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						<title>SEBRAE/SC - Oportunidades de Negócios</title>
						<link>http://www.sebrae-sc.com.br</link>
						<description>A fonte de informação para Micro e Pequenas Empresas</description>
						<language>pt-br</language>
			
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					<title>Empreendedor utiliza compostos orgânicos na construção civil</title>
					<description>&lt;i&gt;F&amp;#243;rmula &amp;#233; segredo; composto serve para produ&amp;#231;&amp;#227;o de tijolos, ladrilhos placas de isolamento t&amp;#233;rmico e brita&lt;/i&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Transformar o lixo org&amp;#226;nico em tijolos resistentes e ecol&amp;#243;gicos. Esse desafio despertou a curiosidade e o empenho do administrador de empresas, Luiz Fernando Badejo Carvalho. Com mestrado em tecnologia na &amp;#225;rea de processo de engenharia, ele come&amp;#231;ou a empreitada h&amp;#225; 15 anos.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;"Ningu&amp;#233;m imagina que possa ser poss&amp;#237;vel utilizar adubo org&amp;#226;nico como mat&amp;#233;ria-prima na confec&amp;#231;&amp;#227;o de tijolo", diz o pesquisador. Depois de muito estudo, ele chegou a um aditivo que permite a mistura do lixo, solo e cimento e resulta em tijolos resistentes e perfeitamente adequados para a constru&amp;#231;&amp;#227;o civil. A f&amp;#243;rmula &amp;#233; segredo, mas ele garante que o custo &amp;#233; baixo e todos os elementos da composi&amp;#231;&amp;#227;o s&amp;#227;o f&amp;#225;ceis de encontrar. 
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Para demonstrar o potencial da fabrica&amp;#231;&amp;#227;o dos tijolos org&amp;#226;nicos, Badejo diz que uma cidade como o Rio de Janeiro coleta, por dia, 8 mil toneladas de res&amp;#237;duos dom&amp;#233;sticos e 60% podem ser transformados em adubo. ¿Com a adequa&amp;#231;&amp;#227;o desse fertilizante e destinando-o &amp;#224; constru&amp;#231;&amp;#227;o civil, obt&amp;#233;m-se a cada dia 1,2 mil toneladas que, segundo c&amp;#225;lculos, s&amp;#227;o suficientes para compor 50% de toda a alvenaria necess&amp;#225;ria para a constru&amp;#231;&amp;#227;o de 50 mil casas ao final de um ano. Com isso, todo o lixo org&amp;#226;nico da cidade seria eliminado. Isto &amp;#233; sustentabilidade¿, defende. 
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Para refor&amp;#231;ar que essa transforma&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; plenamente comprov&amp;#225;vel, ele informa que prot&amp;#243;tipos foram analisados pelo Laborat&amp;#243;rio de Microbiologia da Companhia Municipal de Limpeza Urbana do Rio de Janeiro (Comlurb), que atestou a qualidade sanit&amp;#225;ria satisfat&amp;#243;ria, e pelo Laborat&amp;#243;rio de Concretos da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), onde foi comprovada a resist&amp;#234;ncia em conformidade com a Associa&amp;#231;&amp;#227;o Brasileira de Normas T&amp;#233;cnicas (ABNT). No entanto, ressalva que s&amp;#227;o precisos recursos financeiros para a produ&amp;#231;&amp;#227;o ganhar escala.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;"Com a isen&amp;#231;&amp;#227;o de tributos como ICMS, IPI e obten&amp;#231;&amp;#227;o de cr&amp;#233;dito de carbono, o pre&amp;#231;o final para o consumidor pode chegar a R$ 0,20. O valor equivale a 35% do pre&amp;#231;o do tijolo de cer&amp;#226;mica vermelha", refor&amp;#231;a. Baseado no mesmo princ&amp;#237;pio, Badejo desenvolveu outros produtos como ladrilhos, placas de isolamento t&amp;#233;rmico e brita.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;"A disposi&amp;#231;&amp;#227;o dos lixos em aterros aumentam o volume de emiss&amp;#227;o de metano, um dos gases que contribuem para o aquecimento global. Quanto ao uso do adubo org&amp;#226;nico, uma conveni&amp;#234;ncia &amp;#233; que sua utiliza&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; aprovada pela Na&amp;#231;&amp;#245;es Unidas para concess&amp;#227;o de cr&amp;#233;ditos de carbono. Al&amp;#233;m de ser ecol&amp;#243;gico, produtos feitos a partir do lixo podem empregar milhares de pessoas", defende.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Sebrae/RJ - (21) 2212-7971
&lt;br /&gt;Luiz Badejo - (21) 9962-1949
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DzJ9qt0F3BXg-UigbBC1h3TScg0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DzJ9qt0F3BXg-UigbBC1h3TScg0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DzJ9qt0F3BXg-UigbBC1h3TScg0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DzJ9qt0F3BXg-UigbBC1h3TScg0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
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					<author>web@sc.sebrae.com.br (SEBRAE-SC)</author>
					<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 08:39:43 GMT</pubDate>
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				<item>
					<title>Pé firme no acelerador</title>
					<description>O ano de 2009 foi tempo de p&amp;#233; no freio nos investimentos e muita cautela para empres&amp;#225;rios de quase todas as &amp;#225;reas. 
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;O segmento de franquias, no entanto, n&amp;#227;o parou de acelerar e agora comemora resultados acima da expectativa. Segundo a Associa&amp;#231;&amp;#227;o Brasileira de Franchisng (ABF), a estimativa para o setor, que era de avan&amp;#231;o de 13% este ano, foi superada. As associadas da institui&amp;#231;&amp;#227;o fechar&amp;#227;o o ano com crescimento ponderado de 14,5%, com o faturamento passando dos R$ 55 milh&amp;#245;es do ano passado para R$ 63 milh&amp;#245;es. O an&amp;#250;ncio foi feito na cerim&amp;#244;nia de abertura da 9&amp;#170; Conven&amp;#231;&amp;#227;o da ABF, na Ilha de Comandatuba, Bahia, pelo presidente da Associa&amp;#231;&amp;#227;o, Ricardo Bomeny. Para 2010, a estimativa &amp;#233; de nova acelera&amp;#231;&amp;#227;o at&amp;#233; os 15% de crescimento.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Diante dos mais de 500 participantes, entre franqueados, franqueadores e demais integrantes do sistema, Bomeny contou que, em 2009, a base de unidades franqueadas se expandiu 6%, passando de 72 mil para 76 mil unidades, com 80 marcas aderindo ao sistema. Al&amp;#233;m disso, o n&amp;#250;mero de interessados em adquirir uma franquia cresceu 25%, principalmente nos segmentos de acess&amp;#243;rios pessoais, cal&amp;#231;ados, est&amp;#233;tica, alimenta&amp;#231;&amp;#227;o, sa&amp;#250;de e produtos naturais. 
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;"O medo do mercado financeiro, no primeiro semestre, trouxe muitos empreendedores interessados em abrir o pr&amp;#243;prio neg&amp;#243;cio, porque a estrutura&amp;#231;&amp;#227;o do sistema permite mais seguran&amp;#231;a e estabilidade", afirma.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;b&gt;35% a mais em vendas.&lt;/b&gt;
&lt;br /&gt;S&amp;#243; para o m&amp;#234;s de dezembro deste ano, a ABF est&amp;#225; projetando aumento de 35% no volume de vendas, o que deve gerar em torno de 25 mil novas oportunidades de empregos tempor&amp;#225;rios. Atualmente, o setor de franquias &amp;#233; respons&amp;#225;vel por mais de 645 mil postos de trabalho diretos e 2,59 milh&amp;#245;es de indiretos; sendo que s&amp;#243; este ano foram abertos mais de 45 mil novos postos. Para 2010, a previs&amp;#227;o &amp;#233; de mais de 50 mil. 
