<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3814550813083564043</id><updated>2024-09-21T10:23:45.680+01:00</updated><category term="seguros"/><category term="Mediador seguros"/><category term="seguro"/><category term="CMR"/><category term="O QUE É O CMR"/><category term="Seguro de CMR"/><category term="Seguro transportes"/><category term="mediador"/><category term="seguradoras"/><category term="2010"/><category term="COMO FUNCIONA A CMR"/><category term="Curiosidades"/><category term="EUA"/><category term="Jornadas"/><category term="Portugal"/><category term="Publicidade"/><category term="Publicidade nos seguros"/><category term="Resseguros"/><category term="aliado"/><category term="companhias"/><category term="controlo"/><category term="história"/><category term="mediação de seguros"/><category term="seguros em portugal"/><category term="transformação"/><title type='text'>Seguros em Portugal</title><subtitle type='html'>Neste blog pretende-se falar e dar a conhecer o funcionamento dos seguros em Portugal, assim como publicar noticias sobre as diversas alterações que vão existindo na actividade.&#xa;&#xa;Aqui fala com profissionais do ramo.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3814550813083564043/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>21</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3814550813083564043.post-2015239748648747294</id><published>2012-01-05T15:10:00.002+00:00</published><updated>2012-01-05T15:17:14.154+00:00</updated><title type='text'>O seguro morreu de velho?</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Fomos recentemente questionados
em público por alguém que conhecendo as nossas envolvências profissionais
queria saber, em jeito de desafio, se era verdade que “o seguro morreu de velho”.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Uma reacção imediatista remete
para um rotundo não completado com a ideia de que a Instituição está bem viva e
dinâmica oferecendo protecção multivalente contra as vicissitudes do incerto.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Mas importa dilucidar o aforismo,
procedendo à sua cuidadosa análise.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Com efeito, o interrogante quando
colocou a questão em termos orais confundiu, intencional ou não intencionalmente,
o seguro enquanto qualidade do que está imune ao acidente e o Seguro enquanto instituição
integrando modelos destinados a proteger pessoas e patrimónios quanto à
possível mas incerta materialização de riscos.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Ou seja, confundiu o adjectivo
comum seguro com o substantivo próprio Seguro.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Dito de outro modo, assimilou a
qualidade do que é seguro ao sector segurador que integra meios organizados
cuja essência é a oferta de segurança.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Quando se diz prosaicamente que o
seguro morreu de velho, está-se implicitamente a valorar a prevenção, a
ausência de risco, enquanto via de projecção da realidade em presença até aos
inexoráveis desgastes e limites impostos pelo tempo.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A qualidade do que é seguro está
ao abrigo do sobressalto danoso aleatório e só os efeitos persistentes de
calendário podem danificar os contornos naturais do ser.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A outra acepção falada do termo
seguro, é Seguro substantivo próprio, com letra grande, para significar a construção
instrumental apta à manutenção de níveis de fruição ou à protecção de fontes de
rendimento corporizando a sua função nuclear de oferta de segurança.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
E a instituição Seguro está viva
e bem viva.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Acompanha a dinâmica da vida
procurando afastar do horizonte as consequências negativas daqueles riscos de
origem humana ou decorrentes da natureza que podem ser medidos e tratados em
base&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
técnica.&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/feeds/2015239748648747294/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/2012/01/o-seguro-morreu-de-velho.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3814550813083564043/posts/default/2015239748648747294'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3814550813083564043/posts/default/2015239748648747294'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/2012/01/o-seguro-morreu-de-velho.html' title='O seguro morreu de velho?'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3814550813083564043.post-1393679998269841157</id><published>2012-01-05T15:01:00.002+00:00</published><updated>2012-01-05T15:01:14.819+00:00</updated><title type='text'>Vamos dar uma ajuda</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O sector segurador não está
habituado a que o critiquem ou que o observem fora de análises estatísticas. É
assim. Funciona assim. Queremos que seja assim e… ponto final parágrafo. Mas
temos que alterar também esta crise de mentalidade seguradora num momento em
que estamos imersos numa dificílima crise económica com situações extremamente
preocupantes; a crise social com um tsunami de desemprego sem perspectivas de recuperação
a curto e médio prazo; a crise de valores de liderança e carisma; a crise de
identidade das nossas empresas. Todo este conjunto de crises projectase na
actividade seguradora que é quase sempre a última a sentir os seus efeitos
maléficos. E que fazemos nós? Nada! Mantemos os mesmos processos e,

&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
“criativamente” encurtamos os
postos de trabalho!&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Sendo nós uma actividade com
prioritário sentido de prevenção, segurança e aforro devíamos fazer mais
qualquer coisa… para criar novos serviços e novos postos de trabalho. Nós
estamos num “negócio de pessoas para pessoas” o que trás a imperiosa necessidade
de tomar medidas que credibilizem cada vez mais o sector, promovendo o seguro
com mais eficiência e, sobretudo, com humildade de bem servir.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Em definitivo todos já prevemos
que vamos ter de viver pior do que estamos vivendo até aqui, e é evidente que
essa debilidade financeira nos vai trazer fortes preocupações de expansão.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Todos os empresários, seja qual
for a sua dimensão, devem fazer um esforço para, pelo menos, manter os postos de
trabalho. Obviamente que os trabalhadores também têm a obrigação de entender a
situação em que vivemos e ajustarem as suas necessidades às das empresas - como
diz o “povo humilde”: mais vale ganhar pouco a longo prazo, do que muito por
alguns dias….&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Na actividade seguradora temos
pelo menos a obrigação de manter um clima de estabilidade e esperança tão necessária
para que possamos enfrentar todos os obstáculos sociais e contribuir de forma
activa para a recuperação do País.&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/feeds/1393679998269841157/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/2012/01/vamos-dar-uma-ajuda.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3814550813083564043/posts/default/1393679998269841157'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3814550813083564043/posts/default/1393679998269841157'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/2012/01/vamos-dar-uma-ajuda.html' title='Vamos dar uma ajuda'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3814550813083564043.post-2230501124258709727</id><published>2012-01-05T13:03:00.002+00:00</published><updated>2012-01-05T13:03:24.111+00:00</updated><title type='text'>Há falta de Educação!</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;
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&lt;br /&gt;
A actividade seguradora devia cultivar o esclarecimento, o
diálogo e a informação transparente. Mas não. Continua hermética. Não fala, não
responde às questões mais pertinentes, não responde a e-mails, a faxes,

&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
a cartas e, quando se telefona “todo o mundo” está sempre em
reuniões!!!! Algumas excepções – óbvio.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Em termos académicos as seguradoras têm hoje um elevado grau
de sapiência… mas em termos de educação e de respeito pelos utentes e colaboradores
(estratégicos) é uma aflição total.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
É um facto que a educação ganha-se no “berço”, e não nas escolas,
nos liceus ou nas faculdades. Claro que os pais hoje estão menos tempo com&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
os filhos e os avós já são de outra tempera e geração que não
lhes permite, na maioria dos casos, ter paciência para aturar e educar os netos
que só pensam na PlayStation e nos computadores. Este desrespeito pelo próximo
é resultado de uma falta de educação que não tem nada a ver com o seu nível
académico e a que os recursos humanos das empresas deveriam dar mais atenção.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Claro que o “não responder” é uma técnica para poder sempre dizer
que não recebeu a carta, o fax, o email ou que ninguém o informou do telefonema
que foi feito para o contactar. Porém, convenhamos, é uma técnica esfarrapada e
que só desvenda uma má organização pessoal e empresarial.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Um “NÃO” dá-se ou diz-se com a maior rapidez e facilidade e
deve ser, sempre, respeitado.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
Agora o SILÊNCIO ou o DESPREZO por um contacto ou um pedido
de esclarecimento é postura de má educação.&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/feeds/2230501124258709727/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/2012/01/ha-falta-de-educacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3814550813083564043/posts/default/2230501124258709727'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3814550813083564043/posts/default/2230501124258709727'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/2012/01/ha-falta-de-educacao.html' title='Há falta de Educação!'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3814550813083564043.post-7259937974120359673</id><published>2011-11-25T13:01:00.001+00:00</published><updated>2011-11-25T13:01:43.715+00:00</updated><title type='text'>Agora… já se pode segurar o DIVÓRCIO!</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
“A empresa norte americana WedLock
inventou um novo tipo de seguro para compensar aqueles que passam por um
incidente, hoje em dia muito comum: o Divórcio.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Para ter direito a resgatar o
Capital contratado o casal tem que ter contribuído com o pagamento dos
respectivos prémios durante pelo menos quatro anos. Os capitais não são
elevados mas servem, pelo menos, para pagar algumas despesas – como aos
advogados, por exemplo (…)”&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Em Portugal esta modalidade de seguro
ainda não existe, mas pode ser que “alguém” queira vir a arriscar…. Mercado há
com toda a certeza.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/feeds/7259937974120359673/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/2011/11/agora-ja-se-pode-segurar-o-divorcio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3814550813083564043/posts/default/7259937974120359673'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3814550813083564043/posts/default/7259937974120359673'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/2011/11/agora-ja-se-pode-segurar-o-divorcio.html' title='Agora… já se pode segurar o DIVÓRCIO!'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3814550813083564043.post-2828984519452384438</id><published>2011-11-25T12:59:00.001+00:00</published><updated>2011-11-25T13:00:01.248+00:00</updated><title type='text'>Catástrofes naturais devem atingir 41 biliões de dólares por ano entre 2010 e 2019</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O aumento da frequência de
chuvas, vendavais e ciclones tem trazido enormes prejuízos económicos não só
aos governos e para as populações, mas também ao mercado segurador .&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Em termos mundiais as perdas previstas
devem chagar aos 41 biliões de dólares por ano entre 2010 e 2019.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Segundo a Geneve Association, dado
o desenvolvimento económico e as riquezas produzidas, cada vez são mais
elevados os prejuízos, em consequência das grandes catástrofes, para além dos eventos
climáticos causarem, também, grandes problemas.&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/feeds/2828984519452384438/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/2011/11/catastrofes-naturais-devem-atingir-41.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3814550813083564043/posts/default/2828984519452384438'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3814550813083564043/posts/default/2828984519452384438'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/2011/11/catastrofes-naturais-devem-atingir-41.html' title='Catástrofes naturais devem atingir 41 biliões de dólares por ano entre 2010 e 2019'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3814550813083564043.post-6690750704425581656</id><published>2011-11-25T12:55:00.001+00:00</published><updated>2011-11-25T12:56:02.032+00:00</updated><title type='text'>As seguradoras vão, certamente, subir os preços no ramo automóvel.</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Segundo o Presidente da APS,
