<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-7215470271076992318</atom:id><lastBuildDate>Tue, 20 May 2025 23:41:58 +0000</lastBuildDate><category>Manual Prático do Vampirismo</category><category>Nelson Liano Jr</category><category>Lições de Vampirismo</category><category>Mr.Yoshi</category><category>Documentário</category><category>A Evocação Ritual do Vampiro</category><category>A Gênese Vampírica e o Mito de Caim e Abel</category><category>A Historia cultural dos Vampiros</category><category>A Psíque</category><category>A Sedução dos Vampiros</category><category>Ardeth</category><category>As Diversas Formas que Um Vampiro Pode Adotar</category><category>Aset Ka</category><category>Breve história das conjurações e exorcismos para expulsar os Vampiros</category><category>Combate ao Vampiro de Sangue</category><category>Como Agradar um Vampiro</category><category>Como Suspeitar e Reconhecer um Vampiro</category><category>Como salvar alguém em já andiantado estado de vampirização</category><category>Cuarto Milenio Documental vampiro</category><category>Da Origem do Vampirismo</category><category>Da presença do Vampiro em sonhos e seu significado</category><category>Das Marcas do Vampiro</category><category>Do Combate ao Vampirismo Astral</category><category>Dos poderes Hipnóticos de um Vampiro Astral</category><category>Energia Vital</category><category>Esconjurações contra Vampiros</category><category>Exorcismos Contra Vampiros</category><category>Famosos casos de vampirismo</category><category>Introdução</category><category>Manipulação de Energia</category><category>Mecanismos do Vampirismo</category><category>O Grande Pentagrama Europeu</category><category>O Ramo Britânico dos Vampiros</category><category>O Ramo Espanhol dos Vampiros</category><category>O Ramo Francês dos Vampiros</category><category>O Ramo Germânico dos Vampiros</category><category>O Ramo Itálico dos Vampiros</category><category>O Ramo Romeno dos Vampiros</category><category>Orações contra Vampiros</category><category>Os Poderes Adivinhatórios por um Vampiro</category><category>Para livrar alguém da perseguições dos Vampiros</category><category>Para que os Vampiros não nos incomode</category><category>Para se Livrar dos Vampiros que nos Atormentam durante o sono</category><category>Política de Privacidade</category><category>Prefácio</category><category>Proteções contra Vampiros</category><category>Psicologia e Cultura - A Origem do Mito dos vampiros</category><category>Sangue e Vampirismo</category><category>Segredos de Vampiros</category><category>Sexo</category><category>The History Channel</category><category>Um pouco de história</category><category>Uma teoria da Imortalidade</category><category>Vampiros (Em Busca da Verdade)</category><category>Você já tentou ler através do espelho o seu próprio retrato?</category><title>Me - Mim - Comigo</title><description>O Turno Da Noite - Society With Vampires</description><link>http://societywithvampires.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Cici)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>50</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7215470271076992318.post-3624387638504376035</guid><pubDate>Thu, 30 Sep 2010 04:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-30T01:29:44.545-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">A Historia cultural dos Vampiros</category><title>A Historia cultural dos Vampiros</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A crença em criaturas vampíricas provavelmente remonta às experiências humanas muito antes do advento da palavra escrita. Tanto um temor respeitoso em relação aos mortos como uma crença nas propriedades mágicas do sangue podem ser encontradas em culturas do mundo todo. Contos modernos e antigos sobre chupadores de sangue , voadores noctívagos e sobrenaturais, tais como a Lamia (Bruxa, na mitologia grega) , são caracterizadas, sob muitas formas, em várias culturas mundiais.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj1Rw9kt_CD19hs1MxFfPd_aj5jKwKcwHDLukDLAVMGPgUgujjkgkM8XIMVHGNMaa7zQD29XK22BYc8uVWbatmFGD_8lcxLvE4C693xnsR-PlDkRjECre5vMOorGawgBN6thXKQpv6VJU8K/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj1Rw9kt_CD19hs1MxFfPd_aj5jKwKcwHDLukDLAVMGPgUgujjkgkM8XIMVHGNMaa7zQD29XK22BYc8uVWbatmFGD_8lcxLvE4C693xnsR-PlDkRjECre5vMOorGawgBN6thXKQpv6VJU8K/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O conceito específico dos mortos retornando para atacar e alimentar-se do sangue dos vivos encontrou sua maior expressão na Europa cristã. No século XII, o historiador William de Newburgh relatou diversos casos de mortos retornando para aterrorizar, atacar e matar durante a noite. Identificou esse tipo de espírito maligno com o termo latino sanguisuga. Na maioria dos casos sobre os quais escreveu, a única solução permanente era desenterrar e queimar o corpo do assaltante acusado.&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Embora nenhuma crença prolongada nesses seres tenha continuado entre os ingleses, a onda de relatos virtualmente idênticos varreu grandes áreas da Europa oriental, do século XVI ao século XVIII. Uma grande variedade de termos foi desenvolvida para designar esses seres, tais como variações do termo sérvio vulkodlak (extraído da palavra que designa o lobisomem). Outros termos usados na Sérvia , vampir (de origem questionável) e palavras relacionadas (como a palavra russa upyr), também se desseminaram.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ao longo do tempo , esses relatos sobre vampirismo se infiltraram na Europa ocidental, onde se tornaram foco de discussão intelectual. Em 7 de janeiro de 1732, um relatório oficial foi assinado pelo cirurgião do regimento de campanha Johannes Fluckinger, do governo austríaco (e três de seis assistentes), detalhando suas investigações sobre vampirismo na Sérvia. O relatório indicava diversas mortes na vila de Meduegna cinco anos antes, cuja culpa recaíra sobre um homem chamado Arnold (Paole) Paul, que alegara ter sido mordido certa vez por um vampiro e subseqüentemente morrido. Alguns acreditaram que ele tinha voltado do mundo dos mortos e os estava atormentando. Seu corpo, quando exumado, parecia estar em bom estado, mas o sangue escorria de sua cabeça e mais sangue espirrou quando foi açoitado. O cirurgião de campanha e seus assistentes estavam investigando uma nova onda de ataques alegadamente vampíricos na área quando examinaram outros supostos vampiros, que foram desenterrados. Oito, cuja aparência foi considerada extraordinariamente fresca, foram queimados.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Dom Augustin Calmet, um abate beneditino e renomado estudioso da Bíblia, publicou um tratado sobre os vampiros em 1746, no qual narrou, entre outros relatos, a história de Arnould Paul. Apresentou várias explicações racionais, mas também deixou em aberto a possibilidade de que algo sobrenatural poderia estar ocorrendo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Vampira de MunchUm jovem escritor e médico do século XIX que pode ter se familiarizado com as teorias de Calmet sobre os vampiros foi John Polidori, um imigrante italiano residente na Inglaterra. Em 1816, durante um certo período, Polidori foi companheiro de viajem do aclamado poeta e escritor Lord Byron. Enquanto estava com Byron e um pequeno grupo de pessoas hospedadas na Villa Diodati, nas cercanias de Genebra, Polidori se juntou aos que, por sugestão de Byron, inventavam histórias de fantasmas para seu mútuo entretenimento. Uma das presentes era Mary Shelley, cuja história se transformou mais tarde no clássico romance de horror Frankesntein. A história de Byron era sobre um homem à beira da morte, que fazia seu companheiro de viagem jurar que não revelaria sua morte a ninguém. Anos mais tarde, Polidori juntou a idéia básica de Byron com um motivo vampírico. Usando Byron como modelo, criou o vampiro Lord Ruthven, um aristocrata viajante que atraía e matava mulheres inocentes a fim de se alimentar de seu sangue. Sua historia inspirou diversas peças de teatro e outras obras de criação durante o século XIX.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em 1872, uma imagem mais inovadora para o vampiro foi apresentada pelo escritor irlandês Sheridam Le Fanu, com o lançamento de seu conto &quot;Carmilla&quot;, que incorpora as crenças vampíricas a uma ambientação gótica. A historia gira em torno de uma vampira que desenvolve uma longa ligação com uma vítima do sexo feminino. Insinuações eróticas nesse estranho e sinistro vínculo entre vampira e vítima ecoam ao longo de toda a história.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em fins de século XIX, o romance Dracula, de Bram Stoker, iniciou a era da ficção que continua até hoje. Dracula criou o vampiro vilão definitivo, utilizando elementos dos trabalhos de Polidori e Le Fanu para produzir um pano de fundo gótico para a história de um predador aristocrático profano saído do túmulo, que hipnotiza, corrompe e se alimenta das lindas jovens que mata. Stoker revelou todo o impacto das conotações psicossexuais envolvidas no relacionamento entre vampiro e vítima, mostrando a notável semelhança entre ânsia de sangue dos mortos-vivos e a sensualidade reprimida dos simples mortais. Um elo psíquico ainda mais profundo está indicado quando uma vítima do sexo feminino é forçada a beber o sangue de Drácula como parte de sua transformação em vampira.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Após o lançamento do extraordinário romance Dracula, em 1897, poucos romances foram publicados durante mais de meio século, e os que foram não eram dignos de nota. Porém na primeira metade do século XX novos romances e contos do gênero horror injetaram sangue novo ao tema. Particularmente em revistas de produção precária do tipo &quot;horror&quot;, como Weird Tales.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;u&gt;Cinema e TV&lt;/u&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Todavia, uma grande influência sobre a percepção pública do vampiro veio de filmes exibidos para grandes audiências. Boa parte dos primeiros filmes não conseguiu atrair o público no lançamento. O filme mudo alemão de 1922, Nosferatu, Eine Symphonie des Garuens, dirigido por F.W. Murnau, retratou com sucesso um vampiro de aparência mórbida e revoltante. Outros se seguiram a este como London After Midnight, em 1927.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Bela LugosiVampiro (1932) é um rigoroso e sombrio espetáculo de morbidez orquestrado pelo diretor Carl Dreyer, um dos nomes mais importantes da história do cinema. Porém os filmes das décadas de 1920, 1930 e 1940 consagraram alguns atores como lendas vivas do mito do vampiro , como o filme Drácula da Universal , estrelado por Bela Lugosi, Ao contrário do que muita gente pensa, o ator austro-húngaro Bela Lugosi interpretou Drácula nas telas em apenas duas ocasiões. Drácula (1931), da Universal, e Às Voltas com Fantasmas (1948), ao lado da dupla cômica Abbott &amp;amp; Costello. Entretanto o papel lhe marcou de forma tão definitiva que Bela chegou a ser enterrado vestido com os trajes de vampiro.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Outros como Christopher Lee chegaram a fazem um verdadeiro PHD de vampiro, de tanto que interpretaram o papel, ele fez simplesmente sete filmes como o conde Drácula, de Vampiro da Noite (1958) até Os Ritos Satânicos de Drácula (1973). Detestava a imagem do vampiro, mas retornou ao papel em Conde Drácula (1970), Uma Dupla em Sinuca (1970) e Drácula, Pai e Filho (1977). Filmes de vampiros sempre foram um grande sucesso a exemplo de &quot;Bram Stoker`s Dracula&quot;, (Copolla, 1992) ou &quot;Entrevista com o Vampiro&quot; (Neil Jordan, 1994). Não podemos esquecer também das várias séries de TV sobre o tema que pipocaram durante várias décadas.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Alguns anos após o término de uma cultuada série de TV sobre vampirismo conhecida como Dark Shadows, em 1971, apareceu um romance que retratava o vampiro tanto como herói trágico como anti-herói. Interview with a Vampire, de Anne Rice , publicado em 1976, faz uma apreciação altamente introspectiva da vida de um vampiro chamado Louis. A autora pinta um retrato macabro de uma pessoa altamente erudita e sensível que é atirada, sem saber , no fantasmagórico mundo dos vampiros. Louis é forçado a lidar com sua imortalidade enquanto procura algum sentido de identidade em sua existência de assassino movido a sangue.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em 1980, para brindar as sessões da tarde criam-se diversas versões adolescentes e de terror explícito do mito do vampiro. A Hora do Espanto (1985) é a visão moderna do vampiro no sucesso que revigorou o gênero em plena década de 1980, com humor corrosivo, cenas escabrosas que abusam de sangue e gosma cenográficos e efeitos visuais espetaculares.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Cena de Drácula de Bram StokerOs anos 90 lideraram uma verdadeira explosão de interesse pelos vampiros. A revolução da TV a cabo e do vídeo cassete e posteriormente do DVD tornou acessíveis quase todos os numerosos filmes sobre o tema, muitos desses estavam inclusive fora de catálogo e foram relançados em formato digital. Uma torrente sem fim de romances vampíricos foi lançada. Um crescimento contínuo de romances sobre vampirismo em forma de seriados alcançou números sem precedentes para um único personagem do amplo universo do terror.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O aclamado Drácula de Bram Stoker (Copolla, 1992) traz uma adaptação fiel do livro de Bram Stoker, mostrando a busca do Conde Drácula pela reencarnação de sua amada. No século XV, um líder e guerreiro dos Cárpatos renega a Igreja quando esta se recusa a enterrar em solo sagrado a mulher que amava, pois ela se matou acreditando que ele estava morto. Assim, perambula através dos séculos como um morto-vivo e, ao contratar um advogado, descobre que a noiva deste é a reencarnação da sua amada. Deste modo, o deixa preso com suas &quot;noivas&quot; e vai para a Londres da Inglaterra vitoriana, no intuito de encontrar a mulher que sempre amou através dos séculos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Cena de Entrevista com o Vampiro Entrevista com o Vampiro (1994), baseado no romance de Anne Rice é uma releitura do mito, carregada de ambigüidades sexuais. Em pleno século XX, um vampiro concede uma entrevista a um jovem repórter, contando como foi transformado em uma criatura das trevas pelo vampiro Lestat, na Nova Orleans do século XVIII. Uma curiosidade do filme é que Anne Rice ficou terrivelmente surpresa com a escolha de Tom Cruise para o papel de Lestat, entretanto ao ver a atuação de Cruise ela chegou a fazer um pedido de desculpas público em virtude do bom desempenho do ator.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Assim aparecem filmes como &quot;Um drink no inferno&quot; (1996, Tarantino) que teve continuações, e retrata vampiros como bestas assassinas e sedentas de sangue, num clima de roadie movie com terror escatológico.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&#39;Blade - O Caçador de Vampiros (1998), surgiu baseado em um herói dos quadrinhos da Marvel, um ser metade humano e metade vampiro, movido pelo desejo de vingança contra aquele que o transformou nesse ser híbrido ao atacar sua mãe antes mesmo dele nascer. O filme rendeu mais uma seqüência, e a terceira parte está para estrear nos cinemas. O filme é violento e mostra vampiros brigando pelo poder como se fossem uma espécie de máfia, não faltam efeitos especiais, cenas de luta e parafernália eletrônica.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A Sombra do Vampiro No século XXI a moda dos vampiros permanece e ganhou até um folego extra. A Sombra do Vampiro (2000, Merhige), filme de ficção sobre os bastidores do clássico alemão, sugere que Schreck era um vampiro real contratado pelo diretor F.W. Murnau para dar maior realismo à história. Outro filme recente sobre o tema é Drácula 2000, de diretor Patrick Lussier, uma adaptação para os tempos atuais da clássica história do Conde Drácula. Em 2002 mais um livro de Anne Rice é adaptado para o cinema (mas sem o apuro da anterior), A Rainha dos Condenados (Rymer), baseado no terceiro livro de Rice sobre o tema, continua contando a história do vampiro Lestat, agora transformado em uma estrela do rock. Sua música acaba despertando a rainha de todos os vampiros, que tem por objetivo destruir a Terra. Para combatê-la, os demais vampiros imortais também despertam de seu sono. Recentemente foi lançado, Underworld (2003), um filme de vampiros com uma estética copiada da trilogia de ficção científica, Matrix, que mostra Vampiros e Lobisomens numa guerra sem fim, e como outros filmes do gênero já promete uma seqüência. Pelo visto o cinema é um campo bastante propício para o vampirismo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;u&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Histórias em Quadrinhos:&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os vampiros retornaram nas HQs. Entre outros encontros, Drácula confrontou Batman em Chuva Rubra (1992) e o mascarado Zorro numa HQ de 1993. O livro de Stoker ganhou inúmeras adaptações em quadrinhos, incluindo álbuns do genial Guido Crepax. Blade o Caçador de Vampiros, a exemplo do que aconteceu com vários heróis dos quadrinhos, chegou as telas dos cinemas, e já promete a terceira seqüência em filme. Não podemos esquecer da importância hoje dos quadrinhos japoneses, os famosos mangás, neste gênero se destaca a presença de Vampire Princess Miyu e Vampire Hunter D. Produzido em 1988, &quot;Vampire Princess Miyu&quot; é uma série de quatro OVA&#39;s (disponíveis nos EUA), quatro volumes de quadrinhos (também disponíveis nos EUA) e seis histórias no fomato de rádio-novela, para CD (esses, só no Japão). Miyu é a vampira mais poderosa do mundo, sendo imune às armas tradicionais contra vampiros: cruz, alho, água benta e Sol. As histórias de Miyu apresentam um clima dramático e denso, sem contudo apelar para a violência explícita, tudo é muito sutil. O que impressiona na série é o forte apelo erótico sugerido apenas pelo olhar de Miyu e as mortes bastante cruéis dos Shimas. O roteiro é bem estruturando, renovando o tema vampiro de um maneira muito criativa.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A narrativa destes desenhos é feita por Kimiko, uma médium que não aparece nos mangás originais. Ela originariamente queria matar Miyu, mas convenceu-se de que as intenções da menina-vampiro não eram malignas. E surge uma estranha aliança entre ambas.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O autor de &quot;Vampire Princess Miyu&quot; é Narumi Kakinuchi. Nascido em Osaka, seu primeiro trabalho foi &quot;Ideon Runaway&quot; (Densetsu Kyo Shin Ideon). Outros trabalhos são as séries &quot;Dangaioh&quot;, &quot;Iczer&quot; e &quot;Vampire Yui&quot;, entre outros.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Quanto à Vampire Hunter D, é ambientado em um mundo futurista onde há uma nova Idade Média, Numa pequena vila, uma garota, Dóris, foi mordida por um vampiro. E não por qualquer vampiro. Pelo Conde Magnus Lee, que há séculos é o senhor daquele local. O conde pretende desposá-la. Mas Dóris não deseja se tornar uma vampira. E na cidade, lhe recusam ajuda, o merceeiro recusa-se mesmo a vender-lhe as mercadorias de que necessita. Falam em exilá-la para um antigo campo de párias, o que somente não fazem por medo: o Conde Magnus matou diversas pessoas da cidade da última vez que fizeram isso com uma das suas escolhidas. Dóris tem uma única esperança. D.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;D é um caçador de vampiros. Deve ser bastante famoso, Dóris o encontra na estrada sabendo quem ele é, sem que nenhuma explicação seja dada. D é também um pouco mais que um caçador de vampiros.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;u&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Video Games&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A saga de Drácula foi transportada para o universo dos games em Drácula: A Ressurreição e Drácula 2: O Último Santuário, aventuras em 3-D lançadas pela Infogames. O jogador assume o papel de Jonathan Harker e precisa desvendar enigmas, interagindo com dezenas de personagens.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Para algumas pessoas, isso vai além da mera simpatia pelo gênero para se tornar parte de um estilo de vida. Um exemplo disso está no cenário moderno da música gótica, no qual o gosto pelos vampiros e uma aparência vampírica estilizada são muito comuns.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;Em resumo: Os vampiros são eternos.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mortesubita.org/&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi26ZRyEG1tEByxxzrP4txpeH71em0QKl2Zzm2Nv_trpBBhuUjaB1hy-X8VkwiEAE2EoXLv15D7UclWRShmmfp-wHXTtlHZvV7AV4zjlkUhPBuvfS5FFW2h7KzPhwmEY81BNbB9bFcJrFrL/s1600/logo-txt.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://societywithvampires.blogspot.com/2010/09/historia-cultural-dos-vampiros.html</link><author>noreply@blogger.com (Cici)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj1Rw9kt_CD19hs1MxFfPd_aj5jKwKcwHDLukDLAVMGPgUgujjkgkM8XIMVHGNMaa7zQD29XK22BYc8uVWbatmFGD_8lcxLvE4C693xnsR-PlDkRjECre5vMOorGawgBN6thXKQpv6VJU8K/s72-c/KemetismSymbolWhite.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7215470271076992318.post-8370764416067810952</guid><pubDate>Thu, 30 Sep 2010 04:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-30T01:25:27.804-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">A Gênese Vampírica e o Mito de Caim e Abel</category><title>A Gênese Vampírica e o Mito de Caim e Abel</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;strong&gt;X Runner&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhgGc5U2ffxT1uQ16G7M_CqJ16NQy1Z96VOHVUJM_vDanVCttuPV007U77ji2sgv2XF-XvWj0XLVywRMd4l9e183HsVvoXO1ZkbWf76oqMFfB5t6XSwy73SFnTjTBbi9TH4R2vjqvjQ2FlR/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhgGc5U2ffxT1uQ16G7M_CqJ16NQy1Z96VOHVUJM_vDanVCttuPV007U77ji2sgv2XF-XvWj0XLVywRMd4l9e183HsVvoXO1ZkbWf76oqMFfB5t6XSwy73SFnTjTBbi9TH4R2vjqvjQ2FlR/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Uma questão que sempre levantou acirrados debates nos círculos estudiosos é a de como a gênese vampírica se vincula ao mito de Caim e Abel. São vários os relatos míticos que tencionam descrever a autêntica origem da linhagem vampírica. Entre muitas culturas, a judaico-cristã também possui algumas versões, mas nenhuma delas está disponível nos textos canônicos. O mesmo processo que filtrou, eliminou e adulterou os documentos produzidos nos meios pré-cristão e cristão primitivo, de tal modo a autorizar os dogmas e doutrinas da ortodoxia católica, também purgou qualquer menção explícita aos vampiros nas narrativas bíblicas. Muito embora a intenção e o empenho da igreja católica fosse o de destruir todos os livros que, de alguma forma, contradissessem a sua compilação diretamente “inspirada” pelo espírito santo, alguns lograram sobreviver e hoje são conhecidos como apócrifos ou escritos proibidos. É num raro e reduzido grupo destes que encontramos os únicos relatos remanescentes sobre vampiros dentro da cultura bíblica. Recentemente a pretensa antiguidade de um livro deste grupo foi negada; estudos históricos e análise de estilo dataram o surgimento do original por volta do século XI. Neste manuscrito, Caim é posto propositalmente como o antepassado mais remoto da linhagem. O intuito disfarçado na elaboração deste livro é compor mais um elemento para a cortina de fumaça que encobre as intenções filosóficas originais das passagens bíblicas. Sendo assim, não merece uma consideração maior.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Meu interesse se volta mais para uma certa versão gnóstica do Livro do Gênese. Esse texto, em sua transcrição copta, foi preservado por uma seita gnóstica cristã minoritária chamada “astanfitas”, pertencente ao mesmo braço herético responsável pelos “ofitas” e “caimitas”. Devido ao número extremamente reduzido de seguidores, esta seita pôde passar incógnita até proximamente o século IX, quanto foi cruel e sigilosamente exterminada nos alvores da inquisição. Antes de assumir suas feições gnósticas, ela fazia parte das dissidências judaicas do período pré-cristão. Surgiu como uma resposta heterodoxa à outra seita cismática que marcou essa época com seu fundamentalismo austero: os essênios. Estes se referiam aos astanfitas como os inimigos da verdade, um título que eles não rejeitavam de todo; já que, revelando notável concordância com os filósofos céticos, pregavam que a certeza é um engano, a dúvida é fundamental; a mente sem ilusão não tem certeza, a inteligência honesta duvida. Mais tarde, resumiriam: “Toda gnose possível é dúvida rigorosa”. A princípio parece um total niilismo e um profundo pessimismo; mas; para eles; uma conduta moral somente poderia ser construída sobre a dúvida alcançada a duras penas. O homem moralmente apto é aquele que pode se responsabilizar por seus atos e um ato é responsável desde que tenha sido executado por livre opção. Contudo, não há o que decidir se a certeza já nos é dada pela verdade. E optar pelo errado não é uma atitude livre, é apenas uma louca inconseqüência. Logo, é legítima somente a decisão que for pautada numa dúvida muito bem estabelecida, pois apenas ela nos provê de opções, a verdade elimina todas. Assim, chegam a um certo humanismo moral, onde desprezam a verdade revelada que tira do homem a responsabilidade por seus atos. A verdade, diziam os astanfitas, produz apenas dois tipos de homens; os imbecis irresponsáveis e os loucos inconseqüentes.