<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-7677074167457321380</atom:id><lastBuildDate>Fri, 01 Nov 2024 10:40:43 +0000</lastBuildDate><title>SoLiCity - Software Livre da Cidade</title><description>Diga NÃO a pirataria, use Software livre.&#xa;Se você precisa de ajuda na escolha de programas livres e/ou abertos, SoLiCity.</description><link>http://solicitylinux.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (SoLiCity - Software Livre da Cidade)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>18</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7677074167457321380.post-2124843614107123137</guid><pubDate>Sun, 23 Sep 2012 23:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-09-23T16:15:18.555-07:00</atom:updated><title>mkmouse</title><description>Excelente postagem do site:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://mkmouse.com.br/zmkmouseinfo01.html&quot;&gt;http://mkmouse.com.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O qual reproduzo na integra,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://mkmouse.com.br/zmkmouseinfo01.html&quot;&gt;http://mkmouse.com.br/zmkmouseinfo01.html&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
muuuuuito bom mesmo este texto dele, parabéns...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Rato e o Linux.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Olha só, eu uso o Linux já a mais de 3 anos consecutivamente e muito pouco tenho&lt;br /&gt;
de que me queixar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fica claro que não uso este SO, com a finalidade específica de jogar, eu o uso de&lt;br /&gt;
forma mais abrangente, eclética e sinceramente o Linux não me decepcionou em nada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu faço diversas tarefas das quais posso destacar a edição de textos, trabalhos&lt;br /&gt;
com imagens estáticas e (ou) em movimento, podendo ser inclusive imagens em 3D;&lt;br /&gt;
também executo tarefas remotas, conversações com direito a videoconferência e troca de&lt;br /&gt;
arquivos on-line, além de publicar a minha revista mensal em meu site&lt;br /&gt;
www.mkmouse.com.br, também faço a publicação (quase quinzenal) do meu blog&lt;br /&gt;
http://umratonomeiodomundo.blogspot.com.br/ .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Creio que nem é preciso lembrar a a quantidade de programas que ficam&lt;br /&gt;
envolvidos em um processo como o de edição de uma revista ou mesmo de um blog.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Só para se ter uma ideia, na edição da postagem “O Rato e o Rigoletto”, eu usei&lt;br /&gt;
um editor de imagens neste caso o Gimp, um editor de textos: o LibreOffice, um editor&lt;br /&gt;
para imagens em movimento (filmes): o AviDemux GT e por uma questão técnica usei&lt;br /&gt;
também o AviDemux GTK; usei um editor de legendas, o Gnome Subtitles e para finalizar,&lt;br /&gt;
pelos mais diversos motivos, acabei usando como navegadores para a internet o Firefox,&lt;br /&gt;
o Google Chrome e o Ópera; como navegador de arquivos o Dolphin.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando edito a revista praticamente uso quase todos eles e mais alguns onde se&lt;br /&gt;
destaca o KompoZer, o BlueFish editor e o FileZilla sem contar programas outros como os&lt;br /&gt;
para Torrents e programas para links ed2k, inclui-se ainda nesta minha lide os programas&lt;br /&gt;
para conversão de som, imagem e programas copiadores para as mais diversas&lt;br /&gt;
finalidades&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atentem para o detalhe!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nada do que até agora citei é pago e as atualizações ocorrem normalmente de&lt;br /&gt;
forma automática (ao seu critério) para todos os programas que fazem parte dos arquivos&lt;br /&gt;
(repositório) da distribuição Linux que você usa e em 99% dos casos completamente livre&lt;br /&gt;
de qualquer tipo de “vírus” e outras mazelas mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Querem mais?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando chega a minha, visitinha espoleta, eu brinco com ela no Second Life com&lt;br /&gt;
mais de um navegador do SL, o que possibilita em um único IP uma brincadeira local com&lt;br /&gt;
controles individuais para cada bonequinho(a), estando os bonequinhos(as) (avatares) em&lt;br /&gt;
um outro servidor sabe-se Deus onde, sem com isso necessitar desativar o BOINC e&lt;br /&gt;
(nem sempre) o Skype; quando ela se cansa, posso ainda brincar com ela usando os&lt;br /&gt;
jogos disponíveis nos repositórios da minha distribuição Linux onde eu destaco os que ela&lt;br /&gt;
mais gosta, o TuxPaint e o Palapeli&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O meu sistema é composto por quatro áreas de trabalho no monitor e como uso&lt;br /&gt;
dois monitores, tenho à minha disposição oito áreas de trabalho diferentes sendo que&lt;br /&gt;
duas sempre podem atuar simultaneamente e as outras seis podem agir, silenciosamente&lt;br /&gt;
(ou não) em outros planos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Finalizando o tema, eu uso como Sistema Operacional o Kubuntu 12,04 (o 12,10&lt;br /&gt;
vem vindo aí), Kubuntu é uma distribuição Linux (Ubuntu com KDE) fundamentada no&lt;br /&gt;
sistema Debian; nesta versão de Kubuntu temos a saída da Canonical e a chegada da&lt;br /&gt;
Blue Systems.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, devo salientar, que em uma escala de 0 a 10 o meu conhecimento&lt;br /&gt;
sobre o Linux, na minha maneira de ver, é um valor qualquer entre 2 e 3.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São Paulo, 23 de Agosto de 2012&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mkmouse&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Produção 2012 Mkmouse&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
</description><link>http://solicitylinux.blogspot.com/2012/09/mkmouse.html</link><author>noreply@blogger.com (Sohformatando)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7677074167457321380.post-7716682632558767225</guid><pubDate>Wed, 25 Jan 2012 09:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-25T01:35:22.738-08:00</atom:updated><title>Primeira etapa da Nova Agenda do Expresso</title><description>Direto do site LINUXBR: (&lt;a href=&quot;http://br-linux.org/&quot;&gt;http://br-linux.org/&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;&lt;a href=&quot;http://br-linux.org/2012/primeira-etapa-da-nova-agenda-do-expresso/&quot; rel=&quot;bookmark&quot; title=&quot;Permanent Link to Primeira etapa da Nova Agenda do Expresso&quot;&gt;Primeira etapa da Nova Agenda do Expresso&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;         &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;entry&quot;&gt;      Enviado por  Cafe Expresso:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;usertext&quot;&gt;“Com inspiração em ferramentas consolidadas como o  Yahoo Calendar e Feng Office, a Prognus está desenvolvendo a Nova  Agenda do Expresso. A primeira etapa do projeto foi concluída  recentemente e já está disponível gratuitamente no repositório da  Comunidade Expresso Livre (trac da comunidade) para que os usuários  baixem e reportem os erros, buscando desta maneira a estabilização do  código.      &lt;br /&gt;
Realizada entre setembro e dezembro, esta fase, além de contemplar  itens básicos de uma agenda – como criar eventos, convidar participantes  e configurar alarmes de compromissos – teve como destaque o suporte  para sincronização com o serviço DAViCal, que permite o compartilhamento  de itens de agenda com o Outlook Express e o Mozilla Thunderbird.  Confira algumas telas:     &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com gerente de projetos Douglas Lopes, o principal desafio  encontrado neste período foi a necessidade do desenvolvimento simultâneo  com a Nova API do Expresso. “Desde a concepção da Agenda, foi pensado  em tudo novo, inclusive a API que estava na fase de discussão e  amadurecimento. O desenvolvimento da nova agenda veio para tornar esta  API real e palpável”, destacou.     &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora o projeto entra em sua segunda das quatro etapas previstas.  Entre as novidades, estão previstas funcionalidades como mapa de  disponibilidade de participantes, sugestão de novo horário para eventos,  delegação de participação em evento para outro participante e até a  possibilidade de criar eventos a partir do ExpressoMail (módulo de  e-mail do Expresso).”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[&lt;a href=&quot;http://www.cafe-expresso.org/2012/01/20/primeira-etapa-da-nova-agenda-do-expresso-ja-esta-disponivel-na-comunidade/&quot;&gt;referência: cafe-expresso.org&lt;/a&gt;]&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://solicitylinux.blogspot.com/2012/01/primeira-etapa-da-nova-agenda-do.html</link><author>noreply@blogger.com (Sohformatando)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7677074167457321380.post-7858341000528696287</guid><pubDate>Fri, 07 Oct 2011 00:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-06T17:43:22.848-07:00</atom:updated><title>Uma pena mesmo...    :(</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjhiItvIfpfSw2hD7irs7-YUyf-SKu1YgOEMFOBsc-462sMvu_3CTFRyp7-7C3zqU0DBihx8qHLLLoQ0hiGk0FFcR5mtBY-goFzaALi-cRRDqIRmjrekYnWT2MCyc_eR0fOK43K2y-0Yegx/s1600/8vrmtp595qcft5ls7y5x3lvsf.jpg&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjhiItvIfpfSw2hD7irs7-YUyf-SKu1YgOEMFOBsc-462sMvu_3CTFRyp7-7C3zqU0DBihx8qHLLLoQ0hiGk0FFcR5mtBY-goFzaALi-cRRDqIRmjrekYnWT2MCyc_eR0fOK43K2y-0Yegx/s1600/8vrmtp595qcft5ls7y5x3lvsf.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.apple.com/stevejobs/&quot;&gt;http://www.apple.com/stevejobs/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;Apple has lost a visionary and creative genius, and the world has lost  an amazing human being. Those of us who have been fortunate enough to  know and work with Steve have lost a dear friend and an inspiring mentor. Steve leaves behind a company that only he could have built, and his spirit will forever be the foundation of Apple.&quot;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;position: fixed;&quot;&gt;&lt;div id=&quot;new_selection_block0.36690059067935576&quot; style=&quot;background-color: transparent; border: medium none; color: black; overflow: hidden; text-align: left; text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Read more at: &lt;a href=&quot;http://www.ndtv.com/article/technology/new-apple-ceo-cook-mourns-loss-of-visionary-jobs-139016&amp;amp;cp&quot; target=&quot;_blank_&quot;&gt;http://www.ndtv.com/article/technology/new-apple-ceo-cook-mourns-loss-of-visionary-jobs-139016&amp;amp;cp&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;position: fixed;&quot;&gt;&lt;div id=&quot;new_selection_block0.5241042525446459&quot; style=&quot;background-color: transparent; border: medium none; color: black; overflow: hidden; text-align: left; text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Read more at: &lt;a href=&quot;http://www.ndtv.com/article/technology/new-apple-ceo-cook-mourns-loss-of-visionary-jobs-139016&amp;amp;cp&quot; target=&quot;_blank_&quot;&gt;http://www.ndtv.com/article/technology/new-apple-ceo-cook-mourns-loss-of-visionary-jobs-139016&amp;amp;cp&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
If you would like to share your thoughts, memories, and condolences, please email &lt;a href=&quot;mailto:rememberingsteve@apple.com&quot;&gt;rememberingsteve@apple.com&lt;/a&gt;</description><link>http://solicitylinux.blogspot.com/2011/10/uma-pena-mesmo.html</link><author>noreply@blogger.com (Sohformatando)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjhiItvIfpfSw2hD7irs7-YUyf-SKu1YgOEMFOBsc-462sMvu_3CTFRyp7-7C3zqU0DBihx8qHLLLoQ0hiGk0FFcR5mtBY-goFzaALi-cRRDqIRmjrekYnWT2MCyc_eR0fOK43K2y-0Yegx/s72-c/8vrmtp595qcft5ls7y5x3lvsf.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7677074167457321380.post-1011824626538275182</guid><pubDate>Tue, 21 Oct 2008 00:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-08-04T15:43:10.393-07:00</atom:updated><title>Liberado a entrega de CD&#39;s da versão 8.10 do UBUNTU</title><description>http://ubuntudicas.blogspot.com/&lt;br /&gt;
&lt;h2 class=&quot;date-header&quot;&gt;Segunda-feira, 20 de Outubro de 2008&lt;/h2&gt;&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;7749410313325272444&quot;&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;
&lt;h3 class=&quot;post-title&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://ubuntudicas.blogspot.com/2008/10/liberado-entrega-de-cds-da-verso-810.html&quot;&gt;Liberado a entrega de CD&#39;s da versão 8.10&lt;/a&gt; &lt;/h3&gt;Tá&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://shipit.ubuntu.com/&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;liberado os pedidos dos cd&#39;s da versão 8.10&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;color: red;&quot;&gt; &lt;/span&gt;do Ubuntu pelo ShipIt da Canonical!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas para isso você terá que se cadastrar e se pedir mais de 1 cd explicar o motivo. Eu pedi 10 para entregar aos colegas de departamento de TI, onde trampo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E daqui 10 dias teremos a versão 8.10 para download.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pegue sua versão e faça cópias para seus amigos e familiares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu acho que, enfim, o linux chegou para o desktop! Só alegria!</description><link>http://solicitylinux.blogspot.com/2008/10/liberado-entrega-de-cds-da-verso-810-do.html</link><author>noreply@blogger.com (Sohformatando)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7677074167457321380.post-4873969858382399952</guid><pubDate>Wed, 08 Oct 2008 10:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-08T03:35:56.788-07:00</atom:updated><title>Novo Asterisk 1.4.22</title><description>http://www.albertosato.voipcenter.com.br/&lt;br /&gt;&lt;h1 id=&quot;post-991&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.albertosato.voipcenter.com.br/?p=991&quot; rel=&quot;bookmark&quot; title=&quot;Permanent Link to Lançado o Asterisk 1.4.22&quot;&gt;Lançado o Asterisk 1.4.22&lt;/a&gt;&lt;/h1&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;By amsato&lt;/b&gt; | October 7, 2008 &lt;/p&gt; &lt;div class=&quot;postspace2&quot;&gt; &lt;/div&gt;  &lt;!--post text with the read more link--&gt; &lt;div id=&quot;HOTWordsTxt&quot; name=&quot;HOTWordsTxt&quot;&gt;&lt;p&gt;Foi lançado a versão do Asterisk 1.4.22. Esta versão inclui um grande número de correções de problemas, além da inclusão do suporte para o DAHDI (novo Zaptel).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para maiores informações sobre a transição do Zaptel para o DAHDI, por favor consulte o link abaixo:&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://svn.digium.com/view/asterisk/tags/1.4.22/Zaptel-to-DAHDI.txt?view=markup&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://svn.digium.com/view/asterisk/tags/1.4.22/Zaptel-to-DAHDI.txt?view=markup&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Para a lista completa das alterações desta versão, veja o ChangeLog:&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://svn.digium.com/view/asterisk/tags/1.4.22/ChangeLog?view=markup&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://svn.digium.com/view/asterisk/tags/1.4.22/ChangeLog?view=markup&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O Asterisk 1.4.22 está disponível para download no link abaixo:&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://downloads.digium.com/pub/telephony/asterisk/asterisk-1.4.22.tar.gz&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://downloads.digium.com/pub/telephony/asterisk/asterisk-1.4.22.tar.gz&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;&lt;!--show categories, edit link ,comments--&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Topics:&lt;/b&gt; &lt;a href=&quot;http://www.albertosato.voipcenter.com.br/?cat=4&quot; title=&quot;View all posts in Asterisk&quot; rel=&quot;category&quot;&gt;Asterisk&lt;/a&gt;,  &lt;a href=&quot;http://www.albertosato.voipcenter.com.br/?cat=14&quot; title=&quot;View all posts in Novidades&quot; rel=&quot;category&quot;&gt;Novidades&lt;/a&gt; |   &lt;a href=&quot;http://www.albertosato.voipcenter.com.br/?p=991#respond&quot; title=&quot;Comment on Lançado o Asterisk 1.4.22&quot;&gt;No Comments »&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://solicitylinux.blogspot.com/2008/10/novo-asterisk-1422.html</link><author>noreply@blogger.com (Sohformatando)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7677074167457321380.post-469630325712122131</guid><pubDate>Tue, 07 Oct 2008 12:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-07T06:04:12.342-07:00</atom:updated><title>30 motivos para usar o Linux</title><description>&lt;h5&gt;Artigo muito bom do Jefferson, no vivaolinux:&lt;br /&gt;&lt;/h5&gt;&lt;h5&gt;&lt;a href=&quot;http://www.vivaolinux.com.br/artigo/30-motivos-para-usar-o-Linux/&quot;&gt;30 motivos para usar o Linux&lt;/a&gt;&lt;/h5&gt;   &lt;!-- tabela usuario --&gt; &lt;div style=&quot;padding: 3px; float: left; text-align: center; margin-right: 5px;&quot;&gt; &lt;a href=&quot;http://www.vivaolinux.com.br/perfil/verPerfil.php?login=jeffestanislau&quot; title=&quot;Perfil do usuário&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.vivaolinux.com.br/imagens/fotos/jeff_2006_2.jpg&quot; alt=&quot;Linux user&quot; width=&quot;80&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;60&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class=&quot;destaquemenu&quot; href=&quot;http://www.vivaolinux.com.br/perfil/verPerfil.php?login=jeffestanislau&quot; title=&quot;Perfil do usuário&quot;&gt;jeffestanislau&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;16/04/2004  &lt;/div&gt;  Trinta razões em forma de ferramentas que lhe darão a certeza de que o Linux é o sistema operacional ideal para o seu uso! Leitura recomendada para todos os níveis de usuários desse sistema operacional.&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;margin-top: 5px;&quot;&gt;&lt;b&gt;Por:&lt;/b&gt; Jefferson Estanislau da Silva&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou demonstrar neste artigo porque você que é um novo usuário não  deve temer em se aventurar na utilização do &lt;a href=&quot;http://www.vivaolinux.com.br/linux/&quot;&gt;Linux&lt;/a&gt;. E para os usuários  mais assíduos, vou deixar algumas dicas que podem ser úteis. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este artigo é para falar das ferramentas do do Linux que vão lhe dar  o conforto durante a sua utilização neste sistema, alguns deles são  idênticos aos do Windows e muitos outros são até melhores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veja o material completo &lt;a style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);&quot; href=&quot;http://www.vivaolinux.com.br/artigo/30-motivos-para-usar-o-Linux/&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://solicitylinux.blogspot.com/2008/10/30-motivos-para-usar-o-linux.html</link><author>noreply@blogger.com (Sohformatando)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7677074167457321380.post-6079130383200400051</guid><pubDate>Tue, 07 Oct 2008 12:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-07T05:57:26.764-07:00</atom:updated><title>Vídeo do Portal do Software Público Brasileiro: Conheça...</title><description>&lt;div id=&quot;breadcrumbs&quot;&gt;       &lt;ul class=&quot;compact&quot;&gt;&lt;li&gt;                                &lt;a href=&quot;http://www.softwarepublico.gov.br/&quot;&gt;Portal do Software Público Brasileiro&lt;/a&gt; :&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Vídeo Institucional:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);&quot; href=&quot;http://www.softwarepublico.gov.br/video-portal&quot;&gt; http://www.softwarepublico.gov.br/video-portal&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    &lt;/div&gt;</description><link>http://solicitylinux.blogspot.com/2008/10/vdeo-do-portal-do-software-pblico.html</link><author>noreply@blogger.com (Sohformatando)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7677074167457321380.post-8100371664190870329</guid><pubDate>Mon, 06 Oct 2008 13:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-06T07:14:30.213-07:00</atom:updated><title>Wi-Mesh no projeto Estrela Digital, da prefeitura de Estrela-RS.