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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;DUQAQX4yeCp7ImA9WhdREEg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7070836361698082004</id><updated>2011-07-30T13:22:20.090-07:00</updated><category term="neuma" /><category term="imagem" /><category term="Major Tom" /><category term="filmes" /><category term="vídeo" /><title>seneuma</title><subtitle type="html">Se Neuma lesse, escutasse e visse tudo aquilo que produzo e falo, penso, escrevo e digo o seu estado de mediocridade mudaria para um banho de criatividade, luz e inteligência nunca antes conferidos por tal criatura. Estou aqui para guiá-la e orientá-la nesse longo, infinito e prazeroso processo de descoberta cinematográfica.</subtitle><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://seneuma.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://seneuma.blogspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7070836361698082004/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>Me.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>27</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/Seneuma" /><feedburner:info uri="seneuma" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><entry gd:etag="W/&quot;CEMBR3gyeip7ImA9WxFWE0s.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7070836361698082004.post-2480233375146241449</id><published>2010-05-31T20:18:00.000-07:00</published><updated>2010-05-31T20:20:56.692-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-05-31T20:20:56.692-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Major Tom" /><title>Blow Up</title><content type="html">&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:35.4pt"&gt;A visão artística condicionada a um olhar específico através de uma lente serve como elucidação para o verdadeiro sentimento de poder que tal artifício - o da câmera - pode proporcionar. Em &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Blow Up&lt;/i&gt; Thomas, fotógrafo aparentemente renomado, permanece quase todo o tempo em seu pedestal de artista arrogante munido de sua arma fotográfica impiedosa. Do alto de sua consciência burguesa estabelecida, consolidada e até então imune a qualquer tentativa de quebra desta condição, ele seguirá coerente a sua posição “privilegiada” de burguês poderoso. Em seu estúdio de moda Thomas trava batalha com suas pseudo-modelos suficientemente estúpidas e incapazes de agradar por completo o artista; ele impõe de forma grosseira e seca seus comandos, e ordens. Em uma das sessões fotografa a exaustão uma de suas modelos, em uma interação quase sexual, onde ele se ajoelha sobre ela, grita, ordena posições, em tom de cansaço, para logo em seguida sair imediatamente em retirada de descanso em seu sofá. O controle, obviamente, não ousa sair de suas mãos; o tem a todo instante. Até o dia em que, vagando por um parque, em busca de alguma coisa que fuja daquele mundo plástico de seu estúdio, depara-se com mulher acompanhada a dançar e correr pela grama. Aquilo desperta um interesse fulminante no fotógrafo, que com sua câmera em punho registra uma série de reações e momentos da desconhecida; esta, que ao percebê-lo, corre em sua direção e em tom de desespero clama pelo negativo. A partir daí um jogo de sedução e tortura emocional se sucederão no estúdio de Thomas, em um dos poucos momentos do filme onde o diálogo se faz complemento significativo da ação. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:35.4pt"&gt;A trama subseqüente ao encontro com a mulher do parque se resume em uma virada de perspectiva do protagonista; sua até então inconteste arrogância encontra-se passível de mudança, e as fotos da mulher, uma obsessão sem volta. O estado de conforto antes garantido acaba por estabelecer novas perspectivas. Não é uma mudança brutal e completa, mas o vislumbre de algo além, que não estava ali. E tudo isso vem à tona por meio de uma foto em particular, do parque, onde Thomas vê, na verdade, um homem deitado no chão, o que depois se revelará em alguém assassinado. Não existe mais ligação com a mulher, ela foi embora carregando aquilo que pensa ser o negativo tão desejado, e não apareceu mais. Ele a procura, mas sem sucesso. Então lhe resta, apenas, o amontoado de fotos daquele dia, e uma tentativa de solução, também frustrada. Mas a mudança se dá pelo incontrolável; justamente pelo “inesperado”. Acostumado ao controle total de sua obra, por ser a câmera, e “enquadrar” sua visão das coisas nas imagens, aqui, pela primeira vez, a consciência sobre sua imperfeição grita. Ao fazer recortes e ampliações das imagens Thomas redescobre uma dimensão até ali desconhecida por ele; é como se até em uma imagem supostamente comum houvesse algo a se descobrir, escondido, em sua composição; é tudo uma questão de olhar. A grandiosidade do artista e de seu intencional controle sob o ambiente ao seu redor tomam proporção menor ao se aproximar da imagem capturada. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:35.4pt"&gt;Ao realizar a nova perspectiva, Thomas vai em busca de respostas, decepcionando-se com o que vê e encontra pela frente. Em uma festa “burguesa” onde pessoas se drogam e deixam-se levar completamente – em uma óbvia crítica a tal da burguesia alienada e drogada – ele não se identifica mais como integrante daquele grupo, existe um desconforto claro ali. Logo depois, quase ao final do filme, ele reencontra um grupo de supostos “baderneiros” de rostos pintados, palhaços, que simulam um jogo de tênis em uma quadra; praticam o esporte sem bola ou raquete, “interpretam” a partida. Thomas observa de perto o grupo e em um determinado momento lhe pedem para recuperar a bola recém caída aos seus pés; mas não há bola, primeiramente pensa Thomas. Não importa, pois, como ele mesmo descobrira há pouco, nada é o que parece, totalmente. Assim, ele abaixa-se, segura a “imaginária” bola em uma das mãos, e a arremessa, entregando-a novamente ao grupo. Naquele momento Thomas situa-se totalmente na nova realidade de sua vida. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:35.4pt"&gt;Antonioni orquestra com excelência todos os elementos de &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Blow Up&lt;/i&gt;; desde a trilha curta, mas marcante, até a fotografia viva. Seu filme se desenrola na típica e moderna &lt;i style="mso-bidi-font-style:normal"&gt;Swinging London&lt;/i&gt;; os penteados, a banda de rock, a moda, a rua: tudo remete ao momento. A construção de Thomas denuncia a vertente crítica do diretor em relação à burguesia londrina; o personagem é arrogante ao extremo. Sua pretensão artística é denunciada como algo falso; na passagem onde ele saí de uma fábrica no meio da massa operária, meio que misturado, apenas para conseguir fotos pseudo-políticas possivelmente integradas a um livro futuro a ser lançado; é colocada, então, essa questão da fotografia de arte como refúgio do assumidamente fotógrafo de moda, de publicidade, em uma relação com uma certa culpa burguesa em ser o que é, onde o escapismo artístico e verdadeiro serve como alívio para o que se é. O trato de Thomas com as mulheres, em especial na sequência onde ele exerce mais um de seus jogos perversos com duas pretensas modelos, nem um pouco vitimizadas por Antonioni, em uma clara relação de troca por sexo, e só. É como se ele não fosse tão culpado assim, e pudesse justificar seus atos pelo medíocre argumento de que “não criou o mundo”; ele apenas reproduz seu poder “socialmente” permitido sob supostas vítimas que não hesitam em participar do sistema e desenrolar seus papéis de subservientes. A crítica a burguesia existe, mas sem vitimar em demasiado o outro lado, supostamente controlado por completo. A perversidade da relação se faz legítima por uma consciência, mesmo que limitada, dos dois grupos. Thomas percebe algo novo, mas não necessariamente mudará. Possivelmente não o fará, tornando-se mais amargurado, apenas. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;text-align: justify;text-indent:35.4pt"&gt;&lt;span style="mso-tab-count:1"&gt;                &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7070836361698082004-2480233375146241449?l=seneuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_2RVrwjZlame-QyGsuluWjWGQ8U/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/_2RVrwjZlame-QyGsuluWjWGQ8U/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Seneuma/~4/uiYjb7OUBec" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://seneuma.blogspot.com/feeds/4579200579338497773/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://seneuma.blogspot.com/2009/04/where-wild-things-are.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7070836361698082004/posts/default/4579200579338497773?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7070836361698082004/posts/default/4579200579338497773?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Seneuma/~3/uiYjb7OUBec/where-wild-things-are.html" title="Where The Wild Things Are" /><author><name>Me.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_63iURQFHI_0/SduGXkuI3eI/AAAAAAAADjc/Pva_le4QYyw/s72-c/wherethewildthingsare.bmp" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://seneuma.blogspot.com/2009/04/where-wild-things-are.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkEMRX07eCp7ImA9WxVVGU8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7070836361698082004.post-9040770935747568534</id><published>2009-03-12T21:34:00.000-07:00</published><updated>2009-03-12T22:04:44.300-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-03-12T22:04:44.300-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="imagem" /><title>Alice, por Tim Burton.</title><content type="html">&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_63iURQFHI_0/SbnlSNi5N7I/AAAAAAAADjU/ypWtmjx5N9I/s1600-h/alicee.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5312529336496633778" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 301px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_63iURQFHI_0/SbnlSNi5N7I/AAAAAAAADjU/ypWtmjx5N9I/s400/alicee.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_63iURQFHI_0/SbnkpYUMXII/AAAAAAAADjM/Z766_FrGiG0/s1600-h/alice.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5312528635013127298" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 290px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_63iURQFHI_0/SbnkpYUMXII/AAAAAAAADjM/Z766_FrGiG0/s400/alice.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_63iURQFHI_0/SbnjkHpRbrI/AAAAAAAADjE/e-E-mrxoGHo/s1600-h/alice2.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5312527445127163570" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 277px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_63iURQFHI_0/SbnjkHpRbrI/AAAAAAAADjE/e-E-mrxoGHo/s400/alice2.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7070836361698082004-9040770935747568534?l=seneuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JTAGydqxjuQCTnfUz04sleSzLeQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JTAGydqxjuQCTnfUz04sleSzLeQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JTAGydqxjuQCTnfUz04sleSzLeQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JTAGydqxjuQCTnfUz04sleSzLeQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Seneuma/~4/nuhkHZawkpY" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://seneuma.blogspot.com/feeds/9040770935747568534/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://seneuma.blogspot.com/2009/03/blog-post.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7070836361698082004/posts/default/9040770935747568534?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7070836361698082004/posts/default/9040770935747568534?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Seneuma/~3/nuhkHZawkpY/blog-post.html" title="Alice, por Tim Burton." /><author><name>Me.