<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-161513785518700319</id><updated>2024-10-24T21:12:19.292-07:00</updated><category term="Artigos"/><category term="Poesias"/><category term="Dedicatórias"/><category term="Músicas"/><category term="Cartas"/><category term="LIVROS"/><category term="Prosa e Poesia"/><category term="Profissão"/><category term="VÍDEOS"/><category term="Contato"/><category term="Publicidade"/><category term="energia elétrica"/><title type='text'>Sérgio Ventura</title><subtitle type='html'>Sendo vento, passamos rápido. Sendo mineral, nos tornamos rocha. Sejamos um e outro. Aquele lapidando, esse lapidado.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://almeidaventura.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false'/><author><name>Sérgio Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08211370205771773752</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>126</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-161513785518700319.post-4277012920690701406</id><published>2014-01-08T16:36:00.000-08:00</published><updated>2017-03-23T16:45:00.921-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="energia elétrica"/><title type='text'>Texto 1 - A energia elétrica</title><content type='html'>&lt;h1 class=&quot;p1&quot;&gt;
A energia elétrica﻿&lt;/h1&gt;
&lt;div class=&quot;p2&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p1&quot;&gt;
O negócio está mal. Aqui não há água, há pelo menos 20 dias. Ninguém se pronunciou ainda. Mas desse problema vou falar noutro texto. O de agora é a luz.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p1&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p1&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; data-mce-style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a data-mce-style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgZKFC1FLb22EPxAJsOYc9n0cBJJ-ZG4Wks-yzqJt8vVIWgAMZgjtTP6nCyqLMVM8T15ZLjMbo7lwCg9OOCHHBqSVx4hsPKZl0YDjVmln0MTDnyFiREa-9of6XnIuOc5JIMlPgeeJFL22QN/s1600/download+(2).jpeg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;olhos no escuro&quot; border=&quot;0&quot; class=&quot;left&quot; data-mce-style=&quot;float: left; margin: 5px;&quot; data-position=&quot;0&quot; height=&quot;195&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgZKFC1FLb22EPxAJsOYc9n0cBJJ-ZG4Wks-yzqJt8vVIWgAMZgjtTP6nCyqLMVM8T15ZLjMbo7lwCg9OOCHHBqSVx4hsPKZl0YDjVmln0MTDnyFiREa-9of6XnIuOc5JIMlPgeeJFL22QN/s1600/download+(2).jpeg&quot; style=&quot;float: left; margin: 5px; max-height: none; max-width: 100%;&quot; title=&quot;energia elétrica&quot; width=&quot;195&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Nos três meses passados, a luz era concedida em horários específicos, por exemplo, nos horários em que os indivíduos trabalham. Das 8 horas às 11 horas, havia luz, depois ia e voltava só às 13 horas. Ficava mais uma ou duas horas e só voltava às 16 horas. Depois ficava mais duas horas. E partia pra valer às 18 horas, horário em que as pessoas voltam do trabalho. Daí, só voltava às 23 horas. Isso durante três meses seguidos. Ninguém explicou o porquê.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p2&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p1&quot;&gt;
Uma teoria se generalizava diante de toda escuridão: as horas em que não havia luz eram as mais preciosas para a maioria dos indivíduos, principalmente o horário noturno. Essa falta gerava uma necessidade enorme. Como resultado, os indivíduos se enfileiravam&amp;nbsp; nos postos de combustível para comprar gasolina, principal ingrediente do gerador. Todos tinham gerador.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p2&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p1&quot;&gt;
Um desses indivíduos de plantão, brincando com seus neurónios, decidiu fazer um cálculo maluco. Considerou o seguinte:&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p2&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p1&quot;&gt;
A cidade tem aproximadamente 7 milhões de habitantes, dos quais, pelo menos 5 milhões vivem o cotidiano descrito acima. Se uma máquina, denominada gerador de energia elétrica, principal utensílio doméstico desses, consome em média 1 litro de gasolina por hora e, diariamente, o cidadão utiliza o gerador por 5 horas, então o resultado seria absurdo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p2&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p1&quot;&gt;
Espere caro leitor, vamos já ao resultado, mas antes, quero acrescentar algo.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p2&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p1&quot;&gt;
Normalmente, o indivíduo, trabalhador, que chega a casa cansado, quer ter energia elétrica. Pelo menos espera sempre por isso. Ele encontrará a água gelada, indispensável nesse país, que faz calor o ano inteiro, poderá ligar o ar-condicionado, ou o ventilador, encontrará seu alimento conservado, poderá assistir à televisão e usar o computador, caso necessite fazer um&amp;nbsp; trabalho. A energia é uma necessidade de primeira mão. Por isso foi inventada. E já tem muito tempo!&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p2&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p1&quot;&gt;
Voltando ao cálculo, sem querer bancar um matemático, o plantonista ficou com 5 litros/dia X 30 dias = 150 litros/mês. Esse valor multiplicado por 5 milhões é igual à 750 milhões de litros de gasolina por mês. Não quero pensar quantos barris o país produz por dia. Fique para o leitor.&amp;nbsp; Nesse cálculo, acrescentamos outro ingrediente: o valor da gasolina. 750 milhões de litros X 0,60 (dólares) = $450.000.000,00 (dólares). Isso é muito dinheiro ganho pelas petrolíferas, principais empresas do país.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p2&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p1&quot;&gt;
Vamos diminuir esse cálculo para o indivíduo trabalhador, que vive no primeiro país mais caro do mundo, onde o salário mínimo é de apenas $ 100,00 (dólares). Esse santo trabalhador gasta em média, por mês, 150 litros de gasolina por dia. Isso equivale à $ 90,00. Assustador não é? Que trabalhador vai gastar 90% do seu salário para ter luz em casa, supondo que ganhe o mínimo?&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p2&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p1&quot;&gt;
Esse cálculo foi feito apenas com uma província do país, a capital econômica. Outros 10 milhões de habitantes passam pelo mesmo transtorno no restante do país.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p2&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p1&quot;&gt;
Nesse momento, o caro leitor sente pena do indivíduo e indignação com o país, que adota essa política. Mas esse nem é o real problema desses indivíduos. Esqueci de acrescentar que o valor da contribuição mensal do fornecimento da energia elétrica é de $ 20,00 (dólares). Somado ao valor do combustível do gerador, &amp;nbsp;supera o salário mínimo estipulado pelo governo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p2&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p1&quot;&gt;
Só amarrando o final, fique sabendo que a luz voltou aqui, já há dez dias não falta. Noutros muitos bairros, tudo continua igual. O governo anunciou bons rendimentos no ano passado. Imagino o porquê. Mas como diz o ditado &quot;alegria de pobre dura pouco&quot;.&amp;nbsp;A luz voltou, a água foi no lugar. Ou o povo paga a parte pra ter água, ou paga a luz; ou os dois.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p1&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p1&quot;&gt;
Ah! Esqueci de dizer, o lugar é Luanda; o país, Angola; e o povo é feliz. É isso mesmo, o povo é feliz. Veremos nos próximos dias por quê.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;p2&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;p1&quot;&gt;
Até lá!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div data-mce-style=&quot;text-align: right;&quot; style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
Sérgio Ventura&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;image-size mceNonEditable&quot; contenteditable=&quot;false&quot; data-mce-bogus=&quot;true&quot; data-mce-style=&quot;display: none; -webkit-transform: translateZ(0); top: 158px; left: 516px;&quot; data-size=&quot;195x195&quot; id=&quot;plate&quot; style=&quot;-webkit-transform: translateZ(0px); display: none; left: 516px; top: 158px;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Sérgio Ventura&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://almeidaventura.blogspot.com/feeds/4277012920690701406/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2014/01/texto-1-energia-eletrica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/4277012920690701406'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/4277012920690701406'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2014/01/texto-1-energia-eletrica.html' title='Texto 1 - A energia elétrica'/><author><name>Sérgio Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08211370205771773752</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgZKFC1FLb22EPxAJsOYc9n0cBJJ-ZG4Wks-yzqJt8vVIWgAMZgjtTP6nCyqLMVM8T15ZLjMbo7lwCg9OOCHHBqSVx4hsPKZl0YDjVmln0MTDnyFiREa-9of6XnIuOc5JIMlPgeeJFL22QN/s72-c/download+(2).jpeg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-161513785518700319.post-4760733327191427858</id><published>2013-05-09T17:26:00.000-07:00</published><updated>2013-05-09T17:30:36.203-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Profissão"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Prosa e Poesia"/><title type='text'>O calote da revisão</title><content type='html'>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot; face=&quot;Cambria&quot;&gt;Revisar um texto exige muita atenção, despende tempo e dinheiro e, por isso, precisa ser bem remunerado. Uma revisão, por exemplo, de dez páginas pode consumir até 48 horas de um revisor. É o tipo de trabalho que exige boa atenção. As releituras, as descobertas da intenção do autor, a reescrita não se fazem rapidamente. &lt;/font&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot; face=&quot;Cambria&quot;&gt;Nem todo texto que o revisor recebe é fácil de trabalhar. Alguns dão nó até nos mais experientes. Por exemplo, o doutor Fulano desistiu de revisar o texto x porque a semântica do autor era incompatível com a do leitor. Ele tentou reconstruir o sentido, mas foi em vão. Então sobrou para o colega, que já estava atarefado. O prazo era curto e o texto precisava estar pronto.