifigênia, Willian Fernandes da Silva, diz que anda por Minas Gerais inteira e outros Estados levando sua cultura. “A maior dificuldade é de transporte, mas não é muito frequente. A Prefeitura nos dá apoio para nos deslocarmos e renovarmos nossas vestimentas”, informou.&lt;br /&gt;Contudo, essa forma de financiamento ainda é exceção. Francisco Valentim enfatiza que, em Arapari, o poder publico pouco faz para dar suporte aos grupos de cultura afro-descendente. “Preferem repassar verba para o futebol”. Ele conta que sua banda pagou a viagem de 700 km para Resende Costa. “Eu não acredito muito em Prefeitura. Nós mantemos pela força e garra de nosso povo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiliGsgx6mVZEChyphenhyphen70BVmXIixXGadCq_Bho9Pysdt1P9v-HJKtxfpMH_QGC7daggFfEOUq-bQpIaVf-mHbKcWJMirKTEPRf9hKyDM5F0186_VlHXbVUJAlgxiMlAoWDe0L9x5w8jDVQvZr-/s1600/Photo4+%25282%2529.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 320px; height: 213px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiliGsgx6mVZEChyphenhyphen70BVmXIixXGadCq_Bho9Pysdt1P9v-HJKtxfpMH_QGC7daggFfEOUq-bQpIaVf-mHbKcWJMirKTEPRf9hKyDM5F0186_VlHXbVUJAlgxiMlAoWDe0L9x5w8jDVQvZr-/s320/Photo4+%25282%2529.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5541319123707174546" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjS3sWaC6vOw1Tmbvaybm8VB7YqDmQm3dTGGfgxdZko7vvs1fXcTLM-cTXWmvBOb-YnK-frOPaDKvNs66ZhLuexblWeB5Zrd7_xTuiM_dXlKkC20gmuQ04hSStmsJtWb8BYfkvAeTy0chi3/s1600/Photo2.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 320px; height: 213px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjS3sWaC6vOw1Tmbvaybm8VB7YqDmQm3dTGGfgxdZko7vvs1fXcTLM-cTXWmvBOb-YnK-frOPaDKvNs66ZhLuexblWeB5Zrd7_xTuiM_dXlKkC20gmuQ04hSStmsJtWb8BYfkvAeTy0chi3/s320/Photo2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5541319105768353538" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Marcelo Alves&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj6Ck1w-8uL2EcCf1EFY8vLjhRjzM28m_fByAMZh64cUfIHHqvQ_D7JXbVCrsCnUDAnSygnq9iunv3p9xMvLn7_AGbJfE9njvq1iEJ9Mp-WM9pCK2Y4QO4eTlTcxZ50Pv_trh8JOm9jwWMd/s72-c/Photo7.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>"O novo prédio da Câmara é um desperdício de dinheiro", diz Sívila Fernanda</title><link>http://sjdralternativa.blogspot.com/2010/11/o-novo-predio-da-camara-e-um.html</link><category>Política</category><author>noreply@blogger.com (Marcel Alves)</author><pubDate>Fri, 19 Nov 2010 15:24:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6523451881062025348.post-7487888191146089620</guid><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhiIHuszAfP6NGnxH9QHMtP_Bnx5TfuSgdhspirf6t3c8dxF0z2tlVOXrG_DoSIhKdgKPg9-HB9dTV2W6L4NGzN0-D68Xt0tBiFO3DZcYrx_8FDtynUuBVfxMZtX128v0vLxOBcoRbdsRgF/s1600/Obras+da+nova+C%25C3%25A2mara+%252813%2529.JPG"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhiIHuszAfP6NGnxH9QHMtP_Bnx5TfuSgdhspirf6t3c8dxF0z2tlVOXrG_DoSIhKdgKPg9-HB9dTV2W6L4NGzN0-D68Xt0tBiFO3DZcYrx_8FDtynUuBVfxMZtX128v0vLxOBcoRbdsRgF/s320/Obras+da+nova+C%25C3%25A2mara+%252813%2529.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5541314648377665650" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Após perder processo judicial por críticas feitas, em uma emissora de rádio local, à obra do novo prédio da Câmara de Vereadores, a vereadora Sílvia Fernanda de Almeida (PMDB) voltou a falar sobre o assunto. Ela reiterou suas reclamações acerca da localização do plenário, que é subterrâneo, sem janelas para ventilação e iluminação naturais. As arquitetas responsáveis pela planta, Aline Reis Botelho e Cinthia Lobão Rezende Fem, alegam que ficaram meses elaborando e retocando o projeto para que não houvesse falhas e que não são responsáveis por sua execução.