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_63iURQFHI_0/SbnlSNi5N7I/AAAAAAAADjU/ypWtmjx5N9I/s72-c/alicee.bmp" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://seneuma.blogspot.com/2009/03/blog-post.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0YMRnY5fSp7ImA9WxRUFEo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7070836361698082004.post-2846768649381604672</id><published>2008-11-23T14:24:00.000-08:00</published><updated>2008-11-23T14:26:27.825-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-11-23T14:26:27.825-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Major Tom" /><title>Janela</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Clicos da Vida&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Por Renato Souto Maior&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em trânsito a existência se encontra, e a diferença entre um acontecimento e outro se estabelece na percepção, em se situar e poder entender determinado momento, estado, experiência ou condição. &lt;em&gt;Ciclos da Vida &lt;/em&gt;é um programa bem objetivo por resumir as fases da vida a transições de idade e morte, ou seja, naturalista, em sua maioria.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Corpo no Céu &lt;/em&gt;(Luisa Marques, Rio de Janeiro, 2008) é um retrato repleto de clichês, verdadeiros, sobre uma adolescente em um momento importante, percebido por ela, e transmitido com uma dramática e desnecessária seqüência, exagerada pela música de gosto duvidoso, no final do filme, quando se despede da família e embarca em uma viagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o encantamento com o filme anterior acontece por uma celebração à juventude e as maravilhosas expectativas de uma vida supostamente longa e bem-sucedida, sentimento aceitável e incentivado entre os jovens, &lt;em&gt;Corpo Presente: Beatriz &lt;/em&gt;(Marcelo Toledo, Paolo Gregori, São Paulo, 2007) inicia a trajetória da protagonista de maneira determinante, ao anunciar a sua morte. A partir do já conhecido destino de Beatriz a produção apresenta um dia ordinário na vida da operária, mãe de um filho pequeno, e tece sua rotina como algo extremamente infeliz, sem vida. Morrer foi a mais audaciosa e impactante coisa que poderia ter acontecido e ela, e a única possibilidade de mudança significativa só viria através da morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com &lt;em&gt;O Sapato de Aristeu &lt;/em&gt;(Luiz René Guerra, São Paulo, 2008), curta preto e branco irretocável e sensível, a morte toma caráter de transformação ao reorganizar valores e comportamentos. Infeliz com a condição do filho travesti, mãe enxerga em sua morte uma forma de solucionar o infame e sempre existente problema, fisicamente com formas de seios e cabelos cumpridos, pertencentes ao corpo nu deitado sobre a sua cama. O corte do cabelo aparece repleto de simbologia, e a dignidade do morto então é restaurada, por devolver-lhe a aparência masculina. Após mobilização das amigas travestis em frente a sua casa, a família reconsidera e aceita a condição homossexual do ente calçando-lhe seus sapatos, femininos, em um toque narrativo esplendoroso e eficiente.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A Espera &lt;/em&gt;(Fernanda Teixeira, Rio de Janeiro, 2007) retrata um velho impaciente com o cotidiano monótono e propositalmente comum de sua vida, ansioso pela chegada da morte ao lustrar e encerar seu próprio caixão com tamanho afinco e propriedade. Movido por ações mecânicas e repetitivas, a esperar a morte que não chega, ele decide cessar o evidente sofrimento de viver e se suicida, deixando o olhar vivo que o analisa na ótica de um cachorro, sua até então única companhia. Apesar de ter seus méritos, o filme soa forçado e não impressiona. A idéia do idoso renegado e ocioso se apresenta antiga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encerra o programa com cunho mais subjetivo e otimista a animação &lt;em&gt;Terra &lt;/em&gt;(Sávio Leite, Minas Gerais, 2008), ao tratar os ciclos da vida como opções, possibilidades e escolhas passíveis de mudança e instabilidade. A narração de Paulo César Pereio incita e constrói variantes de o que poderia ter sido vários tipos de homem.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7070836361698082004-2846768649381604672?l=seneuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Hrv62TQQTpmmtVXKgZxeRZDF2xw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Hrv62TQQTpmmtVXKgZxeRZDF2xw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Hrv62TQQTpmmtVXKgZxeRZDF2xw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Hrv62TQQTpmmtVXKgZxeRZDF2xw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Seneuma/~4/5iDcNawvjNs" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://seneuma.blogspot.com/feeds/2846768649381604672/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://seneuma.blogspot.com/2008/11/janela_23.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7070836361698082004/posts/default/2846768649381604672?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7070836361698082004/posts/default/2846768649381604672?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Seneuma/~3/5iDcNawvjNs/janela_23.html" title="Janela" /><author><name>Me.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://seneuma.blogspot.com/2008/11/janela_23.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C08DRH89cCp7ImA9WxRUEkQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7070836361698082004.post-892821217790734484</id><published>2008-11-21T10:22:00.000-08:00</published><updated>2008-11-21T10:24:35.168-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-11-21T10:24:35.168-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Major Tom" /><title>Janela</title><content type="html">&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CADMINI%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Movimento de Libertação das Imagens&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;Por Renato Souto Maior&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;Como tem se mostrado ao longo dos programas, mais uma vez a coerência se instaura na escolha dos filmes e temáticas, e juntos, os curtas, elevam ao extremo a idéia pensada e organizada para cada programa. &lt;i style=""&gt;Movimento de Libertação das Imagens&lt;/i&gt; é exatamente isto; liberdade concedida a todo o processo, tanto estético como narrativo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;Não é por acaso que o filme escolhido para a abertura da seleção tenha &lt;i style=""&gt;sido Miraslava&lt;/i&gt; (Roberto Santaguida, Canadá), produção pautada na movimentação, livre, de cores, sonhos, desejos e confissões, emaranhados e eficazmente transmitidos como um fluxo de consciência, um jorro lúdico pertencente a um jovem que sonha. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;O contraste com a produção anterior surge em &lt;i style=""&gt;Ouço Seu Grito&lt;/i&gt; (Pablo Lamar. Argentina-Uruguai), onde uma imagem preta e branca aparece na tela como um quadro, perfeitamente composto, ao mostrar um homem em uma colina, ao pé de sua casa. Através dessa paisagem pintada a quietude até então generalizada cede espaço para o som ambiente, seguido de vozes e de um homem parado aparentemente sem motivação. Após sua entrada na casa um amontoado de pessoas sai da mesma, e seguem em um cortejo fúnebre. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;i style=""&gt;Debaixo&lt;/i&gt; (Dominga Sotomayor, Chile) é uma produção filmada de cima para baixo. O posicionamento da câmera aqui ganha caráter essencial e não apenas estilístico, mas sim narrativo. Um pai, divorciado, espera sua família – ex-mulher, filha e parentes - em uma área de lazer que parece pertencer a um sítio, praia. Logo o título se fará compreender não só pelo uso contínuo da câmera acima do espaço mostrado, mas por explicitar a condição do protagonista abaixo de suas próprias expectativas; a filha que provavelmente prefere o padrasto a ele, sentindo-se insegura e desconfortável na sua presença. A iniciativa espontânea e freqüente de em certos momentos alguns ali presentes olharem para cima cria a sensação de instabilidade, e a olhada para o alto, o céu, revela uma incerteza e busca por segurança por não saberem lidar com determinada situação ali, embaixo, ao nível comum dos outros. O curta segue com excelência ao obrigar os personagens a inclinarem suas cabeças e encararem o céu, como se estivessem esperando um eclipse, ou algo fora do normal; e nesse momento seus rostos aparecem, quase por completo, pois usam uns óculos especiais, como se não pudessem enfrentar sem alguma proteção a imensidão acima de suas cabeças. O único a, por vários momentos durante o filme, fitar o mistério presente sobre ele é o anfitrião, este, melhor situado com seus sentimentos e com a filha, após a passagem do provável eclipse. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;Inquestionavelmente o mais intrigante do programa, &lt;i style=""&gt;Indução&lt;/i&gt; (Nicolas Provost, Bélgica) ergue uma trama não linear sobre um filho que observa a mãe em estado de hipnose, atraída e induzida a algo por um negro, aparentemente surgido do nada. Sob uma música tensa e sombria os acontecimentos se desenrolam soltos, onde a não regularidade da movimentação dos personagens e suas ações fazem a diferença, causando impacto e riqueza estética em um filme provocador da mais incerta sensação, por se apropriar tão bem da linguagem proposta. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;Após experiência única surge no programa o melhor filme até então, &lt;i style=""&gt;Viagem À Floresta&lt;/i&gt; (Jorn Staeger, Alemanha), cuidadosamente editado, realizado e pensado, provocativo sem exageros e responsável por uma eficiente viagem visual, construída com os mais diversos tons de verde, em uma celebração a floresta, seja ela urbana, solta, presa, domada, paisagística ou morta. Som e imagem se fundem eficazmente, com o movimento da câmera em plena liberdade, a invadir matas, caminhos, até se transformar em abelha e penetrar árvores, troncos, florestas e verde. A integração entre som e imagem confere apuro extraordinário à produção, repleta de analogias e comparações interessantes; uma das melhores retrata uma árvore como pulmão, reforçada pela sonoridade escolhida, ao se ouvir uma respiração genuína. &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;i style=""&gt;Procrastinação&lt;/i&gt; (Johnny Kelly, Inglaterra) é o ato de não conseguir começar algo, não fazer nada. O uso da animação transmite eficientemente a idéia de procrastinar, atitude não adotada pelo realizador do filme, vide sua qualidade visual e narrativa. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;i style=""&gt;Ninfa&lt;/i&gt; (Ken Jacobs, EUA) usa a técnica da repetição de imagens para efeito satisfatório; vale pelo resultado amarrado, até engraçado e coerente. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;i style=""&gt;Réquiem&lt;/i&gt; (SunXun, China) se constrói a partir de colagens, sobreposições e momentos animados em uma excitação criativa onde a imagem livre se preocupa mais com sua função imediatista do que a elaboração de uma trama compreensível. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;i style=""&gt;Lágrima Napolitana&lt;/i&gt; (Franceso Satta, Itália) é um filme sem graça, sem beleza e sem qualidade. É isso. Mesmo. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7070836361698082004-892821217790734484?l=seneuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pd3605P1ZLH0DkkGYr9IEPSs0sU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pd3605P1ZLH0DkkGYr9IEPSs0sU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pd3605P1ZLH0DkkGYr9IEPSs0sU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pd3605P1ZLH0DkkGYr9IEPSs0sU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Seneuma/~4/VykIgiU8gIc" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://seneuma.blogspot.com/feeds/892821217790734484/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://seneuma.blogspot.com/2008/11/janela_21.