&lt;/font&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot; face=&quot;Cambria&quot;&gt;Em 16 horas, distribuídas em dois dias, o colega conseguiu normalizar o sentido. Que viagem!O texto passou pelas leituras críticas do doutor Fulano e do editor, que aprovou o resultado. Após isso, o texto final foi enviado ao autor. No e-mail, pediu-se ao autor o feedback da revisão que, sendo positiva, implicaria a cobrança da mesma. &lt;/font&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot; face=&quot;Cambria&quot;&gt;O autor demorou sete dias para retornar a mensagem e disse: “estou lendo ainda”. Que viagem!&lt;/font&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot; face=&quot;Cambria&quot;&gt;Quatro dias depois, indagou-se ao autor sobre o parecer do serviço. Afinal, o Revisor precisava confirmar se o trabalho correspondera às expectativas do cliente, haja vista ser uma área em que qualidade é diferencial.&lt;/font&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot; face=&quot;Cambria&quot;&gt;Mais dois dias se passaram, e o autor retornou o e-mail dizendo que ainda estava lendo. Cacete!&lt;/font&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot; face=&quot;Cambria&quot;&gt;O Revisor começou a desconfiar. Mandara o trabalho em &lt;i&gt;pdf&lt;/i&gt; e se esquecera de bloquear o arquivo para cópia e impressão. Resultado: tomou &lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.priberam.pt/dlpo/default.aspx?pal=calote&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;calote&lt;/a&gt;. Desperdiçou horas com o cliente errado. Ele nem ficou chateado. Sabe que em todo o processo de revisão sempre se aprende algo. E para ele todo aprendizado é uma conquista que gera capital monetário. Deixou para lá. Restava-lhe somente uma pequena dúvida. Teria o autor gostado do seu trabalho?&lt;/font&gt;  &lt;p align=&quot;right&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot;&gt;Sérgio Ventura&lt;/font&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Sérgio Ventura&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://almeidaventura.blogspot.com/feeds/4760733327191427858/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2013/05/o-calote-da-revisao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/4760733327191427858'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/4760733327191427858'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2013/05/o-calote-da-revisao.html' title='O calote da revisão'/><author><name>Sérgio Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08211370205771773752</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-161513785518700319.post-6813667325965270128</id><published>2013-02-07T23:15:00.000-08:00</published><updated>2013-02-07T23:15:19.685-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Prosa e Poesia"/><title type='text'>Frases aleatórias</title><content type='html'>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot; face=&quot;Cambria&quot;&gt;Sendo vento, passamos rápido. Sendo mineral, nos tornamos rocha. Sejamos um e outro. Aquele lapidando, esse lapidado.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot; face=&quot;Cambria&quot;&gt;&lt;/font&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;right&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot; face=&quot;Cambria&quot;&gt;Sérgio Ventura&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Sérgio Ventura&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://almeidaventura.blogspot.com/feeds/6813667325965270128/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2013/02/frases-aleatorias.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/6813667325965270128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/6813667325965270128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2013/02/frases-aleatorias.html' title='Frases aleatórias'/><author><name>Sérgio Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08211370205771773752</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-161513785518700319.post-1490371416520999779</id><published>2013-01-24T11:59:00.003-08:00</published><updated>2013-03-15T18:46:31.538-07:00</updated><title type='text'>carnaval chegando</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O carnaval está chegando, e como em todos os anos, é hora de
inverter os valores. Deixar as frustrações do dia a dia na gaveta, as
seriedades no ralo e as hierarquias no esgoto. Nesse carnaval só vale mesmo a
euforia, a descontração e a igualdade. É o povo que estará na avenida, não o
patrão ou a patroa, o pai ou a mãe, que controlam o como deve ser feito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;As roupas passadas
ficarão no guarda-roupas, e na rua vingará mesmo só o amassado, o rasgado, o sujo,
o velho. As máscaras ficarão em casa também, e só sairão as fantasias, de todos
os tipos: homens e mulheres; jovens e adultos e crianças; pretos e brancos e
castanhos e vermelhos e amarelos e verdes; machos e machas e mistos ou andros e
ginos e andróginos, cada qual degustando a alegria no contato com o outro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A companhia para o ritmo das festas será Baco, encantado
deus que se esconde nas &lt;i&gt;brands&lt;/i&gt; skol,
skin, antártica, brahma, mas também na devassa, heineken, stella artois entre
outras antropomorfizadas em mulher, líquido vertiginoso. É beber, cair e levantar;
como quem diz &lt;i&gt;man&lt;/i&gt; dá a primeira, a
segunda, a terceira, sem parar e sem hora pra acabar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Esse é o carnaval que se confunde com festa da carne, não
importa se filé ou acém. É carnaval chegando com samba na ponta do pé, com
marchinhas do veado e do viagra, do careca e do cabeludo, do trabalhador
vagabundo e do malandro trabalhador; mas não esqueçamos também do na boquinha
da garrafa, que sempre tem, e já faz parte do samba do carnaval. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Olha o grito, “está chegando o carnaval aí minha gente”, é o
grito do se apressa aí, porque está chegando o descompromisso social com as
ruas, lugar de todos e de ninguém, que não é nossa casa, mas sim lugar do vale
tudo, onde começamos por beber todas para perder o controle e a noção da
realidade que tanto nos mata, para depois quebrarmos tudo, picharmos tudo,
pinicarmos em todos os cantos, só de leve; e de pesado, começamos a dirigir
embriagados, &amp;nbsp;a bater, a atropelar, a matar;
a também falar merda, &amp;nbsp;- que lugar de
cordialidade não é no carnaval, não é? -, e a dar porrada; começamos a trair, a
mostrar o p*#, a dar o c* e a b*@$%# sem proteção; e como no carnaval todos são
igualmente ricos, passamos a torrar as onças e as tartarugas e a esquecer o
mamãe eu quero mamar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Vamos, vamos! Vamos fazer desse carnaval a maior lambança,
que só assim nos definimos brasileiros, certo! em meio a desordem, em meio à sujeira. Vamos fazer todas as merdas que só são possíveis no carnaval, porque
não é sacanagem, não, o carnaval para ser divertido não pode ser moderado, ele não
pode ser planejado, organizado, executado e avaliado sem cruzar as linhas do
absurdo, não é mesmo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
Sérgio Ventura.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Sérgio Ventura&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://almeidaventura.blogspot.com/feeds/1490371416520999779/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2013/01/carnaval-chegando.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/1490371416520999779'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/1490371416520999779'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2013/01/carnaval-chegando.html' title='carnaval chegando'/><author><name>Sérgio Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08211370205771773752</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-161513785518700319.post-1809363438172247741</id><published>2012-11-18T10:35:00.000-08:00</published><updated>2012-11-18T10:36:12.082-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Dedicatórias"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Poesias"/><title type='text'>Você</title><content type='html'>&lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;Espécime raro este amor&lt;br&gt;Que se amarra forte&lt;br&gt;O teu no meu&lt;br&gt;Peitos fortes incandescentes&lt;br&gt;Pássaros alados que buscam&lt;br&gt;Perfeição nos horizontes celestes.&lt;br&gt;Sendo o céu o limite&lt;br&gt;Tenho alcançado o âmago&lt;br&gt;Da paixão tão bem localizada&lt;br&gt;O cerne de todo acontecimento&lt;br&gt;O desejo realizado cotidianamente&lt;br&gt;A fome saciada do amor transcendido.&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;&lt;/font&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;&lt;/font&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;right&quot;&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;Sérgio Ventura.