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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;Ak8DQXs-eCp7ImA9WhRUFks.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1184368791706552742</id><updated>2012-01-27T10:54:30.550-02:00</updated><category term="eliane brum" /><category term="Lacan" /><category term="Literatura" /><category term="Revista Energia" /><category term="Fotos" /><category term="Informação" /><category term="Poesia" /><category term="Fabrício Carpinejar" /><category term="Mulher" /><category term="Videos" /><category term="Artes" /><category term="Infância" /><category term="Tati Bernardi" /><category term="Frases" /><category term="Lewis Carroll" /><category term="Diego" /><category term="Nasio" /><category term="Entrevistas" /><category term="Lya Luft" /><category term="Psicologia" /><category term="Histeria" /><category term="Eventos" /><category term="Contos" /><category term="Humor" /><category term="André Gorz" /><category term="Oscar Wilde" /><category term="Sofia" /><category term="Martha Medeiros" /><category term="Jorge Forbes" /><category term="Erica Jong" /><category term="Devaneios" /><category term="Anais Nin" /><category term="Millôr Fernandes" /><category term="Blog amigo" /><category term="Sartre" /><category term="Reportagens" /><category term="Chico Buarque" /><category term="Filmes" /><category term="Educação" /><category term="Amor" /><category term="Saude Mental" /><category term="Psicanálise" /><category term="Textos" /><category term="Saude" /><category term="Goethe" /><category term="Mídias" /><category term="Marguerite Duras" /><category term="Saramago" /><category term="Reportagem Mente e Cerebro" /><category term="Eduardo Galeano" /><category term="Homens" /><category term="Clarice Lispector" /><category term="Cecília Meireles" /><category term="Ana Suy Sesarino" /><category term="Colette Soler" /><category term="Filosofia" /><category term="Trechos" /><category term="Pascal" /><category term="Contardo Calligaris" /><category term="Nelson Rodrigues" /><category term="Freud" /><category term="Músicas" /><title>Significantes</title><subtitle type="html">Um blog do "Espaço a" - Instituto de Psicologia e Psicanálise - Curitiba - PR</subtitle><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://significantess.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://significantess.blogspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1184368791706552742/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>Analistas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11587894397829050301</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>2129</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/Significantes" /><feedburner:info uri="significantes" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><feedburner:emailServiceId>Significantes</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><entry gd:etag="W/&quot;DE8FRHozfCp7ImA9WhRVEEs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1184368791706552742.post-3713401021396589901</id><published>2012-01-08T21:52:00.001-02:00</published><updated>2012-01-08T21:53:35.484-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-08T21:53:35.484-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Psicanálise" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Psicologia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Textos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Ana Suy Sesarino" /><title>Sobre o que é moderno e o que... nem tanto</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-dCJ7oOHPOOU/TwoqewnzxyI/AAAAAAAABrQ/OM8n_bUy6lg/s1600/Apple_by_TheDeadManWalking.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://1.bp.blogspot.com/-dCJ7oOHPOOU/TwoqewnzxyI/AAAAAAAABrQ/OM8n_bUy6lg/s400/Apple_by_TheDeadManWalking.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Acho que o mundo atual se divide em dois grandes grupos. O grupo das pessoas que acham que a modernidade é uma maravilha, que nos traz muitos benefícios, como remédio pra dormir, a possibilidade de um corpo perfeito, a internet pra passar o tempo, o iphone com mil funções, etc. E o grupo das pessoas que acham que a modernidade nos traz desorientação, visto que a gente tem tantas coisas pra se distrair que acaba se distanciando de nós mesmos, que os homens não sabem mais ser homens, que as mulheres se perdem em plásticas, silicones, lipoaspirações e tal. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O fato é que, cada vez me incomodo mais com ambas afirmativas. Fico pensando que eu só vivi nesse tempo. Assim, é claro que consigo perceber mudanças radicais no mundo. A internet revolucionou a vida das pessoas, e eu mesma que não nasci com o Google regendo a minha vida, hoje não sei como é que pude viver sem ele antes. Mas me parece que também nós mudamos com o mundo e por isso não podemos fazer críticas imparciais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ontem, assistindo ao programa global “Altas horas”, vi um trecho em que um garoto de mais ou menos 15 anos de idade, na plateia, perguntou ao Caetano Veloso alguma coisa como se ele achava que a música de hoje, por ser muito amorosa, muito melosa (referindo-se à onda dos “coloridos”) perdia alguma coisa em relação à época em que a música era atravessada pela ditadura. Então o Caetano Veloso respondeu algo como que as músicas, desde sempre, falam de amor. E que as coisas mudam, mas não se perdem, que no fim das contas é a mesma coisa, e que o garoto tinha saudade de um tempo que não viveu. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Essa frase me deixou pensativa, porque me parece que temos a tendência de romantizar aquilo que já se foi. O próprio senso-comum diz que só aprendemos a dar valor àquilo que &amp;nbsp;perdemos. Naquele tempo que era bom, a gente diz e se lembra da nossa infância, dos desenhos que víamos na época, dos brinquedos que tínhamos. O interessante aqui é que há coisas que nunca tivemos, mas que romantizamos uma perda, tal qual como se tivéssemos tido, em algum tempo. Aí está o adolescente no Altas Horas que não me deixa mentir. Um menino que não viveu no tempo da ditadura, com saudades dela. E acho que é justamente esse o conceito de falta, saudades de uma coisa que nunca vivemos. Vontade de comer uma coisa que não existe, saudades de alguém que nunca conhecemos. E fica sempre mais fácil distorcer a lembrança de algo que já passou do que distorcer a realidade atual.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;E acho que os nossos discursos, sejam eles a favor ou contra os benefícios da modernidade, não falam da modernidade. Falam é de uma condição humana. Sim, a felicidade que a gente acredita que vai ter quando estamos em algum tempo primitivo da vida, não é mesmo do modo como a gente imaginou. Pois é, dormir, quando a gente tem vários problemas a resolver, pode não ser a coisa mais natural do mundo. É verdade, há mesmo uma ideia de que um corpo feminino bonito é magro e cheio de curvas, e que pouquíssimas mulheres têm a sorte de tê-los naturalmente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas acho que no fundo, são apenas as diferentes formas que temos para lidar com a falta. (Refiro-me aqui ao conceito psicanalítico de que os seres humanos não são completos, mas faltantes) É fato que o mundo está em constante mudança. Mas nós, seres humanos, somos o mundo. Logo, nós mudamos também. E mudam as maneiras de lidarmos com a vida, e mudam as neuroses, e mudam os sintomas. Mas a falta, esta está sempre ali. Esta está sempre aqui. Esta não muda, e acho que no fim das contas, é apenas disso que se trata. Nem boa nem má é a modernidade, é o que temos. Inevitável, assim como nós.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Imagem &lt;a href="http://browse.deviantart.com/?qh=&amp;amp;section=&amp;amp;q=apple#/dl6ggy"&gt;deviantART&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1184368791706552742-3713401021396589901?l=significantess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/niPKfp1qdxsYtAJ32PUfASElObQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/niPKfp1qdxsYtAJ32PUfASElObQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/niPKfp1qdxsYtAJ32PUfASElObQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/niPKfp1qdxsYtAJ32PUfASElObQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Significantes/~4/bECgtW4NUYs" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://significantess.blogspot.com/feeds/3713401021396589901/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1184368791706552742&amp;postID=3713401021396589901&amp;isPopup=true" title="10 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1184368791706552742/posts/default/3713401021396589901?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1184368791706552742/posts/default/3713401021396589901?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Significantes/~3/bECgtW4NUYs/sobre-o-que-e-moderno-e-o-que-nao-e.html" title="Sobre o que é moderno e o que... nem tanto" /><author><name>Ana SS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03361219468801156119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="19" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-jY8NeKzUj6E/Tl-n0BOyszI/AAAAAAAABoc/z7Y3dBHSb94/s220/eu...jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-dCJ7oOHPOOU/TwoqewnzxyI/AAAAAAAABrQ/OM8n_bUy6lg/s72-c/Apple_by_TheDeadManWalking.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>10</thr:total><feedburner:origLink>http://significantess.blogspot.com/2012/01/sobre-o-que-e-moderno-e-o-que-nao-e.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkEDRHk-eyp7ImA9WhRXGU0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1184368791706552742.post-5746668132314225724</id><published>2011-12-26T12:10:00.001-02:00</published><updated>2011-12-26T12:11:15.753-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-26T12:11:15.753-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Trechos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Videos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="eliane brum" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Eduardo Galeano" /><title>Eduardo Galeano</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Se tem um vídeo que merece ser compartilhado, é esse, em que Eduardo Galeano, escritor uruguaio, nos dá tapas e beijos na alma, com suas palavras sobre a vida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://1.gvt0.com/vi/mdY64TdriJk/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/mdY64TdriJk&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/mdY64TdriJk&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Destaco abaixo alguns trechos:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;"Pra que merda viver? Se não for porque acredito em algo melhor que isso que é o que me espera."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;"Os intelectuais me dão pena! Eu não quero ser um intelectual! (...) Os intelectuais são os que divorciam a cabeça do corpo. Eu não quero ser uma cabeça que rola por aí! Eu sou uma pessoa! Sou cabeça, corpo, sexo, barriga, tudo! Mas não um intelectual, esse personagem abominável! Como diza Goya: "A razão cria monstros". Cuidado com quem somente raciocina. Cuidado! Temos que raciocinar e sentir. E quando a razão se separa do coração, comece a tremer. Porque esse tipo pode te levar ao fim da existência humana no planeta. Eu não acredito nisso. Eu acredito nessa fusão contraditória, difícil mas necessária, entre o que se sente e o que se pensa. E se aparece um que só sente, mas não pensa, digo: esse é um sentimental. Mas se for um que só pensa, mas não sente, digo: ai, que medo! Esse é um intelectual! Que coisa espantosa! Uma cabeça que rola. Eu não quero ser uma cabeça."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;"Essa sabedoria não me interessa mais. Me interessa a que combina o cérebro com as tripas. Essa que combina tudo o que somos. Tudo, sem esquecer de nada. Nem barriga, nem o sexo, nada, nada. Nem a cabeça que pensa, que é útil também. Mas cuidado. Porque a cabeça que pensa sozinha...é perigosa."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;"Esse foi o mandamento que Deus esqueceu de dizer: "Serás parte da Natureza. Obedecerás a Natureza da qual fazes parte". Deus se esqueceu porque estava ocupadíssimo. Está em tempo de recuperá-lo."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;(Obs: Cheguei a esse vídeo por recomendação da Eliane Brum, em sua coluna de &lt;a href="http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/noticia/2011/12/rebelioes-intimidades-e-desfechos-imperfeitos.html"&gt;HOJE&lt;/a&gt;, na revista Época.)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1184368791706552742-5746668132314225724?l=significantess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KVHZqZhdP9gVdQjLNmHAjV62dEs/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KVHZqZhdP9gVdQjLNmHAjV62dEs/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KVHZqZhdP9gVdQjLNmHAjV62dEs/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KVHZqZhdP9gVdQjLNmHAjV62dEs/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Significantes/~4/8-8oAloboe8" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://significantess.blogspot.com/feeds/5746668132314225724/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1184368791706552742&amp;postID=5746668132314225724&amp;isPopup=true" title="6 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1184368791706552742/posts/default/5746668132314225724?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1184368791706552742/posts/default/5746668132314225724?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Significantes/~3/8-8oAloboe8/eduardo-galeano.html" title="Eduardo Galeano" /><author><name>Ana SS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03361219468801156119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="19" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-jY8NeKzUj6E/Tl-n0BOyszI/AAAAAAAABoc/z7Y3dBHSb94/s220/eu...jpg" /></author><thr:total>6</thr:total><feedburner:origLink>http://significantess.blogspot.com/2011/12/eduardo-galeano.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEQGQHg9cSp7ImA9WhRXGEs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1184368791706552742.post-108778907951346087</id><published>2011-12-26T00:25:00.001-02:00</published><updated>2011-12-26T00:25:21.669-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-26T00:25:21.669-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Saude" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Psicanálise" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Reportagens" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Psicologia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Saude Mental" /><title>Britânica relata como psicose pós-parto a levou a ser internada</title><content type="html">&lt;p align="justify"&gt;A britânica Clare Dolman descreve o nascimento de sua filha Ettie como um momento de absoluta felicidade. Mas, logo depois, essa felicidade se transformou em algo que ela não conhecia: Clare falava sem parar, não conseguia dormir e tinha uma energia incessante, que não era natural.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;Eu me tornei muito nervosa, sofria de terríveis alterações de humor e alucinações. Eu fui internada em um hospital psiquiátrico por várias semanas&amp;quot;, conta ela.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Clare diz que evitava falar desse período de sua vida.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;Era algo tão distante da experiência de maternidade da maioria das pessoas e por causa do estigma que existe em nossa sociedade em relação às doenças mentais, eu tinha um pouco de vergonha.&amp;quot;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Clare sofreu de psicose pós-parto, ou psicose puerperal, uma doença que atinge uma ou duas a cada mil mulheres que dão à luz.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;Quando falamos de psicose pós-parto, estamos falando de alguns dos episódios mais graves que vemos na psiquiatria&amp;quot;, explica Ian Jones, da Universidade de Cardiff, que é especializado na doença.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;img alt="Joan Molloy (BBC)" src="http://wscdn.bbc.co.uk/worldservice/assets/images/2011/12/05/111205115349_psychosis_304x171_bbc_nocredit.jpg" width="304" height="171" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A artista Joan Molloy incorpora experiências de psicose pós-parto a seu trabalho&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;Essas mulheres têm um episódio logo após o nascimento do bebê, que pode envolver diversos sintomas psicóticos, delírios - acreditar em coisas que não são reais - ou alucinações - ver ou ouvir coisas, quando não há nada lá.&amp;quot;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Se os sintomas não forem reconhecidos a tempo, o surto psicótico pode acabar levando ao suicídio ou até ao infanticídio.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Não se sabe ao certo o que causa a psicose pós-parto, mas fatores genéticos seriam importantes e alterações hormonais e a falta de sono podem ter alguma influência na incidência.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;h4 align="justify"&gt;'Má mãe'&lt;/h4&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Clare temia que se soubessem que ela teve psicose pós-parto, as pessoas poderiam se afastar dela ou achar que ela era &amp;quot;uma má mãe&amp;quot;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Apenas alguns anos depois do nascimento da filha, ela conseguiu superar esses medos e só recentemente, durante a produção de um documentário de rádio para a BBC, ela entrou em contato com outras mulheres que passaram pela mesma experiência.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;img alt="Foto: BBC" src="http://wscdn.bbc.co.uk/worldservice/assets/images/2011/12/05/111205115256_psychosis_304x171_bbc_nocredit.jpg" width="304" height="171" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Mulheres que sofreram de psicose pós-parto se reuniram para falar sobre a experiência&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O projeto foi organizado pela artista Joan Molloy, que teve psicose pós-parto, e incorpora elementos da doença em seu trabalho.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Durante os encontros, muitas mulheres falam pela primeira vez da doença.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;Eu achava que tinha dado à luz o anticristo e acreditava que meu filho tinha pequenos demônios em seu estômago que saíam à noite e dançavam pelo chão da cozinha&amp;quot;, contou Tracy.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Algumas falavam de tendências suicidas e de como elas acreditavam que seus bebês ficariam melhor sem elas. A recuperação pode ser lenta.