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7070836361698082004/posts/default/892821217790734484?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7070836361698082004/posts/default/892821217790734484?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Seneuma/~3/VykIgiU8gIc/janela_21.html" title="Janela" /><author><name>Me.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://seneuma.blogspot.com/2008/11/janela_21.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D08EQX87fSp7ImA9WxRUEUo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7070836361698082004.post-847908995836493700</id><published>2008-11-20T02:05:00.000-08:00</published><updated>2008-11-20T02:10:00.105-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-11-20T02:10:00.105-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Major Tom" /><title>Janela</title><content type="html">&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CADMINI%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: georgia; font-weight: bold;"&gt;O Tempo e Outros Sinais de Vida&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; font-family: georgia;font-family:georgia;"&gt;Por Renato Souto Maior&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" face="georgia" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" face="georgia" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="georgia" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;O ser só é o protagonista dos quatro filmes que compõem o programa &lt;i style=""&gt;O Tempo e outros Sinais de Vida&lt;/i&gt;, e apenas a lembrança, familiar ou não, é elemento de conexão entre os curtas. Cansaço e sofrimento estampam os rostos dos personagens, e apenas a memória afetiva os fazem trabalhar, implicando na ação mais mecânica que emotiva, onde a nostalgia se apresenta como única razão para seguirem suas existências, na mais completa solidão, mas acompanhados, sempre, de seus passados avidamente celebrados e guardados. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" face="georgia" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" face="georgia" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;i style=""&gt;G16 G17&lt;/i&gt; (Saw Tiong, Malásia) inicia o programa com história comovente, mas não convincente, de mãe e filho e a ligação entre eles através de uma sala de cinema. Para agradar a mãe, exclusivamente por isso, ele volta ao cinema abandonado da cidade para resgatá-lo e presenteá-la com sua restauração. Narrativa fluída e bem amarrada em um filme tecnicamente satisfatório e só. A trilha instrumental excessiva cansa, e quando parece ter acabado volta completa nos créditos, só para, assim como de filho para mãe, presentear o espectador; este, certamente, não convidativo ao presente. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" face="georgia" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" face="georgia" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;Depois foi exibido o filme mais curto da seleção, e junto com o próximo, o mais denso, poético e representativo do tema. &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;i style=""&gt;O Homem da Cabine&lt;/i&gt; (The Cabin Man, Ashish Pandey, Índia) narra à trajetória de um homem, sozinho, em uma estação de trem, a vagar pelos trilhos, matas e arredores do lugar. A saudade e dor expressas em seu rosto são explicadas em uma cena, breve, onde ele olha embaraçado uma foto de família; e este belo toque já explica qualquer dúvida sobre a sua origem e seu semblante sofrido e pensativo. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;O mais visualmente experimental do programa, &lt;i style=""&gt;Maré&lt;/i&gt; (Marea, Hatuey Viveros, México) conta a relação de um solitário pescador e o mar, e por cenas soltas constrói essa ligação entre este homem sozinho e suas perdas, suas recordações e seu passado. As inconstâncias da maré e das ondas remetem a própria personalidade dele, perdido entre realidade e memória, andando, pela praia, a catar coisas e afetos. Com um tom acinzentado puxado para o azul, a produção se mostra excepcionalmente bem realizada e com um traço lúdico eficaz no texto, narrativa e estética. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;O último curta, &lt;i&gt;Uku Ukai &lt;/i&gt;(Audrius Stonys, Lituânia), fala de velhos, e da importância física do movimento para suas vidas. Aqui as pessoas, apesar de em alguns momentos compartilharem companhia numerosa, também correm, andam, se exercitam em estado de solidão, e o homem idoso de camisa amarela a correr pelas ruas sintetiza isso; juntamente com a narração em off de uma mulher a falar, como em uma gravação, as atividades vitais para qualquer um, “respire, e expire, calmamente”. Seu timbre vocal reforça a idéia de meditação, movimentos repetitivos, concentração e disciplina. O filme se confunde e se estende mais do que deveria, mas vale pelo exercício rigoroso de concentração do espectador, algo propositalmente colocado para produzir efeito semelhante ao visto na tela, o de paciência e repetição, características presentes na idade avançada, no corpo cansado que responde a tudo com mais sensibilidade e dor. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-family: georgia;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: georgia;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7070836361698082004-847908995836493700?l=seneuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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Nenhum dos filmes se colocou em um gênero determinante; todos eles trabalham em cima da possibilidade contrária, não sob uma medida de equilíbrio, mas pela perspectiva de na ficção existir uma criatura real, ou na biografia declarada haver uma brecha para a mais completa fantasia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irmãos Collyer (Alfeu França. Rio de Janeiro. 2008) abre o programa de forma redonda e eficiente ao relatar a trajetória de dois promissores irmãos moradores do Harlem, em Nova Iorque, que se tornariam personagens famosos da cidade pela estranha e obsessiva mania de juntar coisas, objetos. O filme começa com uma explicação satisfatória sobre o culto aos objetos e o seu processo de industrialização e logo volta a falar da vida dos irmãos, para fechar forçadamente com uma pergunta maquiada de lição de moral, sobre a real necessidade do homem em adquirir objetos. A produção ganha pela história curiosa e fotos eficientes mostradas ao longo do curta, mas perde drasticamente na escolha dos narradores, descompassados e com um tom de voz amador; e inserções toscas e desnecessárias de desenhos coloridos em meio à imagem, quase sempre, preta e branca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O próximo filme continua a explorar o documentário biográfico ao exibir a história de Ismar Tirelli Neto em Ismar (Gustavo Beck. Rio de Janeiro.2008), garoto prodígio cinéfilo freqüentador de programas de auditório. O rico arquivo pessoal atrelado às imagens atuais de Ismar dá força ao filme e coloca em questão a clássica idéia do menino gênio repleto de transtornos e problemas e de como o futuro, quase sempre, se torna sombrio e decadente para crianças tão precocemente cobradas e pressionadas. Dosa de forma eficaz o humor dos arquivos e as passagens dramáticas do jovem Ismar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jarro de Peixes (Salomão Santana. Ceará. 2007) se utiliza novamente do arquivo pessoal, mas não para traçar um paralelo, e sim como fonte completa para desenvolver uma idéia, ou não. O curta mostra uma reunião de pessoas da religião Testemunhas de Jeová, e é basicamente isso. Uma garotinha, em meio ao culto, boceja categórica e assim reflete o sentimento do espectador, entediado com as cenas familiares de arquivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após tamanha inutilidade o programa continua com o filme Nossos Filhos Ponto Com (Eduardo Wotzik. Rio de Janeiro. 2007), que começa com a pseudo-frase “o universo não gira, ele clicka”.A seguir a tela de cinema se transforma em uma tela de computador, onde uma conversa por chat é reproduzida, em meio ao silêncio total. A relevância do assunto não se encaixa no formato escolhido pelos interlocutores, e a “crítica” ao mundo virtual se dá justamente através do diálogo em que ambos discutem um namoro e se mostram cansados em ir além do computador, preferindo resolver tudo por ali mesmo. A frase no final do filme revela se tratar de material verídico, fato que não provoca surpresa, por se apresentar muito naturalmente em cena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu Que Nem Sei Francês (Erly Vieira. Espírito Santo. 2007) é uma história ficcional sobre uma mulher que discuti com um cantor francês que se apresenta pela televisão. O bom texto e a idéia de tradução simultânea conferem graça ao filme, que tem seus momentos bons, mas depois de dois minutos se torna enfadonho e repetitivo. A idéia de mostrar apenas o reflexo da mulher na tela e enfatizar o que se passa no palco do programa em que o cantor se apresenta é interessante, mas perde força com o texto um pouco desconexo e limitado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encerra o programa Salvar Arquivo Booker Pittman (Rodrigo Grota. Paraná. 2008), uma produção visualmente impecável e um tanto desinteressante, salva pela boa música. É um filme sobre a vida do músico de jazz Pittman e sua presença no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7070836361698082004-4912701334301391590?l=seneuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/k-I9YnArsUj7YEYMZ0GgmDcBFng/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/k-I9YnArsUj7YEYMZ0GgmDcBFng/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/k-I9YnArsUj7YEYMZ0GgmDcBFng/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/k-I9YnArsUj7YEYMZ0GgmDcBFng/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Seneuma/~4/nKAuFM-GP1I" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://seneuma.blogspot.com/feeds/4912701334301391590/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://seneuma.blogspot.com/2008/11/janela_18.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7070836361698082004/posts/default/4912701334301391590?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7070836361698082004/posts/default/4912701334301391590?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Seneuma/~3/nKAuFM-GP1I/janela_18.html" title="Janela" /><author><name>Me.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://seneuma.blogspot.com/2008/11/janela_18.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0ENQHk9fCp7ImA9WxRVGEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7070836361698082004.post-1455653665756093063</id><published>2008-11-15T22:06:00.000-08:00</published><updated>2008-11-15T22:08:11.764-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-11-15T22:08:11.764-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Major Tom" /><title>Janela</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O Amor, o Sexo e Outras Estréias &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Por Renato Souto Maior&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A principal característica do primeiro programa temático exibido na Janela foi, inquestionavelmente, a coerência. Escolha feliz e apurada que construiu muito bem o tema explorado e apresentou um verdadeiro panorama no assunto, elegendo democraticamente filmes excelentes, bem feitos e capazes de traduzir de maneira eficaz a proposta do programa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Love You More (Sam Taylor-Wood. Inglaterra. 