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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-28483768</atom:id><lastBuildDate>Mon, 02 Nov 2009 15:11:32 +0000</lastBuildDate><title>SocioNotíciaS</title><description>Notícias para aulas de Sociologia no Ensino Médio</description><link>http://socionoticias.blogspot.com/</link><managingEditor>jclaudiosantos@gmail.com (José Cláudio dos Santos Jr)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>87</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" href="http://feeds.feedburner.com/Socionotcias" type="application/rss+xml" /><feedburner:emailServiceId xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0">Socionotcias</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0">http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com" /><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-28483768.post-8156399489984090943</guid><pubDate>Thu, 24 Sep 2009 00:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-23T21:37:07.050-03:00</atom:updated><title>Fórum de Metodologias do Ensino de Línguas e Literaturas</title><description>&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://www.faculdadeccaa.com.br/index.asp?show=aprendendo.htm" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://www.faculdadeccaa.edu.br/imagens/forum_de_linguas.jpg" border="0"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;font size="2" face="verdana"&gt;Caso não queira mais receber nossos e-mails, &lt;a href="http://www.faculdadeccaa.edu.br/removercadastro.asp?s=29" target="_blank"&gt;clique aqui&lt;/a&gt;.&lt;/font&gt;  &lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28483768-8156399489984090943?l=socionoticias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://socionoticias.blogspot.com/2009/09/forum-de-metodologias-do-ensino-de.html</link><author>jclaudiosantos@gmail.com (José Cláudio dos Santos Jr)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-28483768.post-2609131992977212351</guid><pubDate>Sat, 05 Sep 2009 01:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-04T22:15:03.222-03:00</atom:updated><title>O que uma escritora Holandesa falou do Brasil!</title><description>&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color: rgb(227, 108, 9);"&gt;&lt;b&gt;&lt;font face="comic sans ms,sans-serif"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt; &lt;font color="#cc0000"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;LEIA COM BASTANTE ATENÇÃO&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os brasileiros acham que o mundo todo presta, menos o Brasil,realmente parece que é um vício falar mal do Brasil. Todo lugar tem seus pontos positivos e negativos, mas no exterior eles maximizam os positivos, enquanto no Brasil se maximizam os negativos. Aqui na Holanda, os resultados das eleições demoram horrores porque não há nada automatizado.Só existe uma companhia telefônica e pasmem!: Se você ligar reclamando do serviço, corre o risco de ter seu telefone temporariamente desconectado.&lt;br&gt;   &lt;br&gt;Nos Estados Unidos e na Europa, ninguém tem o hábito de enrolar o sanduíche em um guardanapo - ou de lavar as mãos antes de comer. Nas padarias, feiras e açougues europeus, os atendentes recebem o dinheiro e com mesma mão suja entregam o pão ou a carne.&lt;br&gt;   &lt;br&gt;Em Londres, existe um lugar famosíssimo que vende batatas fritas enroladas em folhas de jornal - e tem fila na porta.&lt;br&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;font color="#cc0000" face="comic sans ms,sans-serif"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Na Europa, não-fumante é minoria. Se pedir mesa de não-fumante, o garçom ri na sua cara, porque não existe. Fumam até em elevador.&lt;br&gt;   &lt;br&gt;Em Paris, os garçons são conhecidos por seu mau humor e grosseria e qualquer garçom de botequim no Brasil podia ir pra lá dar aulas de &amp;#39;Como conquistar o Cliente&amp;#39;.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Você sabe como as grandes potências fazem para destruir um povo? Impõem suas crenças e cultura. Se você parar para observar, em todo filme dos EUA a bandeira nacional aparece, e geralmente na hora em que estamos emotivos.&lt;br&gt;   &lt;br&gt;Vocês têm uma língua que, apesar de não se parecer quase nada com a língua portuguesa, é chamada de língua portuguesa, enquanto que as empresas de software a chamam de português brasileiro, porque não conseguem se comunicar com os seus usuários brasileiros através da língua Portuguesa.&lt;br&gt;   &lt;br&gt;Os brasileiros são vitimas de vários crimes contra a pátria, crenças, cultura, língua, etc... Os brasileiros mais esclarecidos sabem que temos muitas razões para resgatar suas raízes culturais.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;   &lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: rgb(118, 146, 60);"&gt;&lt;b&gt;&lt;font color="#009900" face="comic sans ms,sans-serif"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Os dados abaixo são publicados pela Antropos Consulting:&lt;br&gt; &lt;br&gt;1. O Brasil é o país que tem tido maior sucesso no combate à AIDS e de outras doenças sexualmente transmissíveis, e vem sendo exemplo mundial.&lt;br&gt;&lt;br&gt;2. O Brasil é o único país do hemisfério sul que está participando do Projeto Genoma.&lt;br&gt;   &lt;br&gt;3. Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos países, a cidade do Rio de Janeiro foi considerada a mais solidária.&lt;br&gt;&lt;br&gt;4. Nas eleições de 2000, o sistema do Tribunal Regional Eleitoral&lt;br&gt;(TRE) estava informatizado em todas as regiões do Brasil, com&lt;br&gt;    resultados em menos de 24 horas depois do início das apurações. O modelo chamou a atenção de uma das maiores potências mundiais: os Estados Unidos, onde a apuração dos votos teve que ser refeita várias vezes, atrasando o resultado e colocando em xeque a credibilidade do processo.&lt;br&gt;   &lt;br&gt;5.. Mesmo sendo um país em desenvolvimento, os internautas brasileiros representam uma fatia de 40% do mercado na América Latina.&lt;br&gt;&lt;br&gt;6. No Brasil, há 14 fábricas de veículos instaladas e outras 4 se&lt;br&gt;instalando, enquanto alguns países vizinhos não possuem nenhuma.&lt;br&gt;   &lt;br&gt;7. Das crianças e adolescentes entre 7 a 14 anos, 97,3% estão estudando..&lt;br&gt;&lt;br&gt;8. O mercado de telefones celulares do Brasil é o segundo do mundo, com 650 mil novas habilitações a cada mês.&lt;br&gt;&lt;/span&gt;    &lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;font color="#009900" face="comic sans ms,sans-serif"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 16pt; color: rgb(118, 146, 60);"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;font color="#009900" face="comic sans ms,sans-serif"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;9.Na telefonia fixa, o país ocupa a quinta posição em número de linhas instaladas.&lt;br&gt;   &lt;br&gt;10. Das empresas brasileiras, 6.890 possuem certificado de qualidade ISO- 9000, maior número entre os países em desenvolvimento. No México, são apenas 300 empresas e 265 na Argentina.&lt;br&gt;&lt;br&gt;11. O Brasil é o segundo maior mercado de jatos e helicópteros executivos.&lt;/span&gt; &lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-size: xx-small; color: rgb(227, 108, 9); font-family: Comic Sans MS;"&gt;&lt;font size="2" color="#cc0000" face="comic sans ms,sans-serif"&gt;&lt;b&gt;Por que vocês têm esse vício de só falar mal do Brasil?&lt;br&gt;&lt;br&gt;  1. Por que não se orgulham em dizer que o mercado editorial de livros é maior do que o da Itália, com mais de 50 mil títulos novos a cada ano?&lt;br&gt;  &lt;br&gt;2. Que têm o mais moderno sistema bancário do planeta?&lt;br&gt;&lt;br&gt;3. Que suas agências de publicidade ganham os melhores e maiores prêmios mundiais?&lt;br&gt;&lt;br&gt;4. Por que não falam que são o país mais empreendedor do mundo e que mais de 70% dos brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerável parte de seu tempo em trabalhos voluntários?&lt;br&gt;    &lt;br&gt;5.. Por que não dizem que são hoje a terceira maior democracia do mundo?&lt;br&gt;&lt;br&gt;6. Que apesar de todas as mazelas, o Congresso está punindo seus&lt;br&gt;próprios membros, o que raramente ocorre em outros países ditos&lt;br&gt;civilizados?&lt;br&gt;    &lt;br&gt;7. Por que não se lembram que o povo brasileiro é um povo&lt;br&gt;hospitaleiro, que se esforça para falar a língua dos turistas,&lt;br&gt;gesticula e não mede esforços para atendê-los bem?&lt;br&gt;&lt;br&gt;Por que não se orgulham de ser um povo que faz piada da própria&lt;br&gt;    desgraça e que enfrenta os desgostos sambando.&lt;br&gt;&lt;br&gt;É! O Brasil é um país abençoado de fato.&lt;br&gt;Bendito este povo, que possui a magia de unir todas as raças, de todos os credos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Bendito este povo, que sabe entender todos os sotaques.&lt;br&gt;    Bendito este povo, que oferece todos os tipos de climas para contentar toda gente.&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-large;"&gt;&lt;b&gt;&lt;font face="comic sans ms,sans-serif"&gt;&lt;font color="#cc0000"&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS;"&gt;&lt;span style="color: rgb(227, 108, 9);"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;font color="#cc0000"&gt;&lt;font size="2"&gt;Bendito seja esse país chamado Brasil!!&lt;/font&gt;&lt;br&gt;    &lt;/font&gt;&lt;br&gt;&lt;font size="2" color="#000000"&gt;Divulgue esta mensagem para o máximo de pessoas que você puder. Com essa atitude, talvez não consigamos mudar o modo de pensar de cada brasileiro, mas ao ler estas palavras irá, pelo menos, por alguns momentos, refletir e se orgulhar de ser BRASILEIRO!!!&lt;/font&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;    &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;img src="cid:ii_123865770a095d8e" alt="za.gif" title="za.gif" height="46" width="96"&gt;&lt;br clear="all"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;b&gt;Seja sempre feliz!!!&lt;/b&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;b&gt; Solange Almeida&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28483768-2609131992977212351?l=socionoticias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://socionoticias.blogspot.com/2009/09/o-que-uma-escritora-holandesa-falou-do.html</link><author>jclaudiosantos@gmail.com (José Cláudio dos Santos Jr)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-28483768.post-7431526628854708360</guid><pubDate>Thu, 20 Aug 2009 01:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-19T22:38:50.658-03:00</atom:updated><title>Homem negro é confundido com bandido e espancado por segurança de supermercado na Grande SP</title><description>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;, Arial, Helvetica, freesans, sans-serif; font-size: 11px; color: rgb(83, 83, 83); "&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 11px !important; color: rgb(83, 83, 83); "&gt;  Fonte: &lt;a href="http://oglobo.globo.com/cidades/mat/2009/08/19/homem-negro-confundido-com-bandido-espancado-por-seguranca-de-supermercado-na-grande-sp-757483440.asp"&gt;O Globo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 11px !important; color: rgb(83, 83, 83); "&gt;  SÃO PAULO - Um homem negro foi espancado por seguranças de uma loja do Carrefour, em Osasco, na Grande São Paulo. Ele foi confundido com um bandido enquanto esperava no estacionamento a família, que fazia compras. A polícia abriu inquérito para apurar o caso de discriminação.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 11px !important; color: rgb(83, 83, 83); "&gt;A agressão aconteceu duas semanas atrás. Januário Alves Santana estava ao lado do carro, um Escort, cuidando da filha, de 2 anos, que dormia no banco de trás. Segundo ele, um homem armado e sem uniforme se aproximou para tentar prendê-lo. Os dois lutaram até que outros seguranças apareceram. Santana tentou desfazer o mal entendido, mas disse que foi levado para um sala e espancado. Ele levou socos na boca e teve o maxilar afetado.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 11px !important; color: rgb(83, 83, 83); "&gt;- Estava roubando o carro aqui, rapaz - disse o segurança pouco antes de dar um soco em Santana.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 11px !important; color: rgb(83, 83, 83); "&gt;Ele disse que as agressões só pararam quando um policial militar chegou. Mesmo assim, ele continuou sendo humilhado.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 11px !important; color: rgb(83, 83, 83); "&gt;- Você tem cara de que tem passagem pela polícia. Conta para nós. No mínimo, umas três passagens você tem. A sua cara não nega &amp;#39;negão&amp;#39; - teria afirmado o policial.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 11px !important; color: rgb(83, 83, 83); "&gt;- Pelo amor de Deus, o carro é meu - disse Januário, enquanto era agredido.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 11px !important; color: rgb(83, 83, 83); "&gt;O Carrefour, por meio de um comunicado, informou que repudia qualquer forma de agressão e desrespeito, que vai colaborar com a polícia e espera que os responsáveis sejam rigorosamente punidos.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 11px !important; color: rgb(83, 83, 83); "&gt;Santana disse que foi vítima de racismo e que pretende entrar com uma ação na Justiça. A mulher dele disse que está preocupada com o futuro dos filhos, que também são negros.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 11px !important; color: rgb(83, 83, 83); "&gt;- Pode acontecer com eles também. Isso me dói. Acho que um negro não pode viver, não pode ter os seus bens conquistados pelo seu trabalho, seu suor. Isso me deixa muito ferida - disse Maria dos Remédios.&lt;/p&gt;  &lt;p style="margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 11px !important; color: rgb(83, 83, 83); "&gt;A direção do supermercado afastou da função o segurança responsável pela agressão. Ele é funcionário de uma empresa terceirizada.&lt;/p&gt;  &lt;/span&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28483768-7431526628854708360?l=socionoticias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://socionoticias.blogspot.com/2009/08/homem-negro-e-confundido-com-bandido-e.html</link><author>jclaudiosantos@gmail.com (José Cláudio dos Santos Jr)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-28483768.post-2855028153472996892</guid><pubDate>Sun, 02 Aug 2009 17:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-02T14:03:13.236-03:00</atom:updated><title>Como evitar o copiar e colar nos trabalhos dos alunos ao usarem a internet</title><description>veja esta apresentação no Slideshare &lt;div style="width:425px;text-align:left" id="__ss_1398761"&gt;&lt;a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/redtic.centros/consejos-uso-internet-en-trabajos-1398761" title="Consejos Uso Internet En Trabajos"&gt;Consejos Uso Internet En Trabajos&lt;/a&gt;&lt;object style="margin:0px" width="425" height="355"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=consejosusointernetentrabajos-090507040320-phpapp02&amp;stripped_title=consejos-uso-internet-en-trabajos-1398761" /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"/&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"/&gt;&lt;embed src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=consejosusointernetentrabajos-090507040320-phpapp02&amp;stripped_title=consejos-uso-internet-en-trabajos-1398761" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div style="font-size:11px;font-family:tahoma,arial;height:26px;padding-top:2px;"&gt;View more &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/"&gt;presentations&lt;/a&gt; from &lt;a style="text-decoration:underline;" href="http://www.slideshare.net/redtic.centros"&gt;redtic.centros&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28483768-2855028153472996892?l=socionoticias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://socionoticias.blogspot.com/2009/08/como-evitar-o-copiar-e-colar-nos.html</link><author>jclaudiosantos@gmail.com (José Cláudio dos Santos Jr)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-28483768.post-3107222929108064883</guid><pubDate>Fri, 26 Jun 2009 03:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-26T00:13:43.954-03:00</atom:updated><title>Assine este abaixo-assinado: Lei do Silêncio Residencial</title><description>Todo cidadão tem o direito a chegar em sua casa no final de semana e, simplesmente, relaxar, sem que seu lar seja invadido por decibéis de música alheia. Podemos escolher morar ou não perto de um bar ou de uma boate, mas não temos como nos precaver de vizinhos mau educados e egocêntricos. Estabelecimento residencial é local para moradia, não para shows privados.&lt;br&gt; Este abaixo assinado será enviado para as esferas municipais, estaduais e federais de nosso Legislativo, estimulando-os à criação de uma &amp;quot;Lei do Silêncio Residencial&amp;quot;, independente de horários, advogando a obrigatoriedade das festas em playgrounds, residências e outros espaços não-comerciais utilizarem apenas MÚSICA AMBIENTE. &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/4523"&gt;&amp;gt;&amp;gt; Assine este abaixo-assinado &amp;lt;&amp;lt; &lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28483768-3107222929108064883?l=socionoticias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://socionoticias.blogspot.com/2009/06/assine-este-abaixo-assinado-lei-do.html</link><author>jclaudiosantos@gmail.com (José Cláudio dos Santos Jr)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-28483768.post-8477854484334969317</guid><pubDate>Thu, 04 Jun 2009 19:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-04T16:42:45.651-03:00</atom:updated><title>330 Livros Grátis</title><description>&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt; &lt;div&gt; &lt;div&gt; &lt;div&gt; &lt;table border="0" cellpadding="2" cellspacing="0" width="100%"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td width="100%"&gt; &lt;div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/div&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;/font&gt; &lt;ol type="1"&gt;&lt;font size="2"&gt; &lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2203" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Divina Comédia &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Dante Alighieri  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2353" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Comédia dos Erros &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-William Shakespeare  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16090" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Poemas de Fernando Pessoa &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Fernando Pessoa  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1888" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Dom Casmurro &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2199" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Cancioneiro &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Fernando Pessoa  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2347" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Romeu e Julieta &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-William Shakespeare  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1965" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Cartomante &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=15726" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Mensagem &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Fernando Pessoa  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1877" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Carteira &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2343" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Megera Domada &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-William Shakespeare  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2338" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Tragédia de Hamlet, Príncipe da Dinamarca &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-William Shakespeare  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2350" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Sonho de Uma Noite de Verão &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-William Shakespeare  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=24206" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;O Eu profundo e os outros Eus. &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Fernando Pessoa  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2081" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Dom Casmurro &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16740" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Do Livro do Desassossego &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Fernando Pessoa  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16113" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Poesias Inéditas &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Fernando Pessoa  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2351" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Tudo Bem Quando Termina Bem &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-William Shakespeare  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2003" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Carta &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Pero Vaz de Caminha  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1903" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Igreja do Diabo &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2341" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Macbeth &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-William Shakespeare  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2913" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Este mundo da injustiça globalizada &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-José Saramago  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2342" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Tempestade &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-William Shakespeare  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=19803" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;O pastor amoroso &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Fernando Pessoa  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1790" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Cidade e as Serras &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-José Maria Eça de Queirós  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=24204" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Livro do Desassossego &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Fernando Pessoa  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2174" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Carta de Pero Vaz de Caminha &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Pero Vaz de Caminha  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=15723" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;O Guardador de Rebanhos &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Fernando Pessoa  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2354" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;O Mercador de Veneza &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-William Shakespeare  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2200" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Esfinge sem Segredo &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Oscar Wilde  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2356" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Trabalhos de Amor Perdidos &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-William Shakespeare  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2038" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Memórias Póstumas de Brás Cubas &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2039" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Mão e a Luva &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2235" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Arte Poética &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Aristóteles  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2348" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Conto de Inverno &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-William Shakespeare  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2344" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Otelo, O Mouro de Veneza &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-William Shakespeare  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2349" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Antônio e Cleópatra &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-William Shakespeare  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1870" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Os Lusíadas &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Luís Vaz de Camões  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16641" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Metamorfose &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Franz Kafka  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16916" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Cartomante &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2346" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Rei Lear &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-William Shakespeare  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1973" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Causa Secreta &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16114" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Poemas Traduzidos &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Fernando Pessoa  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2339" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Muito Barulho Por Nada &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-William Shakespeare  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2345" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Júlio César &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-William Shakespeare  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1815" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Auto da Barca do Inferno &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Gil Vicente  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16598" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Poemas de Álvaro de Campos &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Fernando Pessoa  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=15728" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Cancioneiro &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Fernando Pessoa  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2137" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Catálogo de Autores Brasileiros com a Obra em Domínio Público &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Fundação Biblioteca Nacional  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1899" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Ela &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=15729" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;O Banqueiro Anarquista &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Fernando Pessoa  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16931" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Dom Casmurro &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2238" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Dama das Camélias &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Alexandre Dumas Filho  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16746" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Poemas de Álvaro de Campos &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Fernando Pessoa  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1975" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Adão e Eva &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2023" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Moreninha &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Joaquim Manuel de Macedo  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1941" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Chinela Turca &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2352" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;As Alegres Senhoras de Windsor &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-William Shakespeare  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2786" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Poemas Selecionados &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Florbela Espanca  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2134" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;As Vítimas-Algozes &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Joaquim Manuel de Macedo  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2029" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Iracema &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-José de Alencar  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1921" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Mão e a Luva &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2357" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Ricardo III &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-William Shakespeare  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1939" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;O Alienista &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=15725" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Poemas Inconjuntos &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Fernando Pessoa  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=3527" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Volta ao Mundo em 80 Dias &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Júlio Verne  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16915" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Carteira &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=15727" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Primeiro Fausto &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Fernando Pessoa  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2026" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Senhora &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-José de Alencar  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1775" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Escrava Isaura &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Bernardo Guimarães  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1923" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Memórias Póstumas de Brás Cubas &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1803" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Mensageira das Violetas &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Florbela Espanca  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1872" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Sonetos &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Luís Vaz de Camões  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1772" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Eu e Outras Poesias &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Augusto dos Anjos  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2650" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Fausto &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Johann Wolfgang von Goethe  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1844" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Iracema &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-José de Alencar  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16745" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Poemas de Ricardo Reis &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Fernando Pessoa  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2683" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Os Maias &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-José Maria Eça de Queirós  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1843" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;O Guarani &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-José de Alencar  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1881" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Mulher de Preto &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2249" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Desobediência Civil &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Henry David Thoreau  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2051" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Alma Encantadora das Ruas &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-João do Rio  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=17357" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Pianista &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16744" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Poemas em Inglês &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Fernando Pessoa  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16919" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Igreja do Diabo &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=17350" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Herança &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=17900" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A chave &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2066" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Eu &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Augusto dos Anjos  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2173" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;As Primaveras &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Casimiro de Abreu  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1972" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Desejada das Gentes &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16549" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Poemas de Ricardo Reis &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Fernando Pessoa  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2118" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Quincas Borba &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1915" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Segunda Vida &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2163" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Os Sertões &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Euclides da Cunha  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16739" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Poemas de Álvaro de Campos &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Fernando Pessoa  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2027" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;O Alienista &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=17707" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Don Quixote. Vol. 1 &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Miguel de Cervantes Saavedra  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2340" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Medida Por Medida &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-William Shakespeare  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2355" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Os Dois Cavalheiros de Verona &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-William Shakespeare  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=7545" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Alma do Lázaro &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-José de Alencar  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=17358" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Vida Eterna &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16917" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Causa Secreta &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=7632" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;14 de Julho na Roça &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Raul Pompéia  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=5779" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Divina Comedia &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Dante Alighieri  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2744" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;O Crime do Padre Amaro &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-José Maria Eça de Queirós  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2358" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Coriolano &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-William Shakespeare  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=17375" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Astúcias de Marido &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1847" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Senhora &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-José de Alencar  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16646" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Auto da Barca do Inferno &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Gil Vicente  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1734" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Noite na Taverna &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Manuel Antônio Álvares de Azevedo  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16953" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Memórias Póstumas de Brás Cubas &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=7436" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A &amp;quot;Não-me-toques&amp;quot;! &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Artur Azevedo  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1792" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Os Maias &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-José Maria Eça de Queirós  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2098" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Obras Seletas &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Rui Barbosa  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16920" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Mão e a Luva &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=7521" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Amor de Perdição &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Camilo Castelo Branco  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1897" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Aurora sem Dia &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2255" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Édipo-Rei &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Sófocles  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1835" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;O Abolicionismo &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Joaquim Nabuco  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1951" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Pai Contra Mãe &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1723" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;O Cortiço &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Aluísio de Azevedo  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2359" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Tito Andrônico &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-William Shakespeare  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16925" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Adão e Eva &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1800" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Os Sertões &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Euclides da Cunha  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2042" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Esaú e Jacó &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2631" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Don Quixote &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Miguel de Cervantes  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2053" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Camões &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Joaquim Nabuco  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=17371" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Antes que Cases &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=17354" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A melhor das noivas &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1802" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Livro de Mágoas &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Florbela Espanca  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2018" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;O Cortiço &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Aluísio de Azevedo  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1794" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Relíquia &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-José Maria Eça de Queirós  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2091" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Helena &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2198" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Contos &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-José Maria Eça de Queirós  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1947" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Sereníssima República &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2653" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Iliada &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Homero  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16586" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Amor de Perdição &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Camilo Castelo Branco  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1778" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Brasileira de Prazins &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Camilo Castelo Branco  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16841" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Os Lusíadas &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Luís Vaz de Camões  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1777" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Sonetos e Outros Poemas &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Manuel Maria de Barbosa du Bocage  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=24203" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Ficções do interlúdio: para além do outro oceano de Coelho Pacheco. &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Fernando Pessoa  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1913" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Anedota Pecuniária &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2123" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Carne &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Júlio Ribeiro  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2745" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;O Primo Basílio &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-José Maria Eça de Queirós  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=3768" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Don Quijote &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Miguel de Cervantes  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2204" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Volta ao Mundo em Oitenta Dias &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Júlio Verne  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1963" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Semana &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=17887" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A viúva Sobral &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2232" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Princesa de Babilônia &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Voltaire  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1786" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;O Navio Negreiro &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Antônio Frederico de Castro Alves  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2138" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Catálogo de Publicações da Biblioteca Nacional &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Fundação Biblioteca Nacional  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1938" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Papéis Avulsos &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=5031" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Eterna Mágoa &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Augusto dos Anjos  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16620" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Cartas D&amp;#39;Amor &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-José Maria Eça de Queirós  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1791" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;O Crime do Padre Amaro &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-José Maria Eça de Queirós  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1961" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Anedota do Cabriolet &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2112" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Canção do Exílio &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Antônio Gonçalves Dias  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16918" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Desejada das Gentes &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16517" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Dama das Camélias &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Alexandre Dumas Filho  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=17708" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Don Quixote. Vol. 2 &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Miguel de Cervantes Saavedra  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=17359" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Almas Agradecidas &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1789" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Cartas D&amp;#39;Amor - O Efêmero Feminino &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-José Maria Eça de Queirós  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1878" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Contos Fluminenses &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2654" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Odisséia &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Homero  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1949" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Quincas Borba &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16923" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Mulher de Preto &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16926" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Balas de Estalo &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1919" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Senhora do Galvão &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=7530" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;O Primo Basílio &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-José Maria Eça de Queirós  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=17352" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Inglezinha Barcelos &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2074" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Capítulos de História Colonial (1500-1800) &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-João Capistrano de Abreu  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=7531" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;CHARNECA EM FLOR &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Florbela Espanca  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1836" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Cinco Minutos &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-José de Alencar  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1969" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Memórias de um Sargento de Milícias &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Manuel Antônio de Almeida  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2047" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Lucíola &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-José de Alencar  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1894" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Parasita Azul &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2089" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Viuvinha &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-José de Alencar  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2301" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Utopia &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Thomas Morus  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1931" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Missa do Galo &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1785" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Espumas Flutuantes &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Antônio Frederico de Castro Alves  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2128" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;História da Literatura Brasileira: Fatores da Literatura Brasileira &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Sílvio Romero  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=5346" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Hamlet &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-William Shakespeare  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=7426" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Ama-Seca &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Artur Azevedo  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1948" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;O Espelho &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1891" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Helena &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1920" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;As Academias de Sião &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1856" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Carne &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Júlio Ribeiro  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=7529" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Ilustre Casa de Ramires &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-José Maria Eça de Queirós  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1837" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Como e Por Que Sou Romancista &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-José de Alencar  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=17370" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Antes da Missa &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=7616" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Alma Encantadora das Ruas &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-João do Rio  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=17424" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Carta &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Pero Vaz de Caminha  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=7534" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;LIVRO DE SÓROR SAUDADE &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Florbela Espanca  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=17355" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A mulher Pálida &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2062" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Americanas &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2239" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Cândido &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Voltaire  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2202" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Viagens de Gulliver &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Jonathan Swift  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=5934" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;El Arte de la Guerra &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Sun Tzu  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1979" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Conto de Escola &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1871" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Redondilhas &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Luís Vaz de Camões  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2271" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Iluminuras &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Arthur Rimbaud  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2293" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Schopenhauer &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Thomas Mann  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1784" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Carolina &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Casimiro de Abreu  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=3407" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A esfinge sem segredo &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Oscar Wilde  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2054" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Carta de Pero Vaz de Caminha. &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Pero Vaz de Caminha  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2037" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Memorial de Aires &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2028" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Triste Fim de Policarpo Quaresma &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Afonso Henriques de Lima Barreto  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=17941" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A última receita &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=19343" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;7 Canções &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Salomão Rovedo  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1738" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Antologia &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Antero de Quental  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16957" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;O Alienista &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1773" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Outras Poesias &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Augusto dos Anjos  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1996" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Alma Inquieta &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Olavo Bilac  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16110" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Dança dos Ossos &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Bernardo Guimarães  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16924" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Semana &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2078" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Diário Íntimo &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Afonso Henriques de Lima Barreto  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1756" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Casadinha de Fresco &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Artur Azevedo  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1889" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Esaú e Jacó &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1869" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Canções e Elegias &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Luís Vaz de Camões  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2127" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;História da Literatura Brasileira &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-José Veríssimo Dias de Matos  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=17353" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A mágoa do Infeliz Cosme &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1827" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Seleção de Obras Poéticas &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Gregório de Matos  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2140" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Contos de Lima Barreto &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Afonso Henriques de Lima Barreto  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1819" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Farsa de Inês Pereira &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Gil Vicente  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2124" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Condessa Vésper &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Aluísio de Azevedo  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1883" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Confissões de uma Viúva &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1895" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;As Bodas de Luís Duarte &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=7532" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;O LIVRO D&amp;#39;ELE &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Florbela Espanca  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2086" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;O Navio Negreiro &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Antônio Frederico de Castro Alves  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16667" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Moreninha &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Joaquim Manuel de Macedo  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1732" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Lira dos Vinte Anos &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Manuel Antônio Álvares de Azevedo  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2095" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Orgia dos Duendes &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Bernardo Guimarães  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=5858" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Kamasutra &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Mallanâga Vâtsyâyana  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1867" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Triste Fim de Policarpo Quaresma &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Afonso Henriques de Lima Barreto  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=17347" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Bela Madame Vargas &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-João do Rio  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2260" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Uma Estação no Inferno &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Arthur Rimbaud  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=17379" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Cinco Mulheres &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1988" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Confissão de Lúcio &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Mário de Sá-Carneiro  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16534" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;O Cortiço &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Aluísio Azevedo  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=7533" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;RELIQUIAE &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Florbela Espanca  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2108" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Minha formação &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Joaquim Nabuco  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=7428" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Conselho do Marido &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Artur Azevedo  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1814" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Auto da Alma &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Gil Vicente  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=7425" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;345 &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Artur Azevedo  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1928" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;O Dicionário &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1829" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Contos Gauchescos &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-João Simões Lopes Neto  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=17896" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A idéia do Ezequiel Maia &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=7536" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;AMOR