<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-242039674144538802</atom:id><lastBuildDate>Thu, 29 Aug 2024 06:55:10 +0000</lastBuildDate><category>Ficção</category><category>Literatura Estrangeira</category><category>Suspense</category><category>Romance Histórico</category><category>Carlos Ruiz Zafón</category><category>Dan Brown</category><category>Ken Follett</category><category>Stephen King</category><category>Terror</category><title>Simples Resenhas</title><description>Análises de livros, por um simples leitor...</description><link>http://simplesresenhas.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Anonymous)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>4</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-242039674144538802.post-4072515314491203368</guid><pubDate>Fri, 30 Apr 2010 12:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-30T09:52:37.224-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Dan Brown</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ficção</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Literatura Estrangeira</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Suspense</category><title>O Símbolo Perdido – Dan Brown</title><description>&lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://tvcinemaemusica.files.wordpress.com/2010/02/o-simbolo-perdido.jpg&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px&quot; title=&quot;o simbolo perdido&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;o simbolo perdido&quot; src=&quot;http://lh6.ggpht.com/_emPIXYH9tmQ/S9rRqE2bnZI/AAAAAAAAAO8/74ZuBhIkDkM/osimboloperdido5.jpg?imgmax=800&quot; width=&quot;171&quot; height=&quot;244&quot;&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Se há um escritor que é sinônimo de sucesso em vendas nos últimos anos, ele se chama &lt;a href=&quot;http://www.danbrown.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Dan Brown&lt;/a&gt;. Perdendo, acredito, somente para J.K. Rowling e seu praticamente insuperável Harry Potter, ele conseguiu um feito muito notável ao superar o número de 80 milhões de cópias vendidas em seu maior &lt;em&gt;best seller&lt;/em&gt;, &lt;strong&gt;O Código Da Vinci&lt;/strong&gt;. Ele pode ser criticado por suas obras terem todas uma estrutura muito semelhante – um prólogo com uma misteriosa morte, um segredo muito importante que corre o risco de ser perdido para sempre (ou é perigoso demais para ser revelado), enigmas e códigos a serem decifrados em pouco tempo, um casal como protagonista, etc. –, mas é inegável que sua “fórmula mágica” funciona e sua habilidade de escrever romances com uma história fluida e de leitura rápida é muito grande. Em &lt;strong&gt;O Símbolo Perdido&lt;/strong&gt;, seu livro mais recente, essa fórmula voltou a ser utilizada, mas com algumas mudanças nos ingredientes.&lt;/p&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt; &lt;p&gt;Logo no começo, já é possível ver um prólogo diferente dos outros livros. Apesar de já ficar evidente o estilo de escrita do Dan Brown, não há morte alguma, apenas são apresentados o antagonista da trama (chamado &lt;em&gt;Mal’akh&lt;/em&gt;) e alguns aspectos da maçonaria, que é o foco principal do livro e uma mudança em relação aos dois últimos romances do autor, &lt;strong&gt;Anjos e Demônios&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;O Código Da Vinci&lt;/strong&gt;, que desvendavam segredos supostamente escondidos pelo catolicismo. Outra diferença em relação a esses livros é a ambientação da história, que agora ocorre nos Estados Unidos, mais especificamente em Washington, em vez da Europa. Vale ressaltar, porém, que os primeiros livros de Dan Brown – &lt;strong&gt;Fortaleza Digital&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Ponto de Impacto&lt;/strong&gt; – são também ambientados em terras norte-americanas (apesar de grande parte da trama do segundo ocorrer no Ártico).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Novamente protagonizado pelo famoso professor de simbologia &lt;strong&gt;Robert Langdon&lt;/strong&gt;, a história deste romance tem início quando Peter Solomon, grande amigo de Langdon e eminente maçom, convida-o a dar uma palestra no Capitólio dos Estados Unidos, o centro legislativo do país, sobre o simbolismo presente na arquitetura da capital norte-americana. Entretanto, tudo não passa de uma armadilha: Peter foi sequestrado e Mal’akh, o sequestrador, que acredita que os fundadores de Washington (a maior parte deles, mestres maçons) esconderam em alguma parte da cidade um tesouro capaz de dar ao portador poderes sobre-humanos, obriga o professor a efetuar uma busca pela capital norte-americana atrás desse local secreto, que só pode ser encontrado decifrando-se diversos símbolos, dentre eles a pirâmide maçônica.