<?xml version="1.0" encoding="UTF-8" standalone="no"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-2194949501950530135</atom:id><lastBuildDate>Thu, 19 Dec 2024 03:26:18 +0000</lastBuildDate><category>Estive lá e gostei</category><category>Ecoconvivência</category><category>Outras Matérias</category><category>Sidney na Imprensa</category><category>Poemas</category><category>Videos</category><category>Audiodescrição</category><title>Sidney Tobias de Souza</title><description></description><link>http://sidneytobiasdesouza.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Sidney Tobias)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>56</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><language>en-us</language><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle/><itunes:owner><itunes:email>noreply@blogger.com</itunes:email></itunes:owner><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2194949501950530135.post-7358679565868629785</guid><pubDate>Mon, 30 Jun 2014 14:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-06-30T07:20:35.485-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Estive lá e gostei</category><title>Portugal também está em São Paulo</title><description>&lt;h1 style="color: #cc0000; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.25em; line-height: 24px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;div class="txt2" style="color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 0.875em; line-height: 24px;"&gt;
&lt;em&gt;Na gastronomia, na música, nos sobrenomes, na nossa história&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Por Sidney Tobias de Souza&amp;nbsp;&lt;a href="mailto:sidney@adeva.org.br" style="color: #000033; font-size: 0.9em; font-weight: normal; text-decoration: none;"&gt;sidney@adeva.org.br&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Souza, Silva e Santos são certamente os sobrenomes mais comuns no Brasil. Mas temos também Ribeiro, Machado, Brito e Maciel. E o que estes têm em comum? São de origem portuguesa. Isto não é de se estranhar, afinal, Portugal colonizou o Brasil.&lt;br /&gt;
Além dos nomes e sobrenomes, é fácil encontrar outros traços da colônia portuguesa em São Paulo. Quase em todos os bairros, encontram-se as carinhosamente chamadas padarias do portuga, onde o cafezinho tem mais sabor acompanhado com um pão fresquinho com manteiga na chapa.&lt;br /&gt;
Depois de visitar uma delas, fui conhecer a Casa de Portugal. Percorri sua galeria de arte e, na biblioteca, que tem um acervo de quase 13 mil volumes, encontrei obras de grandes escritores portugueses, como Eça de Queiroz e Camilo Castelo Branco, e raridades, como uma edição especial de Os Lusíadas do século 19, e partituras de música dos séculos 16 a 19 e do período de D. João VI.&lt;br /&gt;
Daí bateu aquela fome! Pensei: "agora é hora de usufruir o que a culinária portuguesa tem de bom para oferecer!"&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Gastronomia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
A gastronomia portuguesa é conhecida e apreciada por todos – tem caldo verde, bolinho de bacalhau, alheiras [linguiças especiais portuguesas feitas de pão e carne bovina e de frango], bacalhoada, sardinha na brasa, o tradicional leitão à bairrada e muito mais. Quem nunca ficou com água na boca ao ter que escolher a sobremesa entre os pastéis de Santa Clara, os ovos moles d'Aveiro, o sonho de nozes, as farófias, pinhas, pingo de tocha ou o toucinho do céu?&lt;br /&gt;
Há muitos restaurantes portugueses em Sampa. Na adega da Casa de Portugal, funciona o Sabores de Portugal, onde me senti numa das tradicionais casas de fado de Lisboa. Na avenida Bandeirantes, o restaurante e empório Rancho Português vende boa comida e também louças portuguesas, azeites e vinhos da terrinha, como o Vinho do Porto e o Vinho Verde.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Folclore&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Em São Paulo, há vários grupos folclóricos que mantêm a tradição da música e da dança das aldeias portuguesas, com atenção a todos os detalhes da coreografia e dos trajes. Um deles é o Rancho Folclórico Casa de Brunhosinho. O Rancho Folclórico Aldeias da Nossa Terra e o grupo folclórico Casa de Portugal de São Paulo fazem exibições, que incluem Vira do Minho, Fandango do Ribatejo ou Corridinho do Algarve. Eu prestigiei uma apresentação no restaurante da Portuguesa de Desportos, a querida "Luzinha".&lt;br /&gt;
Fui conhecer também a Vila Itororó, a primeira vila de São Paulo, na rua Martiniano de Carvalho, no Bixiga, construída em 1922 pelo tecelão português Francisco de Castro. Com um casarão surrealista de quatro andares, rodeado por 37 casas, a Itororó foi a primeira residência particular da cidade a ter uma piscina, aproveitando a nascente do riacho do Vale do Itororó.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;A alma portuguesa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Para encerrar o dia, jantei numa casa portuguesa com música ao vivo. Que tipo de música? Fado, oras pois, a canção que representa a essência da alma portuguesa. Uma guitarra portuguesa, uma voz e muito sentimento. Isto é o fado. Amália Rodrigues, com o seu enorme talento dramático, foi a fadista que melhor difundiu este gênero musical.&lt;br /&gt;
Em São Paulo, há várias casas onde se pode ouvir um bom fado. Escolhi o restaurante Portucale na Vila Olímpia. No show, sob a luz de lamparinas, os fadistas, acompanhados pelo público, cantam clássicos como Rosa Branca, Coimbra e Vinho Verde, caminhando entre as mesas.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;SERVIÇO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Casa de Portugal (cf. em Mais! Para seu lazer)&lt;br /&gt;
Rancho Português, empório e restaurante, avenida dos Bandeirantes 1051, Vila Olímpia, tel.: 2639-2077.&lt;br /&gt;
Portucale restaurante, rua Nova Cidade, 418, Vila Olímpia,&amp;nbsp; reservas tel.: 3845-8929. Apresentações nas noites de sexta-feira e sábado,&lt;br /&gt;
Rancho Folclórico Casa de Brunhosinho, rua Georgina Diniz Braghiroli, 30, Vila Curuçá, tel.: 2041-0843. Apresentações na noite do último sábado do mês.&lt;br /&gt;
Rancho Folclórico Aldeias da Nossa Terra, rua Vila de Arouca, 306-A, Tremembé, tel.: 2693-2887.&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Rss&lt;/div&gt;</description><link>http://sidneytobiasdesouza.blogspot.com/2014/06/pelos-bairros-da-cidade-portugal.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2194949501950530135.post-9203334643365149618</guid><pubDate>Mon, 30 Jun 2014 14:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-06-30T07:13:52.804-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Estive lá e gostei</category><title>Pelos bairros de São Paulo - Liberdade</title><description>&lt;div style="color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 24px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt2" style="color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 0.875em; line-height: 24px;"&gt;
A Liberdade é o maior reduto da comunidade japonesa na cidade&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Por Sidney Tobias de Souza&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;sidney@adeva.org.br&lt;br /&gt;
Bem, quem acompanha esta coluna observou que falamos sobre várias cidades próximas à capital paulista que nos proporcionam um bom passeio de um dia.&lt;br /&gt;
Desejando conhecer outras culturas, decidi ir um pouco além. Dar uma voltinha pelo mundo. Vamos? Calma, não sairemos de São Paulo. Sim, esta metrópole cosmopolita nos permite conhecer um pouquinho de muitos lugares do mundo.&lt;br /&gt;
Podemos começar pelo Japão, o país do Sol Nascente. E o reduto mais nipônico que eu conheço é o bairro da Liberdade. Pois bem. Meu passeio teve início na praça da Liberdade onde, em todos os finais de semana, há uma feirinha. Andando entre as barraquinhas, como um bom&amp;nbsp;&lt;em&gt;gaijin&lt;/em&gt;&amp;nbsp;(estrangeiro, não japonês), curiosamente fui perguntando: “O que é isto? Para que serve?”.&lt;br /&gt;
Bem, encontrei bijuterias feitas de origami (dobradura), vareta para coçar as costas,&amp;nbsp;&lt;em&gt;hashi&lt;/em&gt;&amp;nbsp;(palitinhos) dobráveis,&amp;nbsp;&lt;em&gt;zabutom&lt;/em&gt;&amp;nbsp;(almofadinhas para se sentar no chão),&amp;nbsp;&lt;em&gt;kokeshi&lt;/em&gt;&amp;nbsp;(bonequinhas de madeira que possuem uma grande cabeça e o rostinho pintado com finas linhas), biombos de bambu e outros tipos de artesanato.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Comida boa e variada&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Nas barracas de comida, encontrei&amp;nbsp;&lt;em&gt;temakis&lt;/em&gt;,&amp;nbsp;&lt;em&gt;sushis&lt;/em&gt;, o&amp;nbsp;&lt;em&gt;yakitori&lt;/em&gt;&amp;nbsp;(espetinhos de frango grelhados) e até aquela marmitinha fria chamada&lt;em&gt;bentô&lt;/em&gt;! Eu provei e aprovei um tempurá de camarão. Aliás, para quem gosta de gastronomia, a comida japonesa é uma ótima opção com restaurantes e temakerias espalhadas por toda a cidade. Mas na Liberdade é bem comum as&amp;nbsp;&lt;em&gt;lamen houses&lt;/em&gt;, onde é possível saborear deliciosos macarrões lamen com molhos de carne suína e vegetais. Essa foi minha escolha para o almoço. Uma dica: esse prato fica melhor em dias mais frios, caso contrário, você vai passar um calorão, como eu passei.&lt;br /&gt;
O peixe é muito apreciado na culinária japonesa e é o ingrediente fundamental no preparo de pratos típicos como o&amp;nbsp;&lt;em&gt;sashimi&lt;/em&gt;&amp;nbsp;(peixe cru) e o&lt;em&gt;sushi&lt;/em&gt;&amp;nbsp;(pequenos bocados de arroz temperados com vinagre cobertos com fatias de peixe cru). Se você não abre mão da carne, experimente o&amp;nbsp;&lt;em&gt;sukiyaki&lt;/em&gt;&amp;nbsp;que consiste em finas fatias de carne preparadas junto com verduras e&lt;em&gt;&amp;nbsp;tofu&lt;/em&gt;&amp;nbsp;(queijo de soja).&lt;br /&gt;
Os temperos mais comuns na cozinha japonesa são o&amp;nbsp;&lt;em&gt;shoyu&lt;/em&gt;&amp;nbsp;(molho de soja), o&lt;em&gt;&amp;nbsp;wasabi&lt;/em&gt;&amp;nbsp;(raiz forte e põe forte nisso, pois, dependendo da quantidade, faz cair lágrimas), o&lt;em&gt;&amp;nbsp;misso&lt;/em&gt;&amp;nbsp;(pasta de soja), o&amp;nbsp;&lt;em&gt;karashi&lt;/em&gt;&amp;nbsp;(mostarda) e o&amp;nbsp;&lt;em&gt;dashi&lt;/em&gt;&amp;nbsp;(caldo de peixe ou carne).&lt;br /&gt;
Uma pequena dose de saquê (vinho de arroz) é uma boa pedida para acompanhar esses pratos. Se você evita bebidas alcoólicas, peça a bebida predileta dos japoneses, o chá verde.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tem lazer e cultura também &amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Quem curte fazer belas fotos, na rua Galvão Bueno, ao lado do Portal, há um jardim japonês que pertence a Associação dos Lojistas da Liberdade. Vale a visitação. Aliás, nessa mesma rua, existem vários mercadinhos e lojas especializadas em produtos do Oriente.&lt;br /&gt;
Uma forma japonesa de entretenimento que caiu no gosto de todos é o karaokê. Há os karaokês box onde, numa salinha com isolamento acústico, você e sua turma podem se divertir cantando ou, se desejar, testar sua popularidade; há &amp;nbsp;karaokê com palco, telões e um público de centenas de pessoas. Então, vai encarar?&lt;br /&gt;
Terminando o passeio, dei uma chegadinha à Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa (&lt;em&gt;Bunkyo&lt;/em&gt;), localizada na rua São Joaquim, 381. Sempre há algum evento cultural interessante por lá: festival de música e dança folclórica, concerto de koto, cursos, palestras, exposições, arte e mangá. Vale a pena conhecer!&lt;br /&gt;
Enfim, reserve um dia para passear no Japão sem sair de São Paulo. Vai ser divertido!&amp;nbsp;&lt;em&gt;Arigatô&lt;/em&gt;,&amp;nbsp;&lt;em&gt;Sayonara&lt;/em&gt;!&lt;br /&gt;
Outras sugestões “do Japão” em São Paulo: Pavilhão Japonês e Instituto Tomie Ohtake. Informações na seção Mais! Para seu lazer&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Rss&lt;/div&gt;</description><link>http://sidneytobiasdesouza.blogspot.com/2014/06/pelos-bairros-de-sao-paulo-liberdade.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2194949501950530135.post-5499150669025541022</guid><pubDate>Mon, 30 Jun 2014 14:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-06-30T07:12:57.730-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Outras Matérias</category><title>Enfim, chegou 2014! Boas novas para o ano!?</title><description>&lt;div style="color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 24px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt2" style="color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 0.875em; line-height: 24px;"&gt;