Pedro Seixas Vale (Dr.) as seguradoras estão a sentir há muito um
estrangulamento nos preços do ramo automóvel e que, face aos resultados negativos
de 30% das empresas no primeiro semestre deste ano, é de esperar um aumento das
tarifas.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Em entrevista ao Diário Económico
o presidente da APS diz que o actual cenário não é animador mas garante que o
sector continua solvente e forte.&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/feeds/6690750704425581656/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/2011/11/as-seguradoras-vao-certamente-subir-os.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3814550813083564043/posts/default/6690750704425581656'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3814550813083564043/posts/default/6690750704425581656'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/2011/11/as-seguradoras-vao-certamente-subir-os.html' title='As seguradoras vão, certamente, subir os preços no ramo automóvel.'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3814550813083564043.post-2283760723098402065</id><published>2011-11-25T12:53:00.001+00:00</published><updated>2011-11-25T12:53:48.133+00:00</updated><title type='text'>Agentes e Corretores do PASSADO, PRESENTE ou FUTURO?</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Eis a questão!&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Quantas conversas, quantas reuniões,
quantos discursos para se falar do passado e algumas vezes do presente. È
urgente falar, discutir, reunir, conferenciar, sobre o futuro da nossa
actividade empresarial de mediação de seguros.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A criatividade, competência e profissionalismo
são os atributos para aumentar as vendas e afastar o fantasma da crise.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O futuro passa pela transformação
das relações com os clientes e com as seguradoras.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os clientes cada vez mais serão
clientes conhecedoresdos contratos que pretendam subscrever, e irão procurá-los
sem sair do sofá de sua casa.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Isto, obviamente, os clientes individuais,
em principio e não em exclusivo.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Para a subscrição das apólices comuns
às famílias essas serão, decerto, adquiridas através dum aparelho informático, com
toda a comodidade.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O Mundo evolui todos os dias, dizem
por aí, mas o Mundo não evolui sempre e o que acontece é que muda todos os
dias.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Hoje um Agente e Corretor têm de
estar obrigatoriamente informados do que se passa no mercado europeu e
internacional.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Não basta lêr, apenas, as
noticias regionais.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A tendência dos clientes é não fidelizar,
salvo se tiverem serviço de excelência acrescido ao contrato e ao preço.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Amigos, amigos negócios à parte!&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
As seguradoras terão de mudar estratégias
e ampliar a sua rede de vendas através dos Agentes e Corretores modernos, bem
colocados no mercado, com boa imagem de marca&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
e serviço pós-venda reconhecido.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os agentes e corretores terão de
investir nos meios de comunicação com o mercado, investindo nas novas
tecnologias.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Não será tomado em conta o brinde
de Natal para as novas gerações de consumo rápido,&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
eficiente, baixo custo e
exigência de serviço.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
As seguradoras terão de
acompanhar este fenómeno e estabelecer contratos de representação com a rede de
mediação, a qual tem de se impor rapidamente para evitar a tentação do seguro
directo.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A rede de mediação tem de se apresentar
ao público, urgentemente, publicitando a sua mais-valia, oferecendo instrumentos
de contactos fáceis e comunicação rápida, se não pretender saborear a maldita
crise de crescimento.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Hoje já estamos a iniciar novas
formas de subscrever contratos, sem ser necessária a maçada do preenchimento duma
proposta, enviá-la por correio, aguardar eternidades pelas apólices afim de
recebermos o fruto do trabalho.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Já é possível, hoje em dia, com
algumas seguradoras, emitir no local de trabalho a apólice perante o cliente e cobrar
imediatamente o prémio.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A isto chamo-lhe outsourcing e
insourcing e é uma questão que as associações representativas das duas partes
terão de conversar para modernizar, de igual modo, os nossos recursos
financeiros.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Entretanto enquanto não acontecer
o diálogo, cada um saberá gerir o seu negócio.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Muito mais haveria a dizer, mas
aguardarei atentamente o desenrolar dos acontecimentos &quot;na
modernidade&quot; Quanto ao futuro… a Deus pertence!&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Mas como filhos de Deus temos
obrigação de o construir e preparar ferramentas para o construir bem e
solidamente em partilha e humanizado.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Já entramos numa nova Era: - a
ERA DO CLIENTE!&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/feeds/2283760723098402065/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/2011/11/agentes-e-corretores-do-passado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3814550813083564043/posts/default/2283760723098402065'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3814550813083564043/posts/default/2283760723098402065'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/2011/11/agentes-e-corretores-do-passado.html' title='Agentes e Corretores do PASSADO, PRESENTE ou FUTURO?'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3814550813083564043.post-5134729330555736097</id><published>2011-11-25T12:47:00.001+00:00</published><updated>2011-11-25T12:48:09.932+00:00</updated><title type='text'>“In”: EL PAÍS - (Economia Consciente)</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;
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&lt;![endif]--&gt;

&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Se você é director geral, por
favor leia as linhas que se seguem, mas não acredita em nada.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Na medida em que este artigo lhe
pareça útil e interessante, convidamo-lo a que verifique toda a informação que
possua através da sua própria experiência. Somente tudo lhe chamará a atenção
se, neste momento da sua vida, tanto você como a empresa que representa sentirem
necessidade de mudança. Se não for assim não perca o seu valioso tempo a ler
este artigo.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Esta reflexão dirige-se aqueles
directores gerais que estão reorganizando o funcionamento das suas estruturas
como consequência da crise de valores e de consciência de que padece
actualmente a sociedade.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Como sabe, a forma rentável e o crescimento
da sua empresa deixou entretanto de ser eficiente o que é de todo
insustentável.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
De facto cada vez mais sociólogos
e economistas coincidem em que este “velho paradigma económico” está em
decadência e que a sua transformação é iniludível e inevitável.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Referimo-nos à visão materialista
do mundo que provoca que as organizações tenham como ”Deus” o capital, e como
único objectivo, ganhar dinheiro. Referimo-nos ao enfoque mecanicista e
utilitarista do trabalho, em que os chefes tratam os seus colaboradores como
máquinas, impedindo-lhes de desenvolver o seu potencial. Referimo-nos à
perspectiva vitimicista da vida que nos leva a sofrer inutilmente por não se
aceitar que as nossas condições laborais são como são.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O principal resultado de
funcionar segundo o sistema de crenças deste “velho paradigma&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
económico” é a nossa obsessão de
procurar ter ( a dimensão tangível) o que pouco a pouco nos foi retirado. Por
isso mesmo é que temos mais riqueza que nunca, mas somos efectivamente mais
pobres. A prova disto é que o vazio existencial se converteu numa&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
enfermidade contemporânea, e o
Prozac, fármaco antidepressivo se tornou em líder de vendas.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Construímos uma sociedade
edificada sobre dois pilares:&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
o consumo e o entretenimento. É
assim que tratamos de apaziguar a nossa insatisfação, fugindo constantemente de
nós mesmos.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Frente a este cenário psicológico
e económico, cabe perguntar: - Que sentido tem tudo isto? - Até quando continuaremos
a propor o inevitável?&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Se como director geral vem
desenvolvendo este tipo de reflexões filosóficas saiba que não é o único.
Obviamente que faz parte de uma escassa minoria de executivos responsáveis que
deram conta de que está na hora de mudar. E não é por razões morais, mas sim
por razões económicas. O que está em jogo é a sobrevivência da organização&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
que você hoje lidera.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Estamos a presenciar o amanhecer
de um “novo paradigma económico” baseado nos últimos conhecimentos científicos
sobre a natureza da realidade dos seres humanos que dela fazem parte. A esta
nova forma de entender a vida denomina-se de “posmaterialismo”. Quer dizer, a
visão de que o mundo está composto por uma parte material e por outra
imaterial, promovendo o equilíbrio entre o que temos e o que somos. Este
enfoque integrador motiva sem dúvida as empresas a alienar o seu legítimo afã de
lucro com o bem-estar dos seus trabalhadores, e o respeito pelo meio ambiente
e, também, motiva as organizações a criar riqueza real para a sociedade,
deixando de ver o dinheiro como um objectivo em si mesmo para concebê-lo como
um resultado de sua contribuição. Em paralelo este “novo paradigma económico”
inspira a que os chefes intermédios desenvolvam as suas competências emocionais
de maneira a que aprendam a gerir os seus colaboradores de uma forma mais
construtiva e eficiente. Assim sendo para que esta nova perspectiva de vida se consolide,
a mudança mais importante&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
é o que temos que fazer
individualmente. E para isso devemos abandonar a postura existencial do
vitimismo para treinar a responsabilidade pessoal.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Temos que compreender e
interiorizar que somos livres para promover as nossas atitudes e para tomar as
decisões mais adequadas em cada momento.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Se conseguiu ler até aqui,
convidámo- lo a responder às seguintes questões:&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
- Qual é o nível de satisfação da
grande maioria dos seus trabalhadores?&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
– Como faz a gestão dos
empregados intermédios e dos seus colaboradores?&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
– Quais são as crenças e os valores
que constituem a cultura organizacional da empresa que você dirige? E o mais
importante: - Que impacto têm todos estes intangíveis na conta final de
resultados? Talvez tudo isto lhe pareçam balelas, mas saiba que efectivamente
está emergindo uma nova espécie directiva: o director de cultura
organizacional. Este cargo está vinculado ao director de pessoas – o qual no “velho
paradigma económico” se denomina de “director dos recursos humanos” – e se
reporta directamente a si.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A sua missão é acompanhar a
empresa no seu processo de mudança, adaptando a função e o funcionamento da
empresa ao “novo paradigma económico”.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Entre outras competências este
tipo de executivo promove o “auto conhecimento organizacional” por meio de uma
extensa radiografia da empresa, contemplando tanto o tangível como o intangível.