</title><description>Estrela-RS tem Wi-Mesh da D-Link                                                     29/09/2008 10:31 - Gláucia Civa                                                            &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;              A D-Link acaba de tornar-se a responsável pelo fornecimento de rede Wi-Mesh para o projeto Estrela Digital, da prefeitura de Estrela-RS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;O objetivo é disponibilizar acesso gratuito à Internet para a população da cidade, promovendo a inclusão social dos habitantes da área urbana&quot;, afirma Ricardo Moerschbaecher, gerente da TI da prefeitura do município.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No projeto, a Ynoma e a CTK, respectivamente distribuidora Specialist focada no mercado corporativo e integradora da D-Link, implementara a rede Wi-Mesh.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São seis unidades do wireless Mesh DWR-500, da D-Link, para ambientes outdoor, cada uma cobrindo uma área de um quilômetro quadrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dentro desta área, foram criados hot-spots para que os usuários de notebooks também possam se conectar gratuitamente à Internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A rede implementada tem capacidade para 25 Mbps, mas a prefeitura irá fornecer um backbone de 6 Mbps, deixando a rede pronta para expansões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cidade, que já utilizava equipamentos IP DSLAM fornecidos pela D-Link, pretende utilizar a nova rede Wi-Mesh para, no futuro, agregar equipamentos de vigilância IP e VoIP Wi-Fi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Essa ampliação é possível graças aos recursos de QoS (Qualidade sobre o Serviço), WMM (Wireless Multimedia) e controle de banda&quot;, explica Marcelo Rodrigues, diretor Comercial da Ynoma. “Por ser um trabalho de cunho social, a implementação não visa a atingir o ROI”, complementa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estrela possui 27 mil habitantes, sendo localizada no Vale do Taquari. A economia é baseada na indústria, principalmente de transformação, que responde por 64% da arrecadação. Em seguida vêm o comércio, com 22%, e o setor primário, com 14%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sapiranga também tem&lt;br /&gt;Outra cidade do interior gaúcho que prepara sua rede digital de serviços é Sapiranga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O município lançou no começo de setembro o projeto Sapiranga Digital, que vai disponibilizar acesso gratuito à Internet e serviços online como e-mail, ouvidoria, educação à distância, consulta ao acervo de livros da Biblioteca Municipal, informações, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O município deverá investir cerca de R$ 180 mil na instalação da estrutura. A previsão é de que em dois meses o sistema comece a operar. O assunto foi matéria no Baguete e pode ser lido na íntegra pelo link abaixo.</description><link>http://solicitylinux.blogspot.com/2008/10/wi-mesh-no-projeto-estrela-digital-da.html</link><author>noreply@blogger.com (Sohformatando)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7677074167457321380.post-1624274851752013327</guid><pubDate>Thu, 02 Oct 2008 11:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-02T04:34:06.556-07:00</atom:updated><title>Uma breve história do Linux</title><description>Direto do http://www.guiadohardware.net/&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;entry&quot;&gt;   &lt;div class=&quot;post&quot; id=&quot;post-986&quot;&gt;    &lt;h2&gt;&lt;a href=&quot;http://www.gdhpress.com.br/blog/uma-breve-historia-do-linux/&quot; rel=&quot;bookmark&quot; title=&quot;Permanent Link: Uma breve história do Linux&quot;&gt;Uma breve história do Linux&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt; &lt;abbr title=&quot;2008-10-01T14:57:16-0300&quot;&gt;outubro 1, 2008 – 2:57 pm&lt;/abbr&gt; &lt;!-- by Carlos Morimoto --&gt;        &lt;p&gt;O sistema operacional é o responsável por ativar todos os periféricos e criar o ambiente sobre o qual todos os outros programas rodam. É ele o responsável por reservar processamento suficiente para que o MP3 que você está ouvindo em background continue sendo tocado mesmo quando você precisa abrir outro aplicativo pesado, ou por transferir programas e bibliotecas sem uso para a memória virtual quando a memória principal está toda ocupada, por exemplo. Isso faz com que o trabalho do sistema operacional seja uma atividade inglória, já que você só se lembra dele quando alguma coisa dá errado. :)&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Para a tristeza de alguns e alegria de outros, o Windows é o sistema operacional mais usado em desktops, o que faz com que ele seja a plataforma mais familiar para a maioria. Muitas tarefas são complicadas (experimente tentar encontrar drivers para alguma placa-mãe antiga, por exemplo), mas como muita gente usa e muitos passam pelos mesmos problemas, acaba existindo uma rede de suporte em torno do sistema, que torna fácil conseguir ajuda.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;font-style: normal;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;O domínio da Microsoft na área de sistemas operacionais começou em 1981, com o lançamento do primeiro PC e da primeira versão do MS-DOS. Embora não tivesse nada de especial com relação a outros sistemas da época, o DOS cresceu em popularidade junto com os PCs, seguido pelas diversas versões do Windows. Apesar disso, a Microsoft é uma página recente na história da informática. Enquanto o MS-DOS ainda dava seus primeiros passos, o Unix já era um sistema maduro, usado na maioria dos computadores de grande porte e em estações de trabalho. A história do Unix começa em 1969, na frente de um computador igual a este:&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;font-style: normal; text-align: center;&quot;&gt;&lt;img class=&quot;aligncenter size-full wp-image-987&quot; title=&quot;pd-7&quot; src=&quot;http://www.gdhpress.com.br/blog/imagens//2008/10/zz-modelo_html_m413f79f3.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;480&quot; height=&quot;328&quot; /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;font-style: normal;&quot; align=&quot;center&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;font-style: normal;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;Este é um PDP-7, um minicomputador da década de 60 que possuía apenas 8 kbytes de memória RAM e utilizava fitas magnéticas para armazenamento dos dados. Hoje em dia, qualquer agenda eletrônica ou celular possui muito mais memória e poder de processamento do que ele, mas na época ele era um equipamento relativamente poderoso, que custava US$ 72.000.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;font-style: normal;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;Devido às pesadas limitações da máquina, o sistema operacional deveria ser extremamente enxuto e otimizado, de forma a extrair o máximo de desempenho e consumir o mínimo possível de memória. A combinação da criatividade dos desenvolvedores, a necessidade e as limitações impostas pelo equipamento, resultaram em um sistema bastante otimizado e elegante. Muitas das idéias surgidas nesta época continuam sendo usadas até hoje.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;font-style: normal;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;O Unix evoluiu durante a década de 1970, passando a ser usado em cada vez mais equipamentos e ganhando mais recursos. Quase sempre ele era usado em aplicações “sérias”, incluindo instalações militares, bancos e outras áreas onde não existe margem para falhas. Devido a tudo isso o sistema se tornou muito robusto e estável.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;font-style: normal;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;Os primeiros sistemas Unix foram desenvolvidos de forma colaborativa, dentro de universidades e centros de pesquisas. Embora naquela época ainda não existisse a Internet como a conhecemos hoje, existia uma grande colaboração entre os desenvolvedores. Isso mudou na década de 1980, quando empresas como a AT&amp;amp;T, Sun e SCO, que detinham os direitos sobre o sistema, passaram a desenvolver versões proprietárias e a concorrerem entre si. A colaboração deixou de acontecer e a plataforma foi fragmentada em versões incompatíveis.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;font-style: normal;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;Outro fator importante foi a falta de investimentos em versões destinadas a micros PCs. Na época, os PCs eram vistos como computadores muito limitados, incapazes de rodar sistemas Unix completos (lembre-se de que estou falando do início da década de 1980, quando ainda eram usados micros XT e 286). Somados, estes dois fatores fizeram com que a plataforma definhasse, deixando o caminho livre para o crescimento da Microsoft e das diferentes versões do Windows. Chegamos, então, ao Linux.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;font-style: normal;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;Tudo começou em 1991, quando Linus Torvalds começou a trabalhar no desenvolvimento de um sistema Unix para rodar em seu 386. Na época, o único sistema similar era o Minix, um sistema para uso acadêmico, que era bastante limitado. No início, Linus usava o Minix para rodar o editor, compiladores e outras ferramentas de desenvolvimento que usava para desenvolver o Linux, mas, a partir de um certo ponto, ele passou a usar o próprio Linux. Ou seja, depois de um breve período de encubação dentro do Minix, o Linux passou a ser desenvolvido dentro do próprio Linux. :)&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;font-style: normal;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;De início, o Linux era um projeto muito pequeno, o hobby de um único programador. Entretanto, ele tinha uma grande vantagem em relação aos sistemas UNIX que o precederam: o simples fato de ser disponibilizado sob a licença GPL. Isso permitiu que outros programadores adotassem o projeto, passando a contribuir com melhorias e correções. Subitamente, toda a demanda acumulada em relação a um sistema Unix para micros PC foi canalizada em torno do Linux, fazendo com que o sistema passasse a crescer em um ritmo cada vez mais acelerado, chegando ao que temos nos dias de hoje.&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A licença GPL, tão comentada, mas ao mesmo tempo tão mal-compreendida, pode ser resumida em 4 direitos básicos e uma obrigação:&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;margin-left: 1.25cm; margin-top: 0.4cm; margin-bottom: 0cm;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;1- Aplicativos disponibilizados sob a GPL podem ser usados por qualquer um e para qualquer fim, sem limitações. Mesmo que eventualmente os criadores mudem de idéia e resolvam passar a distribuir novas versões do programa sob outra licença, as versões que foram distribuídas sob a GPL continuam disponíveis, o que permite que outros desenvolvedores criem uma derivação e continuem o desenvolvimento. Isso traz uma boa dose de segurança para quem usa o aplicativo, já que reduz a chance de ele ser descontinuado e deixar de estar disponível. Enquanto houver um volume considerável de usuários, é bem provável que o desenvolvimento continue, de uma forma ou de outra.&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;margin-left: 1.25cm; margin-top: 0.4cm; margin-bottom: 0cm;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;2- Direito de tirar cópias do programa, distribuí-las ou até mesmo vendê-las a quem tiver interesse. Existe a possibilidade de ganhar algum dinheiro vendendo CDs gravados, por exemplo, mas como todo mundo pode fazer a mesma coisa, é preciso vender por um preço relativamente baixo, cobrando pelo trabalho de gravação e não pelo software em si, que está largamente disponível.&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;margin-left: 1.25cm; margin-top: 0.4cm; margin-bottom: 0cm;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;Isso faz com que a forma mais eficiente de ganhar dinheiro seja prestar suporte e vender serviços de personalização e não venda direta, como no caso dos softwares comerciais. Para o cliente acaba sendo vantajoso, pois o custo de implantação será o gasto com a consultoria e treinamentos, enquanto ao implantar um software comercial qualquer ele gastaria também com as licenças de uso.&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;margin-left: 1.25cm; margin-top: 0.4cm; margin-bottom: 0cm;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;3- Direito de ter acesso ao código fonte do programa, fazer alterações e redistribuí-las. Para um programador este é o principal atrativo, já que permite criar novos projetos usando como base o código fonte de programas já existentes ao invés de ter sempre que começar do zero, sem falar na grande oportunidade de aprendizado que examinar o código fonte dos programas disponíveis propicia.&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;margin-left: 1.25cm; margin-top: 0.4cm; margin-bottom: 0cm;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;4- Direito (e ao mesmo tempo a obrigação) de redistribuir as modificações feitas. Este é o ponto onde existem mais mal-entendidos. Se você desenvolve um software por hobby, ou por usá-lo internamente na sua empresa, e não possui interesse em explorá-lo comercialmente, você pode simplesmente divulgar o código fonte para todo mundo, o que é o caminho mais lógico se você pretende atrair outros interessados em ajudá-lo no desenvolvimento. Mas, caso você pretenda receber pelo seu trabalho de desenvolvimento, existem duas opções:&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;margin-left: 1.25cm; margin-top: 0.4cm; margin-bottom: 0cm;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;a) Você pode distribuir o software livremente para aumentar a base de usuários e ganhar vendendo suporte, treinamentos e personalizações ou:&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;margin-left: 1.25cm; margin-top: 0.4cm; margin-bottom: 0cm;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;b) Você só é obrigado a distribuir o código fonte a quem obtém o software, de forma que você pode trabalhar batendo de porta a porta, vendendo o software para alguns clientes específicos e fornecendo o código fonte apenas para eles. Não existe nada de errado com este modelo, mas você perde a possibilidade de ter contribuições de outros desenvolvedores, o que pode ser ruim a longo prazo.&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;margin-top: 0.4cm; margin-bottom: 0cm;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;Os softwares distribuídos sob a GPL também não “contaminam” softwares comerciais ou de outras licenças no caso de distribuição conjunta. Por exemplo, uma revista pode distribuir alguns softwares GPL no meio de um monte de aplicativos fechados na mesma edição. Os softwares GPL continuam sendo GPL, com todas regras que vimos acima, enquanto os softwares comerciais continuam sendo fechados. A revista deve incluir o código fonte dos aplicativos GPL (ou pelo menos a informação de como obtê-los via internet), mas naturalmente não precisa fazer o mesmo com os outros aplicativos incluídos no CD.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;margin-top: 0.4cm; margin-bottom: 0cm; font-style: normal;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;Você pode também usar algum software GPL em conjunto com o seu aplicativo comercial, desenvolvendo um aplicativo qualquer que utiliza o Postgree SQL (um servidor de banco de dados), por exemplo. O Postgree SQL continua sendo GPL e o seu aplicativo continua sendo fechado; qualquer um pode usar e tirar cópias do Postgree SQL, mas você controla a distribuição do seu aplicativo. Uma coisa não interfere com a outra.&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Ou seja, muito embora muitos vejam a GPL como algum tipo de licença comunista, que diz que todos os programadores devem fazer voto de miséria e passar a trabalhar de graça em nome do bem comum, ela é na verdade apenas uma licença que estimula a colaboração e o reaproveitamento de softwares e componentes, que vem nos trazendo diversas mudanças positivas.&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;margin-top: 0.4cm; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;Voltando a história, embora o kernel seja o componente mais importante do sistema (e também o mais complexo), ele não é o único. Qualquer sistema operacional moderno é a combinação de um enorme conjunto de drivers, bibliotecas, aplicativos e outros componentes. O kernel é apenas uma base sobre a qual todos eles rodam.&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;margin-top: 0.4cm; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;Alem do período de incubação dentro do Minix, o Linux se beneficiou de diversos outros projetos anteriores, tais como o X (responsável pela interface gráfica) e inúmeros utilitários, bibliotecas, linguagens de programação, compiladores e assim por diante. A eles se somam uma grande lista de interfaces e aplicativos que surgiram nos anos seguintes, tais como o Gnome, KDE, Firefox, OpenOffice e assim por diante.&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;margin-top: 0.4cm; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;Entre as ferramentas usadas desde os primeiros dias, estão o Emacs e o GCC, desenvolvidos pela Free Software Fundation, como parte do projeto GNU. O Emacs é um editor de texto que combina uma grande quantidade de recursos e ferramentas úteis para programadores, enquanto o GCC é o compilador que permite transformar o código escrito nele em arquivos executáveis.&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;margin-top: 0.4cm; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;Isso deu origem a uma das maiores flame-wars da historia, com Richard Stallman passando a exigir o uso do termo GNU/Linux (que é pronunciado como “gui-nuu slash Linux”) para designar o sistema, em vez de simplesmente “Linux”, argumentando que o projeto GNU foi iniciado antes e que por isso merece crédito.&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;margin-top: 0.4cm; margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;Este e um caso em que as opiniões se dividem, com alguns dando razão a ele e realmente usando o “gui-nuu slash Linux”, e outros argumentando que os componentes do projeto GNU correspondem a apenas uma pequena parte do sistema e que por isso se fosse para dar o crédito devido a todos os inúmeros componentes que formam uma distribuição atual, seria preciso chamar o sistema de X/Qt/KDE/GTK/Gnome/Mozilla/Firefox/OpenOffice/longa-lista/GNU/Linux. O fato é que, excluindo qualquer discussão filosófica, o nome “Linux” puro e simples e muito mais simples e fácil de pronunciar, o que faz com que o “GNU/Linux” não seja usado fora de alguns círculos específicos.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;font-style: normal;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;Continuando a história, embora o Linux tenha sido originalmente escrito para ser usado em micros PC (mais especificamente no 386 que Linux Torvalds usava em 1991), a modularidade do sistema, o fato de ele ter sido escrito inteiramente em C e as boas práticas empregadas no desenvolvimento permitiram que ele ganhasse versões (ou ports) para outras plataformas. Hoje em dia, o Linux roda em praticamente todo o tipo de processadores, dos processadores de 32 e 64 bits usados em micros PC, a chips especializados usados em maquinário industrial.