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Sérgio Ventura&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://almeidaventura.blogspot.com/feeds/1809363438172247741/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2012/11/voce.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/1809363438172247741'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/1809363438172247741'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2012/11/voce.html' title='Você'/><author><name>Sérgio Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08211370205771773752</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-161513785518700319.post-5562468980673165869</id><published>2012-10-25T15:42:00.000-07:00</published><updated>2012-10-25T15:49:00.725-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Artigos"/><title type='text'>Um mundo reencantado</title><content type='html'>&lt;h3 align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/h3&gt; &lt;h4 align=&quot;justify&quot;&gt;Em edição caprichada, Cosac Naify lança a primeiríssima e nada convencional versão dos contos de Grimm&lt;/h4&gt; &lt;h5 align=&quot;justify&quot;&gt;Luiz Costa Pereira Junior&lt;/h5&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;img title=&quot;&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;http://revistalingua.uol.com.br/textos/84/imagens/i358521.jpg&quot; width=&quot;600&quot; height=&quot;293&quot;&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Rapunzel está grávida. A princesa não beija o sapo. Cinderela perde o baile. A rainha má é a mãe, não a madrasta de Branca de Neve. Dois lobos tentam comer Chapeuzinho Vermelho. Livres da bruxa, João e Maria finalmente voltam pra casa. Tarde demais: sua mãe está morta. &lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Não, não se trata de mais um filme da franquia Shrek ou da enésima releitura de clássicos infantis na indústria cultural. A nova tradução da mais antiga versão de &lt;em&gt;Kinder und Hausmärchen&lt;/em&gt;, os contos maravilhosos editados pelos irmãos Grimm no século 19, promete tirar o pó que os próprios Grimm colocaram na obra que os consagrou. &lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;em&gt;Contos Maravilhosos&lt;/em&gt; Infantis e Domésticos, lançado este outubro de 2012 pela editora Cosac Naify em dois tomos, com tradução de Christine Röhrig, apresentação de Marcus Mazzari e xilogravuras de J. Borges, mostra na prática que não se faz infância como antigamente. &lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Com heróis desagradáveis, reis cruéis e princesas infames, matriarcas de afetos implacáveis e finais nem sempre felizes, as histórias de Jacob (1785-1863) e Wilhelm Grimm (1786-1859) regurgitaram a tradição oral da Alemanha do século 19, em que o fantástico emergia em doses tão cavalares quanto a violência, o humor negro e a pulsão sexual. &lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A primeira versão do clássico é de 1812, com 86 histórias colhidas no estado de Hessen (onde o rio Meno - &lt;em&gt;Main&lt;/em&gt;, em alemão - corta Frankfurt) então ocupado por Napoleão. Os Grimm a criaram para a leitura de estudiosos do folclore alemão. Para a surpresa da dupla, no entanto, sua compilação começou a ser lida por pais que queriam entreter os filhos (não só na Alemanha, mas na Dinamarca de 1816 e na Holanda de 1820, informa Mazzari).&amp;nbsp; &lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Alemanha profunda &lt;br&gt;&lt;/strong&gt;O inesperado sucesso provocou reedições e sucessivas mudanças no conteúdo. Em vida, os Grimm publicaram 17 versões da obra.&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Não era procedimento incomum. Contos de fadas são um gênero permeável a recriações. Nós nos acostumamos a pensá-los como fruto da isenção de pesquisadores que desbravam, no caldo anônimo da cultura folclórica, um conjunto de narrativas fechadas em si mesmas. Mas as histórias de boca em boca formam antes um sistema lógico de alta elasticidade, em que várias narrativas se misturam, sem autoria fixa e em combinações variadas. &lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A edição da Cosac Naify mostra que esse arranjo em caleidoscópio, com mudanças ao gosto do freguês e dos valores de época, ocorre também por escrito. Entre autoral e documental, a compilação dos Grimm passou por um pente fino de estilo. A dupla padronizou a forma de contar, preencheu lacunas e suavizou contradições internas das histórias. Acima de tudo, a nova tradução revela que alguns dos mais famosos contos maravilhosos se fixaram por escrito após sucessivos filtros morais. &lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A moral burguesa dos Grimm atenuou a tendência chula e mundana da Alemanha profunda já na 2ª edição, de 1819, que teve 72 histórias além das publicadas na amostra anterior (a 3ª, de 1822, consolidaria o total de 158 textos, que foi a base para a atual edição brasileira). &lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A cada variação, os Grimm atenuavam a violência das cenas e a sexualidade de personagens, ou decantavam humores que iam da misoginia gratuita ao antissemitismo. &lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Muita coisa ficou diferente da 1a versão que chega agora ao Brasil. A mãe de Branca de Neve era a rainha má antes de os Grimm darem à madrasta o papel de algoz: não se bota, afinal, a mãe no meio. Rapunzel joga as tranças para o príncipe subir à torre: não ficarão ali a beber e conversar. A filha do rei promete cuidar do sapo, esquece o trato e é obrigada pelo pai a cumprir a palavra. Pitiática, espatifa o bicho na parede. É aí que ele vira príncipe. Não há beijo na cena, mas os dois passam a noite, não consta que a beber e conversar. &lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Passagens do gênero renascem na edição da Cosac Naify, que teve a brilhante e cotovelar sacada de convidar um artista popular como J. Borges para dar ao folclore alemão a graça visual de nossa tradição nordestina: suas xilogravuras ecoam a oralidade rural recuperada pelos Grimm, como se o original estivesse gravado em madeira brasileira. &lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Mundo mágico &lt;br&gt;&lt;/strong&gt;A tradição oral que fundou os contos de fadas dava explicações mágicas a problemas de fertilidade e a mistérios da natureza. Ecoava regras morais rígidas, descrevia a desumanidade cotidiana da vida rural ou servia de modelos para rituais de passagem. Com o tempo, falou mais alto a tendência de usar as histórias na educação infantil.&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Como os mitos gregos, que mudavam de configuração em cada cidade grega antiga, é improvável que cada conto popular tenha uma única e homogênea formulação. Coletâneas como a do italiano Giovanni Strapardia (1480-1557), por exemplo, continham histórias como &lt;em&gt;Sr. Dito e Feito&lt;/em&gt;, narrada pelos Grimm. O francês Charles Perrault (1628-1703) também reunira, em &lt;em&gt;Contos da Mamãe Gansa&lt;/em&gt; (1697), algumas narrativas recuperadas depois pelos Grimm, como &lt;em&gt;Chapeuzinho Vermelho&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;O Pequeno Polegar&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;O Gato de Botas&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;A Bela Adormecida&lt;/em&gt;. Elas são do tempo da primeira transcrição da história de&lt;em&gt;Branca de Neve&lt;/em&gt;, diz Alexandre Callari, organizador de &lt;em&gt;Branca de Neve - Os contos clássicos&lt;/em&gt;(editora Generale, 2012). &lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Modelos &lt;br&gt;&lt;/strong&gt;É de Giambattista Basile (1575-1632), conde de Torrone, na Itália, a autoria de &lt;em&gt;A Jovem Escrava&lt;/em&gt;, recolhida entre Creta e Veneza, e publicada em&lt;em&gt; Pentamerone&lt;/em&gt; (1634-36). Afeita ao espírito popular, sua versão mostra que a maldade da rainha fica sem punição. Mas há versões de todo tipo, diz Callari: com o rei psicopata e necrófilo (&lt;em&gt;O Caixão de Cristal&lt;/em&gt;, de Thomas Frederick Crane, 1885) e até a da morte dos anões (de Ernst Ludwig Rochholz, 1856).&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O crítico Wladimir Propp viu nesse tipo de conto certos elementos narrativos que não variavam. A graça da coisa, disse o russo, seria perceber a grandeza do caráter variado das histórias, que camuflava a uniformidade e a repetição de motivos e tipos (&lt;em&gt;Morfologia do Conto Maravilhoso&lt;/em&gt;, 2006: 22). Os contos de fadas atualizam essas invariantes conforme o contexto. Não teriam tanto um sentido, mas estruturas que geram sentidos cada vez que a história é reinventada. &lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Ainda hoje, as histórias maravilhosas dão aquilo que o escritor Italo Calvino considerou ser uma &#39;explicação geral da vida&#39; que rumina das consciências camponesas aos dias de hoje (&lt;em&gt;Fábulas Italianas&lt;/em&gt;, 1992: 15). Elas, escreve Calvino, são uma espécie de &#39;catálogo do destino&#39;, dos momentos em que o ser humano projeta um destino, do nascimento ao afastamento de casa, do crescimento à maturidade e aos desafios que nos confirmam como humanos. &lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Podemos dizer dos contos maravilhosos o que o antropólogo Claude Lévi-Strauss disse dos mitos: todas as versões integram o mesmo conto. Não há original a prevalecer. Nem versão necessariamente melhor. &lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O despertar de Branca de Neve &lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;No original, o papel de rainha má e algoz de Branca de Neve cabia à própria mãe, não à madrasta, que só entra na história na 2ª edição. O despertar da heroína tampouco ocorre após um beijo do príncipe.