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Com o ritmo ágil de sempre, Dan Brown envolve o leitor em diversos enigmas e traz ao primeiro plano a &lt;strong&gt;maçonaria&lt;/strong&gt; – seus rituais, tradições e grande influência na fundação dos Estados Unidos – bem como as pesquisas de um dos ramos mais recentes da ciência, a &lt;strong&gt;noética&lt;/strong&gt; (apresentadas, na trama, pela irmã de Peter, Catherine Solomon), que estuda o poder da mente humana e sua possível influência no mundo material, e cujas novas descobertas têm se mostrado cada vez mais próximas do misticismo e de algumas das crenças mais antigas da humanidade. Não sei até que ponto é verdadeiro o que é apresentado no livro, mas são informações que certamente deixam o leitor com vontade de saber mais sobre o assunto.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Enquanto literatura de entretenimento, O Símbolo Perdido é uma boa opção. Porém, se você procura um livro com personagens mais complexos ou um enredo mais original, provavelmente não vai gostar. Nenhum dos personagens me transmitiu “vida”, em nenhum momento senti algo (tristeza, alegria, raiva…) enquanto lia. Faltou emoção. Langdon continua inteligente e bobo, Catherine é muito pouco carismática e Mal’akh, um típico vilão “rebelde sem causa” – é mal e pronto (os motivos dados no livro para ele agir de forma tão cruel não me foram convincentes, e seus constantes&amp;nbsp; monólogos são muito mal feitos, parece até coisa de vilão de novela da Globo que fala sozinho). Deste último, só vale ressaltar como admirável sua habilidade de manipular os outros personagens da história, o que feito de forma brilhante.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O único personagem que me cativou um pouco foi Peter Solomon – um homem bastante rico, mas com uma vida repleta de tragédias familiares. É ao mesmo tempo gentil e triste, ora forte, ora impotente. Só a forma que o autor usa para narrar esses sentimentos conflitantes que não impacta tanto o leitor quanto deveria. Não é ruim, mas poderia ser muito melhor.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Conclusão&lt;/strong&gt;: O Símbolo Perdido merece ser lido se você procura um livro para simples entretenimento, se não quer absorver muita coisa do que lê para sua vida, ou se simplesmente já leu outros livros do Dan Brown e gosta do estilo dele ou quer completar a coleção. Com personagens fracos e um final que detestei, o enredo só se salva por trazer ao leitor diversas informações históricas e científicas bastante interessantes, como ocorre nos outros romances do autor. Se comparado aos outros livros dele, eu diria que O Símbolo Perdido está no mesmo nível de O Código Da Vinci, só ficando um pouco atrás por causa do final. Anjos e Demônios e Ponto de Impacto continuam sendo os meus favoritos, e Fortaleza Digital o pior de todos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;img style=&quot;border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px&quot; title=&quot;the_lost_symbol&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;the_lost_symbol&quot; src=&quot;http://lh3.ggpht.com/_emPIXYH9tmQ/S9rRqm0y6zI/AAAAAAAAAPA/-VkwXj8Dvxk/the_lost_symbol4.jpg?imgmax=800&quot; width=&quot;162&quot; height=&quot;244&quot;&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Dados do livro “O Símbolo Perdido”&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Título Original:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;The Lost Symbol&lt;/em&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Autor:&lt;/strong&gt; Dan Brown&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Tradutora:&lt;/strong&gt; Fernanda Abreu&lt;br&gt;&lt;strong&gt;ISBN:&lt;/strong&gt; 9788599296554&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Edição:&lt;/strong&gt; 1 (2009)&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Editora:&lt;/strong&gt; Sextante&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Número de páginas:&lt;/strong&gt; 496&lt;/p&gt;  </description><link>http://simplesresenhas.blogspot.com/2010/04/o-simbolo-perdido-dan-brown.