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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;DEEDSH45eip7ImA9WhRUEkk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5420628</id><updated>2012-01-22T13:37:59.022-02:00</updated><category term="Emprestados" /><category term="Raised Demon" /><category term="Música" /><category term="O Fantasma da Ópera" /><category term="Verso e Prosa (e afins)" /><category term="All by myself" /><category term="Pensamentos" /><title>Sonhos que Podemos Ter?</title><subtitle type="html">"Ande no peito escondida, Dentro n'alma sepultada; De mim só seja chorada, De ninguém seja sentida. Ou me mate ou me dê vida, Ou vida triste ou contente; Não na saiba toda a gente."</subtitle><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://alexandrenunes.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://alexandrenunes.blogspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>Alexandre Pereira Nunes</name><uri>https://profiles.google.com/108356733621618906101</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="//lh3.googleusercontent.com/-rUGBBhchpR0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAGM0/gcLE8x6Lc5c/s512-c/photo.jpg" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>380</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/SonhosQuePodemosTer" /><feedburner:info uri="sonhosquepodemoster" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><entry gd:etag="W/&quot;CU8NQXw-eSp7ImA9WhRUEkk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5420628.post-2696406860576419372</id><published>2012-01-22T12:51:00.001-02:00</published><updated>2012-01-22T12:51:30.251-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-22T12:51:30.251-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Raised Demon" /><title>Um homem cai - Parte um</title><content type="html">Ele era um jovem ingênuo quando tudo aconteceu. E aconteceu tão rápido que nem teve tempo de esboçar uma reação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu nome é Lucas. Ele tinha vinte e três anos à época. Ele ainda se parece como então, mesmo que isto tudo tenha se passado há cinquenta anos atrás.&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Lucas sentiu uma dor indescritível em seu pescoço, enquanto o vampiro o matava pelo seu sangue. A toxina paralisava cada um dos seus músculos, o deixando em sensações misturadas de dor, tontura e morte.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Em um acontecimento inesperado, uma bala perdida, disparada em uma guerra de gangues ocorrendo do outro lado do rio, deu a penetrar a cabeça do vampiro quando mais da metade do sangue de Lucas havia sido drenado.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
O vampiro repentinamente passou a&amp;nbsp;experienciar&amp;nbsp;a mesma sensação de Lucas: uma mistura de tontura e dor. &amp;nbsp;Mesmo que houvesse passado algo como cem anos desde que ele se tornou o que é, o fato é que ele não se sentia morto. Desconsiderando-se a fome e outros sintomas, ele sentia-se muito vivo.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Jamais acreditei na ideia dos vampiros serem capazes de preservar sua memória, mesmo quando seus cérebros fossem gravemente danificados. De alguma forma, eles a preservam, boa parte dela, ao menos.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
O vampiro caiu no chão, inconsciente, e assim permaneceu por algumas horas. Quando despertou, seu ferimento, incluindo aí o tecido cerebral e sua memória, haviam sido quase que completamente restaurados. A única memória que ele não possuía, ao menos não ao ponto de lhe dar entendimento, era a do impacto da bala. Ele estava muito concentrado saciando sua sede de sangue para memorizar exatamente o que se passava em sua volta.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Ele não se importava com Lucas como uma vítima, ou, em verdade, com mais ninguém, então não se importou em procurar o que quer que teria sobrado dele. Para ele, Lucas não passou de um lanche rápido e mal cheiroso que ele havia conseguido, por falta de algo melhor para comer. O vampiro preferia mil vezes caçar mulheres jovens. Ele adora o medo e os gritos que elas produzem, sem mencionar o doce perfume de suas nucas. Para elas, ele guardava sua atenção, e suas ações mais sádicas e insanas. Já quanto as demais vítimas, como pessoas mais velhas, que morrem em suas mãos (ou dentes, para ser mais preciso), em geral não sofrem nada além de uma rápida (ainda que dolorosa) morte. Ele não as considera divertidas a ponto de perder tempo com elas.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
Enquanto o vampiro estava ainda caído no chão, Lucas recobrou um pouco de consciência, o suficiente para cambalear alguns passos. Ele estava muito enfraquecido e intoxicado, de modo que mal parava em pé. Ele tropeçou em alguns pedregulhos pequenos e acinzentados no chão, e acabou caindo no rio, sendo rapidamente levado pela correnteza, carregado pelo rio para destinos desconhecidos ...&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
... Continua ...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5420628-2696406860576419372?l=alexandrenunes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://alexandrenunes.blogspot.com/feeds/2696406860576419372/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5420628&amp;postID=2696406860576419372&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/2696406860576419372?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/2696406860576419372?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/SonhosQuePodemosTer/~3/fyRslubKN5Y/um-homem-cai-parte-um.html" title="Um homem cai - Parte um" /><author><name>Alexandre Pereira Nunes</name><uri>https://profiles.google.com/108356733621618906101</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="//lh3.googleusercontent.com/-rUGBBhchpR0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAGM0/gcLE8x6Lc5c/s512-c/photo.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://alexandrenunes.blogspot.com/2012/01/um-homem-cai-parte-um.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0YBRXc4eCp7ImA9WhRSEEw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5420628.post-1969068237571710080</id><published>2011-11-10T16:00:00.003-02:00</published><updated>2011-11-11T09:32:34.930-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-11T09:32:34.930-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pensamentos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Emprestados" /><title>Diálogo no Ventre</title><content type="html">&lt;br /&gt;
&lt;div style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;
No ventre de uma mulher grávida dois gêmeos dialogam:&lt;br /&gt;
- Você acredita em vida após o parto?&lt;br /&gt;
- Claro! Há de haver algo após o nascimento. Talvez estejamos aqui principalmente porque nós precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde.&lt;br /&gt;
- Bobagem, não há vida após o nascimento. Afinal como seria essa vida?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Eu não sei exatamente, mas certamente haverá mais luz do que aqui. Talvez caminhemos com nossos próprios pés e comeremos com a nossa boca.&lt;br /&gt;
- Isso é um absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca? É totalmente ridículo! O cordão umbilical nos alimenta. Além disso, andar não faz sentido pois o cordão umbilical é muito curto.&lt;br /&gt;
- Sinto que há algo mais. Talvez seja apenas um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui.&lt;br /&gt;
- Mas ninguém nunca voltou de lá. O parto apenas encerra a vida. E afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.&lt;br /&gt;
- Bem, eu não sei exatamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamãe e ela cuidará de nós.&lt;br /&gt;
- Mamãe? Você acredita em mamãe? Se ela existe, onde ela está?&lt;br /&gt;
- Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela não existiríamos.&lt;br /&gt;
- Eu não acredito! Nunca vi nenhuma mamãe, não existem provas científicas que ela exista, por isso é claro que ela não existe.&lt;br /&gt;
- Bem, mas ás vezes quando estamos em silêncio, posso ouvi-la cantando, ou senti-la afagando nosso mundo. Eu penso que após o parto, a vida real nos espera; e, no momento, estamos nos preparando para ela.&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;
AUTOR DESCONHECIDO&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;
(Recebi por e-mail)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5420628-1969068237571710080?l=alexandrenunes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://alexandrenunes.blogspot.com/feeds/1969068237571710080/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5420628&amp;postID=1969068237571710080&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/1969068237571710080?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/1969068237571710080?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/SonhosQuePodemosTer/~3/xGQO4afx5qc/dialogo-no-ventre.html" title="Diálogo no Ventre" /><author><name>Alexandre Pereira Nunes</name><uri>https://profiles.google.com/108356733621618906101</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="//lh3.googleusercontent.com/-rUGBBhchpR0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAGM0/gcLE8x6Lc5c/s512-c/photo.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://alexandrenunes.blogspot.com/2011/11/dialogo-no-ventre.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkUCQno5cCp7ImA9WhRTF0s.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5420628.post-3138007506423688336</id><published>2011-11-08T12:57:00.000-02:00</published><updated>2011-11-08T12:57:43.428-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-08T12:57:43.428-02:00</app:edited><title>Pense em mim :D</title><content type="html">&lt;br /&gt;
If you find a moment,&lt;br /&gt;