&amp;nbsp; &lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Ao vê-la morta, o rapaz nutre a obsessão de levar o caixão para onde quer que vá. Obrigado a carregá-lo, um servo abre o caixão, endireita Branca de Neve e berra: &#39;Somos amaldiçoados só por sua causa, menina morta&#39;, ao que dá um tapa nas costas da moça. É então que o pedaço de maçã sai de sua garganta e Branca de Neve ressuscita. &lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Estimular a insurgência da patuleia soou inaceitável e, na versão de 1857, a última editada em vida por Wilhelm Grimm, a moça acorda quando um servo derruba o caixão por acidente, deslocando o toco de maçã podre, que estava em sua garganta.&amp;nbsp; &lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A transformação do príncipe sapo &lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Em O Rei Sapo ou O Henrique de Ferro, o sapo falante pede à filha do rei que o leve para sua cama, para dormir.&amp;nbsp; &lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&#39;Ao ouvir tais palavras, a filha do rei ficou apavorada, pois tinha nojo do sapo frio, não tinha coragem de tocá-lo, e agora ele queria dormir na cama dela. Ela começou a chorar e se recusou. Furioso, o rei ordenou que ela cumprisse o que havia prometido e não o desonrasse. Não tinha jeito, ela tinha de satisfazer a vontade do pai, mas sentia imensa raiva em seu coração. Pegando o sapo com dois dedos, levou-o ao seu quarto, deitou-se na cama e, em vez de colocá-lo ao lado dela, atirou-o contra a parede, ploft. &#39;&#39;&#39;&#39;Pronto, agora você vai me deixar em paz, sapo asqueroso!&#39;&#39;&#39;&#39;. Mas o sapo não morreu e antes de cair se transformou num belo e jovem príncipe. Este, sim, era seu querido companheiro e, cumprindo a promessa, os dois adormeceram felizes lado a lado.&#39;&amp;nbsp; &lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A gravidez de Rapunzel&amp;nbsp; &lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O jovem príncipe imita a voz da fada e pede a Rapunzel que jogue seus cabelos para subir à torre. &lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&#39;De início Rapunzel levou um susto, mas não demorou a gostar tanto do príncipe que combinou que viesse visitá-la todos os dias e ela o puxaria para cima. Assim viveram alegres e a fada não percebeu nada por um bom tempo, até que um dia Rapunzel disse a ela: &#39;&#39;&#39;&#39;Sabe, senhora Gothel, as minhas roupas estão tão apertadas que não estão querendo servir mais em mim&#39;&#39;&#39;&#39;&#39;. &lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Vendo a gravidez, a fada dá surra em Rapunzel e corta sua trança. &lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&#39;Depois baniu Rapunzel para um deserto onde ela passou apuros e onde, depois de um tempo, deu à luz gêmeos, um menino e uma menina.&#39; &lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A fada ainda tenta matar o príncipe, que fica cego. &lt;/p&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Sérgio Ventura&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://almeidaventura.blogspot.com/feeds/5562468980673165869/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2012/10/um-mundo-reencantado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/5562468980673165869'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/5562468980673165869'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2012/10/um-mundo-reencantado.html' title='Um mundo reencantado'/><author><name>Sérgio Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08211370205771773752</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-161513785518700319.post-6652341154960542746</id><published>2012-09-27T16:56:00.001-07:00</published><updated>2012-09-27T16:56:11.606-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Artigos"/><title type='text'>Sobre a língua</title><content type='html'>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot; face=&quot;Garamond&quot;&gt;A língua, meus amigos, muda, e não só na fala como também na escrita. E não só em uma como em outra, os sentidos, através do tempo, distanciam-se, perdem-se, renovam-se. Ela tem liberdade de mudar, mas essa liberdade não está no falante, nem no escritor. A língua só é possível para os falantes e os escritores porque depende de códigos convencionados (dentro da sociedade) para a sua própria utilização, e quando se deturpam esses códigos, a língua perde a sua capacidade de ser compreendida. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot; face=&quot;Garamond&quot;&gt;&lt;/font&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;right&quot;&gt;&lt;font size=&quot;3&quot; face=&quot;Garamond&quot;&gt;Sérgio Ventura.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Sérgio Ventura&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://almeidaventura.blogspot.com/feeds/6652341154960542746/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2012/09/sobre-lingua.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/6652341154960542746'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/6652341154960542746'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2012/09/sobre-lingua.html' title='Sobre a língua'/><author><name>Sérgio Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08211370205771773752</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-161513785518700319.post-716345894319030961</id><published>2012-09-17T18:38:00.001-07:00</published><updated>2013-02-07T19:32:56.204-08:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Contato"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="LIVROS"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Profissão"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Prosa e Poesia"/><title type='text'>Além da Revisão: Critérios para revisão textual</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;iframe style=&quot;border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-top: 0px; border-right: 0px&quot; height=&quot;500&quot; src=&quot;http://books.google.com.br/books?id=hmZoJv4l-tAC&amp;amp;lpg=PA89&amp;amp;ots=In6SX0V6Fw&amp;amp;dq=uso%20da%20crase%20gladys%20neves&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;pg=PA89&amp;amp;output=embed&quot; frameborder=&quot;0&quot; width=&quot;500&quot; scrolling=&quot;no&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Sérgio Ventura&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://almeidaventura.blogspot.com/feeds/716345894319030961/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2012/09/alem-da-revisao-criterios-para-revisao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/716345894319030961'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/716345894319030961'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2012/09/alem-da-revisao-criterios-para-revisao.html' title='Além da Revisão: Critérios para revisão textual'/><author><name>Sérgio Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08211370205771773752</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-161513785518700319.post-7255653183519723538</id><published>2012-09-16T07:17:00.001-07:00</published><updated>2012-09-16T07:21:12.440-07:00</updated><title type='text'>Ansiedades!</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;
vislumbre o seu cenário. Ele é a sua garantia para que você esteja preparado quando as coisas ruins começaram a acontecer. Quando o caminho que você está traçando for bloqueado, e não houver jeito de continuar, não se alarme e nem se desmanche; não esqueça que há outros mil caminhos &amp;nbsp;possíveis. Você só precisa voltar alguns poucos passos e trilhar um novo; Porque o tempo permite... é contínuo, e não para.&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;right&quot;&gt;
Sérgio Ventura.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Sérgio Ventura&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://almeidaventura.blogspot.com/feeds/7255653183519723538/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2012/09/ansiedades_9329.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/7255653183519723538'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/7255653183519723538'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2012/09/ansiedades_9329.html' title='Ansiedades!'/><author><name>Sérgio Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08211370205771773752</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-161513785518700319.post-6988217106736803067</id><published>2012-09-16T07:16:00.001-07:00</published><updated>2012-09-16T07:16:15.886-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Poesias"/><title type='text'>Ansiedades</title><content type='html'>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&quot;Gasta-me o tempo com suas futilidades, esse tempo que me impõe e expõe a bel prazer toda a ansiedade deste século, extraindo-me assim&amp;nbsp; o deleite todo do aqui e agora.&quot;&lt;br&gt;Sérgio Ventura.&lt;/p&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Sérgio Ventura&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://almeidaventura.blogspot.com/feeds/6988217106736803067/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2012/09/ansiedades_16.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/6988217106736803067'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/6988217106736803067'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2012/09/ansiedades_16.html' title='Ansiedades'/><author><name>Sérgio Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08211370205771773752</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-161513785518700319.post-180638962216921061</id><published>2012-09-16T07:15:00.001-07:00</published><updated>2012-09-16T07:15:20.528-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Poesias"/><title type='text'>Ansiedades</title><content type='html'>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&quot;Não se preocupe se o tempo está passando rápido, preocupe-se em aproveitar os minutos, sem ansiedade, pois saiba que o tempo não para, não se ganha, nem se perde.