<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2595292266058876680</id><updated>2026-06-26T01:14:43.863-07:00</updated><category term="Dados importantes"/><category term="Discriminação"/><category term="abolição"/><category term="Música"/><category term="Resumo Geral"/><category term="Economia da África"/><category term="Geografia/Localização"/><category term="Angola"/><category term="Arte"/><category term="Aspectos físicos"/><category term="Bandeiras"/><category term="Cabo Verde"/><category term="Contato"/><category term="Estatisica - Cidade/País/População"/><category term="Etimologia"/><category term="Feriados nacionais"/><category term="Fonte"/><category term="Guiné-Bissau"/><category term="Hino"/><category term="História da África"/><category term="Literatura"/><category term="Moçambique"/><category term="Nações Africanas:"/><category term="Pontos Turísticos"/><category term="População"/><category term="Problemas"/><category term="Rádio África"/><category term="Subdivisões"/><category term="São Tomé e príncipe"/><category term="Treze de maio"/><category term="Tráfico de escravos para o Brasil"/><category term="comidas"/><category term="cronológica"/><category term="cultura"/><category term="curiosidade"/><category term="dança"/><category term="esporte"/><category term="histórico"/><category term="letra Música We Are The World (USA For Africa)"/><title type='text'>Sou da África</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://soudaafrica.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soudaafrica.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false'/><author><name>Igor Natanyo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03581679224473509414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>50</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2595292266058876680.post-9060340839994741043</id><published>2011-09-17T10:03:00.003-07:00</published><updated>2011-09-17T10:03:08.466-07:00</updated><title type='text'>Abolição parte 111 TESTE</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;i&gt;Em  praça pública, para servirem de exemplo aos demais, os  negros sofriam  .seus castigos. A escravidão negra no Brasil, iniciada, segundo  alguns  autores, em &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;1532, &lt;i&gt;estendeu-se  até &lt;/i&gt;1888. &lt;i&gt;Foram  mais de três séculos e meio de escravatura, condição em  que o negro  desempenhou importante papel na colonização e, depois, no   desenvolvimento econômico do Império. Os africanos entravam no Brasil   principalmente através dos portos do Rio de Janeiro, de Salvador, do  Recife e de  São Luís do Maranhão, de onde se espalhavam por todo o  território brasileiro.  Muitas vezes, revoltados com sua condição,  fugiam de seus senhores, chegando a  organizar-se em quilombos, cujo  principal, o de Palmares, em Alagoas, conseguiu  tornar-se um verdadeiro  estado negro dentro da colônia portuguesa.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Foi  como que o negro entrou  no Brasil, mas não foi esta colônia portuguesa  o primeiro país na América a  receber o africano em tal condição. Em  1501, a ilha de São Domingos atual  República Dominicana, por um ato do  rei da Espanha, recebeu a primeira leva de  negros, vindos com Nicolau  Ovando, e a partir de 1517 o comércio negreiro para  as colônias  espanholas começou a ser feito regular e legalmente. Foi concedido   asiento a Go menot, governador de Besa, para a introdução de 4.000  negros,  contrato que ele vendeu a negociantes genoveses.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Na  Europa, é difícil saber a  quem cabe a prioridade do tráfico-se a  portugueses ou espanhóis. Já em meados do  século XV ele constituía o  meio regular de colonização de ambos os países e, a  partir daí, durante  os duzentos anos seguintes, foram abastecidas também, além  das  colônias espanholas e portuguesas, as possessões inglesas, francesas e   holandesas,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;div align=&quot;LEFT&quot;&gt;Em  Portugal, Antão Gonçalves, ao  regressar em 1442 de uma expedição à  África, ordenada por D. Henrique, levou  alguns mouros como cativos que o  Infante mandou libertar. No ano seguinte, Antão  Gonçalves trocou seus  prisioneiros por dez negros da Guiné, que Frei Francisco  de São Luís  afirma terem sido os primeiros escravos chegados a Portugal,   provenientes da costa ocidental africana.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot;&gt;Em 1445, Nunq Tristão transportou  mais de 40 escravos africanos, entusiasmado pelas possibilidades econômicas do  negócio.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot;&gt;Foi  em Portugal que mais se  desenvolveu o tráfico negreiro - já que este  país mantinha o domínio exclusivo  da África colonial. Durante muitos  anos, porém, o tráfico negreiro foi também  próspero na Espanha,  representando a principal fonte de renda do país. Por  intermédio dos  asientos a coroa espanhola concedia a determinados súditos o  direito  exclusivo de fornecer negros escravos às suas possessões de ultramar. O   negócio era tão vantajoso que muitos soberanos estrangeiros faziam tudo  para  obter os asientos, ou seja, tratados ou contratados de monopólio  comercial. E  por dois séculos - de 1517 a 1743 - holandeses, espanhóis,  franceses,  portugueses e ingleses gozaram sucessivamente deste  monopólio. A Inglaterra, que  mais tarde seria ferrenha defensora da  proibição do tráfico, conseguiu 30 anos  de monopólio para seus súditos  pelo tratado de paz de Utrecht assinado em 1713.  A Espanha tirava  grandes lucros destas transações, recebendo vultosos  empréstimos ou  adiantamentos dos empresários com os quais negociava, e a este (Hientos   era dada ainda uma vinculação religiosa, sendo celebrados, inclusive,  em nome da  Santíssima Trindade por Sua Majestade Católica de Espanha.  Dez contratos dessa  espécie foram realizados em menos de dois séculos,  compreendendo o transporte de  quinhentos mil escravos num total de 50  milhões de libras.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;      &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.vivabrazil.com/images/abolic2.jpg&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;264&quot; src=&quot;http://www.vivabrazil.com/images/abolic2.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;No  Brasil, o elemento negro  começou a ser Introduzido com os primeiros  engenhos de açúcar de São Vicente.  Para alguns historiadores, os  escravos africanos aqui chegaram com Martim Afonso  de Sousa, em sua  expedição de 1532. Durante quase 50 anos este tráfico foi  regular, e em  1583 realizou-se o primeiro contrato para a introdução da  mão-de-obra  africana no Brasil, assinado entre Salvador Correia de Sá,  governador  da Cidade do Rio de Janeiro, e São João Gutiérres Valéria. Um século   mais tarde já havia nas lavouras brasileiras 50 mil escravos negros, a  maioria  em Pernambuco. Em 1755, o Marquês de Pombal criou a Companhia  Geral do Comércio  do Grão-Pará e Maranhão e, em 1759 a de Pernambuco e  Paraiba, as quais  introduzindo grande número de negros africanos,  fomentaram o progresso material  do Nordeste brasileiro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Tencionando  contar com o  elemento natural para a colonização dos continentes que  ocupa vam, os  portugueses tentaram- nos primeiros tempos de sua  permanência no Brasil -  subjugar os silvícolas brasileiros. Assim, em  1533, Martim Afonso de Sousa  permitiu a Pero de Góis o transporte para a  Europa de 17 indígenas escravizados,  e no foral dado a cada donatário  contava o direito de vender anualmente até 39  indígenas cativos. O  índio brasileiro, entretanto, além de não se adaptar ao  regime de  escravidão, não servia para o trabalho na lavoura.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Estes  fatos, aliados à vinda  dos jesuítas, empenhados na defesa do índio,  fizeram com que aumentasse o  tráfico negreiro, tendo os próprios  religiosos usado a mão-de-obra africana até  1870.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;A  introdução do escravo  negro no Brasil representava uma determinante  socioeconômica importantíssima  para a emancipação colonial, e foi por  muitos reconhecida. Entre estes, Nóbrega,  em carta ao rei de Portugal  datada de 1559; o conceituado Bispo D. José Joaquim  da Cunha de Azeredo  Coutinho, em sua obra Justiça do Comércio de Resgate de  Escravos da  Costa d&#39; África; e o famoso Padre Antonil, que em sua Cultura e   Opulência do Brasil, por Suas Drogas e Minas, escreveu: &quot;Os escravos são  as mãos  e os pés do senhor de engenho, porque sem eles no Brasil não é  possível fazer,  conservar e aumentar fazenda, nem ter engenho  corrente.&quot;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.vivabrazil.com/images/abolic3.jpg&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;221&quot; src=&quot;http://www.vivabrazil.com/images/abolic3.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;div align=&quot;LEFT&quot;&gt;Os  negros eram vendidos pelos seus  sobas - chefes de tribos africanas -  aos portugueses, e trazidos para o Brasil  vindos da costa e da  contracosta da África. Até meados do século XVll eram eles  adquiridos,  em sua maioria, pelos senhores de engenho de Pernambuco e Bahia. No   início do séc. XVIII seus maiores compradores passaram a ser o Rio de  Janeiro e  Salvador. Ainda no início do século XVllI os escravos negros  foram introduzidos  nas regiões cafeeiras, a princípio do Pará e do  Maranhão, mais tarde do Rio de  Janeiro e São Paulo.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot;&gt;Os  negros escravos que vieram para o  Brasil saíram de vários pontos do  continente africano: da costa ocidental, entre  o Cabo Verde e o da Boa  Esperança; da costa oriental, de Moçambique; e mesmo de  algumas regiões  do interior. Por isto, possuíam os mais diversos estágios de   civilização. O grupo mais importante introduzido no Brasil foi o  sudanês, que,  dos mercados de Salvador, se espalhou por todo o  Recôncavo. Desses negros, os  mais notáveis foram os iorubas ou nagôs e  os geges, seguindo-se os minas. Em  semelhan_ te estágio de cultura  encontravam-se também dois grupos de origem  berbere-etiÓpica e de  int1uência muçulmana, os fulas e os mandês. Mais atrasados  do que o  grupo..sudanês estavam os dos grupos da cultura chamada cultura banto,   os angolas, os congos ou cabindas, os benguelas e os moçambiques. Os  bantos  foram introduzidos em Pernambuco, de onde seguiram até Alagoas;  no Rio de  Janeiro, de onde se espalharam por Minas e São Paulo; e no  Maranhão, atingindo  daí o Grão-Pará. Ainda no Rio de Janeiro e em Santa  Catarina foram introduzidos  os camundás, camundongos e os quiçamãs.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot;&gt;Os  bantos encontravam-se na fase do  fetichismo - adorando árvores e  símbolos toscos, no sistema da propriedade  coletiva - com uma  rudimentar organização de família - e do governo patriarcal.&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;A incapacidade de adaptação do indígena  para a maioria  das    tarefas colonizadoras e depois as leis de  proibição do cativeiro  do índio    fizeram com que o tráfico negreiro  para o Brasil aumentasse  a partir de fins    do século XVI e se  mantivesse numa crescente  progressão até meados do séc.    XIX.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt; &lt;b&gt; &lt;blockquote&gt;  &lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt; &lt;div align=&quot;LEFT&quot;&gt;Dos  portos onde os negreiros desembarcavam, os  negros eram, depois de  vendidos, transportados para as fazendas do interior. De  Recife, eles  chegavam até Alagoas; do Rio, eram levados para Minas e São Paulo;  de  São Luís do Maranhão, atingiam o Grão.Pará; e de Salvador, todo o  Recôncavo.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Além do senhor do céu,  Olorum, a religião dos iorubas introduziu no Brasil outras divindades ou orixás,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;entre  os quais Obatalá, ou  Orixalá, ou Oxalá, que tinha por esposa Odudua;  Xangô, deus dos raios e trovões;  Ogum, deus da guerra; Iemanjá, deusa  das águas; Oxóssi, deus dos caçadores e  viajantes; Ifá, que tem por  fetiche o fruto do dendezeiro, revelador do oculto;  Da dá, protetor das  crianças; Ibeji, Orixá dos gêmeos; e Exu ou Elegbará,  espírito do mal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Os  sudaneses – que receberam  influência do islamismo e eram os mais  adiantados - foram os responsáveis pelos  movimentos de rebelião dos  escravos e pela formação dos quilombos - os  agrupamentos de escravos  fugidos criados no Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Os  negros africanos,  introduzidos no Brasil para trabalhar na lavoura e  na criação, não se adaptaram  a esta última função, sendo substituídos  pelos indígenas - mais adaptáveis ao  tipo de vida do pastoreio. E  embora fossem utilizados também nos serviços  domésticos e na mineração -  onde tiveram papel importante - eles foram os princi  pais, e em alguns  casos os únicos, trabalhadores das lavouras de açúcar, café e  algodão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;div align=&quot;LEFT&quot;&gt;A  compra do negro era, a princípio,  realizada de forma muito simples.  Empregava-se o sistema de troca, usando-se  todo os tipos de miçangas,  vidrilhos, guizos, panos, armas e utensílios de ferro  necessário à  lavoura africana, que eram entrgues aos sobas por uma certa  quantidade  de escravos.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot;&gt;Mais tarde, o ferro e a aguardente   passaram a ser importantíssimos neste comércio. À medida, entretanto,  que o  tráfico se intensificou, as exigências dos vendedores foram  aumentando e os  compradores quase que tiveram de lançar mão de  mercadorias européias.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot;&gt;Os negros eram  transportados em  navios negreiros, funileiros ou tumbeiras, e as  descrições destas viagens -  sobretudo as que foram transmitidas através  dos apaixonados versos dos poetas  abolicionistas - são de estarrecer.  Não são eles, entretanto, a única fonte a  revelar esse quadro horrendo.  Outros autores que se destacaram no estudo do  assunto atestam que  nessas viagens morriam até 40% dos embarcados, além de  ocorrerem  naufrágios por excesso de carga; o tratamento era desumano e os   escravos viam-se obrigados a passar fome e sede, quer pela ambição  desenfreada  dos traficantes, quer por erro de cálculo na tonelagem  disponível para a  travessia.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;A  estimativa do número de  africanos introduzidos em nosso país durante o  período superior a três séculos,  em que foi realizado o tráfico, é  muito difícil. Tradicionalmente, aceita-se a  cifra, meramente  hipotética, de 3.300.000 negros aventada por Roberto Simonsen.  A base  adotada por este último foi a produtividade do escravo. Já Mircea  Buescu,  em sua tentativa para qualificar a história econômica do  Brasil, apresenta um  outro método de avaliação deste número. Este autor  recorre a duas fontes de  pesquisa: primeiro, as informações, embora  precárias, referentes à população  global e à população escrava em  várias épocas; segundo, a constatação de que a  população escrava teve  uma taxa negativa de crescimento vegetativo, taxa que é o   elemento-chave de seus cálculos. Baseado nestes estudos, apresentou um  total de  6.723.850, entrados no Brasi] do séc. XVI ao XIX.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;250&quot; src=&quot;http://www.vivabrazil.com/images/abolic4.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt; &lt;div align=&quot;LEFT&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;188&quot; src=&quot;http://www.vivabrazil.com/images/abolic6.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;  &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;LEFT&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;Durante o Primeiro  Reinado, os negociantes de escravos com    armazéns no Valongo e no  Aljube eram os comerciantes mais prósperos do Rio de    Janeiro. Mais  tarde, quando a Inglaterra passou a perseguir os navios &lt;/b&gt;e a   &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;confiscar seus carregamentos, o preço dos    escravos foi inflacionado.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;  &lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Um  dos cálculos que encontra  mais defensores é o do historiador Afonso de  E. Taunay, que forneceu um total de  3.600.000 escravos africanos  desembarcados no Brasil. discriminando-os pelos  diversos séculos:  100.000, no XVI; 600.000, no XVII; 1.300.000. no XVIII: e  1.600.000 no  século XIX.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;O  que se pode afirmar, com  menor margem de erro, é que já em meados do  século XVII a população escrava no  Brasil superava a população livre:  em 1660, o Brasil contava 74.000 brancos para  110.000 escravos. uma  situação que prevaleceu atémeados do século XIX. pois os  cálculos  efetuados em 1816 acusavam que, dos 3.358.500 habitantes do Brasil,   1.428.500 eram livres, inclusive pretos e pardos forros, e 1.930.000  escravos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Aqui  chegando, os negros  eram armazenados em um barracão. à espera de que  fossem vendidos. Os preços  variavam de acordo com muitos fatores: o  sexo, a idade, a origem e o destino.  Quando encaminhados às minas de  ouro. valiam muito mais que os destinados aos  campos de plantação ou ao  serviço doméstico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.vivabrazil.com/images/abolic5.jpg&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;190&quot; src=&quot;http://www.vivabrazil.com/images/abolic5.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Eram  vendidos separadamente  sem respeitar laços de família - pais para um  senhor, filhos para outros,  maridos e mulheres para donos diferentes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;O  negro era um elemento caro  e seu preço foi intlacionado,  principalmente depois que a Inglaterra se arvorou  em defensora da raça  maltratada, passando a perseguir os navios negreiros. Os  riscos  tornaram-se, então, maiores, com prejuízo algumas vezes total. quando o   navio negreiro era pilhado em alto-mar e o carregamento perdido quer  pelo  aprisionamento da embarcação, quer pelo extermínio total da carga.  Nos primeiros  tempos, de uma forma generalizada, o valor médio de um  escravo oscilava entre 20  e 30 libras esterlinas, havendo momentos  excepcionais em que este preço atingia  a 100 libras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;O  livro de contas do Engenho  Sergipe do Conde fornece valiosas  informações sobre o preço do escravo nos  primeiros anos do século XVII.  De acordo com as compras ali anotadas, um escravo  custava, em 1622. 29  mil-réis; em 1630, 30 mil-réis; 42 mil-réis, em 1635; e 55  mil-réis em  1652.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Existem  inúmeros dados  relativos aos preços de escravos no século XIX, mas,  como variam muito, é  difícil determinar-se uma média real. Entretanto,  estabeleceu Mircea Buescu um  quadro estatístico em que se anota que o  preço de um escravo era de 375 mil-réis,  enquanto uma escrava custava,  no mesmo ano e nas mesmas condições de saúde e  idade, 359 milréis.  Vinte anos depois, isto é, em 1855, um escravo custava 1.075  milréis,  enquanto uma escrava atingia a importância de 857 mil-réis; em 1875   chegava-se &quot;ao preço de 1.256 milréis para o homem e 1.106 para a  mulher. Entre  1835 e 1875 o preço médio dos escravos cresceu 235%.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;div align=&quot;LEFT&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt; &lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;center&gt;   &lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; id=&quot;table2&quot; style=&quot;border-collapse: collapse; width: 596px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;       &lt;td width=&quot;338&quot;&gt;&lt;b&gt;       &lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;531&quot; src=&quot;http://www.vivabrazil.com/images/abolic9.jpg&quot; width=&quot;325&quot; /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;       &lt;td width=&quot;258&quot;&gt;&lt;b&gt;Os  negros escravos foram os        principais - e às vezes únicos  trabalhadores nas lavouras de açúcar, café        e algodão, e na  pavimentação de ruas, no Rio de Janeiro.&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/center&gt; &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;b&gt; &lt;div align=&quot;JUSTIFY&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Mesmo  dentro da precariedade  da exatidão dos dados, anotada pelo próprio  autor, esses preços não são  desprovidos de coerência. A inflação  apresentou-se em grau bastante baixo num  período de dez anos - com  exceção do período de 1845 a 1855, época definitiva  para a abolição do  tráfico, que provocou um aumento violento do preço de um  escravo. Na  roça um escravo de 60 a 65 anos valia metade de um entre 40 e 50  anos e  a quarta parte de um de 25 a 30 anos; as crianças tinham a partir de 9  ou  10 anos, preços iguais aos dos adultos; menores de 9 anos, o preço  de um escravo  subia de 20 a 50 mil-réis por ano de idade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Antes  de 1850 a elevação dos  preços foi efeito da procura, enquanto que a  partir deste ano a causa principal  da baixa do preço foi a oferta,  tendo em vista as leis abolicionistas que  paulatinamente iam  substituindo o escravo pelo trabalhador livre.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Embora  os negros se  adaptassem mais do que os indígenas ao trabalho agrícola,  a que já estavam  acostumados, o tempo de vida de um escravo negro,  depois de chegado ao Brasil,  variava entre sete e dez anos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;b&gt; &lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;242&quot; src=&quot;http://www.vivabrazil.com/images/abolic8.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;JUSTIFY&quot;&gt;Aos  escravos cabiam todos os serviços das plantações, desde a  derrubada  das matas, a queima dos troncos e a limpeza do terreno, até o plantio,  a  colheita e o preparo do produto para a venda. A abertura de caminhos e a   construção da casa-grandeeda senzala eram também tarefas dos escravos.&lt;/div&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Os  escrav os fazi_m todos os  serviços: serviam o senhor de engenho,  derrubavam as matas. queimavam os troncos,  limpavam o terreno, vigiavam  o crescimento das mudas e molhavam os partidos.  Cabia-Ihes ainda  evitar que o gado pisasse nos canaviais e que as pragas  atacassem as  plantações, cortar a cana a golpes de foice, levá-Ia em feixes para  as  moendas. que em muitos casos eram movidas por eles próprios.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Além  disso, eram  responsáveis pela abertura dos caminhos que ligavam os  engenhos aos portos e  pelo transporte das caixas de açúcar destina das à  exportação. E tanto a casa  grande - moradia do senhor e sua família  como a capela, as instalações da moenda,  a construção dos depósitos e  até a da própria senzala - moradia dos escravos -,  tudo era feito pelo  trabalho cativo. Finalmente, alguns eram ainda utilizados no  trabalho  doméstico e mesmo na amamentação e criação do filho do senhor, como era   o caso das chamadas mães-pretas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;A  senzala era constituída  por uma série de barracões, pequenos e  abafados, com uma só porta e sem janelas.  tendo apenas pequenos  respiradouros. Frequentemente as senzalas eram construídas   semi-enterradas no solo, com o chão de terra batida, que servia de lugar  de sono  e repouso. A alimentação, a mais racionada possível.  compunha-se de feijão.  farinha de mandioca e um naco de carne-seca.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Nas  fazendas de açúcar o dia  era longo. Os negros levantavam-se ao  amanhecer e, após receber uma ração de  alimento, seguiam para o  trabalho, onde permaneciam até o pôrdo-sol, com  pequenos intervalos  para refeições.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Os  erros e a preguiça  eram castigados das formas mais diversas e brutais,  indo da palmatória às  chicotadas. que deixavam as costas e nádegas em  carne viva, colocando-se nas  feridas montes de sal para que a dor se  prolongasse por dias e o castigo jamais  fosse esquecido. Além desses  castigos havia outros. ainda mais rigorosos, em que  se utilizavam  aparelhos de tortura.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;Era  costume marcar-se o  escravo à semelhança do que fazia com o gado. Já  ao sair da África. ele recebia  a marca de uma cruz no peito para  indicar sua condição de novo cristão. Alguns,  chegados ao Brasil,  recebiam ainda a marca do senhor, enquanto no corpo dos  negros fujões  costumava-se imprimir um F, indicação de sua fuga e captura. O  senhor  tinha total direito sobre seus cativos, mas alguns escravos não   conseguiam sujeitar-se a tal situação e fugiam, e, como desconhecessem a  região  para onde haviam sido levados. em pouco tempo encontravam  dificuldades em  esconder-se. sendo logo aprisionados pelos  capitàes-do-mato.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soudaafrica.blogspot.com/feeds/9060340839994741043/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2595292266058876680/9060340839994741043?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/9060340839994741043'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/9060340839994741043'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soudaafrica.blogspot.com/2011/09/abolicao-parte-111-teste.html' title='Abolição parte 111 TESTE'/><author><name>Anonymous</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/blank.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2595292266058876680.post-6827421224702823061</id><published>2011-03-08T09:52:00.000-08:00</published><updated>2011-03-08T09:52:19.175-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="histórico"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Resumo Geral"/><title type='text'>Histórico</title><content type='html'>&lt;h3 class=&quot;post-title entry-title&quot;&gt; &lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://lh3.googleusercontent.com/-hkuiLOcVLAs/TXZsaLZELJI/AAAAAAAAAFY/rZ1-pgIv9h0/s1600/SDA.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;215&quot; src=&quot;https://lh3.googleusercontent.com/-hkuiLOcVLAs/TXZsaLZELJI/AAAAAAAAAFY/rZ1-pgIv9h0/s400/SDA.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/center&gt; &lt;/h3&gt;&lt;div class=&quot;post-header&quot;&gt;  &lt;/div&gt;Durante um período de tempo de mais de 300 anos introduziram-se no  Brasil entre 4 e  milhões de africanos, transplantados forçosamente  sobre o Atlântico das mais diversas regiões do continente africano. &lt;br /&gt;
Mesmo  que sua contribuição à formação da nação tenha sido fundamental, as  culturas africanas ainda não receberam, até hoje, o tratamento adequado  pela historiografia do país. Lembro que hoje o Brasil é o maior país  “africano” em população fora da África, estando em 2o lugar em números  absolutos depois da Nigéria. Estes dados evidenciam o quanto o Brasil e a  formação de sua cultura devem à contribuição africana. Mas vamos à  música: &lt;br /&gt;
O samba, a capoeira, o maracatu e muitas outras  manifestações brasileiras com evidentes traços africanos, são muito mais  do que fenômenos puramente acústicos, ou seja, musicais. Estão  intimamente vinculados a outras formas de expressão, como a dança, a  padrões de movimento, a língua, a religião e são constituídas por  elementos tão diversos que, muitas vezes, representam maneiras de vida e  estratégias mesmo de sobrevivência de determinados grupos sociais. Sua  dimensão não se limita, portanto, ao campo musical, na acepção estreita  deste termo, mesmo porque não existe expressão nas línguas africanas que  traduzisse exatamente o campo semântico do termo ocidental “música”.  (Aliás, este é um problema que se coloca em muitas culturas fora do  ocidente). &lt;br /&gt;
Vimos que, quando tratados, muitas vezes os fenômenos  musicais brasileiros tidos como oriundos, culturalmente, do continente  africano, são muitas vezes revestidos de adjetivos que em si refletem  clichês de africanidade. Mesmo a pesquisa musical tem encontrado  dificuldade em discernir objetivamente e a fundo onde estariam as  características essências de todo um complexo musical afro-brasileiro.  Temos aqui um campo onde ainda há muito por fazer. &lt;br /&gt;
O problema das fontes &lt;br /&gt;
Como  é que tratamos hoje da história da música de origem africana no nosso  país ? As fontes escritas dirigidas especificamente a esta música são  esparsas até o início do Século XX. Muito menos encontramos registros em  partituras musicais, salvo algumas excessões. Desta forma, pode-se  afirmar que há basicamente dois procedimentos na pesquisa documental  desta música, um de ordem essencialmente histórica e o outro de teor  sistemático. &lt;br /&gt;
1. Documentar e avaliar fontes históricas: Fontes  escritas, iconográficas, objetos, como instrumentos musicais etc. Do  século XX temos também registros sonoros. &lt;br /&gt;
2. Documentação e  avaliação sistemáticas de material de campo contemporâneas (registros  áudio, filme, vídeo, fotos, dados empíricos, cultura oral etc.) &lt;br /&gt;
Dependendo  do enfoque da pesquisa as fontes africanas e afro-americabas são  comparadas a nível de igualdade. No caso da música, já não se pode mais  falar em ”música tradicional“ como um todo, mas sim de tradições de  determinado período e espaço cultural. Toda comparação requer, no  entanto, cuidados especiais. A seguir alguns exemplos: &lt;br /&gt;
(1) Fontes escritas &lt;br /&gt;
A  língua falada é registrada por antropólogos, mitos e literatura oral  são anotados. A música, porém, é mais abstrata. Nasce e cresce no tempo,  reflete uma organização bastante ou menos complexa, revela um conteúdo  específico para determinadas pessoas ou então apela para o emocional e  se acaba, passando em seguida à memória. &lt;br /&gt;
Mesmo assim descobrimos, se  formos atentos, relatos surpreendentes. Jean B. Debret, o célebre  artista e cronista frances que aqui esteve na primeira metade do Século  XIX, faz uma observação, cuja leitura apropriada é reveladora. O autor  refere-se às várias nações de origem dos negros escravos no Rio de  Janeiro: &lt;br /&gt;