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Boa parte da expans&amp;#227;o do setor foi garantida pelo crescimento de redes no interior do Estado de S&amp;#227;o Paulo, que, de acordo com recente levantamento da ABF, engloba 33% do total de franquias do estado, com destaque para as regi&amp;#245;es de Campinas (20%), S&amp;#227;o Jos&amp;#233; do Rio Preto (17%); e tamb&amp;#233;m cidades como Sorocaba, Jundia&amp;#237;, Indaiatuba e S&amp;#227;o Jos&amp;#233; dos Campos. Atualmente, 31% das redes abertas no Pa&amp;#237;s t&amp;#234;m origem em munic&amp;#237;pios do interior. 
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;"Ainda n&amp;#227;o estamos nem perto do nosso limite. O setor tem registrado bons resultados e bom retorno do investimento. Na crise, fomos beneficiados porque houve perda de empregos de executivos, que decidiram abrir neg&amp;#243;cio pr&amp;#243;prio. Afinal, a taxa de mortalidade de uma franquia &amp;#233; menor do que 3% nos primeiros anos", diz Bomeny.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Minas gerais.&lt;/b&gt;
&lt;br /&gt;Al&amp;#233;m de S&amp;#227;o Paulo, a ABF estima aumento do n&amp;#250;mero de lojas em Minas Gerais. A previs&amp;#227;o &amp;#233; que 2009 encerre com aumento de 8,1%, em compara&amp;#231;&amp;#227;o a 2008. Para 2010 e 2011, a m&amp;#233;dia de crescimento estimada &amp;#233; de 3,9%. 
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Para fomentar ainda mais o setor, a ABF anunciou, durante sua conven&amp;#231;&amp;#227;o, acordos de coopera&amp;#231;&amp;#227;o com diversas entidades, entre as quais a Associa&amp;#231;&amp;#227;o Paulista de Supermercados (Apas). A parceria visa promover o crescimento de franquias nas galerias comerciais dos supermercados, principalmente no interior dos estados. Para o diretor-executivo da ABF, Ricardo Camargo, essa promo&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; fundamental para impulsionar os dois setores. 
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;"A presen&amp;#231;a de franquias nos supermercados ainda &amp;#233; muito baixa e queremos aproveitar o crescimento deste setor para aprender com eles e tamb&amp;#233;m levar a nossa experi&amp;#234;ncia. Vamos fazer pesquisas de pontos comerciais e estamos contratando uma consultoria para ver qual perfil de neg&amp;#243;cio melhor se adapta a isso. Queremos tamb&amp;#233;m participar das feiras do setor em 2010 e que eles participem das nossas", adianta. 
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Para Camargo, as franquias que j&amp;#225; atuam em supermercados est&amp;#227;o mais ligadas aos segmentos de alimenta&amp;#231;&amp;#227;o, servi&amp;#231;os e cosm&amp;#233;ticos. "N&amp;#227;o conseguimos ainda mensurar quantas franquias est&amp;#227;o nos supermercados. Atualmente, a grosso modo, s&amp;#243; Wal Mart, Carrefour e Extra trabalham conosco de forma estruturada. Fora isso, temos casos isolados. Al&amp;#233;m disso, &amp;#233; bem mais barato o custo do ponto comercial dentro de um supermercado, se compararmos ao custo nos shopping centers. Em alguns casos, sequer h&amp;#225; cobran&amp;#231;a do ponto", revela.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;"O que o p&amp;#250;blico est&amp;#225; procurando mais? Livrarias, cabeleireiros, lavanderias? N&amp;#227;o sabemos ainda e nosso foco &amp;#233; exatamente melhorar a atratividade das galerias comercias e aumentar a oferta para nosso setor", acrescenta Bomeny. 
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Aeroportos.&lt;/b&gt;
&lt;br /&gt;Bomeny adianta que outro objetivo para 2010 &amp;#233; fomentar parcerias com a Infraero. "Atualmente, dos 67 aeroportos comandados pela Infraero, 30% t&amp;#234;m lojas franqueadas. O potencial de crescimento &amp;#233; enorme, mas as regras s&amp;#227;o muito diferentes do que para shopping centers e galerias comerciais, porque a concess&amp;#227;o do ponto est&amp;#225; sujeita a licita&amp;#231;&amp;#227;o p&amp;#250;blica", explica.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Camargo explica que, para cada rede de franquia crescer, &amp;#233; importante ter uma estrat&amp;#233;gia que permita aberturas de unidades nos mais diversos pontos. "Dependendo da licita&amp;#231;&amp;#227;o, o custo da abertura de uma loja no aeroporto pode sair mais cara do que em um shopping. No entanto, esta estrat&amp;#233;gia deve fazer parte dos planos de expans&amp;#227;o da marca. O ideal &amp;#233; ter um pouco de cada coisa: loja de rua, em shoppings, em aeroportos e em galerias comerciais. Se o foco for &amp;#250;nico, a marca fica muito mais vulner&amp;#225;vel &amp;#224;s mudan&amp;#231;as de mercado", recomenda.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Franquias brasileiras ganham o mundo&lt;/b&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Atualmente, com 770 associados (entre franqueadores, franqueados, consultorias e demais prestadores de servi&amp;#231;os), a ABF contabiliza que cerca de 5% das redes de franquias nacionais j&amp;#225; atuam no exterior, o que significa que ainda h&amp;#225; muito caminho para expans&amp;#227;o. Este ano, 66 marcas nacionais devem exportar franquias para 49 pa&amp;#237;ses. Para 2010, a previs&amp;#227;o &amp;#233; de que este n&amp;#250;mero aumente para 80 marcas, atuando em 50 pa&amp;#237;ses. "N&amp;#227;o aumentamos muito a base de pa&amp;#237;ses, mas sim a quantidade de marcas a serem internacionalizadas", esclarece Bomeny.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Para alcan&amp;#231;ar esta marca, a ABF revalidou o contrato com a Ag&amp;#234;ncia Brasileira de Promo&amp;#231;&amp;#227;o de Exporta&amp;#231;&amp;#227;o e Investimentos (Apex-Brasil), que come&amp;#231;ou a ser desenvolvido em 2004. Com a parceria, as empresas brasileiras conseguem mais participa&amp;#231;&amp;#227;o em eventos internacionais na Am&amp;#233;rica Latina, Am&amp;#233;rica do Norte, &amp;#193;frica, Europa e &amp;#193;sia. Com a nova vers&amp;#227;o do projeto, as empresas podem escolher apenas as a&amp;#231;&amp;#245;es de seu interesse, n&amp;#227;o havendo limite de participa&amp;#231;&amp;#227;o. Al&amp;#233;m disso, os recursos investidos pela Apex-Brasil, a fundo perdido, minimizam o investimento dos empres&amp;#225;rios, viabilizando o acesso de um n&amp;#250;mero maior de empresas. Entre as marcas que j&amp;#225; aderiram ao projeto, est&amp;#227;o: O Botic&amp;#225;rio, Bob"s, P&amp;#227;o de Queijo, Wizard, Emagrecentro, Via Uno, Minas Brasil e Arezzo; os principais pa&amp;#237;ses de destino t&amp;#234;m sido M&amp;#233;xico, Estados Unidos, Portugal, Espanha, Angola, Col&amp;#244;mbia, Argentina, Chile e Panam&amp;#225;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Muito a fazer.&lt;/b&gt;
&lt;br /&gt;Para Bomeny, apesar dos esfor&amp;#231;os constantes, ainda h&amp;#225; muito que ser feito para fomentar a internacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o de marcas brasileiras. "Vamos elevar nossa participa&amp;#231;&amp;#227;o no cen&amp;#225;rio internacional, pois queremos mobilizar um n&amp;#250;mero cada vez maior de empresas. Estruturamos um projeto com custos e benef&amp;#237;cios que atendam &amp;#224;s necessidades individuais das redes brasileiras que desejam prospectar fora do Brasil", afirma.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Tamb&amp;#233;m integrante de duas importantes institui&amp;#231;&amp;#245;es internacionais - Federaci&amp;#243;n Iberoamericana de Franquicias (Fiaf) e World Franchise Council (WFC) -, a ABF aposta na parceria com a Apex-Brasil como principal determinador para que os empres&amp;#225;rios possam mapear suas estrat&amp;#233;gias internacionais. "Enxergo neste projeto a forma mais profissional de as empresas brasileiras planejarem a exporta&amp;#231;&amp;#227;o de sua marca", afirma Camargo. "Agora, as empresas est&amp;#227;o tangibilizando mais o desenvolvimento internacional", acrescenta Bomeny.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Na &amp;#250;ltima reuni&amp;#227;o do WFC, encerrada no &amp;#250;ltimo dia 4, 14 pa&amp;#237;ses estiveram presentes, contando com o Equador, que foi inclu&amp;#237;do como membro recentemente. "Foi a segunda vez que a reuni&amp;#227;o foi realizada no Brasil. Conseguimos trazer representantes da Fran&amp;#231;a, da B&amp;#233;lgica, do Canad&amp;#225;, dos Estados Unidos e de Portugal. Ao todo, s&amp;#227;o 40 membros no conselho. A pr&amp;#243;xima reuni&amp;#227;o ser&amp;#225; nos EUA, em fevereiro", antecipa Camargo, que tem participado de diversas miss&amp;#245;es de prospec&amp;#231;&amp;#227;o no Panam&amp;#225;, Costa Rica e Guatemala. 
