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	<title>Show Rural Coopavel</title>
	
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	<description>De 04 a 08 fevereiro de 2013</description>
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		<title>Livro do Iapar resgata história do plantio direto no Sul do Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 11:58:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Webmaster Coopavel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Administração Rural]]></category>
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		<description><![CDATA[Livro do Iapar resgata história do plantio direto no Sul do Brasil Obra é publicada em parceria com a FAO, órgão das Nações Unidas para agricultura e alimentação. A evolução da técnica de deposição de sementes sem revolvimento do solo<p><a href="http://www.showrural.com.br/blog/administracao-rural/livro-do-iapar-resgata-historia-do-plantio-direto-no-sul-do-brasil/">Leia mais...</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Livro do Iapar resgata história do plantio direto no Sul do Brasil</strong></p>
<p><em>Obra é publicada em parceria com a FAO, órgão das Nações Unidas para agricultura e alimentação.</em></p>
<p>A evolução da técnica de deposição de sementes sem revolvimento do solo é tema do livro “Plantio direto no Sul do Brasil”, que o Instituto Agronômico do Paraná (Iapar) lança em parceria com a FAO, entidade das Nações Unidas para agricultura e alimentação. A obra, de autoria dos pesquisadores Augusto Guilherme de Araújo, Ruy Casão Junior e Rafael Fuentes Llanillo, enfoca as dificuldades iniciais na área de mecanização agrícola e os avanços tecnológicos – particularmente no desenvolvimento de semeadoras – que possibilitaram dispensar o uso de arado e grade niveladora na implantação das lavouras de grãos no país.</p>
<p>De acordo com o pesquisador Augusto Guilherme de Araújo, a publicação que o Iapar está lançando surgiu por demanda da FAO, no âmbito de um projeto para desenvolver a agricultura conservacionista no Quênia e na Tanzânia. Ele explica que o organismo internacional propôs fazer um mapeamento da trajetória e as dificuldades no desenvolvimento do plantio direto no Sul do Brasil, levantando informações que pudessem subsidiar e tornar mais ágeis as ações nos países do Leste Africano. “Não foi pretensão resgatar a totalidade dos acontecimentos, mas compreender o processo evolutivo do sistema de plantio direto e das máquinas específicas para a atividade”, esclarece.</p>
<p>Para fazer o resgate histórico, os autores entrevistaram 66 protagonistas da implantação e desenvolvimento do plantio direto no Sul do Brasil. Foram ouvidos pesquisadores, técnicos, produtores e representantes de indústrias e empresas revendedoras de máquinas agrícolas. O texto está organizado em ordem cronológica e destaca os fatores que, na opinião dos entrevistados, foram determinantes para a evolução e consolidação do sistema em cada fase histórica.</p>
<p>Os autores também produziram uma versão da obra em inglês, que a FAO utilizará para distribuição e uso em projetos de desenvolvimento rural em países de clima tropical.</p>
<p><strong>Plantio direto</strong> – O plantio direto deu nova perspectiva ao uso e manejo dos solos e da água. Estima-se que o sistema seja atualmente adotado em 25 milhões de hectares no Brasil. No Paraná, são aproximadamente cinco milhões de hectares – cerca de 90% da área cultivada destinada à produção de grãos no estado.</p>
<p>Por trás desses números há uma longa trajetória de conquistas técnicas e, principalmente, uma reviravolta conceitual, que começou a tomar forma na segunda metade dos anos 1960: a ideia de que solos tropicais devem ser protegidos das chuvas e altas temperaturas e, por isso, não podem ser submetidos ao preparo com aração e gradagem antes de fazer a semeadura.</p>
<p>A proposta foi recebida com ceticismo por muitos pesquisadores, técnicos e produtores daquela época, pois confrontava o modelo implantado e amplamente utilizado no Sul do Brasil pelos imigrantes europeus. Eles promoveram a abertura de áreas para produção agrícola utilizando o arado de discos e grades pesadas tracionadas por tratores, modelo tecnológico que conheciam de seus países de origem. Muitas vezes, fazia-se também o uso de queimadas para reduzir a quantidade de matéria vegetal e facilitar o trabalho das máquinas.</p>
<p>Não tardaram a surgir problemas ambientais decorrentes desse modelo de agricultura: o intenso revolvimento deixava o solo exposto às chuvas e reduzia a capacidade de infiltração de água, resultando em grande perda por erosão pela formação de enxurradas. Já no final dos anos 1960, tornou-se urgente encontrar uma alternativa de manejo menos prejudicial.</p>
<p>O plantio direto prevaleceu sobre outras tentativas que propunham menor revolvimento do solo – como o uso de escarificadores – graças à iniciativa de produtores pioneiros como Herbert Bartz, em Rolândia-PR; Manoel (Nonô) Pereira e Franke Dijkstra, na região dos Campos Gerais do Paraná. Também data do início dos anos 1970 os primeiros estudos científicos sobre agricultura conservacionista. No início da década de 1980, o Iapar publicou a primeira obra no país contendo resultados de pesquisas sobre o tema.</p>
<p>Atualmente, segundo os autores do livro, o termo plantio direto ganhou abrangência e vem sendo usado como referência a qualquer prática de manejo do solo que apresente uma preocupação ligada à conservação do solo, tornando-se quase sinônimo de agricultura conservacionista no Brasil.<strong><br />
</strong></p>
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p>Livro: &#8220;Plantio direto no Sul do Brasil: fatores que facilitaram a evolução do sistema e o desenvolvimento da mecanização conservacionista&#8221;, 77 páginas.</p>
<p>Autores: Ruy Casão Junior, Augusto Guilherme de Araújo e Rafael Fuentes Llanillo.</p>
<p>Preço: A distribuição é gratuita. Interessados pagam apenas as despesas de correio, no valor de R$ 6.</p>
<p>Aquisição: pelo site <a href="http://www.iapar.br" target="_blank">www.iapar.br</a> ou telefone (43) 3376-2373.</p>
<div align="center">
<hr align="center" size="2" width="100%" />
</div>
<p>Edmilson Gonçales Liberal &#8211; MTb 4782/PR<br />
Tel: 43 3376-2465<br />
Correio eletrônico: <a href="mailto:liberal@iapar.br">liberal@iapar.br</a></p>
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		<title>Cultivo de plantas de cobertura é boa opção para o inverno, sugere Iapar</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 18:52:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Webmaster Coopavel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Cultivo de plantas de cobertura é boa opção para o inverno, sugere Iapar Com o momento desfavorável ao cultivo do trigo, fica a dúvida para o produtor que já está plantando a safra de inverno ou que está esperando a<p><a href="http://www.showrural.com.br/blog/agricultura/cultivo-de-plantas-de-cobertura-e-boa-opcao-para-o-inverno-sugere-iapar/">Leia mais...</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong></strong></p>