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Depois do desaparecimento dos astanfitas, demorou quatro séculos para que surgisse indícios da sobrevivência de algo dos seus manuscritos. Então, na península ibérica, começou a circular, entre os cabalistas, exemplares de textos nitidamente astanfitas vertidos para o árabe. Inafortunamente, nenhuma dessas obras escapou completa do fogo da inquisição, tudo o que nos restou foram poucos fragmentos dispersos, insuficientes para dar idéia geral sobre o que tratava o texto integral do qual provinham. Comentários, inserções e indicações nos tratados de alquimia e cabala do período, quando não são sucintos em demasia, são herméticos em excesso ou propositalmente evasivos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Após esse breve aparecimento, só no século XX o interesse na gnose astanfita veio a se reacender através de novos e sensacionais achados. Sintomaticamente, duas das mais importantes coletâneas de textos gnósticos vieram à luz em datas quase concomitantes na década de quarenta. Em dezembro de 1945, foram encontrados, num complexo de cavernas no alto Egito, os famosos “manuscritos de Nag Hammadi” que, após superarem mais de trinta anos entraves de todo tipo, puderam contar uma estória diferente do início do cristianismo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em março de 1946, foi a vez dos menos conhecidos “manuscritos astanfitas de Hagia Sophia”. Tendo um percurso tão mirabolante e mais antigo que o da primeira descoberta, sua estória começa quando um colecionador, em 1935, doou à igreja de Hagia Sophia, recém transformada em museu, um maço de pergaminhos aos quais não se deu muita importância, pois se tratava na maior parte de homilias e sermões de padres ortodoxos que oficiavam na basílica entre os séculos XIII e XV. Durante mais de dez anos ficaram preteridos no depósito, quando finalmente foi feito um exaustivo trabalho de recuperação, em que as folhas grudadas pelo mofo e umidade foram separadas cuidadosamente uma a uma. Entremeado aos textos eclesiais, encontrou-se um códice em copta com datação mais remota que o restante do material. Era uma legítima compilação astanfita feita provavelmente no quinto ou sexto século.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Quando soube do achado, o colecionador confessou ter adquirido o maço, junto com diversos outros artefatos egípcios, de um ladrão de túmulos no Cairo, pouco antes da primeira guerra. Este lhe contou que os papéis lhe foram passado numa transação arriscada feita com um receptador de Istambul, mas que, antes dele, estiveram em posse de um padre da igreja ortodoxa que, por sua vez, os haviam recebido em confiança de um operário que trabalhou na recuperação de Hagia Sophia após o terremoto de 1894. O vício em ópio, além de outros prazeres mais caros, levou o sacerdote a negociar os documentos com o comerciante desonesto em troca de algum dinheiro que lhe suprisse, pelo menos por uns dias, suas necessidades mais prementes.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ao que parece, vários dos manuscritos ficaram por muito tempo resguardados da sanha dos inquisidores em recônditos obscuros dentro da sólida construção de Hagia Sophia, sob a custódia de alguns padres simpatizantes ou simplesmente tolerantes da heresia astanfita. Também há rumores de que o faziam em respeito aos projetistas do edifício: o matemático Anthemius de Tralles e o arquiteto Isidorus de Miletus; estes sim – sustentam certas fontes – eram astanfitas praticantes, fato que mantiveram em segredo durante toda vida por razões óbvias. Sobre isso nada podemos afirmar. Seja como for, o encargo foi passado dentro de um círculo restrito de padres, geração a geração. Até que a tomada de Constantinopla pelos turcos no século XV obrigou os padres a esconder, apressadamente, seus livros e documentos em recintos selados, para que não ficassem ao alcance dos pagãos e fossem destruídos. No meio dessas pilhas de papéis ordinários, os manuscritos astanfitas foram inseridos sorrateiramente sem que os outros padres incumbidos da tarefa suspeitassem. A esperança era que logo os invasores seriam expulsos e os documentos novamente recuperados. Tais expectativas não se cumpriram e a basílica não só permaneceu em domínio turco como foi feita mesquita imperial pelo conquistador, o Sultão Mehmet. E assim foram esquecidos por mais de cinco séculos; quando, então, um terremoto abriu uma das câmaras secretas expondo seu conteúdo. A abertura foi descoberta primeiramente por um dos operários que vieram trabalhar na restauração da igreja. Visando obter algum lucro no comércio ilegal de antiguidades, ele extraviou uns poucos pacotes de escritos, enquanto pode manter oculta a passagem para a cela. Quando, no canteiro de obra, começaram a desconfiar de seus estranhos pacotes, supondo que logo seria despedido, lacrou de vez a passagem, pensando poder voltar assim que a situação fosse esquecida. Nesse meio tempo, deixou seu espólio sob guarda de um padre que era seu conhecido para não levantar suspeitas. Seu azar foi que o tal padre não tinha uma vida tão devota e estava sempre desesperado em busca de dinheiro para sustentá-la. Logo, não demorou muito para cair na tentação e vender todos os pacotes no mercado negro de itens antigos. Ele não poderia imaginar o quanto antigos eram os documentos e que valiam bem mais que as garrafas de absinto e a noite de satisfação carnal. Contudo, não tardou para que todos os seus problemas fossem definitivamente resolvidos; o operário, ao saber que mais nada restava, apunhalou o padre e fugiu. A sorte do fugitivo não melhorou, o padre tinha irmãos menos tementes a deus, que o emboscaram e mataram alguns dias depois.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Depois do relato feito pelo colecionador, começou-se as buscas pela cela secreta e ela foi encontrada. Passou-se, então, ao tedioso trabalho de recuperação e, no seu decorrer, outros textos astanfitas foram surgindo paulatinamente. Entre eles, algumas preciosidades como um evangelho desconhecido e que nem mesmo estava presente na biblioteca de Nag Hammadi. Enigmaticamente, em sua primeira linha lê-se: “Estes são os relatos feitos por Lásarus, o primeiro vivo, sobre Jesus, o segundo vivo”. Outros são conhecidos por Nag Hammadi ou outras fontes, mas designam autores diferentes. É o caso de certos livros, cuja autoria sempre foi dada a João, que aparecem atribuídos a Lásarus, o primeiro vivo. Esse Lásarus evangelista, discípulo e depois mestre de Jesus confunde os pesquisadores imensamente. Nos evangelhos canônicos, ele é apenas o rapaz ressuscitado, irmão de Marta e Maria. Talvez “primeiro vivo” derive do fato de ter precedido Jesus na ressurreição do corpo. O seu evangelho astanfita diz explicitamente isso, mas também revela que a ressurreição foi apenas aparente; já que, efetivamente, eles jamais chegaram a morrer. Nos seus termos:&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;“A ressurreição só é possível enquanto ainda não sobreveio a morte física. O fruto da arvore da vida é para ser comido pela carne e quem assim o saborear ressuscita e passa a ser um ‘vivo’ como Jesus e, antes dele, Lásarus”.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Tudo isso é muito interessante, todavia estamos nos desviando de nosso tema. Haverá outras ocasiões propícias para retomarmos a esse assunto instigante. No momento, devemos nos ater a uma obra magnífica e sem precedentes revelada entre os manuscritos de Hagia Sophia. Nunca houve qualquer citação sobre ela, tudo que lhe dissesse respeito foi sumariamente destruído. Parece que até mesmo os monges de Nag Hammadi a rejeitaram ou a desconheciam. Nem os detratores da heresia gnóstica que existiram dentro da patrística – normalmente os responsáveis por sobreviver alguma memória dos textos que atacavam e, por paradoxal que pareça, sem eles a existência de certas concepções não ortodoxas seriam completamente varridas da História – ousaram mencioná-la uma vez que fosse. Era como jamais tivesse sido escrita até as descobertas de Hagia Sophia. Talvez os padres da igreja tenham pensado que era mais sensato e prudente omitir comentários e não chamar atenção sobre ela, deixá-la obscura e restrita como estava, não deviam salientar qualquer aspecto de seu conteúdo, até tachá-la de apostasia imperdoável seria conceder-lhe uma importância perigosa. Neste caso, julgaram que o melhor era calar e proceder, sem aviso e demora, uma devassa permanente para busca e apreensão de todas as cópias que surgissem, as quais seriam lançadas ao fogo de imediato. Felizmente, os astanfitas eram poucos e astutos, não se revelavam com facilidade e suas condutas não os denunciavam. Além de tudo, eram muito estimados, pois se destacavam em diversas das artes e ciências da época, inclusive assumiam posto de responsabilidade dentro do império e, mais tarde, na própria igreja. Graças a essas providenciais peculiaridades, um pergaminho contendo uma inspirada versão alternativa do gênese bíblico chegou aos nossos tempos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os historiadores catalogaram esse códice com o título de “O Livro de Astanfeus”, já que Astanfeus, um dos sete anjos da criação, é o protagonista da trama narrada no manuscrito. A sua epopéia inicia-se precisamente no trecho bíblico encontrado em gênesis 3:22 nas bíblias atuais e relata sua contenda com Iaodabaoth, outro anjo da criação; metáfora para o conflito eterno entre liberdade e tirania. O sentimento filantrópico nutrido por Astanfeus o levará a defender o homem contra os desmandos megalômanos de Iaodabaoth. Sua interferência se faz, a princípio, através de Eva, pois só ela lhe podia ouvir, isto porque a sensibilidade de Adão foi totalmente embotada pelo domínio que Iaodabaoth exerce sobre a aparência. Astanfeus passa, então, a incentivá-la para que compartilhe com seu parceiro o fruto interdito do conhecimento do bem e do mal, assegurando-lhe que não iriam morrer como sentenciou o anjo que lhes dizia ser um deus único. E, além disso, seus olhos se abririam, o que os tornaria iguais aos anjos. Sua investida surtiu efeito e o fruto foi consumido, o que desagradou profundamente Iaodabaoth, fazendo-o exigir a expulsão do casal humano do éden, para evitar que também usufruíssem da árvore da vida. Todavia, sua moção não foi acatada pelos outros seis anjos da criação; os elohim, o próprio Astanfeus sendo um deles. Enfurecido, Iaodabaoth se volta contra os humanos, persuadindo-os de que nada havia mudado; continuavam a ser as mesmas criaturas indefesas de antes, só que agora estavam eternamente marcadas pelo pecado da desobediência e da soberba de desejarem ser deuses, tornando mister que sofressem uma severa punição: o exílio.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Prefigurando uma notável ingenuidade, eles aceitam as manobras ladinas do anjo contrariado em seu amor próprio. É voluntariamente que se submetem e se humilham a um poder que já não possuía controle sobre seus destinos. E por que fizeram isso? Qual a razão de tal disparate? O texto delata uma cumplicidade tácita entre os dois lados dessa relação de poder. Evidencia que os pais da humanidade não foram enganados, nem poderiam ser; o fruto do conhecimento havia lhes concedido clareza de espírito suficiente para flagrar qualquer tentativa de logro. O que choca é concluir com o autor que eles deliberadamente se deixaram enganar. E isso não é a mesma coisa, está muito longe de ser. Inadvertidamente, usa-se um conceito pelo outro sem considerar a inversão que ocorre entre agente e paciente do dolo. O logrado aqui, no fim das contas, é Iaodabaoth que tomou como sincera a crença depositada em suas palavras.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A que leva e qual a motivação desse estranho jogo de interesse? Depois que conheceram o bem e o mal, Adão e Eva se encontram numa situação semelhante a que passaram antes de comer o fruto. Na ocasião, nada havia que lhes desse certeza de qual dos dois anjos estava certo e, sendo honestos consigo mesmos, esse ponto ainda permanecia incerto; já que Iaodabaoth sentenciou que morreriam, mas não disse quando. Mesmo assim, tomaram uma decisão e declinaram em favor de Astanfeus. Comido o pomo da discórdia, descobriram que o esclarecimento não lhes trouxe a verdade, nem resolveu inteiramente o certo do errado; o que fez foi refinar, de modo extraordinário, a dúvida; paradoxalmente tornando-a algo líquido e certo. O bem e o mal se confundem, se mesclam, permutam incessantemente, variam de acordo com as circunstâncias, são recíprocos de uma mesma inteireza, um consubstancia o outro, entre eles há uma mútua afirmação e uma alternância cíclica de feições. Nessa dança interminável, as alternativas estarão sempre sendo geradas, as escolhas irão se sucedendo a cada passo. O primeiro casal humano percebeu, aturdido, que não lhe seria exigido apenas mais uma decisão; encadeadas a esta viriam várias, uma após outra até o fim da vida que pudessem ter. Vislumbraram uma existência repleta de livres opções e responsabilidade por cada ato. Se a primeira decisão não havia sido fácil, imagine enfrentar isso a todo momento e para sempre. Diante de Eva, Adão pondera:&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;– De que nos adiantou ter os olhos abertos, enxergamos em detalhes e minúcias o que antes era plano e compacto, abandonamos uma imagem simples e imediata de tudo que era exterior a nós por uma complexa compreensão que não delimita fronteira entre o dentro e o fora. Agora, podemos antecipar que nosso futuro não está previsto, são muitas as possibilidades e nenhuma garantia é possível; o dia seguinte se tornou uma bela esperança. Essa liberdade exasperante que devemos exercer cotidianamente nos será cobrada com mais e mais necessidades. Quanto mais se amplia a potência de nossos atos, mais aumenta nossa responsabilidade pelas conseqüências. A partir do fruto, se não assumirmos e suportarmos esse peso, não nos consideraremos dignos, nem razoáveis. Perdemos totalmente a capacidade de acreditar no quer que seja, sempre conseguiremos ver outras alternativas e, então, fazer mais uma escolha será inevitável, como a responsabilidade dela decorrente. Nunca escaparemos desse destino repleto de opções angustiantes, sempre seremos levados a tomar decisões cruciais e dolorosas. E tudo isso, toda essa demanda valerá a pena? Qual recompensa receberemos pelo extremo esforço? Também sobre isso nada é certo. Nosso discernimento recém adquirido não sustenta um só sentimento de segurança.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;– Talvez, Eva, fosse melhor para nós devolver esse dom ingrato. Voltar a fechar os olhos como antes e esquecer tudo que vimos. Apaguemos de vez essa clareza de espírito. Se nos recusarmos a usá-la, ela deve desaparecer com o tempo. Com isso, a jogaremos no olvido junto com todo o resto. Façamos, Eva, com que nossa segunda decisão seja a última. Na primeira, eu te segui e demos ouvidos à serpente; eis que este é o momento de tu me seguires e ficarmos ao lado do Senhor Nosso Deus. A dádiva do fruto que nos trouxe infortúnio também nos mostra a alternativa para escaparmos dele. Argúcia e inteligência não nos convêm, nada mais que sofridos dilemas advirão deles. Como criaturas estúpidas, poderemos voltar a crer em Deus e ficaremos despreocupados em Seu regaço, livres de qualquer responsabilidade.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Eva se deixa convencer e capitula diante de Iaodabaoth para acompanhar Adão no desterro. Aceitam de bom grado o injustificado sentimento de culpa que o demiurgo lançou sobre eles. E obedecem cabisbaixos a ordem para que abandonem o éden e se confinem numa distante caverna nas terras ocidentais.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Nesta escura caverna, Eva gesta e dá luz a Caim (aquele que possui a si mesmo) e Luluva, as metades máscula e feminil do primeiro filho do homem, cuja fecundação se deu no meio do éden em pleno efeito do fruto do conhecimento. Já Abel (vaidade) e Aclia foram fecundados na clausura e no alheamento. Assim, no tempo das origens, o humano nascia, na aparência, com suas partes masculina e feminina separadas em irmãos gêmeos, destinados a se religarem no enlace sexual e recompor o hermafrodita primordial. Entretanto, isso jamais esteve nos planos de Iaodabaoth, pois a imagem humana dividida em dois sexos foi propositalmente concebida por ele, um premeditado arranjo para tornar o homem mais vulnerável ao seu aliciamento. Então, para impedir que a reunião se consumasse, convence Adão e Eva de que os casais deveriam ser prometidos trocados.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Caim e luluva crescem inconformados com a situação injusta a que seus pais estavam sujeitos. Chegaram cedo à convicção de que não precisavam, nem deveriam, adorar Iaodabaoth como deus único. Logo perceberam que era uma entidade insidiosa e com um hipertrofiado conceito de si mesmo, apenas preocupada em alimentar uma vaidade insana. Contrariando Adão e Eva, recusaram-se a louvá-lo, repudiaram seus caprichos, não aceitaram a condição de servos tementes, pois sabiam que ele dependia da anuência de suas vítimas para tocá-las. Mesmo com as imprecações ouvidas de seus genitores, viviam fora da caverna em peremptória e intencional ignorância às determinações do deus de seus pais. Mas não só deles, também seus irmãos Abel e Aclia se converteram em fiéis seguidores e condenavam o modo de vida que adotaram, que consistia em explorar as extensões dos campos ao redor, coletando vegetais e frutas, aprendendo os mecanismos da natureza. Despertaram suas mentes para o céu e o passar do tempo. Descobriram padrões e correlações, intuíram leis benéficas no crescimento dos vegetais, aprenderam técnicas de sobrevivência com os animais. E tudo isso os levou às artes e às ciências. Enquanto seus irmãos enveredaram por outros caminhos; confinaram os animais fora de seus habitats, cevando-os para abate, impondo-lhes ritmos de vida artificiais.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os fragmentos em árabe deste texto que foram preservados apresentam pequenas discordâncias, em relação ao pergaminho astanfita, quanto à descrição de como foi efetuada a oferenda de Caim e Luluva. No códice, nem mesmo há oferenda, eles se recusam terminantemente em prestar qualquer homenagem àquele deus que tanto desprezavam. Nas versões em árabe até encetam a oblação, cedendo às suplicas dos pais, contudo o desfecho dado vai se modificando nitidamente em cada fragmento. Em exemplares mais tardios, a oferta é mínima, suficiente para não ofender um certo senso de desperdício que não conseguiram negligenciar; enquanto nos de datação mais remota, foram mais radicais e, desistindo na última hora, retiram tudo, ignorando peremptoriamente os apelos e admoestações dos pais e dos irmãos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Não importa o quanto essa atitude foi minimizada nas versões árabes, a ira despertada em Iaodabaoth é irretocável. Não podendo atingi-los diretamente, nutre a vaidade de Abel e fomenta nele uma crescente desconfiança contra o irmão. E conduz a intriga num estilo que em muito antecipa o Iago no Othelo de Shakespeare:&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;– Abel, tu bem sabes que te amo tanto quanto a teus pais, que tuas oferendas me são agradáveis e as recebo com júbilo. Tu mereces toda minha deferência, mas teu irmão é o oposto de ti, rejeitou a verdade que te dei de bom grado e enfrenta a dúvida e a incerteza a cada dia. Ele não ouve as súplicas de teus pais e me odeia por puro orgulho, nada fiz contra ele para justificar essa má vontade e não retribuo o mesmo sentimento. Nunca neguei a ele o justo poder que permito a ti que exerças sobre a natureza, através dos animais que criei para te servir e aplacar tua fome. Mas não, por birra, ele prefere se sujeitar aos caprichos da natureza para se alimentar de vegetais ao invés de reinar sobre ela. Fiz-te forte e robusto por meio do que comes, enquanto ele ficou fraco e frágil devido ao seu alimento pobre; não é como um homem deveria ser; o vigor sanguíneo de teu rosto não se compara à tez pálida de teu irmão. A jovial beleza que possuis contrasta com a sobriedade pedante desse primogênito arredio. Talvez eu espere demais de quem é fruto do pecado de teus pais, que foi gerado na desobediência de minhas leis. Muito diferente és tu; filho do amor puro e casto, vieste à luz graças ao enlace que perante mim foi consagrado e comprometido. Bem-aventurado, então, foi teu nascimento e eu o abençoei e permaneci ao teu lado todos os dias de tua vida e jamais te abandonarei. Porém, teu irmão sempre se afastou de minha presença, seduzido por palavras evocativas e sibilinas repudiou minha guarda e proteção. Mesmo se impondo por arrogância, não pode esconder que seu desejo mais profundo é, na verdade, usufruir a intimidade que compartilhamos. Todo o desdém é dissimulado; apesar das recusas enfáticas, ambiciona secretamente todas as dádivas que te concedi. E assim, porque me importo com tua segurança, alerto-te para que te acauteles contra teu irmão. Porque me amas, logo Caim passará a te odiar como odeia a mim. Ele, agora, está enfurecido e rebelou-se totalmente contra meus desígnios. Aviso-te para que saibas: ele inveja-te mais do que nunca depois que te favoreci; reluta em aceitar minha decisão de fazer tua prometida a mais bela das irmãs. A obsessão por Luluva o está consumindo e há intenções hostis em seus gestos. És o predileto de teu Deus e não quero que sofras pelos atos de teu irmão, portanto previna-se contra a violência que ele poderá perpetrar. Tu conheces a morte, a tens provocado com tuas próprias mãos. O que ainda não te dei a conhecer é que não só os animais morrem; no exílio, também o homem morre. Ciente disto, tu perceberás que, em certos momentos, devemos nos antecipar ao mal para que ele não prevaleça.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Bem, o que se seguiu a isso é fácil prever. Abel, temendo a morte nas mãos de Caim, se antecipa e tenta matar o irmão usando seu instrumento de trabalho, ao que ele se defende por puro instinto de sobrevivência e ambos vão ao solo. Não conseguindo conter a fúria do irmão e no afã de o fazer parar, Caim reage reflexamente e desfere um golpe na cabeça de Abel com o que, no momento, estava mais ao alcance de sua mão; uma pedra. Abel tomba para o lado, mortalmente ferido, agoniza e morre. Caim se levanta atônito diante de uma visão que não pôde conciliar; olha o corpo inerte e sanguinolento e não reconhece, nele, seu irmão. Ele havia desencadeado um processo que, de um instante para outro, transformou algo vivo numa massa bruta e sem identidade. Sentia que era uma situação muito grave e, talvez, irreparável. Mas, transtornado, não queria pensar que fosse assim, freneticamente buscava em sua imaginação meios que pudesse reverter os fatos. A lembrança mais reconfortante que lhe ocorreu foi das sementes germinando do solo. Coisas inertes postas sob a terra úmida brotavam para a vida. O mesmo poderia suceder se, literalmente, plantasse aquilo que fora seu irmão. Com esse pensamento, cavou desarvoradamente o solo e na cova acomodou o cadáver, cobrindo-o com a terra solta. Contudo, não se tranqüilizou, sabia: algumas sementes não germinam. Apesar da dúvida, decidiu que nada mais poderia fazer senão esperar. Foi quando ouviu a voz que vem em silêncio lhe inquirir:&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;– Caim, onde está Abel, teu irmão?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;– E logo tu, que deverias saber, me perguntas?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Lógico que sabia; Iaodabaoth perguntava apenas por intimidação. E, ainda a pouco, estivera com os Elohim pedindo para que intercedessem por Abel; primeiro, que lhe restituíssem a vida e segundo, que punissem severamente Caim por seu crime inominável. Ao primeiro disseram: “Há limites a todo poder: a vida é como a água que derrama do vaso partido no solo seco; é possível restaurar o vaso, mas a mesma água não poderá ser reposta”. Ao segundo deliberam que qualquer pena seria injusta: “Posto que nem Caim, nem Abel podem ser responsabilizados pelos seus atos; pois ambos foram privados de opção: A Caim, o ímpeto de sobreviver tirou todas e a Abel, tu não deixaste nenhuma”.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Porém, de nada disso tinha conhecimento Caim e prosseguiu afrontando o demiurgo em seu total estado de transtorno:&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;– Por certo, não és tu o guardião de meu irmão? Não era teu o compromisso de o proteger de todo mal? Pois, não o protegeste contra mim e agora jaz sob o solo que piso. Minha esperança é que a terra que dá vida ao trigo o faça renascer. Então, por que não mostras o quanto és poderoso e lhe devolves a vida que tirei?&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Caim só tentava mais uma solução desesperada para seu drama pessoal, todavia Iaodabaoth encarou aquilo como um desafio; fora profundamente atingido em seu orgulho, não poderia deixar que uma criatura tão inferior o desacatasse assim. Movido pela arrogância e o despeito, Iaodabaoth comete a mais hedionda das ofensas à vida; desrespeita a morte e macula a inocência de um cadáver ao tocá-lo para reanimar seus membros. Tal intenção desnaturaliza sua existência e o torna um elemento estranho para a terra que o acolhe. E, então, num espasmo, ela expele o corpo de Abel de volta a superfície. Perplexo, Caim tem novamente o irmão morto diante de si. Intrigado levanta os olhos e interroga seu interlocutor divino:&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;– O que estás fazendo, queres brincar com a minha inquietação?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;– Não, apenas estou respondendo ao teu desafio e pondo a prova tua descrença.