&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Existe ate mesmo um fork do kernel Linux que e capaz de rodar em processadores 8088 e 286 (o ELKS), como os usados nos primeiros micros PC. Embora estejam a muito obsoletos nos PCs, versões modernizadas desses chips são relativamente populares em sistemas embarcados, concorrendo com chips Z80 e outros processadores de 8 ou 16 bits, que embora desconhecidos do grande publico, são produzidos e usados em quantidades gigantescas nos mais diversos tipos de dispositivos. É justamente essa versatilidade que faz com que o Linux seja usado em tantas áreas diferentes, de celulares a supercomputadores.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;font-style: normal;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;Ao ver micros com Linux em exposição nas lojas e em mercados, tenha em mente que esta é apenas a ponta do iceberg. O uso do Linux em micros domésticos, pelo grande público, é uma coisa relativamente recente. Antes de chegar aos desktops, o Linux cresceu entre os desenvolvedores e usuários avançados, dominou os servidores, invadiu o mundo dos dispositivos embarcados (celulares, roteadores, pontos de acesso wireless e até mesmo modems ADSL) e se tornou o sistema dominante no mundo dos supercomputadores.&lt;/p&gt; &lt;p class=&quot;western&quot; style=&quot;font-style: normal;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;Segundo o &lt;a href=&quot;http://www.top500.org/&quot;&gt;http://www.top500.org/&lt;/a&gt;, que mantém um rank atualizado dos 500 supercomputadores mais poderosos do mundo, em junho de 2008 tínhamos 427 dos 500 supercomputadores mais poderosos rodando diferentes versões do Linux (&lt;a href=&quot;http://www.top500.org/stats/list/31/osfam&quot;&gt;http://www.top500.org/stats/list/31/osfam&lt;/a&gt;). Dos restantes, 25 rodavam outros sistemas Unix e apenas 5 rodavam Windows, 3 deles com o HPC Server 2008 e 2 com o Windows Compute Cluster Server 2003, duas versões do Windows especialmente otimizadas para a tarefa.&lt;/p&gt;                &lt;/div&gt;   &lt;/div&gt;</description><link>http://solicitylinux.blogspot.com/2008/10/uma-breve-histria-do-linux.html</link><author>noreply@blogger.com (Sohformatando)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7677074167457321380.post-6015076840696052736</guid><pubDate>Sun, 21 Sep 2008 20:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-09-21T13:42:09.017-07:00</atom:updated><title>Sê livre...</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgvbE0EMgnNvU7joxek_V9VW-57AxHFt81AdYlLszPSeeRLGSsbaq7skSzwKljL-nTF7A8bhiBhQQLJs58ZlOWq4F7_vguDNHglxUkI4-Q9w3tAUN60BohA61e7QizkXjRC-DSir6BpSJq3/s1600-h/sfd2008-camisa-laranja.png&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgvbE0EMgnNvU7joxek_V9VW-57AxHFt81AdYlLszPSeeRLGSsbaq7skSzwKljL-nTF7A8bhiBhQQLJs58ZlOWq4F7_vguDNHglxUkI4-Q9w3tAUN60BohA61e7QizkXjRC-DSir6BpSJq3/s320/sfd2008-camisa-laranja.png&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5248461073058478418&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O &quot;Sê Livre&quot; da camiseta tem a ver com a liberdade de software, comemorado aqui no dia 20.09.2008 (ou seja, foi ontem...), não deu tempo de postar aqui, então &lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_0&quot;&gt;tou&lt;/span&gt; dando minha contribuição agora, no velho estilo, antes tarde do que nunca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vi primeiro no site do &lt;a style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);&quot; href=&quot;http://andregondim.eti.br/&quot;&gt;André &lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_1&quot;&gt;Godin&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, a &lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_2&quot;&gt;idéia&lt;/span&gt; é muito boa e bem explicada seu &lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_3&quot;&gt;post&lt;/span&gt;, vou comentar umas partes aqui:&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;!-- Anúncio Dinâmico BuscaPé - INÍCIO --&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;!-- Anúncio Dinâmico BuscaPé - FIM --&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;&lt;!-- wp-hotwords begin --&gt; &lt;/p&gt;&lt;div id=&quot;HOTWordsTxt&quot; name=&quot;HOTWordsTxt&quot;&gt;&lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&quot; O “Dia da Liberdade de Software” é uma celebração anual da &lt;strong&gt;Liberdade de Software&lt;/strong&gt; realizada simultâneamente em diversas localidades do mundo, 500 cidades neste ano. &quot;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;A &lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_4&quot;&gt;idéia&lt;/span&gt; é &quot;passar uma manhã de sábado divertida, com muita informação, brindes, palestras e &lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_5&quot;&gt;minicursos&lt;/span&gt;. Tudo regado a muito software livre!&quot; &lt;p&gt;&quot;Em um mundo cada vez mais digital, mais e mais pessoas dependem de &lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_6&quot;&gt;softwares&lt;/span&gt; em suas experiências diárias.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O software influencia como interagimos com os outros, desfrutando de meios distintos, votamos, pagamos, e trilhamos nosso caminho.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O software aponta nossa forma de vida, nossas &lt;strong&gt;liberdades básicas&lt;/strong&gt; como liberdade de associação, liberdade de pensamento, liberdade de escolha e muito mais.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Muitas pessoas não se dão conta da importância e da influência do software e outras tecnologias em suas vidas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O que queremos com essa tal &lt;strong&gt;“Liberdade de Software”&lt;/strong&gt;?&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ela se trata de um futuro tecnológico e em que possamos confiar, que seja &lt;strong&gt;sustentável&lt;/strong&gt; e que não &lt;span class=&quot;blsp-spelling-corrected&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_7&quot;&gt;impacte&lt;/span&gt; negativamente nas &lt;strong&gt;liberdades humanas básicas&lt;/strong&gt; que damos por garantidas.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sistemas eleitorais não confiáveis podem levar a uma inquietude civil e a falta de confiança nos órgãos governamentais.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_8&quot;&gt;Softwares&lt;/span&gt;-espiões que vigiam o que escutamos, nossos detalhes bancários e a quem enviamos &lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_9&quot;&gt;e-mails&lt;/span&gt;, podem ser instalados em nossos computadores sem nosso consentimento.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A codificação regional de filmes introduz uma barreira artificial para o conteúdo internacional;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Onde está nossa escolha pessoal?&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os formatos de dados proprietários podem representar um impedimento para &lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_10&quot;&gt;acessarmos&lt;/span&gt; nossa própria informação!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A &lt;strong&gt;Liberdade de Software&lt;/strong&gt; pode ser mantida por sistemas transparentes (como &lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_11&quot;&gt;Softwares&lt;/span&gt; Livres e &lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_12&quot;&gt;Softwares&lt;/span&gt; de Código Aberto) que estão baseados em &lt;strong&gt;formatos abertos, seguros e sustentáveis&lt;/strong&gt;, incluindo formatos de dados e protocolos de comunicação.&quot;&lt;/p&gt;  &lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;strong&gt;O evento de João Pessoa aconteceu no Departamento de Informática no &lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_13&quot;&gt;CCEN&lt;/span&gt; da &lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_14&quot;&gt;UFPB&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size:medium;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt; no sábado, dia 20, das 08:00 às 12:00&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span&gt;O &lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_15&quot;&gt;SFD&lt;/span&gt; 2008 visa colocar os participantes em &lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_16&quot;&gt;contato&lt;/span&gt; com diversas iniciativas e &lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_17&quot;&gt;projetos&lt;/span&gt; nacionais e internacionais. Para isto, apresentará em sua grade de programação as palestras:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt; &lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;strong&gt;O que é  Software Livre?&lt;/strong&gt;&lt;span&gt; - &lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_18&quot;&gt;Anahuac&lt;/span&gt; de  Paula Gil (&lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_19&quot;&gt;KyaPanel&lt;/span&gt;);&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Quebra de  Paradigmas – Como NÃO usar Windows&lt;/strong&gt;&lt;span&gt; – Joaquim Gil (&lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_20&quot;&gt;Linuxfi&lt;/span&gt;);&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;strong&gt;O Linux põe a  mesa?&lt;/strong&gt;&lt;span&gt; - &lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_21&quot;&gt;Gleidson&lt;/span&gt; Lacerda  (&lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_22&quot;&gt;Moodle&lt;/span&gt;);&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span&gt;A mesa redonda:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt; &lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Mesa Redonda:  Porque você não gosta de Software Livre?.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span&gt;E, além disso palestras, haverão estes dois &lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_23&quot;&gt;minicursos&lt;/span&gt;.:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt; &lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Introdução ao  Linux para &lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_24&quot;&gt;Desktop&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span&gt; – Joaquim  Gil (&lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_25&quot;&gt;Linuxfi&lt;/span&gt;);&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Programação  em &lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_26&quot;&gt;Ruby&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span&gt; – Maurício  &lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_27&quot;&gt;Linhares&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span&gt;E claro, no espírito do movimento livre, a inscrição foi &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;gratuita&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;, mas neste caso com&lt;/span&gt;&lt;strong&gt; vagas limitadas&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;, no site &lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);&quot;&gt;http://&lt;/span&gt;&lt;a style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);&quot; href=&quot;http://www.glugpb.org.br/sfd2008&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;www.glugpb.org.br/sfd2008&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);&quot;&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:medium;&quot;&gt;&lt;strong&gt;A Justificativa é a mais justa:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span&gt;Ao estimular o uso e desenvolvimento de software livre e de código aberto, investe-se na produção e qualificação do conhecimento local a partir de um novo paradigma de desenvolvimento sustentável e de uma nova postura, que insere a questão tecnológica no contexto da construção de mundo com inclusão social e igualdade de acesso aos avanços tecnológicos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Espera-se ainda com &lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_28&quot;&gt;SFD&lt;/span&gt; 2008 uma maior &lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_29&quot;&gt;interação&lt;/span&gt; entre profissionais de diferentes áreas do mercado e governo com alunos, incluindo assim os próprios alunos das &lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_30&quot;&gt;IES&lt;/span&gt; e outras instituições de ensino. Tal &lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_31&quot;&gt;interação&lt;/span&gt; é saudável para ambos, e aproxima os diferentes mundos dos saberes.&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:medium;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Instituições &lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_32&quot;&gt;Executoras&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;O &lt;a style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);&quot; href=&quot;http://www.glugpb.org.br/&quot;&gt;&lt;strong&gt;G/&lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_33&quot;&gt;LUG&lt;/span&gt;-&lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_34&quot;&gt;PB&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; (&lt;span style=&quot;font-size:100%;&quot;&gt;Grupo de Usuários &lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_35&quot;&gt;Gnu&lt;/span&gt; Linux da Paraíba) &lt;/span&gt;e &lt;a href=&quot;http://listas.softwarelivre.org/pipermail/psl-brasil/2005-April/002397.html&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_36&quot;&gt;PSL&lt;/span&gt;-&lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_37&quot;&gt;PB&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; (&lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_38&quot;&gt;Projeto&lt;/span&gt; Software Livre - Paraíba)&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(0, 0, 0);font-size:78%;&quot; &gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;promoverão a comemoração, no &lt;strong&gt;dia 20 de &lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_39&quot;&gt;setembro&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, das &lt;strong&gt;8h às 12h&lt;/strong&gt;, com o apoio do: &lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt; &lt;strong&gt;&lt;a style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);&quot; href=&quot;http://www.ufpb.br/&quot;&gt;&lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_40&quot;&gt;UFPB&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/strong&gt;(Departamento de Informática da&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;Universidade Federal da Paraíba)&lt;strong&gt;,&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;a style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);&quot; href=&quot;http://www.linuxfi.com.br/empresa.html&quot;&gt;&lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_41&quot;&gt;Linuxfi&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;/strong&gt;(Empresa de serviços em Software Livre - Linux) &lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span&gt;e&lt;/span&gt;&lt;strong&gt; &lt;a href=&quot;http://www.jeguepanel.net/index.php?option=com_content&amp;amp;task=section&amp;amp;id=2&amp;amp;Itemid=4&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);&quot;&gt;&lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_42&quot;&gt;KyaPanel&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;(Gestor de Servidores),  &lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;São iniciativas não governamentais que reúnem &lt;strong&gt;mais de 400&lt;/strong&gt; estudantes, profissionais, empresários e usuários de Software Livre da Paraíba. Seus principais &lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_43&quot;&gt;objetivos&lt;/span&gt; são:&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt; &lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Difundir a cultura&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt; informática e, particularmente, a filosofia dos sistemas operacionais padrão &lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_44&quot;&gt;POSIX&lt;/span&gt; em geral e, especialmente, fomentar, desenvolver, apoiar e disseminar o uso do sistema operacional &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_45&quot;&gt;GNU&lt;/span&gt;/LINUX&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt; em todas  suas distribuições, plataformas e opções de configuração;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Difundir&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;promover&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;apoiar&lt;/strong&gt; e  &lt;strong&gt;fomentar&lt;/strong&gt; a utilização, produção e desenvolvimento de &lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_46&quot;&gt;softwares&lt;/span&gt;, hardware, cursos, técnicas pedagógicas, manuais, livros e traduções cujos autores e/ou proprietários autorizem sua utilização e/ou distribuição sem cobrar remuneração, mediante a renúncia de seus direitos patrimoniais e/ou &lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_47&quot;&gt;autorais&lt;/span&gt;;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p style=&quot;margin-bottom: 0cm;&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Respeitar&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span&gt; integralmente os &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;direitos morais&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size:small;&quot;&gt;&lt;span&gt; do autor sobre sua criação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;color: rgb(255, 0, 0);&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://andregondim.eti.br/?p=478&quot;&gt;&lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_48&quot;&gt;SFD&lt;/span&gt; 2008 – Dia da Liberdade de Software&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;:o)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É isso aí, só falta a gente nessa, exemplo bom pra seguir aqui em Salvador, &lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_49&quot;&gt;né&lt;/span&gt; não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro, isso para aqueles que tem boa vontade...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É bobagem esperar isso dos administradores municipais, a maioria não sabe nem o que é informática, e os que sabem não tem interesse políticos e &lt;span class=&quot;blsp-spelling-corrected&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_50&quot;&gt;económicos&lt;/span&gt; na liberdade, quanto mais a gente tiver consciência disso melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como sempre, pelos &lt;span class=&quot;blsp-spelling-error&quot; id=&quot;SPELLING_ERROR_51&quot;&gt;atos&lt;/span&gt; de seus representantes&lt;br /&gt;perde a sociedade,&lt;br /&gt;pois ficar parado&lt;br /&gt;em um mundo em constante movimento&lt;br /&gt;é ficar muito pra trás...</description><link>http://solicitylinux.blogspot.com/2008/09/s-livre.html</link><author>noreply@blogger.com (Sohformatando)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgvbE0EMgnNvU7joxek_V9VW-57AxHFt81AdYlLszPSeeRLGSsbaq7skSzwKljL-nTF7A8bhiBhQQLJs58ZlOWq4F7_vguDNHglxUkI4-Q9w3tAUN60BohA61e7QizkXjRC-DSir6BpSJq3/s72-c/sfd2008-camisa-laranja.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7677074167457321380.post-5470962576922368206</guid><pubDate>Thu, 29 Nov 2007 15:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-29T08:03:15.876-08:00</atom:updated><title>FIEL Contábil Sistema de Contabilidade e Orçamento via Web</title><description>&lt;table class=&quot;contentpaneopen&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;contentheading&quot; width=&quot;100%&quot;&gt;     Sobre o FIEL Contábil        &lt;/td&gt;        &lt;td class=&quot;buttonheading&quot; align=&quot;right&quot; width=&quot;100%&quot;&gt;    &lt;a href=&quot;javascript:void(0)&quot; onclick=&quot;window.open(&#39;http://www.sistemafielcontabil.com.br/index2.php?option=com_content&amp;do_pdf=1&amp;id=14&#39;,&#39;win2&#39;,&#39;status=no,toolbar=no,scrollbars=yes,titlebar=no,menubar=no,resizable=yes,width=640,height=480,directories=no,location=no&#39;);&quot; title=&quot;PDF&quot;&gt;    &lt;br /&gt;   &lt;/a&gt;    &lt;/td&gt;        &lt;td class=&quot;buttonheading&quot; align=&quot;right&quot; width=&quot;100%&quot;&gt;     &lt;a href=&quot;javascript:void(0)&quot; onclick=&quot;window.open(&#39;http://www.sistemafielcontabil.com.br/index2.