Reconhece-se de imediato nas ruas do Rio de Janeiro cada  uma das nações africanas pelas danças e pelos cânticos dos negros (...).  Quando é tomado pela saudade por sua pátria, um negro entoa uma cantiga  e logo é secundado por outros, que contribuem com um refrão estranho,  baseado em apenas duas ou três notas. Outros na roda participam marcando  o compasso com palmas, uma longa, duas curtas (...). (Debret, 1834,  minha tradução). &lt;br /&gt;
Debret observou aqui um padrão rítmico, que é  batido com palmas no contexto cultural afro-brasileiro e que hoje se  estendeu por quase todo o país. Podemos transcrever este padrão da  seguinte forma: &lt;br /&gt;
(8) X . . X . X . . &lt;br /&gt;
x = pulsação percutida &lt;br /&gt;
. = pulsação muda (pausa) &lt;br /&gt;
Temos  aqui a prova de um &quot;time-line&quot;, um elemento essencial dentro da trama  sonora do fazer musical africano, uma fórmula rítmica que orienta os  demais músicos no conjunto, registrado muito antes da invenção do  fonógrafo. &lt;br /&gt;
(2) Instrumentos musicais&lt;br /&gt;
Outros exemplos importantes  de fontes históricas são iconografias em relatos de viagem ou em acervos  de artistas. Já se conhece muitos outros ainda estão por serem  analisados. No caso específico de práticas musicas, ganha importância o  seu aspecto material, em primeiro lugar os instrumentos de música. Além  de exemplares de instrumentos antigos em museus e coleções, a sua  própria confecção contemporânea pode, em muitos casos, comprovar  significativas ligações históricas com regiões específicas do continente  africano. Ambos, a iconografia musical, como a organologia (o estudo de  instrumentos musicais) são campos de pesquisa importantes dentro da  Antropologia da Música.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soudaafrica.blogspot.com/feeds/6827421224702823061/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2595292266058876680/6827421224702823061?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/6827421224702823061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/6827421224702823061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soudaafrica.blogspot.com/2011/03/historico.html' title='Histórico'/><author><name>Anonymous</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/blank.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://lh3.googleusercontent.com/-hkuiLOcVLAs/TXZsaLZELJI/AAAAAAAAAFY/rZ1-pgIv9h0/s72-c/SDA.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2595292266058876680.post-3745887641628017172</id><published>2011-03-08T09:36:00.000-08:00</published><updated>2011-03-08T09:36:33.236-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Música"/><title type='text'>Elementos musicais</title><content type='html'>&lt;h3 class=&quot;post-title entry-title&quot;&gt; &lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://lh3.googleusercontent.com/-fGoSVG-s-1E/TXZo-g-iTWI/AAAAAAAAAFU/U7AKJDGTNnI/s1600/samba-de-roda-do-reconcavo-baiano.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;225&quot; src=&quot;https://lh3.googleusercontent.com/-fGoSVG-s-1E/TXZo-g-iTWI/AAAAAAAAAFU/U7AKJDGTNnI/s400/samba-de-roda-do-reconcavo-baiano.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/center&gt; &lt;/h3&gt;&lt;div class=&quot;post-header&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;center&gt;&lt;em&gt;Exemplo do samba&lt;/em&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;
Para exemplificar alguns  dos elementos básicos da estrutura sonora e sua relação com seqüência de  movimentos, tomaremos o exemplo do samba das escolas de samba, sendo os  grupos mais conhecidos aqueles do Rio de Janeiro. Neles, o evento  sonoro e mocional (de movimento=motion) conhece diferentes níveis de  configuração, em parte representados pelos grupos instrumentais do  conjunto. Vamos verificar mais de perto seis destes níveis de  configuração, elementos que também se encontram em diversas culturas  musicais africanas, independentemente das especificidades de sua  realização:&lt;br /&gt;
Pulsação elementar: são as unidades menores de tempo e  que servem de base à seqüência musical. O samba baseia-se sempre num  ciclo de 16 desses pulsos elementares que enquanto grade temporal  “neutra” dos pulsos de menor duração, não conhecem nenhuma acentuação  pré-estabelecida. As batidas introduzidas pelos músicos e os acentos  musicais acabam sempre num desses pulsos elementares. Essas unidades  menores de pulso evidenciam a menor distância possível entre dois tons.  Durante a sucessão musical, os pulsos elementares podem se tornar  audíveis ou então também visíveis através da dança e do movimento.&lt;br /&gt;
Marcação  (beat &amp;amp; off-beat): é a batida e designa o sobe e desce rítmico do  samba. A marcação consiste da beat e da off-beat. Os sambistas falam de  “pergunta” e “resposta”. Na bateria, ambas são executadas em dois surdos  de tamanhos diferentes. Em relação à pulsação elementar pode-se  representar a marcação da seguinte maneira:&lt;br /&gt;
(16) . . . . . . . . . . . . . . . .&lt;br /&gt;
(16) x . . . x . . . x . . . x . . .&lt;br /&gt;
A  linha rítmica: representa uma seqüência de batidas estruturada  assimetricamente e repetida ciclicamente, executada geralmente num tom  alto ou agudo, sobretudo no tamborim. Chamadas de “time-line”, tais  fórmulas compõem-se na realidade de um determinado número de pulsos  elementares sonoros e não-sonoros. Assim, pode-se perceber na  “time-line” também o que serve de base à peça no tocante a um ciclo de  pulsos elementares, por exemplo, um ciclo de oito, de doze ou de  dezesseis. A linha rítmica no samba consiste de dezesseis pulsos  elementares que retornam ciclicamente:&lt;br /&gt;
(16) x . x . x x . x . x . x . x x .&lt;br /&gt;
x: pulso da batida . : pulso vazio&lt;br /&gt;
Os  “time-line-pattern” são responsáveis por uma variedade de repertórios  de música brasileira e funcionam como orientação para as demais partes  da música na sua linha temporal. Além disso manifestam relações  históricas, confirmando, por exemplo, a orígem bantu do samba de roda,  ou a origem iorubá e/ou fon dos candomblé gege-nagô. Assim, e de forma  similar à etnolinguística, o estudo aprofundado da música, também serve  de suporte científico à reconstrução da história das culturas africanas  no Brasil.&lt;br /&gt;
Em Angola: kachacha&lt;br /&gt;
(16) x . x . x . x . x x . x . x . x&lt;br /&gt;
Enquanto  elemento musical estável, as fórmulas time-line sobreviveram muitas  vezes na diáspora e também nas migrações no interior da África, de modo  que na análise da música africana e afro-americana podem se atribuir a  elas qualidades “diagnósticas”.&lt;br /&gt;
Fórmula de 12 no candomblé&lt;br /&gt;
(12) x . x x . x . x . x x .&lt;br /&gt;
Flutuação  de motivos rítmicos: A dificuldade para registrar certas evoluções  rítmicas do samba em partitura de escrita ocidental, não está  relacionada às estruturas polirítmicas ou valores aparentemente  irracionais, mas advém de uma flutuação contínua inerente ao fluxo  musical quase imperceptível num primeiro momento.&lt;br /&gt;
Melodias de  timbres: O samba e muitos outros gêneros musicais não conhecem somente a  organização temporal dos ritmos. Tocam-se também “timbres melódicos”  que muitos músicos chamam de melodias. O som de um instrumento pode ser  transfigurado criativamente através de diferentes técnicas de execução.&lt;br /&gt;
Movimento  enquanto componente da música: Vale para muitas culturas musicais  africanas: a música raramente é entendida como fenômeno puramente  acústico. Isso se expressa tanto por parte do músico, como também do  ouvinte que de certo modo “ouve” a música com o corpo inteiro e por  conseguinte a acolhe. A concepção de duração das notas de diferentes  extensões - mínimas, semínimas, colcheias, etc. - parece ser algo  estranho à sensibilidade musical dos sambistas. Ao contrário, a técnica  do samba baseia-se num grande número de “unidades de ação” de batidas,  pontos de parada, movimentos para cima e para baixo etc. que decorrem  simultânea ou consecutivamente. Elas todas se encaixam no esquema dado  previamente pela pulsação elementar. Tanto faz, portanto, se um  movimento produz um som ou é executado “silenciosamente” , ele participa  de todo o processo musical.&lt;br /&gt;
Relação de estruturas diversas&lt;br /&gt;
Dentro  da cultura musical estes elementos menores estarão ligados uns aos  outros de maneira relativamente estável, estabelecendo assim a ordem  musical vigente. Decifrar a organização interna destes fatores  interdependentes significa reconhecer a estrutura musical mais ampla nos  seus múltiplos detalhes. Em uma análise feita de uma peça de berimbau  tocada por um mestre de capoeira em Santo Amaro da Purificação (BA)  parti das menores unidades, aquelas que identificam o toque, para  observar como se constrói a unidade maior, a música, de forma organizada  e predeterminada quanto à disposição e combinação entre si das partes  menores. Cheguei a conclusão que aquilo que os músicos chamam de  “improviso“ na verdade não tem nada de imprevisto, por obedecer às  regras de combinação e relação entre as partes menores. Pode ocorrer,  isso sim, um desenvolvimento inesperado, mas sempre dentro do previsto,  determinado pela cultura musical do berimbau no Recôncavo Baiano.  Entender esta peça musical, portanto, requer um conhecimento da música  local como um todo. O grande mestre instrumentista e compositor é aquele  que impõe sua versão pessoal, porém sem ignorar o aspecto objetivo das  regras musicais existentes.&lt;br /&gt;
A definição de padrão rítmico - um  importante elemento estrutural da música - é outro assunto que surge  quando vemos que a concepção africana de “pattern” não é apenas linear,  mas multi-direcional. Voltamos ao repertório musical do berimbau:  procurando definir o que significaria o termo nativo “toque”, há dois  componentes básicos para a sua formulação:&lt;br /&gt;
1. O componente horizontal – a seqüência rítmica-métrica que se estende sobre um ciclo de ao menos oito pulsações mínimas;&lt;br /&gt;
2.  O componente vertical – a variabilidade no âmbito de tons, ou seja, a  disposição sucessiva de dois tons distintos no ciclo de pulsações.&lt;br /&gt;
Uma  das definições de pattern na música africana, como sendo “a mais longa  seqüência consecutivamente repetida”, também vale para fórmulas rítmicas  nos mais variados conjuntos afro-brasileiros, assim como para o toque  de berimbau. Para este último a definição inclui, portanto, além da  espacialidade dos seus dois tons básicos, uma duração delimitada pela  própria configuração sonora, que, quando repetida, já denota o novo  início do toque.&lt;br /&gt;
Som e movimento na transcrição&lt;br /&gt;
O resultado é bem  mais ilustrativo do que os sons fixados em pautas, inclusive também para  a comparação entre diversos repertórios, técnicas de execução musical  etc. É quando se transcreve para o papel peças de música tocadas em  xilofone, tambores, berimbau etc. Muito mais do que o resultado acústico  puro, importa neste tipo de abordagem saber com que tipo de movimentos o  músico gera os seus sons. Em música africana ou afro-brasileira, há  movimentos que produzem sons variados, de acordo com a qualidade do  movimento, e há outros tipos de movimentos que omitem qualquer  sonoridade, dando seqüência, porém, a um contínuo de movimentos  organizados.&lt;br /&gt;
Terminologia ocidental ./. concepção africana&lt;br /&gt;
No  Recôncavo Baiano a tradição da viola de samba, o machete, reflete uma  destas concepções, verdadeiras teorias nativas, que se utilizam de uma  terminologia ocidental inteiramente re-significada. Esta modalidade  local de samba, que não tem relação alguma com o samba das  escolas-de-samba do Rio de Janeiro, foi recentemente incluído na lista  dos masterpieces do patrimônio cultural imaterial da humanidade da  UNESCO (novembro de 2005). É tido, de certa maneira, como um dos  precursores diretos do samba do Rio, quando migrantes nordestinos  chegavam à então capital na virada para o Século XX.&lt;br /&gt;
O instrumento  característico deste samba do Recôncavo é a pequena viola, ou machete,  de origem portuguesa, mais precisamente da Ilha da Madeira. No entanto, a  versão baiana do instrumento mostra que prender-se à sua origem para  entender a tradição musical seria equivocado, visto que a procedência do  instrumento não é, de forma alguma, a responsável natural pela  procedência da música tocada no mesmo, da mesma forma como a utilização  de determinada terminologia musical nada reflete, a priori, sobre as  concepções que ela compreende. Sabemos que concepções africanas e  derivadas destas, se concretizam, independente do instrumento pertencer  genuinamente à tradição africana ou não. Prova disso são os inúmeros  estilos regionais de música para violão em África, nos EUA (no blues,  por exemplo) e também no Recôncavo, com o seu samba-de-viola. Desta  maneira, os “ritmos cruzados” produzidos nas cordas deste instrumento,  ressoam como uma alegoria aos diferentes elementos culturais, que se  encontram e que, em conjunto, fazem surgir novas configurações,  recriando valores simbólicos e fundamentando saberes que têm sua razão  de ser pela história, mas que se reconstituem em virtude dos novos  significados sociais que ajudam a construir.&lt;br /&gt;
Os toques&lt;br /&gt;
No caso do  machete a concepção responsável pela produção sonora está fundamentada  em um pensamento acústico-mocional (ou “spatio-motor-thinking”, na  terminologia inglêsa) em que&lt;br /&gt;
• padrões definidos de seqüência de movimento,&lt;br /&gt;
• técnicas específicas de encadeamento de duas configurações rítmicas produzidas por indicador e polegar da mão direita e&lt;br /&gt;
•  a relação de acento e harmonia com o todo, manifestam um universo  musical próprio, nitidamente africano. Além deste pensamento  acústico-mocional o quadro de referência teórica da música do machete  baiano baseia-se na noção de cinco “tons” distintos: ré-maior, dó-maior,  lá-maior, sol-maior e mi-maior. No entanto, aqui a semântica desta  terminologia é muito mais abrangente do que aquela da teoria musical  ensinada em conservatórios. Pelo contrário, o saber de conservatório  ligado aos termos “ré-maior”, “dó-maior” etc. nem está presente na  concepção do repertório do samba-de-viola, embora coincida com a relação  “tonal” absoluta dos cinco “tons” entre si. Isso prova a origem  terminológica do samba de viola na concepção ocidental, porém nada mais  que isso. A teoria nativa vai em outra direção. Aqui “tom de machete”  significa a realização sonora de padrões de movimento definidos,  conforme visto acima. Cada um dos cinco “tons” tem as suas fórmulas de  movimento e sua própria resultante acústica, além do grau de altura de  cada um dos tons, dentro de uma escala imaginária.&lt;br /&gt;
Os padrões  acústico-mocionais de cada “tom de machete” contém uma característica  estética, que irá repercutir na música e, inclusive, na escolha do “tom”  na hora de sua execução no conjunto. O “tom” que melhor se presta para o  acompanhamento de um samba puxado pelo cantor de forma “solta” e  “esparramada” é “ré-maior”, enquanto “mi-maior” é considerado o mais  “pesado” e “duro” dos tons. Dar fluência à festa, segurança e velocidade  nos pés dos dançarinos e uma base favorável às chulas improvisadas e  respondidas pelos cantores exige preferencialmente que se toque no “tom  ré”. Colocar à prova um puxador de chula recém-chegado à festa, já  motiva os instrumentistas a introduzirem o “tom mi”, atravessado de  natureza, mais difícil mesmo para os dançarinos. A diferenciação precisa  dos cinco “tons de machete”, na prática e também nas conversas e nos  comentários entre os músicos, evidencia um importante aspecto da teoria  musical do Recôncavo Baiano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Retirado de:&lt;br /&gt;
http://dancas-africanas.blogspot.com</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soudaafrica.blogspot.com/feeds/3745887641628017172/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2595292266058876680/3745887641628017172?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/3745887641628017172'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/3745887641628017172'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soudaafrica.blogspot.com/2011/03/elementos-musicais.html' title='Elementos musicais'/><author><name>Anonymous</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/blank.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://lh3.googleusercontent.com/-fGoSVG-s-1E/TXZo-g-iTWI/AAAAAAAAAFU/U7AKJDGTNnI/s72-c/samba-de-roda-do-reconcavo-baiano.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2595292266058876680.post-6375069297887204026</id><published>2011-03-08T09:30:00.000-08:00</published><updated>2011-03-08T09:30:59.166-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="dança"/><title type='text'>Dança da África, tipos e teorias</title><content type='html'>&lt;h3 class=&quot;post-title entry-title&quot;&gt; &lt;strong&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://lh3.googleusercontent.com/-bVWn8LWt0jE/TXZnmJrYU9I/AAAAAAAAAFQ/-HubGG4fIfM/s1600/IMG_0422.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;215&quot; src=&quot;https://lh3.googleusercontent.com/-bVWn8LWt0jE/TXZnmJrYU9I/AAAAAAAAAFQ/-HubGG4fIfM/s400/IMG_0422.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;center&gt;A origem e importância da dança africana&lt;/center&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/h3&gt;&lt;div class=&quot;post-header&quot;&gt;  &lt;/div&gt;A dança originou-se na África como parte essência da vida nas aldeias.  ela acentua a unidade entre seus membros, por isso é quase sempre uma  atividade grupal. Em sua maioria, todos os homens, mulheres e crianças  participam da dança, batem palmas ou formam circulos em volta dos  bailarinos. Em ocasiões importantes, danças de rituais podem ser  realizadas por bailarinos profissionais. Todos os acontecimentos da vida  africana são comemorados com dança, nascimento, mortem plantio ou  colheita; ela é a parte mais importante das festas realizadas para  agradecer aos deuses uma colheita farta. As danças africanas variam  muito de região para região, mais a maioria delas tem certas  características em comum. Os participantes geralmente dançam em filas ou  em círculos, raramente dançam a sós ou em par. As danças chegam a  apresentar algumas vezes até seis ritmos ao mesmo tempo e seus  dançarinos podem usar máscaras ou enfeitar o corpo com tinta para tornar  seus movimentos mais expressivos. As danças em Marrocos usam  normalmente uma repetição e um constante crescimento da música e de  movimentos, criando um efeito hipnótico no dançarino e no espectador.  Entre elas destacam-se a Ahouach, Guedra, &lt;br /&gt;
Gnawa e Schikatt.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3 class=&quot;post-title entry-title&quot;&gt; &lt;center&gt;&lt;strong&gt;As influências &lt;/strong&gt;&lt;/center&gt; &lt;/h3&gt;&lt;div class=&quot;post-header&quot;&gt;  &lt;/div&gt;Sabe-se que desde a invasão dos colonizadores, a partir do século XIV e  XV em África, tudo sofreu alterações desde os nomes usados até à própria  civilização isto devido à permanência dos colonos desde essa data até  aos nossos dias, com a entrada de outras culturas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora aqui  sublinho no que toca a dança que houve uma fusão entre os nossos ritmos  tradicionais com a forma de dançar a par importada da sociedade  européia, em que este tipo de dança era praticada nas cortes, nos salões  nobres e da burguesia como por exemplo na contradança, valsa, mazurca,  polca…, levadas não só pelos senhores como pelos seus criados e até por  alguns escravos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3 class=&quot;post-title entry-title&quot;&gt; &lt;center&gt;&lt;strong&gt;Ritmos&lt;/strong&gt;&lt;/center&gt; &lt;/h3&gt;&lt;div class=&quot;post-header&quot;&gt;  &lt;/div&gt;Ao ritmo do &lt;em&gt;Semba, Funaná, Kuduro, Sakiss, Puita, Marrabenta&lt;/em&gt;, e  outros sons da música folclórica, são dançadas em pequenas  coreografias, trabalhando assim os movimentos da anca, o rebolar da  bunda , e a facilidade de juntar a agilidade dos braços, pernas e  cabeça, num só movimento culminando num trabalho de ritmo corporal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3 class=&quot;post-title entry-title&quot;&gt; &lt;center&gt;&lt;strong&gt;Capoeira &lt;/strong&gt;&lt;/center&gt; &lt;/h3&gt;&lt;div class=&quot;post-header&quot;&gt;  &lt;/div&gt;A Capoeira é uma luta disfarçada em  dança, criada pelos escravos trazidos da África nos navios negreiros para o Brasil. &lt;br /&gt;
Dentro  das Senzalas após a mistura das culturas das diversas tribos africanas  que aqui se encontraram, foi-se ao poucos somando o Ngolo que era um  jogo de luta praticado nas tribos africanas, o qual o vencedor  escolheria uma mulher da tribo a qual seria sua esposa; a ânsia de  liberdade dos escravos que sofriam presos nas senzalas, trabalhando o  dia todo ou apanhando e resultando na primeira forma de defesa dos  escravos contra as maldades que sofriam o qual começaram a ocorrer as  primeiras fugas dos negros e a fundação dos Quilombos. &lt;br /&gt;
Na época da  escravidão toda cultura negra era reprimida, principalmente se tivesse  uma conotação de luta, então para poder ser disfarçada a sua prática  entre os negros, foi adicionado os instrumentos musicais que deram uma  imagem de dança a Capoeira, com músicas que falam de Deuses africanos,  Reis das tribos a qual vieram, fatos acontecidos na roda de Capoeira,  acontecimentos e sofrimentos do dia-a-dia dos escravos e etc...! &lt;br /&gt;
Como  ninguém tinha interesse sobre a cultura negra, ninguém notava que  aquela simples dança, brincadeira e ritual era na verdade a luta marcial  dos escravos, que se camuflava para poder permanecer ativa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3 class=&quot;post-title entry-title&quot;&gt; &lt;center&gt;&lt;strong&gt;Schikatt&lt;/strong&gt;&lt;/center&gt; &lt;/h3&gt;&lt;div class=&quot;post-header&quot;&gt;  &lt;/div&gt;Dança erótica e popular das mulheres marroquinas. Muitos movimentos têm  origem nas danças orientais. Foi de uma combinação da influência árabe  com o folclore berbere que nasceu esta dança. &lt;br /&gt;
As dançarinas  usam camadas de véus cobrindo o corpo, do pescoço ao tornozelo, e se  enfeitam com muitas jóias; elas cantam, tocam instrumentos e batem  palmas enquanto dançam. &lt;br /&gt;
O schikatt tem um passo característico chamado rakza, quando a dançarina bate com os pés como na dança flamenca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3 class=&quot;post-title entry-title&quot;&gt; &lt;center&gt;&lt;strong&gt;Gnawa &lt;/strong&gt;&lt;/center&gt; &lt;/h3&gt;&lt;div class=&quot;post-header&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
A dança Gnawa celebra um ritual da seita de Sufi. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cada ritmo tem muitos significados simbólicos que vão de poderes curativos ao exorcismo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma  cor específica é usada para cada dança, invocando o espírito da  cerimônia, Hadra, o qual é trazido à terra de um outro mundo etéreo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dançarinos  usam roupas brancas e chapéus pretos pesadamente enfeitados com  conchas, contas, mágicos talismãs e amuletos. Em pé em linha ou círculo,  os músicos mantêm o ritmo com tambores ou batendo palmas enquanto  dançarinos executam danças acrobática&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3 class=&quot;post-title entry-title&quot;&gt; &lt;center&gt;&lt;strong&gt;Semba&lt;/strong&gt;&lt;/center&gt; &lt;/h3&gt;&lt;div class=&quot;post-header&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;post-body entry-content&quot;&gt; É uma dança de salão angolana urbana. Dançada a pares, com passadas  distintas dos cavalheiros, seguidas pelas damas em passos totalmente  largos onde o malabarismo dos cavalheiros conta muito a nível de  improvisação. O Semba caracteriza-se como uma dança de passadas. Não é  ritual nem guerreira, mas sim dança de divertimento principalmente em  festas, dançada ao som do Semba.  &lt;/div&gt;&lt;span class=&quot;post-author vcard&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;post-comment-link&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;post-comment-link&quot;&gt;&lt;a class=&quot;comment-link&quot; href=&quot;https://www.blogger.com/comment.g?blogID=6204015338559585427&amp;amp;postID=2052101434808715578&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;post-comment-link&quot;&gt;&lt;a class=&quot;comment-link&quot; href=&quot;https://www.blogger.com/comment.g?blogID=6204015338559585427&amp;amp;postID=2052101434808715578&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h3 class=&quot;post-title entry-title&quot;&gt; &lt;strong&gt;&lt;center&gt;Rebita&lt;/center&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/h3&gt;&lt;div class=&quot;post-header&quot;&gt;  &lt;/div&gt;É um gênero de música e dança de salão angolano que demonstra a vaidade  dos cavalheiros e o adorno das damas. Dançada em pares em coreografias  coordenadas pelo chefe da roda, executam gestos de generosidades  gesticulando a leve cidade das suas damas, marcando o compasso do passo  da massemba . O charme dos cavalheiros e a vaidade das damas são  notórios; enquanto dança se vai desenvolvendo no salão as trocas de  olhares e os sorrisos entre o par são freqüentes. É dançada em marcação  de dois tempos, através da melodia da música e o ritmo dos instrumentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3 class=&quot;post-title entry-title&quot;&gt; &lt;strong&gt;&lt;center&gt;Kuduro&lt;/center&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/h3&gt;&lt;div class=&quot;post-header&quot;&gt;  &lt;/div&gt;Estilo de música e dança Angolana.&lt;br /&gt;
Dança recreativa de exibição individual ou em grupo.&lt;br /&gt;
Fusão  da música batida, com estilos tipicamente africanos, criados e  misturados por jovens Angolanos, entusiastas e impulsionadores do estilo  musical, adaptando-se a forma de dançar, soltando a anca para os lados  em dois tempos sutilmente, caracterizando o movimento do bailonço duplo.&lt;br /&gt;
Da  dança Sul-Africana denominado &quot; Xigumbaza &quot;, que significa confusão,  que era dançada pelos escravos mineiros, enquanto trabalhavam mudos, e  surdos só as vozes das botas se faziam ouvir como um canto de revolta,  adaptando-se ao estilo musical Kuduro nasce, o Esquema ou Dança da  Família. &lt;br /&gt;
Dança da Família por ser dançado geral em grupo exercitando  o mesmo passo varias vezes em coreografia coordenada pelos  participantes na dança. Dançada normalmente em festas ou em discotecas &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3 class=&quot;post-title entry-title&quot;&gt; &lt;strong&gt;&lt;center&gt;Kizomba&lt;/center&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/h3&gt;&lt;div class=&quot;post-header&quot;&gt;  &lt;/div&gt;Kizomba é uma terminologia Angolana da expressão lingüística Kimbundo que significa&quot;festa&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A  expressão Kizomba, como dança nasceu em Angola nos anos 80 em Luanda,  após as grandes influências musicais dos Zouks, e com a introdução das  caixas rítmicas drum-machine, depois com os grandes concursos que  invadiram Angola, desde ai essa expressão se ouvir e manteve, passando  pelo Cavalinho, e o kizomba corrida, também nesta época apareceram as  kizombas acrobáticas dançada por dois rapazes, mas também é de salientar  que as grandes farras  entre amigos nos anos 50/70 eram chamadas  Kizombadas&quot;  porque nesta altura não existia kizomba como expressão  bailada e nem musical. Voltando aos anos 50/60 em Angola já se dançava a  o Semba, Maringa, Kabetula, Kazukuta, Caduque que deu origem origem a  Rebita e outros estilos musicais tipicamente de Angola, mas também  outros estilos provenientes de outros continentes, influenciaram música,  e a dança, como o Tango, a Plena o Merengue etc., estes eram dançadas  nas grandes farras já ao nosso estilo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estes estilos de dança  outrora eram chamadas danças da &quot;Umbigada&quot;ou danças do &quot;umbigo&quot; só para  lembrar que alguns desses estilos têm influências de uma dança  portuguesa que se chama &quot;Lundum&quot;  que também era dançada a pares, mas  que foi proibida de ser dançada porque era considerada dança erótica. Já  naquela altura com esses estilos já se fazia nomes nos bailes porque  existiam grandes bailadores que também deram uma grande ênfase ao levar  estas danças aos bailes, nomes como Mateus Pele do Zangado, João Cometa,  e Joana Perna Mbunco, Jack Rumba eram os mais apontados porque estes ao  dançarem escreviam no chão, as passadas  eram notórias nos seus estilos  de exibição ao ritmo do Semba. As passadas como o corridinho a meia-lua  e as saídas laterais eram as mais usadas pelos cavalheiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1- Farras (festas) &lt;br /&gt;
2- Kizombadas (grandes festas)&lt;br /&gt;
3 Lundum dança da umbigada&lt;br /&gt;
Portuguesa proibida na época &lt;br /&gt;
4- Coordenação de passos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3 class=&quot;post-title entry-title&quot;&gt; &lt;strong&gt;&lt;center&gt;A música e dança em Angola&lt;/center&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/h3&gt;&lt;div class=&quot;post-header&quot;&gt;  &lt;/div&gt;Os bailes em Angola, eram organizados, entre amigos, que se definiam  como &quot;as turmas&quot;, nestes bailes dançavam ao som dos instrumentos como a  dikanza, o ngoma , o apito, a ngaieta , e o acordéon, que eram os mais  usados na época nos ritmos como o semba, a rebita, a kazukuta kabetula  os rumbas e muitos outros tocados nos 50/70, à qual chamamos &quot; música e  dança dos cotas&quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesta época eram consumidos outros gêneros de  música mas adaptados ao nosso estilo de dança; muitas fusões foram  feitas em relação aos ritmos provenientes de outros continentes fluindo  assim nos estilos como o Bolero os Tangos, as Plenas e tantos outros  sons, que eram &quot; soletrados nos pés &quot; de quem sabia dançar. &lt;br /&gt;
A boa dança era praticada nos bairros suburbanos de Luanda, nas ruas e nos quintais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estes  estilos chamados outrora &quot;dança dos operários&quot; ou dos marginais eram as  dançadas pelos grandes farristas, ai depois do quintal, foram levadas  para as salas de bailes, que deixou de ser só dos operários porque a  pequena burguesia também já dançava uns meios escondidos, pelo motivo de  serem mal vistos nessa época. Ao som do semba  era dançado o semba que  era chamado a dança da umbigada, que deu origem ao samba brasileiro.&lt;br /&gt;