&quot;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;right&quot;&gt;Sérgio Ventura.&lt;/p&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Sérgio Ventura&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://almeidaventura.blogspot.com/feeds/180638962216921061/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2012/09/ansiedades.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/180638962216921061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/180638962216921061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2012/09/ansiedades.html' title='Ansiedades'/><author><name>Sérgio Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08211370205771773752</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-161513785518700319.post-6788771289056071914</id><published>2012-09-14T08:28:00.001-07:00</published><updated>2012-09-14T08:31:21.383-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Poesias"/><title type='text'>Escolhas</title><content type='html'>Ser&amp;#225; que vale viver por amor&lt;br&gt;Mas por aquele amor que pula de galho em galho&lt;br&gt;E nunca encontra pouso fixo?&lt;br&gt;Querer ter endere&amp;#231;o fixo &amp;#233; para muitos motivo de t&amp;#233;dio&lt;br&gt;Mas andar pelas esquinas &amp;#233; raz&amp;#227;o para aplausos&lt;br&gt;E quando envelhecer?&lt;br&gt;E quando o enfeite juvenil expirar?&lt;br&gt;Quem estar&amp;#225; ao seu lado?&lt;br&gt;Nas esquinas tudo &amp;#233; passageiro&lt;br&gt;No endere&amp;#231;o numerado e fixo, tudo &amp;#233; permanente&lt;br&gt;Que escolhas fazer?&lt;br&gt;Ser um pombo apaixonado&lt;br&gt;Ou um cachorro apaixonado?&lt;br&gt;Os dois s&amp;#227;o bons, n&amp;#227;o &amp;#233;!&lt;br&gt;Mas as escolhas a longo prazo&lt;br&gt;Podem ser melhores!&lt;br&gt;&lt;br&gt;S&amp;#233;rgio Ventura.&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Sérgio Ventura&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://almeidaventura.blogspot.com/feeds/6788771289056071914/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2012/09/escolhas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/6788771289056071914'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/6788771289056071914'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2012/09/escolhas.html' title='Escolhas'/><author><name>Sérgio Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08211370205771773752</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-161513785518700319.post-5370500634300147896</id><published>2012-09-10T17:22:00.001-07:00</published><updated>2012-09-10T17:30:43.545-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="VÍDEOS"/><title type='text'>Nietzsche – Humano, demasiado humano</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É um filme biográfico sobre Friedrich Nietzsche, seu pensamento e sua trajetória.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;iframe style=&quot;width: 433px; height: 251px&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;http://www.youtube.com/embed/3EGOwduWVKA?list=PLB65CD2EC30963030&amp;amp;hl=pt_BR&quot; frameborder=&quot;0&quot; width=&quot;560&quot; allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Sérgio Ventura&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://almeidaventura.blogspot.com/feeds/5370500634300147896/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2012/09/nietzsche-humano-demasiado-humano.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/5370500634300147896'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/5370500634300147896'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2012/09/nietzsche-humano-demasiado-humano.html' title='Nietzsche – Humano, demasiado humano'/><author><name>Sérgio Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08211370205771773752</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/3EGOwduWVKA/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-161513785518700319.post-3487654054672144747</id><published>2012-09-10T17:04:00.001-07:00</published><updated>2012-09-10T17:12:32.716-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="VÍDEOS"/><title type='text'>Vídeos – Linguística</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;São 10 vídeos super interessantes pra quem é da área de letras. Não deixe de acompanhá-los!&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;iframe style=&quot;width: 464px; height: 314px&quot; height=&quot;315&quot; src=&quot;http://www.youtube.com/embed/videoseries?list=PL177998B658521D43&amp;amp;hl=pt_BR&quot; frameborder=&quot;0&quot; width=&quot;560&quot; allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/user/sergiosrav/feed&quot;&gt;http://www.youtube.com/user/sergiosrav/feed&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Sérgio Ventura&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://almeidaventura.blogspot.com/feeds/3487654054672144747/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2012/09/videos-linguistica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/3487654054672144747'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/3487654054672144747'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2012/09/videos-linguistica.html' title='Vídeos – Linguística'/><author><name>Sérgio Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08211370205771773752</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://img.youtube.com/vi/videoseries/default.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-161513785518700319.post-8843341724344007676</id><published>2012-09-10T17:00:00.000-07:00</published><updated>2012-09-10T17:01:19.768-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="LIVROS"/><title type='text'>Revista SOLETRAS - UERJ</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;SOLETRAS é a Revista do Departamento de Letras da Universidade do Estado do Rio de Janeiro que publica textos nas áreas da literatura, linguística, etc. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://docs.google.com/folder/d/0ByBG0vd3gYrvMEVmVC1UN0VyVDQ/edit&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Acesse aqui!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;SOLETRAS - Revista do Departamento de Letras&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Faculdade de Formação de Professores da UERJ&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Rua Dr. Francisco Portela, 1470 - Patronato - São Gonçalo – RJ&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Cep: 24435-005 - e-mail:  &lt;hr&gt; &lt;a href=&quot;mailto:soletrasonline@yahoo.com.br&quot;&gt;soletrasonline@yahoo.com.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Sérgio Ventura&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://almeidaventura.blogspot.com/feeds/8843341724344007676/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2012/09/revista-soletras-uerj.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/8843341724344007676'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/8843341724344007676'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2012/09/revista-soletras-uerj.html' title='Revista SOLETRAS - UERJ'/><author><name>Sérgio Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08211370205771773752</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-161513785518700319.post-2169915038345195901</id><published>2012-09-10T16:44:00.000-07:00</published><updated>2012-09-10T16:46:46.022-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="LIVROS"/><title type='text'>Livros diversos–vale a pena conferir</title><content type='html'>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Aqui vai uma seleção de grandes obras de escritores nacionais e internacionais, e se não achar o seu livro em pdf, mande uma mensagem que talvez eu tenha em meu banco de dados.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Como dizia Monteiro Lobato,&amp;nbsp; “um país se faz com homens e livros”.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://docs.google.com/folder/d/0ByBG0vd3gYrvNzRlODIxN2UtM2ZjNC00YjlhLWFhZGItMjkxYmExZWFjMTkw/edit&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Confira e selecione o seu livro!&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Sérgio Ventura&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://almeidaventura.blogspot.com/feeds/2169915038345195901/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2012/09/livros-diversosvale-pena-conferir.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/2169915038345195901'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/2169915038345195901'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2012/09/livros-diversosvale-pena-conferir.html' title='Livros diversos–vale a pena conferir'/><author><name>Sérgio Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08211370205771773752</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-161513785518700319.post-7938636662464716370</id><published>2012-09-10T16:35:00.000-07:00</published><updated>2012-09-10T16:38:43.856-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="LIVROS"/><title type='text'>Bibliografia – Shakespeare</title><content type='html'>&lt;p&gt;&amp;nbsp; &lt;p&gt;Disponibilizo a todos os livros de Machado de Assis, desde pequenos contos aos mais consagrados livros. Aproveite bem a leitura! &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;https://docs.google.com/folder/d/0ByBG0vd3gYrvMjg0OTY0MGEtOTg5Zi00NmEzLTgxNTgtY2YxYTBiMDZhYzdk/edit&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Acesse aqui a minha Biblioteca&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Sérgio Ventura&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://almeidaventura.blogspot.com/feeds/7938636662464716370/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2012/09/bibliografia-shakespeare.