Através de uma pesquisa voluntária todos os seres humanos&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
que compõem a empresa devem poder
expressar a sua opinião sobre como vivem o seu dia-a-dia laboral, especialmente
sobre os aspectos que podem ser melhorados. Em paralelo também se realizam
entrevistas estratégicas aos três níveis da empresa: alta direcção, chefes
intermédios e os restantes trabalhadores.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Como resultado desta investigação
elabora-se um dossier sobre o estado actual da empresa que servirá como rota
para traçar um plano de “desenvolvimento organizacional”.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Dada a complexidade inerente a
este desafio, o director da cultura organizacional não só deve ser uma pessoa comprometida
com o seu próprio “trabalho interior”, como deve contar com uma rede de
especialistas em “coaching” e da inteligência emocional.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O objectivo é o de detectar quais
são as crenças que predominam na instituição, analisando os resultados que
estão tendo sobre os três níveis da empresa, alinhando os valores da empresa
com os dos seus trabalhadores. Uma vez executado valoriza-se o impacto que teve
o desenvolvimento organizacional, tanto a nível quantitativo como qualitativo.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Por último, e não menos
importante, este director também tem a missão de promover a “liderança
organizacional”.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Nesta etapa do percurso alguns
directores gerais definem uma necessidade transcendente que os leva a
reformular a sua estratégia de negócio Não é mais do que uma chamada para criar
ênfase através dos seus valores intrinsecamente humanos. Fazem-no, pois, em
função de uma série de perguntas cujas respostas marcam a direcção para a qual se
dirige a empresa: - Que sentido quer que tenha a empresa que dirige? – Qual é o
legado que quer deixar à sociedade?&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Pois é graças a este processo de “aprendizagem
organizacional” que a empresa deixa de funcionar por inércia e evolui de forma
consciente. É assim que se interioriza a filosofia da mudança permanente,
permitindo-lhe enfrentar os novos desafios do futuro com maior eficiência e
atingindo o fim mais desejado: uma abundância económica sustentável.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Chegados a este ponto basta
recordar que este processo só dá os seus frutos a médio prazo, quando o
director geral sente a necessidade de mudança e crê na possibilidade de criar
uma nova maneira de liderar a sua organização.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Parece um caminho longo, mas é
uma questão de dar o primeiro passo. Pode começar por fazer a si próprio uma
simples pergunta: - Que faria se não tivesse medo?&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O seu objectivo é criar valor na
empresa através de seus valores Intrinsecamente Humanos&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Está emergindo uma nova espécie directiva:
o director de cultura organizacional&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
“A loucura é seguir fazendo o
mesmo e esperar resultados diferentes”&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
(Albert Einstein)&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/feeds/5134729330555736097/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/2011/11/in-el-pais-economia-consciente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3814550813083564043/posts/default/5134729330555736097'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3814550813083564043/posts/default/5134729330555736097'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/2011/11/in-el-pais-economia-consciente.html' title='“In”: EL PAÍS - (Economia Consciente)'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3814550813083564043.post-8080480825276466539</id><published>2011-11-25T12:34:00.001+00:00</published><updated>2011-11-25T12:34:26.822+00:00</updated><title type='text'>Uma nova realidade: Venda de outras modalidades</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A actividade seguradora poderia,
e deveria, questionar se os contratos de seguros actualmente existentes respondem
adequadamente às exigências dos clientes, e se são eficazes para as suas
necessidades.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os clientes hoje são muito
diferentes e mais exigentes e as seguradoras pouco ou quase nada os têm
escutado…&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O cliente está muito mais formado
e informado pelo que já “aprendeu” a reclamar, sobretudo ao seu mediador, um
melhor apoio, um eficiente assessoramento e um maior rigor na hora de
estabelecer soluções e de assistência rápida em caso de acidente ou de
sinistro.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Por exemplo, muitas seguradoras
não se decidem a reduzir coberturas ou capitais, simplificar ou e evitar duplicidades
porque tal supõe a diminuição dos prémios que não estão dispostos a perder.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Talvez por tudo isto é que se
está a viver uma situação de mercado “low-cost” que leva o cliente a pensar que
nos anos anteriores a sua seguradora lhe estava a cobrar preços elevados!
Obviamente que se se fizer qualquer redução (de capital ou cobertura) haverá
uma significativa baixa do prémio e as seguradoras não vislumbram alternativas para
compensar essa quebra económica, especialmente num período de crise. O facto é
que as redes de distribuição - fortemente motivadas pelas áreas de marketing -
apenas pensam na venda do seguro automóvel e muito poucas acções desenvolvem
para uma consistente prospecção de outros ramos e modalidades.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Mas, há que reconhecer que se
deve optar por uma “venda segundo a necessidade e capacidade de pagamento de
cada cliente”, ou seja, os seguros devem ser adequados à nova realidade dos
clientes. Novos tempos, novas necessidades, novas ofertas.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Durante os tempos de bonança as
seguradoras direccionaram todo o seu esforço de vendas para segurar os bens que
eram massivamente adquiridos pelos consumidores, pelo que devem, agora, fazer
uma reflexão e um grande esforço no desenvolvimento&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
das suas redes para a venda de
outro tipo de necessidades, quiçá mais prementes, nomeadamente para a segurança
do seu dia-a-dia e do seu próprio futuro.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Parece claro que os seguros não
evoluíram com a sociedade. Muitas das “inovações” - (mais ajustamentos do que
inovações) - resultaram de obrigações normativas e não de verdadeiros novos
riscos sociais.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Definitivamente a actividade
seguradora teria melhor imagem e uma melhor e maior “produção”, se o sector não
fosse tão desconfiado, de tudo e de todos, e proporcionasse uma oferta mais
variada e ajustada aos novos riscos. Assim, o cliente tem que adaptar-se&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
ao que existe no mercado e não
tem hipóteses de eleger, segundo as suas necessidades para as diferentes etapas
da sua vista, os seguros que ele efectivamente deseja e pode pagar.&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/feeds/8080480825276466539/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/2011/11/uma-nova-realidade-venda-de-outras.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3814550813083564043/posts/default/8080480825276466539'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3814550813083564043/posts/default/8080480825276466539'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/2011/11/uma-nova-realidade-venda-de-outras.html' title='Uma nova realidade: Venda de outras modalidades'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3814550813083564043.post-502994201609576486</id><published>2011-11-25T12:24:00.001+00:00</published><updated>2011-11-25T12:29:54.961+00:00</updated><title type='text'>CANAIS QUE AMEAÇAM OS MEDIADORES</title><content type='html'>A pergunta que se coloca é: -Sabem os clientes a quem compram os seus seguros?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Cremos que a maioria dos clientes apenas dão conta de quem é a “sua seguradora” depois de receberem a respectiva apólice já que quem trata da colocação dos seguros é o “seu mediador”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Ao cliente pouco lhe interessa
quem vende o seguro; o que lhe interessa, isso sim, é que a qualidade seja a
melhor, muito embora em alguns nichos de mercado, o preço possa ter influência
na escolha da seguradora.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O cliente, em regra, apenas sabe
que tem uma pessoa, uma entidade que lhe trata dos seus seguros e que todos os
pormenores lhe são explicados no acto da entrega da apólice.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Distinguimos quatro momentos
importantes no relacionamento com qualquer cliente:&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
a oferta, a venda e o serviço
prestado perante qualquer necessidade, bem como numa resposta eficiente perante
um acidente ou sinistro.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Estes são factores relevantes e
que definem o nível da qualidade&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
de serviços de qualquer
seguradora. Isto, obviamente, para além de uma assessoria correcta, uma afável
amabilidade de contacto, uma resposta rápida, uma explicação sem termos complicados
ou dialéctica confusa, e uma postura de confiança que possa responder às
expectativas do cliente. Tendo presente este leque de exigências facilmente se
decidirá qual o canal que mais se aproxima dos interesses de cada cliente.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Linha directa, Banca seguros,
Internet e Mediação. Qualquer canal pode servir convenientemente o cliente,
tudo dependendo das suas expectativas em termos de preço e de qualidade de
serviços e assessoria.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Os Prós e Contras de cada canal
de distribuição devem ser bem equacionados e esclarecidos a fim de evitar
conflitos e deterioração de imagem de cada um dos respectivos canais.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Creio que valerá a pena elaborar
um quadro com esses ”prós e contras” e entregá-lo ao cliente para que seja ele
a escolher o “seu canal de distribuição” e a saber exactamente quais os reais
serviços e assessoria a que tem efectivamente direito. São elementos básicos que
só defender a credibilidade do sector segurador.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Sobretudo a publicidade “low-cost”
colocou a questão de reputação e de seriedade das entidades seguradoras uma vez
que, de chofre, os preços baixaram de forma “espectacular”, sem qualquer
justificação plausível…&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
As ameaças dos vários canais para
a mediação profissional são efectivamente, no nosso entender, muito ténues. O
Seguro Directo necessita de uma grande dimensão pois exige um forte orçamento
publicitário e de promoção; a Internet sempre será um canal mais de informação
do que de venda efectiva; a Bancaseguros embora tenha um acesso privilegiado