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;Eu me senti como um zumbi por pelo menos um ou dois anos. Não consigo me lembrar por quanto tempo tomei antipsicóticos. Claro que os remédios salvaram minha vida, mas levei um tempo para me recuperar de seu efeito&amp;quot;, disse Ceri.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Todas essas mulheres responderam bem ao tratamento, mas a experiência mudou suas vidas.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Elas esperam que o projeto de Molloy ajude a conscientizar a população sobre a doença e a reduzir o estigma que pode dificultar a recuperação das pacientes.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;BBC Brasil&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1184368791706552742-108778907951346087?l=significantess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cWQoP7KRFc9xtUS_8da1yGBA0lo/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cWQoP7KRFc9xtUS_8da1yGBA0lo/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cWQoP7KRFc9xtUS_8da1yGBA0lo/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cWQoP7KRFc9xtUS_8da1yGBA0lo/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Significantes/~4/mrufViTEceU" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://significantess.blogspot.com/feeds/108778907951346087/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1184368791706552742&amp;postID=108778907951346087&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1184368791706552742/posts/default/108778907951346087?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1184368791706552742/posts/default/108778907951346087?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Significantes/~3/mrufViTEceU/britanica-relata-como-psicose-pos-parto.html" title="Britânica relata como psicose pós-parto a levou a ser internada" /><author><name>GS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16162246655054622520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://significantess.blogspot.com/2011/12/britanica-relata-como-psicose-pos-parto.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUEDRHoyeCp7ImA9WhRQGEo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1184368791706552742.post-6049056011886208520</id><published>2011-12-14T13:47:00.001-02:00</published><updated>2011-12-14T13:47:55.490-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-14T13:47:55.490-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Entrevistas" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Psicanálise" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Reportagens" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Psicologia" /><title>Conversa de casal tem tudo para dar errado, diz linguista</title><content type="html">&lt;p align="justify"&gt;A guerra dos sexos ganhou outro capítulo com o lançamento de &amp;quot;Duels and Duets&amp;quot;, do linguista americano John Locke, sem edição no Brasil.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O livro diz que homens e mulheres se expressam de formas bem diferentes: eles duelam, disputando poder, e elas falam como se estivessem fazendo duetos, compartilhando informações.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Locke, doutor em psicologia cognitiva e professor do Lehman College, em Nova York, não descobriu a pólvora. Pesquisas em neurociência e psicologia já provaram que vários estereótipos de gênero têm sua razão de ser.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;É nesses estudos que Locke se apoia. &amp;quot;Mulheres passam longos períodos discutindo problemas&amp;quot;, disse o pesquisador, em entrevista à &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;. Se elas têm disposição ao diálogo e são polidas, eles interrompem uns aos outros e amam piadas infames.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O motivo da diferença, para ele, é biológico: por milênios, homens e mulheres seguiram seus próprios caminhos evolutivos. Eles foram selecionados para agredir, lutar e caçar. Elas, para acertar na escolha de parceiro e cuidar da família. Boa parte do tempo, cada um ficou cercado de gente do mesmo sexo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Editoria de Arte/Folhapress&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;img border="0" alt="" src="http://f.i.uol.com.br/folha/equilibrio/images/11346484.jpeg" width="551" height="590" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;HORMÔNIOS FALAM&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Locke relaciona a testosterona, hormônio masculino, com a fala agressiva e assertiva deles, e a oxitocina, hormônio do instinto materno, com os duetos femininos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Cérebros de homens e mulheres são distintos, isso influencia na comunicação, concorda o neurocientista Renato Sabbatini, da Unicamp.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;A mulher usa os dois hemisférios para falar, os homens, um. Elas têm mais sensibilidade para detectar tons emocionais. Minha mulher sempre diz: 'Olha como ela fala, é falsa', eu respondo que ela está imaginando coisas.&amp;quot;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Desde que aprende a falar a menina já tem mais fluência verbal do que o menino.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Mas, apesar de estudos comprovarem distinções biológicas, muitos linguistas questionam que há poucas pesquisas comportamentais sobre o tema, o que torna mais difícil saber qual é o papel da natureza e o da cultura nas diferenças de expressão entre os sexos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Para Eleonora Albano, linguista e pesquisadora da Unicamp, desde pequenas as meninas são incentivadas a falarem mais, e os meninos, a fazerem atividades motoras.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;Meninas de dois anos contam histórias para suas bonecas. Meninos não contariam para seus carrinhos.&amp;quot;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O pesquisador Luiz Paulo da Moita Lopes, da UFRJ, também defende que a influência cultural fala mais alto que a genética. &amp;quot;Sexo é biológico, gênero é social. Nossa cultura espera algo do homem e da mulher diferente do esperado em outras culturas.&amp;quot;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Nessa visão, são as expectativas e os papeis sociais que fazem das mulheres as melhores ouvintes e dos homens os mais assertivos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;A ideia de que homens falam de um jeito e mulheres de outro é muito engessada e excludente. Acontece, mas muita gente fica fora do padrão&amp;quot;, diz a pesquisadora Ana Cristina Ostermann, da Unisinos (Universidade do Vale do Rio dos Sinos).&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;'NÃO QUERO BRIGAR'&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Eduardo Anizelli/Folhapress&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;img style="display: inline; float: left" border="0" alt="A gerente de RH Marina Hóss, 27, e seu namorado e Alexandre Passos, 20, auxiliar administrativo, em São Paulo" align="left" src="http://f.i.uol.com.br/folha/equilibrio/images/11346367.jpeg" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Marina Hóss, 27, que se diz complicada, e seu namorado Alexandre Passos, 20; os dois namoram há quatro meses&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Biológica ou não, a diferença estudada por Locke é reconhecida entre casais. A gerente de RH Marina Hóss, 27, se identifica com o que ele diz.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ela diz que terminou um namoro por falhas de comunicação. O ex nunca dizia o que o incomodava.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;Eu perguntava, ele falava que não ia dizer porque não queria brigar. Também deixava de falar coisas. No fim, quando falamos tudo, não tinha mais jeito de consertar.&amp;quot;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Marina admite que ela quase sempre acha problema onde não tem, mas reclama que os homens fogem de qualquer tentativa de conversa.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;Eles acham que a gente quer conversar para encher o saco e fazer cobrança. Não é. Queremos discutir para construir. É uma tentativa da mulher de fazer dar certo.&amp;quot;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Agora Marina namora há quatro meses Alexandre Passos, 20, auxiliar administrativo. &amp;quot;Ele é paciente&amp;quot;, diz ela.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O que não quer dizer que goste de discutir a relação, afirma Alexandre. &amp;quot;Nenhum homem gosta. A gente pensa: que conversa inútil. O problema é falar demais sobre coisas desnecessárias.&amp;quot;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Até agora, não tiveram discussões. Até agora.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fernando Rabelo/Folhapress&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;img style="display: inline; float: left" border="0" alt="Anna Paola Conde e Evilasio Mariano são casados há 20 anos; ela diz que ele não entende quando ela está brava" align="left" src="http://f.i.uol.com.br/folha/equilibrio/images/11346368.jpeg" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Anna Paola Conde e Evilasio Mariano são casados há 20 anos; ela diz que ele não entende quando ela está brava&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Anna Paola Conde, 43, nutricionista, é casada há 20 anos com o empresário Evilasio Mariano, 59. Os dois trabalham lado a lado, conversam o tempo todo e dizem que se dão bem. &amp;quot;Nunca dormimos brigados.&amp;quot;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ela não gosta quando ele insiste em saber por que ela está brava. &amp;quot;Digo que estou na TPM e peço para ele me deixar quieta. Ele quer saber o que tenho. Que coisa insistente, quer que eu desenhe?&amp;quot;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ele se defende: &amp;quot;O bicho mulher nasceu para complicar. Ela é cheia de sutilezas, de dizer sem falar. O homem não está ligado nisso. Depois ela vem e culpa você por não ter entendido, porque era claro para ela. Não é não.&amp;quot;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;MULHERES DESABAFAM, HOMENS DUELAM&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Estariam homens e mulheres condenados a falar línguas diferentes? Sim e não, diz o linguista John Locke. Para ele, a diferença pode motivar a cooperação e até facilitar a convivência. &amp;quot;O homem deve lembrar que, quando a mulher fala sobre sentimentos, ela pode estar só tentando compartilhar&amp;quot;, afirma.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Elas não querem necessariamente duelar. Mas, quando falam, eles logo apresentam uma solução. Aí elas ficam bravas e eles também.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;O problema não é os dois falarem línguas diferentes, mas acharem que estão falando a mesma&amp;quot;, diz a terapeuta familiar Lidia Aratangy, segundo quem desabafar é uma mania feminina.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Mulheres começam mais brigas --70% das vezes são elas que acendem o estopim. &amp;quot;Fazem isso porque um relacionamento ruim é mais danoso para elas&amp;quot;, afirma Ailton Amélio, psicólogo e pesquisador da USP.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Mas não precisa exagerar, como no caricato best-seller &amp;quot;Homens São de Marte, Mulheres São de Vênus&amp;quot;. O autor passa o livro todo afirmando que os marcianos se escondem na caverna quando não querem falar.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;A diferença não é ruim. Não é preciso ter medo do sexo oposto, pensar que está com um ET em casa. Ninguém sabe bem como lidar com o outro, seja homem ou mulher, chefe ou parente.&amp;quot;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;As diferenças de comunicação ficam claras também no trabalho. As mulheres, na maioria, ainda tendem ao discurso mais pessoal e detalhista, segundo Zuca Palladino, gerente da empresa de recrutamento Michael Page. &amp;quot;Homens são mais objetivos, mas muitas mulheres têm aprendido a ser mais diretas.&amp;quot;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;No trabalho, imitar a objetividade masculina até funciona, mas na vida privada nada parece resolver o abismo de linguagem. A maior dificuldade é dosar o que precisa ser esclarecido e o que pode passar batido, sem &amp;quot;DR&amp;quot;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;Nem tudo deve ser escondido ou escancarado&amp;quot;, ensina Amélio. &amp;quot;O que incomoda deve ser negociado de uma forma assertiva, que pode ser resumida em dizer o que se sente, de maneira polida e sem cobranças, em um bom momento.&amp;quot;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;JULIANA VINES – Folha.com&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Link: &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1020185-conversa-de-casal-tem-tudo-para-dar-errado-diz-linguista.shtml"&gt;http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1020185-conversa-de-casal-tem-tudo-para-dar-errado-diz-linguista.shtml&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1184368791706552742-6049056011886208520?l=significantess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Ry1XMd58K9fP6OkqnIq19f-Dk7U/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Ry1XMd58K9fP6OkqnIq19f-Dk7U/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Ry1XMd58K9fP6OkqnIq19f-Dk7U/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Ry1XMd58K9fP6OkqnIq19f-Dk7U/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Significantes/~4/NiN5tkoKmDI" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://significantess.blogspot.com/feeds/6049056011886208520/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1184368791706552742&amp;postID=6049056011886208520&amp;isPopup=true" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1184368791706552742/posts/default/6049056011886208520?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1184368791706552742/posts/default/6049056011886208520?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Significantes/~3/NiN5tkoKmDI/conversa-de-casal-tem-tudo-para-dar.html" title="Conversa de casal tem tudo para dar errado, diz linguista" /><author><name>GS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16162246655054622520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://significantess.blogspot.com/2011/12/conversa-de-casal-tem-tudo-para-dar.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Dk4HRXw4cCp7ImA9WhRQGEs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1184368791706552742.post-8341001460402207402</id><published>2011-12-14T10:15:00.000-02:00</published><updated>2011-12-14T10:15:34.238-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-14T10:15:34.238-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Ana Suy Sesarino" /><title>Globo Comunidade</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Bom dia, pessoal!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No último sábado participei do programa "Globo Comunidade", aqui do Paraná.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Abaixo segue o link do programa, para quem quiser assistir.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Abraços!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://redeglobo.globo.com/rpctv/noticia/2011/12/sera-que-ser-perfeito-demais-pode-nos-prejudicar.html"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;http://redeglobo.globo.com/rpctv/noticia/2011/12/sera-que-ser-perfeito-demais-pode-nos-prejudicar.html&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1184368791706552742-8341001460402207402?l=significantess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Nc0DSrSuuF81CTCuHwgxf2Oc9Yw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Nc0DSrSuuF81CTCuHwgxf2Oc9Yw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Nc0DSrSuuF81CTCuHwgxf2Oc9Yw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Nc0DSrSuuF81CTCuHwgxf2Oc9Yw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Significantes/~4/vcwMRz5UT9A" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://significantess.blogspot.com/feeds/8341001460402207402/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1184368791706552742&amp;postID=8341001460402207402&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1184368791706552742/posts/default/8341001460402207402?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1184368791706552742/posts/default/8341001460402207402?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Significantes/~3/vcwMRz5UT9A/globo-comunidade.html" title="Globo Comunidade" /><author><name>Ana SS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03361219468801156119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="19" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-jY8NeKzUj6E/Tl-n0BOyszI/AAAAAAAABoc/z7Y3dBHSb94/s220/eu...jpg" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://significantess.blogspot.com/2011/12/globo-comunidade.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0MMQXY-cCp7ImA9WhRQF0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1184368791706552742.post-4758518454974810780</id><published>2011-12-13T08:18:00.000-02:00</published><updated>2011-12-13T08:18:00.858-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-13T08:18:00.858-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Psicanálise" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Psicologia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Humor" /><title>Culpas e culpas…</title><content type="html">  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/-1OzED0qXaTc/TuZvpAP7FwI/AAAAAAAAAF8/5uqxjbrHOHo/s1600-h/tn_625_490_benett_2_121211%25255B3%25255D.jpg"&gt;&lt;img title="tn_625_490_benett_2_121211" border="0" alt="tn_625_490_benett_2_121211" src="http://lh3.ggpht.com/-9h8xzBsPQ88/TuZvpnheyEI/AAAAAAAAAGE/nEnTyBCLClo/tn_625_490_benett_2_121211_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" width="523" height="188" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Do ótimo Benett…&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1184368791706552742-4758518454974810780?l=significantess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/lcvvwLw4OhO8Rx9c2VAJm4t9iro/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/lcvvwLw4OhO8Rx9c2VAJm4t9iro/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/lcvvwLw4OhO8Rx9c2VAJm4t9iro/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/lcvvwLw4OhO8Rx9c2VAJm4t9iro/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Significantes/~4/ug3PwEKfg_c" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://significantess.blogspot.com/feeds/4758518454974810780/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1184368791706552742&amp;postID=4758518454974810780&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1184368791706552742/posts/default/4758518454974810780?