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/7938636662464716370'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/7938636662464716370'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2012/09/bibliografia-shakespeare.html' title='Bibliografia – Shakespeare'/><author><name>Sérgio Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08211370205771773752</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-161513785518700319.post-712653004154011677</id><published>2012-09-10T16:29:00.000-07:00</published><updated>2012-09-10T16:30:16.884-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="LIVROS"/><title type='text'>Bibliografia – Machado de Assis</title><content type='html'>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Disponibilizo a todos os livros de Machado de Assis, desde pequenos contos aos mais consagrados livros. Aproveite bem a leitura!&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://docs.google.com/folder/d/0ByBG0vd3gYrvNDE0YzZlYTUtMWQ2Zi00MWVlLTlhNDItN2IyNmVhMTlkNDBi/edit&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Acesse aqui a minha Biblioteca.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Sérgio Ventura&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://almeidaventura.blogspot.com/feeds/712653004154011677/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2012/09/bibliografia-machado-de-assis.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/712653004154011677'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/712653004154011677'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2012/09/bibliografia-machado-de-assis.html' title='Bibliografia – Machado de Assis'/><author><name>Sérgio Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08211370205771773752</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-161513785518700319.post-2098379567021610206</id><published>2012-09-10T16:10:00.001-07:00</published><updated>2012-09-10T16:20:43.697-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="LIVROS"/><title type='text'>Machado de Assis</title><content type='html'>&lt;a href=&quot;https://docs.google.com/open?id=0ByBG0vd3gYrvOGEwOTkyMzctYjdmNC00YTc1LTljOTktODZmZGQ2NTc5MzY2&quot;&gt;Machado de Assis, Memórias Póstumas de Brás Cubas - Um ótimo livro pra quem gosta dos Clássicos da Literatura Brasileira.&lt;/a&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Sérgio Ventura&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://almeidaventura.blogspot.com/feeds/2098379567021610206/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2012/09/machado-de-assis.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/2098379567021610206'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/2098379567021610206'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2012/09/machado-de-assis.html' title='Machado de Assis'/><author><name>Sérgio Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08211370205771773752</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-161513785518700319.post-5325781829970445151</id><published>2012-09-04T11:50:00.000-07:00</published><updated>2012-09-04T11:50:32.843-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Dedicatórias"/><title type='text'>Mulher</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #333333; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px;&quot;&gt;Mulher, alma que arde em chamas verde-esperança e de olhos resplandecentes, tua boca sussurra com doçura mágicas palavras e descobre-me por completo os sentimentos; o teu semblante, o teu encanto, a tua beleza, o teu infinitamente tudo são dádivas para o meu ser; o teu encantado amor, sentimento puro e completo, liberta-me dos mais tristes sentimentos, das feridas e cicatrizes, dos desencantos da&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;div class=&quot;text_exposed_show&quot; style=&quot;background-color: white; color: #333333; display: inline; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px;&quot;&gt;
vida. Por ti e teu amor sempre me levanto porque teu tu em mim é um único nós, assim como o meu eu em ti é um único nó, laço eterno de amor.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;text_exposed_show&quot; style=&quot;background-color: white; display: inline;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &#39;lucida grande&#39;, tahoma, verdana, arial, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 20px;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
P.S.: Te amo ontem e hoje e amanhã e depois de amanhã e no dia depois do depois de amanhã e nos próximos dias subsequentes ao do depois do depois de amanhã, e se ainda assim não forem suficientes, continuarei te amando por toda a eternidade no mundo terreno e no mundo celestial!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
Sérgio Ventura.&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Sérgio Ventura&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://almeidaventura.blogspot.com/feeds/5325781829970445151/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2012/09/mulher.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/5325781829970445151'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/5325781829970445151'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2012/09/mulher.html' title='Mulher'/><author><name>Sérgio Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08211370205771773752</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-161513785518700319.post-3973732115427578219</id><published>2012-08-29T14:18:00.001-07:00</published><updated>2012-09-10T17:26:59.499-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Artigos"/><title type='text'>SAÚDE PÚBLICA[1]</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;Agora,  considerando tudo isso, da máquina de desperdício que é o sistema de mercado à  máquina de dívidas conhecida como sistema monetário, criando assim o paradigma  mercantil-monetário que hoje define a economia global, há uma consequência que  percorre toda a máquina: desigualdade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;Se é o sistema  de mercado que cria uma gravitação natural em direção ao monopólio e à  consolidação do poder, enquanto também gera diversas indústrias ricas que se  elevam acima das outras independentemente de sua utilidade, tal como o fato de  os maiores gestores de fundos de Wall Street agora embolsarem mais de $300  milhões por ano por contribuir literalmente com nada. Enquanto um cientista  procurando curar uma doença, tentando ajudar a humanidade, pode ganhar $&lt;/span&gt;60  &lt;span style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;mil por ano, se tiver sorte. Ou se é o sistema monetário, que  possui a divisão de classes inerente a sua estrutura. Por exemplo, se tenho $1  milhão sobrando e os aplico em CDB, com juros de 4%, ganharei $40 mil por ano. Nenhuma  contribuição social, nada. No entanto, se sou da classe baixa e preciso pegar  empréstimos para comprar meu carro ou casa, estarei pagando juros que, teoricamente,  vão remunerar aquele milionário com os 4% do CDB. Este roubo dos pobres para  pagar aos ricos é um fundamento inerente ao sistema monetário e poderia ser  rotulado como &quot;classicismo estrutural&quot;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;Historicamente,  a estratificação social sempre foi considerada injusta, mas claramente aceita  de forma geral, já que agora 1% da população detém 40% da riqueza do planeta. Mas,  justiça material à parte, há outra coisa acontecendo por baixo da superfície da  desigualdade, deteriorando a saúde pública como um todo. Acho que as pessoas  muitas vezes ficam confusas pelo contraste entre o sucesso material das nossas  sociedades - níveis de riqueza sem precedentes - e os muitos fracassos sociais.  Se você olhar para as taxas de uso de drogas, violência, automutilação entre  crianças ou doenças mentais, há claramente algo profundamente errado com nossas  sociedades. Os dados que tenho descrito simplesmente mostram essa intuição que  as pessoas têm tido por centenas de anos, de que a desigualdade divide e corrói  a sociedade. Porém, essa intuição é mais verdadeira do que imaginávamos. Há  efeitos psicológicos e sociais muito poderosos da desigualdade, mais  relacionados, creio eu, com sentimentos de superioridade e inferioridade. Esse  tipo de divisão - e talvez o mesmo valha para o respeito e o desrespeito - em  que as pessoas se sentem desprezadas ao extremo. Motivo pelo qual, a propósito,  a violência é mais frequente em sociedades mais desiguais. O gatilho da  violência é, muitas vezes, as pessoas se sentirem menosprezadas e  desrespeitadas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;Se há um  princípio que eu poderia enfatizar, isto é, o princípio subjacente mais  importante para a prevenção da violência, seria a igualdade. O fator mais  significativo que afeta a taxa de violência é o grau de igualdade versus o de  desigualdade na sociedade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;O que estamos  vendo é uma espécie de disfunção social generalizada. Não é só uma ou duas  coisas que dão errado conforme a desigualdade aumenta, mas aparentemente tudo, seja  em relação ao crime, à saúde, às doenças mentais ou ao que for. Uma das  descobertas mais perturbadoras sobre saúde pública é: em hipótese alguma cometa  o erro de ser pobre ou de ter nascido pobre. Sua saúde paga por isso de  infinitas maneiras, algo conhecido como &quot;O Gradiente Socioeconômico