aos clientes não oferece garantia de serviço e assessoria.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Assim sendo o canal de Mediação
é, sem dúvida, aquele que com o seu profissionalismo proporciona um melhor
atendimento e assessoria aos clientes no sentido de lhes resolver os seus
problemas de segurança e de lhes tratar convenientemente os processos de sinistros.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/feeds/502994201609576486/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/2011/11/canais-que-ameacam-os-mediadores.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3814550813083564043/posts/default/502994201609576486'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3814550813083564043/posts/default/502994201609576486'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/2011/11/canais-que-ameacam-os-mediadores.html' title='CANAIS QUE AMEAÇAM OS MEDIADORES'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3814550813083564043.post-492444221335502194</id><published>2010-08-02T12:24:00.002+01:00</published><updated>2010-08-02T12:29:47.188+01:00</updated><title type='text'>Houve um salto qualitativo</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Obviamente que houve uma grande evolução no sector segurador durante as últimas três décadas. Quem não se lembra das dificuldades do controlo das cobranças, da extrema morosidade no processamento de uma apólice, nos complicados circuitos administrativos, enfim, de um sem número de tarefas que eram manuais, depois passaram pelo complicado processo dos “cartões perfurados” para, mais tarde, se entrar na alta tecnologia dos sistemas de informação. Foram etapas difíceis de vencer onde não faltou, por vezes, uma lamentável resistência humana às evoluções tecnológicas.&lt;br /&gt;Mas uma coisa é aquilo que a tecnologia e a versatilidade dos computadores realiza e outra, bem diferente, é a utilização de uma estrutura humana. E aí é que, confesso, apesar da actual elevada formação escolar dos profissionais do sector, não vejo, nem sinto, uma clara evolução nos serviços oferecidos!&lt;br /&gt;O sector segurador não tem sabido aproveitar a grande capacidade do seu capital humano. A mania agora, ou a moda (como queiram chamar-lhe…) é forçar aquilo que o exterior nos quer vender por imposição da sua obsessão de que o seu ADN é universal! Honestamente não compreendo essa exterior imposição organizacional uma vez que, é dos livros, o negócio varia conforme a estrutura sócio-económica de cada país.&lt;br /&gt;Mas é um facto que… de coisas e de pessoas incompreensíveis o mundo e a vida já estão cheios e, quanto mais o tempo passa menos compreendo estas aberrações organizacionais.&lt;br /&gt;Porém não me repugna confessar a minha ignorância e colocar-me na frente de uma caravana que vai assumindo o papel de cínico, de sábio ou de inadaptado!&lt;br /&gt;No final de contas parece-me que o sector segurador se vai resignando com todas as experiências exportadas e, embora pasmado, vou aguardando que o tempo, inexoravelmente, acabe por corrigir “tanta sabedoria”.&lt;br /&gt;Mesmo assim, para não fazer feio, prometi a mim mesmo estar atento, certo de que um momento mais nobre e transcendente acabará por dar razão aos livros e professores que me deram algum conhecimento sobre estas coisas de organização empresarial….&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/feeds/492444221335502194/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/2010/08/houve-um-salto-qualitativo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3814550813083564043/posts/default/492444221335502194'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3814550813083564043/posts/default/492444221335502194'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/2010/08/houve-um-salto-qualitativo.html' title='Houve um salto qualitativo'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3814550813083564043.post-8926817401271530267</id><published>2010-07-15T23:29:00.002+01:00</published><updated>2010-07-15T23:35:43.723+01:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="controlo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="EUA"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="seguradoras"/><title type='text'>EUA TERÃO MAIOR CONTROLO SOBRE AS SEGURADORAS</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Como um coro de “sim” que quase não foi ouvido fora de Washington, o Comité Financeiro da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou uma lei que vai criar uma autoridade supervisora nacional para as companhias de seguros. O “Federal Insurance Office” não será uma autoridade reguladora, mas estará acima das autoridades estaduais americanas e vai recolher informações para ajudar os formuladores de políticas a responderem às crises, reduzir os riscos sistémicos e ajudar a garantir o bom funcionamento do sistema financeiro. A iniciativa é a mais recente amostra da atenção que as autoridades económicas vêm dando aos riscos sistémicos apresentados por um sector que passou os últimos meses afirmando que não causou a crise financeira, nem sofreu enormemente com ela.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No mês passado, Jean-Claude Trichet, presidente do Banco Central Europeu, disse num encontro de autoridades reguladoras da Europa que vê as grandes companhias de seguros e os fundos de pensões como instituições sistemicamente importantes. “A interacção entre as seguradoras e os fundos de pensões, mercados financeiros, bancos e outros intermediários financeiros vem crescendo consideravelmente ao longo do tempo”, disse Trichet, acrescentando que a visão que se tem delas, de estáveis e menos inter conectadas, “precisa de mudar”. Os contra argumentos do sector vem-se concentrando no facto de que as seguradoras possuem mais capital enquanto proporção de seus tamanhos, ou uma alavancagem menor, e que elas enfrentam a mesma demanda potencial por pagamentos, ou riscos de liquidez, que os bancos. Thomas Hess, principal economista da Swiss Re, diz que as seguradoras passaram no duro teste da crise, não porque tinham modelos de risco superiores, mas sim porque possuem modelos de negócio diferentes, “ O negócio dos seguros não diz respeito à especulação, e sim à protecção dos interesses dos detentores de apólices”, diz ele, acrescentando que desactivar uma seguradora quebrada é um trabalho mais simples e mais vagaroso do que fazer isso num banco falido.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Como as seguradoras não enfrentam as mesmas demandas imediatas de pagamento aos detentores de apólices que os bancos em relação às contas correntes, elas não precisam marcar agressivamente os seus investimentos a preços de mercado. Isso significa que nos mercados de bónus em queda – mercado em que as seguradoras investem muito – elas não precisam aumentar agressivamente as suas reservas contra “defaults” que protegem as suas bases de capital, quando a solvência dos bancos está abalada pela queda dos mercados. Isso mesmo é ilustrado por Raghu Hariharan, analista do Citigroup que avalia que as reservas contra calotes das companhias de seguros do Reino Unido são hoje menos de metade dos níveis registrados antes da crise, com base nos valores de mercado do bónus corporativos. Muitos observadores e analistas concordam com esse quadro em termos amplos – embora com várias advertências – mas o facto das seguradoras não representarem os mesmos riscos que os bancos, não significa que elas não representam riscos sistémicos. Autoridades económicas apontam para o exemplo do passado em que a disponibilidade de seguros caiu dramaticamente por causa das grandes perdas, o que levou os governos e interferirem para proporcionar cobertura.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Isso aconteceu recentemente com os seguros de crédito comercial na França e no Reino Unido, e no passado com a cobertura contra terrorismo e furacões na Florida. Houve também períodos em que as seguradoras de vida foram forçadas a vender certos activos, como por exemplo acções durante o “crash” dos papeis das empresas “ponto com”. Além disso, existem incertezas sobre como as novas regras de capital propostas na Europa (Solvência II) que estão a ser discutidas para serem implementadas em 2012, poderão afectar os incentivos e comportamentos das seguradoras – e a alavancagem do sector como um todo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;As novas regras também contam muito com as avaliações de crédito, de uma maneira que provavelmente vai concentrar – em vez de diversificar – a exposição de contrapartidas. Segundo a Munick Re, as seguradoras conseguirão um alívio de capital muito maior, comprando resseguros de uma contraparte com classificação de risco “AA” do que espalhando os riscos por seis contrapartes com classificação “A”. Joachim Oechslin, director de risco da Munich Re, diz que as resseguradoras vão assumir casa vez mais riscos voláteis, complexos ou extremos. Jonathan Hekster, analista de Bernstein Research, afirma que as resseguradoras – uma referência dos riscos e do capital para o sector como um todo – mostram o seu real valor no manejo de riscos extremos. “Mas o risco real em modelos imaginários, conforme já vimos, é que as pessoas começam a acreditar muito nelas e expelem os excessos, ou margem de erro”, diz ele. “Não estou convencido de que, com a Solvência II, mais sofisticado necessariamente significa melhor.”&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Seguradoras e resseguradoras podem apresentar riscos muito menores de um colapso súbito e imediato em comparação com os bancos, mas elas fazem promessas por períodos de tempo muito longos. No fraseado médico, os riscos sistémicos que elas representam podem ser crónicos e de longo prazo, em vez de críticos e de curto prazo.&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/feeds/8926817401271530267/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/2010/07/eua-terao-maior-controlo-sobre-as.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3814550813083564043/posts/default/8926817401271530267'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3814550813083564043/posts/default/8926817401271530267'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/2010/07/eua-terao-maior-controlo-sobre-as.html' title='EUA TERÃO MAIOR CONTROLO SOBRE AS SEGURADORAS'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3814550813083564043.post-6093446785045676793</id><published>2010-07-15T22:54:00.004+01:00</published><updated>2010-07-15T23:01:06.411+01:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Mediador seguros"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mediação de seguros"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="transformação"/><title type='text'>TRANSFORMAÇÃO DA MEDIAÇÃO DE SEGUROS</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A profissão de mediador de seguros está em franca transformação, devido à série de interferências relacionadas com a globalização e do dito mundo moderno. É necessário e urgente acompanhar as seguradoras e as suas mudanças, a concorrência das &quot;directas&quot;, da banca e dos cognominados de &quot;ligados&quot;. Para o efeito é necessário e urgente actualização, informação e aproveitamento de oportunidades. Acabou o tempo da especialização e começou o tempo da diversidade e da excelência de serviço.