<h2><strong>Cultivo de plantas de cobertura é boa opção para o inverno, sugere Iapar<br />
</strong></h2>
<p><strong>Com o momento desfavorável ao cultivo do trigo, fica a dúvida para o produtor que já está plantando a safra de inverno ou que está esperando a colheita do milho safrinha para apostar em outra cultura. Para os especialistas do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), existem opções que podem trazer muitos benefícios ao campo, culturas tradicionalmente fora do circuito comercial, mas fundamentais para o equilíbrio do solo e da produção agrícola.<br />
</strong></p>
<p><strong>O pesquisador Ademir Calegari afirma que os problemas com o solo estão aumentando por  falta de manejo adequado, baixa diversificação de cultivos e, em alguns casos, uso excessivo de produtos químicos. Isso deixa a lavoura mais suscetível, a produtividade baixa quando o solo não está em boas condições de nutrir bem as plantas. “Não é muito fácil mensurar os efeitos positivos da rotação de cultura a médio e longo prazo, tendo em vista que estamos lidando com fatores biológicos, ambientais, mas num curto espaço de tempo o produtor vai perceber um aumento de produtividade”. Segundo Calegari, a produção pode ser de 5 a até 30% maior na safra de verão.<br />
</strong></p>
<p><strong>Ainda de acordo com o pesquisador, existe uma área muito grande, de aproximadamente 2,8 milhões de hectares no Paraná, que fica descoberta no outono/inverno. “Neste local só vai crescer mato. Isso é um pecado”, lamenta Calegari. Mesmo do ponto de vista do custo, não vale a pena deixar a terra em pousio. Conforme ele, o produtor pode produzir a própria semente de planta de cobertura de forma que o valor não passe de R$ 0,50 o quilo.<br />
</strong></p>
<p><strong>Calegari lembra, porém, que antes de tomar uma medida, o ideal é fazer um diagnóstico da área. “Depois disso, dá pra saber se a melhor opção é aveia, nabo forrageiro, ervilhaca, tremoço, azevém, ervilha forrageira ou mesmo uma associação de diferentes espécies. São opções consolidadas, com resultados consistentes de pesquisa”, salienta.<br />
</strong></p>
<p><strong>Aveia – Para o pesquisador Luiz Antônio Odenath, investir na aveia é uma boa opção no inverno. Se o agricultor escolher utilizar a espécie como planta de cobertura, Odenath recomenda a aveia preta IAPAR 61, que é rústica, tem grande produtividade e faz sucesso há muitos anos no mercado. “Nos ensaios conduzidos em quatro estados (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo) a cultivar produziu 8,5 toneladas de matéria seca por hectare. Isso faz dela uma unanimidade no setor”. </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Odenath faz uma ressalva, porém. “O preço da semente da IAPAR 61 é alto, em torno de R$ 1,60 o quilo. Isso ocorre porque o produtor de semente tem a produção da safra de verão prejudicada em virtude de seu ciclo longo”. Ele lembra que este é o último ano para plantio de variedades de aveia sem origem, que custam em torno de R$ 0,20 o quilo. “Com isso, o agricultor terá que optar por uma semente registrada e, nesse sentido, a Iapar 61 é imbatível”, afirma.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Caso a ideia seja o uso como forrageira, o pesquisador recomenda a variedade de aveia branca IPR 126, também um material de elevada produtividade, que se sobressai como opção de alimentação para o gado no inverno. “Ela é mais suscetível a doenças que a IAPAR 61, mas como o produtor vai cortar a parte da planta onde há maior incidência, ela dificilmente vai apresentar problemas”, explica.</strong></p>
<p><strong>Ainda de acordo com Odenath, o longo ciclo da cultivar permite fazer de dois a cinco cortes, dependendo do local, o que assegura o fornecimento ao longo dos meses de inverno, período crítico para alimentação do rebanho em virtude da escassez de forragem. “Se o produtor preferir, ele pode fazer silagem e guardar o produto”, acrescenta.<br />
</strong></p>
<div align="center">
<hr align="center" size="2" width="100%" />
</div>
<address><strong>Instituto Agronômico do Paraná-IAPAR</strong></address>
<address><strong>Assessoria de Imprensa</strong></address>
<address><strong>Londrina, 20/4/2012</strong></address>
<p><strong>Jornalista Lucas Araújo (MTb 4037)<br />
(43) 3376-2129</strong><strong> </strong></p>
<p><strong><a href="mailto:lucasaraujo@iapar.br">lucasaraujo@iapar.br</a></strong></p>
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		<title>Novo Tanque Misturador WEDA</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2012 12:19:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Webmaster Coopavel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Avicultura e Suinocultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Novo Tanque Misturador WEDA: Porções de ração reduzidas, eficiência elevada Com o novo QXS, a WEDA introduz no mercado um novo tanque para alimentação líquida, capaz de dosar porções mínimas de ração para suínos. O diferencial do tanque QXS é<p><a href="http://www.showrural.com.br/blog/avicultura-suinocultura/novo-tanque-misturador-weda/">Leia mais...</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Novo Tanque Misturador WEDA:</strong><br />
Porções de ração reduzidas, eficiência elevada</p>
<p>Com o novo QXS, a WEDA introduz no mercado um novo tanque para alimentação líquida, capaz de dosar porções mínimas de ração para suínos.</p>
<p>O diferencial do tanque QXS é a conformação retangular do seu fundo. Para tanto, os engenheiros da WEDA retomaram a construção modular do reconhecido sistema de tanques QS. A padronização possibilita volumes que variam de 650 a 1650 litros, na capacidade máxima de ampliação.</p>
<p>O recém desenvolvido misturador, com pás de mistura em formato reduzido e situadas no fundo do tanque, garante um máximo de homogeneidade ao alimento. O sistema de mistura atua muito próximo às paredes, de modo a evitar a segregação da ração.</p>
<p>A partir do emprego de diferentes configurações de tubulação, a tecnologia pode ser utilizada tanto para a alimentação de leitões em creche, quanto para a de terminação e matrizes. No caso de uma saída de 50 mm, e seus acessórios novos correspondentes, o sistema trabalha de maneira idêntica ao reconhecido sistema Conticomp WEDA, para alimentação de leitões. Já a saída de 90 mm corresponde ao tanque de alimentação líquida convencional.</p>
<p>Os desenvolvedores da WEDA deram especial atenção aos cálculos do comportamento de fluxo, no intuito de evitar respingos de ração durante o processo de mistura – um aspecto importante no que se refere à higiene no tanque. &#8220;Nosso principal objetivo durante o processo de desenvolvimento pode ser resumido da seguinte forma: máxima eficiência mediante uma construção designada à sua aplicação final&#8221;, explica o coordenador do departamento de desenvolvimento da WEDA, Ralf Meyer.</p>