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=14&amp;Itemid=27&amp;pop=1&amp;page=0&#39;,&#39;win2&#39;,&#39;status=no,toolbar=no,scrollbars=yes,titlebar=no,menubar=no,resizable=yes,width=640,height=480,directories=no,location=no&#39;);&quot; title=&quot;Imprimir&quot;&gt;     &lt;br /&gt;    &lt;/a&gt;     &lt;/td&gt;        &lt;td class=&quot;buttonheading&quot; align=&quot;right&quot; width=&quot;100%&quot;&gt;    &lt;a href=&quot;javascript:void(0)&quot; onclick=&quot;window.open(&#39;http://www.sistemafielcontabil.com.br/index2.php?option=com_content&amp;task=emailform&amp;id=14&#39;,&#39;win2&#39;,&#39;status=no,toolbar=no,scrollbars=yes,titlebar=no,menubar=no,resizable=yes,width=400,height=250,directories=no,location=no&#39;);&quot; title=&quot;E-mail&quot;&gt;    &lt;br /&gt;   &lt;/a&gt;    &lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;    &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;            &lt;table class=&quot;contentpaneopen&quot;&gt;&lt;tbody&gt;            &lt;tr&gt;    &lt;td colspan=&quot;2&quot; valign=&quot;top&quot;&gt;    &lt;table border=&quot;0&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt; &lt;img title=&quot;FIEL Contábil&quot; alt=&quot;FIEL Contábil&quot; src=&quot;http://www.apoenasoftwarelivre.com.br/screenshots/contabil.jpg&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;135&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;span class=&quot;content&quot;   style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O FIEL Contábil - Sistema de Contabilidade e Orçamento via Web é uma poderosa ferramenta para controle de contabilidade e orçamento. O sistema permite o registro de lançamentos contábeis através da Internet, de forma supervisionada, e com total controle pelo Contador.&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A partir de agora você pode utilizar o Sistema FIEL Contábil sem necessidade de aquisição do software, e com suporte e atualização contínua por seus desenvolvedores.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;p class=&quot;content&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;O FIEL Contábil constitui-se de uma ferramenta versátil, eficiente e de fácil utilização para o gerenciamento contábil, permitindo a realização da contabilidade de várias empresas, além de possuir help sensitivo ao contexto, orientando o usuário em qualquer etapa do processo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;content&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;Para utilizar o FIEL Contábil, você precisa de apenas um computador com conexão a Internet. Todo o processamento é feito em nosso servidor e você recebe periodicamente as cópias de segurança de seus dados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;content&quot;   style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;O FIEL Contábil possui três perfis de usuário: Administrador do Sistema, Supervisor Operacional e o Operador.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;content&quot;   style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;Com está estrutura, o FIEL Contábil permite que o próprio cliente possa realizar os lançamentos contábeis, que após aprovados pelo contador (supervisor), passarão a fazer parte da contabilidade fiscal da empresa, possibilitando um trabalho supervisionado e um ganho significativo de produtividade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;content&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;content&quot;   style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;O FIEL Contábil permite também um acompanhamento da execução orçamentária no exercício, notificando automaticamente caso alguma rubrica tenha sido excedida. Através de relatórios detalhados, informa os valores previstos e executados em cada rubrica do orçamento. Os relatórios podem ser emitidos em três formatos: TXT (para impressoras matriciais), HTML e PDF.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;contentheading&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;content&quot;   style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;Histórico do Projeto&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;content&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;content&quot;   style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;O Projeto do FIEL Contábil iniciou em 2003, através da necessidade do &lt;a href=&quot;http://www.bancariospoa.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região&lt;/a&gt; de informatizar seu setor de contabilidade e ao mesmo tempo utilizar ferramentas que fossem livres e que permitissem a transparências das ações administrativas da entidade, que acabou assumindo os custos financeiros do desenvolvimento da primeira versão do software.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;content&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;content&quot;   style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;Após uma longa análise, que contou com a participação efetiva da  &lt;script language=&quot;JavaScript&quot; type=&quot;text/javascript&quot;&gt;  &lt;!--  var prefix = &#39;&amp;#109;a&#39; + &#39;i&amp;#108;&#39; + &#39;&amp;#116;o&#39;;  var path = &#39;hr&#39; + &#39;ef&#39; + &#39;=&#39;;  var addy92456 = &#39;kgs3&#39; + &#39;&amp;#64;&#39;;  addy92456 = addy92456 + &#39;t&amp;#101;rr&amp;#97;&#39; + &#39;&amp;#46;&#39; + &#39;c&amp;#111;m&#39; + &#39;&amp;#46;&#39; + &#39;br&#39;;  var addy_text92456 = &#39;KGS Consultores Associados&#39;; document.write( &#39;&lt;a&gt;&#39; );  document.write( addy_text92456 );  document.write( &#39;&lt;\/a&gt;&#39; );  //--&gt;  &lt;/script&gt;&lt;a href=&quot;mailto:kgs3@terra.com.br&quot;&gt;KGS Consultores Associados&lt;/a&gt;&lt;noscript&gt;  Este endereço de e-mail está sendo protegido de spam, você precisa de Javascript habilitado para vê-lo &lt;/noscript&gt;, o sistema foi desenvolvido e implantado com sucesso no Sindicato dos Bancários.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;content&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;content&quot;   style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;Após alguns tempo em operação, o sistema conquistou a confiança de novos clientes, como a &lt;a href=&quot;http://www.softwarelivre.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Associação Software Livre .ORG&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://www.apcefrs.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;APCEF-RS&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;http://www.bancnet.com.br/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Federação dos Bancários do RS&lt;/a&gt;. Estes também pagaram por serviços de instalação e customização do sistema.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;content&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;content&quot;   style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;A APOENA Software Livre sempre manteve o Sistema FIEL Contábil na web para download. Seja em sua página Web, seja no site &lt;a href=&quot;http://www.superdownloads.com.br/&quot;&gt;www.superdownloads.com.br&lt;/a&gt; , como fez a partir de 2006.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;content contentheading&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;content&quot;   style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;Situação Atual&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;content&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;content&quot;   style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;Temos observado, através de mensagens que recebemos e de pesquisas na Web, que a adoção do FIEL Contábil é grande não só em escritórios de contabilidade e entidades, mas também em instituições de ensino médio e superior, onde vêm sendo empregado no aprendizado de Contabilidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;content&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;content&quot;   style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;O Sistema ganhou muitas novas funcionalidades que foram sugeridas pelos seus usuários. Quanto mais usuários existirem opinando sobre o software, melhor será sua qualidade e abrangência.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;content&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;content&quot;   style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;Existem casos de empresas que possuem outros sistemas de informação (não necessariamente Web) e que estão contratando a empresa desenvolvedora do software para criar módulos de integração destes softwares ao FIEL Contábil, tornando-o uma ferramenta integrada aos sistemas atuais da empresa.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;content contentheading&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;content&quot;   style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;Futuro&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;content&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;content&quot;   style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;O FIEL Contábil foi concebido utilizando algumas normas técnicas que facilitam sua manutenção e adição de novas funcionalidades. À medida que são feitas solicitações dos usuários, estas são cuidadosamente analisadas quanto a sua coerência e implementadas em tempo hábil.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;content&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;content&quot;   style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;Todo o resultado produzido é uma versão única de sistema. As alterações que são feitas (e pagas) por alguns clientes são imediatamente disponibilizadas para todos os clientes. Injusto ? Não. Cooperativo !!!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;content&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;content&quot;   style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;Assim, acreditamos que em breve teremos não somente o FIEL Contábil, mas sim um conjunto de aplicativos que irá comprovar que o software livre não é apenas uma opção tecnológica, mas sim uma tecnologia madura, confiável, segura e que proporciona benefícios a toda a sociedade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class=&quot;content&quot; align=&quot;center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;content&quot;   style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;img title=&quot;Liberte-se do Software Proprietário&quot; alt=&quot;Liberte-se do Software Proprietário&quot; src=&quot;http://www.sistemafielcontabil.com.br/imagenssite/fiel_corrente.jpg&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; width=&quot;118&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;h1 class=&quot;content&quot; align=&quot;center&quot;&gt;Liberte-se do Software Proprietário !&lt;/h1&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;content&quot;   style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family:Arial;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;p class=&quot;contentheading&quot; align=&quot;justify&quot;&gt;Tecnologias Utilizadas&lt;/p&gt;&lt;table border=&quot;0&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;a href=&quot;http://www.php.net/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img title=&quot;PHP&quot; alt=&quot;PHP&quot; src=&quot;http://www.sistemafielcontabil.com.br/imagenssite/php.gif&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;50&quot; width=&quot;95&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/td&gt;&lt;td&gt; &lt;a href=&quot;http://www.postgresql.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img title=&quot;PostgreSQL&quot; alt=&quot;PostgreSQL&quot; src=&quot;http://www.sistemafielcontabil.com.br/imagenssite/pgsql.jpg&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;73&quot; width=&quot;284&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt;&lt;a href=&quot;http://www.fpdf.org/&quot; target=&quot;_parent&quot;&gt;&lt;img title=&quot;FPDF&quot; alt=&quot;FPDF&quot; src=&quot;http://www.sistemafielcontabil.com.br/imagenssite/fpdf.gif&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;71&quot; width=&quot;104&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/td&gt;&lt;td&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt; &lt;/td&gt;&lt;td&gt; &lt;a href=&quot;http://www.apache.org/&quot; target=&quot;_parent&quot;&gt;&lt;img title=&quot;Apache&quot; alt=&quot;Apache&quot; src=&quot;http://www.sistemafielcontabil.com.br/imagenssite/apache.gif&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;32&quot; width=&quot;259&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;td&gt; &lt;/td&gt;&lt;td&gt; &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table class=&quot;contentpaneopen&quot;&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;contentheading&quot; width=&quot;100%&quot;&gt;     Screenshots:        &lt;/td&gt;        &lt;td class=&quot;buttonheading&quot; align=&quot;right&quot; width=&quot;100%&quot;&gt;    &lt;a href=&quot;javascript:void(0)&quot; onclick=&quot;window.open(&#39;http://www.sistemafielcontabil.com.br/index2.php?option=com_content&amp;do_pdf=1&amp;id=18&#39;,&#39;win2&#39;,&#39;status=no,toolbar=no,scrollbars=yes,titlebar=no,menubar=no,resizable=yes,width=640,height=480,directories=no,location=no&#39;);&quot; title=&quot;PDF&quot;&gt;    &lt;br /&gt;   &lt;/a&gt;    &lt;/td&gt;        &lt;td class=&quot;buttonheading&quot; align=&quot;right&quot; width=&quot;100%&quot;&gt;     &lt;a href=&quot;javascript:void(0)&quot; onclick=&quot;window.open(&#39;http://www.sistemafielcontabil.com.br/index2.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=18&amp;Itemid=31&amp;pop=1&amp;page=0&#39;,&#39;win2&#39;,&#39;status=no,toolbar=no,scrollbars=yes,titlebar=no,menubar=no,resizable=yes,width=640,height=480,directories=no,location=no&#39;);&quot; title=&quot;Imprimir&quot;&gt;     &lt;br /&gt;    &lt;/a&gt;     &lt;/td&gt;        &lt;td class=&quot;buttonheading&quot; align=&quot;right&quot; width=&quot;100%&quot;&gt;    &lt;a href=&quot;javascript:void(0)&quot; onclick=&quot;window.open(&#39;http://www.sistemafielcontabil.com.br/index2.php?option=com_content&amp;task=emailform&amp;id=18&#39;,&#39;win2&#39;,&#39;status=no,toolbar=no,scrollbars=yes,titlebar=no,menubar=no,resizable=yes,width=400,height=250,directories=no,location=no&#39;);&quot; title=&quot;E-mail&quot;&gt;    &lt;br /&gt;   &lt;/a&gt;    &lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;    &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;            &lt;table class=&quot;contentpaneopen&quot;&gt;&lt;tbody&gt;            &lt;tr&gt;    &lt;td colspan=&quot;2&quot; valign=&quot;top&quot;&gt;    &lt;p&gt;Aqui colocamos algumas imagens das telas do Sistema FIEL Contábil. Para ver a imagem ampliada, clique sobre ela.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a title=&quot;FIEL Contábil - Menu Supervisão&quot; href=&quot;http://www.sistemafielcontabil.com.br/imagenssite/menusupervisao.jpg&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img title=&quot;Menu Supervisão do Sistema&quot; alt=&quot;Menu Supervisão do Sistema (usado normalmente pelo Contador)&quot; src=&quot;http://www.sistemafielcontabil.com.br/imagenssite/menusupervisao_mini.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;strong&gt;Menu Supervisão do Sistema&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;a href=&quot;http://www.sistemafielcontabil.com.br/imagenssite/menurelatorios.jpg&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img title=&quot;Menu Relatórios do Sistema&quot; alt=&quot;Menu Relatórios do Sistema&quot; src=&quot;http://www.sistemafielcontabil.com.br/imagenssite/menurelatorios_mini.jpg&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;406&quot; width=&quot;564&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;strong&gt;Menu Relatórios do Sistema&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.sistemafielcontabil.com.br/imagenssite/balancetePDF.jpg&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img title=&quot;Balancete em formato PDF&quot; alt=&quot;Balancete em formato PDF&quot; src=&quot;http://www.sistemafielcontabil.com.br/imagenssite/balancetePDF_mini.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;strong&gt;Relatório em formato PDF gerado pelo Sistema (balancete)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.sistemafielcontabil.com.br/imagenssite/registrodelancamentos.jpg&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img title=&quot;Registro de Lançamentos&quot; alt=&quot;Registro de Lançamentos&quot; src=&quot;http://www.sistemafielcontabil.com.br/imagenssite/registrodelancamentos_mini.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;strong&gt;Tela do Registro de Lançamentos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.sistemafielcontabil.com.br/imagenssite/grafico.jpg&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img title=&quot;Gráfico Comparativo&quot; alt=&quot;Gráfico Comparativo&quot; src=&quot;http://www.sistemafielcontabil.com.br/imagenssite/grafico_mini.jpg&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;374&quot; width=&quot;520&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;strong&gt;Gráfico Comparativo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.sistemafielcontabil.com.br/imagenssite/acompanhamentoorc.jpg&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;img title=&quot;Relatório de Acompanhamento do Orçamento&quot; alt=&quot;Relatório de Acompanhamento do Orçamento&quot; src=&quot;http://www.sistemafielcontabil.com.br/imagenssite/acompanhamentoorcamento_mini.jpg&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;409&quot; width=&quot;564&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;strong&gt;Relatório de Acompanhamento do Orçamento&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Utilizando nossa versão de demonstração do sistema que está disponível no site, você terá acesso a todas as funcionalidades do software.&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;</description><link>http://solicitylinux.blogspot.com/2007/11/fiel-contbil-sistema-de-contabilidade-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Sohformatando)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7677074167457321380.post-9152378154648401450</guid><pubDate>Thu, 29 Nov 2007 02:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-28T18:31:13.132-08:00</atom:updated><title>IBQUOTA é um gerenciador de quota de impressão por usuário</title><description>&lt;h2 style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;IBQUOTA&lt;/h2&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;(&lt;b&gt;I&lt;/b&gt;mpressão &lt;b&gt;B&lt;/b&gt;arrada por &lt;b&gt;QUOTA&lt;/b&gt; de usuário)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt; &lt;img src=&quot;http://www.ib.unicamp.br/ibquota/ibquotaesquema.gif&quot; /&gt; &lt;/center&gt;&lt;br /&gt;O IBQUOTA é um gerenciador de quota de impressão por usuário, ou seja, com ele cada usuário terá direito a uma quantidade especifica de folhas para imprimir. Este software é indicado, por exemplo, para instituições de ensino, em que cada aluno deva ter a sua própria quota de impressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As quotas e tentativas de impressão são guardadas em um banco de dados (MySQL). A partir deste banco é possível ler e atualizar informações dos usuários via WEB, através do Gerenciador Gráfico (GG) do IBQUOTA (a parte WEB é feita em PHP).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Como funciona o IBQUOTA?&lt;/b&gt;Ele funciona entre o SAMBA e o Gerenciador de Impressão (Ex. CUPS). O Samba é responsável pela autenticação e compartilhamento entre computadores (FreeBSD,Linux,Windows,...). Com ele, ainda, é possível até compartilhar impressoras. Quando, por exemplo, um usuário está conectado em uma máquina Windows e envia um arquivo para imprimir, o SAMBA pega este arquivo e o coloca na fila de impressão da Impressora. A partir deste ponto é o Gerenciador de Impressão que faz o serviço de enviar este arquivo para a impressora propriamente dita.