Não, não é só o ano da Copa. Em outubro, poderemos exercer o direito de escolher o Presidente do Brasil, seus governadores, deputados estaduais, federais e senadores. Muito (para o bem ou para o mal) pode acontecer como resultado desses eventos.&lt;br /&gt;
Nós da ADEVA, como todos os brasileiros, aguardamos que a Copa 2014 seja um sucesso. E que as eleições sejam um momento de reflexão e de manifestação democrática em favor da diversidade. &lt;br /&gt;
Aguardamos, conforme estabelece a Lei, que haja maior oferta de programas televisivos com audiodescrição, sem lobby da Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e TV (Abert) para se eximir de sua responsabilidade social.&lt;br /&gt;
Aguardamos que o Projeto de Lei 1694/99, já aprovado pela Câmara e pelo Senado, seja finalmente sancionado pela Presidente Dilma Rousseff. Seu texto dispõe sobre a obrigatoriedade dos restaurantes, bares e lanchonetes de todo o País disponibilizarem pelo menos um cardápio em braille para pessoas com deficiência visual.&lt;br /&gt;
Aguardamos que as Secretarias de Educação, assim como fez a do estado de São Paulo, ofereçam aos docentes cursos de especialização em educação especial e inclusiva, condição necessária para que a inclusão se efetive satisfatoriamente e as salas de recursos permaneçam dando o suporte indispensável aos alunos com deficiência. &amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;br /&gt;
Esperamos que as cidades se tornem “para todos”, ou seja, com calçadas, transporte e equipamentos públicos acessíveis, semáforos sonoros, e bibliotecas com muitos e diversos livros em formatos acessíveis. &lt;br /&gt;
Esperamos que os agentes públicos façam valer os nossos direitos básicos garantidos na Constituição e nas Convenções Internacionais ratificadas pelo Brasil.&lt;br /&gt;
Por sua vez, a ADEVA continuará abrindo portas para a cidadania, por meio do nosso projeto “Acesso para Todos”, de construção de websites acessíveis; dos nossos cursos de orientação e mobilidade, braille e &amp;nbsp;de complementação escolar (alfabetização, telecurso fundamental e médio); da nossa gráfica braille; dos nossos eventos de cultura e lazer; e do nosso programa de capacitação profissional e inserção no mercado de trabalho.&lt;br /&gt;
Sim, como nos anos passados, não ficaremos de braços cruzados. Trabalharemos com entusiasmo para fazer o que já fazemos e ainda mais.&lt;br /&gt;
Participe! Venha conosco! O trabalho é intenso, mas os resultados são sempre gratificantes.&lt;br /&gt;
Sidney Tobias de Souza, diretor-secretário da ADEVA&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Rss&lt;/div&gt;</description><link>http://sidneytobiasdesouza.blogspot.com/2014/06/enfim-chegou-2014-boas-novas-para-o-ano.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2194949501950530135.post-3633338152552803378</guid><pubDate>Mon, 30 Jun 2014 14:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-06-30T07:11:01.801-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Outras Matérias</category><title>Por que somos contra o Estatuto da Pessoa com Deficiência </title><description>&lt;div style="color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 24px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt2" style="color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 0.875em; line-height: 24px;"&gt;
Em 2006, a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Assembleia-Geral das Nações Unidas adotou&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;uma&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (CDPD)&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Mas&amp;nbsp;&lt;strong&gt;o que é uma Convenção das Nações Unidas&lt;/strong&gt;? É um tratado internacional entre os países-membros da ONU (Organização das Nações Unidas) e, ao mesmo tempo, um instrumento para o desenvolvimento dos Direitos Humanos e um instrumento que apresenta uma política transversal que inclui a deficiência em todos os setores.&lt;br /&gt;E&amp;nbsp;&lt;strong&gt;tem vinculação legal&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Os&amp;nbsp;&lt;strong&gt;objetivos da CDPD&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;são:&lt;br /&gt;1. definir os Direitos Humanos de pessoas com deficiências;&lt;br /&gt;2. estabelecer as obrigações dos países participantes a tomar medidas para garantir, por exemplo, que pessoas tenham acesso ao ambiente físico, ao transporte, saúde, comunicação, educação, etc.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Brasil ratificou a convenção com status de norma constitucional.&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Então será que ainda é necessário um Estatuto da Pessoa com Deficiência?&lt;br /&gt;Antes de ser colocado em votação, a relatora do projeto de lei que cria o Estatuto, deputada federal Mara Gabrilli (PSDB-SP), afirmou que quer ouvir toda a sociedade.&lt;br /&gt;O que alegam os defensores do Estatuto? "A ideia é colocar em prática os direitos afirmados pela convenção da ONU, que embora tenha força de emenda constitucional, não possui eficiência normativa e, por isso, na prática, não funciona", dizem.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Se o Estatuto for um compilado de leis, nós da ADEVA acreditamos que seria um retrocesso&lt;/strong&gt;, pois o risco de algum direito já adquirido ser deixado de fora é muito grande. Também pode haver repetições de mandamentos legais contemplados em outras leis.&lt;br /&gt;O grupo de trabalho que revisou o texto afirma que não há esses riscos. Será? Bem,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;não queremos leis de tutoria que incapacitam uma pessoa portadora de deficiência&lt;/strong&gt;. Não queremos a velha visão paternalista. Afinal, somos membros ativos da sociedade e, como tal, cidadãos capazes de exigir esses direitos e tomar decisões sobre nossas vidas. Portanto, conheça o texto do Estatuto e dê a sua opinião.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sidney Tobias de Souza&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;é diretor-secretário da ADEVA.&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Rss&lt;/div&gt;</description><link>http://sidneytobiasdesouza.blogspot.com/2014/06/por-que-somos-contra-o-estatuto-da.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2194949501950530135.post-446316661695684897</guid><pubDate>Mon, 30 Jun 2014 14:08:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-06-30T07:08:27.370-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Estive lá e gostei</category><title>Aventura e Mata Atlântica de montão em Juquitiba</title><description>&lt;div style="color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 24px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt2" style="color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 0.875em; line-height: 24px;"&gt;
&lt;em&gt;Município paulista oferece esportes radicais e passeios ecológicos a 70 km da capital&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por Sidney Tobias de Souza&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:sidney@adeva.org.br" style="color: #000033; font-size: 0.9em; text-decoration: none;"&gt;sidney@adeva.org.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Fundado em 1964 e localizado a 70 quilômetros ao sul da capital paulista,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Juquitiba&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;possui a maior área preservada de Mata Atlântica da região metropolitana de São Paulo&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;e, por isso, se destaca pela sua vocação para o ecoturismo e o turismo de aventura.&lt;br /&gt;
Juquitiba é um termo de origem tupi que significa "terra de muitas águas". A cidade faz jus ao nome, pois há em suas terras uma grande quantidade de nascentes, e, devido à sua localização serrana, é&amp;nbsp; bem chuvosa. Além disso,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Juquitiba é o lugar ideal para a prática de esportes como rafting, arvorismo, tirolesa, trekking, mountain bike, "duck" (caiaque inflável) e até pescaria&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;
Bem, iniciei meu passeio fazendo um trekking de nível médio. Para quem é adepto das&amp;nbsp;&lt;strong&gt;trilhas&lt;/strong&gt;, as opções são várias. Tanto no&lt;strong&gt;&amp;nbsp;Parque Estadual da Serra do Mar, quanto no Parque Estadual de Jurupará&lt;/strong&gt;. Durante a caminhada em meio à Mata Atlântica, é possível observar palmeiras, jacarandás, samambaias, bromélias, manacás, entre outras espécies da flora local. Às vezes, encontrávamos algum pequeno afluente dos rios São Lourenço e Juquiá. Os guias locais disseram que na mata poderíamos encontrar também antas, bugios, jaguatiricas, onças-pintadas, patos selvagens, capivaras, cotias e urus. Mas só encontramos sapos, passarinhos e borboletas.&lt;br /&gt;
Depois, fomos conhecer as&amp;nbsp;&lt;strong&gt;cachoeiras do Rio dos Carmos&lt;/strong&gt;. A apenas cinco quilômetros do centro, é um lugar muito agradável com uma bela sequência de quedas d'água, formando piscinas naturais com lagos rodeados de vegetação preservada. Para quem curte quedas d’água para um banho ou para tirar belas fotos, há também as&amp;nbsp;&lt;strong&gt;cachoeiras do Monjolo&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;e a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;do bairro das Palmeiras&lt;/strong&gt;. Em seguida pegamos&amp;nbsp;&lt;strong&gt;a estrada turística Cachoeira do França até a represa de mesmo nome&lt;/strong&gt;, de água limpa e pesca farta.&lt;br /&gt;
Chegamos no momento do desembarque de uma turma que havia feito o&amp;nbsp;&lt;strong&gt;rafting diurno no Rio&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Juquiá. Sim, diurno, porque&amp;nbsp;&lt;strong&gt;em Juquitiba eles fazem também rafting noturno&lt;/strong&gt;. Imagine descer o rio à luz do luar? Deve ser muita adrenalina. Disseram que&amp;nbsp;&lt;strong&gt;o desembarque termina com um luau à margem do rio&lt;/strong&gt;. Romântico, né?&lt;br /&gt;
Outras&amp;nbsp;&lt;strong&gt;opções de lazer na cidade são os sítios para a prática de arvorismo e tirolesa, os passeios a cavalo e os campings.&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Existem também na cidade muitos pesqueiros.&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Num deles, provei (e aprovei) uma saborosa tilápia ao molho de maracujá acompanhada de pupunha, tudo bem típico da região.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;No mês de outubro&lt;/strong&gt;, acontece ainda a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;tradicional Festa do Peão de Juquitiba&lt;/strong&gt;, com apresentações, shows de cantores sertanejos e muita diversão. Enfim, seja para os fãs da cultura sertaneja, seja para os aficionados em aventura e natureza, recomendo fortemente uma visita a esse simpático município e polo turístico de São Paulo.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Como chegar&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;De carro&lt;/strong&gt;: pela rodovia Régis Bittencourt (BR-116). O portal da cidade localiza-se no km 326 da rodovia.&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Rss&lt;/div&gt;</description><link>http://sidneytobiasdesouza.blogspot.com/2014/06/aventura-e-mata-atlantica-de-montao-em.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2194949501950530135.post-7682117410837801836</guid><pubDate>Mon, 30 Jun 2014 14:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-06-30T07:06:55.205-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Estive lá e gostei</category><title>Holambra</title><description>&lt;div style="color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 24px;"&gt;
&lt;span style="font-size: 0.875em;"&gt;A fazenda que se tornou a capital das flores da América Latina&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="txt2" style="color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 0.875em; line-height: 24px;"&gt;
&lt;em&gt;De 30 de agosto a 29 de setembro, Holambra realiza a tradicional Expoflora, este ano em sua 32ª edição&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Por Sidney Tobias de Souza&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://mce_host/adm_adeva//%22mailto:sidney@adeva.org.br/%22" style="color: #000033; font-size: 0.9em; text-decoration: none;"&gt;sidney@adeva.org.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Quando pensamos na primavera ou em presentear alguém que amamos, pensamos em flores. Mas de onde vem as flores? 60% do abastecimento do mercado nacional e 40% da exportação brasileira de flores e plantas ornamentais são produzidas em&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Holambra&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;