Stop and think of me.&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/XjM1Lrsb7I8" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5420628-3138007506423688336?l=alexandrenunes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://alexandrenunes.blogspot.com/feeds/3138007506423688336/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5420628&amp;postID=3138007506423688336&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/3138007506423688336?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/3138007506423688336?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/SonhosQuePodemosTer/~3/J-n9_q_nguM/pense-em-mim-d.html" title="Pense em mim :D" /><author><name>Alexandre Pereira Nunes</name><uri>https://profiles.google.com/108356733621618906101</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="//lh3.googleusercontent.com/-rUGBBhchpR0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAGM0/gcLE8x6Lc5c/s512-c/photo.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://img.youtube.com/vi/XjM1Lrsb7I8/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://alexandrenunes.blogspot.com/2011/11/pense-em-mim-d.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CU8HSXw8fSp7ImA9WhRTF0s.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5420628.post-5486028965640174404</id><published>2011-10-08T16:39:00.000-03:00</published><updated>2011-11-08T12:50:38.275-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-08T12:50:38.275-02:00</app:edited><title>Inocência Pristina</title><content type="html">Está vivo em nosso imaginário comum a ideia de uma pureza primitiva. Verdade incontestável, na inocência dos primeiros tempos, desconhece-se a maior parte do mal e seus efeitos, muitos dos quais só encontram razão de subsistência em sistemas sociais algo complexos, tais quais aqueles em que hoje vivemos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quase tão senso comum quanto esta ideia, é a tentação de voltar atrás, a este estado de coisas. Voltar para um tempo e/ou condição anterior aos erros que criamos, com o passar das gerações, e que parecem de tal forma desenvolvidos, que se mostram impossíveis (dizemos, talvez sem refletir muito) de&amp;nbsp;extirpar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos usam esta idéia para justificar revoluções. A idéia de "explodir tudo" e recomeçar, dar outra chance a civilização, para que ela se torne então, de fato, mais civilizada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O problema com este argumento, a meu ver, é que confunde dois conceitos bem diferentes. É bem verdade que a pureza primitiva implica um tipo de pureza: a ausência de certos conhecimentos e vivências simplesmente nos afasta de tomar diversos dos caminhos que tomamos, em particular, o molde sócio-cultural com o qual nos acostumamos, e sua dose fundamental de mercantilismo egoísta. Mercantilismo que teima em precificar até o que não tem preço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas voltar atrás significa mudar algo? Em que recomeçar difere de fazer tudo de novo? Pelas probabilidades, sem inserir novas informações (perturbações, se preferir) em um sistema, ele tende a repetir o mesmo padrão, ainda que por vias diferentes, pois os pesos e contrapesos existentes ainda permaneceriam os mesmos. Não parece ingenuidade pensar que tudo aquilo que nos trouxe onde estamos sejam meras e sutis externalidades, ao invés de características intrínsecas, que quando desenvolvidas desta ou daquela forma, tendem a este ou aquele resultado?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desta forma, recomeçar não teria grande configuração de mudança. Seria, talvez, simples voltar no tempo, sem que houvesse o personagem ficcioso do presente, a assistir (e tentar, com seus conhecimentos atuais, mudar o que passou).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seria o "aprender com os erros do passado, para que não se repitam", só que sem o aprender.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos concluir com base nisto que a inocência pristina é corruptível. Voltar atrás, sem deixar aos que recomeçam um legado que os permitisse agir diferente, tende a não trazer vantagem alguma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aí está a dificuldade e ingenuidade do argumento. Quem está em condições de deixar este legado: nós? Pretensão, não? Mas assumamos que o estivéssemos: não o conseguiríamos então deixá-lo as gerações futuras, ao invés de destruí-las, sob o pretexto de reformá-las?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao contrário deste conceito tão comum, afirmo que a inocência incorruptível existe, mas não onde o senso comum pensaria em buscá-la: ela está naqueles que passaram pelas provas, e não naqueles que ainda não atingiram o ponto de serem provados. A ingenua pureza da folha em branco, intocada, talvez não tenha nada a ver com a inocência, afinal. A presença ou ausência de frutos e flores é uma avaliação que se faz da árvore, e não da semente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5420628-5486028965640174404?l=alexandrenunes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://alexandrenunes.blogspot.com/feeds/5486028965640174404/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5420628&amp;postID=5486028965640174404&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/5486028965640174404?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/5486028965640174404?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/SonhosQuePodemosTer/~3/dxJDwYxubK4/inocencia-pristina.html" title="Inocência Pristina" /><author><name>Alexandre Pereira Nunes</name><uri>https://profiles.google.com/108356733621618906101</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="//lh3.googleusercontent.com/-rUGBBhchpR0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAGM0/gcLE8x6Lc5c/s512-c/photo.jpg" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://alexandrenunes.blogspot.com/2011/10/inocencia-pristina.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0QFR3c7fyp7ImA9WhdVEEQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5420628.post-1525212048810623340</id><published>2011-09-15T09:46:00.001-03:00</published><updated>2011-09-15T09:55:16.907-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-09-15T09:55:16.907-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pensamentos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Emprestados" /><title>Fátima, a Fiandeira</title><content type="html">Numa cidade do mais longínqüo Ocidente vivia uma jovem chamada Fátima, filha de um próspero Fiandeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Um dia seu pai lhe disse:

— Filha, faremos uma viagem, pois tenho negócios a resolver nas ilhas do Mediterrâneo. Talvez você encontre por lá um jovem atraente, de boa posição, com quem possa então se casar.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Iniciaram assim sua viagem, indo de ilha em ilha; o pai cuidando de seus negócios, Fátima sonhando com o homem que poderia vir a ser seu marido. Mas um dia, quando se dirigiam a Creta, armou-se uma tempestade e o barco naufragou. Fátima, semiconsciente, foi arrastada pelas ondas até uma praia perto de Alexandria. Seu pai estava morto, e ela ficou inteiramente desamparada.

Podia recordar-se apenas vagamente de sua vida até aquele momento, pois a experiência do naufrágio e o fato de ter ficado exposta às inclemências do mar a tinham deixado completamente exausta e aturdida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Enquanto vagava pela praia, uma família de tecelões a encontrou. Embora fossem pobres, levaram-na para sua humilde casa e ensinaram-lhe seu ofício. Desse modo Fátima iniciou nova vida e, em um ou dois anos, voltou a ser feliz, reconciliada com sua sorte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porém um dia, quando estava na praia, um bando de mercadores de escravos desembarcou e levou-a, junto com outros cativos.

Apesar dela se lamentar amargamente de seu destino, eles não demonstraram nenhuma compaixão: levaram-na para Istambul e venderam-na como escrava.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Pela segunda vez o mundo da jovem ruira.

Mas quis a sorte que no mercado houvesse poucos compradores na ocasião. Um deles era um homem que procurava escravos para trabalhar em sua serraria, onde fabricava mastros para embarcações. Ao perceber o ar desolado e o abatimento de Fátima, decidiu comprá-la, pensando que poderia proporcionar-lhe uma vida um pouco melhor do que teria nas mãos de outro comprador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Ele levou Fátima para casa com a intenção de fazer dela uma criada para sua esposa. Mas ao chegar em casa soube que tinha perdido todo o seu dinheiro quando um carregamento fora capturado por piratas. Não poderia enfrentar as despesas que lhe davam os empregados, e assim ele, Fátima e sua mulher arcaram sozinhos com a pesada tarefa de fabricar mastros.

Fátima, grata ao seu patrão por tê-la resgatado, trabalhou tanto e tão bem que ele lhe deu a liberdade, e ela passou a ser sua ajudante de confiança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim ela chegou a ser relativamente feliz em sua terceira profissão.

Um dia ele lhe disse:

— Fátima, quero que vá a Java, como minha representante, com um carregamento de mastros; procure vendê-los com lucro.

Ela então partiu. Mas quando o barco estava na altura da costa chinesa um tufão o fez naufragar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Mais uma vez Fátima se viu jogada como náufraga em uma praia de um pais desconhecido. De novo chorou amargamente, porque sentia que nada em sua vida acontecia como esperava. Sempre que tudo parecia andar bem alguma coisa acontecia e destruia suas esperanças.

— Por que será — perguntou pela terceira vez — que sempre que tento fazer alguma coisa não da certo? Por que devo passar por tantas desgraças?
Como não obteve respostas, levantou-se da areia e afastou-se da praia.

Acontece que na China ninguém tinha ouvido falar de Fátima ou de seus problemas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Mas existia a lenda de que um dia chegaria certa mulher estrangeira capaz de fazer uma tenda para o imperador. Como naquela época não existia ninguém na China que soubesse fazer tendas, todo mundo aguardava com ansiedade o cumprimento da profecia.

Para ter certeza de que a estrangeira ao chegar não passaria despercebida, uma vez por ano os sucessivos imperadores da China costumavam mandar seus mensageiros a todas as cidades e aldeias do país pedindo que toda mulher estrangeira fosse levada à corte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Exatamente numa dessas ocasiões, esgotada, Fátima chegou a uma cidade costeira da China. Os habitantes do lugar falaram com ela através de um intérprete e explicaram-lhe que devia ir à presença do imperador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;— Senhora — disse o imperador quando Fátima foi levada até ele — sabe fabricar uma tenda?
— Acho que sim, Majestade — respondeu a jovem.