Os bailes freqüentados pelas &quot;turmas&quot; eram chamados as boas &quot; kizombadas &quot;  ou &quot;festas de quintal&quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos  anos 80 deu-se uma revolução nos estilos musicais e na dança, muitos  nomes surgiram e outras fusões aconteceram: a dança semba, alguns  começaram a chamar kizomba que significa &quot;festa&quot; isto quer dizer que  passou de expressão lingüística a dança. A entrada do zouk influenciou  muito o estilo musical que esteve a perder a sua raiz que até foi  chamado semba-zouk, elemento que deu muita polêmica, mas que ainda  continua com o nome de kizomba, mas que também já tem um corpo como  música e dança kizomba. O zouk love, e a tarrachinha, têm dado outros  estilos na forma como dançamos nos bailes, porque os movimentos sensuais  são concêntricos na sensualidade no rebolar das ancas com movimentos  muito sexuais.&lt;br /&gt;
Nota: 1- dikanza (reco reco) 2- ngoma (batuque) 3-  ngaieta(gaita) 4- cotas (mais velhos) 5- soletrado nos pés (dançar como  se estive a escrever) 6- grandes farristas ( homens de festas), 7 semba  (estilo de dança e musica angolano) 8 kizombadas ( grandes festas).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3 class=&quot;post-title entry-title&quot;&gt; &lt;center&gt;&lt;strong&gt;Guedra&lt;/strong&gt;&lt;/center&gt; &lt;/h3&gt;&lt;div class=&quot;post-header&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;post-body entry-content&quot;&gt; &lt;br /&gt;
Dança de tribos berberes que vivem na fronteira do sul de Marrocos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma  fila de homens em vestes azuis ou brancas e turbantes pretos tocam  tambor com uma forte batida enquanto as mulheres vestidas de azul, com  cabelos presos no alto da cabeça, com jóias e coroadas de conchas, batem  o ritmo com as mãos e B&#39;Sharra, a grande dama do Guedra, saúda a areia,  o céu e o vento, balançando seu corpo, abrindo os braços para abraçar a  vastidão do deserto, movimentando as mãos e os dedos em delicados  movimentos que simbolizam o amor, a paz e a benção.  &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;post-footer&quot;&gt; &lt;div class=&quot;post-footer-line post-footer-line-1&quot;&gt; &lt;span class=&quot;post-author vcard&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;post-icons&quot;&gt;&lt;span class=&quot;item-control blog-admin pid-57450902&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;post-footer-line post-footer-line-2&quot;&gt; &lt;span class=&quot;post-labels&quot;&gt; &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;post-footer-line post-footer-line-3&quot;&gt; &lt;span class=&quot;post-location&quot;&gt; &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href=&quot;&quot; name=&quot;5930516700869223949&quot;&gt;&lt;/a&gt; &lt;h3 class=&quot;post-title entry-title&quot;&gt; &lt;strong&gt;&lt;center&gt;Ahouach&lt;/center&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/h3&gt;&lt;div class=&quot;post-header&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Dança  coletiva com ritmo berbere; executada por aldeões do centro e do sul  das Montanhas Atlas, dançam tocando instrumentos circulares feitos de  pele de cabra. &lt;br /&gt;
Um homem chamado Raiss guia os homens da vila  que tocam seus tambores, e algumas vezes flautas, enquanto rapazes e  moças solteiras dançam o Ahouch frente a frente. Segurando as mãos, os  dançarinos em linha sacodem seus corpos, balançando pesadas jóias de  prata e âmbar, as quais, através dos movimentos, fazem um outro tipo de  ritmo. &lt;br /&gt;
Esta dança tem como objetivo a unidade do povo. Para  participar, todos devem saber a coreografia e executá-la com perfeição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3 class=&quot;post-title entry-title&quot;&gt; &lt;center&gt;&lt;strong&gt;Kazukuta&lt;/strong&gt;&lt;/center&gt; &lt;/h3&gt;&lt;div class=&quot;post-header&quot;&gt;  &lt;/div&gt;É a dança por excelência que é de sapateado lento, seguido de oscilações  corporais, firmando-se o bailarino, ora no calcanhar, ora na ponta dos  pés, apoiando-se sobre uma bengala ou guarda-chuva. Os tocadores usam  instrumentos como latas, dikanzas, garrafas, arcos de barril e, para  algumas variações rítmicas, a corneta de latão e caixa corneta. Os  bailarinos trajam-se de calças listadas e casacas devidamente  ornamentadas, representando alguns postos do exército, cobrindo o rosto  com uma máscara, representando alguns animais, para melhor caricaturar  jocosamente o inimigo (o opressor)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h3 class=&quot;post-title entry-title&quot;&gt; &lt;center&gt;&lt;strong&gt;Kabetula&lt;/strong&gt;&lt;/center&gt; &lt;/h3&gt;&lt;div class=&quot;post-header&quot;&gt;  &lt;/div&gt;É uma dança carnavalesca da região do Bengo, exibida em saracoteios  bastante rápidos seguidos de alguns saltos acrobáticos, os bailarinos  apresentam-se vestidos de camisolas interior, normalmente brancas, ou de  tronco nu de duas Ponda saia feita de lenços de cabeça em estilo  retângula fixada por uma Ponda (cinta vermelha ou preta), amarrando um  lenço na cabeça e outro no pulso, utilizando também um apito para a  marcação da cadência rítmica do &quot;comandante&quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;Retirado de:&lt;br /&gt;
http://dancas-africanas.blogspot.com</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soudaafrica.blogspot.com/feeds/6375069297887204026/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2595292266058876680/6375069297887204026?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/6375069297887204026'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/6375069297887204026'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soudaafrica.blogspot.com/2011/03/danca-da-africa-tipos-e-teorias.html' title='Dança da África, tipos e teorias'/><author><name>Anonymous</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/blank.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://lh3.googleusercontent.com/-bVWn8LWt0jE/TXZnmJrYU9I/AAAAAAAAAFQ/-HubGG4fIfM/s72-c/IMG_0422.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2595292266058876680.post-1530347465361861810</id><published>2011-03-08T08:26:00.000-08:00</published><updated>2011-03-08T08:26:20.780-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="curiosidade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Geografia/Localização"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Resumo Geral"/><title type='text'>Curiosidades sobre a África</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://lh6.googleusercontent.com/-8fZaO7cIsTY/TXZYZv1xNfI/AAAAAAAAAFI/EfBxDuuzzGc/s1600/musica.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;175&quot; src=&quot;https://lh6.googleusercontent.com/-8fZaO7cIsTY/TXZYZv1xNfI/AAAAAAAAAFI/EfBxDuuzzGc/s400/musica.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 class=&quot;post-title entry-title&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/h3&gt;&lt;div class=&quot;post-header&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: Arial; font-size: 130%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 14px; line-height: 21px;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-family: &#39;Comic Sans MS&#39;;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;line-height: 1.6em; margin: 0.7em 0px; padding: 0px; text-align: justify;&quot;&gt;África  é um continente riquíssimo de povos (mais de 2.000, segundo alguns),  línguas (mais de 2.000, segundo muitos), religiões, contrastes  geográficos, história praticamente desconhecida em tantos pontos  geográficos, sociais ou temporais, matérias-primas cobiçadas, cenário de  tráfico de escravos, palco de calamidades, guerras civis, genocídios,  doenças antigas e não erradicadas, grandezas sumptuosas (existiram  imperadores, nos séculos XIII-XV, que ofereciam jantares para mais de 10  mil convidados!), capacidades de mudança e criação incomuns, paisagens  deslumbrantes e muita, muita solidariedade, afabilidade e compaixão.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;line-height: 18pt; margin: 4.8pt 0cm 6pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #006600; font-family: Arial; font-size: 180%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 18px; line-height: normal;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: black; font-family: &#39;Comic Sans MS&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 19px; line-height: 24px;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #006600; font-family: Arial; font-size: 180%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: black; font-family: &#39;Comic Sans MS&#39;;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;line-height: 18pt; margin: 4.8pt 0cm 6pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #006600; font-family: Arial; font-size: 180%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 18px; line-height: normal;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: black; font-family: &#39;Comic Sans MS&#39;;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 19px; line-height: 24px;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: #006600; font-family: Arial; font-size: 180%;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;color: black; font-family: &#39;Comic Sans MS&#39;;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;line-height: 18pt; margin: 4.8pt 0cm 6pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot; style=&quot;font-size: 24px;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class=&quot;Apple-style-span&quot;&gt;&lt;div style=&quot;line-height: 18pt; margin: 4.8pt 0cm 6pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Comic Sans MS&amp;quot;; font-size: 14pt;&quot;&gt;A&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;b&gt;África&lt;/b&gt;&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt; &lt;/span&gt;é o segundo&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt; &lt;/span&gt;continente&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt; &lt;/span&gt;mais populoso da&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt; &lt;/span&gt;Terra&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt; &lt;/span&gt;(atrás da&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt; &lt;/span&gt;Ásia) e o terceiro continente mais extenso (atrás da&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt; &lt;/span&gt;Ásia&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt; &lt;/span&gt;e das&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt; &lt;/span&gt;Américas).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;line-height: 18pt; margin: 4.8pt 0cm 6pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Comic Sans MS&amp;quot;; font-size: 14pt;&quot;&gt;Tem cerca de 30 milhões de km², cobrindo 20,3 % da área total da terra firme do&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt; &lt;/span&gt;planeta&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt; &lt;/span&gt;e mais de 900 milhões de habitantes em 53 países, representando cerca de um sétimo da população do&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt; &lt;/span&gt;mundo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;line-height: 18pt; margin: 4.8pt 0cm 6pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Comic Sans MS&amp;quot;; font-size: 14pt;&quot;&gt;Cinco dos países de África foram&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt; &lt;/span&gt;colônias&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt; &lt;/span&gt;portuguesas&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt; &lt;/span&gt;e usam o&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt; &lt;/span&gt;português&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt; &lt;/span&gt;como&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt; &lt;/span&gt;línguaoficial:&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt; &lt;/span&gt;Angola,&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt; &lt;/span&gt;CaboVerde, GuinéBissau,&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt; &lt;/span&gt;Moçambique&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt; &lt;/span&gt;e&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt; &lt;/span&gt;São Tomé e Príncipe; em Cabo Verde, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe são ainda falados&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt; &lt;/span&gt;crioulos de base portuguesa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;line-height: 18pt; margin: 4.8pt 0cm 6pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;line-height: 18pt; margin: 4.8pt 0cm 6pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;line-height: 18pt; margin: 4.8pt 0cm 6pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Comic Sans MS&amp;quot;;&quot;&gt;RETIRADO DE:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;line-height: 18pt; margin: 4.8pt 0cm 6pt; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Comic Sans MS&amp;quot;; font-size: 14pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;http://escolacaldasjunior.blogspot.com/2009/06/curiosidades-sobre-africa.html&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soudaafrica.blogspot.com/feeds/1530347465361861810/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2595292266058876680/1530347465361861810?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/1530347465361861810'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/1530347465361861810'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soudaafrica.blogspot.com/2011/03/curiosidades-sobre-africa.html' title='Curiosidades sobre a África'/><author><name>Anonymous</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/blank.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://lh6.googleusercontent.com/-8fZaO7cIsTY/TXZYZv1xNfI/AAAAAAAAAFI/EfBxDuuzzGc/s72-c/musica.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2595292266058876680.post-6586039220362556118</id><published>2010-11-13T15:18:00.001-08:00</published><updated>2011-01-29T05:50:59.890-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="abolição"/><title type='text'>Dia da Abolição da Escravatura</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.brasilescola.com/upload/e/Dia%20da%20Abolicao%20-%20BRASIL%20ESCOLA.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;230&quot; src=&quot;http://www.brasilescola.com/upload/e/Dia%20da%20Abolicao%20-%20BRASIL%20ESCOLA.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;A lei assinada pela princesa Isabel não modificou a condição de vida dos negros libertos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir da segunda metade do século XIX, vários intelectuais,  escritores, jornalistas e políticos discutiam a relação existente entre a  utilização da mão de obra escrava e a questão do desenvolvimento  nacional. Enquanto as nações europeias se industrializavam e buscavam  formas de ampliar a exploração da mão de obra assalariada, o Brasil se  afastava desses modelos de civilidade ao preservar a escravidão como  prática rotineira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De fato, mais do que uma questão moral, a escravidão já apresentava  vários sinais de decadência nessa época. A proibição do tráfico  encareceu o valor de obtenção de uma peça e a utilização da força de  trabalho dos imigrantes europeus já começava a ganhar espaço. Com isso,  podemos ver que a necessidade de se abandonar o escravismo representava  uma ação indispensável para que o Brasil viesse a se integrar ao  processo de expansão do capitalismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Inglaterra, mais importante nação industrial dessa época, realizava  enormes pressões para que o governo imperial acabasse com a escravidão.  Por de trás de um discurso humanista, os britânicos tinham interesse  real em promover a expansão do mercado consumidor brasileiro por meio da  formação de uma massa de trabalhadores assalariados. Paralelamente, os  centros urbanos brasileiros já percebiam que o custo do trabalhador  livre era inferior ao do escravo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Respondendo a esse conjunto de fatores, o governo brasileiro aprova a  Lei Eusébio de Queiroz, que, em 1850, estipulou a proibição do tráfico  negreiro. Décadas mais tarde, a Lei do Ventre Livre (1871) previa a  liberdade para todos os filhos de escravos. Esses primeiros passos rumo à  abolição incitaram a criação da Sociedade Brasileira contra a  Escravidão e, três anos mais tarde, no estabelecimento da Confederação  Abolicionista, em 1883.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de toda essa efervescência abolicionista manifestada em artigos  de jornal, conferências e na organização de fugas, vários membros da  elite rural se opunham a tal projeto. Buscando conter a agitação dos  abolicionistas, o Império Brasileiro aprovou a Lei Saraiva-Cotegipe ou  Lei dos Sexagenários, que previu, no ano de 1885, a libertação de todos  os escravos com mais de 65 anos de idade. Na prática, a lei atingia uma  ínfima parcela de escravos que detinham um baixo potencial produtivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dando continuidade à agitação abolicionista, vemos que o ano de 1887 foi  marcado pela recusa do Exército brasileiro em perseguir escravos e a  clara manifestação da Igreja Católica contra tal prática. No ano  seguinte, assumindo o trono provisoriamente no lugar do pai, a princesa  Isabel assinou a Lei Áurea, no dia 13 de maio. Possuindo apenas dois  artigos, a lei previu a libertação dos escravos em território brasileiro  e a revogação de qualquer lei que fosse contrária a essa medida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de estabelecer um marco no fim da escravidão, a Lei Áurea não  promoveu transformações radicais nos cerca de 750 mil escravos libertos  em território brasileiro. Sem nenhum amparo governamental, os  alforriados se dirigiram para as grandes cidades ou se mantiveram  empregados nas suas propriedades de origem. De fato, ao invés de  promover a integração do negro à sociedade, a libertação foi seguida  pelo aprofundamento da marginalização das camadas populares no Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por Rainer Sousa&lt;br /&gt;
Graduado em História&lt;br /&gt;
Equipe Brasil Escola</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soudaafrica.blogspot.com/feeds/6586039220362556118/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2595292266058876680/6586039220362556118?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/6586039220362556118'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/6586039220362556118'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soudaafrica.blogspot.com/2010/11/dia-da-abolicao-da-escravatura.html' title='Dia da Abolição da Escravatura'/><author><name>Igor Natanyo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03581679224473509414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2595292266058876680.post-8997444549401125253</id><published>2010-11-13T15:08:00.001-08:00</published><updated>2010-11-13T15:08:57.256-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="abolição"/><title type='text'>Abolição da Escravatura no Brasil</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;Miniatura&quot;&gt;      &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div id=&quot;HOTWordsTxt&quot; name=&quot;HOTWordsTxt&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.grupoescolar.com/a/b/240E7.jpg&quot; rel=&quot;lightbox&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot; title=&quot;Abolição da Escravatura no Brasil&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;Abolição da Escravatura no Brasil&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.grupoescolar.com/thumbnail.php?imagem=painel/files/240E7.jpg&amp;amp;l=240&amp;amp;a=240&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Em praça  pública, para servirem de exemplo aos demais, os negros sofriam .seus  castigos. A escravidão negra no Brasil, iniciada, segundo alguns &lt;a href=&quot;http://www.grupoescolar.com/materia/abolicao_da_escravatura_no_brasil.html#&quot; style=&quot;border-bottom: 1px dotted; color: #006600; text-decoration: underline;&quot;&gt;autores&lt;/a&gt;,  em 1532, estendeu-se até 1888. Foram mais de três séculos e meio de  escravatura, condição em que o negro desempenhou importante papel na  colonização e, depois, no desenvolvimento econômico do Império. Os  africanos entravam no Brasil principalmente através dos portos do Rio de  Janeiro, de Salvador, do Recife e de São Luís do Maranhão, de onde se  espalhavam por todo o território brasileiro. Muitas vezes, revoltados  com sua condição, fugiam de seus senhores, chegando a organizar-se em  quilombos, cujo principal, o de Palmares, em Alagoas, conseguiu  tornar-se um verdadeiro estado negro dentro da colônia portuguesa.&lt;br /&gt;
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Movimento social e político ocorrido entre 1870 e 1888, que defendia o  fim da escravidão no Brasil. Termina com a promulgação da Lei Áurea, que  extingue o regime escravista originário da colonização do Brasil. A  escravidão havia começado a declinar com o fim do tráfico de escravos em  1850. Progressivamente, imigrantes europeus assalariados substituem os  escravos no &lt;a href=&quot;http://www.grupoescolar.com/materia/abolicao_da_escravatura_no_brasil.html#&quot; style=&quot;border-bottom: 1px dotted; color: #006600; text-decoration: underline;&quot;&gt;mercado&lt;/a&gt;  de trabalho. Mas é só a partir da Guerra do Paraguai (1865-1870) que o  movimento abolicionista ganha impulso. Milhares de ex-escravos que  retornam da guerra vitoriosos, muitos até condecorados, se recusam a  voltar à condição anterior e sofrem a pressão dos antigos donos. O  problema social torna-se uma questão política para a elite dirigente do  Segundo Reinado. &lt;br /&gt;
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O fim da escravidão no Brasil foi um &lt;a href=&quot;http://www.grupoescolar.com/materia/abolicao_da_escravatura_no_brasil.html#&quot; style=&quot;border-bottom: 1px dotted; color: #006600; text-decoration: underline;&quot;&gt;processo&lt;/a&gt;  lento e gradual ocupando praticamente todo o Século XIX. Após a  independência em 1822, a Inglaterra pressionou o governo brasileiro que  compromete-se a acabar com o tráfico em 3 anos. Em 1850 o país cedeu a  pressão inglesa e proibiu o tráfico.  &lt;br /&gt;
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A Campanha Abolicionista contribuiu para desacreditar o sistema  escravista. As leis emancipadoras aprovadas pelo Parlamento tiveram um  resultado psicológico &lt;a href=&quot;http://www.grupoescolar.com/materia/abolicao_da_escravatura_no_brasil.html#&quot; style=&quot;border-bottom: 1px dotted; color: #006600; text-decoration: underline;&quot;&gt;importante&lt;/a&gt;  pois condenaram a escravidão a desaparecer gradualmente. Isso forçou os  proprietários de escravos a pensarem em soluções alternativas para o  problema de mão-de-obra. Mas foi apenas quando os escravos decidiram  abandonar as fazendas em número cada vez maior desorganizando o  trabalho, que os fazendeiros se viram obrigados a aceitar como  inevitável, a Abolição. Igualmente importante foi a adesão dos militares  à causa abolicionista.&quot;  &lt;br /&gt;
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No dia 13 de maio de 1888, a princesa-regente, Dona Isabel assinou a Lei  nº 3353, mais conhecida como Lei Áurea, libertando os escravos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cerca de 10 mil pessoas se aglomeram em volta do Paço, o palácio do  governo na capital federal. Éra gente do povo, da alta sociedade e  autoridades que aguardam a chegada da princesa Isabel para a assinatura  da lei de número 3.353, a Lei Áurea, a mais comentada e festejada de  toda a história do Brasil até aquela época. Ela encerrava quase quatro  séculos de escravidão de negros no Brasil. Hoje, a Lei Áurea faz parte  da história. Não é mais comemorada com a mesma alegria de antigamente,  nem mesmo pelos negros, os principais beneficiados. Participantes do  Movimento Negro no Brasil consideram que a lei foi apenas uma conquista  na área jurídica, pois obrigou o fim da escravidão. Mas não houve  conquista social: os negros permaneceram marginalizados na sociedade e  até hoje lutam contra o preconceito. &lt;br /&gt;
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&lt;b style=&quot;background-color: white;&quot;&gt;Leis Abolicionistas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br style=&quot;background-color: #f1c232;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1c232;&quot;&gt; 1815 - Tratado anglo-português, na qual Portugal concorda em restringir o tráfico ao sul do Equador&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;background-color: #f1c232;&quot; /&gt; &lt;br style=&quot;background-color: #f1c232;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1c232;&quot;&gt; 1826 - Brasil compromete em acabar com o tráfico dentro de 3 anos&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;background-color: #f1c232;&quot; /&gt; &lt;br style=&quot;background-color: #f1c232;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1c232;&quot;&gt; 1831 - Tentativa de proibição do tráfico no Brasil, sob pressão da Inglaterra&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;background-color: #f1c232;&quot; /&gt; &lt;br style=&quot;background-color: #f1c232;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1c232;&quot;&gt; 1838 - abolição da escravidão nas colônias inglesas&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;background-color: #f1c232;&quot; /&gt; &lt;br style=&quot;background-color: #f1c232;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1c232;&quot;&gt; 1843 - os ingleses são proibidos de comprar e vender escravos em qualquer parte do mundo &lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;background-color: #f1c232;&quot; /&gt; &lt;br style=&quot;background-color: #f1c232;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1c232;&quot;&gt; 1845 - A Inglaterra aprova o Bill Abeerden, que da a Inglaterra o poder de apreender os navios negreiros com destino ao Brasil&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;background-color: #f1c232;&quot; /&gt; &lt;br style=&quot;background-color: #f1c232;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1c232;&quot;&gt; 1850 - É aprovada sob pressão inglesa a lei Eusébio de Queirós, que proíbe o tráfico negreiro no Brasil&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;background-color: #f1c232;&quot; /&gt; &lt;br style=&quot;background-color: #f1c232;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1c232;&quot;&gt; 1865 - A escravidão é abolida nos Estados Unidos, 1871 - Lei do Ventre Livre ou Lei Rio Branco  &lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;background-color: #f1c232;&quot; /&gt; &lt;br style=&quot;background-color: #f1c232;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1c232;&quot;&gt; 1885 - Lei dos Sexagenários ou Lei Saraiva-Cotejip&lt;/span&gt;&lt;br style=&quot;background-color: #f1c232;&quot; /&gt; &lt;br style=&quot;background-color: #f1c232;&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;background-color: #f1c232;&quot;&gt; 1888 - Lei Áurea.  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.estudeonline.net/revisao_detalhe.aspx?cod=120&quot; rel=&quot;nofollow&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.estudeonline.net/revisao_detalhe.aspx?cod=120&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soudaafrica.blogspot.com/feeds/8997444549401125253/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2595292266058876680/8997444549401125253?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/8997444549401125253'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/8997444549401125253'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soudaafrica.blogspot.com/2010/11/abolicao-da-escravatura-no-brasil.html' title='Abolição da Escravatura no Brasil'/><author><name>Igor Natanyo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03581679224473509414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2595292266058876680.post-3030409194907457194</id><published>2010-11-13T15:01:00.000-08:00</published><updated>2011-01-29T05:53:21.568-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="abolição"/><title type='text'>13 de Maio - Abolição [IBGE]</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://i.olhares.com/data/big/137/1375514.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;http://i.olhares.com/data/big/137/1375514.jpg&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;400&quot; src=&quot;http://i.olhares.com/data/big/137/1375514.jpg&quot; width=&quot;266&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;img alt=&quot;13 de maio&quot; height=&quot;13&quot; src=&quot;http://www.ibge.gov.br/ibgeteen/datas/abolicao/tipografia/sbtit13maio.gif&quot; width=&quot;62&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;  &lt;img alt=&quot;Dia da abolição da escravatura&quot; height=&quot;24&quot; src=&quot;http://www.ibge.gov.br/ibgeteen/datas/abolicao/tipografia/titabolicao.gif&quot; width=&quot;252&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;A escravidão pode ser definida como o sistema de trabalho no qual o indivíduo      (o escravo) é propriedade de outro, podendo ser vendido, doado, emprestado,      alugado, hipotecado, confiscado. Legalmente, o escravo não tem direitos: não      pode possuir ou doar bens e nem iniciar processos judiciais, mas pode ser      castigado e punido.    &lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt; No Brasil, o regime de escravidão vigorou desde os primeiros anos logo após      o descobrimento até o dia 13 de maio de 1888, quando a princesa regente Isabel      assinou a Lei 3.353, mais conhecida como Lei Áurea, libertando os escravos.    &lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt; A escravidão é um capítulo da História do Brasil. Embora ela tenha sido      abolida há 115 anos, não pode ser apagada e suas conseqüências não podem ser      ignoradas. A História nos permite conhecer o passado, compreender o presente      e pode ajudar a planejar o futuro. Nós vamos contar um pouco dessa história      para você. Vamos falar dos negros africanos trazidos para serem escravos no      Brasil, quantos eram, como viviam, como era a sociedade da época. Mas, antes      disso, confira o texto da Lei Áurea, que fez com que o dia 13 de maio entrasse      para a História.&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;i&gt;&quot;Declara extinta a escravidão no Brasil. A princesa imperial regente em      nome de Sua Majestade o imperador, o senhor D. Pedro II, faz saber a todos      os súditos do Império que a Assembléia Geral decretou e ela sancionou a lei seguinte:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;i&gt;Art. 1°: É declarada extinta desde a data desta lei a escravidão no      Brasil.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;i&gt;Art. 2°: Revogam-se as disposições em contrário.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;i&gt;Manda portanto a todas as autoridades a quem o conhecimento e execução      da referida lei pertencer, que a cumpram e façam cumprir e guardar tão inteiramente      como nela se contém.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;i&gt;O secretário de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas      e interino dos Negócios Estrangeiros, bacharel Rodrigo Augusto da Silva, do      Conselho de sua majestade o imperador, o faça imprimir, publicar e correr.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;i&gt;Dado no Palácio do Rio de Janeiro, em 13 de maio de 1888, 67º da Independência      e do Império.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;i&gt;Carta de lei, pela qual Vossa Alteza Imperial manda executar o decreto      da Assembléia Geral, que houve por bem sancionar declarando extinta a escravidão      no Brasil, como nela se declara.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;i&gt;Para Vossa Alteza Imperial ver&quot;.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;   &lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;i&gt;Fonte:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;i&gt;http://www.ibge.gov.br/ibgeteen/datas/abolicao/home.html&amp;nbsp;&lt;/i&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/ul&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soudaafrica.blogspot.com/feeds/3030409194907457194/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2595292266058876680/3030409194907457194?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/3030409194907457194'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/3030409194907457194'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soudaafrica.blogspot.com/2010/11/13-de-maio-abolicao-ibge.html' title='13 de Maio - Abolição [IBGE]'/><author><name>Igor Natanyo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03581679224473509414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2595292266058876680.post-3159267905783936686</id><published>2010-11-13T14:45:00.000-08:00</published><updated>2011-03-08T07:45:09.909-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Música"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Rádio África"/><title type='text'>Rádio África</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: left;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://lh3.googleusercontent.com/-3-C6anjxs4E/TXZNO6Q5IOI/AAAAAAAAAFE/R9fznLbkQZg/s1600/musica.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;175&quot; src=&quot;https://lh3.googleusercontent.com/-3-C6anjxs4E/TXZNO6Q5IOI/AAAAAAAAAFE/R9fznLbkQZg/s400/musica.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