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1184368791706552742/posts/default/4758518454974810780?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Significantes/~3/ug3PwEKfg_c/culpas-e-culpas.html" title="Culpas e culpas…" /><author><name>GS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16162246655054622520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh3.ggpht.com/-9h8xzBsPQ88/TuZvpnheyEI/AAAAAAAAAGE/nEnTyBCLClo/s72-c/tn_625_490_benett_2_121211_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://significantess.blogspot.com/2011/12/culpas-e-culpas.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkEERHw5eip7ImA9WhRQF08.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1184368791706552742.post-2299016796581122761</id><published>2011-12-12T19:16:00.001-02:00</published><updated>2011-12-12T19:16:45.222-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-12T19:16:45.222-02:00</app:edited><title>Injeção que pode tratar esquizofrenia chega ao Brasil neste mês</title><content type="html">&lt;p align="justify"&gt;Uma injeção que precisa ser tomada apenas uma vez por mês chega ao mercado brasileiro em dezembro e pode ajudar a contornar um dos principais problemas do tratamento da esquizofrenia: o abandono da medicação.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;Muitas vezes o paciente não se dá conta de que está doente e corta a medicação. Uma alternativa que diminua a frequência de remédios ajuda na aderência e no controle da medicação&amp;quot;, diz Helio Elkis, coordenador do Programa de Esquizofrenia do Hospital das Clínicas da USP.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Aprovado em junho pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o palmitato de paliperidona é o que se chama de antipsicótico --um remédio que ajuda a prevenir distúrbios característicos da doença.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Um levantamento feito pelo Instituto de Psiquiatria do HC revelou que cerca de 50% das pessoas com esquizofrenia abandonam a medicação após um ano do início do tratamento.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Essa interrupção pode agravar os sintomas da doença e favorecer o acontecimento de surtos psicóticos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Além dos fatores psicológicos, os muitos efeitos colaterais da medicação também são apontados como razão para que os pacientes abandonem os remédios.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os remédios, sobretudo os mais antigos, podem desencadear desde aumento de peso até rigidez muscular e um quadro de tremores parecido com o do mal de Parkinson.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O excesso de saliva e a dificuldade de controlá-la, que deram o apelido pejorativo de &amp;quot;louco babão&amp;quot; aos afetados, derivam, na verdade, da medicação, e não são sintomas naturais do transtorno.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Para controlar esses efeitos indesejáveis, muitos pacientes usam conjuntamente outros medicamentos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;COQUETEL&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Como no Brasil a maioria das pessoas com esquizofrenia toma antipsicóticos em forma de comprimidos diários, é comum que haja um verdadeiro &amp;quot;coquetel&amp;quot; de pílulas, facilitando o esquecimento e até o abandono da medicação pelos pacientes.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;Diminuir a quantidade de remédios é algo bom, mas eu diria que a maior vantagem do palmitato de paliperidona é a redução dos efeitos colaterais&amp;quot;, diz Rodrigo Bressan, coordenador do Proesq (Programa de Esquizofrenia) da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Embora menores, as reações adversas também acontecem com os usuários.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Um estudo com o remédio publicado na revista especializada &amp;quot;Schizophrenia Research&amp;quot; lista, entre outras coisas, ganho de peso, dores de cabeça e insônia.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ainda assim, como em boa parte dos remédios recentes, esses efeitos foram menos intensos do que nos da primeira geração de antipsicóticos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;O TRANSTORNO&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os mecanismos que causam a esquizofrenia --transtorno que afeta cerca de 1% da população mundial, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde)-- ainda não foram totalmente esclarecidos. Sabe-se, no entanto, que existe um componente hereditário forte.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Filhos de esquizofrênicos têm mais chances de desenvolver a doença, embora ela também apareça em pessoas sem histórico familiar.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O transtorno costuma se manifestar entre o fim da adolescência e o início da vida adulta. Em geral, os sintomas aparecem nas mulheres de forma um pouco mais tardia do que nos homens.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Além das manifestações mais conhecidas, como alucinações auditivas e visuais, pessoas com esquizofrenia podem apresentar diminuição da capacidade de raciocínio, abstração, perda de interesse em atividades que antes eram prazerosas e quadros de depressão.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;GIULIANA MIRANDA – Folha.com&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1184368791706552742-2299016796581122761?l=significantess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qbO78LQ-ISK2DBdia7gANRXdxyA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qbO78LQ-ISK2DBdia7gANRXdxyA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qbO78LQ-ISK2DBdia7gANRXdxyA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qbO78LQ-ISK2DBdia7gANRXdxyA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Significantes/~4/FvpzqzWX-jg" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://significantess.blogspot.com/feeds/2299016796581122761/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1184368791706552742&amp;postID=2299016796581122761&amp;isPopup=true" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1184368791706552742/posts/default/2299016796581122761?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1184368791706552742/posts/default/2299016796581122761?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Significantes/~3/FvpzqzWX-jg/injecao-que-pode-tratar-esquizofrenia.html" title="Injeção que pode tratar esquizofrenia chega ao Brasil neste mês" /><author><name>GS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16162246655054622520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://significantess.blogspot.com/2011/12/injecao-que-pode-tratar-esquizofrenia.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0UMQXo8fip7ImA9WhRQEks.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1184368791706552742.post-3829991819062189246</id><published>2011-12-07T12:46:00.003-02:00</published><updated>2011-12-07T12:48:00.476-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-07T12:48:00.476-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Saude" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Psicanálise" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Textos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Saude Mental" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Ana Suy Sesarino" /><title>Tristeza não é pecado</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-0IRbJeMYEww/Tt97weJ5mzI/AAAAAAAABq4/YJBVowIMfoI/s1600/Happy_Sad_by_ZoeWieZo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-0IRbJeMYEww/Tt97weJ5mzI/AAAAAAAABq4/YJBVowIMfoI/s320/Happy_Sad_by_ZoeWieZo.jpg" width="288" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Estamos nessa vida sem saber o porquê. Não sabemos de onde viemos e nem para onde é que vamos quando sairmos daqui. A vida não é algo natural, com um sentido óbvio e intrínseco. É por isso que temos que construir sentidos, inventar e acreditar em motivos pra viver. Pra isso, alguns têm a religião, outros têm a profissão, outros têm filhos, outros têm sonhos, alguns têm isso tudo. E a gente se apropria de todos esses quereres, pra poder se distrair um pouco. Já diz o clichê que a única certeza que temos é que um dia vamos morrer. Seria enlouquecedor se não conseguíssemos nos esquecer disso parte do tempo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Mas há pessoas que por algum motivo, têm os sentidos de suas vidas arrebentados. Seja por um acontecimento trágico, seja pela fragilidade dos laços com as pessoas, seja pela fragilidade dos sonhos e das invenções. A isso chamam de depressão, uma tristeza tão grande que borra todos os motivos que temos para viver.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Eis que estamos num momento onde a sociedade se apropria cada vez mais de super especialidades, e assim, alguns termos se banalizam. Então, a depressão, que até há pouco tempo atrás era um termo médico, hoje em dia, é sinônimo de tristeza. Mas acho que a tristeza é um tanto saudável.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Oras, ninguém agüenta ser feliz o tempo todo. E ninguém agüenta alguém que seja feliz o tempo todo. O ser humano tende à frustração, e isso não é pessimismo. É porque nos frustramos que podemos trabalhar mais, estudar mais, nos dedicar mais às nossas relações. É porque as coisas não nos são dadas de mão beijada, que devemos nos esforçar, que colocamos objetivos pras nossas vidas e que construímos sonhos. A vida seria insuportável se conseguindo uma coisa, nunca mais quiséssemos outra. Então, nos frustramos. Queremos isso, depois aquilo, depois aquilo outro... Nossos desejos estão sempre mudando de lugar, nos fazendo passear pela vida e apreciar as coisas do mundo. E nesse caminho, a tristeza é nossa companheira, o desânimo é nosso parceiro, a frustração é nossa amiga. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Nós, humanos, só conhecemos uma coisa em oposição à outra. Só sabemos que o branco é branco porque podemos ver o preto. Só sabemos que a alegria é gostosa porque conhecemos a tristeza. Então, que as tristezas nos acompanhem, que a gente possa olhar pra elas ao invés de varrê-las pra baixo do tapete. As tristezas nos ajudam a tecer sentidos pra vida e a bordar sonhos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;Imagem:&lt;a href="http://zoewiezo.deviantart.com/art/Happy-Sad-157839850?q=boost%3Apopular%20happy%20sad&amp;amp;qo=7"&gt; deviantart&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1184368791706552742-3829991819062189246?l=significantess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ENvT8veqWlku4ib9iLkw37gtES8/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ENvT8veqWlku4ib9iLkw37gtES8/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ENvT8veqWlku4ib9iLkw37gtES8/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ENvT8veqWlku4ib9iLkw37gtES8/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Significantes/~4/r62YnQd7ftM" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://significantess.blogspot.com/feeds/3829991819062189246/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1184368791706552742&amp;postID=3829991819062189246&amp;isPopup=true" title="7 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1184368791706552742/posts/default/3829991819062189246?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1184368791706552742/posts/default/3829991819062189246?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Significantes/~3/r62YnQd7ftM/tristeza-nao-e-pecado.html" title="Tristeza não é pecado" /><author><name>Ana SS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03361219468801156119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="19" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-jY8NeKzUj6E/Tl-n0BOyszI/AAAAAAAABoc/z7Y3dBHSb94/s220/eu...jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-0IRbJeMYEww/Tt97weJ5mzI/AAAAAAAABq4/YJBVowIMfoI/s72-c/Happy_Sad_by_ZoeWieZo.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>7</thr:total><feedburner:origLink>http://significantess.blogspot.com/2011/12/tristeza-nao-e-pecado.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEUHQ3Y_eip7ImA9WhRSGE8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1184368791706552742.post-973334449662223119</id><published>2011-11-20T18:47:00.002-02:00</published><updated>2011-11-20T18:50:32.842-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-20T18:50:32.842-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Filmes" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Psicanálise" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Ana Suy Sesarino" /><title>Melancolia (Lars Von Trier)</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-hmyb7mokeAA/Tslmu_M6GiI/AAAAAAAABqY/RUx-qYhKO5w/s1600/Melancolia4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://3.bp.blogspot.com/-hmyb7mokeAA/Tslmu_M6GiI/AAAAAAAABqY/RUx-qYhKO5w/s320/Melancolia4.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #999999;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px;"&gt;Melancholia&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: Verdana, Arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 23px; text-align: -webkit-auto;"&gt;(original title)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;“Melancolia”, o mais recente filme do diretor Lars Von Trier, instiga-nos ao desencadeamento de uma série de pensamentos turbulentos diante da nossa existência. O diretor nos apresenta um filme com imagens magníficas, todas muito bem temperadas com metáforas. A própria introdução já é longa, apontando para um filme bem diferente dos fast-foods americanos, ao qual acabamos por nos acostumar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Melancolia. Do grego, "melas" (negro) e "kholé" (bile). Já foi Hipócrates, em meados de 400 a.c. quem a definiu como uma doença que era causada por acúmulo de bile negra, o que resultaria no temperamento melancólico. Já para Aristóteles, melancolia era um fator que apontava para uma genialidade. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O filme divide-se em duas partes, sendo a primeira o casamento de Justine (Kirsten Dunt – maravilhosa, diga-se de passagem), como se fosse uma forma de entreter o telespectador do habitual capitalismo (com direito a Limusine e tudo o mais) aos habituais ritos de passagem. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ensaia-se aí uma linha edípica que nos chama a atenção, onde uma mãe desesperançosa cultiva identificações em Justine (talvez seja ela quem despeje a bile negra na filha?), e onde um pai passa pela vida da filha quase que como de “carona” (fazendo aqui, menção ao bilhete que ele deixa à filha ao ir embora de carona, do seu casamento). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Já nesse primeiro trecho, Justine nos mostra a sua inadequação social, apesar de todos os seus esforços. Deixa os convidados esperando, o noivo se desculpando, quando tudo o que consegue fazer é sorrir e escapar sempre que pode. A irmã, Claire (Charlotte Gainsburg), anuncia-se aí como alguém que arduamente tenta fazer um elo entre Justine e o mundo real.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Na segunda parte do filme, Claire confirma-se como uma irmã que não mede esforços para inserir Justine em seu mundo, o da realidade. Justine, por sua vez, demonstra traços depressivos extremamente profundos, como na cena e que ela sequer consegue se levantar para tomar banho. O quadro de apatia, anunciado na primeira parte do filme, aqui clarifica-se como um estado melancólico. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Na cena em que Justine come o apetitoso rocambole de carne feito por Claire, e então põe-se a chorar dizendo sentir apenas o gosto de cinzas, coloca-se de forma dramática a coisa insossa que é a vida diante de um melancólico. Para ele, não há prazer possível.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Prato cheio para os dias atuais, em que a tristeza é banalizada com o termo “depressão”, utilizado indiscriminadamente. No filme, Justine demonstra a exacerbação de uma tristeza, o que em Psicanálise chama-se melancolia. Em Melancolia, Von Trier nos mostra não apenas uma tristeza como estado clínico, mas como condição d’alma. E assim como toda tristeza, a melancolia de Justine apresenta um “q” de belo, como na cena em que, nua, ela se banha na luz noturna – certamente uma das cenas mais belas do cinema.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Quase que uma obra existencialista, e certamente uma obra poética, o diretor nos mostra em Melancolia o desconforto que a condição humana nos causa. Justine, encoberta por seu olhar apático, diz que a Terra é má, que não se deve ter dó dela, e enfrenta a morte como o que há de mais natural a ela, que já é a dor de existir encarnada em um belo corpo feminino. Já Claire, que ocupa os papéis de esposa e de mãe, enfrenta a morte com todo o desespero que uma neurose pode proporcionar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em seu famoso texto “Luto e Melancolia”, Freud propõe que enquanto no luto o estado penoso de desânimo é provocado pela perda do ser amado, na Melancolia não há uma fonte tão clara dessa ferida. “A melancolia está, de alguma forma, relacionada a uma perda objetal retirada da consciência” (Freud, (1917, p. 278)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Podemos pensar nas irmãs Claire e Justine como diferentes lados de uma mesma mulher. E aí, poderia entrar em questão todo o arcabouço psicanalítico sobre o feminino. O filme nos dá recursos para isso, principalmente quando todos os homens da história “abandonam o barco”. O pai e o marido de Justine vão embora, depois o marido de Claire suicida-se, de forma que o único representante do sexo masculino que consegue se manter até o fim é o filho de Claire, uma criança que está sob os cuidados de duas mulheres. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O papel de Leo parece ser o de sustentar a mãe e a tia em uma realidade, visto que ambas se põem a tornar a colisão da Terra com o planeta Melancolia com algo de fantasioso. Peculiar é a forma como o filme termina, quando o planeta Melancolia atinge a Terra, e consequentemente, a frágil caverna mágica em que Claire, Justine e Leo estão. &amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Melancolia é um convite a várias interpretações, mas a mim soa como um convite a pensar a feminilidade e a loucura, como algo que contém um certo saber diante de morte, e consequentemente, da vida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;____ (1915). Luto e melancolia. In: Edição Standard Brasileira das Obras Psicoló-&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;gicas Completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro: Imago, 1969. v. 14&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1184368791706552742-973334449662223119?l=significantess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1nFp0Bmkz4KUOfNNdmj8E7bq9JE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1nFp0Bmkz4KUOfNNdmj8E7bq9JE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;25/10/2011 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Recentemente, a médica Marcia Angell publicou um artigo no "The New York Review of Books" sobre a crise da psiquiatria e a ineficácia dos antidepressivos que fez muitos pacientes pararem imediatamente de tomar medicamentos deste tipo. O artigo pôs em dúvida a eficácia dos antidepressivos nos tratamentos convencionais. Segundo a médica, o índice de resposta dos pacientes a antidepressivos é pouquíssimo superior ao de placebos. E, além de poucos benefícios terapêuticos, há graves efeitos colaterais. Cerca de 70% das pessoas que tomam antidepressivos, por exemplo, têm disfunção sexual. E, em alguns casos, mesmo quando param de tomar as pílulas, a disfunção continua.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A teoria do desequilíbrio químico como uma causa da depressão é uma hipótese que não está comprovada, mas os médicos prescrevem medicamentos, principalmente por causa do "rolo compressor da promoção farmacêutica". É o que diz o psiquiatra Daniel Carlat. E não é surpreendente que haja um furor de mídia nos EUA em torno dos medicamentos. Cerca de 10% dos americanos com mais de seis anos de idade tomam antidepressivos. No Reino Unido, as prescrições para as drogas subiram 43% nos últimos quatro anos e chegaram a 23 milhões de receitas por ano.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O professor Irving Kirsch, diretor associado do programa de estudos de placebos da Harvard Medical School e autor de um livro intitulado "As novas drogas do imperador: explodindo o mito antidepressivo", explica a teoria do desequilíbrio químico. Segundo esta teoria, não há serotonina, norepinefrina ou dopamina em níveis suficientes nas sinapses do cérebro de pessoas deprimidas. Mas isto não se ajusta aos dados de pesquisas clínicas, uma vez que reduzir os níveis de serotonina em pacientes saudáveis não tem impacto sobre o humor que eles apresentam. Por isto, há quem acredite que a teria está equivocada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;"Esta teoria do desequilíbrio químico é um mito", diz ele. A idéia de que os antidepressivos podem curar a depressão de forma química é simplesmente errada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A meta-análise de 38 estudos clínicos - sendo que 40% dos quais tinham sido retirados da linha de de publicação porque as empresas farmacêuticas não gostaram dos resultados - que envolveram mais de 3.000 pacientes com depressão mostra que apenas 25% dos benefícios do tratamento antidepressivo foi devido às drogas e que 50% foi simplesmente efeito placebo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;"Em outras palavras, o efeito placebo foi duas vezes maior que o efeito de drogas, embora a resposta ao placebo tenha sido menor nos pacientes severamente deprimidos. Placebos são extraordinariamente poderosos e podem ser 'tão fortes quanto medicamentos potentes'. A resposta ao placebo é específica: a morfina placebo alivia a dor, antidepressivos placebo aliviam a depressão", diz Irving Kirsch. "É uma questão de expectativa e condicionamento: se você espera se sentir melhor, você se sente melhor, mesmo se tiver efeitos colaterais negativos, pois os efeitos colaterais convencem as pessoas de que elas tomaram uma droga poderosa".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Segundo o médico, a psicoterapia aumenta o efeito placebo e é significativamente mais eficaz que a medicação para todos os níveis de depressão. "Antidepressivos só devem ser utilizados como último recurso e apenas para os mais severamente deprimidos", avalia Kirsch.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Nem todos concordam. Ian Anderson, professor de psiquiatria da Universidade de Manchester, acredita que os antidepressivos são úteis no tratamento de depressão e vai debater com Kirsch em uma conferência na Turquia no próximo mês. Ele diz que corremos o risco de "jogar fora o bebé junto com a água do banho".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;"Isto ocorre quando dizemos que os antidepressivos são lixo. Os antidepressivos são parte da caixa de ferramentas de um médico, embora, provavelmente, sejam mais úteis para os pacientes mais deprimidos. Há pessoas que não respondem a terapias da fala. E neste caso não há escolha", comenta Anderson.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O professor Allan Young, presidente de psiquiatria da Imperial College London, concorda. "A depressão é uma doença de classificação ampla. Há vários tipos de depressão, e cada tipo responde de forma diferente", diz Young. "É claro que cérebro e corpo são indissociáveis e os efeitos placebo são maiores nos pacientes que sofrem da doença com menos severidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas Kirsch levanta outro ponto: "Para tornar as coisas mais complicadas, há o 'efeito nocebo': se você espera se sentir mal quando você sair antidepressivos, você vai sentir-se mal, porque nós tendemos a notar pequenas mudanças aleatórias negativas e interpretá-las como prova de que estamos, na verdade, piorando".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ele cita o exemplo de uma paciente chamada Lucy, que tinha tendências suicidas. Ela tomou antidepressivos por fora por 10 anos. Ela costumava dizer o seguinte: "A droga deu-me de volta a mim mesma, era como um raio de luz que brilha através da névoa". Mas os efeitos colaterais eram náuseas e a perda da libido, e isto a levou a abandonar o medicamento. Ela também descreveu o que sentia sem o medicamento: "Era como um relógio. Sentia uma contração muscular na parte de trás da minha mente. E vivia com medo da depressão voltar. A única coisa que me manteve viva foi saber que as pílulas estavam lá e que a qualquer momento poderia recorrer a elas".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para Judy, um outro antidepressivo funcionou bem. "O primeiro que me foi dado produziu em mim enorme ansiedade, como uma viagem ruim, e fez-me terrivelmente ciente de todas as minhas terminações nervosas. Mas a segundo fez efeito desde o primeiro dia. Quando tomava de manhã, eu sabia que ficaria com a química equilibrada. Era como um interruptor sendo ligado: sentia uma corrida fabulosa na direção da alegria".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ela parou de tomar o medicamento depois de seis meses. E meses depois, ela se sentia fraca, mas não deprimida. "Eu me sinto a depressão como uma pedra no meu plexo solar. E não era mais assim Então, eu ainda pensei que seria agradável ter aquele atalho para a felicidade. E tomei o segundo antidepressivo. Não teve efeito algum porque eu não estava realmente deprimida. E, para mim, a teoria do placebo não faz sentido".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Daniel Carlat, psiquiatra em Boston e autor de "Unhinged: The Trouble with Psychiatry (Revelações de um doutor sobre uma Profissão em Crise) - diz que a prescrição de antidepressivo é um caso de "hit-and-miss". "Infelizmente, sabemos um bocado menos sobre o que estamos fazendo do que você imagina. Quando eu me vejo usando expressões como 'desequilíbrio químico' e 'deficiência de serotonina', geralmente é porque estou tentando convencer um paciente relutante em tomar medicação. Usar essas palavras faz com que a doença parece mais biológica. A maioria dos leigos não percebe como interessa pouco saber sobre a base de doença mental".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Carlat não está tão convicto quanto Kirsch sobre o efeito placebo. Os pacientes que aparecem em seu gabinete são diferentes daqueles recrutados para ensaios clínicos porque as empresas farmacêuticas, desesperadas para fazer os seus produtos superarem um placebo, são muito seletivas sobre quem escolherem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;"Você tem que ter depressão "pura", imaculada por uso de álcool, problemas de ansiedade, transtorno bipolar, pensamentos suicidas, depressão leve ou a longo prazo e isto exclui a maioria dos pacientes)", diz Carlat.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;No entanto, como diz Marcia Angell, autora de "A verdade sobre as companhias farmacêuticas: como elas nos enganam e o que fazer sobre isso", é verdade que a indústria faz muita propaganda enganosa, mas os medicamentos antidepressivos ainda são uma alternativa quando nada mais funciona.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Uma coisa é clara: o cérebro permanece misterioso. Como Carlat diz: "Sem dúvida, existem causas neurobiológicas e genéticas para todos os transtornos mentais, mas eles ainda estão além da nossa compreensão. Tudo o que realmente sabemos é que a depressão existe e, por vezes, as drogas parecem funcionar, mesmo que seja efeito placebo".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para antidepressivos, os médicos têm uma diretriz básica, que todos concordam: nunca pare de tomar antidepressivos sem o discutir com seu médico, porque a interrupção abrupta de medicamentos pode causar sintomas de abstinência, tanto física como mental.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?id=1184848"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?id=1184848&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1184368791706552742-3268940314991677969?l=significantess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/aEUexwkFsFzgI0XmYQBMRRTR1rY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/aEUexwkFsFzgI0XmYQBMRRTR1rY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/aEUexwkFsFzgI0XmYQBMRRTR1rY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/aEUexwkFsFzgI0XmYQBMRRTR1rY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Significantes/~4/40ydj19eD-g" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://significantess.blogspot.com/feeds/3268940314991677969/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1184368791706552742&amp;postID=3268940314991677969&amp;isPopup=true" title="4 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1184368791706552742/posts/default/3268940314991677969?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1184368791706552742/posts/default/3268940314991677969?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Significantes/~3/40ydj19eD-g/antidepressivos-trazem-mais-prejuizos.html" title="Antidepressivos trazem mais prejuízos do que benefícios, dizem médicos" /><author><name>Ana SS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03361219468801156119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="19" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-jY8NeKzUj6E/Tl-n0BOyszI/AAAAAAAABoc/z7Y3dBHSb94/s220/eu...jpg" /></author><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://significantess.blogspot.com/2011/10/antidepressivos-trazem-mais-prejuizos.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkQGQX8zfip7ImA9WhdaFEo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1184368791706552742.post-6747222433680982757</id><published>2011-10-24T15:45:00.001-02:00</published><updated>2011-10-24T15:45:20.186-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-24T15:45:20.186-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Saude" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Reportagens" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Psicologia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Saude Mental" /><title>Psicólogos se consolidam em diferentes campos de trabalho</title><content type="html">&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Além do atendimento clínico, formados em Psicologia têm a oportunidade de trilhar outros caminhos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Quem se forma em Psicologia recebe na faculdade conhecimentos que dão sustentação teórica para a atuação em empresas, mas o mesmo não acontece com a área esportiva. “Para atuar como psicólogo esportivo, o estudante tem de fazer a graduação em Psicologia e uma especialização ou curso direcionado à Psicologia do Esporte. Na faculdade, essa área é uma disciplina complementar”, comenta a psicóloga do esporte Flávia Brenner Focaccia Justus, proprietária da clínica Podium.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Por outro lado, para o professor Ulisses Domingos Natal, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), a psicologia organizacional e do trabalho desponta como o segundo campo de maior atuação para psicólogos. “O profissional pode atuar tanto com vínculo de emprego ou como consultor ou assessor externo. Uma especialização é importante, pois oferece uma atualização de conhecimentos mais direcionados à prática profissional e também valoriza o currículo”, afirma. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt; Nas grandes corporações&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Quando o estudante do 4º ano de Psicologia Leonardo Serakowski Garcia, 21 anos, entrou na faculdade, pensava que seguiria o caminho da clínica, como a maioria dos colegas. Mas foi uma oportunidade de estágio na área organizacional que o fez mudar de ideia. “Durante as seleções, como psicólogo, você acaba vendo coisas que outras pessoas não observam na parte comportamental dos candidatos. O mais prazeroso é fazer a seleção e conseguir o resultado esperado”, diz.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Com o tempo, o trabalho dos psicólogos organizacionais, que inicialmente estava atrelado à contratação de pessoas, se tornou mais abrangente. A atuação passou a envolver a formação do funcionário, a orientação do trabalho, planos de carreira e o estudo do ambiente organizacional.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Contribuição&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;“A contribuição é tanto técnica como estratégica. Promove e facilita os processos de comunicação por meio de treinamentos e outras técnicas que visem processos de mudança. Sensibiliza, aconselhando os gestores com o objetivo de desenvolver e reforçar os papéis de liderança. Diagnostica problemas de cultura e clima organizacional, propondo intervenções que resultem em melhorias”, resume Natal.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;gt; Em academias e arenas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Há um mito que relaciona a Psicologia Esportiva a atletas de alta performance. A verdade é que atletas amadores e “de fim de semana” também têm descoberto os benefícios do acompanhamento. “É possível trabalhar a insegurança e a ansiedade de qualquer um que pratica qualquer esporte, seja o corredor de fim de semana, o skatista ou o surfista. Por isso, é importante o psicólogo conhecer bem as atividades esportivas”, diz o psicólogo Marco Antonio dos Santos Ferreira, professor de Psicofisiologia do Esporte da Faculdade Dom Bosco.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os atletas já otimizaram a performance esportiva referente à parte técnica, de preparo e nutrição. Agora é o desenvolvimento psicológico que tem sido procurado. Quem pretende seguir a área deve se preparar para passar menos tempo dentro do consultório. “O profissional atende o atleta em campo, antes da competição, durante e depois. Trabalho com 17 modalidades esportivas. Posso dizer que não tenho fim de semana triste”, brinca Ferreira.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Espaço&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Segundo Flávia Justus, a área tem espaço para expansão. “Cada vez mais treinadores e academias buscam profissionais especializados. A preparação psicológica faz a diferença no esporte. O estudante costuma sair cru da faculdade. É importante buscar fora esse conhecimento”, diz.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Serviço:&lt;/strong&gt;    &lt;br /&gt;O Centro Europeu lançou o curso de Psicologia Esportiva, coordenado pela psicóloga Flávia Focaccia Justos. Mais informações no &lt;a href="http://www.centroeuropeu.com.br"&gt;www.centroeuropeu.com.br&lt;/a&gt;, ou fone (41) 3222-6669.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Gazeta do Povo&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1184368791706552742-6747222433680982757?l=significantess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Sabe uma coisa que venderia muito? Horas no dia. No dia em que alguém conseguir materializar as horas e colocá-las em potinhos, ficará rico, certamente. Vemos todos os dias pessoas correndo pra lá e pra cá, quase contra o tempo. E lembro-me do coelho do Lewis Carroll, de Alice no País das Maravilhas. "Estou atrasado!" Dizia ele, e Alice tentava entender. Pois às vezes me sinto meio Alice nesse mundo também. Por que é que todo mundo tem tanta pressa? Para onde vão? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Vivemos em tempos de prestações. Nada se compra à vista, tudo se parcela.&amp;nbsp;Se for bem dividido, tudo parece caber no bolso e assim, torna-se muito fácil desorganizar o orçamento. É cada vez maior o número de brasileiros endividados. E, bem, para se pagar tantas prestações, há que se trabalhar! Então as pessoas fazem horas extras, arranjam um&amp;nbsp;bico aqui e outro&amp;nbsp;ali, e vamos embora pagar as contas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Enquanto isso, um empréstimo num banco pra pagar o empréstimo do outro banco. E eis que muitas vezes tudo o que fazemos é mudar o problema de lugar. Trocamos tempo por dinheiro, mas nos falta tempo e nos falta dinheiro! E o que é que sobra? Dores de cabeça. Gastrites. Estresses. Não é à toa que atualmente, o segundo medicamento mais vendido no Brasil é um tranqüilizante. Toda tristeza é chamada de depressão, todo sarro de bullying, toda mudança de humor é chamada de bipolaridade. Nada é investigado a fundo, apropriamos-nos desses nomes médicos, utilizamos-os no nosso vocabulário, e de repente, já estamos acreditando neles. E dá-lhe tranqüilizante, pra fazer vistas grossas à nossa própria vida.