Pediu cordas, mas não tinham. Lembrando-se dos seus tempos de fiandeira, Fátima colheu linho e fez as cordas. Depois pediu um tecido resistente, mas os chineses não o tinham do tipo que ela precisava. Então, utilizando sua experiência com os tecelões de Alexandria, fabricou um tecido forte, próprio para tendas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Percebeu que precisava de estacas para a tenda, mas não existiam no país. Lembrando-se do que lhe ensinara o fabricante de mastros em Istambul, Fátima fabricou umas estacas firmes. Quando estas estavam prontas ela puxou de novo pela memória, procurando lembrar-se de todas as tendas que tinha visto em suas viagens. E uma tenda foi construída.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Quando a maravilha foi mostrada ao imperador da China ele se prontificou a satisfazer qualquer desejo que Fátima expressasse. Ela escolheu morar na China, onde se casou com um belo príncipe e, rodeada por seus filhos, viveu muito feliz até o fim de seus dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Através dessas aventuras Fátima compreendeu que, o que em cada ocasião lhe tinha parecido ser uma experiência desagradável, acabou sendo parte essencial de sua felicidade.&amp;nbsp;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;A Fiandeira Fátima e a Tenda

Esta história é muito conhecida no folclore grego, onde em muitos de seus temas contemporâneos figuram dervixes e suas lendas. A versão aqui apresentada é atribuída ao Xeque Mohamed Jamaludin de Adrianópolis. Fundou a Ordem Jamalia ("A Formosa"), e faleceu em 1750.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;-- Extraído de 'Histórias dos Dervixes', Idries Shah, Nova Fronteira - 1976&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5420628-1525212048810623340?l=alexandrenunes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://alexandrenunes.blogspot.com/feeds/1525212048810623340/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5420628&amp;postID=1525212048810623340&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/1525212048810623340?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/1525212048810623340?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/SonhosQuePodemosTer/~3/XlB4Ch8kmdw/fatima-fiandeira.html" title="Fátima, a Fiandeira" /><author><name>Alexandre Pereira Nunes</name><uri>https://profiles.google.com/108356733621618906101</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="//lh3.googleusercontent.com/-rUGBBhchpR0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAGM0/gcLE8x6Lc5c/s512-c/photo.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://alexandrenunes.blogspot.com/2011/09/fatima-fiandeira.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEEESH0_eyp7ImA9WhdXGE8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5420628.post-8478223663117625474</id><published>2011-08-31T18:36:00.000-03:00</published><updated>2011-08-31T18:36:49.343-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-31T18:36:49.343-03:00</app:edited><title>Mil para um</title><content type="html">Pois as vezes, mil palavras não substituem uma imagem :-)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-yFl-fnQfd_M/Th1-3aZIEDI/AAAAAAAAFkc/aQDtckBRdKA/s1600/2011-07-07_13-57-41_712.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-yFl-fnQfd_M/Th1-3aZIEDI/AAAAAAAAFkc/aQDtckBRdKA/s320/2011-07-07_13-57-41_712.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5420628-8478223663117625474?l=alexandrenunes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://alexandrenunes.blogspot.com/feeds/8478223663117625474/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5420628&amp;postID=8478223663117625474&amp;isPopup=true" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/8478223663117625474?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/8478223663117625474?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/SonhosQuePodemosTer/~3/QKhGuZMdVjE/mil-para-um.html" title="Mil para um" /><author><name>Alexandre Pereira Nunes</name><uri>https://profiles.google.com/108356733621618906101</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="//lh3.googleusercontent.com/-rUGBBhchpR0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAGM0/gcLE8x6Lc5c/s512-c/photo.jpg" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-yFl-fnQfd_M/Th1-3aZIEDI/AAAAAAAAFkc/aQDtckBRdKA/s72-c/2011-07-07_13-57-41_712.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total><georss:featurename>Florianópolis - SC, Brasil</georss:featurename><georss:point>-27.5969039 -48.5494544</georss:point><georss:box>-27.8220624 -48.8653114 -27.371745400000002 -48.2335974</georss:box><feedburner:origLink>http://alexandrenunes.blogspot.com/2011/08/mil-para-um.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0QHRHs7cCp7ImA9WhdVEEQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5420628.post-5346985539678866130</id><published>2011-08-16T11:20:00.001-03:00</published><updated>2011-09-15T09:55:35.508-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-09-15T09:55:35.508-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pensamentos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="All by myself" /><title>Vínculos</title><content type="html">Pessoas há que passam pela nossa vida sem levar nada de nós, e sem nada nos deixar.&lt;br /&gt;
Pessoas há que deixam um perfume forte, mas que se dissipa rapidamente com o tempo. Preenchem uma necessidade de momento, que uma vez satisfeita, revela-se pueril.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já pessoas há que nos marcam com sua presença de espírito, com detalhes como o seu sorriso e sua alegria, sua mais ou menos disposição em sentar-se ao nosso lado e escutar-nos falar, algo tão simples e corriqueiro, mas que realizado na circunstância necessária e com a companhia ideal, pode marcar nossa vida profundamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas pessoas há, geralmente na família, que conquanto jamais consigamos criar um vínculo de intimidade, ou mesmo de compatibilidade de pontos de vista, sabemos que lá estão, e elas sabe que cá estamos; Que um poderá com o outro contar, em qualquer momento, apesar destas pequenas diferenças, que aparentemente não serão transpostas no curso de uma vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta miríade de tipos de vinculações que formamos e conosco formam, constitui o nosso círculo de contatos, a nível pessoal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que por vezes não percebemos é que em toda aquisição, existe um "custo", ou uma necessidade, de manutenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim como, adequadamente mantidos e revisados, os nossos bens móveis e imóveis podem ter uma vida útil bem superior a dos mesmos bens, quando deles apenas nos servimos à exaustão, as amizades e demais vínculos que formamos precisam, de tempos em tempos, serem regados, revisitados até. Nunca sabemos quando uma palavra nossa poderá render a renovação de um vínculo por toda uma vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E sem nossos vínculos, nossa história, nesta brincadeira séria de aprender a viver, jamais poderá ser contada corretamente. Sem as testemunhas a nos apontarem onde fomos humanos, onde superamos nossas limitações e onde a elas cedemos (e ceder por vezes é um direito inalienável, sobremaneira quando o cansaço nos alcança), sem os vínculos a nos auxiliar a repensar nossos caminhos, não vivemos; somos apenas o que nos sobra da ilusão de nossas próprias memórias.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5420628-5346985539678866130?l=alexandrenunes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://alexandrenunes.blogspot.com/feeds/5346985539678866130/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5420628&amp;postID=5346985539678866130&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/5346985539678866130?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/5346985539678866130?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/SonhosQuePodemosTer/~3/KmOnLPlZV2Y/vinculos.html" title="Vínculos" /><author><name>Alexandre Pereira Nunes</name><uri>https://profiles.google.com/108356733621618906101</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="//lh3.googleusercontent.com/-rUGBBhchpR0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAGM0/gcLE8x6Lc5c/s512-c/photo.jpg" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://alexandrenunes.blogspot.com/2011/08/vinculos.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkYNQngyeip7ImA9WhZWE0U.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5420628.post-2452209284888632436</id><published>2011-05-14T11:43:00.000-03:00</published><updated>2011-05-14T11:43:13.692-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-14T11:43:13.692-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Emprestados" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Verso e Prosa (e afins)" /><title>Sorriso Audível das Folhas</title><content type="html">Sorriso audível das folhas &lt;br /&gt;
Não és mais que a brisa ali &lt;br /&gt;
Se eu te olho e tu me olhas, &lt;br /&gt;
Quem primeiro é que sorri? &lt;br /&gt;
O primeiro a sorrir ri. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ri e olha de repente &lt;br /&gt;
Para fins de não olhar &lt;br /&gt;
Para onde nas folhas sente &lt;br /&gt;
O som do vento a passar &lt;br /&gt;
Tudo é vento e disfarçar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o olhar, de estar olhando &lt;br /&gt;
Onde não olha, voltou &lt;br /&gt;
E estamos os dois falando &lt;br /&gt;
O que se não conversou &lt;br /&gt;
Isto acaba ou começou? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-- &lt;i&gt;Fernando Pessoa, in "Cancioneiro"&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5420628-2452209284888632436?l=alexandrenunes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://alexandrenunes.blogspot.com/feeds/2452209284888632436/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5420628&amp;postID=2452209284888632436&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/2452209284888632436?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/2452209284888632436?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/SonhosQuePodemosTer/~3/Rr5z819ynnc/sorriso-audivel-das-folhas.html" title="Sorriso Audível das Folhas" /><author><name>Alexandre Pereira Nunes</name><uri>https://profiles.google.com/108356733621618906101</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="//lh3.googleusercontent.com/-rUGBBhchpR0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAGM0/gcLE8x6Lc5c/s512-c/photo.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://alexandrenunes.blogspot.com/2011/05/sorriso-audivel-das-folhas.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0cMQHg8fSp7ImA9WhZREkU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5420628.post-2655416814020781078</id><published>2011-04-08T15:58:00.000-03:00</published><updated>2011-04-08T15:58:01.675-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-04-08T15:58:01.675-03:00</app:edited><title>Órbitas alinhadas</title><content type="html">Nossas órbitas alinharam apenas por tempo suficiente para que&amp;nbsp;trocássemos&amp;nbsp;impressões.&lt;br /&gt;