&lt;br /&gt;Para o IBQUOTA funcionar são criadas duas filas de impressão: &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;VIRTUAL:&lt;/b&gt; A fila de impressão virtual é compartilhada através do SAMBA e configurada para que todos JOBs entrem como &quot;pausados&quot;.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;REAL:&lt;/b&gt; A fila de impressão real NÃO é compartilhada através do SAMBA, mas é configurada para imprimir tudo que chegar.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;O IBQUOTA simplesmente fica checando se chegou algum job na fila de impressão virtual, se chegar, é verificado se o dono da impressão possui quota, se sim, o documento é movido para fila de impressão real e as informações da impressão são gravadas no banco de dados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O importante é que a impressão fica transparente para o usuário que quer imprimir. E ainda que o IBQUOTA é uma solução &lt;b&gt;GRÁTIS e LIVRE&lt;/b&gt;!</description><enclosure type='' url='http://www.ib.unicamp.br/ibquota/index.php' length='0'/><link>http://solicitylinux.blogspot.com/2007/11/ibquota-um-gerenciador-de-quota-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Sohformatando)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7677074167457321380.post-5456323559563170454</guid><pubDate>Tue, 27 Nov 2007 16:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-27T08:36:08.171-08:00</atom:updated><title>Qualquer cor, desde que seja preto</title><description>Texto já antigo, mas por incrivel que pareça, bastante atual, parabéns a quem o escreveu:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://rfsalomon.blogspot.com/2007/04/padres-assustam.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Padrões assustam...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    &quot;Qualquer cor, desde que seja preto.&quot;&lt;br /&gt;    Henry Ford&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta célebre frase dita por Henry Ford é vista com humor por todos que a lêem. No entanto ela demonstra o motivo pelo qual as empresas, até hoje, têm medo de padrões abertos. Enquanto o fornecedor de tecnologia puder vender suas limitações como vantagem aos seus &quot;usuários&quot; tudo estará como sempre esteve desde o início da revolução industrial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O modelo industrial vigente somente funciona quando há uma redução da variabilidade, do risco, resultante de uma decisão. Quanto menos modelos uma fábrica puder montar, maior a rentabilidade de cada um. E assim era até alguns anos atrás. Aos poucos alguns setores da indústria &quot;tradicional&quot; começaram a perceber a necessidade de aumentar as suas linhas de produtos. Estas empresas perceberam que o mundo onde existia um único perfil de consumidor havia acabado. Vejam só o exemplo do sabão em pó. Apesar de todos nós que lavamos roupas em casa termos exatamente a mesma necessidade, as fábricas de sabão produzem linhas diversas de produtos tentando manter uma clientela que quer, cada vez mais, individualizar-se na relação de consumo. Não é por outro motivo que certas empresas fabricam mais de quatro tipos de sabão em pó (da mesma marca, diga-se de passagem): um com perfume disso, outro com menos espuma, um terceiro com amaciante na fórmula e por aí afora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mesmo ocorreu com a indústria automotiva. Há 30 anos, o Brasil contava com três montadoras e, quem sabe, uns 20 modelos de veículos. Só faltava serem todos pintados de preto. Hoje, além da profusão de marcas, importadas e fabricadas aqui, temos certamente algumas centenas de modelos de veículos disponíveis no mercado. Dos mais simples aos mais luxuosos passando por todas as combinações possíveis de marca, acessórios e acabamento que podemos imaginar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto o sabão em pó quanto os automóveis tem uma coisa em comum: padrões. A quantidade de marcas de sabão em pó pode aumentar porque há um padrão, de fato, estabelecido pelos fabricantes de máquinas de lavar roupa. No caso dos automóveis, a proliferação só foi possível por conta da padronização de tamanhos, pneus, gasolina, lubrificante e tudo o mais que faz com que seja possível possuirmos um automóvel de qualquer marca sem a preocupação de saber se a gasolina do posto da esquina vai funcionar nele ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como estas duas indústrias, diversas outras tiveram que se adaptar para atender padrões. E em todos os casos quem lucrou fomos nós, os consumidores. Em todos os casos onde houve a implantação de padrões, a oferta de produtos aumentou gerando uma concorrência que beneficiou a nós, consumidores, e às empresas que puderam ser ágeis o suficiente para colocar produtos no mercado que nos atendessem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Pano rápido para a indústria de software...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A indústria de software se desenvolveu seguindo o modelo da indústria &quot;tradicional&quot; dentro deste modelo faz todo o sentido ter um conjunto de produtos do qual se possa extrair o máximo de lucros. Para isso tornou-se necessária a criação de mecanismos que permitissem às empresas exercer no mundo do conhecimento, mecanismos correntes no mundo &quot;real&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais conhecido destes mecanismos foi a criação da licença de uso que possibilitou a criação de uma escassez artificial controlada pelo fabricante do software que a todo custo procurava evitar a &quot;comoditização&quot; do seu produto. Um outro mecanismo é menos percebido mas muito mais eficiente e se dá através do aprisionamento do usuário através dos arquivos gerados pelos softwares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem o controle do arquivo de saída, o fabricante de software se vê na mesma situação do fabricante de automóveis: ter que concorrer pelos méritos do seu produto. Com o controle, como ocorre hoje, o fabricante planeja a obsolescência dos seus produtos obrigando os usuários a comprar atualizações para poderem continuar a compartilhar seus arquivos com outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A utilização de padrões abertos quebra as formas de controle com que estas empresas vêm mantendo o mercado. Ao invés de terem uma clientela cativa, estas empresas terão que competir através de outros méritos. Acho interessante notar que se estas empresas confiam tanto na qualidade dos seus produtos, porque tanta resistência à adoção de padrões abertos? Porque propor os seus formatos fechados como novos padrões, redefinindo no correr do processo o que significa ser &quot;aberto&quot;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para manter o mercado continuamente cativo é necessário prender o usuário de alguma forma. Se o usuário não depende mais de um aplicativo específico para compartilhar um documento, como prendê-lo? Criando um novo padrão. E não apenas mais um padrão. Uma especificação tão complexa e extensa que somente um produto pode implementá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adotar o ODF nativamente no MS-Office não é tarefa difícil para uma empresa do tamanho da Microsoft. A resistência não é técnica. A resistência ao ODF é uma reação de medo. Medo de perder a única coisa que efetivamente prende o usuário ao produto: o arquivo de saída.</description><link>http://solicitylinux.blogspot.com/2007/11/qualquer-cor-desde-que-seja-preto.html</link><author>noreply@blogger.com (SoLiCity - Software Livre da Cidade)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7677074167457321380.post-3043546223302371393</guid><pubDate>Tue, 13 Nov 2007 19:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-13T12:02:43.525-08:00</atom:updated><title>O que é (e o que pode ser) pirataria...</title><description>&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Tire suas dúvidas e entenda que ações podem ser pirataria&lt;/span&gt; &lt;p&gt;           &lt;/p&gt;&lt;div&gt;             &lt;div&gt; &lt;/div&gt;            &lt;/div&gt;    &lt;span&gt;Você liga a televisão e vê a polícia colocando os camelôs para correr. Abre o jornal e lê sobre as &quot;novas&quot; medidas do governo e da indústria para conter a pirataria na internet e nas ruas. Escuta, no rádio, um executivo garantindo que, ao comprar produto pirata, você alimenta o tráfico de drogas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De uma hora para outra, sem saber direito onde foi a curva, trocar arquivos pela Internet ou até mesmo emprestar um CD para um amigo se transformou em um câncer que só faz mal, uma atitude cruel por colocar dinheiro na mão de traficantes. Aquele artista tão famoso e supostamente vanguardista, mas que cobra uma pequena fortuna para um show de cinquenta minutos, explica que o valor é alto por causa da pirataria, apesar de seus CDs continuarem vendendo feito cerveja na praia em domingo de sol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;padding-right: 0px; padding-left: 10px; float: right;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Afinal, quais as ações que se enquadram como pirataria? Ao entrevistar advogados, juristas, executivos, diretores de empresas, entusiastas de tecnologia e pessoas comuns, o resultado é tão subjetivo juridicamente quanto obscuro na prática. Pequenas atitudes como fazer cópia de um CD que você comprou na loja, podem, em certos casos, ser enquadradas como pirataria aos olhos da lei. E aos olhos da indústria, seria você um criminoso que, além de piratear, ainda por cima alimenta o tráfico de drogas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo em que cresce o discurso antipirataria e a campanha de conscientização, parece crescer a demanda por produtos piratas. Na avaliação da Federação de Comércio do Estado do Rio, apesar de o percentual de brasileiros que compram produtos piratas ter se estabilizado entre 2006 e 2007, houve um aumento generalizado no consumo desses artigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vésperas do Dia das Crianças (12 de outubro), quase todos os jornais mostravam milhares de pessoas fazendo compras nas lojas da Rua 25 de março, na região central de São Paulo, famosa por produtos baratos e acessíveis —e também, às vezes, de procedência duvidosa. Estimativa da Univinco (União dos Lojistas da 25 de Março e Adjacências) registrou a passagem de 400 mil clientes pela rua em apenas um dia (o dia 12), com apenas 30% das lojas abertas. Uma semana antes, no sábado, registraram 800 mil consumidores na rua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Onde será que vamos comprar nossos presentes de Natal?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Emprestar ou copiar CD é pirataria? &lt;/span&gt; &lt;p&gt;           &lt;/p&gt;&lt;div&gt;             &lt;div&gt; &lt;/div&gt;            &lt;/div&gt;    &lt;span&gt;Apesar do crescimento do download ilegal de filmes pela Internet e das vendas de DVDs piratas nas ruas do centro, ainda é pela música que o som da pirataria mais reverbera entre as pessoas comuns.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro porque o download de filmes exige uma conexão banda larga, regalia de poucos brasileiros. Segundo, porque mesmo com a queda dos preços e consequente popularização dos aparelhos de DVD vendidos em dez vezes sem juros, sua única opção é a sala de casa; enquanto que a música você escuta em qualquer lugar, em movimento, no trânsito, na academia...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;padding-right: 0px; padding-left: 10px; float: right;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;É interessante notar que a lei brasileira de direitos autorais foi alterada pelo governo em 1998. Até aquela época, havia uma flexibilidade maior no que se podia ou não fazer aos olhos da lei. De 1998 em diante, novas regras e restrições surgiram, em grande parte seguindo diretrizes da lei norte-americana de direitos autorais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o advogado Túlio Vianna, presidente do Instituto Brasileiro de Direito Eletrônico, o simples ato de emprestar um CD ao amigo não se enquadra como crime. O que o seu amigo irá fazer com isso, porém, pode ou não ser enquadrado como infração. Vianna realça, porém, que &quot;o Direito não é algo objetivo, e sua interpretação pode variar de acordo com os tribunais em que for aplicada a lei&quot;, daí haver tantas dúvidas recorrentes em decisões relativamente similares da Justiça brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998, &lt;b&gt;não&lt;/b&gt; classifica como infração a &quot;cópia de obra intelectual ou fonograma, em um só exemplar, para uso privado do copista, sem intuito de lucro direto ou indireto&quot;. Em outras palavras, pela lei, o CD que você comprou na loja pode ser copiado &lt;b&gt;uma única vez&lt;/b&gt; para uso pessoal, sem fins lucrativos. Agora, o que define &quot;fins lucrativos&quot; ou não é toda uma novela jurídica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela mesma lógica, o mesmo vale para &quot;ripar&quot; o CD (converter para um formato digital como o MP3, via software, no computador) e escutar as músicas no carro ou no escritório.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O quadro muda, porém, quando sua compra é feita em lojas de música online. Segundo Túlio Vianna, é preciso ler com atenção o contrato de adesão ao fazer a compra. Cada loja pode estabelecer suas próprias diretrizes. Algumas permitem apenas uma cópia, outras protegem o arquivo para transferência uma única vez ao toca-MP3 e assim por diante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então emprestar um CD não é crime? A situação não é tão simples quanto parece. Para o advogado José Antônio Milagre, presidente da Comissão de Propriedade Intelectual e Segurança da Informação da OAB-SP, &quot;quando se compra um CD, o que está se comprando é apenas o suporte físico material, a mídia, ao passo que o conteúdo intelectual não é, em nenhum momento vendido. Trata-se de um licenciamento exclusivo e permanente de uso&quot;, explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso, Milagre acredita que quando se executa um CD na presença de várias pessoas não se pode falar em pirataria, contudo, o ato de emprestar pode constituir violação autoral porque a nota fiscal individualiza o comprador, no jargão jurídico, &quot;o licenciado&quot;. O advogado esclarece que, apesar da aparente rigidez, praticamente não existe apuração em relação a atos desse tipo (de emprestar CDs).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre a questão dos preços de CDs, que parecem estar sempre no centro da discussão, durante quase um mês procuramos a Associação Brasileira dos Produtores de Disco, que não se pronunciou formalmente. A reclamação generalizada de usuários e consumidores é que a indústria fonográfica fala, fala muito, mas o preço do CD nunca cai; enquanto o lucro das gravadoras aumenta, mesmo com os &quot;bilhões de dólares&quot; anunciados de prejuízo decorrente da pirataria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo dados da Riaa (associação das gravadoras norte-americanas), a receita com a venda de músicas em plataforma física ou digital ficou em US$ 11,5 bilhões em 2006. Apesar de uma queda de 12,8% nas vendas de mídia em plataformas físicas de 2005 para 2006, a distribuição online de músicas cresceu 63,2%.&lt;/span&gt;          &lt;form method=&quot;post&quot; action=&quot;http://cf5.uol.com.br/envie/enviar.cfm&quot; name=&quot;email&quot; target=&quot;_blank&quot; onsubmit=&quot;&#39;return&quot;&gt; &lt;input name=&quot;texto&quot; value=&quot;Emprestar ou copiar CD é pirataria?&quot; type=&quot;hidden&quot;&gt; &lt;input name=&quot;origem&quot; value=&quot;UOL Tecnologia&quot; type=&quot;hidden&quot;&gt; &lt;input name=&quot;data&quot; value=&quot;05/11/2007&quot; type=&quot;hidden&quot;&gt; &lt;/form&gt;  &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Existia pirataria na época do vinil e do cassete?&lt;/span&gt; &lt;p&gt;           &lt;/p&gt;&lt;div&gt;                         &lt;/div&gt;    &lt;span&gt;Quando não existia MP3 e Internet, será que também era crime todo aquele troca-troca de fitas cassete e discos de vinil? Para José Antônio Milagre, presidente da Comissão de Propriedade Intelectual e Segurança da Informação da OAB-SP, a violação existia, mas não se tinha eficácia prática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Milagre explica que, no tempo do vinil, não existia pirataria como se entende hoje porque não se podia separar o material do imaterial. &quot;Disco e músicas compunham um todo que era o vinil. E assim como um livro, utilizávamos da &#39;first sale doctrine&#39;, uma teoria que limitava o direito do autor à primeira venda. Ou seja, quando eu ia até a loja autorizada e comprava um livro ou vinil, o direito patrimonial do autor se limitava a esta venda. O que eu fizesse com o livro depois, doasse, vendesse, emprestasse... isso era problema meu.&quot;, lembra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;padding-right: 0px; padding-left: 10px; float: right;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Sem a premissa acima, não poderia haver os famosos sebos, onde se compra livros e discos antigos a preços inferiores. O problema começou a surgir quando a evolução tecnológica permitiu separar mídia e conteúdo, além de oferecer inúmeros métodos fáceis e acessíveis para replicar e copiar aquele mesmo conteúdo em diversas outras mídias, como nos casos dos DVDs e softwares. Logo, a doutrina da &quot;primeira venda&quot; tornou-se obsoleta, já que pela lei o direito do autor da obra recai sobre o conteúdo, esteja ele onde estiver, independentemente da mídia que o suporta: seja em um CD ou no pendrive com vários MP3s.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é à toa que, atualmente, o grande foco das atenções da indústria no combate à pirataria é a massificação do conteúdo pirata: seja na Internet, em programas P2P para compartilhar arquivos; ou em grandes centros de produtos piratas. Mundo afora, diversos sites que coletam links para download de conteúdo pirata já foram fechados ou, pelo menos, notificados judicialmente. Aos poucos, segundo especialistas ouvidos pela reportagem, a repressão ocorrerá em cima dos usuários comuns que compartilhem grandes volumes de arquivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Casos assim já ocorrem nos Estados Unidos, onde a Riaa (associação das gravadoras norte-americanas) processou e continua a mover ações judiciais contra pessoas comuns, identificadas em programas P2P compartilhando músicas protegidas por direitos autorais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Por que software é tão caro no Brasil?&lt;/span&gt; &lt;p&gt;           &lt;/p&gt;&lt;div&gt;                         &lt;/div&gt;    &lt;span&gt;Quando falamos em software piratas, basta soltar o desafio: quem usa Windows original que levante a mão. Não obstante a crescente adesão de empresas e usuários ao software livre, com sistemas como o Linux ou pacotes de escritório como o OpenOffice, analistas da indústria são enfáticos ao dizer que o Linux ainda está distante do usuário menos experiente. Não necessariamente pela instalação, mas pela falta de hábito, opções comerciais e jogos de última geração para a plataforma, entre outros fatores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma coisa, porém, parece certa: a pirataria de software tem diminuído no Brasil. A quarta edição do &quot;Estudo Anual Mundial de Pirataria de Software&quot; revelou que 60% do software instalado no país, em 2006, foi obtido ilegalmente. Ainda é muito, mas representa quatro pontos percentuais a menos em relação a 2005. O levantamento foi divulgado pela BSA (Business Software Alliance), associação internacional que representa a indústria de software comercial e tem um braço aqui no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;padding-right: 0px; padding-left: 10px; float: right;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Pela pesquisa, o Brasil foi o mercado que registrou a maior queda na taxa de pirataria do mundo. Só que, ao mesmo tempo, é quem tem os maiores prejuízos com pirataria na América Latina, estimados em US$ 1,148 bilhão. A taxa de pirataria de software ficou abaixo da média latino-americana, que foi de 66%. O índice da América Latina foi significativamente superior à média mundial, de 35%, que se manteve no mesmo nível nos últimos três anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas mesmo com tantas conquistas, há uma pergunta que não quer calar: &lt;b&gt;por que software é tão caro no Brasil?