<address>Oliver Schulz<br />
para WEDA Dammann &amp; Westerkamp GmbH<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<br />
PR Schulz<br />
Oliver Schulz<br />
Dipl.-Kfm.<br />
Plektrudisstraße 18<br />
Alemania &#8211; 50354 Hürth<br />
Phone: +49 (0)2233-9399270<br />
Email: <a href="mailto:info@pr-schulz.de">info@pr-schulz.de</a></address>
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		<item>
		<title>A importância da capacidade operacional e do planejamento no sucesso da safrinha</title>
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		<comments>http://www.showrural.com.br/blog/agricultura/a-importancia-da-capacidade-operacional-e-do-planejamento-no-sucesso-da-safrinha/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 29 Mar 2012 14:32:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Webmaster Coopavel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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		<category><![CDATA[pionner]]></category>
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		<category><![CDATA[sucesso]]></category>

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		<description><![CDATA[Luis Carlos Tessaro &#8211; Gerente de Produto e Tecnologia da Pioneer Sementes A produção de milho no Brasil tem se caracterizado pela divisão da produção em duas épocas de plantio. Os plantios de verão, ou primeira safra, são realizados na<p><a href="http://www.showrural.com.br/blog/agricultura/a-importancia-da-capacidade-operacional-e-do-planejamento-no-sucesso-da-safrinha/">Leia mais...</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right"><strong>Luis Carlos Tessaro &#8211; <em>Gerente de Produto e Tecnologia da Pioneer Sementes</em></strong></p>
<p>A produção de milho no Brasil tem se caracterizado pela divisão da produção em duas épocas de plantio. Os plantios de verão, ou primeira safra, são realizados na época tradicional durante o período chuvoso, que varia entre fins de agosto, na região Sul, até os meses de outubro/novembro, no Sudeste e Centro-Oeste. A safrinha refere-se ao milho de sequeiro, plantado em fevereiro ou março, quase sempre depois da soja precoce, predominantemente na região Centro-Oeste e nos estados do Paraná e São Paulo. Atualmente, a cultura do milho safrinha no Brasil é responsável por aproximadamente 40% da produção nacional deste cereal.</p>
<p>Com essa vasta região de cultivo de milho safrinha, observa-se que o período de cultivo é bem diferente quando comparado ao verão, principalmente pela disponibilidade hídrica, que é bem menor, além da redução na quantidade de horas de luz durante o desenvolvimento da cultura.</p>
<p>A região do Brasil Central é uma das que mais cresceu na produção nos últimos anos e um dos estados que mais vêm ampliando a área e com aumentos de produtividade é o estado do Mato Grosso. Um dos fatos mais marcantes e responsáveis pela grande expansão do milho safrinha, neste estado, foi o aparecimento da ferrugem da soja em 2002.</p>
<p>A ferrugem obrigou as empresas a investirem em pesquisa para obter materiais com alto potencial de produção e com ciclo mais precoce, permitindo, desta forma, aos produtores continuarem a produzir soja, porém com número menor de pulverizações para o controle da doença. Em função do encurtamento do ciclo dos materiais de soja, abriu-se uma janela muito interessante para um segundo cultivo, ocupado com o milho safrinha.</p>
<p>O grande desafio está na colheita de soja no mês de janeiro, normalmente em condições de muita chuva, e a semeadura do milho safrinha, com a melhor janela indo até o final de fevereiro. Isto é, um período aproximado de 40 a 50 dias. A capacidade operacional e o planejamento são requisitos fundamentais nas propriedades que possuem a oportunidade do duplo cultivo.</p>
<p>Planejamento</p>
<p>a)              Conhecimento do clima e época de plantio</p>
<p>Um dos pontos principais para o sucesso da safrinha está relacionado à época de plantio. O ciclo do milho é definido pela soma térmica diária &#8211; acúmulo de graus dia -, intervalos de apenas 7 dias podem significar diferenças de até 20 dias no ciclo final da cultura do milho, decisivo no sucesso ou insucesso da lavoura.</p>
<p>Para isso, o planejamento e a estratégia são fundamentais nesse processo. Com a integração dos processos e cultivos, não se olha mais a cultura isolada &#8211; soja e milho -, mas sim o sistema de cultivo e os resultados por área e ano agrícola.</p>
<p>É fundamental para o produtor conhecer o regime de chuvas da região. Com as informações de precipitação é possível planejar a época ideal de plantio da soja, além de estimar a data-limite de plantio do milho safrinha, sem comprometer a sua produtividade, principalmente pelo período sem chuvas, no caso do Brasil Central.</p>
<p>b)             Capacidade operacional</p>
<p>Pela capacidade operacional de plantio e colheita é que deverá ser feito o planejamento do tamanho da área de soja, que servirá para o cultivo de milho safrinha na sucessão.</p>
<p>Como comentado anteriormente, a janela de plantio do milho safrinha é de aproximadamente 40 a 50 dias, num período em que o clima chuvoso dificulta as operações de colheita da soja e o plantio do milho. No Brasil Central, a restrição da data-limite de plantio da safrinha é pelo período de seca e na safrinha do Sul do Brasil a limitação é, principalmente, pela geada.</p>
<p>Todos esses detalhes fazem com que o agricultor tenha especial atenção na operação de plantio, de forma a assegurar a população de plantas desejada na ocasião da colheita. Neste contexto, as plantadeiras/semeadoras representam importante elemento dentro do processo de produção, uma vez que a produtividade de milho é afetada de forma significativa pelo fator estande.</p>
<p>A plantadeira pode atuar como elemento restritivo ao desenvolvimento da cultura do milho, uma vez que de pouco adianta utilizar sementes de alta qualidade genética, fazer bom preparo do solo, manter a fertilidade adequada e controlar pragas e plantas daninhas, se não se obtém a quantidade de sementes distribuídas para um estande final adequado por híbrido e por hectare. Dessa maneira, se o objetivo é aumentar a produtividade da cultura, a regulagem da semeadora passa a merecer atenção especial.</p>
<p>Dimensionar o número de plantadeiras destinadas ao plantio de milho bem como a quantidade de máquinas para a colheita da soja, além de estrutura de secagem e armazenagem, já que a soja não suporta muito tempo no campo no período de colheita com umidade/chuva, são pontos fundamentais para o planejamento e sucesso do sistema soja precoce + milho safrinha.</p>