Não as mais superficiais, tampouco as mais profundas. Apenas impressões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A gravidade me levou pra cá, e te levou pra lá, seguindo os preceitos naturais. Durante os breves instantes em que nossas atmosferas comunicaram, não sei que experiências levaste de mim, mas certamente, os ares do meu planeta já não são os mesmos: perfurmaram por entrar em contato com tua essência, e guardarão, espero que por muito tempo ainda, as impressões que registraste nas nuvens dos meus céus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seguiste tua órbita, mas deixaste tua essência por onde passasse, tal qual deveria ser com todos os planetas, não fossem estes, em sua maioria, estéreis e desprovidos de vida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5420628-2655416814020781078?l=alexandrenunes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://alexandrenunes.blogspot.com/feeds/2655416814020781078/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5420628&amp;postID=2655416814020781078&amp;isPopup=true" title="4 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/2655416814020781078?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/2655416814020781078?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/SonhosQuePodemosTer/~3/zgKe0B2FaIo/orbitas-alinhadas.html" title="Órbitas alinhadas" /><author><name>Alexandre Pereira Nunes</name><uri>https://profiles.google.com/108356733621618906101</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="//lh3.googleusercontent.com/-rUGBBhchpR0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAGM0/gcLE8x6Lc5c/s512-c/photo.jpg" /></author><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://alexandrenunes.blogspot.com/2011/04/orbitas-alinhadas.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkQNQX4ycSp7ImA9Wx9bGE8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5420628.post-2345109344925177776</id><published>2011-02-27T13:33:00.000-03:00</published><updated>2011-02-27T13:33:10.099-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-02-27T13:33:10.099-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pensamentos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="All by myself" /><title>O Alienígena</title><content type="html">"Pressentindo o momento derradeiro, ele lamentava a vala comum, o despojo que viria dos seus restos mortais sem pompa, cerimônia, mas sobretudo, percebia que ao deixar este mundo, em breves instantes não haveria memória de sua passagem pela terra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algo incomovido, percebi como são estranhos estes terrícolas, pois vivem sem tentar se destacar, muito ao contrário, muito esforço fazem para serem invisíveis e indistinguíveis, verdadeiros bois no rebanho, entretanto na hora da morte esperam algum milagre que os destaque, como se não tivessem eles mesmos tornado-se lamentavelmente esquecíveis".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5420628-2345109344925177776?l=alexandrenunes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://alexandrenunes.blogspot.com/feeds/2345109344925177776/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5420628&amp;postID=2345109344925177776&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/2345109344925177776?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/2345109344925177776?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/SonhosQuePodemosTer/~3/CjCBPeLlTMw/o-alienigena.html" title="O Alienígena" /><author><name>Alexandre Pereira Nunes</name><uri>https://profiles.google.com/108356733621618906101</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="//lh3.googleusercontent.com/-rUGBBhchpR0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAGM0/gcLE8x6Lc5c/s512-c/photo.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://alexandrenunes.blogspot.com/2011/02/o-alienigena.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkYHR34_fyp7ImA9Wx9UFk0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5420628.post-8204749555886801980</id><published>2011-02-13T10:28:00.000-02:00</published><updated>2011-02-13T10:28:56.047-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-02-13T10:28:56.047-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pensamentos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Emprestados" /><title>A amizade é indispensável ao nosso ser</title><content type="html">A amizade é a unica coisa cuja utilidade é unanimemente reconhecida. A própria virtude tem muitos detratores, que a acusam de ostentação e charlatanismo. Muitos desprezam as riquezas e, contentes de pouco, agradam-se da mediocridade. As honras, à procura da qual se matam tanto as pessoas, quantos outros as desdenham até olhá-las como o que há de mais fútil e de mais frívolo? E, assim, quanto ao mais! O que a uns parece admirável, ao juízo doutros nada é. Mas quanto à amizade, toda a gente está de acordo: os que se ocupam dos negócios públicos, os que se apaixonaram pelo estudo e pelas indagações sapientes, e os que, longe do bulício, limitam os seus cuidados aos seus interesses privados: todos enfim, aqueles mesmos que se entregaram todos inteiros aos prazeres, declaram que a vida nada é sem a amizade, por pouco que queiram reservar a sua para algum sentimento honorável.&lt;br /&gt;
Ela se insinua, com efeito, não sei como, no coração de todos os homens e não se admite que, sem ela, possa passar nenhuma condição da vida. Bem mais, se é um homem de natureza selvagem, muito feroz para odiar seus semelhantes e fugir do seu contacto, como fazia, diz-se, não sei mais que Timon de Atenas. É preciso ainda que este homem procure um confidente no seio do qual possa verter o seu veneno e o seu ódio. A necessidade da amizade será ainda mais evidente, se ele pudesse admitir que um Deus nos tirasse do seio da sociedade para nos colocar numa solidão profunda, onde, fornecendo-nos em abundância tudo o que a natureza nos pode propinar, nos subtraísse ao mesmo passo a esperança e os meios de ver jamais qualquer face humana. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qual é a alma de ferro que suportaria uma tal existência e a quem a solidão não tornaria insípidos todos os gozos? Assim tenho por verdadeiras as palavras de Arquitas de Taranto, que entendi recordar a velhos que as ouviram eles próprios de seus pais: «se alguem subir ao céu, e de lá contemplar a beleza do universo e dos astros, todas essas maravilhas deixá-lo-ão indiferente, enquanto que o embasbacarão de surpresa se tiver de contá-las a alguém». Assim, a natureza do homem se recusa à solidão, e parece sempre procurar um apoio: e não o há mais doce que o coração de um terno amigo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-- &lt;i&gt;Marcus Cícero, in 'Diálogo sobre a Amizade' &lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5420628-8204749555886801980?l=alexandrenunes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://alexandrenunes.blogspot.com/feeds/8204749555886801980/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5420628&amp;postID=8204749555886801980&amp;isPopup=true" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/8204749555886801980?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/8204749555886801980?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/SonhosQuePodemosTer/~3/XmxPw7efXOQ/amizade-e-indispensavel-ao-nosso-ser.html" title="A amizade é indispensável ao nosso ser" /><author><name>Alexandre Pereira Nunes</name><uri>https://profiles.google.com/108356733621618906101</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="//lh3.googleusercontent.com/-rUGBBhchpR0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAGM0/gcLE8x6Lc5c/s512-c/photo.jpg" /></author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://alexandrenunes.blogspot.com/2011/02/amizade-e-indispensavel-ao-nosso-ser.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkYCQ34_fSp7ImA9Wx9UFk0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5420628.post-4681514383594774847</id><published>2011-02-10T22:10:00.001-02:00</published><updated>2011-02-13T10:29:22.045-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-02-13T10:29:22.045-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="All by myself" /><title>Obrigado, mais uma vez :-)</title><content type="html">Volta e meia escrevo sobre você, por aqui. E as vezes, escrevo pra você.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como você talvez imagine, isto as vezes me deixa numa situação complicada, pois as pessoas dão uma interpretação meio "tão profunda quanto uma poça d'água" e concluem que é por que eu ainda estou apaixonado. Aí rola uma crise&amp;nbsp;básica&amp;nbsp;de ciúmes, sabe como é.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bom, se existir alguma forma não romântica de paixão, então, eu estou. E arrisco dizer que sempre estarei. E não é pra menos: poucas pessoas conseguem me fazer sentir especial, até hoje, nenhuma como você.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por exemplo, as vezes me dizem coisas tentando me animar, e dá pra ver, que apesar da intenção ser a melhor, fica evidente que estão pintando os quadros com coloridos artificiais, tentando fazer a paisagem ser o que não é. Os argumentos são rebuscados, e por isso mesmo, acabam sendo fracos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não sei dizer a razão, mas quando você tenta fazer o mesmo, o colorido sai tão natural, me parece que você realmente consegue me ver, exatamente como se eu tivesse ao teu lado desabafando até o último ponto, coisa que, como bem sabes, eu nunca faço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você me passa a sensação de acreditar em mim de um jeito ... a ponto de conseguir realmente me animar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E por isto acho que sempre lhe serei grato: não mais posso dizer, apenas, obrigado por existir, mas muito obrigado ainda por pensar em mim com tanto carinho. Mesmo estando longe, nunca está, e eu honestamente não sei o que fiz pra merecer tamanha confiança. Um dia talvez me explique. Ou um dia talvez eu apenas entenda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há tanto ainda pra aprender.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5420628-4681514383594774847?l=alexandrenunes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://alexandrenunes.blogspot.com/feeds/4681514383594774847/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5420628&amp;postID=4681514383594774847&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/4681514383594774847?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/4681514383594774847?