COM AMOR SE PAGA &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-França Júnior  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2019" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Cinco minutos &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-José de Alencar  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1845" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Lucíola &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-José de Alencar  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1731" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Aos Vinte Anos &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Aluísio de Azevedo  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2101" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Poesia Interminável &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-João da Cruz e Sousa  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2638" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Alegria da Revolução &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Ken Knab  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2020" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;O Ateneu &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Raul Pompéia  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1861" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;O Homem que Sabia Javanês e Outros Contos &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Afonso Henriques de Lima Barreto  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=17376" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Ayres e Vergueiro &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2121" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Campanha Abolicionista &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-José Carlos do Patrocínio  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1916" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Noite de Almirante &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1848" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;O Sertanejo &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-José de Alencar  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=7524" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Conquista &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Coelho Neto  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1876" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Casa Velha &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1976" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;O Enfermeiro &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1788" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;O Livro de Cesário Verde &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-José Joaquim Cesário Verde  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1722" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Casa de Pensão &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Aluísio de Azevedo  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2126" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Luneta Mágica &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Joaquim Manuel de Macedo  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=3449" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Poemas &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Safo  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1852" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Viuvinha &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-José de Alencar  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1780" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Coisas que Só Eu Sei &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Camilo Castelo Branco  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2061" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Contos para Velhos &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Olavo Bilac  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=5246" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Ulysses &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-James Joyce  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=6924" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;13 Oktobro 1582 &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Luiz Ferreira Portella Filho  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2236" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Cícero &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Plutarco  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2021" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Espumas Flutuantes &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Antônio Frederico de Castro Alves  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16927" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Confissões de uma Viúva Moça &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=7617" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;As Religiões no Rio &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-João do Rio  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1964" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Várias Histórias &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=7389" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Arrábida &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Vania Ribas Ulbricht  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1875" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Bons Dias &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2256" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;O Elixir da Longa Vida &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Honoré de Balzac  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2222" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Capital Federal &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Artur Azevedo  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16580" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Escrava Isaura &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Bernardo Guimarães  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=17373" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;As Forças Caudinas &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1781" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Coração, Cabeça e Estômago &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Camilo Castelo Branco  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1874" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Balas de Estalo &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=7565" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;AS VIAGENS &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Olavo Bilac  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=6776" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Antigonas &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Sofócles  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=7429" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Dívida &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Artur Azevedo  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1745" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Sermão da Sexagésima &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Pe. Antônio Vieira  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1967" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Uns Braços &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1851" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Ubirajara &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-José de Alencar  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=6485" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Poética &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Aristóteles  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2064" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Bom Crioulo &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Adolfo Ferreira Caminha  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=7399" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Cruz Mutilada &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Vania Ribas Ulbricht  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=17360" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Antes da Rocha Tapéia &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2100" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Poemas Irônicos, Venenosos e Sarcásticos &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Manuel Antônio Álvares de Azevedo  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1893" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Histórias da Meia-Noite &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2000" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Via-Láctea &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Olavo Bilac  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2024" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;O Mulato &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Aluísio de Azevedo  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16622" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;O Primo Basílio &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-José Maria Eça de Queirós  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16727" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Os Escravos &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Antônio Frederico de Castro Alves  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2096" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Pata da Gazela &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-José de Alencar  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=7383" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;BRÁS, BEXIGA E BARRA FUNDA &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Alcântara Machado  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16725" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Vozes d&amp;#39;África &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Antônio Frederico de Castro Alves  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16987" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Memórias de um Sargento de Milícias &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Manuel Antônio de Almeida  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=7548" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;O que é o Casamento? &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-José de Alencar  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16518" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Harpa do Crente &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Vania Ribas Ulbricht  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2010" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Casa Fechada &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Roberto Gomes Ribeiro  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16675" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;As Asas de um Anjo (Comédia) &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-José de Alencar  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2201" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Béatrix &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Honoré de Balzac  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2033" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Diva &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-José de Alencar  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=7433" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Melhor Amiga &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Artur Azevedo  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16999" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;A Confissão de Lúcio &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Mário de Sá-Carneiro  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=7386" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;CONTOS AVULSOS &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Alcântara Machado  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2110" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Poemas Humorísticos e Irônicos &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-João da Cruz e Sousa  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1906" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Cantiga de Esponsais &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16972" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Quincas Borba &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=17377" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Brincar com fogo &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16940" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Helena &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2076" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Dentro da noite &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-João do Rio  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2488" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;O Livro da Lei &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Aleister Crowley  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2111" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Caramuru: poema épico do descobrimento da Bahia &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-José de Santa Rita Durão  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=16928" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Conto de Escola &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1984" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Memórias de um Sargento de Milícias &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Manuel Antônio de Almeida  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1735" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Poemas Malditos &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Manuel Antônio Álvares de Azevedo  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2013" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Ao Entardecer (contos vários) &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Visconde de Taunay  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=17400" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Felicidade pelo Casamento &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Machado de Assis  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2025" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Noite na Taverna &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Manuel Antônio Álvares de Azevedo  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=2011" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Cartas Chilenas &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Tomáz Antônio Gonzaga  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1730" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;O Mulato &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Aluísio de Azevedo  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1820" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Farsa do Velho da Horta &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Gil Vicente  &lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&amp;amp;co_obra=1804" target="_blank"&gt;&lt;font color="#4141a6"&gt;Amor com Amor se Paga &lt;/font&gt;&lt;/a&gt;-Joaquim José da França Júnior&lt;/li&gt;&lt;/font&gt;&lt;/ol&gt;  &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28483768-8477854484334969317?l=socionoticias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://socionoticias.blogspot.com/2009/06/330-livros-gratis.html</link><author>jclaudiosantos@gmail.com (José Cláudio dos Santos Jr)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-28483768.post-7286966532482992054</guid><pubDate>Wed, 20 May 2009 19:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-20T16:24:52.722-03:00</atom:updated><title>Ahhh, Fala Sério</title><description>&lt;div class="articleabstract"&gt; &lt;u&gt;Uma resposta espontânea e filosófica sobre a questão das cotas para negros&lt;/u&gt; &lt;/div&gt;  &lt;p&gt; &lt;/p&gt; Concordo totalmente quando críticos das cotas para negros carentes afirmam que, ao invés das cotas, devemos dar &amp;quot;educação e cultura para todos&amp;quot;... Entretanto, enquanto isso não acontece, o que fazemos com os milhões de estudantes negros filhos da miséria neste país? &lt;br&gt; &lt;br&gt;Proponho um rápido exercício de percepção. Olhem para fora, através da película de insulfilm de seus carros refrigerados, e verifiquem quantos negros encontram de terno e gravata pelos tribunais, pelas cadeiras das universidades, pelos meios de comunicação, pelas salas de médicos de hospitais (quantos dentistas negros já lhes atenderam?). Não encontraram muitos? Então observem os mendigos, os presidiários, as filas de hospitais públicos e, naquele vôo panorâmico de helicóptero que fizerem para mostrar o Rio, Cidade Maravilhosa, a algum amigo estrangeiro em visita, sobrevoem os campinhos de futebol de terra das favelas cariocas. Encontraram os negros deste país? &lt;br&gt; &lt;br&gt;Agora visitem de forma onisciente um Departamento de Recursos Humanos de uma empresa privada e observe um candidato negro e um candidato branco com a mesma formação, experiência e capacidade concorrendo a uma vaga para qualquer tipo de cargo. Qual terá, em sua opinião sincera, mais chances de êxito? &lt;br&gt; &lt;br&gt;Neste contexto, vocês acham que basta dizermos a esses jovens: &lt;br&gt; &lt;br&gt;- &amp;quot;Olha, como a solução correta não é a de cotas, é dar educação e cultura para todos, vocês continuem na miséria na qual já aprenderam a viver, que, um dia, nós vamos tornar o ensino público excelente, a ponto de poder concorrer com os belos colégios informatizados e climatizados da Zona Sul e Barra da Tijuca. Tudo bem que umas 3 gerações ainda serão condenadas a permanecer na exclusão intelectual, mas o que importa é que nós, agora, começamos a descobrir que temos que talvez pensar em algo que, em alguma medida, possa, quem sabe, talvez,a longo prazo, dependendo de certas variantes, provavelmente, solucionar a questão!!!&amp;quot; &lt;br&gt; &lt;br&gt;É isso? Condenar gerações porque a classe média/alta só agora, que viu seu filho perder a vaguinha gratuita na universidade pública para um negro pobre, descobriu a solução milagrosa da recuperação do ensino público e o discurso da igualdade entre todos os cidadãos? &lt;br&gt; &lt;br&gt;Expressando minha opinião, recorro a um ilustre filósofo de Belford Roxo que, em resposta a esses questionamentos, depois de muita reflexão e debate íntimo, diria, de forma brilhante: &lt;br&gt; &lt;br&gt;- Ahhh, fala sério!!!  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28483768-7286966532482992054?l=socionoticias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://socionoticias.blogspot.com/2009/05/ahhh-fala-serio.html</link><author>jclaudiosantos@gmail.com (José Cláudio dos Santos Jr)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-28483768.post-5217058946184151281</guid><pubDate>Fri, 01 May 2009 03:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-01T00:59:53.361-03:00</atom:updated><title>"Soja é que nem negro, uma vez que nasce é difícil de matar"</title><description>&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: inherit; font-style: inherit; font-variant: inherit; font-weight: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit; font-size-adjust: inherit; font-stretch: inherit;" valign="top"&gt;  &lt;br&gt;Comentário: A frase acima foi dita por um professor em sala de aula. Ele foi condenado por racismo.  A Universidade tentou defendê-lo dizendo que suas frases não carregavam sentido pejorativo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Deve ser porque, na lógica estúpida dele, comparou o negro a um produto valioso: a soja.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;font size="2"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;div&gt;    &lt;h1 style="font-family: times new roman,new york,times,serif;"&gt;&lt;font size="2"&gt;Professor universitário é condenado a pagar multa por racismo&lt;/font&gt;&lt;/h1&gt;    &lt;p&gt;Segundo o MPF, ele teria feito considerações preconceituosas em aula.&lt;br&gt;Réu dá aulas de Agronomia na Universidade Federal do Rio Grande Sul.&lt;/p&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;    &lt;div&gt;       &lt;p&gt;          &lt;b&gt; &lt;/b&gt;          &lt;span&gt;             &lt;span&gt;Do G1, em São Paulo&lt;/span&gt;          &lt;/span&gt;       &lt;/p&gt;    &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A 3ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4)         condenou, nesta terça-feira (28), um professor da faculdade de         Agronomia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) a         pagar multa civil por ato de racismo. O professor foi denunciado         em ação civil pública pelo Ministério Público Federal (MPF) por         ter feito em aula comentários racistas. Ele poderá recorrer da decisão.&lt;br&gt;         &lt;br&gt;         Segundo o tribunal, conforme a denúncia do MPF, o         acusado teria dito durante o primeiro dia de aula da disciplina         "Leguminosas de Grãos Alimentícios", em março de 2000, as         frases: "os negrinhos da favela só tinham os dentes brancos         porque a água que bebiam possuía fluor" e "soja é que nem negro,         uma vez que nasce é difícil de matar". &lt;br&gt;         &lt;br&gt;         À época, foi aberta uma comissão de sindicância na         faculdade, que concluiu que não havia conotação racista nas         afirmativas do professor e que este tinha "o intuito de criar um         ambiente mais descontraído no primeiro dia de aula", e ainda,         que teria feito uso de expressões informais usuais no meio rural         relacionadas à raça negra. &lt;br&gt;         &lt;br&gt;         O MPF ajuizou a ação, julgada pela 6ª Vara Federal         de Porto Alegre, que foi considerada improcedente. A         Procuradoria recorreu ao TRF alegando que houve ação         discriminatória e racista e provocado constrangimento e         indignação em todos os presentes, principalmente o único aluno         negro presente.&lt;/p&gt;     &lt;p&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p&gt;         &lt;b&gt;Defesa&lt;/b&gt;     &lt;/p&gt;     &lt;p&gt;O acusado se defendeu alegando ter dito as frases sem intenção         pejorativa e que valera-se de ditado corrente na zona rural,         costumeiro em agricultores de origem italiana, que teria um         conteúdo positivo, relativo ao vigor da raça negra. Entretanto,         conforme alunos que testemunharam o fato, ele teria se retratado         ao final da aula e em aulas posteriores tentado intimidar o         aluno ofendido.&lt;/p&gt;     &lt;p&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p&gt;De acordo com o TRF, o relator do processo, juiz federal Roger         Raupp Rios, entendeu que "é inequívoca a violação dos princípios         da legalidade, da impessoalidade e da moralidade". Segundo o         magistrado, um professor com o grau de intelectualidade do réu         não teria como ignorar o conteúdo racista nas expressões         utilizadas. &lt;br&gt;         &lt;br&gt;         O professor foi condenado a pagar multa civil no         valor de uma remuneração mensal do seu cargo universitário, que         será destinada ao fundo da ação civil pública, incluídas todas         as vantagens e adicionais que recebia quando ocorreu o fato.&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28483768-5217058946184151281?l=socionoticias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://socionoticias.blogspot.com/2009/05/soja-e-que-nem-negro-uma-vez-que-nasce.html</link><author>jclaudiosantos@gmail.com (José Cláudio dos Santos Jr)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-28483768.post-1863029410364520169</guid><pubDate>Thu, 30 Apr 2009 10:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-30T07:41:48.362-03:00</atom:updated><title>Jovem é preso acusado de racismo pela internet no Paraná</title><description>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(83, 83, 83); font-family: &amp;#39;Trebuchet MS&amp;#39;; font-size: 11px; "&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 11px !important; color: rgb(83, 83, 83); margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;  &lt;a href="http://oglobo.globo.com/cidades/mat/2009/04/29/jovem-preso-acusado-de-racismo-pela-internet-no-parana-755503229.asp"&gt;O GLOBO&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 11px !important; color: rgb(83, 83, 83); margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;  CURITIBA - Um jovem de 21 anos foi preso nesta quarta-feira em Rolândia, norte do Paraná, suspeito de praticar o crime de racismo pela internet. A Polícia Federal (PF) de Londrina cumpriu quatro mandados de busca e apreensão e vai investigar a prática do crime. Policiais apreenderam materiais que podem comprovar a prática de preconceito racial e regional.&lt;/p&gt;  &lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 11px !important; color: rgb(83, 83, 83); margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;- Geralmente as pessoas utilizam subterfúgios para não serem identificados. Mas esse rapaz não tomou cuidado - afirmou o delegado da PF, Evaristo Kuceki.&lt;/p&gt;  &lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 11px !important; color: rgb(83, 83, 83); margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;Segundo o delegado, o rapaz, que não teve o nome divulgado porque o inquérito corre em segredo de Justiça, teria confessado a prática.&lt;/p&gt;  &lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 11px !important; color: rgb(83, 83, 83); margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;- Ele já nos confessou e disse que a princípio seria uma brincadeira - contou Kuceki.&lt;/p&gt;  &lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 11px !important; color: rgb(83, 83, 83); margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;As investigações apontaram que o jovem acessava a internet por meio de computadores de quatro lugares diferentes, entre casas de parentes e uma lan house. O suspeito pode pegar de dois a cinco anos de reclusão, previstos no artigo 20 da lei 7716/1989, se for confirmada a prática do crime.&lt;/p&gt;  &lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 11px !important; color: rgb(83, 83, 83); margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;- É uma brincadeira muito séria e que pode levar à prisão - afirmou o delegado.&lt;/p&gt;  &lt;p style="padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; font-size: 11px !important; color: rgb(83, 83, 83); margin-top: 10px; margin-right: 0px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; "&gt;De acordo com ele, serão analisados quatro discos rígidos, um pen drive e um notebook, apreendidos pela PF.&lt;/p&gt;  &lt;/span&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28483768-1863029410364520169?l=socionoticias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://socionoticias.blogspot.com/2009/04/jovem-e-preso-acusado-de-racismo-pela.html</link><author>jclaudiosantos@gmail.com (José Cláudio dos Santos Jr)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-28483768.post-7399945498481669379</guid><pubDate>Thu, 19 Feb 2009 12:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-19T09:33:45.866-03:00</atom:updated><title>A lista dos partidos mais corruptos</title><description>&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: inherit; font-style: inherit; font-variant: inherit; font-weight: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit; font-size-adjust: inherit; font-stretch: inherit;" valign="top"&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Comentário: interessante estes dados recuperados na web. Entre os grandes, o primeiro colocado em corrupção é o PMDB (com 30 parlamentares citados). Depois vem o PSDB (com 20), o DEM (com 19) e finalmente o PT (16).&lt;/span&gt;&lt;br style="font-weight: bold;"&gt; &lt;br&gt;&lt;h2 style="text-align: center;"&gt;&lt;font size="2"&gt;Um terço dos parlamentares tem problemas com Justiça e Tribunais de Conta, aponta Projeto Excelências&lt;/font&gt;&lt;/h2&gt; 						&lt;p&gt;&lt;span&gt;15/06&lt;/span&gt; - &lt;span&gt;09:50&lt;/span&gt;&lt;span&gt;, atualizada às 16:21 15/06&lt;/span&gt; - &lt;font&gt;Nara Alves, repórter iG no Rio&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; 						 						&lt;div&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;					 						&lt;div&gt; 							&lt;p&gt;&lt;b&gt;RIO DE JANEIRO – Cerca de um terço dos parlamentares brasileiros, entre deputados e senadores, tem problemas com a Justiça e com Tribunais de Contas. É o que aponta a pesquisa realizada pelo &lt;a href="http://www.excelencias.org.br/casa.php?cs=26" target="_blank"&gt;Projeto Excelências&lt;/a&gt;, da organização não-governamental &lt;a href="http://www.transparencia.org.br/index.html" target="_blank"&gt;Transparência Brasil&lt;/a&gt;. O site do projeto, hospedado no Portal iG, disponibiliza as ocorrências com o nome e a legenda de cada representante. "É deprimente que haja esse número exagerado de gente com ocorrências em processos criminais", avalia o diretor-executivo da ONG, Cláudio Abramo.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;span&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Dos 80 senadores, 28 (ou 35%) são citados em ocorrências. Na Câmara dos Deputados, 160 dos 513 (ou 31%) estão envolvidos em algum escândalo ou denúncia. Na Assembléia Legislativa de São Paulo, a porcentagem sobe para 39%, atingindo 37 dos 94 deputados estaduais. A maior parte das ocorrências são processos criminais por peculato e compra de votos, processos em Tribunais de Contas por multas e licitações irregulares. &lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"É espantoso que os partidos políticos dêem guarita a esses parlamentares. Como aceitam candidatos assim?", questiona Abramo. Para o diretor-executivo da ONG, as legendas deveriam proibir um político de se candidatar a um cargo público enquanto estivesse com problemas na Justiça ou com Tribunais de Contas. "Não é uma questão legal, mas deveria ser uma questão dos partidos", sugere.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Na Câmara&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O diretor-executivo da ONG Transparência Brasil ressaltou a gravidade de algumas das acusações envolvendo parlamentares. "Eles respondem a processos gravíssimos na Justiça", afirmou. O deputado Asdrúbal Bentes (PMDB-PA), por exemplo, é acusado de fazer laqueaduras em troca de votos. Já Beto Mansur (PP-SP) responde por manter trabalho escravo. Paulo Magalhães (DEM-BA) responde por lesão corporal. Muitos são investigados, ainda, por denúncias feitas pelas Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) como as do mensalão e sanguessuga.