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Hoje assistimos diariamente a uma guerra desenfreada de preços dos mais variados ramos do seguro e é imprescindível estar atento para ganhar mercado. Temos ainda a venda virtual em franco crescimento que será daqui a meia dúzia de anos este fenómeno da compra de bens e serviços através dos meios electrónicos. Há que preparar terreno nesta área através de &quot;sítios&quot; muito fáceis de manusear, apelativos, informativos para conquistar uma parte deste mercado emergente. Não pode um mediador constituir um volume de negócios baseado num só ramo ou numa única região. É arriscada esta opção. É um verdadeiro seguro de vida, diversificar o negócio e expandir para alem do seu mercado dito &quot;natural&quot;, do amigo e da empresa vizinha.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Como tenho vindo a escrever, repito, nos dias de hoje o mais importante não é a distinção do bom ou do mau mas sim do rápido e do lento. É o rápido que conquista o cliente e o negócio! O tempo não chega para nada e não há tempo a perder, muito menos para esperar uma resposta sobre a necessidade de fechar um negócio. Obviamente que ninguém deve vender o mau e daí entre o bom rápido e o bom lento, este perde. Muito se fala no maior e cada vez mais crescente numero de mediadores de seguros. De facto, cada vez mais existem &quot;academias&quot; a deitar fornadas para o mercado. Fenómeno moderno e passageiro originado pelo cancro do desemprego em que o NOSSO país caiu. Mas mesmo assim, entendo que quem &quot;vier por bem&quot; terá o seu lugar e a sua oportunidade para vencer.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A concorrência sã nunca fez mal a ninguém e neste contexto cabem todos, sendo embora um mercado pequeno e cada vez mais pobre, onde temos de trabalhar.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ontem é PASSADO!&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Hoje é PASSADO!&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Amanhã é FUTURO!&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Acredito sinceramente que a mediação empresarial (mesmo em unipessoal)terá resposta para todos os desafios que a modernidade e a velocidade do tempo impõe. A qualidade, a determinação, a vontade de vencer impera no nosso sector.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Aos meus colegas de actividade, desejo o melhor como para a minha empresa de igual modo o desejo. Mas, nada descuidos e desorientação colectiva.&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/feeds/6093446785045676793/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/2010/07/transformacao-da-mediacao-de-seguros.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3814550813083564043/posts/default/6093446785045676793'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3814550813083564043/posts/default/6093446785045676793'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/2010/07/transformacao-da-mediacao-de-seguros.html' title='TRANSFORMAÇÃO DA MEDIAÇÃO DE SEGUROS'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3814550813083564043.post-8035334186889417004</id><published>2010-07-15T16:32:00.004+01:00</published><updated>2010-07-15T23:01:56.326+01:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Publicidade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Publicidade nos seguros"/><title type='text'>PUBLICIDADE NOS SEGUROS</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O Instituto de Seguros de Portugal (ISP) coloca em Consulta Pública projecto de Norma Regulamentar sobre Publicidade, até dia 15 de Fevereiro, que estabelece um regime especifico a observar pelas empresas de seguros, pelos mediadores de seguros e pelas entidades gestoras de fundos de pensões, na publicidade efectuada à respectiva actividade. O projecto de Norma Regulamentar concretiza alguns dos princípios do Código da Publicidade como, por exemplo, os da identificabilidade ou da veracidade.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A mensagem publicitária deve ainda identificar o operador envolvido, de forma clara e inequívoca e com adequado relevo, bem como a respectiva actividade, produtos e serviços comercializados. Em boa hora o ISP tomou esta decisão, porquanto é tempo de acabar com publicidade enganosa e desprestigiante para a nossa actividade.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Lembro alguns exemplos recentes e outros actuais.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&quot;O seguro auto mais barato&quot;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&quot;Automóveis descontos até 70%&quot;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&quot;Seguro automóvel terceiros low cost desde €156,19&quot;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A Norma a ser aprovada obriga a que a informação incluída em mensagens publicitárias deva respeitar a verdade, não deformando os factos e não podendo induzir em erro.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;As mensagens publicitárias devam conter ou divulgar a menção &quot;Não dispensa a consulta da informação pré-contratual e contratual legalmente exigida&quot;.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Quando a mensagem publicitária indique que as condições publicitadas são as mais vantajosas do mercado, ou menção similar, esta deva, a todo o momento, ser susceptível de prova. Quando na mensagem publicitária mencionar que em determinado sector do mercado a empresa é especialista e &quot;melhor do mercado&quot; ou menção similar, esta deva, a todo o momento ser susceptível de prova. A expressão &quot;seguro contra todos os riscos&quot; ou similar não deva ser utilizada nas mensagens publicitárias. A expressão &quot;oferta&quot;, &quot;presente&quot; ou similar não deva ser utilizada nas mensagens publicitárias quando possibilitem a exigibilidade da devolução ou a compensação daquela &quot;oferta&quot;, &quot;presente&quot; ou similar.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os mediadores de seguros, empresas de seguros e gestoras de fundos de pensões devam garantir a disponibilidade de um exemplar do material utilizado na publicidade efectuada ou respectiva reprodução, e remetê-lo ao Instituto de Seguros de Portugal, em suporte electrónico, logo que por este seja solicitado. Na publicidade realizada por mediador de seguros com referência a produto ou serviço determinado, deve ser mencionada a seguinte informação mínima:&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;a) Se a empresa de seguros lhe conferiu os poderes necessários para celebrar contratos em seu nome.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;b) Se está ou não autorizado a receber prémios para serem entregues à empresa de seguros.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;c) A publicidade realizada por mediador de seguros, ainda que não se refira a produto ou serviço determinado, não pode induzir em erro quanto à natureza dos serviços prestados pelo mediador de seguros.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;d) Em todas as mensagens publicitárias, deve ser destacado que o mediador de seguros não assume a cobertura do risco.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Não contempla a Norma a exclusão da publicidade hilariante, nomeadamente a televisa que nos tem entretido com automóveis entro o choro e a intervenção de falsos polícias. È evidente que não compete ao supervisor estabelecer a linha onde começa o mau gosto e se inicia a criatividade com bom gosto.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Compete esta tarefa aos criativos e muito especialmente aos anunciantes seleccionar o que é bom do que é menos bom em termos de mensagem apelativa com méritos de concepção e imaginação. E há muitos bons criativos publicitários. É necessário procurá-los e pagar o preço justo pelo bom trabalho desenvolvido. Relativamente aos mediadores de seguros, tomo a liberdade de reflectir bem sobre a necessidade de um anuncio publicitário com indicação obrigatória se a seguradora lhe conferiu poderes para celebrar contratos, para receber prémios do seguro a destacar a assumpção do risco em nome da seguradora. Convenhamos que para se fazer boa publicidade de um produto ou serviço é necessário um conjunto equilibrado e atractivo da mensagem ao público consumidor, simples, fácil leitura e apelativo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Com todas estas indicações como acrescento, não irá surgir material elegante e bem organizado visualmente a não ser que se façam em letras quase ilegíveis, que nada adiantarão para esclarecer o consumidor. A não ser deste modo, que pessoalmente me desagrada, não teremos material publicitário a cumprir uma boa missão e um bom investimento.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Penso que será uma redundância uma vez que quando um mediador publicita um produto com a sua marca (linha branca) os prospectos ou similares terão como suporte a marca da seguradora em local próprio e bem visível. Depois para concretizar o contrato será necessário uma proposta e uma apólice para o cliente, que ficará desde logo a conhecer a seguradora que o conforta. Se um mediador pretender publicitar apenas os seus serviços não vejo razão nenhuma para as referências à seguradora, capacidade de cobrança, entre outras.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;De resto saúdo a iniciativa da criação do Código da Publicidade a bem da nossa imagem, a bem dos seguros em geral.&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/feeds/8035334186889417004/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/2010/07/publicidade-nos-seguros.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3814550813083564043/posts/default/8035334186889417004'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3814550813083564043/posts/default/8035334186889417004'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/2010/07/publicidade-nos-seguros.html' title='PUBLICIDADE NOS SEGUROS'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3814550813083564043.post-8374335024248626773</id><published>2010-07-15T16:21:00.002+01:00</published><updated>2010-07-15T23:02:29.809+01:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mediador"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Mediador seguros"/><title type='text'>O Mediador de Seguros é imprescindível</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Não é passivo abordar a problemática da mediação de seguros. Porém, uma coisa é certa independentemente donível da imagem de cada seguradora é a mediação de seguros que mais enfrenta as realidades do mercado já que só através das redes de distribuição se consegue explicar às populações as vantagens exactas e concretas de cada modalidade de seguros, descodificando toda a sua complexidade dialéctica. Por isso mesmo, e não só, é que a mediação de seguros é extremamente importante, direi mesmo imprescindível, na dinâmica empresarial do sector. Isto não significa, obviamente, que não existam lacunas na sua actuação. Talvez mais por culpa das próprias seguradoras as redes de mediação têm-se mais preocupado com a “dança das transferências”, conquistando clientes à custa da degradação do preço, do que no desenvolvimento da prospecção de novos clientes e na sua manutenção, ou na análise ponderada das suas reais necessidades de segurança e nas suas possibilidades financeiras.