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Presen&amp;#231;a em eventos&lt;/b&gt;
&lt;br /&gt;Para Bomeny, a prospec&amp;#231;&amp;#227;o nos eventos internacionais do setor tamb&amp;#233;m facilita a entrada de investidores estrangeiros interessados em adquirir franquias no Brasil ou em trazer suas empresas para o Pa&amp;#237;s. Exemplificando, ele cita o caso recente da rede gualtemalteca, Tacotento, que est&amp;#225; inaugurando a terceira unidade, no Rio de Janeiro. 
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;"Fomos procurados por empresas do Peru tamb&amp;#233;m interessadas em virem para o Brasil", revela o presidente. "Entretanto, ainda h&amp;#225; muitas dificuldades burocr&amp;#225;ticas e tribut&amp;#225;rias que tornam o processo um pouco mais complicado. Al&amp;#233;m disso, ainda n&amp;#227;o temos acordos bilaterais neste sentido", lamenta.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;"Este processo de m&amp;#227;o dupla &amp;#233; fundamental para a expans&amp;#227;o do setor, mas ainda temos muito que caminhar. Por isso, temos participado de miss&amp;#245;es e feiras, sobretudo nos pa&amp;#237;ses da Am&amp;#233;rica Latina e Am&amp;#233;rica Central. Estamos estudando ainda estes mercados. Vendo o que &amp;#233; mais vantajoso, se &amp;#233; pelo sistema de Master Franquias ou por franquias &amp;#250;nicas", define Camargo. 
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Ocupando a quarta posi&amp;#231;&amp;#227;o no ranking mundial de franquias, o Brasil ser&amp;#225; representado pela ABF tamb&amp;#233;m nas rodadas de neg&amp;#243;cios que ocorrer&amp;#227;o paralelamente &amp;#224;s feiras internacionais. "Parte destas rodadas ser&amp;#225; organizada e agendada pela ABF. Isso permitir&amp;#225; n&amp;#227;o apenas a exposi&amp;#231;&amp;#227;o de marcas e prospec&amp;#231;&amp;#227;o de contatos, como uma busca direcionada por investidores pr&amp;#233;-selecionados para conhecer a sua marca e conceito. O mercado interno chegou a um bom ponto de maturidade. N&amp;#227;o h&amp;#225; melhor momento para intensificar o processo de internacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o das marcas", completa Bomeny.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;i&gt;*Os textos aqui apresentados s&amp;#227;o extra&amp;#237;dos das fontes citadas em cada mat&amp;#233;ria, cabendo &amp;#224;s fontes apresentadas o cr&amp;#233;dito pelas mesmas.&lt;/i&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qcCP4hcorEjwPzoSLrt5Fe5A21w/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qcCP4hcorEjwPzoSLrt5Fe5A21w/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qcCP4hcorEjwPzoSLrt5Fe5A21w/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qcCP4hcorEjwPzoSLrt5Fe5A21w/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description>
					<link>http://feedproxy.google.com/~r/Sebrae/Oportunidades/~3/mMIg9nz-fJ4/default.asp</link>
					<author>web@sc.sebrae.com.br (SEBRAE-SC)</author>
					<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 15:25:15 GMT</pubDate>
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				<item>
					<title>Chope artesanal dominou copos na Oktoberfest</title>
					<description>&lt;i&gt;Seis marcas de Blumenau e regi&amp;#227;o venderam mais que a oficial&lt;/i&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Os chopes artesanais ca&amp;#237;ram no gosto popular. Prova disso &amp;#233; o resultado das vendas na Oktoberfest deste ano. Dos 430.069 litros vendidos, 217.056 foram das choperias artesanais. A Brahma, marca oficial da festa, vendeu 197.599.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Os dados s&amp;#227;o de relat&amp;#243;rio elaborado pela Blucredi, respons&amp;#225;vel pela gest&amp;#227;o financeira da festa, e mostram a quantidade consumida nos tr&amp;#234;s setores da Vila Germ&amp;#226;nica. Na conta n&amp;#227;o entram camarotes e restaurantes. A assessoria da Vila Germ&amp;#226;nica computou consumo total de 450.814 litros. Em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao ano passado, as artesanais venderam 19 mil litros a mais, e a Brahma 17 mil.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;A venda das artesanais cresce desde 2005, quando as primeiras cervejarias participaram do evento. Para os cervejeiros, a procura se d&amp;#225; por causa da qualidade e do produto diferenciado. O s&amp;#243;cio-gerente da blumenauense Bierland, Eduardo Krueger, diz que no in&amp;#237;cio da Oktoberfest deste ano havia a preocupa&amp;#231;&amp;#227;o de que a crise econ&amp;#244;mica, a gripe A e as chuvas constantes prejudicassem as vendas. A expectativa era vender 35 mil litros, mas foram consumidos 54 mil. Ele diz que a venda das cervejarias artesanais est&amp;#225; melhorando a cada ano por causa da qualidade do chope.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Turista aproveita a oportunidade rara&lt;/b&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;A respons&amp;#225;vel pelo marketing da Opa Bier, de Joinville, Simone Pacheco, acha que as pessoas buscam uma bebida especial para acompanhar os pratos t&amp;#237;picos. A pomerodense Schornstein vendeu 16.476 litros, contra 11.409 no ano passado.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;¿ O turista quer experimentar uma coisa diferente. Chope e cerveja de marcas nacionais ele toma em qualquer lugar e &amp;#233;poca. O artesanal &amp;#233; mais dif&amp;#237;cil de ser encontrado.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;A Eisenbahn, com sede em Blumenau, vendeu 92 mil litros, 8 mil litros a mais. A cervejaria credita o aumento nas vendas aos investimentos em a&amp;#231;&amp;#245;es para atrair clientes na festa.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;A cervejaria montou um espa&amp;#231;o para que os visitantes pudessem conhecer as regi&amp;#245;es do mundo que mais apreciam cerveja. Tamb&amp;#233;m investiu em uma &amp;#225;rea para que os consumidores pudessem gravar v&amp;#237;deos.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;i&gt;*Os textos aqui apresentados s&amp;#227;o extra&amp;#237;dos das fontes citadas em cada mat&amp;#233;ria, cabendo &amp;#224;s fontes apresentadas o cr&amp;#233;dito pelas mesmas.&lt;/i&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7BhANLrn-SZRMm-NigxydUkpTCY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7BhANLrn-SZRMm-NigxydUkpTCY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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					<link>http://feedproxy.google.com/~r/Sebrae/Oportunidades/~3/cr_wSNMA2zw/default.asp</link>
					<author>web@sc.sebrae.com.br (SEBRAE-SC)</author>
					<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 11:36:13 GMT</pubDate>
				<feedburner:origLink>http://www.sebrae-sc.com.br/novos_destaques/oportunidade/default.asp?materia=18058</feedburner:origLink></item>
			
				<item>
					<title>Um jardim de negócios</title>