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/SonhosQuePodemosTer/~3/dABWzIb1boM/obrigado-mais-uma-vez.html" title="Obrigado, mais uma vez :-)" /><author><name>Alexandre Pereira Nunes</name><uri>https://profiles.google.com/108356733621618906101</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="//lh3.googleusercontent.com/-rUGBBhchpR0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAGM0/gcLE8x6Lc5c/s512-c/photo.jpg" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://alexandrenunes.blogspot.com/2011/02/obrigado-mais-uma-vez.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkYNQH84eip7ImA9Wx9UFk0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5420628.post-6804426599296060165</id><published>2011-01-28T21:23:00.007-02:00</published><updated>2011-02-13T10:29:51.132-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-02-13T10:29:51.132-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pensamentos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="All by myself" /><title>Do mal menor</title><content type="html">Existe uma idéia algo tentadora de que, as vezes, seria possível fazer certa quantidade de bem, mas para isso, seria necessário fazer um pouco de mal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando a proporção de bem parece absurdamente maior que o mal, especialmente quando este último parece, por comparação, tão insignificante, que chega mesmo a parecer, por contraste, que não é mal, especialmente quando te parece que qualquer efeito nocivo pode ser revertido, aí essa idéia parece mesmo inevitável, uma oportunidade em um milhão. Quem deixaria passar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você! Você, que lê, se ainda não caiu nesta cilada, não caia...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando as pessoas envolvidas se arvorarem em torno de teu julgamento, não pense que o prato do bem estará automaticamente preenchido e que seu peso na balança será automaticamente contabilizado a teu favor. As pessoas não enxergam automaticamente ações dúbias (e não posso tirar-lhes a razão) como passíveis de produzir quantidade representativa de bem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, antes de, apressadamente, se colocar em uma situação que provavelmente não tens condição de medir o preço, pense bem: este pode ser bem maior do que aparenta. Há situações que não nos pertencem, e se o único meio (aparente) de fazer muito bem, é com uma atitude questionável, se abstenha: para o observador externo, é impossível fazer a coisa certa do jeito errado. E talvez, até mesmo de modo absoluto, o observador externo possa ter toda a razão do mundo, ainda quando você recorde da animação que a idéia te produziu e do bem que esperava almejar. Só você recordará, e se isto pode ter te parecido mais do que suficiente, eu te adianto, meu amigo, que dificilmente o será.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5420628-6804426599296060165?l=alexandrenunes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://alexandrenunes.blogspot.com/feeds/6804426599296060165/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5420628&amp;postID=6804426599296060165&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/6804426599296060165?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/6804426599296060165?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/SonhosQuePodemosTer/~3/aMsdDCpU7w4/o-mal-menor.html" title="Do mal menor" /><author><name>Alexandre Pereira Nunes</name><uri>https://profiles.google.com/108356733621618906101</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="//lh3.googleusercontent.com/-rUGBBhchpR0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAGM0/gcLE8x6Lc5c/s512-c/photo.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://alexandrenunes.blogspot.com/2011/01/o-mal-menor.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUANQ3wyeip7ImA9Wx9WGU0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5420628.post-2550564316374257272</id><published>2011-01-24T19:11:00.001-02:00</published><updated>2011-01-24T19:16:32.292-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-01-24T19:16:32.292-02:00</app:edited><title>Mesmo homem, mesmo rio</title><content type="html">É. Heráclito de Éfeso disse que um homem não cruza o mesmo rio duas vezes. Justificava ponderando que, da segunda vez que tentasse, nem seriam as mesmas águas, e nem seria ele o mesmo homem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De um ponto de vista material, é fácil ver sentido, no que tange ao rio. Quanto ao homem, ainda de um ponto de vista material, é sabido que com o tempo, grande parte de sua composição molecular já foi&amp;nbsp;substituída, pois que quase todas as células do corpo possuem vida relativamente curta, em comparação a expectativa de vida do conjunto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No entanto, do ponto de vista das sensações, quando cruzei o rio pela segunda vez, me pareceu o mesmo. E eu percebi,&amp;nbsp;forçadamente, que ainda era o mesmo homem, com as mesmas conquistas, mas, sobretudo, com as mesmas limitações e falhas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até pior, do ponto de vista das percepções mais imediatas, pois que, desta vez, eu já não demonstrava a mesma tolerância, a mesma esperança. As mesmas águas que me conduziram a margem, somando-se as minhas forças, agora pareciam, na ausência destas últimas, me dragar ao fundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo rio, mesmo homem. Até quando?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5420628-2550564316374257272?l=alexandrenunes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://alexandrenunes.blogspot.com/feeds/2550564316374257272/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5420628&amp;postID=2550564316374257272&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/2550564316374257272?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/2550564316374257272?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/SonhosQuePodemosTer/~3/wTCTTzJQR9Q/mesmo-homem-mesmo-rio.html" title="Mesmo homem, mesmo rio" /><author><name>Alexandre Pereira Nunes</name><uri>https://profiles.google.com/108356733621618906101</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="//lh3.googleusercontent.com/-rUGBBhchpR0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAGM0/gcLE8x6Lc5c/s512-c/photo.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://alexandrenunes.blogspot.com/2011/01/mesmo-homem-mesmo-rio.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUYCRX89fip7ImA9Wx9XFUk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5420628.post-6974087703243078400</id><published>2011-01-08T21:20:00.002-02:00</published><updated>2011-01-09T01:19:24.166-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-01-09T01:19:24.166-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Verso e Prosa (e afins)" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="All by myself" /><title>O conto da pá de cal</title><content type="html">Olho para o sepulcro em que te depositei&lt;br /&gt;
Me é indiferente se estivera vazio&lt;br /&gt;
Ou cheio dos sonhos que não são meus&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Olho para a roupa com que te adornei&lt;br /&gt;
A última que vestiste&lt;br /&gt;
Diante de meus olhos já cansados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Olho para a terra que te aguarda&lt;br /&gt;
Antevejo os vermes que te devoram&lt;br /&gt;
Penso em tudo que não foste&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Olho para o coveiro infeliz&lt;br /&gt;
Mas infeliz é tu, que morre em vida&lt;br /&gt;
E ninguém aqui te verte lágrimas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Olho para a pá ao lado&lt;br /&gt;
E no monte de cal, a preencho&lt;br /&gt;
Te cubro o sepulcro em alva mancha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Olho para a saída,&lt;br /&gt;
Pego minha jaqueta, e sigo&lt;br /&gt;
Sem precisar olhar pra trás.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5420628-6974087703243078400?l=alexandrenunes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://alexandrenunes.blogspot.com/feeds/6974087703243078400/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5420628&amp;postID=6974087703243078400&amp;isPopup=true" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/6974087703243078400?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/6974087703243078400?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/SonhosQuePodemosTer/~3/qBRcx9ccBlk/o-conto-da-pa-de-cal.html" title="O conto da pá de cal" /><author><name>Alexandre Pereira Nunes</name><uri>https://profiles.google.com/108356733621618906101</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="//lh3.googleusercontent.com/-rUGBBhchpR0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAGM0/gcLE8x6Lc5c/s512-c/photo.jpg" /></author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://alexandrenunes.blogspot.com/2011/01/o-conto-da-pa-de-cal.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkIBRn87eCp7ImA9Wx9SFkU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5420628.post-3965896233471304346</id><published>2010-11-10T23:05:00.005-02:00</published><updated>2010-12-06T23:15:57.100-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-12-06T23:15:57.100-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="All by myself" /><title>Quem planta vento...</title><content type="html">Tomar consciência é muito mais do que estar informado, fazer leve ideia, enxergar detalhes em um retrato em poucas dimensões. Não basta decompor fragmentos e se acercar deles, tampouco basta ter uma visão geral à distância, sem foco. É necessário estar imerso, fazer parte do contexto, e aí receber ideias contrárias, percepções diferentes. O atrito (que não precisa ocorrer necessariamente em estado de contrariedade) gera a agitação térmica, a entropia que falta para estimular novos aprendizados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tudo isto é verdadeiro. A vivência não poderia ser simplesmente abstração à distância, ato imaginativo ou deslocamento intelectual momentâneo, desprovido do devido aprofundamento, sob diversos ângulos e&amp;nbsp;conseqüências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entretanto, nisto, como em tudo, existe a possibilidade do abuso, do "overshoot": se é bem verdade que há uma miríade de aprendizados que só se realizam com o comprometimento e a imersão, podemos dizer mesmo que apenas com a experiência, esta, por si só, se não for internalizada, é inútil; Em alguns casos mesmo danosa, e, nestas circunstâncias, visivelmente desnecessária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos todos a inteligência mais ou menos desenvolvida, para que seja utilizada em suas máximas potencialidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos&amp;nbsp;atirarmos&amp;nbsp;em direção a penhascos, ou empreendermos vôos noturnos ignorando as probabilidades, a devida preparação, e a necessária motivação, é dirigirmo-nos rumo a decepção, é expormo-nos a experiência francamente inútil (no melhor dos cenários), cujas&amp;nbsp;conseqüências&amp;nbsp;poderiam ser antevistas pelo pensamento, dispensando aventuras empíricas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que é ainda mais grave é quando, além de não usar a inteligência, não consideramos as experiências mal sucedidas do pretérito, insistindo na fórmula mística improvável de que seria possível obter resultado diferente combinando os mesmos elementos, nas mesmas proporções e circunstâncias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paulo, o apóstolo, registrou: "Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas me&amp;nbsp;conveem; Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam", num claro uso da razão em prol da análise qualitativa &amp;nbsp;das possibilidades do mundo, já que tempo&amp;nbsp;desperdiçado&amp;nbsp;não volta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De que pode se queixar aquele que produz para si, conscientemente,&amp;nbsp;conseqüências&amp;nbsp;inúteis evitáveis?