Se você fizer como eu e visitar essa cidade, cujo nome origina-se da combinação de Holanda, América e Brasil,&lt;strong&gt;&amp;nbsp;a 140 km da capital paulista&lt;/strong&gt;, de costumes tipicamente holandeses, terá uma agradável surpresa.&lt;br /&gt;
Fui a Holambra durante a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;31ª Expoflora&lt;/strong&gt;, uma exposição anual de arranjos florais. Aliás, o tema deste ano é "Flores, Contos e Lendas". Paisagistas, decoradores e designers de interiores criaram belos ambientes para a admiração dos visitantes e, em especial, para os amantes da fotografia.&lt;br /&gt;
Depois de conhecer a exposição, assisti a uma bela manifestação cultural da imigração holandesa, danças típicas dos Países Baixos. O ritmo, marcado com aqueles tamanquinhos de madeira, é agradável, e o público quase dança junto. De fato, os imigrantes holandeses que deram origem à estância turística de Holambra deixaram suas marcas por todo o município. Cito algumas: o maior moinho típico holandês da América Latina, belas praças e lagos espalhados pela cidade, os famosos campos de flores de Holambra, a arquitetura neerlandesa e as tulipas, símbolo dos Países Baixos, estampadas nas calçadas.&lt;br /&gt;
Já&amp;nbsp;&lt;strong&gt;a culinária local é um show&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;à parte. Quando a fome bateu, escolhi um prato holandês bem típico, o "stampotwortel" (purê de batata com cenouras e carne de porco e molho de cerveja) acompanhado com chucrute e arroz com ervas. Enquanto o prato não vinha, provei e aprovei um "zure haring", arenque cru em conserva com vinagre natural, sal, pimenta, cebola, junípero e várias outras especiarias. Acompanhado de uma cerveja bem gelada, este peixe cru é uma delícia. A sobremesa pode ser saboreada em uma das muitas confeitarias típicas que existem na cidade, onde, sem culpa, podemos degustar doces como: "stroopwafel" (waffle recheado com caramelo de melaço de cana), "violtje" (doce de violeta), "bloempot" (semelhante a uma torta holandesa, servida como vaso de flor), Vlaai de Damasco (waffle recheado com damasco) e o delicioso sorvete de rosas.&lt;br /&gt;
Quem ainda quiser desfrutar mais do ambiente tranquilo de Holambra, pode fazer um passeio a cavalo, pescar em um dos lagos ou visitar a criação de jacarés de papo-amarelo do Sítio Arurá.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Já no fim da tarde,&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;pude assistir à&lt;strong&gt;&amp;nbsp;tradicional chuva de pétalas da Expoflora,&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;na qual são utilizados&lt;strong&gt;&amp;nbsp;150 quilos de pétalas por apresentação, equivalente a 18 mil botões de rosas&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Compras&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Encerrando o passeio, fui às compras, onde encontrei boas opções, como moda, artesanato, decoração e souvenirs holandeses. Mas o que chama a atenção é o&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Shopping das Flores&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;– amplo espaço para a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;venda de mais de 200 espécies e duas mil variedades de flores e plantas ornamentais de produtores locais&lt;/strong&gt;. Fora a experiência aprazível, voltei para casa com uma muda de planta aquática num vaso de vidro, com um peixinho beta.&lt;br /&gt;
Enfim, reserve um fim de semana na sua agenda para visita a capital brasileira das flores nesta primavera.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Como chegar&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;De carro&lt;/strong&gt;: siga pela rodovia Anhanguera até o km 86; pegue a saída de mesmo número e siga adiante, atento às placas que indicam Mogi Mirim. Na rodovia SP-340 (que liga Campinas a Mogi Mirim), você encontrará placas indicando Holambra.&lt;br /&gt;
Se preferir&amp;nbsp;&lt;strong&gt;outra opção&lt;/strong&gt;, siga pela rodovia dos Bandeirantes até Campinas. Ao chegar no entroncamento com a rodovia Anhanguera (km 103), entre na rodovia D. Pedro I e siga até o km 134 (saída 134), onde você entrará na rodovia SP-340, sentido Mogi Mirim. Preste atenção ao chegar no km 141: é a partir daí que começam a aparecer as placas indicando quantos quilômetros faltam para chegar a Holambra.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Serviço de atendimento ao turista: (19) 3902-4013.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Rss&lt;/div&gt;</description><link>http://sidneytobiasdesouza.blogspot.com/2014/06/holambra.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2194949501950530135.post-2478926039925453011</guid><pubDate>Mon, 30 Jun 2014 14:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-06-30T07:05:50.193-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Estive lá e gostei</category><title>Aventura, passeios e muita natureza em Serra Negra</title><description>&lt;h1 style="color: #cc0000; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 1.25em; line-height: 24px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;
&lt;em style="color: #000033; font-size: 0.875em;"&gt;Estância hidromineral é uma ótima opção de destino para curtir no fim de semana&lt;/em&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;div class="txt2" style="color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 0.875em; line-height: 24px;"&gt;
&lt;strong&gt;Por Sidney Tobias de Souza&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="mailto:sidney@adeva.org.br" style="color: #000033; font-size: 0.9em; font-weight: normal; text-decoration: none;"&gt;sidney@adeva.org.br&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Se a riqueza do futuro será a água, Serra Negra certamente será uma cidade rica.&lt;br /&gt;
Pois bem, fui conhecer essa cidade acolhedora, com clima de montanha, construída às margens dos caminhos que levavam os bandeirantes de São Paulo à região de minas de ouro e diamante do interior do País. Devido à cor da vegetação local, referiam-se à região como terra das montanhas negras, hoje apenas Serra Negra.&lt;br /&gt;
A cidade cresceu, mas preserva muito da sua área verde original. Porém, o que chamou a minha atenção é a quantidade de fontes de água pura e cristalina.&lt;br /&gt;
Visitamos o Parque Fonte Santo Agostinho, um bosque de vegetação nativa, onde encontramos as fontes Santo Agostinho e Santa Luzia.&lt;br /&gt;
Após matarmos a sede, fomos dar uma volta no lago existente no bosque.&lt;br /&gt;
De repente, observamos um grupo de crianças descendo de um trenzinho e correndo para o parquinho. Era o trenzinho Tia Linda, que sai da Praça João Pessoa e faz um city tour pela cidade, passando pelo Parque Fonte São Luiz, Mercado Cultural além do Parque Fonte Santo Agostinho, entre outros.&lt;br /&gt;
Outra fonte bastante visitada é a fonte Nossa Senhora de Lourdes. Ela está situada no Parque e Represa Dr. Jovino Silveira, uma ampla área verde com quiosques para piqueniques e churrascos, viveiro de pássaros, pista de bocha, playground e lanchonete.&lt;br /&gt;
Outro lugar que atrai a criançada é o Lago dos Macaquinhos que, como o próprio nome indica, tem uma ilha com criação de macaquinhos no centro. No lugar tem também aluguel de cavalos, parquinho, área para piqueniques, pesqueiro, pedalinhos e até piscinas.&lt;br /&gt;
Aliás, para quem gosta de nadar, outra opção é o Conjunto Aquático Municipal, com uma piscina com mais de 1.000 metros cúbicos para os dias de calor.&lt;br /&gt;
Pena que fui num dia de frio. Lá tem também uma pista de patinação onde estava a maior concentração de pré-adolescentes que encontrei na cidade.&lt;br /&gt;
E como é típico de Serra Negra, há no local, em meio a uma área verde, uma fonte chamada Menino Jesus de Praga.&lt;br /&gt;
Antes do pôr do sol, subimos de teleférico os 1.080 metros até o alto do Pico do Fonseca, onde fica o Cristo Redentor da cidade, um monumento com 18 metros de altura, sendo 6 de pedestal e 12 de estátua. Lá de cima, a visão panorâmica propicia ótimas fotos. O teleférico em si já é uma aventura, passando sobre as copas das árvores e cruzando ruas bem no alto.&lt;br /&gt;
E já que estávamos na região central da cidade, fomos às compras. Encontramos uma grande variedade de malharias com seus produtos em lã e linha. Há também muita oferta de vestuário e acessórios em couro.&lt;br /&gt;
Encerramos nosso passeio num café na praça central, onde eu provei e aprovei um "choconhaque" para espantar o frio. Enfim, Serra Negra é um bom lugar para passar o fim de semana.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Como chegar&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;De carro&lt;/strong&gt;: pela Rodovia Anhanguera até o km 62 (depois de Jundiaí), no trevo de Itu-Itatiba, seguindo à direita até Itatiba, Morungaba, Amparo e Serra Negra (152 km) ou pela Rodovia Fernão Dias via Mairiporã, Atibaia, Bragança Paulista, Socorro, Lindóia e Serra Negra (175 km).&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Rss&lt;/div&gt;</description><link>http://sidneytobiasdesouza.blogspot.com/2014/06/aventura-passeios-e-muita-natureza-em.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2194949501950530135.post-8551683274942701488</guid><pubDate>Mon, 04 Mar 2013 20:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-06-30T07:01:57.102-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Estive lá e gostei</category><title>'Berço' do Rio Tietê, Salesópolis é ótima dica de passeio</title><description>&lt;br /&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px;"&gt;
&lt;em&gt;Cidade oferece trilhas, cachoeiras e muito verde a apenas 110 km de São Paulo&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px;"&gt;
Situada a 110 quilômetros de São Paulo e muito famosa pelas suas barragens, a cidade de Salesópolis abriga um dos maiores tesouros do estado de São Paulo. É lá, em meio à Mata Atlântica e à Serra do Mar, que está localizada a nascente do Rio Tietê, o rio mais importante de São Paulo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px;"&gt;
Salesópolis é uma pequena cidade do Cinturão Verde paulista. Cidade histórica e estância turística pertinho da capital, e repleta de barragens, usinas, cachoeiras, muito verde e construções do século 18. Fiz uma das trilhas do parque com vegetação exuberante cheia de orquídeas e árvores que ultrapassam 25 metros de altura, mas não encontrei nem jaguatirica nem cachorro-do-mato, comuns na fauna local.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px;"&gt;
Depois de matar a sede numa fonte com água cristalina do Rio Tietê (!), decidi conhecer uma das belas cachoeiras salesopolenses. As sugeridas são a do Ponto, a da Porteira Preta, a dos Donatos e a do Tobogã.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px;"&gt;
Para o meu banho escolhi a cachoeira da Porteira Preta. A queda não é grande, mas é volumosa, formando uma piscina natural muito boa para as crianças brincarem. Já a Cachoeira do Tobogã fica num parque onde está localizada a histórica usina da Light, construída em 1912 e com 73 metros de altura.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px;"&gt;
Outra opção é a cachoeira localizada no Parque dos Donatos, sede do casarão que dá nome ao parque e à queda d\'água. Aberta para visitação e cercada por pés de café, a construção colonial remete aos tempos áureos do café.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px;"&gt;
Após o meu banho de cachoeira, fui conhecer a Senzala, uma construção do século 18 feita de taipa de pilão e pau a pique. No passado, escravos eram comercializados ali. Hoje o visitante pode comprar além de artesanato, doces e compotas. Eu provei – e aprovei – uma saborosa geleia de cambuci, fruta muito comum na região. Outro ponto de compras é o Espaço Cultural Dita Parente, um mercado que, apesar de ter sido restaurado, teve sua arquitetura original preservada.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px;"&gt;
Quando bateu a fome, parei para almoçar no Nhá Luz, um restaurante de beira de estrada com comidinha caipira feita no fogão a lenha – uma delícia! E sabe aquela preguiça que dá quando se está de barriga cheia? Pois bem, no fundo do restaurante há um espaço com redes, muito apropriado para os adeptos da sesta.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px;"&gt;
Já para os que curtem tirar belas fotos, as opções são o Mirante da Torre, com vista para toda a cidade, e a Barragem de Ponte Nova, com vista panorâmica da região.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px;"&gt;
Enfim, Salesópolis é uma ótima opção para um passeio de um dia.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px;"&gt;