					<description>&lt;i&gt;Plantas ornamentais e flores movimentam anualmente R$ 4,5 milh&amp;#245;es em Joinville&lt;/i&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;A produ&amp;#231;&amp;#227;o e a venda de orqu&amp;#237;deas da Purpurata, em Joinville, surgiu da devo&amp;#231;&amp;#227;o de Heinz Kricheldorf pela planta. Desde 1996, o dentista transformou o hobby em neg&amp;#243;cio. Abriu o orquid&amp;#225;rio com a ajuda da mulher, Norma, e da filha, D&amp;#233;bora Arnhold, diretora da empresa.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;A Purpurata tem 40 mil orqu&amp;#237;deas e quatro viveiros de mil metros quadrados cada. O neg&amp;#243;cio gera oito empregos diretos, e as flores v&amp;#227;o para todo o Brasil. O grande per&amp;#237;odo de vendas come&amp;#231;a em novembro. Este ano, a Festa das Flores est&amp;#225; marcada entre os dias 12 e 16.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;"Para n&amp;#243;s, a festa &amp;#233; o mesmo que o Dia das M&amp;#227;es, o Natal e o Dia das Crian&amp;#231;as para o com&amp;#233;rcio todo. &amp;#201; a &amp;#233;poca que entra dinheiro para o resto do ano", define D&amp;#233;bora.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;O &amp;#250;ltimo censo agropecu&amp;#225;rio do IBGE, em 2006, mostra que h&amp;#225; 47 propriedades registradas como produtoras de plantas, flores, folhagens e mudas.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Segundo Gilmar Germano Jacobwski, coordenador do projeto de flores e plantas ornamentais da Epagri em Joinville, o foco da produ&amp;#231;&amp;#227;o hoje est&amp;#225; nas plantas de jardim, e n&amp;#227;o nas flores. O coordenador estima que existam cerca de 50 produtores em Joinville, ou 10% do total no Estado. A estimativa da Epagri &amp;#233; que a atividade gere R$ 4,5 milh&amp;#245;es por ano.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;O presidente do Sindicato Rural de Joinville, Jordi Castan, vai al&amp;#233;m: "Joinville n&amp;#227;o &amp;#233; a Cidade das Flores. &amp;#201;, sim, uma cidade que &amp;#233; jardim". Ele calcula que 40% da produ&amp;#231;&amp;#227;o de Joinville fica no Estado. Os outros 60%, se dividem em vendas para o Rio Grande do Sul, Paran&amp;#225; e S&amp;#227;o Paulo.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Hemerocalis, a beleza de um dia&lt;/b&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;N&amp;#227;o &amp;#233; s&amp;#243; pelas orqu&amp;#237;deas que Joinville entra no mapa brasileiro de produ&amp;#231;&amp;#227;o de flores. A hemerocalis - uma esp&amp;#233;cie de l&amp;#237;rio que tem mais de 54 mil tipos no mundo ¿ &amp;#233; o carro-chefe da Agr&amp;#237;cola da Ilha, em Pirabeiraba. O neg&amp;#243;cio da fam&amp;#237;lia Bergemann come&amp;#231;ou em 1987. Em 1994, houve a decis&amp;#227;o de focar na produ&amp;#231;&amp;#227;o da flor. Hoje, s&amp;#227;o 250 variedades de hemerocalis na &amp;#225;rea de 9 hectares. O local se tornou refer&amp;#234;ncia na produ&amp;#231;&amp;#227;o da planta e atrai turistas interessados em ver um bonito jardim na Cidade das Flores.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;A produ&amp;#231;&amp;#227;o est&amp;#225; em 250 mil flores por ano e os pre&amp;#231;os das plantas variam entre R$ 1,20 a R$ 350,00. O interesse dos colecionadores por novas esp&amp;#233;cies fez com que a Agr&amp;#237;cola da Ilha promovesse o Festival Brasileiro da Hemerocalis.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;O evento est&amp;#225; na oitava edi&amp;#231;&amp;#227;o. Na festa, a Agr&amp;#237;cola da Ilha aproveita para homenagear pessoas e cidades. Este ano, &amp;#233; a vez de Corup&amp;#225; receber uma homenagem. O lan&amp;#231;amento da variedade Corup&amp;#225; ser&amp;#225; no dia 21 de novembro. Apesar da beleza, a hemerocalis n&amp;#227;o &amp;#233; uma flor de corte. O nome j&amp;#225; denuncia: na origem, em grego, ela &amp;#233; uma beleza que s&amp;#243; dura um dia.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Jardinagem para gerar dinheiro&lt;/b&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;N&amp;#227;o &amp;#233; s&amp;#243; o plantio da flor que gera lucro. A jardinagem tamb&amp;#233;m tem potencial para se tornar fonte de renda e embelezar a cidade. &amp;#201; nisso que aposta a Prefeitura de Joinville com o projeto Bela Flor. 
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;A ideia &amp;#233; oferecer capacita&amp;#231;&amp;#227;o pr&amp;#225;tica e te&amp;#243;rica para mulheres de baixa renda trabalharem com jardinagem e paisagismo. A primeira turma tem 42 alunas, que j&amp;#225; est&amp;#227;o em aula. 
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;A Prefeitura investiu cerca de R$ 20 mil na compra de equipamentos para dar condi&amp;#231;&amp;#245;es de trabalho para as mulheres. O objetivo &amp;#233; formar uma cooperativa de jardinagem ao fi nal do curso.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;"A gente espera que elas possam oferecer o servi&amp;#231;o para empresas da regi&amp;#227;o", conta Beto Amaral, coordenador de parques e pra&amp;#231;as da Conurb e um dos respons&amp;#225;veis pelo projeto. Nas aulas, elas aprendem a preparar substrato (uma mistura de terra preparada, adubo org&amp;#226;nico e adubo mineral com micronutrientes) e fazer enxerto, al&amp;#233;m de plantar mudas na Funda&amp;#231;&amp;#227;o 25 de Julho. Em uma r&amp;#243;tula no Guanabara, fi zeram cobertura do solo com chip de pinus e plantios. No antigo pr&amp;#233;dio da Prefeitura, criaram floreiras e, ainda, na Rua do Pr&amp;#237;ncipe, fi zeram a limpeza, manuten&amp;#231;&amp;#227;o e poda das plantas.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Burocracia para exportar&lt;/b&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;O produtor Ricardo Webera j&amp;#225; embarcou 2,5 mil palmeiras para a Holanda este ano. Desde que conseguiu as licen&amp;#231;as - gra&amp;#231;as &amp;#224; contrata&amp;#231;&amp;#227;o de um agente de com&amp;#233;rcio exterior -, a venda das plantas para fora do Brasil tem se mostrado uma alternativa importante de receita. "Mas a burocracia desanima." A vantagem &amp;#233; que as exporta&amp;#231;&amp;#245;es trazem a vantagem de pagamento certo.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;O coordenador do setor de plantas ornamentais e flores da Epagri, Gilmar Jacobwski, diz que a exporta&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; maior entre produtores de palmeiras. Mas, segundo ele, o mercado interno ainda &amp;#233; muito forte. "N&amp;#227;o tem tantas exig&amp;#234;ncias e paga bem", diz o agr&amp;#244;nomo.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;A Agr&amp;#237;cola da Ilha, especializada em hemerocalis, tamb&amp;#233;m j&amp;#225; teve sua experi&amp;#234;ncia com vendas para o exterior. Mas acabou desistindo tamb&amp;#233;m por causa da burocracia. "Vendemos para a Espanha, h&amp;#225; cinco anos. Mas &amp;#233; dif&amp;#237;cil dar seguran&amp;#231;a de entregar com regularidade porque h&amp;#225; muita burocracia e toda a hora s&amp;#227;o necess&amp;#225;rias novas licen&amp;#231;as", conta Tiago Bergemann.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;A burocracia ctamb&amp;#233;m desanimou D&amp;#233;bora Arnhold, da Purpurata. "N&amp;#243;s chegamos a vender algumas vezes plantas para colecionadores fora do Brasil. Mas n&amp;#227;o &amp;#233; neg&amp;#243;cio. O processo &amp;#233; muito rigoroso e demorado", conta.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;A alternativa para aumentar a receita da empresa vem do aroma das orqu&amp;#237;deas. H&amp;#225; dois anos, pesquisou e encontrou na Fran&amp;#231;a ess&amp;#234;ncias pr&amp;#243;ximas &amp;#224; laelia purpurata, flor que d&amp;#225; nome ao neg&amp;#243;cio. A linha de hidratantes, aromatizantes de ar e sabonetes l&amp;#237;quidos ser&amp;#225; expandida em 2010, com sabonetes em barra e velas.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;i&gt;*Os textos aqui apresentados s&amp;#227;o extra&amp;#237;dos das fontes citadas em cada mat&amp;#233;ria, cabendo &amp;#224;s fontes apresentadas o cr&amp;#233;dito pelas mesmas.&lt;/i&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/z1zcTKwIpJugtbWvoewp9wjBzLk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/z1zcTKwIpJugtbWvoewp9wjBzLk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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					<author>web@sc.sebrae.com.br (SEBRAE-SC)</author>