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5420628-3965896233471304346?l=alexandrenunes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://alexandrenunes.blogspot.com/feeds/3965896233471304346/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5420628&amp;postID=3965896233471304346&amp;isPopup=true" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/3965896233471304346?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/3965896233471304346?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/SonhosQuePodemosTer/~3/UdcFxKiSpAs/quem-planta-vento.html" title="Quem planta vento..." /><author><name>Alexandre Pereira Nunes</name><uri>https://profiles.google.com/108356733621618906101</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="//lh3.googleusercontent.com/-rUGBBhchpR0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAGM0/gcLE8x6Lc5c/s512-c/photo.jpg" /></author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://alexandrenunes.blogspot.com/2010/11/quem-planta-vento.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkENQXY6eip7ImA9Wx5aGE4.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5420628.post-9034171952256514473</id><published>2010-11-03T23:46:00.001-02:00</published><updated>2010-11-15T14:31:30.812-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-11-15T14:31:30.812-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="All by myself" /><title>Até hoje</title><content type="html">Nossos caminhos cruzaram em um momento imperfeito. O que daí adveio foi, inexorável e inevitavelmente, incompleto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E como não poderia deixar de ser, aqueles breves momentos, aquele teu sorriso, ganharam outras significações, com o passar das luas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não sei ao certo o que levaste de mim, mas sei que de ti levei muita coisa. Coisas que sei não intentei roubar, e que talvez nem tenhas me ofertado, mas a intimidade possui mesmo esta capacidade de multiplicar no outro ser aquelas coisas que só existem em nós. Isto acontece em família, acontece nos amores completos, que formam planetas, mas, mais raramente, também acontece entre observadores e as estrelas cadentes (cuja passagem é notável, mas fugaz).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E é isto que foste, uma estrela cadente, que marcou minhas lembranças com teu sorriso e capacidade de brilhar, mas que continuou a trajetória própria, rumo ao destino que escolheste, muito antes de seres observada por este admirador de céus, que te identificou como luz sonora, em meio a negra madrugada silenciosa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nunca pude explicar, até por não compreender, este sentimento de gratidão em que te conservo. Lhe sou grato, até hoje, por nada menos que apenas existires.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5420628-9034171952256514473?l=alexandrenunes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://alexandrenunes.blogspot.com/feeds/9034171952256514473/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5420628&amp;postID=9034171952256514473&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/9034171952256514473?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/9034171952256514473?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/SonhosQuePodemosTer/~3/X7yvvBjiXVs/ate-hoje.html" title="Até hoje" /><author><name>Alexandre Pereira Nunes</name><uri>https://profiles.google.com/108356733621618906101</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="//lh3.googleusercontent.com/-rUGBBhchpR0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAGM0/gcLE8x6Lc5c/s512-c/photo.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://alexandrenunes.blogspot.com/2010/11/ate-hoje.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ck8GRn48cSp7ImA9Wx5UEkU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5420628.post-5512487795231093761</id><published>2010-10-10T19:31:00.002-03:00</published><updated>2010-10-16T23:00:27.079-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-10-16T23:00:27.079-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="All by myself" /><title>Bonding</title><content type="html">De todos os tesouros que possuo e que me dou conta, certamente o vínculo com meus semelhantes ocupa o topo da lista. E daquelas coisas que transcendem as escolhas pessoais, é certamente o campeão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Transcendem pois, conquanto o ato de amar, em sua expressão maior, seja desconectado de qualquer recíproca ou recompensa, o vínculo a que me refiro só se completa de fato quando há a necessária consideração de ambas as partes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não me refiro em particular a esta ou aquela expressão de vínculo afetivo: Romântica, familiar, amizade, representam uma gama muito ampla de possibilidades, mas, ainda há relações psíquicas de difícil qualificação, que não seriam retratadas com fidelidade, quando a elas fosse afixado mero rótulo cujo uso criou necessária ambiguidade, e que, conquanto perfeitamente adequado para o cotidiano, neste caso, não possui a especificidade suficiente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E como se dá essa recíproca, este retorno?&lt;br /&gt;
Das mais variadas formas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há pessoas que possuem imensa facilidade em demonstrarem o que lhes sustenta esta ligação. Na forma de palavras, gestos e atos, transparece-lhes a chama viva, o impulso voluntário, que nasce na profunda intimidade do ser. Quando me encontro com elas, fazem questão de dizer e demonstrar: - és bem vindo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há pessoas que, conquanto não se possa dizer que estejam noutra classificação, quanto a essência mesma dos sentimentos, possuem bem diversa expressão verbal e comportamental; Mas, pelos atos, e, mais especificamente, na qualidade da situação em que estes atos ocorrem, se pode deduzir o que se passa e a qualidade da relação que tem conosco. Elas podem não dizer "te aprecio", "te amo", mas elas amam e apreciam por atos, especialmente mais perceptíveis quando nos encontramos em maior necessidade deles.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentre estas últimas, existem dois extremos. Num deles, a expressão verbal e/ou comportamental é limitada: ela ocorre com certa dificuldade, com timidez, se posso usar esta palavra, mas ocorre. Noutro extremo estão aqueles cuja expressão é, de algum modo, bloqueada ou não desenvolvida. Poder-se-ia inferir que beira mesmo a inexistência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Me encontro neste segundo grupo, e navego entre estes dois extremos. Se é bem verdade que em instantes particulares, uma espécie de clareza se apodera e torna-me mais fácil dizer ou mostrar algo que percebo como verdadeiro, na maior parte do tempo, contudo, navego em mares agitados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tenho grande dificuldade em sustentar o que poderia chamar de calmaria n'alma, ou melhor, em senti-la, percebê-la, e sobretudo, expressá-la.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em geral, piso em ovos. Expresso insegurança. É preciso um chamamento, um desafio, enfim, um acontecimento que me obrigue a acessar a essência de minhas certezas para que possa expressá-las.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E é por isso que, apesar de eu colecionar e estimar estes vínculos, a ponto de inúmeras pessoas me confiarem suas verdades e suas dúvidas (e ouso dizer que raramente fiz ou deixei de fazer algo que tenha me tornado desmerecedor desta confiança), eu ainda não consigo fazer o mesmo, a não ser em circunstâncias muito especiais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5420628-5512487795231093761?l=alexandrenunes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://alexandrenunes.blogspot.com/feeds/5512487795231093761/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5420628&amp;postID=5512487795231093761&amp;isPopup=true" title="4 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/5512487795231093761?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/5512487795231093761?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/SonhosQuePodemosTer/~3/mRizUTEF_EU/bonding.html" title="Bonding" /><author><name>Alexandre Pereira Nunes</name><uri>https://profiles.google.com/108356733621618906101</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="//lh3.googleusercontent.com/-rUGBBhchpR0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAGM0/gcLE8x6Lc5c/s512-c/photo.jpg" /></author><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://alexandrenunes.blogspot.com/2010/10/bonding.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Dk4NRno6eCp7ImA9Wx5XF0s.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5420628.post-5367474107435909698</id><published>2010-08-20T12:41:00.001-03:00</published><updated>2010-09-17T20:09:57.410-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-09-17T20:09:57.410-03:00</app:edited><title>David Gilmour &amp; Roger Waters se reunem em evento beneficiente</title><content type="html">&lt;iframe src="http://player.vimeo.com/video/14423057" width="400" height="224" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/14423057"&gt;Hoping Foundation benefit performance&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://vimeo.com/user4505649"&gt;Hoping Foundation&lt;/a&gt; on &lt;a href="http://vimeo.com"&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5420628-5367474107435909698?l=alexandrenunes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://alexandrenunes.blogspot.com/feeds/5367474107435909698/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5420628&amp;postID=5367474107435909698&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/5367474107435909698?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/5367474107435909698?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/SonhosQuePodemosTer/~3/QvpwZ1VHagM/david-gilmour-roger-waters-se-reunem-em.html" title="David Gilmour &amp; Roger Waters se reunem em evento beneficiente" /><author><name>Alexandre Pereira Nunes</name><uri>https://profiles.google.com/108356733621618906101</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="//lh3.googleusercontent.com/-rUGBBhchpR0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAGM0/gcLE8x6Lc5c/s512-c/photo.