<p>Com a colheita de soja em janeiro sob forte condição de chuva e com solo encharcado, produtores, técnicos, agrônomos e consultores têm que ficar atentos ao problema de adensamento/compactação dos solos. Isso especialmente no Brasil Central, onde a condição climática com altas temperaturas e umidade favorecem a rápida decomposição da palhada produzida, deixando o solo exposto em pouco tempo. Portanto, não existe uma camada significativa de palha para absorver o peso das colhedeiras de soja, em solos que variam de 30 a 60% de argila. Esse adensamento exerce forte influência negativa no desenvolvimento radicular do milho.</p>
<p>Outro ponto importantíssimo é a capacidade operacional de pulverização que tem que ser muito bem dimensionada/avaliada, uma vez que após a colheita da soja permanece grande quantidade de percevejos nos talhões. Paralelamente ao plantio do milho, o produtor deverá realizar o controle dos percevejos nos estágios iniciais de desenvolvimento da safrinha.</p>
<p>c)              Conhecimento e escolha dos materiais de soja e híbridos de milho</p>
<p>Além do conhecimento do clima, o produtor deverá fazer a correta escolha de materiais de soja, visando atingir o máximo potencial produtivo das lavouras.</p>
<p>Dificilmente o produtor fará 100% de plantio de milho safrinha sobre a sua área de soja. Portanto, a escolha de diferentes ciclos de soja e características de tolerância a pragas, doenças, nematóides e chuva na colheita são pontos importantes para alcançar altas médias de produtividade em toda a propriedade.</p>
<p>A área plantada com materiais de soja com ciclo precoce permitirá uma janela maior de plantio de safrinha. O produtor tem que estar atento ao período de plantio na melhor janela, adquirir sementes de alta qualidade e protegê-las com fungicidas e inseticidas para garantir o correto estande da lavoura, uma vez que o plantio no cedo, em condições de poucas chuvas, será propício ao ataque de pragas e doenças nestas sementes.</p>
<p>A escolha por materiais de soja transgênicos também tem facilitado a questão operacional porque permitirá sua colheita praticamente no limpo. Desta forma, permite agilidade no plantio da safrinha.</p>
<p>Sem contar que as lavouras de soja com o gene Roundup Ready® não deixarão residual de herbicidas que poderiam prejudicar o desenvolvimento e potencial do milho que será plantado na sequência. Com a liberação comercial do cultivo de milho com o gene Roundup Ready® e a aplicação do herbicida glifosato em pós-emergência, facilitará mais ainda o manejo de ervas no talhão. A Pioneer já está comercializando vários híbridos de milho com combinação das  tecnologias Herculex® I e Roundup Ready® para a próxima safra verão e safrinha.</p>
<p>No caso da escolha dos híbridos de milho, que serão plantados após a colheita da soja, esta deverá levar em consideração alguns aspectos fundamentais. O ambiente de safrinha está associado à irregularidade climática, à imprevisibilidade de ocorrência de fatores climáticos como seca e geada e da intensidade das doenças.</p>
<p>Entender que estes fatores interagem entre si, fazendo com que a opção que considera apenas a característica de produtividade ou precocidade, pode ser de alto risco, principalmente quando não está associada à defensividade.</p>
<p>O Sistema de Combinação de Híbridos (SCH) é a mais segura opção, pois leva em consideração potencial produtivo, precocidade, estabilidade e sanidade/defensividade, já que infelizmente ainda não se conseguiu desenvolver um híbrido que reúna todas estas características.</p>
<p>A Pioneer possui programas de melhoramento específicos para a obtenção de híbridos para a safrinha. Atualmente, vários híbridos têm se destacado como o 30F90H, 30S31H, 30P70H, 30F35H, P3646H, P3340H, P3161H, P3431H, dentre outros.</p>
<p>d)             Antecipação da colheita da soja</p>
<p>Pelo pequeno período de colheita da soja e plantio da safrinha, ganhar alguns dias é fundamental para o sucesso das duas culturas. E inúmeros trabalhos têm demonstrado perda de rendimento na safrinha pelo atraso no plantio.</p>
<p>Apesar disto, “acelerar” o plantio não é a melhor alternativa. Para o milho, a velocidade ideal de plantio é de 4 a 6 km/h independente do espaçamento entre linhas e sistema de distribuição de sementes.</p>
<p>Portanto, uma das técnicas para garantir alguns dias no melhor período do plantio da safrinha é realizar a dessecação da soja, quando esta atinge o estágio de maturação fisiológica. Desta forma, é possível antecipar a sua colheita em até 7 dias.</p>
<p>e)             Capacidade operacional  versus Qualidade operacional</p>
<p>O período de plantio da safrinha é pequeno e sob condições de clima, normalmente, desfavorável. Por isso, é importante que o parque de máquinas esteja adequado ao tamanho de área que se pretende cultivar com as culturas de soja precoce e milho safrinha.</p>
<p>Como atualmente a área de cultivo com milho safrinha está em expansão, é aconselhável que os produtores observem se o número de tratores e plantadeiras é suficiente para executar as atividades de plantio dentro das recomendações técnicas.</p>
<p>Além da quantidade de máquinas e equipamentos, é fundamental que as mesmas estejam revisadas e calibradas para a perfeita execução do plantio e demais tratos culturais.</p>
<p>Atualmente, no Brasil Central, em função do tamanho das propriedades, os produtores estão adotando estratégias para conseguirem plantar grandes áreas, aumentando o rendimento operacional na melhor janela da safrinha como, por exemplo, o plantio sem adubo na linha.</p>
<p>Já é frequente a não utilização de adubação na linha de plantio do milho safrinha, priorizando o rendimento operacional. O adubo normalmente é jogado na cultura da soja, que antecede ao milho ou a adubação é feita após o plantio do milho e é denominada de adubação de cobertura.</p>
<p>Importante deixar claro para produtores, técnicos e consultores, que não são todas as áreas que permitem fazer tal técnica de adubação, apenas nas áreas classificadas de alta fertilidade.</p>
<p>Feita a avaliação da capacidade operacional, também é importante observar a qualidade operacional, começando pela mão-de-obra que irá executar as operações. Os profissionais que operam as máquinas e equipamentos devem estar bem treinados e qualificados.</p>
<p>Todo o investimento em insumos, aumento de área, oportunidades de negócio deverá também passar pela reciclagem/treinamento dos funcionários da fazenda.</p>
<p>Cada vez mais o potencial produtivo das lavouras de soja e milho dependerão de sementes de excelente qualidade, na quantidade exata por hectare, atingindo o estande adequado para cada condição de solo e data de plantio. Para isso, a qualidade de plantio será determinante para o sucesso ou insucesso de cada safra.</p>
<p>Conclusão</p>
<p>Em função de tudo o que foi apresentado, fica claro que o bom planejamento, a escolha de variedades de soja e híbridos de milho, a data de plantio, a capacidade operacional e a qualidade operacional são fatores importantes no resultado final das lavouras de milho safrinha. E que, cada vez mais, a safrinha se mostra uma excelente alternativa de segundo cultivo para uma boa parte dos produtores de soja do Brasil.</p>