					<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 11:15:44 GMT</pubDate>
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				<item>
					<title>Empresa investe em segmento de mercado para sobreviver</title>
					<description>&lt;i&gt;&amp;#192; beira da fal&amp;#234;ncia, empresa de confec&amp;#231;&amp;#227;o de Goi&amp;#226;nia opta por fabricar pe&amp;#231;as femininas de modelagem maior e cosnegue sair da crise com inova&amp;#231;&amp;#227;o e criatividade&lt;/i&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;A persist&amp;#234;ncia, o olhar atento ao neg&amp;#243;cio e as exig&amp;#234;ncias dos clientes levaram a empresa Thalyta Reis, de Goi&amp;#226;nia (GO), a mudar seus padr&amp;#245;es de confec&amp;#231;&amp;#227;o de roupas e a criar uma modelagem pr&amp;#243;pria para a moda maior. Essa inova&amp;#231;&amp;#227;o foi a sa&amp;#237;da para a sobreviv&amp;#234;ncia da empresa, que quase quebrou em 2003 por conta da elevada inadimpl&amp;#234;ncia dos clientes.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;A empres&amp;#225;ria Linamara dos Reis conta que abriu o neg&amp;#243;cio em 1999 e, na &amp;#233;poca, confeccionava roupas para um p&amp;#250;blico diversificado. Em 2003, quando chegou a ter a devolu&amp;#231;&amp;#227;o de cheques de clientes no equivalente &amp;#224; quase R$ 80 mil, Linamara precisou de uma solu&amp;#231;&amp;#227;o para sair dessa dificuldade. Ela e o marido, que cuidam juntos da empresa, decidiram fechar duas das tr&amp;#234;s lojas que tinham; uma continuou funcionando para assegurar uma renda.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;¿Bem no meio desse furac&amp;#227;o conseguimos olhar melhor o para nosso neg&amp;#243;cio, porque ou a gente encontrava algo que ia dar certo, ou fechar&amp;#237;amos de vez as portas. Foi quando achamos um caminho para superar a crise e come&amp;#231;ar a crescer. Meu marido percebeu que tudo o que faz&amp;#237;amos no tamanho `G¿ vendia mais r&amp;#225;pido. Para os  tamanhos menores, a gente sempre precisava fazer liquida&amp;#231;&amp;#227;o¿, diz.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;A partir dessa constata&amp;#231;&amp;#227;o, Linamara come&amp;#231;ou a fabricar mais pe&amp;#231;as no tamanho `G¿. Com essa iniciativa, o capital girou dentro da empresa e trouxe um novo &amp;#226;nimo para os empreendedores. Linamara procurou o Sebrae e fez cursos para encontrar mais solu&amp;#231;&amp;#245;es. O grande salto ocorreu quando ela iniciou a produ&amp;#231;&amp;#227;o da moda maior, arriscando-se na confec&amp;#231;&amp;#227;o de pe&amp;#231;as `GG¿.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;"A procura foi grande, mas percebi que as roupas acima do `G¿ n&amp;#227;o vestiam bem. Uma hora apertava no seio, outra hora na barriga. Vi ent&amp;#227;o que n&amp;#227;o bastava apenas aumentar proporcionalmente toda a modelagem para fazer um tamanho maior. Precisava criar um padr&amp;#227;o diferenciado para que as roupas ficassem bem nas pessoas", explica.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Modelagem maior&lt;/b&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;A solu&amp;#231;&amp;#227;o foi sair &amp;#224;s ruas e pedir para que mulheres 'maiores'  fossem at&amp;#233; a confec&amp;#231;&amp;#227;o e experimentassem as roupas. "Pedia com muito jeito e, sem saber, estava fazendo pesquisa de mercado com as minhas futuras clientes", diz Linamara. Com essa pesquisa, ela percebeu que as mulheres n&amp;#227;o engordam de maneira uniforme e que, em comum, adquirem a tend&amp;#234;ncia de n&amp;#227;o comprar roupas novas.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Ap&amp;#243;s tirar diversas medidas das mulheres que gentilmente experimentaram as roupas, Linamara conseguiu criar um molde para aumentar de forma diferenciada os tamanhos maiores. E, escolheu tecidos que tinham mais caimento. A partir da&amp;#237;, a loja Thalyta Reis passou a vender somente moda maior, ou seja, da numera&amp;#231;&amp;#227;o 44 a 56.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;"Al&amp;#233;m da modelagem pr&amp;#243;pria, trabalhamos com uma roupa que tem informa&amp;#231;&amp;#227;o de moda, segue tend&amp;#234;ncias. Caminhamos agora para alcan&amp;#231;ar o objetivo de fazer com que as pessoas se sintam bem ao comprar moda maior", conta.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Linamara inovou tamb&amp;#233;m na forma de vender. Para isso, transformou os tamanhos da moda maior em numera&amp;#231;&amp;#227;o de um a quatro. E, as vendedoras s&amp;#227;o bem treinadas para identificar o n&amp;#250;mero que a cliente veste. "A id&amp;#233;ia &amp;#233; evitar que elas experimentem um n&amp;#250;mero menor e se sintam constrangidas em pedir um tamanho maior. &amp;#201; sempre melhor errar entregando uma pe&amp;#231;a de n&amp;#250;mero maior", diz.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;A dificuldade que apareceu em 2003 foi superada pela empresa com inova&amp;#231;&amp;#227;o. Hoje s&amp;#227;o duas lojas e uma f&amp;#225;brica. "&amp;#201; importante n&amp;#227;o ter vergonha e pedir ajuda, pois existem muitas institui&amp;#231;&amp;#245;es qualificadas para apoiar o empres&amp;#225;rio. Pecamos muito por falta de conhecimento. Na dificuldade, a gente s&amp;#243; pensa que precisa de uma mala de dinheiro para pagar as contas. Mas isso n&amp;#227;o resolveria o nosso problema e n&amp;#227;o faria a nossa empresa crescer. Somente com o conhecimento do nosso neg&amp;#243;cio &amp;#233; que conseguimos enxergar as oportunidades que se abriam para a empresa", ensina Linamara.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Servi&amp;#231;o:&lt;/b&gt;
&lt;br /&gt;Thalyta Reis Moda Maior ¿ (62) 3941-0084
&lt;br /&gt;Ag&amp;#234;ncia Sebrae de Not&amp;#237;cias - (61) 3348-7138 e 2107-9362
&lt;br /&gt;Portal Sebrae - &lt;a href=http://www.sebrae.com.br/ target=_blank&gt;www.sebrae.com.br&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;Site Especial - &lt;a href=http://www.sebrae.com.br/inovacao  target=_blank&gt;http://www.sebrae.com.br/inovacao &lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;Blog - &lt;a href=http://www.facadiferente.sebrae.com.br/ target=_blank&gt;http://www.facadiferente.sebrae.com.br/  &lt;/a&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/in6tH-UkbqJwAK_2MunVIsOAxps/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/in6tH-UkbqJwAK_2MunVIsOAxps/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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					<link>http://feedproxy.google.com/~r/Sebrae/Oportunidades/~3/MjRLL8j9O_0/default.asp</link>
					<author>web@sc.sebrae.com.br (SEBRAE-SC)</author>
					<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 10:02:22 GMT</pubDate>
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				<item>
					<title>Setor de limpeza tem expansão acima da média</title>