2008) abriu a sessão com tom leve, até romântico, sobre dois estudantes da mesma classe, que após um encontro em uma loja de discos e uma clara afinação musical resolvem se conhecer melhor. A história dos “excluídos” que se atraem pelo mesmo tipo de música soa clichê, mas aqui toma forma agradável, ao apresentar carinhosamente a tensão que antecede uma eminente e inescapável relação sexual; tensão esta aumentada por se tratar de dois, aparentemente, inexperientes jovens. Em tom de brincadeira acontece, ao som da banda responsável pela união do casal, uma genuína interação entre eles, e a música ao fundo pontua e interfere, quase que humanamente, a relação dos dois, como se sentisse na obrigação de guiá-los. O tom leve fecha o final, ao apontar um futuro amoroso promissor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tensão segue e surgi no próximo filme mostrado, Isca (Michal Vinik. Israel. 2008) onde o desconforto e a inexperiência marcam, em meio a conflitos com a irmã, a primeira vez de uma masculinizada garota. Apesar de ter o sexo como momento importante, o filme suaviza o ato, e, mesmo causando estranheza, se mostra interessante para as duas irmãs, satisfeitas com mais um, aparente, dia comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra semelhança entre o filme anterior e o curta que o segue aparece na produção Man (EUA. 2008) através do desconforto, e novamente a relação entre irmãs. Se em Isca uma insinuação de rivalidade é colocada, aqui a direção toma rumo completamente oposto, e integra duas irmãs em um jogo virtual, que logo se tornará real, e a curiosidade de uma delas desabrochará em uma seqüência de acontecimentos fortes, determinantes e imaturos, típicos da vital necessidade de experimentar, característico da idade. A idéia de união e compartilhamento chega ao ápice na cena final, quando as duas se tornam praticamente uma só, e os laços de irmandade se acentuam, e provam que o terceiro elemento, o outro, o homem, é só uma forma de ambas conseguirem realizar uma fantasia e curiosidade; como se tudo fosse um grande e definitivo jogo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Two Birds (Runar Runarsson. Islândia. 2008) explora o sexo por um viés mais sujo, abusivo e forte, e contrasta a inocência de dois amigos acidentalmente presentes em uma festa repleta e rodeada de elementos maliciosos. Se antes o sexo provocou descobertas prazerosas, autênticas e tensas, mas aceitáveis, aqui ele surge como abuso, imundice e violação. Através de uma experiência sexual chocante, ambos redefinirão a dor a partir do trauma, e de forma poética e bela o curta celebra mais uma união, feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Aula de Violão (Martin Rit. França. 2008) fecha o programa com ar otimista e de fábula, pendendo mais para o lúdico e romântico do que qualquer outra filme anterior. Através de aulas de violão um homem encontrará na música e no ambiente em que ela se desenrola algo a mais, maior que uma simples canção executada num instrumento.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7070836361698082004-1455653665756093063?l=seneuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ASshVsMp88aiC4XXC8xqtthxySM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ASshVsMp88aiC4XXC8xqtthxySM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ASshVsMp88aiC4XXC8xqtthxySM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ASshVsMp88aiC4XXC8xqtthxySM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Seneuma/~4/YeyQYHq-9jg" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://seneuma.blogspot.com/feeds/1455653665756093063/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://seneuma.blogspot.com/2008/11/janela.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7070836361698082004/posts/default/1455653665756093063?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7070836361698082004/posts/default/1455653665756093063?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Seneuma/~3/YeyQYHq-9jg/janela.html" title="Janela" /><author><name>Me.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://seneuma.blogspot.com/2008/11/janela.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D08BRXo6eip7ImA9WxRVFk0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7070836361698082004.post-8486626129897346119</id><published>2008-11-13T11:46:00.000-08:00</published><updated>2008-11-13T11:50:54.412-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-11-13T11:50:54.412-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="neuma" /><title>Janela Internacional de Cinema do Recife</title><content type="html">&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_63iURQFHI_0/SRyEo55qPiI/AAAAAAAAALo/wPblF3vrCRA/s1600-h/janela.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5268231502388936226" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 397px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_63iURQFHI_0/SRyEo55qPiI/AAAAAAAAALo/wPblF3vrCRA/s400/janela.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Hoje começa a &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Janela Internacional de Cinema do Recife&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, as 19 e 30, no &lt;em&gt;Teatro do Parque&lt;/em&gt;. Serão mais de 100 curtas-metragens de todo o mundo, divididos em "programas", com temas específicos; a cada noite um ou dois programas serão exibidos nos cinemas. Em quase todos os dias um longa será exibido no final da festa, com destaque para o novo filme dos irmãos Coen, &lt;strong&gt;Queime Depois de Ler&lt;/strong&gt;. Acontecerão debates, discussões, premiação dos curtas, em um verdadeiro e excitante panorama da melhor produção atual cinematográfica no formato curtas de todo o mundo. A Janela Crítica, espaço onde 10 estudantes farão críticas sobre as produções (inclusive eu) estará disponível no site para acesso a todos. Não percam!Programação completa no site, &lt;a href="http://www.janeladecinema.com.br/"&gt;www.janeladecinema.com.br&lt;/a&gt;. Ingressos variam de 1 a 2 reais, 1 real no Teatro do Parque e 2 na Fundação.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O blog seneuma fará a cobertura da Janela juntamente com o site do evento. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7070836361698082004-8486626129897346119?l=seneuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/84k1zV4Z8lYhBUGTZjz8p1CK5M0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/84k1zV4Z8lYhBUGTZjz8p1CK5M0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/84k1zV4Z8lYhBUGTZjz8p1CK5M0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/84k1zV4Z8lYhBUGTZjz8p1CK5M0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Seneuma/~4/Fb5l_0vFTsg" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://seneuma.blogspot.com/feeds/8486626129897346119/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://seneuma.blogspot.com/2008/11/janela-internacional-de-cinema-do.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7070836361698082004/posts/default/8486626129897346119?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7070836361698082004/posts/default/8486626129897346119?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Seneuma/~3/Fb5l_0vFTsg/janela-internacional-de-cinema-do.html" title="Janela Internacional de Cinema do Recife" /><author><name>Me.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_63iURQFHI_0/SRyEo55qPiI/AAAAAAAAALo/wPblF3vrCRA/s72-c/janela.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://seneuma.blogspot.com/2008/11/janela-internacional-de-cinema-do.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEcEQ307cCp7ImA9WxRVEk4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7070836361698082004.post-2891650072420946279</id><published>2008-11-09T05:01:00.000-08:00</published><updated>2008-11-09T05:06:42.308-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-11-09T05:06:42.308-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="imagem" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="neuma" /><title>Imagem</title><content type="html">&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_63iURQFHI_0/SRbgJPRy9DI/AAAAAAAAALE/otNcC66DkoA/s1600-h/australiaposter.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 283px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_63iURQFHI_0/SRbgJPRy9DI/AAAAAAAAALE/otNcC66DkoA/s400/australiaposter.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5266643263580992562" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Poster já lançado, mas agora em sua versão americana de&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt; Austrália&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7070836361698082004-2891650072420946279?l=seneuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-6AeKqYeAHAkOTTo3qvMUPcE5Ak/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-6AeKqYeAHAkOTTo3qvMUPcE5Ak/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Seneuma/~4/3b7h14rNPX0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://seneuma.blogspot.com/feeds/2891650072420946279/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://seneuma.blogspot.com/2008/11/imagem.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7070836361698082004/posts/default/2891650072420946279?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7070836361698082004/posts/default/2891650072420946279?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Seneuma/~3/3b7h14rNPX0/imagem.html" title="Imagem" /><author><name>Me.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_63iURQFHI_0/SRbgJPRy9DI/AAAAAAAAALE/otNcC66DkoA/s72-c/australiaposter.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://seneuma.blogspot.com/2008/11/imagem.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0ENSHc-cSp7ImA9WxRVEk4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7070836361698082004.post-1499346231467009069</id><published>2008-11-09T04:59:00.001-08:00</published><updated>2008-11-09T05:01:39.959-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-11-09T05:01:39.959-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="vídeo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="neuma" /><title>Vídeo</title><content type="html">Trailer do filme &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;A Borbuleta Tatuada&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, primeiro romance do escritor &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Philip Pullman&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/4TIgC4JjPog&amp;amp;color1=0xb1b1b1&amp;amp;color2=0xcfcfcf&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/4TIgC4JjPog&amp;amp;color1=0xb1b1b1&amp;amp;color2=0xcfcfcf&amp;amp;hl=en&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7070836361698082004-1499346231467009069?l=seneuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9NCd3OaTOJ52D9IV_J2ldQMHScw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9NCd3OaTOJ52D9IV_J2ldQMHScw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9NCd3OaTOJ52D9IV_J2ldQMHScw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9NCd3OaTOJ52D9IV_J2ldQMHScw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Seneuma/~4/AU4cxWxdW2M" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://seneuma.blogspot.com/feeds/1499346231467009069/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://seneuma.blogspot.com/2008/11/vdeo_09.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7070836361698082004/posts/default/1499346231467009069?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7070836361698082004/posts/default/1499346231467009069?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Seneuma/~3/AU4cxWxdW2M/vdeo_09.html" title="Vídeo" /><author><name>Me.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://seneuma.blogspot.com/2008/11/vdeo_09.