&lt;strong&gt;Como chegar&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;De carro&lt;/strong&gt;: pela Rodovia Ayrton Senna (SP-70) e Rodovia Prof. Alfredo Rolim de Moura (SP-88).&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px;"&gt;
&lt;strong&gt;De ônibus&lt;/strong&gt;: não há ônibus de São Paulo para Salesópolis; o trajeto se faz via Mogi das Cruzes, com saída da rodoviária do Tietê (estação Tietê do Metrô - linha 1-Azul).&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px;"&gt;
&lt;strong&gt;De trem&lt;/strong&gt;: seguir da estação Brás até a estação Mogi das Cruzes da CPTM (penúltima estação da linha 11-Coral).&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Rss&lt;/div&gt;</description><link>http://sidneytobiasdesouza.blogspot.com/2013/03/berco-do-rio-tiete-salesopolis-e-otima.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2194949501950530135.post-6093185704021676740</guid><pubDate>Wed, 31 Oct 2012 19:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-06-30T07:02:33.185-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ecoconvivência</category><title>Lixo, como tratá-lo?</title><description>&lt;br /&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px;"&gt;
&lt;em&gt;Apenas 1,6% dos resíduos orgânicos coletados é encaminhado para compostagem&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quase todo mundo reserva um dia para a arrumação do lar. Limpamos gavetas, armários, separamos tudo o que não terá mais lugar em casa. Daí, então, é só classificar os itens separados como reaproveitáveis, recicláveis, passíveis de doação ou comercialização. O que sobra, descartamos sem dó.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px;"&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-aUukTYkw2UA/UTT9c47nuPI/AAAAAAAABTE/6aCaz2roRw4/s1600/lixo.bmp" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="274" src="http://2.bp.blogspot.com/-aUukTYkw2UA/UTT9c47nuPI/AAAAAAAABTE/6aCaz2roRw4/s320/lixo.bmp" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;Pois é, da porta para fora de nossas casas, esses resíduos constituem um problemão para o ambiente e uma equação difícil de ser resolvida pelos governos na área de gestão sustentável. Se os nossos rejeitos são um problema, o que dizer dos resíduos industriais, agrícolas e hospitalares? Não dá para empurrar para debaixo de algum tapete.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px;"&gt;
A fim de regulamentar a coleta e o tratamento de resíduos urbanos – perigosos e industriais –, e de determinar o destino final correto do lixo, o governo federal criou, em agosto de 2010, a Lei 12.305, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px;"&gt;
Vejamos&amp;nbsp;&lt;strong&gt;alguns resultados até agora&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Segundo informe do Ministério do Meio Ambiente, no ano 2000, apenas 35% dos resíduos eram destinados aos aterros. Esse número agora está próximo dos 60%. O número de programas de coleta seletiva (451 em 2000), agora beira os 1.000, ou seja, mais do que dobrou.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px;"&gt;
Assim parece que tudo está nos trilhos, mas o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) divulgou em abril um diagnóstico dos resíduos sólidos no Brasil.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px;"&gt;
Segundo o Ipea, 51,4% dos resíduos brasileiros são constituídos por matéria orgânica, passível de compostagem ou biodegradação para geração de energia, mas apenas 1,6% dos resíduos orgânicos coletados é encaminhado para compostagem; materiais recicláveis (metais, plásticos, papéis, vidros) constituem 31,9% dos resíduos no Brasil.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px;"&gt;
Apenas 17,7% dos plásticos reciclados são coletados por programas oficiais de coleta seletiva. Para os metais, esse número cai para 0,7%. Esse baixo índice de coleta não surpreende, pois apenas 18% dos municípios brasileiros possuem programas oficiais de coleta seletiva. O restante é feito de maneira informal, por meio de catadores, que são aproximadamente 600 mil no Brasil. Cerca de 1.100 organizações coletivas de catadores estão em funcionamento no País.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px;"&gt;
Dos resíduos coletados, somente 10% são enviados a usinas de triagem/reciclagem, compostagem, incineradores e outras formas de destinação. Os 90% restantes são destinados ao solo (aterros sanitários, aterros controlados ou lixões). Existem ainda no Brasil 2.906 lixões, distribuídos em 2.810 municípios. Esses deverão ser erradicados até 2014, conforme a PNRS.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px;"&gt;
Como dá para notar, o lixo continuará sendo, no Brasil, um problema de difícil solução por um bom tempo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px;"&gt;
Façamos a nossa parte, separando o que pode ir para a coleta seletiva e, de preferência, reduzindo ao máximo a nossa geração de resíduos.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px;"&gt;
&lt;strong&gt;“Estive lá e gostei” volta&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Depois de abordar temas como água, energia limpa, biocombustível, diminuição de poluentes, Código Florestal, Rio+20, lixo reciclável, etc., encerro esta seção sobre ecoconvivência com a esperança do dever cumprido: contribuir para a reflexão a respeito da importância de nossas ações para a saúde do Planeta.&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-Y-JBsKqI5Yo/UTT9e-n8bUI/AAAAAAAABTQ/u0UBZIi2F0A/s1600/estive.bmp" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px;"&gt;
No próximo CONVIVA, volto a falar de bem-estar e lazer, com dicas de passeios para o final de semana. Até breve!&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Rss&lt;/div&gt;</description><link>http://sidneytobiasdesouza.blogspot.com/2013/03/lixo-como-trata-lo.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="http://2.bp.blogspot.com/-aUukTYkw2UA/UTT9c47nuPI/AAAAAAAABTE/6aCaz2roRw4/s72-c/lixo.bmp" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2194949501950530135.post-3146276648615687235</guid><pubDate>Wed, 31 Oct 2012 18:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-06-30T07:02:33.172-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Outras Matérias</category><title>Carta aberta ao prefeito eleito de São Paulo</title><description>&lt;br /&gt;
Vivo e moro em São Paulo. Sou um munícipe. Segundo o dicionário Michaelis&lt;br /&gt;
da Língua Portuguesa, munícipe é a pessoa que goza dos direitos do município.&lt;br /&gt;
Moro e exerço minhas atividades em São Paulo. Sou um cidadão. Cidadão é: 1.&lt;br /&gt;
habitante de uma cidade; 2. indivíduo no gozo dos direitos civis e políticos de&lt;br /&gt;
um Estado (ainda segundo o Michaelis).&lt;br /&gt;
Mas sou mesmo? Bem, tenho deveres: pago impostos, taxas, contribuições&lt;br /&gt;
e tarifas exigidas pelo governo municipal. Cumpro a lei e zelo pelo patrimônio&lt;br /&gt;
público, do qual usufruo. Faço exatamente o que deve fazer todo cidadão. Mas&lt;br /&gt;
também tenho direitos. Alguns desses garantidos pela Constituição. Por exemplo,&lt;br /&gt;
o direito de ir e vir. Mas como exercer esse direito básico se a cidade não tem&lt;br /&gt;
acessibilidade urbanística? Nossas calçadas não são planas; pelo contrário, são&lt;br /&gt;
repletas de degraus, buracos, desníveis e obstáculos aéreos que dificultam o livre&lt;br /&gt;
trânsito de quem delas precisa.&lt;br /&gt;
As calçadas deveriam ter três faixas: a de serviços, próxima à guia, onde&lt;br /&gt;
deveriam ficar postes, orelhões, lixeiras, etc.; a central, para o fluxo dos pedestres;&lt;br /&gt;
e uma rente aos imóveis, de uso dos moradores. No entanto, visando quase que&lt;br /&gt;
exclusivamente o fluxo de veículos, as calçadas foram ficando cada vez mais&lt;br /&gt;
estreitas. Rebaixamentos próximos às faixas de travessia são poucos e os que têm&lt;br /&gt;
piso podotátil quase inexistem. Não é difícil encontrar prédios e equipamentos&lt;br /&gt;
públicos sem rampas, elevadores e até sem banheiros para deficientes. Ou centros&lt;br /&gt;
de atendimento público sem intérprete da língua brasileira de sinais. Nem hospitais&lt;br /&gt;
e escolas escapam da falta de acessibilidade. Assim, a cidade que deveria ser para&lt;br /&gt;
todos não atende às necessidades básicas de sua população mais necessitada.&lt;br /&gt;
Idosos, crianças, deficientes, obesos e qualquer outro perfil que esteja fora do&lt;br /&gt;
padrão de normalidade idealizado e estabelecido por tecnocratas e, infelizmente,&lt;br /&gt;
validado pela maioria dos legisladores e pelo prefeito, sentem usurpados os seus&lt;br /&gt;
direitos de cidadãos. Então, neste período de transição, cabe perguntar ao ilustríssimo&lt;br /&gt;
prefeito eleito de São Paulo: “O senhor vai atender as nossas reivindicações?”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Rss&lt;/div&gt;</description><link>http://sidneytobiasdesouza.blogspot.com/2012/10/carta-aberta-ao-prefeito-eleito-de-sao.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2194949501950530135.post-7987065803404232079</guid><pubDate>Wed, 05 Sep 2012 18:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-06-30T07:02:33.195-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ecoconvivência</category><title>Rio+20 e o futuro do planeta</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;img border="0" height="125" src="http://2.bp.blogspot.com/-O79qeT0fOEk/UTT_tngIqrI/AAAAAAAABTU/iHbAByCGjs0/s400/rio20.bmp" width="400" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px;"&gt;
Conferência das Nações Unidas termina sem grandes avanços&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px;"&gt;
Vinte anos após a Cúpula da Terra, ou Eco-92, realizada no Rio em 1992, reuniram-se novamente na capital fluminense cientistas, ambientalistas, representantes de ONGs, chefes de governo, corporações e sociedade civil, a fim de debater, na Rio+20 (Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável), o futuro do planeta. Como é possível reduzir a pobreza, promovendo a justiça social e a proteção do meio ambiente, em um planeta com recursos finitos e população crescente? Que ações podem garantir o desenvolvimento sustentável na Terra e como implementá-las?&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px;"&gt;
Com a participação de líderes dos 193 países que fazem parte da ONU (Organização das Nações Unidas), as expectativas eram grandes, e os debates iniciais basearam-se nos dez principais pontos entre as milhares de sugestões recebidas na plataforma on-line disponibilizada pelo governo brasileiro, anfitrião do evento.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px;"&gt;
Três recomendações foram votadas para fazerem parte do documento entregue aos governantes presentes. As recomendações mais votadas, que expressam a preocupação da sociedade civil, tratam do direito à educação como ferramenta para o trabalho, renda básica e proteção social, e mudanças de paradigma para a imigração no mundo. Já o setor privado insistiu em contrapartidas econômicas, alegando que a produção verde requer investimentos e que isso encarece seus produtos. Os governos, por sua vez, não chegaram a um acordo quanto a quem deve fazer aporte financeiro ao fundo do Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente), a fim de ajudar os países pobres para um desenvolvimento sustentável. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px;"&gt;
Desenvolvimento sustentável é o modelo que prevê a integração entre sociedade, economia e meio ambiente. Ou seja, é a noção de que o crescimento econômico não deve desconsiderar a inclusão social e a proteção ambiental. O problema é que o poder de decisão está nas mãos de quem é focado apenas na economia e vê o consumo como o propulsor do desenvolvimento. Por exemplo, se todo o mundo passasse a consumir como os estadunidenses, esgotaríamos os recursos naturais. Mas como convencer a China (mais de 1,3 bilhão de habitantes) que ela não pode consumir como os Estados Unidos (350 milhões)? Ou como dizer aos países pobres que eles precisam fazer sacrifícios que os ricos não estão dispostos a fazer? &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px;"&gt;
Mal comparando, é como uma reunião de condomínio. Quem tem crianças quer investir em playground, quem não tem prefere cobrir o estacionamento; e ainda há os que não dão importância nem para uma coisa, nem para outra. Sem consenso, a conferência acabou por produzir um documento de 85 páginas de generalidades; recomendações que podem ou não serem seguidas.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px;"&gt;
O secretário-geral da Rio+20, Sha Zukan, avaliou que o documento é "o melhor que se poderia conseguir", ou seja, não se pode esperar muito.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px;"&gt;