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Todos sabemos que mesmo em tempo de crise determinados grupos profissionais, e mesmo particulares, estão ainda inadequadamente cobertos pelo seguro. Não é fácil a actividade da mediação de seguros. Riscos, prémios, grupos de pessoas expostas aos mais diversificados riscos quer directamente quer através do seu interesse puramente patrimonial; o tratamento do sinistro e a eventualidade de um dano; a indemnização e a sua proporcionalidade com respeito a imperativos de equidade e homogeneidade entre os interesses vinculados, são na sua totalidade e complexidade factores de trabalho do profissional da mediação.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Aqui convém acentuar que é, sem dúvida, uma panóplia de questões nem sempre passivas e em muitas situações até de complexa conflitualidade. Nunca é demais repetir que o futuro da mediação e a sua própria imagem não deve ser apreciada pela corrida aos “ranking” de produção (bitola da maioria das seguradoras) mas sim pela qualidade de serviços efectivos, especialmente através de um atendimento esclarecedor, simples, correcto, cortês e ajustado às reais necessidades dos clientes. Por isso mesmo é que o mediador de seguros é, para o Segurado a “cara visível” da Seguradora, no sentido de o ajudar a resolver os problemas inerentes à sua apólice de seguro.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Esperamos que em 2010 as seguradoras desenvolvam projectos que dignifiquem tão importante e nobre actividade.&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/feeds/8374335024248626773/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/2010/07/o-mediador-de-seguros-e-imprescindivel.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3814550813083564043/posts/default/8374335024248626773'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3814550813083564043/posts/default/8374335024248626773'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/2010/07/o-mediador-de-seguros-e-imprescindivel.html' title='O Mediador de Seguros é imprescindível'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3814550813083564043.post-2869773372754345893</id><published>2010-07-15T14:41:00.003+01:00</published><updated>2010-07-15T23:02:52.468+01:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="aliado"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="companhias"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="mediador"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Mediador seguros"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="seguradoras"/><title type='text'>MEDIADOR de SEGUROS - Aliado imprescindível das seguradoras</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;É importante o reconhecimento das seguradoras no valor da colaboração imprescindível dos mediadores de seguros. Parece-me que é óbvio que deveria existir uma plataforma de entendimento de negócio que constituísse e pudesse consolidar fortes e saudáveis parcerias profissionais que ajudassem a desenvolver, eficientemente, o canal de distribuição que é, sem dúvida, o mais produtivo. Creio que só através de um bom projecto de plataforma se poderá melhorar o actual modelo de mediação e potencializar um melhor entendimento e articulação a todos os níveis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O canal tradicional da mediação deveria ter uma via negocial flexível e mais responsável, marcando a sua capacidade profissional e a qualidade de serviço perante os clientes. Apesar da actual crise estou convencido quem o futuro será pleno de possibilidades e oportunidades para o canal da mediação de seguros.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A mediação não quer facilidades mas sim ferramentas negociais para desenvolver o seu trabalho e o reconhecimento do seu esforço. Por vezes parece que as seguradoras não estão convictas do valor acrescentado proveniente da mediação, sobretudo por assessoramento profissional aos segurados, quer no momento da assinatura dos contratos quer na gestão dos seus seguros. As mudanças que temos vivido no âmbito da actividade seguradora, e nomeadamente na mediação, posiciona o mediador de seguros numa posição cada vez com maior responsabilidade profissional, pelo que mais vem reforçar a necessidade de plataformas de parcerias de negócio mais consentânea com a realidade do nosso mercado.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Alguns contratos de parceria utilizados pelas seguradoras são puramente “leoninos” e o seu clausulado não tem qualquer interesse motivador. Em definitivo tenta-se apenas potencializar os seus interesses sem se preocuparem com o desenvolvimento consolidado do mediador. Penso que só se poderá assegurar uma opção estável de colaboração e de qualidade de serviço eficiente se os contratos de parceria, ou plataformas de negócios, forem redigidos com um total sentido de confiança de ambas as partes.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Convém não esquecer que a fidelização do cliente passa, obrigatoriamente, pelo serviço prestado pela mediação de seguros.&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/feeds/2869773372754345893/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/2010/07/mediador-de-seguros-aliado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3814550813083564043/posts/default/2869773372754345893'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3814550813083564043/posts/default/2869773372754345893'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/2010/07/mediador-de-seguros-aliado.html' title='MEDIADOR de SEGUROS - Aliado imprescindível das seguradoras'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3814550813083564043.post-1427079608689839144</id><published>2010-07-15T12:58:00.007+01:00</published><updated>2010-07-15T23:03:18.509+01:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Curiosidades"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="seguros"/><title type='text'>Curiosidades dos seguros</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;VOCÊ SABIA QUE...&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;... o seguro marítimo foi a primeira modalidade, da qual surgiram as restantes?&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;... no século V a.C. a Fenícia e a Grécia estabeleceram uma forma primitiva de seguro marítimo em que, através de contrato, uma pessoa emprestava determinada quantia sobre uma coisa exposta a risco—um navio ou mercadorias em viagem -, estipulando um juro extraordinário, que receberia caso nada acontecesse, ou que perderia junto com o capital emprestado, se ocorresse algum dano?&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;... no livro de jurisprudência hebraica na Mesopotâmia consta uma das mais primitivas formas de seguros precursora do seguro terrestre, surgida nas rotas comerciais que atravessavam a Ásia e no norte da Africa ( havia entre os condutores de caravanas uma combinação de garantia aos participantes a restituição de animais de carga sadios sempre que os seus se perdessem por morte, fuga ou ataque de feras selvagens?&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;... as companhias de seguros de vida surgiram no século XVIII, na Europa, da ideia dos montepios (montes de piedade, onde os católicos se juntavam para socorrer alguém em necessidade)?.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;... para a sociedade do século XVIII era inaceitável ganhar dinheiro com o infortúnio alheio e por isso as seguradoras dessa época foram proibidas de funcionar e que somente no século seguinte tais empresas se instalaram definitivamente na Europa e nos Estados Unidos?&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;... a partir da segunda década do séc. XIX há uma grande expansão da ideia seguradora incluindo a implantação de novas modalidades?&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;... nesta mesma época na França surgem o seguro de responsabilidade o de cavalos e o de veículos, introduzidos pela “L’Urbaine et la Seine”?&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;... o seguro só se estabeleceu nas bases em que é conhecido actualmente na Inglaterra, durante a Revolução Industrial, quando foram criadas as primeiras sociedades de seguros?&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;... após a unificação da Alemanha (conduzida por Bismarck) nasceu a primeira legislação do mundo a respeito da invalidez no trabalho, sendo as empresas responsabilizadas pelos seus operários?&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;... até final da década de 70, a mediação de seguros em Portugal era pouco profissional, sem legislação ou estatuto próprio, e que os mediadores eram recrutados com base nos conhecimentos pessoais, por isso eram convidados para mediadores de seguros os padeiros, carteiros, funcionários públicos, bancários, barbeiros e todos que lidavam no dia-a-dia com o grande público, ou então, os próprios empresários, com&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;a finalidade de efectuar os seguros das próprias empresas?&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/feeds/1427079608689839144/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/2010/07/curiosidades-dos-seguros.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3814550813083564043/posts/default/1427079608689839144'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3814550813083564043/posts/default/1427079608689839144'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/2010/07/curiosidades-dos-seguros.html' title='Curiosidades dos seguros'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3814550813083564043.post-1479132827954833327</id><published>2010-07-15T10:45:00.003+01:00</published><updated>2010-07-15T12:57:06.735+01:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="história"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="seguros"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="seguros em portugal"/><title type='text'>Registo histórico dos seguros em Portugal</title><content type='html'>Abaixo uma listagem cronológica dos diversos acontecimentos históricos da actividade seguradora em Portugal. Muito útil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1293 Carta de D. Dinis para a criação de uma Bolsa de Mercadores&lt;br /&gt;1347 Data da mais antiga apólice de seguro marítimo, encontrada em Génova&lt;br /&gt;1380 D. Fernando cria a Companhia das Naus&lt;br /&gt;1383 Primeira Lei Nacional de Seguros&lt;br /&gt;1529 Carta Régia que cria o cargo de Escrivão de Seguros&lt;br /&gt;1552 Publicação em Veneza da obra de Pedro Santarém (Tratado de Seguros)&lt;br /&gt;1578 Carta régia que cria o cargo de Corretor de Seguros&lt;br /&gt;1641 Proposta à Câmara de Lisboa de uma “Tontina”- sistema de apostas sobre a vida&lt;br /&gt;1769 Instalação da Casa de Seguros no Terreiro do Paço&lt;br /&gt;1791 Surge a Companhia de Seguros Permanente de Lisboa&lt;br /&gt;1792 Pontes, Fortunato, Prego &amp; Cª; Caldas e Machado; Gildemeester Diz &amp; Cª – Lisboa;&lt;br /&gt;Carvalho Guillot &amp; Cª; Policarpo, Quintela, Calda, Domimgues &amp; Cª- Lisboa&lt;br /&gt;1792 Cª Seguros Esperança - Lisboa&lt;br /&gt;1794 Cª. Seguros Comércio de Lisboa&lt;br /&gt;1796 Cª. Seguros União&lt;br /&gt;1796 Cª. Seguros Marítimos&lt;br /&gt;1797 Cª. Seguros Bom Conceito - mais tarde Bonança&lt;br /&gt;1797 Cª. Seguros Tranquilidade Recíproca&lt;br /&gt;1798 Cª. Seguros Queirós, Barbosa &amp; Cª.