&lt;/b&gt; Basta uma rápida pesquisa na Internet para levar um susto. Enquanto um Windows XP Professional tem preços a partir de R$ 400, em média, o Windows Vista Ultimate não sai por menos de R$ 650. O Office 2007 Professional você leva, em média, por módicos R$ 1.000. Com um detalhe: ao comprar o software, você &lt;b&gt;não pode&lt;/b&gt; copiá-lo para instalar em outras máquinas, mesmo que elas estejam na sua casa e sejam de sua propriedade. A licença é de uso único.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão maior é o que o preço praticado no Brasil é o mesmo praticado lá fora, apenas convertido para reais, ignorando realidades sociais, econômicas e culturais. Questionado pela falta de lógica nesta política comercial, o representante da BSA no Brasil, Frank Caramuru, esclarece que o software é o mesmo, tanto nos Estados Unidos, como em qualquer outra parte do mundo, e que não faria sentido vendê-lo por preço diferente aqui &quot;por ser outra realidade&quot;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caramuru também bate em um fator reincidente: a carga tributária brasileira. Ele realça, porém, que algumas empresas colocam no mercado alternativas mais acessíveis. &quot;A Microsoft, por exemplo, já tomou a iniciativa de preparar versões diferentes do mesmo produto, buscando atender as necessidades de qualquer consumidor. Há versões mais básicas, desde aquela que praticamente só liga o computador e possibilita que o usuário acesse a Internet, até a que deve ser usada por um estudante ou em casa, em pequenos negócios e em empresas grandes&quot;, explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E você, acha que vale a pena comprar um produto original ou fazer o download de uma versão de software livre, similar? Ou, quem sabe, baixar a edição pirata na Internet, que fica à distância de um simples clique? Para responder a estas e outras questões, vamos tentar entender o que pensa o brasileiro e o que pode ser feito para mudar a atual Lei de Gérson que impera por aqui.&lt;/span&gt;          &lt;form method=&quot;post&quot; action=&quot;http://cf5.uol.com.br/envie/enviar.cfm&quot; name=&quot;email&quot; target=&quot;_blank&quot; onsubmit=&quot;&#39;return&quot;&gt; &lt;input name=&quot;texto&quot; value=&quot;Por que software é tão caro no Brasil?&quot; type=&quot;hidden&quot;&gt; &lt;input name=&quot;origem&quot; value=&quot;UOL Tecnologia&quot; type=&quot;hidden&quot;&gt; &lt;input name=&quot;data&quot; value=&quot;05/11/2007&quot; type=&quot;hidden&quot;&gt; &lt;/form&gt;  &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Pirataria de software financia o tráfico de drogas?&lt;/span&gt; &lt;p&gt;           &lt;/p&gt;&lt;div&gt;             &lt;div&gt; &lt;/div&gt;            &lt;/div&gt;    &lt;span&gt;Você compra um DVD pirata do Shrek para presentear o filho e alguém lhe diz que, ao pagar os R$ 10 pelo disco —em vez dos R$ 50 cobrados pelo original— você financia o tráfico de drogas. Será?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rodrigo Thompson, diretor do Sindireceita (Sindicato Nacional dos Técnicos da Receita Federal), diz que sim. De Brasília, onde acompanha com afinco as movimentações do governo sobre o assunto, ele lista diversos pontos que poderiam ser tomados em conjunto —na esfera pública e privada— para conter não apenas o avanço da pirataria, mas, sobretudo, os malefícios causados por ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;padding-right: 0px; padding-left: 10px; float: right;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Entre as medidas defendidas por Thompson, há um polêmico ponto: encarecer o produto pirata, de modo a diminuir a diferença de preço com o original. Evidentemente, o inverso também se defende: diminuir os impostos sobre os produtos originais, para barateá-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;A questão do caro e barato é complicada, mas há de convir, o produto original nunca será o preço do pirata. O pirata não registra empregado, está fora do controle de fiscalização, é um setor que atua completamente na ilegalidade, evita uma série de custos que o produto original tem&quot;, explica Thompson, que acredita no empenho do governo em reduzir a carga tributária e no empenho da iniciativa privada em lançar produtos originais em linhas populares, mais acessíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conscientização da população é outra questão reincidente. &quot;A pirataria é uma atividade sedutora, muita gente pensa que vai comprar um produto pirata porque é mais barato e que vai se dar bem, achando que a pirataria só afeta as grandes empresas; essa visão faz com que continuem comprando e alimentando atividades ilegais, então temos que mudar um pouco a visão das pessoas&quot;, sentencia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, Túlio Vianna, do Instituto Brasileiro de Direito Eletrônico, não acredita muito na relação entre pirataria e tráfico de drogas. &quot;O tráfico é um negócio infinitamente mais lucrativo que a pirataria. Chega ser ridículo alguém acreditar que um traficante de drogas precise de algum financiamento dos piratas para poder manter seu negócio. São ramos de atividades distintos e independentes e querer relacionar o tráfico de drogas à pirataria só demonstra uma tentativa mal-intencionada de acirrar o tratamento maniqueísta da questão de que o pirata é um mal a ser combatido&quot;, opina. Vianna lembra, porém, que pirataria e produtos falsificados são duas coisas bem diferentes e que, muitas vezes, não se trata de questão técnica ou jurídica, mas puramente política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Política, impostos e pirataria&lt;/span&gt; &lt;p&gt;           &lt;/p&gt;&lt;div&gt;                         &lt;/div&gt;    &lt;span&gt;A exemplo do que prega o Sindicato Nacional dos Técnicos da Receita Federal, em relação à carga tributária (impostos) que encarecem os produtos originais além da conta, a criação de novos tributos também é sondada por especialistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;José Antônio Milagre, da Comissão de Propriedade Intelectual da OAB-SP, acredita que a questão da violação à propriedade intelectual no Brasil não tem lá sua relevância no governo, diferentemente dos Estados Unidos e Europa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;padding-right: 0px; padding-left: 10px; float: right;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Lá, violação de software é crime contra patentes, ou seja, conta com um maior rigor legal. No Brasil, o software é tutelado pelo direito autoral, e não pelo direito industrial, o que, na prática, fragiliza os meios fiscalizatórios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;O governo pode adotar medidas, como tributar seletivamente as mídias virgens, assim como cigarro, que é tributado em aproximadamente 300%, fazendo com que o produto pirata se torne pouca coisa ou até mesmo mais caro que o original&quot;, defende.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um belo exemplo sobre a mão do governo quando o assunto é contrabando e pirataria é a região da Tríplice Fronteira, no sul do país, que abrange Brasil, Paraguai e Argentina. É de lá que sai boa parte do &quot;abastecimento&quot; do comércio pirata em produtos de informática, por exemplo. Além de diversos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O empresário Fouad Mohamad Fakih, há quase 40 anos morando e trabalhando com comércio na região de Foz do Iguaçu, não poupa críticas ao que ele considera uma hipocrisia do governo com a região. &quot;Tem época que eles abrem mais a fiscalização porque é interessante politicamente para o governo, em tratados diplomáticos; quando não é, apertam a fiscalização e sai matéria nos jornais&quot;, reclama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foaud defende o combate ao contrabando, mas explica que a entrada de produtos pela fronteira do Paraguai representa apenas 5% do que entra de pirataria e contrabando o Brasil. &quot;Os outros 95% chegam por aeroportos e portos, então eu pergunto: a gente deve admitir a sonegação tributária (os produtos piratas) ou admitir veladamente a entrada de toneladas de drogas e armas, como ocorre hoje?&quot;, questionando, ainda, quem quer pagar 60% de imposto ao governo que, em contrapartida, não garante nem o que está escrito na Constituição (saúde, segurança, saneamento básico etc.)?&lt;/span&gt;          &lt;form method=&quot;post&quot; action=&quot;http://cf5.uol.com.br/envie/enviar.cfm&quot; name=&quot;email&quot; target=&quot;_blank&quot; onsubmit=&quot;&#39;return&quot;&gt; &lt;input name=&quot;texto&quot; value=&quot;Política, impostos e pirataria&quot; type=&quot;hidden&quot;&gt; &lt;input name=&quot;origem&quot; value=&quot;UOL Tecnologia&quot; type=&quot;hidden&quot;&gt; &lt;input name=&quot;data&quot; value=&quot;05/11/2007&quot; type=&quot;hidden&quot;&gt; &lt;/form&gt;  &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Na Suécia, Partido Pirata quer politizar discussão&lt;/span&gt; &lt;p&gt;           &lt;/p&gt;&lt;div&gt;                         &lt;/div&gt;    &lt;span&gt;Com tanto debate sobre novas leis que entendam os novos tempos de Internet banda larga, é da Suécia que vem uma iniciativa, no mínimo, curiosa: um partido político formal, chamado Partido Pirata. Considerando que a defesa e o ataque à pirataria seriam posições meramente ideológicas, o objetivo do Partido Pirata é politizar a discussão do direito autoral e evitar o reducionismo tão comum que trata a pirataria como um mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com advogado José Antônio Milagre, a situação brasileira é complicada, porque a lei não fala o que é violação. Pelo contrário, estipula apenas o que não é. Ou seja, tudo que não estiver contido na lista, poderia ser considerado uma violação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;padding-right: 0px; padding-left: 10px; float: right;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;A lista está disposta no art. 46 da Lei de Direitos Autorais e no Art. 6º da Lei do Software (9609-1998). Como já vimos, para CDs de música, a lei permite a cópia de um único exemplar para uso privado; em software, há possibilidade de uma única cópia backup do sistema, também para uso privado, sem empréstimos ou instalações em outras máquinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Suécia e, aos poucos, em outros países da Europa, a presença do Partido Pirata tem sido sentida. De acordo com Rick Falkvinge, principal &quot;político&quot; e porta-voz do partido, em 2006 eles tiveram 63% das votações para o Parlamento, mas não foram eleitos —com 4% a mais, teriam uma cadeira. A própria candidatura de Falkvinge, por exemplo, ficou em 15º posição, entre 5.700 candidatos totais no país para o Parlamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Dizemos que quem está no poder tenta defender o ontem, enquanto nós estamos discutindo os acontecimentos e mudanças da sociedade de hoje. Nos trataram como piada quando criamos o partido, mas quando os resultados da eleição de 2006 foram abertos, muita coisa mudou&quot;, alegra-se Falkvinge, do Partido Pirata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, já há ramificações do Partido Pirata em vários países da Europa, como Espanha, França, Alemanha, além de Austrália, Estados Unidos e até mesmo países da América Latina, como a Argentina, Chile, Peru e Brasil. Neste caso, com menos popularidade. A lista dos tentáculos do Partido Pirata pelo mundo &lt;a href=&quot;http://en.wikipedia.org/wiki/Pirate_Party&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;está na Wikipedia&lt;/a&gt;, e o site oficial do partido tem um &lt;a href=&quot;http://www.pp-international.net/forum/viewforum.php?f=22&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;fórum para simpatizantes brasileiros &lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Livre circulação de informação ou pirataria?&lt;/span&gt; &lt;p&gt;           &lt;/p&gt;&lt;div&gt;             &lt;div&gt; &lt;/div&gt;            &lt;/div&gt;    &lt;span&gt;A principal bandeira dos sites de compartilhamento de arquivos e de vários usuários, sejam eles leigos ou piratas semi-profissionais, é a idéia da difusão do conhecimento. Rick Falkvinge, do Partido Pirata na Suécia, garante que o partido oficialmente defende a operação dos sites de torrent.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;O governo não deveria interferir; mas, se é para interferir, que não seja para processar criminalmente. Essas pessoas deveriam receber uma bolsa cultural por uma série de boas ações em popularizar culturas diferentes e conhecimento&quot;, acredita o porta-voz do partido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;padding-right: 0px; padding-left: 10px; float: right;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;O advogado Túlio Vianna vai mais além: &quot;os conservadores insistem no modelo da venda de algo que pode ser copiado livremente e a população já percebeu que este é um modelo falido. Insistem na analogia com o furto, mas esquecem-se de que no furto há uma subtração, isto é, a vítima perde uma parte do seu patrimônio. Copiar não é subtrair, pois com a cópia a vítima não perde parte do seu patrimônio, mas apenas deixa de lucrar. Se Jesus Cristo vivesse nos dias de hoje, teria sérios problemas com a turma dos direitos autorais por multiplicar pão e peixe... certamente seria acusado pelas associações de defesa das panificadoras e das peixarias por violarem seus direitos e lhe causarem enormes prejuízos, pois deixaram de vender pão e peixe&quot;, ironiza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Movimentos e associações mundiais, como é o caso da famosa licença Creative Commons, replicam pensamentos semelhantes. O designer Ícaro Matias, 22, faz parte exatamente desse público-alvo. &quot;Não acredito que sou um criminoso por baixar qualquer coisa pirata, mas alguém que se esforça pra manter um nível cultural decente já que o meu país não se importa em facilitar o acesso a isto. Aqui no Brasil, cultura não é pra todo mundo, você não pode comprar CDs; ou são caros ou muitas vezes não chega por aqui. E dependendo da região do país, a situação é ainda pior. Livros, que deveriam ser mais barato, são um dos meios de comunicação mais caros do país&quot;, reforçando a tese de não haver lógica com o conceito de &quot;vender&quot; e &quot;subtrair&quot;, citado por Vianna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Não concordo em ganhar dinheiro em cima de pirataria, até acho legal quem divide (sharing) com os amigos, mas só para fins de diversão. Não concordo em vender produtos piratas protegidos por copyright, mas são questões bem diferentes, estamos falando de acesso à cultura, informação, em um país que não trabalha para isso&quot;, opina Matias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o empresário do ramo de informática Christiano Milfont, quem deveria ser enquadrado como criminoso são os atravessadores, desde locadoras que vendem filmes e mídias ilegais, aos estúdios e até os camelôs. &quot;Mas isso geraria uma discussão social que envolveria mão de obra, emprego, sindicatos e o toda a indústria; e eles não querem isso, querem permanecer na hipocrisia e nesse maniqueísmo até quando der&quot;, classifica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&quot;Este modelo comercial está falido, o modelo de compartilhamento está destruindo os grilhões que os atravessadores criaram ao longo dos séculos, agora o artista pode se apresentar diretamente ao seu público. Os novos modelos ainda são experimentais mas são a ótica de como deverá se comportar o artista no futuro&quot;, profetiza Milfont. Ele cita o exemplo da hora, Tropa de Elite, cujo vazamento na internet causou um burburinho tão grande que economizou milhares de reais em propaganda. E o resultado? Cinemas lotados e talvez o filme nacional mais visto em todos os tempos. &quot;Quanto de dinheiro pode ser fabricado nessa cultura de compartilhamento? Não temos idéia do montante porque a indústria teme a discussão aberta&quot;, alfineta.&lt;/span&gt;          &lt;form method=&quot;post&quot; action=&quot;http://cf5.uol.com.br/envie/enviar.cfm&quot; name=&quot;email&quot; target=&quot;_blank&quot; onsubmit=&quot;&#39;return&quot;&gt; &lt;input name=&quot;texto&quot; value=&quot;Livre circulação de informação ou pirataria?&quot; type=&quot;hidden&quot;&gt; &lt;input name=&quot;origem&quot; value=&quot;UOL Tecnologia&quot; type=&quot;hidden&quot;&gt; &lt;input name=&quot;data&quot; value=&quot;05/11/2007&quot; type=&quot;hidden&quot;&gt; &lt;/form&gt;  &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Brasileiro já foi preso por vender MP3&lt;/span&gt; &lt;p&gt;           &lt;/p&gt;&lt;div&gt;             &lt;div&gt; &lt;/div&gt;            &lt;/div&gt;    &lt;span&gt;No Brasil, até hoje existe um único caso concreto de apreensão por causa de MP3. Foi a prisão do paranaense Alvir Reichert Júnior em 25 de agosto de 2003, em Curitiba, sob acusação de vender MP3 pela Internet. Após investigação da (hoje extinta) Associação Protetora dos Direitos Intelectuais Fonográficos (APDIF), Reichert foi preso em casa, em uma segunda-feira pela manhã, acusado de vender músicas pirateadas por um famoso site chamado MP3 Forever.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reichert foi a primeira pessoa a ser presa a partir da mudança da lei nº 10.695, sancionada em 2 de julho de 2003 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A mudança altera os artigos 184 e 186 do Código Penal e acrescenta parágrafos ao artigo 525 do Código de Processo Penal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;padding-right: 0px; padding-left: 10px; float: right;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;A nova lei, que entrou em vigor 30 dias após a assinatura do presidente, é resultado de um projeto de lei datado de dezembro de 1996, de autoria do próprio Poder Executivo, para coibir os delitos contra direito autoral e propriedade intelectual. Prevê prisão de até quatro anos por crimes de pirataria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prevê ainda que a cópia de obra intelectual ou fonograma, &quot;em um só exemplar, para uso privado do copista, sem intuito de lucro direto ou indireto&quot;, não configura crime. Você pode fazer MP3 de seus próprios CDs, mas não pode sair pegando MP3 de CDs que você não comprou, visto que isto configuraria um &quot;lucro indireto e, conseqüentemente, um crime&quot;, nas palavras do então diretor jurídico da APDIF, Jorge Eduardo Grahl, na época da prisão de Reichert.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você não lembra do caso em questão, vale a pena ler &lt;a href=&quot;http://webinsider.uol.com.br/index.php/2003/09/03/mudanca-na-lei-deixa-prender-quem-baixa-mp3/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt; reportagem de 2003&lt;/a&gt; com todos os detalhes do caso e entrevistas de usuários e juristas especializados no assunto.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;h1&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;O que você acha da pirataria de softwares, CDs, DVDs...? Discuta&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;  Pirataria é um assunto que dá muito pano pra manga; mas qual é a sua posição?&lt;br /&gt;Você acha que vale a pena comprar um software original ou fazer o download de uma versão de software livre, similar?&lt;br /&gt;Ou, quem sabe, baixar a edição pirata na Internet, que fica à distância de um simples clique?&lt;br /&gt;E as músicas?&lt;br /&gt;Vale comprar CDs originais, comprar músicas na Web ou baixá-las em sistemas de troca de arquivo?