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0IAQXw8fyp7ImA9WxRVEk4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7070836361698082004.post-5519580064812665429</id><published>2008-11-07T14:59:00.000-08:00</published><updated>2008-11-09T04:59:00.277-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-11-09T04:59:00.277-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="imagem" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="neuma" /><title>Imagem</title><content type="html">&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_63iURQFHI_0/SRTImmLtJGI/AAAAAAAAAKs/cnQOxk7JUzY/s1600-h/nine.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5266054429713179746" style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 400px; height: 270px; text-align: center;" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_63iURQFHI_0/SRTImmLtJGI/AAAAAAAAAKs/cnQOxk7JUzY/s400/nine.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Foto do elenco feminino de &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Nine&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, incluindo &lt;strong&gt;Nicole Kidman&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Penélope Cruz&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Judi Dench&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Marion &lt;/strong&gt;Cottilard.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7070836361698082004-5519580064812665429?l=seneuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QfFIjAsC7l_v4cc7bIIi5Q1MEZQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QfFIjAsC7l_v4cc7bIIi5Q1MEZQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QfFIjAsC7l_v4cc7bIIi5Q1MEZQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QfFIjAsC7l_v4cc7bIIi5Q1MEZQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Seneuma/~4/X8WVfOA3yq0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://seneuma.blogspot.com/feeds/5519580064812665429/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://seneuma.blogspot.com/2008/11/foto-do-elenco-feminino-de-nine.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7070836361698082004/posts/default/5519580064812665429?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7070836361698082004/posts/default/5519580064812665429?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Seneuma/~3/X8WVfOA3yq0/foto-do-elenco-feminino-de-nine.html" title="Imagem" /><author><name>Me.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_63iURQFHI_0/SRTImmLtJGI/AAAAAAAAAKs/cnQOxk7JUzY/s72-c/nine.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://seneuma.blogspot.com/2008/11/foto-do-elenco-feminino-de-nine.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEMGQ3w7eip7ImA9WxRWF0g.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7070836361698082004.post-1155126878033599659</id><published>2008-11-03T15:40:00.000-08:00</published><updated>2008-11-03T15:53:42.202-08:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-11-03T15:53:42.202-08:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Major Tom" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="filmes" /><title>Cores</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_63iURQFHI_0/SQ-OMQCa4nI/AAAAAAAAAKk/EGEfUlbh3Tk/s1600-h/10_MVG_cult_mixbrasil25.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5264582830534091378" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 313px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_63iURQFHI_0/SQ-OMQCa4nI/AAAAAAAAAKk/EGEfUlbh3Tk/s400/10_MVG_cult_mixbrasil25.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A incerteza juvenil diante do sexo se mostra como algo maravilhosamente capaz de várias possibilidades e é uma busca insegura e tentadora, deliciosa e reveladora. Insegurança esta presente em qualquer adolescente, absorto na completa procura por prazer, realização, e prazer. Independente da condição, o bom da busca é justamente a não necessidade de definição absoluta. A experimentação característica da juventude é mostrada em tom lúdico, sincero e sentimental em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Alguma Coisa Assim&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, de &lt;strong&gt;Esmir Filho&lt;/strong&gt;, diretor que aborda o assunto com extrema propriedade por ser, também, jovem e colocar as coisas sem preconceito ou distanciamento. Responsável pelo divertido e provocador &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Tapa Na Pantera&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, sucesso entre o público internauta, demonstra sua proximidade bem sucedida com esta juventude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A insinuação aqui vale mais que qualquer cena ou indagação do casal de amigos Caio e Mari, e em meio a cores da Rua Augusta e mais cores e música lenta vibrante de uma típica balada gay, ele experimenta, levado por ela, sua primeira experiência com outro garoto; e apesar de deixar claro ser isso que deseja, Caio recua e segue em dúvida. Mari, evidentemente apaixonada pelo amigo, investe nas brechas deixadas pela ainda não definida opção dele, e através dessa indecisão constrói e solidifica uma paixão possível com o suposto amigo gay. O tom ambíguo segue até o final do filme, e reforça a idéia do encantamento e satisfação pela simples busca. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7070836361698082004-1155126878033599659?l=seneuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eQt8Pp2KrgxJOsMNk3DFm3xTitE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eQt8Pp2KrgxJOsMNk3DFm3xTitE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eQt8Pp2KrgxJOsMNk3DFm3xTitE/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/eQt8Pp2KrgxJOsMNk3DFm3xTitE/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Seneuma/~4/aHP5w3PbIJ0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://seneuma.blogspot.com/feeds/1155126878033599659/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://seneuma.blogspot.com/2008/11/cores.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7070836361698082004/posts/default/1155126878033599659?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7070836361698082004/posts/default/1155126878033599659?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Seneuma/~3/aHP5w3PbIJ0/cores.html" title="Cores" /><author><name>Me.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_63iURQFHI_0/SQ-OMQCa4nI/AAAAAAAAAKk/EGEfUlbh3Tk/s72-c/10_MVG_cult_mixbrasil25.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://seneuma.blogspot.com/2008/11/cores.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUEMQnY6fip7ImA9WxRWFUs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7070836361698082004.post-8341019691061212288</id><published>2008-11-01T11:19:00.000-07:00</published><updated>2008-11-01T11:21:23.816-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-11-01T11:21:23.816-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="vídeo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="neuma" /><title>Vídeo</title><content type="html">Novo e final trailer de &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Austrália&lt;/span&gt;, com &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Nicole Kidman&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Hugh Jackman&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/05zTnDTpbHI&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/05zTnDTpbHI&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7070836361698082004-8341019691061212288?l=seneuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/LekC8k0VLwFJ0zjDvOrn_XhZUHA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/LekC8k0VLwFJ0zjDvOrn_XhZUHA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/LekC8k0VLwFJ0zjDvOrn_XhZUHA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/LekC8k0VLwFJ0zjDvOrn_XhZUHA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Seneuma/~4/ZNwEG6z7urg" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://seneuma.blogspot.com/feeds/8341019691061212288/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://seneuma.blogspot.com/2008/11/vdeo.html#comment-form" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7070836361698082004/posts/default/8341019691061212288?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7070836361698082004/posts/default/8341019691061212288?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Seneuma/~3/ZNwEG6z7urg/vdeo.html" title="Vídeo" /><author><name>Me.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://seneuma.blogspot.com/2008/11/vdeo.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEYGSX87eyp7ImA9WxRWFEQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7070836361698082004.post-5146858815289301591</id><published>2008-10-31T15:13:00.001-07:00</published><updated>2008-10-31T15:28:48.103-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-10-31T15:28:48.103-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="imagem" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="neuma" /><title>Imagem</title><content type="html">&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_63iURQFHI_0/SQuDNpjqJlI/AAAAAAAAAKc/lyjBPNiqKsY/s1600-h/pitt.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_63iURQFHI_0/SQuDNpjqJlI/AAAAAAAAAKc/lyjBPNiqKsY/s400/pitt.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5263444860029511250" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Brad Pitt&lt;/span&gt; nos sets do novo filme de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Tarantino&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Inglorious Bastards&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7070836361698082004-5146858815289301591?l=seneuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dzIFE6hQbg8wom4YP-Rq4Y0DSYE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dzIFE6hQbg8wom4YP-Rq4Y0DSYE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dzIFE6hQbg8wom4YP-Rq4Y0DSYE/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/dzIFE6hQbg8wom4YP-Rq4Y0DSYE/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Seneuma/~4/MJXPrX571-A" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://seneuma.blogspot.com/feeds/5146858815289301591/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://seneuma.blogspot.com/2008/10/imagem_31.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7070836361698082004/posts/default/5146858815289301591?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7070836361698082004/posts/default/5146858815289301591?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Seneuma/~3/MJXPrX571-A/imagem_31.html" title="Imagem" /><author><name>Me.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_63iURQFHI_0/SQuDNpjqJlI/AAAAAAAAAKc/lyjBPNiqKsY/s72-c/pitt.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://seneuma.blogspot.com/2008/10/imagem_31.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUUERnk_fyp7ImA9WxRWE08.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7070836361698082004.post-8402267437447460155</id><published>2008-10-29T16:27:00.000-07:00</published><updated>2008-10-29T16:33:27.747-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-10-29T16:33:27.747-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Major Tom" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="filmes" /><title>Gênero: Terror.</title><content type="html">&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_63iURQFHI_0/SQjyCoH9qiI/AAAAAAAAAKU/queAOrmUNZg/s1600-h/barra68_mat.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262722291526904354" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 265px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_63iURQFHI_0/SQjyCoH9qiI/AAAAAAAAAKU/queAOrmUNZg/s400/barra68_mat.