					<description>Os artigos de limpeza s&amp;#227;o os campe&amp;#245;es na perda de consumidores que n&amp;#227;o est&amp;#227;o mais dispostos a pagar por marcas l&amp;#237;deres de mercado. A migra&amp;#231;&amp;#227;o desses compradores para marcas menos conhecidas n&amp;#227;o &amp;#233; um fato novo, mas a crise financeira favoreceu ainda mais esse nicho. &amp;#201; isso que revela um estudo da Latin Painel feito para o setor de produtos de limpeza dom&amp;#233;stica. S&amp;#243; no ano passado, as ind&amp;#250;strias em geral faturaram R$ 11, 4 bilh&amp;#245;es - acr&amp;#233;scimo de 6,5% sobre o anterior. J&amp;#225; a receita das micro, pequenas e m&amp;#233;dias empresas deu um salto de 13% nos primeiros seis meses de 2009 - incremento muito al&amp;#233;m dos dois ou tr&amp;#234;s pontos percentuais superior ao Produto Interno Bruto (PIB) que vinha sendo registrado nos &amp;#250;ltimos cinco anos. Das 1.700 ind&amp;#250;strias dessa &amp;#225;rea, apenas 5% s&amp;#227;o de grande porte sendo que todo o segmento emprega mais de 20 mil trabalhadores.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;"Houve uma mudan&amp;#231;a de h&amp;#225;bito do consumidor durante a crise", garante Maria Eug&amp;#234;nia Saldanha, diretora executiva da Associa&amp;#231;&amp;#227;o Brasileira das Ind&amp;#250;strias de Produtos de Limpeza e Afins (Abipla). Os dados do levantamento da Latin Painel acusam que, ao contr&amp;#225;rio de outras &amp;#225;reas, na de limpeza essa movimenta&amp;#231;&amp;#227;o foi mais acentuada, com aumento de 6 pontos percentuais entre os consumidores que trocaram as marcas por pre&amp;#231;os mais em conta em 2008. Segundo o estudo, essa mudan&amp;#231;a significou retra&amp;#231;&amp;#227;o de 21% em valor no segmento l&amp;#237;der, mesmo sem ter ocorrido redu&amp;#231;&amp;#227;o do volume de compras. F&amp;#225;tima Merlin, diretora de varejo da Latin Panel, entende que o aumento nas vendas de produtos de pre&amp;#231;os baixos e intermedi&amp;#225;rios, em detrimento das marcas premium, &amp;#233; uma medida de cautela e poder&amp;#225; se expandir ao longo deste ano, caso o cen&amp;#225;rio econ&amp;#244;mico venha a piorar, acelerando o desemprego.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;O levantamento mostra que itens como &amp;#225;gua sanit&amp;#225;ria e detergente em p&amp;#243; est&amp;#227;o entre os que mais perderam compradores de marcas mais caras. Segundo a Abipla, o volume de &amp;#225;gua sanit&amp;#225;ria passou de 460.275,8 toneladas em 2007 para 477.185,8 toneladas no ano seguinte, alta de 3,7%. Apesar de se tratar de um n&amp;#250;mero avantajado seria muito mais representativo se n&amp;#227;o houvesse a quest&amp;#227;o da informalidade. "O equivalente a 55% da &amp;#225;gua sanit&amp;#225;ria comercializada no pa&amp;#237;s ocorre no mercado informal, produto l&amp;#237;der em clandestinidade. O desinfetante &amp;#233; o segundo colocado, com mais de 30% de &amp;#237;ndice de pirataria", explica Maria Eug&amp;#234;nia.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Em mais uma tentativa de retirar essas empresas da clandestinidade, a Abipla j&amp;#225; esteve em v&amp;#225;rias frentes e a mais recente delas, lan&amp;#231;ada no dia 20 de agosto, &amp;#233; o Programa de Mobiliza&amp;#231;&amp;#227;o pela Regulariza&amp;#231;&amp;#227;o do Setor de Saneantes, em uma parceria com a Ag&amp;#234;ncia Nacional de Vigil&amp;#226;ncia Sanit&amp;#225;ria (Anvisa) e o Servi&amp;#231;o de Apoio &amp;#224;s Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). "O objetivo do programa &amp;#233; viabilizar a regulariza&amp;#231;&amp;#227;o das empresas, apresentando os benef&amp;#237;cios e desafios de micro e pequenos fabricantes neste processo", diz a diretora da Abipla. Com isso, a regulariza&amp;#231;&amp;#227;o das empresas que levavam, em m&amp;#233;dia 60 dias, &amp;#233; feita no momento em que o fabricante entra no site da Anvisa e preenche os dados eletronicamente. 
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;"Facilita a regulariza&amp;#231;&amp;#227;o das empresas de porte menor e reduz custos na formaliza&amp;#231;&amp;#227;o do processo", conta. Pelos seus c&amp;#225;lculos, hoje o mercado informal nessa &amp;#225;rea movimenta ao redor de R$ 600 milh&amp;#245;es anuais. A meta do programa &amp;#233; atingir todo o pa&amp;#237;s. "Estamos considerando um universo grande de empresas que t&amp;#234;m CNPJ e licen&amp;#231;as de funcionamentos de prefeitura e Corpo de Bombeiros, por exemplo, mas n&amp;#227;o t&amp;#234;m ainda a licen&amp;#231;a sanit&amp;#225;ria emitida pela Anvisa, muitas vezes por falta de informa&amp;#231;&amp;#227;o", acrescenta Maria Eug&amp;#234;nia.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;"N&amp;#227;o fosse a informalidade, o crescimento da receita mensal seria bem maior", avalia Ot&amp;#225;vio Giglio Junior, gerente comercial da Fabril Paulista Perfumaria Ltda, dona da marca Conde, que tem como carro-chefe &amp;#225;gua sanit&amp;#225;ria e sab&amp;#227;o em pedra. Sua empresa faz parte do estudo feito pela Latin Painel, exibindo vigor no desempenho financeiro, principalmente, ap&amp;#243;s a crise econ&amp;#244;mica. "Temos crescido mensalmente entre 10% e 15%", diz. "A crise &amp;#233; uma chance para os pequenos fabricantes mostrarem seu potencial, oferecendo produtos mais baratos. O consumidor experimenta e, se o produto tiver qualidade, se torna fiel", completa Fernando Figueiredo, diretor da a J. F. Produtos de Limpeza Dom&amp;#233;stica, dona da marca Idealax, instalada na regi&amp;#227;o de Campinas, interior do Estado de S&amp;#227;o Paulo.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Pelos c&amp;#225;lculos de Giglio Junior, no ano passado o setor registrou aumento de 300% no pre&amp;#231;o do sebo, uma das mat&amp;#233;rias-primas para a fabrica&amp;#231;&amp;#227;o de sab&amp;#227;o. "Repassamos o aumento e o produto perdeu a competitividade diante do pre&amp;#231;o do sab&amp;#227;o em p&amp;#243;, derrubando as vendas entre 30% e 40%", explica. Para compensar esse desequil&amp;#237;brio, a Fabril decidiu expandir a produ&amp;#231;&amp;#227;o de &amp;#225;gua sanit&amp;#225;ria em 60%. "Aumentamos a produ&amp;#231;&amp;#227;o nessa &amp;#225;rea para preencher o v&amp;#225;cuo deixado pelo sab&amp;#227;o em pedra", argumenta. Com 50 funcion&amp;#225;rios, a empresa, em S&amp;#227;o Paulo, projeta fechar o ano com alta entre 10% e 15% na receita que fechou 2008 com acr&amp;#233;scimo da ordem de 25%. "N&amp;#227;o sentimos o impacto da crise", diz.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Sem detalhar o valor dos investimentos, o gerente comercial diz que at&amp;#233; o fim deste ano a companhia investir&amp;#225; em remodelagem da rotulagem, m&amp;#225;quinas e equipamentos e na implementa&amp;#231;&amp;#227;o do ISO 14.000. &amp;#201; um conjunto de normas que define par&amp;#226;metros e diretrizes para a gest&amp;#227;o ambiental de empresas, tanto privadas como p&amp;#250;blicas. Estas normas s&amp;#227;o da International Organization for Standardization - ISO (Organiza&amp;#231;&amp;#227;o Internacional para Padroniza&amp;#231;&amp;#227;o). Segundo Giglio Junior, a troca de marcas l&amp;#237;deres pelas menos conhecidas come&amp;#231;ou h&amp;#225; tr&amp;#234;s anos e acentuou-se com a crise. "Sentimos isso diariamente", diz. A Fabril tem uma carteira de pedidos de tr&amp;#234;s mil clientes, dos quais 50% s&amp;#227;o ativos e atende os estados de Minas Gerais, S&amp;#227;o Paulo e Rio de Janeiro. "Em 2010 o objetivo &amp;#233; ampliar os clientes e atingir a regi&amp;#227;o Nordeste", conta. Otimista, ele aposta em um pr&amp;#243;ximo ano com receita bem mais farta. "O crescimento mensal dever&amp;#225; passar de 15%", afirma.