&lt;br /&gt;A lei tem que mudar?&lt;br /&gt;E os autores, como ficam?&lt;br /&gt;Discuta!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;05/11/2007 - 07h00  &lt;b&gt;&lt;a href=&quot;mailto:imprensa@rebelo.org&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;u&gt;Paulo Rebêlo&lt;/u&gt;&lt;/a&gt; | Para o UOL Tecnologia&lt;/b&gt;</description><link>http://solicitylinux.blogspot.com/2007/11/o-que-e-o-que-pode-ser-pirataria.html</link><author>noreply@blogger.com (SoLiCity - Software Livre da Cidade)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7677074167457321380.post-3024463455065150199</guid><pubDate>Tue, 13 Nov 2007 16:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-13T09:16:56.471-08:00</atom:updated><title>Pelo menos 25 motivos para migrar para software livre...</title><description>&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;25 motivos para migrar para software livre&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esclarecimentos iniciais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O site do grupo de usuários Bellevue escreveu um artigo com mais de 25 argumentos para convencer usuários do sistema Windows a migrarem para sistemas Linux.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Baseado neste artigo, escrevi um outro em português. Na verdade, eu comecei a traduzi-lo, mas alterei algumas partes e agora não se pode dizer que foi uma simples tradução. Coloquei o artigo nesse wiki para que possa ser corrigido e melhorado, e assim usado como instrumento para os novos usuários se conscientizarem da importância e das vantagens do uso do software livre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FabioAraujo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Negócios, instituições educacionais, agências governamentais e outras organizações ao redor do mundo estão convertendo[1] os sistemas operacionais de seus computadores de Windows para Linux em um ritmo cada vez maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles estão dessa forma convertendo suas aplicações antes softwares comerciais para softwares livre (também conhecidos como softwares de código aberto).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há pelo menos 25 razões para justificar essa situação, como as que seguem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;1&lt;/span&gt;) Pelo fato de ser licenciado sob uma licença de software livre[2], o Linux[9] (e&lt;br /&gt;também os outros softwares livres) &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;está disponível, sem custo, para qualquer um que se disponha a baixá-lo da Internet&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;.&lt;/span&gt; Ele pode também ser comprado em caixinha, por exemplo, por um preço bem razoável.&lt;br /&gt;Uma cópia pode ser &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;reutilizada&lt;/span&gt; em quantos computadores se desejar, sem &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;nenhuma restrição&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Essa ação é exatamente&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;o extremo contrário do que se pode fazer com o MS Windows&lt;/span&gt;, que pode custar facilmente 400 reais por computador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;2&lt;/span&gt;) Por ser um software livre, o &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Linux&lt;/span&gt; também &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;é livre no sentido de que qualquer um que se disponha pode alterar o programa&lt;/span&gt;, ou seja, adicionar código próprio de qualquer maneira que deseje. No entanto, o código modificado só poderá ficar fechado ou secreto caso as versões modificadas não sejam redistribuidas (i.e., distribuídas ou vendidas para fora de uma organização). Esse caso &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;também é o contrário&lt;/span&gt; do que acontece &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;com o MS Windows&lt;/span&gt;, pois qualquer modificação no software é, geralmente, &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;proíbida&lt;/span&gt; e a compra do mesmo não implica no &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;fornecimento do código fonte&lt;/span&gt; do programa.&lt;br /&gt;O código fonte é a versão original de um programa escrito em uma linguagem acessível a humanos. Ele é convertido em linguagem de máquina (inteligível para nós) por um programa chamado de compilador, para que possa ser diretamente entendido pelo computador; geralmente é necessário ter acesso ao código fonte (legivel para nós) para se poder fazer alterações no programa.&lt;br /&gt;O fornecimento do código fonte também se torna uma poderosa fonte de estudos, já que olhando um código fonte bem feito, pode-se aprender as maneiras de se construir um bom programa.&lt;br /&gt;Essa vantagem de se alterar livremente o código, e sem a necessidade de se mostrar essas modificações para pessoas de fora (caso o software fique restritamente dentro da organizaçaõ e não seja distribuido/vendido de alguma forma), tem sido um importante fator em grandes organizações[3]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;3&lt;/span&gt;) Suporte de alto nível para linux está disponível livremente pela Internet, incluindo fóruns e grupos de notícias. Algumas pessoas afirmam que esse suporte é, pelo menos, tão bom quanto o proporcionado pelos sistemas operacionais proprietários (i.e. comercial), com a grande diferença de que o primeiro é gratuito e o segundo pago. &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;O suporte ao Linux também pode ser encontrado na forma comercial, se desejado&lt;/span&gt;. Além dos tipos comuns de suporte que podem ser oferecidos para sistemas operacionais, &lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;ainda podem ser oferecidos&lt;/span&gt;: alterações no sistema o que permite adequar o programa à realidade de uma empresa (&quot;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;customização&lt;/span&gt;&quot;), &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;adição&lt;/span&gt; de novos programas, instalação de &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;correções&lt;/span&gt; de segurança e &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;consertos&lt;/span&gt; (&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;apesar desses dois&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;últimos ítens serem infreqüentes no Linux&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;4&lt;/span&gt;) A probabilidade do suporte para &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Linux&lt;/span&gt; ser descontinuado em um futuro próximo é muito pequena, seja por obsolescencia planejada ou seja por qualquer outra razão, pois &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;o código fonte está disponível para qualquer um&lt;/span&gt;. Então até mesmo indivíduos independentes podem prover suporte gratuíto na Internet ou pago para uma empresa, basta apenas ter o conhecimento. &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Ao contrário&lt;/span&gt;, com o &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;MS Windows e outros programs proprietários&lt;/span&gt; nos quais o código fonte é geralmente mantido em segredo, obter suporte se torna uma tarefa árdua (tanto tecnicamente como legalmente falando) se o desenvolvedor decidir retirar o produto do mercado (&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;por exemplo, para forçar uma atualização ou uma nova versão&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;5&lt;/span&gt;) &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Com o Linux, tem-se pouco ou nenhum medo de uma grande obsolescencia de sistema&lt;/span&gt;. Isso se deve ao fato da arquitetura UNIX, na qual o Linux é baseado, ter sido exaustivamente testada e refinada por mais de 35 anos, se mostrando extremamente eficiente, robusta e segura. Melhoras são acrescentadas em um rítmo acelerado, mas as novas versões se mantém basicamente compatíveis com as arquiteturas UNIX que estão sob o Linux.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;6&lt;/span&gt;) &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Não há atualizações forçadas[4] para usuários Linux&lt;/span&gt;. Isto deve-se ao fato de que versões antigas continuam a ser suportadas (e.g. desenvolvimento de correções de segurança e de controladores(drivers) de dispositivo) e também que as novas versões estão disponíveis livremente (como todo programa livre) e são altamente compatíveis com as anteriores. Os desenvolvedores de programs proprietários, no entanto, tem fortes incentivos financeiros para criar obsolescencia planejada, e induzir usuários de versões anteriores a gastar dinheiro em novas versões com duvidosas melhorias que eles não precisam (geralmente isso é alcançado através do marketing agressivo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;7&lt;/span&gt;) Caso um usuário decida por &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;atualizar seu Linux para uma versão mais nova, não haverá taxas de licença e outros custos&lt;/span&gt; se o usuário escolher uma  distribuição livre (i.e. versão). Além do que, o treinamento,  modificação / conversão de programas, aquisição de equipamentos e outros custos associados com a atualização para uma nova versão são relativamente baixos por causa da compatibilidade com as versões mais antigas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;8&lt;/span&gt;) &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Em Linux não há necessidade de se manter um sistema caro de controle de &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;licenças&lt;/span&gt;. Em uma empresa com centenas ou milhares de computadores, uma equipe deve ser dedicada a apenas controlar essas licenças, e garantir que todos os computadores estão de acordo com os termos das EULAs (termos de uso do programa para os uauários finais) do MS Windows, MS Office, e outros programas proprietários. Para usuários Linux, não há medo de  auditorias-surpresa, comun nos EUA, que são realizadas pelo BSA (Business Software Alliance[5]), que podem resultar em enormes multas por pequenas violações de licença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;9&lt;/span&gt;) &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;O Linux apresenta características de segurança superiores, incluindo ausência ou baixíssima taxa de infecção por vírus, cavalos de tróia, programas-espiões e outros malwares&lt;/span&gt;. Isso deve-se ao fato do UNIX e seus descendentes (incluindo o Linux) possuirem uma arquitetura que foi contruída desde o princípio com segurança em mente, ao invés de se preocupar com isso depois do sistema projetado. A disponibilidade do código fonte trás ainda um maior benefício, que é a possibilidade de ele ser auditado por milhares de pessoas simultanemanente, fazendo com que algum erro ou vulnerabilidade seja detectada e corrigida prontamente[6].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(&lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;10&lt;/span&gt;) &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;O Linux é altamente resistente a falhas de sistema (system crashes) e raramente necessita reiniciar&lt;/span&gt;. Isso pode ser muito importante para grandes organizações e empresas, onde mesmo alguns minutos fora do ar podem significar grandes perdas. A razão para essa característica está na estrutura robusta do sistema, construído tendo o UNIX como base. Com isso, incorporou-se mais de 35 anos de experiência em estabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(11) Apesar do número e variedade de aplicações para Linux ainda não ser tão grande quanto para MS Windows, uma enorme seleção de programas existe e continua a crescer rapidamente com o número de desenvolvedores que criam programas para Linux. A grande maioria das aplicações para Linux também são livres (praticamente todas as mais populares), e muitas das suas características e performance são iguais ou superiores àquelas equivalentes que rodam no MS Windows. &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;De fato, a maioria dos usuários Linux acham todas as aplicações que precisam na Internet, sem a necessidade de compra de licenças e aceitação de termos escusos&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(12) Há possibilidade de escolha de inúmeros sabores de &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Linux&lt;/span&gt; (muitas CENTENAS), cada um com seu conjunto de características, mas basicamente compatíveis entre si. Isso &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;permite aos usuários escolher a versão que melhor atende às suas necessidades&lt;/span&gt;. Isso também significa que se um provedor de Linux sair de cena, haverá inúmeras outras opções de escolha com características semelhantes. Além do mais, isso cria uma competição saudável entre as distribuições, contribuindo para uma melhora contínua de qualidade e performance. Se as opções parecerem demasiadas em um primeiro contato, dificilmente alguém cometeria um erro em se escolher uma grande distribuição, como o Ubuntu, SuSe?, Mandriva, entre outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(13) &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;O Linux oferece um alto grau de flexibilidade de configuração, e uma grande parte de alterações e &quot;customizações&quot; podem ser facilmente feitas, sem necessidade de se alterar o código-fonte. Na própria instalação há opções de se escolher uma estrutura otimizada para servidores, estações de trabalhos, computadores portáteis e tantas outras opções&lt;/span&gt;. A área de trabalho de uma estação de trabalho de uma estação Linux pode ser alterada de um número de maneiras quase infinitas, incluindo aí temas, ícones, sons, menus, etc. Se isso não for o sufuciente, e novas características precisarem ser adicionadas, o código-fonte sempre vai estar disponível para tais implementações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(14) &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;O Linux e outros programas livres utilizam formatos de arquivos abertos. Esses formatos são para processamento de texto, planilhas e outros tipos de arquivos que estão em conformidade com padrões criados por organizações internacionais, e podem ser usados por qualquer desenvolvedor para criar programs compatíveis entre si&lt;/span&gt;. Ao contrário, alguns programas proprietários utilizam também formatos fechados, que não são compatíveis entre si e são utilizados como ferramenta para forçar atualizações desnecessárias, na medida em que novas versões de formatos fechados não são compatíveis com os formatos antigos. Com o uso de padrões abertos e regulamentados por instituições internacionais, mesmo que o desenvolvedor/fabricante de programas não produza mais aquele formato, haverá inúmeras outras formas de usa-los e até mesmo converte-los para outros formatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(15) Em geral, o Linux é mais rápido dada uma especificação de equipamento, pois &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;o código-fonte pode ser otimizado para aquele equipamento, além de ser mais enxuto, sem acréscimos de códigos para verificação de validade de licença, proteção a pirataria, etc&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(16) O &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Linux apresenta uma alta compatibilidade&lt;/span&gt; com outros sistemas operacionais. &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Ele consegue utilizar os sistemas de arquivos do MS Windows, agir como um servidor de rede MS Windows, provendo serviços para outros clientes MS Windows, e ainda consegue executar uma grande parte das aplicações para este sistema&lt;/span&gt;. &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;&lt;br /&gt;Entretanto&lt;/span&gt;, os sistemas &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;MS Windows&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;não acessam os dados de outros sistemas operacionais&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(17) &lt;span style=&quot;font-weight: bold;&quot;&gt;Padrões éticos são mantidos no Linux e também em outros programas livres, em grande parte devido a sua própria natureza aberta do processo de desenvolvimento e a livre disponibilidade do código-fonte&lt;/span&gt;. O Linux nunca foi condenado em tribunal federal americano por violar leis anti-truste ou outros crimes, nem teve que pagar pelo uso não autorizado de tecnologias de outras instituições&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(18) O Linux reduz a necessidade de atualização ou reposição de equipamentos&lt;br /&gt;quando é atualizado para novas versões. Isto se deve à eficiência de seu código e a flexibilidade dos programas livres, que permitem que equipamentos com&lt;br /&gt;configurações modestas executem estes programs com eficácia. O que se pode&lt;br /&gt;observar em sistemas MS Windows é a crescente demanda por equipamentos mais modernos e caros, para realizar praticamente as mesmas tarefas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(19) O Linux é capaz de operar em um amplo leque de opções de plataformas, ao invés de ficar preso a computadores e processadores Intel-compatíveis. Ele é muito escalar e é utilizado em vários tipos de equipamentos, desde  supercomputadores, robôs industriais e equipamentos médicos até telefones celulares, modems ADSL e relógios de pulso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(20) A escolha de utilização do Linux em instituições acadêmicas é uma escolha&lt;br /&gt;acertada por diversos motivos. Entre eles está o fato de não haver segredos (ao&lt;br /&gt;contrário dos programs proprietários), provendo ao estudante oportunidade de&lt;br /&gt;estudar como os computadores funcionam ao invés de apenas aprender a utilizá-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(21) Para agências governamentais o Linux e outros programas livres permitem&lt;br /&gt;transparência nos dados pois eles são armazenados em formatos padronizados por instituições internacionais, ao contrário dos formatos fechados dos programas comerciais. Essa transparência é muito importante para manter uma democracia efetiva. Manter dados não secretos em formatos que seguem padrões internacionais permite que qualquer um acesse eles sem ter que pagar por programas proprietários. Além disso, armazenar dados confidenciais em formatos padronizados é reconhecidamente mais seguro do que mantê-los em formatos proprietários[6].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(22) Com o Linux e outros programas livres não há muito o que temer diante de&lt;br /&gt;existência de softwares espiões (backdoors), pois o código-fonte está disponível para inspeção. Programs espiões ou backdoors são métodos de se obter acesso remoto ao computador atingido/infectado. Há uma preocupação comum em muitos governos e empresas de que programs espiões podem estar contidos propositalmente em programs proprietários. Em sua própria licença, a MS afirma: &quot;6.AUTORIZAÇÃO DE UTILIZAÇÃO DE DADOS.&lt;br /&gt;O Adquirente concorda em que a Microsoft e as empresas suas afiliadas reúnam e utilizem as informações técnicas recolhidas como parte do&lt;br /&gt;suporte técnico, eventualmente existente, prestado ao Adquirente em relação ao software. A Microsoft poderá utilizar estas informações unicamente para melhorar os seus produtos ou para fornecer serviços ou tecnologias personalizadas ao Adquirente, comprometendo-se a não divulgar essas informações de nenhuma forma que identifique pessoalmente o Adquirente&quot;[7] .Esse termo de aceite coloca em risco a soberania de uma nação, na medida em que algum governo que esteja utilizando tal sistema pode ter alguma informação vital violada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(23) Utilizar e promover o Linux ajuda a manter uma diversidade e competição&lt;br /&gt;saudáveis através da indústria de programas. Esta competição pode promover avanço tecnológico, disseminação de conhecimento, melhorar a performance e dimunuir os custos tanto de programas livres e de proprietários. Tanto na teorica econômica quanto na experiência de centenas de anos na vida real mostram que monopólios tendem a não inovar, produzir produtos de baixa qualidade, inflacionar os preços e corromper sistemas políticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(24) Os sistemas Linux e os programs livres não apenas alcançaram, mas em alguns casos superaram suas contrapartes proprietárias, e continuam a se desenvolver a um ritmo bem mais rápido [8].