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os deputados Neudo Campos (PP-RR) e Paulo Maluf (PP-SP) são um dos que mais apresentam ocorrências com a Justiça, com acusações de corrupção, formação de quadrilha e peculato. Abelardo Camarinha (PSB-SP) é indiciado por licitação ilegal e responde a diversas ações&amp;nbsp; no&amp;nbsp; TRE-SP. Já Alexandre Silveira (PPS-MG) responde a diversas ações e deve esclarecimentos ao Tribunal de Contas da União por irregularidades em sua passagem pelo Departamento Nacional de Infra-estrutura e Transportes (Dnit). &lt;/p&gt;  &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;"&gt;O parlamentar Antonio Thame (PSDB-SP) tem 18 contratos sob investigação em Piracicaba, onde foi prefeito. Outros ex-prefeitos, Antonio Carlos Pannunzio (PSDB-SP), de Sorocaba, e Francisco Rossi (PMDB-SP), de Osasco, Severiano Alves (PDT-BA), de Saúde, Zé Gerardo (PMDB-CE), de Caucaia, e&amp;nbsp; Reinaldo Nogueira (PDT-SP), de Indaiatuba, também repondem por crime de responsabilidade. Jader Barbalho (PMDB-PA) responde a quatro ações no STF.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; O ex-ministro dos Transportes Eliseu Padilha (PMDB-RS) reponde a um processo sigiloso no STF. A lista cita, ainda, Clodovil Hernandes (PTC-SP), indiciado por crime ambiental.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;No Senado&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Entre os senadores, as legendas com mais políticos citados são PMDB, com nove parlamentares, PSDB, com seis, e o DEM, com quatro. O PTB tem três senadores listados, o PR tem dois. Já PSB, PP, PCdoB e PT&amp;nbsp; têm um.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Os senadores mais comprometidos com a Justiça são Cícero Lucena (PSDB-PB), com processos no Supremo Tribunal Federal (STF) por crimes contra a administração pública, Expedito Júnior (PR-RO), com ações por compra de votos, Fernando Collor (PTB-AL), por peculato, corrupção e crime contra administração pública, João Ribeiro (PR-TO), por manter trabalho escravo&amp;nbsp; e&amp;nbsp; Raimundo Colombo (DEM-SC), por improbidade administrativa. Já o senador Wellington Salgado (PMDB-MG) deve ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os partidos que mais contam com deputados federais comprometidos com a Justiça são: PMDB, com 30 nomes, PSDB, com 20, DEM, com 19, e PT, com 16. &lt;/span&gt;As demais legendas somaram 69 parlamentares, com mais ocorrências no PP, PTB, PR e PDT. As ocorrências mais recorrentes são de irregularidades acusadas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e Tribunal de Contas do Estado (TCE) de origem do parlamentar, além de processos no Superior Tribunal de Justiça (STJ) por crimes contra administração pública. &lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="WgoR0d"&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28483768-7399945498481669379?l=socionoticias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://socionoticias.blogspot.com/2009/02/lista-dos-partidos-mais-corruptos.html</link><author>jclaudiosantos@gmail.com (José Cláudio dos Santos Jr)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-28483768.post-830937015471031768</guid><pubDate>Wed, 04 Feb 2009 13:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-04T11:43:01.702-02:00</atom:updated><title>O perigo do discurso da "flexibilizacão nas leis trabalhistas"</title><description>&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: inherit; font-style: inherit; font-variant: inherit; font-weight: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit; font-size-adjust: inherit; font-stretch: inherit;" valign="top"&gt; Este artigo é de 2003. A Europa inteira passou por esta f&lt;font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;l&lt;/font&gt;exibi&lt;font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;l&lt;/font&gt;izacão. Os EUA já tinham aderido há tempos. O que aconteceu? Um monte de subempregos, que escondem o verdadeiro a&lt;font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;l&lt;/font&gt;cance da tragédia socia&lt;font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;l&lt;/font&gt;. Na Franca, por exempo, em jornadas parciais, sem garantias traba&lt;font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;l&lt;/font&gt;histas, estão 16% dos franceses, que vivem com menos de um sa&lt;font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;l&lt;/font&gt;ário mínimo...Agora com a ta&lt;font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;l&lt;/font&gt;  crise...o discurso vo&lt;font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;l&lt;/font&gt;ta de novo a infestar a mídia (&lt;font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;lógico, grupos de mídia são empresas, e a&lt;/font&gt;&lt;font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;lguns jorna&lt;/font&gt;&lt;font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;listas fazem o jogo dos patrões&lt;/font&gt;&lt;font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;)&lt;/font&gt;. A convu&lt;font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;l&lt;/font&gt;são socia&lt;font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2"&gt;l&lt;/font&gt; que se avizinha na Europa vem dessa &amp;quot;promessa de que com meio emprego todos estariam empregados&amp;quot;. Promessa que foi por terra este ano.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;div&gt;&lt;font size="3"&gt;DESEMPREGO&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; 	&lt;h1&gt;&lt;font size="3"&gt;Precariedade, subemprego e pobreza trabalhadora&lt;/font&gt;&lt;/h1&gt; 	&lt;div&gt;Num contexto de desregulamentação do mercado de trabalho, os assalariados em tempo parcial, mais numerosos que os desempregados, são os protagonistas do problema do subemprego (ou &lt;a href="http://diplo.uol.com.br/materia.php?id=655" target="_blank"&gt;emprego atípico&lt;/a&gt;) e da pobreza, que atinge sobretudo as mulheres.&lt;/div&gt; 	&lt;p&gt;&lt;a href="http://diplo.uol.com.br/_Margaret-Maruani_" target="_blank"&gt;&lt;br&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://diplo.uol.com.br/_Margaret-Maruani_" target="_blank"&gt;Margaret Maruani&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; 	&lt;p&gt;Nos Estados Unidos, o número de desempregados aumentou cerca de 5% entre janeiro e abril de 2003. Na Espanha, o desemprego atinge 11,9% da população economicamente ativa – o recorde europeu. Na Alemanha, chega a 10,7% e, na França, a 9,3%. E mais, essas cifras minimizam a realidade.&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Paralelamente, a imposição do trabalho em tempo parcial, os horários atípicos estão cada vez mais presentes e, atualmente, cerca de um assalariado em cada seis recebe uma remuneração inferior ao salário mínimo, na França. &lt;/span&gt;Os trabalhadores pobres – trabalhadoras, na maioria das vezes – já não são uma exclusividade norte-americana.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No inventário dos danos colaterais do desemprego, a desestabilização multiforme das condições de emprego (trabalho temporário, contratos por tempo determinado, estágios de todos os tipos), aparece como uma espécie de evidência, conhecida e reconhecida há muito tempo. Em compensação, de modo geral, o subemprego não aparece entre os males do desemprego. Porque se confunde, em parte, com o trabalho em tempo parcial que os estereótipos culturais qualificam sistematicamente de "bom para as mulheres".&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Na verdade, é impressionante ver como o trabalho em tempo parcial continua, com muita freqüência, sendo excluído de qualquer reflexão sobre emprego e desemprego. O assunto é relegado ao capítulo da diversificação do trabalho e, o que é pior, ao título "conciliação entre vida profissional e vida familiar", mas raramente abordado sob o ângulo da escassez de emprego.&lt;/p&gt;  &lt;h3&gt;A diversidade do "emprego atípico"&lt;/h3&gt; &lt;h4&gt;O subemprego não aparece entre os males colaterais do desemprego. Isso porque se confunde, em parte, com o trabalho em tempo parcial, "bom para as mulheres"&lt;/h4&gt; &lt;p&gt;No entanto, disfarçado no discurso sobre a redução da jornada de trabalho (RTT, conforme a sigla francesa), o trabalho em tempo parcial constitui o pilar do subemprego. Este encontra-se muitas vezes escondido na expressão "empregos atípicos", expressão genérica que engloba todos os tipos de emprego que, de uma maneira ou de outra, violam a norma do trabalho relativa ao contrato por tempo indeterminado e em tempo integral. Encontram-se contratos por tempo determinado, o trabalho temporário, os contratos de auxiliares e os estágios diversos – eufemisticamente denominados "formas particulares de emprego" –, assim como o trabalho em tempo parcial que, muitas vezes, corresponde a uma situação em que se trabalha menos do que se gostaria (&lt;i&gt;leia, nesta edição, o artigo, de Margaret Maruani, "Empregos atípicos"&lt;/i&gt;). Em forte alta nos últimos 20 anos, os empregos atípicos representam ¼ dos empregos&lt;span title="De acordo com as cifras apresentadas por Benoît Ferrandon, em &amp;#39;Population et emploi&amp;#39;, Les Cahiers Français n° 304, Paris, setembro-outubro de 2001."&gt;&lt;b&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Evidentemente, eles abrangem situações muito heterogêneas: o trabalho temporário, conhecido pela precariedade das condições que oferece, às vezes inclui também assalariados muito qualificados; alguns contratos por tempo determinado (CDD, conforme a sigla francesa), constantemente renovados, podem se revelar mais estáveis que contratos por tempo indeterminado (CDI, também conforme a sigla francesa) que levem à demissão.&lt;/p&gt;  &lt;h3&gt;Tempo parcial e subemprego&lt;/h3&gt; &lt;h4&gt;Em alta nos últimos 20 anos, o emprego atípico corresponde a 25% do postos, abrange situações heterogêneas e inclui muitos assalariados qualificados&lt;/h4&gt; &lt;p&gt;Por isso nem sempre se podem identificar os empregos temporários com a precariedade, mesmo que isto se mostre, de modo geral, justificado. De uma maneira ou de outra, essas diversas formas de emprego não estão somente "fora das normas". São caracterizadas também por uma instabilidade que as assimila à precariedade e que as aproxima do desemprego. Pois são freqüentemente as mesmas pessoas que oscilam entre contratos por tempo determinado, trabalho temporário, bicos e desemprego. São freqüentemente jovens, pouco qualificados&lt;span title="Segundo Olivier Chardon, &amp;#39;em março de 2001, 17% dos assalariados não-qualificados encontravam-se em CDD (7%), em trabalhos temporários (6%), em estágios (4%)&amp;#39; enquanto, em 1982, eram apenas 4%. Ler &amp;#39;Les transformations de l&amp;#39;emploi non qualifié depuis vingt ans&amp;#39;, INSEE Première n° 796, Paris, julho de 2001."&gt;&lt;b&gt;&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; e visivelmente em instabilidade permanente.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;Mas eles não são os únicos a trabalhar sob o rótulo da instabilidade. Os assalariados e assalariadas em tempo parcial fazem parte também do panorama da desregulamentação do mercado de trabalho. Raramente inscrito no âmbito da instabilidade do emprego, o tempo parcial está, no entanto, no cerne do problema. É aí, entre assalariados e assalariadas que trabalham doze, quinze ou vinte e cinco horas por semana&lt;span title="Com o tempo, a definição do trabalho em tempo parcial evoluiu muito. Na França, durante muitos anos considerou-se que o trabalho em tempo parcial começava a partir de uma jornada de trabalho inferior a, pelo menos, um quinto da jornada legal ou convencional do trabalho. Desde a lei de janeiro de 2000 (a chamada lei &amp;#39;Aubry 2&amp;#39;), considera-se assalariado em tempo parcial aquele cuja jornada de trabalho é inferior à duração legal ou convencional: portanto, desde então, diz respeito a todos aqueles que não trabalham em tempo integral."&gt;&lt;b&gt;&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;, que se encontra o maior número de pessoas em subemprego, ou seja, as que trabalham menos do que desejariam. As discussões sobre as 35 horas suprimem totalmente o problema: como enfocam todas as pessoas que aspiram trabalhar menos (que, efetivamente, são inúmeras), esquecem as que querem trabalhar mais e não conseguem. As que têm necessidade de um salário integral, mas somente encontram um emprego de tempo parcial.&lt;/p&gt;  &lt;h3&gt;Atividade feminina "à francesa"&lt;/h3&gt; &lt;h4&gt;Assalariados em tempo parcial fazem parte do panorama da desregulamentação do mercado de trabalho na medida em que concentram o subemprego&lt;/h4&gt; &lt;p&gt;Os debates sobre essa questão são uma síntese de má fé. Ao identificá-la a um "tempo escolhido", ao apresentá-la como uma arte de viver que permite a "conciliação entre vida familiar e vida profissional", apaga-se o problema do subemprego, apaga-se a questão dos baixos salários. E a questão é atribuída às mulheres.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Na França, como em toda a Europa, o trabalho em tempo parcial é apanágio das mulheres. Elas representam mais de 80% das pessoas que o desempenham. Mas, ao contrário de um grande número de vizinhos europeus, só recentemente surgiu na França. Seu desenvolvimento data precisamente do início da década de 80: atualmente, o número de pessoas que trabalha em tempo parcial – e que em 1980 era de cerca de 1 milhão e meio de pessoas – passou para pouco menos de 4 milhões. Ou seja, o trabalho em tempo parcial não constitui, na França, um componente do desenvolvimento da atividade feminina, pois, desde o início da década de 60, as mulheres entraram no mercado de trabalho em tempo integral. Essa constitui uma das características fortes do que se poderia denominar crescimento da atividade feminina "à francesa". O trabalho em tempo parcial ganhou força há uns 20 anos, devido à crise de emprego e sob o estímulo de políticas de grandes incentivos: ajudas financeiras aos empregadores para a criação de emprego em tempo parcial, abatimentos de cotizações sociais etc.&lt;/p&gt;  &lt;h3&gt;Pressões de ordem ideológica&lt;/h3&gt; &lt;h4&gt;Há 20 anos, com a crise do emprego, cresceu a atividade feminina "à francesa": mais de 80% dos que trabalham em tempo parcial são mulheres&lt;/h4&gt; &lt;p&gt;Obviamente, esse fenômeno abrange realidades sociais extremamente diversificadas. Para algumas mulheres, reduzir a jornada de trabalho é uma decisão individual. Para outras, cada vez em maior número, trata-se de uma lógica inteiramente diferente. Na verdade, há 20 anos, o trabalho em tempo parcial desenvolveu-se em alguns setores (comércio, hotelaria, restaurantes, serviços para particulares e para empresas) e em uma categoria profissional particular: mais da metade das pessoas neles empregadas são mulheres. Caixas, vendedoras, faxineiras... a maioria não escolheu ocupar um posto em tempo parcial. Prefeririam ter um emprego de algumas horas a ficarem desempregadas. Muitas delas trabalham por um salário bem inferior ao salário mínimo mensal e com horários fracionados e alternados.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Está na hora, então, de acabar com essa idéia de "escolha". Tempo escolhido, tempo submetido: apesar das aparências, a questão não é pertinente. O que significa "escolher", quando as pressões são tão fortes que não existem outras soluções? Quando os empregos propostos jamais são de tempo integral? Quando as obrigações da vida familiar se tornam extremamente complexas? As pressões não são apenas de ordem econômica e doméstica. São também – e intensamente – ideológicas: o trabalho em tempo parcial foi construído com todas as peças como a forma de emprego ideal para as mulheres.&lt;/p&gt;  &lt;h3&gt;Expansão dos baixos salários&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;Portanto, não se trata de saber se o trabalho em tempo parcial foi um pouco, muito, apaixonadamente ou de maneira alguma escolhido, mas de considerar suas conseqüências. Ao longo dos anos, tornou-se o símbolo da divisão sexual do mercado de trabalho. E segue a mesma dinâmica, tornou-se o motor da pobreza laboriosa. Na verdade, quem fala de trabalho em tempo parcial, fala, é evidente, de salários parciais. No entanto, durante muito tempo, o assunto continuou tabu na França. Como se os &lt;i&gt;working poor&lt;/i&gt; fossem uma exclusividade norte-americana.&lt;/p&gt;  &lt;h4&gt;Na França, a baixa remuneração está em expansão: 3,4 milhões de pessoas trabalham por salários inferiores ao mínimo. Entre elas, 80% são mulheres.&lt;/h4&gt; &lt;p&gt;Foi preciso esperar o final da década de 90 para ter dados precisos e para que emergisse, enfim, a questão dos baixos salários e da pobreza laboriosa. As pesquisas de Pierre Concialdi e Sophie Ponthieux&lt;span title="Ler, de Pierre Concialdi et Sophie Ponthieux, &amp;#39;Les bas salaires en France: quels changements depuis 15 ans?&amp;#39;, ed. Dares, Premières synthèses n° 48.1, Paris, 1997, e &amp;#39;L'emploi à bas salaire: les femmes d'abord&amp;#39;, Travail, Genre et Sociétés n° 1, Paris, 1999; ler também, de Pierre Concialdi, &amp;#39;Bas salaires et &amp;#39;travailleurs pauvres&amp;#39;&amp;#39;, Les cahiers français n° 304, Paris, setembro-outubro de 2001."&gt;&lt;b&gt;&lt;sup&gt;4&lt;/sup&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; o demonstram: na França, desde então, 3 milhões e 400 mil pessoas trabalham por um salário inferior ao SMIC (salário mínimo interprofissional de crescimento) mensal. Entre elas, 80% são mulheres. Desde o início da década de 80, os baixos salários (menos de 838 euros por mês, ou seja, cerca de 2 940 reais) estão em plena expansão. Correspondem a 11% dos assalariados e assalariadas em 1983 e a 17% em 2001. O crescimento dos salários baixíssimos (menos de 629 euros, por volta de 2 200 reais), foi ainda mais rápido: de 5% dos(as) assalariados(as) em 1983, passaram para 9% em 2001.&lt;/p&gt;  &lt;h3&gt;Estatística oficial maquia o assalariado pobre&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;Esse rápido aumento do número de salários inferiores ao salário mínimo legal está estreitamente ligado à multiplicação dos empregos em tempo parcial, que atingem 80% daqueles que têm baixos salários. Paralelamente ao crescimento desse tipo de emprego, observa-se, então, o delineamento de um processo de pauperização: o desenvolvimento de uma margem de &lt;i&gt;assalariados(as) pobres&lt;/i&gt;, ou seja, de pessoas que não estão desempregadas, nem são "excluídas", nem "recebem assistência", mas que trabalham sem conseguir ganhar sua subsistência.&lt;/p&gt;  &lt;h4&gt;Os que empregados em tempo parcial são 80% dos que têm baixos salários - eles não estão desempregados, mas não conseguem ganhar sua subsistência.&lt;/h4&gt; &lt;p&gt;Essas mulheres, em sua maioria, são apagadas da contabilidade oficial dos &lt;i&gt;working poor&lt;/i&gt; franceses. Por um lado, o Instituto Nacional de Estatística e de Estudos Econômicos (Insee) mantém, em sua definição de trabalhadores pobres, o limiar de 50% da renda mediana (ou seja, 534 euros, aproximadamente 1 870 reais, em 1996), e avalia seu número em apenas 1 milhão e 300 mil&lt;span title="Cifra de 1996, citada por Christine Lagarenne et Nadine Legendre em &amp;#39;Les travailleurs pauvres en France: facteurs individuels et familiaux&amp;#39;, Economie et statistique n° 335, Paris, 2000. Da mesma maneira, ler, de Jean-Michel Hourriez, &amp;#39;Avoir un emploi et être pauvre. Bas salaires, sous-emploi et chômage, quels liens avec la pauvreté?&amp;#39;, em France, portrait social 2001-2002, ed. Insee, Paris, outubro de 2001."&gt;&lt;b&gt;&lt;sup&gt;5&lt;/sup&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;. Por outro lado, ao optar por se basear em uma definição familiar (e não individual) de rendas, as estatísticas oficiais consideram 60% dos homens entre eles.&lt;/p&gt;  &lt;h3&gt;Desemprego feminino demais para chocar?&lt;/h3&gt; &lt;p&gt;Esse cálculo exclui uma grande parte dos baixos salários determinados pelo subemprego. Subestima a pauperização de uma parte do assalariado – e principalmente do assalariado feminino. No entanto, é preciso se render às evidências: em nosso país, os(as) assalariados(as) pobres são mais numerosos do que os desempregados. Foi preciso esperar muito tempo para que esses dados se tornassem públicos. Sem dúvida, será preciso esperar ainda mais tempo para que apareçam no debate social.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Se não é o caso, aliás, longe disso, de um desconhecimento dos fatos e das cifras, o esquecimento do sexo do emprego, que caracteriza a maioria das análises econômicas, é de deixar qualquer um desconcertado. Essa estranha falha de memória leva às perguntas: a pobreza dos trabalhadores seria extremamente feminina para ser chocante? O subemprego seria menos grave quando afeta o segundo sexo?&lt;/p&gt;  &lt;h3&gt;Tudo em nome do desemprego&lt;/h3&gt; &lt;h4&gt;É em nome do desemprego que se precariza o emprego e que se lançam algumas categorias na inatividade obrigatória, no subemprego e baixos salários&lt;/h4&gt; &lt;p&gt;A França do início do século XXI conta com 3 milhões e 400 mil pessoas que ganham menos que o salário mínimo. Mas, calma: não são trabalhadores pobres. A maioria é constituída por mulheres que procuram emprego para ter um salário parcial – um salário suplementar... Provavelmente, é aí que é preciso buscar a origem desse discernimento suspeito: uma tolerância social vergonhosa.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Revelar os números do desemprego não é algo evidente mas, pelo menos, sabemos disso. Em compensação, o subemprego e a pobreza dos trabalhadores continuam sendo a face escondida da crise de emprego. Pois o desemprego não é apenas a falta de emprego para um número considerável de pessoas. É também um meio de pressão sobre as condições de trabalho e de emprego de todos aqueles que trabalham. É em nome do desemprego que se precariza o emprego e que se lançam algumas categorias de assalariados(as) na inatividade obrigatória ou no subemprego, que se redefinem os ritmos de trabalho e que se impõe a aceitação de salários inferiores ao mínimo legal.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;(Trad.: &lt;b&gt;Wanda Caldeira Brant&lt;/b&gt;)&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;1 - De acordo com as cifras apresentadas por Benoît Ferrandon, em "Population et emploi", &lt;i&gt;Les Cahiers Français&lt;/i&gt; n° 304, Paris, setembro-outubro de 2001. &lt;br&gt; 2 - Segundo Olivier Chardon, "em março de 2001, 17% dos assalariados não-qualificados encontravam-se em CDD (7%), em trabalhos temporários (6%), em estágios (4%)" enquanto, em 1982, eram apenas 4%. Ler "Les transformations de l'emploi non qualifié depuis vingt ans", &lt;i&gt;INSEE Première&lt;/i&gt; n° 796, Paris, julho de 2001. &lt;br&gt; 3 - Com o tempo, a definição do trabalho em tempo parcial evoluiu muito. Na França, durante muitos anos considerou-se que o trabalho em tempo parcial começava a partir de uma jornada de trabalho inferior a, pelo menos, um quinto da jornada legal ou convencional do trabalho. Desde a lei de janeiro de 2000 (a chamada lei "Aubry 2"), considera-se assalariado em tempo parcial aquele cuja jornada de trabalho é inferior à duração legal ou convencional: portanto, desde então, diz respeito a todos aqueles que não trabalham em tempo integral. &lt;br&gt; 4 - Ler, de Pierre Concialdi et Sophie Ponthieux, "Les bas salaires en France: quels changements depuis 15 ans?", ed. Dares, &lt;i&gt;Premières synthèses&lt;/i&gt; n° 48.1, Paris, 1997, e "L'emploi à bas salaire: les femmes d'abord", &lt;i&gt;Travail, Genre et Sociétés&lt;/i&gt; n° 1, Paris, 1999; ler também, de Pierre Concialdi, "Bas salaires et 'travailleurs pauvres'", &lt;i&gt;Les cahiers français&lt;/i&gt; n° 304, Paris, setembro-outubro de 2001. &lt;br&gt;5 - Cifra de 1996, citada por Christine Lagarenne et Nadine Legendre em "Les travailleurs pauvres en France: facteurs individuels et familiaux", &lt;i&gt;Economie et statistique&lt;/i&gt; n° 335, Paris, 2000. Da mesma maneira, ler, de Jean-Michel Hourriez, "Avoir un emploi et être pauvre. Bas salaires, sous-emploi et chômage, quels liens avec la pauvreté?", em &lt;i&gt;France, portrait social 2001-2002&lt;/i&gt;, ed. Insee, Paris, outubro de 2001.&lt;/p&gt; 	&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28483768-830937015471031768?l=socionoticias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://socionoticias.blogspot.com/2009/02/o-perigo-do-discurso-da-flexibilizacao.html</link><author>jclaudiosantos@gmail.com (José Cláudio dos Santos Jr)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-28483768.post-4214035452484240967</guid><pubDate>Sun, 01 Feb 2009 00:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-31T22:09:36.762-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Discriminação</category><title>ORKUT: Racismo tem divulgação disfarçada</title><description>&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td   style="font-style: inherit; font-variant: inherit; font-weight: inherit; line-height: inherit; font-size-adjust: inherit; font-stretch: inherit;font-family:inherit;font-size:inherit;" valign="top"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Comentário: Matéria perdida na rede. Interessante.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reporter Socia&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);" &gt;&lt;b&gt;L&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;.29/08/2005 17:32h&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                        &lt;span style="color:#ff6633;"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff6633;"&gt;&lt;b&gt;ORKUT SEM LEI - Racismo tem divulgação disfarçada&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O controle de comunidades assumidamente racistas no Orkut vem ocorrendo com um certo sucesso. Diante da vigilância dos negros, ou mesmo da Justiça, elas são obrigadas a sobreviver com perfis falsos e duram poucos dias ou semanas. Mas o racismo prossegue a todo vapor no sítio com 6 milhões de brasileiros:&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; ele aparece nas comunidades contra "manos" e disfarçado de brincadeira em comunidades que em tese não propagam a discriminação.&lt;/span&gt; Em muitos casos, o preconceito tem nome e sobrenome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A carioca Alessandra Salles participa de uma discussão na comunidade &lt;i&gt;Eu odeio a Preta Gil&lt;/i&gt; sobre "qual bicho ela parece". "Saca só o nariz na foto da comunidade, agora olhe a boca dela... na hora eu lembrei de um gorila", afirma. Vanessa Siqueira também participa e compara a cantora a um "macaco". A filha do Ministro da Cultura é comparada por 53 brancos, dois negros e quatro pessoas sem foto a inúmeros outros bichos, em comentários que reproduzem o rebaixamento histórico dos afrodescendentes à condição de animais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa comunidade tem mais de 20.000 pessoas, quase o mesmo número da &lt;i&gt;Anti-cotas Raciais&lt;/i&gt;. Um direito legítimo, o de ser contra as cotas. Mas que vira porta de entrada para avaliações como a do carioca Eduardo Chueri:&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; "Na cultura negra balançar a bunda é legal. Se você é um negro preguiçoso, então é um cara maneiro e sangue bom. O dia que os negros começarem a pensar como japoneses, vão notar o como é fácil passar no vestibular."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Eles odeiam "manos"&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas os racistas utilizam como maior recurso a criação ou utilização de comunidades contra "manos". Esse termo está ligado a jovens de periferia, em boa parte adeptos da cultura hip-hop, mas é utilizado pelos jovens de classe média em relação aos pobres e negros que, segundo eles, "invadem os shoppings". Nas fotos de apresentação dessas dezenas de comunidades aparece sempre um jovem negro. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Algumas delas, como &lt;/span&gt;&lt;i style="font-weight: bold;"&gt;Mate um mano/plante uma árvore&lt;/i&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;, pregam explicitamente a violência.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em &lt;i&gt;Eu odeio as Minas Mano&lt;/i&gt;, o paulista Fernando Rabello avalia: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;"O mais engraçado das minamano é quando elas vão sair e usam aqueles cabelos cheios de creme. Ô racinha pra ter cabelo ruim!"&lt;/span&gt; Michael Pires, que declara ter 19 anos, escancara, na comunidade com mais de 30.000 pessoas: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;"Sou preconceituoso, sim. E quero que todos os manos vão se foder."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma mídia com 6 milhões de pessoas, o preconceito se espalha. Há comunidades com nomes como &lt;i&gt;Manos estragam Sorocaba e Manos estragam Poços&lt;/i&gt;. Poços, no caso, é a mineira Poços de Caldas. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mas são os paulistas que estão à frente da discriminação no Orkut. Bauru, Rio Claro, São Carlos, Valinhos e Botucatu são outras cidades do interior paulista onde milhares de jovens declaram seu preconceito contra os "manos" e discutem "como acabar com eles". &lt;/span&gt;A comunidade sorocabana &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;tem quase 2.000 membros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há um desejo recorrente de ver "os manos fora dos shoppings". Na verdade, mais do que isso.&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; "Devíamos fazer que nem os nazistas&lt;/span&gt;", diz na comunidade &lt;i&gt;Eu odeio os manos de shopping&lt;/i&gt; o título de um tópico postado por P. R. C. Junior, de Marília (SP). Ele não tem o nome divulgado aqui por aparentemente ter menos de 18 anos.&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; "Fiquei pensando em como essa raça miserável é um soco na cara da sociedade... aí me veio na cabeça que eles podem ser o que está atrasando o Brasil, assim como Hitler pensou que os judeus estavam acabando com a economia alemã..."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jovem prossegue em sua avaliação: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;"Mas no caso de Hitler ele estava errado... no nosso caso é verdade&lt;/span&gt;! Pense bem: são eles que assaltam, traficam drogas, picham muros, destroem patrimônio público e quando são pegos pela polícia somos nós que temos que pagar a estadia dos vagabundos na prisão. Imaginem se pegassem&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; toda essa raça e começarem a jogar na câmara de gás?&lt;/span&gt; Sei que &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;estou sendo utópico&lt;/span&gt;, mas seria uma bela solução." Nove outros internautas concordaram com Junior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Influência do dono&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os moderadores influenciam diretamente o andamento das comunidades. A começar da escolha das fotos. Uma das descrições é repetida em vários fóruns. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;"Se você é que nem eu e quer exterminar essa raça entre na comunidade e discuta sobre esse lixo que são os manos"&lt;/span&gt;, escreve o dono da comunidade &lt;i&gt;Eu odeio manos&lt;/i&gt;. O dono do fórum &lt;i&gt;BS- Black Service&lt;/i&gt; (em referência à expressão racista "serviço de preto") é o mesmo de &lt;i&gt;Mate um mano/plante uma árvore&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em &lt;i&gt;Eu odeio o Alexandre Pires&lt;/i&gt;, o moderador avisa que ali não há espaço para racismo mas mesmo assim há várias tentativas nesse sentido – como um tópico na quinta-feira, onde o cantor, a exemplo de Preta Gil, é também comparado a um macaco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi por ter supostamente chamado de "macaco" o jogador Grafite, do São Paulo, que o argentino DeSabato foi preso este ano após jogo no Morumbi. Em junho, o promotor Christiano Jorge Santos, denunciou em São Paulo &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Leonardo Viana da Silva, de 20 anos, por racismo praticado no Orkut. No seu caso, o perfil dizia: "Odeio preto". Segundo Santos, Silva confirmou ser racista no depoimento à promotoria. O crime praticado através de meio de comunicação prevê pena de reclusão de 2 a 5 anos, mais multa. Como ele fez quatro depoimentos racistas no Orkut, foi denunciado cinco vezes. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o Ministério Público, qualquer internauta pode ser punido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Alceu Luís Castilho, Jéssika Torrezan e Lígia Ligabue&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Lista de comunidades:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Eu odeio as "Minas Mano" &lt;/i&gt;- 31.323 membros – (Nº da comunidade 267420)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;P.q.Pariu,eu odeio a Preta Gil &lt;/i&gt;- 20.167 membros – (Nº 79266)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Anti-cotas raciais &lt;/i&gt;- 18.031 membros – (Nº 40260)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Eu odeio mina q paga de mano &lt;/i&gt;- 6.556 membros – (Nº 1379753)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Eu não comeria a Preta Gil &lt;/i&gt;- 5.580 membros (Nº 92727)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Eu odeio os manos de shopping! &lt;/i&gt; - 3.532 membros – (Nº 774201)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Eu odeio mano &amp;amp; maloqueiro &lt;/i&gt;- 1.991 membros – (Nº1321197)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Manos Estragam Sorocaba! &lt;/i&gt;1.836 membros – (Nº 902121)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Já arranjei briga com mano &lt;/i&gt;- 951 membros – (Nº 1326410)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Os Manos estragam Poços! &lt;/i&gt;- 930 membros – (Nº 1444511)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Eu odeio os manos de Bauru &lt;/i&gt;- 598 membros – (Nº 705014)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Eu odeio mano!! &lt;/i&gt; 565 membros – (Nº 665182)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Nós odiamos manos! &lt;/i&gt;- 553 membros – (Nº 879665)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Odiamos Os Manos De São Carlos &lt;/i&gt;- 484 membros – (Nº 1689532)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Mate um mano/plante uma árvore &lt;/i&gt;- 454 membros – (Nº 2866537)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Manos da Catedral... Sucks! &lt;/i&gt; (Botucatu) - 443 membros – (Nº 431265)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Odeio os manos do shops de Rc&lt;/i&gt; (Rio Claro) - 359 membros – (Nº 945736)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Eu odeio "Manos" &lt;/i&gt;- 325 membros – (Nº 866303)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Odeio os manos de Rolândia &lt;/i&gt;- 200 membros – (Nº&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Odeio mano&lt;/i&gt; - 369 membros – (Nº 233749)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Eu odeio "Mano Fucker" &lt;/i&gt; - 279 membros – (Nº 701800)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Eu odeio mano&lt;/i&gt; - 240 membros – (Nº 1142216)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Seja um humano, não um mano &lt;/i&gt;- 217 membros – (Nº 4217930)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Os manos tomaram conta de TB&lt;/i&gt; (Telêmaco Borba) – 152 membros – (Nº 3273580)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Odeio os manos de Valinhos &lt;/i&gt;- 125 membros – (Nº 1854510)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;BS – Black Service &lt;/i&gt;- 69 membros – (Nº 2421397)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Eu odeio os manos de Marília &lt;/i&gt;- 48 membros – (Nº 1980847)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Odeio os manos de Arapongas &lt;/i&gt;- 46 membros – (Nº 3602584)&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28483768-4214035452484240967?l=socionoticias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://socionoticias.blogspot.com/2009/01/orkut-racismo-tem-divulgacao-disfarcada.html</link><author>jclaudiosantos@gmail.com (José Cláudio dos Santos Jr)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-28483768.post-4464652513392843883</guid><pubDate>Sun, 11 Jan 2009 10:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-31T22:09:04.484-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">História</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Educação</category><title>Sítio arqueológico descoberto em Angra por professora da UERJ será aberto à visitação</title><description>&lt;h3&gt;&lt;a href="http://www.uerj.br/modulos/kernel/index.php?modulo=noticias&amp;amp;cod_noticia=2829"&gt;UERJ - &lt;span class="noticia-data"&gt;25/11/2008&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h3&gt; 			 			&lt;p&gt;O sítio arqueológico, descoberto pela professora Nanci Vieira, do Laboratório de Antropologia Biológica da UERJ, no início dos anos 90, na praia de Piraquara, município de Angra dos Reis, se tornará em museu e será inaugurado no início de 2009. O projeto é o resultado de uma parceria entre o laboratório, a Eletronuclear, administradora das usinas nucleares de Angra e responsável pela região, e a Faperj, que financia as bolsas dos 35 jovens que aprendem na prática os fundamentos da arqueologia e educação patrimonial.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A praia onde se localiza o museu é pequena, porém riquíssima em áreas de interesse histórico, como explica a professora: "Naquela área você tem um sambaqui – um sitio pré-colonial – sítios oficinas pré-coloniais, edificações do século XVIII, e uma fortificação do início do século XIX, tudo isso numa praia de 300 metros" – explica&amp;nbsp; Nanci. A fortificação instalada pelos portugueses fazia parte de uma rede responsável por vigiar toda a costa do Rio de Janeiro e enviar as informações à Corte por meio de sinalizações com bandeiras, como descobriu a professora em uma outra pesquisa na região.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo Nanci, toda a área de Angra e Parati é rica em sítios arqueológicos ainda não descobertos, que precisam ser preservados. Este é um dos motivos pelos quais o projeto envolve os jovens moradores da região, inclusive indígenas, que aprendem sobre arqueologia e a importância de se preservar o patrimônio. "Os jovens passam a ser multiplicadores de conhecimento, ajudando a mapear e proteger as áreas de interesse arqueológico. Neste ano os bolsistas fizeram entrevistas com pessoas da região, o que permitiu que definíssemos algumas áreas onde serão feitos levantamentos sobre possíveis sítios arqueológicos" – explica a professora.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Um exemplo de importância da participação da comunidade na descoberta dos sítios arqueológicos é justamente a forma como a professora Nanci chegou até a praia de Piraquara. "Eu fui para a região de Angra, com o apoio de Furnas, em busca das aldeias canibais citadas pelo aventureiro Hans Staden em suas viagens pelo Brasil no século XVI. Lá eu encontrei um senhor que me falou de algumas 'pedras estranhas' na praia de Piraquara. Quando eu cheguei lá descobri que essas pedras eram, na verdade, polidores que os índios usavam para fazer suas ferramentas. Foi aí que eu encontrei e mapeei os sítios" – conta a professora.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O sítio-museu, que será aberto à visitação, está localizado na área de ocupação indígena pré-colonial, conhecida pelos arqueólogos como sambaqui, uma palavra de origem tupi usada para designar ocupações muito antigas de índios coletores de moluscos. Os interessados em fazer uma visita ao local devem entrar em contato com o centro de informações da Eletronuclear, responsável pela área de Piraquara, para agendar uma visita guiada aos sítios da região e aprender mais sobre essas fascinantes civilizações antigas.&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28483768-4464652513392843883?l=socionoticias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://socionoticias.blogspot.com/2009/01/stio-arqueolgico-descoberto-em-angra.html</link><author>jclaudiosantos@gmail.com (José Cláudio dos Santos Jr)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-28483768.post-1244621065991681651</guid><pubDate>Sat, 10 Jan 2009 03:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-31T22:08:28.271-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Discriminação</category><title>Pode ser uma "pessoa de cor"?</title><description>&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: inherit; font-style: inherit; font-variant: inherit; font-weight: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit; font-size-adjust: inherit; font-stretch: inherit;" valign="top"&gt; &lt;font size="3"&gt;&lt;font style="font-weight: bold;" size="2"&gt;Divirta-se. Ou vomite.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Obs. Rodrigo Vianna é branco!&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;h1&gt;&lt;font size="3"&gt;VIANNA: CLASSE MÉDIA NÃO QUER BABÁ &amp;quot;DE COR&amp;quot;&lt;/font&gt;&lt;/h1&gt;                   &lt;p&gt;Atualizado  em 24 de novembro de 2008 às 20:13 | Publicado em 24 de novembro de 2008 às 20:09&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;                                     &lt;p&gt;&lt;b&gt;CLASSE MÉDIA NÃO QUER BABÁ &amp;quot;DE COR&amp;quot;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a rel="nofollow" href="http://www.rodrigovianna.com.br/" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;de Rodrigo Vianna, em seu blog&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;i&gt;sexta-feira, 21 de novembro de 2008 às 13:10&lt;/i&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; Véspera do feriado da Consciência Negra. Minha mulher liga para uma agência de empregos, pedindo indicação de uma babá pra trabalhar em casa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; A coordenadora da agência, muito solícita, engata de primeira: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&amp;quot;pode ser uma pessoa &amp;quot;de cor&amp;quot;, &lt;/span&gt;ou a senhora tem alguma restrição?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 191); font-weight: bold;"&gt;Desculpe, mas muita gente que liga pra cá não quer babá &amp;quot;de cor&amp;quot;, por isso eu tô perguntando&amp;quot;.&lt;/span&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; Minha mulher disse que não tinha problema com isso, não. A moça do outro lado deu uma risada sem graça. Eu não dei risada quando minha mulher contou o episódio.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Achei patético. Essa é a classe média brasileira, pensei com meus botões.&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; A mesma classe média que escreve livros - também patéticos - para &amp;quot;provar&amp;quot; que &amp;quot;Não Somos Racistas&lt;/span&gt;&amp;quot;. Freud explica esse título na negativa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Já reparou nas crianças que cometem uma traquinagem? Quando o pai chega perto, sem perguntar nada, a criança já se entrega: &amp;quot;não fui eu&amp;quot;, &amp;quot;não fiz nada&amp;quot;. É o famoso processo da negação. &amp;quot;Não Somos racistas&amp;quot;... Sei.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Um dos argumentos desse povo que diz não haver racismo no Brasil chega a ser hilariante: &amp;quot;racismo não pode haver, porque raça não existe; é um conceito equivocado, que não se sustenta biologicamente&amp;quot;. Percebem a sutileza?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Como não existe raça, então não pode haver racismo. Pronto, está resolvido. Com isso, evita-se a discussão sobre preconceito, sobre nossa história de Escravidão, sobre a tradição de nossas elites que sempre trataram os negros como mercadoria.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Certa vez, troquei umas mensagens com esse personagem sinistro que, na direção do jornalismo da Globo, tenta provar sua tese de que &amp;quot;Não Somos Racistas&amp;quot;.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Eu escrevi pra ele, reclamando de uma reportagem sobre racismo, que fiz para o Jornal Nacional , mas que nunca foi ao ar (já contei esse episódio, numa entrevista para o Marcelo Salles, no site &amp;quot;Fazendo Media&amp;quot; &lt;a href="http://www.fazendomedia.com/novas/entrevista120407b.htm" target="_blank"&gt;http://www.fazendomedia.com/novas/entrevista120407b.htm&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Travei com esse personagem sinistro da Globo, por e-mail, um pequeno debate sobre o tema do racismo. Tentei lembrar a ele as raízes históricas do racismo no Brasil...&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; O sujeito teve o desplante de afirmar que nem na época Colonial o problema era tão sério, já que negros, muitas vezes, podiam ser proprietários de escravos... É de doer!&lt;/span&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; Negros podiam ser proprietários de escravos (em casos raríssimos), desde que escondessem sua condição de negros. Era a estratégia do branqueamento, que já foi estudada por dezenas de pesquisadores. Esse é o tipo do argumento que tenta provocar confusão: &amp;quot;olha, tanto faz a cor, havia negro escravo, negro proprietário de escravos...&amp;quot; Tenha dó.&lt;br&gt; &lt;br&gt; É gente assim que tenta derrubar as quotas para negros nas universidades, argumentando que isso - sim - provocaria &amp;quot;racismo&amp;quot;.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Felizmente, essa foi &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;uma das poucas áreas&lt;/span&gt; em que governo Lula avançou, sem medo. E avançou porque o movimento social pressionou. O fato é que as quotas se consolidam (apesar da gritaria dos &amp;quot;jornalistas&amp;quot; e &amp;quot;geógrafos&amp;quot; muito bem pagos para defender as teses de nossas elites), vão virar até lei nas Universidades Federais.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Para a gloriosa classe média brasileira, restará o papel patético (desculpem a repetição , mas é o adjetivo perfeito para esse povo) de estabelecer quotas ao contrário, vetando gente &amp;quot;de cor&amp;quot; para cuidar das criancinhas brancas do Leblon e de Higienópolis.&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28483768-1244621065991681651?l=socionoticias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://socionoticias.blogspot.com/2009/01/pode-ser-uma-pessoa-de-cor.html</link><author>jclaudiosantos@gmail.com (José Cláudio dos Santos Jr)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-28483768.post-3329119787579597447</guid><pubDate>Fri, 02 Jan 2009 11:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-31T22:08:38.541-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">História</category><title>A história do samba</title><description>&lt;p class="materiaTitulo" id="materiaTitulo"&gt;A história do samba&lt;/p&gt;          	                 	          &lt;p class="materiaSubtitulo"&gt;Saiba mais sobre o gênero que se transformou em identidade nacional e sofreu influências de diversos ritmos&lt;/p&gt;                                   	          &lt;p class="materiaAutor"&gt;GRAZIELA SALOMÃO&lt;/p&gt;&lt;p class="materiaAutor"&gt;&lt;a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG67538-5856,00-A+HISTORIA+DO+SAMBA.html"&gt;Revista Época&lt;/a&gt; 19/11/2004 - Edição nº 340 &lt;/p&gt; O samba, como conhecemos atualmente, tem origem afro-baiana, temperado com misturas cariocas. Nasceu da influência de ritmos africanos, adaptados para a realidade dos escravos brasileiros e, ao longo do tempo, sofreu inúmeras transformações de caráter social, econômico e musical até atingir as características conhecidas hoje.&lt;div id="materiaCorpo"&gt;  &lt;p&gt;O gênero, descendente do lundu (canto e dança populares no Brasil do século XVIII), começou como dança de roda originada em Angola e trazida pelos escravos, principalmente para a região da Bahia. Também conhecido por umbigada ou batuque, consistia em um dançarino no centro de uma roda, que dançava ao som de palmas, coro e objetos de percussão e dava uma &amp;#39;&amp;#39;umbigada&amp;#39;&amp;#39; em outro companheiro da roda, convidando-o a entrar no meio do círculo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Com a transferência, no meio do século XIX, da mão-de-obra escrava da Bahia para o Vale do Paraíba e, logo após, o declínio da produção de café e a abolição da escravatura, os negros deslocaram-se em direção a capital do país, Rio de Janeiro.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Instalados nos bairros cariocas de Gamboa e Saúde, eles dariam início à divulgação dos ritmos africanos na Corte. Eram nas casas das tias baianas, como Amélia, Ciata e Prisciliana, que aconteciam as festas de terreiro, as umbigadas e as marcações de capoeira ao som de batuques e pandeiros. Essas manifestações culturais propiciariam, conseqüentemente, a incorporação de características de outros gêneros cultivados na cidade, como a polca, o maxixe e o xote. O samba carioca urbano ganha a cara e os ritmos conhecidos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em 1917 foi gravado em disco o primeiro samba chamado &amp;#39;&amp;#39;Pelo Telefone&amp;#39;&amp;#39;. A música, de autoria reivindicada por Donga (Ernesto dos Santos), geraria polêmica uma vez que, naquele tempo, a composição era feita em conjunto. Essa canção, por exemplo, foi criada numa roda de partido alto (pessoas que partilhavam dos antigos conhecimentos do samba e designava música de alta qualidade), do qual também participaram Mauro de Almeida e Sinhô (José Barbosa da Silva), que se auto-intitulou &amp;#39;&amp;#39;o rei do samba&amp;#39;&amp;#39;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Após a primeira gravação, o samba conquistaria o mercado fonográfico e, com a inauguração do rádio em 1922 - único veículo de comunicação em massa até então -, alcançaria as classes médias cariocas. O novo estilo seria, ainda, abraçado e redimensionado por filhos de classe média, como o ex-estudante de Medicina Noel Rosa e o ex-estudante de Direito, Ari Barroso, através de obras memoráveis como &amp;#39;&amp;#39;Tarzan, o filho do alfaite&amp;#39;&amp;#39; e &amp;#39;&amp;#39;Aquarela do Brasil&amp;#39;&amp;#39;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O advento do rádio ainda transformaria nomes como Francisco Alves, Orlando Silva e Carmen Miranda em grandes ídolos do samba.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;As escolas de samba do Rio de Janeiro&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Entre as décadas de 20 e 30, o gênero ganharia muitas variações tais como o samba-enredo, o samba-choro e o samba-canção. É desse período, também, o surgimento dos sambas criados para os grandes blocos de Carnaval. A primeira escola de samba surgiria em 1929 no Estácio - tradicional bairro de boêmios e da malandragem da cidade. Chamada de &amp;#39;Deixa Falar&amp;#39;, fez sua primeira aparição na Praça Onze como um bloco de corda e inovava no ritmo: a nova batida era capaz de contagiar qualquer folião, diferentemente dos sons anteriores mais monótonos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No ano seguinte, novas cinco escolas surgiriam para participar do desfile na Praça Onze: a &amp;#39;&amp;#39;Cada Ano Sai Melhor&amp;#39;&amp;#39; (do Morro de São Carlos), a &amp;#39;&amp;#39;Estação Primeira de Mangueira&amp;#39;&amp;#39;, a &amp;#39;&amp;#39;Vai como Pode&amp;#39;&amp;#39; (atual Portela), a &amp;#39;&amp;#39;Para o Ano Sai Melhor&amp;#39;&amp;#39; (do Estácio) e a &amp;#39;&amp;#39;Vizinha Faladeira&amp;#39;&amp;#39; (das redondezas da Praça Onze). Com a repercussão do gênero, a cada ano surgiam mais escolas para participar dos desfiles de Carnaval. &lt;br&gt; #Q:A história do samba - Continuação:# &lt;br&gt; &lt;b&gt;As transformações do samba&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O gênero que conquistou o título de identidade do Brasil dentro do país e no exterior, também cativou muitos adeptos no cenário artístico. Cada um deles deu sua contribuição ao estilo, surgindo diferente ramificações do tradicional samba.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O baiano Dorival Caymmi emprestou um pouco do seu refinamento às canções enquanto o também conterrâneo Batatinha incorporaria seu sotaque regional a enredos tristes. O paulistano Adoniran Barbosa encheria suas músicas com seu humor sarcástico enquanto o gaúcho Lupicínio Rodrigues, influenciado pelo bolero, trataria de temas sentimentais em suas composições. O samba ganharia, em cada região e com cada intérprete ou compositor, uma característica particular.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A influência cultural americana, logo após a Segunda Grande Guerra, também repercutiria no gênero. Com um modo diferente de dividir o fraseado do samba e inspirados no impressionismo do jazz e do erudito, surgiria através de João Gilberto e Tom Jobim a bossa nova nos anos 50. O novo estilo ganharia repercussão internacional. Dissidências internas desse grupo ainda propiciariam o surgimento dos afro-sambas de Baden Powell e Vinicius de Moraes.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Uma corrente mais popular faria ressurgir o samba tradicional do morro no final da década de 60 nas vozes de Cartola, Nelson Cavaquinho e, mais adiante, Candeia, Chico Buarque de Holanda e Paulinho da Viola. Este mesclou o estilo ao choro e se transformaria em um ícone do samba tradicional para a corrente mais vanguardista até hoje.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Outro grande nome do samba é Martinho da Vila que, além de popularizar o partido-alto, revalorizou os sambas-enredos para o mercado musical. O samba-reggae, com toadas do &lt;i&gt;rhythm &amp;amp; blues&lt;/i&gt; americano teria em Jorge Bem seu criador e divulgador.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Nos anos 70, três divas do samba lançariam seus nomes na história do gênero: Alcione, Beth Carvalho e Clara Nunes. Os anos 80 destacariam o movimento do pagode, com um ritmo pontuado pelo banjo e pela percussão do tantan, com nomes como Zeca Pagodinho e o grupo Fundo de Quintal. O samba-pop da década de 90 também se auto-intularia pagode e produziria grupos em grande escala não muito próximos do samba de raiz.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No final da década de 90, o antigo samba seria revalorizado com nomes de grandes artistas do gênero como Nelson Sargento, Wilson das Neves e as Velhas Guardas da Portela e da Mangueira. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;/p&gt;  &lt;table align="center" bgcolor="#666666" border="0" cellpadding="7" cellspacing="1" width="422"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr bgcolor="#666666"&gt; &lt;td class="textoVerdanaBranco" height="2"&gt; &lt;div align="center"&gt;RADIOGRAFIA DO SAMBA &lt;br&gt; &lt;i&gt;Os estilos que influenciaram o gênero, &lt;br&gt;  segundo Mário de Andrade&lt;/i&gt;&lt;/div&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr bgcolor="#d1e0d1"&gt; &lt;td height="144"&gt;&lt;b&gt;Samba:&lt;/b&gt; Dança de salão ou de roda acompanhada de canto e dançarinos &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;b&gt;Lundu:&lt;/b&gt; Canto e dança muito populares no Brasil do século XVIII originária dos escravos de Angola &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;b&gt;Maxixe:&lt;/b&gt; Canto e dança populares no país no final do século XIX e início do XX. É uma mistura da habanera e da polca &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;b&gt;Modinha:&lt;/b&gt; Canto de salão conhecido tanto no Brasil quanto em Portugal &lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;b&gt;Choro:&lt;/b&gt; Formado por pequenos grupos de instrumentos solistas&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;  #Q: Alguns dos principais sambistas de todos os tempos:#   &lt;table align="center" bgcolor="#666666" border="0" cellpadding="7" cellspacing="1" width="450"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr bgcolor="#d1e0d1"&gt; &lt;td height="144"&gt; &lt;table align="left" bgcolor="#666666" border="0" cellpadding="5" cellspacing="1" width="87"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr align="right" bgcolor="#d1e0d1"&gt; &lt;td class="credito" colspan="3" height="2"&gt; &lt;div align="left"&gt;Fotos: Reprodução&lt;/div&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr align="right" bgcolor="#ffffff"&gt; &lt;td class="credito" colspan="3" height="120"&gt; &lt;div align="center"&gt;&lt;img src="http://epoca.globo.com/edic/340/samba/samba01.jpg" height="130" width="108"&gt;&lt;/div&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;  &lt;p class="texto"&gt;&lt;b&gt;&lt;font color="#003399"&gt;Adoniran Barbosa (1910-1982)&lt;/font&gt;&lt;/b&gt; &lt;br&gt;Reverenciado como o único sambista verdadeiro de São Paulo pelos cariocas, Adoniran Barbosa tirava de seu dia-a-dia os personagens e situações de suas músicas. Seu jeito simples com a fala rouca e contador de histórias o fizeram colecionar muitos amigos, entre eles Elis Regina e Clara Nunes, que também interpretaram muitas de suas canções. &amp;#39;&amp;#39;Trem das onze&amp;#39;&amp;#39;, de sua autoria, conquistou o concurso de Carnaval do IV Centenário do Rio de Janeiro, em 1965.&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr bgcolor="#d1e0d1"&gt; &lt;td height="144"&gt; &lt;table align="left" bgcolor="#666666" border="0" cellpadding="5" cellspacing="1" width="79"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr align="right" bgcolor="#ffffff"&gt; &lt;td class="credito" colspan="3" height="120"&gt; &lt;div align="center"&gt;&lt;img src="http://epoca.globo.com/edic/340/samba/samba07.jpg" height="130" width="86"&gt;&lt;/div&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;font color="#003399"&gt;Ari Barroso (1903-1964)&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp; &lt;br&gt; Ari Barroso ficou famoso em todo o mundo com &amp;#39;&amp;#39;Aquarela do Brasil&amp;#39;&amp;#39;&amp;#39;, o primeiro samba de exaltação patriótica. Órfão de pai e mãe, foi criado pela avó materna e por uma tia. Tocava piano aos 12 anos de idade no cinema de sua cidade, Ubá, fazendo fundo musical para filmes mudos. Formou-se em Direito no Rio de Janeiro. Com a marcha &amp;#39;&amp;#39;Dá nela&amp;#39;&amp;#39; venceu o concurso carnavalesco de 1930.&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr bgcolor="#d1e0d1"&gt; &lt;td height="144"&gt; &lt;table align="left" bgcolor="#666666" border="0" cellpadding="5" cellspacing="1" width="79"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr align="right" bgcolor="#ffffff"&gt; &lt;td class="credito" colspan="3" height="120"&gt; &lt;div align="center"&gt;&lt;img src="http://epoca.globo.com/edic/340/samba/samba06.jpg" height="130" width="100"&gt;&lt;/div&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;font color="#003399"&gt;Ataulfo Alves (1909-1969)&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp; &lt;br&gt; &amp;#39;&amp;#39;Ai, que saudades da Amélia&amp;#39;&amp;#39;, em parceria com Mário Lago, é uma de suas mais célebres músicas. Nascido em Miraí, Minas Gerais, mudou-se para o Rio de Janeiro aos 18 anos. Foi diretor de harmonia do &amp;#39;&amp;#39;Fale Quem Quiser&amp;#39;&amp;#39;, bloco organizado no bairro Rio Comprido. Carmen Miranda gravou um de seus sambas chamado &amp;#39;&amp;#39;Tempo perdido&amp;#39;&amp;#39;.&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr bgcolor="#d1e0d1"&gt; &lt;td height="5"&gt; &lt;table align="left" bgcolor="#666666" border="0" cellpadding="5" cellspacing="1" width="79"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr align="right" bgcolor="#ffffff"&gt; &lt;td class="credito" colspan="3" height="120"&gt; &lt;div align="center"&gt;&lt;img src="http://epoca.globo.com/edic/340/samba/samba05.jpg" height="130" width="121"&gt;&lt;/div&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;  &lt;p class="texto"&gt;&lt;b&gt;&lt;font color="#003399"&gt;Cartola (1908-1980)&lt;/font&gt;&lt;/b&gt; &lt;br&gt; Cartola é marcado por sua sensibilidade inata e sua poesia intuitiva, que o tornaram um dos principais artistas populares do Brasil. Aprendeu a tocar cavaquinho com o pai. Morador do morro da Mangueira, foi o responsável por escolher as cores verde e rosa da Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira, além de compor o samba-enredo &amp;#39;&amp;#39;Chega de demanda&amp;#39;&amp;#39; para o primeiro desfile da escola.&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr bgcolor="#d1e0d1"&gt; &lt;td height="144"&gt; &lt;table align="left" bgcolor="#666666" border="0" cellpadding="5" cellspacing="1" width="79"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr align="right" bgcolor="#ffffff"&gt; &lt;td class="credito" colspan="3" height="120"&gt; &lt;div align="center"&gt;&lt;img src="http://epoca.globo.com/edic/340/samba/samba04.jpg" height="130" width="118"&gt;&lt;/div&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;font color="#003399"&gt;Chiquinha Gonzaga (1847-1935)&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp; &lt;br&gt; A compositora foi responsável por aproximar a música erudita da popular, uma vez que tinha uma sólida formação de pianista e regente. Chiquinha foi, também, uma das primeiras a introduzir o violão nos salões cariocas. Começou a carreira como compositora de polcas e compôs a primeira marcha carnavalesca brasileira &amp;#39;&amp;#39;Abre alas!&amp;#39;&amp;#39;.&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr bgcolor="#d1e0d1"&gt; &lt;td height="38"&gt; &lt;table align="left" bgcolor="#666666" border="0" cellpadding="5" cellspacing="1" width="109"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr align="right" bgcolor="#ffffff"&gt; &lt;td class="credito" colspan="3" height="120"&gt; &lt;div align="center"&gt;&lt;img src="http://epoca.globo.com/edic/340/samba/samba03.jpg" height="130" width="109"&gt;&lt;/div&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;font color="#003399"&gt;Lamartine Babo (1904-1963)&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp; &lt;br&gt; O estilo único de Lamartine Babo era sua interpretação que, por meio de inflexões, destaca o humor e o lirismo de suas canções. Sua carreira no rádio foi iniciada em 1929, na Rádio Educadora, onde cantava e contava piadas. Nos anos 30, compôs marchinhas e sambas para o carnaval como &amp;#39;&amp;#39;Teu cabelo não nega&amp;#39;&amp;#39; (1932). Em 1942, criou o programa de rádio Trem da Alegria, no qual lançou os hinos que compôs para todos os times cariocas de futebol.