&lt;br /&gt;1802 Ferreira, Rossi, Freire Dias &amp; Cª – Lisboa&lt;br /&gt;1803 Anselmo José da Cruz Sobral (Herdeiros) – Lisboa&lt;br /&gt;1804 Cª. Seguros Sossego Comum – Lisboa&lt;br /&gt;1804 Cª. Seguros Bons Amigos – Lisboa&lt;br /&gt;1805 A Indemnizadora - Lisboa&lt;br /&gt;1806 Cª. Seguros Boa Fé – Lisboa&lt;br /&gt;1806 Salgado, Barros, Pedro, Sousa &amp; Cª&lt;br /&gt;1807 Bento José Pacheco &amp; Fºs.; Henrique José Batista; José Diogo Bastos; José Joaquim da Costa &amp; Fºs.; José Luis Teixeira; Luís Gonçalves Teixeira Barros; Quaresma&lt;br /&gt;&amp; Filho - Lisboa&lt;br /&gt;1808 Fundação da Bonança&lt;br /&gt;1811 Cª. Seguros Rectidão - Lisboa&lt;br /&gt;1820 Novo Regulamento da Casa de Seguros de Lisboa&lt;br /&gt;1820 Cª. Seguros Restauração (Seguros Marítimos) - Lisboa&lt;br /&gt;1835 Cª Seguros Douro&lt;br /&gt;1835 Criação da Companhia de Seguros Segurança – PORTO&lt;br /&gt;1835 Criação da Companhia de Seguros Fidelidade – LISBOA&lt;br /&gt;1840 Associação de Compromissos Marítimos – V.R.Stº António&lt;br /&gt;1841 Cª. Seguros Firmeza – Lisboa (em 1850 é adquirida pela Fidelidade)&lt;br /&gt;1846 Companhia de Seguros Douro - PORTO&lt;br /&gt;1852 Cª. Seguros Provinciana Incêndios – Torre Moncorvo&lt;br /&gt;1853 Companhia de Seguros Garantia – PORTO&lt;br /&gt;1953 Cº. Seguros Equidade - Lisboa&lt;br /&gt;1864 Previdente – Soc. Portuguesa de Seguros Mútuos - Porto&lt;br /&gt;1871 Companhia de Seguros Indemnizadora - PORTO&lt;br /&gt;1871 Tranquilidade Portuense - PORTO&lt;br /&gt;1872 Cª. Seguros A Protectora - Lisboa&lt;br /&gt;1875 Companhia de Seguros Confiança Portuense – PORTO&lt;br /&gt;1877 Remodelação da Cª. Seguros Douro por Nova Douro – PORTO&lt;br /&gt;1877 Companhia de Seguros Tagus – Lisboa&lt;br /&gt;1979 Previdência (Mutualidade) - Lisboa&lt;br /&gt;1880 Cª Financeira Portuguesa - Vida&lt;br /&gt;1881 Cª.Probidade - Lisboa&lt;br /&gt;1881 Cª. Seguros A Compensadora - Lisboa&lt;br /&gt;1881 Cª. Seguros Probidade – (Lisboa)- em 1926 é integrada na Mundial&lt;br /&gt;1883 Cª. Lealdade - Lisboa&lt;br /&gt;1883 Instala-se em Portugal a L’Urbaine-Vie&lt;br /&gt;1884 Cª. Portugal (Pearl de Portugal) - Lisboa&lt;br /&gt;1888 Cª. Urbana Portuguesa - PORTO&lt;br /&gt;1889 Cª Seguros Reformadora (Portugal Previdente) - Lisboa&lt;br /&gt;1891 Cª. Seguros A Comercial – PORTO – integrada em 1923 na Mundial&lt;br /&gt;1891 Cª. Seguros Alliança Madeirense - Funchal&lt;br /&gt;1892 Cª. Seguros Açoreana – Ponta Delgada&lt;br /&gt;1895 Cª Seguros Fomento Agrícola - Lisboa&lt;br /&gt;1896 Cª. Seguros Fraternidade - Porto&lt;br /&gt;1897 Cª. Seguros Fraternidade (Comércio e Indústria) –Braga / Porto&lt;br /&gt;1900 Sociedade Portuguesa de Seguros – Lisboa –em 1999 integra-se na Allianz&lt;br /&gt;1901 Cº. Seguros Ultramarina – Lisboa – em 1980 incorpora a Bonança&lt;br /&gt;1901 Cª. Seguros Universal - Lisboa&lt;br /&gt;1901 Cª. Seguros Equidade - Lisboa&lt;br /&gt;1902 Cª. Seguros A Popular -. Lisboa - em 1932 é integrada na Douro&lt;br /&gt;1902 Cª. Seguros A Portuense – Porto – em 1923 é integrada na Mundial&lt;br /&gt;1906 Cª. Seguros Garantia Funchalense – Funchal –em 1975 integra-se na Tranquiloidade&lt;br /&gt;1906 Cª. Seguros A Nacional – Lisboa –em 1975 é integrada na Tranquilidade&lt;br /&gt;1907 Cª. Seguros Ultramarina - Lisboa&lt;br /&gt;1907 Companhia de Seguros Argus – PORTO&lt;br /&gt;1907 Cª. Seguros Atlântica - Matosinhos&lt;br /&gt;1907 Cª. Seguros Comércio e Industria – Lisboa –em 1975 é i8ntegrtada na Bonança&lt;br /&gt;1907 C^. Seguros A Luzitania - Lisboa&lt;br /&gt;1907 Cª. Seguros Portugal Previdente – integrada na Allianz&lt;br /&gt;1907 Nova Lei dos Seguros&lt;br /&gt;1908 Cª. Seguros e Resseguros Prosperidade – Porto&lt;br /&gt;1910 Revista de Seguros – Porto&lt;br /&gt;1910 Cª. Seguros Equitativa de Portugal e Ultramar - Lisboa&lt;br /&gt;1913 Cª. Seguros O Futuro – Lisboa&lt;br /&gt;1913 Cª. Seguros Íris – Lisboa&lt;br /&gt;1913 Cª. Seguros A Mundial - Lisboa&lt;br /&gt;1913 Cª. Seguros Mutualidade Portuguesa - Lisboa&lt;br /&gt;1914 C^. Seguros Mutualidade - Lisboa&lt;br /&gt;1914 Cª. Seguros Soberana - Lisboa&lt;br /&gt;1915 Cª. Seguros Mutual do Norte - Porto&lt;br /&gt;1915 Soc. Alentejana de Seguros A Pátria – Évora –integrada em 1980 na Mundial Confiança&lt;br /&gt;1916 Cª. Seguros A Colonial - Lisboa&lt;br /&gt;1916 Cª. Seguros Continental – Lisboa&lt;br /&gt;1916 Cª. Seguros A Europa – Lisboa&lt;br /&gt;1916 Cª. Seguros A Lisbonense- Lisboa&lt;br /&gt;1916 Cª. Seguros Triunfo – Porto – integrada em 1925 na Mutualidade Portuguesa&lt;br /&gt;1916 União Resseguradora - Lisboa&lt;br /&gt;1917 Cª. Seguros Mindelo - Lisboa&lt;br /&gt;1917 Cª. Seguros Minerva – Coimbra –integrada em 1924 na Comércio e Indústria&lt;br /&gt;1917 Cª. Seguros Oceano – Lisboa&lt;br /&gt;1917 Cª. Seguros A Paz – Lisboa&lt;br /&gt;1917 Instituição de Seguros Previdência Agrária – Lisboa&lt;br /&gt;1917 Cª. Seguros Sagres – Lisboa – em 1970 foi adquirida pela Império&lt;br /&gt;1917 Cª. Seguros Portuguesa Universo - Lisboa&lt;br /&gt;1918 Cª. Seguros O Alentejo –em 1980 integrada na Império&lt;br /&gt;1918 Cª. Seguros Atlas – Lisboa –incorporada em 1975 na Fidelidade&lt;br /&gt;1918 Cª. Seguros Aviz - Lisboa&lt;br /&gt;1918 Cª. Seguros Beira - Covilhã&lt;br /&gt;1918 Cª. Seguros Coimbra – Coimbra&lt;br /&gt;1918 Cª. Seguros Globo – Lisboa&lt;br /&gt;1918 Cª. Seguros A Gloria Portuguesa – Lisboa&lt;br /&gt;1918 Liga Internacional de Seguros – Lisboa&lt;br /&gt;1918 Cª. Seguros Meridional – Lisboa&lt;br /&gt;1918 Cº. Seguros Metrópole – Lisboa – integrada na Zurich em 1998&lt;br /&gt;1918 Cª. Seguros Oriental – Lisboa&lt;br /&gt;1918 Cª. Geral de Seguros A Regionalista – Lisboa&lt;br /&gt;1918 Cª. Seg. e Ress. A Seguradora – Porto –absorvida em 1934 pela Argus&lt;br /&gt;1918 Cª. Seguros União – integrada em 1980 na Bonança&lt;br /&gt;1919 Cª. Seguros Excelsior – Porto – absorvida em 1926 pela Comercio e Indústria&lt;br /&gt;1921 Cª. Seguros Fénix Portuguesa – integrada em 1931 na Douro&lt;br /&gt;1921 Cª. Seguros O Trabalho – Porto – integrada em 2002 na Açoreana&lt;br /&gt;1922 Cª. Seguros Europêa – Lisboa – passou a Europeia em 1942&lt;br /&gt;1922 Cª. Seguros Mondego – Figueira da Foz&lt;br /&gt;1924 Cª. Seguros Previsão - Lisboa&lt;br /&gt;1925 Companhia de Seguros Douro (fusão de Segurança, Indemnizadora, Nova Douro e&lt;br /&gt;Confiança Portuense) – PORTO&lt;br /&gt;1925 Cª. Seguros Bolsa de Seguros – Lisboa&lt;br /&gt;1927 C^Seguros A Social – Porto&lt;br /&gt;1929 Cª seguros Equitativa é absorvida pela Garantia&lt;br /&gt;1930 Cª. Seguros Confiança – Aveiro/Porto&lt;br /&gt;1932 Cª. Seguros Neptuno – Lisboa&lt;br /&gt;1934 Criado o Grémio dos Seguros que é regulado em 1936&lt;br /&gt;1935 Cª. Seguros Tranquilidade - Porto&lt;br /&gt;1936 Cª. Seguros Angola – Luanda&lt;br /&gt;1940 A Confiança, Companhia Aveirense de Seguros&lt;br /&gt;1942 Companhia de Seguros Império – que acabou por absorver, em 1975, a Sagres e a&lt;br /&gt;Universal e em 1980 a Alentejo&lt;br /&gt;1943 Angolana – extensão da Fidelidade em Angola&lt;br /&gt;1946 Cª. Seguros Seguradora Industrial – Lisboa – passa para a Fidelidade em 1980&lt;br /&gt;1948 Companhia de Seguros Ourique – Lisboa – integrada em 1975 na Aliança Seguradora&lt;br /&gt;1952 Dª. Seguros e Resseg. Universal .integrada na Império em 1976&lt;br /&gt;1957 Corporação de Crédito e Seguros&lt;br /&gt;1969 Cosec&lt;br /&gt;1974 Grupo Fidelidade&lt;br /&gt;1975 Nacionalização das Companhias de Seguros&lt;br /&gt;1975 Grupo Segurador MSA&lt;br /&gt;1975 Aliança Seguradora (Argus, Douro, Mutual, Ourique e Tagus)&lt;br /&gt;1975 Bonança forma Grupo com C. Industria e Ultramarina)&lt;br /&gt;1975 Mundial Confiança (Mundial, Confiança e Pátria)&lt;br /&gt;1976 Criado o Instituto Nacional de Seguros&lt;br /&gt;1977 Fusão da Império, Sagres e Universal&lt;br /&gt;1978 Fusão da Mundial com a Confiança&lt;br /&gt;1979 Cª Previdência (Mutualidade) - Lisboa&lt;br /&gt;1979 Cª. Seguros Aliança Seguradora - Porto&lt;br /&gt;1980 Bonança faz fusão com União, Ultramarina e Comércio e Industria&lt;br /&gt;1980 Grupo MAS é integrado na Fidelidade&lt;br /&gt;1981 A Império absorve a Alentejo&lt;br /&gt;1982 Instituto de Seguros de Portugal&lt;br /&gt;1982 Associação Portuguesa de Seguradores&lt;br /&gt;1986 Companhia de Seguros Lusitânia&lt;br /&gt;1986 Mapfre Portugal&lt;br /&gt;1988 Companhia de Seguros Global&lt;br /&gt;1988 Companhia de Seguros Real&lt;br /&gt;1989 UAP Portugal&lt;br /&gt;1995 Constituição da Aliança UAP&lt;br /&gt;1996 Câmara Nacional de Peritos Reguladores&lt;br /&gt;1997 Constituição da AXA Portugal&lt;br /&gt;2000 Império Bonança – por incorporação&lt;br /&gt;2002 Companhia de Seguros Sagres&lt;br /&gt;2002 Por fusão a Açoreana fica com a Oceânica e O Trabalho&lt;br /&gt;2002 Fidelidade Mundial –por fusão&lt;br /&gt;2002 Mundial Confiança por fusão Fidelidade e Mundial Confiança&lt;br /&gt;2002 Fidelidade Mundial – junção da Mundial Confiança e Fidelidade&lt;br /&gt;2003 Liberty Seguros&lt;br /&gt;2009 Integração da Real na Lusitânia&lt;br /&gt;2010 Macif Portugal (ex-Sagres)</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/feeds/1479132827954833327/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/2010/07/registo-historico-dos-seguros-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3814550813083564043/posts/default/1479132827954833327'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3814550813083564043/posts/default/1479132827954833327'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/2010/07/registo-historico-dos-seguros-em.html' title='Registo histórico dos seguros em Portugal'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3814550813083564043.post-5602534243310049568</id><published>2010-07-14T23:39:00.007+01:00</published><updated>2010-07-15T23:04:00.588+01:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="2010"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Jornadas"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Portugal"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Resseguros"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="seguro"/><title type='text'>XII Encontro de Resseguros e as Jornadas de Portugal Seguro 2010</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Mais uma vez o Dr. Pedro Seixas Vale, Presidente da APS, fez uma excelente exposição na abertura do “PORTUGAL Seguro 2010” O domínio total das realidades do sector segurador, através de uma dialéctica objectiva e descodificada, merece reflexão atenta ao conteúdo exposto.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Foram descritas algumas ideias base sobre a situação actual do sector segurador, das quais faço um breve resumo:&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O mercado segurador português é um mercado maduro e com bons níveis de solvência. O grau de penetração do seguro em Portugal é bastante bom: 10ª posição a nível mundial e 7ª a nível europeu (dados de 2008).&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O nível de solvência, em fins de 2009, era confortável, a introdução da regra solvência II é vista com tranquilidade em termos de necessidade de capital.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A imagem e credibilidade do sector tem melhorado significativamente. A credibilidade bem expressa durante o recente período de crise financeira e económica, onde os seus produtos do Ramo Vida serviram, de forma evidente, como refugio dos aforradores portugueses. O número de reclamações é insignificante e uma parte significativa tem carácter mormente administrativo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Portugal tem a legislação mais rigorosa da Europa em termos de gestão de sinistros Auto, com prazos que deixa espantados (pelo seu rigor) os outros países. Gostaríamos de saber qual é a outra actividade económica portuguesa ou de serviços do Estado que tem um nível de exigência semelhante.