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh6.ggpht.com/_emPIXYH9tmQ/S9rRqE2bnZI/AAAAAAAAAO8/74ZuBhIkDkM/s72-c/osimboloperdido5.jpg?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-242039674144538802.post-7047214749921033536</guid><pubDate>Tue, 13 Apr 2010 14:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-13T11:42:04.973-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Carlos Ruiz Zafón</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ficção</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Literatura Estrangeira</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Romance Histórico</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Suspense</category><title>A Sombra do Vento – Carlos Ruiz Zafón</title><description>&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.pitaco.com.br/wp-content/uploads/2009/09/a_sombra_vento.jpg&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto&quot; title=&quot;A Sombra do Vento&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;A Sombra do Vento&quot; src=&quot;http://lh5.ggpht.com/_emPIXYH9tmQ/S8SCt6JBU7I/AAAAAAAAAOY/PGrgbBSA9v8/a_sombra_vento3.jpg?imgmax=800&quot; width=&quot;172&quot; height=&quot;244&quot;&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para mim, uma das características essenciais de um bom livro é, independente do tema abordado, conseguir prender a atenção do leitor a ponto de fazê-lo perder o sono só para ler um pouco mais. Já me senti assim diversas vezes, principalmente com livros de suspense. Entretanto, alguns conseguem transcender até mesmo o nível dos “bons”, alcançando um patamar diferenciado. Esses têm o poder de deixar o leitor completamente imerso na trama, até quase esquecer a realidade e passar a se sentir literalmente o protagonista do livro, a ficar triste, irritado ou feliz dependendo do momento em que a história se encontra. Desde 2001 até pouco mais de um mês atrás, somente os livros da série &lt;em&gt;Harry Potter&lt;/em&gt; haviam conseguido chegar a esse ponto enquanto eu os lia, mas isso mudou quando iniciei minha leitura de &lt;strong&gt;A Sombra do Vento&lt;/strong&gt;, de &lt;a href=&quot;http://www.carlosruizzafon.com&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Carlos Ruiz Zafón&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt; &lt;p&gt;A história se inicia quando &lt;strong&gt;Daniel Sempere&lt;/strong&gt;, pouco antes de seu aniversário de 11 anos, acorda assustado no meio da noite e percebe que já não consegue se lembrar do rosto de sua falecida mãe. Para consolá-lo, seu pai, dono de uma livraria especializada em edições para colecionadores e livros antigos na rua Santa Ana, em Barcelona, o leva ao &lt;strong&gt;Cemitério dos Livros Esquecidos&lt;/strong&gt;, um enorme depósito para obras literárias que foram abandonadas pelo mundo e esperam pacientemente que alguém as reviva. Lá, ele é instruído a escolher qualquer um dos livros e a adotá-lo, garantindo assim que este nunca desapareça. Em meio ao labirinto de estantes, Daniel passa mais de meia hora até tomar sua decisão, ao pôr os olhos na capa cor de vinho e letras douradas de &lt;em&gt;A Sombra do Vento&lt;/em&gt;, do desconhecido autor &lt;strong&gt;Julián Carax&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Na tarde daquele mesmo dia, ele começa a lê-lo e não consegue parar até chegar à última página, tamanha a sua fascinação. Tentando descobrir mais sobre o autor e outras obras que ele tenha publicado, Daniel busca informações com um antigo amigo de seu pai e apaixonado por literatura, &lt;strong&gt;Gustavo Barceló&lt;/strong&gt;, e descobre que alguém vem destruindo sistematicamente todos os livros de Carax, podendo ser aquele encontrado no Cemitério o último ainda restante.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A partir de então, acompanha-se o crescimento de Daniel, seu primeiro amor e sua primeira decepção amorosa, seu dia-a-dia entre o trabalho na livraria de seu pai e suas investigações sobre o misterioso passado de Carax, nas quais recebe o auxílio do carismático &lt;strong&gt;Fermín Romero de Torres&lt;/strong&gt;, que tem por Daniel e seu pai uma enorme dívida de gratidão. Conforme vai fazendo suas descobertas, Daniel vê que sua vida passa a se confundir com a do autor, às vezes de forma impressionante. E, se no início era apenas a curiosidade que o movia, o desenrolar da história vai se mostrando muito mais sombrio do que ele poderia imaginar, e que um Mal há anos adormecido ameaça retornar para destruir os últimos resquícios de lembranças sobre Carax, mesmo que para isso precise torturar, humilhar e assassinar todos os que ainda persistem em se lembrar dele.