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A importância da educação é colocada e considerada, em tom unânime, como algo imprescindível para a formação ética, moral e social de qualquer pessoa; assim também como direito de todos. O alerta máximo para o abuso de um estado perante a sociedade pode se desenrolar de várias formas, mas tem, sem dúvidas, seu alerta máximo no que se refere a integridade da educação. Quando governantes se apropriam dessa ferramenta tão essencial e poderosa, alguma coisa está errada, completamente errada. Um país imerso na ditadura assiste aos poucos as alterações aparentemente banais no cotidiano, até que elas se alastram, tomam proporções maiores, e começam a se infiltrar em campos que deveriam, pelo menos, manter uma espécie de proteção inviolável e impenetrável. Inverter tudo é o papel do ditador, e com argumento agressivo e atitudes de mesmo escalão, ele começa, devagar, a construir uma elaborada história baseado no seu ponto de vista, e aquilo toma uma monstruosa forma, tão avassaladora e sem precedentes que a maioria começa, sim, a acreditar, ou fingir acreditar na evidente ilusão, por ser o caminho mais fácil; a maioria, não todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resistência estudantil e sua luta contra a ditadura militar no Brasil, principalmente na década de 60/70, é característica marcante da história do país. O jovem carrega esse lado contestador por natureza, e quando o ambiente em que vive o pressiona para a padronização da ordem pela ordem, a revolta é iminente. A preocupação dos militares com o inimigo criado e fantasiado por eles, o comunismo, é motivo de invasões, prisões e torturas a jovens de todo o país; invasões a centros acadêmicos, reuniões, e invasões que chegam até o antro mais sagrado da educação para um país, a universidade. Em agosto de 1968 a Universidade de Brasília é invadida por militares em uma ação muito bem representativa da situação da época, e que marcaria o começo de uma fase sombria e tenebrosa no país, com a instituição do AI-5, responsável pela total falta de liberdade de expressão. Rotulados de criminosos perigosos por possuírem pensamentos comunistas e revolucionários, os estudantes são humilhados, massacrados e têm sua vida cotidiana pacífica e harmoniosa invadida em todos os níveis, desde o físico, geográfico, até o moral, ético, sentimental. O documentário &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Barra 68 – Sem Perder A Ternura&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; dá voz a esses jovens, testemunhas do incidente conhecido nacionalmente em Brasília como “manhã tenebrosa” e os faz reviver essa história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Barra 68 – Sem Perder A Ternura&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; é um documentário do cineasta &lt;strong&gt;Vladimir Carvalho&lt;/strong&gt; sobre esse fato histórico específico, mas o filme, ao dar voz a &lt;strong&gt;Darcy Ribeiro&lt;/strong&gt;, sociólogo responsável pelo projeto que deu origem a Universidade de Brasília, vai além da invasão a Universidade naquela manhã; ele é um tratado muito bem produzido, editado e dirigido, através de excelentes depoimentos, sobre o choque de uma imposição tão radical como a própria ditadura e as conseqüências de uma violência que atinge todos os campos sociais. O retorno dos estudantes ao campus é emocionante e por meio de uma reconstituição, aliada a imagens de uma câmera Super8 da época, eles recriam e revivem a fatídica manhã da invasão, que se arrastaria por um dia inteiro, causadora de caos, medo e revolta. A música reforça o tom dramático das passagens mais chocantes, e a ordem de depoimentos forma uma crescente emocional impressionante, que começa com entrevistas de nomes como Oscar Niemeyer, criador dos prédios da UnB, passando pela idéia inicial de &lt;strong&gt;Darcy Ribeiro&lt;/strong&gt; e sua ambição educacional com a Universidade; e desembocando nos depoimentos dos estudantes, tudo muito bem colocado em um nível cronológico perfeito que nos dá a idéia de como tudo aquilo começou e como terminaria. Se fosse necessário atribuir algum gênero ao filme, seria, na sua mais absoluta certeza, um terror, um genuíno e impressionante horror, digno de uma trama e enredo mirabolantes e absurdos. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7070836361698082004-8402267437447460155?l=seneuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Ba5a0sAkYOQIIxdtr0YAa8vE_uw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Ba5a0sAkYOQIIxdtr0YAa8vE_uw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Ba5a0sAkYOQIIxdtr0YAa8vE_uw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Ba5a0sAkYOQIIxdtr0YAa8vE_uw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Seneuma/~4/pSj88uVNRAM" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://seneuma.blogspot.com/feeds/8402267437447460155/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://seneuma.blogspot.com/2008/10/gneto-terror.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7070836361698082004/posts/default/8402267437447460155?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7070836361698082004/posts/default/8402267437447460155?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Seneuma/~3/pSj88uVNRAM/gneto-terror.html" title="Gênero: Terror." /><author><name>Me.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_63iURQFHI_0/SQjyCoH9qiI/AAAAAAAAAKU/queAOrmUNZg/s72-c/barra68_mat.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://seneuma.blogspot.com/2008/10/gneto-terror.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0IEQnY5fCp7ImA9WxRWEkk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7070836361698082004.post-6159392973256787180</id><published>2008-10-28T17:46:00.000-07:00</published><updated>2008-10-28T17:51:43.824-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-10-28T17:51:43.824-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="imagem" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="neuma" /><title>Imagem</title><content type="html">&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_63iURQFHI_0/SQeyoK_NWHI/AAAAAAAAAKM/0QvluveYbfA/s1600-h/benjamin!.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262371092819695730" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 268px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_63iURQFHI_0/SQeyoK_NWHI/AAAAAAAAAKM/0QvluveYbfA/s400/benjamin!.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;em&gt;Daisy, em &lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Benjamin Button&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7070836361698082004-6159392973256787180?l=seneuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MJJIMxJKv0Xcizfwz_Ns5Q19FYg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MJJIMxJKv0Xcizfwz_Ns5Q19FYg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MJJIMxJKv0Xcizfwz_Ns5Q19FYg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MJJIMxJKv0Xcizfwz_Ns5Q19FYg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Seneuma/~4/SN9Fg-m3qT4" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://seneuma.blogspot.com/feeds/6159392973256787180/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://seneuma.blogspot.com/2008/10/imagem_28.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7070836361698082004/posts/default/6159392973256787180?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7070836361698082004/posts/default/6159392973256787180?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Seneuma/~3/SN9Fg-m3qT4/imagem_28.html" title="Imagem" /><author><name>Me.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_63iURQFHI_0/SQeyoK_NWHI/AAAAAAAAAKM/0QvluveYbfA/s72-c/benjamin!.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://seneuma.blogspot.com/2008/10/imagem_28.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEUCR3w8fyp7ImA9WxRXF0Q.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7070836361698082004.post-8370720217761827681</id><published>2008-10-23T14:05:00.000-07:00</published><updated>2008-10-23T14:11:06.277-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-10-23T14:11:06.277-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Major Tom" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="filmes" /><title>Silêncio Barulhento</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_63iURQFHI_0/SQDnZqbD3ZI/AAAAAAAAAKE/meitTmGno6A/s1600-h/lastdays.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 267px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_63iURQFHI_0/SQDnZqbD3ZI/AAAAAAAAAKE/meitTmGno6A/s400/lastdays.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5260458792839273874" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span id="ctl00_ContentPlaceHolder1_lbl_Resumo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span id="ctl00_ContentPlaceHolder1_lbl_Resumo"&gt;Uma caminhada bastante longa, em meio a completa floresta, e uma parada no rio mais próximo para uma boa mijada e uma reflexão sobre a vida. É assim que começa o filme de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Gus Van Sant&lt;/span&gt; sobre os últimos dias do roqueiro &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Kurt Cobain&lt;/span&gt;. "Kurt" vivencia durante todo o longa um silêncio, uma singularidade, um isolamento que são inquestionavelmente incomuns a qualquer outro ser "comum". E o filme é muito bom, mesmo, pois trata essa excentricidade e esse jeito de ser de maneiras tão verossímeis que de imediato acreditamos que aquele "zumbi" a vagar por todos os lugares é realmente o verdadeiro &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Kurt Cobain&lt;/span&gt;. Muito disso se deve a memorável atuação de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Michael Pitt&lt;/span&gt;. Ele está exatamente igual ao cantor; os trejeitos, o cabelo ensebado cubrindo o rosto, a maneira de andar, desajeitado, meio corcunda. E o silêncio, sempre ali, inseparável, como melhor amigo do rockeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme é na verdade uma grande junção de planos-sequência intermináveis; o que faz com que a produção fique mais boa ainda (algo que lembra muito o recente Elefante, produção de Sant sobre a trágedia de Columbine). A câmera acompanha Blake (pseudo para Kurt) em suas andanças matinais pelas redondezas de sua casa de campo de uma maneira bastante poética. Esses longos planos mostram o dia-a-dia do cantor, e revelam que na verdade sua vida não era muito interessante, e vão preparando o terreno psicológico do público para a morte de Kurt; lindíssima, diga-se de passagem. Entre seus preparos culinários indigestos e suas manias loucas e estranhas como, por exemplo, a de usar uma camisola preta para ir caçar não se sabe o quê com uma espingarda no jardim, os amigos de Blake são mostrados como verdadeiros sangue-sugas do cantor, que mal os percebe, tal é o seu estado de transe, claro, proporcionado pelas drogas. Uma grande cena acontece quando Blake recebe um homem que parece ser seu agente, e o convida para conversar na sala. O estado crítico e dopado do cantor diante do homem chega a ser hilário, e mais ainda seu discurso monosilábico e , evidentemente, non-sense, chegam a ser inacreditáveis. São situações impossiveis de serem levadas a sério, mas que se tornam completamente aceitáveis quando lembramos que trata-se de uma "biografia" sobre os últimos dias de Kurt Cobain; e sim, dele podia-se esperar tudo. O filme tem um roteiro que não deve ter mais de dez páginas, tamanha é afalta de diálogos nas cenas. 