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://alexandrenunes.blogspot.com/2010/08/david-gilmour-roger-waters-se-reunem-em.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkUAQ386eCp7ImA9Wx9UFk0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5420628.post-6461072922153356168</id><published>2010-08-14T13:48:00.002-03:00</published><updated>2011-02-13T10:30:42.110-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-02-13T10:30:42.110-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pensamentos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="All by myself" /><title>Misunderstandings</title><content type="html">Cada pessoa tem um jeito próprio de expressar as sutilezas dos pensamentos, e que estão mais ou menos relacionadas com o que se convencionou chamar de temperamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, formas de expressão como generalização ou objetivação, sarcasmo, ironia, (in)formalismo, e outras tantas, variam gravamente de pessoa para pessoa, a ponto de interferirem na compreensão do que se diz, que acaba ficando ao domínio do que se intentou dizer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por exemplo, eu não costumo generalizar nem particularizar demais. Não por considerar as generalizações injustas para as exceções, apenas porque estou acostumado a extrapolar as generalizações a partir do específico, quando isto se faz necessário, e vice-versa. Então quando eu tendo a apontar ao específico, a delimitar, o faço sem preocupações. Se me refiro a um subgrupo, o faço diferetamente. Aparentemente, a maioria das pessoas tende a apontar para o conjunto, e, num segundo movimento, delinear mais ou menos o subconjunto. Ou fazer sempre o movimento contrário, e tem dificuldades quando se deparam com outro cenário. Também as tenho, mas como estou sempre alternando entre uma e outra forma de vincular uma idéia a outra, é raro eu deixar de pensar que talvez tenha entendido da forma errada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com alguns casos, sou mais objetivo. Se digo que certas pessoas são assim ou assado, me refiro a elas. Não é uma referência indireta a qualquer outro grupo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se eu uso de sarcasmo? Sim, mas não gosto de subterfúgios, quando eu o uso, faço questão de deixar claro que a intenção foi essa. Se preciso dizer algo sério, digo de forma direta, de preferência sem usar recursos literários ou terceiras pessoas como fossem intermediários. Quando estou brincando, com quem tenho intimidade para tal, claro que me dou certas liberdades. As vezes isto funciona, as vezes não, mas se não funcionar, me pergunte o que quis dizer, e nos poupe problemas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pior coisa é assumir coisas, pensar que necessariamente as pessoas tentaram dizer exatamente o que você entendeu, que pode não ter sido *nada* daquilo. Conversando sobre este assunto com uma pessoa que me é muito próxima, contei algumas vezes em que estive envolvido em pequenas confusões devido a eu ter assumido um entendimento qualquer e não ter buscado esclarecimentos, bem como as vezes em que recordo de ter assumido o papel do carrasco por não terem me questionado sobre algo que disse. São pequenas coisas, cujos efeitos&amp;nbsp;a longo prazo foram perto de nulos, como acredito aconteça na maioria dos casos, com a maioria das pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas para minha surpresa, esta pessoa me confidenciou que tomou uma atitude que mudou todo o curso de sua vida, por causa de uma decisão tomada com base em um mal entendido. Não falo de coisas pequenas, falo de rumos de vida de décadas, e com&amp;nbsp;conseqüências&amp;nbsp;que acompanharão a pessoa até o túmulo, ou além dele, se o preferir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda temos que aprender muito em termos de comunicarmo-nos, de entendermos e nos fazermos entender. Tentarei fazer minha parte, ainda que tenha ciência das minhas limitações neste sentido, pois não quero pra mim o que me foi contado, que não foi nada de ficção científica ou drama noveleiro: Poderia tranquilamente acontecer com qualquer um de nós.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5420628-6461072922153356168?l=alexandrenunes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://alexandrenunes.blogspot.com/feeds/6461072922153356168/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5420628&amp;postID=6461072922153356168&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/6461072922153356168?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/6461072922153356168?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/SonhosQuePodemosTer/~3/vr1yv5SmYRs/misunderstandings.html" title="Misunderstandings" /><author><name>Alexandre Pereira Nunes</name><uri>https://profiles.google.com/108356733621618906101</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="//lh3.googleusercontent.com/-rUGBBhchpR0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAGM0/gcLE8x6Lc5c/s512-c/photo.jpg" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://alexandrenunes.blogspot.com/2010/08/misunderstandings.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUMDR3k9eyp7ImA9Wx5SGE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5420628.post-4966952209797785216</id><published>2010-07-29T12:29:00.003-03:00</published><updated>2010-08-14T13:31:16.763-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-08-14T13:31:16.763-03:00</app:edited><title>Falhar, e Vencer.</title><content type="html">"I've missed more than 9000 shots in my career. I've lost almost 300 games. Twenty six times, I've been trusted to take the game-winning shot and missed. I've failed over and over and over again in my life. And that is why I succeed."&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Eu errei mais de 9000 arremessos na minha carreira. Perdi quase 300 jogos. Por vinte e seis vezes, me foi confiado o arremesso que definiria o placar, e eu errei. Eu falhei várias e várias e ainda várias vezes em minha vida. E é exatamente por isso que eu atingi o sucesso."&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
—Michael Jordan&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
... Pra refletir ;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5420628-4966952209797785216?l=alexandrenunes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://alexandrenunes.blogspot.com/feeds/4966952209797785216/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5420628&amp;postID=4966952209797785216&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/4966952209797785216?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/4966952209797785216?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/SonhosQuePodemosTer/~3/lLvtmeV4d4g/pra-refletir.html" title="Falhar, e Vencer." /><author><name>Alexandre Pereira Nunes</name><uri>https://profiles.google.com/108356733621618906101</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="//lh3.googleusercontent.com/-rUGBBhchpR0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAGM0/gcLE8x6Lc5c/s512-c/photo.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://alexandrenunes.blogspot.com/2010/07/pra-refletir.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkAASX89fCp7ImA9Wx5UEkU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5420628.post-4014599251556804554</id><published>2010-07-23T20:29:00.002-03:00</published><updated>2010-10-16T22:59:08.164-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-10-16T22:59:08.164-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pensamentos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="All by myself" /><title>Estranho Mundo</title><content type="html">A chuva descia lentamente, quase em forma de névoa, por sobre o telhado previamente aquecido pelo sol. Ao tocar as telhas, leve condensação&amp;nbsp;vaporosa parecia escapar das próprias telhas, e como fluiam em sentido contrário a chuva, aumentavam ainda mais a percepção de "slow motion" que parecia dominá-la de modo mais particular naquele instante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Caía lentamente a chuva, e totalmente alheia aos dramas e vitórias que por ventura se processavam por debaixo daquelas telhas, telhas estas tão comuns que não permitem inferir nada sobre aqueles que debaixo dela se protegem, sem as perceber.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Haveriam ali homens, mulheres, ou crianças? Seriam mais ou menos felizes, mais ou menos educados, um tanto afoitos ou comedidos? A chuva não saberia informar. Tampouco as telhas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na natureza, as coisas tendem a serem o que são. A chuva é a chuva, o barro, que mais tarde forma a telha, é ainda barro, transformado pela ação do calor que o torna resistente e das resinas que o tornam impermeável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Só nós, as indefinidas máquinas de pensar, escapamos, momentaneamente, da mecânica que rege as telhas ou a chuva; Mecânica nem por isto simples ou facilmente apreensível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E apenas momentaneamente, pois toda vez que duas ou mais moléculas unem-se, comprometem-se simultaneamente a estarem juntas por um tempo, e a deixarem de estar, quando a energia que as agrega já não puder mantê-las juntas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Passam as chuvas, as telhas, o barro, a resina. Passam-se as moléculas, os homens, e tudo aquilo que, particularmente, deram a conhecer, em dada época.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A essência, as idéias, os pensamentos, sentimentos, percepções e realizações podem, no entanto, continuar muito após as moléculas que as serviram de meio desmontarem-se.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há algo de eterno no universo, algo que não podemos apreender senão em metáforas superficiais, pois ainda não somos: apenas estamos; Mesmo ainda quando superamos vida e morte, pois o tempo de uma vida, de uma geração, não é nada senão grão de areia no deserto do infinito.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5420628-4014599251556804554?l=alexandrenunes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://alexandrenunes.blogspot.com/feeds/4014599251556804554/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5420628&amp;postID=4014599251556804554&amp;isPopup=true" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/4014599251556804554?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/4014599251556804554?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/SonhosQuePodemosTer/~3/XiWcLuZGSOU/estranho-mundo.html" title="Estranho Mundo" /><author><name>Alexandre Pereira Nunes</name><uri>https://profiles.google.com/108356733621618906101</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="//lh3.googleusercontent.com/-rUGBBhchpR0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAGM0/gcLE8x6Lc5c/s512-c/photo.jpg" /></author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://alexandrenunes.blogspot.com/2010/07/estranho-mundo.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEYFRH0_eCp7ImA9WhZXGEs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5420628.post-1160220696127462900</id><published>2010-05-09T21:28:00.005-03:00</published><updated>2011-05-08T10:41:55.340-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-08T10:41:55.340-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pensamentos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="All by myself" /><title>Do coração materno</title><content type="html">Feliz dia das mães.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para toda as mães, das mais óbvias, as mais improváveis.&lt;br /&gt;