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Durante suas buscas, Daniel e Fermín conhecem várias pessoas, algumas ainda vivas, outras que existem apenas em memórias e cartas, cujas vidas se cruzaram à de Carax em algum momento do passado. &lt;strong&gt;Nuria Monfort&lt;/strong&gt; é uma delas, a minha personagem favorita de toda a trama. Não vou explicar muito o motivo dessa minha escolha para evitar &lt;em&gt;spoilers&lt;/em&gt;, mas o que eu posso dizer é que em nenhum outro momento me senti tão imerso num livro quanto naquele em que Daniel e ela se conhecem. As reações que ele teve, o que ele pensou e sentiu… Eu realmente me senti no lugar dele. Posso estar exagerando, mas para mim aquele trecho da história foi fantástico.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ambientado entre as primeiras décadas do século XX e os anos posteriores à Segunda Guerra Mundial (terminada em 1945), passando pela Guerra Civil Espanhola (1936-1939), A Sombra do Vento é um romance que consegue retratar de forma convincente a melancolia da cidade de Barcelona, onde tudo parece pintado em tons de cinza, como indica a própria capa do livro. Mesmo ao fim das guerras, a ditadura franquista ainda persistia, e o medo de ser capturado e torturado pelos militares continuava bastante intenso.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Conclusão&lt;/strong&gt;: mesclando o clima de mistério e investigações dos romances policiais com os dramas psicológicos e sentimentais dos personagens, &lt;em&gt;A Sombra do Vento&lt;/em&gt; consegue ser sombrio e sensual, épico e trágico. Sem contar que é uma homenagem à literatura e ao fascínio que ela impõe àqueles com capacidade suficiente para admirá-la, a ponto de o bem e o mal no livro ser dividido entre os personagens que adoram ler e os que repudiam qualquer tipo de leitura - como bem diz o principal vilão da história, o repugnante inspetor &lt;strong&gt;Fumero&lt;/strong&gt;, que “&lt;em&gt;Ler é para as pessoas que têm muito tempo e nada para fazer. Como as mulheres. Quem tem que trabalhar não tem tempo para histórias. Na vida é preciso trabalhar. Não concorda?&lt;/em&gt;”. Se alguém discorda, sinta-se à vontade para comentar… :)&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.sedice.com/portada/files/Sombra_viento.jpg&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px&quot; title=&quot;Capa da edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o original&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;Capa da edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o original&quot; src=&quot;http://lh6.ggpht.com/_emPIXYH9tmQ/S8SCumX_C7I/AAAAAAAAAOc/Z8HvY2kOe2g/la%20sombra%20del%20viento%5B5%5D.jpg?imgmax=800&quot; width=&quot;169&quot; height=&quot;244&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Dados do livro “A Sombra do Vento”&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Título Original:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;La Sombra del Viento&lt;/em&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Autor:&lt;/strong&gt; Carlos Ruiz Zafón&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Tradutora:&lt;/strong&gt; Márcia Ribas&lt;br&gt;&lt;strong&gt;ISBN:&lt;/strong&gt; 9788560280094&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Edição:&lt;/strong&gt; 1 (2007)&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Editora:&lt;/strong&gt; Suma de Letras (Objetiva)&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Número de páginas:&lt;/strong&gt; 399&lt;/p&gt;  </description><link>http://simplesresenhas.blogspot.com/2010/04/sombra-do-vento-carlos-ruiz-zafon.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh5.ggpht.com/_emPIXYH9tmQ/S8SCt6JBU7I/AAAAAAAAAOY/PGrgbBSA9v8/s72-c/a_sombra_vento3.jpg?