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&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;span style=&quot;font-family: arial; font-size: x-small;&quot;&gt;  &lt;img align=&quot;baseline&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;&quot; src=&quot;http://radios.kboing.com.br/b/Franca.gif&quot; width=&quot;18&quot; /&gt;&lt;a href=&quot;http://radios.kboing.com.br/radios.php?palavra=xx&amp;amp;lb=1&amp;amp;pais=Mayotte&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Mayotte&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img align=&quot;baseline&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;&quot; src=&quot;http://radios.kboing.com.br/b/Mocambique.gif&quot; width=&quot;18&quot; /&gt;&lt;a href=&quot;http://radios.kboing.com.br/radios.php?palavra=xx&amp;amp;lb=1&amp;amp;pais=Mocambique&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Moçambique&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img align=&quot;baseline&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;&quot; src=&quot;http://radios.kboing.com.br/b/Namibia.gif&quot; width=&quot;18&quot; /&gt;&lt;a href=&quot;http://radios.kboing.com.br/radios.php?palavra=xx&amp;amp;lb=1&amp;amp;pais=Namibia&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Namíbia&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img align=&quot;baseline&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;&quot; src=&quot;http://radios.kboing.com.br/b/Nigeria.gif&quot; width=&quot;18&quot; /&gt;&lt;a href=&quot;http://radios.kboing.com.br/radios.php?palavra=xx&amp;amp;lb=1&amp;amp;pais=Nigeria&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Nigeria&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img align=&quot;baseline&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;&quot; src=&quot;http://radios.kboing.com.br/b/Quenia.gif&quot; width=&quot;18&quot; /&gt;&lt;a href=&quot;http://radios.kboing.com.br/radios.php?palavra=xx&amp;amp;lb=1&amp;amp;pais=Quenia&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Quênia&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img align=&quot;baseline&quot; border=&quot;1&quot; height=&quot;&quot; src=&quot;http://radios.kboing.com.br/b/Republica_Democratica_do_Congo.gif&quot; width=&quot;18&quot; /&gt;&lt;a href=&quot;http://radios.kboing.com.br/radios.php?palavra=xx&amp;amp;lb=1&amp;amp;pais=Republica_Democratica_do_Congo&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;Rep.Dem.Congo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
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FONTE:&lt;br /&gt;
www.kboing.com.br</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soudaafrica.blogspot.com/feeds/3159267905783936686/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2595292266058876680/3159267905783936686?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/3159267905783936686'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/3159267905783936686'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soudaafrica.blogspot.com/2010/11/radio-africa.html' title='Rádio África'/><author><name>Igor Natanyo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03581679224473509414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://lh3.googleusercontent.com/-3-C6anjxs4E/TXZNO6Q5IOI/AAAAAAAAAFE/R9fznLbkQZg/s72-c/musica.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2595292266058876680.post-629606453055894667</id><published>2010-11-13T08:21:00.001-08:00</published><updated>2010-11-13T14:58:41.938-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="abolição"/><title type='text'>A Abolição - Parte II</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-family: Arial; font-size: large;&quot;&gt; &lt;div align=&quot;CENTER&quot;&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;div align=&quot;CENTER&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.vivabrazil.com/images/abolic1.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;278&quot; src=&quot;http://www.vivabrazil.com/images/abolic1.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;i&gt;Em praça pública, para servirem de exemplo aos demais, os  negros sofriam .seus castigos. A escravidão negra no Brasil, iniciada, segundo  alguns autores, em &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;1532, &lt;i&gt;estendeu-se  até &lt;/i&gt;1888. &lt;i&gt;Foram mais de três séculos e meio de escravatura, condição em  que o negro desempenhou importante papel na colonização e, depois, no  desenvolvimento econômico do Império. Os africanos entravam no Brasil  principalmente através dos portos do Rio de Janeiro, de Salvador, do Recife e de  São Luís do Maranhão, de onde se espalhavam por todo o território brasileiro.  Muitas vezes, revoltados com sua condição, fugiam de seus senhores, chegando a  organizar-se em quilombos, cujo principal, o de Palmares, em Alagoas, conseguiu  tornar-se um verdadeiro estado negro dentro da colônia portuguesa.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Foi como que o negro entrou  no Brasil, mas não foi esta colônia portuguesa o primeiro país na América a  receber o africano em tal condição. Em 1501, a ilha de São Domingos atual  República Dominicana, por um ato do rei da Espanha, recebeu a primeira leva de  negros, vindos com Nicolau Ovando, e a partir de 1517 o comércio negreiro para  as colônias espanholas começou a ser feito regular e legalmente. Foi concedido  asiento a Go menot, governador de Besa, para a introdução de 4.000 negros,  contrato que ele vendeu a negociantes genoveses.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Na Europa, é difícil saber a  quem cabe a prioridade do tráfico-se a portugueses ou espanhóis. Já em meados do  século XV ele constituía o meio regular de colonização de ambos os países e, a  partir daí, durante os duzentos anos seguintes, foram abastecidas também, além  das colônias espanholas e portuguesas, as possessões inglesas, francesas e  holandesas,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;div align=&quot;LEFT&quot;&gt;Em Portugal, Antão Gonçalves, ao  regressar em 1442 de uma expedição à África, ordenada por D. Henrique, levou  alguns mouros como cativos que o Infante mandou libertar. No ano seguinte, Antão  Gonçalves trocou seus prisioneiros por dez negros da Guiné, que Frei Francisco  de São Luís afirma terem sido os primeiros escravos chegados a Portugal,  provenientes da costa ocidental africana.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot;&gt;Em 1445, Nunq Tristão transportou  mais de 40 escravos africanos, entusiasmado pelas possibilidades econômicas do  negócio.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot;&gt;Foi em Portugal que mais se  desenvolveu o tráfico negreiro - já que este país mantinha o domínio exclusivo  da África colonial. Durante muitos anos, porém, o tráfico negreiro foi também  próspero na Espanha, representando a principal fonte de renda do país. Por  intermédio dos asientos a coroa espanhola concedia a determinados súditos o  direito exclusivo de fornecer negros escravos às suas possessões de ultramar. O  negócio era tão vantajoso que muitos soberanos estrangeiros faziam tudo para  obter os asientos, ou seja, tratados ou contratados de monopólio comercial. E  por dois séculos - de 1517 a 1743 - holandeses, espanhóis, franceses,  portugueses e ingleses gozaram sucessivamente deste monopólio. A Inglaterra, que  mais tarde seria ferrenha defensora da proibição do tráfico, conseguiu 30 anos  de monopólio para seus súditos pelo tratado de paz de Utrecht assinado em 1713.  A Espanha tirava grandes lucros destas transações, recebendo vultosos  empréstimos ou adiantamentos dos empresários com os quais negociava, e a este (Hientos  era dada ainda uma vinculação religiosa, sendo celebrados, inclusive, em nome da  Santíssima Trindade por Sua Majestade Católica de Espanha. Dez contratos dessa  espécie foram realizados em menos de dois séculos, compreendendo o transporte de  quinhentos mil escravos num total de 50 milhões de libras.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;      &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.vivabrazil.com/images/abolic2.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;264&quot; src=&quot;http://www.vivabrazil.com/images/abolic2.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;No Brasil, o elemento negro  começou a ser Introduzido com os primeiros engenhos de açúcar de São Vicente.  Para alguns historiadores, os escravos africanos aqui chegaram com Martim Afonso  de Sousa, em sua expedição de 1532. Durante quase 50 anos este tráfico foi  regular, e em 1583 realizou-se o primeiro contrato para a introdução da  mão-de-obra africana no Brasil, assinado entre Salvador Correia de Sá,  governador da Cidade do Rio de Janeiro, e São João Gutiérres Valéria. Um século  mais tarde já havia nas lavouras brasileiras 50 mil escravos negros, a maioria  em Pernambuco. Em 1755, o Marquês de Pombal criou a Companhia Geral do Comércio  do Grão-Pará e Maranhão e, em 1759 a de Pernambuco e Paraiba, as quais  introduzindo grande número de negros africanos, fomentaram o progresso material  do Nordeste brasileiro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Tencionando contar com o  elemento natural para a colonização dos continentes que ocupa vam, os  portugueses tentaram- nos primeiros tempos de sua permanência no Brasil -  subjugar os silvícolas brasileiros. Assim, em 1533, Martim Afonso de Sousa  permitiu a Pero de Góis o transporte para a Europa de 17 indígenas escravizados,  e no foral dado a cada donatário contava o direito de vender anualmente até 39  indígenas cativos. O índio brasileiro, entretanto, além de não se adaptar ao  regime de escravidão, não servia para o trabalho na lavoura.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Estes fatos, aliados à vinda  dos jesuítas, empenhados na defesa do índio, fizeram com que aumentasse o  tráfico negreiro, tendo os próprios religiosos usado a mão-de-obra africana até  1870.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;A introdução do escravo  negro no Brasil representava uma determinante socioeconômica importantíssima  para a emancipação colonial, e foi por muitos reconhecida. Entre estes, Nóbrega,  em carta ao rei de Portugal datada de 1559; o conceituado Bispo D. José Joaquim  da Cunha de Azeredo Coutinho, em sua obra Justiça do Comércio de Resgate de  Escravos da Costa d&#39; África; e o famoso Padre Antonil, que em sua Cultura e  Opulência do Brasil, por Suas Drogas e Minas, escreveu: &quot;Os escravos são as mãos  e os pés do senhor de engenho, porque sem eles no Brasil não é possível fazer,  conservar e aumentar fazenda, nem ter engenho corrente.&quot;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.vivabrazil.com/images/abolic3.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;221&quot; src=&quot;http://www.vivabrazil.com/images/abolic3.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;div align=&quot;LEFT&quot;&gt;Os negros eram vendidos pelos seus  sobas - chefes de tribos africanas - aos portugueses, e trazidos para o Brasil  vindos da costa e da contracosta da África. Até meados do século XVll eram eles  adquiridos, em sua maioria, pelos senhores de engenho de Pernambuco e Bahia. No  início do séc. XVIII seus maiores compradores passaram a ser o Rio de Janeiro e  Salvador. Ainda no início do século XVllI os escravos negros foram introduzidos  nas regiões cafeeiras, a princípio do Pará e do Maranhão, mais tarde do Rio de  Janeiro e São Paulo.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot;&gt;Os negros escravos que vieram para o  Brasil saíram de vários pontos do continente africano: da costa ocidental, entre  o Cabo Verde e o da Boa Esperança; da costa oriental, de Moçambique; e mesmo de  algumas regiões do interior. Por isto, possuíam os mais diversos estágios de  civilização. O grupo mais importante introduzido no Brasil foi o sudanês, que,  dos mercados de Salvador, se espalhou por todo o Recôncavo. Desses negros, os  mais notáveis foram os iorubas ou nagôs e os geges, seguindo-se os minas. Em  semelhan_ te estágio de cultura encontravam-se também dois grupos de origem  berbere-etiÓpica e de int1uência muçulmana, os fulas e os mandês. Mais atrasados  do que o grupo..sudanês estavam os dos grupos da cultura chamada cultura banto,  os angolas, os congos ou cabindas, os benguelas e os moçambiques. Os bantos  foram introduzidos em Pernambuco, de onde seguiram até Alagoas; no Rio de  Janeiro, de onde se espalharam por Minas e São Paulo; e no Maranhão, atingindo  daí o Grão-Pará. Ainda no Rio de Janeiro e em Santa Catarina foram introduzidos  os camundás, camundongos e os quiçamãs.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot;&gt;Os bantos encontravam-se na fase do  fetichismo - adorando árvores e símbolos toscos, no sistema da propriedade  coletiva - com uma rudimentar organização de família - e do governo patriarcal.&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;A incapacidade de adaptação do indígena para a maioria  das    tarefas colonizadoras e depois as leis de proibição do cativeiro  do índio    fizeram com que o tráfico negreiro para o Brasil aumentasse  a partir de fins    do século XVI e se mantivesse numa crescente  progressão até meados do séc.    XIX.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt; &lt;blockquote&gt;  &lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;div align=&quot;LEFT&quot;&gt;Dos portos onde os negreiros desembarcavam, os  negros eram, depois de vendidos, transportados para as fazendas do interior. De  Recife, eles chegavam até Alagoas; do Rio, eram levados para Minas e São Paulo;  de São Luís do Maranhão, atingiam o Grão.Pará; e de Salvador, todo o Recôncavo.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Além do senhor do céu,  Olorum, a religião dos iorubas introduziu no Brasil outras divindades ou orixás,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;entre os quais Obatalá, ou  Orixalá, ou Oxalá, que tinha por esposa Odudua; Xangô, deus dos raios e trovões;  Ogum, deus da guerra; Iemanjá, deusa das águas; Oxóssi, deus dos caçadores e  viajantes; Ifá, que tem por fetiche o fruto do dendezeiro, revelador do oculto;  Da dá, protetor das crianças; Ibeji, Orixá dos gêmeos; e Exu ou Elegbará,  espírito do mal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Os sudaneses – que receberam  influência do islamismo e eram os mais adiantados - foram os responsáveis pelos  movimentos de rebelião dos escravos e pela formação dos quilombos - os  agrupamentos de escravos fugidos criados no Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Os negros africanos,  introduzidos no Brasil para trabalhar na lavoura e na criação, não se adaptaram  a esta última função, sendo substituídos pelos indígenas - mais adaptáveis ao  tipo de vida do pastoreio. E embora fossem utilizados também nos serviços  domésticos e na mineração - onde tiveram papel importante - eles foram os princi  pais, e em alguns casos os únicos, trabalhadores das lavouras de açúcar, café e  algodão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;div align=&quot;LEFT&quot;&gt;A compra do negro era, a princípio,  realizada de forma muito simples. Empregava-se o sistema de troca, usando-se  todo os tipos de miçangas, vidrilhos, guizos, panos, armas e utensílios de ferro  necessário à lavoura africana, que eram entrgues aos sobas por uma certa  quantidade de escravos.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot;&gt;Mais tarde, o ferro e a aguardente  passaram a ser importantíssimos neste comércio. À medida, entretanto, que o  tráfico se intensificou, as exigências dos vendedores foram aumentando e os  compradores quase que tiveram de lançar mão de mercadorias européias.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot;&gt;Os negros eram transportados em  navios negreiros, funileiros ou tumbeiras, e as descrições destas viagens -  sobretudo as que foram transmitidas através dos apaixonados versos dos poetas  abolicionistas - são de estarrecer. Não são eles, entretanto, a única fonte a  revelar esse quadro horrendo. Outros autores que se destacaram no estudo do  assunto atestam que nessas viagens morriam até 40% dos embarcados, além de  ocorrerem naufrágios por excesso de carga; o tratamento era desumano e os  escravos viam-se obrigados a passar fome e sede, quer pela ambição desenfreada  dos traficantes, quer por erro de cálculo na tonelagem disponível para a  travessia.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;A estimativa do número de  africanos introduzidos em nosso país durante o período superior a três séculos,  em que foi realizado o tráfico, é muito difícil. Tradicionalmente, aceita-se a  cifra, meramente hipotética, de 3.300.000 negros aventada por Roberto Simonsen.  A base adotada por este último foi a produtividade do escravo. Já Mircea Buescu,  em sua tentativa para qualificar a história econômica do Brasil, apresenta um  outro método de avaliação deste número. Este autor recorre a duas fontes de  pesquisa: primeiro, as informações, embora precárias, referentes à população  global e à população escrava em várias épocas; segundo, a constatação de que a  população escrava teve uma taxa negativa de crescimento vegetativo, taxa que é o  elemento-chave de seus cálculos. Baseado nestes estudos, apresentou um total de  6.723.850, entrados no Brasi] do séc. XVI ao XIX.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;250&quot; src=&quot;http://www.vivabrazil.com/images/abolic4.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;div align=&quot;LEFT&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;188&quot; src=&quot;http://www.vivabrazil.com/images/abolic6.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;b&gt;  &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;LEFT&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;b&gt;Durante o Primeiro Reinado, os negociantes de escravos com    armazéns no Valongo e no Aljube eram os comerciantes mais prósperos do Rio de    Janeiro. Mais tarde, quando a Inglaterra passou a perseguir os navios &lt;/b&gt;e a   &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;b&gt;confiscar seus carregamentos, o preço dos    escravos foi inflacionado.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;b&gt;  &lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Um dos cálculos que encontra  mais defensores é o do historiador Afonso de E. Taunay, que forneceu um total de  3.600.000 escravos africanos desembarcados no Brasil. discriminando-os pelos  diversos séculos: 100.000, no XVI; 600.000, no XVII; 1.300.000. no XVIII: e  1.600.000 no século XIX.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;O que se pode afirmar, com  menor margem de erro, é que já em meados do século XVII a população escrava no  Brasil superava a população livre: em 1660, o Brasil contava 74.000 brancos para  110.000 escravos. uma situação que prevaleceu atémeados do século XIX. pois os  cálculos efetuados em 1816 acusavam que, dos 3.358.500 habitantes do Brasil,  1.428.500 eram livres, inclusive pretos e pardos forros, e 1.930.000 escravos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Aqui chegando, os negros  eram armazenados em um barracão. à espera de que fossem vendidos. Os preços  variavam de acordo com muitos fatores: o sexo, a idade, a origem e o destino.  Quando encaminhados às minas de ouro. valiam muito mais que os destinados aos  campos de plantação ou ao serviço doméstico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.vivabrazil.com/images/abolic5.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;190&quot; src=&quot;http://www.vivabrazil.com/images/abolic5.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Eram vendidos separadamente  sem respeitar laços de família - pais para um senhor, filhos para outros,  maridos e mulheres para donos diferentes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;O negro era um elemento caro  e seu preço foi intlacionado, principalmente depois que a Inglaterra se arvorou  em defensora da raça maltratada, passando a perseguir os navios negreiros. Os  riscos tornaram-se, então, maiores, com prejuízo algumas vezes total. quando o  navio negreiro era pilhado em alto-mar e o carregamento perdido quer pelo  aprisionamento da embarcação, quer pelo extermínio total da carga. Nos primeiros  tempos, de uma forma generalizada, o valor médio de um escravo oscilava entre 20  e 30 libras esterlinas, havendo momentos excepcionais em que este preço atingia  a 100 libras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;O livro de contas do Engenho  Sergipe do Conde fornece valiosas informações sobre o preço do escravo nos  primeiros anos do século XVII. De acordo com as compras ali anotadas, um escravo  custava, em 1622. 29 mil-réis; em 1630, 30 mil-réis; 42 mil-réis, em 1635; e 55  mil-réis em 1652.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Existem inúmeros dados  relativos aos preços de escravos no século XIX, mas, como variam muito, é  difícil determinar-se uma média real. Entretanto, estabeleceu Mircea Buescu um  quadro estatístico em que se anota que o preço de um escravo era de 375 mil-réis,  enquanto uma escrava custava, no mesmo ano e nas mesmas condições de saúde e  idade, 359 milréis. Vinte anos depois, isto é, em 1855, um escravo custava 1.075  milréis, enquanto uma escrava atingia a importância de 857 mil-réis; em 1875  chegava-se &quot;ao preço de 1.256 milréis para o homem e 1.106 para a mulher. Entre  1835 e 1875 o preço médio dos escravos cresceu 235%.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;div align=&quot;LEFT&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;center&gt;   &lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; id=&quot;table2&quot; style=&quot;border-collapse: collapse; width: 596px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;       &lt;td width=&quot;338&quot;&gt;&lt;b&gt;       &lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;531&quot; src=&quot;http://www.vivabrazil.com/images/abolic9.jpg&quot; width=&quot;325&quot; /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;       &lt;td width=&quot;258&quot;&gt;&lt;b&gt;Os negros escravos foram os        principais - e às vezes únicos trabalhadores nas lavouras de açúcar, café        e algodão, e na pavimentação de ruas, no Rio de Janeiro.&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/center&gt; &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;&quot;&gt;&lt;b&gt; &lt;div align=&quot;JUSTIFY&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Mesmo dentro da precariedade  da exatidão dos dados, anotada pelo próprio autor, esses preços não são  desprovidos de coerência. A inflação apresentou-se em grau bastante baixo num  período de dez anos - com exceção do período de 1845 a 1855, época definitiva  para a abolição do tráfico, que provocou um aumento violento do preço de um  escravo. Na roça um escravo de 60 a 65 anos valia metade de um entre 40 e 50  anos e a quarta parte de um de 25 a 30 anos; as crianças tinham a partir de 9 ou  10 anos, preços iguais aos dos adultos; menores de 9 anos, o preço de um escravo  subia de 20 a 50 mil-réis por ano de idade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Antes de 1850 a elevação dos  preços foi efeito da procura, enquanto que a partir deste ano a causa principal  da baixa do preço foi a oferta, tendo em vista as leis abolicionistas que  paulatinamente iam substituindo o escravo pelo trabalhador livre.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Embora os negros se  adaptassem mais do que os indígenas ao trabalho agrícola, a que já estavam  acostumados, o tempo de vida de um escravo negro, depois de chegado ao Brasil,  variava entre sete e dez anos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;b&gt; &lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;242&quot; src=&quot;http://www.vivabrazil.com/images/abolic8.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;JUSTIFY&quot;&gt;Aos escravos cabiam todos os serviços das plantações, desde a  derrubada das matas, a queima dos troncos e a limpeza do terreno, até o plantio,  a colheita e o preparo do produto para a venda. A abertura de caminhos e a  construção da casa-grandeeda senzala eram também tarefas dos escravos.&lt;/div&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Os escrav os fazi_m todos os  serviços: serviam o senhor de engenho, derrubavam as matas. queimavam os troncos,  limpavam o terreno, vigiavam o crescimento das mudas e molhavam os partidos.  Cabia-Ihes ainda evitar que o gado pisasse nos canaviais e que as pragas  atacassem as plantações, cortar a cana a golpes de foice, levá-Ia em feixes para  as moendas. que em muitos casos eram movidas por eles próprios.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Além disso, eram  responsáveis pela abertura dos caminhos que ligavam os engenhos aos portos e  pelo transporte das caixas de açúcar destina das à exportação. E tanto a casa  grande - moradia do senhor e sua família como a capela, as instalações da moenda,  a construção dos depósitos e até a da própria senzala - moradia dos escravos -,  tudo era feito pelo trabalho cativo. Finalmente, alguns eram ainda utilizados no  trabalho doméstico e mesmo na amamentação e criação do filho do senhor, como era  o caso das chamadas mães-pretas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;A senzala era constituída  por uma série de barracões, pequenos e abafados, com uma só porta e sem janelas.  tendo apenas pequenos respiradouros. Frequentemente as senzalas eram construídas  semi-enterradas no solo, com o chão de terra batida, que servia de lugar de sono  e repouso. A alimentação, a mais racionada possível. compunha-se de feijão.  farinha de mandioca e um naco de carne-seca.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Nas fazendas de açúcar o dia  era longo. Os negros levantavam-se ao amanhecer e, após receber uma ração de  alimento, seguiam para o trabalho, onde permaneciam até o pôrdo-sol, com  pequenos intervalos para refeições.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Os erros e a preguiça  eram castigados das formas mais diversas e brutais, indo da palmatória às  chicotadas. que deixavam as costas e nádegas em carne viva, colocando-se nas  feridas montes de sal para que a dor se prolongasse por dias e o castigo jamais  fosse esquecido. Além desses castigos havia outros. ainda mais rigorosos, em que  se utilizavam aparelhos de tortura.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Era costume marcar-se o  escravo à semelhança do que fazia com o gado. Já ao sair da África. ele recebia  a marca de uma cruz no peito para indicar sua condição de novo cristão. Alguns,  chegados ao Brasil, recebiam ainda a marca do senhor, enquanto no corpo dos  negros fujões costumava-se imprimir um F, indicação de sua fuga e captura. O  senhor tinha total direito sobre seus cativos, mas alguns escravos não  conseguiam sujeitar-se a tal situação e fugiam, e, como desconhecessem a região  para onde haviam sido levados. em pouco tempo encontravam dificuldades em  esconder-se. sendo logo aprisionados pelos capitàes-do-mato.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Outro inimigo dos negros  eram os feitores, capatazes que, de forma geral eram mdes e cruéis na execução  dos castigos. Antonil afinnava que os escravos dos engenhos costumavam receber  apenas três rês: pão. pano e pau, ou seja, alimentação, vestuário e castigo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Nos primeiros dias do século  XVII cerca de 30 ou 40 escravos, fugidos dos engenhos de Pernambuco, chegaram à  serra da Barriga. bem no interior do atual Estado de Alagoas. Região de solo  fértil e vegetação abundante, com extensos palmeirais. seus novos habitantes,  por isso, chamavam-na Palmares.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;As fazendas eram  constantemente vigiadas pelo feitor, o que dificultava mas já não impedia que os  negros, escapassem e penetrassem nas matas; os capitães-do-mato organizavam  então expedições de caça aos negros fujões. Estes, aprisionados, eram levados de  volta à fazenda para, além das costumeiras vergastadas, serem marcados como  fujões e ainda receberem ao pescoço uma canga.