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo Aline Botelho e Cinthia Lobão, em 2007, elas venceram um concurso para a contratação de arquitetos para elaborar a planta do prédio. As duas receberam um programa, aprovado pelos vereadores da época, contendo exigências sobre como seria a nova Câmara e informações acerca do terreno. Contudo, o projeto inicial teve de ser alterado por duas vezes. “A primeira, por exigências do Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico. A segunda, já durante a execução da obra, por erros de topografia. As medidas que nos passaram estavam incorretas e tivemos que reduzir o projeto. Por isso, a Câmara perdeu um espaço bem considerável. Fizemos o melhor, dentro da área que tínhamos”, contou Aline Botelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Espaço&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A vereadora Sílvia Fernanda de Almeida (PMDB) criticou o novo prédio, chamando-o, jocosamente de “bat-caverna”. “O prédio da nova Câmara, no meu entender, como contribuinte que paga seus impostos, é um desperdício de dinheiro. A Câmara Municipal é a casa do povo, mas o espaço para o plenário ficou completamente comprometido, porque se comprou uma área que já tem uma casa histórica e que não pode ser alterada. No terreno de trás, onde está sendo feita a obra, tem uma mina de água muito vigorosa e, no meio do espaço, foram construídos o fosso do elevador e a escadaria. Quer dizer, todo o espaço atrás da casa, que deveria ter sido aproveitado para se fazer um plenário decente, está desperdiçado”, criticou Sílvia Fernanda.&lt;br /&gt;As arquitetas argumentaram que o projeto inicial tinha espaço suficiente para os 17 vereadores e um público de 250 pessoas. “Quando a construção começou, porém, nos chamaram às pressas porque os dados que nos passaram estavam errados. O terreno era menor e tinham achado muita água no terreno”, contou Aline Botelho. Elas afirmaram que, mesmo não sendo mais responsabilidade delas, alteraram a planta de acordo com as medidas reais. “Seguimos as informações que nos passaram”, disse Cinthia Botelho.&lt;br /&gt;Com isso, a plenária teve de ser reduzida, passou de 250 para 100 assentos. “Já não era mais nossa responsabilidade, mas largamos nossos compromissos pessoais para fazer as alterações. Isso sem ganhar nada a mais e com a obra em andamento”, afirmou Aline Botelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“Bat-caverna”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O local da reunião é subterrâneo, sem janelas para ventilação e iluminação naturais. O plenário também está sobre uma mina de água. “Chamamos, de uma maneira jocosa, o plenário de ‘bat-caverna’. A ven&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEifilZdjhxUyDfJuQVKSjm8xiaQKUSXyFIK5v9uXPaSrj7NkRv_N0sF5z-zkRIN_zsLIYZFYUev0rPmhYwF6YtCRNvxkWensdhaZ04Hav5ghG16aBKPuUjmwr13tSLtMgOuq_80tcmYVRKs/s1600/Obras+da+nova+C%25C3%25A2mara+%25283%2529.JPG"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEifilZdjhxUyDfJuQVKSjm8xiaQKUSXyFIK5v9uXPaSrj7NkRv_N0sF5z-zkRIN_zsLIYZFYUev0rPmhYwF6YtCRNvxkWensdhaZ04Hav5ghG16aBKPuUjmwr13tSLtMgOuq_80tcmYVRKs/s320/Obras+da+nova+C%25C3%25A2mara+%25283%2529.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5541314640820072498" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;tilação e a iluminação têm que ser artificiais, o que aumenta o custo operacional da Câmara por causa da energia elétrica. Além disso, foi necessário construir uma parede de 20 centímetros, depois do muro de arrimo, por causa da umidade”, observou a vereadora.&lt;br /&gt;Sua colega, Vera Lúcia Gomes de Almeida (PT), também reclamou das instalações da obra e da distância em relação ao Centro da cidade. “Particularmente, achei muito escuro, frio e úmido, cheio de infiltrações. O local é longe do Centro, tenho dúvidas se o povo vai se deslocar até lá para assistir às reuniões”, contestou Vera do Polivalente, que, também, foi processada, em dezembro de 2008, por fazer declarações públicas contra a obra numa emissora de rádio local.&lt;br /&gt;Aline Botelho e Cinthia Lobão afirmaram que o terreno ser úmido não inviabiliza a construção. “O problema com a água não impede a execução. Teria que ser gasto mais dinheiro, mas dá pra fazer”, disse Aline. Além disso, a opção por uma plenária subterrânea foi tomada para preservar o edifício histórico que há na área. “Uma das tendências para fazer obras perto de residências antigas é fazer o uso do subsolo. O projeto foi elogiado por isso, não há problema algum”, comentou Cinthia.&lt;br /&gt;Para elas, isso não torna o espaço úmido, escuro e frio. “Hoje, quantos cinemas são abertos? O ideal seriam iluminação e ventilação mecânica. Deixamos, também, aberturas no teto por economia de luz”, detalhou Aline.