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-242039674144538802.post-4353539330658703965</guid><pubDate>Thu, 08 Apr 2010 16:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-05-17T18:51:44.490-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ficção</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ken Follett</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Literatura Estrangeira</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Romance Histórico</category><title>Mundo Sem Fim – Ken Follett</title><description>&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://lh5.ggpht.com/_emPIXYH9tmQ/S74Cp4UHxHI/AAAAAAAAAMs/pCXOZj_ppfQ/s1600-h/mundo_sem_fim%5B8%5D.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto&quot; title=&quot;Mundo Sem Fim&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;Mundo Sem Fim&quot; src=&quot;http://lh4.ggpht.com/_emPIXYH9tmQ/S74CqlBLN0I/AAAAAAAAAMw/dYFAelgO5SM/mundo_sem_fim_thumb%5B4%5D.jpg?imgmax=800&quot; width=&quot;170&quot; height=&quot;244&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br&gt;Já faz algum tempo que sou fascinado pela Idade Média, especialmente após começar minha coleção de “&lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Berserk_(mang%C3%A1)&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Berserk&lt;/a&gt;”, mangá (revista em quadrinhos japonesa) de Kentaro Miura, que até agora conta com 57 edições lançadas no Brasil. O misticismo, o poder absoluto da Igreja Católica, as guerras, um mundo em que a ciência e a evolução tecnológica ficaram relegadas a segundo plano. Tudo isso, somado à minha curiosidade de saber mais sobre o cotidiano das pessoas que viviam nessa época e ao preço que paguei (míseros R$ 9,90 por um livro com mais de 900 páginas) me fizeram adquirir o magnífico livro sobre o qual escrevo agora: &lt;b&gt;Mundo Sem Fim&lt;/b&gt;, de &lt;a href=&quot;http://www.ken-follett.com/br/index.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Ken Follett&lt;/a&gt;.&lt;br&gt;&lt;a name=&quot;more&quot;&gt;&lt;/a&gt; &lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt; &amp;nbsp;&lt;br&gt;A história se passa no século XIV e começa quando quatro crianças - Merthin, Caris, Gwenda e Ralph (descendentes dos personagens de outro livro do autor, Os Pilares da Terra) - se conhecem sob uma circunstância bastante inusitada: presenciam um assassinato de dois homens numa floresta do condado de Kingsbridge. Elas decidem fazer um pacto de silêncio e nunca revelar a ninguém o que acontecera ali. A partir de então, acompanha-se o desenrolar de suas vidas pelas três décadas seguintes, ora paralelamente, ora se entrecruzando; e é aí que o enredo vai ganhando força e se tornando mais complexo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;i&gt;Merthin Builder&lt;/i&gt; é a representação do espírito do início do Renascimento. Com sua mente brilhante e grande habilidade para a arquitetura, faz de tudo para pôr em prática seus projetos a fim de melhorar a vida do povo de Kingsbridge e ampliar o comércio no condado. Entretanto, sofre grande resistência, tanto do padre prior (“prefeito” do condado eleito pela Igreja), quanto de alguns construtores invejosos e menos habilidosos que ele. Nutre um grande amor por &lt;i&gt;Caris Whooler&lt;/i&gt;, uma jovem bastante inteligente e determinada que não consegue aceitar a inferioridade das mulheres em relação aos homens nessa sociedade medieval.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Outra personagem bastante cativante é &lt;i&gt;Gwenda&lt;/i&gt;, que se torna amiga de Caris desde o marcante dia na floresta. Ela é de uma família muito pobre e passa uma vida inteira de dificuldades e luta para sair dessa situação. Não almeja uma posição social de destaque, quer apenas um pedaço de terra de onde tirar seu sustento junto ao homem que ama, mas percebe que mesmo os sonhos mais simples requerem um grande sacrifício para serem alcançados.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Por último, há &lt;i&gt;Ralph&lt;/i&gt;, irmão mais novo de Merthin, que possui uma índole violenta e cruel mesmo na infância, apesar de essa característica ficar muito mais forte em sua vida adulta. Extremamente ambicioso, quer a qualquer custo voltar a ser parte da nobreza, como um dia já fora sua família, nem que para isso tenha que matar ou violentar os que se puserem em seu caminho. Além dele, outros antagonistas também se destacam: o prior &lt;i&gt;Godwyn&lt;/i&gt;, primo de Caris e quase tão ambicioso quanto Ralph, que almeja ser alguém de grande poder na Igreja, e busca isso através de intrigas e conspirações, especialmente quando recebe a ajuda de &lt;i&gt;Philemon&lt;/i&gt;, irmão de Gwenda e um dos sujeitos mais sem escrúpulos de toda a história do livro.