<p>Tecnologia de proteção contra insetos Herculex® I desenvolvida pela Dow AgroSciences e Pioneer Hi-Bred.</p>
<p>® Herculex® I e o logo HX são marcas registradas da Dow AgroSciences LLC.</p>
<p>® Liberty Link é marca registrada e utilizada sob licença da Bayer CropScience</p>
<p>® Roundup Ready é marca registrada utilizada sob licença da Monsanto Company.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.pioneersementes.com.br/ArtigosDetalhe.aspx?id=173">Pioneer Sementes</a></p>
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		<title>Sansuy patrocina reforma do lago de carpas do Parque Ibirapuera</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Mar 2012 14:25:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Webmaster Coopavel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Piscicultura]]></category>
		<category><![CDATA[ibirapuera]]></category>
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		<description><![CDATA[Presente da comunidade nipo-brasileira para a cidade de São Paulo, o lago de carpas do Pavilhão Japonês é restaurado com aplicação da geomembrana de PVC Vinimanta, que foi formulada especificamente para aplicação em tanques ornamentais Construído em conjunto pelo governo<p><a href="http://www.showrural.com.br/blog/piscicultura/sansuy-patrocina-reforma-do-lago-de-carpas-do-parque-ibirapuera/">Leia mais...</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Presente da comunidade nipo-brasileira para a cidade de São Paulo, o lago de carpas do Pavilhão Japonês é restaurado com aplicação da geomembrana de PVC Vinimanta, que foi formulada especificamente para aplicação em tanques ornamentais</p>
<p>Construído em conjunto pelo governo japonês e pela comunidade nipo-brasileira, o Pavilhão Japonês foi doado à cidade de São Paulo em 1954, na comemoração do IV Centenário de sua fundação. Instalado no Parque Ibirapuera, o projeto, que teve como referência o Palácio Katsura, antiga residência de verão do Imperador, ocupa o centro de uma área de 7.500 m2 e é cercado por jardins típicos e um lago de carpas. Com capacidade para 100 mil litros de água, o lago pode receber cerca de 300 carpas e é uma das atrações do parque.</p>
<p>No entanto, devido ao tempo, foi necessário reforçar o sistema de impermeabilização do lago. Responsável pela administração e manutenção do Pavilhão Japonês desde a sua inauguração, a Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e Assistência Social – Bunkyo entrou em contato com a Sansuy para viabilizar a reforma. Fundada em 1966 por imigrantes japoneses, a empresa é especializada na produção de laminados flexíveis de PVC e seus manufaturados, com larga experiência no fornecimento de mantas impermeabilizantes para a construção civil.</p>
<p>Impermeabilização rápida e eficiente<br />
A opção foi pela utilização da geomembrana de PVC Vinimanta, uma membrana flexível produzida a partir de um composto de PVC, aditivos especiais, plastificantes e estabilizantes que conferem propriedades particulares de flexibilidade e resistência às intempéries. Essa versatilidade na formulação permite obter diferentes materiais para aplicações específicas de impermeabilização, seja em reservatórios, lajes, obras de infraestrutura ou paisagísticas, como lagos, praias artificiais, espelhos d’água e cobertura de telhados ajardinados.</p>
<p>No caso do Pavilhão Japonês, a Vinimanta aplicada tem formulação específica para lago ornamental com peixes: de cor clara, para facilitar a visualização das carpas; e com tratamento atóxico, específico para criação de peixes. Além disso, a flexibilidade da Vinimanta se mostrou importante para acomodá-la conforme o relevo e efetuar o revestimento e acabamento junto às pedras decorativas.</p>
<p>Para dar continuidade à reforma, antes foi preciso transferir as carpas do lago. Para isso, a Sansuy providenciou duas unidades do Vinitank, que é um tanque circular confeccionado com laminado de PVC flexível reforçado, desenvolvido especialmente para uso na criação de organismos aquáticos e que, nesse caso, serviu de viveiro para as carpas até o encerramento dos trabalhos.</p>
<p>Serviço<br />
Pavilhão Japonês do Parque Ibirapuera<br />
Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/n – acesso pelo portão 10<br />
Funcionamento: quartas, sábados, domingos e feriados<br />
Horários: das 10h às 12h e das 13h às 17h<br />
Tel.: 5081-7296<br />
e-mail: pavilhão@bunkyo.org.br<br />
Entradas: R$ 6,00 (adultos), R$ 3,00 (estudantes e crianças de 5 a 11 anos). Entrada gratuita para menores de 5 anos e maiores de 65 anos.</p>
<p>Sansuy S.A.<br />
Informações: (11) 2139.2600<br />
www.sansuy.com.br</p>
<p>Informações para imprensa:<br />
Via Pública Comunicação &#8211; www.viapublicacomunicacao.com.br<br />
Sheila Diez: (11) 3473.0255 – 8540.7777 &#8211; sheila@viapublicacomunicacao.com.br<br />
Anapaula Couto: (11) 3578.6884 – 8609.2420 &#8211; anapaula@viapublicacomunicacao.com.br<br />
Inês Cardoso: (11) 3562.5555 – 9950.6687 &#8211; ines@viapublicacomunicacao.com.br</p>
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		<item>
		<title>CEO da Semex Alliance, Paul Larmer visita o Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Mar 2012 14:12:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Webmaster Coopavel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pecuária de Leite e de Corte]]></category>
		<category><![CDATA[inseminação]]></category>
		<category><![CDATA[semen]]></category>
		<category><![CDATA[semex]]></category>

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		<description><![CDATA[De 05 a 09 de março o Presidente da Semex Brasil, Nelson Eduardo Ziehlsdorff, recebeu a visita do CEO da Semex Alliance, Paul Larmer, na sede da empresa situada em Blumenau/SC. Em sua vinda ao Brasil, Paul conheceu as futuras<p><a href="http://www.showrural.com.br/blog/pecuaria-de-leite-e-de-corte/ceo-da-semex-alliance-paul-larmer-visita-o-brasil/">Leia mais...</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De 05 a 09 de março o Presidente da Semex Brasil, Nelson Eduardo Ziehlsdorff, recebeu a visita do CEO da Semex Alliance, Paul Larmer, na sede da empresa situada em Blumenau/SC.</p>
<p>Em sua vinda ao Brasil, Paul conheceu as futuras instalações da Semex que já está sendo construída na mesma cidade e avaliou os projetos de crescimento do mercado para os próximos anos.</p>
<p>Segundo Nelson, a Semex já está desenvolvendo um projeto de expansão das vendas dos <strong>produtos tropicais</strong> em toda a América do Sul e Central. “Com as diretrizes em andamento as perspectivas de crescimento nas exportações desses produtos irão gerar uma grande demanda e crescimento das parcerias com os proprietários de touros das raças tropicais de corte e de leite” comenta Nelson.</p>
<p>Paul também analisou os resultados obtidos em 2011, oportunidade em que a <a href="http://www.semex.com.br/">Semex Brasil</a> bateu recorde de vendas, com aumento de 42% em relação ao ano anterior.</p>