&lt;br /&gt; 
&lt;br /&gt;&lt;i&gt;*Os textos aqui apresentados s&amp;#227;o extra&amp;#237;dos das fontes citadas em cada mat&amp;#233;ria, cabendo &amp;#224;s fontes apresentadas o cr&amp;#233;dito pelas mesmas.&lt;/i&gt;
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					<link>http://feedproxy.google.com/~r/Sebrae/Oportunidades/~3/OnKvVrdjG7M/default.asp</link>
					<author>web@sc.sebrae.com.br (SEBRAE-SC)</author>
					<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 12:27:00 GMT</pubDate>
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				<item>
					<title>Mercado de franquias consolida-se como investimento seguro pós-crise econômica </title>
					<description>&lt;i&gt;Grandes redes seguem com planos de expans&amp;#227;o para o Pa&amp;#237;s &lt;/i&gt;
&lt;br /&gt; 
&lt;br /&gt;O segmento de franchising, assim como a economia nacional, n&amp;#227;o sofreu grandes impactos durante o per&amp;#237;odo de crise economia comparados aos de pa&amp;#237;ses desenvolvidos, e  hoje este mercado continua em  forte expans&amp;#227;o, em todas as regi&amp;#245;es do Brasil. Um ano ap&amp;#243;s esse per&amp;#237;odo  turbulento,  que adiou investimentos de grandes corpora&amp;#231;&amp;#245;es e sacudiu  as finan&amp;#231;as de todos os empreendedores, as franquias se consolidam como uma das aquisi&amp;#231;&amp;#245;es mais seguras e rent&amp;#225;veis para quem  deseja  abrir o pr&amp;#243;prio neg&amp;#243;cio.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Na contram&amp;#227;o da crise mundial, o segmento de uma maneira geral cresceu. Segundo dados da Associa&amp;#231;&amp;#227;o Brasileira de Franchising (ABF), o n&amp;#250;mero de franquias que aumenta 12% ao ano vem num crescente em termos de faturamento. Em 2001, o segmento faturou R$ 25 bilh&amp;#245;es e pulou para pouco mais de R$ 55 bilh&amp;#245;es em 2008, um salto de 19,5% a mais do que em 2007, de acordo com dados da ABF. Para 2009, a Associa&amp;#231;&amp;#227;o acredita num crescimento de 13%, j&amp;#225; considerando a influencia da crise no setor. No ano passado 200 novas empresas optaram pelo modelo de franquias para expans&amp;#227;o.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Desempenho: franquias se mant&amp;#234;m em expans&amp;#227;o&lt;/b&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Um dos segmentos que mais cresceu entre 2008 e o inicio de 2009 foi o de alimenta&amp;#231;&amp;#227;o. O faturamento teve um aumento de 20% no ano passado e segue em acelera&amp;#231;&amp;#227;o este ano. Um dos mais promissores, em termos de desempenho positivo para este ano, &amp;#233; o setor de Educa&amp;#231;&amp;#227;o e Treinamento, que em 2008 aumentou seu faturamento em 3%.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;SUBWAY - Segunda maior rede de fast-food do mundo em n&amp;#250;mero de unidades - presente em mais de 91 pa&amp;#237;ses e com mais de 31 mil pontos de venda ¿ a rede deu um grande salto em n&amp;#250;mero de unidades entre o ano passado e este ano. Em 2008 foram 95 restaurantes abertos e para este ano a meta &amp;#233; abrir 135 novas lojas. At&amp;#233; o m&amp;#234;s de agosto 100 unidades j&amp;#225; foram abertas e a previs&amp;#227;o da rede &amp;#233; terminar 2009 com 350 restaurantes no Brasil. Este ano chegou ao Amazonas, Alagoas e cidades do interior de S&amp;#227;o Paulo, onde ainda n&amp;#227;o possu&amp;#237;a unidades, hoje est&amp;#225; presente em 21 estados mais o Distrito Federal e em sete estados j&amp;#225; ultrapassou o McDonald´s em n&amp;#250;mero de lojas. 
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;CHINA HOUSE - Tradicional rede de delivery e restaurantes especializada em culin&amp;#225;ria chinesa, com 13 unidades no Estado de S&amp;#227;o Paulo espalhados pela capital e interior, a rede deve finalizar 2009 com 20 restaurantes abertos. Como parte do plano de expans&amp;#227;o, outros estados como Para&amp;#237;ba, Amazonas e Paran&amp;#225; devem receber unidades da China House entre o fim de 2009 e o in&amp;#237;cio de 2010. Para o ano que vem a meta &amp;#233; chegar a 30 lojas em diversos pontos do Brasil.   
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;EURODATA ¿ Rede de franquias de capacita&amp;#231;&amp;#227;o profissional com 155 escolas, sendo 71 unidades pr&amp;#243;prias, distribu&amp;#237;das em 15 estados brasileiros. A empresa acelerou o ritmo de expans&amp;#227;o no &amp;#250;ltimo ano, com previs&amp;#227;o de mais 50 novos contratos at&amp;#233; dezembro. A Eurodata comemora as conquistas de 2009, apenas no &amp;#250;ltimo m&amp;#234;s fechou nove contratos. A rede chegou a Manaus e Recife, al&amp;#233;m de ter lan&amp;#231;ado o projeto Rio 2010, com vantagens para os interessados em abrir um neg&amp;#243;cio no mercado carioca.    