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Focando bastante nos rígidos costumes da época, a trama diversas vezes aborda temas pouco comentados sobre a sociedade medieval, como o sexo e a homossexualidade, este último ocorrendo especialmente dentro das portas fechadas da Igreja. O autor não poupa detalhes mesmo nas passagens mais “quentes”, sendo o livro, portanto, &lt;b&gt;recomendado para leitores adultos&lt;/b&gt;. A violência também é retratada de forma crua e sem rodeios, que choca e chega a deixar indignado o leitor. Por várias vezes me percebi com raiva de um ou outro personagem, desejando uma punição por seus atos que demora a vir (o que não é muito diferente da vida real…).&lt;br&gt;&lt;br&gt;Alguns leitores podem se sentir incomodados com essas partes mais “picantes” ou violentas, mas para mim não foi um incômodo. A meu ver, o autor quis mostrar que, mesmo numa sociedade pouco instruída e controlada por uma instituição religiosa extremamente conservadora, que em teoria abomina a luxúria e a violência, essas coisas mesmo assim aconteciam às escondidas, e eram feitas tanto pelo povo quanto pelos nobres ou clérigos. Acima de tudo, independente de suas crenças ou &lt;i&gt;status&lt;/i&gt;, eles eram humanos e, por isso, tinham o traço de maldade comum a todos nós, o qual alguns aprendem a controlar, outros não.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Uma boa parte do livro retrata o período da “peste negra” (ou peste bubônica) e como ela devastou a população europeia de forma descontrolável, não só fisicamente, mas psicologicamente, levando as pessoas ao terror e à euforia. Conviver com a morte e a impotência humana diante da algo além da compreensão causou uma reviravolta temporária nos costumes e nas crenças. Nesse momento, destacaram-se as freiras, que, em seus conventos, tentavam tratar os doentes sem qualquer tipo de proteção e mesmo sabendo que dificilmente poderiam evitar suas mortes.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A quantidade de páginas do livro poderia ser um ponto negativo, se a trama não fosse tão envolvente. Quando comecei a me aproximar da conclusão da história, vi-me desejando que ele tivesse o dobro de páginas. Não queria abandonar ainda aqueles personagens tão cativantes e suas vidas. Com exceção de alguns trechos em que a história “trava” um pouco, o livro é impecável e com certeza um dos melhores que já li.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;Conclusão:&lt;/b&gt; recomendo muito a leitura de Mundo Sem Fim, principalmente para quem se interessa pela Idade Média ou tem curiosidade de saber como pensavam e agiam as pessoas naquela época dominada pelo poder da Igreja Católica. Além disso, é uma trama que revela o que há de melhor e pior no caráter humano, seja em períodos de paz ou de guerra, seja diante de situações cotidianas ou de tragédias. O autor conseguiu escrever um livro inesquecível, que me fez querer (e comprar) &lt;i&gt;Os Pilares da Terra - volumes 1 e 2&lt;/i&gt;, que já estão na minha lista de próximas leituras, só para poder retornar uma vez mais a Kingsbridge, e passar alguns dias naquele lugar ora fantástico, ora aterrorizante.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href=&quot;http://lh5.ggpht.com/_emPIXYH9tmQ/S74CsLMKVvI/AAAAAAAAAM8/UFF9fvECQQ4/s1600-h/world%20without%20end%5B2%5D.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px&quot; title=&quot;World Without End&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;World Without End&quot; src=&quot;http://lh6.ggpht.com/_emPIXYH9tmQ/S74Cs-8o_wI/AAAAAAAAANA/RMv9X457AbE/world%20without%20end_thumb.jpg?imgmax=800&quot; width=&quot;163&quot; height=&quot;244&quot;&gt;&lt;/a&gt; &lt;br&gt;&lt;b&gt;Dados do livro “Mundo Sem Fim”&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;Título original:&lt;/b&gt; &lt;i&gt;World Without End&lt;/i&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;Autor:&lt;/b&gt; Ken Follett&lt;br&gt;&lt;b&gt;Tradutor:&lt;/b&gt; Pinheiro de Lemos&lt;br&gt;&lt;b&gt;ISBN:&lt;/b&gt; 9788532523020&lt;br&gt;&lt;b&gt;Edição:&lt;/b&gt; 1 (2008)&lt;br&gt;&lt;b&gt;Editora:&lt;/b&gt; Rocco&lt;br&gt;&lt;b&gt;Número de páginas:&lt;/b&gt; 941    </description><link>http://simplesresenhas.blogspot.com/2010/04/mundo-sem-fim-ken-follett.