&lt;strong&gt;Rio+C40&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px;"&gt;
Apesar do documento anódino produzido pela Rio+20, merece destaque a decisão tomada pelo C40 (Grupo de Grandes Cidades para a Liderança Climática): reduzir as emissões de gás carbônico em 1 bilhão de toneladas por ano até 2030.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px;"&gt;
Para alcançar essa meta, as cidades devem realizar ações como a recertificação de prédios públicos, a troca da iluminação pública por lâmpadas LED e a substituição do transporte público movido a combustíveis fósseis por energia limpa, como biocombustível e eletricidade gerada por fontes renováveis.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: white; color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px;"&gt;
Além disso, o C40 implantará uma rede de cooperação entre metrópoles para lidar com lixo sólido urbano. Afinal, os lixões emitem grandes quantidades de metano, um dos maiores vilões do aquecimento global.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: white; color: #000033; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 24px; margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;
As 56 cidades que compõem o C40, entre elas Curitiba, São Paulo e Rio, concentram mais de 320 milhões de pessoas, e representam 21% do PIB mundial e 14% das emissões de gases que aceleram o efeito estufa.&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Rss&lt;/div&gt;</description><link>http://sidneytobiasdesouza.blogspot.com/2012/09/rio20-e-o-futuro-do-planeta.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="http://2.bp.blogspot.com/-O79qeT0fOEk/UTT_tngIqrI/AAAAAAAABTU/iHbAByCGjs0/s72-c/rio20.bmp" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2194949501950530135.post-819890469260515440</guid><pubDate>Fri, 25 May 2012 16:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-06-30T07:02:33.197-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ecoconvivência</category><title>A polêmica em torno do novo Código Florestal</title><description>Reforma "flexibiliza" a recomposicão de áreas desmatadas e a preservação ambiental.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos últimos meses, ouviu-se uma enxurrada de opiniões favoráveis e contrárias ao novo Código Florestal brasileiro. Certamente, o assunto é polêmico, pois há interesses antagônicos envolvidos. Ruralistas, ambientalistas, gestores públicos e pequenos agricultores defendem ou combatem pontos do código que lhes interessam ou não. Mas o que muda de fato?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fim de proteger a mata ciliar, o código atual, que vigora desde 1965, exige uma faixa de proteção a partir das margens dos rios de 30 a 500 metros, dependendo da largura do rio, e isso não mudou. A nova medição, porém, será feita a partir do leito regular e não mais do leito maior (períodos de cheia), o que na prática diminui o espaço de preservação. Além disso, há uma exceção para os rios estreitos com até 10 metros de largura. Caso a mata ciliar desses rios tenha sido totalmente devastada, a obrigatoriedade de recomposição é de apenas 15 metros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É bom lembrar que a função da mata ciliar não é apenas impedir a erosão, mas também proteger a fauna e a flora. Portanto, o plantio de árvores somente não basta. É necessário haver uma cobertura florestal, uma faixa de proteção ambiental em evolução natural. Para isso, o limite de 30 metros é pouco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para pequenos açudes com menos de 1 hectare, construídos em propriedades rurais visando a dessedentação de animais, será dispensada a Área de Proteção Permanente (APP).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já represas em zona rural com até 20 hectares de superfície deverão manter APP de 15 metros, no mínimo, se não forem usadas para abastecimento público ou geração de energia. Caso contrário, a APP deverá ser de 30 a 100 metros em área rural, e de 15 a 50 metros em área urbana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O novo código exige que as indústrias que utilizam grande quantidade de matéria-prima florestal tenham um Plano de Suprimento Sustentável (PSS), com indicação das áreas de origem da matéria-prima e cópia do contrato de fornecimento. Além disso, o PSS de empresas que consomem grande quantidade de lenha ou carvão vegetal deverá prever o uso exclusivo de florestas plantadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O novo código também prevê que o controle da origem do carvão, da madeira e de outros subprodutos florestais fique disponível na internet.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para exploração de florestas nativas, o código exige licenciamento ambiental com base em um Plano de Manejo Florestal Sustentável (PMFS), no qual devem constar mecanismos de controle dos cortes, da regeneração e do estoque existente. O corte autorizado para uso do solo pela agropecuária, o manejo de florestas plantadas fora da reserva legal e a exploração não comercial realizada por agricultores familiares estão isentos do PMFS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O novo código permite a manutenção de culturas de espécies lenhosas (café, uva, maçã) ou de atividades silviculturais, assim como a infraestrutura física associada a elas em APPs de topos de morros, montes e serras com altura mínima de 100 metros e inclinação superior a 25 graus, bem como em locais com altitude superior a 1,8 mil metros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesses casos, a tragédia da Região Serrana do Rio, no ano passado, deveria servir como alerta. Naquela região, houve plantio de café. A cobertura vegetal da serra, portanto, era resto de floresta, incapaz de absorver uma grande precipitação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enfim, o novo Código está aí. Nós, brasileiros, não queremos uma repetição da destruição que aconteceu na Mata Atlântica na Amazônia, nem uma desertificação, com o solo envenenado e esgotado. Fiquemos atentos!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Curiosidade&lt;br /&gt;
Você sabia que existem áreas de preservação permanente ocupadas por áreas urbanas? O Estádio Beira-Rio, o Cristo Redentor e o Palácio do Planalto são três exemplos. A ideia é regularizá-las desde que não estejam em áreas de risco. Em contrapartida, as áreas de proteção de mananciais e as faixas de APP deverão ser recuperadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como incentivo à regularização ambiental de imóveis rurais, o novo código prevê a suspensão de multas para proprietários que decidirem regularizar seu imóvel recuperando as APPs e a Reserva Legal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-nBN-rYupYm0/UTUDqHKJjEI/AAAAAAAABTk/6bs0rOgjKEU/s1600/curiosidade.bmp" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="140" src="http://3.bp.blogspot.com/-nBN-rYupYm0/UTUDqHKJjEI/AAAAAAAABTk/6bs0rOgjKEU/s640/curiosidade.bmp" width="500" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Rss&lt;/div&gt;</description><link>http://sidneytobiasdesouza.blogspot.com/2012/05/polemica-em-torno-do-novo-codigo_5343.html</link><author>noreply@blogger.com (Sidney Tobias)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="http://3.bp.blogspot.com/-nBN-rYupYm0/UTUDqHKJjEI/AAAAAAAABTk/6bs0rOgjKEU/s72-c/curiosidade.bmp" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2194949501950530135.post-1718640590086703377</guid><pubDate>Fri, 30 Mar 2012 16:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-06-30T07:02:33.160-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ecoconvivência</category><title>Por que as árvores caem?</title><description>Assim como nós, as árvores envelhecem e morrem, mas o homem tem também a sua parcela de culpa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É verão, estação de sol forte, calor e temporais. Nessa época do ano, tornaram-se comum na cidade de São Paulo, além dos alagamentos, as notícias de queda de árvores, bloqueando o trânsito, interrompendo o fornecimento de energia, destruindo telhados, amassando carros e, às vezes, deixando até vítimas fatais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste início de ano, em um único dia na cidade de São Paulo, os bombeiros atenderam a 53 ocorrências envolvendo árvores que caíram. O recorde do verão passado foi de 145 árvores em um dia. Mas por que as árvores caem?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim como nós, as árvores envelhecem e morrem. Os cupins e a poluição também provocam a morte prematura das árvores. E árvore morta, um dia tomba. Mas o homem tem também sua parcela de culpa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para liberar a fachada de seus comércios, muitos proprietários fazem podas inadequadas que desequilibram as árvores. Alguns cortam as raízes que estavam quebrando a calçada, tirando sua sustentação, ou sufocam a árvore cimentando em volta do tronco sem deixar nada do solo exposto. A impermeabilização impede a aeração do solo e, consequentemente, das raízes, enfraquecendo a planta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já outros escolhem equivocadamente espécies nativas ou exóticas inapropriadas para áreas pequenas como quintais e calçadas. Conclusão: essas árvores não suportam as rajadas de vento e caem pesadamente sobre o que estiver embaixo, na maioria das vezes, carros estacionados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se você deseja ter e manter uma árvore embelezando e refrescando o seu ambiente, saiba que pode contar com ajuda habilitada. Por exemplo, o corte e a poda de árvores na cidade de São Paulo podem ser solicitados à Prefeitura pelo telefone 156 ou pelo site prefeitura.sp.gov.br.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os viveiros Manequinho Lopes (no Parque do Ibirapuera), Arthur Etzel (Parque do Carmo) e Harry Blossfeld (Parque Cemucam, em Cotia), produzem mudas de várias espécies nativas de árvores, palmeiras, arbustos e herbáceas que, além de suprir as necessidades dos parques e áreas verdes municipais, são também fornecidas para munícipes pelo programa de arborização e ajardinamento. Há cerca de 200 espécies de árvores nativas das matas paulistanas nesses viveiros, onde é possível obter mudas e orientação de como e onde plantá-las, afinal, existe a árvore certa para o local adequado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O flamboyant, por exemplo, é recomendado apenas para áreas grandes, pois chega a até dez metros de altura e tem raízes superficiais, então uma boa opção para quem gosta da espécie é plantar o também ornamental flamboyanzinho, que é menor e com raízes que não dão problemas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E se desejar aprofundar-se no assunto, você pode fazer um curso de jardinagem ou de recursos paisagísticos na Escola Municipal de Jardinagem no Parque do Ibirapuera. Se cuidarmos bem das nossas árvores, elas suportarão melhor as intempéries do clima paulistano.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Rss&lt;/div&gt;</description><link>http://sidneytobiasdesouza.blogspot.com/2012/03/por-que-as-arvores-caem_717.html</link><author>noreply@blogger.com (Sidney Tobias)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2194949501950530135.post-6702460204951592895</guid><pubDate>Fri, 30 Dec 2011 17:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-06-30T07:02:33.187-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ecoconvivência</category><title>O resíduo do resíduo tem serventia</title><description>Cinzas do bagaço de cana-de-açúcar geram novos produtos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Brasil é um destacado produtor de etanol derivado da cana-de-açúcar – cerca de 27 bilhões de litros de etanol por ano. O bagaço que sobra no processo de fabricação é, quase todo, queimado em caldeiras e o vapor usado para gerar energia elétrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E o que se faz com a cinza do bagaço da cana-de-açúcar, cujo volume anual é estimado em quatro milhões de toneladas? Pesquisadores brasileiros estão propondo uma destinação econômica e ambientalmente viável para esses rejeitos. Por exemplo, aproveitá-los como insumo na fabricação de argamassa e concreto para uso na construção civil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A proposta do pesquisador da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Almir Sales, é substituir 30% a 50% em massa da areia natural pela cinza do bagaço de cana na produção. Segundo o pesquisador, essa mistura não apenas preserva as características físicas e mecânicas de um concreto de boa qualidade, mas também traz benefícios. &amp;nbsp;“Nessa faixa de substituição, o concreto feito com cinzas pode ter um ganho de resistência 20% superior ao concreto convencional”. Além disso, esse tipo de concreto utilizará menos areia, diminuindo o impacto ambiental nos leitos dos rios, de onde é retirada. O concreto feito com cinzas de bagaço poderá ser empregado na fabricação de guias, sarjetas e bocas de lobo. “Várias prefeituras já trabalham com aplicação de outros resíduos para produção de artefatos de concreto”, ele acrescenta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As pesquisas do físico Silvio Rainho Teixeira, da Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade Estadual Paulista (Unesp), renderam pelo menos três aplicações para o rejeito: a produção de briquetes, de fritas e de vitrocerâmicas (cerâmicas vítreas).