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;REI DO MATE ¿ Tradicional casa de ch&amp;#225;, com 278 unidades em 17 estados brasileiros, a rede prev&amp;#234; a inaugura&amp;#231;&amp;#227;o de 12 novas unidades at&amp;#233; dezembro, alcan&amp;#231;ando a meta de 290 lojas. Em 2009, Rei do Mate espera aumentar o faturamento em 10% em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao ano anterior.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;VIVENDA DO CAMAR&amp;#195;O - Rede de frutos do mar anuncia um crescimento de  30 % em seu n&amp;#250;mero de unidades em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao mesmo per&amp;#237;odo de 2008. Do in&amp;#237;cio do ano para c&amp;#225;, a empresa inaugurou  12 restaurantes, em diferentes estados brasileiros (S&amp;#227;o Paulo, Bras&amp;#237;lia Minas Gerais, Amazonas, Goi&amp;#225;s e Paran&amp;#225;), mesmo sob impacto da crise econ&amp;#244;mica mundial e seus reflexos no setor. Al&amp;#233;m disso, a rede expandiu seus neg&amp;#243;cios para o food service, com um novo canal de distribui&amp;#231;&amp;#227;o para hot&amp;#233;is, mot&amp;#233;is, restaurantes, cozinhas industriais, etc.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;i&gt;*Os textos aqui apresentados s&amp;#227;o extra&amp;#237;dos das fontes citadas em cada mat&amp;#233;ria, cabendo &amp;#224;s fontes apresentadas o cr&amp;#233;dito pelas mesmas.&lt;/i&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/U8gjG4bcq_Pqi-Djj6gJV7P__SA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/U8gjG4bcq_Pqi-Djj6gJV7P__SA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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					<link>http://feedproxy.google.com/~r/Sebrae/Oportunidades/~3/dMK4skeXAxo/default.asp</link>
					<author>web@sc.sebrae.com.br (SEBRAE-SC)</author>
					<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 11:02:37 GMT</pubDate>
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				<item>
					<title>Ostras.com</title>
					<description>Tecnologia moderniza uma das mais tradicionais atividades de Florian&amp;#243;polis
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;O maricultor Vinicius Marcus Ramos, 31 anos, usa a internet para acompanhar as etapas da produ&amp;#231;&amp;#227;o de suas ostras, vendidas para 31 restaurantes da Grande Florian&amp;#243;polis. Ramos &amp;#233; um exemplo do quanto o cultivo de ostras comest&amp;#237;veis avan&amp;#231;ou em 20 anos de atividade e transformou Florian&amp;#243;polis em refer&amp;#234;ncia nacional de produ&amp;#231;&amp;#227;o. A Festa Nacional da Ostra e da Cultura A&amp;#231;oriana (Fenaostra), que come&amp;#231;a hoje e vai at&amp;#233; o dia 25, n&amp;#227;o poderia ser em outro lugar.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;H&amp;#225; 10 meses, Ramos trabalha para garantir o carregamento de ostras para a festa deste ano. &amp;#218;nico produtor certificado pelo Sebrae no Sul da Ilha, come&amp;#231;ou a fornecer a principal atra&amp;#231;&amp;#227;o do evento aos poucos. Primeiro foram mil d&amp;#250;zias, depois quatro mil, seis mil, at&amp;#233; chegar a 12 mil d&amp;#250;zias, no ano passado. Nessa edi&amp;#231;&amp;#227;o, ele calcula que pode entregar at&amp;#233; 15 mil d&amp;#250;zias da iguaria que j&amp;#225; conquistou a mesa de restaurantes consagrados tamb&amp;#233;m no Rio de Janeiro e em S&amp;#227;o Paulo.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;- Com o passar dos anos, a rede de contatos foi aumentando ¿ diz, orgulhoso.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;O maricultor pegou carona na internet. Com Orkut, Twitter e um site especializado do rancho no Ribeir&amp;#227;o da Ilha, ganhou credibilidade e conquistou espa&amp;#231;o no mercado. O consumidor mais detalhista, por exemplo, acompanha pelo site, em quatro c&amp;#226;meras, a chegada das ostras, passando pela lavagem e sele&amp;#231;&amp;#227;o. Detalhes como o lavador a jato de press&amp;#227;o de &amp;#225;gua salgada e o transporte em ve&amp;#237;culo refrigerado agregam valor &amp;#224; produ&amp;#231;&amp;#227;o.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;O engenheiro agr&amp;#244;nomo da Epagri e um dos tr&amp;#234;s idealizadores da Fenaostra, Alex Alves dos Santos, salienta a proje&amp;#231;&amp;#227;o gerada pela festa para Florian&amp;#243;polis e Santa Catarina como maior Estado produtor e polo gastron&amp;#244;mico. A festa cumpre o objetivo original de escoar a produ&amp;#231;&amp;#227;o da Ilha, al&amp;#233;m de popularizar o consumo.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;- O pessoal de fora, quando fala em Florian&amp;#243;polis, lembra da Ponte Herc&amp;#237;lio Luz e das ostras - avalia.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Santos lembra que, na primeira edi&amp;#231;&amp;#227;o do evento, implorou para que restaurantes participassem e inclu&amp;#237;ssem um prato elaborado com ostras no card&amp;#225;pio. Eram tr&amp;#234;s apenas. A partir da sexta edi&amp;#231;&amp;#227;o, a organiza&amp;#231;&amp;#227;o j&amp;#225; precisou selecionar os restaurantes. Hoje s&amp;#227;o 14 na festa, que espera receber 200 mil visitantes na edi&amp;#231;&amp;#227;o de 2009.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Produ&amp;#231;&amp;#227;o de sementes come&amp;#231;ou na UFSC&lt;/b&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;A hist&amp;#243;ria do cultivo de ostras na Ilha tem como marco inicial a produ&amp;#231;&amp;#227;o de sementes pela Universidade Federal de Santa Catarina, a partir de 1990. A esp&amp;#233;cie Crassostrea Gigas, origin&amp;#225;ria do Pac&amp;#237;fico, encontrou o ambiente ideal para se desenvolver nas &amp;#225;gua calmas, com temperatura mais amenas, das ba&amp;#237;as norte e sul. A ostra est&amp;#225; pronta para ser consumida em oito meses, muito mais r&amp;#225;pido do que as encontradas no Chile, por exemplo, prontas para o consumo em dois anos. As ostras europeias est&amp;#227;o na mesa do eixo Rio-S&amp;#227;o Paulo em menos de 24 horas, mas levam quatro anos para ficarem prontas.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;- Nossa capacidade de produ&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; alt&amp;#237;ssima. Podemos triplicar de um ano para o outro. Por isso os franceses ficaram abismados quando viram o que t&amp;#237;nhamos aqui ¿ completa Santos.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Uma iguaria de laborat&amp;#243;rio&lt;/b&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;As ostras de Florian&amp;#243;polis s&amp;#227;o resultado da pesquisa de t&amp;#233;cnicos da UFSC, da Epagri e da dedica&amp;#231;&amp;#227;o de produtores e comerciantes. Cultivada durante todo o ano, a ostra come&amp;#231;a a "viver" no laborat&amp;#243;rio da universidade, onde as sementes s&amp;#227;o geradas. O &amp;#250;ltimo passo &amp;#233; a colheita, oito meses depois, nas &amp;#225;guas calmas das ba&amp;#237;as Norte e Sul da Ilha.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;As sementes s&amp;#227;o colocadas em lanternas-ber&amp;#231;&amp;#225;rio (esp&amp;#233;cie de cestas). A cada semana, as lanternas s&amp;#227;o retiradas para a peneira&amp;#231;&amp;#227;o. Os produtores acompanham o crescimento das ostras e as selecionam por tamanho. Em seguida, s&amp;#227;o colocadas em novas lanternas, chamadas intermedi&amp;#225;rias, em menor quantidade por bandeja, para favorecer o crescimento.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Ap&amp;#243;s passar pela lanternas intermedi&amp;#225;rias um e dois, em menor quantidade a cada fase, as ostras chegam at&amp;#233; a lanterna tr&amp;#234;s, a definitiva, de onde sair&amp;#227;o para a colheita e as etapas de sele&amp;#231;&amp;#227;o e lavagem final. Como Santa Catarina tem um controle de qualidade de &amp;#225;gua e da ostra, n&amp;#227;o h&amp;#225; necessidade de fazer a depura&amp;#231;&amp;#227;o.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;O processo &amp;#233; uma exig&amp;#234;ncia da legisla&amp;#231;&amp;#227;o para exporta&amp;#231;&amp;#227;o, que pode come&amp;#231;ar a partir do primeiro semestre de 2010. A depura&amp;#231;&amp;#227;o, feita em um tanque com filtros, elimina as pseudofezes da ostra que, por ser um organismo de filtragem, seleciona a pr&amp;#243;pria alimenta&amp;#231;&amp;#227;o. &amp;#201; quase uma limpeza gastrointestinal.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;i&gt;*Os textos aqui apresentados s&amp;#227;o extra&amp;#237;dos das fontes citadas em cada mat&amp;#233;ria, cabendo &amp;#224;s fontes apresentadas o cr&amp;#233;dito pelas mesmas.&lt;/i&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Ga_-22Z_1Tjow_ltkrq1m_hwc4M/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Ga_-22Z_1Tjow_ltkrq1m_hwc4M/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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					<author>web@sc.sebrae.com.br (SEBRAE-SC)</author>
					<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 14:29:26 GMT</pubDate>
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