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;– Mas ele não se move, ainda o sinto morto. Nada fizeste senão desfazer meu trabalho. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;Oh, deixa-nos em paz e volta para tuas alturas.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Caim voltou a enterrar Abel na mesma cova e, de novo, o solo fértil recusou-se a recebê-lo em seu seio. Por três vezes Caim tentou devolver o irmão ao úmido útero da terra; ela, entretanto, em todas as tentativas o lançou fora. Na terceira, toda a criação é violada; os olhos de Abel se abrem e o irmão vivo fica mortificado. Nada mudou, é a mesma massa bruta despersonalizada, algo tão apavorante quanto uma pedra que abrisse, de repente, olhos que nunca tivera. O coração de Caim gela quando o irmão, que ainda sente morto, lhe pede, numa voz sumida, para levantá-lo dali, afastá-lo da terra calcinante que queima dolorosamente suas costas. Caim atende e ao erguê-lo percebe que a pele dele está cheia de ulcerações. De pé, Abel começa a se recompor, lança um olhar desvairado para o irmão e diz em tom de contrito lamento: “Tenho fome, muita fome, tanta fome que não penso em mais nada senão em satisfazê-la”. Dito isso, sai, sem aviso, correndo a esmo entre os arbustos até avistar uma presa; num rompante, salta sobre ela e a captura. Com uma expressão de extasiado deleite, mostra o desafortunado animal ao irmão, aperta-o sofregamente entre as mãos e crava os dentes em seu pescoço; em vão ele se contorce e guincha, mas seu sangue jorra e é sorvido avidamente pela boca crispada. Terminado, a carcaça totalmente exaurida de seus fluídos é largada ao chão como um bagaço de fruta chupada. Ato contínuo, o corpo revivo de Abel entra num frenesi convulsionado e, quando cessa, vasculha freneticamente ao redor, ansiando por mais. Assim, se põe a cata de novas vítimas e afasta-se rapidamente do irmão. Caim, terrificado, não tem coragem de ir atrás dele e o deixa à sua sorte. Já presenciara vários predadores em caça, porém nada visto era comparável ao que acabara de assistir, algo excessivamente doentio passara a habitar o corpo de Abel.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Sem alternativa, outra vez volta-se para a voz desincorporada e indaga sobre o que era aquilo:&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;– O que fizeste ao meu irmão? Não foi vida que lhe reenviaste, mas apenas movimento ao corpo. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;Ele é um morto que aparenta estar vivo. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;Algo medonho e abominável criado por mero capricho.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;– Como ousas julgar minhas ações. Os meus motivos estão muito além do teu entendimento. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;Antes de eu criar a vida de aparência, tu criaste a morte de fato. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;Somos cúmplices nesse horror que se espalhará pela terra. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;A descendência de Abel proliferará entre os homens, enquanto a tua será apartada da humanidade, proscrita do convívio de seus próprios semelhantes, rechaçada onde quer que vá.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;– Como tua maldição poderá se cumprir?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;Como conseguirão distinguir minha descendência das demais?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;– Há uma marca indelével em ti que passarás, inapelavelmente, para todos de tua linhagem.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;– Eu não tenho marca alguma e não deixarei que me marques como Abel marcava seus animais!&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;– Não preciso marcar a ti. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;Será na humanidade que infundirei a minha marca, um selo que não poderás, nem desejarás, simular. Deste modo, tu e tua descendência é que estarão marcados, justo por não possuírem marca alguma.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Iaodabaoth, imprudentemente, havia reconstituído o vaso: mas um vazamento permaneceu e toda a água nele posta não seria contida por muito tempo. O demiurgo deu a luz a um ser desviante, vazio de vida. Partejou um aborto da natureza que sobreviverá absorvendo a vida de outros. O que é bem diferente dos seres naturais que consomem a matéria para alimentar a vida que lhes é própria.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Bem, é isso. Já me estendi demais nesta resenha. É o que basta para apresentar a gênese mística dos vampiros dentro de uma perspectiva de origem judaica, como havia proposto. E se você achar tudo isso surpreendente demais, lembre-se que a história é escrita pelos vencedores. Quanto aos que insistem na prosaica pergunta: “Então, está é a verdade?”; responderei como faziam os astanfitas: “Não, apenas faz mais sentido!”.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mortesubita.org/&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiEQrnCwon1Z98iuRbhbzVvaTg40GbG8Y2JvK2SsVUHJ9NE_NBdA6fqMsiIl0iLHylA-2nbJ_S6grRs2wrQlwqc8v3UhllyherFQsPoqL6mOJwsXUqCU2BBAvZLnAxq-xy-zMlSKmfMqadL/s1600/logo-txt.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://societywithvampires.blogspot.com/2010/09/genese-vampirica-e-o-mito-de-caim-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Cici)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhgGc5U2ffxT1uQ16G7M_CqJ16NQy1Z96VOHVUJM_vDanVCttuPV007U77ji2sgv2XF-XvWj0XLVywRMd4l9e183HsVvoXO1ZkbWf76oqMFfB5t6XSwy73SFnTjTBbi9TH4R2vjqvjQ2FlR/s72-c/KemetismSymbolWhite.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7215470271076992318.post-5155565323026912132</guid><pubDate>Thu, 30 Sep 2010 04:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-30T01:18:04.204-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Lições de Vampirismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mecanismos do Vampirismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mr.Yoshi</category><title>Lições de Vampirismo - VI. Mecanismos do Vampirismo</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Mr.Yoshi&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Após a leitura dos ensaios anteriores, o novato Vampiro já deve ter compreendido muito do considero como “teoria básica” para entender como o Vampirismo de fato funciona, ou melhor, compreender os mecanismos que estão por trás de tão obscura arte. Vamos passar agora a uma análise ainda teórica do que envolve a prática do Vampirismo e o desenvolvimento dos poderes relacionados ao Vampiro. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjC3HbPn5C0udbW2lUOO2h928ARSJmCag9rllLYG4C8TLLbtS74cogiOC0Dk-D2hBfrJrNZ-n_mMtCWjan1RgRFVyeosQU0Vj5bwZuibTIC__pBPAlQk8p6BcYiIxhWBQKk8UNrmp91lhsv/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjC3HbPn5C0udbW2lUOO2h928ARSJmCag9rllLYG4C8TLLbtS74cogiOC0Dk-D2hBfrJrNZ-n_mMtCWjan1RgRFVyeosQU0Vj5bwZuibTIC__pBPAlQk8p6BcYiIxhWBQKk8UNrmp91lhsv/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Como já dito, existe a condição de Vampirismo, ou seja, aquela advinda com a nascença em que o organismo não consegue através da alimentação costumeira obter toda a vitalidade que necessita, tendo tal organismo a capacidade de obter energia vital de outros meios, os mais comuns através do psiquismo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existe ainda aqueles que decidem por torna-se Vampiros, ou seja, por vontade e não por necessidade, desejam praticar o Vampirismo, a arte da tomada de energia vital de outras pessoas para seus mais variados fins. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendo entendido o que é a Energia Vital, noções básicas de como funciona nossa psique e o que basicamente é o Vampirismo, vamos compreende-lo agora sob tal ponto de vista teórico o porque alguém desejaria praticar Vampirismo por vontade e não necessidade, o que está por trás do Vampirismo e também de forma breve sobre o desenvolvimento dos poderes do Vampiro Tradicional. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;Vampirismo é a tomada de energia vital de um ser em prol do Vampiro, &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;básico e o aluno já sabe disso. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já tendo lido os ensaios anteriores (que é de vital importância para entender o que segue), o novato já deve ter entendido portanto que o Vampirismo nada mais é do que uma das disciplinas ligadas a Manipulação de Energia, é um modo de manipular a energia. Portanto Vampirismo nada mais passa que um tipo refinado de Manipulação de Energia para um fim próprio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo é claro que para o novato possa desenvolver o Vampirismo, ou seja a capacidade de drenar a energia vital de outras pessoas, este tem que aprender antes de mais nada a manipular energia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Manipular Energia não vai lhe trazer apenas o benefício do Vampirismo, mas também lhe abrirá as portas para todo um leque de habilidades e poderes oriundos de tal prática, como a manipulação de pessoas e sentimentos, telepatia, empatia, dentre outros. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui alertamos que o novato deve ter calma, pois gradualmente iremos junto com o leitor desenvolvendo tais habilidades, dando sua explicação teórica e práticas que irão auxilia-lo a controlar tal poder. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Manipulação de Energia, ao menos da Energia Vital, que é a que nos interessa se dá através do uso da Psique (já analisada em capítulos anteriores), ou seja pela canalização da vontade através da visualização (ou através dos sentidos da alma). Portanto, aprender a manipular energia envolve também entender os processos da psique e desenvolver seu potencial latente, ou seja, despertar seus sentidos, inabilitados na maioria dos humanos, para que assim possamos usar os poderes oriundos da psique e manipularmos energia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Despertando nossas capacidades psíquicas e aprendendo a manipularmos energia temos um maravilhoso mundo novo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vampirismo é manipular a energia vital do outro para que venha até nós, é efetuar a drenagem ou alimentação dos Vampiros. Do mesmo modo podemos enviar energia a outros, para ceder-lhes vitalidade e força, ou ajudar em processos curativos (ou usa-los em nós mesmos). Podemos ainda usar a energia para criar “efeitos” como o já narrado da dor de cabeça. Podemos enviar energia com “comandos” para que nossa vontade ganhe a vida nela contida e ocorra de fato. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O centro portanto de nosso desenvolvimento envolve a evolução constante de nossos sentidos astrais (psíquicos), bem como na manipulação de energia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acredito que com a bagagem teórica aprendida ao longo dessas páginas, estamos aptos a começar a prática em si.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mortesubita.org/&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhoYvlDRTLWJRPSeGS304sYiEIHp2lJcIbcQHz6iltkv7XGTDE3YrzolYPnD5qW97GxLuVdlmTsGt59pI0GKYYifqm2MYJ8fzEAyS54JFIczsnJmhrUx1GAdNwOFl40cPWaqAjesrl4oeF3/s1600/logo-txt.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;</description><link>http://societywithvampires.blogspot.com/2010/09/licoes-de-vampirismo-vi-mecanismos-do.html</link><author>noreply@blogger.com (Cici)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjC3HbPn5C0udbW2lUOO2h928ARSJmCag9rllLYG4C8TLLbtS74cogiOC0Dk-D2hBfrJrNZ-n_mMtCWjan1RgRFVyeosQU0Vj5bwZuibTIC__pBPAlQk8p6BcYiIxhWBQKk8UNrmp91lhsv/s72-c/KemetismSymbolWhite.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7215470271076992318.post-6456775474225448424</guid><pubDate>Thu, 30 Sep 2010 04:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-30T01:12:06.107-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Lições de Vampirismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Manipulação de Energia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mr.Yoshi</category><title>Lições de Vampirismo - V. Manipulação de Energia</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Mr.Yoshi&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;taghw&gt;Após enfocar aquilo que considero como uma teoria básica que servirá como base e pilar teórico para o novato Vampiro, vamos para mais um tópico essencial para o entendimento do Vampirismo e também para compreensão das muitas habilidade e poderes mágicos dos Vampiros, tal compreensão tem haver com a Manipulação de Energia.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg8CugjrDt3lH49WRzoGC7SGsZLeBpZMbrNNwXXde4-Rv59UwtgmAyWY7y-dOX3683XmcTOiZGg6A-87UQbPMyYTBWxF7QZRQvrs-4ClE969kDx8CMQdgLGL2jI-4MVxYpJG7dcT3XG_WMp/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg8CugjrDt3lH49WRzoGC7SGsZLeBpZMbrNNwXXde4-Rv59UwtgmAyWY7y-dOX3683XmcTOiZGg6A-87UQbPMyYTBWxF7QZRQvrs-4ClE969kDx8CMQdgLGL2jI-4MVxYpJG7dcT3XG_WMp/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Manipular Energia como o nome mesmo diz é utilizar a energia da forma que desejarmos, manipula-la no molde que assim o quisermos. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Existem vários tipos de energia no mundo. Energia Elétrica, Energia Mecânica, Energia Magnética, etcs e etcs. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Não vamos aternos a estes tipos de energia, embora importantes não fazem respeito ao nosso estudo. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Já tratamos aqui de forma básica daquilo que chamamos de Energia Vital, ou a Energia da Vida, dedicando um capitulo inteiro à ela. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Antes de mais nada é importante frisar, que algumas escolas e entendimentos fazem uma diferenciação daquilo que iremos tratar. Algumas dizem que a Energia Vital é diferente do que chamam de Energia Psy. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Energia Psy, ou energia psíonica, seria energia gerada pela mente (psique), por nossos pensamentos e emoções. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ao pensarmos algo estaríamos gerando Energia Psy. A força de tal energia dependeria da força de tal pensamento, o que envolve concentração, tempo de duração etcs. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Diferem da Energia Vital, pois esta serviria apenas como Energia da Vida, ou seja alimentam o ser com Vida e Vitalidade, sendo algo puro, diferente do que são os pensamentos e emoções. Deixo a critério do aluno adotar ou não a separação que acima fazem. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No meu entendimento até então, ambos podem até não ser a mesma coisa, no entanto não há necessidade de divagações para separa-los, pois um invariavelmente provoca efeitos no outro. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ao pensarmos ou sentirmos estando dando vida a sentimentos e pensamentos, estamos inevitavelmente dando força a algo psíquico, o que de fato consome algum tipo de vitalidade de nós. Tanto que quanto mais atenção, ou quanto mais de nossas vida gastamos pensando em algo (ou seja quanto mais gastamos de nossa vitalidade para trazer algo a nossa psique), mais forte essa coisa parece ser. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Além disso a uma correlação importante, ao manipular energia você sentirá de fato um esgotamento, uma espécie de exaustão. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Você estará gastando Energia Vital, estará se sentindo cansado como se tivesse praticado um exercício físico (claro dependerá do nível de empreendimento assim como naquele). Então não vejo necessidade de separar uma da outra, podendo ou não serem coisas diferentes, mas sendo seus efeitos correlatos. Porém caso ache necessário o aluno diferir uma da outra, sinta-se a vontade. Bom dito isto, vamos a explanação do que é Manipulação de Energia em si. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Falamos sobre a Psique e que está é composta de um material mais refinado do físico, algo como um “estado gasoso” em comparação ao “estado sólido” do mundo físico. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;A psique ou mundo da mente é feito de impressões, de sentidos assim como o mundo físico. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;Não se engane o mundo físico só é o que é pelo que você vê, sente, cheira, ouve. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ele nada mais é pra você do que o reflexo dos seus sentidos. Por isso que o mundo físico para um cego não passa de tato, audição, chero e gosto. Para ele não há a “cor preta do monitor” ou “o carro vermelho”, embora o carro esteja lá e seja vermelho. Para ele o mundo físico é diferente do que é para você, tendo ele impressões auditivas muito superiores as suas, ouvindo sons e sonoridades que talvez você nem perceba. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Portanto é importante saber, o que achamos que é real nada mais é do que a interação de nosso sentidos com o meio. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;A realidade é reflexo dos nossos sentidos. Tanto no físico como no psíquico. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Assim sendo, e sabendo o que foi dito, a manipulação de energia nada mais é do que a utilização dos sentidos da psique para manipular as energias sutis da mesma. Assim como no físico se quisermos dar forma a algo temos que mexer nossos músculos, como no moldar uma bola de argila, no psíquico para manipularmos suas energias temos que utilizar os modos da psique, qual seja, vontade e visualização. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Visualização pois como foi dito são os sentidos da mente e os sentidos são um reflexo da realidade. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Se você poder sentir algo gelado, este frio para você é real, apesar de não poder ser para com outras pessoas. O importante é que é real para si e que produz efeitos para si. O mesmo podemos dizer da manipulação de energia. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Manipular Energia é moldar a sua vontade, canaliza-la através de vontade e imaginação para que esta energia realize o que você deseje. Quando você “perde seu tempo pensando em algo” você intimamente perde parte de sua energia para aquele algo. É uma quantia ínfima que não fará diferença nenhuma, mas você doa uma parcela ínfima da sua vida para dar uma existência ínfima a algo. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Lembram-se ... é necessário vida para gerar vida? É necessário se alimentar de vida para que possa haver vida? É a verdade do universo e assim o é com tudo. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;Manipulação de energia é portanto a canalização da vontade para aquilo que se deseja. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;Mas como isso acontece? &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Daremos um exemplo básico e explicaremos o mesmo para dar uma visão geral do processo. Uma prática muito comum de manipulação de energia é a criação do que comumente se apelidou de Psy-Balls, ou esferas de energia. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Uma pessoa concentra sua imaginação e vontade em transferir parte de sua energia para uma esfera, retirando energia do seu corpo e formando uma pequena esfera. Ela faz isso até que a esfera fique o tão tangível quanto ela desejar. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Após isso ela pode impingir uma idéia a ela. Ela concentra-se na esfera criada que será para ela naquele momento tão real quanto um objeto tocado pelo corpo físico para sua psique e aos poucos vai fazendo ganhar as características que deseja que esta tenha. No exemplo podemos dizer que a pessoa deseja que a esfera seja fria. Então começa a visualizar e sentir lentamente a esfera esfriando e congelando, tornando-se muito fria. Ela sente isso, isso é real para ela e para sua psique. Fim do exercício da pessoa. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;O que aconteceu ali? &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A pessoa utilizou sua imaginação (ou seja seus sentidos da mente) para concentrar-se e dar vida a uma esfera de energia. Quanto mais concentração ela impingia na esfera, mais real ela se tornava. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ela alimentou a esfera com parte de sua vitalidade, dando-lhe literalmente “vida”, trazendo-a ao mundo da realidade. Ela sabendo que a psique e seu mundo é maleável moldou parte de sua energia com sua mente na forma de esfera e a qualificou para que fosse fria. E isso foi possível, pois essa é a realidade da mente e ela sabia disso. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Basicamente manipulação de energia é isso. Mas ai você se pergunta, mas para que eu vou querer uma esfera de energia gelada? &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Pelos efeitos que ela possa produzir é claro. Você já se deu conta que mesmo cada pensamento seu produz uma reação em seu corpo ou ao seu redor. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Seja pelas correntes afirmativas do mundo da auto-ajuda, seja por ler aquele poema que “mexeu com seus sentidos” e te fez sentir-se mais alegre, a energia está ai e interage e interfere em tudo. Você pode usa-la para qualquer intenção só sendo limitado pela sua própria criatividade. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Usando exemplos meus, certa vez enviei uma esfera de energia com a “programação” de que deixa-se meu alvo com dor de cabeça.Foi uma espécie de teste, da época que ainda brincava e engatinhava na manipulação de energia. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Tal pessoa relatou-me posteriormente que umas quatro horas depois de eu ter enviado-lhe a energia (ela não soube que lhe enviei, mas perguntei porque horas começou-lhe a dor de cabeça), ele disse que iniciou-se uma dor de cabeça horrível, que ia aumentando cada vez mais, diferente das dores de cabeça que já tinha tido e durou a noite inteira, mal conseguido dormir. Ainda relatou que tomou remédios, mas a dor não passava. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Esta ai um exemplo do que a manipulação de energia pode fazer por você, nada menos que lhe dar o controle do seu universo ... afinal não passa tudo de energia?&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mortesubita.org/&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhD8ZGI4fqSfW6lYSZicUakzeRjHflm0rx9IsDS8rHUL-Q6LFr_PMN2lsmhU7U7XUqDtkMs4qydu_ZObDe3dFvysneT3lRz5FxWedtcDwlAjl7p8hmaPTr-g07ObscU-bzsm-FSL05Ch72C/s1600/logo-txt.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://societywithvampires.blogspot.com/2010/09/licoes-de-vampirismo-v-manipulacao-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Cici)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg8CugjrDt3lH49WRzoGC7SGsZLeBpZMbrNNwXXde4-Rv59UwtgmAyWY7y-dOX3683XmcTOiZGg6A-87UQbPMyYTBWxF7QZRQvrs-4ClE969kDx8CMQdgLGL2jI-4MVxYpJG7dcT3XG_WMp/s72-c/KemetismSymbolWhite.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7215470271076992318.post-6718373303689988381</guid><pubDate>Thu, 30 Sep 2010 04:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-30T01:05:46.103-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">A Psíque</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Lições de Vampirismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mr.Yoshi</category><title>Lições de Vampirismo - IV. A Psíque</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Mr.Yoshi&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Eu adoto a nomenclatura psique, embora assim como a sua co-irmã energia vital, esta possua muitos nomes, como alma, corpo astral, dentre outros. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Mas o que é a Psique. Tarefa ardilosa tentar explicar em poucas linhas o que seja tamanha grandiosa. Até mesmo porque eu próprio a cada dia que passa aprendo mais sobre o que é isto. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Poderíamos a grosso modo dizer que nossa Psique (alma) é aquilo que vulgarmente conhecemos por mente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEireAoMNsNeS24jE06f5quSRvFGemmMN8YE_-LomUwbUnOOZvF07b5ILRYv424CHNWKkJEDBf_UfJZ085LRFMtpry24WHkID2quaHuiuz_Q2zE8uRyGfgtP0F2lkYquhn2je2GQlOczJ7he/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEireAoMNsNeS24jE06f5quSRvFGemmMN8YE_-LomUwbUnOOZvF07b5ILRYv424CHNWKkJEDBf_UfJZ085LRFMtpry24WHkID2quaHuiuz_Q2zE8uRyGfgtP0F2lkYquhn2je2GQlOczJ7he/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Tente definir o que é sua mente, você consegue? Algo realmente complicado, no entanto você sabe muito bem o que é. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Basicamente podemos dizer que a nossa psique (mente ou alma como preferirem) é o âmago do nosso ser, é nossa consciência, é nossa parte não física, mas presente. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Na maioria dos seres humanos e seres vivos existentes a existência da psique confunde-se com a existência de seus corpos físicos, visto haver uma correlação entre eles. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Psique é uma coisa, corpo físico é outra. São coisas diferentes, pois são feitos de matérias diferentes. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Há um velho ditado que diz que tudo no Universo é Energia. Se assim o for, podemos dizer que o corpo físico é uma energia que encontra-se em estado sólido e a psique algo que encontra-se em estado gasoso, muito mais sutil que o físico. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;A psique e corpos são intimamente ligados, tanto que a maioria dos seres humanos confunde uma com a outra. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Isso deve-se ao fato de que na maioria dos humanos sua psique limita-se ao seu corpo físico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;em&gt;Você deve se perguntar como assim? &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Como explanado, para melhor compreender a psique imaginemos que o corpo físico é algo sólido e a alma algo gasoso. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;O corpo físico por ser sólido possui as suas características, qual sejam, formas rígidas e bem definidas, pouco maleáveis e com certas características rígidas em sua própria natureza. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Ao contrário a psique é algo gasoso e como tal possui natureza volátil, adaptável, maleável, inconstante. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;em&gt;A Psique é onde reside nossa consciência, aquilo que sentimos, aquilo que somos. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Adaptável pela sua própria natureza ela o é, e tal adaptabilidade é realizada através da vontade. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Vontade nada mais é do que força de intenção, é projetarmos nossa consciência direcionando-a para algo, é mover nossa consciência para algo concreto. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Na maioria dos seres vivos psique e alma confunde-se por um simples fato. Não nota-se a diferença existente entre um e outro. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Pegue um humano ordinário. Este acorda, come, faz atividades físicas, dorme. E o ciclo repete-se, repete-se e repete-se. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Este ser humano não percebe que existe a realidade da alma e a realidade do corpo, pois para ele estas são uma só. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Quando acordado e realizando seus afazeres no mundo físico, a psique está no formato do corpo físico, ela toma sua forma, adaptando-se a ele e interagindo com ele. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Por isso dizemos que a psique é nossa consciência. Onde está a consciência de um ser humano comum? Em seu próprio corpo e nada mais. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Para ele seu corpo é a única coisa que existe, e por tal razão sua psique fica aprisionada na forma de seu corpo físico e no espaço que é ocupado por aquele. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;em&gt;Onde o corpo físico de um humano normal está, ali o está sua psique, sua alma. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Não compreendendo que tratam-se de coisas diferentes, e portanto movidas por impulsos diferentes, o ser humano ordinário não consegue separar corpo de psique, tornando um invariavelmente preso ao outro. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;No entanto ambos possuem mecanismos diferentes. O corpo físico é movido através dos nervos, músculos, ossos, ligamentos e ects. Desnecessário novamente entrarmos para o campo da biológica, mas sabemos que conseguimos andar pois basicamente nossas pernas tem músculos que são acionados por nervos que são acionados pelo cérebro, que por usa vez são acionados por nossa vontade de andar. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;O cérebro parece ser o canal de ligação entre a psique e nosso corpo físico. Como fomos criados e educados a viver percebendo apenas o mundo físico, nossa psique agrega-se a forma de nossos corpos físicos mantendo-se limitados a estes, pois não vêem necessidade de coisa diferente disto, pois não recebe estimulo para agir diferente. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;O mesmo não acontece a psique de magistas e vampiros. Estes tem consciência de que sua psique é algo diferente de seu corpo físico e possui leis próprias. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Estes sabem que a psique não está confinada a forma adotada pelo corpo físico, visto ser maleável, nem tão pouco que esta não possa se mover fora do corpo físico ou ainda além destes. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;É daí que surge tantos fenômenos conhecidos, como projeção astral, clarividência, clariaudiência, telecinese, dentre outros. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Por exemplo a projeção astral nada mais é do que a movimentação da psique fora do corpo físico. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Se nossa mente, ou nossa consciência está localizada na psique ou alma, poderíamos muito bem viajar com ela, sem necessidade do corpo físico. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Como já dito a matéria é demasiada complicada e profunda, o que pode gerar muitas dúvidas, mas a reflexão sobre isto ajuda a dirimir as mesmas. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Ressaltando novamente, psique/mente é uma coisa, corpo físico é outra. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;É fácil perceber isso. Lembra-se da sensação quando sonhamos? Ou mesmo o ato de pensar. O ato de pensar é como se ouvíssemos uma voz em nossas cabeças, no entanto este som não é produzido por nenhuma coisa do ambiente físico, não afetando nossos ouvidos, pois é feita na psique e dentro de sua realidade, afetando, portanto somente a mesma. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Quantas vezes não temos a sensação de sermos mais largos que nossos corpos físicos, ou sentimos uma leveza estranha, nada mais é do que nossa psique ou corpo astral alargando-se para além do corpo físico. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Este processo ocorre através da vontade canalizada. Nossa psique é manifesta através de nossa consciência e nossa vontade. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Se quisermos termos controle sobre ela devemos faze-lo através da vontade direcionada. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;em&gt;É assim que surge os princípios da importância da visualização. O que é visualizar? &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Podemos rusticamente dizer que visualizar nada mais é do que “imaginar” ou reproduzir algum sentido físico de forma mental. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Reproduzindo algo de forma mental, estamos nada mais nada menos do que impingindo tal impressão em nosso corpo astral, visto ser a mente sua matéria e a vontade ou consciência igualmente. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Portanto a forma mais fácil e usual de lidar com a psique é através da visualização, que nada mais são do que os sentidos da mente. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Estamos acostumados com apenas nossos sentidos físicos, ligados ao corpo físico e ao ambiente físico, como a audição que vem de coisas ao nosso redor, o gosto e olfato de algo, a visão de algo físico e o tato de coisas sólidas ou ligadas ao mundo físico. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;No entanto a psique ou mente, possui sentidos igualmente válidos, no entanto mais sutis que aqueles. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Por isso a idéia de que visualizarmos é uma forma mais sutil ou leve de nossos sentidos físicos, pois é realmente o que se tratam. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;A maioria de nós somos cegos, surdos, paraplégicos, sem sentido psiquicamente, esta é sem dúvida uma habilidade essencial para o desenvolvimento do futuro Vampiro e será alvo dos exercícios de desenvolvimento posteriores.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mortesubita.org/&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjK6W-ads4lrJY7ozGhXb5dMn503tbkOVqmHJnC8yUvl5dscuNpoGdyjznQh9p9TSgkv1yqOp5fbZCc6_4JDTp7om8kxTUWWpaaWpFDu8JP8QkBSicxKwK1-OcmHM9tJnmIRDg6wBXFp08p/s1600/logo-txt.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://societywithvampires.blogspot.com/2010/09/licoes-de-vampirismo-iv-psique.html</link><author>noreply@blogger.com (Cici)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEireAoMNsNeS24jE06f5quSRvFGemmMN8YE_-LomUwbUnOOZvF07b5ILRYv424CHNWKkJEDBf_UfJZ085LRFMtpry24WHkID2quaHuiuz_Q2zE8uRyGfgtP0F2lkYquhn2je2GQlOczJ7he/s72-c/KemetismSymbolWhite.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7215470271076992318.post-3705842546587653974</guid><pubDate>Thu, 30 Sep 2010 03:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-30T00:58:34.396-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Energia Vital</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Lições de Vampirismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mr.Yoshi</category><title>Lições de Vampirismo - III. Energia Vital</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Mr.Yoshi&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Energia Vital, Força Vital, KI, Chi, Prana, Energia da Vida, Lifeforce, milhões de nome foram dado a essa essência de vida, a vitalidade em si, a energia que faz os seres vivos se diferenciarem todas as outras coisas do univeros. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;Mas como definir isso que recebeu tantos nomes, como conceituar tal extraordinária força? &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgKgFDj2dUZFJBbvJDN5c8ylQClSU-JrhcWqrwmmRaor5mva5v8GKVZ-5SiRlYapUkztxu-g-75lRtIGzJKemr95wP_MajOS0rHxlm_LAK2FE7LxmK8h5b12sc5BCZrOMWo4YbBdO21MKMC/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgKgFDj2dUZFJBbvJDN5c8ylQClSU-JrhcWqrwmmRaor5mva5v8GKVZ-5SiRlYapUkztxu-g-75lRtIGzJKemr95wP_MajOS0rHxlm_LAK2FE7LxmK8h5b12sc5BCZrOMWo4YbBdO21MKMC/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Como já visto nos ensaios anteriores, todo ser vivo se alimenta de outro ser vivo e porque? &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Por uma simples razão, pois necessitamos absorver Força Vital para sobrevivermos, precisamos nos alimentarmos da vida de outros seres vivos para sustentar a nossa. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Isso não trata-se de crueldade ou desumanidade, ou algo antinatural, afinal de contas isso já existia antes de você vir a nascer e provavelmente vai existir ainda depois que você se vá. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Não podemos chamar de antinatural algo que a própria natureza assim o fez, não podemos chamar algo de cruel, visto ser a realidade crua nua. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;E esta realidade é simples, precisamos matar para viver. Precisamos alimentarmos da vida de outros seres vivos para manter a nossa, assim como aqueles mataram outros seres vivos para tomar-lhes a centelha de vida. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Como já dito, apenas alguns raros animais possuem a capacidade de alimentar-se da força vital emanada de outras fontes, como o sol, sendo o caso dos vegetais. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No entanto tal possibilidade não ocorre a nós humanos, assim como a maioria dos animais e seres diferentes do reino dos vegetais, necessitamos da força vital dos outros seres vivos para sobrevivermos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Inicialmente é importante compreender o processo de alimentação em si, focado aqui no ser humano em si, mas que de normal geral vale para a maioria dos seres vivos. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Deve haver antes de mais nada a compreensão de que a alimentação envolve basicamente dois processos. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Um é biológico, químico e físico. Envolve a transformação da matéria física do alimento ingerido em outras substâncias que são igualmente usadas pelo corpo físico para lhe dar suporte. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Nada mais passa do que a digestão física, ou seja, a ingestão do alimento que vai para nosso sistema digestivo, é quebrada pelo ácido gástrico e diluída em suas formas primitivas, como carboidratos, açucares, vitaminas e outras substâncias que são usadas pelo corpo para manter o corpo. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Manter que falo é manter no sentido físico. Nosso corpo é feito de células e células são feito de determinados componentes. Nosso corpo é renovado constantemente, necessitando de “material para construção” dessas novas partes. Esse “material” vem dos alimentos, da quebra destes em partes menores que transformamos em cabelos, células, unhas, e assim por diante. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Não entrarei em mais delongas a este processo, pois é facilmente averiguável por qualquer um que já tenha passado pelo Ensino Médio ou ao menos tido algumas lições de biologia. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Passo agora a análise do segundo processo de alimentação, que no entanto passa por muito despercebido. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Este processo é a transferência da vitalidade, ou energia vital, do alimento em prol do alimentando. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Todos nós alimentamo-nos de seres vivos. A alimentação dá-se em dois estágios, em um pegamos o pedaço ingerido e transformamos em “matéria-prima” para nossos próprios corpos físicos. No outro estágio absorvemos a vida daquele ser vivo, absorvemos a centelha de vida que uma vez habitou seus corpos e lhe fez mover, para que nós próprios possamos nos mover. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Não é fácil a compreensão disto, no entanto acredito que de forma primitiva e suficiente para o inicio da prática e estudo do Vampirismo, o ora estudante tenha compreendido o que digo. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Embora soe repetitivo é preciso novamente citar, sempre nos alimentamos de seres vivos, pois a vida só é possível pela tomada de vida. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No entanto, já explicado, por algum motivo nosso sistema de alimentação possui uma ineficiência grave, precisamos matar o ser vivo para alimentarmos de sua vida. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Obviamente que conseqüência natural de tomarmos a vida de um ser vivo, ou vitalidade deste, é que este enfraqueça até o ponto de exaustão e morte, uma vez que não haveria força para mante-lo vivo. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No entanto não falo desse processo em si. Mas sim que a absorção de vitalidade ou energia vital que nós humanos experimentamos se dá de forma primitiva, se dá através da ingestão do alimento em si, o que resulta não na morte do que serviu de alimento, mas antes disso, o matamos. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Veja a morte do ser que é alimento, ocorre antes de alimentarmo-nos deste e não em decorrência da própria alimentação. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Este processo é falho, pois de alguma maneira as propriedades da energia vital se perdem em sua força maior quando alimentamo-nos de seres vivos que estão mortos, uma vez que nos alimentamos da “força vital residual” do mesmo. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;E aí que reside um dos pilares do Vampirismo. Vampirismo envolve um processo de tomada de vitalidade com a vítima ainda viva, envolve drenar sua força vital de forma que não seja residual, mas em sua essência pura. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Burlamos o universo, fazendo com que aquela energia que move um ser, passe a nós, fazendo-a acreditar que ainda alimenta o mesmo ser, fazemos com que a força vital passe a nós sem ser perdida, sem ser cessada ou se transformar um forma residual e estagnada da qual resulta a morte. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ela é transferida a nós pulsante e viva, passando a nos a mesma vida e vitalidade que transmitia ao corpo que habitava. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Assim o Vampiro não necessita necessariamente matar sua vítima para obter a sua vitalidade, embora isso possa fazer parte do processo. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O Vampirismo em si não envolve a morte ou destruição do ser vivo que serve da alimento, uma vez que isso é até visto como desagradável, já que esta fonte de alimento poderia servir de alimento posteriormente. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Já que o Vampirismo envolve drenar a força de vida de um ser, sem necessariamente mata-lo, o Vampiro pode transferir um determinado nível de vitalidade que não acarrete maiores danos a vítima. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Porém no entanto é necessário compreender, o Vampirismo sempre irá trazer algum prejuízo a vítima. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Isso é inevitável, uma vez que estaremos retirando parte da força e vitalidade dela, o que lhe causará enfraquecimento, fraco, moderado ou forte, dependendo do nível de drenagem. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Portanto o Vampirismo trata-se de um processo, através do qual, o Vampiro obtêm vitalidade de uma vítima para si, diretamente de sua fonte vital, igual ocorre com o processo de alimentação dos seres humanos, no entanto estes o fazem como uma das suas etapas de alimentação e ocorre da “energia vital residual” contida nos animais mortos que ingere.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Vampirismo é portanto uma forma evoluída de alimentação, um modo mais eficaz de obter vitalidade essencial para manutenção daquilo que chamamos de vida. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No entanto não se engane o novato Ardeth, pois ainda se faz necessária a alimentação pelas vias normais, uma vez que como já dito, nossos corpos físicos ainda são semelhantes aos dos humanos e portanto necessitam das mesmas “matérias-prima” que aqueles para se manter, matéria essa que nosso corpo físico só sabe obter de uma forma, a alimentação tradicional.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mortesubita.org/&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgeG6dbulZwbNoe3Bz1bVS0NVwNjr2hq_6_5Xqm6coU_Cxy1ryQnwtNBilsotbWKwwLWVbZnw6c7N4SWcvopD6geKAasmNvJO0cD_YBMSSivAUZoNL7NNXSidUDtW7wsDIaM0xRcZutDs7g/s1600/logo-txt.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://societywithvampires.blogspot.com/2010/09/licoes-de-vampirismo-iii-energia-vital.html</link><author>noreply@blogger.com (Cici)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgKgFDj2dUZFJBbvJDN5c8ylQClSU-JrhcWqrwmmRaor5mva5v8GKVZ-5SiRlYapUkztxu-g-75lRtIGzJKemr95wP_MajOS0rHxlm_LAK2FE7LxmK8h5b12sc5BCZrOMWo4YbBdO21MKMC/s72-c/KemetismSymbolWhite.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7215470271076992318.post-2542165100914189922</guid><pubDate>Thu, 30 Sep 2010 03:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-30T00:53:30.103-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Lições de Vampirismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mr.Yoshi</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Uma teoria da Imortalidade</category><title>Lições de Vampirismo - II. Uma teoria da Imortalidade</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Mr.Yoshi&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Antes de qualquer divagação me senti na obrigação de escrever algo que me surgiu em um insight enquanto tomava café, após escrever o ensaio anterior, uma teoria sobre a Imortalidade pelo Vampirismo. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjQwbb_8s-VnyGEgAJpycKrUKecr9kXhrWK8EB-Bnzvat03chsvo5I93Ey7TEgKpnYL0j51N2DzUf4LmNcKHjtADEoO8fYvu60Ln2H3KP9IIhYXIqbMMTm_XOiYEWR_ThiITs-rIDnBh2LS/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjQwbb_8s-VnyGEgAJpycKrUKecr9kXhrWK8EB-Bnzvat03chsvo5I93Ey7TEgKpnYL0j51N2DzUf4LmNcKHjtADEoO8fYvu60Ln2H3KP9IIhYXIqbMMTm_XOiYEWR_ThiITs-rIDnBh2LS/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Como já devem estar cansado de ler, todos seres vivos alimentam-se de outros seres vivos, no entanto alimentam-se de seres vivos “mortos”, mesmo que brevemente mortos segundos antes de ter seus nutrientes e vitalidade absorvidos. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;É óbvio que é bem diferente obter-se vitalidade e força vital de um ser que morreu do que de um fluxo constante de força e vitalidade que permeia um ser vivo, ainda em vida. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A vitalidade de um ser vivo morto, seria algo como uma vitalidade residual, ao contrário de drenar a vitalidade de algo que ainda mantinha aquela algo vivo. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Esta parece ser a capacidade do Vampiro e o objetivo do Vampirismo, ou seja, de alguma forma conseguir drenar a força vital de um ser vivo ainda vivo. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Seria como se o Vampiro engana-se o próprio Universo, já que, este “burlaria as leis” ao fazer o fluxo que alimenta a vida de alguém, alimentar a sua, não havendo os problemas da perda estranha que sofre a energia vital após a morte de seu possuidor. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;u&gt;Agora pensemos, como poderia um Vampiro ser realmente imortal? &lt;/u&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Como já dissemos ao menos os Vampiros Nascidos quanto aos Criados não existe essa possibilidade ... ao menos a princípio e em vida (neste tipo de vida). &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Isto, pois, seus corpos ainda necessitam de nutrientes advindo dos alimentos, portanto a digestão é algo ainda necessário, uma vez que o corpo precisa de “material” para se reconstruir e etc. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Apesar de que pensando ao menos teoricamente, é plausível que a vitalidade roubada faça com que o processo de envelhecimento do Vampiro seja muito mais lento que o de um ser humano normal, uma vez que não há tanto aquele déficit da força vital pos mortem. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No entanto existe uma teoria que há tempos eu havia pensado. Inicialmente ainda não parei pra analisar mais seriamente a questão do mundo astral, e etc ... porém a priori poderíamos dizer que a mente, ou psique/alma, fora do corpo físico seria chamado de corpo astral. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Deve-se lembrar que o corpo físico e mente via de regra imutável são extremamente ligados. Ou seja onde o corpo físico está a mente está. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Por exemplo quando estamos acordados nossa mente está interagindo diretamente com nosso corpo, nossa consciência, nossa psique está ligada aos nervos do nosso corpo, fazendo nos movimentar, dentre outras coisas. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em algumas situações no entanto nossa psique pode expandir-se para além do corpo físico, parcial ou totalmente, realizando fenômenos como clarividência, projeção astral, etc. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Não sei ao certo o que ocorre quando morremos enfim, porém poderia dizer que um Vampiro devidamente experiente, que dominasse algumas técnicas, poderia colocar seu corpo em um estado de torpor praticamente permanente vivendo apenas com sua psique (corpo astral) para fora de seu corpo, alimentando-se da energia de outros seres vivos e mantendo-se assim eterno. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Seu corpo em um estado de torpor interessante não envelheceria, além disso a vitalidade que precisa para permanecer vivo ele retirara de suas vítimas, naquele ciclo já citado. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Outra forma, no entanto não estou certo disso, o Vampiro poderia quebrar a ligação entre sua psique e seu corpo (ou caso essa fosse quebrada) vivendo apenas no Astral. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Isso explicaria muitas características do Vampiro Mítico, como por exemplo a capacidade de virar nevoa e transformar-se, uma vez que a mente pode adaptar-se a qualquer forma que assim o desejar, podendo ou não interagir com o mundo físico, mas podendo sim causar impressões nas psiques de outras pessoas. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;u&gt;Enfim, no final são só teorias ...&lt;/u&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mortesubita.org/&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjwhQb90NolGR0TuribUPzkaCOgF2nIIVow7386BTELu9Fw6vCUOaXZtOyXbsFuOVH3-Hec9M3t5bO2SdtbWAaYftSNPOPcg_qSCBPYNjgdRAiFwI-TeBmhosGVVxZ19i187GfWprcRgjEz/s1600/logo-txt.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://societywithvampires.blogspot.com/2010/09/licoes-de-vampirismo-ii-uma-teoria-da.html</link><author>noreply@blogger.com (Cici)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjQwbb_8s-VnyGEgAJpycKrUKecr9kXhrWK8EB-Bnzvat03chsvo5I93Ey7TEgKpnYL0j51N2DzUf4LmNcKHjtADEoO8fYvu60Ln2H3KP9IIhYXIqbMMTm_XOiYEWR_ThiITs-rIDnBh2LS/s72-c/KemetismSymbolWhite.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7215470271076992318.post-2385066501581284545</guid><pubDate>Tue, 28 Sep 2010 16:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-28T13:38:49.142-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ardeth</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Lições de Vampirismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mr.Yoshi</category><title>Lições de Vampirismo - I. Ardeth</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Mr.Yoshi&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Hoje encontrei um livro, chamado &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;“Ardeth – The Made Vampire”. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhvcVKQ8IsCcuw2fgU3fuibRdLKxfh4LX3rFxcX0IJohSOMybaImzL4Z84p0jSfKWOP8HGJQNs_udYJtxpLG6YJsVsbeyoSBfXxgsCp2XqUj6XfvzVLOnSMCU3-beMv3qq04OehtkOPXrIG/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhvcVKQ8IsCcuw2fgU3fuibRdLKxfh4LX3rFxcX0IJohSOMybaImzL4Z84p0jSfKWOP8HGJQNs_udYJtxpLG6YJsVsbeyoSBfXxgsCp2XqUj6XfvzVLOnSMCU3-beMv3qq04OehtkOPXrIG/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Confesso que não li tudo, mas li boa parte, até chegar em uma parte que começou a conflitar com minha noção de realidade das coisas (mesmo porque não adianta, eu querer reinventar a roda!) &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Primeiramente vamos ao termo trazido no livro, de o que significa Ardeth (não sei porque achei&amp;nbsp;muito interessante).&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgxV940ZyYwq9Ot6fpwqI1o73uBEXHXHYuclwhVWnPpPpCFRIm77F_cq2CfWvRzRfsC9ftL6_lwTg3yFvb5PMVi9OgSRZuppTFeQLBAe1PvyAq7XPlIsulFviuz9tzYsUCYJRJavI9cpjFB/s1600/ardeta.bmp&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;169&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgxV940ZyYwq9Ot6fpwqI1o73uBEXHXHYuclwhVWnPpPpCFRIm77F_cq2CfWvRzRfsC9ftL6_lwTg3yFvb5PMVi9OgSRZuppTFeQLBAe1PvyAq7XPlIsulFviuz9tzYsUCYJRJavI9cpjFB/s640/ardeta.bmp&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;Michelle Belanger, a famosa! Quem já procurou sobre Vampirismo já deve ter se reparado vez ou outra com escritos seus, como o famoso Vampyre Codex. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Bom, confesso também que não li muito não sobre seus escritos, apesar de pelo pouco que entendi ela é praticamente considerada uma papa no assunto por muitos, tendo fundado a House Kheperu, uma casa de vampiros nos EUA, de material muito interessante diga-se por sinal. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Pois, bem vamos a tradução do conceito de Ardetha &lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ardetha /are-death-a (é a morte)/: Vampiros que despertaram através de Vampirismo Simpático, sistema mágico, ou por rara ocorrência de alguma epifania ... Ardetah em alguns casos raros, é a habilidade de transformar outro sendo considerado um grande presente ou um raro ritual. Também conhecidos como “Vampiros Criados”;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Chegamos no ponto que eu queria falar, antes de começar a divagar sobre o Vampirismo. É a idéia atual e eminente, promovida por vários grupos, os quais entendem que ou você nasce Vampiro ou não. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Interessante a hipótese, e para verificarmos a sua possível certeza ou não teríamos que averiguar mais a fundo o que é o Vampirismo em si e a própria definição do que seria o Vampirismo. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Gostaria de fazer essa definição e conceituação um pouco mais a frente, dedicando um ensaio apenas para isso, porém uma breve explanação do que acredito ser o Vampirismo. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;- Vampirismo seria a tomada predatória de vitalidade de um ser vivo em prol do Vampiro. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Prefiro não confundir o Vampirismo com Parasitismo, apesar de haver uma linha tênue. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;- Parasitas são organismos que vivem em associação com outros aos quais retiram os meios para sua sobrevivência, normalmente prejudicando o organismo hospedeiro. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Geralmente Parasitas são dependentes de seus hospedeiros. Ou seja, eles ligam-se ao hospedeiro sendo que passam a partir dali a extrair-lhe o necessário para sobreviver (o que poderíamos dizer porque não a vitalidade), o que acaba lentamente prejudicando o hospedeiro. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No parasitismo há uma ligação extremamente forte entre o parasita e o hospede, tanto que na maioria quando o hospede morre o parasita também vem a falecer. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Considero o Vampirismo uma forma “mais refinada” ou evoluída do Parasitismo. &lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No meu entender o Vampiro não está ligado apenas há um hospedeiro, podendo é claro se assim o quiser, ficar ligado a uma pessoa da qual extrai a maioria da vitalidade de que precisa. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Parasitas são estacionários, localizam a vítima, acomodam-se e ali ficam. Vampiros não, são Predadores. São como Lobos ou Leões, correm atrás de suas vítimas abatendo-as e retirando o que delas precisam, sem no entanto necessariamente matar suas vítimas. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;u&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Por isso chamo os atacados por Vampiros de vítimas ou Vampirizados e não de Hospedeiros. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Dito isso voltando a idéia de Vampirismo, é a tomada de vitalidade de um ser vivo em prol do Vampiro. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A idéia criada e disseminada na mente de quem inicialmente procura sobre o assunto é, que ou você é um Vampiro ou não, ou seja, ou nasce um Vampiro ou então nunca o será. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ainda relatam algo que ditos grupos Vampiricos chama de “Awaken” ou Despertar. Seria um momento na vida do Vampiro nascido que este daria-se conta de sua condição, de suas potencialidades e fraquezas, o momento da descoberta de que ele é um Vampiro. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Basicamente seria isso. Eu, com todo respeito a comunidade de Vampiros nascidos, tenho uma visão um pouco diferente. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Voltando ao conceito de Vampirismo temos que Vampiro é alguém que toma a vitalidade de outro para si. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Então vamos as perguntas básicas, por que alguém faria isso? &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;As respostas básicas que surgem é por necessidade ou por que assim o deseja. &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Por necessidades teríamos que o organismo do Vampiro necessita da vitalidade que retira de suas vítimas. Porém do mesmo modo suas vítimas precisam de vitalidade que retiram de seus alimentos. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Logo, um Vampiro teria que ser diferente de sua vítima (e por isso seria um Predador da mesma), por óbvio, ele não conseguiria obter vitalidade do mesmo modo que elas, visto que se assim o conseguisse, não seria diferente de sua vítima. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Assim, concordo com a idéia das Comunidades Vampíricas de que é possível existir Vampiros Nascidos. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Estes seriam seres que, por algum motivo, necessitam extrair a vitalidade de outros seres vivos, pois seu método de obtenção difere daqueles. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A maioria dos seres vivos obtém sua vitalidade através da alimentação. Você é o que você come já dizem por ai e na realidade parece ser isso mesmo. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A força que me move para pensar e escrever isso vem dos processos químicos além de outros que transformam o alimento que eu comi em Energia. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Há quem diga que obtemos também energia de outras fontes sem ser os alimentos, porém não vejo a priori como isso seria tão determinante quanto os alimentos. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Por exemplo a hipótese de que receberíamos energia do Sol por exemplo é até viável, ao pensarmos que alguns processos em nosso organismo são acionados através do contato com o sol, com a síntese de Vitamina D, logo, alguma influência outros elementos além da alimentação podem ter em nossa vitalidade. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Voltando a linha de raciocínio, o Vampiro por ser diferente dos demais seres vivos não conseguiria obter sua vitalidade através da alimentação como normalmente a conhecemos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Nesse ponto é interessante observar que TODOS os nossos alimentos provém de outros seres vivos, ou seja, já foram vivos em alguma forma. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Seja a carne que você mastiga que já foi um boi, seja o pão que você come que já foi trigo, logo um ser vivo, ou mesmo o fermento que o fez crescer que veio de um processo bio-químico de fungos, que também são seres vivos. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Isso remete-nos a cadeia de alimentação. Um ser vivo alimenta-se de outro, um ser come a vida de outro ser. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Interessantemente pensando assim é necessário que um destes seres da cadeia alimentar não se alimente de outro ser vivo, uma vez que se assim o fizesse a cadeia seria infinita. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Não consigo pensar em outra coisa a não ser nas plantas. Ela retiram seus nutrientes do solo (coisas inanimadas) e do Sol. Novamente interessante o retorno da Energia provinda do Sol e logo de outras fontes sem ser os alimentos. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ainda não tenho base para escrever mais sobre isso, porém futuramente pretendo analisar mais afinco tal questão, afinal se o Sol é capaz de “dar vida” e vitalidade há uma planta, talvez de alguma forma influa em nossa vitalidade também (o que me faz lembrar da “energia” que as vezes nos desperta num dia ensolarado ...) &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Retornando a questão, Vampiros são seres que não conseguem obter vitalidade do mesmo meio que os demais seres (logo o que os diferencia), razão pela qual necessitam fazer-se mão da tomada de vitalidade por outros meios, ou a Alimentação Vampírica. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Vampiros possuem outras formas de extrair a vitalidade que necessitam e como a maioria dos seres vivos a fazem por meio de outro ser vivo, ou seja, tomando-lhe a vida, ou parte dela. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Comumente no folclore e mitologia essa tomada de força e vitalidade se dá através da ingestão do Sangue. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Biologicamente pensando o Sangue é veículo responsável por transmitir os nutrientes e alimentar todas as células do corpo, seja com os componentes vindo da alimentação quanto com oxigênio. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Componentes vindo da alimentação ... logo nós vem a idéia de que, além das substâncias físicas que consumimos ao nos alimentarmos e que são transformadas em nossa pele, ossos e órgãos (afinal nada se cria tudo se transforma), percebemos que o sangue também deva transmitir a “vida” ou “força vital” que retiramos dos alimentos, ou seja, de outros seres vivos. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em que pese essa breve discussão o Sangue parece ser um tema por demais interessante e prolongado para discutir neste ensaio, mesmo porque este perdeu-se uma vez que inevitavelmente me aprofundei aqui no que pense sobre o Vampirismo. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;De algum modo os Vampiros então teriam outros meios de obter vitalidade dos outros seres vivos, diferentemente da alimentação como assim a conhecemos (ou seja comer, ingerir parte de um ser morto), mas sim ingeririam a vitalidade de um ser ainda em vida. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Isso traz uma questão interessante sobre a suposta imortalidade dos Vampiros. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Todos os seres vivos sem exceção alimentam-se de outros animais mortos. Ingerem em seus corpos partes ou pedaços do corpo do ser vivo que irá servir de alimento, o que de fato não aconteceria com o Vampiro. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Isso de fato me lembra as aranhas. Elas só gostam de alimentar-se de animais vivos, os quais ela tem que matar para comer. Porém invariavelmente elas matam o animal e o digerem. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Vampiros então poderiam ter a capacidade de obter a vitalidade através de um meio, não comendo ou ingerindo pedaços da vítima (o que de fato matéria a maioria dos seres vivos, ou ao menos o pedaço ingerido), mas conseguindo extrair diretamente da fonte a Vitalidade que necessitam. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Assim, alimentando-se diretamente da Vitalidade de seres vivos, eles estão de fato consumindo “pura vida” o que poderia os manter eternamente vivos. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Isso merece ser melhor elucidado. Pegamos o ser humano. Ele retira sua vitalidade dos alimentos. Ele para conseguir retirar a vitalidade de algum alimento precisa que este vá para o seu estômago onde acontece várias reações que pegam aquele pedaço do ser ingerido e transformam em nutrientes que irão ajudar na construção do corpo (células, etcs ...) e também retira a “vitalidade” roubando a energia daquele ser e repassando ao ser humano. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Para conseguir ingerir algum ser vivo, o ser humano inevitavelmente acaba por mata-lo. Mesmo que coma algum animal vivo o próprio processo digestivo, iria com seus ácidos matar o animal para que assim se extraísse o que necessita para sobreviver. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Logo a vitalidade e nutrientes só são extraídos de seres vivos mortos, mesmo que brevemente mortos antes de acontecer a absorção necessária, porém invariavelmente mortos. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Mesmo comendo um pedaço de dedo humano por exemplo, outro ser humano, este dedo iria ser desligado da circulação de sangue que o mantinha vivo, fornecendo oxigênio e demais “coisas” necessárias para a vida, fora que o ácido digestivo do estômago iria destruir o dedo em milhões de pedaço, mesmo q este ficasse ainda vivo fora do corpo originário por algum período de tempo. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Poderíamos portanto dizer que o fato de a vítima morrer antes de ser ingerida, o que acontece com todo ser vivo, faz com que a “vitalidade” e “força vital” repassada não seja em sua forma pura, seria como se ela alimentasse as células e o organismo para continuar vivendo, porém sempre haveria uma perda, o que invariavelmente no decorrer de tantas perdas leva ao envelhecimento e posteriormente morte. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Pensando novamente sobre os seres vivos que mais vivem, vemos os vegetais. Eles extraem sua vitalidade de fontes “não vivas” o que de alguma forma parece ser mais “pura” que as das vivas, porém deve-se levar em consideração ao forma de seus organismos e o baixo consumo de energia dos mesmos. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Vampiros, portanto possuem uma forma de retirada de vitalidade em que a própria vitalidade não cessa a vida, ela continua em um fluxo perfeito, vindo do ser vivo para o vampiro, não perdendo-se nada sequer de energia, o que explicaria portanto a sua vida eterna. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Pensa-se, se este consegue retirar a vida direta de um ser vivo para si, esta continua pulsando em si como se nunca tivesse morrido, pura, limpa, sem déficits, sem perdas. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Falamos do sangue como a forma comumente conhecida através da qual os Vampiros mantem-se vivos, logo seria dali que eles retiraram a sua vitalidade. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Impossível não lembrar dos sacrifícios de sangue e vários rituais mágicos que utiliza-se sangue como fluído energizante, ou mesmo do mito de selar com sangue pactos. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O sangue possui profunda e poderosa carga de energia, vitalidade, nutrientes, enfim ... de vida, porém novamente ressalto que posteriormente irei ater-me ao assunto de analisar o sangue e suas propriedades. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Voltando a idéia inicial das comunidades vampíricas e da existência dos Vampiros Nascidos. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Como já dito, estes seriam seres que não conseguem obter vitalidade pelo modo de alimentação que conhecemos, necessitando de forma subsidiária ou absoluta de outro meio. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Subsdiária, pois teríamos que de fato talvez os Vampiros Nascidos consigam retirar parte da vitalidade que necessitam dos alimentos, como por exemplo os nutrientes para construir seus corpos, afinal a membrana de sua célula é constituída de vários elementos que tem que vim de algum lugar. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No entanto a “vida” ou “força vital” do mesmo talvez não seja eficazmente obtida por meio da alimentação, razão pela qual este possuí outro modo de obter a mesma. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Aqui entra meu primeiro adendo sobre o Vampirismo Psíquico ou Vampirismo Energético. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Primeiramente não vejo necessidade alguma de diferenciar Vampirismo Psíquico de Vampirismo Energético ou Vampirismo Astral, ao menos nesse momento. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Vampirismo Psíquico seria a tomada da vitalidade diretamente da fonte, da força universal e intangível, de uma “energia” não física que carrega a centelha de vida, vulga força-vital, chi, Ki, ou prana, por meio psíquicos, ou seja com a mente, ou psi (alma). &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O mesmo seria o Vampirismo Energético, ou seja, Tomar a energia de outro ser vivo para si, sua vida, sua vitalidade. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;E Vampirismo Astral por sua vez seria a tomada de força vital através do corpo astral, que a meu ver não passa de uma extensão da psique mente e uma forma de psiquismo, porém analisarei isso mais adiante. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Assim ao que parece, o Vampiro mitológico que suga sangue talvez exista, porém seu sistema orgânico teria que ser diferente de um ser humano, aliás muito diferente, uma vez que, mesmo um auto intitulado blood-vamp (vampiro que bebe sangue) tem necessidade de ingerir o sangue, que vai para seu estômago e é quebrado pelo seu ácido gastrico. Ao menos não conheço nenhum blood-vamp que não ingira alimentos ou necessite de tais, ou ao menos tenha ouvido falar, exceto nas lendas é claro. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Tenho uma suposta teoria de como poderia haver o Vampiro Mitológico, ou seja aquele que de fato só se alimenta de sangue e etcs, mas isso deve ser feito em uma hora mais apropriada, o importante é saber que, um Vampiro para retirar vitalidade do sangue de algum ser vivo teria que ter um organismo diferente de todos que conhecemos, o que até então não é constatado. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Além disso não é o ponto que quero tocar, porque pode de fato existir Vampiros assim (averiguarei tal hipótese em outro momento), porém aqui entra a questão do Ardeth. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Antes, os Vampiros Nascidos ao menos na forma humana ou em corpo humano, o consumismo puro e simples de sangue não lhe seria suficiente para dar-lhe imortalidade, seu organismo ainda funciona basicamente como de um ser humano no processo de digestão, logo o sangue em si é “morto” antes de ser aproveitado, algo como vitalidade residual. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Logo de fato o que ocorre é o Vampirismo Real, qual seja, a tomada da força vital, da força primitiva de vitalidade dos seres vivos, aquela energia intangível que move a vida. Ela poderia acontecer pela ingestão do próprio sangue (mas que no seu organismo além dos benefícios de uma dose de vitalidade, não serviria para o efeito imortalidade) ou então diretamente através de meios psíquicos pela manipulação de tal energia. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Por fim, Vampiros Nascidos são pessoas que alimentam-se diretamente da energia vital de outros seres vivos por meios psíquicos final das contas. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Mesmo na ingestão de sangue, como já explicado, esta por si só não bastaria para dar-lhe vitalidade extra, visto que se assim o fosse esse extrairia dos alimentos, uma vez que o processo pelo qual passará será o mesmo dos alimentos, logo de alguma forma mesmo inconsciente sua mente ou psi (alma) drenaria a energia (vida) ali contida por outros meios. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Dito isto, querendo ou não Vampiros Nascidos são Vampiros de Energia, ou seja, seres que de uma forma ou de outra obtém energia vital de outros seres vivos por meio de sua psique (mente/alma), seja nas variantes ingerindo sangue, diretamente sugando, sexualmente, dentre outros. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Tal razão explicaria o fato de Vampiros Nascidos apresentarem algum tipo de habilidade psíquica incomum aos não vampiros ou simples humanos normais. O fato de eles necessitarem de tal habilidade é vital a sua sobrevivência e se chegaram onde chegaram é porque seu organismo, sua psique (alma) estava utilizando tais habilidades. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;u&gt;&lt;strong&gt;Este adendo é importante para finalmente falar sobre o Ardeth. &lt;/strong&gt;&lt;/u&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ardeth seriam Vampiros Criados ou seja, seres que naturalmente não nasceram com essa deficiência de alimentação, podendo suprir-se pelas vias normais. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Logo surge o Vampiro mencionado acima ... o Vampirismo ou seja tomada de força vital de um ser em prol do Vampiro pode surgir por duas razões, necessidade (vampiros nascidos) ou vontade (Ardeth). &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em que pese nada disso esteja escrito no Livro e a única coisa realmente interessante que tirei foi esse nomezinho (que não sei da onde tiraram, mas enfim, achei legal), e a idéia de que uma pessoa pode virar um Vampiro por meios sem ser nascer. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Conforme o próprio conceito o qual até parece viável, as formas seriam, algum tipo de Vampirismo Simpático, ou seja, adquirir por meio de contágio o Vampirismo. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Nesse caso a pessoa até então “normal” teria contato com um Vampiro e que por algum motivo, seja por um ataque ou outro qualquer, seu organismo mutaria e se tornaria igual ao do Vampiro, necessitando também de outros meios de obter vitalidade sem ser a alimentação normal apenas, logo despertando o novo Vampiro a necessidade de desenvolver habilidades psíquicas. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A outra seria através de um sistema de treinamento mágico. Isso mesmo, pensemos, se um Sistema Mágico visa desenvolver habilidades e capacidades supra-normais em seus usuários, vulgos Magos, logo seria possível aplicando tais princípios e usando um sistema criar habilidades similares aos dos Vampiros Nascidos. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No caso uma pessoa normal poderia obter as mesmas habilidades que um Vampiro Nascido, até mesmo sem a necessidade de ter aquele déficit em sua alimentação básica! &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Para isso bastaria treinar tal habilidade, como simplesmente aprender a manipular energia, e posteriormente através dessa manipulação drenar a energia de outro ser para si, afinal, drenagem nada mais é do que um tipo de manipulação no sentido de transferir energia de um organismo para outro. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Portanto meus caros, Ardeth é uma possibilidade, você não precisa ter nascido Vampiro para se tornar um Vampiro. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Vampiro é aquele que pratica o Vampirismo, seja por necessidade ou vontade, estando o Ardeth neste último. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ardeth é o Vampiro Criado, pois este desejou assumir esta condição por sua vontade, moldando-se, criando-se para que tal seja possível. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;É uma espécie de construção, assim como atletas fazem para construir seus corpos, o Ardeth ou Vampiro Criado deve treinar-se, moldar-se para construir as qualidades Vampíricas que deseja. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Assim, o Vampiro Criado parece ter a vantagem de poder utilizar os poderes vampiricos sem a necessidade de ter nascido com esse “problema” de alimentação de vitalidade. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Denota-se que chamamos aqui de problema, porém trata-se nada mais, nada menos que uma forma diferenciada de obter vitalidade, não podendo em nada alguém julgar-lhe por isso, uma vez que nós necessitamos comer/ingerir seres vivos, matamos animais e vegetais para isso e ninguém nos culpa, nada mais trata-se do que questão de sobrevivência. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Obviamente um Ardeth teria, a priori, um caminho inicial mais árduo, visto que um Vampiro Nascido já teria tal habilidade, mesmo não sabendo, pois assim o mantém vivo, já um Ardeth teria que produzir, criar essa habilidade o que seria possível através de treinamento adequado e como todos alguns podem ter mais ou menos aptidão, mas no final com o devido esforço todos podem obter progressos. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Talvez não haja muitos Ronaldinhos, porém todos podem jogar bola ... e com dedicação muito bem ... &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Por fim, é possível sim tornar-se um Vampiro caso não seja um Vampiro nascido ou tenha-se adquirido a condição de Vampiro por contágio (o que não sei como explicar até o momento, nem mesmo vi nenhum relato do gênero), ademais mesmo que buscasse-se a condição de Vampiro por contágio, teria-se que conseguir contato com um Vampiro e ter a sorte de isso ocorrer ou este ter a experiência necessária para que isso ocorra, o que parece inviável a propri, mesmo porque que interesse um Vampiro teria nisso? &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ao que parece há grupos aparentemente dedicados a isso como a Temple of Vampire, onde o “estado de Vampiro” ocorreria após a comunhão com os Deuses Não Mortos, que aparentemente nada mais são do que Vampiros Desencarnados que trocam auxilio em troca de energia. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Porém obviamente possível é tornar-se um Magista Vampiro, ou seja, um Mago que pratica as disciplinas mágicas ligadas ao Vampirismo. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Garanto que muitos ficaram curiosos sobre o livro. Não vou dizer que recomendo sua literatura, mas também não desrecomendo. Aqueles que puderem ter acesso ao livro, perder coisas é que não vão. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Porém não apreciei a adoção do sistema mágico deles com um enfoque muito “religioso” e doutrinário, fora a idéia de que para obter poderes Vampiricos necessitaria transformar-se em algo mais, porém de forma até mesmo nazista e preconceituosa. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;u&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Aliás isso é uma tendência das correntes Vampíricas, mas enfim ...&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mortesubita.org/&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh-6ldCAHQUxpyVIY1PivdQvHlE2ufG1Fo4Q9oaDfNo3PAQtN880vOMtJcay-6M9ItJmMmeJNrAlxpEA1OHZrM4-31NAvCmWk8uP1BL4UoE6C2l6ob_jKQ_TlabFJt21wtVnbxmXZIBCHMA/s1600/logo-txt.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;</description><link>http://societywithvampires.blogspot.com/2010/09/licoes-de-vampirismo-i-ardeth.html</link><author>noreply@blogger.com (Cici)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhvcVKQ8IsCcuw2fgU3fuibRdLKxfh4LX3rFxcX0IJohSOMybaImzL4Z84p0jSfKWOP8HGJQNs_udYJtxpLG6YJsVsbeyoSBfXxgsCp2XqUj6XfvzVLOnSMCU3-beMv3qq04OehtkOPXrIG/s72-c/KemetismSymbolWhite.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7215470271076992318.post-4744406009969297252</guid><pubDate>Tue, 28 Sep 2010 16:08:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-28T13:08:55.968-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Introdução</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Lições de Vampirismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mr.Yoshi</category><title>Lições de Vampirismo - Introdução</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Mr.Yoshi&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Como sobrevivem? São realmente imortais? O que realmente fazem? Quais são seus poderes? Quais são seus métodos e princípios? Muitas perguntas clamam por respostas para aqueles que começam a se aventurar nas sombrias moradas destes predadores sobrenaturais. Aqui você encontrará a resposta para muitas destas questões. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Não deixe que o tamanho desta pequena obra o engane. Apesar da leitura fácil e do modo amigável com que foi escrita aqui estão alguns dos conhecimentos mais profundos sobre a prática do vampirismo. Esta pequena obra que você está prestes a ler, não poderia ter um título mais claro e direto. Lições sobre Vampirismo, de Mr. Yoshi, é exatamente isso. Uma sucinta porém bastante completa aula sobre o mundo oculto do vampirismo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mortesubita.org/&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi_0epOXxJEnZWv8nuZjmAlQMi7gx9q1pzaGjYzD9edpRZsym9HjCogVooUyEpE68q8eZb9-CkFCIvu7Wv4cCubGtlg5Nh7SgZHVVC5DcUBpbjhYLAO1I4teNTm2kmzGR04O42FEoDEAPJh/s1600/logo-txt.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://societywithvampires.blogspot.com/2010/09/parte-iv-para-que-os-vampiros-nao-nos.html</link><author>noreply@blogger.com (Cici)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEihIhv5WD40dE8RA-UA2MO6iB2BO2fmfpVCUBC1Y9cUuRo7i5kZJjlEC_gYs_GLiZDVNjACBxzl9sHwhu_idOtxI0amqXm5daHBnMZZxeZULpFNH3MFHY-7sPpV8cbyuvLnMsa9jX-kpZ3I/s72-c/KemetismSymbolWhite.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7215470271076992318.post-7369482024700312724</guid><pubDate>Tue, 28 Sep 2010 15:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-28T12:56:59.287-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Manual Prático do Vampirismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Nelson Liano Jr</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Para livrar alguém da perseguições dos Vampiros</category><title>Parte IV: Para livrar alguém da perseguições dos Vampiros</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpu1JpG1B7gdBwRsjkdAsEUnker5R6-b-EctlBq6-u2rjGUnS2lrvnR67398RMeB4qHULD5vYJIWEKbSoXT9nFeuio9E4L7g_9DvyLLLWTNlo2bImWm3ha6SPdrmLg9Qk1AnVqeyk909se/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpu1JpG1B7gdBwRsjkdAsEUnker5R6-b-EctlBq6-u2rjGUnS2lrvnR67398RMeB4qHULD5vYJIWEKbSoXT9nFeuio9E4L7g_9DvyLLLWTNlo2bImWm3ha6SPdrmLg9Qk1AnVqeyk909se/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Fazei isto nove terças-feiras seguidas, e na última as almas perguntarão: &quot;Que desejai que vos façamos?&quot; Pedireis então que os vampiros e os morcegos que te atormentam à noite desapareçam. Não deveis mostrar medo em nenhum momento da cerimônia, e também não deveis olhar para trás, como fica recomendado acima. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mortesubita.org/&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjFGIajX378uBkXrMf7fPj-4YodBmhjxCodT60VHxvDlSUEq2JdaAVBiAGeSR-Go7nyC8Ba1P19CalHnCM81ryw5UKsVUdR09a1YDBJ7L8ZCkyj1JuGxn5mph2nJidEARA0fp9_wzJ53b2x/s1600/logo-txt.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;</description><link>http://societywithvampires.blogspot.com/2010/09/parte-iv-para-se-livrar-dos-vampiros.html</link><author>noreply@blogger.com (Cici)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgpu1JpG1B7gdBwRsjkdAsEUnker5R6-b-EctlBq6-u2rjGUnS2lrvnR67398RMeB4qHULD5vYJIWEKbSoXT9nFeuio9E4L7g_9DvyLLLWTNlo2bImWm3ha6SPdrmLg9Qk1AnVqeyk909se/s72-c/KemetismSymbolWhite.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7215470271076992318.post-4297367183646181738</guid><pubDate>Tue, 28 Sep 2010 07:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-28T04:40:34.743-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Manual Prático do Vampirismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Nelson Liano Jr</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Orações contra Vampiros</category><title>Parte IV: Orações contra Vampiros</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Manual Prático do Vampirismo &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Nelson Liano Jr.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Oração aos Quatro para afastar vampiros de sangue&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&quot;Caput mortuum imperet tibi Dominus per Adam lotchavah! Aquila errans, imperet tibi Dominus tetragrammaton per Angelum et leonem!&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&quot;Michael, Gabriel, Raphael, Anael!&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&quot;Pluat udor per spiritu Elohimm. Maneat Terra per Adam, Jatchivah. Fiat Jadictum per ignem in virtude Michael&quot;.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Vampiro dos olhos mortos, obedece ou somente com esta água santa!&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Touro alado, trabalha ou volta à terra, se não queres que te aguilhoe com esta espada!&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Águia acorrentada, obedece a este signo ou retira-te diante deste sopro!&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Serpente móvel, arrasta-te a meus pés ao sê atormentada pelo fogo sagrado e evapora-te com os perfumes que queimo nele!&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Que a água volte à água, que o fogo queime; que o ar circule; que a terra caia na terra pela virtude do pentagrama escrito no centro da cruz luminosa!... Amém.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgKYiL4aUdu61SOCQ12RYmsEeqqh_rjdtscH88xGL0oOQWdSPNOljDXN6Bcc9tkfr3WsdF02EHR3yxPh91dZxsK3697Rd83kWrvITNNxRPyhwV03GmGl_sCKIXFQhiwAbjPkfvC9CNU6w11/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgKYiL4aUdu61SOCQ12RYmsEeqqh_rjdtscH88xGL0oOQWdSPNOljDXN6Bcc9tkfr3WsdF02EHR3yxPh91dZxsK3697Rd83kWrvITNNxRPyhwV03GmGl_sCKIXFQhiwAbjPkfvC9CNU6w11/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Ladainha Latina contra vampiros&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Kyrie eleison.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Christie eleison.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Sancta Maria. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Sancta Dei Genitrix. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Sancta Virgo Virginum. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Sancte Michael. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Sancte Gabriel. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Sancte Raphael. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Omnes Sancti Angeli e Archangeli. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Omnes Sancti Beatorum Spiritum Ordinis. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Sancte Petre. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Sancte Paule. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Sancte Jacob. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Sancte Joannes. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Sancte Thomas. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Sancte Philippe. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Sancte Bartholomae. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Sancte Simon. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Sancte Thadeu. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Sancte Mathie. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Sancte Barnabé. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Sancte Marce. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Omnes Sancti Apostoli et Evangeliste. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Omnes Sancti Discipulo Domini. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Sancte Vicente. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Sancte Laurente. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Sancte Estephene. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Sancte Fabiane e Sebastiane. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Sancte Gervase et Protase. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Omnes Sancti Martyres. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Sancte Silvestre. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Sancte Gregore. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Sancte Ambrose. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Sancte Agostino. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Sancte Hieronyme. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Sancte Nicolae. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Sancte Martine. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Sancte Bernarde. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Omnes Sancti Pontifices et Confessores. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Omnes Sancti Doctores. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Sancte Benedicte. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Omnes Sancti Monarchi et Eremitae. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Omnes Sancti Sacerdotes et Levitae. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Sancta Maria Madalena. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Sancta Agatha. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Sancta Lucia. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Sancta Cecile. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Sancta Catharina. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Sancta Anastacia. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Omnes Sancti Virgines et Vinduce. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Omnes Sancti et Sancte Dei, Interdicedite. Ora pro nobis.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Proptius esto. Parce, Domine.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Ad omni pecat. Libera-nos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Oração para a Meia Noite&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Ó Anjo da minha guarda,&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Nesta hora de terror,&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Me livre das más visões.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Do vampiro aterrador.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Deus me ponha a alma em guarda.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Dos perigos da tentação,&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;De mim aparte os maus sonhos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;E opressões do coração.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Ó anjo da minha guarda,&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Que me preserve dos vampiros,&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Por mim pede à Virgem Mãe,&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Enquanto for vivo: Amém.&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mortesubita.org/&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhb6MyJIuWwzHc32wj-HxKLZ3q2Ky-SBrr0TZVzNoxZtHnHesnn_MeCN4Pvr8LQlN9AGM8z3Y-P4nOtTmQaSbomhg6LKqgGzubLf_YirQLc2G5jRSD5tP4Qlr35ABJ_3z8PcWAv8HKUPjm_/s1600/logo-txt.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://societywithvampires.blogspot.com/2010/09/parte-iv-oracoes-contra-vampiros.html</link><author>noreply@blogger.com (Cici)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgKYiL4aUdu61SOCQ12RYmsEeqqh_rjdtscH88xGL0oOQWdSPNOljDXN6Bcc9tkfr3WsdF02EHR3yxPh91dZxsK3697Rd83kWrvITNNxRPyhwV03GmGl_sCKIXFQhiwAbjPkfvC9CNU6w11/s72-c/KemetismSymbolWhite.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7215470271076992318.post-4394965739345719796</guid><pubDate>Tue, 28 Sep 2010 07:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-28T04:36:01.918-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Exorcismos Contra Vampiros</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Manual Prático do Vampirismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Nelson Liano Jr</category><title>Parte IV: Exorcismos Contra Vampiros</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Manual Prático do Vampirismo &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Nelson Liano Jr.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Exorcismo Latino&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&quot;Spiritus Dei ferebatur super aquas, et inspiravit in facien hominis spiraculus vitae. Sit Michael dux meus, et Sabtabiel servus meus in luce et per lucem. Fait verbum halitus meus; et imperabo spiritus aeris hujus, et refrenabo equos solis voluntate cordis meis, et cogitatione mentis mede et mutu oculi dextri. Exorciso igitur te, creatura aeris, per Pentagrammaton et in nomine Tetragrammaton, in quibus sunt voluntas firma et fides recta. Amen. Selah. Fiat.&quot;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjIzEhaVT-qt_ZJpc3-_9TTxkqKyp-sAVU41_CLzGdoG00A9L5-WuWe8BOeDMoaecHVS0FiXJ4-W9WSjhu8-7lwGzJb2SvVZs3BIPZSYZrbg6bQGQjJirZMflMp0Dgo2lN8MEvX7vBaUl9I/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjIzEhaVT-qt_ZJpc3-_9TTxkqKyp-sAVU41_CLzGdoG00A9L5-WuWe8BOeDMoaecHVS0FiXJ4-W9WSjhu8-7lwGzJb2SvVZs3BIPZSYZrbg6bQGQjJirZMflMp0Dgo2lN8MEvX7vBaUl9I/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;u&gt;&lt;strong&gt;Exorcismo contra vampiros&lt;/strong&gt;&lt;/u&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Este foi encontrado em livro muito antigo, escrito por Frei Bento do Rosário, religioso descalço da Ordem de Santo Agostinho.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&quot;Em nome do Padre, do Filho e do Espírito Santo. Em nome de S. Bartolomeu, de Santo Agostinho, de S. Caetano, de S. André Avelino, eu te arrenego, anjo mau, que pretendes introduzir-te em mim e perverter-me. Pelo poder da cruz de Cristo, pelo poder de suas divinas chagas, eu te esconjuro maldito, para que não possas tentar a minha alma sossegada. Amém.&quot; (Deve ser rezada três vezes acompanhada do sinal da cruz sobre o peito.)&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A oração que se segue tem importância para algumas combinações cabalísticas capaz de libertar um enfermo atacado pelo vampirismo e também de outras peripécias dos parceiros do canhoto.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&quot;Imortal, eterno, inefável e santo Pai de todas as coisas, que de carro rodante caminhas sem cessar por esses mundos que giram sempre na imensidade do espaço dominador dos vastos e imensos campos do éter; onde ergueste o teu poderoso trono, que desprende luz e luz, e de cima do qual teus tremendos olhos descobrem tudo e teus largos ouvidos tudo ouvem! Protege os filhos que amaste desde o nascimento dos séculos porque longa e eterna é a sua duração. Tua majestade resplandece acima do mundo e do céu das estrelas! Tu te elevas a ti mesmo pelo próprio resplendor, saindo da tua essência correntes inesgotáveis de luz, que alimentam teu espírito infinito! Este espírito infinito produz todas as coisas e constitui esse tesouro imorredouro de matéria que não pode faltar à geração que ela rodeia sempre pelas mil formas de que se acha cercado, e com a qual se revestiste e encheste deste o começo. Deste espírito tiram também sua origem esses santíssimos reis que se acham de pé ao redor do seu trono e que compõe sua corte, ó Pai universal! Ó único Pai dos bem aventurados mortais e imortais! Tu tens, em particular poderes que são maravilhosamente iguais ao teu eterno pensamento aos anjos, que anunciam ao mundo tuas vontades. Finalmente tu criastes mais uma terceira ordem de elementos. A nossa prática de todos os dias é saudar-Te e adorar tuas vontades. Ardemos em desejo de possuir-Te! Ó Pai! Mãe! Terna Mãe, a mais terna Mãe, a mais terna de todas as mães! Ó filho, o mais carinhoso dos filhos. Ó formas de todas as formas! Alma, espírito, harmonia, nomes e números de todas as coisas, conserva-nos e se nos propício. Amém.&quot;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Para Livrar uma casa das tentações dos vampiros:&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&quot;Eu vos conjuro, vampiro rebelde, habitante e arruinador desta casa, para que sem demora nem pretexto algum desapareçais daqui, dissolvendo todo malefício que vós ou vossos ajudantes tenhais feito; por mim, eu o dissolvo, contando com a ajuda de Deus e dos espíritos de Luz, Adonay e Jehovah. Eu vos ligo ao formal preceito de obediência a fim de que não possais permanecer nem voltar nem enviar outros para perturbar esta casa, sob pena de serdes queimado eternamente com fogo de pez e incenso derretido&quot;.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em seguida, benze-se a casa com água benta fazendo cruzes em direção à paredes com uma faca de ponta, nova e de cabo branco, dizendo:&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;&quot;Eu te exorciso, casa, para que sejas livre dos vampiros tentadores que aqui vierem morar&quot;. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;em&gt;Amém.&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mortesubita.org/&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgbjYp57YGIrtDfL-va2X8Yu9ZotWfCHQV8P_4I6Z2eoBzC1g0JkRwvVzP9fzjldJmr8FPvus0Tl-wla6yf1icCu8_G2gQH8c3Vi9DlRHcLlcrMIyN_RYlrbdG1qasMIfstdWLwpVYNz9aj/s1600/logo-txt.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://societywithvampires.blogspot.com/2010/09/parte-iv-exorcismos-contra-vampiros.html</link><author>noreply@blogger.com (Cici)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjIzEhaVT-qt_ZJpc3-_9TTxkqKyp-sAVU41_CLzGdoG00A9L5-WuWe8BOeDMoaecHVS0FiXJ4-W9WSjhu8-7lwGzJb2SvVZs3BIPZSYZrbg6bQGQjJirZMflMp0Dgo2lN8MEvX7vBaUl9I/s72-c/KemetismSymbolWhite.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7215470271076992318.post-6311713229465092209</guid><pubDate>Tue, 28 Sep 2010 07:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-28T04:30:32.681-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Esconjurações contra Vampiros</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Manual Prático do Vampirismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Nelson Liano Jr</category><title>Parte IV: Esconjurações contra Vampiros</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Manual Prático do Vampirismo &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Nelson Liano Jr.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Seguem agora algumas dessas orações traduzidas do latim. Vale frisar que foram encontradas em antigos livros em distantes mosteiros da Europa. (As orações que não estiverem traduzidas do latim devem ser lidas na sua forma original para que consiga o efeito). &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhMRpQE5h6Fd8Ocpqb465835Bw9x962bst781GBVymXAOajbdWIt3vhaXlpgPnjZfcwDH3VFPbVSw09_JOEfMsTQa0IphbN5j6ULWYsRdalIL6mO0xwl9cxHQ-FgKFk-KoyFpZeTJ47s9S8/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhMRpQE5h6Fd8Ocpqb465835Bw9x962bst781GBVymXAOajbdWIt3vhaXlpgPnjZfcwDH3VFPbVSw09_JOEfMsTQa0IphbN5j6ULWYsRdalIL6mO0xwl9cxHQ-FgKFk-KoyFpZeTJ47s9S8/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Primeira esconjuração:&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&quot;Eu, com a força do Pai, absolvo o corpo que padece de tão estranho mal. Sei que isso é coisa dos parceiros do demônio que sugam na noite o vital fluído da vida. Por isso te esconjuro, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, eterno na sua glória. Volte as trevas, parceiro de lúcifer, pois nesse corpo só tem morada a verdade divina. Nós com a ajuda do Espírito Santo estamos em corrente para reconduzir essa alma, que hora padece, aos reinos da luz. Invoco com a ajuda divina, a força dos raios solares que inspiram a terra a criar o bom elemento para o nosso caminho. Venha Deus com seus auxilios por amor de misericórdia que tais homens e mulheres causadores destes males que sejam já tocados no coração para que não continuem com essa maldita vida!&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Sejam comigo os anjos do Céu, principalmente S. Miguel, S. Gabriel, S. Rafael, e todos os santos e santas e anjos do Senhor, e os Apóstolos do Senhor, S. João Batista, S. Pedro, Santo André, S. Thiago, S. Matias, S. Lucas, S. Felipe, S. Marcos, S. Simão, S. Anastácio, Santo Agostinho e por todas as ordens dos santos Evangelistas, João, Lucas, Marcos, Mateus, e por obra e graça do Divino Espírito. Pelas setenta e duas línguas que estão repartidas pelo mundo e por esta absolvição e pela voz que deu quando chamou Lázaro do Sepulcro, por todas essas virtudes seja tornando tudo ao seu próprio ser que dantes tinha ou à sua própria saúde que gozava antes de ser arrebatado pelos demônios, pois eu, em nome do Todo Poderoso, mando que tudo cesse do seu desconcerto natural. Pelo nome de Deus Nosso Senhor Jesus Cristo e todas as coisas aqui nomeadas sejam desligadas a volúpia sanguinária dos companheiros do demônio, seja tudo destruído: que o mando eu da parte do Onipotente, para que já, sem apelação sejam desligados e se desligem todos os maus feitiços e ligamentos e toda má ventura por Cristo Senhor Nosso. Amém.&quot;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Segunda esconjuração:&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&quot;Esconjuro-vos, criaturas excomungadas, ou maus espíritos batizados se com laços maus, atentas o caminho desse espírito. Se tua força está em édolo celeste ou terrestre, seja tudo destruído da parte de Deus, pois todo o infernorium ou toda a linguagem eu confio em Jesus Cristo, nome deleitável! Assim com Jesus Cristo aparta e expulsa da terra o demônio e todas as suas influências assim por estes nomes de N. S. Jesus Cristo fujam todos os demônios, vampiros e todos os espíritos malignos em companhia de Satanás e de seus companheiros para as suas moradas, que são nos infernos e onde estarão perpetuamente se danando. Tudo que fizeste contra essa enferma criatura fica anulado, esconjurado, quebrado, e ajurado debaixo do poder da Santíssima Trindade e do Santíssimo Sacramento do Altar. Amém.?&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Com toda a santidade eu vos esconjuro e degredo de volta ao mundo dos mortos, vampiros malditos, espíritos malignos, rebeldes ao meu e vosso criador. Pois eu, vos ligo e torno a ligar e prendo e amarro às ondas do mar, e que vos levem para as areias do mar coalhado, onde não canta galinha nem galo, ou para o vosso destino, ou lugares que Deus Nosso Senhor Jesus Cristo, vós e seus companheiros infernais que bebem na noite a vida dos Filhos. Suas carcaças vão virar pó, e sua eternidade ficará reduzida às fronteiras dos infernos, onde reina o anjo traidor. Afastai, besta infecta e deixai que o sangue desse corpo pertencente ao Senhor purifique-se para que o espírito encontre a Glória de Jesus Cristo. Amém.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Depois de proferida a esconjuração o sacerdote deve manter a seguinte conversação com a pessoa vitimada: &quot;Queres que por ti?&quot; O enfermo responde-lhe: &quot;Sim quero&quot;. Em seguida deve se colocar de joelhos e gritar diante de um crucifixo: &quot;Eu não sou Satanás, mas sim uma alma perdida; porém ainda tenho salvação!