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Briquetes&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Produto feito de pó de carvão da cinza que é prensado e serve como alternativa ao carvão vegetal comum. Os briquetes apresentam maior densidade e poder calorífico igual ou superior ao do carvão de madeira. Podem ter aplicação industrial ou residencial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Fritas&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Insumo semelhante a um vidro que se quebra em pedaços muito pequenos e é usado para fazer o acabamento vitrificado de peças cerâmicas como pisos, azulejos e vasos, entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Vitrocerâmicas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Material produzido a partir da cristalização controlada de materiais vítreos. Panelas e tampas de “vidro” de fogão elétrico são exemplos de utensílios vitrocerâmicos transparentes. As vitrocerâmicas apresentam propriedades importantes, como dureza superior à das pedras naturais, absorção zero de água e menor densidade. Por isso são usadas como revestimento interno e externo de edificações.&lt;br /&gt;
Segundo Teixeira, o primeiro passo para a formulação desses novos produtos é a separação da fração orgânica da inorgânica das cinzas do bagaço. Os briquetes são fabricados a partir da porção orgânica, enquanto as fritas e as vitrocerâmicas utilizam a parte inorgânica, que é rica em dióxido de silício (SiO2), matéria-prima dos vidros mais comuns.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já o engenheiro químico paulista Leonardo Glidiz, pesquisando as cinzas a fim de desenvolver fertilizantes, derrubou o composto na roupa e no chão. “Observei que o composto havia deixado marcas fortes, difíceis de sair”, recorda Glidiz. O material foi para análise e, assim, o negro de fumo orgânico foi inventado. Negro de fumo é um insumo presente em pneus, artigos de borracha, tintas, vernizes e adubo, entre outros produtos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essas pesquisas mostram que é possível um reaproveitamento de resíduos significativo e economicamente viável. O que não tem mais utilidade para nós pode servir para alguém, ou então pode ser reciclado, proporcionando a diminuição do uso de recursos naturais, o que é bom para o ambiente e para todos nós.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Rss&lt;/div&gt;</description><link>http://sidneytobiasdesouza.blogspot.com/2011/12/o-residuo-do-residuo-tem-serventia.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2194949501950530135.post-4712552790425867663</guid><pubDate>Tue, 06 Sep 2011 19:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-06-30T07:02:33.180-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ecoconvivência</category><title>BONS VENTOS GERAM BOA ENERGIA</title><description>O Brasil detém um dos maiores potenciais de correntes de vento do mundo &lt;br /&gt;Os bons ventos do Nordeste ajudam o jangadeiro, amenizam o calor e geram energia eólica, considerada uma das fontes energéticas mais limpas, abundantes e renováveis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem esteve há pouco no Ceará ou no Rio Grande do Norte, provavelmente observou as altas torres brancas, com aproximadamente 110 metros de altura e enormes hélices, que captam a força dos ventos para geração de energia eólica. Esses estados têm duas vezes mais capacidade de geração que a Alemanha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo os especialistas da área, ventos a partir de 21,6 km/h, presentes por cerca de cinco horas por dia, são viáveis para aproveitamento. O Brasil, com terrenos e ventos em abundância, na Chapada Diamantina, no sul do País, mas sobretudo no litoral nordestino, poderia aproveitar melhor esse recurso. Possuímos um dos maiores potenciais de correntes de vento do mundo, 143.000 MW, mas somente 930 megawatts (0,65%) do que poderia ser explorado se aproveita atualmente. Por outro lado, 77% da energia consumida no Brasil é gerada a partir de hidrelétricas e menos de 1% é eólica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem quer saber mais, o atlas do potencial eólico brasileiro pode ser consultado no site do Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Cepel) &lt;a href="http://www.cresesb.cepel.br"&gt;www.cresesb.cepel.br&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perspectivas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a implementação do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica (Proinfa) pelo governo federal, uma atenção especial passou a ser dada ao Nordeste, região cujas condições naturais de relevo, clima, constância e força dos ventos sem muita turbulência são favoráveis à produção de energia eólica. No Brasil há cinquenta parques eólicos em operação e 35 sendo construídos, que devem garantir mais um gigawatt na rede de transmissão nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; A média mundial de geração de energia de uma turbina de um megawatt é aproximadamente 27% da capacidade plena por ano. A média brasileira chega a 50%. Por tudo isso, o Brasil tornou-se a bola da vez, atraindo os maiores investidores mundiais para os leilões de energia eólica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir de 2020, passaremos a pagar pelas emissões de gás carbônico, o que certamente influenciará favoravelmente as decisões de investimentos na geração da energia dos ventos. Segundo um estudo da Secretaria de Infraestrutura do Ceará, o estado evitará, por ano, o equivalente à emissão de um milhão de toneladas de dióxido de carbono (o maior vilão do aquecimento global) quando tiver com sua capacidade total de geração instalada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em todo o País, onde há bons ventos, pequenas turbinas podem ser instaladas em empresas, como hotéis, por exemplo, para suprir a energia elétrica consumida em seus centros de convenções, restaurantes, espaços de lazer, inclusive com um bom retorno de marketing.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar desse momento favorável à energia eólica, com leilões concorridos e a previsão de multiplicação da geração por 14 ao longo desta década, nada indica que se abrirá mão das fontes tradicionais de fornecimento. A matriz hidrelétrica ainda é prioritária para o governo, que tem investido em obras de médio e grande porte na região amazônica, mesmo com tensões sociais e críticas em função do impacto ambiental que têm provocado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Custo ambiental&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Líderes comunitários das localidades onde parques eólicos foram construídos denunciaram, junto ao Ministério Público Federal, problemas relacionados a sua instalação, como o aterramento de lagoas, interferências em aquíferos, a devastação de dunas, a destruição de casas e os conflitos com comunidades de pescadores. Parte do litígio resulta da decisão de aproveitar a altitude das dunas para potencializar a captação dos ventos mais intensos, considerando-se apenas as vantagens econômicas, ignorando os custos ambientais. As comunidades locais não tiveram nem o benefício da energia elétrica e suas casas continuam sem luz, pois toda a energia gerada é vendida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De maneira geral, qualquer obra gera impacto durante sua instalação. Cientes desse fato, em relação aos parques eólicos, os projetos futuros devem fazer o possível para evitar ou minimizar seus efeitos negativos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Rss&lt;/div&gt;</description><link>http://sidneytobiasdesouza.blogspot.com/2011/09/bons-ventos-geram-boa-energia.html</link><author>noreply@blogger.com (Sidney Tobias)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2194949501950530135.post-68031857388372375</guid><pubDate>Wed, 24 Aug 2011 17:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-06-30T07:02:33.190-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ecoconvivência</category><title>O SOL É PARA TODOS</title><description>A energia solar é limpa, renovável e se difunde democraticamente pelo planeta
&lt;br /&gt;Moramos em um país tropical, abençoado por Deus, bonito por natureza e onde o sol brilha intensamente o ano inteiro. Tanto é que um estudo do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) concluiu que o valor da irradiação solar média no país é de 5,0 kWh/m²dia, praticamente igual ao valor máximo observado na Europa, ou seja, a nossa média é igual ao melhor dia de sol deles. Não é à toa que dizem em Londres: “Tomara que o verão deste ano seja como o do ano passado que caiu num domingo”. 
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Mas, infelizmente, o Brasil não faz pleno uso desse recurso natural. Eu me recordo que, alguns anos atrás, em férias, na cidade baiana de Porto Seguro, houve um apagão. Na pousada onde eu estava nada mudou, pois eles dispunham de células fotovoltaicas, que transformam a energia solar em energia elétrica, iluminando os apartamentos, aquecendo a água dos chuveiros etc.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Usando esse tipo de células, nossas casas podem ser, não só consumidoras, mas produtoras de eletricidade. Imagine produção de energia sem ruídos, descentralizada e, por isso, menos vulnerável aos apagões. Ótimo, não acham? 
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;A tecnologia para um aquecedor solar é simples e viável economicamente. Já o aproveitamento da energia fotovoltaica ainda é caro e pouco competitivo com as demais fontes de energia. Ainda assim, nas últimas duas décadas, seu uso teve um crescimento anual mundial entre 20% e 25%, graças a incentivos governamentais, aumento da eficiência dos painéis solares (células fotoelétricas), economia de escala e a consequente queda no preço dos painéis e dos demais equipamentos. Os arquitetos também podem contribuir para consolidar o uso da energia solar criando projetos que valorizem a luz do sol e que aproveitem mais os raios solares para a calefação.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Projetos inovadores
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Na Espanha, uma grande usina solar usa uma tecnologia interessante. Grandes espelhos direcionam a luz do sol para aquecer a água, que se transforma em vapor e move turbinas, gerando energia elétrica. 
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;O suíço Bertrand Piccard idealizou e já testou o Solar Impulse, um avião movido exclusivamente a energia solar. Piccard pretende fazer uma viagem ao redor do mundo em 2012. Outra volta ao mundo acontecerá ainda em 2011, em um barco solar desenvolvido na Alemanha, um catamarã de 30 metros de comprimento, o maior barco movido a energia fotovoltaica do mundo. 
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Aliás, Amyr Klink, na sua primeira travessia do oceano Atlântico, a bordo do Parati, precisou apenas de dois grupos de baterias, que eram carregadas por painéis solares, para fazer funcionar durante 100 dias seus equipamentos eletroeletrônicos: radiotransmissor, calculadora, gravador, receptor, dois carregadores para os rádios VHF, iluminação da bússola e luzes de emergência. “Mesmo nos dias nublados, o rendimento, com a simples claridade do dia, era surpreendente, e, sobretudo, quando havia mormaço, acompanhava pelo miliamperímetro o incrível aumento de rendimento. Estava com dois painéis, quando, na verdade, necessitaria apenas de meio para suprir minhas necessidades”, Klink registrou no livro Cem dias entre céu e mar. 
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Com as usinas nucleares em cheque devido ao acidente no Japão e com a crescente demanda por energia limpa e renovável, investir nessa área é um excelente negócio. Os chineses, atentos a essa tendência, se tornaram os maiores fabricantes de placas solares e de turbinas eólicas. 