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;As companhias de seguros são o maior investidor institucional em Portugal. As seguradoras gerem, actualmente, cerca de 55 mil milhões de euros. O sector segurador é praticamente o único no sector de produtos de longo prazo para a reforma, numa base individual. Sobretudo através dos PPR já com um volume de poupança de 14 milhões de euros. Sem duvida que o sector segurador é um importante elemento de estabilidade da poupança do mercado de capitais e da economia em geral.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O sector segurador é um sector bastante inovador, em especial no ramo Vida. Mas essa inovação reflecte-se também nos processos de gestão de sinistros, no tratamento de documentos, na ligação e gestão dos canais de distribuição, na gestão de clientes, na gestão das tecnologias de informação e comunicação, etc. O sector segurador não é tradicional ou conservador. É dinâmico e inovador.&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/feeds/5602534243310049568/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/2010/07/xii-encontro-de-resseguros-e-as.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3814550813083564043/posts/default/5602534243310049568'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3814550813083564043/posts/default/5602534243310049568'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/2010/07/xii-encontro-de-resseguros-e-as.html' title='XII Encontro de Resseguros e as Jornadas de Portugal Seguro 2010'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3814550813083564043.post-196482314130401610</id><published>2010-07-14T23:14:00.007+01:00</published><updated>2010-07-15T23:05:21.945+01:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="CMR"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="COMO FUNCIONA A CMR"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="O QUE É O CMR"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="seguro"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Seguro de CMR"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Seguro transportes"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="seguros"/><title type='text'>COMO FUNCIONA O SEGURO DE CMR?</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A Convenção CMR estabelece os direitos e deveres das partes envolvidas nos contratos internacionais de transporte de mercadorias por estrada e estabelece, muito concretamente, as situações de responsabilidade do transportador nos casos de perda, total ou parcial, ou pelas avarias que se produzirem entre o momento do carregamento das mercadorias e o da sua entrega, assim como pela demora na entrega, bem como os casos em que não tem qualquer responsabilidade (de acordo com o estabelecido nos Artigos 17 a 22 da Convenção).&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O Artigo 23 da Convenção determina que quando for debitada ao transportador uma indemnização por perda total ou parcial da mercadoria, essa indemnização deverá ser calculada de acordo com o valor da mercadoria no lugar e época em que for aceite para o transporte, sendo esse valor determinado pela cotação em bolsa da mercadoria ou, na falta deste, pelo preço corrente no mercado ou, na falta de ambos, pelo valor usual de mercadorias da mesma natureza e qualidade.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No entanto, conforme estabelecia inicialmente o n.º 3 do Artigo 23 da Convenção, a indemnização não poderia ser superior a 25 Francos por quilograma de peso bruto de mercadoria, devendo ser entendido por Franco o franco-ouro, com o peso de 10/31 do grama, com o título de 900 milésimas, tal como constava do documento original da Convenção, elaborado em Genebra em 19 de Maio de 1956.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Esta forma de cálculo foi estabelecida numa altura em que o preço do ouro era estável, permitindo uma unidade de conta fixa que não variava de país para país, independentemente das flutuações cambiais a que estivessem sujeitas as respectivas moedas. Este sistema estava, contudo, dependente do dispositivo artificial das paridades oficiais do ouro pelos membros do Fundo Monetário Internacional. A partir de 1971, o preço do ouro começou a variar livremente, tendo esta situação motivado que passassem a existir duas cotações: a oficial artificial e a do mercado livre, sendo esta última consideravelmente superior. Uma vez que a Convenção não previa qualquer mecanismo para a conversão do franco-ouro para moeda nacional, tornou-se matéria de grande controvérsia a que cotação recorrer (à oficial ou à do mercado) para determinar o valor a indemnizar. No sentido de acabar com estas incertezas, o Comité de Transportes Terrestres da Comissão Económica da Europa estabeleceu, em 1978, um Protocolo à Convenção CMR, através do qual foi substituído o texto do parágrafo 3 do Artigo 23 e acrescentado os parágrafos 7, 8 e 9 ao mesmo Artigo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Assim, passou a utilizar-se o Direito de Saque Especial, em lugar do franco-ouro, e a sua redacção passou a ser a seguinte: “A indemnização não poderá, porém, ultrapassar 8,33 unidades de conta por quilograma de peso bruto em falta.” A adopção do Direito de Saque Especial, tal como é definido pelo Fundo Monetário Internacional, teve como objectivo produzir uma unidade de conta livre das flutuações cambiais a que estavam sujeitas as moedas nacionais de cada país. De facto, uma vez que o seu cálculo era efectuado com base num “cabaz” de 16 moedas, o seu valor não variava na mesma proporção em que variavam as diferentes moedas do “cabaz”.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os novos parágrafos 7, 8 e 9 estipulam os métodos de conversão do Direito de Saque Especial para a moeda nacional de cada país, independentemente de serem, ou não, membros do Fundo Monetário Internacional.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Portugal aprovou este Protocolo através do Decreto-Lei n.º 26/88, de 6 de Setembro de 1988. Para além do valor da mercadoria, calculado conforme atrás se refere, serão igualmente reembolsados:&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;- o preço do transporte, os direitos aduaneiros e outras despesas provenientes do transporte da mercadoria, na totalidade no caso de perda total e proporcionalmente no caso de perda parcial (parágrafo 4 do Artigo 23);&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;- uma indemnização que não poderá ultrapassar o preço do transporte, nos casos em que se verifique demora e desde que o interessado prove que desse facto resultou prejuízo (parágrafo 5 do Artigo 23).&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Poderão exigir-se do transportador indemnizações mais elevadas, não sendo, por isso, aplicável o limite de indemnização referido no parágrafo 3 do Artigo 23 da Convenção, sempre que haja declaração do valor da mercadoria ou de declaração de juro especial na entrega, de acordo com o estabelecido nos Artigos 24 e 26.&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/feeds/196482314130401610/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/2010/07/como-funciona-cmr.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3814550813083564043/posts/default/196482314130401610'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3814550813083564043/posts/default/196482314130401610'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/2010/07/como-funciona-cmr.html' title='COMO FUNCIONA O SEGURO DE CMR?'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3814550813083564043.post-2999166482801353568</id><published>2010-07-14T23:07:00.006+01:00</published><updated>2010-07-15T23:05:50.635+01:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="CMR"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="O QUE É O CMR"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="seguro"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Seguro de CMR"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Seguro transportes"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="seguros"/><title type='text'>O QUE É O SEGURO DE CMR?</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;CMR é a sigla internacionalmente utilizada para designar a Convenção Relativa ao Contrato de Transporte Internacional de Mercadorias por Estrada (em inglês Convention on the Contract for the International Carriage of Goods by Road e, em Francês, Convention Rélative au Contrat de Transport International de Marchandises par Route). Este mesmo termo é, igualmente, utilizado para o próprio documento de transporte (em inglês International Consignment Note ou, em francês, Lettre de Voiture Internationale).&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Trata-se de uma Convenção que visa regulamentar, de um modo uniforme, as condições do contrato de transporte internacional de mercadorias por estrada, particularmente no que diz respeito aos documentos utilizados para esse transporte e à responsabilidade do transportador.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Portugal aderiu a esta Convenção em 1965, tendo-a transposto para o Direito Nacional através do Decreto-lei n.º 46.235, de 19 de Março de 1965.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;As suas normas aplicam-se a todos os contratos, a título oneroso, de transporte de mercadorias por estrada, efectuados por veículos, desde que o local de carga das mercadorias e o local de descarga das mesmas, tal como forem mencionados no contrato de transporte, se situem em dois países diferentes e pelo menos um desses seja um país contratante (isto é, que tenha aderido à Convenção), independentemente da nacionalidade das partes que celebraram o contrato de transporte, não sendo, contudo, aplicável aos seguintes:&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;- Aos transportes efectuados ao abrigo de convenções postais internacionais;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;- Aos transportes funerários;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;- Aos transportes de mobiliário por mudança de domicílio.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;De acordo com o disposto no n.º 5 do Artigo 1, as Partes contratantes comprometem-se a não fazer nenhuma modificação à Convenção, por meio de acordos particulares estabelecidos entre duas ou mais delas, salvo para a tornar inaplicável ao seu trânsito fronteiriço ou para autorizar a utilização do documento de transporte representativo da mercadoria nos transportes efectuados integralmente efectuados dentro do seu território.&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/feeds/2999166482801353568/comments/default' title='Enviar feedback'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/2010/07/o-que-e-o-cmr.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3814550813083564043/posts/default/2999166482801353568'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3814550813083564043/posts/default/2999166482801353568'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://seguros-portugal.blogspot.com/2010/07/o-que-e-o-cmr.html' title='O QUE É O SEGURO DE CMR?'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>