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Oras, mas o que é que está acontecendo? Tem tanta gente ansiosa no mundo pra que o tranqüilizante seja mais vendido que o remédio pra dor de cabeça, mais do que o da pressão alta, mais do que o anti-febril ou o anti-inflamatório? Ou será que nós nem sabemos o que é que está acontecendo? O tranqüilizante é prescrito para dormir. Parece que estamos correndo tanto, que sequer conseguimos descansar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Para que tanta pressa? Será que ela é mesmo necessária, ou será uma forma de nos distrairmos das coisas difíceis que nos acontecem? Será que estamos olhando pras coisas à nossa volta? Será que estamos olhando nos olhos das pessoas? Será que estamos mesmo sentindo a vida? Viver dá um trabalhão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Pessoas são difíceis, relacionamentos podem ser muito complicados, e a vida é exigente. Mas isso tudo é coisa que não se compra com dinheiro. Não dá nem pra parcelar. Então será que realmente são necessárias mais horas no dia, ou será que nos falta um pouco mais de coragem para viver? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Publicado na Revista Energia, edição 14, Outubro de 2011.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a href="http://www.radioenergiafm.com.br/revista/"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;http://www.radioenergiafm.com.br/revista/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;, página 94&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1184368791706552742-3331309031999348563?l=significantess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Z9IHUZ2S6SyAeXUegNRGtJrxyhM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Z9IHUZ2S6SyAeXUegNRGtJrxyhM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Z9IHUZ2S6SyAeXUegNRGtJrxyhM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Z9IHUZ2S6SyAeXUegNRGtJrxyhM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Significantes/~4/s94vQwZTH9w" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://significantess.blogspot.com/feeds/3331309031999348563/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1184368791706552742&amp;postID=3331309031999348563&amp;isPopup=true" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1184368791706552742/posts/default/3331309031999348563?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1184368791706552742/posts/default/3331309031999348563?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Significantes/~3/s94vQwZTH9w/troque-divida-por-uma-duvida.html" title="Troque a dívida por uma dúvida" /><author><name>Ana SS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03361219468801156119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="19" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-jY8NeKzUj6E/Tl-n0BOyszI/AAAAAAAABoc/z7Y3dBHSb94/s220/eu...jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-RSXHaIDR2ZM/TqV9ujj59vI/AAAAAAAABpw/EAiifzzL9lc/s72-c/2cd932c705b0f4c35c7d89580d579c64-d4dsijm.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://significantess.blogspot.com/2011/10/troque-divida-por-uma-duvida.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak8EQXY4eyp7ImA9WhdaEE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1184368791706552742.post-4832631274519101366</id><published>2011-10-19T13:40:00.000-02:00</published><updated>2011-10-19T13:40:00.833-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-19T13:40:00.833-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Saude" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Reportagens" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Psicologia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Saude Mental" /><title>Droga psiquiátrica é veneno para crianças, diz médica</title><content type="html">&lt;p align="justify"&gt;Primeira mulher a ocupar o cargo de editora-chefe no bicentenário &amp;quot;New England Journal of Medicine&amp;quot;, a médica Marcia Angell já foi considerada pela revista &amp;quot;Time&amp;quot; uma das 25 personalidades mais influentes nos EUA. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Desde 2004, Angell, 72, é conhecida como a mulher que tirou o sossego da indústria farmacêutica e de muitos médicos e pesquisadores que trabalham na área. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Naquele ano, ela publicou a explosiva obra &amp;quot;A Verdade sobre os Laboratórios Farmacêuticos&amp;quot;, que desnuda o mercado de medicamentos. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Usando da experiência de duas décadas de trabalho no &amp;quot;NEJM&amp;quot;, ela conta, por exemplo, como os laboratórios se afastaram de sua missão original de descobrir e fabricar remédios úteis para se transformar em gigantescas máquinas de marketing. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Professora do Departamento de Medicina Social da Universidade Harvard, Angell é autora de vários artigos e livros que questionam a ética na prática e na pesquisa clínica. Tornou-se também uma crítica ferrenha do sistema de saúde americano. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Tem se dedicado a escrever artigos alertando sobre o excesso de prescrição de drogas antipsicóticas, especialmente entre crianças. &amp;quot;Estamos dando veneno para as pessoas mais vulneráveis da sociedade&amp;quot;, diz ela. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Mãe de duas filhas e avó de gêmeos de oito meses, ela diz que recebe muitos convites para vir ao Brasil, mas se vê obrigada a recusá-los. &amp;quot;Não suporto a ideia de passar horas e horas dentro de um avião.&amp;quot; A seguir, trechos da entrevista exclusiva que ela concedeu à &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;* &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;Folha - Houve alguma mudança no cenário dos conflitos de interesses entre médicos e indústria farmacêutica desde a publicação do seu livro?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;Marcia Angell -&lt;/b&gt; Não. Os fatos continuam os mesmos. Talvez as pessoas estejam mais atentas. Há mais discussão, reportagens, livros, artigos acadêmicos sobre esses conflitos, então eles parecem estar mais sutis do que eram no passado. Mas é claro que as companhias farmacêuticas sempre encontram uma forma de manter o lucro. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;E os pacientes? Algumas pesquisas mostram eles parecem não se importar muito com essas questões.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Em geral, os pacientes confiam cegamente nos seus médicos. Eles não querem ver esses problemas. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Além disso, as pessoas sempre acreditam que os medicamentos sejam muito mais eficazes do que eles realmente são. Até porque somente estudos positivos são projetados e publicados. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A mídia, os pacientes e mesmo muitos médicos acreditam no que esses estudos publicam. As pessoas creem que as drogas sejam mágicas. Para todas as doenças, para toda infelicidade, existe uma droga. A pessoa vai ao médico e o médico diz: &amp;quot;Você precisa perder peso, fazer mais exercícios&amp;quot;. E a pessoa diz: &amp;quot;Eu prefiro o remédio&amp;quot;. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;E os médicos andam tão ocupados, as consultas são tão rápidas, que ele faz a prescrição. Os pacientes acham o médico sério, confiável, quando ele faz isso. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Pacientes têm de ser educados para o fato de que não existem soluções mágicas para os seus problemas. Drogas têm efeitos colaterais que, muitas vezes, são piores do que o problema de base. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;A sra. tem escrito artigos sobre o excesso de prescrições na área da psiquiatria. Essa seria hoje uma das especialidades médicas mais conflituosas?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Penso que sim. Há hoje um evidente abuso na prescrição de drogas psiquiátricas, especialmente para crianças. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Crianças que têm problemas de comportamento ou problemas familiares vão até o médico e saem de lá com diagnóstico de transtorno bipolar, ou TDAH [transtorno de déficit de atenção e hiperatividade]. E é claro que tem o dedo da indústria estimulando os médicos a fazer mais e mais diagnósticos. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Às vezes, a criança chega a usar quatro, seis drogas diferentes porque uma dá muitos efeitos colaterais, a outra não reduz os sintomas e outras as deixam ainda mais doentes. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Drogas antipsicóticas estão claramente associadas ao diabetes e à síndrome metabólica. Estamos dando veneno para as pessoas mais vulneráveis da sociedade. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Pessoas que acham que isso não é assim tão terrível sempre argumentam comigo que essas crianças, em geral, chegaram a um estado tão ruim que algo precisa ser feito. Mas isso não é argumento. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;Hoje, fala-se muito em medicina personalizada. Na oncologia, há uma aposta de que drogas desenvolvidas para grupos específicos de pacientes serão uma arma eficaz no combate ao câncer. A sra. acredita nessa possibilidade?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Para mim, isso é só propaganda. Não faz o menor sentido uma companhia farmacêutica desenvolver uma droga para um pequeno número de pessoas. E que sistema de saúde aguentaria pagar preços tão altos? &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;Algumas escolas de medicina nos EUA começaram a cortar subsídios da indústria farmacêutica e de equipamentos na educação médica continuada. No Brasil, essa dependência é ainda muito forte. É preciso eliminar por completo esse vínculo ou há uma chance de conciliar esses interesses?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Deve ser completamente eliminado. Professores pagam para fazer cursos de educação continuada, advogados fazem o mesmo, por que os médicos não podem? A diferença é que você não precisa ir a um resort no Havaí para ter educação médica continuada. É preciso pensar em modelos de capacitação mais modestos. E, com a internet, todos os países, mesmo os pobres ou em desenvolvimento, podem fazer isso. A educação médica não pode ser financiada por quem tem interesse comercial no conteúdo dessa educação.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;CLÁUDIA COLLUCCI&lt;/b&gt;    &lt;br /&gt;DE WASHINGTON&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Folha.com&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1184368791706552742-4832631274519101366?l=significantess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8wDmX_inyjOmFEmj17C6kOtHv-s/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8wDmX_inyjOmFEmj17C6kOtHv-s/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Significantes/~4/5-TTfskWdRY" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://significantess.blogspot.com/feeds/4832631274519101366/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1184368791706552742&amp;postID=4832631274519101366&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1184368791706552742/posts/default/4832631274519101366?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1184368791706552742/posts/default/4832631274519101366?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Significantes/~3/5-TTfskWdRY/droga-psiquiatrica-e-veneno-para.html" title="Droga psiquiátrica é veneno para crianças, diz médica" /><author><name>GS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16162246655054622520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://significantess.blogspot.com/2011/10/droga-psiquiatrica-e-veneno-para.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkMDQ3Y9eSp7ImA9WhdaEE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1184368791706552742.post-5061256348529861249</id><published>2011-10-19T13:34:00.001-02:00</published><updated>2011-10-19T13:34:32.861-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-19T13:34:32.861-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Psicanálise" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Reportagens" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Psicologia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Saude Mental" /><title>Para psicólogo, remédio psiquiátrico ajuda crianças hiperativas</title><content type="html">&lt;p align="justify"&gt;Embora haja casos de &amp;quot;excesso de diagnóstico&amp;quot; de hiperatividade em crianças, não se pode negar que, muitas vezes, o medicamento é um componente importante para melhorar a situação de quem tem a doença. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;É o que defende Thiago Rivero, secretário da Sociedade Brasileira de Neuropsicologia e pesquisador da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;É verdade que, sozinho, o medicamento melhora o desempenho acadêmico dos meninos por apenas um ano. Depois, os efeitos desaparecem. Mas ele cria o ambiente neuronal que possibilita a melhora&amp;quot;, afirma Rivero. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Para o pesquisador, o consenso na área é que o tratamento para crianças com distúrbio de atenção deve ser &amp;quot;multimodal&amp;quot;, combinando a medicação com estratégias comportamentais, que ajudem as crianças a entender seu próprio estado mental. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;Tudo é uma questão de frequência e de intensidade. Nos pacientes em que o problema é muito intenso e muito frequente, os sintomas só poderão diminuir com o tratamento farmacêutico&amp;quot;, afirma o pesquisador da Unifesp. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Folha.com&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1184368791706552742-5061256348529861249?l=significantess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Aeshk9Itoipq3LVjYIH-EFU6FvM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Aeshk9Itoipq3LVjYIH-EFU6FvM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Aeshk9Itoipq3LVjYIH-EFU6FvM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Aeshk9Itoipq3LVjYIH-EFU6FvM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Significantes/~4/Rmfgbs2FVW4" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://significantess.blogspot.com/feeds/5061256348529861249/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1184368791706552742&amp;postID=5061256348529861249&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1184368791706552742/posts/default/5061256348529861249?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1184368791706552742/posts/default/5061256348529861249?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Significantes/~3/Rmfgbs2FVW4/para-psicologo-remedio-psiquiatrico.html" title="Para psicólogo, remédio psiquiátrico ajuda crianças hiperativas" /><author><name>GS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16162246655054622520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://significantess.blogspot.com/2011/10/para-psicologo-remedio-psiquiatrico.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkIMRX85eyp7ImA9WhdUGEs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1184368791706552742.post-7892602417654181596</id><published>2011-10-05T22:29:00.001-03:00</published><updated>2011-10-05T22:29:44.123-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-10-05T22:29:44.123-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Literatura" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Informação" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Psicanálise" /><title>Crimes paranoicos explodem por motivos fúteis, mostra Lacan</title><content type="html">&lt;p&gt;&amp;#160;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O psicanalista francês &lt;a href="http://livraria.folha.com.br/catalogo/1011220/lacan"&gt;Jacques Lacan&lt;/a&gt; (1901-1981) foi um grande estudioso da mente humana. Interessado nos sintomas apresentados por paranoicos, obsessivos, castrados ou psicóticos, no começo da carreira entrou em contato com pessoas pertubadas e que cometiam crimes sem consciência dos acontecimentos. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O livro &lt;a href="http://livraria.folha.com.br/catalogo/1150442/psicanalise-lacaniana-cinco-seminarios-para-analistas-kleinianos"&gt;&amp;quot;Psicanálise Lacaniana&amp;quot;&lt;/a&gt;, (Iluminuras) de Márcio Peter de Souza Leite, promove uma descoberta aos interessados em entender expressões como &amp;quot;paranoia de autopunição&amp;quot;, &amp;quot;Castração&amp;quot;, &amp;quot;Nome do Pai&amp;quot;, &amp;quot;Estádio do Espelho&amp;quot;, &amp;quot;Real, Simbólico e Imaginário&amp;quot;, além dos questionadores diálogos lacanianos com as leituras de &lt;a href="http://livraria.folha.com.br/catalogo/1027169/prolegomenos-a-toda-a-metafisica-futura"&gt;Kant&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://livraria.folha.com.br/catalogo/1012605/ulisses"&gt;James Joyce&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://livraria.folha.com.br/catalogo/1044601/o-marido-complacente"&gt;Sade&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Análises de casos criminosos feitos por Lacan são transportados e estudados para o livro, a fim de mostrar o percurso inicial que levou Lacan a deixar de lado a psiquiatria e optar pela psicanálise e o retorno a Freud. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Logo no começo da obra, o leitor é apresentado a dois marcantes episódios: a do Caso Aimée e o crime das irmãs Papin. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;quot;Ler Lacan nunca foi fácil para ninguém&amp;quot;. A afirmação do psicanalista Oscar Cesarotto é assustadora, mas verdadeira para todos que se iniciam nos escritos do psicanalista francês. Contudo, &lt;a href="http://livraria.folha.com.br/catalogo/1150442/psicanalise-lacaniana-cinco-seminarios-para-analistas-kleinianos"&gt;&amp;quot;Psicanálise Lacaniana&amp;quot;&lt;/a&gt; abre espaço para novas interepretações e entendimentos da teoria desenvolvida por Lacan, não apenas no campo de crimes, mas de qualquer perversão, loucura e covardias postas à prova do ato analítico esboçado por suas teorias. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Escrito inicialmente para apresentar as ideias de Jacques Lacan para uma plateia de analistas &lt;a href="http://livraria.folha.com.br/catalogo/1021435/melanie-klein"&gt;kleinianos&lt;/a&gt;, os cinco seminários discursados viraram palavras escritas e sustentam a argumentação livre para quem quiser ouvir, ler e viver as experiências do incosciente. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Leia trecho do caso da paranoia de Aimée e do crime das irmãs Papin. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;* &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Paranoia e Estádio do Espelho&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Lacan graduou-se em medicina, especializou-se em psiquiatria e logo depois trabalhou na enfermaria especial de alienados da Chefatura de Polícia, sob a direção de Clérambault, um dos mestres da psiquiatria francesa da época, criador do conceito de &amp;quot;automatismo mental&amp;quot;, de muita importância para o pensamento de Lacan. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Na enfermaria onde Lacan trabalhou eram levadas pessoas que haviam cometido algum crime, mas que não poderiam ser responsabilizadas caso apresentassem um distúrbio mental. Foi nesse lugar que Lacan elaborou sua tese de psiquiatria &amp;quot;Da psicose paranóica e suas relações com a personalidade&amp;quot;. Nela Lacan relata o fato de alguns pacientes se curarem após cometerem um crime. A partir dessa observação, Lacan propôs um novo diagnóstico, denominado &amp;quot;paranoia de autopunição&amp;quot;. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A característica principal da paranoia de autopunição é o efeito de cura que um ato criminoso produz num sujeito que o comete em decorrência de um delírio. Apesar de ter recolhido muitos casos dessa manifestação, Lacan escreveu sua tese fundamentando-se no Caso Aimeé, que se tornou o paradigma da paranoia de autopunição. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Aimeé era uma mulher que pertencia à burguesia, uma funcionária pública fascinada por uma atriz famosa. Ela foi à saída do tetro onde a atriz trabalhava e atacou-a com uma navalha. A atriz teve os tendões das mãos cortados, e Aimeé foi então presa e levada para a clínica de Clérambault. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A conclusão a que Lacan chegou foi que o que estava em jogo naquele caso era uma idealização patológica, a princípio pela irmã, depois pela atriz. Porém, as únicas noções que poderiam explicar a razão da conduta da paciente não estavam na psiquiatria: eram conceitos que só existiam na psicanálise. No caso, o conceito de Superego. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Logo em seguida, em 1933, Lacan publicou dois textos: &amp;quot;O problema do estilo e a concepção psiquiátrica das formas paranoicas da experiência&amp;quot; e &amp;quot;Motivações do crime paranoico: o crime das irmãs Papin&amp;quot;, sendo este o relato do caso de duas irmãs, empregadas domésticas em Paris, que em certo dia, por um motivo fútil - a falta de luza em casa - mataram e esquartejaram suas patroas. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ao publicar esse texto, propondo as razões do crime paranoico, Lacan avançou em relação à sua tese anterior: a concepção de que o outro é o que o criminoso quer ser, então, ele tem de anular o outro para que possa existir - caso contrário, se perde nesse outro. Segundo Lacan, o que provocou o crime foi a realização de fantasias de estripação, fantasias que Lacan chamou de &amp;quot;corpo despedaçado&amp;quot;. Assim como Freud descobriu as fantasias neuróticas, Lacan evidenciou as &amp;quot;fantasias paranoicas&amp;quot;, porém dirá que todos temos essas fantasias, e o paranoico seria o sujeito que as coloca em prática. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em 1936, com 35 anos de idade, já como psicanalista, Lacan apresentou no Congresso Marienbad, o texto &amp;quot;O Estádio do Espelho&amp;quot;. Na época, o subtítulo desse texto era &amp;quot;Teoria do momento estruturante genético da constituição da realidade conhecida em relação à experiência analítica&amp;quot;. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Nele, Lacan produziu uma teoria sobre a conformação da estrutura psíquica do sujeito, e o que ela elabora nele não é mais o motivo do crime paranoico, e sim a constituição da realidade. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em 1949, ao ser apresentado como nós conhecemos, &amp;quot;O Estádio do Espelho&amp;quot; recebeu o título de &amp;quot;O Estádio do Espelho como formador da função do Eu tal como nos é revelado pela experiência analítica&amp;quot;, escrito desde o ponto de vista da observação e da metodologia da psicanálise - e o que se deduz: a constituição do Eu (Je). &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;* &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://livraria.folha.com.br/catalogo/1150442/psicanalise-lacaniana-cinco-seminarios-para-analistas-kleinianos"&gt;&amp;quot;Psicanálise Lacaniana&amp;quot;&lt;/a&gt;    &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Autor:&lt;/b&gt; Márcio Peter de Souza Leite    &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Editora:&lt;/b&gt; Iluminuras    &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Páginas:&lt;/b&gt; 272    &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Quanto:&lt;/b&gt; R$ 49    &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Onde comprar:&lt;/b&gt; Pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da &lt;a href="http://livraria.folha.com.br/catalogo/1150442/psicanalise-lacaniana-cinco-seminarios-para-analistas-kleinianos"&gt;Livraria da Folha&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1184368791706552742-7892602417654181596?l=significantess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QaM21GqUiIPD5mMogLSDNl3bGAo/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QaM21GqUiIPD5mMogLSDNl3bGAo/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QaM21GqUiIPD5mMogLSDNl3bGAo/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QaM21GqUiIPD5mMogLSDNl3bGAo/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Significantes/~4/mHPkEqEEyl0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://significantess.blogspot.com/feeds/7892602417654181596/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1184368791706552742&amp;postID=7892602417654181596&amp;isPopup=true" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1184368791706552742/posts/default/7892602417654181596?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1184368791706552742/posts/default/7892602417654181596?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Significantes/~3/mHPkEqEEyl0/crimes-paranoicos-explodem-por-motivos.html" title="Crimes paranoicos explodem por motivos fúteis, mostra Lacan" /><author><name>GS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16162246655054622520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://significantess.blogspot.com/2011/10/crimes-paranoicos-explodem-por-motivos.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEUHRX8-eSp7ImA9WhdUEU4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1184368791706552742.post-3366842767854333475</id><published>2011-09-27T12:10:00.000-03:00</published><updated>2011-09-27T12:10:34.151-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-09-27T12:10:34.151-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Saude" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Psicanálise" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Psicologia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Saude Mental" /><title>Veja mitos e verdades sobre psicanálise</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/981368-veja-mitos-e-verdades-sobre-psicanalise.shtml"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/981368-veja-mitos-e-verdades-sobre-psicanalise.shtml&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1184368791706552742-3366842767854333475?l=significantess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jp5hkl5WDfiyfkC_4tEWcqVZBOA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jp5hkl5WDfiyfkC_4tEWcqVZBOA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Significantes/~4/VO2DO0zCs1E" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://significantess.blogspot.com/feeds/3366842767854333475/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1184368791706552742&amp;postID=3366842767854333475&amp;isPopup=true" title="4 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1184368791706552742/posts/default/3366842767854333475?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1184368791706552742/posts/default/3366842767854333475?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Significantes/~3/VO2DO0zCs1E/veja-mitos-e-verdades-sobre-psicanalise.html" title="Veja mitos e verdades sobre psicanálise" /><author><name>Ana SS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03361219468801156119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="19" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-jY8NeKzUj6E/Tl-n0BOyszI/AAAAAAAABoc/z7Y3dBHSb94/s220/eu...jpg" /></author><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://significantess.blogspot.com/2011/09/veja-mitos-e-verdades-sobre-psicanalise.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CU8NRH06cCp7ImA9WhdUEEg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1184368791706552742.post-6038445804999369826</id><published>2011-09-26T13:18:00.000-03:00</published><updated>2011-09-26T13:18:15.318-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-09-26T13:18:15.318-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Saude" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Psicanálise" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Psicologia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Contardo Calligaris" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Textos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Saude Mental" /><title>Meus pais são bipolares</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Hoje, a bipolaridade não é só um transtorno para alguns mas um traço da personalidade de todos nós&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;-------------------------------------------------------------------------------&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O termo "bipolar" se tornou corriqueiro na boca dos adolescentes. Não é que eles citem diagnósticos psiquiátricos, no estilo "sabe, minha mãe toma remédio porque os médicos dizem que ela é bipolar". &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Nada disso; para eles, o termo é a descrição genérica de um estado de espírito dominado por altos e baixos radicais. Além disso, muitos adolescentes acham que, hoje, ser bipolar é a regra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Não acho ruim que termos clínicos se vulgarizem e entrem na linguagem comum. Só me preocupa o fato de que, às vezes, psiquiatras e psicólogos adotam essa vulgarização, confundindo a tristeza banal com o transtorno depressivo ou, então, variações do humor banais com o transtorno bipolar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Com isso, claro, a indústria farmacêutica faz a festa, pois vende antidepressivos a pessoas que estão apenas tristonhas ou morosas e estabilizadores do humor a pessoas que são apenas mais alegres pela manhã do que à noite. Seja como for, talvez os adolescentes tenham razão. Talvez a bipolaridade, além de um transtorno para alguns, seja hoje um traço da personalidade de todos nós. Por quê? Um pequeno desvio para responder.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Existe um grupo de trabalho encarregado de revisar o "Manual Estatístico e Diagnóstico de Transtornos Mentais", cuja quinta versão ("DSM V") será publicada em 2013. Esse grupo manifesta periodicamente suas decisões e seus pensamentos no site www.dsm5.org. Foi assim que em 2010, se não me engano, soubemos que o "transtorno da personalidade narcisista" sumiria da próxima versão do "Manual". Tanto mais bizarro que, aos olhos de muitos (assim como aos meus), a personalidade narcisista, longe de estar extinta, é a que melhor resume a subjetividade contemporânea. Antes de defini-la, vamos ver quais foram as reações.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A más línguas observaram que sempre somem os transtornos contra os quais a indústria farmacêutica não tem remédios para vender (não existe pílula para transtorno narcisista, enquanto existem várias para bipolaridade e depressão). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Outros, considerando que o transtorno da personalidade narcisista coincidiria com o espírito de nossa época, acharam normal que ele não fosse mais considerado como uma patologia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Enfim, muitos psicanalistas (sobretudo alunos de Heinz Kohut e de Otto Kernberg, grandes intérpretes do narcisismo) protestaram, e eis que, numa revisão de 21 de junho passado, o transtorno narcisista reapareceu no "DSM" (http://migre.me/5JNlu). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Em síntese, o narcisista não é, como sugere a vulgata do mito de Narciso, alguém apaixonado por si mesmo ou por sua imagem no espelho. Ao contrário, o problema do narcisista é que ele depende totalmente dos outros para se definir e para decidir seu próprio valor: ele se orienta na vida só pela esperança de encontrar a aprovação do mundo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Infelizmente, nunca sabemos por certo o que os outros enxergam em nós. Às vezes, o narcisista se exalta com visões grandiosas de si, ideias infladas do amor e da apreciação dos outros por ele; outras vezes, ao contrário, ele despenca no desamparo, convencido de que ninguém o ama ou aprecia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ora, a modernidade é isso: um mundo sem castas fixas, onde cada um pode subir ou descer na vida justamente porque seu lugar no mundo depende da consideração (variável e sempre um pouco enigmática) que os outros têm por ele. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Ou seja, a modernidade nos predispõe a um transtorno narcisista permanente e, no coração dessa personalidade narcisista (sina de nosso tempo), há uma oscilação bipolar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O adolescente tem razão: a bipolaridade talvez seja especialmente manifesta nos pais. Como disse, na sociedade moderna, só somos o que os outros reconhecem que sejamos, e os pais não são uma exceção a essa regra. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Nem lei simbólica, nem legado divino, nem provas genéticas bastam para me transformar em pai ou mãe de meus filhos. Hoje, para eu ser pai ou mãe, é preciso que os filhos me reconheçam como tal, ou seja, sem o amor e o respeito de meus filhos, eu não serei nem pai nem mãe.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Consequência: todo pai moderno é condenado à bipolaridade, entre a felicidade de ser genitor e uma consternadora queda do alto dessa nuvem. Se ele tenta educar, corre o risco de não ser mais amado e, portanto, de não ser mais pai. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Se desiste de educar para ser amado, corre o risco de não ser mais respeitado -ou seja, novamente, de não ser mais pai. É isso: os pais são bipolares.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Contardo Calligaris&lt;/strong&gt;, para a &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.folha.uol.com.br/"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Folha&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;, em 22/09/11.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1184368791706552742-6038445804999369826?l=significantess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Q8KVW6RRL2qTw5heIb6YHZXvt44/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Q8KVW6RRL2qTw5heIb6YHZXvt44/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Q8KVW6RRL2qTw5heIb6YHZXvt44/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Q8KVW6RRL2qTw5heIb6YHZXvt44/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Significantes/~4/7fNwzXMNGKE" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://significantess.blogspot.com/feeds/6038445804999369826/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1184368791706552742&amp;postID=6038445804999369826&amp;isPopup=true" title="4 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1184368791706552742/posts/default/6038445804999369826?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1184368791706552742/posts/default/6038445804999369826?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Significantes/~3/7fNwzXMNGKE/meus-pais-sao-bipolares.html" title="Meus pais são bipolares" /><author><name>Ana SS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03361219468801156119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="19" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-jY8NeKzUj6E/Tl-n0BOyszI/AAAAAAAABoc/z7Y3dBHSb94/s220/eu...jpg" /></author><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://significantess.blogspot.com/2011/09/meus-pais-sao-bipolares.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUMCQXozcCp7ImA9WhdUEEg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1184368791706552742.post-2440845119375091148</id><published>2011-09-26T13:11:00.000-03:00</published><updated>2011-09-26T13:11:00.488-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-09-26T13:11:00.488-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Blog amigo" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Ana Suy Sesarino" /><title>Divulgando...</title><content type="html">&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Começa uma nova semana no blog da &lt;/span&gt;&lt;a href="http://confrariadostrouxas.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Confraria dos Trouxas&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A música da vez é &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=9WAc1aZO_58"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;"A sua", da Marisa Monte&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Confiram!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1184368791706552742-2440845119375091148?l=significantess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5LfsuzDeIhmQ4q-kd16_ciqh088/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5LfsuzDeIhmQ4q-kd16_ciqh088/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5LfsuzDeIhmQ4q-kd16_ciqh088/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/5LfsuzDeIhmQ4q-kd16_ciqh088/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Significantes/~4/AHaeyRFbIZA" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://significantess.blogspot.com/feeds/2440845119375091148/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1184368791706552742&amp;postID=2440845119375091148&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1184368791706552742/posts/default/2440845119375091148?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1184368791706552742/posts/default/2440845119375091148?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Significantes/~3/AHaeyRFbIZA/divulgando.html" title="Divulgando..." /><author><name>Ana SS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03361219468801156119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="19" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-jY8NeKzUj6E/Tl-n0BOyszI/AAAAAAAABoc/z7Y3dBHSb94/s220/eu...jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://significantess.blogspot.com/2011/09/divulgando.