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Será uma péssima decisão estratégica se o Brasil desconsiderar todo esse potencial existente aqui. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Rss&lt;/div&gt;</description><link>http://sidneytobiasdesouza.blogspot.com/2011/08/o-sol-e-para-todos_24.html</link><author>noreply@blogger.com (Sidney Tobias)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2194949501950530135.post-3269546992754329704</guid><pubDate>Wed, 27 Apr 2011 19:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-06-30T07:02:33.174-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ecoconvivência</category><title>MOBILIDADE SEM POLUIÇÃO</title><description>Carros elétricos, híbridos ou com células de hidrogênio já são realidade&lt;br /&gt;Diante dos sérios problemas climáticos causados pela poluição ambiental, a indústria automobilística, pressionada por governos e consumidores, busca alternativas economicamente viáveis para substituir os veículos de motor convencional – carros elétricos, movidos a células de hidrogênio, ou veículos híbridos são as opções oferecidas. Mas nenhuma delas é ainda perfeita. Vejamos por quê. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carros elétricos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O motor elétrico tem maior eficiência energética em relação ao motor à combustão interna, o que diminui a emissão de gases de efeito estufa. Mas são alimentados por baterias de células de íon de lítio, que, além de pesadas, encarecem o veículo. Além disso, a autonomia de uma bateria é, em média, de apenas 70 km, ou seja, a cada hora de estrada é preciso parar o carro para recarregá-la. Por outro lado, o custo de operação e de manutenção do carro elétrico é muito menor do que o do carro convencional. Aqui no Brasil, com incentivo governamental, como acontece em outros países, seu valor de compra não seria tão elevado quanto é hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À base de hidrogênio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um ônibus movido a hidrogênio tem sido testado numa linha de 33 km, que liga São Paulo a municípios do ABC paulista. Montado no Brasil com financiamento do Fundo Global para o Meio Ambiente, agência ligada ao Banco Mundial que financia iniciativas de desenvolvimento sustentável em vários países, esses veículos são extremamente vantajosos por serem silenciosos e não emitirem poluentes. Lançam no ambiente apenas vapor d’água que, além de umidificar o ar, não provoca doenças respiratórias. O hidrogênio é barato e até já inventaram uma máquina que possibilita sua produção na garagem de casa. Mas, infelizmente, os motores movidos a células de hidrogênio ainda são muitíssimo caros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com motores híbridos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O motores híbridos, que funcionam com combustível e energia elétrica, são uma alternativa interessante, do ponto de vista econômico e ambiental. Em baixa velocidade, como nos centros urbanos, por exemplo, funciona o motor a propulsão de energia elétrica. Nas rodovias, em velocidade elevada, funciona o motor à combustão. Na maioria dos modelos, não é preciso carregar as baterias através de tomadas elétricas, como nos carros elétricos, pois, quando o motor a gasolina/etanol está em operação, as baterias do veículo são carregadas. Sua tecnologia contribui para reduzir o gasto de combustível e as emissões atmosféricas, pois, quando o veículo para em um semáforo ou em um congestionamento, o motor desliga automaticamente e volta a ligar assim que necessário por meio da energia das baterias. Além disso, quando há desaceleração, em uma descida ou em uma frenagem, a energia cinética é aproveitada para carregar as baterias. Em minha opinião, os híbridos são a opção do momento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale lembrar que os veículos de hoje, com motor a combustão interna, possuem o mesmo tipo de propulsão dos modelos desenvolvidos no século 18. As emissões atmosféricas que geram são diretamente proporcionais ao seu alto consumo de combustível. Também desperdiçam muita energia, quer pelo aquecimento excessivo do motor, quer pela massa excessiva do veículo. Por exemplo, cerca de 95% da energia aproveitada é usada para mover o veículo e não quem está sendo transportado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, é urgente o investimento na redução da massa dos veículos, como em carrocerias feitas com compostos de carbono, para, em seguida, desenvolver formas de propulsão mais eficazes e de menor impacto ao meio ambiente.  Chega a ser um absurdo desenvolver um carro alternativo sem considerar seu peso e eficiência aerodinâmica. O veículo certamente terá baixíssima autonomia e pouca eficácia energética, acabando por mostrar-se inviável.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Rss&lt;/div&gt;</description><link>http://sidneytobiasdesouza.blogspot.com/2011/04/mobilidade-sem-poluicao_27.html</link><author>noreply@blogger.com (Sidney Tobias)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2194949501950530135.post-1194633587924815575</guid><pubDate>Tue, 15 Mar 2011 18:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-06-30T07:02:33.155-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Audiodescrição</category><title>Audiodescrição - Transformando Imagens Em Palavras</title><description>&lt;b&gt;Audiodescrição - poucas e precisas palavras&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"A arte deve antes de tudo e em primeiro lugar embelezar a vida."&lt;br /&gt;
Friedrich Nietzsche&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Altura, largura e profundidade. Quanta coisa pode haver no espaço tridimensional de um palco de teatro. Não se trata apenas de verbalização por atrizes e atores de textos de renomados dramaturgos como Gil Vicente, Bertold Brecht, Sófocles ou Shakespeare. É muito mais. É a interação com o cenário, é o nosso imaginário convidado pelos figurinos a se transportar para a época ou o local da trama. São emoções derramadas a nossa frente, mas não apenas por palavras, também no gesto contido, expansivo ou abrupto. Na expressão facial, no semblante. E eu, que de teatro gosto e teatro fiz, embora não mais pudesse ver uma cena, contentava-me em ouvi-la. Sim, ouvir as emoções, ouvir os movimentos. Mas algo sempre me faltava para um pleno entendimento. O público reagia, se manifestava, e eu, em pensamento, perguntava: o que terá acontecido? Uma piada gestual? Uma entrada sorrateira? &lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://dl.dropbox.com/u/10004244/Blog/Livro/Audiodescri%C3%A7%C3%A3o%20-%20Transformando%20Imagens%20em%20Palavras.pdf" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;" target=_blank&gt;&lt;img border="0" height="320" src="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhYOcM1HPbMasrAx5v_TtQ1IcXI8x3V5NpzN43UByWeObCRPLggXjyBqq9cyn9lxcFqDxtsEXRHGc6OrVkIXOcdMq4fxalq3JoRDPkzo6KsNbjPCfQ46zTKNENOOHNj12cKgwwNBdnLDjg-/s1600/capa-livro.jpg" width="225" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para exemplificar, pense na paisagem mais bela vista por você ao vivo e a cores. Agora imagine essa mesma paisagem estampada em uma foto. Por mais fidedigna que a imagem seja, não é a mesma coisa. Falta uma dimensão. &lt;br /&gt;
Pois é, fui convidado um dia a assistir a uma peça teatral com audiodescrição. Chegando, surpresa! Além de receber em braille a ficha técnica com sinopse, tive a oportunidade de subir ao palco para conhecer o cenário. Isto foi excelente, pois durante a peça, eu não imaginava apenas atores se movimentando num espaço vazio com um fundo branco. Agora, havia cores, havia objetos. E isto já faz grande diferença. Graças à descrição detalhada dos personagens feita ainda antes da peça, as vozes tinham formas mais definidas. Eram gordas outras magras, sorridentes, sisudas, calvas, cabeludas, simples e ornamentadas. Mas o melhor ainda estava por vir. Conforme se desenvolvia a trama, passei a ver os personagens ora pegando um objeto, ora sorrindo para o outro. Se agachando, se levantando, ou seja, passei a ver os movimentos em cena... Não! Não por um milagre, mas pelo trabalho perito dos audiodescritores.&lt;br /&gt;
Como disse Thomas Jefferson: "O mais valioso de todos os talentos é aquele de nunca usa duas palavras quando uma basta". E assim, de forma talentosa, com poucas palavras, mas precisas, os audiodescritores me faziam ver o que eu não podia e ouvir o que não estava sendo dito verbalmente mas pela linguagem gestual, pela expressão corporal, pela emoção estampada no rosto dos atores. E eu ia curtindo cada momento. Evidentemente nem tudo que acontece em cena pode ser descrito em tempo real, senão atrapalha, sobrepõe a fala dos personagens. Mas como o verdadeiro artista sempre simplifica, e para mim a audiodescrição é uma arte, de forma simples e direta eles faziam chegar aos meus fones de ouvido o essencial para compor o meu entendimento. Foi show. &lt;br /&gt;
Depois dessa experiência inicial, fiz questão de assistir a outras peças, filmes e à primeira ópera com audiodescrição no Brasil. Eu, particularmente, sou assíduo frequentador de eventos culturais mas, agora com audiodescrição, as coisas mudaram. Eu aproveito mais o que me é oferecido, compreendo com mais facilidade sem ter que fazer perguntas a quem está comigo. Enfim, tem sido mais prazeroso assistir a tais eventos. Meu desejo é que se multipliquem, se espalhem, que se consolide por aqui esta ideia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Para download do livro clique &lt;a href="http://dl.dropbox.com/u/10004244/Blog/Livro/Audiodescri%C3%A7%C3%A3o%20-%20Transformando%20Imagens%20em%20Palavras.pdf" target=_blank&gt;&lt;b&gt;aqui&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; ou na imagem.&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Rss&lt;/div&gt;</description><link>http://sidneytobiasdesouza.blogspot.com/2011/03/audiodescricao-transformando-imagens-em.html</link><author>noreply@blogger.com (Sidney Tobias)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" height="72" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhYOcM1HPbMasrAx5v_TtQ1IcXI8x3V5NpzN43UByWeObCRPLggXjyBqq9cyn9lxcFqDxtsEXRHGc6OrVkIXOcdMq4fxalq3JoRDPkzo6KsNbjPCfQ46zTKNENOOHNj12cKgwwNBdnLDjg-/s72-c/capa-livro.jpg" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2194949501950530135.post-8870843112924360556</guid><pubDate>Tue, 21 Dec 2010 15:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-06-30T07:02:33.200-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ecoconvivência</category><title>É HORA DE TROCAR</title><description>Mudança de hábitos e energia limpa são alternativas para o petróleo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 20 de abril deste ano, aproximadamente 500 milhões de barris de petróleo jorraram no mar, ao longo de quase três meses, com a explosão e o posterior afundamento de uma plataforma da petroleira britânica British Petroleum. O vazamento, no sul dos EUA, se expandiu pelo golfo do México, provocando grande mortandade de aves, peixes e animais marinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa tragédia ambiental, a maior na história dos EUA, chamou a atenção do mundo para a necessidade de planos de contingência que impeçam ou minimizem situações similares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente, ainda temos grande dependência de combustíveis fósseis, o que contribui significativamente também para o aumento da temperatura terrestre. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o crescimento econômico global ocorrido nos últimos anos, surgiu uma nova classe média mundial. Um terço da população da Terra tornou-se consumidor voraz, o que nos aproximou perigosamente do ápice da produção mundial de petróleo. O preço desse combustível chegou a aumentar em 400% e, segundo previsões da International Energy Agency, que presta orientação política para assuntos de energia aos seus países-membros, o barril de petróleo custará 100 dólares em meados de 2015 e 200 dólares em 2030. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O professor e ativista, Jeremy Rifkin, especialista em política energética, afirma que “o valor do petróleo repercute em todos os bens de consumo. Comida, roupas, carros, papel, todo produto que consumimos hoje tem seu valor pressionado pelo combustível. Com o petróleo muito caro, os preços sobem tanto que a economia do planeta inteiro se contrai. O poder de compra diminui, as fábricas fecham as portas, pessoas perdem o emprego. Aí reside um dos principais argumentos sobre a necessidade de novas fontes de energia”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a mudança dessa matriz energética é preciso investir em fontes de energia renováveis e limpas, como a solar, a eólica, de biomassa, e estimular a mudança de atitude dos bilhões de habitantes deste planeta em relação ao consumo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Por aqui e no mundo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anualmente, o Brasil consome 12 bilhões de sacolas plásticas e cada um de nós utiliza aproximadamente 66 sacos por mês. Pesquisas estimam que existam cerca de 500 bilhões de sacos plásticos no mundo, entupindo bueiros, poluindo o ambiente, matando tartarugas, peixes e outros animais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ministério do Meio Ambiente vem promovendo campanhas nacionais para reduzir o consumo de sacolas plásticas, orientando a população a recusá-las sempre que possível e reutilizá-las, fazendo com que a indústria do plástico, que é um derivado do petróleo, se mobilize na geração de outro tipo de material. Uma recente parceria entre a Braskem e o Laboratório Nacional de Biociências (LNBio), em Campinas, tem por objetivo o desenvolvimento de um plástico verde, produzido com etanol de cana-de-açúcar, economicamente competitivo e sustentável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Rússia, cientistas da Universidade Medelevev, em Moscou, desenvolveram uma técnica de reciclagem que permite a produção de um litro de gasolina a partir de um quilo de sachês de plástico reciclado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Alemanha reduziu drasticamente sua dependência do petróleo. Metade da energia solar existente no mundo é produzida lá. Além disso, o governo alemão tem dado incentivos à produção de carros elétricos que devem resultar na produção de um milhão de veículos desse tipo no país até 2020.