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Durante um ano, de 1602 a  1603, duas entradas, ambas chefiadas por Bartolo meu Bezerra, empenharam-se na  perseguição dos negros foragidos, mas sem sucesso. Aos poucos, centenas e  centenas de negros fugidos foram formando núcleos que proliferaram por todo o  Nordeste.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;A população de Palmares, a  princípio, era composta apenas por escravos do sexo masculino, que se  alimentavam das frutas encontradas na_região - jaca, laranja, melancia, banana,  ananás, manga, goiaba, coco, além de algumas raízes - e de alguma carne,  conseguida através das caças que caíam em suas armadilhas e alçapões.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;219&quot; src=&quot;http://www.vivabrazil.com/images/abolic10.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Com o correr do tempo, uma pequena    aldeia começou a nascer. Ergueram-se cercas para a criação de animais,    lavraram-se os campos adjacentes, iniciando-se a cultura de milho, feijão e    mandioca, que passaram a constituir a base de sua alimentação, enriquecida de    ovos e de carne de porco.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Com o crescimento da aldeia,  que começou a receber mulheres conseguidas nos assaltos contra as vilas próximas,  a notícia de que havia uma região em que os negros viviam livremente percorreu  as fazendas. E Palmares transformou-se em sonho dos escravos, a meta a ser  a1cançada, uma verdadeira obsessão. Conseqüentemente a vigilância nos engenhos  foi reforçada, os castigos dos negros capturados tornaram-se mais severos, mas a  expectativa de uma vida livre recompensava todos esses possíveis sacrifícios.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;div align=&quot;LEFT&quot;&gt;A invasão holandesa em  Pernambuco foi um fator primordial da expansão e do fortalecimento dos quilombos.  Preocupados na defesa da província, os senhores de engenho descuidaram-se da  vigilância das fazendas e os escravos passaram a fugir às centenas. fazendo com  que Pai mares se tornasse não mais um núcleo de negros fugitivos, mas um  verdadeiro estado negro dentro da colônia portuguesa.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;div align=&quot;LEFT&quot;&gt;O segundo Marquês de Lavradio, vice-rei do Brasil  de 1769 a 1779, transferiu para o Valongo, atual Rua Camerino,o mercado de  negros que até então se localizava na Rua Direita, hoje Primeiro de Março, no  Rio de Janeiro.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;b&gt;  &lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;left&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Do ponto de vista político-social,  Palmares parecia um lugar desorga nizado e confuso. Ali, em um total de quase  20.000 negros, reuniam-se grupos oriundos das diversas regiões da África - com  diferentes costumes e dialetos - a grupos nascidos no Brasil e já marcados pela  cultura dos brancos. Ao lado desses negros, embora em número bem restrito,  moravam ainda índios ex-escravos, mestiços e até alguns brancos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.vivabrazil.com/images/abolic11.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;247&quot; src=&quot;http://www.vivabrazil.com/images/abolic11.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Os quilombolas de Pai mares  estavam organizados em dezenas de mocambos, isto é, aldeias distanciadas umas  das outras, com .vida quase independente e com chefes próprios. A princípio,  estes chefes haviam pertencido à nobreza na África; aos poucos, porém, e por  força das circunstâncias, os mais fortes, os mais capazes, foram-se impondo e  assumindo a liderança. Embora cada mocambo tivesse sua própria organização. dois  fatores os uniam: o código de justiça, embora bem primitivo, que punia com a  morte o crime, o roubo e a fuga; e o sistema de defesa com base em postos de  observação espalhados em lugares estratégicos da região.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Em seus tempos áureos,  Palmares chegou a estender-se por mais de 60 léguas, em vasta zona de florestas,  numa faixa de terra paralela ao litoral que ia do cabo de Santo Agostinho às  margens do rio São Francisco. Era uma região de florestas e banhada por inúmeros  rios, porém de difícil acesso, o que facilitou a sua defesa até o fim do século  XVII.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div align=&quot;JUSTIFY&quot;&gt;Os erros, a preguiça ou a desobediência eram punidos das    mais diversas maneiras, desde a palmatória e o chicote até os castigos mais    violentos,dados publicamente para servirem de exemplos.&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.vivabrazil.com/images/abolic13.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;271&quot; src=&quot;http://www.vivabrazil.com/images/abolic13.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Seus principais líderes  foram Ganga Zuma e Ganga Zona, chefes de mocambos mais importantes. que se  destacaram na defesa contra as primeiras expedições luso-espanholas e mais tarde  holandesas, e ao que parece tios daquele que chegou a ser o maior chefe dos  Palmares, misto de guerreiro, rei e deus, que se tornaria um mito para muitos  mas que para alguns autores era um título referente a um cargo ocupado no correr  dos tempos por diversos e não apenas por um guerreiro Zâmbi ou Zumbi. As  primeiras expedições organizadas contra Palmares datam de 1644 e foram enviadas  pelos holandeses, já então senhores da região. Estes, entretanto, viram-se  rechaçados pelos quilombolas, sendo que apenas pela escassez e pela deficiência  das armas usadas pelos negros puderam os holandeses livrar-se de um massacre  total. Também os portugueses se preocuparam em combater os palmarinos, e de 1648  a 1688 foram realizadas 25 infrutíferas expedições, destinadas a destruir aquele  reduto. Enquanto isso, Palmares crescia numericamente, chegando a manter  comércio com as Vilas de Sirinhaém, Penedo, Porto Calvo e Alagoas. O qui lombo  fornecia produtos agrícolas, caça, pesca e cerâmica, em troca de ferramentas,  instrumentos agrícolas e armamento. Os fazendeiros vizinhos, porém, não podiam  permitir que o quilombo - a princípio apenas com a sua mera existência e depois  pelo envio de emissários aos engenhos - continuasse a estimular a fuga dos  negros. Aos poucos, de simples reduto de escravos foragidos, Palmares tornou-se  um centro de resistência contra a escravatura, em pleno século XVII.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;JUSTIFY&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Os instrumentos usados na punição dos escravos eram não    apenas para supliciá-Ios, mas também para causar-lhes humilhação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Em Palmares - que, dois  séculos depois, seria glorificada por Castro Alves nos versos de Saudações a  Palmares - os negros eram considerados homens livres, desde que satisfizessem  certas exigências. Se o escravo viesse foragido, era imediatamente considerado  homem livre, podendo escolher o mocambo em que desejava viver; se chegasse,  porém, raptado pelos homens do quilombo, continuaria escravo da comunidade até  que se conseguisse mais habitantes para o quilombo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.vivabrazil.com/images/abolic14.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;290&quot; src=&quot;http://www.vivabrazil.com/images/abolic14.jpg&quot; width=&quot;228&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Após a Insurreição  Pernambucana, embora os holandeses tivessem sido expulsos, o governo de  Pernambuco não contava ainda com recursos suficientes para dar combate aos  quilombos, e os próprios fazendeiros de Alagoas (atual Cidade de Marechal  Deodoro) e Porto Calvo assinaram um tratado de União Perpétua tentando organizar  uma tropa para atacar Palmares. Logo depois, obtiveram a adesão de mais uma vila  - Sirinhaém -, sem nada conseguir de positivo. Em 1669 o governador de  Pernambuco, Bernardo de Miranda Henriques, determinou, com o objetivo de pôr fim  à fama do quilombo, que todo negro recapturado fosse vendido para outras  capitanias no Sul do país.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;A primeira vitória contra os  quilombos foi conseguida pelo Tenente Antônio Jacomé Bezerra, que - chefiando  uma expedição enviada em 1617 pelo governador de Pernambuco, Fernão Sousa  Coutinho - conseguiu prender 200 palmarinos. No ano seguinte, à frente de 600  homens bem armados e abastecidos para seis meses, o já então Coronel Jacomé  Bezerra voltou a atacar, conseguindo destruir vários mocambos e incendiar  lavouras. Apesar de vencidos, os negros não se amedrontaram, e, num contra-ataque,  dizimaram parte da Ci! tropa de Bezerra, que foi obrigado a voltar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Outras expedições foram  organizadas, entre as preparadas e chefia das por Fernão Carrilho, que obteve  consideráveis vitórias, embora, não tivesse conseguido exterminar os quilombolas.  Apesar de já estarem menos poderosos, os negros continuaram a fazer frente aos  ataques inimigos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;JUSTIFY&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Em 1687, o novo  governador, João da Cunha Souto Maior, por sugestão do Conselho Ultramarino,  resolveu a exemplo do que ocorrera na luta contra os indígenas na Bahia -  recorrer ao bandeirante Domingos Jorge Velho para dar fim à confederação dos  negros. Foi com ele firmado então um contrato regular, ratificado pelo  Governador Marquês de Montebelo em 1691 e mais tarde por D. Pedro 11 (de  Portugal). O governo entraria com toda a munição, armas e 600 alqueires de  farinha em cada dois meses que durasse a campanha, e em troca Jorge Velho  receberia um quinto&#39; do valor dos negros apreendidos, terras e o perdão para  possíveis crimes cometidos por seus homens.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;A tarefa era tão difícil que  só no governo de Caetano de MeIo e Castro, em 1693, Domingos Jorge Ve ho marchou  contra os Palmares. A primeira investida não surtiu o resultado esperado: os  homens de Jorge Velho esperavam uma caçada e encontraram luta, guerra dura.  Tendo atacado o mocambo do Macaco, sofreram a resistência de Zâmbi, que impôs  aos atacantes grandes perdas. Morreram neste combate cerca 800 homens de ambas  as partes. Jorge Velho retirou-se para Porto Calvo, sugerindo ao governador que  se formasse um grande exército. Chefiados pelo Capitão-Mor Bernardo Vieira de  MeIo e pelo Sargento-Mor Sebastião Dias, 6.000 homens, entre forças regulares e  voluntários, reuniram-se aos paulistas de Domingos Jorge Velho, marchando contra  Palmares.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Para dar combate à Cerca do  Macaco, onde se concentravam os negros de Zâmbi, Jorge Velho mandou construir um  grande cercado de 600 metros de comprimento, e, defendidos os dois lados por  paliçadas, desenrolou-se a batalha. A luta foi difícil, todos os tipos de armas  foram utilizados, e até água fervente foi usada pelas mulheres palmarinas na  defesa do mocambo atacado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Os ataques de 23 a 29 de  janeiro de 1694 ao reduto negro mostraram a necessidade de ser usada a  artilharia requisitada então do Recife. Aos poucos, os negros foram  cercados,ficando sem contato com o exterior, tendo às costas um enorme  precipício. Jorge Velho pensava vencê-los pela fome e sede. Finalmente, a 6 de  fevereiro de 1694, os tiros de canhões abriram brechas na cerca do mocambo e os  soldados invadiram a praça, obrigando os negros a tentar escapar por uma única  saí da junto ao precipício. Mesmo ferido, Zâmbi conseguiu fugir e só foi  aprisionado quase dois anos depois, quando um negro, preso no caminho de Recife,  em troca da vida, ofereceu-se para indicar o lugar onde o líder se encontrava em  companhia de 20 homens. No dia 20 de novembro de 1695, André Furtado de Mendonça  cortou a cabeça do valente guerreiro negro, levando-a para Recife.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;i&gt; &lt;div align=&quot;LEFT&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;JUSTIFY&quot;&gt;Em Palmares os negros eram homens livres. A  população do quilombo garantia sua subsistência, no princípio, com as frutas da  região e com a caça abatida ou presa em suas armadilhas.&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Pelos serviços prestados ao  governo, Domingos Jorge Velho recebeu 1.526 quilômetros quadrados de terra. Para  impedir a restauração do qui lombo, foram distribuídas sesmarias aos que  combateram os quilombolas, fundando-se ainda diversas povoações.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.vivabrazil.com/images/abolic15.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;278&quot; src=&quot;http://www.vivabrazil.com/images/abolic15.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Embora tenha sido o mais  importante, o quilombo dos Palmares não era o único. No século XVIII formaram-se  quilombos no Maranhão, na região das Minas Gerais - às margens do rio das Mortes  e na zona de Araxá. Expedições oficialmente organizadas destruíram-nos todos.  Nos últimos tempos da escravidão surgiu um outro quilombo, de relativa  importância na região paulista o quilombo de Jabaquara.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;div align=&quot;LEFT&quot;&gt;Um dos aspectos mais  interessantes e quase ignorados da história da escravidão no Brasil é o das  organizações secretas e religiosas da escravaria, com poderosa atuação em certos  movimentos insurrecionais do fim do século XIX. Essa participação deveu-se  principalmente aos negros sudaneses, entre eles os famosos malês ou negros auçás  muçulmanos. Entre as rebeliões que eclodiram na Bahia, cabe citar a chamada  Revolta dos Malês que, em 1835, irrompeu na Cidade do Salvador, quando era  presidente da Bahia Francisco de Sousa Martins.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot;&gt;A insurreição - que, entre  outros motivos, teve o da prática exclusiva do catolicismo na região - foi logo  sufocada pelo Chefe de Polícia Francisco Gonçalves Martins, na noite de 24 de  janeiro, sofrendo as forças legais uma baixa de oito mortos e 14 feridos, e os  negros mais de 50 mortos, um número maior de feridos e 45 prisioneiros. Estas  conspirações baianas tiveram repercussão em outras regiões, inclusive na  Província do Rio de Janeiro, onde, no Município de Vassouras, no Distrito de  Pati de Alferes, a 13 de novembro de 1838, estourou uma rebelião de negros.  Foram cerca de 300 escravos, da Fazenda Freguesia, de propriedade do Capitão-Mor  Manuel Francisco Xavier, os quais, chefiados por Manuel Congo, assassinaram os  feitores, seguindo para outra fazenda, Maravilha, também de Manuel Francisco, a  qual foi saqueada e arrasada. Sem que fossem molestados, dirigiram-se para as  matas de Santa Catarina, onde se refugiaram num qui lombo, aclamando Manuel  Congo e sua companheira Maria Crioula como rei e rainha.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot;&gt;O número de negros que  povoavam aqueles sítios era bem superior ao de proprietários. Estes, temerosos  de que a rebelião se espalhasse, não reagiram. Isto fez com que os negros se  tornassem audaciosos, a ponto de obrigarem as autoridades a combatêlos. A  primeira expedição que tentou desalojá-Ios foi enfrentada com valentia. Diante  desta derrota, o governo regional teve que se impor, enviando para Vassouras um  destacamento de tropas regulares, a qual, a II de dezembro de 1838, derrotou os  revoltosos, aprisionando o cabeça do movimento. O processo da rebeldia durou  mais de oito meses, e Manuel Congo foi condenado à morte, tendo sido enforcado a  6 de setembro de 1839, enquanto seus ajudantes imediatos foram condenados a 650  açoites e ao porte de uma gargalheira com haste por três anos. Causou surpresa  geral a absolvição de Maria Crioula, a bela rainha negra.&lt;/div&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt; &lt;div align=&quot;JUSTIFY&quot;&gt;Apesar da vigilância severa dos  feitores, muitos escravos fugiam das fazendas e eram então perseguidos pelos  capitães-do mato, ou capitães do-campo, homens que, em busca de recompensariam à  procura dos escravos foragidos.&lt;/div&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;  &lt;div align=&quot;LEFT&quot;&gt;Os documentos deste processo  revelaram a existência de uma grande sociedade secreta de escravos, dividida em  círculos de diversas categorias, cada um com cinco membros, cujo chefe recebia  ordens do de categoria imediatamente superior, e assim sucessivamente, até o  chefe principal. Ao que parece, estes negros, como os rebeldes da Bahia, eram  melês, isto é, sectários do Islão. A sociedade era de caráter místico, tendo a  proteção da imagem de Santo Antônio, a quem chamavamão de EI-Banda. Os chefes  inferiores chamavam-se Tates-Corongos. Esta organização secreta trabalhava de  tal maneira que, segundo parece, seu chefe supremo nunca foi descoberto. .!&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot;&gt;Tudo indicava, ainda, que a  insurreição negra de 1838 devesse alertar os fazendeiros de Vassouras, o que  realmente não ocorreu. Nove anos mais tarde, uma nova sublevação foi preparada,  segundo consta, pela mesma organização secreta e chefiada por Estêvão Pimenta. A  revolta deveria eclodir no dia 24 de junho de 1847, mas, descoberta a tempo, foi  sufocada. A raça negra encontrou ainda outras formas para lutar contra a  escravidão. Nos campos, nas cidades, sob o chicote do feitor ou subme tidos aos  caprichos dos senhores, rebelavam se contra a sua triste situação.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot;&gt;Estavam sós, nenhuma voz se levantava  a favor deles. Ainda sob o impacto da chegada à nova terra, procuravam o  suicídio. Outras vezes a saudade da pátria servia para matá-los. O banzo, a  nostalgia do africano, durante os primeiros tempos, foi o culpado da dizimação  de fazendas e distritos inteiros. Os que sobravam recorriam ao envenenamento ou,  os mais audazes, à fuga para as matas, onde, desconhecendo os caminhos e os  meios de subsistência, acabavam morrendo.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot;&gt;Para fazer frente ao suicídio ou à  fuga dos escravos, tiveram os senhores de lançar mão de expedientes cada vez  mais severos de vigilância e escarmento. Iniciava-se então a luta feroz, entre o  escravo negro e o senhor branco. O escravo só podia escolher entre dois caminhos:  viver na submissão e resignação, ou fugir em busca de vida melhor.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot;&gt;Mais tarde, já no século XIX, começou  a nova fase na história dos escravos - a da abolição. Surgiram então os clubes  abolicionistas, os jornais que em suas páginas pregavam por liberdade, os  partidos abolicionistas, os intelectuais, os políticos, os poetas, que como  Castro Alves clamavam por justiça e por resgate, em versos como:&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Lá na última senzala&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Sentado na estreita sala,&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Junto ao braseiro, no chão, Entoa o  escravo seu canto,&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;E ao cantar correm-lhe em pranto  Saudades do seu torrão...&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;LEFT&quot;&gt;Ou então:&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style=&quot;background-color: white; color: #3d85c6;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;i&gt; &lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Cai, orvaltto de sangue&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;do escravo,&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Cai, orvalho, na face do algoz.  Cresce, cresce, seara vermelha, Cresce, cresce, vingança feroz.&lt;/div&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;background-color: white; color: #3d85c6; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Em O &lt;i&gt;Navio Negreiro &lt;/i&gt;colocou  o poeta toda a sua alma, toda a sua sensibilidade em favor do escravo, quando  vociferou:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #3d85c6; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;i&gt; &lt;div align=&quot;center&quot;&gt;E existe um povo que a bandeira&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;empresta,&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Pra cobrir tanta infâmia e cobar&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;dia...&lt;/div&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;background-color: white; color: #3d85c6; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; .......................................................&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #3d85c6; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;  &lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;background-color: white; color: #3d85c6; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;i&gt;Auriverde pendão de minha terra,  Que a brisa do Brasil beija e ba&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;background-color: white; color: #3d85c6; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;i&gt;lança,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;background-color: white; color: #3d85c6; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;i&gt;Estandarte que a luz do sol encerra,&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;background-color: white; color: #3d85c6; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;i&gt;E as promessas divinas da esperança. &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;..&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #3d85c6; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;i&gt; &lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Tu, que da liberdade após a guerra,&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Foste hasteado dos heróis na lança&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Antes te houvessem roto na batalha,&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;Que servires a um povo de morta&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;lha!...&lt;/div&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;background-color: white; color: #3d85c6; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt; .......................................................&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #3d85c6; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;background-color: white; color: #3d85c6; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;i&gt;A&lt;/i&gt;&lt;i&gt;ndrada!  arranca este pendão dos&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;background-color: white; color: #3d85c6; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;i&gt;ares!&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;background-color: white; color: #3d85c6; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;i&gt;Colombo! fecha a porta dos teus&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;background-color: white; color: #3d85c6; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;i&gt;mares!&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;i&gt;Retirado de:&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;i&gt;http://www.vivabrazil.com/abolicao_da_escravatura.htm&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soudaafrica.blogspot.com/feeds/629606453055894667/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2595292266058876680/629606453055894667?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/629606453055894667'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/629606453055894667'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soudaafrica.blogspot.com/2010/11/abolicao-parte-ii.html' title='A Abolição - Parte II'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2595292266058876680.post-2748429647602400844</id><published>2010-11-13T08:20:00.000-08:00</published><updated>2010-11-13T08:20:30.049-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="abolição"/><title type='text'>Abolição da Escravatura - Lei Áurea</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 50px; margin-right: 50px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;b&gt;A História da Abolição da Escravatura, a Lei Áurea, Movimento Abolicionista, 13 de maio, libertação dos escravos, História do Brasil, abolição dos escravos, escravidão no Brasil, os abolicionistas, escravos no Brasil,&amp;nbsp; Lei do Ventre Livre, Lei dos Sexagenários, abolição da escravidão no Brasil&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 50px;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;princesa Isabel&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;112&quot; src=&quot;http://www.suapesquisa.com/historiadobrasil/princesaisabel.jpg&quot; width=&quot;93&quot; /&gt; &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;left&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 50px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.suapesquisa.com/pesquisa/princesa_isabel.htm&quot;&gt;Princesa Isabel&lt;/a&gt;: assinou a Lei Áurea em 13 de maio de 1888 &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;margin-left: 50px; margin-right: 50px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;margin-left: 50px; margin-right: 50px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;margin-left: 50px; margin-right: 50px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;Na  época em que os portugueses começaram a colonização do Brasil, não  existia mão-de-obra para a realização de trabalhos manuais. Diante  disso, eles procuraram usar o trabalho dos &lt;a href=&quot;http://www.suapesquisa.com/indios&quot;&gt; índios&lt;/a&gt; nas lavouras;  entretanto, esta escravidão não pôde ser levada adiante, pois os  religiosos se colocaram em defesa dos índios condenando sua escravidão.  Assim, os portugueses passaram a fazer o mesmo que os demais europeus  daquela época. Eles foram à busca de negros na &lt;a href=&quot;http://www.suapesquisa.com/afric&quot;&gt; África&lt;/a&gt; para submetê-los ao trabalho escravo em sua &lt;a href=&quot;http://www.suapesquisa.com/colonia&quot;&gt; colônia&lt;/a&gt;. Deu-se, assim, a entrada dos escravos no Brasil. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;margin-left: 50px; margin-right: 50px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt;&quot;&gt;&lt;b&gt;Processo de abolição da escravatura no Brasil&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;margin-left: 50px; margin-right: 50px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt;&quot;&gt;Os negros, trazidos do &lt;a href=&quot;http://www.suapesquisa.com/geografia/continente_africano.htm&quot;&gt; continente Africano&lt;/a&gt;, eram transportados dentro dos porões dos navios negreiros.  Devido as péssimas condições deste meio de transporte, muitos deles  morriam durante a viagem. Após o desembarque eles eram comprados por  fazendeiros e senhores de engenho, que os tratavam de forma cruel e  desumana. &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;margin-left: 50px; margin-right: 50px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt;&quot;&gt;Apesar  desta prática ser considerada “normal” do ponto de vista da maioria,  havia aqueles que eram contra este tipo de abuso. Estes eram os   abolicionistas (grupo formado por literatos, religiosos, políticos e  pessoas do povo); contudo, esta prática permaneceu por quase 300 anos. O  principal fator que manteve a escravidão por um longo período foi o  econômico. A economia do país contava somente com o trabalho escravo  para realizar as tarefas da roça e outras tão pesados quanto estas. As providências para a libertação dos escravos deveriam ser  tomadas lentamente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;margin-left: 50px; margin-right: 50px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt;&quot;&gt;A partir de 1870, a &lt;a href=&quot;http://www.suapesquisa.com/geografia/regiao_sul.htm&quot;&gt; região Sul&lt;/a&gt;  do Brasil passou a empregar assalariados brasileiros e imigrantes  estrangeiros; no Norte, as usinas substituíram os primitivos engenhos,  fato que permitiu a utilização de um número menor de escravos. Já nas  principais cidades, era grande o desejo do surgimento de  indústrias.Visando não causar prejuízo aos proprietários, o governo,  pressionado pela Inglaterra, foi alcançando seus objetivos aos poucos. O  primeiro passo foi dado em 1850, com a extinção do tráfico negreiro.  Vinte anos mais tarde, foi declarada a Lei do Ventre-Livre (de 28 de  setembro de 1871). Esta lei tornava livre os filhos de escravos que  nascessem a partir de sua promulgação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;margin-left: 50px; margin-right: 50px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt;&quot;&gt;Em 1885, foi aprovada a lei Saraiva-Cotegipe ou dos Sexagenários que beneficiava os negros de mais de 65 anos.Foi em 13 de maio de 1888, através da &lt;b&gt; Lei Áurea&lt;/b&gt;, que liberdade total finalmente foi alcançada pelos  negros no Brasil. Esta lei, assinada pela Princesa Isabel, abolia de vez  a escravidão no Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;margin-left: 50px; margin-right: 50px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;margin-left: 50px; margin-right: 50px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;margin-left: 50px; margin-right: 50px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;span&gt;Retirado de:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;margin-left: 50px; margin-right: 50px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;http://www.suapesquisa.com/historiadobrasil/abolicao.htm&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soudaafrica.blogspot.com/feeds/2748429647602400844/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2595292266058876680/2748429647602400844?