<p><strong>Sobre a Semex:</strong></p>
<p><strong><br />
</strong>A Semex do Brasil é distribuidora exclusiva da Semex Alliance (Canadá) no país, desde 1º de Agosto de 1995.</p>
<p>Com mais de 30 anos comercializando sêmen bovino, a <a href="http://www.semex.com/">Semex Alliance</a> é uma das empresas líderes no mercado mundial de genética bovina, sendo a maior empresa de genética do mundo de propriedade de criadores particulares, constituída por quatro das mais importantes cooperativas canadenses de inseminação artificial, além de uma divisão responsável pelo gado de corte, a Semex Beef, nos Estados Unidos. São mais de <strong>400 touros</strong> provados a cada ano e onze touros com<strong> mais de 1 milhão de doses vendidas</strong>. Sediada na cidade de Guelph (Ontário) no Canadá, a Semex Alliance é a empresa de genética com a maior rede de distribuição do mundo, estando presente em aproximadamente <strong>120 países</strong>.</p>
<p><strong><br />
Semex Brasil<br />
</strong>Rua Fritz Spernau, 500 Bairro Fortaleza – CEP: 89055-200 – Blumenau/SC<br />
Fone: +55 (47) 3231-0400<br />
<a href="http://www.semex.com.br">www.semex.com.br</a></p>
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		<item>
		<title>Sulinox destaca tecnificação e planejamento de fazendas leiteiras no Chile</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Mar 2012 14:07:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Webmaster Coopavel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pecuária de Leite e de Corte]]></category>
		<category><![CDATA[chile]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[sulinox]]></category>

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		<description><![CDATA[A Ordenhadeiras Sulinox e sua parceira francesa Serap &#8211; fabricante de tanques refrigeradores de leite de 5,2 mil a 40 mil litros &#8211; lideraram uma comitiva de grandes produtores de leite do Brasil em visita ao Chile, de05 a 09<p><a href="http://www.showrural.com.br/blog/pecuaria-de-leite-e-de-corte/sulinox-destaca-tecnificacao-e-planejamento-de-fazendas-leiteiras-no-chile/">Leia mais...</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Ordenhadeiras Sulinox</strong> e sua parceira francesa <strong>Serap</strong> &#8211; fabricante de tanques refrigeradores de leite de 5,2 mil a 40 mil litros &#8211; lideraram uma comitiva de grandes produtores de leite do Brasil em visita ao Chile, de05 a 09 de março. &#8220;Visitamos nove fazendas ao redor de Osorno, cidade localizada no sul do país, para conhecermos as instalações, os equipamentos, sua utilização e sua manutenção&#8221;, destaca Leandro Einsfeld, diretor geral da Sulinox.</p>
<p>Conforme o dirigente, foi uma &#8220;grande experiência&#8221;, pois os chilenos são os que mais usam os tanques Serap na América Latina. &#8220;Acompanhamos todo o trato do equipamento, sua precisão e o rápido trabalho de resfriamento, que mantém a qualidade do leite&#8221;, explica.</p>
<p>A economia de energia com a utilização dos tanques também foi ressaltada, assim como a facilidade de limpeza. &#8220;Os tanques possuem um software de gerenciamento que calcula medidas precisas dos produtos e água necessários para a limpeza, evitando o desperdício&#8221;, comenta.</p>
<p>As fazendas visitadas mostram um avanço frente ao Brasil, principalmente na parte organizacional. &#8220;Todas possuem equipamentos e instalações de ponta, que melhoram a produção de leite&#8221;, salienta, acrescentando que no Chile é pago um bônus pela qualidade. A região chilena ainda tem o gado &#8211; grande maioria da raça holandesa &#8211; 100% pastoril. &#8220;Eles têm um inverno rigoroso, mas o solo é muito fértil. Além disso, fazem transferência de piquetes e evitam que as vacas caminhem mais de um quilômetro por dia&#8221;, frisa.</p>
<p>Para Einsfeld, o maior aprendizado trazido da viagem é que a qualidade dos equipamentos e das instalações vem em primeiro lugar. &#8220;Não podemos pensar só em preço na hora da compra, pois o equipamento se paga com o tempo&#8221;, completa. &#8220;Ficou bem claro que uma boa tecnificação e um planejamento adequado para cada fazenda trazem lucro ao produtor de leite&#8221;, finaliza.</p>
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		<item>
		<title>PESA bate recorde de vendas na Show Rural Coopavel</title>
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		<comments>http://www.showrural.com.br/blog/maquinas-equipamentos/pesa-bate-recorde-de-vendas-na-show-rural-coopavel/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 08 Mar 2012 18:10:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Webmaster Coopavel</dc:creator>
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		<category><![CDATA[cat]]></category>
		<category><![CDATA[caterpillar]]></category>
		<category><![CDATA[máquinas pesadas]]></category>
		<category><![CDATA[paraná equipamentos]]></category>
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		<category><![CDATA[pesa]]></category>
		<category><![CDATA[tratores pesadoas]]></category>

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		<description><![CDATA[Curitiba, 20 de fevereiro de 2012 – Nessa edição, a PESA, uma das maiores revendedoras de produtos Caterpillar no Sul da país, superou as expectativas na venda de máquinas e geradores. Segundo o supervisor de Rental da PESA, Adair José<p><a href="http://www.showrural.com.br/blog/maquinas-equipamentos/pesa-bate-recorde-de-vendas-na-show-rural-coopavel/">Leia mais...</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Curitiba, 20 de fevereiro de 2012</strong> – Nessa edição, a PESA, uma das maiores revendedoras de produtos Caterpillar no Sul da país, superou as expectativas na venda de máquinas e geradores. Segundo o supervisor de Rental da PESA, Adair José Koelzer, a empresa paranaense apresentou um crescimento de 195% em relação ao ano anterior. “O clima colaborou, as linhas de crédito estavam atrativas e o Brasil está em pleno crescimento, com uma perspectiva de muitas obras”, ressalta Koelzer.</p>
<p>Os grandes destaques do estande da PESA foram as minicarregadeiras, retroescavadeiras e os manipuladores telescópicos Telehandler. A minicarregadeira 246C, por exemplo, vem com a cabine vedada e pressurizada, mantendo o ar limpo para maior conforto do operador. Além disso, a máquina apresenta o sistema hidráulico de alto fluxo XPS, que oferece aumento de fluxo e pressão para maximizar o desempenho da ferramenta de trabalho.</p>
<p>No caso da retroescavadeira, as principais características são a bomba de pistões de fluxo variável e as válvulas hidráulicas de divisão do fluxo, que distribuem automaticamente o fluxo para otimizar o desempenho dos implementos multi-funções, detectam a exigência do trabalho e ajustam o fluxo e a pressão para maior produtividade; e o sistema hidráulico com sensor de carga, proporcionando maior economia de combustível e operações silenciosas com mais precisão.</p>