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Rss&lt;/div&gt;</description><link>http://sidneytobiasdesouza.blogspot.com/2010/12/e-hora-de-trocar.html</link><author>noreply@blogger.com (Sidney Tobias)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2194949501950530135.post-7393371889973578508</guid><pubDate>Tue, 21 Dec 2010 15:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-06-30T07:02:33.192-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Outras Matérias</category><title>O QUE AS ELEIÇÕES EXPUSERAM</title><description>Nos dias 3 e 31 de outubro, os brasileiros escolheram, por voto direto, os novos governantes e parlamentares estaduais e federais, inclusive o Presidente da República, que assumem em 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As urnas eletrônicas que, desde 1996, fazem a coleta dos votos, estavam instaladas em salas de aula de instituições de ensino públicas e particulares, nas seções definidas pela Justiça Eleitoral. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que se constata, pleito após pleito, é que muitos eleitores com deficiência física ou com mobilidade reduzida não conseguem chegar às seções eleitorais porque o imóvel dessas escolas não atende as normas de acessibilidade. Por conta disso precisam, literalmente, ser carregados escada acima e abaixo. Tentando ajustar tal situação, no mínimo constrangedora, essas pessoas podem solicitar ao Tribunal Superior Eleitoral a transferência de seu título para uma seção acessível no mesmo local, até cinco meses antes da eleição. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa realidade nos faz refletir sobre a educação inclusiva. Muito se fala a respeito da sua importância. Mas ela existe na prática? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Constituição Federal, no artigo 208, alínea III, estabelece o direito de as pessoas com necessidades especiais receberem educação preferencialmente na rede regular de ensino. Mas as eleições têm mostrado que esse direito é negado já no portão de entrada das escolas. Isso é preocupante. Afinal, as eleições acontecem de dois em dois anos. Já um ano letivo tem 200 dias, o que pode obrigar um estudante em cadeira de rodas a ser carregado pelo menos 400 vezes por ano pelos professores ou funcionários para chegar ou sair da sala de aula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se ele não consegue estudar na escola próxima de sua residência por falta de elevadores ou de rampas, cabe perguntar se realmente as autoridades públicas estão preocupadas com sua inclusão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 9 de julho de 2008, o Brasil ratificou, com status de emenda constitucional, a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. Entre outros direitos, ficou estabelecido o de pleno acesso à educação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O artigo 12 elucida sobre a igualdade diante da lei. Seu parágrafo 2º diz que “os Estados Partes deverão reconhecer que as pessoas com deficiência têm capacidade legal em igualdade de condições com as demais pessoas em todos os aspectos da vida”. Já o parágrafo 3º afirma que “os Estados Partes deverão tomar medidas apropriadas para prover o acesso de pessoas com deficiência ao apoio que necessitarem no exercício de sua capacidade legal”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É então uma obrigação constitucional do Estado garantir o exercício pleno desses direitos. E o direito à educação é básico, fundamental para a cidadania e para o desenvolvimento pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez esteja na hora de praticar o discurso em todos os seus aspectos. Então, em lugar de serem criadas seções eleitorais adaptadas, por que não tornar todas as instituições de ensino adaptadas? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pergunta é nossa. A resposta está com os governantes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sidney Tobias de Souza, Diretor-Secretário da Adeva&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Rss&lt;/div&gt;</description><link>http://sidneytobiasdesouza.blogspot.com/2010/12/o-que-as-eleicoes-expuseram.html</link><author>noreply@blogger.com (Sidney Tobias)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2194949501950530135.post-291203147036033572</guid><pubDate>Tue, 21 Dec 2010 15:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-06-30T07:02:33.168-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Sidney na Imprensa</category><title>Jornalistas Cegos</title><description>Embora os jornalistas usem muito o sentido da visão ao interpretarem e guardarem na memória os fatos a serem reportados, os cegos também podem ter grande sucesso nessa profissão. Álvaro Zermiani, estudante cego de Jornalismo da UNISUL (em Florianópolis), conta que os cegos, ao desenvolverem mais o sentido da audição, podem lembrar melhor o que as pessoas disseram em entrevistas ou no cotidiano. Também detectam melhor oscilações nas vozes dos outros, descobrindo como eles estão emocionalmente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A cegueira não é de todo ruim nessa profissão", diz ele, "pois a visão é um sentido que distrai facilmente: quem enxerga está sempre atento a qualquer movimento ou barulho externo ao plano de observação do jornalista. Os cegos podem, portanto, se concentrar mais, captando informações que passam despercebidas a seus colegas de trabalho". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Nem todos, porém, desenvolvem tanto a audição", como declara o cego &lt;b&gt;Sidney Tobias de Souza&lt;/b&gt; num fórum da internet. Referindo-se às declarações de Zermiani, diz ele: "Não vejo nada e não tenho super audição. E vivem me cobrando isso. Dá pra parar? Eu só quero ser normal". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo assim, nada impede um cego de ser jornalista. O site "Boletim", da UFMG, em matéria sobre o ex-aluno cego Edson Batista Júnior, formado em Jornalismo, diz que para se fazer jornalismo é necessário enxergar com o coração, não necessariamente com os olhos. Edson declara nunca ter deixado de fazer nada por culpa da deficiência. Foi militante, graduou-se, deu aulas de inglês, fez cursos de computação e é um "internético": com ajuda dos programas Dosvox e Virtual on-line (ver abaixo "Ledores de tela") usufrui da web como qualquer outro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente Edson trabalha como repórter da revista mensal "Pé na rua" da cidade de Betim-MG. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=http://www.jorwiki.usp.br/gdmat08/index.php/As_m%C3%A3os_como_linguagem:_cegos,_surdos_e_mudos&gt;Leia Mais&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Rss&lt;/div&gt;</description><link>http://sidneytobiasdesouza.blogspot.com/2010/12/jornalistas-cegos.html</link><author>noreply@blogger.com (Sidney Tobias)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2194949501950530135.post-5742174301631846133</guid><pubDate>Tue, 21 Dec 2010 15:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-06-30T07:02:33.182-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Sidney na Imprensa</category><title>ABNT cria grupo de trabalho para elaborar norma de audiodescrição</title><description>Em reunião realizada no último dia 23 de junho, no Centro de Controle Operacional do Metrô de São Paulo, a Comissão de Estudos de Acessibilidade na Comunicação da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) formalizou a criação de um novo grupo de trabalho que terá como objetivo a discussão do projeto de uma futura norma de audiodescrição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a norma UNE XXXXXX, da Espanha, a audiodescrição é definida como:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Serviço de apoio a comunicação que consiste em um conjunto de técnicas e habilidades aplicadas, com o objetivo de compensar a carência de captação da parte visual contida em qualquer tipo de mensagem, fornecendo uma adequada informação sonora que a traduz ou explica, de modo que o possível receptor com deficiência visual perceba aquela mensagem como um todo harmônico e da forma mais parecida de como a percebe uma pessoa que vê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerado um importante recurso de acessibilidade para pessoas com deficiência, a audiodescrição se aplica em todas as situações em que a informação visual e a informação falada se complementam: produções cinematográficas, espetáculos teatrais, programas de televisão, eventos esportivos, exposições de arte, passeios turísticos, em sala de aula, palestras, dentre outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Uma técnica que permite transformar aquilo que se vê naquilo que se ouve" para alguns, "a arte de transformar imagens em palavras" para outros, a antítese do ditado "uma imagem fala mais que mil palavras" para quem se beneficia do recurso, a audiodescrição possibilita a inclusão de pessoas com deficiência e materializa a acessibilidade na comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comissão de estudos é coordenada pela arquiteta Maria Beatriz Barbosa e secretariada pela arquiteta Roberta Medeiros Albuquerque. O grupo de trabalho será coordenado por &lt;b&gt;Sidney Tobias de Souza&lt;/b&gt;, analista de sistemas da Prodam-SP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com &lt;b&gt;Sidney&lt;/b&gt;, as discussões deverão se concentrar em aspectos relativos à produção de roteiros de audiodescrição, sua inserção em produtos audiovisuais e nas formas como pode ser disponibilizada para o público. De acordo com Paulo Romeu, um dos colaboradores do grupo de trabalho, a expectativa é de que o texto base da norma esteja pronto para ser publicado como Norma Brasileira pela ABNT dentro de um ano, coincidindo com o prazo estipulado pelo Ministério das Comunicações para o início das transmissões de programação com audiodescrição pelas emissoras brasileiras de televisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=http://www.portaldeacessibilidade.rs.gov.br/portal/index.php?id=noticias&amp;cod=952&gt;Leia Mais&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Rss&lt;/div&gt;</description><link>http://sidneytobiasdesouza.blogspot.com/2010/12/abnt-cria-grupo-de-trabalho-para.html</link><author>noreply@blogger.com (Sidney Tobias)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2194949501950530135.post-1739974730408332016</guid><pubDate>Mon, 20 Dec 2010 16:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-06-30T07:02:33.162-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Videos</category><title>Canais abertos com sinal digital devem oferecer o recurso da audiodescrição</title><description>&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/965L-I0GTgg?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/965L-I0GTgg?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Rss&lt;/div&gt;</description><link>http://sidneytobiasdesouza.blogspot.com/2010/12/canais-abertos-com-sinal-digital-devem.html</link><author>noreply@blogger.com (Sidney Tobias)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2194949501950530135.post-1516039932004202944</guid><pubDate>Mon, 20 Dec 2010 16:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-06-30T07:02:33.157-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Videos</category><title>Iguais na diferença</title><description>&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/6K2BwF4mDrU?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/6K2BwF4mDrU?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Rss&lt;/div&gt;</description><link>http://sidneytobiasdesouza.blogspot.com/2010/12/iguais-na-diferenca.html</link><author>noreply@blogger.com (Sidney Tobias)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2194949501950530135.post-4112875460672890209</guid><pubDate>Mon, 20 Dec 2010 16:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-06-30T07:02:33.177-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Videos</category><title>CineSesc</title><description>&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/WuSeAFbAjzs?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/WuSeAFbAjzs?fs=1&amp;amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Rss&lt;/div&gt;</description><link>http://sidneytobiasdesouza.blogspot.com/2010/12/cinesesc.html</link><author>noreply@blogger.com (Sidney Tobias)</author><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>