&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr bgcolor="#d1e0d1"&gt; &lt;td height="20"&gt; &lt;table align="left" bgcolor="#666666" border="0" cellpadding="5" cellspacing="1" width="104"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr align="right" bgcolor="#ffffff"&gt; &lt;td class="credito" colspan="3" height="120"&gt; &lt;div align="center"&gt;&lt;img src="http://epoca.globo.com/edic/340/samba/samba02.jpg" height="130" width="100"&gt;&lt;/div&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;font color="#003399"&gt;Noel Rosa (1910-1937)&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp; &lt;br&gt; Suas melodias mostram um verdadeiro retrato da vida carioca, através do lirismo e do sarcasmo. Tentou estudar Medicina, mas optou pela boemia do bairro de Vila Isabel, reduto do samba urbano cultivado pela classe média. Em 1932, iniciou suas atuações na emissora Rádio Philips. Com mais de 200 composições, Noel tem clássicos como &amp;#39;&amp;#39;Com que roupa?&amp;#39;&amp;#39; (1930) e &amp;quot;Até amanhã&amp;quot; (1932).&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr bgcolor="#d1e0d1"&gt; &lt;td height="39"&gt; &lt;table align="left" bgcolor="#666666" border="0" cellpadding="5" cellspacing="1" width="114"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr align="right" bgcolor="#ffffff"&gt; &lt;td class="credito" colspan="3" height="120"&gt; &lt;div align="center"&gt;&lt;img src="http://epoca.globo.com/edic/340/samba/samba08.jpg" height="130" width="100"&gt;&lt;/div&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt;  &lt;p class="texto"&gt;&lt;b&gt;&lt;font color="#003399"&gt;Pixinguinha (1898-1973)&lt;/font&gt;&lt;/b&gt; &lt;br&gt; O apelido Pixinguinha vem da mistura de Pizindim (menino bom) num dialeto africano, e Bexiguinha, apelidos infantis. É o autor do samba-choro &amp;#39;&amp;#39;Carinhoso&amp;#39;&amp;#39;, que recebeu letra de João de Barro e fez sucesso na voz de Orlando Silva.&lt;/p&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt; &lt;/table&gt; &lt;/div&gt;    	      		  		      			  	      	      	       			&lt;div id="x05Banner" align="center"&gt;           		          		&lt;a href="http://ads.globo.com/RealMedia/ads/click_lx.ads/edepoca/edepoca/exclusivoonline/255433503/x05/default/empty.gif/63393133343633363439346230383230" target="_top"&gt;&lt;img src="http://ads.img.globo.com/RealMedia/ads/Creatives/default/empty.gif" alt="" border="0" height="2" width="2"&gt;&lt;/a&gt;         	&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28483768-3329119787579597447?l=socionoticias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://socionoticias.blogspot.com/2009/01/histria-do-samba.html</link><author>jclaudiosantos@gmail.com (José Cláudio dos Santos Jr)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-28483768.post-536250822910055623</guid><pubDate>Mon, 29 Dec 2008 01:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-28T23:13:48.176-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">História</category><title>Chique de matar: o amor doentio de Hollywood por Che Guevara</title><description>&lt;div xmlns='http://www.w3.org/1999/xhtml'&gt;&lt;p&gt;&lt;object height='350' width='425'&gt;&lt;param value='http://youtube.com/v/9nqncTVPc8k' name='movie'/&gt;&lt;embed height='350' width='425' type='application/x-shockwave-flash' src='http://youtube.com/v/9nqncTVPc8k'/&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para discussão...&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28483768-536250822910055623?l=socionoticias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://socionoticias.blogspot.com/2008/12/chique-de-matar-o-amor-doentio-de.html</link><author>jclaudiosantos@gmail.com (José Cláudio dos Santos Jr)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-28483768.post-1042772891434306411</guid><pubDate>Sat, 27 Dec 2008 09:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-27T07:37:52.988-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Educação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Discriminação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Desigualdade</category><title>AS COTAS PARA NEGROS: POR QUE MUDEI DE OPINIÃO</title><description>&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: inherit; font-style: inherit; font-variant: inherit; font-weight: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit; font-size-adjust: inherit; font-stretch: inherit;" valign="top"&gt;&lt;br /&gt;Comentário: A imprensa não faz seu papel de ouvir todas as vozes. Opiniões como as do William só escapam assim - pelos blogs.&lt;br /&gt;&lt;h1&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Do Azenha&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;AS COTAS PARA NEGROS: POR QUE MUDEI DE OPINIÃO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;William Douglas*&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberto Lyra, Promotor de Justiça, um dos autores do Código Penal de 1940, ao lado de Alcântara Machado e Nelson Hungria, recomendava aos colegas de Ministério Público que "antes de se pedir a prisão de alguém deveria se passar um dia na cadeia". Gênio, visionário e à frente de seu tempo, Lyra informava que apenas a experiência viva permite compreender bem uma situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem procurar meus artigos, verá que no início era contra as cotas para negros, defendendo – com boas razões, eu creio – que seria mais razoável e menos complicado reservá-las apenas para os oriundos de escolas públicas. Escrevo hoje para dizer que não penso mais assim. As cotas para negros também devem existir. E digo mais: a urgência de sua consolidação e aperfeiçoamento é extraordinária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora juiz federal, não me valerei de argumentos jurídicos. A Constituição da República é pródiga em planos de igualdade, de correção de injustiças, de construção de uma sociedade mais justa. Quem quiser, nela encontrará todos os fundamentos que precisa. A Constituição de 1988 pode ser usada como se queira, mas me parece evidente que a sua intenção é, de fato, tornar esse país melhor e mais decente. Desde sempre as leis reservaram privilégios para os abastados, não sendo de se exasperarem as classes dominantes se, umas poucas vezes ao menos, sesmarias, capitanias hereditárias, cartórios e financiamentos se dirigirem aos mais necessitados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me valerei de argumentos técnicos nem jurídicos dado que ambos os lados os têm em boa monta, e o valor pessoal e a competência dos contendores desse assunto comprovam que há gente de bem, capaz, bem intencionada, honesta e com bons fundamentos dos dois lados da cerca: os que querem as cotas para negros, e os que a rejeitam, todos com bons argumentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, em texto simples, quero deixar clara minha posição como homem, cristão, cidadão, juiz, professor, "guru dos concursos" e qualquer outro adjetivo a que me proponha: as cotas para negros devem ser mantidas e aperfeiçoadas. E meu melhor argumento para isso é o aquele que me convenceu a trocar de lado: "passar um dia na cadeia". Professor de técnicas de estudo, há nove anos venho fazendo palestras gratuitas sobre como passar no vestibular para a EDUCAFRO, pré-vestibular para negros e carentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo sendo, por ideologia, contra um pré-vestibular "para negros", aceitei convite para aulas como voluntário naquela ONG por entender que isso seria uma contribuição que poderia ajudar, ou seja, aulas, doação de livros, incentivo. Sempre foi complicado chegar lá e dizer minha antiga opinião contra cotas para negros, mas fazia minha parte com as aulas e livros. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;E nessa convivência fui descobrindo que se ser pobre é um problema, ser pobre e negro é um problema maior ainda.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu pai foi lavrador até seus 19 anos, minha mãe operária de "chão de fábrica", fui pobre quando menino, remediado quando adolescente. Nada foi fácil, e não cheguei a juiz federal, a 350.000 livros vendidos e a fazer palestras para mais de 750.000 pessoas por um caminho curto, nem fácil. Sei o que é não ter dinheiro, nem portas, nem espaço. Mas tive heróis que me abriram a picada nesse matagal onde passei. E conheço outros heróis, negros, que chegaram longe, como Benedito Gonçalves, Ministro do STJ, Angelina Siqueira, juíza federal. Conheço vários heróis, negros, do Supremo à portaria de meu prédio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Apenas não acho que temos que exigir heroísmo de cada menino pobre e negro desse país&lt;/span&gt;. Minha filha, loura e de olhos claros, estuda há três anos num colégio onde não há um aluno negro sequer, onde há brinquedos, professores bem remunerados, aulas de tudo; sua similar negra, filha de minha empregada, e com a mesma idade, entrou na escola esse ano, escola sem professores, sem carteiras, com banheiro quebrado.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Minha filha tem psicóloga para ajudar a lidar com a separação dos pais, foi à Disney, tem aulas de Ballet. A outra, nada, tem um quintal de barro, viagens mais curtas. A filha da empregada, que ajudo quanto posso, visitou minha casa e saiu com o sonho de ter seu próprio quarto, coisa que lhe passou na cabeça quando viu o quarto de minha filha, lindo, decorado, com armário inundado de roupas de princesa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Toda menina é uma princesa, mas há poucas das princesas negras com vestidos compatíveis, e armários, e escolas compatíveis, nesse país imenso. A princesa negra disse para sua mãe que iria orar para Deus pedindo um quarto só para ela, e eu me incomodei por lembrar que Deus ainda insiste em que usemos nossas mãos humanas para fazer Sua Justiça. Sei que Deus espera que eu, seu filho, ajude nesse assunto. E se não cresse em Deus como creio, saberia que com ou sem um ser divino nessa história, esse assunto não está bem resolvido. O assunto demanda de todos nós uma posição consistente, uma que não se prenda apenas à teorias e comece a resolver logo os fatos do cotidiano: faltam quartos e escolas boas para as princesas negras, e também para os príncipes dessa cor de pele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não que tenha nada contra o bem estar da minha menina: os avós e os pais dela deram (e dão) muito duro para ela ter isso. Apenas não acho justo nem honesto que lá na frente, daqui a uma década de desigualdade, ambas sejam exigidas da mesma forma. Eu direi para minha filha que a sua similar mais pobre deve ter alguma contrapartida para entrar na faculdade. Não seria igualdade nem honesto tratar as duas da mesma forma só ao completarem quinze anos, mas sim uma desmesurada e cruel maldade, para não escolher palavras mais adequadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Não se diga que possamos deixar isso para ser resolvido só no ensino fundamental e médio. É quase como não fazer nada e dizer que tudo se resolverá um dia, aos poucos. Já estamos com duzentos anos de espera por dias mais igualitários. Os pobres sempre foram tratados à margem. O caso é urgente: vamos enfrentar o problema no ensino fundamental, médio, cotas, universidade, distribuição de renda, tributação mais justa e assim por diante. Não podemos adiar nada, nem aguardar nem um pouco.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi vendo meninos e meninas negros, e negros e pobres, tentando uma chance, sofrendo, brilhando nos olhos uma esperança incômoda diante de tantas agruras, que fui mudando minha opinião. Não foram argumentos jurídicos, embora eu os conheça, foi passar não um, mas vários "dias na cadeia". Na cadeia deles, os pobres, lugar de onde vieram meus pais, de um lugar que experimentei um pouco só quando mais moço. De onde eles vêm, as cotas fazem todo sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se alguém discorda das cotas, me perdoe, mas não devem faze-lo olhando os livros e teses, ou seus temores. Livros, teses, doutrinas e leis servem a qualquer coisa, até ao nazismo. Temores apenas toldam a visão serena. Para quem é contra, com respeito, recomendo um dia "na cadeia". Um dia de palestra para quatro mil pobres, brancos e negros, onde se vê a esperança tomar forma e precisar de ajuda. Convido todos que são contra as cotas a passar conosco, brancos e negros, uma tarde num cursinho pré-vestibular para quem não tem pão, passagem, escola, psicólogo, cursinho de inglês, ballet, nem coisa parecida, inclusive professores de todas as matérias no ensino médio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você é contra as cotas para negros, eu o respeito. Aliás, também fui contra por muito tempo. Mas peço uma reflexão nessa semana: na escola, no bairro, no restaurante, nos lugares que freqüenta, repare quantos negros existem ao seu lado, em condições de igualdade (não vale porteiro, motorista, servente ou coisa parecida). Se há poucos negros ao seu redor, me perdoe, mas você precisa "passar um dia na cadeia" antes de firmar uma posição coerente não com as teorias (elas servem pra tudo), mas com a realidade desse país. Com nossa realidade urgente. Nada me convenceu, amigos, senão a realidade, senão os meninos e meninas querendo estudar ao invés de qualquer outra coisa, querendo vencer, querendo uma chance.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, sim, "os negros vão atrapalhar a universidade, baixar seu nível", conheço esse argumento e ele sempre me preocupou, confesso. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mas os cotistas já mostraram que sua média de notas é maior, e menor a média de faltas do que as de quem nunca precisou das cotas&lt;/span&gt;. Curiosamente, negros ricos e não cotistas faltam mais às aulas do que negros pobres que precisaram das cotas. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A explicação é simples: apesar de tudo a menos por tanto tempo, e talvez por isso, eles se agarram com tanta fé e garra ao pouco que lhe dão, que suas notas são melhores do que a média de quem não teve tanta dificuldade para pavimentar seu chão. Somos todos humanos, e todos frágeis e toscos: apenas precisamos dar chance para todos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisamos confirmar as cotas para negros e para os oriundos da escola pública. Temos que podemos considerar não apenas os deficientes físicos (o que todo mundo aceita), mas também os econômicos, e dar a eles uma oportunidade de igualdade, uma contrapartida para caminharem com seus co-irmãos de raça (humana) e seus concidadãos, de um país que se quer solidário, igualitário, plural e democrático. Não podemos ter tanta paciência para resolver a discriminação racial que existe na prática: vamos dar saltos ao invés de rastejar em direção a políticas afirmativas de uma nova realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você não concorda, respeito, mas só se você passar um dia conosco "na cadeia". Vendo e sentindo o que você verá e sentirá naquele meio, ou você sairá concordando conosco, ou ao menos sem tanta convicção contra o que estamos querendo: igualdade de oportunidades, ou ao menos uma chance. Não para minha filha, ou a sua, elas não precisarão ser heroínas e nós já conseguimos para elas uma estrada. Queremos um caminho para passar quem não está tendo chance alguma, ao menos chance honesta. Daqui a alguns poucos anos, se vierem as cotas, a realidade será outra. Uma melhor. E queremos você conosco nessa história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Não creio que esse mundo seja seguro para minha filha, que tem tudo, se ele não for ao menos um pouco mais justo para com os filhos dos outros, que talvez não tenham tido minha sorte&lt;/span&gt;. Talvez seus filhos tenham tudo, mas tudo não basta se os filhos dos outros não tiverem alguma coisa. Seja como for, por ideal, egoísmo (de proteger o mundo onde vão morar nossos filhos), ou por passar alguns dias por ano "na cadeia" com meninos pobres, negros, amarelos, pardos, brancos, é que aposto meus olhos azuis dizendo que precisamos das cotas, agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, claro, financiar os meninos pobres, negros, pardos, amarelos e brancos, para que estudem e pelo conhecimento mudem sua história, e a do nosso país comum pois, afinal de contas, moraremos todos naquilo que estamos construindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, como diria Roberto Lyra, em uma de suas falas, "O sol nascerá para todos. Todos dirão – nós – e não – eu. E amarão ao próximo por amor próprio. Cada um repetirá: possuo o que dei. Curvemo-nos ante a aurora da verdade dita pela beleza, da justiça expressa pelo amor."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Justiça expressa pelo amor e pela experiência, não pelas teses. As cotas são justas, honestas, solidárias, necessárias. E, mais que tudo, urgentes. Ou fique a favor, ou pelo menos visite a cadeia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;*juiz federal (RJ), mestre em Direito (UGF), especialista em Políticas Públicas e Governo (EPPG/UFRJ), professor e escritor. Site do autor: (&lt;a href="http://www.williamdouglas.com.br/" target="_blank"&gt;http://www.williamdouglas.com.br/&lt;/a&gt;).&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="WgoR0d"&gt;&lt;p&gt; &lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28483768-1042772891434306411?l=socionoticias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://socionoticias.blogspot.com/2008/12/as-cotas-para-negros-por-que-mudei-de.html</link><author>jclaudiosantos@gmail.com (José Cláudio dos Santos Jr)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-28483768.post-8158198591872400520</guid><pubDate>Fri, 26 Dec 2008 01:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-28T23:14:05.609-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Discriminação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Desigualdade</category><title>Dica: "Bar Bodega, um crime de imprensa"</title><description>&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: inherit; font-style: inherit; font-variant: inherit; font-weight: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit; font-size-adjust: inherit; font-stretch: inherit;" valign="top"&gt; &lt;font style="font-family: times new roman,new york,times,serif;" size="2"&gt;&lt;br&gt;Comentário: Jovens negros são presos e apresentados pela polícia à mídia como assassinos de dois jovens brancos num bar frequentado pela elite paulistana. O suficiente para a imprensa fotografá-los, incriminá-los e execrá-los em praça pública. Em meio ao tom de revolta da classe média e sensacionalismo de imprensa, a colunista Barbara Gancia , da Folha, bradava em alto e bom tom: &amp;quot;a vontade é &lt;/font&gt;&lt;font style="font-family: times new roman,new york,times,serif;" size="2"&gt;&lt;span&gt;é enfiar o cano do revólver na boca dessa sub-raça e mandar ver&amp;quot;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;font style="font-family: times new roman,new york,times,serif;" size="2"&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os rapazes foram libertados por falta de provas.&lt;br&gt;&lt;br style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/font&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;font style="font-family: times new roman,new york,times,serif;" size="2"&gt;Bar Bodega. Um crime de Imprensa. De Carlos Dornelles, agora na Record.&lt;/font&gt;&lt;br style="font-family: times new roman,new york,times,serif;"&gt; &lt;br&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;Resenha&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;span&gt;Livro-reportagem sobre um crime que mobilizou a opinião pública brasileira, Bar Bodega mostra como a violência e a barbaridade podem ser amplificadas pelo arbítrio das autoridades e pela ação negligente e sensacionalista da imprensa. A partir de um levantamento minucioso (entrevistas com os envolvidos nas investigações, exames de laudos processuais), o jornalista Carlos Dorneles reconstitui as circunstâncias do assassinato de dois jovens de classe média alta num bar de São Paulo, na madrugada do dia 10 de agosto de 1996, e do escândalo jurídico que o sucedeu.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Naquela noite, um bando de homens armados entrou no bar Bodega, no bairro de Moema, iniciando um assalto que teria como desfecho os dois tiros a queima-roupa contra o dentista José Renato Tahan, de 26 anos (que entrara desavisadamente na choperia), e a morte da estudante de odontologia Adriana Ciola, de 23 anos (que estava no Bodega desde o início do assalto e foi alvejada de maneira gratuita no momento em que os assassinos fugiam). &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O fato de o crime ter ocorrido num bar freqüentado pela elite paulistana, de propriedade de atores conhecidos (Luis Gustavo e os irmãos Tato e Cássio Gabus Mendes), logo levou o caso para as primeiras páginas dos jornais. As manchetes falavam em pânico coletivo e epidemia de violência; os editoriais contestavam os defensores dos direitos humanos, descrevendo seus argumentos como catequese ideológica.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Paralelamente, os familiares de Adriana Ciola lideraram a formação do movimento Reage São Paulo, com apoio da Fiesp, da Federação do Comércio e personalidades como Hebe Camargo, o rabino Henry Sobel e o presidente da Força Sindical, Luís Antonio Medeiros, promovendo passeatas, manifestações no Ibirapuera e protestos em frente ao Palácio dos Bandeirantes.&lt;/span&gt;&lt;br style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Nesse clima, com a polícia pressionada pela opinião pública, começam as primeiras prisões de suspeitos, imediatamente identificados como culpados por boa parte da imprensa: enquanto um jornal da capital anuncia "Presos assassinos do Bar Bodega", uma colunista de outro grande diário escreve que os assaltantes são animais que matam por esporte, sentenciando: "São veneno sem antídoto, nenhum presídio recuperaria répteis dessa natureza. A vontade de qualquer pessoa normal é enfiar o cano do revólver na boca dessa sub-raça e mandar ver".&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Dentre os nove detidos estava Cléverson, menor infrator envolvido com drogas, acusado de assassinato e com passagem pela Febem. E é por meio da trajetória desse jovem delinqüente, atormentado e em busca de reconciliação com a vida familiar, que Carlos Dorneles consegue dar dramaticidade ao livro, sem prejuízo do rigor documental.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Repórter da TV Globo desde 1983, o jornalista gaúcho acompanha nuances da biografia de Cléverson e mostra não apenas como a exclusão pode levar à criminalidade – mas como a condição de marginal pode levar à acusação por crimes não cometidos e à supressão dos direitos jurídicos mais elementares. Mostra, ainda, como o caso Bodega arrebatou as vidas de outros rapazes da periferia paulistana, jovens trabalhadores inocentes que, em meio a acusações e ao terror policial, tornam-se também delatores, alimentando a violência em espiral.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O clímax do episódio ocorre quando, alguns meses depois da detenção dos suspeitos e de sua execração pública, a verdade começa a vir à tona: sete dos nove presos são libertados por insuficiência de provas,&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; constatando-se que confissões haviam sido obtidas sob tortura e com a conivência de uma população sedenta de vingança.&lt;/span&gt; Esta verdade, porém, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;seria reconhecida de maneira discreta pela imprensa, q&lt;/span&gt;ue omitiu seu próprio papel na legitimação do disparate jurídico.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Quando finalmente são identificados e processados os autores dos assassinatos, verifica-se que "nas matérias telegráficas que a imprensa publicou, nenhum comentário sobre o fato de que &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;os acusados anteriores eram negros ou mulatos, e não brancos como os verdadeiros assaltantes". &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br style="font-weight: bold;"&gt;&lt;div class="WgoR0d"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28483768-8158198591872400520?l=socionoticias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://socionoticias.blogspot.com/2008/12/dica-bar-bodega-um-crime-de-imprensa.html</link><author>jclaudiosantos@gmail.com (José Cláudio dos Santos Jr)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-28483768.post-1408945499668143768</guid><pubDate>Wed, 24 Dec 2008 11:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-25T15:02:09.950-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Religião</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">História</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Desigualdade</category><title>Papai Noel antigo era bispo e distribuia dinheiro aos pobres</title><description>&lt;div class="gmail_quote"&gt;        São Nicolau tem história de devoção e religiosidade.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;p&gt;Figura do Papai Noel com roupas vermelhas se popularizou no século XX.&lt;/p&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;    &lt;div&gt;       &lt;p&gt;          &lt;b&gt; &lt;/b&gt;          &lt;span&gt;             &lt;span&gt;Do G1, em São Paulo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;    &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;            &lt;div&gt;       &lt;div&gt;&lt;/div&gt;    &lt;/div&gt;     &lt;p&gt; &lt;/p&gt;     &lt;div&gt;       &lt;div&gt;          &lt;div&gt;              &lt;a href="http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/foto/0,,16138433-EX,00.jpg" title="Afresco medieval da igreja de Boyana, na Bulgária,                 mostra São Nicolau (Foto: Reprodução/Wikimedia Commons)" target="_blank"&gt;                &lt;img src="http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/foto/0,,16138432-FMMP,00.jpg" alt="Foto: Reprodução/Wikimedia Commons" height="253" width="192" /&gt;                &lt;span&gt;Foto: Reprodução/Wikimedia Commons&lt;/span&gt;             &lt;/a&gt;          &lt;/div&gt;          &lt;h4&gt;Afresco medieval da igreja de Boyana, na Bulgária,                 mostra São Nicolau (Foto: Reprodução/Wikimedia Commons)&lt;/h4&gt;       &lt;/div&gt;    &lt;/div&gt;     &lt;p&gt;O Papai Noel como conhecemos, de roupa vermelha, sacola nas         costas e barba branca, é, na verdade, uma modificação moderna da         figura do 'bom velhinho' original. Inspirador do Papai         Noel, São Nicolas era um homem simples, dedicado à religião, que         nasceu em 280, na cidade de Patara, na Ásia menor (hoje Turquia).&lt;/p&gt;     &lt;p&gt;        &lt;br /&gt;        Mitos e verdades se misturam na história desse         bispo que se tornou santo. Quando seus pais morreram, ele         distribuiu a herança entre os pobres, o que o tornou conhecido         na região.&lt;/p&gt;     &lt;p&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p&gt;Também ficou famoso por ter ajudado a família de um nobre que         entrou em falência. Seus credores queriam, além de todos seus         bens, a mão das três filhas em casamento. Sabendo que elas         sofreriam agressões e escravidão, o nobre entrou em desespero,         pois não tinha dinheiro para o dote que faria suas filhas         se casarem mais cedo. Conhecendo o dilema do nobre, Nicolas         jogou um saco de ouro em seu quintal. E fez isso com as duas         outras filhas. Descoberto, o bispo fez o nobre jurar que não         revelaria seu nome até sua morte. Daí partiu a tradição de         distribuir presentes anônimos.&lt;/p&gt;          &lt;p&gt;        &lt;br /&gt;        As histórias da vida de Nicolas se espalharam pela         Grécia e pelo Império Romano. Muitas lendas surgiram, mas foi a         distribuição de presentes que ficou conhecida no mês sua morte,         dezembro. Em 988, Vladimir, o Grande, príncipe da Rússia, se         converteu ao cristianismo e viajou a Constantinopla para ser         batizado. Lá ele ouviu a história de São Nicolas e ficou tão         impressionado que o nomeou padroeiro de toda a Rússia. As         tradições e lendas começaram a se relacionar com histórias bíblicas. &lt;/p&gt;     &lt;p&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p&gt;       &lt;b&gt;Na América&lt;/b&gt;    &lt;/p&gt;     &lt;p&gt;Após a colonização da América, os europeus que lá foram morar         levaram suas crenças com eles. Na Pensilvânia, havia muitas         referências a São Nicolas. Em 1809, um livro infantil trouxe as         referências do bispo turco para os Estados Unidos. Em         "Knickerbocker's History of New York", o escritor         Washington Irving se baseou em São Nicolas para criar um         personagem que entrava nas casas pela chaminé. &lt;/p&gt;     &lt;p&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p&gt;Na década de 1860, o ilustrador Thomas Nast criou imagens de São         Nicolas (que nessa época já tinha o apelido de Santa Claus) para         a edição de Natal da revista Harper's. No século XX, a Coca         Cola fez uma série de comerciais com a figura do papai noel. A         partir daí, a imagem do bom velhinho se popularizou e virou         sinônimo da data festiva católica.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28483768-1408945499668143768?l=socionoticias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://socionoticias.blogspot.com/2008/12/papai-noel-antigo-era-bispo-e.html</link><author>jclaudiosantos@gmail.com (José Cláudio dos Santos Jr)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-28483768.post-2610935141348854512</guid><pubDate>Wed, 24 Dec 2008 03:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-24T10:03:21.121-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Discriminação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Desigualdade</category><title>Verissimo compara avanços na luta contra o racismo no Brasil e nos EUA; leia artigo</title><description>23/12/2008&lt;br&gt;&lt;br&gt;    &lt;div class="ad1"&gt;&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,0,0" id="flashad" height="150" width="180"&gt;&lt;/object&gt;da &lt;b&gt;Folha Online&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;       &lt;div id="articleBy"&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt; &lt;/div&gt;  &lt;p&gt; As primárias do Partido Democrata ainda não estavam decididas quando Luís Fernando Verissimo escreveu o artigo &amp;quot;A Questão&amp;quot;, usando a candidatura de Barack Obama para a presidência dos Estados Unidos como ponto de partida para comparar os avanços de Brasil e EUA na luta contra o racismo. &lt;/p&gt;  &lt;table class="fe175"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td class="fo1c"&gt;Divulgação&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td&gt;&lt;a href="http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/145202/"&gt;&lt;img src="http://f.i.uol.com.br/publifolha/images/08324343.jpg" alt="Verissimo analisa temas atuais em crônicas breves e contundentes" border="0"&gt;&lt;/a&gt; &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td class="fo1l"&gt;&lt;a href="http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/145202/"&gt;Verissimo analisa temas atuais em crônicas breves e contundentes&lt;/a&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;  &lt;p&gt;Verissimo afirma no artigo que, ao contrário do que acontece no Brasil, a guerra por direitos iguais nunca foi &amp;quot;disfarçada ou desconversada&amp;quot; nos EUA. &amp;quot;A miscigenação entre nós não tem significado integração por vias naturais, e sim apenas outra forma de despolitizar e adiar a questão&amp;quot;, diz. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O artigo, que pode ser lido na íntegra abaixo, faz parte da coleção de crônicas de Luís Fernando Verissimo selecionadas para o livro &lt;a href="http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/145202/"&gt;&lt;b&gt;&amp;quot;O Mundo É Bárbaro - E o que Nós Temos a Ver Com Isso&amp;quot;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, da editora Objetiva, disponível &lt;a href="http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/145202/"&gt;na Livraria da Folha&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; Em textos breves, Verissimo exibe olhar crítico sobre temas como racismo, política, economia, a ascensão chinesa, a guerra contra o terror, o passado e o futuro do Brasil e da América Latina. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; Leia abaixo o artigo do autor sobre como os EUA e o Brasil lidam com o racismo. &lt;/p&gt;  &lt;p class="star"&gt; * &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; &lt;b&gt;A Questão&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;É difícil imaginar um negro como Barack Obama sendo eleito presidente - do Brasil. Dos Estados Unidos, talvez. Lá um negro já chegou a secretário de Estado, e foi substituído no cargo por uma negra. Desculpe: afro-descendente. Pelo menos não escrevi &amp;quot;um negão como Barack Obama&amp;quot;, ou, para mostrar que não sou racista, &amp;quot;um negrinho&amp;quot;. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A diferença entre um país e outro é essa. Lá o racismo é uma questão nacional. Aqui uma ficção de integração dilui a questão racial. E se a questão não existe, se ninguém é racista, por que nos preocuparmos com denominações corretas ou incorretas? Só quando a ficção é desafiada, como no caso das cotas universitárias, é que aparece o apartheid que não se reconhece. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Um dos marcos das relações raciais nos Estados Unidos não foi a primeira vez em que um negro interpretou um herói no cinema, provavelmente o Sidney Poitier. Nem a primeira vez em que um negro e uma branca, ou vice-versa, namoraram na tela. Foi a primeira vez em que um negro foi o vilão do filme. Colin Powell e Condoleezza Rice, que chegaram a secretários de Estado, e o próprio Obama, devem suas carreiras a esse vilão histórico, que significou o fim dos estereótipos e a aceitação, sem melindres, de que negro também pode ser ruim, igual a branco. Se a cor da pele não determinava mais que ele fosse sempre retratado como um inferior virtuoso ou uma vítima, também não o descriminava de outras maneiras. Powell e Rice levaram essa reversão de esteréotipos ainda mais longe. Os dois são do partido republicano. Como Clarence Thomas, único juiz negro da Suprema Corte americana que também é um dos seus membros mais conservadores. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Claro que a cor da pele vai ser um fato na eleição ou não do Obama, como o fato de ser mulher vai ajudar ou não a Hillary. Por isso mesmo, sua possível eleição seria uma prova dessa transformação da questão racial no país, uma vitória numa guerra por direitos iguais que lá - ao contrário do Brasil - nunca foi disfarçada, ou desconversada. Aqui a miscigenação significou que alguns quase-negros, ou só um pouco afro-descendentes, chegassem ao poder, mas miscigenação entre nós não tem significado integração por vias naturais, e sim apenas outra forma de despolitizar e adiar a questão. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Obama será o candidato dos democratas? Estão comparando sua campanha com a de Bob Kennedy, pelo entusiasmo que provoca numa faixa de idade que não se interessava tanto por política desde a mobilização contra a guerra do Vietnã. Li que 40 por cento dos americanos que podem votar este ano nunca conheceram outro presidente que não fosse um Bush ou o Clinton, e Hillary seria outro Clinton nessa dança de dinastias. Assim, Obama seria uma novidade em mais do que o sentido racial. Como se precisassem outros. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Na comparação com Bob Kennedy, claro, ninguém ainda lembrou (pelo menos não sem bater na madeira) que aquela novidade terminou numa poça de sangue, no chão de uma cozinha de hotel. Batamos todos na madeira. &lt;/p&gt;  &lt;p class="star"&gt; * &lt;/p&gt;  &lt;p&gt; &lt;a href="http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/145202/"&gt;&lt;b&gt;&amp;quot;O Mundo É Bárbaro - E o que Nós Temos a Ver Com Isso&amp;quot;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;b&gt;Autor&lt;/b&gt;: Luis Fernando Verissimo&lt;br&gt; &lt;b&gt;Editora:&lt;/b&gt; Objetiva&lt;br&gt; &lt;b&gt;Páginas:&lt;/b&gt; 160&lt;br&gt; &lt;b&gt;Quanto:&lt;/b&gt; R$ 29,90&lt;br&gt; &lt;b&gt;Onde comprar&lt;/b&gt;: pelo telefone 0800-140090 ou &lt;a href="http://publifolha.folha.com.br/catalogo/livros/145202/"&gt;no site da Livraria da Folha&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;     &lt;p&gt; &lt;b&gt;Leia mais&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/publifolha/ult10037u451586.shtml"&gt;Cientista propõe a &amp;quot;desinvenção&amp;quot; do CONCEITO DE RAÇAS&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u469443.shtml"&gt;Brasil era visto como &amp;quot;LABORATÓRIO RACIAL&amp;quot; no século 19&lt;/a&gt;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u469488.shtml"&gt;Gilberto Freyre rejeitou IDÉIAS RACISTAS em ensaio de interpretação do Brasil&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u469589.shtml"&gt;Saiba explicar para as crianças por que as pessoas têm DIFERENTES CORES de pele&lt;/a&gt;&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28483768-2610935141348854512?l=socionoticias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://socionoticias.blogspot.com/2008/12/verissimo-compara-avanos-na-luta-contra.html</link><author>jclaudiosantos@gmail.com (José Cláudio dos Santos Jr)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-28483768.post-202526116401343091</guid><pubDate>Thu, 11 Dec 2008 10:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-13T11:24:46.325-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">História</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Desigualdade</category><title>NY Times sobre Cuba: uma aula de jornalismo</title><description>&lt;div class="gmail_quote"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="font-family: inherit; font-style: inherit; font-variant: inherit; font-weight: inherit; font-size: inherit; line-height: inherit; font-size-adjust: inherit; font-stretch: inherit;" valign="top"&gt;                 &lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;Comentário: Uma bela matéria de um jornal que insiste em estar acima das disputas rasteiras. Um exemplo de jornalismo. Põe vantagens e desvantagens do sistema cubano. Mostra todos os erros americanos em relação à Ilha, mesmo sendo um jornal americano, pertencente a uma das maiores empresas capitalistas da mídia no mundo.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Não é a toa que é o melhor do mundo. No Brasil, não se lê uma matéria que não seja parcial, apaixonada e muitas vezes mentirosa sobre Cuba. O que o NYTimes pratica pode-se, sem medo, chamar de jornalismo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Obs. O Washington Post foi quem revelou as arbitrariedades de Guantânamo. Também é outro gigante do jornalismo. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Pobre jornalismo brasileiro.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="http://ultimosegundo.ig.com.br" shape="rect" target="_blank"&gt;ULTIMO SEGUNDO&lt;/a&gt;               &lt;div&gt; &lt;a href="http://adserver.ig.com.br/RealMedia/ads/click_lx.ads/www.ultimosegundo.com.br/nyt/internas/434036898/x05/default/empty.gif/62643138373061653437656166336630" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://image.ig.com.br/RealMedia/ads/Creatives/default/empty.gif" alt="" border="0" height="2" width="2"&gt;&lt;/a&gt;               &lt;/div&gt;             &lt;/div&gt;           &lt;/div&gt;                      &lt;div&gt;&lt;h1&gt;NY Times&lt;/h1&gt;           &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin: 0pt auto 10px; width: 438px;"&gt;                                    &lt;/div&gt;                 &lt;p&gt;&lt;span&gt;08/12&lt;/span&gt; -                    &lt;span&gt;12:20&lt;/span&gt;                     -                    &lt;font&gt;The New York Times&lt;/font&gt;                 &lt;/p&gt;                 &lt;div&gt;                    &lt;br&gt;                 &lt;/div&gt; &lt;div&gt;                 &lt;div&gt;                                      &lt;p&gt;                      &lt;b&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;Por ROGER COHEN&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em meu primeiro dia em Havana, perambulei pelo Malecon, o passeio urbano à beira-bar mais movimentado do planeta. Um vento norte rugia enquanto ondas quebravam violentamente sobre o dique de pedras construído em 1901, durante o curto período de domínio americano.&lt;/p&gt;&lt;/b&gt;                   &lt;/p&gt;&lt;span&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Eu estava praticamente sozinho naquela manhã de domingo na capital cubana de 2,2 milhões de habitantes. Uns dois ou três carros passavam a cada minuto, geralmente os lindos "rabo de peixe" dos anos 50, velhos e extravagantes Studebakers e Chevrolets. Eu olhava o oceano ao longe buscando por um barco, em vão.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não era sempre assim a apenas 90 milhas dali, na costa da Flórida. Em 1859, o advogado americano Richard Henry Dana Jr., autor do clássico "To Cuba and Back", velejou até Havana. Mas tarde ele escreveu: "Que mundo de navegação! Os mastros formam um cinturão de floresta densa margeando a cidade, todas as embarcações com a proa voltada para a rua, como cavalos em seus estábulos".&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;No século seguinte, Cuba se tornaria o parque de diversões de inverno para os americanos. A máfia adorava a ilha, a maior do Caribe, assim como os empresários americanos que controlavam a indústria açucareira e muito mais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Entretanto, no dia 1 de janeiro de 1959, Fidel Castro derrubou o ditador Fulgencio Batista. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Era o fim da era da farra e do comércio em Cuba para os americanos.&lt;/span&gt; Centenas de milhares de cubanos fugiram do domínio comunista para Miami, fazendo desta a segunda principal cidade Cubana.&lt;/p&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;img src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/arquivos/cdocuments_and_settingslmeirelesdesktopcubafidel_ap.jpg"&gt;&lt;br&gt; Fidel liderou a guerrilha contra Fulgêncio Batista / AP&lt;/font&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O vazio que via diante dos meus olhos capturou a sombra confinadora da cortina tropical de Fidel. Ao longo de meus dias seguintes na ilha, me dei conta que os cubanos que se empoleiravam no muro à beira-mar raramente olhavam para o mundo exterior. Quando perguntei a Yoani Sanchez, uma &lt;a href="http://www.desdecuba.com/generaciony" target="_blank"&gt;blogueira dissidente&lt;/a&gt;, sobre minha constatação, ele me respondeu: "Vivemos de costas para o mar porque ele não nos conecta, ele nos encarcera. Se fosse permitido comprar barcos as pessoas iriam para a Flórida. Como escreveu um de nossos poetas: &amp;#39;Fomos deixados com a circunstância infeliz de estar cercado de água por todos os lados&amp;#39;".&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Não é natural conceber que o mar e o horizonte longínquo imponham limites. Aos 82 anos, o enfermo Fidel ainda mantém os cubanos sob rédeas curtas, mesmo tendo formalmente passado a presidência em 2006 para Raul Castro, seu irmão mais novo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;EUA x Cuba&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;E o confronto entre os EUA e Cuba se encontra em um tenso estado de paralisia infrutífera, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;o qual &lt;/span&gt;&lt;a style="font-weight: bold;" href="http://ultimosegundo.ig.com.br/opiniao/caio_blinder/2008/12/08/sera+que+a+podre+cuba+esta+madura+para+barack+obama+3147953.html" target="_blank"&gt;Barack Obama prometeu superar&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;. &lt;/span&gt;As relações diplomáticas entre os dois países têm sido severas desde 1961: um embargo comercial americano vem vigorando por quase todo este período, mesmo que e a Guerra Fria já tenha terminado quase duas décadas atrás.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Mudar isso não vai ser fácil. Ainda no Malecon, me encontrei com Josefina Vidal, diretora do departamento de América do Norte do Ministério de Relações Exteriores de Cuba. Sua raiva me pareceu tão vivaz quanto seu elegante vestido em tom violeta. &lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;"Os Estados Unidos querem punir Cuba com seu bloqueio", disse-me ela. "Eles não nos aceitam da maneira que somos. Eles não conseguem perdoar nossa independência. Eles não conseguem nos deixar escolher nosso próprio modelo&lt;/span&gt;. E agora vem Obama dizendo que irá suspender algumas restrições, mas, para que possa seguir adiante, é preciso que Cuba mostre que está fazendo mudanças democráticas. &lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Bem, nós não aceitamos que Cuba tenha de mudar para merecer manter relações normais com os Estados Unidos". &lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;Durante a campanha presidencial, Obama anunciou uma "nova estratégia", centrada em duas mudanças imediatas: a suspensão de todas as restrições de viagens para visitas familiares (limitadas por Bush a uma a cada três anos) e a liberação de remessas familiares (atualmente limitadas a US$ 300 por trimestre por domicilio recebedor).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Obama também falou de "diplomacia direta", dizendo que ele próprio estaria preparado para encabeçar este processo "em um momento e local de minha escolha", contanto que houvesse avanço para os interesses americanos e para a "causa da liberdade para o povo cubano".&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; Ele disse que sua mensagem para Fidel e Raul seria: "Se vocês derem passos importantes em direção à democracia, começando com a libertação de todos os presos políticos, daremos passos para começar normalizar as relações entre os dois países".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Cuba se encontra em um importante momento de mudança de gerações: daquela formada por Fidel para aquela que mal o conhecerá. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Aproveitar esta oportunidade vai demandar um pouco de humildade por parte dos americanos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As raízes do conflito remetem à intervenção militar dos EUA, ocorrida em 1898, que deixou os cubanos com a leve impressão de que eles tinham sido destituídos da independência conquistada da Espanha a duras penas. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O que se seguiu foram quatro anos de controle direto dos EUA e o surgimento de Cuba como uma república quase independente em 1902 – "quase", pois através do dispositivo legal denominado Platt Amendement os Estados Unidos mantiveram o direito de intervir nos negócios da ilha. &lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;"&gt;Cuba também foi levada a ceder eternamente a Baía de Guantánamo, uma área de 45 milhas quadradas localizada no sul da ilha. &lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Esta é a história que permitiu a Fidel alegar que sua revolução, na verdade, foi uma segunda guerra de independência. Esta é a história que causa reviravoltas em cabeças racionais de Washington e Havana. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Embargo e racionamento&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A Rua Lealtad parte do bairro de Malecon e chega a um distrito densamente habitado chamado Centro Habana. Parei em um armazém que vende alimentos racionados - frango, ovos e peixe - que se encontrava completamente vazio. Antonio Rodriguez, o amável cubano de 50 anos que cuida do armazém, me explicou o funcionamento do racionamento. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Todo mês, cada cubano tem o direito de adquirir 10 ovos (os cinco primeiros pelo valor de 0,15 pesos cada e os outros cinco por 0,90 pesos cada); meio quilo de frango por 0,70 pesos; meio quilo de peixe com cabeça por 0,35 pesos; e 250 gramas de um substituto de picadinho de carne por 0,17 pesos. Com o dólar cotado a 27 pesos, o lote todo não saia por mais de 25 centavos de dólar. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Isto pode parecer um bom negócio, mas tem ressalvas. O salário mensal médio é de cerca de US$ 20. Perguntei a Rodriguez quando o frango e os ovos iriam chegar. Sei lá, disse ele.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro homem se aproximou. "Isso tudo é por causa do bloqueio dos Estados Unidos", disse Luiz Jorrin, apontando o dedo para mim e usando o termo exagerado que os cubanos preferem para definir o embargo. "Olhe para a crise financeira de seu país! Talvez vocês consigam superá-la com o tempo. Bem, nós também vamos superar isso com o tempo. Não acredito em capitalismo, é uma coisa destrutiva! Veja o que ele causou na África e na América Latina!". &lt;/p&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;img src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/arquivos/cdocuments_and_settingslmeirelesdesktopcubacuba1_ap.jpg"&gt;&lt;br&gt; Carros antigos e cartazes da revolução fazem parte da paisagem cubana / AP&lt;/font&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Aquilo passava da conta para Javier Aguirre, o camarada magro que ajudava Rodriguez. "Estamos naufragados e depois de três furacões afundamos ainda mais", disse ele. "Simplesmente não acredito no sistema. Dê-me a Suíça! De todos os cubanos que partiram para os Estados Unidos, quantos querem voltar?".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A pergunta levou a conversa ao silêncio imediato. O próprio Aguirre já tinha tentado escapar e por duas vezes fora pego: uma pelos cubanos e outra pela Guarda Costeira dos EUA. Atualmente a maioria dos cubanos que alcança o solo americano é autorizada a ficar, enquanto grande parte daqueles interceptados no mar são repatriados – prática conhecida como "pé seco, pé molhado". Vai saber...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Aquela conversa que tive em frente à pequena loja me pareceu bastante típica: o diálogo franco e aberto, a menção ao embargo americano como a fonte da miséria da ilha e a referência ao colapso da economia global. É preciso dizer que Cuba é um dos pouquíssimos lugares do mundo que praticamente não foi afetado pelo derretimento do índice Dow Jones.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Bagunça na economia&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Entretanto, a economia centralizada cubana é uma bagunça. O país tem duas moedas, uma para o comunismo e outra para um capitalismo limitado, dominado pelo Estado. Os pesos recebidos através do salário não podem comprar nada além de itens racionados ou indesejáveis. Por outro lado, os pesos conversíveis atrelados ao dólar, conhecidos por "CUCs", podem ser usados para adquirir produtos estrangeiros.&amp;nbsp; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Passe em frente a uma loja mal iluminada, onde a moeda aceita é o peso, e você provavelmente verá uma roda de bicicleta, um sutiã amarelado ou um jogo de colheres de plástico. Passe em frente a uma loja onde a moeda é o peso convertido e você verá celulares, garrafas de uísque Jameson e de cerveja Heineken dispostas em um ambiente claro e refrigerado. O resultado disso é que muitos cubanos passam a vida toda se virando para conseguir ingressar na economia do peso convertido, que depende basicamente de ter acesso a visitantes estrangeiros.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O governo cubano me recebeu com cordialidade. Fui escoltado a algumas reuniões oficiais, por outro lado fui deixado circular sem um vigia (pelo que eu saiba) para fazer o que quisesse. Um de meus compromissos oficiais foi com Elena Alvarez, que tinha 15 anos quando a revolução de Fidel se instalou e hoje, aos 65 anos, ocupa um cargo de alto escalão no Ministério da Economia. &lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A seguir, relato o que ela quis me fazer entender. A Cuba da época da revolução era "uma das sociedades mais injustas, desiguais e exploradas do planeta". &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O índice de analfabetismo beirava os 40%, um quarto das terras de maior valor estava nas mãos dos EUA e uma burguesia corrupta mandava em tudo e todos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Alvarez me forneceu alguns dados. Na época da revolução, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;havia 6 mil médicos em Cuba; hoje eles são quase 80 mil para uma população de 11,3 milhões - uma das taxas per capita mais elevadas do mundo. O embargo dos EUA custou a Cuba cerca de US$ 200 bilhões em termos reais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Saúde e educação&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Apesar da escassez, em grande parte atribuída ao embargo, trata-se de uma sociedade que quer proteger a todos. O sistema de racionamento garante que todo cidadão tenha as necessidades básicas. Todo mundo recebe alimentação a baixo custo no trabalho. Saúde e educação gratuitas representando um salário mensal de US$ 20 não é a maneira correta de ver a qualidade de vida cubana. &lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O sistema produziu resultados. Segundo a Organização Mundial de Saúde, a expectativa de vida para homens e mulheres em Cuba é de 76 e 80 anos, respectivamente, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;nível similar ao dos EUA.&lt;/span&gt; Os dados comparativos no Haiti são de 59 e 63 anos, e na República Dominicana são de 66 e 74 anos. O analfabetismo foi eliminado. Estatísticas da ONU – Organização das Nações Unidas - demonstram que 93,7% das crianças cubanas completam o ciclo secundário; muito acima dos índices americanos ou de qualquer outro país caribenho. &lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Isto levanta uma questão: por que educar tão bem as pessoas e mais tarde negar a elas o acesso à internet, viagens e a oportunidade de utilizar suas habilidades? Porque dar a elas uma excelente educação e lhes negar a vida? Porque não oferecer, pelo menos, o modelo chinês ou vietnamita, com uma economia de mercado sob o controle de um único partido?&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Alvarez respondeu que "o mercado tinha algum espaço". Ela insistiu: "Não somos fundamentalistas". &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Será que Fidel realmente empreendeu a guerra de guerrilhas nas montanhas de Sierra Maestra para que inúmeros cubanos talentosos acabassem desocupados, tramando maneiras de escapar?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Alvarez admitiu que os desafios eram enormes. Ela destacou a joint-venture de exploração de petróleo na costa norte e a crescente "economia do conhecimento", que já produziu vacinas e medicamentos patenteados vendidos no mundo todo. Cuba iria agora exportar produtos, como os 30 mil profissionais da área médica enviados para a Venezuela em um acordo de permuta inovador - que traz 90 mil&amp;nbsp;barris de petróleo por dia. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;"Somos um exemplo para os outros", disse ela, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;"um exemplo para todos aqueles que buscam uma alternativa ao capitalismo".&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Eu certamente percebi algo difícil de quantificar, um tipo de consciência socialista, especialmente entre os médicos. Conversei com o Dr. Juan Carrizo, reitor da Escola Latino Americana de Medicina, fundada uma década atrás com o intuito de educar médicos sem condições financeiras suficientes para cursar uma universidade em outros países das Américas. Ele me falou sobre o direito universal à saúde como a nova bandeira humanitária da revolução cubana: fora com as guerrilhas angolanas, dentro com a brigada médica. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dentre os estudantes há mais de 100 cidadãos norte-americanos. &lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Repressão na ilha&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Os dissidentes de Cuba são marginalizados. A imprensa é amordaçada. O veículo impresso do regime, o jornal Granma, é um estudo em oficialês do Estado totalitário, ao estilo George Orwell. A televisão estatal é uma máquina grandiloquente de panfletagem política.&lt;/p&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;img src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/arquivos/cdocuments_and_settingslmeirelesdesktopcubagranma_ap.jpg"&gt;&lt;br&gt;O jornal &amp;quot;Granma&amp;quot; é o veículo de imprensa oficial do Estado / AFP&lt;/font&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;"Há uma repressão muito inteligente aqui, uma repressão científica"&lt;/span&gt;, contou-me Yoani Sanchez, dissidente cujo blog é atualmente traduzido em 12 idiomas. "Eles nos mataram enquanto cidadãos, para que não precisem nos matar fisicamente. A polícia está dentro de nosso cérebro, nos censurando antes mesmo de proferirmos uma idéia crítica".&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Aos 33 anos, Sanchez representa algo novo: a dissidência digital. As autoridades parecem não ter certeza de como lidar com isso. Sanchez, uma mulher pequena e vivaz, iniciou seu blog em 2006. Hoje suas dissecações mordazes dos infortúnios da vida cubana têm um vasto séquito de seguidores internacionais – em tais proporções que "os serviços de inteligência sabem que se tocarem em mim haverá uma explosão online". &lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Mesmo assim, eles a assediam. Quando ganhou o prestigiado prêmio espanhol Ortega Y Gasset por jornalismo digital em abril, a blogueira foi impedida de receber o prêmio pessoalmente. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Perguntei se ela era otimista em relação a mudanças. Ela disse ser uma pessimista em curto prazo, "Porque a apatia entrou em nossa corrente sanguínea e um monte de gente está simplesmente esperando a morte de um bando de líderes de mais de 70 anos". Mas, ela também afirmou ser otimista em longo prazo, "Pois somos um povo criativo e capaz - sem quaisquer conflitos étnicos, religiosos ou de outros tipos - que desenvolveu uma alergia ao que temos: um sistema totalitário". &lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sanchez me fitou – seus olhos castanhos refletindo intensidade e inteligência com um toque de humor em sua superfície. "Acho que vai haver alívio quando Fidel morrer"&lt;/span&gt;, disse ela. "Iremos respirar aliviados. O peso místico e simbólico de sua presença é muito forte, para seus oponentes e até para seus partidários. É difícil consertar seus erros enquanto ele ainda esta presente". &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quando voltei para a Rua Lealtad, deparei-me com um alvoroço total: tinha chegado o frango! Rodriguez estava desembalando cochas de frango em pedaços. Peito de frango só é vendido no mercado de peso convertido. Ele segurava a caixa com um grande sorriso estampado no rosto. Na embalagem estava escrito: "Made in USA".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Época de mudanças&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Desde o ano 2000, quando o congresso americano se curvou diante do lobby dos fazendeiros, vender produtos agrícolas e alimentícios para Cuba se tornou legal. O que significa qualquer coisa, desde coxas de frango até postes telefônicos. Na verdade, os Estados Unidos são atualmente os maiores exportadores de alimentos para Cuba, com ganhos que superam os US$ 600 milhões anuais. O país está entre os cinco maiores parceiros comerciais de Cuba (os outros são a Venezuela, a China, a Espanha e o Canadá).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tanta coisa em função do embargo:&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; ele é tão arbitrário&lt;/span&gt; quanto a política do "pé seco, pé molhado" em relação aos cubanos em fuga. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Enquanto a América tirou centenas de milhões de dólares de Cuba, ela mandou de volta 2.086 refugiados por via marítima no ano fiscal de 2008. Princípios não têm nada a ver com a atual política externa em relação a Cuba. Tudo não passa de uma bagunça incoerente. &lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Obama deveria propor a abertura total das relações diplomáticas com Cuba imediatamente&lt;/span&gt;. Isto poria pressão no país e, caso a oferta fosse aceita, permitiria que negociações conduzidas pessoalmente começassem no alto escalão. Nestas conversações, Obama não deveria ficar tocando na mesma tecla dos princípios democráticos, pelo menos não imediatamente, mas deveria insistir na libertação de todos os presos políticos como primeiro passo em direção à suspensão do embargo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;Tony Lake, conselheiro sênior em políticas estrangeiras da campanha de Obama, disse: "Com a nova maioria democrática no Congresso, e alguns movimentos cubanos claros em relação aos direitos humanos, seria possível alterar a Helms-Burton", a legislação que determinou o formato da política externa americana em relação a Cuba desde 1996. &lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Depois disso, a bola iria continuar rolando com uma força cinética que o passar das gerações deveriam sustentar. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;i&gt;&lt;br&gt;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;i&gt;(Roger Cohen, colunista dos jornais The International Herald Tribune e The New York Times, é o autor de &amp;quot;Hearts Grown Brutal: Sagas of Sarajevo")&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28483768-202526116401343091?l=socionoticias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://socionoticias.blogspot.com/2008/12/ny-times-sobre-cuba-uma-aula-de.html</link><author>jclaudiosantos@gmail.com (José Cláudio dos Santos Jr)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-28483768.post-8063272153581478621</guid><pubDate>Tue, 04 Nov 2008 16:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-13T11:24:03.304-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Discriminação</category><title>Vizinho terá que pagar indenização de R$ 3 mil por discriminação religiosa</title><description>&lt;span class="tituloeditorialmaior"&gt;&lt;/span&gt;Rio - O mecânico Mauro Monteiro Pinto foi condenado a pagar uma indenização de R$3 mil por ofender e ameaçar atirar no vizinho Marcelo da Silva Gomes, praticante do Candomblé, durante uma festa típica da religião na cidade de Paty de Alferes, a 119km do Rio de Janeiro. O processo por danos morais foi julgado no Juizado Especial Cível de Paty do Alferes na terça-feira, dia 29.&lt;span class="conteudodestaque"&gt; &lt;p&gt;O filho de santo Marcelo da Silva Gomes, aposentado por invalidez, foi xingado de "macumbeiro" e outras palavras de baixo calão enquanto fazia oferenda à entidade Oxossi na rua em que mora - onde se localiza o Centro de Cultura Religiosa Afro Brasileira Egbe Orisa Nla - tendo Mauro Pinto como vizinho, no bairro de Palmares. As ofensas aconteceram em maio deste ano e, na ocasião, Mauro Pinto também ameaçou atirar em Marcelo Gomes se o mesmo prosseguisse com o ritual.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;De acordo com Marcelo Gomes, Mauro Pinto já havia demonstrado uma postura agressiva e intolerante há cerca de um ano. Em razão disso, dessa vez, o filho de santo decidiu entrar com uma ação de reparação por danos morais, procurando a Organização de Direitos Humanos PROJETO LEGAL. A instituição deu assistência social e jurídica. Uma assistente social e uma advogada trabalharam no caso.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;quot;As pessoas têm medo de falar. Em um país como o Brasil, temos mais é que denunciar, colocar a boca no trombone&amp;quot;, desabafou Marcelo Gomes. Durante o julgamento, Mauro Pinto afirmou apenas que não ofendeu o vizinho e que estava com sua família na igreja no momento em que foi acusado das ofensas e da ameaça. Entretanto, não apresentou testemunhas que confirmassem sua versão. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Carlos Nicodemos, advogado e coordenador-executivo do Projeto Legal, destaca que a Constituição Federal garante liberdade religiosa a todo cidadão brasileiro. Isso inclui o direito de escolher a religião que deseja e o de expressar as tradições e ritos da crença escolhida. Sobre a decisão, diz:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;quot;Estamos abrindo precedentes na justiça com a finalidade de garantir que o Estado proteja as pessoas discriminadas por sua orientação religiosa. Em um Estado laico como o nosso, conforme a Constituição Federal de 1988, temos que exigir este direito como uma forma de fortalecer a democracia&amp;quot;, afirma Carlos Nicodemos.&lt;/p&gt; &lt;/span&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28483768-8063272153581478621?l=socionoticias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://socionoticias.blogspot.com/2008/11/vizinho-ter-que-pagar-indenizao-de-r-3.html</link><author>jclaudiosantos@gmail.com (José Cláudio dos Santos Jr)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-28483768.post-1275763593331373012</guid><pubDate>Tue, 21 Oct 2008 15:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-21T13:22:46.683-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Polìtica Internacional</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Relações políticas e culturais na América do Sul</category><title>Morales aceita modificações na Constituição</title><description>                                &lt;div class="eight"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;                                                              &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="416"&gt;                   &lt;tbody&gt;&lt;tr valign="top"&gt;                      &lt;td&gt;&lt;span class="bylinename"&gt;Marcia Carmo&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;span class="bylinedescription"&gt;De Buenos Aires para a BBC Brasil&lt;/span&gt;&lt;div class="four"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;                      &lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;                   &lt;tr bgcolor="#cccccc"&gt;                      &lt;td&gt;&lt;img src="http://www.bbc.co.uk/f/t.gif" alt="" border="0" height="1" width="1"&gt;&lt;/td&gt;                   &lt;/tr&gt;                &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;                &lt;div class="eight"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;                &lt;div class="storytext"&gt;&lt;b&gt;O governo do presidente da Bolívia, Evo Morales, concordou com a modificação de mais de 100 dos 411 artigos da nova Constituição, incluindo o referente à reforma agrária, para fechar um acordo com a oposição. &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;                &lt;p class="storytext"&gt;A informação foi dada nesta terça-feira, pelo vice-presidente do país e presidente do Congresso Nacional, Alvaro García Linera.                                   &lt;/p&gt;                &lt;p class="storytext"&gt;&amp;quot;Concretamente, o governo aceitou corrigir mais de cem artigos do texto constitucional. Estas correções permitiram incorporar                   uma série de recomendações que vão anular temores de muitos setores sociais&amp;quot;, disse García Linera.                 &lt;/p&gt;                &lt;p class="storytext"&gt;                   Segundo o vice de Morales informou a rádio Fides, de La Paz, a reforma agrária não será retroativa e também não afetará terras                   produtivas, independentemente de sua extensão.                 &lt;/p&gt;                &lt;p class="storytext"&gt;A medida afasta temores dos produtores brasileiros concentrados no Estado de Santa Cruz. &lt;/p&gt;                &lt;p class="storytext"&gt;Outra modificação se refere à Justiça comunitária, que passará a existir na nova carta magna. Ela só será permitida entre                   os integrantes das comunidades indígenas e não para outros grupos étnicos.                 &lt;/p&gt;                &lt;p class="storytext"&gt;Será estipulado prazo para que funcionários públicos aprendam um dialeto indígena, já que o novo texto constitucional exigirá que, além do espanhol, o presidente, entre outros, domine pelo menos uma das principais línguas indígenas do país. &lt;/p&gt;                &lt;p class="storytext"&gt;Na opinião da analista política Jimena Costa, professora da Universidade San Andrés, de La Paz, as mudanças no texto foram                   &amp;quot;decisivas&amp;quot; para se chegar a um entendimento.                 &lt;/p&gt;                &lt;p class="storytext"&gt;&amp;quot;As mudanças foram surpreendentes, já que a oposição estava dividida e o governo poderia até chegar a conseguir os votos necessários para aprovar o texto constitucional como ele estava&amp;quot;, disse ela à BBC Brasil, pelo telefone, de La Paz. &lt;/p&gt;                &lt;p class="storytext"&gt;&lt;b&gt;Madrugada de debates&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;                &lt;p class="storytext"&gt;Os 411 artigos, incluindo as modificações, foram lidos no Congresso na manhã desta terça-feira, após uma noite e madrugada                   ininterruptas de debates.                  &lt;/p&gt;                &lt;p class="storytext"&gt;Estas mudanças, junto com a decisão do presidente Evo Morales de não se candidatar a um possível terceiro mandato, foram decisivas para o entendimento anunciado na segunda-feira entre governo e oposição. &lt;/p&gt;                &lt;p class="storytext"&gt;O acordo político permitiu que se abrisse caminho para a aprovação, provavelmente nesta terça-feira, da data do referendo                   constitucional que ratificará ou não a nova Constituição, redigida em dezembro do ano passado.                 &lt;/p&gt;                &lt;p class="storytext"&gt;O acordo político entre governo e oposição estabeleceu que este plebiscito será realizado no dia 25 de janeiro. &lt;/p&gt;                &lt;p class="storytext"&gt;Se o texto for ratificado, serão realizadas eleições gerais no dia 6 de dezembro do ano que vem – um ano antes do previsto.                                   &lt;/p&gt;                &lt;p class="storytext"&gt;Morales sinalizou que será candidato a uma nova eleição, em 2009, mas que não se candidataria à reeleição em seguida. &lt;/p&gt;                &lt;p class="storytext"&gt;Com isso, ele atendeu uma das principais exigências da oposição, que o criticava por supostamente planejar concorrer a mais                   duas eleições seguidas e ficar até 2019 no poder.                 &lt;/p&gt;                &lt;p class="storytext"&gt;Morales foi eleito em dezembro de 2005, assumiu em janeiro de 2006 e, pelo calendário em vigor, ficaria no poder até janeiro                   de 2011. A discussão sobre sua eleição tinha gerado impasse entre governo e oposição.                 &lt;/p&gt;                &lt;p class="storytext"&gt;&lt;b&gt;Referendo&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;                &lt;p class="storytext"&gt;Na madrugada desta terça-feira, os congressistas aprovaram uma lei que permite ao Parlamento implementar as modificações na nova Constituição, uma atribuição que, originalmente, corresponderia a Assembléia Constituinte, e não ao Congresso. &lt;/p&gt;                &lt;p class="storytext"&gt;Para fechar este capítulo, os congressistas precisam ainda aprovar, em votação, a convocação do referendo para janeiro. &lt;/p&gt;                &lt;p class="storytext"&gt;Cada passo dos legisladores está sendo acompanhado atentamente por uma multidão reunida na Praça em frente ao Congresso Nacional, em La Paz. &lt;/p&gt;                &lt;p class="storytext"&gt;Os manifestantes afirmam que dali só saem quando o referendo for confirmado. &lt;/p&gt;                &lt;p class="storytext"&gt;Eles chegaram à praça após uma semana de caminhada de cerca de duzentos quilômetros até La Paz. &lt;/p&gt;                &lt;p class="storytext"&gt;Num discurso de madrugada, na praça, Morales pediu &amp;quot;pressa&amp;quot; aos congressistas. Nesta manhã, ele pediu &amp;quot;paciência&amp;quot; aos manifestantes, já que &amp;quot;falta pouco&amp;quot; para a definição do referendo. &lt;/p&gt;                &lt;p class="storytext"&gt;Ele já promulgou a primeira lei aprovada, confirmando que o Congresso tem autoridade para modificar a nova carta – o pano                   de fundo, segundo diferentes analistas, da série de conflitos vivida pela Bolívia nos últimos tempos.                &lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28483768-1275763593331373012?l=socionoticias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://socionoticias.blogspot.com/2008/10/morales-aceita-modificaes-na-constituio.html</link><author>jclaudiosantos@gmail.com (José Cláudio dos Santos Jr)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-28483768.post-5934608013045559167</guid><pubDate>Sun, 19 Oct 2008 23:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-21T13:23:11.143-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Política</category><title>Indenização milionária alerta TCU</title><description>&lt;div dir="ltr"&gt;Tribunal pretende investigar se Comissão de Anistia está concedendo pensões exageradas     &lt;p class="LeadeAutor" style="margin: 0cm 2px 0.0001pt; text-align: justify; font-size: 10pt; font-family: Arial; color: windowtext; font-weight: bold;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-style: normal;"&gt;Vasconcelo Quadros&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p style="margin: 0cm 2px 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm; font-size: 12pt; font-family: Arial Unicode MS; color: black;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="margin: 0cm 2px 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm; font-size: 12pt; font-family: Arial Unicode MS; color: black;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;BRASÍLIA - De olho nas indenizações milionárias, o Tribunal de Contas da União (TCU) está questionando os critérios adotados pela Comissão de Anistia do Ministério da Justiça na concessão de valores mensais e retroativos como reparação econômica aos perseguidos durante o regime militar. Os dois casos mais recentes em análise no TCU envolvem os jornalistas Sérgio Jaguribe, o Jaguar, e Ziraldo Alves Pinto, que dirigiam o extinto Pasquim e, pela alegada perseguição durante a ditadura, foram beneficiados, cada um deles, em abril deste ano, com uma bolada retroativa de R$ 1,2 milhão, além de R$ 4.365,88 mensais pelo resto de suas vidas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="margin: 0cm 2px 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm; font-size: 12pt; font-family: Arial Unicode MS; color: black;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;O governo gastou com indenizações concedidas nos últimos sete anos, em cerca de 10 mil casos julgados, R$ 2,9 bilhões e paga, como reparação econômica mensal permanente, mais de R$ 90 milhões. Na fila de julgamento, para conclusão até o final do governo Lula, ainda se encontram outros 22 mil processos. A auditoria do TCU nos processos que passaram pela Comissão de Anistia começou no ano passado e já resultaram na abertura de quatro processos para corrigir irregularidades. O primeiro deles, já acatado e modificado pelo Ministério da Justiça envolve a ex-ativista Maria Augusta Carneiro Ribeiro. Ouvidora da Petrobrás, no Rio, Guta reivindicava um pagamento retroativo de R$ 1,5 milhão e mensalidade de R$ 8.200,00. A Comissão de Anistia concordou com o questionamento do TCU e reduziu os valores para R$ 600 mil e mensalidade de R$ 3.500,00. O caso é emblemático e ilustra, segundo o ministro do TCU, Augusto Sherman Cavalcanti, &amp;quot;as bases frágeis&amp;quot; usadas pelo Ministério da Justiça para conceder indenizações que ainda passarão pela análise do órgão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="margin: 0cm 2px 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm; font-size: 12pt; font-family: Arial Unicode MS; color: black;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;No acórdão sobre o caso, o ministro Sherman aponta uma série de inconsistências: o valor foi arbitrado com base numa declaração genérica, não houve confronto entre os períodos da perseguição e o atual para se chegar às perdas econômicas sofridas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="margin: 0cm 2px 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm; font-size: 12pt; font-family: Arial Unicode MS; color: black;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;Outro caso polêmico, ainda pendente, envolve os ex-cabos da Aeronáutica, cujas carreiras foram encerradas em 1964 pela proximidade da categoria com o governo ex-presidente João Goulart. São 3.700 processos, sobre os quais a Comissão de Anistia considerou a tese de perseguição política contestada pelo Ministério da Defesa. O ministro do TCU questionou o entendimento de que a portaria de afastamento foi um ato de exceção e irritou o Ministério da Justiça.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="margin: 0cm 2px 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm; font-size: 12pt; font-family: Arial Unicode MS; color: black;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;– O TCU pode questionar os cálculos, mas não cabe a ele definir o que é ou não ato de exceção. Essa função é da Comissão da Anistia. O ministro extrapolou da sua competência – diz o presidente da comissão, Paulo Abrão. Ele admite, no entanto, que a lei é ruim por não prever o abatimento de outros ganhos obtidos pelo anistiado e diz que a comissão não meios para estimar as perdas do anistiado. Responsável pela mudança de critérios provocaram uma forte redução no valor das indenizações, Abrão diz que só reformará casos anteriores à sua gestão se houver decisão judicial.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="margin: 0cm 2px 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm; font-size: 12pt; font-family: Arial Unicode MS; color: black;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="LeadeAutor" style="margin: 0cm 2px 0.0001pt; text-align: justify; font-size: 10pt; font-family: Arial; color: windowtext; font-weight: bold;"&gt;Exageros&lt;/p&gt;     &lt;p style="margin: 0cm 2px 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm; font-size: 12pt; font-family: Arial Unicode MS; color: black;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;Ex-militante do movimento estudantil e membro do antigo PCBR, preso por nove meses em Recife em 1970, o deputado Pedro Eugênio (PT-PE), presidente da Comissão de Finanças e Tributação da Câmara, é um dos raros ativistas que, por opção, não pediram a anistia. Ele acha que &amp;quot;há exageros&amp;quot; na concessão de indenizações milionárias e afirma que a busca pecuniária reflete na demora em se esclarecer pendências dos anos de chumbo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="margin: 0cm 2px 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm; font-size: 12pt; font-family: Arial Unicode MS; color: black;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;– Acho que tira o foco do que ficou pendente para se concentrar nas indenizações – diz o deputado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p style="margin: 0cm 2px 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm; font-size: 12pt; font-family: Arial Unicode MS; color: black;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;Pedro Eugênio critica o modelo de cálculo que, segundo ele, criou duas classes de perseguidos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p style="margin: 0cm 2px 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm; font-size: 12pt; font-family: Arial Unicode MS; color: black;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;– Quem era operário foi julgado com uma perspectiva de perda menor do que a de um advogado. Esse critério criou uma diferença social – acrescentou.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="margin: 0cm 2px 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm; font-size: 12pt; font-family: Arial Unicode MS; color: black;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;Preso e torturado, Pedro Eugênio tem uma explicação simples por não ter pedido a reparação:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p style="margin: 0cm 2px 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm; font-size: 12pt; font-family: Arial Unicode MS; color: black;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;– Quando entrei no processo de luta contra a ditadura estava consciente do que poderia acontecer. Sabia dos riscos – diz.&lt;br&gt;      &lt;br&gt;&amp;nbsp; &lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28483768-5934608013045559167?l=socionoticias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://socionoticias.blogspot.com/2008/10/indenizao-milionria-alerta-tcu.html</link><author>jclaudiosantos@gmail.com (José Cláudio dos Santos Jr)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-28483768.post-1985612128650866348</guid><pubDate>Sun, 19 Oct 2008 22:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-19T20:57:56.337-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Polìtica Internacional</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Relações políticas e culturais na América do Sul</category><title>Falta de regras comerciais acirra tensão entre Brasil e vizinhos</title><description>&lt;div dir="ltr"&gt;&lt;p class="TtuloNotcia" style="margin: 0cm 2px 0.0001pt; text-align: justify; font-size: 14pt; font-family: Arial; color: navy; font-weight: bold;"&gt;&lt;br&gt;     &lt;a name="4"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="LeadeAutor" style="margin: 0cm 2px 0.0001pt; text-align: justify; font-size: 10pt; font-family: Arial; color: windowtext; font-weight: bold;"&gt;Para especialistas, questões jurídicas tornam-se diplomáticas pela ausência de mecanismo para mediar negócios&lt;/p&gt;      &lt;p class="LeadeAutor" style="margin: 0cm 2px 0.0001pt; text-align: justify; font-size: 10pt; font-family: Arial; color: windowtext; font-weight: bold;"&gt;Talita Eredia e Gabriel Pinheiro&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2px 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm; font-size: 12pt; font-family: Arial; color: windowtext;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2px 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm; font-size: 12pt; font-family: Arial; color: windowtext;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black;"&gt;SÃO PAULO&amp;nbsp;-&amp;nbsp;A tensão entre os governos esquerdistas da América do Sul e as empresas brasileiras, que ganhou destaque nos últimos dias com a expulsão da construtora Norberto Odebrecht do Equador, é conseqüência da falta de regulamentação dos acordos comerciais entre o Brasil e estes países. &amp;quot;A presença brasileira na região se deu com um nível de cobertura institucional muito baixo, sem a preocupação de arranjos regionais. Quando você não tem instituição para mediar as negociações comerciais, uma questão jurídica, contratual, ganha caráter diplomático&amp;quot;, segundo afirmou ao &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial; font-weight: normal;"&gt;&lt;a href="http://estadao.com.br"&gt;estadao.com.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Ricardo Sennes, professor de Relações Internacionais da PUC-SP. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p style="margin: 0cm 2px 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm; font-size: 12pt; font-family: Arial Unicode MS; color: black;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;A queda de braço com as grandes empresas brasileiras nestes países não é nova. No ano passado, a Bolívia ocupou militarmente as instalações da Petrobras no país para garantir a nacionalização da infra-estrutura da estatal brasileira. Neste ano, o Equador expulsou a Odebrecht alegando falhas na construção de uma hidrelétrica e ameaça fazer o mesmo com a Petrobras caso ela não aceite deixar o status de exploradora de bens para prestadora de serviços do governo equatoriano. Sennes aponta que a região vê o Brasil como um país muito forte e que age de maneira estratégica, politicamente orientada, nunca em nome de uma agenda mais ampla de cooperação. Porém, essa visão não chega a caracterizar um imperialismo brasileiro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="margin: 0cm 2px 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm; font-size: 12pt; font-family: Arial Unicode MS; color: black;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;&amp;quot;Seríamos um grande país que age voltado ao seu próprio interesse. A percepção de cada governo sobre o Brasil é variável, desde o Equador até o Uruguai. No Uruguai, nós temos uma visão muito mais positiva, na Argentina é mediana, na Bolívia é muito negativa. Para eles, somos um país muito poderoso proporcionalmente na região, e quando agimos é para maximizar nossos próprios interesses&amp;quot;, aponta o especialista.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="margin: 0cm 2px 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm; font-size: 12pt; font-family: Arial Unicode MS; color: black;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;A falta de instituições para mediar as discussões entre as empresas que se instalam nestes países e os governos contratantes é que abre brechas para a tensão entre Estados. &amp;quot;Se existisse uma instância para mediar, como você tem numa situação de controvérsia em alguns arranjos, o presidente não precisa se envolver. Um governo faz uma avaliação, sem especificar critérios, de que a obra foi obra ou ruim, toma uma decisão unilateral e comunica o governo brasileiro, que fica preocupado e manda outra mensagem governamental. Assim, um problema que poderia ser de ordem contratual e deveria ser tratado âmbito judicial vira um problema político bilateral&amp;quot;, aponta Sennes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="margin: 0cm 2px 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm; font-size: 12pt; font-family: Arial Unicode MS; color: black;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="LeadeAutor" style="margin: 0cm 2px 0.0001pt; text-align: justify; font-size: 10pt; font-family: Arial; color: windowtext; font-weight: bold;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Exploração política&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p style="margin: 0cm 2px 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm; font-size: 12pt; font-family: Arial Unicode MS; color: black;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;Os países que são ricos em recursos minerais estratégicos - como gás, petróleo, cobre e estanho - atraem investimentos estrangeiros. Porém, no caso da Bolívia, Equador e Venezuela, as riquezas naturais foram atreladas às propostas de Constituições com aspirações socialistas que os governos impulsionam. Para o professor de História e Relações Internacionais da Unesp, Luis Fernando Ayerbe, a crítica aos governos neoliberais nestes países provocou a revisão de contratos e colocou em xeque a atuação das empresas internacionais, gerando discussão. &amp;quot;Agora, os governos buscam uma maior afirmação nacional e uso desses recursos sob o controle do Estado. Por isso que há todo esse problema&amp;quot;, afirma.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="margin: 0cm 2px 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm; font-size: 12pt; font-family: Arial Unicode MS; color: black;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;Ayerbe aponta ainda que estes países, que dependem bastante de seus recursos energéticos, adotam essa postura para barganhar com o Brasil, para obter vantagens. &amp;quot;O Brasil não pode ser visto como imperialista, porque sempre teve uma postura de liderança na resolução dos problemas quando houve crises de governabilidade.&amp;quot;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="margin: 0cm 2px 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm; font-size: 12pt; font-family: Arial Unicode MS; color: black;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;&amp;quot;O Brasil atingiu um patamar de desenvolvimento que inclui grandes empresas, que se tornaram multinacionais. Odebrecht, Petrobras, Vale, que passaram a atuar internacionalmente, disputar contratos. Como com qualquer empresa, às vezes há problemas em construções, em entrega de obra, em financiamento. Até aí, são problemas da empresa com quem a contratou. Não é um problema do Brasil&amp;quot;, explica o professor.&amp;nbsp;&amp;quot;O que está acontecendo no caso do Equador é que justamente coincidiu com a eleição para o referendo constitucional, então a questão da Odebrecht foi utilizada pelo presidente Rafael Correa de uma forma politizada. E isso está repercutindo nas relações com o Brasil. Existe deturpação do problema&amp;quot;, ressalta.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="margin: 0cm 2px 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm; font-size: 12pt; font-family: Arial Unicode MS; color: black;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;O especialista Ricardo Sennes lembra ainda de que o modo como os bolivianos fizeram a nacionalização da Petrobras, com invasão militar, foi muito mais de uso político do que efetivo, já não existia nenhum tipo de ameaça no local. Porém, ele aponta que, considerando a história do Brasil com seus vizinhos e sua influência na região, esse tipo de conflito já era esperado. &amp;quot;Só alguém muito inocente acharia que a entrada do Brasil nesses países seria vista como salvação, como um favor.&amp;quot;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="margin: 0cm 2px 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm; font-size: 12pt; font-family: Arial Unicode MS; color: black;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;&amp;quot;O Brasil é muito prepotente em suas relações regionais, e essa prepotência não é de hoje, é histórica. O Brasil tem esse tipo de ação até mesmo pelo seu tamanho, poder. E hoje se transformou no que a gente está vendo: o BNDES, a Petrobras, a Eletrobrás, as grandes empresas nacionais, a Vale, a Gerdau, a Odebrecht tem um poder de barganha muito forte na região. E isso vai aumentar. O que chama a atenção é a surpresa com que esse fenômeno é tratado&amp;quot;, diz Sennes.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="margin: 0cm 2px 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm; font-size: 12pt; font-family: Arial Unicode MS; color: black;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="LeadeAutor" style="margin: 0cm 2px 0.0001pt; text-align: justify; font-size: 10pt; font-family: Arial; color: windowtext; font-weight: bold;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Mecanismo de mediação&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p style="margin: 0cm 2px 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm; font-size: 12pt; font-family: Arial Unicode MS; color: black;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;O nível da institucionalização das relações do Brasil com os seus vizinhos é apontado como a principal brecha para que as disputas com as empresas ganhem caráter diplomático. Efetuadas sem arranjos regionais sólidos, as negociações têm caráter totalmente privados, contratuais, sem acordos de investimentos. Como a presença brasileira tende a aumentar, por conta da própria economia do país, a questão será como definir uma estratégia para evitar que os problemas comerciais se transformem em diplomáticos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="margin: 0cm 2px 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm; font-size: 12pt; font-family: Arial Unicode MS; color: black;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;"&gt;Sennes aponta que uma saída seria a aplicação de mecanismos para mediar as negociações controversas. Ele cita o caso entre os governos brasileiro e argentino, que criaram um mecanismo de adaptação competitiva, um acordo para a busca de ajustes necessários, seja por câmbio, por política industrial, que dá as bases para a adoção temporária de salvaguardas sem que isso vire um problema político. &amp;quot;Esse tipo de ação - que nesse caso é bilateral - poderia ser ampliada em caráter regional, mas obviamente dependeria de uma mudança da visão do Brasil da região. Quanto menos mecanismos institucionais existirem, mais haverá espaço para a politização destas questões&amp;quot;, disse.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 2px 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm; font-size: 12pt; font-family: Arial; color: windowtext;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; color: black;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28483768-1985612128650866348?l=socionoticias.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://socionoticias.blogspot.com/2008/10/falta-de-regras-comerciais-acirra-tenso.html</link><author>jclaudiosantos@gmail.com (José Cláudio dos Santos Jr)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item></channel></rss>