de Saúde&quot;. Conforme  você desce a partir da camada social mais alta, em termos de posição  socioeconômica, a cada degrau descido, a saúde piora para muitos tipos de  doenças, a expectativa de vida piora, a taxa de mortalidade infantil, tudo que  você puder considerar. &amp;nbsp;Uma enorme  questão tem sido: por que este gradiente existe? Uma resposta óbvia e simples é  que, se você está cronicamente doente, não será muito produtivo. Assim,  problemas de saúde geram diferenças socioeconômicas. Não passou nem perto, pelo  simples fato de que é possível olhar para a posição socioeconômica de uma  criança e isso irá predizer algo sobre sua saúde décadas depois. Esta é a  direção da causalidade. A próxima é &quot;perfeitamente óbvia&quot;: pessoas  pobres não podem pagar para ir ao médico. É acesso à saúde? Não tem nada a ver  com isso porque você vê estes mesmos gradientes em países com assistência  médica universal e medicina socializada. OK, próxima explicação simples: geralmente,  quanto mais pobre você é maiores são as chances de fumar, beber e de viver com  todo tipo de fator de risco. Sim, isso contribui, mas estudos meticulosos  mostraram que talvez explique só um terço da variabilidade. O que resta então? O  que resta tem muito a ver com o estresse da pobreza. Quanto mais pobre você é,  a começar pela pessoa que ganha um dólar a menos que Bill Gates, quanto mais  pobre você é neste país, de modo geral, pior será a sua saúde. Isso nos diz  algo realmente importante: a conexão da saúde com a pobreza não se trata de ser  pobre, mas de se sentir pobre. Cada vez mais, reconhecemos que o estresse  crônico possui uma influência importante na saúde, mas as fontes mais  importantes de estresse se referem à qualidade das relações sociais. E se  existe algo que diminui a qualidade das relações sociais é a estratificação  socioeconômica da sociedade. O que a ciência nos mostrou agora é que,  independentemente da riqueza material, o estresse de simplesmente viver numa  sociedade estratificada leva a um vasto espectro de problemas na saúde pública e  quanto maior a desigualdade, piores eles ficam. Expectativa de vida: maior em  países mais igualitários. Uso de drogas: menor em países mais igualitários. Doenças  mentais: menor em países mais igualitários. Capital social, isto é, a  capacidade de as pessoas confiarem umas nas outras: naturalmente maior em  países mais igualitários. Índices educacionais: mais altos em países mais  igualitários. Taxas de homicídio: menores em países mais igualitários. Taxas de  criminalidade e prisão: menores em países mais igualitários. E continua: Mortalidade  infantil, obesidade, taxa de natalidade na adolescência: menor em países mais  igualitários. E talvez mais interessante: Inovação: maior em países mais igualitários,  o que desafia a antiga noção de que uma sociedade competitiva e estratificada é  mais criativa e inventiva. Além disso, um estudo feito no Reino Unido chamado  de Estudo Whitehall, confirmou que há uma distribuição social de doenças que  vai desde o topo da escala socioeconômica até a base. Por exemplo, foi  descoberto que os degraus mais baixos da hierarquia tinham 4 vezes mais mortalidade  por doenças cardíacas em relação aos degraus mais altos. E esse padrão existe,  independente do acesso à saúde. Portanto, quanto pior a condição financeira  relativa de alguém, pior será a sua saúde, de modo geral. Esse fenômeno tem  suas raízes no que pode ser chamado de &quot;estresse psicossocial&quot; e está  na base das grandes distorções sociais que assolam nossa sociedade atual. Sua  causa? O sistema mercantil-monetário. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;Não se engane: o  maior destruidor da ecologia; a maior fonte de desperdício, esgotamento e  poluição; o maior incitador de violência, guerra, crime, pobreza, abuso animal  e desumanidade; o maior gerador de neuroses sociais e individuais, de doenças  mentais, depressão, ansiedade - para não falar da maior fonte de paralisia  social, que nos impede de adotar novas metodologias para a saúde pessoal, a  sustentabilidade e o progresso neste planeta - não é nenhum governo corrupto ou  legislação, nenhuma corporação perversa ou cartel bancário, nenhuma falha da  natureza humana e nenhuma sociedade secreta que controla o mundo. É, na  verdade, o próprio sistema socioeconômico em sua essência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
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&lt;br clear=&quot;all&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;hr size=&quot;1&quot; style=&quot;text-align: left;&quot; width=&quot;33%&quot; /&gt;
&lt;div id=&quot;ftn1&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 0cm;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Sergio%20Ventura/Desktop/legenda%20Zeitgeist/SA%C3%9ADE%20P%C3%9ABLICA%20-%20trecho%20Zeitgeist.docx#_ftnref1&quot; name=&quot;_ftn1&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;&quot;&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;  &lt;span style=&quot;background: white; color: #444444; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.zeitgeistmovingforward.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #3778cd;&quot;&gt;Zeitgeist: Moving Forward, do  diretor Peter Joseph, é uma característica de trabalho documentário que  apresenta um caso de uma transição para fora do paradigma socioeconômico  monetário atual que rege a sociedade do mundo inteiro&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.)&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoFootnoteText&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Sérgio Ventura&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://almeidaventura.blogspot.com/feeds/3973732115427578219/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2012/08/saude-publica1.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/3973732115427578219'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/3973732115427578219'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2012/08/saude-publica1.html' title='SAÚDE PÚBLICA[1]'/><author><name>Sérgio Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08211370205771773752</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-161513785518700319.post-5430324496648214647</id><published>2012-08-29T12:50:00.003-07:00</published><updated>2012-09-10T17:26:59.502-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Artigos"/><title type='text'>A ANTIECONOMIA</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 150%; text-indent: 0cm;&quot;&gt;(&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 24px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.zeitgeistmovingforward.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Zeitgeist: Moving Forward, do diretor Peter Joseph, é uma característica de trabalho documentário que apresenta um caso de uma transição para fora do paradigma socioeconômico monetário atual que rege a sociedade do mundo inteiro&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%; text-indent: 0cm;&quot;&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 150%; text-indent: 0cm;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 150%; text-indent: 0cm;&quot;&gt;Há
um velho ditado de que o modelo de mercado competitivo busca &quot;criar os
melhores produtos pelo menor preço possível&quot;. Essa afirmação é
essencialmente o conceito de incentivo que justifica a concorrência mercantil com
base na suposição de que o resultado é a produção de bens de melhor qualidade. Se
eu fosse construir uma mesa, obviamente a produziria com os melhores e mais
duráveis materiais existentes, correto? Visando que ela dure o máximo possível.
Por que eu faria algo ruim sabendo que teria de refazê-la eventualmente, gastando
mais materiais e energia? Bem, por mais racional que isso possa parecer, no
caso do mercado, isso não é apenas claramente irracional como não chega a ser
uma opção. É tecnicamente impossível produzir algo da melhor maneira possível, se
uma empresa pretende ser competitiva e manter seus produtos acessíveis ao
consumidor. Literalmente, tudo o que é criado e posto à venda na economia
global é inferior logo no momento em que é produzido, pois é matematicamente
impossível fazer produtos os mais cientificamente avançados, eficientes e
sustentáveis possíveis. Isso ocorre, pois o sistema de mercado exige esta
&quot;eficiência de custos&quot; ou porque é preciso reduzir os gastos em cada
etapa da produção. Do custo da mão da obra ao custo dos materiais, da embalagem
etc. Essa &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: red; line-height: 150%; text-indent: 0cm;&quot;&gt;estratégia competitiva&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%; text-indent: 0cm;&quot;&gt; serve para assegurar que o público compre os
seus produtos e não os do concorrente que está fazendo a mesmíssima coisa para
deixar seus produtos competitivos e acessíveis. Esta consequência
invariavelmente esbanjadora do sistema poderia ser denominada &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: red; line-height: 150%; text-indent: 0cm;&quot;&gt;&quot;obsolescência intrínseca&quot;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%; text-indent: 0cm;&quot;&gt;. No entanto, essa
é apenas uma parte do problema. Um princípio fundamental que rege a economia de
mercado e que você não encontrará em nenhum manual é o seguinte: &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: red; line-height: 150%; text-indent: 0cm;&quot;&gt;&quot;nada produzido pode ter uma vida útil maior que o
necessário para manter o consumo cíclico&quot;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%; text-indent: 0cm;&quot;&gt;. Em outras palavras, é
fundamental que as coisas quebrem, falhem e deteriorem-se dentro de dado tempo.