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/2748429647602400844'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/2748429647602400844'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soudaafrica.blogspot.com/2010/11/abolicao-da-escravatura-lei-aurea.html' title='Abolição da Escravatura - Lei Áurea'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2595292266058876680.post-7230493183904962134</id><published>2010-11-07T17:53:00.000-08:00</published><updated>2010-11-07T17:53:43.889-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Discriminação"/><title type='text'>Discriminação é herança dos negros</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: medium;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;               &lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;i&gt;Apesar                  da abolição legal, a sina da escravidão parece                  nunca abandoná-los&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Lúcia                  Porto &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;img align=&quot;left&quot; height=&quot;125&quot; src=&quot;http://www.sinpro-rs.org.br/extra/nov_99/images/brasil_500.jpg&quot; width=&quot;170&quot; /&gt;Depois                  de 500 anos, a dor de cabeça continua a mesma. Reis, ditadores,                  feitores e presidentes se passaram. Se, quando o Brasil ainda                  era apenas um pedaço de terra fértil à beira de muito mar, os                  negros africanos já vinham sendo utilizados como mão-de-obra                  es-crava pelos brancos - e nem sempre nobres - senhores europeus,                  o descobrimento só fez mudar a rota do lucro para aqueles que                  viviam da venda do trabalho forçado. Entenda-se forçado porque                  exigia o comércio do homem que o realizava, resumido à categoria                  de mercadoria. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;A preocupação                  que começou a se desenhar já no desembarque dos escravos - como                  integrar essa população num país tão desigual? - ainda é uma                  constante nos dias de hoje. Em 1888 uma lei com apenas dois                  artigos, um extinguia a escravidão e outro revogava todos as disposições                  em contrário, acabou oficialmente com o comércio e com o problema.                  Não éramos mais escravistas. Com isso, deveria acabar o trabalho                  forçado. Mas não foi bem assim. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;Outras leis                  se seguiram. No início dos anos 50 deste século 20, a discriminação                  racial foi transformada em crime; a Constituição de 1988, em seu                  artigo 5º, passou a considerá-la crime inafiançável e imprescritível.                  Apesar disso, as mudanças não vieram. “A discriminação ainda é                  a maior herança e pagamento que os negros têm até hoje, como                  recompensa pelos trabalhos prestados ao país por vários séculos”,                  reclama Maria Conceição Lopes Fontoura, ativista do Movimento                  Negro, representante do Maria Mulher, organização de mulheres                  negras que atuam em Porto Alegre. Para ela, o Rio Grande do Sul                  é um estado onde o negro já acorda sabendo que é negro. “O Rio                  Grande não mascara o preconceito que tem”, completa. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;Bom ou ruim?                  Ela não sabe. Sabe que negros recebem salários menores do que                  brancos na mesma função e sabe de mulheres pretas que realizam                  tarefas bem abaixo de sua capacidade por preconceito. Dos cerca                  de 66 milhões de negros que vivem no Brasil hoje (cerca de um                  terço da população), apenas 6 milhões fazem parte da chamada                  classe média. “E os outros 60 milhões ?”, questiona. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;A história                  dos negros (como de todo homem que vive na Terra) começa na África.                  Divididos em grupos, eles disputavam espaço e poder e os mais                  fortes submetiam os mais fracos. Com o mercantilismo, os mais                  fracos foram sendo transformados em mercadoria e vendidos aos                  colonizadores europeus como mão-de-obra. As peças - homens, mulheres,                  crianças e velhos -que saíam do outro lado do mundo muitas vezes                  caminhavam milhares de quilômetros selva à dentro. No Novo Mundo                  eram ofertados, comprados, vendidos, pechinchados, tinham seus                  dentes examinados, seus músculos testados. Os bons acabavam nos                  cafezais, nos trigais, nas charqueadas. Aos fracos restava cuidar                  do gado. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;No Brasil,                  o último país americano a abolir a escravidão, mais de 3 milhões                  de escravos começaram a chegar por volta de 1550. De cada três                  que embarcavam da África nos navios negreiros, apenas um chegava                  vivo. Para o Rio Grande do Sul eles vieram junto com os casais                  de açorianos, entrando por mar, via Rio Grande, ou por terra,                  a partir de Laguna. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.dhnet.org.br/direitos/sos/discrim/racismo.gif&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;http://www.dhnet.org.br/direitos/sos/discrim/racismo.gif&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;http://www.dhnet.org.br/direitos/sos/discrim/racismo.gif&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;Os negros                  começaram a colonizar o Rio Grande antes dos imigrantes europeus                  e tiveram um papel destacado na economia gaúcha. Nos idos de                  1800, quando o charque era a força motriz do estado, o trabalho                  era todo feito por mãos negras. Segundo Maria Conceição, a situação                  de exploração não mudou muito de lá para cá. “Somos assalariados,                  mas continuamos fazendo as piores tarefas e recebendo menos                  por isso”, constata.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;http://www.sinpro-rs.org.br/extra/nov_99/brasil_500.htm &lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soudaafrica.blogspot.com/feeds/7230493183904962134/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2595292266058876680/7230493183904962134?isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/7230493183904962134'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/7230493183904962134'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soudaafrica.blogspot.com/2010/11/discriminacao-e-heranca-dos-negros.html' title='Discriminação é herança dos negros'/><author><name>Igor Natanyo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03581679224473509414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2595292266058876680.post-358835930141430554</id><published>2010-11-07T17:42:00.001-08:00</published><updated>2010-11-07T17:42:59.360-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Treze de maio"/><title type='text'>Treze de maio festa em Uberaba</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;color: #660000; font-family: Times New Roman,Times,serif; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;b&gt;Treze            de maio leva tradição às ruas da cidade de Uberaba&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #666666; font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: medium;&quot;&gt;&lt;img align=&quot;right&quot; height=&quot;194&quot; src=&quot;http://www.revelacaoonline.uniube.br/a2002/imagens/congo1.jpg&quot; width=&quot;255&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
Dia é marcado por manifestações daqueles que tiveram            seus direitos suprimidos&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;Leonardo Boloni            &lt;br /&gt;
7 período de Jornalismo&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;&quot;&gt;Neste dia 13 de maio,            comemora-se 104 anos da abolição da escravatura. Em Uberaba            a data é lembrada pelos ternos de Congo, Moçambique, Vilão            e Afoxé. A comunidade negra da cidade faz deste dia uma manifestação            festiva da dita libertação dos escravos. É um dia            de comemoração e manifestação pelos poucos            direitos dos negros em uma sociedade ainda racista.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;         &lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;&quot;&gt;Os            preparativos para o festejo começaram no sábado da Aleluia            com os ensaios dos ternos nos quartéis de cada grupo. O clima            familiar predomina durante os ensaios. Velhos, jovens e até crianças            de colo se unem num só objetivo: de fazer a melhor apresentação            no grande dia (13 de maio). &quot;É tanta gente, que tem que            pedir licença para poder entrar. Ali a criança já            envolve com o batuque e já quer dançar&quot;, ressalta            o Capitão das Caixas do Terno Zumbi de Palmares, Júlio            César Batista de Paiva, 39 anos. Desta forma a tradição            é repassada dos mais velhos para os mais novos, mantendo as raízes            culturais e crenças religiosas desses grupos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A festa em si, é uma representação de coroação            do rei do Congo, onde os vários ternos prestam a homenagem aos            festeiros do ano. Começa na alvorada do 13 de maio e se estende            ao longo do dia, fazendo cortejo da imagem de nossa Senhora do Rosário,            protetora dos escravos. Da casa da festeira, onde são prestadas            as primeiras homenagens, os ternos se dirigem à praça            Santa Terezinha, onde homenageiam a Princesa Isabel, em frente ao busto            erguido no local. De lá, seguem até a praça Comendador            Quintino, tocando seus instrumentos, cantando e fazendo evoluções            que deixam os espectadores curiosos. Nesta praça eles reverenciam            a imagem de uma mãe negra com seu filho nos braços. Depois            seguem para a igreja São Domingos, onde é realizada uma            missa em louvor à Nossa Senhora do Rosário. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo havendo diferenças entre as origens e funções            de cada terno, a devoção à Nossa Senhora do Rosário            e homenagens à princesa Isabel e José do Patrocínio,            marcam este dia de festa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O papel dos festeiros é fundamental, são eles quem orientam            os grupos e acolhem as sugestões de todos os ternos. &quot;É            uma responsabilidade muito grande, temos que nos preocupar com o fardamento,            calçados, alimentação, tudo para garantir uma boa            festa no dia 13 de maio&quot;, disse o festeiro Luiz Marcelo Conceição.            A festeira deste ano é Patrícia Jaqueline Teixeira, 19.            &quot;É com muita garra e fé que fazemos a festa acontecer&quot;.            &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo que o dia 13 de maio caia num dia de semana, como é o caso            deste ano que será na segunda-feira, a participação            dos ternos não é limitada. &quot;Tem gente que até            mata serviço e deixa a família em casa, mas não            perde a oportunidade de fazer parte da festa&quot;, assegura o Capitão            Júlio César.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todo terno tem sua história, geralmente ligada à sua crença            e raíz. Um dos &quot;caçulas&quot; da cidade é            o Terno de Moçambique Zumbi dos Palmares, formado em 98. Ele            foi fundado por José Reinaldo Teixeira, devido a uma promessa            feita a Nossa Senhora do Rosário em prol da reuperação            de sua filha.. &quot;No 13 de maio de 1996, minha filha Patrícia            saiu de bicicleta a pedido da avó. Ao descer o morro o freio            da bicileta falhou. Foi um acidente feio.&quot;, lembra o pai. &quot;Não            se sabia quem era a Patrícia ou a bicicleta&quot;, completa Júlio.            Desde então, José Reinaldo prometeu à Nossa Senhora            do Rosário, levantar um terno de Moçambique e mantê-lo            durante sete anos. &quot;Quem a viu na época e a vê hoje            diz que a Patrícia nasceu de novo&quot;. O pai se orgulha mais            ainda ao ver que sua filha é a festeira deste ano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O festeiro Luiz Marcelo também tem uma história de fé            por trás de seu envolvimento na tradição. Aos seis            meses de idade, precisou se submeter a uma cirurgia no ouvido. Sua mãe            fez uma promessa a Nossa Senhora do Rosário, de que se desse            tudo certo, ele iria começar a dançar aos sete anos. Marcelo,            hoje com 42 anos, é uma pessoa muito envolvida no festejo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
José Reinaldo Teixeira que também é presidente            da Associação de Congada, Moçambique, Vilão            e Afoxé de Uberaba, explica que a festa, além de comemorar            a libertação dos escravos, é uma manifestação            dos negros em relação a sua pseudo liberdade, como faz            questão de frisar José Reinaldo. &quot;Nossos antepassados            foram libertos, mas não lhes deram um pedaço de terra            para plantar ou enxada para que pudessem trabalhar&quot;, conta. A falta            de trabalho e de oportunidades de desenvolvimento social enfretadas            pelos negros após a abolição, fizeram com que muitos            optassem por continuar com seus senhores. Nos anos que se seguiram as            oportunidades foram cavadas paulatinamente. Hoje a desigualdade ainda            persiste. Os negros representam minorias nas faculdades e compõem            a grande porcentagem das classes economicamente inferiores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;Hoje homenageamos àqueles negros que nas senzalas sofreram,            nos troncos morreram, e as mães que tiveram seus filhos arrancados            para nunca mais vê-los&quot;, explica José Reinaldo. De            acordo com ele, os negros ainda são cativos, ainda vão            para o tronco e são chibatados, de uma forma ou de outra, ainda            sofrem os reflexos de seu passado. Por isso, para o General, o dia 13            de maio se transformou em um manifesto. &quot;É uma forma de            manifestar festivamente, com alegria, tradição e dignidade.            Quando ouvimos uma caixa maiá, a emoção toma conta            de nós. É uma coisa incrível&quot;, completa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;&quot;&gt;http://www.revelacaoonline.uniube.br/a2002/cultura/abolicao5.html &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soudaafrica.blogspot.com/feeds/358835930141430554/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2595292266058876680/358835930141430554?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/358835930141430554'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/358835930141430554'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soudaafrica.blogspot.com/2010/11/treze-de-maio-festa-em-uberaba.html' title='Treze de maio festa em Uberaba'/><author><name>Igor Natanyo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03581679224473509414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2595292266058876680.post-2704417247405611655</id><published>2010-11-07T17:41:00.000-08:00</published><updated>2010-11-07T17:41:27.882-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Discriminação"/><title type='text'>A Defesa da Justiça</title><content type='html'>&lt;a href=&quot;http://www.direitoshumanosaac.org/wp-content/uploads/2010/03/racism-2.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;http://www.direitoshumanosaac.org/wp-content/uploads/2010/03/racism-2.jpg&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;267&quot; src=&quot;http://www.direitoshumanosaac.org/wp-content/uploads/2010/03/racism-2.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;&quot;&gt;           Em caso de atitude preconceituosa, o ofendido deve procurar orientação            e fazer o que é certo: denunciar. O Promotor de Direitos Humanos            de Uberaba e professor no curso de Direito da Universidade de Uberaba,            Emmanuel Aparecido Carapunarla, afirma que, segundo as leis brasileiras,            inúmeros comportamentos são considerados racistas. &quot;O            crime acontece quando qualquer ato impede um cidadão de fazer            ou realizar algo devido à cor de sua pele, sua crença,            entre outros casos. As punições não tratam somente            de discriminação racial&quot;, aponta Carapunarla. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para se abrir um processo contra um crime ligado ao preconceito racial,            é necessário que se identifique primeiramente o crime            praticado. Se for identificado como racismo, basta chegar ao conhecimento            das autoridades. &quot;O Ministério Público é obrigado            a agir nestes casos de Ação Penal Pública&quot;,            esclarece Carapunarla. Se for um crime contra a honra ou religião,            a própria pessoa deve iniciar a Ação Penal, porque            é privada. As provas devem ser concretas, pois o processo penal            aceita qualquer uma, desde que seja lícita, como gravações,            depoimentos, documentos, entre outras. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O racismo é um crime inafiançável, ou seja, se            for preso em flagrante, o agressor vai aguardar o resultado do processo            na cadeia. A pena pode chegar até cinco anos de prisão.            &lt;br /&gt;
Maria das Dores desabafa esclarecendo que as pessoas devem lutar pela            igualdade social a todo custo. Não podem deixar que sejam ofendidos,            magoados, destratados. Denunciando, as pessoas vão conseguir            o que realmente merecem: igualdade e respeito. &quot;É preciso            uma consciência para juntar forças em torno da causa. É            preciso agir como um grupo a fim de se libertarem destes atos que diminuem            as pessoas na sociedade&quot;, conclui.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;&quot;&gt;http://www.revelacaoonline.uniube.br/a2002/cultura/abolicao3.html &lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soudaafrica.blogspot.com/feeds/2704417247405611655/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2595292266058876680/2704417247405611655?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/2704417247405611655'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/2704417247405611655'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soudaafrica.blogspot.com/2010/11/defesa-da-justica.html' title='A Defesa da Justiça'/><author><name>Igor Natanyo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03581679224473509414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2595292266058876680.post-1779395835556747413</id><published>2010-11-07T17:37:00.001-08:00</published><updated>2010-11-07T17:37:33.619-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Discriminação"/><title type='text'>Vida de uma mulher negra</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman,Times,serif; font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img align=&quot;right&quot; height=&quot;297&quot; src=&quot;http://www.revelacaoonline.uniube.br/a2002/imagens/Vera.jpg&quot; width=&quot;166&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
Se o preconceito racial proveniente somente da raça já            é uma carga pesada para ser carregado por uma pessoa, a situação            fica mais complicada quando esta pessoa além de sofrer a discriminação            por sua raça a sofre também pelo sexo. É o caso            da dona de casa Vera Lúcia Dantas Barbieri, 46 anos, cuja história            ilustra bem esta realidade.&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;         &lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman,Times,serif; font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;&quot;&gt;Vera            Lúcia, ou Vera do Gato como é conhecida, nasceu na Bahia,            não sabe ao certo a cidade, pois foi registrada em Belo Horizonte/MG.            Filha de pais separados, sua mãe ao passar por Sacramento/MG,            perguntou à uma família do município se queriam            cuidar de Vera, caso contrário a jogaria no rio. Vera então            se enquadrava na seguinte situação: mulher, órfã            e negra. Sua família adotiva lhe deu todo amor e conforto que            podiam, mesmo assim ela cresceu rebelde. Vestia roupas masculinas, cortava            os cabelos bem curtos e não deixava que ninguém a ofendesse.            &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se acaso alguém a chamava de &quot;preta&quot; ou de órfã,            não ficava magoada nem se deixava abalar. &quot;Eu sempre resolvi            meus problemas, nunca levei os meus casos para casa, quando era necessário            eu até dava um ‘coro’ nos meninos que tentavam me ofender&quot;,            declara Vera. &lt;br /&gt;
Na época em que morou em Sacramento, por volta da década            de 70, pessoas negras eram proibidas de entrar no Sacramento Tênis            Clube, que fica localizado em uma das principais ruas do município.            Nesta mesma época, ela completou quinze anos e como seu padrinho            era uma dos maiores sócios do clube, Vera pode participar do            Baile Debutante juntamente com as outras garotas que aniversariavam            naquele ano. &quot;Não teve uma pessoa que não tenha me            olhado torto naquela festa, afinal, eu era a única ‘preta’            vestida de dama. As outras garotas eram branquinhas, loirinhas dos olhos            azuis, mais nem isso me tirou do salto&quot;, afirma. Vera entrou e            rodou dançando pelo salão como uma princesa . &quot;Os            olhares indiscretos faziam com que eu me achasse mais bonita. As meninas            morriam de raiva de meu jeito superior e os garotos estavam doidos para            saber quem eu era&quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aos 19 anos Vera ficou grávida dando a luz à um garoto            que se chama Alex. Ela então era mulher, negra, órfã            e mãe solteira. Sua família lhe deu total apoio, mas a            sociedade não perdoou. Ela recebeu ofensas de todos os tipos,            mas não se deixou abalar. Com 23 anos casou-se com Alberto Barbieri            e teve mais duas filhas. &quot;Por ironia do destino, todos meus filhos            são loiros e modéstia à parte, lindos! Aí            que o ‘trem’ teve feio! O povo não acreditava que uma            mulher da cor negra podia ter filhos bonitos e ainda mais, loiros!&quot;,            ironisa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje ela mora em Conquista e conta diversos casos sobre discriminação.            Confessa que já perguntaram a ela se era a babá ou empregada            da família quando estava com seus filhos em algum lugar. Quando            alguém a chama de preta ou negra ela sorri. &quot;Às vezes            até agradeço&quot;. Ela sabe que a cor de uma pessoa não            interfere em seu caráter nem em seu comportamento. &quot;O que            vale é o que cada um tem dentro de si. Pobres são aqueles            que pensam que a raça diferencia uma pessoa das outras&quot;.            Vera nunca pensou em entrar na justiça por causa de discriminação,            ela disse que naquela época não resolvia muito, então            preferia resolver pessoalmente, o que nem sempre é a melhor saída.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soudaafrica.blogspot.com/feeds/1779395835556747413/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2595292266058876680/1779395835556747413?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/1779395835556747413'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/1779395835556747413'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soudaafrica.blogspot.com/2010/11/vida-de-uma-mulher-negra.html' title='Vida de uma mulher negra'/><author><name>Igor Natanyo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03581679224473509414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2595292266058876680.post-2491552101372246228</id><published>2010-11-07T17:36:00.002-08:00</published><updated>2010-11-07T17:36:50.166-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Discriminação"/><title type='text'>Somos todos escravos</title><content type='html'>&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;img align=&quot;right&quot; height=&quot;168&quot; src=&quot;http://www.revelacaoonline.uniube.br/a2002/imagens/negro1.jpg&quot; width=&quot;255&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
Wagner Ghizzoni Júnior&lt;br /&gt;
6 período de jornalismo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Neste mês é comemorada a Abolição da Escravatura.            Em 1888 a princesa Isabel declarou que os negros não eram obrigados            a trabalhar de graça e serem humilhados de todas as formas pelos            brancos.&lt;br /&gt;
Porém, hoje a realidade é que a escravidão está            aí, não só para negros, mas para brancos, amarelos,            vermelhos…e não há lei que a impeça. Ao contrário            da escravidão dos negros, que era escancarada, esta é            uma escravidão silenciosa, que quase não se percebe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Somos todos escravos. Queremos tomar um suco de laranja, mas a Coca            Cola não deixa. Queremos sair e praticar um esporte, mas o Domingo            Legal nos impede. Não adianta querer comprar um tênis simples:            a sociedade, nossa terrível senhora, nos chicoteia com artistas            famosos usando Nike.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você vai dizer que não é escravo? Pense bem. Será            que nunca deixou de comer um pão com queijo para ir ao Mc´Donalds?            E aquela caminhada que vocêÊ queria fazer no outro dia?            Ah, é, mas tava passando novela.&lt;br /&gt;
AH, vocêÊ é daqueles que pensam o contrário.            Você que é o suserano, que chega numa festa com as roupas            da última moda, das melhores grifes, e os vassalos são            aqueles que se vestem como querem. Será que é você            que tem que olhar com ar superior para eles?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem pouquíssimas pessoas que não se deixam levar pelos            valores que a sociedade atual prega. Se você é uma delas,            parabéns. Agora, se vocêÊ já foi um escravo            e conseguiu se libertar, mais parabéns ainda, porque isso é            muito difícil. Pena que – aposto – as pessoas ao seu            redor não são como você.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E é uma pena que este toque que estamos dando não vai            chegar a todos os que precisam. A grande maioria não lê,o            Revelação. Afinal, é algo tão arcaico como            assistir a programação da TV Cultura quando Casa dos Artistas            e o Clone estão lutando pelo primeiro lugar no Ibope!&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soudaafrica.blogspot.com/feeds/2491552101372246228/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2595292266058876680/2491552101372246228?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/2491552101372246228'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/2491552101372246228'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soudaafrica.blogspot.com/2010/11/somos-todos-escravos.html' title='Somos todos escravos'/><author><name>Igor Natanyo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03581679224473509414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2595292266058876680.post-8456503427105293557</id><published>2010-11-07T17:36:00.000-08:00</published><updated>2010-11-07T17:36:09.425-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Discriminação"/><title type='text'>Discriminação perpétua</title><content type='html'>&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman,Times,serif; font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img align=&quot;right&quot; height=&quot;189&quot; src=&quot;http://www.revelacaoonline.uniube.br/a2002/imagens/escravidao.jpg&quot; width=&quot;255&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman,Times,serif; font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;&quot;&gt;            &lt;span style=&quot;color: #666666; font-size: medium;&quot;&gt;&lt;b&gt;&quot;O preconceito é um relativismo            individual que resulta em conseqüências graves. As pessoas            por acharem que são melhores começam a desmerecer as outras&quot;            &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman,Times,serif; font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
Luciana Souza&lt;br /&gt;