&quot;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Terceira esconjuração:&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&quot;Eis a cruz do Senhor, fugi, fugi, ausentai-vos inimigos da natureza humana. Eu vos conjuro em nome de Jesus, Maria, José, Jesus de Nazaré Rei dos Judeus. Eis aqui a cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo. Fugi, partes inimigos, venceu o leão da Tribo de Judá e a raça de David. Aleluia, Aleluia, Aleluia, exaltado seja o Senhor, que com sua força e sua espada libertadora nos livre das ordas infernais que bebem nosso sangue para preservarem a eternidade dos demônios. Transformai essas bestas em pó para que na graça do Senhor possamos viver na sua Santa Paz. Te esconjuro negra criatura para que voltes a tua tumba e nela permaneça até os dias do Juízo Final. Deus dará a vida eterna somente aos justos, e os comparsas do demônio arderão eternamente. Por isso temam a cruz, e a força que representa para os Filhos do Senhor. Que a terra de onde vieram tão vis criaturas seja amaldiçoada e encerrada pela verdade divina. Dou fim a esta Santa Oração e darão fim às moléstias nesta casa pela bichação dos espíritos malígnos. Amém.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Quarta Esconjuração&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Te esconjuro negra criatura para que voltes a tua tumba e nela permaneça até os dias do Juízo final. Deus dará a vida eterna somente aos justos, e os comparsas do demônio arderão eternamente. Por isso temam a cruz, e a força que representa para os Filhos do Senhor. Que a terra de onde vieram tão vis criaturas seja amaldiçoada e encerrada pela vontade divina.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;OBS&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Esta esconjuração deve ser feita numa Sexta feira, à meia noite, com um crucifixo de prata apontado para a lua.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;</description><link>http://societywithvampires.blogspot.com/2010/09/parte-iv-esconjuracoes-contra-vampiros.html</link><author>noreply@blogger.com (Cici)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhMRpQE5h6Fd8Ocpqb465835Bw9x962bst781GBVymXAOajbdWIt3vhaXlpgPnjZfcwDH3VFPbVSw09_JOEfMsTQa0IphbN5j6ULWYsRdalIL6mO0xwl9cxHQ-FgKFk-KoyFpZeTJ47s9S8/s72-c/KemetismSymbolWhite.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7215470271076992318.post-3818860387560021204</guid><pubDate>Tue, 28 Sep 2010 07:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-28T04:26:43.815-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Breve história das conjurações e exorcismos para expulsar os Vampiros</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Manual Prático do Vampirismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Nelson Liano Jr</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Proteções contra Vampiros</category><title>Parte IV: Proteções contra Vampiros</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Manual Prático do Vampirismo &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Nelson Liano Jr.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;Breve história das conjurações e exorcismos para expulsar os Vampiros&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os antigos nos deixaram vários tipos de orações para libertar as vítimas das influências diabólicas do vampiro que gradativamente assaltam seus instintos básicos transformando-as em seres manipuláveis de acordo com sua vontade. a força das palavras evocam a ajuda divina, inimiga da besta, que recua diante da energia que flui do sacerdote ou leigo que as profere. A maioria dessas conjurações são legados deixados por religiosos que perambulavam pela Europa assolada pela peste negra e as legiões demoníacas, que venciam a batalha contra a humanidade. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiFfAJQ10sMNFvxskX3KgD08vjoU8WZrhWrHAn1_4SZBbM71Xg1cb6Z7mEv5pqFob1egqL8bTgHf36phDfYuz5zuJSnhr19p8bJEEldTivW2nRoc5hIuZRhYbWsmGYncVD_NcpjPr_Bxc25/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiFfAJQ10sMNFvxskX3KgD08vjoU8WZrhWrHAn1_4SZBbM71Xg1cb6Z7mEv5pqFob1egqL8bTgHf36phDfYuz5zuJSnhr19p8bJEEldTivW2nRoc5hIuZRhYbWsmGYncVD_NcpjPr_Bxc25/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Nessa época as ciências médicas não eram suficientemente desenvolvidas e sua prática se misturava a fé religiosa. Além disso, os médicos eram poucos e concentravam-se na sua maioria nas cortes aristocráticas. Por isso os frades andarilhos quando se deparavam com um caso de vampirismo, utilizavam o único meio que conheciam para libertar a vítima da sua enfermidade: A evocação das energias que compõem as forças positivas e criativas da natureza. Comprovadamente esse procedimento afasta aquele que usa a noite para no corpo alheio perpetuar a sua maldita eternidade.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;</description><link>http://societywithvampires.blogspot.com/2010/09/parte-iv-protecoes-contra-vampiros.html</link><author>noreply@blogger.com (Cici)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiFfAJQ10sMNFvxskX3KgD08vjoU8WZrhWrHAn1_4SZBbM71Xg1cb6Z7mEv5pqFob1egqL8bTgHf36phDfYuz5zuJSnhr19p8bJEEldTivW2nRoc5hIuZRhYbWsmGYncVD_NcpjPr_Bxc25/s72-c/KemetismSymbolWhite.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7215470271076992318.post-5853319954741467538</guid><pubDate>Tue, 28 Sep 2010 07:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-28T04:23:17.931-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Famosos casos de vampirismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Manual Prático do Vampirismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Nelson Liano Jr</category><title>Parte III: Famosos casos de vampirismo</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Manual Prático do Vampirismo &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Nelson Liano Jr.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Na antiga Rússia dos Czares vivia um poderoso nobre, proprietário de um enorme feudo na região de Kiev. Os camponeses que trabalhavam em suas terras praticamente não o conheciam porque não era visto a luz do dia. Todas as ordens eram dadas pelo seu capataz, um homem rude e violento, que tratava os empregados como escravos. Qualquer falta era motivo para cruéis castigos executados a frente de todos para que ficasse o exemplo. Os faltosos eram presos a grilhões e depois de açoitados permaneciam sangrando durante dias e noites, sendo que em muitos casos morriam de inanição ou pela excessiva perda de sangue. Esses acontecimentos criavam um clima de terror e mistério entre os habitantes da região. Quando alguma família mais rebelde resolvia fugir da infuência da estranha figura, apareciam completamente destroçados como que atacados por uma matilha de lobos. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEieZQMa1oVyeixt4RCKOIAXmTHIdu6OHYgPtwptAcNe9eerCnFbtKwGjjLi7xIspudnjoW_0KgHObCV08LeITZOyIwzn23wanoNt6b3p3RuH2htodVOckY-jlv2GJI1YqzTZI_bVtGeySJa/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEieZQMa1oVyeixt4RCKOIAXmTHIdu6OHYgPtwptAcNe9eerCnFbtKwGjjLi7xIspudnjoW_0KgHObCV08LeITZOyIwzn23wanoNt6b3p3RuH2htodVOckY-jlv2GJI1YqzTZI_bVtGeySJa/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ao anoitecer todas as passagens que levavam ao castelo onde vivia o nobre eram fechadas por seu pequeno exército de soldados. Os mais curiosos que ousavam se aproximar contavam que as luzes permaneciam acesas até o amanhecer e que estranhas canções eram entoadas, acompanhadas de batidas de tambores, rituais primitivos das tribos da Sibéria. Podia se ver ao longe, as gigantescas nuvens de fumaça que subiam do pátio do castelo formando imagens de pessoas e animais, alimentadas pelo clarão de uma fogueira. Também era comum os camponeses verem chegar de Moscou luxuosas carruagens que traziam convidados para as festas do Castelo, que depois de passarem dias e noites se embriagando com o anfitrião, regressavam à origem com as fisionomias completamente alteradas como se tivessem visto o próprio demônio.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Mas apesar da luxúria, o nobre Vladstok, ficava cada vez mais rico e poderoso, anexando de tempos em tempos as propriedades de outros aristocratas da região que contraiam dívidas, as quais não podiam pagar, caindo na mais completa penúria. O Senhor Vladstok não tinha a menor piedade, tanto para os seus empregados como pelos de sua classe, que porventura caíssem em suas mãos. Sua influência cresceu de tal maneira em poucos anos que o próprio Czar começou a se preocupar, pois sabia que a ambição desse homem era desmedida e a qualquer momento poderia decretar seus domínios, território livre do Império Russo. Por isso, resolveu mandar um espião à região para decifrar os mistérios que tanta curiosidade e expectativa causavam na corte.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Para tal missão foi designado o jovem cavalheiro Petrov que havia servido ao Czar na guerra contra os tártaros, que deveria ser introduzido no castelo de Vladstok como um rico comerciante de armas, para saber se haviam intenções do poderoso nobre em preparar um exército ofensivo ao Império. A sua chegada foi muito bem vista pelo dono do castelo, interessado em adquirir armamentos mais modernos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em poucos dias já fazia parte da vida do lugar, mas não havia ainda conversado com Vladstok que apenas lhe enviava interlocutores, pois o tinha no conceito de traficante. Além disso, era instruído a não sair de seus aposentos depois do pôr-do-sol, sob a pena de ser imediatamente expulso da propriedade.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Passada uma semana, não podendo descobrir nada, o jovem Petrov resolveu contrariar as ordens e dar uma sondada pelo castelo. Não antes de encher o seu leito com travesseiros, para que todos pensassem que repousava indiferente aos acontecimentos noturnos. Saiu pela janela do quarto que dava num prostíbulo, caminhou por um extenso corredor se esgueirando pelas paredes como uma sombra, e atravessou uma enorme sala decorada com enormes quadros que retratavam as feições dos mais hediondos demônios imaginados pelo homem. Encontrou uma porta, pela qual penetrou até encontrar uma escada que deveria levá-lo a uma espécie de subterrâneo. Começou a dascer os degraus cuidadosamente e ao chegar no final deparou-se com um alçapão fechado com um pesado cadeado. Utilizando os recursos próprios de um espião, abriu o cadeado e desceu por uma escada vertical que o levava a uma espécie de masmorra cheia de celas vazias. Quando começou a andar pelo corredor ouviu um choro abafado na parte mais escura e úmida da masmorra. Direcionou a tocha que carregava nessa direção e viu uma mulher, chorando baixinho com a cabeça apoiada nos joelhos. Tinha os cabelos totalmente desgrenhaados e vestia uma rústica túnica cheia de rasgos que o fez perceber que na verdade se tratava de uma adolescente que poderia ter no máximo quatorze anos. Quando ela olhou para Petrov, desenhou-se no seu rosto a mais terrível expressão de terror e então passou a gritar:&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Eu não quero morrer, não quero morrer, me poupe por favor. Petrov perguntou-lhe qual o crime haveria de ter cometido uma criatura tão jovem. Essa pergunta lhe causou então uma estranheza, e, parando de chrar imediatamente, disse-lhe: &quot;Então, você não sabe?&quot; Ele explicou-lhe que estava a pouco tempo no castelo e durante um passeio havia descoberto aquele local, mas que de nada sabia sobre o que se passava por ali. Ela, num suspiro falou: &quot;Graças a Deus alguém que ainda não está contaminado pelo mal.&quot; Nesse momento, Petrov pôde ver a beleza dos olhos da moçoila e as suas formas físicas dignas de uma princesa que se insinuavam debaixo daqueles trapos. Ela então inicio um relato dos últimos acontecimentos da sua vida.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&quot;Meu nome é Luiza, sou filha do nobre Senhor Kedril, proprietário das terras que fazem limite com o feudo do Senhor Vladstok. Meu pai sempre foi um bom homem, mas possui o terrível defeito de embriagar-se, até a ilucidez. Isso fez com que seus negócios começassem a andar mal. Quando a situação ficou insustentável, começou a fazer empréstimos ao Senhor Vladstok e acabou adquirindo uma dívida tão grande que foi obrigado a entregar parte de sua propriedade a ele. Para não ficar na mais extrema miséria, Vladstok propôs-lhe que eu fosse entregue a ele, que ficaria encarregado de me dar uma fina educação, e também de arranjar-me um marido. Em suma, eu me tornaria sua protegida, aliviando mais um fardo das costas de meu pai, que prontamente aceitou a proposta. Chegando aqui, no começo, recebi o tratamento digno de uma princesa. No entanto, numa certa noite, o próprio Vladstok entrou no meu quarto e me ordenou que o acompanhasse. Notei nessa noite que sua expressão havia se alterado, tomando uma cor pálida, quase como a de um morto, e vestia uma capa negra, bordada com estranhos símbolos. Chegamos em uma sala onde havia um altar iluminado por velas, cercada por um grupo de pessoas encapuzadas. Um terror começou a se apossar de mim, mas ele me olhava de maneira tão penetrante que me obrigava a fazer todas as suas vontades. Fui colocada sentada em cima do altar, enquanto duas pessoas começavam a me despir, os outros entoavam estranhos hinos cantados numa língua desconhecida para mim. Fui deitada nua no altar e minhas mãos e meus pés foram amarrados com firmeza. Depois, foi derramado sobre meu ventre uma estranha substância parecida com sangue, enquanto Vladstock rezava orações incompreensíveis para mim. Desmaiei e acordei sozinha nesse calabouço. Depois, durante mais cinco noites, o ritual se repetiu, só que me amarravam a um tronco e depois de me açoitarem impiedosamente os encapuzados lambiam o sangue que escorria do meu corpo. Mas sei que hoje será o dia em que tudo se consumará: vão imolar meu corpo em homenagem ao seu maldito Deus, que lhes dá a imortalidade em troca de tanta crueldade.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Petrov tentou abrir a porta da cela de Luiza, mas nesse momento ouviu passos no corredor e se escondeu atrás de uma barricas de vinho vazias. Os encapuzados chegaram e levaram a jovem com eles; à distância Petrov passou a segui-los, e chegou até a sala onde o ritual deveria ser realizado. Viu então o misterioso Senhor Vladstok aproximar-se do corpo da jovem como se fosse beija-la, mas os seus dentes pareciam presas de um lobo faminto e nesse momento (Petrov) não conseguiu conter um grito. Imediatamente todos se viraram para ele, que numa reação rápida arrancou um pedaço do corrimão da escada e investiu contra o nobre enterrando-lhe a estaca no coração. Imediatamente todos os encapuzados começaram a se retorcer de dor como se tivessem também sido atingidos pelo golpe. Petrov libertou então Luiza, e jogou as velas acesas sobre as cortinas, transformando a sala em poucos segundos num verdadeiro inferno. Saiu do Castelo com a jovem e quando olhou para o castelo que ardia, viu horrorizado que estranhas criaturas aladas saíam do meio das labaredas gargalhando em direção às trevas. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mortesubita.org/&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjMG5bgaCt349o-m6lUTKzNIwK4sdVSLiJlDg1j3B0b4JYw9foOh3JTyXmX36ot51D8lgaDN1go9n-Q0F0qU-nBbW3yP-ENydvpufEmYPcogrloRfXFKdGtSbnD-vv-FpUxObPlRlWObw7M/s1600/logo-txt.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;</description><link>http://societywithvampires.blogspot.com/2010/09/parte-iii-famosos-casos-de-vampirismo.html</link><author>noreply@blogger.com (Cici)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEieZQMa1oVyeixt4RCKOIAXmTHIdu6OHYgPtwptAcNe9eerCnFbtKwGjjLi7xIspudnjoW_0KgHObCV08LeITZOyIwzn23wanoNt6b3p3RuH2htodVOckY-jlv2GJI1YqzTZI_bVtGeySJa/s72-c/KemetismSymbolWhite.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7215470271076992318.post-1850346467104292444</guid><pubDate>Tue, 28 Sep 2010 07:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-28T04:20:37.933-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Como salvar alguém em já andiantado estado de vampirização</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Manual Prático do Vampirismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Nelson Liano Jr</category><title>Parte III: Como salvar alguém em já andiantado estado de vampirização</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Manual Prático do Vampirismo &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Nelson Liano Jr.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Quando tivermos a certeza que uma pessoa está sendo vítima de vampirização, de acordo com o comportamento descrito no capítulo anterior, a primeira providência a se tomar é conseguir alguém que lhe faça a vigília durante a noite, não permitindo que por nenhum momento ela permaneça sozinha. Todas as janelas do quarto devem ser trancadas com cadeados, e ninguém, além da família e dos amigos mais íntimos, deve saber o que está acontecendo. Para que seja possível um salvamento eficaz, é necessário que se combata o estado anêmico da vítima para que ela possa sobreviver aos primeiros contatos com aquele que lhe rouba as energias. Nesse caso, deve ser solicitada a presença de um médico para que este lhe faça uma completa transfusão de sangue. Vale frisar que o doador de sangue deve ser jovem e, de preferência, que não seja da família. Com a renovação do nas suas veias, o enfermo provavelmente vai se mostrar reanimado, e num primeiro momento, pode-se pensar que vencida a anemia já está salvo da enfermidade. Mas isso não é verdade, porque conseguiu vencer apenas a primeira etapa do tratamento, sendo que a causa do mal continua a existir. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgLtaPPM7bbyOPjRZCuzDG6I1PWDDzkQ1Mb6Igw72R2nW04OKNp9q777PPAnwZIwcNYfxIyAcrCYggZ_kfv63HPPB9ZlCfJYl_zYOGzQ3Nm1KO_4qIIGXE8ED23lSjLkFKOZb4QPyevPtzf/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgLtaPPM7bbyOPjRZCuzDG6I1PWDDzkQ1Mb6Igw72R2nW04OKNp9q777PPAnwZIwcNYfxIyAcrCYggZ_kfv63HPPB9ZlCfJYl_zYOGzQ3Nm1KO_4qIIGXE8ED23lSjLkFKOZb4QPyevPtzf/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Para que se afaste completamente o mal, todas as noites devemos fazer com que o doente tome uma forte dose de chá de alho, de preferência que tenha sido colhido naquele mesmo dia. Todos sabemos que o alho sempre foi empregado homeopaticamente desde a idade média, e que suas virtudes terapêuticas estão mais do que provadas pela homeopatia e outras ciências que estudam o uso das plantas no tratamento de doenças. Acender incenso indiano e defumador de pau d&#39;alho no quarto do vampirizado ajuda a espantar os fluidos negativos gerados pelo vampiro, melhorando o astral da vítima. Também o perfume das rosas ajudam nesse processo, sobretudo se for dada por alguém que está amando. Depois de todas essas providências, havendo uma melhora do paciente, deve-se coloca-lo exposto aos raios solares matinais, mas esse procedimento deve ser devidamente dosado, ou seja, os banhos de sol devem ir aumentando gradativamente de acordo com a recuperação do vampirizado, pois uma exposição inicial muito exagerada pode lhe ocasionar uma secagem da pele ao ponto de levá-lo a morte.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Caso haja marcas no pescoço da pessoa, revelando que os seus contatos estão sendo feitos com um vampiro de sangue, deve se colocar nos ferimentos uma faca de prata benzida com água benta. Também um colar feito com as flores do alho em torno do pescoço da vítima pode evitar novos contatos com o vampiro. Nesses casos, todo o tipo de objeto que tenha conotação sagrada pode ajudar. Coloca-se hóstias sagradas sob o travesseiro daquele que dorme, cruzes espalhadas e velas votivas acesas pelo quarto. A fechadura da janela deve ser lacrada com um terço benzido por um sacerdote, e antes da pessoa dormir devem ser lidas em voz alta as orações e esconjuros que serão encontradas num dos capítulos deste livro. Depois de todo esse ritual, realizado durante sete dias e sete noites, o ser vampirizado deve se dirigir a um templo sagrado, ajoelhar-se e dizer em voz alta: &quot;Eu te arrenego anjo mau, que tenta com tua sede de sangue contaminar-me com a imortalidade dos infernos. Afasta-te de mim, em nome do Criador, pois a minha alma só quer trilhar os caminhos iluminados da luz divina. Fizeste-me padecer, mas com a ajuda do Onipotente te esconjuro para que voltes às trevas, e por todos os tempos e tempos, jamais, jamais possa novamente tocar meu espírito, com tuas artimanhas de sedução. Amém&quot;.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Depois de rezar a oração a pessoa deve fazer o sinal da cruz sobre o peito três vezes e tocar a face no solo sagrado. Agindo dessa forma, o vampiro jamais se atreverá a se aproximar novamente. No entanto, deve se prevenir, que tanto no caso do vampiro astral, como no de sangue, aquele que quer livrar-se da sua influência deve colocar em todos os seus procedimentos o mais alto teor de fé, pois, caso contrário, os ataques poderão se repetir, principalmente se a vítima despertar algum tipo de interesse especial no vampiro. No entanto, vale frisar também, que nem todos desejam realmente se livrar completamente da possessão, havendo aqueles que se deixam seduzir pela possibilidade da eternidade. Nesses casos, nenhum tipo de atitude deve ser tomada, mas os que o rodeiam devem se afastar, pois passado um tempo esse também sairá à procura de suas vítimas. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;</description><link>http://societywithvampires.blogspot.com/2010/09/parte-iii-como-salvar-alguem-em-ja.html</link><author>noreply@blogger.com (Cici)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgLtaPPM7bbyOPjRZCuzDG6I1PWDDzkQ1Mb6Igw72R2nW04OKNp9q777PPAnwZIwcNYfxIyAcrCYggZ_kfv63HPPB9ZlCfJYl_zYOGzQ3Nm1KO_4qIIGXE8ED23lSjLkFKOZb4QPyevPtzf/s72-c/KemetismSymbolWhite.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7215470271076992318.post-8646189907958803377</guid><pubDate>Tue, 28 Sep 2010 07:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-28T04:18:12.575-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Combate ao Vampiro de Sangue</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Manual Prático do Vampirismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Nelson Liano Jr</category><title>Parte III: Combate ao Vampiro de Sangue</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Manual Prático do Vampirismo &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Nelson Liano Jr.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;É difícil destruir aquilo que já está morto. E o vampiro é antes de tudo um ser em eterno processo de ressurreição noturna. Nesse período possui poderes capazes de dominar qualquer criatura humana, tanto no plano físico como psicológico. Por isso, quando está com vida para saciar sua sede de sangue, o máximo que se pode conseguir é afugenta-lo, com o uso de objetos sagrados como a cruz, a hóstia, a Bíblia, os paramentos eclesiásticos, a água benta, etc. Apesar desses símbolos poderem causar a sua destruição, durante a noite fatalmente ele fugirá da presença deles, utilizando seus poderes de mutação animal, e sua capacidade de iludir uma pessoa através da hipnose. Isso lhe garante rapidez e agilidade para escapar de qualquer local, por mais hermeticamente fechado que seja. Portanto, tem que ser levado em conta a diferença entre as coisas que protegem momentaneamente de seus ataques e aquelas que são capazes de destruí-lo definitivamente. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh06SasnH4kJgNeS1-X1_aksyn0G5FTJ89-TSCUATI9B3M8zirrBbIazHch8yT-jzsvHLgpg9dchdr7k_2WtSECO9fJe26LamNzA0QhbUkjjajcfvuvLwOT8YQL8VMoE2coctGUKKKiws59/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh06SasnH4kJgNeS1-X1_aksyn0G5FTJ89-TSCUATI9B3M8zirrBbIazHch8yT-jzsvHLgpg9dchdr7k_2WtSECO9fJe26LamNzA0QhbUkjjajcfvuvLwOT8YQL8VMoE2coctGUKKKiws59/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Um vampiro não suporta o cheiro do alho; por isso, quando pressentir a presença dele no ar, imediatamente se afastará do local impregnado por essa substância. Também os espinhos das rosas podem ser letais para a sua eternidade caso o firam. É obvio então, que ao ver as flores, imediatamente procurará se afastar.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Portanto, o momento propício para a sua destruição é quando os raios solares estão mais intensos e o vampiro repousa no seu esquife, normalmente escondido num local de difícil acesso, e muitas das vezes protegido por um dos seus servos. Depois de se conseguir localiza-lo, normalmente numa câmara mortuária, deve se retirar a tampa do caixão e, com uma estaca pontiaguda, transpassar seu coração com a ajuda de um martelo. Para se realizar essa operação é necessário, no entanto, Ter nervos de aço, pois se houver ruídos, o vampiro pode despertar e contra-atacar com a fúria dos demônios. Além disso, apesar de estar repousando, o seu rosto tem uma expressão capaz de causar terror em qualquer ser humano, e também é possível que outros vampiros repousem no mesmo local, e possam despertar com o grito daquele que se converte em pó.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Outra maneira para destruí-lo é esperar o anoitecer, escondido próximo a sua cripta, quando ele sair à procura de suas vítimas, aproximar-se do seu caixão e retirar a terra natal que está dentro, e substituí-la por água benta ou hóstia consagrada. Quando o ser noturno retornar à sua tumba com os primeiros cantos do galo, não poderá descansar, e no desespero, terá que sair a céu aberto, onde os raios do sol o secarão até transforma-lo em carcaça. Também outro elemento capaz de destruí-lo completamente é a água corrente de um rio. Mas para isso é necessário fazer com que caia dentro da corrente. Nesse caso será necessário fazer com que caia dentro da corrente. Nesse caso será necessário atraí-lo para a beira de um rio, e um grupo de pessoas cercá-lo, empunhando objetos sagrados e rezando em voz alta esconjuros, para que acuado não tenha outra alternativa a não ser lançar-se nas águas que se encarregarão do resto.