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkQARX88eSp7ImA9WhdWGUo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1184368791706552742.post-1641400124473852168</id><published>2011-09-14T02:32:00.001-03:00</published><updated>2011-09-14T02:32:24.171-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-09-14T02:32:24.171-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Psicanálise" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Reportagens" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Psicologia" /><title>Psicólogo cria ranking dos sonhos mais populares</title><content type="html">&lt;p align="justify"&gt;Muitos dos seus sonhos, que parecem tão originais, são iguais aos de todo mundo. Na infância, por exemplo, você deve ter tentado escapar de um monstro ou de um fantasma. Mais tarde, pode ter tido uma fase em que perdia os dentes num pesadelo recorrente ou não encontrava um banheiro. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ser perseguido está no topo da lista de enredos mais populares, segundo o psicólogo escocês Ian Wallace, que estuda sonhos universais há 30 anos. Ele é autor de &amp;quot;The Top 100 Dreams&amp;quot; (os cem sonhos 'tops', sem edição no Brasil), lançado em junho, que está entre os mais vendidos da categoria, nos EUA. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;No livro, Wallace, 47, interpreta o ranking não estatístico de sonhos mais comuns (veja os primeiros ao lado). &amp;quot;Embora nossas experiências de vida variem, temos padrões de comportamento similares e mentes similares&amp;quot;, disse à &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;É possível, segundo o psicólogo, dividir os sonhos de acordo com a idade. Crianças tendem a sonhar que há algo de assustador no quarto. Adolescentes, geralmente, são perseguidos por zumbis, perdem os pais ou ficam presos no cemitério. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;No início da vida adulta, as pessoas sonham que perderam o avião ou abandonaram seus filhos por engano&amp;quot;, exemplifica. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A psicóloga e psicoterapeuta Marion Gallbach, autora de &amp;quot;Aprendendo com os Sonhos&amp;quot; (Paulus, R$ 39,50, 248 págs.), acompanhou grávidas de primeira viagem por seis meses em sua dissertação de mestrado. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Segundo ela, oito em dez gestantes sonhavam com água: chuva, dilúvios, tsunamis. &amp;quot;Muitas delas também sonhavam com leite ou com filhotes de animais.&amp;quot; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Para Gallbach, os símbolos da maternidade são uns dos mais característicos e marcantes, relacionados com o instinto biológico e com a mudança física e psicológica pela qual a mulher passa. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O psiquiatra suíço Carl Gustav Jung (1865-1961) chamava os símbolos representados nos sonhos de arquétipos. Eles seriam resultado de um inconsciente coletivo, formado a partir de influências genéticas, culturais e sociais. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Nesse caso, sonhar com água tem relação com ser inundado por emoções, perder o controle da situação e ser obrigado a se deixar levar. &amp;quot;É como as grávidas normalmente se sentem.&amp;quot; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;IGUAL, MAS DIFERENTE&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os temas são parecidos, mas os detalhes diferenciam os sonhos. &amp;quot;Há símbolos universais, mas o principal para desvendar significados é o contexto em que o símbolo está inserido&amp;quot;, afirma a psicanalista Cecilia Orsini, da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Na visão da neurociência, sonhos são o resultado da soma de memórias recentes e consolidadas. Por isso é quase impossível os sonhos de duas pessoas serem iguais. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;O conteúdo pode ser o mesmo, porque vivemos na mesma sociedade, mas o enredo muda. Ele é feito a partir das experiências de cada um e de como cada um interpreta a realidade&amp;quot;, diz Angela Cristina do Valle, pesquisadora em neurociências na Universidade de São Paulo. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A seleção de memórias, que nos sonhos aparecem como um mosaico aparentemente sem sentido, não é aleatória: acontece de acordo com o sistema de recompensa ou de punição do cérebro, segundo o neurocientista Sidarta Ribeiro, pesquisador da UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte). &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;Quando Freud falou que os sonhos representavam desejos, de certa forma estava certo&amp;quot;, afirma. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O neurologista austríaco Sigmund Freud (1856-1939), um dos primeiros cientistas a se debruçar sobre o tema, estabeleceu que o sonho é um retrato do inconsciente, sempre individual. Daí o problema com manuais e dicionários de significados. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Além de revelarem desejos, os sonhos, para a psicanálise, mostram questões que a pessoa não está resolvendo. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;Freud diz que a chave do sonho é sempre o sonhador. Os símbolos dos manuais podem até esconder o significado real&amp;quot;, comenta Orsini. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;O sonho &amp;quot;manda um recado&amp;quot; do inconsciente. &amp;quot;É uma mensagem do próprio eu para a personalidade consciente. Pode servir como forma de compensar, reestabelecer o equilíbrio&amp;quot;, diz a junguiana Gallbach. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Sonhamos de quatro a cinco vezes por noite. Mesmo quando você não se lembra do sonho, ele ajuda a fixar memórias e a recuperar a capacidade de atenção. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A dificuldade de se lembrar de imagens e acontecimentos oníricos tem várias explicações. A primeira é fisiológica. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;À noite, liberamos menos noradrenalina, neurotransmissor que ajuda a consolidar memórias recentes&amp;quot;, explica Sidarta Ribeiro. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Assim que levantamos e despertamos nossa atenção com alguma atividade, temos uma descarga do neurotransmissor, o que faz com que esqueçamos de vez os restos dos sonhos. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Uma dica para que isso não aconteça é ficar dez minutos na cama depois de acordar sem fazer nada. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;Pessoas que têm esse hábito, com o tempo, passam a lembrar mais sonhos.&amp;quot; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;BEM LEMBRADO&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Para a psicanálise, esquecer os sonhos mostra dificuldade para lidar com os problemas, que poderiam ser revelados pelo inconsciente. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Nem sempre é bom fazer força para se lembrar, de acordo com o psiquiatra e psicanalista José de Matos. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;A lembrança precisa vir naturalmente. Não adianta fazer anotações à noite, você não entende depois. Nem é saudável lembrar de tudo.&amp;quot; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Para ele, o problema é quando os sonhos se repetem. &amp;quot;A tendência é repetir o sonho para repetir o trauma.&amp;quot; &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os sonhos recorrentes, angustiantes, são vistos pela psiquiatria como sintoma de estresse pós-traumático --transtorno em que a pessoa relembra constantemente um fato, e que pode mudar o padrão de sono. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Alterações físicas também causam pesadelos, lembra o neurologista Luciano Ribeiro Pinto Jr., da Unifesp. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;Nem tudo é psicológico&amp;quot;, diz. O sono é influenciado por fatores biológicos e ambientais, como estar com sede ou vontade de ir ao banheiro. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;Às vezes, a pessoa busca significados em sonhos repetidos quando, na verdade, tem um distúrbio físico. Sonhar que está sufocado pode ser uma apneia do sono&amp;quot;, diz. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;JULIANA VINES – Folha.com&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1184368791706552742-1641400124473852168?l=significantess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/oKt5rusnslx_WvL5zRQxO0Ac2Bw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/oKt5rusnslx_WvL5zRQxO0Ac2Bw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/oKt5rusnslx_WvL5zRQxO0Ac2Bw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/oKt5rusnslx_WvL5zRQxO0Ac2Bw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Significantes/~4/OGhNCbv_4aY" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://significantess.blogspot.com/feeds/1641400124473852168/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1184368791706552742&amp;postID=1641400124473852168&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1184368791706552742/posts/default/1641400124473852168?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1184368791706552742/posts/default/1641400124473852168?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Significantes/~3/OGhNCbv_4aY/psicologo-cria-ranking-dos-sonhos-mais.html" title="Psicólogo cria ranking dos sonhos mais populares" /><author><name>GS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16162246655054622520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://significantess.blogspot.com/2011/09/psicologo-cria-ranking-dos-sonhos-mais.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0EGQ3Y7eCp7ImA9WhdWGEk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1184368791706552742.post-7995587609244360892</id><published>2011-09-12T14:47:00.001-03:00</published><updated>2011-09-12T14:47:02.800-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-09-12T14:47:02.800-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Psicanálise" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Reportagens" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Psicologia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Saude Mental" /><title>Jovens com TOC contam como lidam com o vício em manias</title><content type="html">&lt;p&gt;Inquieta, Andressa Freitas de Souza, 23, bota-se de pé. &amp;quot;Sabe o que é? Se eu não lavar as mãos, não vou conseguir conversar com você.&amp;quot; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A garota vê sujeira onde, aparentemente, não há. &amp;quot;Se eu tocar no chão, no rejunte dos pisos, por exemplo, acho que vou me contaminar&amp;quot;. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A aflição só passa quando ela abre a torneira da cozinha: &amp;quot;Senão a mente trava&amp;quot;, explica, esfregando as mãos com detergente. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Andressa tem TOC (transtorno obsessivo-compulsivo), um distúrbio mental que afeta cerca de 4 milhões de jovens e adultos no Brasil. &amp;quot;A obsessão é aquele pensamento, mesmo sem sentido, que a pessoa não consegue tirar da cabeça. E a compulsão é o ritual feito para afastá-lo&amp;quot;, explica Ana Hounie, psiquiatra do Hospital das Clínicas de São Paulo. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;De acordo com a especialista, qualquer um pode desenvolver o TOC. E, muitas vezes, os primeiros sinais despontam na adolescência. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;img border="0" alt="SAO PAULO, SP, BRASIL, 31-08-2011, 19:00h. Andressa Freitas, 23, fotografada em sua casa. Andressa uma das personagens da reportagem do Folhateen sobre jovens com TOC (transtorno obsessivo-compulsivo). Entre as muitas &amp;quot;manias&amp;quot; de Andressa est a simetria: a arrumao das roupas dela no guarda-roupa segue um padro de cor e &amp;quot;velhice&amp;quot;; ela no consegue dormir se o chinelo no estiver posicionado da forma como ela quer; pensamentos ruins a perturbam se, quando mesa durante a refeio, o copo, os talheres e os demais objetos no esto alinhados da maneira &amp;quot;correta&amp;quot;.(Alexandre Rezende/Folhapress FOLHATEEN) *** EXCLUSIVO FOLHA ***" src="http://f.i.uol.com.br/folha/folhateen/images/11251423.jpeg" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Andressa, 23, começou a tratar o TOC com remédios aos 19 anos &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;CHEIOS DE MANIAS&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Prisioneira de inúmeras manias, que se acumularam e se substituíram, Andressa começou a ir mal na faculdade de enfermagem e largou tudo no segundo semestre. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;quot;Quando ia estudar, era o caderno deste jeito, a caneta assim, o estojo ali... Insuportável.&amp;quot; Como se não bastasse a fissura pela higiene, ela também se apega à simetria. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No ano seguinte, aos 19, a mãe chegou em casa afobada, sacudindo uma revista: &amp;quot;Olha, Andressa, você tem a mesma coisa que o Roberto Carlos!&amp;quot;. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A revista, que já era antiga, contava que o cantor não saía de um lugar pela porta que entrou, não usava marrom e não dizia palavras negativas: parou até de cantar um de seus sucessos, &amp;quot;Quero Que Vá Tudo pro Inferno&amp;quot;. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Preocupada, Andressa começou a pesquisar sobre o TOC e encontrou outro caso famoso, o da modelo e atriz Luciana Vendramini. Ela ficou entre 1999 e 2003 sem trabalhar, tempo que levou para vencer a doença. No início, ela só conseguia dormir depois de ver três táxis amarelos. No auge, ficou dez horas no chuveiro, esperando um pensamento bom vir à mente. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Alexandre Rezende/Folhapress&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;img border="0" alt="SAO PAULO, SP, BRASIL, 31-08-2011, 19:00h. Andressa Freitas, 23, fotografada em sua casa. Andressa uma das personagens da reportagem do Folhateen sobre jovens com TOC (transtorno obsessivo-compulsivo). Entre as muitas &amp;quot;manias&amp;quot; de Andressa est a simetria: a arrumao das roupas dela no guarda-roupa segue um padro de cor e &amp;quot;velhice&amp;quot;; ela no consegue dormir se o chinelo no estiver posicionado da forma como ela quer; pensamentos ruins a perturbam se, quando mesa durante a refeio, o copo, os talheres e os demais objetos no esto alinhados da maneira &amp;quot;correta&amp;quot;.(Alexandre Rezende/Folhapress FOLHATEEN) *** EXCLUSIVO FOLHA ***" src="http://f.i.uol.com.br/folha/folhateen/images/11251474.jpeg" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Todos os dias, antes de dormir, Andressa faz o mesmo ritual com o par de chinelos. Primeiro, checa se as solas estão limpas. Depois, posiciona o par sobre a risca formada entre os pisos e começa a contagem: &amp;quot;um, dois, um, dois, um dois&amp;quot;, tocando o chinelo com os dedos. Se, durante o ritual, ela ouve um barulho, é preciso recomeçar &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;De imediato, Andressa procurou um psiquiatra e começou a se tratar com remédios. &amp;quot;Quando ele me disse que o TOC não tinha cura, eu comecei a chorar&amp;quot;, lembra. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Há um ano, Diogo *, 12, também encara o tratamento recomendado --medicamentos (como antidepressivos) e terapia. Ele é da turma da limpeza, mas nada o atrapalha na escola, já que a região &amp;quot;contaminada&amp;quot; está em casa. Discreto, diz que não quer &amp;quot;parecer estranho&amp;quot;. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Às vezes, o transtorno é tão intenso que chega a afastar seus portadores até de pessoas queridas. É o caso de João*, 19, que quando era criança não conseguia tocar na irmã, porque algo dentro da sua cabeça dizia que ela era &amp;quot;suja&amp;quot;. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Naquele tempo, criou outro comportamento repetitivo: engolir saliva olhando para cima, &amp;quot;para não absorver algo do inferno&amp;quot;. Aos 17, &amp;quot;achava que minha mãe ia morrer e rezava para isso não se concretizar&amp;quot;. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Hoje, no segundo tratamento, ainda se incomoda com alguns pensamentos, mas uma rápida oração é o suficiente para acalmá-lo. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;ENQUANTO É TEMPO&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;quot;O Roberto e a Luciana não têm ideia do quanto eles encorajam, até hoje, as pessoas&amp;quot;, conta a educadora Maura Carvalho, que fundou, em 1996, a Astoc (Associação Brasileira de Síndrome de Tourette, Tiques e Transtorno Obsessivo-Compulsivo), junto com outras três mães. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Comum entre os jovens com o transtorno, a vergonha e a discrição, na verdade, só atrapalham. Quanto mais tarde o TOC for diagnosticado, mais difícil fica controlá-lo. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;quot;O primeiro remédio é, na verdade, a informação&amp;quot;, explica. De acordo com a educadora, é importante que as famílias e as escolas estejam atentas e preparadas para dar suporte e tornar tudo o mais natural possível. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;quot;Se o Rei tem TOC, qual é o problema de nossos filhos e alunos terem, poxa?&amp;quot;, acrescenta, entre risos. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;MAYRA MALDJIAN&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Folha.com&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1184368791706552742-7995587609244360892?l=significantess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WnI6kz95xv6i1p8Qzll-Kmo0LGw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WnI6kz95xv6i1p8Qzll-Kmo0LGw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WnI6kz95xv6i1p8Qzll-Kmo0LGw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WnI6kz95xv6i1p8Qzll-Kmo0LGw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Significantes/~4/0DlE-K9CFLI" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://significantess.blogspot.com/feeds/7995587609244360892/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1184368791706552742&amp;postID=7995587609244360892&amp;isPopup=true" title="5 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1184368791706552742/posts/default/7995587609244360892?