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh4.ggpht.com/_emPIXYH9tmQ/S74CqlBLN0I/AAAAAAAAAMw/dYFAelgO5SM/s72-c/mundo_sem_fim_thumb%5B4%5D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-242039674144538802.post-4441624503095786018</guid><pubDate>Mon, 05 Apr 2010 16:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-08T14:02:53.635-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ficção</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Literatura Estrangeira</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Stephen King</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Suspense</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Terror</category><title>Os Justiceiros - Richard Bachman</title><description>(Publicado originalmente em meu &lt;a href=&quot;http://algumasbobagens.blogspot.com/2008/12/os-justiceiros-richard-bachman.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;antigo blog&lt;/a&gt;, em 23/12/2008)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde 2001, então com 12 anos de idade, quando comecei a gostar de ler, devo ter lido cerca de 50 livros. O número seria maior se eu gostasse de pegar alguns emprestados em biblioteca, mas tenho a mania de querer sempre comprar os livros que me interessam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bom, isso não vem ao caso no momento. O que eu quero dizer citando essa quantidade de livros é que, apesar de não ser um número muito grande, ela me dá uma base para poder afirmar o seguinte: nenhum livro que li até hoje tem um ritmo tão intenso quanto &lt;i&gt;Os Justiceiros&lt;/i&gt;, de Richard Bachman.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;É um livro rápido, mas não porque tem menos de 300 páginas. Considero-o assim devido às passagens mais calmas, sem muita ação, que, através do contraste, dão uma sensação de velocidade ainda maior aos trechos em que vários fatos ocorrem rapidamente.&lt;br /&gt;
Por exemplo: em um capítulo inteiro é narrado um tiroteio, várias mortes, gritaria, pavor... E, no auge da ação, o capítulo termina com algumas páginas do diário de uma das personagens ou trechos de um jornal. Isso é terrível (no bom sentido) para o leitor, que fica morrendo e curiosidade de saber como a história continua, mas também não consegue tirar os olhos do diário, que explica com mais detalhes o que está ocorrendo naquela rua...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acho que me empolguei demais e acabei esquecendo de mencionar mais ou menos qual o enredo do livro. Segue abaixo a sinopse encontrada nas costas do mesmo:&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;i&gt;Uma das janelas laterais do furgão começa a baixar. Surge o cano de uma escopeta. Tem uma cor esquisita, não exatamente prata nem cinza. Os canos iguais parecem o símbolo do infinito pintado de negro.&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;É uma tarde de verão em Wentworth, Ohio, e na rua dos Álamos tudo parece normal. O menino entrega os jornais como todos os dias; crianças brincam de jogar disco; alguém rega os canteiros na entrada da garagem.&amp;nbsp;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote&gt;Só há um pequeno detalhe que destoa dessa tranquila tarde de verão: o furgão vermelho no alto da lareira. Logo, ele vai começar a descer e a morte tomará conta da rua dos Álamos. Ao anoitecer, os sobreviventes vão descobrir que estão vivendo num outro mundo. Um mundo onde tudo á possível... e onde os &lt;i&gt;justiceiros&lt;/i&gt; estão a caminho.&lt;/blockquote&gt;O início do livro é um tanto confuso, pois a maior parte dos mais de 30 personagens que aparecem na história são apresentados logo nos dois primeiros capítulos. Se não fosse o pequeno mapa da rua dos Álamos, desenhado à mão, presente nas primeiras páginas do livro, provavelmente o leitor se perderia em meio a tantas informações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além da já citada intensidade, o que mais me agradou em &lt;i&gt;Os Justiceiros&lt;/i&gt; foi o confronto constante entre a realidade, a loucura e o sobrenatural que aumenta a cada capítulo e influencia a forma de agir de cada personagem. Com o decorrer da história, percebe-se quem tem maior auto-controle, quem realmente se preocupa com os outros, quem é egoísta ou racista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enfim, apesar de um plano de fundo bastante fanatasioso, o livro demonstra também até que ponto as pessoas são sinceras e honestas e de que forma reagem em situações extremas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Moral da história: todo mundo tem um pouco de mocinho e bandido dentro de si, o Seth Garin que o diga... (só lendo o livro pra entender esta frase e o trocadilho besta que fiz aqui, hehehe).