Para as mães-mães, dotadas pela natureza dessa faculdade fantástica, e ao mesmo tempo assustadora, de terem filhos biológicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para as mães-pais, que suprem a ausência, voluntária ou não, daquele que a deveria auxiliar nesta tarefa tão complexa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para os pais-mães, que se vêem em situação análoga. Não pensem, meninas, que é coisa trivial a um homem tentar suprir a ausência materna. Contrariando qualquer coisa que possamos dizer em piadinhas machistas, vocês são absolutamente insubstituíveis, e só intentamos (sem jamais lograr sucesso absoluto) fazê-lo quando as circunstâncias&amp;nbsp;excepcionais&amp;nbsp;assim o exigem. É bem verdade que alguns de nós até conseguem fazer um trabalho exemplar, e prova disto está no reconhecimento da prole, mas sabemos que não seria a mesma coisa, se&amp;nbsp;estivésseis&amp;nbsp;disponíveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para os amigos-mães, que nos aconselham na juventude, do corpo e da alma, muitas vezes dando conselhos duros que precisamos ouvir. Todos cometemos faltas e excessos cujas&amp;nbsp;conseqüências&amp;nbsp;muitas vezes só podem ser capturadas de antemão por este olhar externo, a nos guardar constantemente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para os filhos-mães e filhas-mães. Pois há pais que, em determinadas áreas, carecem, mais que seus filhos, de orientação. É a vida mostrando que "existe mais entre céu e a terra do que sonha a vossa vã filosofia", e se ainda não observou uma dessas situações entre pais e filhos, convido a prestar bastante atenção, pois é bastante improvável que lhe falte oportunidades de fazê-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enfim, desejo um ótimo dia das mães para todas as mães de coração, pois apesar da ciência apontar o instinto materno humano como versão sublimada daquele oriundo da natureza (apelo aqui para uma relação entre regra e exceções, estas últimas certamente são numerosas, mas não chegam a constituir maioria, ou não seriam chamadas como tal), existe no coração humano uma capacidade incrível de fazer coisas surpreendentes, tanto do ponto de vista criativo, quanto daquele destrutivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É assim que, se de um lado da história temos as mães (e pais) que adotam os filhos biológicos de terceiros, nem sempre atendendo a simples desejo íntimo (se tal coisa existe), ou ainda quando recebem de braços abertos, quer em caráter momentâneo ou permanente, aqueles que ainda possuem os pais biológicos mas que nestes novos braços recebem exímios substitutos, por outro lado, é inevitável perceber que o ser humano também está apto a dar-se com as suas sombras íntimas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É assim no infanticídio generalizado, que alguns buscam justificar, mesmo em época em que o conhecimento dos processos reprodutivos e contraceptivos já não mais permitem recorrer-se ao argumento da ignorância e da surpresa; Seja este no ventre, ou no abandono por vezes doloroso, por vezes insensível, que se dá aos já gerados, em todas as idades, ou até mesmo em situações ainda mais cruéis e desumanas, onde se vê que, se o ser humano é dotado da capacidade de ir além de seus companheiros de fauna, também se observa que, também pode, facilmente, ficar muito aquém de seus exemplos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, é louvável o apreço a toda as formas de maternidade e paternidade, sem cujos exemplos ainda seriamos selvagens, ensaiando sensações e sem ter desenvolvido ainda, sentimentos, embora alguns ainda tenham muito chão antes de conhecê-los de fato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dizem que o amor de mãe é, via de regra, o mais próximo do amor incondicional teórico que se possa conceber. Isto não impede que as mães tenham naturais expectativas quanto a correspondência de sua prole, mas podemos observar a paciência com que algumas mães se dedicam aos seus filhos, ainda quando isto se constitui tarefa de superar rejeições e impaciências das mais variadas ordens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou quando ainda estes últimos concorrem para a desordem e a destruição, própria ou dos demais. Quando filhos encarcerados encontram-se abandonados e socialmente odiados, muitas vezes esquecidos até por esposa e filhos, é a figura terna da mãezinha que os visita e lhes transmite constantemente as últimas provas de que a civilização ainda tenta resistir, também nos corações, e de que se deve ter um olhar para frente, mesmo quando, aparentemente, cada um de nós possa experimentar impressão mais ou menos duradoura de que não existiria motivo para tal.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5420628-1160220696127462900?l=alexandrenunes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://alexandrenunes.blogspot.com/feeds/1160220696127462900/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5420628&amp;postID=1160220696127462900&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/1160220696127462900?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/1160220696127462900?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/SonhosQuePodemosTer/~3/wJ4fCBg1HaM/do-coracao-materno.html" title="Do coração materno" /><author><name>Alexandre Pereira Nunes</name><uri>https://profiles.google.com/108356733621618906101</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="//lh3.googleusercontent.com/-rUGBBhchpR0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAGM0/gcLE8x6Lc5c/s512-c/photo.jpg" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://alexandrenunes.blogspot.com/2010/05/do-coracao-materno.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUAGSXYyeSp7ImA9WxFRGEg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5420628.post-6796025444727585164</id><published>2010-05-02T22:03:00.002-03:00</published><updated>2010-05-02T23:28:48.891-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-05-02T23:28:48.891-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pensamentos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="All by myself" /><title>About roads not taken</title><content type="html">Que variáveis determinam a reação de uma pessoa?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por que diante de uma bifurcação, algumas tomam o caminho da esquerda, e outras da direita, enquanto outras ainda&amp;nbsp;paralisam-se, sem saber o que fazer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por que ainda algumas não se incomodam em pegar o caminho mais longo, enquanto outras buscam apenas andar aos saltos, pulando etapas e imaginando atalhos de antemão?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aquele que, encontrando o problema, encontra-se apto resolvê-lo, o estaria, se não tivesse vivido qual ou tal experiência particular, que despertou nele a vontade de superar? E aquele que falha hoje diante do problema, não o superaria mais tarde, tivesse as próprias experiências?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ser humano: com seus mistérios, segue avante, pelas próprias pernas, ou empurrado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5420628-6796025444727585164?l=alexandrenunes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://alexandrenunes.blogspot.com/feeds/6796025444727585164/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5420628&amp;postID=6796025444727585164&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/6796025444727585164?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/6796025444727585164?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/SonhosQuePodemosTer/~3/A5lT-t9raLA/about-roads-not-taken.html" title="About roads not taken" /><author><name>Alexandre Pereira Nunes</name><uri>https://profiles.google.com/108356733621618906101</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="//lh3.googleusercontent.com/-rUGBBhchpR0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAGM0/gcLE8x6Lc5c/s512-c/photo.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://alexandrenunes.blogspot.com/2010/05/about-roads-not-taken.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C08NQ3g9fSp7ImA9WxFRFkg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5420628.post-1687507250264610961</id><published>2010-04-23T13:46:00.002-03:00</published><updated>2010-04-30T15:24:52.665-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-04-30T15:24:52.665-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Emprestados" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Verso e Prosa (e afins)" /><title>Seja Paciente</title><content type="html">Quero lhe implorar&lt;br /&gt;
Para que seja paciente&lt;br /&gt;
Com tudo o que não está resolvido em seu coração e tente amar.&lt;br /&gt;
As perguntas como quartos trancados e como livros escritos em língua estrangeira.&lt;br /&gt;
Não procure respostas que não podem ser dadas porque não seria capaz de vivê-las. E a questão é viver tudo. Viva as perguntas agora.&lt;br /&gt;
Talvez assim, gradualmente, você sem perceber, viverá a resposta num dia distante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; &lt;i&gt;-- Rainer Maria Rilke&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5420628-1687507250264610961?l=alexandrenunes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://alexandrenunes.blogspot.com/feeds/1687507250264610961/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5420628&amp;postID=1687507250264610961&amp;isPopup=true" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/1687507250264610961?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5420628/posts/default/1687507250264610961?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/SonhosQuePodemosTer/~3/-nDfjw-SrmI/seja-paciente.html" title="Seja Paciente" /><author><name>Alexandre Pereira Nunes</name><uri>https://profiles.google.com/108356733621618906101</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="32" src="//lh3.googleusercontent.com/-rUGBBhchpR0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAGM0/gcLE8x6Lc5c/s512-c/photo.jpg" /></author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://alexandrenunes.blogspot.com/2010/04/seja-paciente.html</feedburner:origLink></entry></feed>