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O processo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;As arquitetas lembraram que o prédio foi criticado publicamente pelas vereadoras, Vera Lúcia e Sílvia Fernanda, sem que as edis soubessem do processo de concurso e de elaboração da planta. “Ficamos chateadas, porque é um projeto bacana e de qualidade. Largamos nossos trabalhos durante meses para fazê-lo e nos sentimos lesadas ao ouvir certas coisas sendo ditas na radio”, disse Aline Botelho. Elas reforçaram que não acompanharam a obra, nem foram consultadas por nenhum vereador do atual mandato sobre sua execução. “Não nos perguntaram nada. Não é nossa responsabilidade se houver alterações”.&lt;br /&gt;Vera Lúcia afirmou que, à época, deu uma entrevista falando que não gostou da obra. “Mas criticamos o edifício, não as arquitetas. Elas se sentiram prejudicadas e eu e a Sílvia tivemos que arcar com danos morais”, contou a vereadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;"Matéria que, particularmente, achei bem difícil. Estava apurando algo que ja havia dado processo judicial por danos morais, então tive que ser bem cauteloso no trato com as fontes e com as versões. Tive a ideia de fazer intercalações no texto, de acordo com o tópico de cada fala. E demonstar logo no lead, as contradições e conflitos que o caso envolve. Se alguém está erradom creio que é a Câmara passada, que realizou um concurso com informações incorretas e ainda comprou um terreno que dizem ser superfaturado e sem espaço necessário para a obra."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Marcelo Alves&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhiIHuszAfP6NGnxH9QHMtP_Bnx5TfuSgdhspirf6t3c8dxF0z2tlVOXrG_DoSIhKdgKPg9-HB9dTV2W6L4NGzN0-D68Xt0tBiFO3DZcYrx_8FDtynUuBVfxMZtX128v0vLxOBcoRbdsRgF/s72-c/Obras+da+nova+C%25C3%25A2mara+%252813%2529.JPG" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>AKC vence a 5ª Etapa da Copa Brasil de Karatê</title><link>http://sjdralternativa.blogspot.com/2010/11/akc-vence-5-etapa-da-copa-brasil-de.html</link><category>Esporte</category><author>noreply@blogger.com (Marcel Alves)</author><pubDate>Fri, 19 Nov 2010 15:12:00 -0200</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6523451881062025348.post-4187162469338798622</guid><description>A Associação&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjt0u-sahhQIVT5zhP5E5CD8gkXrr7Kz0euXXXsDU7127dORtYT0pXp-sJ3oDG-neSJ3b9idEKUxkUeivEIgMKKg0QxaYWoCIoatvWbwdFxgIgFYcXTF2AXeuMsE5tlLw4a7My_QEBKFFiS/s1600/_MG_6991_11-17-2009.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 320px; height: 214px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjt0u-sahhQIVT5zhP5E5CD8gkXrr7Kz0euXXXsDU7127dORtYT0pXp-sJ3oDG-neSJ3b9idEKUxkUeivEIgMKKg0QxaYWoCIoatvWbwdFxgIgFYcXTF2AXeuMsE5tlLw4a7My_QEBKFFiS/s320/_MG_6991_11-17-2009.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5541312151965893506" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Karatê Clube (AKC) de São João del-Rei e Tiradentes foi a primeira colocada na classificação geral da 5ª etapa da Copa Brasil de Karatê ao conquistar 348 pontos, 20 medalhas de ouro, 15 de prata e sete de bronze.  A Academia Yamato, de Nepomuceno, ficou em segundo lugar com 164 pontos e a Duplo Impacto, da cidade de Salvador (BA), em terceiro, com 94.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Copa, que aconteceu nos dias 13 e 14 deste mês no Ginásio Poliesportivo Municipal de Tiradentes, no Parque das Abelhas, contou com a participação de cerca de 200 atletas. Eram esperados participantes da Bahia, São Paulo, Rio Grande do Norte e do Distrito Federal. O presidente da Liga N&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi6h5bsBRbj9GJUKeNDuAYpOoOYRQPZ1q5eSd90Yu5xUB4dW2-bAyTd64h-u3Luhexg3MjRFTHbLSQs1E896lHFfFQ4Th9e08Hz_noFWwklakTt4m0ThWBbUdaicTFNlMlOVLD93ScKJYbK/s1600/_MG_6997_11-17-2009.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 320px; height: 214px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi6h5bsBRbj9GJUKeNDuAYpOoOYRQPZ1q5eSd90Yu5xUB4dW2-bAyTd64h-u3Luhexg3MjRFTHbLSQs1E896lHFfFQ4Th9e08Hz_noFWwklakTt4m0ThWBbUdaicTFNlMlOVLD93ScKJYbK/s320/_MG_6997_11-17-2009.