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Curiosidades:&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;os principais assassinos do livro dirigem furgões estilo &lt;i&gt;Power Rangers&lt;/i&gt;, cada um de uma cor (vermelho, azul, rosa, preto...). Alguns deles se vestem como &lt;i&gt;cowboys&lt;/i&gt; e, por incrível que pareça, tudo isso faz sentido;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Richard Bachman é nada menos que o pseudônimo do autor &lt;b&gt;Stephen King&lt;/b&gt;, considerado por muitos o mestre do terror literário (tanto que uma infinidade de filmes já foram feitos inspirados em suas obras, como O Iluminado, À Espera de um Milagre, 1408 e vários outros). King fez também um &quot;livro gêmeo&quot; de &lt;i&gt;Os Justiceiros&lt;/i&gt; intitulado &lt;i&gt;Desespero&lt;/i&gt;, o qual, segundo pesquisei, possui os mesmos personagens que fazem parte do livro de Bachman, mas alguns com importância e personalidades bastante diferentes. As capas de ambos os livros comprovam essa ligação:&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;a href=&quot;http://img366.imageshack.us/img366/4673/osjusticeirosdesesperocik2.jpg&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Capa antiga (versão brasileira)&quot; height=&quot;238&quot; src=&quot;http://img142.imageshack.us/img142/231/osjusticeirosdesesperocwv5.jpg&quot; style=&quot;border-bottom-color: currentColor; border-bottom-style: none; border-bottom-width: 0pt; border-left-color: currentColor; border-left-style: none; border-left-width: 0pt; border-right-color: currentColor; border-right-style: none; border-right-width: 0pt; border-top-color: currentColor; border-top-style: none; border-top-width: 0pt;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliá-la.&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Capa antiga (1997, versão brasileira)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://img382.imageshack.us/img382/8007/osjusticeirosdesesperocri2.jpg&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Capa nova&quot; height=&quot;238&quot; src=&quot;http://img401.imageshack.us/img401/9505/osjusticeirosdesesperocmw6.jpg&quot; style=&quot;border: 0pt none;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliá-la.&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Capa nova (2005, versão brasileira)&lt;br /&gt;
(essas duas imagens acima foram encontradas no site &lt;a href=&quot;http://www.stephenking.com.br/os_justiceiros.htm&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;STEPHEN KING.com.br - Os Justiceiros&quot;&gt;STEPHEN KING.com.br&lt;/a&gt;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h4&gt;Dados do livro (versão mais recente):&lt;/h4&gt;&lt;a href=&quot;http://img297.imageshack.us/img297/8956/osjusticeiroscapajo7.jpg&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Capa&quot; height=&quot;293&quot; src=&quot;http://img139.imageshack.us/img139/2409/osjusticeiroscapadd5.jpg&quot; style=&quot;border: 0pt none;&quot; title=&quot;Clique na imagem para ampliá-la.&quot; width=&quot;211&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Título:&lt;/b&gt; Os Justiceiros&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Título original:&lt;/b&gt; &lt;i&gt;The Regulators&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Autor:&lt;/b&gt; Richard Bachman&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Tradução:&lt;/b&gt; Marcos Santarrita&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Editora:&lt;/b&gt; Objetiva&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;ISBN:&lt;/b&gt; 8573027223&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ano:&lt;/b&gt; 2005&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Edição:&lt;/b&gt; 1&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Número de páginas:&lt;/b&gt; 240&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Acabamento:&lt;/b&gt; Brochura</description><link>http://simplesresenhas.blogspot.com/2010/04/os-justiceiros-richard-bachman.html</link><author>noreply@blogger.com (Anonymous)</author><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>