<p>Já o manipulador Telescópico TL642 chamou a atenção por ser um equipamento com lança de até 12,5 metros de altura e capacidade para 3.000 quilos, possibilitando a troca de implementos pela ampla variedade de ferramentas de trabalho. Essas ferramentas aumentam a versatilidade da máquina e oferecem alta produtividade e longa vida útil.</p>
<p>“Nós entendemos que o sucesso do nosso estande aconteceu porque apresentamos aos nossos visitantes máquinas multiuso, com aplicações variadas para o trabalho deles. Oferecemos o melhor do mercado nas opções de equipamentos para locação ou máquinas usadas. Também contamos com o apoio do banco da Caterpillar, com financiamentos diferenciados, e todo o suporte da fábrica para qualquer eventualidade. Fizemos demonstrações básicas com os equipamentos e mostramos a todos o quanto a Caterpillar se preocupa com a segurança e o conforto do operador. É claro que a confiança das pessoas nos produtos Caterpillar também foram fundamentais para o êxito do evento. No ano que vem, estaremos com uma estrutura ainda melhor e teremos a participação de outras filiais, que estarão apoiando e valorizando a feira e também ajudarão a exceder as expectativas dos nossos clientes, com soluções diferenciadas”, conclui o corporativo da PESA, Carlos Neto.</p>
<h4>Sobre a PESA</h4>
<p>A PESA é um dos principais revendedores de máquinas e peças do país e uma das maiores empresas privadas do Paraná. Ao longo de seis décadas de atuação, a empresa construiu uma rede de 14 filiais e conta hoje com 1.000 colaboradores. Essa presença local permite muito mais proximidade com os clientes e, consequentemente, mais rapidez e qualidade no atendimento. Em 2011, a empresa faturou mais de R$ 850 milhões e a expectativa é de atingir a marca de R$ 1 bilhão em 2012.</p>
<p>Atuando em mercados de construção pesada, pavimentação, industrial, de mineração e marítimo, além de petróleo, gás, florestal e agrícola, a PESA oferece aos seus clientes não só equipamentos de alta qualidade, mas serviços indispensáveis para a manutenção e o bom funcionamento deles. Assistência técnica, garantia estendida e um serviço de aluguel de máquinas são apenas alguns dos serviços oferecidos pela empresa, que vem crescendo também no mercado florestal e de energia.</p>
<p>A experiência de várias décadas com a linha de equipamentos da empresa americana Caterpillar contribuiu para que a PESA assumisse a representação de produtos complementares de outras importantes marcas mundiais como Mitsubishi, Taylor Dunn, Genie e pneus Goodyear.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Sulinox e Serap lideram comitiva de produtores de leite ao Chile</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Mar 2012 18:04:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Webmaster Coopavel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Máquinas e Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[expodireto]]></category>
		<category><![CDATA[holandesas]]></category>
		<category><![CDATA[leite]]></category>
		<category><![CDATA[sulinox]]></category>
		<category><![CDATA[vacas de leite]]></category>

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		<description><![CDATA[A Ordenhadeiras Sulinox e sua parceira, a francesa Serap &#8211; fabricante de tanques refrigeradores de leite de 5,2 mil a 40 mil litros &#8211; encabeçam uma comitiva com grandes produtores de leite do Brasil em visita ao Chile. &#8220;Estaremos em<p><a href="http://www.showrural.com.br/blog/maquinas-equipamentos/sulinox-e-serap-lideram-comitiva-de-produtores-de-leite-ao-chile/">Leia mais...</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Ordenhadeiras Sulinox e sua parceira, a francesa Serap &#8211; fabricante de tanques refrigeradores de leite de 5,2 mil a 40 mil litros &#8211; encabeçam uma comitiva com grandes produtores de leite do Brasil em visita ao Chile. &#8220;Estaremos em solo chileno até 09 de março, para conhecer nove fazendas na região de Osorno, cidade localizada no sul do país&#8221;, relata Leandro Einsfeld, diretor geral da Sulinox.</p>
<p>Osorno é uma região de grandes produtores de leite no Chile. &#8220;Vamos estudar todo o processo de produção, alimentação do animal e controle leiteiro&#8221;, explica. &#8220;Queremos debater com os produtores locais, para termos ainda maior produtividade e qualificação do leite brasileiro&#8221;, pondera.</p>
<p>Grandes utilizadores dos tanques Serap &#8211; o país andino lidera o uso da tecnologia na América do Sul -, os chilenos da região são referência na manutenção da qualidade do leite, com a utilização da tecnologia de resfriamento. &#8220;Também economizam muita energia elétrica&#8221;, salienta, acrescentando que o tanque mantém a temperatura do leite mesmo com falta de luz. &#8220;Com 12 horas sem luz, o leite só perde 0,7 grau&#8221;, exemplifica.</p>
<p>&#8220;Vamos observar todas as vantagens dos equipamentos. Nosso objetivo é trazer conhecimento e aprimorar as técnicas de produção de leite&#8221;, completa Einsfeld. Segundo Norberto Viégas, gerente da marca gaúcha, os grandes produtores brasileiros que fazem parte da comitiva são do Rio Grande do Sul e de São Paulo.</p>
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		<title>Pioneer – Tecnologia e Produtividade – Sempre de mãos dadas na safrinha</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Mar 2012 12:17:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Webmaster Coopavel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Atenção para alguns aspectos técnicos decisivos para o incremento de produtividade da Safrinha: a) Seleção e plantio de cultivares de soja precoce Considerar esta estratégia como forma de antecipar o plantio da safrinha tem sido uma das principais razões do<p><a href="http://www.showrural.com.br/blog/agricultura/pioneer-tecnologia-e-produtividade-sempre-de-maos-dadas-na-safrinha/">Leia mais...</a></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atenção para alguns aspectos técnicos decisivos para o incremento de produtividade da Safrinha:</p>
<p><strong>a) Seleção e plantio de cultivares de soja precoce</strong></p>
<p>Considerar esta estratégia como forma de antecipar o plantio da safrinha tem sido uma das principais razões do sucesso neste cultivo. Com a antecipação da colheita de soja e, por conseqüência, realizando o plantio do milho dentro da época ideal, esta prática minimiza alguns efeitos de estresse como, por exemplo, a estiagem nas regiões do Mato Grosso, Goiás e São Paulo bem como a inversão térmica e as geadas que ocorrem nas regiões do Paraná e sul do Mato Grosso do Sul.</p>
<p><strong>b) Seleção e plantio de híbridos adequados à época de plantio</strong></p>