Isso se chama &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: red; line-height: 150%; text-indent: 0cm;&quot;&gt;&quot;obsolescência programada&quot;. &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%; text-indent: 0cm;&quot;&gt;A
obsolescência programada é a espinha dorsal da estratégia de mercado de todos
os fabricantes. Muito poucos, claro, admitem essa estratégia abertamente. O que
fazem é mascarar o problema no fenômeno da obsolescência intrínseca, muitas
vezes ignorando, ou até mesmo suprimindo, novos adventos tecnológicos que
poderiam criar um produto mais sustentável e durável. Não bastasse o
desperdício que é o sistema inerentemente não permitir a produção dos bens mais
duráveis e eficientes, a obsolescência programada intencionalmente &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%; text-indent: 0cm;&quot;&gt;entende que
quanto mais tempo um produto funcionar, pior será para a manutenção do consumo
cíclico e, portanto, para o sistema de mercado.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: red; line-height: 150%; text-indent: 0cm;&quot;&gt; Em outras palavras, a
sustentabilidade do produto é, na verdade, contrária ao crescimento econômico e
por isso há um incentivo direto e reforçado para garantir que a durabilidade de
qualquer produto seja curta. Na realidade, o sistema não pode funcionar de
outra maneira&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%; text-indent: 0cm;&quot;&gt;. Um olhar para o mar de aterros ao redor do mundo mostra a
realidade da obsolescência. Existem agora bilhões de celulares de baixo custo, computadores
e outras tecnologias, contendo materiais preciosos e difíceis de minerar como
ouro, coltan e cobre,&amp;nbsp; apodrecendo em
enormes pilhas devido ao simples mau funcionamento ou obsolescência de pequenas
partes que, em uma sociedade preservadora, poderiam ser consertados ou
atualizados, estendendo a vida útil do produto. Infelizmente, por mais
eficiente que isso pareça no mundo real, por vivermos num planeta finito de
recursos finitos, é claramente ineficaz para o mercado. Para por numa frase: &quot;eficiência,
sustentabilidade e preservação são os inimigos de nosso sistema
econômico&quot;.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 150%; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-font-size: 12.0pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 150%; text-align: right; text-indent: 0cm;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;line-height: 150%; text-align: right; text-indent: 0cm;&quot;&gt;Fonte:&lt;/span&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.zeitgeistmovingforward.com/&quot; style=&quot;line-height: 24px;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Zeitgeist: Moving Forward, do diretor Peter Joseph&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;line-height: 150%; text-align: right; text-indent: 0cm;&quot;&gt;. Disponível
em &lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=4i2SVKHnXxo&quot; style=&quot;text-align: right; text-indent: 0cm;&quot;&gt;http://www.youtube.com/watch?v=4i2SVKHnXxo&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Sérgio Ventura&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://almeidaventura.blogspot.com/feeds/5430324496648214647/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2012/08/a-antieconomia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/5430324496648214647'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/5430324496648214647'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2012/08/a-antieconomia.html' title='A ANTIECONOMIA'/><author><name>Sérgio Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08211370205771773752</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-161513785518700319.post-9190709694302315927</id><published>2012-08-19T18:43:00.001-07:00</published><updated>2012-08-30T05:36:13.854-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Poesias"/><title type='text'>Expulsando o Vazio.</title><content type='html'>&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;comic sans ms, sans-serif&quot; size=&quot;4&quot;&gt;&quot;O silêncio é constrangedor  quando não se tem alguém para compartilhar sentimentos.&quot;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;comic sans ms, sans-serif&quot; size=&quot;4&quot;&gt; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;comic sans ms, sans-serif&quot; size=&quot;4&quot;&gt;Doce vazio que me preenche a  alma, não me sinto confortável em ter-te como companhia. Cheio de nada que és,  transformas todas as minhas perspectivas em vácuo. Se tento apreciar algo,  cadê? Se tenho algo a sonhar, onde? Se quero sentir, o quê? Se quero alguém,  quem? Por que me tens caro inimigo, se não me dou por feliz com tua companhia?  Será que te ligaste a mim por paixão ou ao contrário tiraste-a de mim? E por  que não me respondes, danado, se apenas a ti te tenho? Como podes ser tão  desnaturado deixando-me aqui como que a falar com as paredes? Vai! Deixa-me  sozinho, desnuda daqui para quem sabe outro alguém que não igual a ti me faça  companhia e devolva-me tudo o mais que não lembro. Chama lá teu primo chio,  chia, cheio, sei lá, para que concerte as tuas malícias em mim. Bem sabes que  não me vou calar enquanto não me fizer ouvido, estás a ouvir Vazio? Ouves-me? &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align:justify&quot;&gt;&lt;font face=&quot;comic sans ms, sans-serif&quot; size=&quot;4&quot;&gt; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;    &lt;div style=&quot;text-align:right&quot;&gt;&lt;font face=&quot;comic sans ms, sans-serif&quot; size=&quot;4&quot;&gt;Sérgio Ventura.&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt;  &lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Sérgio Ventura&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://almeidaventura.blogspot.com/feeds/9190709694302315927/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2012/08/expulsando-o-vazio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/9190709694302315927'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/9190709694302315927'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2012/08/expulsando-o-vazio.html' title='Expulsando o Vazio.'/><author><name>Sérgio Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08211370205771773752</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-161513785518700319.post-8499423764642791631</id><published>2012-08-13T18:49:00.001-07:00</published><updated>2012-08-30T05:36:13.850-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Poesias"/><title type='text'>entrelinhas 2</title><content type='html'>&lt;div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Nesse momento, esforço em vão os olhos, mas não consigo enxergar nem uma linha de esperança. Por isso hoje vou dormir desesperado. A sensação do momento é de ter&amp;nbsp;&amp;nbsp;chegado ao fim da minha linha, mesmo havendo tanto horizonte adiante. Talvez os meus sonhos me aliviem a pressão do dia ou talvez me abram portas de esperança. Só o que me resta é a virada da noite e o cansaço do olhos no dia seguinte, sem portas, sem saídas.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;div style=&quot;text-align: right;&quot;&gt;
Sérgio Ventura.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Sérgio Ventura&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://almeidaventura.blogspot.com/feeds/8499423764642791631/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2012/08/entrelinhas-2.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/8499423764642791631'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/8499423764642791631'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2012/08/entrelinhas-2.html' title='entrelinhas 2'/><author><name>Sérgio Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08211370205771773752</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-161513785518700319.post-5970744865189412726</id><published>2012-08-13T18:37:00.001-07:00</published><updated>2012-08-30T05:36:13.844-07:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Poesias"/><title type='text'>Entrelinhas.</title><content type='html'>&lt;div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Vislumbre o seu cenário. Ele é a sua garantia para que você esteja preparado quando as coisas ruins começaram a acontecer. Quando o caminho que você está traçando for bloqueado, e não houver jeito de continuar, não se alarme e nem se desmanche; não esqueça que há outros mil caminhos possíveis. Você só precisa voltar alguns poucos passos e trilhar um novo; porque o tempo permite... é contínuo, e não para.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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Sérgio Ventura.&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;Sérgio Ventura&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://almeidaventura.blogspot.com/feeds/5970744865189412726/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2012/08/entrelinhas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/5970744865189412726'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/161513785518700319/posts/default/5970744865189412726'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://almeidaventura.blogspot.com/2012/08/entrelinhas.html' title='Entrelinhas.'/><author><name>Sérgio Ventura</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08211370205771773752</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>