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5541312129730040514" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;acional de Karatê (LNK), José Carlos dos Santos Oliveira, que veio de Tocantis para acompanhar o torneio, afirmou que apenas a delegação da Bahia compareceu. “Estava certo o Rio Grande do Norte, São Paulo e Brasília, mas eles não puderam vir por falta de patrocínio”, contou o presidente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fortalecimento&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O diretor de arbitragem da LNK Gilson Tanaka, de Brasília (DF), disse que a importância do evento está em incentivar o crescimento do esporte na região. “Se nunca fizermos um torneio desse tamanho, ninguém vai dar valor. Eu conheço o belo trabalho que o professor Marcos Antônio desempenha nessa região, acho que tende a melhorar. O nível técnico está ótimo” elogiou Tanaka.&lt;br /&gt;Ele informou que escolheu fazer a etapa em Tiradentes “por ser uma cidade histórica perto de São João del-Rei, onde no&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEip8a8NlrGGrMKS9JPPiPUeIE5Nh9667FEqaKYpASelY0xTMs4Hq019NmUVOzJBovBp2cFSenCjViYxLHetQBqdQ0j2eBpWgo1MJ1n2iF-ZiUMVXcq8_UkW_pS7Br29c-9xZuW1n9Hx6RDK/s1600/_MG_7022_11-17-2009.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 320px; height: 214px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEip8a8NlrGGrMKS9JPPiPUeIE5Nh9667FEqaKYpASelY0xTMs4Hq019NmUVOzJBovBp2cFSenCjViYxLHetQBqdQ0j2eBpWgo1MJ1n2iF-ZiUMVXcq8_UkW_pS7Br29c-9xZuW1n9Hx6RDK/s320/_MG_7022_11-17-2009.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5541312116766283682" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;sso representante reside. A ideia é que todos os karatecas das cidades vizinhas estivessem aqui hoje. Mas por uma questão de feriado prolongado, deixou um pouco a desejar. É a primeira Copa aqui, o que contribui para fortalecer o esporte na região”, disse José Carlos.&lt;br /&gt;O organizador, mestre Ademir Silvestre, contou que sobre o convite, feito em Brasília, para esta região sediar a etapa mineira da Copa. “Aceitamos o desafio e saímos em busca de ajuda. Tivemos apoio total da Prefeitura de Tiradentes, que cedeu o Poliesportivo e os troféus. É muito gratificante realizar esse evento, tanto para nós quanto para nossos alunos, que têm a oportunidade de conhecer esportistas de outros Estados”, comentou Ademir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Troca de experiência&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O presidente da F&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh06N8X49Iy3iuZ5ZvHmrbGp9LwnKELw4Ojx28qYqXlVng8q0dZHp1BRW6mUNFX9PX4qLTL60zYPhR8DsJIyUfRADD_oDByrnb1oB0FMorzR4UyOAccajKZSpNtQyW4c0i5fNlNpTQX_d0k/s1600/_MG_7029_11-17-2009.jpg"&gt;&lt;img style="float: left; margin: 0pt 10px 10px 0pt; cursor: pointer; width: 320px; height: 214px;" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh06N8X49Iy3iuZ5ZvHmrbGp9LwnKELw4Ojx28qYqXlVng8q0dZHp1BRW6mUNFX9PX4qLTL60zYPhR8DsJIyUfRADD_oDByrnb1oB0FMorzR4UyOAccajKZSpNtQyW4c0i5fNlNpTQX_d0k/s320/_MG_7029_11-17-2009.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5541312106716634194" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;ederação Baiana de Karatê Yudansha, Silvano da Silva Alves, vindo de Irará (BA), contou que viajou mais de 1.550 quilômetros, cerca de 23 horas, para participar do torneio. Para isso, eles tiveram ajuda do prefeito de Irará e do goleiro Dida, nascido na cidade. “A Copa proporciona a união e integração entre as cidades e Estados. Além de disciplinar os atletas a ver como é a luta aqui dentro e na rua, onde querem apenas bater. Aqui eles têm a união. Quando acaba a luta, eles se abraçam. Ficamos muito alegres de conhecer Tiradentes. Nos deu mais vontade de participar do evento”, contou Silvano.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Marcelo Alves&lt;/div&gt;</description><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjt0u-sahhQIVT5zhP5E5CD8gkXrr7Kz0euXXXsDU7127dORtYT0pXp-sJ3oDG-neSJ3b9idEKUxkUeivEIgMKKg0QxaYWoCIoatvWbwdFxgIgFYcXTF2AXeuMsE5tlLw4a7My_QEBKFFiS/s72-c/_MG_6991_11-17-2009.jpg" width="72"/><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item></channel></rss>