7 período de jornalismo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É comum ouvir dizer que no Brasil já não existe            mais racismo, preconceito ou discriminação. Ao mesmo tempo            é impossível negar o alargamento das diferenças            sociais e econômicas sofridas pela sociedade no decorrer dos séculos.            Para entender estas diferenças é necessário voltar            ao período de colonização do País, para            perceber também, que há, através da história            a perpetuação da discriminação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com a socióloga, Maria das Dores Silva, professora            da Universidade de Uberaba, a sociedade contribui para que o preconceito            seja voltado para os negros. Durante a colonização do            Brasil, as terras foram tiradas do poder dos índios, que se viram            obrigados a trabalhar. Como não se adaptaram bem, por recusarem            a escravidão, foram substituídos pelos escravos africanos.            Os negros foram arrancados de sua pátria e trazidos para as Américas            - um continente desconhecido, onde não lhes ofereceram nenhuma            vantagem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo depois da abolição, no dia 13 de maio de 1888, os            negros não se libertaram. Data daí, de acordo com a socióloga            o período da intensificação do preconceito.&quot;O            conflito pessoal começa quando a raça branca faz algum            tipo de comentário sobre o passado dos índios ou negros,            por causa da escravidão&quot;, aponta Maria das Dores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É necessário também, na visão de Maria das            Dores, recorrer a Biologia para que o racismo não seja analisado            somente no campo ideológico. &quot;Existe uma parte da ciência,            também chamada de Racismo, que estuda a mensuração            das espécies humanas. São comparados ossos de homens negros            com os de brancos, amarelos e vermelhos, para indicar quais são            as diferenças entre cada raça&quot;, explica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É exatamente essa mistura de raças que pode causar mudanças            na sociedade. O Racismo ou Etnocentrismo, é a característica            de um grupo racial que cria conflitos, tentando mostrar-se melhor que            os outros. A Sociologia classifica o racismo como uma discriminação            ideológica, na qual um grupo considera ter mais qualidades que            o outro. &quot;O preconceito é um relativismo individual que            resulta em conseqüências graves. As pessoas por acharem que            são melhores começam a desmerecer as outras&quot;, esclarece.            &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman,Times,serif; font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;&quot;&gt;Para            a Psicólogia, o racismo pode gerar certos tipos de patologias            nas pessoas discriminadas. A psicóloga Osimar Beatriz Tura, cuja            experiência somam-se nove anos de atendimento clínico na            cidade de Conquista/MG explicou que as pessoas, quando discriminadas,            sofrem um certo isolamento podendo ter como consequência a violência.            &quot;Quando alguém está sendo inferiorizado, seja por            causa de sua cor ou por sua crença, passa a desenvolver problemas            psicológicos. Com isso fica doente ou até mesmo desenvolve            um sentimento de raiva, tornando-se violento&quot;, exemplifica.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times New Roman,Times,serif; font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: small;&quot;&gt;http://www.revelacaoonline.uniube.br/a2002/cultura/abolicao.html &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soudaafrica.blogspot.com/feeds/8456503427105293557/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2595292266058876680/8456503427105293557?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/8456503427105293557'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/8456503427105293557'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soudaafrica.blogspot.com/2010/11/discriminacao-perpetua.html' title='Discriminação perpétua'/><author><name>Igor Natanyo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03581679224473509414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2595292266058876680.post-6251351515655302874</id><published>2010-02-15T08:12:00.000-08:00</published><updated>2010-02-15T08:12:58.322-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Tráfico de escravos para o Brasil"/><title type='text'>Tráfico de escravos para o Brasil</title><content type='html'>&lt;img alt=&quot;http://www.africanidade.com/content_images/5/amistad3.jpg&quot; height=&quot;187&quot; src=&quot;http://www.africanidade.com/content_images/5/amistad3.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;img alt=&quot;http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/7/7a/Navio_negreiro_-_Rugendas.jpg&quot; height=&quot;195&quot; src=&quot;http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/7/7a/Navio_negreiro_-_Rugendas.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Tr%C3%A1fico&quot; title=&quot;Tráfico&quot;&gt;tráfico&lt;/a&gt; de escravos para o &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil&quot; title=&quot;Brasil&quot;&gt;Brasil&lt;/a&gt; refere-se ao período da história em que houve uma migração forçada de Africanos para o Brasil. Portugueses, brasileiros e mais tarde holandeses dominaram um comércio que envolveu a movimentação de milhares de pessoas. &lt;br /&gt;
O comércio de escravos estava solidamente implantado no continente Africano e existiu durante milhares de anos. Nações Africanas como os &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Ashanti&quot; title=&quot;Ashanti&quot;&gt;Ashanti&lt;/a&gt; do &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Gana&quot; title=&quot;Gana&quot;&gt;Gana&lt;/a&gt; e os &lt;a class=&quot;mw-redirect&quot; href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Yoruba&quot; title=&quot;Yoruba&quot;&gt;Yoruba&lt;/a&gt; da &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Nig%C3%A9ria&quot; title=&quot;Nigéria&quot;&gt;Nigéria&lt;/a&gt; tinham as suas economias assentes no comércio de escravos. O tráfico e comércio de escravos era intercontinental, registando-se um grande comércio de escravos europeus nos mercados Africanos já durante o &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Imp%C3%A9rio_Romano&quot; title=&quot;Império Romano&quot;&gt;Império Romano&lt;/a&gt;. Mais tarde com o tráfico de eslavos, os &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Saqaliba&quot; title=&quot;Saqaliba&quot;&gt;saqaliba&lt;/a&gt;, que eram levados para o &lt;a class=&quot;mw-redirect&quot; href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Al-Andaluz&quot; title=&quot;Al-Andaluz&quot;&gt;Al-Andaluz&lt;/a&gt; o comércio passou da &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Europa&quot; title=&quot;Europa&quot;&gt;Europa&lt;/a&gt; para &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81frica&quot; title=&quot;África&quot;&gt;África&lt;/a&gt;, e continuou com os raids dos &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Piratas_da_Barb%C3%A1ria&quot; title=&quot;Piratas da Barbária&quot;&gt;Piratas da Barbária&lt;/a&gt; que duraram até ao fim do século XIX.&lt;br /&gt;
O tráfico de Africanos para o Brasil deu-se paralelamente ao tráfico de Europeus para África. Os portugueses começaram o seu contacto com os mercados de escravos Africanos para resgatar cativos civis e militares desde o tempo da &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Reconquista&quot; title=&quot;Reconquista&quot;&gt;Reconquista&lt;/a&gt;.&lt;sup class=&quot;reference&quot; id=&quot;cite_ref-0&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Tr%C3%A1fico_de_escravos_para_o_Brasil#cite_note-0&quot;&gt;[1]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt; Quando &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Catarina_de_%C3%81ustria&quot; title=&quot;Catarina de Áustria&quot;&gt;Catarina de Áustria&lt;/a&gt; autoriza o tráfico de escravos para o Brasil o comércio de escravos oriundos da África, que antes era dominado pelos Africanos, passa a ser também dominado por Europeus.&lt;br /&gt;
As listas dos resgates de cativos escravizados e libertados durante o reinado de&lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_V_de_Portugal&quot; title=&quot;João V de Portugal&quot;&gt;D. João V&lt;/a&gt; revelam que até brasileiros chegaram a ser capturados e vendidos no mercado Africano.&lt;sup class=&quot;reference&quot; id=&quot;cite_ref-1&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Tr%C3%A1fico_de_escravos_para_o_Brasil#cite_note-1&quot;&gt;[2]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;sup class=&quot;reference&quot; id=&quot;cite_ref-2&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Tr%C3%A1fico_de_escravos_para_o_Brasil#cite_note-2&quot;&gt;[3]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;br /&gt;
Os escravos Africanos que os portugueses comerciavam, no começo passavam por Portugal, onde uma parte menor era levada principalmente por via marítima, para outros países europeus &lt;sup class=&quot;reference&quot; id=&quot;cite_ref-3&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Tr%C3%A1fico_de_escravos_para_o_Brasil#cite_note-3&quot;&gt;[4]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt; e outra parte destinava-se ao Brasil e ilhas.&lt;br /&gt;
O trafico de escravos para o Brasil não era exclusivo de comerciantes brancos europeus e brasileiros, mas era uma actividade em que os pumbeiros, que eram mestiços, negros livres e também ex-escravos,&lt;sup class=&quot;reference&quot; id=&quot;cite_ref-4&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Tr%C3%A1fico_de_escravos_para_o_Brasil#cite_note-4&quot;&gt;[5]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt; não só se dedicavam ao tráfico de escravos como controlavam o comércio costeiro – no caso de Angola, também parte do comércio interior –para além de fazerem o papel de de mediadores culturais no comércio de escravos da África Atlântica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;&lt;span class=&quot;mw-headline&quot; id=&quot;O_m.C3.B3bil_do_tr.C3.A1fico_-_a_economia_a.C3.A7ucareira&quot;&gt;O móbil do tráfico - a economia açucareira&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2&gt;&lt;span class=&quot;mw-headline&quot; id=&quot;O_m.C3.B3bil_do_tr.C3.A1fico_-_a_economia_a.C3.A7ucareira&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;A partir de 1530,com o conhecimento adquirido no fabrico do &lt;a class=&quot;mw-redirect&quot; href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/A%C3%A7ucar&quot; title=&quot;Açucar&quot;&gt;açucar&lt;/a&gt; nas ilhas da &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Madeira&quot; title=&quot;Madeira&quot;&gt;Madeira&lt;/a&gt; e de &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Tom%C3%A9&quot; title=&quot;São Tomé&quot;&gt;São Tomé&lt;/a&gt;, e depois com a criação em 1549 do Governo Geral para o Brasil, a Coroa portuguesa procurou incentivar construção de &lt;a class=&quot;mw-redirect&quot; href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Engenhos_de_a%C3%A7ucar&quot; title=&quot;Engenhos de açucar&quot;&gt;engenhos de açucar&lt;/a&gt; no Brasil. Mas os colonos encontraram grandes dificuldades no recrutamento da mão-de-obra e na falta de capitais para financiar a montagem dos engenhos de açucar. &lt;sup class=&quot;reference&quot; id=&quot;cite_ref-5&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Tr%C3%A1fico_de_escravos_para_o_Brasil#cite_note-5&quot;&gt;[6]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt; As várias epidemias que, a partir de 1560, dizimavam os escravos índios em proporções alarmantes originou a que Coroa portuguesa fizessem leis que proibiam de forma parcial a escravatura de índios isto é, &quot;proibiam a escravização dos índios convertidos e só permitiam a captura de escravos através de guerra justa contra os índios que combatessem ou devorassem os Portugueses, ou os Índios aliados, ou os escravos; esta guerra justa deveria ser decretada pelo soberano ou pelo Governador-Geral&quot;. &lt;sup class=&quot;reference&quot; id=&quot;cite_ref-6&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Tr%C3%A1fico_de_escravos_para_o_Brasil#cite_note-6&quot;&gt;[7]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt; Outras adaptações desta lei surgiram mais tarde.&lt;br /&gt;
A subsequente falta de mão de obra levou a que se necessitasse de introduzir mão de obra de outra origem.&lt;br /&gt;
Quanto aos holandeses, a partir de 1630 começam ocupar as regiões produtoras de açúcar no Brasil e para suprir a falta de mão de obra escrava, em 1638 lançam-se na conquista do entreposto português de São Jorge da Mina e em 1641 organizam a invasão de Angola.&lt;sup class=&quot;reference&quot; id=&quot;cite_ref-7&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Tr%C3%A1fico_de_escravos_para_o_Brasil#cite_note-7&quot;&gt;[8]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;br /&gt;
Argumenta-se que a sobrevivência das primeiras &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Engenhoca&quot; title=&quot;Engenhoca&quot;&gt;engenhocas&lt;/a&gt;, o plantio de &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Cana-de-a%C3%A7%C3%BAcar&quot; title=&quot;Cana-de-açúcar&quot;&gt;cana-de-açúcar&lt;/a&gt;, do &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Algod%C3%A3o&quot; title=&quot;Algodão&quot;&gt;algodão&lt;/a&gt;, do &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Cafeeiro&quot; title=&quot;Cafeeiro&quot;&gt;café&lt;/a&gt; e do &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Fumo&quot; title=&quot;Fumo&quot;&gt;fumo&lt;/a&gt; foram os elementos decisivos para que a &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Metr%C3%B3pole&quot; title=&quot;Metrópole&quot;&gt;metrópole&lt;/a&gt; enviasse para o &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil&quot; title=&quot;Brasil&quot;&gt;Brasil&lt;/a&gt; os primeiros escravos africanos, vindos de diversas partes da &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81frica&quot; title=&quot;África&quot;&gt;África&lt;/a&gt;, trazendo consigo, seus hábitos, costumes, &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%BAsica&quot; title=&quot;Música&quot;&gt;música&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Dan%C3%A7a&quot; title=&quot;Dança&quot;&gt;dança&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Culin%C3%A1ria&quot; title=&quot;Culinária&quot;&gt;culinária&lt;/a&gt;, língua, &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Mito&quot; title=&quot;Mito&quot;&gt;mitos&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Rito&quot; title=&quot;Rito&quot;&gt;ritos&lt;/a&gt; e a &lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Religi%C3%A3o&quot; title=&quot;Religião&quot;&gt;religião&lt;/a&gt;, que se infiltrou no povo, formando, ao lado da &lt;a class=&quot;mw-redirect&quot; href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Religi%C3%A3o_cat%C3%B3lica&quot; title=&quot;Religião católica&quot;&gt;religião católica&lt;/a&gt;, as duas maiores &lt;a class=&quot;mw-redirect&quot; href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Religi%C3%B5es_do_Brasil&quot; title=&quot;Religiões do Brasil&quot;&gt;religiões do Brasil&lt;/a&gt;.&quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;&lt;span class=&quot;mw-headline&quot; id=&quot;os_primeiros_escravos_e_a_legaliza.C3.A7.C3.A3o_da_escravatura&quot;&gt;os primeiros escravos e a legalização da escravatura&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2&gt;&lt;span class=&quot;mw-headline&quot; id=&quot;os_primeiros_escravos_e_a_legaliza.C3.A7.C3.A3o_da_escravatura&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;A coroa Portuguesa autorizou a escravatura com a bênção papal, documentada nas bulas de Nicolau V Dum diversus e Divino Amorecommuniti, ambas de 1452, que autorizavam os portugueses a reduzirem os africanos à condição de escravos com o intuito de os cristianizar,&lt;sup class=&quot;reference&quot; id=&quot;cite_ref-8&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Tr%C3%A1fico_de_escravos_para_o_Brasil#cite_note-8&quot;&gt;[9]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt; A regulamentação da escravatura era legislada nas &lt;a class=&quot;mw-redirect&quot; href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Ordena%C3%A7%C3%B5es_manuelinas&quot; title=&quot;Ordenações manuelinas&quot;&gt;ordenações manuelinas&lt;/a&gt; &lt;sup class=&quot;reference&quot; id=&quot;cite_ref-9&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Tr%C3%A1fico_de_escravos_para_o_Brasil#cite_note-9&quot;&gt;[10]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;, a adopção da escravatura vinha assim tentar ultrapassar a grande falta de mão de obra, que também se verificava por toda a Europa, devido à recorrência de epidemias muitas provenientes de África e do Oriente. até a primeira metade do século XV a população portuguesa apresentou queda demográfica constante.&lt;sup class=&quot;reference&quot; id=&quot;cite_ref-10&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Tr%C3%A1fico_de_escravos_para_o_Brasil#cite_note-10&quot;&gt;[11]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;br /&gt;
Quanto aos governos Africanos, quer fossem de religião muçulmana &lt;sup class=&quot;reference&quot; id=&quot;cite_ref-11&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Tr%C3%A1fico_de_escravos_para_o_Brasil#cite_note-11&quot;&gt;[12]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt; ou de outras religiões nativas já praticavam a escravatura muito antes dos europeus se iniciarem no tráfico. Diversas nações africanas tinham as suas economias dependentes do tráfico de escravos e viam o comercio de escravos com os europeus como mais uma oportunidade de negócio.&lt;sup class=&quot;reference&quot; id=&quot;cite_ref-12&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Tr%C3%A1fico_de_escravos_para_o_Brasil#cite_note-12&quot;&gt;[13]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt; &lt;sup class=&quot;reference&quot; id=&quot;cite_ref-13&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Tr%C3%A1fico_de_escravos_para_o_Brasil#cite_note-13&quot;&gt;[14]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;br /&gt;
O mais antigo registo de envio de escravos africanos para o Brasil data de 1533 quando Pero de Góis, Capitão-Mor da Costa do Brasil, solicitou ao Rei a remessa de 17 negros para a sua capitania de São Tomé (Paraíba do Sul/Macaé)&lt;br /&gt;
Seguidamente, por Alvará de 29 de Março de 1559, D. Catarina de Áustria, regente de Portugal, autorizou cada senhor de engenho do Brasil, mediante certidão passada pelo Governador Geral, a importar até 120 escravos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;&lt;span class=&quot;mw-headline&quot; id=&quot;como_o_africano_se_tornava_escravo&quot;&gt;como o africano se tornava escravo&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2&gt;&lt;span class=&quot;mw-headline&quot; id=&quot;como_o_africano_se_tornava_escravo&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;Quando os portugueses chegaram a África encontraram um mercado africano de escravos largamente implementado e bastante extenso O africanos eram escravizados por diversos motivos antes de serem adquiridos:&lt;sup class=&quot;reference&quot; id=&quot;cite_ref-14&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://pt.wikipedia.org/wiki/Tr%C3%A1fico_de_escravos_para_o_Brasil#cite_note-14&quot;&gt;[15]&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;prisioneiro de guerra&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;punição para quem fosse condenado por roubo, assassinato, feitiçaria e, às vezes, adultério&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;penhora, as pessoas eram penhoradas como garantia para o pagamento de dívidas.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;rapto individual ou de um grupo pequeno de pessoas no ataque a pequenas vilas,&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;troca de um membro da comunidade por comida.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;Retirado do site&lt;br /&gt;
http://pt.wikipedia.org/wiki/Tr%C3%A1fico_de_escravos_para_o_Brasil</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soudaafrica.blogspot.com/feeds/6251351515655302874/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2595292266058876680/6251351515655302874?isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/6251351515655302874'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/6251351515655302874'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soudaafrica.blogspot.com/2010/02/trafico-de-escravos-para-o-brasil.html' title='Tráfico de escravos para o Brasil'/><author><name>Igor Natanyo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03581679224473509414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2595292266058876680.post-1123158458223175193</id><published>2010-02-13T04:17:00.000-08:00</published><updated>2010-02-13T04:27:40.311-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="letra Música We Are The World (USA For Africa)"/><title type='text'>Música We Are The World (USA For Africa)</title><content type='html'>&lt;table class=&quot;cor_2&quot; id=&quot;tbl_traducoes&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;&lt;h3&gt;We Are The World (USA For Africa)&lt;/h3&gt;&lt;/td&gt;        &lt;td class=&quot;col2&quot;&gt;&lt;h3&gt;Nós Somos o Mundo (EUA Para a Africa)&lt;/h3&gt;&lt;/td&gt;       &lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;spc&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot; style=&quot;color: blue;&quot;&gt;&lt;small&gt;Composição: Lionel Richie / Michael Jackson&lt;/small&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;Lionel Richie -&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Lionel Richie -&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;There comes a time... when we hear a certain call&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Haverá um tempo... em que ouviremos um chamado&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;spc &quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1 vazio&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;Lionel Richie &amp;amp; Stevie Wonder -&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Lionel Richie &amp;amp; Stevie Wonder -&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;When the world must come together as one&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Quando o mundo deverá se juntar como um só&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;spc &quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1 vazio&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;Stevie Wonder -&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Stevie Wonder -&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;There are people dying&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Há pessoas morrendo&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;spc &quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1 vazio&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;Paul Simon -&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Paul Simon -&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;And its time to lend a hand to life&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;E é tempo de emprestar uma mão para a vida&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;spc &quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1 vazio&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;Paul Simon &amp;amp; Kenny Rogers -&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Paul Simon &amp;amp; Kenny Rogers -&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;There greatest gift of all&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Esse é o maior presente de todos&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;spc &quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1 vazio&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;Kenny Rogers -&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Kenny Rogers -&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;We cant go on pretending day by day&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Nós não podemos continuar fingindo todos os dias&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;spc &quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1 vazio&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;James Ingram -&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;James Ingram -&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;That someone, somewhere will soon make a change&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Que alguém, em algum lugar, irá em breve fazer a diferença&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;spc &quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1 vazio&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;Tina Turner -&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Tina Turner -&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;We are all a part of Gods great big family&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Nós somos todos parte da grande família de Deus&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;spc &quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1 vazio&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;Billy Joel -&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Billy Joel -&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;And the truth,&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;E a verdade,&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;spc &quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1 vazio&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;Tina Turner &amp;amp; Billy Joel -&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Tina Turner &amp;amp; Billy Joel -&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;You know, love is all we need&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Você sabe... amor é tudo o que precisamos&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;spc &quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1 vazio&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;Michael Jackson -&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Michael Jackson -&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;We are the world, we are the children&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Nós somos o mundo, nós somos as crianças&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;We are the ones who make a brighter day&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Nós somos aqueles que criamos um dia mais brilhante&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;So lets start giving&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Então vamos começar doando&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;spc &quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1 vazio&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;Diana Ross -&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Diana Ross -&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;Theres a choice we&#39;re making&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;É uma escolha que estamos fazendo&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;We&#39;re saving out own lives&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Estamos salvando nossas próprias vidas&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;spc &quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1 vazio&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;Michael Jackson &amp;amp; Diana Ross -&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Michael Jackson &amp;amp; Diana Ross -&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;It&#39;s true we&#39;ll make a better day&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;É verdade que nós vamos criar um dia melhor&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;Just you and me&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Só você e eu&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;spc &quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1 vazio&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;Dionne Warwick -&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Dionne Warwick -&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;We&#39;ll send them your heart so they&#39;ll know that someone cares&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Envie a eles seu coração, então eles saberão que alguém se importa&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;spc &quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1 vazio&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;Dionne Warwick &amp;amp; Willie Nelson -&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Dionne Warwick &amp;amp; Willie Nelson -&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;And their lives will be stronger and free&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;E suas vidas serão mais fortes e livres&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;spc &quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1 vazio&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;Willie Nelson -&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Willie Nelson -&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;As God has shown us by turning stones to bread&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Assim como Deus nos mostrou transformando pedras em pão&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;spc &quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1 vazio&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;Al Jarreau -&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Al Jarreau -&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;So we all must lend a helping hand&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Então todos devemos dar uma mão para ajudar&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;spc &quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1 vazio&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;Bruce Springsteen -&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Bruce Springsteen -&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;We are the world, we are the children,&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Nós somos o mundo, nós somos as crianças,&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;Kenny Logins -&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Kenny Logins -&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;We are the ones who make a brighter day&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Nós somos aqueles que criamos um dia mais brilhante&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;So let&#39;s start giving&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Então vamos começar doando&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;Steve Perry -&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Steve Perry -&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;Theres a choice we&#39;re making&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;É uma escolha que estamos fazendo&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;Daryl Hall -&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Daryl Hall -&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;Michael Jackson -&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Michael Jackson -&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;When you&#39;re down and out, there seems no hope at all&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Quando você está pra baixo, parece que não há esperança&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;spc &quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1 vazio&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;Huey Lewis -&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Huey Lewis -&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;But if you just believe theres no way we can fall&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Mas se você simplesmente acreditar que não há chance, nós poderemos cair&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;spc &quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1 vazio&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;Cindy Lauper -&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Cindy Lauper -&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;Let us realize that a change can only come&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Deixe-nos mostrar que uma chance só pode vir&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;spc &quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1 vazio&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;Kim Carnes -&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Kim Carnes -&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;When we...