60% de seu conteúdo é formado de cenas que mostram com muita veracidade o cotidiando de Blake. As outras são geralmente conversas entre os amigos do cantor que habitam sua casa. Michael Pitt tem pouquíssimas falas no filme, mas muita expressão e trejeitos perfeitos, o que comprova sua capacidade de boa interpretação com esse trabalho. &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Last Days&lt;/span&gt; mostra a vida de um homem instável, psicologicamente doente e inevitavelmente suícida. Em um mundo literalmente só seu, Blake zanza pelos cantos e vive de uma maneira tão isolada do planeta que seu comportamento nos leva as vezes a conclusão de que tudo aquilo se trata de um universo paralelo; e acaba sendo isso mesmo. Naqueles arredores ele criou seu próprio mundo, e neste mesmo sucumbiu até seu fim, de uma maneira triste, se pensarmos em como ele era jovem e como poderia ainda ter contribuído para a música. É a decadência de um gênio da pior maneira possível; mostrada com uma verdade impressionante. Parece que estamos, em quase todos os momentos, vendo o próprio Kurt inerte em sua completa solidão. A cena de sua morte é de uma filosofia e poesia incomuns. Sua escalada, e não vôo, até o céu resume todos os seus últimos dias, que devem ter sido insuportáveis e necessários para a sua decisão de morrer. Na verdade o Blake que andava e se arrastava pela casa e floresta não estava mais vivo; era um fanstasma. Um genuíno fantasma. O que ele fez foi simplesmente morrer fisicamente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7070836361698082004-8370720217761827681?l=seneuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MoacBFq6UnB8l-6TddnMI_Ixti0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MoacBFq6UnB8l-6TddnMI_Ixti0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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Reclamar de um filme por não desenvolver “corretamente” o teor histórico ali presente é um erro lógico, já que a “versão” e visão do diretor é o que realmente importa, e se algo de interessante, novo e bom se apresenta na tela, não vejo razão para ataque histérico de “falsidade” na trama. “Maria Antonieta” sofreu por não retratar de maneira “convencional” a história da rainha; tal puritanismo é burro, pois nunca se saberá exatamente como se sucederam os fatos e ocorrências daquela época. Mas foi, mesmo assim, acusada de “imatura” e “superficial”, acreditem, por desenvolver uma Maria Antonieta de verdade, e não um estereótipo daquilo que pode ter sido. É direito do autor, independente de seu campo de atuação artístico, imprimir e criar o que quiser e como quiser; desde que a obra tenha coerência e seja boa, sem problemas. Mas até nisso errou-se com este filme, ao o acusarem de deturpar a real trajetória da rainha Maria Antonieta. É muito mais são acreditar nesta versão da diretora Sofia Coppola, onde ela reproduz uma menina frágil e adolescente, do que em outras versões absurdamente heróicas e mentirosas, claro. Pois a Maria de Sofia é tão verdadeira e compreensível em seus atos que por vezes o espectador se esquece que está vendo uma história verídica pautada em um ícone histórico e cultural da história humana. E a graça e genialidade do filme estão nisso, em apresentar essa Maria de maneira não grandiosa, mas sim realista.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: georgia;" id="ctl00_ContentPlaceHolder1_lbl_Resumo"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: georgia;" id="ctl00_ContentPlaceHolder1_lbl_Resumo"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;O longa já começa com um tom autoral inconfundível, sempre presente na curta filmografia de Sofia; Kirsten Dunst mostra-se entediada, cansada, e com um ar de completo desdém, encara a câmera com um olhar desafiador e provocante, como se perguntasse “O que foi?”. Essa característica de olhar para a câmera se repete durante o filme, e a interação entre os atores e esta câmera acontece de maneira curiosa; a diretora mistura imagens estáticas, onde com uma bela fotografia eleva a cena a quase uma pintura barroca, mas ao mesmo tempo usa da movimentação trêmula em várias seqüências. A mais curiosa é a cena em que Maria Antonieta acaba de saber que o irmão de seu marido, até então príncipe futuro rei da França, deu luz a uma criança. Ao sair da sala ela escuta cochichos e sussurros sobre sua vida, acusações a cerca de sua vida sexual, conspirações contra a não consumação do seu casamento, e em crise, corre até seu quarto, aos prantos; aqui a câmera de Sofia a segue, sempre de frente, e se movimenta em sincronia com a atriz, muito próxima da tela, e não fica difícil de perceber esse recurso em outros momentos; nas situações de instabilidade a imagem treme, não fica imóvel. É o sentimento do personagem impregnado em todos os lugares, desde a atuação, até o movimento de câmera e o cenário a sua volta. Outra característica da diretora é o da edição rápida apenas em alguns momentos, de transição de tempo, e a habilidade de usar de todos os artifícios possíveis para contar uma história até então filmada de maneira apenas estática (todos os filmes de época seguem esse padrão estático e “artístico” de se filmar, bobagem). Sofia vai além e ao invés de uma trilha clássica e instrumental coloco o rock dos anos 80 de fundo, e mais uma vez acerta e impõe sua autoria de maneira única na produção. É uma trilha agradável de se ouvir e bastante original, colocada em um filme de época. São diversos elementos colocados juntos e orquestrados por uma talentosa e jovem diretora que ousa e não tem medo de “errar”. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: georgia;" id="ctl00_ContentPlaceHolder1_lbl_Resumo"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: georgia;" id="ctl00_ContentPlaceHolder1_lbl_Resumo"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Kirsten Dunst brilha no papel justamente por ser jovem e mesclar muito bem a profundidade do personagem com uma leveza adolescente ainda presente nela. Maria Antonieta foi para Versailles em um casamento arranjado aos 16 anos, e sua imaturidade é sempre muito bem pontuada por Sofia. No começo do filme ela fica triste em deixar seu país, a Áustria, e choraminga ao se despedir das amigas quando está prestes a entrar em solo francês; mas apenas cai no pranto e se desespera quando, acreditem, seu cachorro é levado embora. Essa cena é excelente e mostra a imaturidade e inocência de Antonieta, mais preocupada com o cão do que com seu futuro ou seus parentes. Durante o filme Coppola desenvolve melhor a personalidade de Maria; sempre desligada, claro, de assuntos sérios, ela logo se interessa pela moda francesa e pelo luxo da corte. Em uma cena maravilhosa seu tutor inicia um longo discurso, habitual, sobre os acontecimentos recentes da época, como invasões, situação da Áustria; questões políticas. Durante seu discurso Maria vira para ele e pergunta “Qual manga você prefere?Normal ou sem babados”. Logicamente ele fica furioso e mais uma vez a futura rainha indaga se preocupar depois com tais assuntos. A pressão e responsabilidade colocadas em cima dela, principalmente por sua mãe, eram descomunais. Exigir de uma garota de 16 anos atitudes sexuais e responsabilidade sobre a geração de um herdeiro provocavam, compreensivelmente, uma tristeza e melancolia na princesa. O genial do retrato de Sofia sobre Maria Antonieta é que ela cria um campo completamente crível e verossímil para as atitudes que qualquer garota em qualquer época teria diante desses fatos. Dá tranquilamente para traçar um paralelo entre a corte de Versailles do século 18 e os dias de hoje; e aí se constata que não se mudou muita coisa. Festas, bebedeira, drogas, sexo, conspirações, insegurança, medo; são assuntos recorrentes na trama. A cena em que Antonieta e suas amigas encontram-se entediadas na corte e para solucionar o problema conspiram uma fuga até um baile de máscaras em Paris é propositalmente retratada como uma cena moderna atual; nada mudou. As garotas se arrumam, saem do castelo, e ao invés de um carro, claro, entram numa carruagem. Animadas vão a festa e todos dançam – de fundo ouve-se um rock dos anos 80, a excelente “Hong Kong Garden” – e bebem, e voltam pra casa só ao amanhecer. Sofia filma Maria a observar a paisagem através do vidro da carruagem, o sol nascendo de fundo, e a princesa embriagada, feliz, sorri ao voltar de manhã pra casa. Qualquer jovem de hoje se identifica com essa situação, e se vê inteiramente na tela, como Maria, feliz, por chegar em casa depois de uma noite de festa, bebida, flertes e badalação. Sofia mais uma vez faz um filme com uma personagem feminina, e é impossível não estabelecer relação entre criação e criador. A própria Coppola sofreu na adolescência por ser filha de um dos maiores diretores de sua geração, Francis Ford Coppola, e conhece como ninguém esse mundo artificial de Hollywood; ela, como ninguém, tem propriedade suficiente para dar vida a uma adolescente precoce e emblemática como Maria Antonieta. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: georgia;" id="ctl00_ContentPlaceHolder1_lbl_Resumo"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: georgia;" id="ctl00_ContentPlaceHolder1_lbl_Resumo"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;O tratamento e dedicação dados ao filme são notáveis. A produção estreou no Festival de Cannes de 2006 e obteve uma recepção fria, com direito a vaias durante a projeção e criticas ferrenhas ao longa. A maioria delas criticava o tom colorido do filme de Coppola e a “superficialidade” da história; chegaram a falar que o filme da diretora parecia dirigido não por ela, e sim por “Paris Hilton”. É preocupante comentários como esse vindos de um “crítico”, pois percebe-se a fragilidade e amadorismo da classe por não analisar um filme como esse com o empenho que merece. Não falo de gosto, não tem nada a ver com gostar isso, e sim com analisar e ir além do que se vê na tela. Sofia Coppola se mostra capaz e preocupada em fazer filmes de qualidade, e sua existência pro cinema americano é imprescindível. Se colocar no filme é algo que acaba acontecendo, e qualquer diretor usa dos seus artifícios e vivências pessoais para elaborar um texto, filme, atuação. Mas se entregar completamente dentro do filme não é obrigação nem regra, mas tem sua graça e exige talento. Sofia tem esse talento, de se colocar, se expor, e ali, através de sua arte, ela produz, com eficiência e qualidade, o filme, retratando rainha, mulher, jovem suicida. Todas, até agora, de maneira brilhante.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7070836361698082004-9040299552014328494?l=seneuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/uO-Vp6r5hhLqBZnL7G9s2w8YNx4/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/uO-Vp6r5hhLqBZnL7G9s2w8YNx4/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/uO-Vp6r5hhLqBZnL7G9s2w8YNx4/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/uO-Vp6r5hhLqBZnL7G9s2w8YNx4/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Seneuma/~4/ecTxjnKK4bk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://seneuma.blogspot.com/feeds/9040299552014328494/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://seneuma.blogspot.com/2008/10/propriedade-cinematogrfica.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7070836361698082004/posts/default/9040299552014328494?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7070836361698082004/posts/default/9040299552014328494?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Seneuma/~3/ecTxjnKK4bk/propriedade-cinematogrfica.html" title="Propriedade cinematográfica" /><author><name>Me.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_63iURQFHI_0/SQDmkqF8wiI/AAAAAAAAAJ8/w93nGmmfV2o/s72-c/maria.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://seneuma.blogspot.com/2008/10/propriedade-cinematogrfica.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0ECRHk5fyp7ImA9WxRXF0Q.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7070836361698082004.post-397924431149558860</id><published>2008-10-23T13:59:00.001-07:00</published><updated>2008-10-23T14:01:05.727-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-10-23T14:01:05.727-07:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="imagem" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="neuma" /><title>Imagem</title><content type="html">&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_63iURQFHI_0/SQDlwCUIwBI/AAAAAAAAAJ0/shhWfuiP4oQ/s1600-h/16000302.