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Todo tipo de elemento que se renova constantemente, envolvido pelo poder do criador, é letal para o vampiro; a transparência é uma terrível inimiga, pois a sua energia vem das raízes que frutificam o mal. Dessa forma, todas as nascentes da natureza representam as forças opostas ao seu domínio, a explicação é que tudo que brota naturalmente na terra, o faz para transformar-se, depois de um tempo, em outro tipo de matéria, o que significa a morte. O vampiro luta exatamente contra essa renovação. Para ele, a eternidade significa a preservação do seu corpo, através da sucção de outros, o que representa poder de vencer o tempo que envelhece a matéria. Dessa maneira, irá adquirindo sabedoria capaz de eternizar o mal, modificando para o seu benefício as leis que regem o planeta, onde pretende reinar absorto sobre todas as coisas.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Portanto, um curandeiro que domina os elementos primitivos da vida, poderá evocá-los e concentra-lo num recipiente que se aberto pelo vampiro, o varrerá com a fúria dos séculos. Era dessa maneira que agiam os feiticeiros, maias, astecas e incas, quando notavam que dentro da comunidade alguém estava contaminado pelos fluídos do vampiro. Com o poder das montanhas eles o convertiam em pó, pronunciando ao vento, as palavras mágicas que varrem as sementes do mal sobre a terra. Todas as culturas do mundo conhecem os símbolos que contem as forças criativas da natureza; portanto, seja uma cruz, um ídolo de bronze, ou uma estrela, se glorificando a perpetuação positiva do universo, terá o poder de combater o vampiro. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mortesubita.org/&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgQUAbealN9mR5YXFBy9pefTnJDRBxavt33YtQf_V2oy7tiV8OnJT0QiTAXWYYnHoigQF05tXxt8mjLRy51NLIYuFU0Iv8R4_A0TWfSlQnz2N-Fc0UFNHAh4dKtyTxcnROl6kuJFlqde7Ln/s1600/logo-txt.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;</description><link>http://societywithvampires.blogspot.com/2010/09/parte-iii-combate-ao-vampiro-de-sangue.html</link><author>noreply@blogger.com (Cici)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh06SasnH4kJgNeS1-X1_aksyn0G5FTJ89-TSCUATI9B3M8zirrBbIazHch8yT-jzsvHLgpg9dchdr7k_2WtSECO9fJe26LamNzA0QhbUkjjajcfvuvLwOT8YQL8VMoE2coctGUKKKiws59/s72-c/KemetismSymbolWhite.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7215470271076992318.post-6675930082306686318</guid><pubDate>Tue, 28 Sep 2010 07:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-28T04:15:41.614-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">A Evocação Ritual do Vampiro</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Manual Prático do Vampirismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Nelson Liano Jr</category><title>Parte III: A Evocação Ritual do Vampiro</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Manual Prático do Vampirismo &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Nelson Liano Jr.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Levando-se em conta que o vampiro é um sacerdote ordenado diretamente por Satanás, a sua evocação só é possível através dos ritos secretos do Sabá. Essa prática tem as suas origens nos primórdios da Idade Média, quando antigos fiéis ligados à Igreja Católica, descontentes com a discriminação de classes dos sacerdotes católicos que protegiam aos poderosos em detrimento dos menos favorecidos, e submetiam as sociedades da época a um credo, e a onipotência de apenas um Deus, resolveram se rebelar abjurando tudo aquilo que pregava o catolicismo. No início a reunião desses hereges tinha como objetivo a prática de todo o tipo de libertinagem que pudesse contrariar a moral cristã vigente. Entregavam-se assim, durante a madrugada, a práticas carnais, inimagináveis até mesmo ao Marquês de Sade. Gradualmente foram se encontrando com o mestre posicionado no extremo oposto da santidade, até a presença real do anticristo que, através dos seus adeptos, iniciou a propagação do satanismo. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjVyYWdAsLE4-dYH6IfuEcCl4e1Fj8ICQA420SIJX2ZKSpuIM1TqWTowb6el_kY-SAurevC6-MDbQ5hfYWYHHCyviFTWAhIRaHYmjbYv9Ei-2BeestCvCI3drEEbQdjYzx4A7d87qa5H94r/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjVyYWdAsLE4-dYH6IfuEcCl4e1Fj8ICQA420SIJX2ZKSpuIM1TqWTowb6el_kY-SAurevC6-MDbQ5hfYWYHHCyviFTWAhIRaHYmjbYv9Ei-2BeestCvCI3drEEbQdjYzx4A7d87qa5H94r/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A reverência málima dessa força diabólica passou a ser cultuada e evocada nos sabás ou missas negras, que consistiam em ritos sacrílegos, que visavam profanar as litúrgias da Santa Missa Católica, realizando o ofício de maneira oposta ao escrito nas Sagradas Escrituras. As orações eram entoadas de maneira contrária, o sinal da cruz feito ao inverso, enquanto todos se entregavam a um transbordamento de luxúria, vícios, arrebatações sadômicas e sáficas, uniões incestuosas, tudo presidido pelo próprio demônio, que possuía uma virgem oferecida pelos infiéis no ápice da ritualização.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Essa virgem era preparada durante um longo período, quando tinha que renegar as vicissitudes de Deus, cuspir sobre as imagens sagradas da Igreja e se rebatizar numa pia em forma de caveira, com urina e sangue menstrual de uma cortesã impura. Depois, com o missal negro, feito da pele de um crente morto sem, ter recebido as águas do batismo, uma sacerdotiza fazia a virgem jurar obediência eterna ao Rei das Trevas e às suas legiões de Íncubus e Súcubos. Após essa preparação, a virgem era levada ao altar, onde era despida e untada por toda pele de uma mistura afrodisíaca. Depois, colocada de quatro, com a cabeça para baixo, como se fosse uma vaca, e sobre seu corpo atiradas sementes de trigo dedicadas &quot;aos que moram na terra e fazem germinar os meses&quot;.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O representante do demônio com uma cabeça de bode, penetrava a iniciada e o sangue gerado pelo desvirginamento era colocado numa taça de ouro para ser sorvido pelos participantes. Todo o ato se realizava de maneira a parecer uma cópula entre dois animais para exaltar os primitivos instintos da &quot;besta&quot;.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O Sabá prosseguia então com um banquete onde todos se fartavam com o vício da gula, para depois se entregarem a um bacanal sacrílego, onde se permitiam realizar o coito sexual das mais hediondas formas. Procurando uma fecundação do útero com um rio de esperma e pela devassidão entre homens e mulheres, parentes e não parentes, profanando o sentido a união reprodutiva pregada pela igreja, o ritual era levado a um extremo de loucura erótica e sadômica, que os membros da seita chegavam a devorar uns aos outros. A virgem possuída pelo diabo participava da orgia como a sua verdadeira esposa, fecundada pelos turbilhões de luxúria, para gerar mais um ser com a marca do demônio. Com a chegada do amanhecer todos fugiam do templo para não serem descobertos pelas autoridades da Santa Inquisição.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No caso da evocação do vampiro, o ritual é quase o mesmo, mas com a diferença que precisará haver uma vítima de sangue, para que o nosferatu possa saciar sua sede causada pelo tempo em que se encontrou preso à morte. Também o sabá é realizado numa capela abandonada, ou num lugar que já houvesse sido santificado, e por algum motivo depois amaldiçoado, para que possa subverter até o infinito a ordem das coisas regidas pela Santidade.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O vampiro chega em forma etérea diante dos súditos de satã e só se materializa depois que é derramado o sangue da vítima, que apesar de imolada, morre temporariamente, para renascer como morta-viva ao lado do espírito vampiresco evocado, tornando-se também um ser sedento por sangue. Aqueles que trazem o nosferatu de volta à noite se tornam seus súditos, estando obrigados a servi-los, para que possa realizar sua tarefa de esvaziamento da alma humana por obra do próprio demônio. Também o vampiro traz as ordens do diabo, para a propagação de ritos sacrílegos por outras regiões, contaminando mais o ar com o vírus da imortalidade diabólica. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mortesubita.org/&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiWRDHO72eQ_lTgAG7JdlGdhphgB2O6Lr-zJSK1bFRxR4yEgpuNG38wfEI4scTeJsdbmTJ7lXQxP-KOjgQbJ_Km1z5iDJI3miFEBRxAbDfmcDHLG2Mew8pvdGxNtw9vqydiWY9wVU3UV6lT/s1600/logo-txt.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;</description><link>http://societywithvampires.blogspot.com/2010/09/parte-iii-evocacao-ritual-do-vampiro.html</link><author>noreply@blogger.com (Cici)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjVyYWdAsLE4-dYH6IfuEcCl4e1Fj8ICQA420SIJX2ZKSpuIM1TqWTowb6el_kY-SAurevC6-MDbQ5hfYWYHHCyviFTWAhIRaHYmjbYv9Ei-2BeestCvCI3drEEbQdjYzx4A7d87qa5H94r/s72-c/KemetismSymbolWhite.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7215470271076992318.post-6028751261602959781</guid><pubDate>Tue, 28 Sep 2010 07:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-28T04:12:54.027-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">As Diversas Formas que Um Vampiro Pode Adotar</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Manual Prático do Vampirismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Nelson Liano Jr</category><title>Parte III: As Diversas Formas que Um Vampiro Pode Adotar</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Manual Prático do Vampirismo &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh3-HQd9LYxyX231LuS-WlKRb0G1uPdBFiRh0U-2qxZu-pdO5fUNzQV49ywBZSwTsBEdjtnH9n4ZCDXQYDz2MwDDnkqZ-UyxkYHEa3AXsbcmAChm73SSj1dWuHQtkpBgZOVGYcpp3rAkv3x/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh3-HQd9LYxyX231LuS-WlKRb0G1uPdBFiRh0U-2qxZu-pdO5fUNzQV49ywBZSwTsBEdjtnH9n4ZCDXQYDz2MwDDnkqZ-UyxkYHEa3AXsbcmAChm73SSj1dWuHQtkpBgZOVGYcpp3rAkv3x/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Como um morcego, além de poder voar, capta todo tipo de onda energética no ar. As antenas lhe permitem saber quando o perigo se aproxima e localizar com precisão onde está a vítima que pretende tomar para si. Como um lobo, pode enxergar na mais terrível escuridão, podendo atacar com uma força bestial os inimigos que querem destruí-lo. Já como um gato, pode se aproximar de quem quiser sem causar pavor. Como um lagarto, pode subir e descer as paredes mais íngremes, ocultando-se nas mais diminutas fendas das pedras. Assumindo uma forma incorpórea, o vampiro vira fumaça, mas de maneira nenhuma nesse estado consegue atravessar um espelho ou uma parede; no entanto, pode atravessar o mais diminuto orifício. Essas faculdades de transformação corporal permitem ao vampiro conhecer o linguajar dessas bestas, podendo comunicar-se com elas a distância de quilômetros, para pedir sua ajuda quando assim necessitar. É comum nas regiões onde habitam vampiros, ouvir-se uivos intermináveis que cessam repentinamente sem a menor explicação possível. Esses animais noturnos encontram nos vampiros uma espécie de proteção contra depredadores humanos que os caçam na noite. Vale ressaltar, no entanto, que esse pacto ó é possível graças à interferência do demônio, que desde o início dos tempos se aproveita da bestialidade irracional das feras. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjfjbk1y8JBpTeWBEVfdYRlOUyUHORdZCqtK92Nsuev0pGOnRmCQ0-lT-FBPfCRUsD_Qd08aS-3v6oy1UTNaZnIbA_tflbtJ5y0LoEJwTQQcNh_4FcBjFjBQdVtIYWO0H8uM26AcAZqRdBU/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjfjbk1y8JBpTeWBEVfdYRlOUyUHORdZCqtK92Nsuev0pGOnRmCQ0-lT-FBPfCRUsD_Qd08aS-3v6oy1UTNaZnIbA_tflbtJ5y0LoEJwTQQcNh_4FcBjFjBQdVtIYWO0H8uM26AcAZqRdBU/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O vampiro conhece também os métodos de adivinhações utilizados pelos ciganos húngaros. Como a cartomância, onde deitando as cartas é capaz de saber o que está para acontecer no mundo que o cerca. Para isso ele utiliza o mesmo método empregado por São Cipriano, um ex-devoto do demônio, que depois de conhecer os mistérios revelados pelo seu mestre, resolveu receber a luz divina e se converter ao catolicismo, sendo posteriormente canonizado pela sua revelação das artimanhas usadas por satã para iludir os homens. Também conhece os segredos das lâminas do tarot egípcio e a magia oculta na varinha de aveleira com a qual pode descobrir tesouros enterrados por séculos para utilizá-lo nas suas conquistas da confiabilidade das pessoas mais ambiciosas.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjmB0CxT2Ir68jQw6xPmoGU1esaVjjqKwrg_9fdAPyHz2615p431Q-Pd0cwtkEujRzWd7HQH-Mp5NYWebhOYibZR-1ExBpDTamFJ9TRYNyHHJtdnRbipKBfyW-ZyFX356ZyEhr4Lj8C8-RQ/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjmB0CxT2Ir68jQw6xPmoGU1esaVjjqKwrg_9fdAPyHz2615p431Q-Pd0cwtkEujRzWd7HQH-Mp5NYWebhOYibZR-1ExBpDTamFJ9TRYNyHHJtdnRbipKBfyW-ZyFX356ZyEhr4Lj8C8-RQ/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A anfitriã deve olha-lo sempre dentro dos olhos para que possa receber as irradiações mortais que transpira em forma de prazer sensual. Não se deve oferecer a ele nenhuma espécie de comida, mas apenas uma taça de vinho ou então de conhaque. O estado de solidão deve ser completo, pois sem querer, outras pessoas poderiam irrita-lo ao ponto de não mais se conter. Elogiar a sua inteligência e seus feitos guerreiros, também o agradam profundamente. Pode-se falar sobre juventude, e sonhos, sobretudo aqueles os quais ele habita. Para seduzi-lo será necessário esperar que a lua trace seu caminho no céu até que esteja no ponto culminante no centro da terra, irradiando seus raios por todo planeta. Nesse momento a anfitriã, usando uma roupa fina, deve convidá-lo aos seus aposentos e entregar seu corpo nos braços da criatura. Sentindo que a mulher quer ser possuída e não tem medo, mas pelo contrário, o deseja, ele a envolverá nos turbilhões dos infernos causando-lhe sensações extra-sensoriais capazes de conduzi-la ao mais profundo êxtase carnal. Seus beijos de fogo queimarão as entranhas e sua alma se perderá para sempre nas estranhas veredas das trevas. Tudo será sonho, e nesse estado a vontade deve estar subjulgada para seus caprichos e desejos. Mas ninguém jamais deverá esperar ser amada por ele, pois a sua maldição jamais lhe permitiria chegar a tal estado espiritual. Por isso, tudo deve ser realizado a nível físico e astral, sem transcender as fronteiras dos sentidos proibidos para um vampiro.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Também ele, não poderá se sentir seduzido, mas sedutor, pois seu poder tem que ser onipotente em todos os momentos para igualar-se ao plano de um mortal. Outra maneira de seduzi-lo, é deixar-se ferir por algum objeto, de maneira que ele veja algumas gotas de sangue. Isso despertará seus institutos de maneira tão violenta que certamente arastará aquela que o requesta num vôo aos mais malditos recantos do mundo, para possuí-la com a força de um milhão de demônios. Mas vale frisar, que se uma mulher que não lhe agrada se oferecer, ele pode simplesmente destroça-la com as mãos, sem lhe oferecer a contaminação da maldita eternidade.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Manual Prático do Vampirismo &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Nelson Liano Jr.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O vampiro é um ser eminentemente noturno, pois é nesse período que os canais de transferência energética estão livres para que o mal transite livremente. Por isso dificilmente uma pessoa que desperta com o sol e repousa durante a noite terá poder para beber da fonte da eternidade. O sol cria a vida, mas da mesma forma a consome, garantindo o ciclo do planeta o qual habita. Os seres que vivem sob sua influência trabalham, e no suor se exaurem, morrendo um pouco a cada dia. Por isso, os vampiros fogem dos seus raios, pois sabem que eles tornam sua existência carnal temporal. Por isso, escolheu a noite para viver, nesse período pode estudar os meios que lhe garantem a eternidade. É comum ver pessoas que saem somente à noite, que evitam o contato com o sol e quando o fazem se protegem com óculos escuros para que sua pupila não se influencie com as cores do brilho solar. Na casa de um vampiro as luzes ficam acesas até altas horas da madrugada e só se apagam com o desaparecimento da estrela da manhã. Dorme enquanto os outros seres trabalham para garantirem a sobrevivência. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhp7DVCzFMv4U_kqUvJN9WimedEiqCQrcs8PJxmUVFY3mc8yUS0Lf1CTnlScIguY7QoiXVODWoKDVa1OTGrez518JcG6sg-4IR7g5QtxURB-GlX5k9U3HkqPIrh-3U-5HeOqgQPNizL8zfm/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhp7DVCzFMv4U_kqUvJN9WimedEiqCQrcs8PJxmUVFY3mc8yUS0Lf1CTnlScIguY7QoiXVODWoKDVa1OTGrez518JcG6sg-4IR7g5QtxURB-GlX5k9U3HkqPIrh-3U-5HeOqgQPNizL8zfm/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Seus hábitos são diferentes das pessoas comuns, gostam de comer carne crua ou quase crua, são estudiosos e prolixos quando assim desejam seduzir alguém ou conseguir alguma vantagem. Possuem um aguçado sentido para saberem quando estão em perigo e são rápidos para escaparem das ciladas que são armadas no seu caminho. Também sabem o momento certo de aparecerem num determinado local e também o momento de desaparecerem quando assim lhes convier. Gostam de conversar olhando fixamente seu interlocutor, para poder enxergar um pouco além da massa que reveste o corpo. Gostam de beber álcool, mais jamais são vistos embriagados.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Além disso possuem um desejo cego pelo poder, para que através dele possam propagar o vírus que carregam, reduzindo a existência daqueles que se interpõe em seu caminho. Para manter aquilo que possuem, precisam de escravos que os obedeçam cegamente, ao ponto de se sacrificarem em seu nome. Normalmente, os vampiros são descendentes de famílias tradicionais, e possuem uma enorme abastança financeira, para investirem na manutenção do poder. Exercem influência nos meios políticos dos países onde vivem através de infiltrações ilícitas. O Conde romeno Vlad Dracul conseguiu dominar um vasto império na Europa Oriental, vencendo batalhas com a ajuda de legiões demoníacas. Numa dessas batalhas voltou completamente só e foi recebido pelo povo de Budapest como verdadeiro herói. A cidade resolveu então homenagea-lo, coroando-o no lugar do jovem príncipe morto em campanha. Mas, no momento em que o arcebispo preparava-se para colocar a coroa na sua cabeça dentro da catedral, sucumbiu diante do grande número de símbolos sagrados que o cercavam. Isso levantou a desconfiança dos religiosos, que acabaram por descobrir depois de muitos anos, que estavam sendo governados por um nosferatu, afilhado direto das hordas satânicas sequiosas pela dominação do espírito humano.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;O nomadismo é outra característica comum aos mortos-vivos, porque depois de semearem a destruição pelos lugares onde passam, despertam a desconfiança da população, recebendo represálias. Por isso, mudam-se constantemente de cidade e de país. Isso explica a afinidade entre ele e os ciganos. O maior problema que encontra para a sua locomoção é o fato de Ter de carregar junto de si sempre quantidade de terra extraída do local de onde nasceu. Seu corpo terá que repousar sob essa terra para poder encontrar forças para sua peregrinação noturna. Durante seu trajeto permanece dentro de caixão como morto para libertar-se somente na chegada do destino. Então, bendito seja Deus para proteger aqueles que por acaso estiverem no caminho do seu destino. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;</description><link>http://societywithvampires.blogspot.com/2010/09/parte-iii-como-suspeitar-e-reconhecer.html</link><author>noreply@blogger.com (Cici)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhp7DVCzFMv4U_kqUvJN9WimedEiqCQrcs8PJxmUVFY3mc8yUS0Lf1CTnlScIguY7QoiXVODWoKDVa1OTGrez518JcG6sg-4IR7g5QtxURB-GlX5k9U3HkqPIrh-3U-5HeOqgQPNizL8zfm/s72-c/KemetismSymbolWhite.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7215470271076992318.post-5257533781390065510</guid><pubDate>Tue, 28 Sep 2010 06:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-28T03:43:51.992-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Das Marcas do Vampiro</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Manual Prático do Vampirismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Nelson Liano Jr</category><title>Parte III: Das Marcas do Vampiro</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Manual Prático do Vampirismo &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Para se reconhecer uma pessoa que está sendo vítima de vampirismo teremos que observar atentamente o seu comportamento. Depois que suas energias começam a ser roubadas, começa a denotar mudanças significativas em seus hábitos. Isso acontece de forma tão siginificativa que dificilmente aqueles que a cercam deixariam de notar. As transformações começam no olhar que, a partir do primeiro contato com o vampiro, torna-se estático, dando a impressão que seu globo ocular está sempre concentrado no mesmo ponto, vendo alguma coisa além do concretismo das coisas. Posteriormente, se se trata de uma pessoa muito ativa e jovial, começa a se mostrar indolente e vagarosa, sem ânimo para participar de reuniões sociais. O senso de humor desaparece completamente, tomando o seu lugar uma rígida indiferença em relação a tudo que se passa a sua volta. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiqYs4JmCNmpWZOLYTzMD73k1dGHlo_1sAHtcYXjKLA4UqwAQFxsLSpQGor36Rd9c2_pGvO0fDG2h1DI1NWKqhBT2ypheW7TYSqALQQHYRfUy1mrC1gtN7ci59r9DxhN7QVIzE0tR-ZNX0T/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; px=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiqYs4JmCNmpWZOLYTzMD73k1dGHlo_1sAHtcYXjKLA4UqwAQFxsLSpQGor36Rd9c2_pGvO0fDG2h1DI1NWKqhBT2ypheW7TYSqALQQHYRfUy1mrC1gtN7ci59r9DxhN7QVIzE0tR-ZNX0T/s1600/KemetismSymbolWhite.png&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;A pessoa vampirizada começa a evitar propositalmente o contato com os raios solares, e durante a noite revela uma tendência ao sonambulismo, o que a torna cada vez mais apática, chegando a desmaiar ao menor esforço físico. Uma extrema palidez começa a contornar-se pelo seu rosto, e durante as refeições alimenta-se com carne praticamente crua e grande quantidade de vinho. Com o passar do tempo torna-se arredia a todo tipo de contato com outras pessoas, permanecendo trancada em seu quarto. Passa a falar muito pouco, e quando o faz, é possível notar-se mudanças no tom de voz. Diz fazes desconexas, incapazes de serem entendidas pelos outros. A sua higiene pessoal também começa a se deteriorar evitando entrar em contato com a água, com perfumes, sobretudo aqueles feitos de essências de flores. Além da palidez, é possível observar pelo corpo da vítima enormes marcas roxas como se tivesse sido espancada por alguém muito forte. Se estiver sendo sugada por um vampiro de sangue, é possível ver no alto do pescoço, onde ficam as veias jugulares, duas pequenas marcas parecidas com incisões feitas por uma pequena agulha que aos poucos vão se tornando arroxeadas e cobertas por uma espécie de substância purulenta. No entanto, é possível encontar essas marcas também em outras regiões do corpo, como nos pulsos, nas pontas dos dedos, e próximos ao coração, sendo que nesse caso o estado de deteriorização da vítima é muito rápido, impossibilitando qualquer tipo de salvamento. Mas tanto no caso do vampirismo de sangue, como do vampirismo astral, a vítima mostra uma estranha ansiedade com a chegada da noite, transparecendo uma tristeza misturada ao desejo de se entregar completamente. Normalmente essa pessoa evita olhar-se no espelho, e repudia imediatamente qualquer tipo de simbolismo sagrado de qualquer religião.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Existem casos em que a pessoa começa a comer todo tipo de inseto e pequeninos animais como rato, gato, passarinhos, lagartos lagartixas, etc., ainda com vida. Se o vampiro não lhe roubar toda a energia e ninguém se der conta da sua verdadeira doença, a vítima fica histérica, tornando-se insuportável nos meios sociais, o que obriga um internamento em sanatório para alienados mentais. Dessa forma estará condenada a uma insanidade sem cura até os últimos dias de sua vida. Não é difícil encontrar nos hospícios do mundo inteiro, pessoas vampirizadas falando uma linguagem completamente estranha e uivando como lobo para os raios lunares. Quando psicanalizados, elas revelam estar esperando a chegada do mestre para terminar a metamorfose iniciada. Nesse estado vivem durante anos, sem a menor compreenção dos médicos que a cercam. Mas, apesar de sua sina, são dóceis, incapazes de atitudes violentas contra outros internos, contanto lhe sejam permitidos preservarem os seus hábitos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;</description><link>http://societywithvampires.blogspot.com/2010/09/parte-iii-das-marcas-do-vampiro.html</link><author>noreply@blogger.com (Cici)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiqYs4JmCNmpWZOLYTzMD73k1dGHlo_1sAHtcYXjKLA4UqwAQFxsLSpQGor36Rd9c2_pGvO0fDG2h1DI1NWKqhBT2ypheW7TYSqALQQHYRfUy1mrC1gtN7ci59r9DxhN7QVIzE0tR-ZNX0T/s72-c/KemetismSymbolWhite.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>