<p>Considerada a principal ferramenta de gerenciamento de risco, o uso combinado de diferentes híbridos, cujas características principais como potencial produtivo, precocidade e defensividade se complementam e, quando respeitado o posicionamento dos híbridos em função da época de plantio, esta prática resulta em maior segurança e manutenção da estabilidade produtiva das lavouras. Observe no Gráfico 1 que, na média dos oito anos cultivados, o uso de híbridos com características complementares, representados pelo Sistema de Combinação de Híbridos (SCH), foi superior em 5,8% ao uso da superprecocidade como estratégia isolada para escape da inversão térmica e geada ocorridas no estado do Paraná.</p>
<p><a href="http://www.showrural.com.br/blog/agricultura/pioneer-tecnologia-e-produtividade-sempre-de-maos-dadas-na-safrinha/attachment/grafico1_prof/" rel="attachment wp-att-2690"><img class="aligncenter size-full wp-image-2690" title="grafico1_prof" src="http://www.showrural.com.br/wp-content/uploads/2012/03/grafico1_prof.png" alt="" width="636" height="280" /></a></p>
<p><strong>c) População de plantas e redução de espaçamento entre linhas</strong></p>
<p>Em grande parte das áreas de safrinha ainda se observa reduções de mais de 15% entre a taxa de semeadura e a população de colheita. De forma geral, os melhores resultados de população final (Gráfico 2) estão na faixa entre 55.000 e 62.000 plantas/ha, apresentando leve redução de produtividade até o limite máximo de 45.000 plantas/ha.</p>
<p><a href="http://www.showrural.com.br/blog/agricultura/pioneer-tecnologia-e-produtividade-sempre-de-maos-dadas-na-safrinha/attachment/grafico2_prof/" rel="attachment wp-att-2691"><img class="aligncenter size-full wp-image-2691" title="grafico2_prof" src="http://www.showrural.com.br/wp-content/uploads/2012/03/grafico2_prof.png" alt="" width="636" height="280" /></a></p>
<p>Contudo, quando comparamos os dados de população final entre 45.000 e 30.000 plantas/ha, podemos observar um decréscimo de 10% na produtividade, evidenciando o risco de se semear com populações muito baixas ou mesmo não estar atento aos fatores que contribuem negativamente para a redução das populações desejadas como, por exemplo, o ataque de insetos durante as fases iniciais de desenvolvimento da cultura.</p>
<p>Outra prática importante é fazer o plantio do milho em espaçamento reduzido. Esta prática tem por objetivo melhorar a distribuição espacial das plantas na lavoura, visando aumentar a interceptação da radiação solar e reduzir a evaporação da água do solo pelo fechamento mais rápido da cultura. Estas vantagens são importantes na safrinha porque os dois principais fatores ambientais limitantes de produtividade são a diminuição da radiação solar e o déficit hídrico. Veja, no Gráfico 3, os resultados da redução de espaçamento nas condições de safrinha. Note que, mantendo-se a mesma população de 60.000 plantas/ha, a redução de espaçamento de 90 cm para 45 cm proporcionou ganho de 17,5% em produtividade.</p>
<p><a href="http://www.showrural.com.br/blog/agricultura/pioneer-tecnologia-e-produtividade-sempre-de-maos-dadas-na-safrinha/attachment/grafico3_prof/" rel="attachment wp-att-2692"><img class="aligncenter size-full wp-image-2692" title="grafico3_prof" src="http://www.showrural.com.br/wp-content/uploads/2012/03/grafico3_prof.png" alt="" width="636" height="280" /></a></p>
<p><strong>d) Manejo de doenças e uso de fungicidas</strong></p>
<p>Iniciado no estado de Goiás a partir de uma epidemia de <em>Cercospora</em>, ocorrida no ano 2000, o uso de fungicidas vem crescendo em todas as regiões de safrinha. Para melhorar a eficiência desta prática recomenda-se utilizar cultivares com bom nível de tolerância às doenças e, através do monitoramento das lavouras, decidir pela aplicação de fungicidas. Em última análise, ao se optar pela aplicação de forma preventiva, deve-se considerar o risco e o valor de desembolso, porque, eventualmente, não se observará retorno financeiro sobre esta operação.</p>
<p><strong>e) Tecnologia <em>Bt</em> e controle das lagartas</strong></p>
<p>A liberação comercial da tecnologia <em>Bt</em> no Brasil foi decisiva para o aumento de produtividade e melhoria da qualidade de grãos das lavouras de milho. A rápida taxa de adoção pode ser explicada pela facilidade e segurança no controle da lagarta-do-cartucho, considerada a principal praga das lavouras de milho no Brasil. Como exemplo de tecnologia <em>Bt</em>, o Herculex® I é reconhecidamente o evento que oferece o melhor controle para esta praga. Além disto, esta tecnologia também possui ação sobre outras lagartas que atacam a cultura do milho (Tabela 1).</p>
<p><a href="http://www.showrural.com.br/blog/agricultura/pioneer-tecnologia-e-produtividade-sempre-de-maos-dadas-na-safrinha/attachment/tabela1_prof/" rel="attachment wp-att-2693"><img class="aligncenter size-full wp-image-2693" title="tabela1_prof" src="http://www.showrural.com.br/wp-content/uploads/2012/03/tabela1_prof.png" alt="" width="636" height="172" /></a></p>
<p>A Pioneer® Sementes conduziu ensaios em diferentes regiões de safrinha com o objetivo de avaliar os efeitos desta tecnologia sobre a produtividade. Observe, no Gráfico 4, os excelentes resultados obtidos em áreas com alta pressão da lagarta-do-cartucho. Em média, a tecnologia Herculex® I proporcionou ganho de 8,3% em produtividade.</p>
<p><a href="http://www.showrural.com.br/blog/agricultura/pioneer-tecnologia-e-produtividade-sempre-de-maos-dadas-na-safrinha/attachment/grafico4_prof/" rel="attachment wp-att-2694"><img class="aligncenter size-full wp-image-2694" title="grafico4_prof" src="http://www.showrural.com.br/wp-content/uploads/2012/03/grafico4_prof.png" alt="" width="636" height="280" /></a></p>
<p><strong>f) Tratamento de Sementes e o controle de percevejos</strong></p>
<p>A principal estratégia utilizada pelos produtores para garantir a população inicial desejada tem sido a adoção do uso do tratamento de sementes com produtos específicos para o controle de insetos que atacam o milho nas fases inicias, principalmente os percevejos. Neste sentido, a Pioneer oferece o Tratamento de Sementes Industrial com os produtos Cruiser® e Poncho®, ambos com tratamento adicional com polímeros, possibilitando maior segurança na dose e cobertura das sementes com menores riscos à saúde.</p>
<p>Na safrinha, em que é historicamente comprovada a alta pressão desta praga durante as fases iniciais de desenvolvimento do milho, é recomendada a aplicação complementar com inseticidas como forma de reduzir a população deste inseto e garantir a população inicial de plantas desejadas.</p>
<p><a href="http://www.showrural.com.br/blog/agricultura/pioneer-tecnologia-e-produtividade-sempre-de-maos-dadas-na-safrinha/attachment/logos/" rel="attachment wp-att-2695"><img class="alignleft size-full wp-image-2695" title="logos" src="http://www.showrural.com.br/wp-content/uploads/2012/03/logos.png" alt="" width="350" height="91" /></a></p>
<h4>Quer saber mais? Acesse: <a href="http://www.pioneersementes.com.br/">http://www.pioneersementes.com.br</a></h4>
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