&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Quando ficarmos...&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;spc &quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1 vazio&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;Kim Carnes/Cyndi Lauper/Huey Lewis -&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Kim Carnes/Cyndi Lauper/Huey Lewis -&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;...stand together as one!&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;...Todos juntos como um&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;spc &quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1 vazio&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;Everybody -&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Todos -&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;Stevie Wonder/Bruce Springsteen -&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Stevie Wonder/Bruce Springsteen -&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;Just you and me&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;Só você e eu&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;tr class=&quot;&quot;&gt;&lt;td class=&quot;col1&quot;&gt;James Ingram -&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;col2&quot; style=&quot;color: red;&quot;&gt;James Ingram -&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.kboing.com.br/script/radioonline/radio/player.php?musica=200841&amp;amp;op=1&amp;amp;rd=530330&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;100&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/_x35gLTF6Avc/S3aalvpbW5I/AAAAAAAAAZk/DKhGL9KZySE/s200/OgAAAAACojeDHmc6uNZplf8RU0dhXGLKNGYaYWjC24cvSn6sO_DQUB5m5wsRi9MXlxsNl6I7C7sw4hAp9ntKST4Y1jEAm1T1ULgiMLxm7_tu3flA3wHgqXCFxS3D.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soudaafrica.blogspot.com/feeds/1123158458223175193/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2595292266058876680/1123158458223175193?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/1123158458223175193'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/1123158458223175193'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soudaafrica.blogspot.com/2010/02/musica-we-are-world-usa-for-africa.html' title='Música We Are The World (USA For Africa)'/><author><name>Igor Natanyo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03581679224473509414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_x35gLTF6Avc/S3aalvpbW5I/AAAAAAAAAZk/DKhGL9KZySE/s72-c/OgAAAAACojeDHmc6uNZplf8RU0dhXGLKNGYaYWjC24cvSn6sO_DQUB5m5wsRi9MXlxsNl6I7C7sw4hAp9ntKST4Y1jEAm1T1ULgiMLxm7_tu3flA3wHgqXCFxS3D.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2595292266058876680.post-8296870205028609259</id><published>2010-02-11T07:07:00.000-08:00</published><updated>2010-02-11T07:07:18.452-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pontos Turísticos"/><title type='text'>Pontos Turísticos e Culturais da África do Sul</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 36px; margin-right: 36px;&quot;&gt; &lt;b&gt;Os pontos turísticos e culturais mais conhecidos da África do Sul, informações, fotos, localização&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;94&quot; src=&quot;http://www.suapesquisa.com/paises/africa_do_sul/africa_sul1.jpg&quot; width=&quot;137&quot; /&gt; &lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;93&quot; src=&quot;http://www.suapesquisa.com/paises/africa_do_sul/africa_sul2.jpg&quot; width=&quot;140&quot; /&gt; &lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;93&quot; src=&quot;http://www.suapesquisa.com/paises/africa_do_sul/africa_sul3.jpg&quot; width=&quot;124&quot; /&gt; &lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;94&quot; src=&quot;http://www.suapesquisa.com/paises/africa_do_sul/africa_sul4.jpg&quot; width=&quot;153&quot; /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 50px; margin-right: 50px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 50px; margin-right: 50px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 50px; margin-right: 50px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 50px; margin-right: 50px;&quot;&gt;&lt;b&gt;Introdução&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 50px; margin-right: 50px;&quot;&gt;A África do Sul, um dos países mais ricos e desenvolvidos do continente africano,&amp;nbsp; concentra uma grande quantidade de pontos turísticos e culturais interessantes. Oferece também uma excelente rede hoteleira. Podemos encontrar em território sul-africano locais que atendem ao gosto de vários tipos de turistas. São diversos museus, parques naturais, monumentos, aquários, prédios históricos, galerias de arte e muito mais.Com a realização da Copa do Mundo de 2010, o país será alvo de milhares de turistas do mundo todo.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 50px; margin-right: 50px;&quot;&gt;&lt;b&gt;Principais pontos turísticos e culturais da África do Sul:&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 50px; margin-right: 50px;&quot;&gt;&lt;b&gt;Na &lt;a href=&quot;http://www.suapesquisa.com/cidadesdomundo/cidade_do_cabo.htm&quot;&gt;Cidade do Cabo&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 50px; margin-right: 50px;&quot;&gt;-&amp;nbsp;Castelo da Boa Esperança&lt;br /&gt;
- Table Montain&lt;br /&gt;
- Jardins da Companhia&lt;br /&gt;
- Districto Six Museum&lt;br /&gt;
- Greenmarket Square&lt;br /&gt;
- Waterfront&lt;br /&gt;
- Robben Island&lt;br /&gt;
- Jardim Botânico Kirstenbosch&lt;br /&gt;
- Bo-Kaap&lt;br /&gt;
- Cabo da Boa Esperança&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 50px; margin-right: 50px;&quot;&gt;&lt;b&gt;Em &lt;a href=&quot;http://www.suapesquisa.com/cidadesdomundo/pretoria.htm&quot;&gt;Pretória&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 50px; margin-right: 50px;&quot;&gt;-&amp;nbsp;Strijdom Square&lt;br /&gt;
- City Hall&lt;br /&gt;
- Burgers Park&lt;br /&gt;
- Princes Park&lt;br /&gt;
- Springbok Park&lt;br /&gt;
- Jardim Botânico de Pretória&lt;br /&gt;
- Museu de Arte&lt;br /&gt;
- Church Square&lt;br /&gt;
- Jardim Zoológico Nacional da África do Sul&lt;br /&gt;
- National Cultural History and Open Air Museum&lt;br /&gt;
- Voortrekker Monument&lt;br /&gt;
- Menlyn Park&lt;br /&gt;
- Fort Klapperkop (base militar antiga)&lt;br /&gt;
- Union Buildings&lt;br /&gt;
- Estação Central (arquitetura colonial)&lt;br /&gt;
- Museu Transvaal&lt;br /&gt;
- Reserva Natural Wonderboom&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 50px; margin-right: 50px;&quot;&gt;&lt;b&gt;Em &lt;a href=&quot;http://www.suapesquisa.com/cidadesdomundo/johanesburgo.htm&quot;&gt;Johanesburgo&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 50px; margin-right: 50px;&quot;&gt;-&amp;nbsp;Museu do &lt;a href=&quot;http://www.suapesquisa.com/o_que_e/apartheid.htm&quot;&gt;Apartheid&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- Museu Hector Pieterson&lt;br /&gt;
- Gold Reef City (parque de diversões)&lt;br /&gt;
- Zoológico de Johanesburgo&lt;br /&gt;
- Galeria de Arte de Johanesburgo&lt;br /&gt;
- Museu da África&lt;br /&gt;
- Market Theatre&lt;br /&gt;
- Museu de &lt;a href=&quot;http://www.suapesquisa.com/biografias/nelson_mandela.htm&quot;&gt;Nelson Mandela&lt;/a&gt; e Casa de Mandela&lt;br /&gt;
- Sítio Arqueológico de Sterkfontein&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 50px; margin-right: 50px;&quot;&gt;&lt;b&gt;Em &lt;a href=&quot;http://www.suapesquisa.com/cidadesdomundo/durban.htm&quot;&gt;Durban&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 50px; margin-right: 50px;&quot;&gt;-&amp;nbsp;Teatro Elizabeth Sneddon&lt;br /&gt;
- Teatro Catalina&lt;br /&gt;
- Museu Marítimo&lt;br /&gt;
- Centro Africano de Arte&lt;br /&gt;
- Galeria de Arte KZNSA&lt;br /&gt;
- Aquário de Durban&lt;br /&gt;
- Parque Hluhluwe-Imfolozi&lt;br /&gt;
- Parque Santa Lúcia&lt;br /&gt;
- Praias&lt;br /&gt;
- Templo Hindu Alayam&lt;br /&gt;
- Mesquita Juma&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 50px; margin-right: 50px;&quot;&gt;&lt;b&gt;Em &lt;a href=&quot;http://www.suapesquisa.com/cidadesdomundo/port_elizabeth.htm&quot;&gt;Port Elizabeth&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 50px; margin-right: 50px;&quot;&gt;- Reserva Donkin&lt;br /&gt;
- Horse Memorial&lt;br /&gt;
- Forte Frederick&lt;br /&gt;
- Jardim Route&lt;br /&gt;
- Galeria de Arte Rei Jorge VI&lt;br /&gt;
- Museu Oceanográfico&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 50px; margin-right: 50px;&quot;&gt;&lt;b&gt;Em &lt;a href=&quot;http://www.suapesquisa.com/paises/africa_do_sul/bloemfontein.htm&quot;&gt;Bloemfontein&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 50px; margin-right: 50px;&quot;&gt;-&amp;nbsp;State President Swart Park&lt;br /&gt;
- King’s Park&lt;br /&gt;
- Freshford House Museum&lt;br /&gt;
- Museu Nacional&lt;br /&gt;
- Museu da Guerra dos Boeres&lt;br /&gt;
- Museu do Rugby&lt;br /&gt;
- Museu do batalhão de serviço especial&lt;br /&gt;
- Museu Agrícola do Estado Livre&lt;br /&gt;
- Museu dos Bombeiros&lt;br /&gt;
- Museu de Literatura Nacional&lt;br /&gt;
- Old Presidency&lt;br /&gt;
- First Raadsaal&lt;br /&gt;
- Catedral Anglicana&lt;br /&gt;
- Casa Maphikela &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 50px; margin-right: 50px;&quot;&gt;&lt;b&gt;Em &lt;a href=&quot;http://www.suapesquisa.com/paises/africa_do_sul/rustenburgo.htm&quot;&gt;Rustenburgo&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 50px; margin-right: 50px;&quot;&gt;-&amp;nbsp;Pilanesberg Game Reserve (parque e reserva florestal)&lt;br /&gt;
- &lt;span class=&quot;mw-headline&quot; id=&quot;Adventurous_Fun&quot;&gt;Adventurous Fun&lt;br /&gt;
- Groot Marico&lt;br /&gt;
- &lt;span class=&quot;mw-headline&quot; id=&quot;Kgaswane_Game_Reserve&quot;&gt;Kgaswane Game Reserve&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;mw-headline&quot; id=&quot;Kgaswane_Game_Reserve&quot;&gt; (parque e reserva florestal)&lt;br /&gt;
- Royal Bafokeng Stadium (estádio sede da Copa do Mundo de 2010)&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 50px; margin-right: 50px;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;mw-headline&quot; id=&quot;Kgaswane_Game_Reserve&quot;&gt; &lt;b&gt;Em &lt;a href=&quot;http://www.suapesquisa.com/paises/africa_do_sul/nelspruit.htm&quot;&gt;Nelspruit&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 50px; margin-right: 50px;&quot;&gt; -&amp;nbsp;Mbombela Stadium (sede da Copa 2010)&lt;br /&gt;
- Jardim Botânico de Nelspruit&lt;br /&gt;
- Blyde River Canyon&lt;br /&gt;
- Parque Nacional Krueger&amp;nbsp; &lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soudaafrica.blogspot.com/feeds/8296870205028609259/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2595292266058876680/8296870205028609259?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/8296870205028609259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/8296870205028609259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soudaafrica.blogspot.com/2010/02/pontos-turisticos-e-culturais-da-africa.html' title='Pontos Turísticos e Culturais da África do Sul'/><author><name>Igor Natanyo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03581679224473509414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2595292266058876680.post-2402102290972332146</id><published>2010-02-07T07:43:00.000-08:00</published><updated>2010-02-07T07:43:01.042-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="São Tomé e príncipe"/><title type='text'>Poetas São Tomé e príncipe</title><content type='html'>&lt;script src=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/s_tome_princepe/sao_tome_e_principe_index.html&quot; type=&quot;text/javascript&quot;&gt;
&lt;/script&gt;       &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;             &lt;td scope=&quot;col&quot; valign=&quot;top&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE&quot; height=&quot;40&quot; src=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/s_tome_princepe/img/s_tome.jpg&quot; width=&quot;599&quot; /&gt;&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE&quot; height=&quot;131&quot; src=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/s_tome_princepe/img/bandeira_s_tome.gif&quot; width=&quot;190&quot; /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;texto_verdana_12&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/s_tome_princepe/caetano_de_costa.html&quot;&gt;CAETANO  DE COSTA ALEGRE &lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/s_tome_princepe/francisco_jose_tenreiro.html&quot;&gt;&lt;br /&gt;
FRANCISCO  JOSÉ TENREIRO &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/s_tome_princepe/manuela_margarido.html&quot;&gt;MANUELA  MARGARIDO &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soudaafrica.blogspot.com/feeds/2402102290972332146/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2595292266058876680/2402102290972332146?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/2402102290972332146'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/2402102290972332146'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soudaafrica.blogspot.com/2010/02/poetas-sao-tome-e-principe.html' title='Poetas São Tomé e príncipe'/><author><name>Igor Natanyo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03581679224473509414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2595292266058876680.post-507668090345923466</id><published>2010-02-07T07:41:00.000-08:00</published><updated>2010-02-07T07:41:54.583-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Moçambique"/><title type='text'>Poetas Moçambique</title><content type='html'>&lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;           &lt;td scope=&quot;col&quot; valign=&quot;top&quot;&gt;&lt;img height=&quot;40&quot; src=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/mocambique/img/faixa_mocambique.jpg&quot; width=&quot;599&quot; /&gt;&lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img height=&quot;131&quot; src=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/mocambique/img/bandeira_mocambique.gif&quot; width=&quot;190&quot; /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;                                       &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;texto_verdana_12&quot; href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/mocambique/amadeu_kazunde.html&quot;&gt;AMADEU KAZUNDE&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/mocambique/armando_guebuza.html&quot;&gt;ARMANDO  GUEBUZA &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/mocambique/campos_d_oliveira.html&quot;&gt;CAMPOS  D´OLIVEIRA &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: windowtext; font-family: Verdana; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/mocambique/domi_chirongo.html&quot;&gt;DOMI CHIRONGO&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/mocambique/gulano_khan.html&quot;&gt;GULANO KHAN &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/mocambique/heliodoro_baptista.html&quot;&gt;HELIODORO  BAPTISTA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/mocambique/jorge_rebelo.html&quot;&gt;JORGE  REBELO&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/mocambique/jose_craveirinha.html&quot;&gt;JOSÉ CRAVEIRINHA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/mocambique/lourenco_de_carvalho.html&quot;&gt;LOURENÇO  DE CARVALHO&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;smallText&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/mocambique/luis_carlos_patraquim.html&quot;&gt;LUÍS CARLOS PATRAQUIM&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/mocambique/marcelino_dos_santos.html&quot;&gt;MARCELINO DOS SANTOS&amp;nbsp; &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/mocambique/mia_couto.html&quot;&gt;MIA COUTO&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/mocambique/mutimati_barnabe_joao.html&quot;&gt;MUTIMATI  BARNABÉ JOÃO&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/mocambique/nomia_de_sousa.html&quot;&gt;NOÉMIA DE SOUSA&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/mocambique/orlando_mendes.html&quot;&gt;ORLANDO MENDES &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/mocambique/rui_de_noronha.html&quot;&gt;RUI  DE NORONHA &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/mocambique/rui_kinopfli.html&quot;&gt;RUI  KNOPFLI&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/mocambique/rui_nogar.html&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;RUI  NOGAR &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/mocambique/sebastiao_alba.html&quot;&gt;SEBASTIÃO  ALBA &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/mocambique/sergio_vieira.html&quot;&gt;SÉRGIO  VIEIRA &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/mocambique/virgilio_de_lemos.html&quot;&gt;VIRGILIO  DE LEMOS &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soudaafrica.blogspot.com/feeds/507668090345923466/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2595292266058876680/507668090345923466?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/507668090345923466'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/507668090345923466'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soudaafrica.blogspot.com/2010/02/poetas-mocambique.html' title='Poetas Moçambique'/><author><name>Igor Natanyo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03581679224473509414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2595292266058876680.post-4962730236475764677</id><published>2010-02-07T07:40:00.001-08:00</published><updated>2010-02-07T07:40:20.518-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Guiné-Bissau"/><title type='text'>Poetas Guiné-Bissau</title><content type='html'>&lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;             &lt;td scope=&quot;col&quot; valign=&quot;top&quot;&gt;&lt;img height=&quot;40&quot; src=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/guine_bissau/img/bandeira_guinebissauFI.jpg&quot; width=&quot;599&quot; /&gt;&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img height=&quot;131&quot; src=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/guine_bissau/img/bandeira_guinebissau.gif&quot; width=&quot;190&quot; /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/guine_bissau/amilcar_cabral.html&quot;&gt;AMILCAR  CABRAL&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/guine_bissau/antonio_batica_ferreira.html&quot;&gt;ANTONIO  BATICÃ FERREIRA &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/guine_bissau/carlos_schwartz.html&quot;&gt;CARLOS  SCHWARTZ&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;smallText&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/guine_bissau/vasco_cabral.html&quot;&gt;VASCO  CABRAL &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/guine_bissau/waldir_araujo.html&quot;&gt;WALDIR ARAUJO&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soudaafrica.blogspot.com/feeds/4962730236475764677/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2595292266058876680/4962730236475764677?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/4962730236475764677'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/4962730236475764677'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soudaafrica.blogspot.com/2010/02/poetas-guine-bissau.html' title='Poetas Guiné-Bissau'/><author><name>Igor Natanyo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03581679224473509414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2595292266058876680.post-4421729585908220861</id><published>2010-02-07T07:38:00.000-08:00</published><updated>2010-02-07T07:38:16.381-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cabo Verde"/><title type='text'>Poetas Cabo Verde</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;img alt=&quot; Poesia  de  Cabo Verde - Poesia africana - Poetas da África&quot; height=&quot;40&quot; src=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/cabo_verde/img/faixa_cabo_verde.jpg&quot; width=&quot;599&quot; /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot; Poesia  de  Cabo Verde - Poesia africana - Poetas da África&quot; height=&quot;131&quot; src=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/cabo_verde/img/bandeira_cverde.gif&quot; width=&quot;188&quot; /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/cabo_verde/aguinaldo_fonseca.html&quot;&gt;AGUINALDO  FONSECA&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/cabo_verde/alzira_cabral.html&quot;&gt;ALZIRA  CABRAL &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/cabo_verde/antonio_nunes.html&quot;&gt;ANTÔNIO  NUNES &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/cabo_verde/armenio_vieira.html&quot;&gt;ARMÉNIO  VIEIRA&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/cabo_verde/arnaldo_franca.html&quot;&gt;ARNALDO  FRANÇA&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/cabo_verde/corsino_fortes.html&quot;&gt;                CORSINO  FORTES &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/cabo_verde/david_hopper_c_almada.html&quot;&gt;DAVID  HOPFFER C. ALMADA&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/cabo_verde/dina_salustio.html&quot;&gt;DINA  SALUSTIO&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/cabo_verde/eugenio_tavares.html&quot;&gt;EUGÉNIO TAVARES &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/cabo_verde/filinto_elisio.html&quot;&gt;FILINTO ELISIO &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/cabo_verde/corsino_fortes.html&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/cabo_verde/joao_rodrigues.html&quot;&gt;JOÃO RODRIGUES&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/cabo_verde/corsino_fortes.html&quot;&gt; &lt;br /&gt;
&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/cabo_verde/jorge_barbosa.html&quot;&gt;JORGE  BARBOSA&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/cabo_verde/jose_luis_tavares.html&quot;&gt;&lt;br /&gt;
JOSÉ  LUIS TAVARES &lt;br /&gt;
&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/cabo_verde/jose_luiz_hopfeer.html&quot;&gt;JOSÉ  LUIZ HOPFFER ALMADA &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/cabo_verde/jose_luis_tavares.html&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/cabo_verde/jose_vicente_lopes.html&quot;&gt;JOSÉ  VICENTE LOPES &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;                     &lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/cabo_verde/corsino_fortes.html&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/cabo_verde/manuel_lopes.html&quot;&gt;MANUEL  LOPES &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/cabo_verde/corsino_fortes.html&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/cabo_verde/mario_fonseca.html&quot;&gt;MÁRIO  FONSECA&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;smallText&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/cabo_verde/onesimo_silveira.html&quot;&gt;ONÉSIMO  DA SILVEIRA &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/cabo_verde/osvaldo_alcantara.html&quot;&gt;OSVALDO  ALCÂNTARA &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/cabo_verde/corsino_fortes.html&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/cabo_verde/oswaldo_osorio.html&quot;&gt;OSWALDO  OSÓRIO&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/cabo_verde/corsino_fortes.html&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt; &lt;span style=&quot;color: #993300; font-family: Verdana; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/cabo_verde/ovidio_martins.html&quot;&gt;OVIDIO MARTINS&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/cabo_verde/pedro_cardoso.html&quot;&gt;PEDRO  CARDOSO&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/cabo_verde/pedro_corsino_de_azevedo.html&quot;&gt;PEDRO  CORSINO DE AZEVEDO&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; font-variant: small-caps;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/cabo_verde/vadinho_velhinho.html&quot;&gt;Vadinho Velhinho&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/cabo_verde/vera_duarte.html&quot;&gt;VERA  DUARTE &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/cabo_verde/corsino_fortes.html&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/cabo_verde/yolanda_marazzo.html&quot;&gt;YOLANDA MARAZZO &lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/cabo_verde/corsino_fortes.html&quot;&gt;                     &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soudaafrica.blogspot.com/feeds/4421729585908220861/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2595292266058876680/4421729585908220861?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/4421729585908220861'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/4421729585908220861'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soudaafrica.blogspot.com/2010/02/poetas-cabo-verde.html' title='Poetas Cabo Verde'/><author><name>Igor Natanyo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03581679224473509414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2595292266058876680.post-4919254274185061069</id><published>2010-02-07T07:34:00.001-08:00</published><updated>2010-02-07T07:39:00.937-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Angola"/><title type='text'>Angola</title><content type='html'>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;             &lt;td scope=&quot;col&quot; valign=&quot;top&quot;&gt;&lt;img height=&quot;40&quot; src=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/angola/img/faixa_angola.jpg&quot; width=&quot;599&quot; /&gt;&lt;/td&gt;           &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img height=&quot;131&quot; src=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/angola/img/bandeira_angola.gif&quot; width=&quot;188&quot; /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/angola/abreu_paxe.html&quot;&gt;ABREU  PAXE &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/angola/agostinho_neto.html&quot;&gt;AGOSTINHO  NETO &lt;br /&gt;
&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/angola/alda_lara.html&quot;&gt;ALDA  LARA &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/angola/alexandre_daskalos.html&quot;&gt;ALEXANDRE DÁSKALOS&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/angola/ana_paula_tavares.html&quot;&gt;ANA  PAULA TAVARES &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/angola/antonio_cardoso.html&quot;&gt;ANTONIO  CARDOSO &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/angola/antonio_jacinto.html&quot;&gt;ANTÓNIO JACINTO&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/angola/arlindo_barbeitos.html&quot;&gt;ARLINDO  BARBEITOS &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/angola/arnaldo_dos_santos.html&quot;&gt;ARNALDO  DOS SANTOS &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/angola/candido_furtado.html&quot;&gt;CÂNDIDO FURTADO&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/angola/carmo_ferreira.html&quot;&gt;CARMO FERREIRA &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/angola/costa_andrade.html&quot;&gt;COSTA  ANDRADE&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/angola/david_mestre.html&quot;&gt;DAVID  MESTRE &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/angola/domingos_florentino.html&quot;&gt;DOMINGOS FLORENTINO &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/angola/ernesto_lara_filho.html&quot;&gt;ERNESTO LARA FILHO&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/angola/fernando_ferreira_de_loanda.html&quot;&gt;FERNANDO FERREIRA DE LOANDA &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/Iberoamerica/portugal/goncalo_m_tavares.html&quot;&gt;GONÇALO  M. TAVARES&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;smallText&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/angola/jose_da_silva_maia_ferreira.html&quot;&gt;JOSÉ  DA SILVA MAIA FERREIRA &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/angola/joao_maimona.html&quot;&gt;JOÃO  MAIMONA&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Calibri&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 11pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/angola/joao_maria_vilanova.html&quot;&gt;JOÃO MARIA VILANOVA&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/angola/joao_melo.html&quot;&gt;JOÃO  MELO &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/angola/joaquim_cordeiro_da_mata.html&quot;&gt;JOAQUIM CORDEIRO DA MATA &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/Iberoamerica/portugal/jose_do_nascimento_felix.html&quot;&gt;JOSÉ  DO NASCIMENTO FÉLIX&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/angola/luandino_vieira.html&quot;&gt;LUANDINO  VIEIRA&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/Iberoamerica/portugal/luis_quintais.html&quot;&gt;LUÍS  QUINTAIS&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/angola/manuel_de_sousa.html&quot;&gt;MANUEL DE  SOUSA&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/angola/manuel_guedes_dos_santos_lima.html&quot;&gt;MANUEL  GUEDES DOS SANTOS LIMA&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/angola/manuel_rui.html&quot;&gt;MANUEL  RUI &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/angola/maria_alexandre_daskalos.html&quot;&gt;MARIA ALEXANDRE DÁSKALOS&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Verdana; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/angola/mario_pinto_de_andrade.html&quot;&gt;MARIO PINTO  DE ANDRADE&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/angola/ndalu_de_almeida.html&quot;&gt;NDALU  DE ALMEIDA ( ONDJAKI )&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/angola/ruy_duarte_de_carvalho.html&quot;&gt;RUY DUARTE DE CARVALHO &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/Iberoamerica/portugal/valter_hugo_mae.html&quot;&gt;VALTER  HUGO MÃE&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 11pt; line-height: 115%;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Verdana&#39;,&#39;sans-serif&#39;; font-size: 10pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_africana/angola/viriato_da_cruz.html&quot;&gt;VIRIATO DA CRUZ &lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNoSpacing&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://soudaafrica.blogspot.com/feeds/4919254274185061069/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment/fullpage/post/2595292266058876680/4919254274185061069?isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/4919254274185061069'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2595292266058876680/posts/default/4919254274185061069'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://soudaafrica.blogspot.com/2010/02/angola.html' title='Angola'/><author><name>Igor Natanyo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03581679224473509414</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>