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1184368791706552742/posts/default/7995587609244360892?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Significantes/~3/0DlE-K9CFLI/jovens-com-toc-contam-como-lidam-com-o.html" title="Jovens com TOC contam como lidam com o vício em manias" /><author><name>GS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16162246655054622520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>5</thr:total><feedburner:origLink>http://significantess.blogspot.com/2011/09/jovens-com-toc-contam-como-lidam-com-o.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkADQn88eyp7ImA9WhdWF0s.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1184368791706552742.post-98595385633012004</id><published>2011-09-11T15:12:00.000-03:00</published><updated>2011-09-11T15:12:53.173-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-09-11T15:12:53.173-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Revista Energia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Amor" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Ana Suy Sesarino" /><title>Faces da mesma moeda</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-yFaNtItm5gw/Tmz5t8HJDkI/AAAAAAAABpE/ZA0jQS7cTk4/s1600/Sides_of_a_Coin_by_Vamp_cavities.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="206" nba="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-yFaNtItm5gw/Tmz5t8HJDkI/AAAAAAAABpE/ZA0jQS7cTk4/s320/Sides_of_a_Coin_by_Vamp_cavities.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Amor e ódio. Muita gente acha que são antônimos. Eu discordo. Mais me parece que esses dois sentimentos são irmãozinhos. Sim, acho mesmo é que o amor e ódio andam de mãos dadas. Pois veja só. Ninguém está tão suscetível ao ódio do outro quanto aquele que é amado. Ninguém pode odiar uma pessoa pela qual não tem, ou não teve algum tipo de amor. O oposto do amor é a indiferença.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O amor é uma coisa muito difícil, o que acaba implicando em imensas complicações em todos os relacionamentos. Amar é querer mais do que o outro pode lhe dar. É querer o impossível do outro. E ser amado é querer ser ainda mais amado. E também querer o impossível do outro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Enquanto o amor ama, o ódio vigia. Pois por um deslize, o amante/amado pode pôr todo um relacionamento por água abaixo, assim, como num piscar de olhos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;De um dia pro outro tudo aquilo que se chamava de amor pode passar a ser chamado de ódio. No entanto, a presença do ódio muitas vezes não aniquila o amor. Amodeia-se. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Porque ambos os sentimentos são os dois lados da mesma moeda. O amor é mesmo paradoxal. Quer não querendo. Confia desconfiando. É um beijo de olhos abertos. Um voo sem asas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Isso parece meio louco? Mas o amor, por si só, não é mesmo uma coisa sem razão? Querer fazer de dois, um é ir contra a lógica matemática. Desejar ter o outro de corpo e alma, é ir contra as leis da física. Entregar uma parte preciosa de si nas mãos do outro, sem saber como é que esse outro vai cuidar de tal preciosidade... Isso faz algum sentido? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Bem, mas o amor é ilógico. É justamente quando os sentidos não mais importam. Porque os melhores sentimentos fazem-se é de sentires.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Escrito para a Revista Energia&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;Publicado na edição de setembro&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a href="http://www.radioenergiafm.com.br/revista/"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;http://www.radioenergiafm.com.br/revista/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1184368791706552742-98595385633012004?l=significantess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/XOUKC5uz1BudYcXPG2O6djjwX90/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/XOUKC5uz1BudYcXPG2O6djjwX90/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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Estes locais abrigam doentes mentais que cumprem medidas de segurança por incapacidade de entender o crime que cometeram. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os problemas têm sido identificados há anos em visitas do Conselho Nacional e Justiça (CNJ), relatórios do Ministério da Saúde e da Associação Brasileira de Psiquiatria, além de denúncias feitas por ex-funcionários desses HCTPs e ONGs que militam em defesa dos diretos humanos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Denúncias mais graves foram feitas recentemente contra o HCTP de Franco da Rocha, na região metropolitana de São Paulo, onde sete pacientes fugiram cavando um buraco no final de semana passado. Segundo relataram ao &lt;b&gt;Terra&lt;/b&gt; ex-funcionários e integrantes de entidades de defesa dos direitos humanos, os internos estariam sendo submetidos a um regime de presídio, com torturas, e supressão do tratamento psiquiátrico.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;Eles não são presos. Foram absolvidos pela Justiça, são pacientes que precisam de cuidados, assim como crianças menores de 12 anos de idade&amp;quot;, diz o ex-coordenador de Saúde do Sistema Penitenciário paulista, integrante da ONG Tortura Nunca Mais e conselheiro do Movimento Nacional de Direitos Humanos, Paulo Sampaio.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Mutirões carcerários promovidos pelo CNJ identificaram que, em Salvador, 88 dos 156 internos aguardavam laudo de insanidade mental. Para sensibilizar as autoridades sobre as condições do hospital, o HCTP baiano foi cenário de um filme chamado &lt;i&gt;A Casa dos Mortos&lt;/i&gt;. Na unidade de Itamaracá (PE), uma paciente esperava julgamento há 12 anos.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Segundo estudo da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) sobre os HCTPs, estes locais são confusos e sem uma política que direcione o tratamento dos pacientes. &amp;quot;Constatamos que nesses últimos oito anos nenhuma medida eficaz foi tomada para a melhora desse triste panorama nacional. A simples mudança do nome Manicômio Judiciário para Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico em nada transformou a realidade precária na qual se transitam os doentes mentais no limite da total desassistência&amp;quot;, diz trecho do relatório da associação publicado em 2010.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Entre as observações constatadas em todas as oito unidades visitadas (SP, AM, RS, BA, PA, RJ e DF), as instalações não atendiam as necessidades mínimas para o tratamento, misturando um cenário de punição com tratamento. A falta de médicos era tamanha, que em 2010, perícias já estavam sendo agendadas para 2015. Quando recebiam alta, os pacientes não recebiam suporte do Sistema Único de Saúde (SUS) e acabavam voltando para os HCTPs. Segundo a ABP, isso ensejava &amp;quot;hipóteses de descaso e/ou falta de preparo técnico por parte dos gestores responsáveis pelo setor junto ao poder público&amp;quot;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Os dados mais recentes do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) apontam que 4.250 pessoas cumprem medidas de segurança de tratamento e internação no sistema penitenciário nos 33 HCTPs espalhados pelo Brasil. São 881 leitos psiquiátricos disponíveis em todos os presídios brasileiros. De acordo com os números, 198 psiquiatras são responsáveis pelo atendimento não só dos internos do HCTP, mas dos 496,2 mil detentos abrigados nas prisões brasileiras.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Estudos do Ministério da Saúde atribuem os problemas à resistência da rede de saúde mental, do SUS, das famílias, e dos órgãos de Justiça, que sugerem a reinternação, mesmo quando não ocorre reincidência.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;b&gt;Denúncias&lt;/b&gt;    &lt;br /&gt;Paulo Sampaio diz que pediu exoneração da coordenação de Saúde do Sistema Penitenciário de São Paulo porque a Secretaria de Administração Penitenciária paulista (SAP) promove opressão, tortura, espancamentos nos HCTPs de Taubaté e Franco da Rocha.&amp;lt;/P. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&amp;quot;A pressão está muito grande contra os pacientes. São pessoas que foram absolvidas pelo crime cometido porque são doentes. Só que o sistema penitenciário de São Paulo não os está tratando como doentes, estão torturando, pressionando, afastando da família, e isso criou um clima de tensão. Há mais de 20 anos não víamos isso&amp;quot;, denuncia.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Ele acusa a SAP de colocar agentes penitenciários para dirigir os HCTPs, o que fez com que o tratamento e o programa de saída progressiva fossem extintos no Franco da Rocha. &amp;quot;O secretário colocou para dirigir dois hospitais de custódia, dois agentes penitenciários, que não possuem conhecimento de tratamento mental&amp;quot;, acusa.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Sampaio diz que já encaminhou à corregedoria de Justiça do Estado de São Paulo denúncias sobre maus tratos e abusos sexuais, mas nada foi feito. A corte informou que os processos são sigilosos, por isso não pôde dar informações sobre o andamento dos mesmos. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A SAP disse que as circunstâncias da fuga em Franco da Rocha estão sendo apuradas e que ocorreram mudanças na direção da instituição em julho deste ano após verificação sobre como eram conduzidos os trabalhos na unidade, que estariam em desacordo com as normas vigentes. &amp;quot;Foram implantadas, portanto, mudanças no sentido de propiciar melhorias nos atendimentos aos pacientes, preservando suas integridades físicas e mentais&amp;quot;. &lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Segundo a SAP, a nova diretoria e os psicólogos, assistentes sociais e terapeutas ocupacionais apresentaram novas propostas para implantar &amp;quot;diversas atividades laborais&amp;quot;, para atingir um número maior de pacientes e prepará-los para o retorno social, conforme as necessidades de cada um deles.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;A secretaria afirma ainda que o servidor que ocupa o cargo de direção tem formação em &amp;quot;Psicologia Clínica, Psicologia Institucional, Grupo Terapêutico e Equipe Multidisciplinar, bem como Transtornos Mentais e possui todos os predicativos necessários para assumir a direção da unidade e desempenhar um importante trabalho com os sentenciados que precisam de acompanhemento psiquiátrico&amp;quot;.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Contatada pelo &lt;b&gt;Terra&lt;/b&gt;, a Defensoria Pública de São Paulo informou que não recebeu nenhuma denúncia, nem possui investigações sobre casos como os relatados em Franco da Rocha.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Já o Ministério da Saúde informa que instaurou uma força-tarefa para avaliar o funcionamento dos 201 hospitais psiquiátricos que atendem pelo SUS, cujo relatório deve ser elaborado em novembro.&lt;/p&gt;  &lt;p align="justify"&gt;Terra.com&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1184368791706552742-1969377065348000538?l=significantess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2XyZ55VBA-iW1urrTNCHZ3C8-BI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2XyZ55VBA-iW1urrTNCHZ3C8-BI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2XyZ55VBA-iW1urrTNCHZ3C8-BI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2XyZ55VBA-iW1urrTNCHZ3C8-BI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Significantes/~4/k7XMjCptEvM" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://significantess.blogspot.com/feeds/7554804262792727447/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1184368791706552742&amp;postID=7554804262792727447&amp;isPopup=true" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1184368791706552742/posts/default/7554804262792727447?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1184368791706552742/posts/default/7554804262792727447?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Significantes/~3/k7XMjCptEvM/show-de-hipnose-termina-em-histeria.html" title="Show de hipnose termina em histeria coletiva na Colômbia" /><author><name>GS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16162246655054622520</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://significantess.blogspot.com/2011/09/show-de-hipnose-termina-em-histeria.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkEAQX8-fip7ImA9WhdXGU0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-1184368791706552742.post-3540614758902262246</id><published>2011-09-01T16:17:00.000-03:00</published><updated>2011-09-01T16:17:20.156-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-09-01T16:17:20.156-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Amor" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Freud" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Psicanálise" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Ana Suy Sesarino" /><title>Bem ou malmequer?</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Hs7NDwd5vGI/Tl_Y6OakQSI/AAAAAAAABo8/rJzJWMHBLiY/s1600/Daisy_by_MissLoony.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="267" src="http://1.bp.blogspot.com/-Hs7NDwd5vGI/Tl_Y6OakQSI/AAAAAAAABo8/rJzJWMHBLiY/s320/Daisy_by_MissLoony.jpg" width="320" xaa="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Diz o senso-comum que amar é não esperar nada em troca. Pois eu duvido. Mais me parece que o amor é uma via de duas mãos. Aquele que ama deseja também receber amor. Nesse sentimento, todos querem ser correspondidos. Para a maior parte das pessoas, amar sozinho é insuficiente, inodoro, insosso e insípido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Amar é desejar ser amado. O amor humano é algo bastante exigente e inseguro. O amante dificilmente tem a certeza de ser correspondido. Vive pedindo provas disso. Acontece que o amor é coisa que se experimenta, não se prova. Isto é, nenhuma prova de amor é suficiente. E isso não é privilégio do amor romântico, é assim com todas as relações.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A mãe quer que o filho, que é introvertido e seco, lhe diga o quanto a ama. O pai quer que aquele filho que tem dificuldade na escola, tire notas altas. O namorado quer que a namorada, recatada, faça estripulias no sexo. A namorada, que tem um par que é aversivo ao casamento, quer justamente isso dele: se casar. É, o amor pede justamente aquilo que o outro não pode dar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Que graça tem ganhar beijos de um beijoqueiro? Receber flores do dono da floricultura? Ganhar poemas do poeta? Isso tudo é café pequeno. O amor é megalomaníaco e quer o impossível. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Porque o que o ser humano deseja é se sentir especial. Não se contenta em ser amado, quer mais, quer que o outro lhe mostre isso. Quer que o amado mova montanhas, transforme água em vinho. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Mas isso tudo é puro jogo que o sentimento e a razão fazem. Porque racionalmente, esse desejo de querer provas de amor não faz o menor sentido. Principalmente porque, se acontece de uma pessoa conseguir, efetivamente, provar o seu amor à outra pessoa, o jogo acaba. E o amado se queixa de se sentir “sufocado”. Diz que o outro “perdeu a graça”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;O amor está sempre escondendo algo, tem sempre algo de oculto. Porque aquele que ama faz as palavras serem insuficiente. Não sabe dizer ou explicar o amor ou a escolha pelo amante. O amor é uma paixão de desconhecimento. Por um lado não se sabe por que se ama, por outro lado não se sabe se é também amado. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Amar é pisar em ovos. Porque toda a graça está na dúvida. Ele(a) me ama, ele(a) não me ama, ele(a) me ama, ele não me ama. Bem-me-quer, mal-me-quer.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;Uma pequena minoria de pessoas acha-se capacitada, &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;por sua constituição, a encontrar felicidade no caminho do amor. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;(&lt;/span&gt;Freud, em O mal-estar na civilização)&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Texto publicado na Revista Energia, no mês de agosto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;a href="http://www.radioenergiafm.com.br/revista/"&gt;http://www.radioenergiafm.com.br/revista/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;﻿&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1184368791706552742-3540614758902262246?l=significantess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7OnZa3PRdZCRluCshw3wEZ8Amu4/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7OnZa3PRdZCRluCshw3wEZ8Amu4/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Hoje, segunda-feira, é dia de &lt;/span&gt;&lt;a href="http://confrariadostrouxas.blogspot.com/2011/08/ventania.html"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;texto meu lá&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1184368791706552742-5947914163649884465?l=significantess.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1pbRt-993LPnflpS73B8L2VZw40/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1pbRt-993LPnflpS73B8L2VZw40/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1pbRt-993LPnflpS73B8L2VZw40/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/1pbRt-993LPnflpS73B8L2VZw40/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Significantes/~4/h7bvJ3gkvR4" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://significantess.blogspot.com/feeds/5947914163649884465/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1184368791706552742&amp;postID=5947914163649884465&amp;isPopup=true" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1184368791706552742/posts/default/5947914163649884465?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/1184368791706552742/posts/default/5947914163649884465?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Significantes/~3/h7bvJ3gkvR4/na-confraria-dos-trouxas-musica-da.html" title="" /><author><name>Ana SS</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03361219468801156119</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="19" height="32" src="http://4.bp.blogspot.com/-jY8NeKzUj6E/Tl-n0BOyszI/AAAAAAAABoc/z7Y3dBHSb94/s220/eu...jpg" /></author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://significantess.blogspot.com/2011/08/na-confraria-dos-trouxas-musica-da.html</feedburner:origLink></entry></feed>