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(25) O Linux e os programs livres provêem oportunidade para os usuários contribuirem para o desenvolvimento da tecnologia, mesmo em situações em que não há uma infra-estrutura adequada para tal. Para melhorar o desempenho de microprocessadores e outros equipamentos de alta complexidade, é necessário uma infra-estrutura milionária e muito conhecimento também &quot;secreto&quot;. No entanto no caso de software livre, apenas é necessário um computador doméstico, boa vontade e criatividade.&lt;br /&gt;____&lt;br /&gt;[1] Para artigos sobre recentes conversões para Linux, veja http://www.bellevuelinux.org/linux_success_stories.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[2] Linux e a maioria dos programs livres são licenciados pela GPL&lt;br /&gt;(http://www.magnux.org/doc/GPL-pt_BR.txt).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[3] Essa foi a maior razão do Google ter escolhido o Linux.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[4] Atualizações forçadas ocorrem quando o desenvolvedor pára de dar suporte para versões mais antigas do seu software e assim correções de segurança para as novas ameaças (malwere, virus, etc) ficam indisponíveis e drivers não são mais desenvolvidos para os novos hardwares. Assim, muitos usuários tem poucas alternativas senão atualizar para a nova versão, e além do custo das novas licenças, provavelmente haverá o custo da aquisição de novos equipamentos, pois as novas versões de programs proprietários geralmente são mais pesadas computacionalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[5] A BSA é uma entidade internacional muito controversa que é constituída pelos maiores fabricantes de programs proprietários do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[6] O mesmo princípio é empregado na infra-estrutura de chaves pública (ICP), que é a melhor forma de se criptografar dados, ao contrário do software proprietário, no qual se tenta manter o código secreto como um meio de esconder vulnerabilidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[7] http://download.microsoft.com/download/1/2/5/12538ba0-3d24-4f00-aab1-&lt;br /&gt;dd9ff4aacfc9/pt-br_client_eula.pdf&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[8] Inúmeros exemplos podem ser citados: O Apache é o servidor mais utilizado na Internet, hospedando muito mais páginas do que seu rival proprietário e ainda assim, é mais seguro. Desse mesmo modo, o navegador Firefox apresenta uma série de vantagens e aperfeiçoamentos quando comparado ao Internet Explorer, há muito não atualizado (apenas corrigido regularmente).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[9] Nesse artigo, o nome do sistema Gnu/Linux é truncado apenas para Linux. Para quem não conhece, o Linux na verdade é apenas o cerne (kernel) do sistema. Todas as outras aplicações que vem em uma distribuição Gnu/Linux (ou apenas Linux para facilitar) são na verdade livres, sob a LICENÇA PÚBLICA GERAL GNU ou GPL. Por isso, é justo chamar as distribuições de &quot;GNU/Linux&quot; e não apenas de Linux, para fazer justiça às aplicações incorporadas ao cerne (Linux) do sistema. Exemplos dessas aplicações:&lt;br /&gt;GIMP (edição de imagem), GNOME (gerenciadoe de janelas) OpenOffice? (aplicativos para escritório), etc... Esses programs são GNU e alguns rodam até mesmo no MS Windows...</description><link>http://solicitylinux.blogspot.com/2007/11/pelo-menos-25-motivos-para-migrar-para.html</link><author>noreply@blogger.com (SoLiCity - Software Livre da Cidade)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7677074167457321380.post-578697078234267605</guid><pubDate>Sat, 10 Nov 2007 18:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-10T10:39:02.704-08:00</atom:updated><title>Software livre, e também móvel</title><description>&lt;div class=&quot;discreet&quot;&gt;&lt;br /&gt;Revista CartaCapital, Edição &lt;span&gt;470, &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Editoria de Negócios&lt;/span&gt;   &lt;/div&gt;          &lt;h1 class=&quot;documentFirstHeading&quot;&gt;Software livre, e também móvel&lt;/h1&gt;                   &lt;p class=&quot;documentDescription&quot;&gt;O sistema operacional Android, do Google, recebeu apoio de operadoras e fabricantes&lt;/p&gt;           &lt;div class=&quot;photosContainer rightBlock&quot;&gt;                                 &lt;div class=&quot;image block&quot;&gt;     &lt;a class=&quot;thickbox&quot; target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://www.cartacapital.com.br/edicoes/470/software-livre-e-tambem-movel/images/maisvalia470.jpg?isImage=1&quot; title=&quot;O público espera aplicações para celulares tão simples de usar quanto as ferramentas de busca na internet ©Montagem sobre imagem de Photos.com&quot;&gt;           &lt;/a&gt;&lt;a class=&quot;thickbox photoTitle&quot; target=&quot;_blank&quot; href=&quot;http://www.cartacapital.com.br/edicoes/470/software-livre-e-tambem-movel/images/maisvalia470.jpg?isImage=1&quot; title=&quot;O público espera aplicações para celulares tão simples de usar quanto as ferramentas de busca na internet ©Montagem sobre imagem de Photos.com&quot;&gt;&lt;span&gt;O público espera aplicações para celulares tão simples de usar quanto as ferramentas de busca na internet &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;A chegada do Google ao mundo dos celulares foi anunciada na segunda-feira 5 e provocou uma reação semelhante ao lançamento do iPhone alguns meses atrás. A causa de tanto frisson não é o tão esperado “gPhone”, mas um sistema operacional aberto para telefones celulares chamado Android.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;A mudança que a empresa criou desde a sua entrada na internet faz parte desse fascínio. O usuário comum espera uma experiência descomplicada ao utilizar os serviços do Google, a começar pelo sistema de busca. A frustração que muitos sentem ao usar um celular explica a expectativa sobre o que os mesmos engenheiros podem fazer com a experiência de utilizar o telefone móvel com o Android.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;Ele é desenvolvido em grande parte pela gigante americana, mas tem o apoio de companhias como LG, Motorola e Samsung, e de operadoras como Telefónica, Telecom Italia e a japonesa DoCoMo. As empresas integram a Open Handset Alliance, também lançada no mesmo dia.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;O Android é importante pelo que representa para o mundo dos celulares. Existem dois caminhos para criar funcionalidade para usuários. Um é utilizar programas externos, o outro é chegar ao consumidor por meio do navegador presente no aparelho.&lt;/p&gt;     &lt;p&gt;Os aplicativos precisam ser baixados on-line e, geralmente, são pagos, com o benefício de funcionar exatamente como os desenvolvedores planejaram. Por outro lado, só os consumidores que possuírem o aparelho certo e o sistema certo podem fazer uso das vantagens dos programas.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;A via dos navegadores é mais simples. Qualquer usuário que tenha um telefone com acesso, mesmo que rudimentar, à internet pode acessar o site que contém a função requerida. Nesse caso, a simplicidade torna-se um problema, já que os programadores criam algo pensando num aparelho que tenha os requisitos mínimos para tudo funcionar corretamente. Os usuários que possuem celulares mais poderosos acabam tendo a mesma experiência de quem comprou um telefone básico.&lt;/p&gt;     &lt;p&gt;O Android, por ser um sistema operacional de uso livre, pode ser utilizado por qualquer companhia. Assim os desenvolvedores têm mais liberdade para criar programas que rodem em vários aparelhos da mesma maneira, com a mesma experiência para todos os usuários. Um kit para desenvolvimento de software para a plataforma vai ser lançado no dia 12 de novembro e deve facilitar muito o trabalho de quem quiser criar programas para ele.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;O curioso é que qualquer companhia ou operadora que adotar o Android como sistema operacional pode lançar um celular bloqueado com ele – exatamente por ser um sistema livre. Durante o lançamento do sistema, o diretor de desenvolvimento, Andy Rubin, e o CEO do Google, Eric Schmidt, disseram que essa possibilidade é factível, “mas altamente improvável”, visto que um celular bloqueado frustraria as expectativas de muitos consumidores.&lt;/p&gt;     O fato é que poucas companhias querem gastar o dinheiro necessário para desenvolver um sistema operacional proprietário, como fazem a Apple, para o iPhone, ou a RIM, com o Blackberry. Seria bem mais fácil seguir a rota delineada pelo Linux no mundo dos computadores, e é isso o que o Android promete. –&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;POR FELIPE MARRA MENDONÇA</description><link>http://solicitylinux.blogspot.com/2007/11/software-livre-e-tambm-mvel.html</link><author>noreply@blogger.com (SoLiCity - Software Livre da Cidade)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7677074167457321380.post-4517746601977747656</guid><pubDate>Mon, 29 Oct 2007 15:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-29T09:02:17.814-07:00</atom:updated><title>O que é Software Livre?</title><description>&lt;div&gt;      &lt;h1&gt;O que é Software Livre?&lt;/h1&gt;      &lt;div class=&quot;description&quot;&gt;Definição sobre Software Livre&lt;/div&gt;                     &lt;p&gt;O texto a seguir com a definição de software livre é de autoria do &lt;b&gt;Prof. Roberto Hexsel&lt;/b&gt; do Departamento de Informática da Universidade Federal do Paraná.&lt;br /&gt;Para acessar e baixar o texto completo, intitulado &lt;i&gt;&quot;Propostas de Ações de Governo para Incentivar o Uso de Software Livre&quot;&lt;/i&gt;, vá até o endereço &lt;a href=&quot;http://www.inf.ufpr.br/%7Eroberto/public.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.inf.ufpr.br/~roberto/public.html&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt; &lt;div class=&quot;box&quot; align=&quot;center&quot;&gt; &lt;div class=&quot;body&quot; align=&quot;center&quot;&gt; &lt;div class=&quot;content even&quot; align=&quot;center&quot;&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Software Livre&lt;/b&gt; (Free Software) é o software disponível com a permissão para qualquer um usá-lo, copiá-lo, e distribuí-lo, seja na sua forma original ou com modificações, seja gratuitamente ou com custo. Em especial, a possibilidade de modificações implica em que o código fonte esteja disponível. Se um programa é livre, potencialmente ele pode ser incluído em um sistema operacional também livre. E importante não confundir software livre com software grátis porque a liberdade associada ao software livre de copiar, modificar e redistribuir, independe de gratuidade. Existem programas que podem ser obtidos gratuitamente mas que não podem ser modificados, nem redistribuídos. Por outro lado, existe a possibilidade de uso não-gratuito em todas as categorias listadas no que segue. Há uma cópia da definição de software livre pela Free Software Foundation publicada na página &lt;a href=&quot;http://www.fsf.org/philosophy/free-sw.pt.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.fsf.org/philosophy/free-sw.pt.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Copyleft&lt;/b&gt; A maioria das licenças usadas na publicação de software livre permite que os programas sejam modificados e redistribuídos. Estas práticas são geralmente proibidas pela legislação internacional de copyright, que tenta justamente impedir que alterações e cópias sejam efetuadas sem a autorização do/s autor/es. As licenças que acompanham software livre fazem uso da legislação de copyright para impedir utilização não-autorizada, mas estas licenças definem clara e explicitamente as condições sob as quais cópias, modificações e redistribuições podem ser efetuadas, para garantir as liberdades de modificar e redistribuir o software assim licenciado. A esta versão de copyright, dá-se o nome de copyleft.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;GPL&lt;/b&gt; A Licença Pública Geral GNU (GNU General Public License GPL) é a licença que acompanha os pacotes distribuídos pelo Projeto GNU, e mais uma grande variedade de software, incluindo o núcleo do sistema operacional Linux. A formulação da GPL é tal que ao invés de limitar a distribuição do software por ela protegido, ela de fato impede que este software seja integrado em software proprietário. A GPL é baseada na legislação internacional de copyright, o que deve garantir cobertura legal para o software licenciado com a GPL. (veja também a recém publicada licença &lt;a href=&quot;http://www.softwarelivre.gov.br/Licencas/LicencaCcGplBr/view&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;CC-GNU GPL [Brasil]&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Debian&lt;/b&gt; A licença Debian é parte do contrato social celebrado entre a Debian e a comunidade de usuários de software livre, e é chamada de Debian Free Software Guidelines (DFSG). Em essência, esta licença contém critérios para a distribuição que incluem, além da exigência da publicação do código fonte. Estes critérios são: (a) a redistribuição deve ser livre; (b) o código fonte deve ser incluído e deve poder ser redistribuído; (c) trabalhos derivados devem poder ser redistribuídos sob a mesma licença do original; (d) pode haver restrições quanto a redistribuição do código fonte, se o original foi modificado; (e) a licença não pode discriminar contra qualquer pessoa ou grupo de pessoas, nem quanto a formas de utilização do software; (f) os direitos outorgados não podem depender da distribuição onde o software se encontra; e (g) a licença não pode &#39;contaminar&#39; outro software.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Open Source&lt;/b&gt; A licença do Open Source Initiative é derivada da Licença Debian, com as menções à Debian removidas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;BSD&lt;/b&gt; A licença BSD cobre as distribuições de software da Berkeley Software Distribution, além de outros programas. Esta é uma licença considerada &#39;permissiva&#39; porque impõe poucas restrições sobre a forma de uso, alterações e redistribuição do software licenciado. O software pode ser vendido e não há obrigações quanto a inclusão do código fonte, podendo o mesmo ser incluído em software proprietário. Esta licença garante o crédito aos autores do software mas não tenta garantir que trabalhos derivados permanecem como software livre.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;X.org&lt;/b&gt; O Consórcio X distribui o X Window System sob uma licença que o faz software livre mas não adere ao copyleft. Existem distribuições sob a licença da X.org que são software livre, e outras distribuições não o são. Existem algumas versões não-livres do sistema de janelas X11 para estações de trabalho e certos dispositivos do IBM-PC que são as unicas funcionais disponíveis, sem similares distribuídos como software livre.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Software em Domínio Público&lt;/b&gt; Software em domínio público é software sem copyright. Alguns tipos de cópia, ou versões modificadas, podem não ser livres porque o autor permite que restrições adicionais sejam impostas na redistribuição do original ou de trabalhos derivados.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Software Semi-livre&lt;/b&gt; Software semi-livre é software que não é livre, mas é concedida a permissão para que indivíduos o usem, copiem, distribuam e modifiquem, incluindo a distribuição de versões modificadas, desde que o façam sem o propósito de auferir lucros. Exemplos de software semi-livre são as primeiras versões do Internet Explorer da Microsoft, algumas versões dos browsers da Netscape, e o StarOffice.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Freeware&lt;/b&gt; O termo freeware não possui uma definição amplamente aceita mas é usado com programas que permitem a redistribuição mas não a modificação, e seu código fonte não é disponibilizado. Estes programas não são software livre.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Shareware&lt;/b&gt; Shareware é o software disponibilizado com a permissão para que seja redistribuído, mas a sua utilização implica no pagamento pela sua licença. Geralmente, o código fonte não é disponibilizado e portanto modificações são impossíveis.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Software Proprietário&lt;/b&gt; Software proprietário é aquele cuja cópia, redistribuição ou modificação são em alguma medida proibidos pelo seu proprietário. Para usar, copiar ou redistribuir, deve-se solicitar permissão ao proprietário, ou pagar para poder fazê-lo. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;Software Comercial&lt;/b&gt; Software comercial é o software desenvolvido por uma empresa com o objetivo de lucrar com sua utilização. Note que &#39;comercial&#39; e &#39;proprietário&#39; não são o mesmo. A maioria do software comercial é proprietário mas existe software livre que é comercial, e existe software não-livre não-comercial.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;           &lt;/div&gt;</description><link>http://solicitylinux.blogspot.com/2007/10/o-que-software-livre.html</link><author>noreply@blogger.com (SoLiCity - Software Livre da Cidade)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7677074167457321380.post-4737097289296477608</guid><pubDate>Sat, 27 Oct 2007 19:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-27T12:58:37.881-07:00</atom:updated><title>Nova forma de instalar Linux para usuarios Windows...</title><description>&lt;h1 style=&quot;font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Goodbye Microsoft - A mais nova forma de instalar Linux.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt; &lt;p&gt; &lt;b&gt;&lt;i&gt;Colaboração: Marcos Paulo de Holanda Souza&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt; Agora uma nova forma de instalação de distribuições Linux está disponível para usuários iniciantes que usam Windows. Trata-se de um executável para Windows que é baixado da internet e auxilia o usuário no processo de instalação do Linux. &lt;/p&gt; &lt;p&gt; A justificativa do projeto é que muitos usuários ainda encontram dificuldades de &quot;queimar&quot; uma imagem de CD ou particionar um disco rígido, dai nasce um executável que elimina essas etapas tornando o processo de instalação de Linux bem mais simples. &lt;/p&gt; &lt;p&gt; Numa pesquisa rápida, foi possível encontrar essa idéia disponível para Debian e Ubuntu. &lt;/p&gt; &lt;p&gt; Mais sobre a iniciativa pode ser lida no site do Ubuntu que descreve bem a idéia. &lt;/p&gt; &lt;h2&gt;Debian&lt;/h2&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;Site: &lt;a href=&quot;http://goodbye-microsoft.com/&quot;&gt;http://goodbye-microsoft.com&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Screenshots: &lt;a href=&quot;http://goodbye-microsoft.com/screenshots&quot;&gt;http://goodbye-microsoft.com/screenshots&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Video no YouTube: &lt;a href=&quot;http://br.youtube.com/watch?v=_TGhSrU0xDc&quot;&gt;http://br.youtube.com/watch?v=_TGhSrU0xDc&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;  &lt;h2&gt;Ubuntu:&lt;/h2&gt; &lt;p&gt; Site: &lt;a href=&quot;https://wiki.ubuntu.com/install.exe&quot;&gt;https://wiki.ubuntu.com/install.exe&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://solicitylinux.blogspot.com/2007/10/nova-forma-de-instalar-linux-para.html</link><author>noreply@blogger.com (SoLiCity - Software Livre da Cidade)</author><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>