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 335px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_63iURQFHI_0/SQDlwCUIwBI/AAAAAAAAAJ0/shhWfuiP4oQ/s400/16000302.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5260456978186551314" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Kidman e Cruise em &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;De Olhos Bem Fechados&lt;/span&gt; (1999)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7070836361698082004-397924431149558860?l=seneuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gT42rm_6wFgPt6SSeFMiIQIXtUE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gT42rm_6wFgPt6SSeFMiIQIXtUE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gT42rm_6wFgPt6SSeFMiIQIXtUE/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gT42rm_6wFgPt6SSeFMiIQIXtUE/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Seneuma/~4/fUh1zRWMjJo" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://seneuma.blogspot.com/feeds/397924431149558860/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://seneuma.blogspot.com/2008/10/imagem.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7070836361698082004/posts/default/397924431149558860?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/7070836361698082004/posts/default/397924431149558860?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Seneuma/~3/fUh1zRWMjJo/imagem.html" title="Imagem" /><author><name>Me.</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_63iURQFHI_0/SQDlwCUIwBI/AAAAAAAAAJ0/shhWfuiP4oQ/s72-c/16000302.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://seneuma.blogspot.com/2008/10/imagem.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D08DRnsyfSp7ImA9WxRXF0Q.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-7070836361698082004.post-3636926263668881443</id><published>2008-10-23T13:54:00.000-07:00</published><updated>2008-10-23T14:04:37.595-07:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-10-23T14:04:37.595-07:00</app:edited><title>Clichê Reformulado</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_63iURQFHI_0/SQDkyUf7iEI/AAAAAAAAAJs/yiNkzul8ni0/s1600-h/little.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 256px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_63iURQFHI_0/SQDkyUf7iEI/AAAAAAAAAJs/yiNkzul8ni0/s400/little.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5260455917915965506" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span id="ctl00_ContentPlaceHolder1_lbl_Resumo"&gt;Um dos filmes mais comentados de 2006, este &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Pequena Miss Sunshine&lt;/span&gt;, produção totalmente "independente", no sentido de custo, não de estética, que surge como um azarão entre os indicados aos awads desse ano nos EUA, por ter conseguido uma fama graças aos festivais no qual compareceu, vide Sundance. A sensação sentida ao ver o filme é a do clichê, total, em todas as suas nuances e profundidades, aqui, revisitado. Temos a típica família americana consumidora de frango e refrigerante; nos é apresentado ainda mais tantos outros personagens com problemas-clichês e esteriótipos evidentes: o suicida em potencial, o excluido, o loser, a dona-de-casa esforçada. Junta-se a tudo isso, ainda o fato de o filme ser um road movie, ou seja, maior gênero clichê de todos, principalmente do cinema americano, escancarado nesse filme. Então aglomera-se todas essas infinitas possiblidades e constatações ao mesmo tempo em uma, digamos, quase homenagem ao clichê, e tem-se o resultado de Sunshine. E os personagens e situações são tão batidos que acabam formando uma coisa que surpreende. Por não ter pretensão alguma, e assumir seu espiríto comum desde sempre, o longa vai formando seu estilo e carisma, por vários motivos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="ctl00_ContentPlaceHolder1_lbl_Resumo"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="ctl00_ContentPlaceHolder1_lbl_Resumo"&gt; O elenco do filme é bastante interessante, tendo como principal representante a ótima Toni Collete, como uma mulher séria e boa, muito boa. O resto dos atores são interessantes, cada um dentro de seu território a desenolver bem seus papéis. Mas o destaque, claro, fica com a estreante Abigail Breslin, como a perseverante Olive, em um conjunto de atuação maravilhosa e fofura. Fofura é o adjetivo adequado para descrever essa menina, que arranca verdadeiros "oh´s" de todos, e quase faz chorar em uma cena comovente. A história é, bacisamente, sobre uma família repleta de personagens esteriotipados que vivem suas próprias frustrações e fazem de tudo para não decepcionar essa garotinha, Olive, que tem o sonho de participar de um concurso de beleza. Por causa de determinado acontecimento todos precisam viajar juntos, para levar a menina em um concurso, e ao se verem em uma viagem pela estrada, em uma kombi amarela que só pega ao ser empurrada (muito bom), se sentem na obrigação de uma auto-análise, juntamente com uma terapia em grupo familiar. É bem aquela idéia da transformação atráves de uma situação anormal; retirados de seu contexto entediante e monôtono, e colocados em um cotidiano diferente e específico, se tornam mais suscetíveis a discussão. A obssessão do pai em transformar a filha em uma winner é justamente sua total frustração, e essa ambiguidade é bem colocada, já que ele é um fracassado típico, e irconicamente dá aulas sobre um método revolucinário sobre "como ser um vencedor", e quais os caminhos necessários para se chegar ao topo, tudo isso em módulos e etapas desenvoldidas, que se mostram inválidas, logicamente, pois seu criador é justamente o loser-mor da família. Uma cena quase de terror é mostrada no final do filme, quando o tão aguardado e sonhado concurso de beleza acontece. Uma crítica bem clara e direta se desenrola nesse momento, quando vemos verdadeiras crianças-rôbos maquiadas, vestidas e comportadas como mulheres. É assustador, e trata-se de uma das cenas mais aterrorizantes que vi nos últimos anos; e em meio a essas verdadeiras bonecas, ocas e vazias, desprovidas de cerébro, temos Olive, a menina fofa e abocanhadora de suspiros, em uma cena ótima, onde sua esquizitisse se destaca em meio das bonecas. O clichê volta a cena nos créditos finais, mas de maneira sutil.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7070836361698082004-3636926263668881443?l=seneuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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De acordo com a personalidade e as experiências de vida daquela pessoa, as identificações com determinado filme se baseiam nessa relação de "igualdade" entre a coisa vista, percebida e, consequentemente, sentida. "Lost In Translation" faz tanto sucesso pra mim, e pra tantas outras pessoas, jutamente por isso; seus temas tratados são tão universais e comuns a todos que suas mensagens se tornam algo "fácil" de se identificar e de se perceber. Charlotte, jovem perdida na vida, se encaixa perfeitamente, por exemplo, na minha percepção da vida. Na cena que mais gosto do filme, a da cama, na qual os dois conversam, onde Charlotte encontra-se na posição de um bebê no feto da mãe, a descarregar particularidades, a frase "Im Stuck" seguida rapidamente por "The problem is that i don´t know what im want to be, what to do" tem ligação direta com o que sinto e vivo no momento, e alguém me diga, por favor, quem não teve nenhuma crise de identidade em toda a sua vida, ao se achar perdido, principalmente nessa fase-crise dos 20 anos, onde exige-se de você uma posição em relação aquilo que você "vai ser". E como Charlote também fala, sobre "a fase das fotos idiotas dos pés" que tiramos; quem nunca tirou fotos idiotas de si mesmo, talvez como uma maneira de se "diferenciar" dos outros, tirando fotos "diferentes". E ainda temos Bob Harris, que está em outra crise, a dos 50, e que também despeja suas mágoas para a bela Charlotte. É o encontro de duas pessoas, uma que vê na outra seu possível futuro e uma outra que vê as mesmas angústias que sofreu no passado, e como conhecedor assíduo do assunto, responde brilhanetemente a todas as dúvidas da jovem em crise: "Você vai sobreviver". &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="ctl00_ContentPlaceHolder1_lbl_Resumo"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="ctl00_ContentPlaceHolder1_lbl_Resumo"&gt;Duas pessoas que aparentemente não tem nada a ver, a começar pela diferença de idade, descobrem uma afinidade extraordinária. Claro que o facilitador da união é o país estrangeiro em que se encontram. Outra ótima idéia da diretora/escritora Copolla é colocar os personagens em um hambiente tão inóspito. Se estivessem em Londres, ou no próprio EUA, talvez não tivessem a oportunidade de se conhecerem. Perdidos em um país absurdamente diferente do seu, eles descobrem tantas coisa em comum, além da nacionalidade. São casados, sozinhos, e estão em crise. E juntos viverão, o que percebe-se claramente, o melhor momento de suas vidas, aparentemente perdidas. O estilo de falar mais com imagem do que com palavras convence e se desenvolve perfeitamente nesse filme; produção esta que seria um tipo de "biografia" da diretora, já que ela confessou que a idéia para o filme veio depois que passou sua lua-de-mel no Japão, ao perceber as diferenças culturais gritantes, que mais tarde colocaria e desenvolveria tão bem em seu filme. Toda a dramaticidade caminha juntamente com momentos engraçadissímos, todos tirados da disparidade cultural entre japoneses e americanos. Esse cárater biográfico fica muito claro também na cena em que a atriz "burra" americana realizadora de blockbusters se encontra com Charlotte, o oposto, que no caso seria Sofia, o outro lado desse mundo "hollywoodiano". Eu enfatizo muito Charlotte, no caso Scarlett, pois a acho brilhante no filme. A cena em que ela liga para uma amiga nos EUA, aos prantos, por causa da solidão, é linda, e muito comovente. É ali que Charlotte percebe que seu casamento inevitavelmente não dará certo, e seu encontro logo depois com Bob a fará perceber isso, mas a deixará mais calma, como se esse problema fosse algo "normal". Bill Murray não precisa de maiores tratamentos, pois sua atuação fala por si só. Foi uma escolha extremamente feliz a dos dois atores, que casaram perfeitamente como a dupla perdida em Tokyo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="ctl00_ContentPlaceHolder1_lbl_Resumo"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span id="ctl00_ContentPlaceHolder1_lbl_Resumo"&gt;A parte técnica precisa ser comentada, desde a fotografia, sempre limpa, até a trilha, que é a melhor de tudo. Sofia vem mostrando seu apuro aguçado para a escolha de suas trilhas (em Virgens Suicidas temos isso, e também em seu mais recente filme). São aqueles momentos perfeitos de combinação genial entre imagem e sonoridade que ela faz com muita propriedade. Os atores "secundários", o casting japonês, é outra coisa nesse filme. Temos desde o apresentador único perfeito, até o diretor e tradutora que estão em uma das mais engraçadas cenas do longa. Filme este que tem a obrigação de ser revisto por todos, pois perde-se muito ao vê-lo uma única vez. Ao som de "City Girl" encerro meus comentários a cerca de "Lost In Translation", que cumpre seu papel de ser um ótimo filme, desde os créditos iniciais, com a bela bunda de Scarlett, até o final, com a "despedida" (ela copiou de Before Sunrise) dúbia, que não se sabe seu desfeixo depois. A interação nesse filme é a grande mensagem, interação esta que descarta idade, mas que junta duas pessoas com problemas iguais, duas almas-gêmeas, jogadas em um contexto diferente, em um lindo encontro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7070836361698082004-6996651119540448525?l=seneuma.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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